– Como os Jovens encontrarão emprego no Mercado de Trabalho?

Uma interessante matéria da Revista Isto É (ed 2498, pg64-65) mostra que as maiores vítimas do desemprego no Brasil são os jovens, sendo que a faixa entre 18 e 24 anos retrata quase 30% de taxa de desocupação.

Como conseguir trabalho nesse cenário?

Somente se destacando, tendo flexibilidade e evitando a ansiedade!

Abaixo:

HÁ VAGAS PARA JOVENS

A taxa de desocupação chega a 28% na faixa etária entre 18 e 24 anos­ — a mais alta entre todos os segmentos no País. Saiba como aumentar as chances de encontrar trabalho

Por Bárbara Libório

Eles são as maiores vítimas do desemprego. Só no primeiro semestre deste ano, a taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos alcançou 28,8%. No segundo semestre, embora tenha recuado levemente, permanece em 27,3%, o que equivale a 4,3 milhões de pessoas — a maior entre todas as faixas etárias segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há espaço para eles no mercado de trabalho? Sim, há. Mas as oportunidades serão melhores para quem conseguir se destacar. O segredo está em como fazer isso.

Em momentos de recessão, com as empresas realizando ajustes no quadro de funcionários, é comum que elas prefiram manter profissionais mais capacitados que possam dar resultados imediatos. Hoje, segundo a consultoria Manpower, a proporção é de quatro jovens desempregados para cada adulto com experiência na função. A formação superior é o primeiro passo, mas não resolve o problema. Ainda que o diploma universitário seja capaz de dobrar as chances de empregabilidade, a conclusão de uma faculdade leva tempo— que aumenta se o jovem decidir fazer uma pós-graduação.

Dominar um idioma estrangeiro pode ser um atalho. “Na hora de recrutar profissionais a gente enfrenta grande dificuldade no nível de idioma”, explica Maria Sartori, gerente sênior da recrutadora Robert Half. “Muita gente sai da faculdade e se pergunta se faz uma pós, um MBA, ou investe no inglês. A coisa mais certeira a se fazer além da graduação é a fluência em um segundo idioma.”

Se o momento não é o melhor para encontrar rapidamente uma colocação, especialistas recomendam que os jovens aproveitem esse tempo para buscar especializações mais rápidas. Stephanie Zanini, de 26 anos, apostou em cursos que vão de atendimento a cliente a marketing pessoal e digital, além de aulas de como falar em público. “Acho que existem dois caminhos para conseguir um emprego: primeiro, o marketing pessoal, cuidar bem do Linkedin, ter um novo currículo; e o segundo é tomar café com muita gente, bater na porta dos lugares em que você quer trabalhar”, afirma. Em agosto a bacharel em Ciências em Tecnologia concluiu o processo seletivo de trainee da Vetor Brasil e trabalha hoje na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

Igor Castro, de 22 anos, também começou recentemente um programa de estágio de rotação em que ele passará pelas empresas Ambev, a McKinsey e Credit Suisse. Para ele, foi essencial para o sucesso a sensação de nunca estar satisfeito e buscar sempre algo mais. Na faculdade de engenharia, o jovem chegou a abrir uma startup de inovação e participou também da empresa júnior da USP. “Não é porque eu estava na USP que eu achava que ia aparecer a empresa dos sonhos”, afirma. “Eu entrei na empresa júnior para buscar mais, autonomia, liderança, responsabilidade.” Para Márcia Almström, diretora do ManpowerGroup, o contato com o mercado de trabalho deve começar cedo. “Quanto antes tiver contato, seja estágio ou trainee, melhor”, afirma. “A gente percebe que tem se postergado o momento do jovem entrar na corporação, fica para depois da pós ou do MBA, como se uma coisa tivesse que acontecer depois da outra, mas isso retarda o início da prática e faz o jovem sofrer mais dentro das companhias.” Os programas de estágio e trainee ainda são uma opção, mas também foram afetados pela crise. “Até três anos atrás, esses programas eram uma porta de entrada e 90% das pessoas permaneciam ali dentro. Hoje em dia percebemos que o índice de aproveitamento dos profissionais caiu drasticamente”, diz Sartori, da Robert Half.

FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS

Apesar das deficiências, os jovens podem (e devem) usar a seu favor características inata, como o uso da tecnologia e a flexibilidade para mudanças. O setor de tecnologia da informação é, inclusive, um dos que mais contratam jovens. “É um mercado onde a inovação acontece de maneira mais rápida e o profissional mais jovem consegue acompanhar de maneira mais fácil”, diz Sartori. “Em TI as coisas ficam obsoletas muito rapidamente, então o profissional com mais experiência têm mais dificuldade com o ritmo frenético.”

Além do Linkedin, outras tecnologias podem ser aliadas na busca por emprego. O TAQE que capacita e recomenda jovens que estão entrando no mercado de trabalho. “Por meio de games (jogos), aulas e testes com linguagem adequada ao público jovem, usamos dados para entender a cultura das empresas, assim como o perfil dos candidatos”, diz Renato Dias, CEO do TAQE. “A partir disso, nosso algoritmo cruza essas informações para preenchimento das vagas, reduzindo o custo e tempo de contratação, além de melhorar índices de turnover e produtividade das empresas.” Foi assim que Gabriel Gregório, de 17 anos, conseguiu um emprego em setembro deste ano no atendimento aos clientes da rede Cimemark. Para ele, a ferramenta foi fundamental para garantir sua contratação: “A empresa não necessariamente seleciona o candidato com o melhor currículo, mas quem oferece o que ela precisa para aquela posição”, afirma.

Um último conselho para se dar bem no mercado de trabalho é aprender a lidar com a ansiedade. “Os jovens precisam entender que o mercado de trabalho não anda no ritmo dele, tem que ter paciência para as coisas acontecerem, não é em um ou dois anos que se conquista o mundo.” É importante, porém, começar agora. Com os novos ares da economia, o mercado de trabalho também começa a dar sinais de reaquecimento. Será a hora de colocar em prática o que se aprendeu nos tempos difíceis.

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– Foi tudo bem para evitar o Rebaixamento?

As “divisões inferiores” do futebol brasileiro são preocupantes. Times falidos, suscetíveis a esquemas e arranjos.

Não assisti ao jogo relatado abaixo, mas conheço a integridade do pessoal dos “Jogos Perdidos”, que retuitou a notícia. Vergonha!

Aliás, o que teve de ambulância indo embora do estádio, problemas para início de jogo e outras tantas coisas na última rodada…

Segue na imagem:

– Dia 31 é para Lamentar a existência de Marighella e Ustra, as estrelas-heróis dos radicais!

Quanta polêmica criada por uma ordem do presidente Bolsonaro aos militares (para que comemorem nos quartéis a data de 31 de Março, o começo de um golpe de estado contra João Goulart (Jango).

Quem é de extrema direita vai dizer que não existiu ditadura. Quem é de extrema esquerda vai dizer que os militares brasileiros matavam todos os inocentes. É o triste fanatismo que observamos em nosso país.

Claro que se você estudar de verdade, sem viés ideológico, verá que existia uma perigosa aproximação do Brasil com a União Soviética e os comunistas, numa provável revolução de esquerda. E verá que existiu a contra-revolução, a de direita, que a freou. O problema é que os militares assumiriam o poder transitoriamente, mas só largaram o Governo na década de 80.

Os dois lados geraram bandidos.

A esquerda, por exemplo, Mariguella, que escreveu em seu “Manual do Guerrilheiro Urbano” (uma literatura terrorista) que o “guerrilheiro deve atacar o sistema de impostos, mas não pode somente transtornar o sistema de coletas de impostos, mas o braço da violência revolucionária também deve se dirigir contra o Governo”.

