– Porta dos Fundos e Jesus (de novo)!

No ano passado, o grupo humorístico Porta dos Fundos fez um filme para a Netflix onde Jesus e os discípulos durante a Santa Ceia (momento da Instituição da Eucaristia) ficam drogados pois Judas coloca narcóticos para eles ficarem dopados e curtir uma noitada. A película, evidentemente, trouxe muita polêmica.

Neste ano, novamente o Porta dos Fundos faz um filme satirizando Jesus: dessa vez, Ele é gay, vai a uma festa surpresa de 30 anos com seu namorado e Maria está pronta para dizer que seu pai é Deus, pois ele pensava que o Criador era seu tio.

Pra quê?

Num país de maioria cristã, é lógico que deveria se existir um cuidado com tais produções de mau gosto. Evidentemente temos liberdade de expressão, mas não parece ser oportunismo e busca de uma parcela anticristã da população tais filmes? Uma ofensa gratuita às pessoas que tem no Cristo seu sagrado sentido de religião, tudo em torno de fama e dinheiro?

Para expressar o que se pensa ou satirizar, há a necessidade de se entender qual o limite de respeito e ofensa ao próximo. Duas opiniões (a minha é a número 1):

1- A de quem contraria, em: https://www.youtube.com/watch?v=xFkPjYZpMJI

2- A de quem defende, em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2019/12/desculpem-meu-aramaico.shtml

Atualizando: a resposta de Fábio Porchat em: https://istoe.com.br/fabio-porchat-responde-criticas-sobre-especial-de-natal-do-porta-dos-fundos/

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– Por quê o Mundo Virtual tem que ser dual ou radical?

Na maioria das vezes (repare), as redes sociais são de opiniões opostas e muitas vezes intoleráveis: ou se é Fla ou se é Flu. Ou Esquerda ou Direta. Ou religioso ou ateu. E o perigo disso é o radicalismo!

A posição de “centro”, muitas vezes, é considerada “em cima do muro”. Muitos não entendem que o extremismo não é regra, mas exceção. As pessoas gostam de ler o que lhes convém e lhes agrada (muitas vezes têm esses temas jogados pelos algorítmos do Facebook), e se pensar o contrário, o comentário crítico é imediato.

Democracia e liberdade de expressão são necessários, mas aí existe um desvio de personalidade que assusta no mundo virtual: os HATERS – pessoas que “odeiam” algo ou alguém e que divulgam esse ódio. Fazem apologia à repulsa e tripudiam daquilo ou daquele que não curtem. Isso não é comentário contrário respeitoso, mas sim má educação.

Pergunto: pra quê fazer mau uso das redes sociais? Ganha-se o quê?

Xô, fanatismo!

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– A morte de Gugu e os loucos por selfies

Li que a atriz Marina Ruy Barbosa reclamou de pessoas que queriam tirar fotos com celebridades durante o velório de Gugu Liberato. Também pipocaram (e foram excluídas algumas) fotos em redes sociais do caixão.

Fico pensando: qual o prazer em tirar uma foto de quem morreu? Que desrespeito ao agora defunto é esse? Que gosto mórbido!

Triste o desejo sem freios da vaidade…

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– Bestemmiare? Não… as punições por ofensas religiosas no futebol italiano!

Meu avô (como todo italiano legítimo) costumava, quando muito irritado, xingar até mesmo a Deus! Depois passava… E era repreendido pois não poderia “bestemmiare” perto dos netos (ou seja: blasfemar).

Junto às polêmicas contra o racismo na Itália (que infelizmente estão constantes), uma outra punição tem sido muito discutida por lá: a de tomar o nome de Deus ou de santos em vão! E está gerando suspensão.

Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2019/10/30/falar-nome-de-deus-em-vao-e-vetado-na-italia-e-ja-quase-suspendeu-astros.htm

FALAR NOME DE DEUS EM VÃO É PROIBIDO NA ITÁLIA E GERA PUNIÇÃO

Nesta semana, dois atletas do Campeonato Italiano foram suspensos por um jogo pela federação por… blasfemar em campo. É isso mesmo: por lá, proferir em campo o nome de Deus e outras figuras religiosas em vão ou em contexto considerado desrespeitoso pode render punição. Os meio-campistas Francesco Magnanelli, capitão do Sassuolo, e Matteo Scozzarella, do Parma, foram os últimos atingidos pela regra que vigora há quase uma década e já rendeu dor de cabeça a astros como Gianluigi Buffon e Zlatan Ibrahimovic.

