– Teksat ou Tekicel: caia fora dessa armadilha!

Um golpista profissional! A Teksat (Tekicel, de Gerson Clemente) vende seus produtos e não entrega, enrola e embolsa o dinheiro. E se recusa a devolver a grana caso coloque a queixa no Reclame Aqui!

Empresa séria não discute, mas resolve!

Olha que drama, abaixo:

PRODUTO NÃO ENTREGUE. SEM REEMBOLSO

Em 29 de julho de 2017 comprei um receptor Azamérica S1007 Plus acm, no valor de R$ 367,60, a ser entregue em 6 dias via Sedex (valor do frete incluído). Não o recebi, e então mandei mensagens via WhatsApp (que nunca são respondidas). Não há um telefone sequer para contato (o que ele fornece não atende). Via email, após muita insistência e atraso, respondeu que estava com dificuldades de… POSTAGEM! E não conseguiu explicar quais são elas, dando um novo prazo – também não cumprido. Novamente entrei em contato via email, pedi o reembolso e o Gerson Clemente (o proprietário – atendente – vendedor- diretor responsável) só enrolou. Mandei diversas outras mensagens, sem resposta alguma. Hoje é dia 23 de setembro, não entregou o produto, não entra em contato, não houve reembolso. Sumiu, desapareceu, parece picaretagem!
Venho através do Reclame Aqui tentar conseguir meu produto ou o reembolso. Entrarei na Justiça e publicarei uma reportagem nos meus canais de comunicação para que outros não sejam [editado pelo Reclame Aqui] como eu, caso ele não resolva.
Meus dados:
Pedido nº: 84112
Data do pedido: 29/07/2017
Pagamento: Depósito bancário 8% de Desconto
Frete: Sedex – Entrega em até 6 dias úteis
PAGAMENTO VIA TRANSFERÊNCIA PELO BANCO DO BRASIL
AGENCIA – 3257-3
CONTA – 20522-2
GERSON CLEMENTE
CNPJ 26.947.180/0001-07
APÓS PAGAMENTO, COMPROVANTE ENVIADO A VENDAS@TEKSAT.COM.BR PARA CONFIRMAÇÃO.
Confirmou, recebeu, não entregou e não reembolsou.

RESPOSTA DA TEKSAT

Prazos de Envio e Estornos
PRAZO PARA ENVIO DE PEDIDO AOS CORREIOS APOS PAGAMENTO CONFIRMADO
05 A 15 DIAS ÚTEIS APÓS PAGAMENTO CONFIRMADO.
PRAZO PARA CANCELAMENTO E ESTORNO DE PEDIDOS
07 DIAS UTEIS APOS O ENVIO DOS DADOS PARA ESTORNO AO EMAIL VENDAS@TEKSAT.COM.BR
A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui e outros sites
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.
AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS

RÉPLICA

Essa resposta é ridícula! Olha quantas reclamações do mesmo teor estão publicadas no Reclame Aqui e o Gerson Clemente, proprietário da TekSat (cujo nome é Tekicel), ousa colocar uma resposta padrão publicada em diversas outras queixas!

1- EU JÁ SOLICITEI O ESTORNO VIA SITE DA TEKSAT, LOGO QUE O PRAZO DE 15 DIAS ESTOUROU, ELE MENTIU QUE ESTAVA COM DIFICULDADE DE POSTAGENS, P[EDIU MAIS 15 DIAS E NÃO ENTREGOU!

2- DEPOIS DE NÃO RECEBER PELA SEGUNDA VEZ, PEDI NOVAMENTE O ESTORNO CONFORME AS ORIENTAÇÕES DA EMPRESA, QUE RECUSA A RESPONDER OS MOTIVOS DA NÃO ENTREGA DO PEDIDO E DE NÃO REEMBOLSAR.

3- É CHANTAGEM DIZER QUE DEVOLVERÁ O DINHEIRO DEPOIS DE RETIRAR A QUEIXA, BEIRA A GOZAÇÃO, está chamando o cliente de trouxa e subestimando o Reclame Aqui!

Se não devolver meu dinheiro, estarei agrupando as outras pessoas que se queixaram e processando por estelionato e outras custas esta empresa. Trate de com urgência responder decentemente e providenciar a resolução do caso. Isso é golpe, crime, estelionato, picaretagem. Os dados da empresa estão aqui, ela está demonstrando ser uma arapuca!

O mais ridÍculo é um cara que não é confiável dizer para tirar as reclamações do site que aí devolve o dinheiro! Como confiar em um malandro!!!

Estou impressionado com a cara de pau!

RESPOSTA DA TEKSAT

A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui.
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.

AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS
ACEITO O TERMO AO EFETUAR O PAGAMENTO DO MEU PEDIDO.

RÉPLICA

Nada disso, quando comprei não tinha nada desse termo. Gérson, você está mexendo com coisa complicada. Devolva o dinheiro da minha compra, você será processado caso não o faça. Além disso, esse TERMO que você inventou com respostas automáticas demonstra o quanto o site Teksat é uma arapuca. Você não tem coragem de responder como homem sério? Passe seu telefone que ligo para você agora!

