– Gol de Mão Intencional Vale?

Parece pegadinha. E ‘é’; e ao mesmo tempo, ‘não é’.

Claro que centroavante não pode fazer gol com a mão de propósito. Um gol de mão só valeria se fosse marcado sem intenção: ou seja, bola cruzada, bate despropositalmente no braço/mão do atacante e entra. Nessa circunstância (sem intenção), tudo bem (Explicação válida até dia 31/05/2019, pois a Regra mudará essa situação em 01/06/2019, Texto atualizando em: https://wp.me/p55Mu0-28N).

Mas há uma possibilidade: Gol de goleiro.

Repararam que a gente automaticamente pensa em jogador de linha? E com o goleiro existe a hipótese (dificílima de se concretizar) de um gol de mão proposital acontecer: o arqueiro de uma equipe lança com força a bola para o ataque (fazendo uso das mãos), ela atravessa o campo e cai na outra área; o goleiro adversário dá uma bobeada e a bola entra. Gol. E gol de mão!

Sabem quando isso vai acontecer em um jogo oficial? NUNCA. Ou melhor: a chance existe, embora seja ínfima.

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

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– O Rito dos Eleitos para Batizar no Catolicismo

É a 1a vez que participei dessa belíssima celebração, o “rito da inscrição dos nomes” ou o Rito dos Eleitos! 

É uma “Quase-Missa” (respeitosamente falando, pois não há a distribuição da Eucaristia) cujo momento destacado é o da apresentação daqueles que desejam ser batizados na fé católica (os que não foram quando crianças). Reunidos, nessa oportunidade, 459 pessoas da Diocese de Jundiaí, que diante do bispo Dom Vicente Costa foram apresentados.

É um rito que acontece durante a Quaresma, no primeiro domingo desde tempo, remontando ao costume primitivo. Muito simbólico e bonito.

A Igreja estava lotada, havia um forte calor mas o entusiasmo de quem acolhe em nome da Santíssima Trindade é totalmente impossível de se descrever. E, logicamente, de quem se prepara para receber o Batismo no Tempo Quaresmal também.

Detalhes desse rito aqui, bem didaticamente: http://pilulasliturgicas.blogspot.com/2012/02/o-rito-da-eleicao-ou-da-inscricao-do.html?m=1

E o detalhe: a Liturgia de hoje nos apresenta o Evangelho onde “Cristo foi tentado”.

Abaixo:

(Lc 4,1-13):

Naquele tempo, 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. 2Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. 3O diabo disse, então, a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão”. 4Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem’”.

5O diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo 6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isso foi entregue a mim e posso dá-lo a quem eu quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu”.

8Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás’”.

9Depois o diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, e lhe disse: “Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! 10Porque a Escritura diz: ‘Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’ 11E mais ainda: ‘Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”. 12Jesus, porém, respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’”. 13Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno.

  • Palavra da Salvação:
  • Glória a Vós, Senhor. 

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– O grupo de países MINT sobrepujará o BRICS?

Jim O’Neil, economista-mor do Goldman Sachs, foi quem cunhou o termo BRICS em um importante relatório para a agência Bloomberg, em 2001. Ele se referia a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como motores da economia mundial para aquela década que se iniciava. Por razões óbvias: esses países estavam em ótimo momento nas suas finanças e com bom panorama para empresas se instalarem!

Há pouco tempo, ele chamou a atenção de um novo grupo de países muito mais interessante para investimentos e cujo PIB cresce a passos largos, sendo ele o novo eldorado de recursos e negócios: o MINT – México, Indonésia, Nigéria e Turquia, com cenário favorável para os próximos 20 anos, em contraponto ao BRICS, que desacelera por questões político-econômicas.

Será que Jim acertará? Aguardemos os próximos anos. Aparentemente, está com a razão!

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