Foi em 2010 que a federação decidiu que xingamentos e blasfêmias deveriam ser punidos com cartão vermelho direto. Caso o árbitro não perceba o ato em campo, o infrator pode ser punido posteriormente, com auxílio de imagens de TV e leitura labial – foi assim nos casos de Magnanelli e Scozzarella. O motivo anunciado para a regra, na época de sua aplicação, foi desestimular o uso de “linguagem ofensiva” nos gramados.

Desde então, alguns jogadores já foram punidos por falar mais do que podiam. No ano passado, o volante Rolando Mandragora, da Udinese, também tomou um jogo de gancho depois de perder um gol e desabafar usando os nomes de Deus e da Virgem Maria. Outros que já se deram mal foram o técnico Domenico Di Carlo (Chievo), o atacante Davide Lanzafame (Parma) e o meia Luca Siligardi (Livorno). Mas o primeiro jogador da história a ser punido por blasfemar poderia ter sido ninguém menos que Gianluigi Buffon.

O lendário goleiro, ainda hoje na ativa aos 41 anos pela Juventus, foi acusado de falar o nome de Deus em vão após falhar em um jogo contra o Genoa, em 2010. Em sua defesa, Buffon disse que falou “zio”, que significa “tio”, e não “Dio” (Deus). Ele escapou de punição após se desculpar publicamente. “Se um dia eu tiver a sorte de encontrar Deus, é Ele quem vai decidir me perdoar ou não”, disse o jogador na época.

Ibrahimovic também quase se complicou em 2011, quando jogava pelo Milan. O astro sueco foi filmado supostamente proferindo blasfêmias em um jogo contra o Cagliari, mas acabou não sendo formalmente acusado porque o vídeo não oferecia prova definitiva do ato.

Apesar de ser apoiada por grande parte da comunidade futebolística na Itália, a regra também tem seus opositores. A Federação Internacional dos Futebolistas profissionais (Fifpro) divulgou um comunicado contra a decisão da federação italiana em 2010, dizendo que a decisão feria o direito fundamental da liberdade de expressão dos jogadores. Até hoje, porém, a norma segue de pé.

Essa não é a única polêmica envolvendo punições no futebol italiano recentemente. Os diversos casos de racismo nesta temporada, com insultos em estádios contra jogadores como Lukaku (Inter de Milão), Kessié (Milan), Dalbert (Fiorentina), Juan Jesus (Roma) e Ronaldo Vieira (Sampdoria), têm causado pressão por medidas mais rígidas da federação. Alguns dos casos, como o envolvendo Lukaku, acabaram sem punição, enquanto outros, como o envolvendo Dalbert, renderam apenas uma multa ao clube cuja torcida proferiu as ofensas.

Ibrahimovic escapou de punição em 2011, quando jogava pelo Milan, por blasfemar em campo - Max Rossi/Reuters

Ibrahimovic escapou de punição em 2011, quando jogava pelo Milan, por blasfemar em campo Imagem: Max Rossi/Reuters

 

– Por quê a Política exige dois lados no Brasil?

Nunca tivemos uma dualidade política tão tomada pelo fanatismo no Brasil quanto agora. A Direita e a Esquerda radicais obrigam a pessoa responder “na lata”: Bolsonaro ou Lula?

Se você critica um, automaticamente te rotulam como “simpático a outro”. Nada disso, existem inúmeras outras correntes e formas de se pensar e viver – sem extremismo ou, por incrível que possa parecer, com maior ainda em alguns casos.

O certo é: não se rotule o próximo e respeite quem pensa diferente de você. O grande problema em nosso país tem sido a discordância de opiniões (que deve ser válida) baseada no ódio (ao invés do respeito).

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– Racismo contra Taison: ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido…

Dias atrás rodou o mundo a triste manifestação racista da torcida do Dínamo de Kiev contra Dentinho e Taison. Dentinho saiu chorando e Taison, revoltado, mostrou o dedo do meio após ser chamado de várias ofensas raciais, inclusive de macaco.

E não é que, para a vergonha do esporte, a Associação Ucraniana de Futebol puniu o atleta por 1 jogo de suspensão e a agremiação por 500 mil Grívnia (R$ 87.160,38)!

Ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido

Taison reage após ser vitima de racismo na Ucrânia — Foto: Reprodução arquivo social

– Escola sem Partido, sem Religião e sem Apologia a Gênero

O respeito à fé, às convicções políticas e à sexualidade deve ser sempre preservado. Muitas vezes nos deparamos com assuntos polêmicos, que podem fazer proselitismo ou determinar preconceito contra uma crença religiosa (ou descrença).

Nos dias atuais, o radicalismo a favor ou contra alguma religião, partido político ou causas sociais (como LGBTQ+) acaba entrando no noticiário por seus manifestantes e defensores – em algumas ocasiões, de maneira ofensiva.

Procurar a neutralidade e preservar o direito ao exercício da cidadania (sem fazer apologia ou repulsa) é fundamental. E, apesar de muitas críticas que se possa fazer em alguns setores do Governo, ao ler sobre a criação de um canal de denúncias para que se tenha a possibilidade de reclamar de conteúdos inapropriados (que critiquem a fé desde o cristianismo até as de raízes africanas; de promoção de campanha partidária / política de Esquerda ou Direita; ou ainda de erotização precoce ao invés de educação sexual) penso ser uma acerto muito grande!

A questão não é censurar (censura nunca deve ser feita), mas a necessidade de mostrar a pluralidade de ideias e manifestações (não de um lado apenas, para que não seja um ensino doutrinário) é indiscutível.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/11/damares-anuncia-canal-de-denuncias-para-questoes-contra-moral-religiao-e-etica-nas-escolas.shtml

DAMARES ANUNCIA CANAL DE DENÚNCIAS PARA QUESTÕES CONTRA MORAL, RELIGIÃO E ÉTICA NAS ESCOLAS

Segundo a ministra, canal está sendo formatado em parceria com o MEC e será anunciado em breve

A ministra Damares Alves (Direitos Humanos) disse nesta terça-feira (19) que um canal de denúncias está sendo formatado em parceria com o MEC (Ministério da educação) para receber queixas de conteúdos que possam ser considerados inadequados nas escolas.

“O que nós queremos é tão somente o cumprimento da lei”, afirmou ela a jornalistas, fazendo referência a Convenção Americana de Direitos Humanos, o Pacto de San José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário.

“Lá está dizendo que a escola não pode ensinar nada que atente contra a moral, a religião e a ética da família. A família precisa ser ouvida.”

Segundo Damares, o canal será anunciado em breve e será conduzido pelo Ministério da Educação. Questionada sobre o papel da sua pasta, ela disse que será o de conversar com as famílias, sem entrar em detalhes de como isso será feito.

Ela também não explicou em que formato funcionará o canal —se pela internet, via telefone ou outra forma— e não citou previsão para a implementação, mas disse que deve ocorrer ainda este ano. O MEC não retornou o contato da reportagem para comentar sobre o tema.

A ministra havia falado sobre o canal de denúncias na segunda-feira, ao compartilhar, no Twitter, uma reportagem do site Metrópoles sobre o caso de um professor de Brasília que teria ensinado sobre sexo anal e oral a alunos do sexto ano e pedido uma redação a respeito do tema.

“Tudo o que nós queremos: bom senso. Foi um episódio de um educador, esse rapaz pode estar doente, perturbado, não está bem orientado, foi um episódio isolado. O que nós queremos é que episódios como esse não aconteçam mais”, disse em Belo Horizonte.

Segundo Damares, o objetivo é trabalhar uma parceria entre escola e família, onde cada um esteja ciente de seu “dever e papel”. Ela garantiu que o objetivo não é punir educadores e que não será instaurada “uma guerra contra a escola”.

“Não existe aqui nenhum governo radical, opressor, que vai proibir falar desses temas, obedecendo o material didático certo, a idade certa e a forma certa de falar”, explicou.

A ministra defendeu que é importante falar de educação sexual nas escolas para “empoderar a criança”.

Damares citou sua própria história de abuso, ocorrida quando tinha 6 anos. Ela conta que não sabia que poderia denunciar o que aconteceu e que, se tivesse sido orientada, estaria empoderada para se proteger.

Em setembro, o ministro da educação, Abraham Weintraub, enviou ofício para as secretarias de educação do país com orientações sobre respeito a crenças religiosas, pluralismo de ideias e sobre o veto de propagandas partidárias em sala de aula. Temas que remetem ao que é preconizado pelo movimento Escola sem Partido.

