– Pessoas acima da média merecem sucesso: A Turma da Mônica oficial prestigia a “Derretida”

Viralizou nas Redes Sociais uma foto da “Turma da Mônica”, em fantasias simples, caídas, humildes, cujos bonecos visitaram uma escola da cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais.

As imagens (vide abaixo), foram chamadas de Turma Derretida da Mônica, Mônica da Deprê, O lado pobre da Turminha, entre outras coisas.

Não é que o genial Maurício de Sousa em pessoal determinou que os personagens oficiais  visitassem a escolinha?

Só aplausos para esse cara! Merece ter sucesso.

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De todos os bonecos simplórios, o que menos “ornou”, penso eu, foi o da Magali. E o pé machucado do Cebolinha?

A outra foto, abaixo, dos originais esperando para a surpresa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine na cabeça de cada criança o sentimento desse dia…

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– “Nudes” entre casados e a nudez que repercutiu. CUIDADO!

A nudez enviada via Internet, conhecida por “nudes”, não é algo sem sentido entre os casais “casados e que moram juntos”? Que raio de fetiche é esse?

Se são casados e podem se relacionar na vida real, qual é a motivação para tirar uma foto no celular e transmiti-la à pessoa que coabita (e que às vezes pode estar ao seu lado)?

Muitas vezes, o mundo virtual, irreal, emburrece as relações sociais e conjugais. Digo isso pois o comediante Whindersson Nunes e sua esposa, a cantora Luísa Sonza, foram vítimas de fotos vazadas / hackeadas por bandidos da Web – e tal assunto ganhou corpo.

Claro, toda forma de vazamento de dados privados é condenável, um crime sem sombra de dúvidas e a pessoa faz o que quer com suas fotos. Mas… Quanta repercussão na Internet por causa de um casal que troca fotos pelados?

Vamos combinar: se o casal não fosse tão famoso entre os jovens, ninguém ficaria sabendo, seria “só” mais um caso de muitos outros. Digo “só” porque são inúmeros e dolorosos casos de pessoas anônimas. Como são famosos, ganhou destaque nacional. Mas já pensaram na VIDA PESSOAL da mocinha ou do rapazinho que sem orientação coloca uma foto pelada (o) ou com nu parcial na Internet, pelo prazer de um clique ousado (E DESNECESSÁRIO, UMA VAIDADE QUE PODERIA SER EVITADA)

E olhando pelo lado do meliante, outra coisa a ser observada: qual a graça em divulgar a foto de gente pelada? Para o bandido virtual, é ter o prazer de se gabar de famosos, extorquir dinheiro de milionários ou simplesmente bulinar um adolescente.

Imagine o estrago na vida dessa pobre vítima, caindo as fotos em mãos erradas, onde o remorso, a vergonha ou o constrangimento podem causar danos sérios. E não acredite que publicar em modo particular ou na modalidade de “só a quem permito” não cai no vazamento: um descuido de quem tirou a pose e a colocou na opção “público” sem perceber,  um amigo próximo que solta o clique, um ex-namorado(a) como vingança ou até uma assistência técnica picareta para mostrar que as falhas na segurança podem fazer isso.

O mundo de coisas desnecessárias tende a ser perigoso. EVITE-AS. É o melhor a fazer como prudência.

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Acima, uma foto discreta do casal que foi vítima, extraída da Web.

– Não faça isso, Thiago!

Que pisada na bola do jogador de futebol Thiago Neves!

O atleta, que joga no Cruzeiro, quis ironizar o rival Atlético Mineiro e fez uma Storie com a menção da tragédia da Barragem de Brumadinho. Total infelicidade, evitável, de mau gosto.

A publicação está abaixo. Mas fico me perguntando: esses atletas que tem milhares de assessores não conseguem ser orientados a contento?

Vinte minutos depois o jogador fez uma mea culpa, pediu desculpas e assumiu o erro. Menos mal… mas não precisava de tal celeuma, não?

– A Lei que socorre as Mulheres em dias de Menstruação!

Coisas de um mundo moderno e contraditoriamente primitivo: no Nepal, as mulheres costumam ser colocadas em cabanas isoladas de suas famílias nos períodos de menstruação. O costume local diz que é sinal de desgraça e azar para os maridos e seus lares quando o sangramento ocorre.

Preocupado com certos abusos, as autoridades de lá promulgaram uma lei que proíbe tal prática, revoltando nepalêses mais retirados. Uma das justificativas de quem defende a solitária, abaixo:

Se uma mulher menstruada entra na casa, 3 coisas acontecem: um tigre aparece, a casa pega fogo e o chefe da família fica doente

A frase acima é de Funcho, morador do Nepal e reproduzida na Edição da Revista Veja de dias atrás (extraída do original no NYT), explicando os motivos do isolamento de mulheres menstruadas em seu lugarejo.