Tem histórico no Reclame Aqui de pessoas que tiraram a reclamação e voltaram a publicar pois você não cumpre o acordo. Vamos lá, mostre que tem vergonha na cara e responda decentemente!

Estou aguardando sua manifestação. Você recebeu no mesmo instante do pedido; não entregou, não honrou nenhuma vez a palavra e ficou jogando a culpa no Correios! DEVOLVA MEU DINHEIRO!!!

RESPOSTA DA TEKSAT

Bom dia Rafael os termos sempre estiveram no site sr tenha o sr lido ou nao, estamos com atraso realmente em seu pedido porem o mesmo sera enviado esta semana caso nao efetue o processo para cancelamento nao estamos lhe obrigando a desabilitar nada o sr so tera de desabilitar se for efetuar o procedimento de cancelamento ok e o cancelamento so sera feito nas condicoes informadas.

RÉPLICA

Nada disso, você prometeu em outras oportunidades entregar e não o fez, já ouvi a resposta que “nesta semana  entregaria”. De acordo com o Código do Consumidor vigente neste país, eu tenho DIREITO da devolução desse dinheiro. Quando cancelei o pedido, lhe mandei o email e enviei também o formulário preenchido no seu site HÁ MUITAS SEMANAS.  Não adianta se fazer de desentendido ou passar por responsável e burocrático cidadão. Você está OBRIGANDO as pessoas a tirarem as reclamações daqui. PRIMEIRO, DEVOLVA O DINHEIRO! Todos os procedimentos de cancelamento foram feitos corretamente, o único que não cumpriu sua parte foi você. Esse lenga-lenga de tirar a queixa do Reclame Aqui é engodo!

Quero meu dinheiro de volta, aguardo sua manifestação!

Não existindo resposta….

Caro Gerson,
Já procurei uma delegacia e me informei. Os registros das nossas conversas somados a todas as reclamações do site reclame aqui são evidências suficientes para abrir um boletim de ocorrência contra você. Você está praticando crime de esterionato, previsto pelo artigo no. 171 do código civil.
Dessa forma, peço PELA ÚLTIMA VEZ, que você devolva o meu dinheiro. Te dou o prazo até essa sexta-feira (dia 29/09). Caso não o faça, o boletim de ocorrência será registrado e a delegacia de Jundiaí ativará a delegacia mais próxima de Piçarras para conduzir a investigação.
O que você está fazendo conosco é crime. Chega de ser enganado.
Valor a ser devolvido: R$ 367,60
Efetuar depósito: Banco do Brasil XXXX
Favorecido: XXXXX
Os demais dados você já possui.
No aguardo.

RESPOSTA DA TEKSAT

Boa tarde pode ficar a vontade Rafael, como falei a empresa so ira cancelar o envio e efetuar o estorno apos desabilitar a reclamacao aqui e apos o prazo de 7 dias uteis 
a pressa e sua em efetuar o procedimento, e momento algum estou lhe negando o estorno apenas temos as normas da empresa e ponto final ok
quero resolver o quanto antes depende de voce
Teksat

RÉPLICA

Como assim? Isso é chantagem, é estelionato, 171! Isso não existe! De acordo com o Código do Consumidor, você tem que devolver o meu dinheiro! Isso é golpe, você vendeu, não entregou, ficou com o dinheiro e inventa essa “norma da empresa”. Nenhuma norma está ACIMA DA LEI!!!

Irei agora mesmo à Delegacia. Você é um bandido!!! Trate de devolver meu dinheiro.

RESPOSTA DA TEKSAT

Nao tem chantagem alguma amigo vamo resolve logo isso ok e so desabilitar a reclamacao e pronto eu faco o estorno e pronto cabo o sr nao precisa mais falar comigo nem em com o sr 
Teksat

RÉPLICA

Não tem essa de eu tirar a reclamação antes de você devolver o dinheiro. É chantagem sua sim. Você não cumpriu nada do que prometeu desde a compra, se eu não reclamo você embolsa o dinheiro e não entra em contato, faz dois meses que está enrolando. VOCÊ não foi confiável até agora, por quê seria dessa vez? Tá achando que seremos trouxa outra vez?

DEVOLVA PRIMEIRO O MEU DINHEIRO. Você receberá a intimidação judicial em breve caso não seja HONESTO e devolva o dinheiro. É LEI, estou respaldado no Código do Consumidor.

RESPOSTA DA TEKSAT

Aguardo a intimação Rafael poderia ser bem mais rapido mas a escolha e sua.

RÉPLICA

Você é folgado. Chantagista, estelionatário. Vendeu, recebeu a vista, não entregou e ainda EXIGE algo que vai contra a lei! Eu não tenho que tirar as reclamações daqui para você enganar outras pessoas. Você não respondeu: se mentiu por dois meses, por que devo confiar agora em você? RESPONDA!!!

Pois é. Picaretagem explícita! O que dizer de um enrolador como esse Gerson?

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– Treinador de Futebol pratica Fair Play “a la Rodrigo Caio” e é demitido!

Que bom que Rodrigo Caio demonstrou um ótimo exemplo no mundo do futebol ao evitar um equivocado cartão amarelo para o seu adversário Jô, meses atrás. Depois desse tão falado lance de Fair Play, outros atletas tiveram a oportunidade de fazer o mesmo e não fizeram.