Na época, Weintraub disse que colocaria os canais de comunicação do MEC à disposição para receber denúncias de casos que fossem considerados extremos.

Em Belo Horizonte, Damares também disse que não estava previsto, mas que irá sugerir que o canal de denúncias seja incluído no Pacto pela Infância —pacto de programas sociais— articulado com outros ministérios.

Ela antecipou outro programa do governo que será anunciado nos próximos dias. O “Creche para todos”, diz ela, tem como meta colocar em dois anos todas as crianças do país, na faixa de 0 a 4 anos, em creches. Os detalhes também serão tratados pelo MEC.

A agenda da ministra na capital mineira incluiu participação em audiências públicas e o recebimento do título de cidadã honorária do estado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Respondendo à pergunta se irá para o novo partido do presidente Jair Bolsonaro, Damares disse que não foi convidada ainda e que irá pensar.

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– Precisamos de um dia da Consciência Negra?

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.

Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?

Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.

Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.

Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).

Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

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– Tolerância no Esporte, enfim!

Na final envolvendo Corinthians x São Paulo no futebol feminino, um exemplo a ser seguido: Cristiane, do Tricolor, tirando selfies com torcedores do Timão!

Não seria legal que isso fosse comum também no masculino, entre outros clubes e esportes?

Um exemplo de Tolerância, abaixo:

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– Black Friday “Engana Mané”!

Dias atrás eu vi o que realmente é golpe no cliente. Em determinado shopping de Jundiaí, vi por lá as propagandas de: “já começou a Black Friday”.

Pois é: nenhuma diferença de preço, sempre os mesmos anúncios de “descontos de até 50%” (que há tempos estão por lá), apesar dos cartazes.

O que mais me chamou a atenção é: um tênis de corrida caríssimo (Adidas Ultraboost) custava R$ 799,99 há 15 dias. Hoje, havia o anúncio da liquidação “Black Friday antecipada”: de R$ 899,99 por R$ 799,99!

Palhaçada… muitas lojas aumentam para depois venderem no mesmo (alto) preço… e quem realmente faz a promoção, fica “queimado” pelos maus varejistas, desacreditando o evento.

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– Paulista e Rúcula: Discordar não é Desrespeitar. Respeitar não é fazer Apologia!

E tornou-se uso politiqueiro e demagogo a história da cessão do Estádio Jayme Cintra para um evento cultural. Uma pena que o debate saiu da razão e partiu para a emoção, novamente dividindo parcelas da população interessadas. Alguns obrigando a outros aceitarem o que não se quer, e outros atacando os que pensam diferente.

Sem delongas, vale refletir:

  1. O Paulista FC é um clube associativo. Consultado pelos organizadores do evento Rúcula, resolveu ceder generosa e gratuitamente o estádio para a realização da ação cultural na qual se realizariam 30 shows diversos. Creio que, durante a negociação, o pessoal interessado mais os envolvidos do clube tinham (ou deveriam ter) ciência do que ocorreria durante sua realização. Condições são estabelecidas e acordadas; portanto, devem ser cumpridas.
  2. Alguns clubes de futebol tomam para si o protagonismo de ações sociais de algumas causas. Em troca de divulgação, ganham respeito social e usam tais motes como marketing. Um dos exemplos é o Bahia, que movimentou uma campanha contra a transfobia, defendeu a presença maior de mulheres na arquibancada e protestou contra o vazamento de óleo na costa nordestina. Isso não quer dizer que seja obrigação de um clube ter tais atitudes. Ceder um espaço para manifestação cultural pode ser uma das ações simpáticas, sem levantar bandeiras mais difíceis de se tratar, que um clube pode fazer. Mas se quiser defender, tudo ok (desde que seja de interesse da associação, agradando a parcela social que é atingida).
  3. Se houve acordo do que poderia ou não realizar no encontro, e uma das partes não cumpriu (não estou afirmando se o Paulista ou o Rúcula são os culpados), não há o que reclamar! O que está combinado, deve ser cumprido.
  4. Sobre o motivo mais polêmico, a questão de existir um show de temática LGBTQ+ dentro do evento: se os organizadores omitiram a informação, há quebra de acordo. Se o Paulista resolveu cancelar a posterior por preconceito, aí errou o Galo.