O Coronel Brilhante Ustra foi sua versão de direita, tão violento quanto ele. Torturava sem dó nem piedade, fazia com que muitos fossem judiados e… se fossem inocentes equivocadamente detidos? Sem contar aqueles mortos por suas ordens simplesmente por serem vós contrária, mesmo que pacificamente.

Enfim: o Brasil não suporta mais esse discurso de ódio tanto da direita quanto da esquerda, que gera uma enxurrada de críticas a quem consegue se manter sensato.

Chega de aguentar gente com político de estimação, “bajulador de Bolsonaro” ou “paga-pau de Lula”. O país precisa de pessoas competentes, honestas e que demonstrem valores sociais.

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Ustra ou Marighella? (Ops: o esquerdista não era negro, como retratado no filme de Wagner Moura).

– O futebol está me desencantando. Assistir pra quê?

Nasci no meio do futebol. Respiro futebol. Amo futebol. Mas… que futebol?

Preciso confessar algumas coisas importantes, e uma delas (talvez a principal) é a de que cada vez mais aceito a ideia de que o futebol, tão querido esporte, é uma bobagem sem fim. É uma idiotice apaixonante, viciante e intrigante.

Digo isso pois sempre comunguei com a ideia do italiano Arrigo Sacchi, na qual “das coisas menos importantes que existe, o futebol é a mais importante delas”. Concordo. Ou melhor: em partes!

O futebol gera emprego, reservas financeiras, traz saúde e outras tantas situações. É ciência também (no ano 2000, em minha dissertação de mestrado, cunhei o termo “futebolologia” para falar dos novos caminhos dele). E apesar de tudo isso, lamento que a ignorância esteja tomando conta desse outrora sadio ambiente.

Estudar futebol para alguns? Bobagem, não combina (dizem). Quem fala bonito não entende nada, segundo os críticos. Mas no outro extremo, a academia está estudando tudo, até mais do que poderia ou deveria. É um tal de futebolês racionalístico rocambolesco que ninguém aguenta.

Torcer? Como? Saio na rua e vejo crianças e jovens com camisas do mundo inteiro, menos as dos times brasileiros. Quando pequeno, a gente ficava maluco pelo novo uniforme que seria lançado de cada clube brasileiro. Mas a intolerância fez com que tenhamos mais torcedores do PSG, do Barça, da Juve ou do Real do que de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos. É só pesquisar: você tinha o time pequeno da sua cidade e o outro grande. Hoje você tem em 1º lugar (para muitos adolescentes) o time do Exterior e o seu time brasileiro como opção. Tenha certeza: os estrangeiros globais terão a maior torcida entre os clubes natos brasileiros. Pudera, na década de 80 e 90, eu sabia as escalações de todos os grandes. Hoje, um time começa janeiro com determinado elenco e acaba dezembro com outro totalmente diferente.

E a Seleção?

Ora, é um grupo de jogadores de uma entidade privada, todos endinheirados e que se esforçam conforme seus interesses. Não tenho apreço algum pela CBF, uma empresa de entretenimento historicamente acusada de corrupção. Aliás, os clubes de futebol são privados; treinadores, diretores e outros envolvidos têm seus interesses. E há coitados que pensam que o atleta “joga por amor à camisa”. Que ingenuidade! Tem ainda aquele molecão de 18 anos, vagabundo, que não estuda e nem trabalha, fuma maconha o dia inteiro e vai no estádio “porque o time é a sua vida” – e lá briga com os outros por qualquer coisa, se já não o fizer na rua. Que sem noção! E ainda quer encher o saco dos outros nas redes sociais se achando mais sabido e entendido do que adultos trabalhadores do meio, que só de vivência no futebol têm mais idade do que o imbecil de vida. Aliás, como discutir com garoto que não tem memória futebolística?

Sem contar as polêmicas atuais: VAR e sua demagogia por partes das Federações, árbitros que confundem autoridade com arrogância, campeonatos deficitários e cartolas eternos. Lembrando, e o Sindicato dos Árbitros de SP, que coisa, hein? Um reflexo perfeito das outras entidades: ninguém quer largar o osso do poder e as eleições por lá não acontecem.

