– Uma história real?

O deputado, seus colegas, o Céu e o Inferno!

Qualquer realidade ou coincidência com o cenário político atual…

Assista ao vídeo:

– Quem dá mala branca, também dá mala preta?

Elusmar Blaggi, o bilionário que deu 1 milhão de reais para o Internacional pagar a multa de Rodinei e jogar contra o Flamengo, sugestionou que iria “turbinar o São Paulo FC” para que vencesse o Flamengo.

Fica a questão (que sempre surgem casos assim): se o jogador aceita “mala branca”, poderia também aceitar mala preta? Mais do que isso: um clube da magnitude do SPFC, com atletas que custam caro, passaria o risco de ver os seus jogadores aceitando?

Abaixo, quando ocorreu o imbrolho entre Palmeiras e Cruzeiro e que representa muito bem tal situação:

MALA BRANCA E MALA PRETA:

Já ouviram falar de “malas de dinheiro no futebol”? No imaginário popular elas existem aos árbitros que estão “na gaveta”. Mas e quando ela vai para um jogador ou para um time?

Viram a manchete do UOL a respeito da mala branca de R$ 500 mil recebida pelos jogadores do Cruzeiro como incentivo a jogarem com mais determinação contra o Palmeiras?

Os jornalistas Danilo Lavieri, Gustavo Franceschini e Thiago Fernandes postaram nesta 5a feira no UOL Esporte que há “relatos de pessoas ligadas a pelo menos 5 atletas diferentes do time celeste, que confirmam a situação”.

Teria sido quem? O Corinthians, para atrapalhar o rival Palmeiras? O Santos, para brecar um concorrente?

O UOL ouviu os times do Cruzeiro e do Corinthians, e ambos confirmaram que não existiu nenhuma mala branca. A pergunta é: se receberam e agora negam, os atletas que toparam fazer isso foram éticos na sua atividade? Um clube grande como o Cruzeiro, com conquistas de Campeonato Brasileiro, Libertadores da América e recentemente a Copa do Brasil, aceitaria passivamente o fato de que um outro time daria dinheiro a seus atletas serem mais produtivos por interesse na classificação do Brasileirão?

Uma perturbação: será que quem aceita a mala branca, não aceitaria também mala preta?

Por fim: os jogadores do Cruzeiro (se é que receberam 500 mil reais mesmo), se não tivessem aceito a grana não honrariam a camisa do time da Raposa e jogariam com menos vontade? Se eu fosse torcedor cruzeirense, me preocuparia com tal situação…

E você, o que pensa sobre isso: houve ou não mala branca supostamente enviada pelo Corinthians ao Cruzeiro? Lembrando que a publicação do Universo On-Line é assinada por 3 jornalistas.

O mais curioso é: na pindaíba das contas e no sufoco em pagar as dívidas, como um clube ousaria usar tal artifício?

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– Ruy Barbosa continua atualíssimo

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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– Honestidade Flexível?

Pesquisa americana mostra: tendemos a ser mais honestos quando somos lembrados que deve existir honestidade; que existe o vírus da desonestidade e que ele é contagioso; e que nossos princípios mudam conforme o cenário. 

Será que você concorda com esses resultados e outros mais polêmicos ainda?

A matéria sobre esse assunto intitulado Moralidade Total Flex está aqui: bit.ly/OFvJC5

 

– Gostei do discurso desse cara! Pena que praticou o que prometeu combater…

Falou muito bem esse político do vídeo abaixo. Tomara que “suas palavras se cumpram” seja contra quem forem (incluindo-o, logicamente…)!

Claro que sabemos que essa fala de Lula, ainda nas suas primeiras tentativas de disputar a Presidência da República, é um achado, direto do Show de Calouros do Sílvio Santos. Pena que tudo o que ele pregou, nada fez. Ao contrário, foi um lobo em pele de cordeiro! Vira-e-mexe, vemos situações mal resolvidas na política que nos recordam de bla-bla-blás como esse: são os governadores e os respiradores, Bolsonaro e seus filhos (especialmente Flávio, os 89.000,00 não explicados, e tantas outras pendengas), além de oportunistas que surgem vez ou outra.