É importante deixar claro que ninguém é obrigado a fazer apologia de alguma causa, nem desrespeitá-la. Erram aqueles que pejorativamente dizem que no estádio não entram “bixas” e que evento de “viado” não pode acontecer (isso é homofobia, além dos termos grosseiros e que têm sido redigidos por aí), mas erram também os defensores da causa gay que entendem a todo custo que o clube deve ceder sua praça esportiva, mesmo a contragosto.

Se o Paulista (ou qualquer outra entidade) não deseja estar atrelado a uma bandeira (mesmo que o Rúcula não seja um evento de homossexuais, mas que contém em um 1 dos 30 shows tal tema), é direito dele! Qual a imposição que existe? Evidentemente, que a recusa seja respeitosa não por repulsa ao homossexualismo dos seus membros, mas pela não intenção de uma ação política.

O duro é ver a coisa sendo politizada! Tome para si o seguinte exemplo: um cristão que vá a Missa / Culto (que pratique sua fé) deve conviver harmoniosamente com judeus, muçulmanos, xintoístas, umbandistas ou ateus. É da cidadania isso! Não quer dizer que ele deva fazer apologia à Maomé, Buda, Ogum ou a qualquer outro ente de uma religião. Também não pode desdenhar daqueles que crêem diferente.

De tal forma, os organizadores e defensores do Rúcula devem entender que discordar de algo que não se queira estar associado não é necessariamente desrespeitar; e que o Paulista e os torcedores entendam que respeitar uma causa não é fundamentalmente promovê-la.

Enfim: independente de cor, gênero, idade ou crença, todos somos iguais! Na democracia não se pode obrigar ninguém a fazer apologia do que não se quer, nem desrespeitar o que os outros querem.

A tolerância e o não uso político é tudo nos dias de hoje, pois as pessoas estão pilhadas e fanatizadas demais em grupos “prós e contra” qualquer coisa. Mais razão e menos emoção, respeitando a todos, pois confundem informação com opinião; opção com louvação; manifestação com obrigação. Respeitemo-nos mutuamente, pois hoje ataca-se qualquer pessoa que pensa diferente. Matéria jornalística isenta vira ataque a jornalista (ops: não sou jornalista), pensamento alternativo vira inimigo da causa e, um “A” ou “B” redigido que não contente que lê, torna-se uma grita muito grande.

Uma sociedade dividida, intolerante ou que obrigue a se defender o que não se quer, sempre é mais fraca.

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– Pela enésima vez, mais uma semana de racismo no futebol (na Europa e no Brasil).

Lamentáveis as imagens que flagraram um torcedor do Atlético Mineiro falando para um segurança negro: “Olha sua cor”. Ué, qual o problema dela? Triste…

Lamentável também rever um jogo na Europa sendo paralisado de novo por racismo, agora contra Taison e Dentinho, do Shakhtar Donetsk.

Lamentável ainda mais que na semana passada já tenha ocorrido e ninguém aprendeu a lição!

Quando a UEFA, a FIFA ou algum órgão sério tome uma decisão dura e eficaz?

Pobre bicho-homem. Tão inteligente que é, criando foguetes, computadores, curas medicinais, mas ainda não consegue respeitar quem tem a cor da pele diferente, seu próprio irmão.

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– A demissão do executivo do McDonald’s por conta do namoro consensual com uma colega de trabalho. Exagero?

Steve Easterbrook foi o CEO do McDonald”s nos últimos 4 anos. E ele se tornou um dos responsáveis por mudar algumas práticas e normas da empresa, como tolerância zero ao assédio sexual e moral, promovendo diversidade e nenhum preconceito.

Dentro da cartilha, “paqueras” entre colegas de trabalho deveriam ser evitadas. Entretanto, Easterbrook foi demitido do cargo pelo Conselho de Administração do McDonald’s por manter uma relação CONSENSUAL com uma funcionária. E o executivo, sem questionar, concordou com sua saída por violar tal norma.

Essa regra contra o assédio seria um pouco rigorosa demais ou necessária? O que vence pensa sobre isso? Vale lembrar que toda a situação não foi a partir de uma questão extraconjugal, forçada ou não consensual, mas de dois adultos heterossexuais bem esclarecidos que engataram um namoro como qualquer outro.