Pra quê brigar pelo futebol daqui e por esses caras? Há família para se curtir, outros lazeres mais baratos, seguros e atrativos para se divertir. Opções é o que não faltam!

Repito: escrevo esse texto sendo apaixonado por futebol. Mas sem fanatismo, com lucidez e enojado pelo atual momento desgastado, manchado e de radicalismos.

Me pergunte se eu prefiro trocar a diversão com minhas crianças assistindo a Peppa Pig, colhendo flores no jardim ou brincando de pega-pega, do que assistir a alguns dos jogos do final de semana?

Se calhar de assistir, o faço. Se tiver interessante, permaneço no canal (até o acesso pela mídia está mais difícil). Mas ser a 1ª das opções, esqueça!

Registre-se: o futebol brasileiro está refém da ignorância, da sede de poder, da ganância e da auto-suficiência. Enquanto isso tudo for aceito passivamente, só perderemos dinheiro, importância e… torcedores (que são consumidores).

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– Quando querem confundir católicos de pouca fé! A ICAT e o discurso que ilude os fiéis.

Recebi esse vídeo há pouco tempo (embora verifico que tenha mais de um ano de exibição), onde há uma entrevista com Dom Marcelo Goldstein, da Igreja Católica Brasileira (ICAT, nenhum vínculo com o Vaticano), é o padre exorcista das celebridades”.

O religioso diz que “espíritos são enviados por outras pessoas ou pelo Diabo (alguns até por bebidas, dinheiro ou bens materiais) e que precisam ser doutrinados para irem ao céu”. É uma espécie de “espiritismo católico”que reza para o Papa Francisco mas confunde os fiéis, pois se intitula como Igreja Católica mesmo não sendo Apostólica Romana (sendo de um ramo, como citado acima, de “Apostólica Tradicional”. Enfim: é separada da Santa Mãe Igreja, mas quer dar a entender que estão unidos a Roma.

O Bispo da ICAT, por fim, diz que usa água lustral (com sal) para os rituais, por ser mais forte do que a água benta.

Curioso, diferente, mas ferindo em vários aspectos a fé católica verdadeira. Uma “armadilha” para pessoas de imaturidade na fé e que se deixam levar por discursos muito bem elaborados, mesmo que parecidos em alguns aspectos do que cremos.

Assista em: https://youtu.be/vM1xCmkxh9E

– Entendeu o Cariocão?

É por isso (também) que o futebol está chato: entenderam o Regulamento do Campeonato Carioca?

Confuso demais! A brincadeira, abaixo, do “Olé do Brasil” é bem oportuna.

Parece que quanto mais complicar, melhor para a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Proposital?

– O Equilíbrio Profissional, tão necessário a nós!

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante: o administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

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– O pênalti anulado em São Paulo 0x0 Palmeiras

Muita confusão sobre o lance do pênalti marcado de Reinaldo (SPFC) em Dudu (SEP). O árbitro Vinícius Furlan entendeu que o são-paulino empurrou o palmeirense e marcou tirou penal. Errou, foi simulação, Dudu se jogou. Raphael Claus, o VAR, avisou o árbitro da dúvida e ele foi rever no monitor, desmarcando-o.

Tudo certo no procedimento?

Tirando a demora, sim. Os lances de pênaltis estão no Protocolo do VAR, e devem ser sempre revistos. Ele, na dúvida, informa o árbitro do lance em questão, e é o próprio árbitro quem confirma ou não o que marcou na sua interpretação.

Houve uma certa confusão pois o comentarista da Rede Globo, Sandro Meira Ricci, disse que não deveria chamar o VAR em lances de interpretação. Errou no comentário, já que em penais, deve sim!

Já disse que a demora foi ruim, mas algumas outras coisas a serem ditas: Vinícius Furlan deveria ter experiência suficiente para interpretar corretamente na primeira visualização tal lance, em especial por estar perto da jogada (veja como ele marca convicto o pênalti).