Mas uma sementinha plantada pode brotar! E assim foi feito no Campeonato Amador de Jundiaí da 1a divisão. Vejam que interessante:

Fordinho, ex-treinador de ótima campanha no Palmeiras do Medeiros, estava enfrentando dificuldades em seu novo clube, o Cruzeiro da Vila Maringá. Eis que jogavam Cruzeiro x Resenha, e o árbitro aplicou o segundo cartão amarelo a um atleta da equipe adversária (resultando na expulsão). O técnico Fordinho interferiu no jogo, dizendo que houve equívoco (o cartão era para outro jogador) e influenciando os atletas do seu time a contarem a verdade. O árbitro “desexpulsou” o adversário e o jogo continuou.

Aguinelo Oliveira, o presidente do time do Cruzeiro, demitiu Fordinho, alegando que no futebol a gente “precisa matar um ao outro, mas no bom sentido. O competente treinador, agora desempregado, alegou que: “Devemos ter humildade e respeito um pelo outro no futebol amador. Respeito de ser honesto e digno. Não adianta ser malandro”.

Parabéns ao Fordinho pelo excelente exemplo de Fair Play (e que lhe custou o emprego)! Merece todos os cumprimentos da comunidade jundiaiense (e porque não, do mundo do futebol em geral). Que tenha sua atitude exaltada e divulgada, pois precisamos de mais Fordinhos, Rodrigos Caios e outros assim no futebol e na sociedade em geral. O esporte deve ser exemplo de honestidade, não um espaço de picaretagens.

A reportagem completa desse caso está no site esportivo “Esporte Jundiaí”, por Thiago Batista de Olim: http://www.esportejundiai.com/2017/09/serie-de-jundiai-fordinho-sai-do.html

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– Uma Operação Necessária Contra Postos de Combustíveis.

Escuto que nesta quinta-feira a ANP, Inmetro e Polícia fazem um “pente fino” em Postos de Combustíveis em São Paulo.

Ótimo! Deve-se prender os picaretas que tanto atrapalham os honestos neste difícil meio.

Golpes estão sendo observados, como: 20 Litros que entram no tanque 18,8 L; bico seco (finge que coloca mas não põe), botão remoto de mudança de tanques (combustível bom trocado por “batizado”) e outras tantas barbaridades.

Não se esqueça: abasteça em seu posto de confiança. Desconfie de quem oferece algo muito barato ou que faz “milagre” neste competitivo e difícil mercado.

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– Detesto quem falta com a verdade!

Quer ser meu amigo? Seja sincero.

Quer que eu fique muito possesso? Minta para mim.

Aprendi a conviver com pobres e ricos, gente do mato e da cidade, trabalhador e vagabundo. Não importa a classe social, a alfabetização ou a religião, mas importa a honestidade!

Durante esses últimos dias, tenho negociado com um sujeito que tem o passado manchado por trambiques. Tomei todos os cuidados e prevenções, dando um crédito para que valesse a máxima de que “todo mundo merece uma segunda chance”.

De fato, todos merecem, mas nem sempre abraçam a oportunidade.

Não é que o indivíduo cometeu uma das coisas que mais abomino? Contou uma mentira, me fez de trouxa, deixou-me com cara de bobo!

Uma mentirinha e uma mentirona são igualmente mentira. Me fazer perder tempo e me deixar sentir como idiota, é a senha para qualquer fim de negociação.

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– A Manipulação de Resultados anula Jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo

Deveria repercutir muito mais do que foi, pois é grave: em 12 de novembro de 2016 (há menos de 1 ano), jogaram África do Sul 2×1 Senegal, apitado pelo árbitro ganês Joseph Lamptey. Mas na partida, o árbitro assinalou um pênalti inexistente para os sul-africanos, em jogada que a bola bate nas pernas do zagueiro senegalês mas o juizão alega mão.

Diante de protestos de Senegal, a FIFA achou muito estranho o erro e investigou, descobrindo que o árbitro de Gana estava vendido! Sim, ele manipulou o resultado, foi banido do futebol e a partida anulada. Se jogará novamente em uma das datas-FIFA reservadas para amistosos entre Seleções.

Acontece que Cabo Verde e Burkina Faso estavam disputando a vaga com Senegal e a África do Sul, que são penúltimo e último colocados na chave. Dessa forma, as duas primeiras seleções africanas que “quase comemoravam” a classificação à Copa da Rússia 2018, devem adiar a festa, já que Senegal volta a ter chances (pois havia perdido da lanterninha seleção sul-africana por influência do árbitro).

Para tirar 10, a FIFA deveria esclarecer: quem “comprou o árbitro”, por quanto e o que aconteceu / acontecerá ao picareta.

O medo é: quantos erros de arbitragem suspeitos podem estar acontecendo mundo afora, em campeonatos sem tanta visibilidade?

Assista o vídeo do erro grosseiro (que foi proposital) em: https://www.youtube.com/watch?v=VPrjWrMhbSI

– A capacidade dos tanques de combustíveis dos carros é diferente da do manual!

E se você abastecer o seu carro e a quantidade de litros for maior do que o seu manual acusa suportar?