É esse o mundo do século XXI?

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– Uma Mensagem Atemporal

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro à mensagem de Natal do Papa Francisco que fala sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

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– Para quê tanto ataque e nenhuma consideração?

É totalmente condenável que um político tenha que deixar o país por conta de ameaças de morte. É isso que Jean Wyllys, ex-BBB e deputado eleito para um próximo mandato, alega que fará (abrirá mão do seu mandato para preservar a vida, segundo ele próprio). Porém, 3 pontos a serem discutidos (sem fanatismo político, má vontade ou paixão exacerbada):

  1. Jean Wyllys, que tem trabalho positivo e negativo na Câmara dos Deputados (como a maioria dos outros parlamentares) deveria ser protegido pelas autoridades. Na minha humilde opinião, Sérgio Moro, Ministro da Justiça, poderia (e deveria) entrar em contato com ele. Aliás, o próprio político deveria tornar pública as ameaças que sofre / sofreu.
  2. Em que pese a condenável e triste situação, seu sucessor David Miranda (PSOL), defende as mesmas bandeiras. Aliás, a Folha de Sao Paulo traz uma fala dele onde se classifica como “Negro, Gay e Favelado”. Pai de dois filhos, é casado com o jornalista americano Greenwald (aquele mesmo do caso de espionagem revelado pelo Edward Snowed, procurado pela agência NSA dos EUA). Que David, caso Wyllys renuncie, possa trabalhar sem ameaças e riscos.
  3. Por fim, respeito toda a condição de sofrimento, tensão e dificuldade de Jean Wyllys; não o desrespeito sua condição e dignidade como homem, homossexual e esquerdista (de certo modo, até radical). Mas não nos esqueçamos que, assim como o atual presidente Jair Bolsonaro extrapola nas suas falas de preconceito à muita coisa (em um radicalismo condenável), Wyllys faz o mesmo com as causas que não defende. Ou é louvável cuspir em outras pessoas e/ou ofender a crença de qualquer semelhante?

Colocadas essas considerações, gostaria de compartilhar essa postagem do ano passado, e que serve para mostrar o quanto nosso país está “raivoso” (repito – tanto pela direita quanto pela esquerda). Nada justifica o que estão fazendo ao deputado Jean Wyllys (como ele alega que estão). Porém, também nada justificafa o que ele fez desrespeitosamente às diversas crenças (especialmente aos católicos).

No mundo ideal, todos deveriam se respeitar. É uma pena que isso não aconteça… abaixo:

É CRIME TER FÉ?

por Rafael Porcari

O discurso é de intolerância total. Viram a fala preconceituosa do Deputado Jean Wyllys, de novembro de 2017, que, por um motivo ou outro, voltou à tona?

Ele condena os casos de pedofilia (sim, está certo pois isso é uma chaga doída dentro da Igreja que é santa e pecadora), mas generalizando como uma coisa una, contínua, frequente e comum em todos os templos. Chega a dizer que as obras do Vaticano são mais erotizadas do que as do QueerMuseum, tão criticadas.

Wyllys diz que não há beleza nenhuma no martírio de Santa Terezinha, mas sim nas obras de Adriana Varejão (aquelas polêmicas representações que difamam a fé cristã usando cenas de sexo explícito com animais em imagens sagradas, além de crianças e adultos – que é pedofilia). Totalmente intolerante quanto a fé alheia, mas somente tolerante e apologista às coisas que ele próprio acredita.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=z_JYuXdMzuY

Se você achou que ninguém defendeu a fé, assista a esse vídeo abaixo. Vale a pena ver que bela resposta! Sobre maioria x minoria, fé x ateísmo x estado laico.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hpBvNs67E8c

– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– A regra é diferente, mas não importa!

Não é nenhum estudo de caso das Leis do Jogo, mas apenas compartilho para observação e aplausos ilimitados:

– Na Turquia, em um campo adaptado e regras diferentes, tivemos uma partida entre AMPUTADOS!

Assista o vídeo e tente não se impressionar. É impossível não admirar esses atletas e a sua superação. Abaixo:

 

– Islândia e as leis trabalhistas igualando salários de homens e mulheres.

Que sirva de exemplo: a pequena Islândia é um dos poucos países onde a lei igualitária salarial para homens e mulheres funciona. Mais do que isso: os islandeses podem se gabar do reconhecimento de que lá é o melhor lugar do mundo para o sexo feminino viver.