E fico imaginando: não é por ser PT, PSDB, Lula, Bolsonaro, Dória, ou quem for, que é santo ou não. Não é ideologia, é CARÁTER!

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hoOHvrx7rXc&feature=youtu.be

– Motivos para estar atento quanto a arbitragem de Santos x Boca Jrs.

Tenho sérias preocupações com a arbitragem de Wilmar Roldán na Vila Belmiro, nesta 4a feira. E são ressalvas importantes:

Após as queixas justas do Peixe pela não marcação do pênalti no La Bombonera em Marinho (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-sNv) e os áudios estapafúrdios divulgados, a Conmebol escalou o colombiano Roldán para o jogo de volta. Isso, para muitos, foi demonstração de força do Santos, pois ele foi o árbitro da vitória santista contra o Grêmio.

Doce ilusão de que um árbitro que apitou sua vitória em jogo passado seja sinônimo de vitória futura… Carlos Amarila e Ubaldo Aquino, num passado não tão distante, também haviam apitado muito bem antes das “cácas” contra o Corinthians e o Palmeiras, justamente em confrontos contra o Boca na Libertadores da América.

Se não bastasse esse indicador, historicamente temos suspeitas e comprovações de manipulação por todos os lados. Lembremo-nos das conversas de Grondona a favor do Independiente contra o Santos em 64. Aliás, quantos presidentes a Conmebol viu serem presos nos últimos 5 anos?

Roldán não tem histórico de, em confrontos entre brasileiros e argentinos, “errar pra time do Brasil”. Ao contrário! Um conjunto de equívocos a favor de argentinos, que compartilho aqui: https://wp.me/p4RTuC-sOq.

Torço para uma partida justa e bem apitada! Não sou adepto de teorias conspiratórias (como as de que a Conmebol não deixará ter uma partida final entre brasileiros, sem argentinos, num estádio brasileiro – pois seria “Brasil demais para todo o continente”). Mas abra o olho, Santos FC!

Sportbuzz · Santos x Boca Juniors: Saiba onde assistir e prováveis escalações da semifinal da Libertadores

– Para o Palácio do Planalto, pense sobre quem tem as 6 virtudes:

Em 2018, fiz a postagem abaixo sobre quais as virtudes que um Presidente da República deveria ter. E hoje (mais do que nunca) tenho certeza de que naquele ano, ninguém preenchia essas qualidades:

ADJETIVOS PARA UM BOM PRESIDENTE:

Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:

  1. Capacidade / Competência de gestão,
  2. Honestidade com o dinheiro público,
  3. Sensibilidade para entender as carências da população,
  4. Determinação a fim de resistir às dificuldades,
  5. Humildade em reconhecer possíveis equívocos e corrigi-los,
  6. Disposição em abandonar sua vida pessoal e viver um sacerdócio ao país.

Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

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– Vacina chinesa (fake) vendida a R$ 50,00 no RJ!

Cada picaretagem…

Camelôs cariocas vendendo vacina chinesa (logicamente falsa) por “Cinquentão”!

E há quem compre…

Informações de: https://veja.abril.com.br/brasil/policia-federal-e-anvisa-investigam-suposta-venda-de-coronavac-no-rio/

– Mentir pra quê?

VERDADE – A mentira é um mal que convive conosco e que devemos manter distância.

Lembre-se: uma “mentirinha” ou uma “mentirona”, sempre será mentira. E ela vicia, esconde a transparência e elimina a sinceridade.

Refletindo, em: https://www.youtube.com/watch?v=miC46mvbJfU

– O País do Jeitinho vale a pena?

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “Lei de Gérson” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.

Gostei desse pensamento que compartilho:

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– E já se vão 7 anos do caso Portuguesa e Hevérton…

Relembrando o “Lusagate”, episódio que praticamente mudou a vida da Portuguesa para sempre.

Extraído de 2013, deste mesmo blog:

AZAR, PREJUÍZO PREMEDITADO OU AMADORISMO?

E sobrará para a Portuguesa a mácula de “azarada”, “prejudicada” ou “amadora”, em relação a escalação do jogador Heverton?