Saiba: há variações, diferença de gargalo e outros fatores relevantes (e, claro, a questão da aferição das bombas do posto que você abastece).

Compartilho um teste com vários veículos abastecidos e que dão diferença.

Segue, extraído de: http://minaspetro.com.br/noticia/estudo-da-fecombustiveis-comprova-capacidade-maxima-dos-tanques-acima-do-manual-do-veiculo/

ESTUDO DA FECOMBUSTÍVEIS COMPROVA CAPACIDADE MÁXIMA DOS TANQUES ACIMA DO MANUAL DO VEÍCULO

Pesquisa da Fecombustíveis, realizada pelo Grupo Falcão Bauer, constata que, na hora do abastecimento,  determinadas marcas e modelos de veículos comportam mais quantidade de combustível no tanque do que o indicado no manual do veículo.

O levantamento, realizado em São Paulo, testou 13 veículos, de 28 de março a 19 de abril deste ano.  Segundo o gestor técnico da pesquisa, Diego Dozorski Conrado, antes de realizar os testes, as bombas dos postos também passaram por testes de aferição.  Os tanques dos veículos foram esvaziados e reabastecidos.

Os resultados demonstraram que  há diferenças expressivas, principalmente em três modelos da Renault, de 35% a 36,5% a mais no tanque do veículo (confira abaixo). O único modelo que não registrou diferença foi a caminhonete S10 Rodeio, da Chevrolet.

Confira o vídeo com os resultados, em: https://www.youtube.com/watch?v=tc9EtkcTQ9w&feature=youtu.be

– Temer e seus hábitos noturnos

Mesmo depois de ser denunciado por receber à noitinha, fora da agenda, o empresário corrupto Joesley Baptista, o Presidente da República Michel Temer continuou a fazer tal ato. Agora,recebeu Raquel Dodge, a nova procuradora.

Por que esses encontros questionáveis e perigosos para a nação não acontecem de dia, à luz de todos?

Se é na surdina, é suspeito. Ou não?

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– Quem paga R$ 1 bi em propina…

Antes, acreditávamos que o país estava quebrado por conta do Mensalão dos Correios. Posteriormente, descobriu-se algo muito maior, chamado Petrolão. Depois de tudo isso, soube-se que a Odebretch é quem mandava no país. Não bastasse isso, surgiu a JBS desmentindo a todos que acreditavam ser aquele o limite da corrupção.

Documentos entregues à Justiça demonstram que, só em propina, o Grupo J&S deu mais de 1 bilhão de reais para os políticos!

Quem dá 1 bi em corrupção espera faturar quanto de volta? Afinal, não dá para crer que alguém gasta esse valor para receber menos do que “investiu”.

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– O que você valoriza nas empresas quando procura emprego?

Uma pesquisa a respeito de PERCEPÇÃO DE VALORES PRATICADOS PELAS EMPRESAS mostrou resultados interessantíssimos: segundo levantamento da consultoria Vagas.com os profissionais evitam empresas corruptas. (extraído de: Jornal de Jundiaí, 25/08/16, caderno Modulinho Empregos)

A pergunta foi: QUAIS VALORES VOCÊ JULGA IMPORTANTE QUE UMA EMPRESA TENHA PARA QUE VOCÊ SE CANDIDATE À UMA VAGA DE EMPREGO?

Respostas:

  1. Valorização humana: 79%
  2. Respeito: 78%
  3. Ética: 78%
  4. Comprometimento: 71%
  5. Transparência: 68%
  6. Qualidade: 68%
  7. Confiança: 66%
  8. Trabalho em equipe: 66%
  9. Integridade: 55%
  10. Responsabilidade: 53%
  11. Inovação: 50%
  12. Sustentabilidade: 48%
  13. Outros: 4%

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– Você sabe identificar notas falsas?

Na região doe Jundiaí, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, outros com sucesso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

– Cobaias do 3o mundo em nome da ciência?

Para Vacinas e Medicamentos chegarem às prateleiras, depois de vários testes laboratoriais, etapas de estudo e testes em animais, chega a vez da pesquisa em pessoas, correto?

Um retrato horrendo: as cobaias são ‘terceirizadas’.

Assustador.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269853-17773,00-TERCEIRIZANDO+COBAIAS.html

TERCEIRIZANDO COBAIAS

Farmacêuticas de países ricos usam cada vez mais nações pobres para testar seus remédios — e são acusadas de experimentos antiéticos

por Felipe Pontes

“Eticamente impossível.” Esse é o nome do relatório divulgado em 12 de setembro pela Comissão de Bioética da Presidência dos Estados Unidos sobre testes científicos conduzidos pelo governo do país que infectaram com sífilis e gonorreia 700 pessoas na Guatemala entre 1946 e 1948. Não foram apenas os abusos do passado que preocuparam os especialistas convocados por Barack Obama para investigar o caso. A comissão admite que é necessário mais transparência e melhor regulação para garantir os direitos de pessoas que participam dos testes de medicamentos. Especialmente os voluntários de países pobres, cada vez mais usados como cobaias por empresas das nações mais ricas.