O Brasil?

Na lista de 144 países de respeito às mulheres, é apenas o 90o.

Abaixo, extraído de: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/03/Como-a-Islândia-tornou-se-o-primeiro-pa%C3%ADs-a-proibir-salários-menores-para-mulheres

COMO A ISLÂNDIA TORNOU-SE O PRIMEIRO PAÍS A PROIBIR SALÁRIOS MENORES PARA MULHERES

A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a tornar ilegal e punir com multas quem paga um salário maior para um homem, em relação a uma mulher, quando eles ocupam o mesmo cargo. A lei contra a discriminação salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018.

A nova legislação exige que empresas e agências do governo com mais de 25 empregados obtenham um certificado garantindo que adotam políticas de igualdade salarial. Aquelas que não conseguirem demonstrar isso serão multadas. O valor da multa será definido caso a caso, mas pode chegar a 50 mil coroas islandesas (cerca de R$ 1.500) por dia de descumprimento.

“Direitos iguais são direitos humanos. Precisamos garantir que homens e mulheres tenham oportunidades iguais no local de trabalho. É nossa responsabilidade tomar as medidas necessárias para garantir isso”, disse o ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia, Thorsteinn Viglundsson, quando a lei foi anunciada, no início de 2017.

A Islândia, país europeu com população de cerca de 320 mil pessoas, é considerada o melhor país do mundo para mulheres devido à adoção de políticas de igualdade de gênero. Mesmo assim, as estimativas do governo indicavam que, em 2015, na média, mulheres ainda recebiam 30% a menos que homens.

É possível explicar essa diferença salarial entre homens e mulheres por fatores não relacionados a gênero: desempenhando a mesma função, pessoas com idades diferentes, diferentes níveis de escolaridade, anos de carreira ou atribuições podem apresentar diferenças salariais significativas.

Quando levados em conta todos esses fatores – ou seja, quando a comparação se dá entre homens e mulheres de perfil muito semelhante -, ainda assim as mulheres ganhavam 5,7% a menos que homens. Esse é o percentual de diferença salarial real em 2013, na Islândia, de acordo com relatório da Comissão Europeia. Essa diferença só pode ser explicada por discriminação de gênero.

COMO FUNCIONA A NOVA LEI

A Islândia já tem leis que visam garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. A primeira legislação nesse sentido foi aprovada em 1961, de acordo com a Associação de Direitos das Mulheres da Islândia. À época, esperava-se que salários iguais fossem atingidos em apenas seis anos, já em 1967. Como isso não ocorreu, uma nova regra com o mesmo intuito foi aprovada em 1976. Em 2008, o Parlamento islandês aprovou novamente uma regra semelhante.

O que a nova legislação faz, então, não é exatamente exigir que os salários sejam os mesmos, mas que as empresas provem que os salários são os mesmos. A nova regra foi aprovada em 1º de junho de 2017 e passou a valer em 2018, com prazos diferentes para cumprimento, dependendo do tamanho da empresa. Companhias com mais de 250 funcionários, por exemplo, precisam se adequar até o final de 2018. Já firmas com menos de 90 funcionários têm até 2021 para se adaptar.

O MELHOR PAÍS PARA SER MULHER

A nova regra reforça a posição da Islândia como o “melhor país do mundo para ser mulher”. Desde o ano 2000, o país ocupa o topo do ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, que considera economia, educação, saúde e empoderamento político. Em 2017, o Brasil estava na 90ª posição (dos 144 países na lista).

A luta pela igualdade na Islândia foi marcada por uma greve geral de mulheres realizada em 24 de outubro de 1975, quando 90% delas paralisaram todas as suas atividades, de empregos formais a atividades não remuneradas como tarefas domésticas, cuidados com crianças e até cozinhar. Depois disso, as mulheres da Islândia voltaram a paralisar suas atividades em protesto outras quatro vezes. Normalmente, elas deixam o trabalho à tarde, marcando a hora em que, devido à diferença salarial, as mulheres passam a trabalhar de “graça” no país.

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– Por mais Guilhermes em Campo!

Assistiram Botafogo 0x1 Cuiabá pela Copinha? Neste jogo, houve um drible irreverente do time mato-grossense (vídeo abaixo) “a lá” Canhoteiro, Edmundo, Edilson Capetinha, Denilson, ou, por ironia, de um tal de Mané! Após a jogada, o marcador do time carioca deu-lhe um violentíssimo e criminoso pontapé.

