– Zagallo, o injustiçado

Vejo uma foto no site da CBF onde se mostra Zagallo recebendo uma camisa 13 (seu número da sorte, como costuma contar) do atual treinador Tite.

Se tivesse nascido em outro país, Zagallo teria uma estátua na entrada da CBF. Jogador, treinador, técnico e coordenador das Seleções Brasileiras que ganharam as 4 primeiras Copas do Mundo. Só não foi em 2002, mas vice em 98.

O problema é que o ar folclórico, o excesso de otimismo e algumas rusgas do “Velho Lobo” fazem as gerações mais novas o desrespeitarem. Lembram do: “Vocês vão ter que me engolir”, após vencer a Copa América, às vésperas da Copa da França?

Mário Jorge Lobo Zagallo: uma figura mítica (e por quê não: mística também) da Seleção Brasileira.

Eu o respeito demais, não só pelos seus cabelos brancos, mas pelo seu passado. Aliás, me choca um pouco vê-lo tão debilitado pela avançada idade.

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– O Papa e a declaração acolhedora ao gay chileno

Ainda sentindo as críticas por não ser efusivo contra os acusados de cometer abuso sexual nas Dioceses do Chile, o Papa Francisco trouxe uma prova de acolhimento e tolerância.

Disse Francisco a um cidadão homossexual, chamado Juan Carlos Cruz:

O fato de ser gay não interessa. Deus te fez assim, te ama assim e eu não quero saber. O papa te ama assim. Tem de ser feliz como é”.

É por aí mesmo. Deus detesta o pecado, mas ama o pecador.

Abaixo, extraído de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/201cdeus-te-ama-assim201d-afirma-o-papa-francisco-a-homossexual

“DEUS TE AMA ASSIM”, AFIRMA O PAPA FRANCISCO A HOMOSSEXUAL

Na mais explícita declaração de um papa contra o conservadorismo religioso em relação às orientações sexuais, Francisco confortou um homossexual vítima de abusos por parte de um padre chileno. “O fato de ser gay não interessa. Deus te fez assim, te ama assim e eu não quero saber. O papa te ama assim. Tem de ser feliz como é”.

Juan Carlos Cruz, para quem o papa dirigiu suas palavras, foi uma das vítimas do padre Fernando Karadima, condenado pelo Vaticano por ter cometido abusos sexuais no Chile na década de 1980. O escândalo levou ao pedido de renúncia coletiva dos clérigos chilenos.

Francisco deu um passo mais ousado em relação a sua evasiva frase de 2013. “Quem sou eu para julgar?”, perguntou na ocasião quando pressionado a externar sua posição sobre o tema.

A declaração é ainda um outro gesto de desculpas de Francisco após as infelizes declarações durante a sua passagem pelo Chile em janeiro. Na ocasião, o papa definiu como “calúnias” as acusações contra o bispo Juan Barros, que teria encobrido os abusos sexuais praticados por Karadima durante décadas.

A defesa de Barros motivou críticas ao papa. Entre os insatisfeitos estava o cardeal norte-americano Sean O’Malley, nomeado para suceder a Bernard Law na diocese de Boston na sequência dos escândalos de pedofilia naquela cidade. O’Malley acusou Francisco de ter causado “grande dor” às vítimas de abusos sexuais por parte integrantes da Igreja.

Após as reprimendas públicas, o papa se desculpou: “O drama dos abusados é tremendo. O que é que sentem as vítimas? Tenho de pedir-lhes desculpa, porque a palavra ‘prova’ feriu. A minha expressão não foi feliz. Peço desculpa se as feri, sem me aperceber, sem o querer. Dói-me muito”.

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– Os Albinos, a iniciativa contra o preconceito e à favor da saúde.

Quando eu era pequeno e sem saber o que era albinismo, pensava que essas pessoas eram estrangeiras no nosso país. Nem imaginava o que era a doença, nem que os negros poderiam sofrê-la também.