Susan Reverby, a historiadora responsável por descobrir os arquivos que mostram os experimentos nos quais 83 guatemaltecos morreram, alerta que o perigo da “importação” dos voluntários de estudos continua. “É muito preocupante ver a globalização dos testes clínicos. É mais fácil encontrar pessoas que aceitem participar fora dos Estados Unidos porque elas são ingênuas.” Para ela e outros estudiosos de bioética, testes eticamente questionáveis que expõem a população de nações subdesenvolvidas a grandes riscos continuam ocorrendo.

Não faltam denúncias contra esse tipo de prática. Nos últimos 7 anos, um hospital na Índia testou remédios de multinacionais farmacêuticas em pacientes que dizem não ter sido informados que participavam de um experimento, causando pelo menos 10 mortes. Em 2008, 12 crianças morreram na Argentina após participarem de experimentos para a fabricação de uma vacina contra pneumonia, enquanto os pais, analfabetos, diziam não ter sido avisados sobre o teor da pesquisa. No Brasil, comunidades ribeirinhas do Amapá foram deliberadamente picadas com mosquitos infectados pela malária como parte de um estudo de uma universidade dos EUA, em 2006. Em 1996, 11 crianças nigerianas em estado de saúde precário morreram e outras sofreram danos cerebrais após testarem uma droga contra meningite. A principal diferença entre esses casos e os relatos históricos na Guatemala é que, agora, em vez de governos, os acusados pelos abusos são grandes empresas farmacêuticas.

COBAIA IMPORTADA

As denúncias aparecem num contexto de crescimento do uso de estrangeiros em testes de medicamentos nos Estados Unidos e países europeus. Só em 2008 (último ano com dados compilados), 78% dos pacientes que participavam de pesquisas para drogas aprovadas pela agência americana responsável por fiscalizar remédios (FDA) estavam fora dos EUA. Naquele ano, houve 20 vezes mais testes conduzidos em países estrangeiros que em 1990.

Na Europa, entre 2005 e 2009, 61% dos testes clínicos eram de locais fora do continente. “Tanto o FDA quanto a Emea (agência europeia) inspecionam menos de 1% dos lugares onde são feitos os testes clínicos. As autoridades locais podem não ter os recursos e expertise técnica para cuidar dos problemas”, alerta David Ross, professor de medicina da George Washington University que trabalhou durante 10 anos no FDA analisando remédios.

Essa regulação falha pode estar por trás de uma briga judicial de 13 anos entre a Pfizer e o governo da Nigéria. A farmacêutica testou em 1996 um antibiótico contra meningite em crianças nigerianas com a doença em estado avançado. Durante a experiência, 11 morreram e outras desenvolveram problemas cerebrais. A companhia não obteve o consentimento de todos os participantes por escrito, foi acusada em reportagem do jornal Washington Post de ter falsificado documentos para conseguir a aprovação dos estudos e foi processada pelo governo nigeriano. Em 2009, pagou US$ 75 milhões ao país para arquivar a disputa, sem admitir culpa. A empresa afirmou a Galileu que a droga não matou, pelo contrário, salvou vidas e foi mais efetiva que o tratamento existente na época para a doença. Quanto à falta de autorização dos participantes, diz que “por conta das altas taxas de analfabetismo da Nigéria, nem sempre foi possível obter consentimento por escrito”. Os argumentos não convencem David Ross. “É arriscado experimentar em crianças cronicamente doentes que fazem parte de uma população vulnerável. Um teste desses dificilmente seria aprovado nos EUA.”

A falta de consentimento também foi denunciada em testes clínicos realizados de 2004 a 2011 na cidade de Bhopal, na Índia. O local foi vítima de um dos maiores desastres químicos da história, quando 40 toneladas de gases letais vazaram de uma fábrica de agrotóxicos em 1984, matando 8 mil pessoas e deixando 150 mil com doenças crônicas. O Bhopal Memorial Hospital Research Centre, criado especialmente para tratar os afetados pelo desastre, é acusado por pacientes de receber dinheiro de companhias farmacêuticas como a AstraZeneca para testar remédios nos indivíduos debilitados sem que eles tivessem sido avisados. Dos participantes, pelo menos 10 morreram, de acordo com o jornal indiano IBN. Em documentário sobre o tema lançado em julho pela TV Al Jazeera English, um indiano chamado Ramadhar Shrivastav (em foto na pág. anterior) alega que médicos pediram para que assinasse um documento em inglês e depois lhe entregaram duas garrafas de pílulas de remédios desconhecidos para tomar. “Se gastar meu dinheiro processando o hospital não terei como alimentar meus filhos”, disse à Al Jazeera.

LEI DO MELHOR PREÇO

A razão pela qual as farmacêuticas têm aumentado a terceirização de testes em países onde há menor escolaridade e maior concentração de pobres é financeira. Em 2008, Jean-Pierre Garnier, então executivo da GlaxoSmithKline (GSK), escreveu na revista Harvard Business Review que uma companhia que faz uso de 60 mil pacientes em testes clínicos poderia poupar até US$ 600 milhões por ano ao relocar 50% das suas pesquisas para locais como a Índia e a América Latina. Segundo Garnier, um centro médico de altíssima qualidade na Índia cobraria “apenas” US$ 1,5 mil a US$ 2 mil por paciente em cada teste, enquanto o mesmo sairia por US$ 20 mil num lugar de segunda linha nos EUA.