Extraído de: https://www.terra.com.br/economia/mcdonalds-demite-seu-principal-executivo-por-causa-de-relacionamento-com-funcionaria,7653893c632cfd8ed3eb932b3f0a3d39fyfxxbm1.html

MCDONALD’S DEMITE SEU PRINCIPAL EXECUTIVO POR CAUSA DE RELACIONAMENTO COM FUNCIONÁRIA

O McDonald’s Corp. informou que demitiu seu principal executivo (CEO), Steve Easterbrook, por causa de um relacionamento consensual com uma funcionária. A rede de fast-food afirmou neste domingo que seu conselho de administração aprovou na sexta-feira a demissão de Easterbrook, após investigar o relacionamento com uma funcionária não identificada. Easterbrook também renunciou ao conselho da companhia.

Em um e-mail aos funcionários do McDonald’s, Easterbrook afirmou neste domingo que havia violado a política da empresa sobre conduta pessoal. “Isso foi um erro”, escreveu. “Dado os valores da empresa, concordo com o conselho que é hora de seguir em frente.”

A empresa não forneceu mais detalhes sobre o relacionamento. O McDonald’s informou que Easterbrook seria substituído imediatamente pelo presidente nos EUA, Chris Kempczinski.

Easterbrook era o diretor-presidente do McDonald’s desde março de 2015. Durante seu mandato, as ações da empresa quase dobraram de valor, mas o movimento nos restaurantes dos EUA continua estagnado.

O McDonald’s está enfrentando desafios que reverberam em toda a indústria de alimentos, dos produtores de carne aos supermercados, à medida que os consumidores mudaram seus hábitos de consumo para produtos que consideram mais saudáveis e grandes empresas têm sacrificado seus lucros por atualizações tecnológicas e entregas.

O McDonald’s investiu na atualização de seus sanduíches e na renovação de seus restaurantes para acompanhar essas mudanças, mas pagou um preço nos lucros. E os franqueados dos EUA recusaram investimentos obrigatórios em quiosques de pedidos digitais e novos itens de menu, como hambúrgueres de carne fresca. Os franqueados iniciaram uma associação independente no ano passado para se opor a algumas das mudanças.

Easterbrook disse no início deste ano que ele e outros altos executivos, incluindo Kempczinski, estavam conversando com franqueados à luz de suas preocupações, e, como resultado, atrasaram o cronograma para os proprietários fazerem alguns investimentos.

O executivo também reverteu ofertas, incluindo hambúrgueres premium e partes de um menu de café da manhã, depois que eles desaceleraram as operações dos restaurantes. Os tempos de espera nos drive-through do McDonald’s aumentaram nos últimos anos, à medida que o menu da empresa se tornou cada vez mais complexo.

Kempczinski, que ajudou a implementar muitas das mudanças recentes como chefe nos EUA, disse que, como CEO, manterá o foco de Easterbrook na tecnologia e acredita que os investimentos da empresa serão recompensados.

“Não haverá uma mudança radical e estratégica. O plano está funcionando”, disse Kempczinski em entrevista neste domingo.

Ele afirmou que espera continuar discutindo a respeito de preocupações sobre o plano com franqueados. “É algo que precisamos resolver juntos”, disse Kempczinski, que também fará parte do conselho do McDonald’s.

O McDonald’s disse que Joe Erlinger, o mais recente presidente de mercados internacionais, sucederá Kempczinski para supervisionar os cerca de 14 mil restaurantes do McDonald’s nos EUA./ Dow Jones Newswires

– Augusto Nunes e Glenn Greenwald. Basta…

Todo mundo viu que o jornalista Gleen Greenwald e seu colega de profissão Augusto Nunes se desentenderam ao vivo no Programa Pânico, e chegaram às vias de fato, separados pelas pessoas presentes. Gleen provocou insistentemente Augusto que lhe devolveu com um tapa na cara.

Quem está certo? Ninguém. Todos erraram!

Greenwald tomou para si uma luta insana (e polêmica) para tirar todo o crédito da Lava Jato e usou dados de Hackers (publicando-os paulatinamente, como um roteiro), com manchetes que davam a entender que tudo estava manipulado. Nunes desacreditou as notícias e levou a coisa para a intimidade, mexendo de maneira infeliz com os filhos adotados dele (que é gay e vive com o deputado David Miranda-PSOL/RJ), ao perguntar se eram bem criados e sugerir que um juiz analisasse o caso.

A Esquerda e a Direita radicais mexem com as vaidades humanas e deturpam o bom jornalismo e os bons jornalistas. Tudo está confuso neste país!