Confesso que não vi a sequência. Mas Dudu simulou a queda (queda involuntária não foi, ele se jogou) e deveria receber o Cartão Amarelo. Recebeu?

Aprendemos a ver no estádio um novo momento: a comemoração de pênalti desmarcado. Vai ser frequente no Brasileirão…

 

– Aquilo que alguns estudantes gostariam de ouvir sobre bebidas. Sabe o quê é?

As desculpas podem deixar de ter sentido por parte dos beberrões. É que nos EUA uma universidade realizou uma pesquisa cujo resultado diz: Estudante que bebe é mais feliz!

E aí? Ficou feliz?

Extraído de: http://t.co/ZTSbZr1ToQ

ESTUDANTES QUE BEBEM SÃO MAIS FELIZES

Reclame, proteste, chore ou comemore, mas assuma: dentro da nossa vida social as bebidas alcoólicas quase sempre são convidadas de honra. E é durante a faculdade, quando a maioria já passou dos 18 anos, que acontecem as maiores extravagâncias – afinal, ter um porre e ir pra aula de ressaca é bem diferente de encarar uma reunião ‘séria’ com a cabeça latejando e o estômago girando que nem liquidificador. Mas, claro, sempre existem as exceções, aquele pessoal que quase nunca tem histórias pra contar bebe. Só que eles se sentem menos felizes do que os beberrões. Quem diz é a ciência.

Lá pelos Estados Unidos, pesquisadores de sociologia da Universidade Colgate entrevistaram 925 jovens universitários, para saber sobre os hábitos etílicos deles. E, entre os participantes, quem bebia bastante (mais de 4 drinks por festa para as mulheres, ou mais de 5 drinks para os homens) se sentia mais feliz que os abstêmios, principalmente com a vida social.

Dá para adivinhar fácil o motivo, né? Segundo a pesquisa, a bebedeira está associada a status. Quem não bebe é careta, chato; beber é cool. Aí quem participa das festas regadas à cerveja barata e vodka de garrafa plástica (ui..) paga de bacana entre a galera. É o que diz a pesquisa. (Tá, mas o álcool também deixa qualquer um mais sociável, aí fica bem fácil fazer amigos – mas é só passar um pouquinho do limite para você ficar marrento e insuportável)

E você, o que acha: quem bebe é realmente mais feliz?

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– Ótimo domingo começando em meia dúzia de cliques mobgráficos!

Bom dia!

Ontem ficamos ausentes do nosso bate-papo devido à empresa Vivo, que presta um péssimo serviço na manutenção da Fibra Ótica e acha natural deixar o cliente por mais de um dia sem Internet. Feito o desabafo, cá estamos de volta!

Para começar bem o dia, em fotografias, um despertar inspirador. Assim, bem cedinho, fui correr:

Durante o treino, conversando com Deus (aliás, a Liturgia desse domingo nos lembra o amor providencial e incondicional do Pai no Evangelho do Filho Pródigo). Desta feita, pedindo a São José, patrono das famílias, a fim que eu seja um bom homem em meu lar.

Pós-treino, alongando no jardim. E aqui temos duas oportunidades de contemplar a natureza. A primeira, entre nossas roseiras:

A segunda, com nossas quaresmeiras. Olhem só quantos tons de roxo!

Terminada toda atividade física, para o bem do corpo, da mente e da alma, ficar admirando por 5 minutinhos o sol nascendo:

Pronto. Inspirado, é hora de curtir as pessoas queridas. E se a fotografia é meu grande barato, fica aqui uma de ontem bem engraçada: alertei minha caçulinha que precisava ser uma menina boazinha, mas ela não me obedeceu… olha só o que aconteceu (adianto: é brincadeira apenas):

”Bem que meu papai avisou… se eu não me comportasse, ele iria falar para a cegonha me devolver à loja que fui comprada. Esse dia chegou!”, disse ela.

#FotografiaÉnossoHobby