Há outro grande atrativo nos países pobres: uma burocracia menos rígida, que reduz o tempo de uma pesquisa e aumenta a chance de ela ser aprovada. Bioéticos dizem que um exemplo disso são testes feitos com grávidas portadoras do HIV em Uganda durante a década de 1990, com financiamento do governo americano.

Enquanto um grupo recebeu o antiviral AZT, outro recebeu placebo, mesmo já sabendo que o AZT poderia proteger os recém-nascidos. “Onde existe uma terapia médica que funciona comprovadamente, testes controlados com placebo são antiéticos”, afirma Kevin Schulman, diretor do instituto de pesquisas clínicas da Duke University e autor de dois relatórios sobre ética de pesquisas.

“É muito mais fácil convencer pacientes de países pobres a se submeterem a esse tipo de coisa. Para as farmacêuticas, pessoas de outros países são vistas como materiais crus que podem ser garimpados”, complementa David Ross. A questão vai além do consentimento. “Mesmo que uma pessoa entenda os riscos, ela pode não ter escolha. Muitos não têm dinheiro para pagar o tratamento padrão”, afirma o médico Amar Jesani, fundador do Centro para Estudos em Ética e Direitos da Índia. Assim, diz Jesani, viram cobaias para ter acesso a médicos, por mais que seja por um tempo reduzido (de semanas ou meses) ou por dinheiro.

ÀS CLARAS

Os testes clínicos são essenciais para o desenvolvimento de remédios efetivos e devem continuar. “Mas os países capazes de oferecer um bom atendimento de saúde devem tomar a frente. Não lugares como a Índia, que falhou em oferecer o acesso mínimo de educação e saúde ao seu povo”, diz Jesani.

O Brasil tenta evitar esse problema proibindo que voluntários sejam pagos. “As pessoas participam por altruísmo ou por entender que não existem mais recursos para a sua saúde fora do mundo da pesquisa”, afirma Gyselle Saddi Tannous, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Os pesquisadores somente podem pagar as despesas que o voluntário tem nos dias em que ele participa dos testes, como transporte e alimentação.

Mesmo assim, problemas acontecem. Em 2006, foi descoberto que moradores das comunidades ribeirinhas de São Raimundo do Pirativa e São João do Matapim, no Amapá, recebiam até R$ 30 por dia para serem picados por mosquitos com malária em pesquisa elaborada pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.

O caso foi denunciado no Ministério Público Federal e não houve punição até agora, e o estudo foi interrompido pelo Conep. “E muitos protestaram porque queriam o dinheiro oferecido”, diz Gyselle, sublinhando a importância de leis para proteger candidatos a cobaias em países pobres. Ela afirma haver pressão da indústria internacional para que o Brasil afrouxe suas normas. “É preciso pesar o avanço da ciência, mas não devemos fazer isso à custa de vidas.”

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– Relembrando a 1a Promessa Não Cumprida de Marco Polo Del Nero

Há exatamente 3 anos, publicávamos uma entrevista do então recém empossado presidente Marco Polo Del Nero, em que louvava Ricardo Teixeira e prometia como “1o ato” profissionalizar a arbitragem!

Extraído de: http://wp.me/p4RTuC-6Kn , de (22/07/2014).

O 1o ATO DE MARCO POLO

Passou batido devido à Copa do Mundo. Mas foi de extrema cara-de-pau a entrevista do Presidente da FPF e já eleito mandatário da CBF, Marco Polo Del Nero, à Revista Isto É (ed 2325 de 18/06/2014, pg 6-12 à Rodrigo Cardoso e Yan Boechat).

Nela, louvou a administração Ricardo Teixeira e defendeu sua honestidade; disse não precisar de auditoria numa entidade tão (acreditem) transparente como a CBF!

Questionado sobre qual será o seu primeiro ato como Presidente, disse:

Melhorar a arbitragem nacional. Temos de preparar os árbitros à altura. Profissionalizar os árbitros. Fizemos uma experiência na Federação Paulista de Futebol com 20 árbitros. Pagamos salários a eles por um determinado tempo e a qualidade da arbitragem não melhorou. O que fizemos aqui foi dar assistência psicológica e técnica para prepará-los. Penso em trios de arbitragens fixos. (…) E o segundo ato é fomentar o futebol da melhor maneira possível“.

Ora, ele quer profissionalizar mas alega que a tentativa da FPF não melhorou a qualidade da arbitragem! Incoerente…

O problema é: qual o conceito de profissionalização de Marco Polo? Na Federação Paulista, pagou R$ 1.300,00 a “10 árbitros ouro” e R$ 800,00 a “10 árbitros prata” por mês. Em troca, os árbitros deveriam ter disponibilidade para reuniões e treinamentos quando solicitados.

Ora, R$ 1.300,00 mensalmente é salário digno de árbitro profissional de elite? Qual médico, advogado, professor ou administrador largará mão de sua atividade por esse valor, arcando com as viagens a SP, despesas diversas e falta de registro na carteira de trabalho (sem direito a Férias, INSS e 13o)?

