O uniforme da arbitragem na Copa de 1930: o jogo, a estética e aa roupas eram diferentes aos nossos padrões..
Olhe só:
O uniforme da arbitragem na Copa de 1930: o jogo, a estética e aa roupas eram diferentes aos nossos padrões..
Olhe só:
Olhe só o que esse vídeo por IA faz: os capitães que levantaram as Taças dos Mundiais e os principais jogadores.
Sensacional. Ligue o som, vale a pena.
Em: https://youtube.com/shorts/b8UUFZr7x6Y?si=1ckAc357W5ud6o08
Veja os principais cuidados com a saúde antes, durante e após viajar para a Copa do Mundo 2026 e aproveite os jogos com segurança.
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A Copa 2026 redefine o acesso ao futebol com ingressos dinâmicos e valores históricos. #Linkezine ⚽ O post Copa 2026: o ingresso mais caro da …
Continua em: Copa 2026: o ingresso mais caro da história

Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?
Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.
Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo.
Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…
Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.
Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.
Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?
Aguardemos.
Sete atletas que atuam no Brasil foram convocados por Ancelotti para a Copa de 2026. #Linkezine 🇧🇷⚽ O post Ancelotti resgata força do futebol …
Continua em: Ancelotti resgata força do futebol brasileiro na Seleção para a Copa de 2026

E agora, a Panini vai produzir uma figurinha do Menino Ney?
Eu me surpreendi com Neymar na Copa, visto que tanto Ancelotti o g=havia cobrado para estar 100%.
Falaremos disso em breve.
Carlo Ancelotti é sempre muito inteligente e respeitado nos grupos que trabalha. Mas… será que a convocação de Neymar não foi por pressão popular?
Eu acho que não… o treinador italiano é estrategista. Nas entrevistas em que disse sobre Neymar ter chance de ser convocado se estivesse 100% fisicamente (como qualquer outro candidato à vaga), era nítido que não queria que o jogador relaxasse e que desse o seu melhor.
Ancelotti iria levar consigo a responsabilidade de bater no peito e dispensar Neymar, como há 24 anos Felipão fez com Romário? Óbvio que não, pois Luís Felipe Scolari tinha Ronaldo.
Pergunto: Neymar seria barrado para, respeitosamente, se levar o João Pedro ou Richarlysson? Não dá…
Com seus próprios jogadores pedindo a convocação do Menino Ney, ficou ainda mais lógico que Ancelotti dividiria a responsabilidade nesse momento. Se ganhar a Copa, méritos! Se perder, ninguém levará a culpa sozinho.
Um dos fatores (em minha modesta opinião): Carlo Ancelotti não encontrou um jogador com a qualidade técnica de Neymar (mesmo não estando em seu auge), nem um atleta símbolo. Vinícius Jr não foi o craque do Real Madrid com a camisa verde-amarela, Estevão se machucou e Rodrygo também.
Daqui alguns meses, saberemos: Neymar mudará a sua imagem perante a torcida brasileira, assim como Messi fez ao ganhar o Tricampeonato para a Argentina?
Aguardemos.
Assim foi em 2002…
Como será em 2026?
Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.
Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.
Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.
Eu já vi pelo menos 3 pré-listas de Ancelotti. Cada uma delas com uma relação de jogadores com vários nomes diferentes.
Como é que a gente pode discutir em cima de algo que não é real? Pré-lista não é convocação, é apenas para encher de nomes.
Alguém acha que atletas que nem jogaram com Ancelotti, de última hora, serão chamados? Esquece. Sejamos realistas.
O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.
Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.
Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.
Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.
Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).
O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.
Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?
Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.
Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.
Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.
Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu” – disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.
E assim “a banda anda…”.
IN ENGLIH, by Gemini AI:
Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”
Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.
I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.
Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).
Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.
Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?
To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”
In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.
Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).
And that is how the world turns…
O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.
Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.
Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.
Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.
Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).
O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.
Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?
Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.
Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.
Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.
Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu” – disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.
E assim “a banda anda…”.
IN ENGLIH, by Gemini AI:
Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”
Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.
I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.
Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).
Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.
Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?
To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”
In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.
Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).
And that is how the world turns…
Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, Juan e Rodrigo Martins Cintra estiveram nessa semana em reunião com a FIFA, falando sobre as novidades da Regra do Jogo e o comportamento dos árbitros para o Mundial 2026.
Segundo a CBF (em seu site) Massimo Bussaca e Pierluigi Colina ressaltaram que o antijogo será coibido durante o Mundial. Mas… que tipo de antijogo?