Se esse Luís Henrique, jogador botafoguense ignorante, que ao levar o drible do humilde atleta adversário Guilherme (Cuiabá-MT) fez tal bobagem, tivesse que marcar o ídolo brasileiro (e botafoguense como ele) Garrincha, teria feito o quê? Quebrado as pernas dele?

Infelizmente, ouso dizer que deve ser “atleta de empresário”, que desconhece ídolos do Botafogo FR como Heleno de Freitas, Nilton Santos e o próprio Mané Garrincha, que entortava “Joões” de forma ainda mais desconsertantes do que como esse jogador cuiabano fez com o belo drible.

Viva a categoria e o futebol-arte. Abaixo o atleta brucutu! Por mais Guilhermes em campo.

Em tempo: claro que são jovens e que pecam muitas vezes pelo excesso. Mas quem quer ser profissional precisa do puxão de orelha de quem o forma. Que Luís Henrique tenha novas chances para mostrar sua categoria – e que consuga manter equilíbrio emocional e respeito. Aliás, parabéns pelo árbitro que o expulsou sem vacilar.

O lance em: http://glo.bo/2LTo4lU

– Os cuidados sobre o Azul e Rosa!

Convencionou-se, desde a muito tempo, relacionar cores azuis para meninos e cores rosas para meninas. Se os pais quiserem usar verde, amarelo, vermelho, tudo bem. Mas não é usual a mamãe sair da maternidade com o seu bebezinho de rosa nem a sua bebezinha de azul.

Digo isso em cima da polêmica criada sobre a frase da Ministra dos Direitos Humanos Damares Alves, de que “agora os meninos vestem azul e meninas vestem rosa”. Se você ver o contexto, ela está se referindo a apenas uma metáfora para dizer que a nefasta ideologia de gênero (aqui algo raríssimo que tenho em comum com a ministra: sou contra a sexualização / erotização precoce das crianças inocentes) deixará de existir.

O problema é que novamente ela usa mal as palavras e acaba dando a entender que faz apologia à homofobia! Ela, Damares, já foi vítima de si própria por mal formular suas ideias. Se não sabe usar bem a língua portuguesa, faça o básico e de maneira clara! Vide o episódio de “Jesus na Goiabeira”, onde era indiscutível ter sido uma pobre criança que quase se suicidou, e por um conjunto de palavras virou injustamente deboche.

(Relembre aqui esse acontecido: https://professorrafaelporcari.com/2018/12/14/o-insensivel-deboche-de-jesus-na-goiabeira-e-a-sensibilidade-afeitada-com-battisti/)

Agora, no caso das crianças, poderia ter ficado quieta do que se expressar imprudentemente. Criança é criança, não é devido querer forçar a vida sexual precoce delas, sendo que a inocência da idade infantil (que sempre nós, adultos, gostaríamos de ter novamente) deve ser algo preservado. E se quando crescerem demonstrarem comportamento homossexual, já serão responsáveis por si.

O que não pode é: forçar a barra dizendo que quem é gay de fato não é; mas, na mesma proporção, condenar o fato de que a maioria heterossexual da população é ignorada e que deseja que seu filho homem vista azul, um dia case com uma mulher e tenha seus filhos. E vice-versa aos pais de meninas!

Aliás, se fosse o contrário, quando falamos de referência sexo/cor, não teríamos as nobres campanhas do Outubro Rosa e Novembro Azul! Os pais dariam bonecas aos seus filhos e escolheriam carrinhos para as suas filhas. E nos chás de bebês? Alguém escolhe rosa para revelar que é menino ou azul para revelar que é menina?

Quanta bobagem discutida, não?

Por fim: chega de radicalismos! A Ministra não deveria ter dito o que disse com a empáfia proferida, chateando a comunidade LGBTQ+, mas também não deve ser condenada por dizer que menino é menino e menina é menina, sendo ambos providos de falta de malícia e a isso usando como expressão as cores.

O meu medo é que se confunda respeito a causa dos homossexuais com a perda de uma identidade heterossexual das pessoas. Parece ser crime para uns defender que a maioria dos homens gosta de mulher e a mulher, na sua maioria, gosta de homens.

Sem homofobia e sem heterofobia, por favor. E tome cuidado com o mal uso das palavras, dona Damares. O Governo não é para parcelas de minoria ou maioria, é para todos os brasileiros!

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– Punho de Ferro, Super Drags e Audiência!

No mundo dos negócios, se não dá lucro, “fecha” / “para de vender”/ descontinua a produção.

A Netflix, canal da Web tão famoso no streaming, cancelou várias produções, incluindo algumas da Toda-Poderosa Marvel. A do Punho de Ferro é um dos exemplos.