Profissionalizar é dedicação plena à atividade, com salário equivalente ao esforço e a responsabilidade da função, com encargos trabalhistas sendo pagos pelo empregador. Só com tal empenho poderá se cobrar o árbitro de verdade.

Para mim, discurso demagógico de Del Nero. E para você?

Aliás, por fim, confesso: como assinante da Revista Isto É, fiquei frustrado por não ter uma pergunta incisiva, dura, firme sobre polêmicas que norteiam a CBF, tampouco contra-argumentos às respostas. A publicação ficou a dever…

Abaixo, fotos dos árbitros profissionais europeus:
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– As Fraudes das Bombas de Gasolina continuam Brasil afora.

Embora para muitos (como mostra a matéria abaixo do UOL) o golpe em alguns postos de combustíveis seja novo, não é. É o mesmo engodo de 1 litro contendo “900ml”, chamado de “bomba baixa”; só que ao invés do golpe ser por regulagem manual, é por via eletrônica.

Fique atento! Abasteça somente em postos de sua confiança!

Extraído de:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/fraude-em-bomba-de-posto-e-quase-impossivel-de-notar-veja-dicas-de-frentistas-ao-consumidor.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

NOVA FRAUDE EM BOMBA DE GASOLINA É DIFÍCIL DE NOTAR; FRENTISTAS DÃO DICAS CONTRA GOLPES

O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.

“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”

Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.

Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio“, afirma Alan.

Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.

Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]“, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”

A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.

O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.

De acordo com informações do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), entre agosto de 2016 e maio de 2017, 55 postos no Estado foram flagrados nesse tipo de infração –45 na capital e 10 no interior. A fiscalização não identificou um padrão comum aos estabelecimentos com bombas adulteradas, então é preciso desconfiar de qualquer um.

O superintendente do órgão fiscalizador, Guaracy Fontes Monteiro Filho, explica que, na média, o motorista é lesado facilmente porque é quase impossível reparar na diferença de volume.

“Nós estamos constatando de 10% a 12% de fraude em cima do consumidor. De 20 litros abastecidos, ele perde 2 litros. De 40 litros, ele perde 4 ou 5 litros, mais ou menos”

Monteiro diz que, para mexer na bomba, além de violar o lacre de segurança colocado pelos fiscais, é preciso entender de tecnologia e de como o equipamento funciona. Por isso a suspeita é que uma quadrilha especializada esteja oferecendo o serviço aos donos de postos. Não somente em São Paulo, como também em outros Estados pelo país.

De acordo com Monteiro Filho, um posto de porte médio em São Paulo vende, por mês, em torno de 300 mil litros de combustíveis. Se deixar de entregar de 10% a 12% disso, abocanha R$ 100 mil por mês.

Geralmente, ele conclui, funcionários de confiança estão envolvidos no esquema, pois alguém no local fica encarregado de acionar ou desligar o mecanismo que regula a quantidade de combustível. A seguir, veja algumas dicas para tentar evitar o golpe.

* Duvide de preços muito abaixo da média

Esta é a dica do Ipem-SP para evitar cair no golpe. Promoções muito atraentes podem funcionar de isca. Nos postos visitados pela reportagem, o preço do litro do etanol variava entre R$ 1,95 e R$ 2,07; o da gasolina comum, entre R$, 2,95 e R$ 3,17.

* Fique atento ao visor da bomba

Para o frentista Jefferson Silva, pode parecer bobagem, mas é importante acompanhar a quantidade e o valor que a bomba está indicando. “Se o marcador de combustível, no painel do carro, estiver funcionando direito, você consegue ter uma ideia de quantos litros foram colocados e de quanto ainda falta.”

* Saiba qual é a autonomia do seu veículo

Outra dica para evitar cair em golpe é conhecer a autonomia do carro, ou seja, a média de quilômetros rodados por litro de combustível. Desta forma, observando a distância já percorrida, dá para fazer a conta de quantos litros foram consumidos e, portanto, quantos faltam para encher o tanque.

É importante saber o volume total do tanque, já que o número muda conforme o modelo do carro e o fabricante.

* Verifique se a bomba funciona direito

Todo posto de combustível deve ter à disposição do cliente um balde aferidor: trata-se de um galão de metal graduado e inspecionado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) que pode ser usado para medir se está correta a quantidade que sai da bomba.

O motorista pode pedir para fazer o teste: o frentista coloca 20 litros de combustível neste galão e a marca deve bater com o número de litros.

* Abasteça sempre no mesmo posto

“Passe em frente e veja como está o movimento”, diz o frentista Oseias Lopes, 37, que trabalha há dois anos em um posto no bairro do Limão (zona norte).

* Abasteça em um posto bem movimentado

“Se estiver sempre cheio, pode ser sinal de que tem confiança, ética com o cliente”, opina o frentista Oseias Lopes.

Assim como os outros frentistas ouvidos pela reportagem, Lopes afirma que já soube de fraudes com chip na bomba, mas que nunca viu de perto nem participou de adulterações no equipamento.

“Se você achar um posto em que confia, continue com ele”, sugere.