  • 1- Considere AZAR no caso de um jogador não tão importante para a equipe paticipar 12 minutos na partida, nada produzir e ele ser pivô do rebaixamento.
  • 2- Entenda como PREJUÍZO fomentado por alguém que quis usá-la (a Lusa) para conseguir benesses lá na frente, caso você acredite que tudo foi armado.
  • 3- Critique o AMADORISMO se realmente ela não tomou os devidos cuidados para se assegurar de que poderia escalar o jogador em campo.

Nessas considerações acima, encaixa-se tudo o que tem sido falado: erro crasso do time da Lusa, favorecimento ao Fluminense (interessado em fugir do rebaixamento), e outras teorias conspiratórias, como a de que o advogado da Portuguesa (que presta serviço a diversos clubes, com o detalhe de que sua foto com Fred – centroavante do Fluminense – está nas redes socais e cuja remuneração vem da CBF) teria se dado ao serviço de informar errado a diretoria sobre o resultado do julgamento.

Mas há outras três coisas que me incomodam. E incomodam muito! São elas:

  • 1- O árbitro reserva lança e confere os jogadores antes da partida iniciar. O pessoal de TI (Tecnologia da Informação) da CBF é o mesmo que trabalha na FPF, e desenvolveu um mesmo sistema informatizado onde aparece a restrição ao atleta impedido de jogar. Ao menos, é assim que funciona em São Paulo. Eu mesmo, quando trabalhei por inúmeras vezes como quarto-árbitro, pude constatar equipes que fizeram mau controle do número de cartões e aparecia na súmula eletrônica a restrição, quando lançava o jogador como habilitado para o jogo. Será que isso não apareceu antes da partida? Teria existido falha? Não houve o “input” aos dados do atleta de que ele teria que cumprir mais um jogo em seu banco de dados? A CBF não comunica os clubes que os atletas estão com restrições de contrato, cartões ou outras suspensões antes do início da partida? Para mim, isso deveria ser discutido urgentemente!
  • 2- Vejo que a FPF não está lutando arduamente (e nem moderadamente) pelo seu filiado. Ela aceitará passivamente dois paulistas rebaixados? Não está auxiliando o clube? No site da entidade, onde costumeiramente há pronunciamentos publicados do presidente Marco Polo Del Nero, dessa vez não há nada?
  • 3- E se o Fluminense fosse a Portuguesa e a Lusa fosse o Flu? Como seria? Tenho imensa curiosidade nesse exercício de imaginação… Você, caro leitor, não tem o desejo de saber se os ânimos e a rapidez pelo julgamento seriam tão rápidos?

Fica novamente a pergunta: de quem é a culpa do Campeonato Brasileiro de 2013 não ter acabado ainda, já que ele está com “a bola rolando” no STJD?

Se eu fosse a Portuguesa, contrataria o advogado do Cruzeiro para fazer a defesa, já que quando o Cruzeiro foi indiciado por ter escalado o goleiro reserva numa partida do Brasileirão, poderia ter perdido 3 pontos e foi notificado no mesmo artigo do Código Disciplinar: o de ter relacionado para um jogo o atleta em condição irregular. Resultado: R$ 10 mil de multa, sem perda de pontos.

Aliás, não foi o próprio procurador Paulo Schmidt, em 2010, quando Tartá do Fluminense foi escalado irregularmente nas mesmas condições que Heverton, que disse ser imoral mudar o resultado em campo?

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– Você costuma mentir?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

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– Explicando como o dinheiro apareceu na cueca…

Ontem falamos sobre os políticos corruptos independente de ideologia. Citamos o líder do Governo Dilma e o caso recente, o vice-líder de Bolsonaro (ambos flagrados com propina na cueca). Vide em: https://wp.me/p4RTuC-rPv.

Pois bem: Chico Rodrigues, que foi o pivô da discussão, disse que vai provar ser honesto! O presidente Jair Bolsonaro já adiantou que ele “não é Governo” (embora tenha o cargo de vice-líder do Governo…).

Fica a pergunta, idêntica à história popular do “batom na cueca”: como foi parar a prova lá?

Não é bizarro imaginar o político em questão explicar como é que a grana apareceu na sua cueca? Alguém colocou lá e ele não percebeu? E que isso é honesto?

PropinaNaBunda: memes das nádegas de Chico Rodrigues viralizam