Mais do que isso: protetor solar, para eles, é remédio, e as autoridades pouco fazem…

Compartilho essa matéria da Revista VejaSP, ed 26/04, sobre esse assunto importante. Abaixo:

CUIDADO À FLOR DA PELE

Programa inédito no país ajuda albinos a tratarem da saúde e a lidar com o preconceito social

Por Mariana Zylberkan e Sara Ferrari

Em 2011, quando estava grávida de sua filha Beatriz, a professora Fernanda Quintiliano ouviu uma frase aterradora de uma médica que a acompanhava na gestação. “Ela me disse que eu não deveria pôr filhos albinos no mundo, pois havia um risco imenso de eles contraírem câncer de pele”, relembra.

Ela e o marido, o técnico em segurança do trabalho Flavio André Silva, possuem o distúrbio genético do albinismo e o transferiram às duas filhas — a caçula, Clarice, tem 1 ano. O único integrante da família de Osasco, na Grande São Paulo, que não apresenta a condição é Augusto, 6, adotado em 2011. “Eu sabia que nossos filhos biológicos seriam albinos, e não via problema nisso, mas esse comentário me deixou bastante assustada”, conta ela.

Quando a criança completou 3 anos, Fernanda encontrou o Programa Pró Albino, que funciona há seis anos na Santa Casa de Misericórdia com o objetivo de oferecer atendimento médico e psicológico gratuito a portadores de albinismo. Hoje, o casal e as duas meninas fazem consultas a cada três meses na instituição, para a realização de exames e acompanhamento clínico.

O albinismo é uma condição genética associada à deficiência de melanina, pigmento que dá cor à derme, aos olhos e aos cabelos. Além de possuir características físicas próprias (veja o quadro na pág. 50), quem é portador dessa mutação está sujeito a ter doenças cutâneas, como tumores, e deficiência visual.

Estima-se que existam 1 000 albinos no Estado de São Paulo. Para receberem tratamento específico, todos deveriam se dirigir ao instituto da Santa Casa, o único centro médico do Brasil voltado para esse público. No entanto, apenas 220 pacientes estão cadastrados no programa.

Em 2011, quando foi lançado, eram 22. “No começo, pedíamos aos pacientes para nos indicar outros albinos”, conta a dermatologista Carolina Marçon. A médica faz parte de uma equipe de nove especialistas, entre eles oftalmologista e geneticista, pronta para atender a uma gama de necessidades, desde a detecção do nível de melanina até o aconselhamento genético e o suporte para exigir auxílio por invalidez em caso de deficiência visual.

Os beneficiados são ainda orientados a proteger-se dos efeitos nocivos do sol com o uso de protetor solar com fator 30, no mínimo, e ingerir suplementos de vitamina D, substância que não são capazes de produzir naturalmente. Uma vez detectada alguma lesão mais grave na derme, o procedimento de internação e cirurgia é realizado no próprio hospital.

A ideia de criar o programa surgiu nos departamentos de dermatologia e oftalmologia da Santa Casa para prevenir casos de câncer de pele precocemente. “Muitas pessoas chegavam aqui com a doença em estágio avançado”, explica Carolina. Um dos motivos é a falta de conhecimento sobre essa condição por parte dos próprios médicos.

“Na minha infância, passei por vários pediatras e nunca me disseram nada”, diz Fernanda, que só recebeu o diagnóstico correto aos 17 anos. Além dos problemas de saúde, essa população enfrenta diariamente o preconceito social. A assistente de produtos Rafaela Rosário relata que atrai olhares curiosos quando está ao lado do namorado, Livyston Fernandes, também albino.

Os dois se conheceram em uma rede social há dez anos. O casal procura levar a situação na esportiva. “A gente tira sarro e até manda um ‘joia’ ”, diverte- se. Há ainda ajuda para resolver problemas práticos.

O aposentado Miguel José Naufel teve de entrar na Justiça contra a prefeitura de Mococa, cidade a 270 quilômetros da capital, onde mora, para conseguir retirar um frasco de protetor solar por semana em um posto de saúde local. “Alegaram que era cosmético, mas para nós é como um medicamento. Preciso usar todo dia”, explica.