* Em caso de suspeita, denuncie

Para denunciar irregularidades como lacre da bomba adulterado ou quebrado, fraude na quantidade entregue ao cliente e mau funcionamento da bomba, o consumidor deve ligar para 0800 013 0522 (ligação gratuita).

A ANP (Agência Nacional de Petróleo) recebe ligações gratuitas no número 0800 970 0267 para denúncias sobre adulteração de combustível.

Sofisticação quase invisível

O Estado de São Paulo tem cerca de 9.000 postos de combustíveis. Em muitos casos, é por meio de denúncias que a fiscalização chega aos criminosos.

Por conta da sofisticação na fraude tecnológica, a adulteração da bomba só é notada quando ela é aberta e vasculhada minuciosamente, um trabalho que pode levar até uma hora por equipamento.

“Na fiscalização de rotina, o Ipem não pega esse tipo de fraude. Tem que abrir a bomba, deslacrar, olhar para ver se encontra o chip. Porque, geralmente, quando o fiscal chega ao posto, a fraude já está desligada”, afirma o superintendente Monteiro.

Até um ano atrás, de todas as denúncias feitas ao Ipem-SP que levavam à fiscalização da bomba, entre 7% e 8% resultavam em constatação de crime.

A partir do segundo semestre de 2016, com o aumento do rigor nas operações para esse tipo de desvio de combustível, o acerto fica entre 15% e 20% das denúncias.

O Estado de São Paulo é o que mais registra esse tipo de fraude no país, mas é também o que possui mais capacidade de identificar a instalação de chips nas bombas. Um laboratório de treinamento foi criado no Ipem paulista para preparar fiscais de outros lugares.

Uma lei estadual de maio deste ano determina a cassação da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do posto que for flagrado adulterando o volume do produto. Os donos do estabelecimento, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de trabalhar no mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro endereço, pelo prazo de cinco anos.

“SEPARAR O JOIO DO TRIGO”

A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa 34 sindicatos ligados a 41 mil postos de combustíveis no país, diz que os “maus empresários” envolvidos em fraudes são minoria e representam, na realidade, uma concorrência desleal neste mercado.

O presidente da entidade, Paulo Miranda Soares, afirma que punições mais rigorosas para os casos de adulteração de quantidade, como prevê a recente lei paulista, podem ajudar a inibir crimes desse tipo.

“Nós achamos que a nova lei será muito eficiente para isso, mas ela vai depender da disposição das autoridades. Se não fiscaliza, não adianta nada. Tem que ter uma fiscalização mais assídua dos órgãos responsáveis, para aí separar o joio do trigo”, diz.

De acordo com Soares, as bombas fraudadas atingem 1% do mercado nacional –com 160 mil equipamentos em operação–, enquanto as irregularidades em geral representam 3% desse total, o que ele considera um índice “tolerável”.

Equipamentos menos suscetíveis a manipulações são uma aposta para reduzir problemas como sonegação fiscal e adulteração do produto e da quantidade vendida.

O setor mantém conversas com duas das principais fabricantes de bombas de combustíveis: a norte-americana Wayne, que tem uma unidade no Rio de Janeiro, e a Gilbarco Veeder-Root, com fábrica em São Paulo. A ideia, segundo Soares, é desenvolver bombas com “caixa-preta”, registrando tudo o que acontece no equipamento, sempre com auxílio do Inmetro, para 2018.

“Nesta crise que o país está vivendo, nós percebemos um aumento desse tipo de fraude. É um tipo de fraude mais difícil de pegar, mas, na hora em que você pega, você tem mais provas, ilícitos comprovados”, avalia.

ALTA NA REPROVAÇÃO DAS BOMBAS

No Estado de São Paulo, as fraudes ocorrem com mais frequência na capital e em sua região metropolitana, segundo informações do Ipem-SP.

Nos últimos dois anos, o número de postos fiscalizados na cidade teve uma leve redução, passando de 2.360 por ano, em média, entre 2011 e 2014, para 2.144 postos em 2015 e 2.009 postos em 2016.

A quantidade de bombas verificadas, no entanto, aumentou, chegando a quase 28 mil unidades no ano passado. Eram 25 mil em 2011.

Já a proporção de equipamentos reprovados entre todas as bombas verificadas, que vinha caindo ano a ano –de 5,86% em 2011 para 3,09% em 2015–, voltou a subir em 2016, quando 4,5% das bombas avaliadas foram reprovadas.

Em 2017, entre janeiro e maio, foram fiscalizados 1.224 postos, com reprovação de 5,6% das 17.450 bombas verificadas.

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– A inexistência de políticos honestos no Brasil e a cara de pau de Temer.

Nesta semana, o presidente Michel Temer se disse vítima de Joesley Baptista.

Ora, que Joesley é tão criminoso quanto ele, é sabido. Isso é como batom na cueca, não dá para justificar. Mas o que me assusta é a cara de pau do chefe da nação ao dizer que não tinha intimidade com ele, mas andar em seu jato emprestado, ver sua esposa receber flores dele e recebe-lo de madrugada na sua residência à noite, sem agendamento prévio.

Aliás, me dê um nome de político honesto em que o senso comum garantirá: “esse não tem crime nem suspeita, ponho minha mão no fogo por ele”.

Não há!

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