Basicamente, o retardamento do jogo (a cera), que pode ser na demora do reinício das partidas com faltas, tiros de meta, arremessos laterais e outras situações. Também com as substituições de jogadores e atendimento a atletas lesionados.
Sobre isso, você pode acessar esse pacote de mudanças em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/
Outra modalidade de antijogo são as simulações de pênaltis ou de agressões sofridas, além das reclamações à arbitragem.
Aqui, fica a pergunta pertinente: se a Comissão Técnica da Seleção Brasileira e o presidente da Comissão de Arbitragem estiveram lá e ouviram tudo isso, não é deveras importante que se aplicassem todas essas orientações no Campeonato Brasileiro (onde se vê um comportamento inadequado de indisciplina de jogadores, além de pouco tempo de bola rolando)?
Turistas estrangeiros demonstram receio crescente com a imigração americana antes da Copa de 2026. #Linkezine ⚽ O post Nem a Copa escapa: medo da …
Continua em: Nem a Copa escapa: medo da imigração muda planos de turistas nos EUA

Carlo Ancelotti, Rodrigo Caetano, Juan e Rodrigo Martins Cintra estiveram nessa semana em reunião com a FIFA, falando sobre as novidades da Regra do Jogo e o comportamento dos árbitros para o Mundial 2026.
Segundo a CBF (em seu site) Massimo Bussaca e Pierluigi Colina ressaltaram que o antijogo será coibido durante o Mundial. Mas… que tipo de antijogo?
Basicamente, o retardamento do jogo (a cera), que pode ser na demora do reinício das partidas com faltas, tiros de meta, arremessos laterais e outras situações. Também com as substituições de jogadores e atendimento a atletas lesionados.
Sobre isso, você pode acessar esse pacote de mudanças em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/
Outra modalidade de antijogo são as simulações de pênaltis ou de agressões sofridas, além das reclamações à arbitragem.
Aqui, fica a pergunta pertinente: se a Comissão Técnica da Seleção Brasileira e o presidente da Comissão de Arbitragem estiveram lá e ouviram tudo isso, não é deveras importante que se aplicassem todas essas orientações no Campeonato Brasileiro (onde se vê um comportamento inadequado de indisciplina de jogadores, além de pouco tempo de bola rolando)?
Mais um jogador da Seleção Brasileira machucado e possivelmente fora da Copa do Mundo…
Seria o calendário e seu excesso de jogos?
Em: https://professorrafaelporcari.com/2026/04/23/contusoes-na-selecao-azar-de-uns-sorte-de-outros-2/
Eu lamentei muito quando Rodrygo se lesionou e foi anunciado que estaria fora da Copa do Mundo. Idem, agora, ao Estevão.
A verdade é: toda edição de Mundial, lamentavelmente, o calendário se aperta mais, o intervalo entre os jogos é menor e há mais contusões. Assim, costumeiramente vemos craques ficando de fora do torneio por se machucarem.
O que é azar para alguns, pode ser sorte para outros: abre mais vagas para suprir o lugar de um desconvocado.
A questão é: ouviremos, de novo, a ladainha sobre “leva ou não leva Neymar”?
Deixemos o competente Carlo Ancelotti decidir.
Eu lamentei muito quando Rodrygo se lesionou e foi anunciado que estaria fora da Copa do Mundo. Idem, agora, ao Estevão.
A verdade é: toda edição de Mundial, lamentavelmente, o calendário se aperta mais, o intervalo entre os jogos é menor e há mais contusões. Assim, costumeiramente vemos craques ficando de fora do torneio por se machucarem.
O que é azar para alguns, pode ser sorte para outros: abre mais vagas para suprir o lugar de um desconvocado.
A questão é: ouviremos, de novo, a ladainha sobre “leva ou não leva Neymar”?
Deixemos o competente Carlo Ancelotti decidir.
Não se empolgue! O Brasil terá seu maior número de árbitros em uma Copa do Mundo (3: Raphael Claus, Wilton Sampaio e Ramon Abatti Abel, conforme adiantamos nesse espaço em dezembro, aqui: https://wp.me/p4RTuC-1cvG). A Argentina também terá 3 árbitros.