Há dois anos, o Programa Pró Albino foi reconhecido pela Associação Paulista de Medicina como uma das principais iniciativas sociais da área médica na capital. O plano agora é expandir o trabalho a outros hospitais do país. “O Estado do Rio de Janeiro e Brasília estão implantando projetos semelhantes”, diz Carolina. “Eles vão facilitar a vida de quem necessita viajar milhares de quilômetros para vir a São Paulo para o tratamento.”

OS GRAUS DO ALBINISMO

Tipo 1: é a versão mais intensa da condição genética. Tem como características cabelos brancos, pele pálida e olhos claros. A deficiência visual, causada pela incapacidade de produção da proteína que forma os nervos ópticos, é mais acentuada.

Tipo 2: os indivíduos têm cabelos loiros ou castanho claros e pele menos pálida.

Tipo 3: a pigmentação da pele e dos cabelos é avermelhada e os olhos são castanhos, mas existem problemas de visão.

Tipo 4: essa variação se assemelha fisicamente ao tipo 2, mas as dificuldades de enxergar são mais amenas.

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Beatriz, Flavio, Augusto, Fernanda e Clarice (em sentido horário, a partir da esq.): consultas e exames de rotina (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Elton John e suas Bobagens Gratuitas

Admiro a produção artística de Elton John e sua luta contra a homofobia. Mas seus pronunciamentos são polêmicos. Leio uma entrevista dele onde afirma categoricamente que Jesus Cristo era gay (e não é fake news…).

Para quê falar uma bobagem desta, polemizar e criar mal-estar? Repúdio total à sua declaração, mesmo respeitando sua crença. A fim de defesa de seus ideais, não precisa dizer algo que sabidamente não existe ou é.

Abaixo, extraído de: IG (clique aqui para a citação)

ELTON JOHN AFIRMA QUE JESUS ERA GAY

Uma entrevista de Elton John à revista americana Parade promete botou fogo na mídia. A revista chegou às bancas no domingo (21) e a principal declaração do cantor já caiu na rede. Elton afirmou que Jesus Cristo foi “um homem tolerante, super inteligente e gay, que entendia os problemas humanos”.”Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que nós fossemos amáveis e capazes de perdoar. Eu não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica vivendo no Oriente Médio… Seria melhor estar morto”, disse o cantor inglês.

Além das afirmações sobre Jesus, Elton também falou de seu passado e os envolvimentos com drogas e com homens mais novos. Até encontrar David Furnish, com quem se casou em 2005, Elton tinha o hábito de namorar rapazes desocupados. “Eu sempre escolhia alguém mais novo. Queria levá-los para conhecer o mundo, educá-los. Dava relógios, roupas de Versace, carros. Eles não trabalhavam. Dependiam de mim”.

Elton também falou sobre a fama e as mortes de John Lennon, Michael Jackson, Gianni Versace e a Princesa Diana. “Dois deles foram mortos na porta de casa. Nada disso teria acontecido se não fossem famosos. Fama atrai lunáticos”.

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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– Em defesa da Cidadania e pelas Mulheres: o Projeto “Mete a Colher”

Nesses dias tão sofridos para o sexo feminino, onde o desrespeito tem-se feito maior, uma iniciativa louvável: o Projeto “Mete a Colher”, que trabalha com as mulheres vítimas de violência doméstica.

Compartilho esse vídeo com os detalhes,

Em: http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/projeto-mete-a-colher-reune-voluntarias-para-ajudar-mulheres-vitimas-de-violencia/5211026/

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– A triste história da UTI Neo Natal com formigas sobres os bebês!

Vergonha!

Em Minas Gerais, o descaso das autoridades na área de saúde revolta. Formigas andam nas incubadoras dos recém-nascidos!

Onde é que esse país vai chegar…

Extraído do “O Estado de Minas”,
em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/03/26/interna_gerais,946829/video-mostra-formigas-em-bebe-no-cti-de-maternidade-em-bh.shtml

FORMIGAS INVADEM CTI DE MATERNIDADE EM BELO HORIZONTE E ANDAM SOBRE BEBÊS

Imagens em vídeo foram gravadas por funcionário da unidade e denunciadas pela Asthemg. Fhemig informou que intensificou dedetização no local

Por Cristiane Silva, Simon Nascimento e Benny Cohen

Um vídeo gravado por um funcionário da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte, mostra uma infestação de formigas em incubadoras, sondas de oxigênio e em cima de bebês no Centro de Terapia e Tratamento Intensivo (CTI) neonatal da unidade.