Agora, leio uma crítica no site Observatório do Cinema de que uma nova temporada da série animada Super Drags foi cancelada pela onda de “Conservadorismo do Brasil”. O desenho se baseia na história de 3 jovens homens que durante o dia trabalham numa loja de departamentos, mas que de noite se vestem de mulher e se transformam em Drag Queens super poderosas, “recrutando LGBT+ para espalhar purpurina para o mundo inteiro”, conforme a publicação.

Ora, aqui não existe nada de homofobia ou coisa que o valha. Simplesmente não deu audiência, ficou somente na Temporada 1. Não se pode forçar a barra por uma temática se não esteja valendo a pena.

Parece que tudo será medido pelo extremo político, sexual, racial ou social nesse país… Nada de dividir o Brasil, amigos!

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– Falta pão em Cuba!

É muito sofrimento para um povo!

Após o colapso do sistema imposto pela Família Castro, Cuba vive, hoje, numa miséria assustadora.

Falta à população, acredite, pão!

Extraído de:  http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/cubanos-protestam-em-redes-sociais-contra-falta-de-pao/7239746/

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– O insensível deboche de “Jesus na Goiabeira” e a sensibilidade afeita com Battisti

Quando existe maldade ou má vontade, as pessoas deturpam uma realidade e a querem tornar verdade. Pior: quando o fanatismo político bate de frente com o religioso, ou vice-versa.

Digo isso pela COVARDIA na criação de memes ironizando a futura Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves. Entenda:

Circula na Internet uma pregação cristã (Damares é evangélica) onde ela diz que “viu Jesus na goiabeira“. Tal frase, que “bombou” na Internet, foi retirada de uma tragédia pessoal: entre os 6 e 10 anos de idade, a então garotinha Damares foi abusada sexualmente por um tio, e sendo criança, pobre e com medo, cansada de ser violentada, tentou o suicídio. Perto de se matar, na goiabeira em que consumiria sua vida, pensou em Deus e viu / sentiu / clamou por Jesus.

Ora, é um testemunho de fé sobre o que fez para tentar viver. A frase em que “vê Jesus na goiabeira” é uma forma poética e de resiliência de uma coitadinha! Um depoimento para mostrar que a fé em Jesus Cristo a fez mudar de ideia no local onde estava.

Eu tenho filha nessa idade. Se você é pai ou mãe, se coloque neste contexto substituindo Damares pela sua pequena e pense duas vezes antes da ironia.

Quem fez meme desse fato pensando ser um delírio, certamente se arrepende. Mas quem ainda assim, sabendo dessa triste violência sexual e a história por trás dela, faz brincadeira de mau gosto, é desumano.

Concomitantemente, leio que começaram as manifestações contra a extradição do italiano político Cesare Battisti, sob a alegação de que é perseguido político.

Battisti é considerado terrorista na Itália e foi condenado à prisão perpétua por assassinatos cometidos contra inocentes. Fugiu para o Brasil onde os últimos governos o aceitaram como refugiado.

A este, muitos sarristas da figuração de “Jesus na goiabeira”, por questão ideológica, tem compaixão?

Falar de Deus – sendo católico, evangélico ou de qualquer outra denominação, parece ser uma aberração. Já para “defender bandido”, aí sim os “direitos do indivíduo” são lembrados por essas pessoas!

Encerrando: Damares Alves, com 10 anos e muitos abusos sofridos, teve quantas pessoas manifestando por ela e a ajudando? Parece-me que só um cabeludo no pé de goiaba… Já o carcamano italiano…

– Por quê o Mundo Virtual tem que ser dual ou radical?

Na maioria das vezes (repare), as redes sociais são de opiniões opostas e muitas vezes intoleráveis: ou se é Fla ou se é Flu. Ou PT ou PSDB. Ou religioso ou ateu. E o perigo disso é o radicalismo!

A posição de “centro”, muitas vezes, é considerada “em cima do muro”. Muitos não entendem que o extremismo não é regra, mas exceção. As pessoas gostam de ler o que lhes convém e lhe agrada, e se pensar o contrário, o comentário crítico é imediato.

Democracia e liberdade de expressão são necessários, mas aí existe um desvio de personalidade que assusta no mundo virtual: os HATERS – pessoas que “odeiam” algo ou alguém e que divulgam esse ódio. Fazem apologia à repulsa e tripudiam daquilo ou daquele que não curtem. Isso não é comentário contrário respeitoso, mas sim má educação.

Pergunto: pra quê fazer mau uso das redes sociais? Ganha-se o quê?

Xô, fanatismo!

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