Leio que tal fato é pela “excelência dos nossos apitadores”. Não, como disse Pierluigi Colina, o “chefão da arbitragem da FIFA”:
A Copa do Mundo deste ano será a maior da história: 48 seleções participarão e 104 partidas serão disputadas, com o maior alcance geográfico do torneio até hoje. Esta é a maior Equipe FIFA de todos os tempos, com 41 árbitros a mais do que na Copa do Mundo do Catar de 2022“.
Ou seja: muito mais jogos, muito mais árbitros. E as nações mais importantes do futebol, naturalmente, cedem mais juízes. É a geopolítica do futebol…
A novidade é: enfim, teremos um VAR no Mundial: Rodolpho Toski representará o Brasil (até agora, nenhum árbitro de vídeo brasileiro tinha sido aceito nas duas últimas Copas ou no Mundial de Clubes)
A lista inteira aqui:
Clique para acessar o Final-List-of-Match-Officials-FWC-2026.pdf
Não se empolgue! O Brasil terá seu maior número de árbitros em uma Copa do Mundo (3: Raphael Claus, Wilton Sampaio e Ramon Abatti Abel, conforme adiantamos nesse espaço em dezembro, aqui: https://wp.me/p4RTuC-1cvG). A Argentina também terá 3 árbitros.
Leio que tal fato é pela “excelência dos nossos apitadores”. Não, como disse Pierluigi Colina, o “chefão da arbitragem da FIFA”:
A Copa do Mundo deste ano será a maior da história: 48 seleções participarão e 104 partidas serão disputadas, com o maior alcance geográfico do torneio até hoje. Esta é a maior Equipe FIFA de todos os tempos, com 41 árbitros a mais do que na Copa do Mundo do Catar de 2022“.
Ou seja: muito mais jogos, muito mais árbitros. E as nações mais importantes do futebol, naturalmente, cedem mais juízes. É a geopolítica do futebol…
A novidade é: enfim, teremos um VAR no Mundial: Rodolpho Toski representará o Brasil (até agora, nenhum árbitro de vídeo brasileiro tinha sido aceito nas duas últimas Copas ou no Mundial de Clubes)
A lista inteira aqui:
Clique para acessar o Final-List-of-Match-Officials-FWC-2026.pdf
A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.
O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?
Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?
Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!
Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!
Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!
Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).
O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.
Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.
Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?
Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?
Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos…
Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.
Abra o olho, CBF.
Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”
A FIFA anunciou que o Estádio Azteca (na Cidade do México) e a Arena Metlife (em NY), serão respectivamente os locais de abertura e fechamento da WorldCup’26.
Um detalhe: oficialmente, como essa Copa do Mundo se chamará?
Era fácil falar “Copa do Catar 2022”. Fica difícil falar “Copa do México, Canadá e Estados Unidos 2026”. Talvez, muita gente chamará de “Copa dos EUA”, por ocorrer mais jogos lá.
Que tal Copa da América do Norte? Afinal, será o primeiro evento onde um continente inteiro sedia essa competição (muita gente confunde o México como pertencente à America Central, talvez por confundir a subdivisão das Américas em Latina e Anglo-Saxônica). Na Japão-Coreia, hoje, 22 anos depois, é lembrada de “Copa do Japão”.
Como será essa?
E a de 2030, que ninguém tem certeza como acontecerá, pois passará por 3 continentes, começando no Uruguai, indo para o Marrocos e terminando na Península Ibérica?
Ah, essa politicagem da FIFA…
A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.
O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?
Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?
Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!
Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!
Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!
Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).
O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.
Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.
Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?
Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?
Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos…
Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.
Abra o olho, CBF.
Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”
Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?
Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos.
Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.
É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…
Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?
Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos.
Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.
É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…
Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).
Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).
Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.
A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).
Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.
Seu grande público?
Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.
O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.
Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!
A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.
Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).
Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?
O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.
Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?
Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).
Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.
Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).
Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).
Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.
A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).
Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.
Seu grande público?
Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.
O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.
Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!
A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.
Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).
Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?
O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.
Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?
Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).
Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.
A Copa do Mundo 2026 está se aproximando. Embora exista o termo “Mundial dos EUA” (por acolher a maioria dos jogos), será um torneio da América do Norte.
Pelas questões internas (ICE) e externas (Irã), há muita preocupação com os EUA. Também existem problemas no México, onde os narcotraficantes estão levando a população ao pânico. Assim, sobrou em paz, somente o Canadá.
Se não fosse um evento predominantemente nos Estados Unidos, será que a FIFA não rediscutiria data e local?
E se até lá tivermos mais um grande movimento militar?
Vale aguardar…