A denúncia foi feita pela Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg).
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Nas imagens, vê-se a infestação das formigas na cabeça de um dos recém-nascidos, nos tubos de oxigênio e nos acessos para injeção de medicamento. O CTI neonatal é destinado à crianças prematuras e em tratamento de alguma enfermidade.

Em nota, a Asthemg condenou a presença dos insetos nos leitos dos bebês e disse que a situação é resultado “da negligência da administração do hospital com o cuidado dos pacientes”.

Ainda conforme a associação sindical, a situação vem se repetindo e já foi denunciada à direção do hospital anteriormente. O Estado de Minas tentou contato com a diretoria da Asthemg, para esclarecer as denúncias, mas os diretores não atederam as ligações até a publicação desta matéria.

A Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela administração da maternidade, informou que investiga a presença de formigas no salão do CTI neonatal e uma dedetização foi programada para o local.

Sobre a reclamação de reincidência dos problemas, a Fhemig informou que notificou a empresa responsável por realizar a dedetização na maternidade anteriormente, e os técnicos deverão retornar à unidade para aplicação de “formicida mais potente”.

Enquanto a sala em que as formigas foram encontradas passa por operações de limpeza, os bebês foram levados para outros leitos. O recém-nascido que aparece nas imagens, segundo a Fhemig, está bem, mas segue no CTI.

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– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– Dia Internacional da Mulher

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

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– Os erros e acertos no desabafo de Romero, atacante estrangeiro do Corinthians

O jogador corintiano Romero reclamou que há má vontade por parte da imprensa com ele pelo fato de ser paraguaio. Deixou no ar que sofre de xenofobia e se entristece quando seu país é denegrido.

E ele tem razão?

De certo modo, quanto à imagem do Paraguai, sim. Se um whiski é falsificado, falamos que não é escocês, mas deve ser paraguaio. Se um time está na ponta de cima da tabela mas se duvida da força de conquistar um campeonato, se chama de “cavalo paraguaio”.

Sobre a perseguição pessoal, aí não. Romero é voluntarioso, mas tecnicamente fraco. Veja se outros estrangeiros como Dario Pereira (Uruguai), Elias Figueroa (Chile), Conca (Argentina), Arce e Gamarra (ambos do Paraguai) reclamaram de má vontade da imprensa pelo local de nascimento deles.

Repito: Romero tem razão quando fala que vê o desdém do brasileiro às coisas do seu país (imagine um brasileiro vendo um compatriota sendo chamado de “macaquito”), mas não a tem quando se queixa do pouco reconhecimento à sua habilidade como futebolista.

E você, pensa o quê: Romero tem ou não razão?

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– Tapetão no Carnaval Carioca de novo?

Diziam que no Brasil a única coisa que “era levada a sério” seria o Carnaval. Parece que não é mais…

Pelo segundo ano seguido, cancelaram o rebaixamento das escolas da 1a para a 2a divisão, salvando a Grande Rio e a Império Serrano. A decisão foi tomada pela Liga das Escolas de Samba, pelo prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, pelo governador Pezão e pelo presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

Detalhe: a Tuiuti e a Beija Flor, que criticaram a corrupção e a ética no país, votaram a favor de tal “virada de mesa”.

Triste retrato do país… nem isso é mais respeitado!

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– A Pegadinha do Site “Reclame Aqui” vale ser compartilhada!

Sabe aquelas empresas que você não pode ouvir nem falar? Tem banco, cia aérea, telefone fixo e outros conglomerados que acabamos ficando reféns para sermos atendidos.

Veja só esse vídeo: um executivo de uma gigante organização, líder em reclamações no “Reclame Aqui”, vai comer em um restaurante chique e é mal atendido. Na hora de ir embora… surpresa!

A reação é impagável. Sentiu na própria pele.

Assista em: https://youtu.be/XRcxh4RR7-s

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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