– O Famigerado Assédio Moral.

Amigos, compartilho um interessante artigo do Prof José Renato Santiago, a respeito da definição e das conseqüências de algo, infelizmente, corriqueiro em algumas organizações: o assédio moral!

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html

O FAMIGERADO ASSÉDIO MORAL

Algo que nos envolve, que nos pressiona, que nos sufoca…

A verdade é que muitas vezes o assédio moral, por ser formado por uma série de pequenas ações, torna-se algo difícil de explicar.

No entanto, a maneira como ele nos atinge é algo claramente notado.

De repente pequenos pedidos e solicitações começam a nos aborrecer.

Não sabendo ao certo o motivo de se haver a necessidade de desenvolver algumas atividades, passamos a questioná-las.

Primeiro internamente, sendo que logo a seguir, aparecerem outras demandas que não possuem qualquer relação com as anteriores.

A confusão começa a fazer parte de nossa mente, e passamos a duvidar cada vez mais de nossa capacidade de entendimento.

Nossa capacidade de discernimento do ponto de vista profissional começa a fraquejar.

Quando enfim decidimos expor as razões de nossas dúvidas junto aqueles que, a princípio, são nossos líderes, nada mais é acrescentado.

Neste momento é quando mais notamos uma certa carência, e o pior, nos culpamos por isso.

E o fluxo parece sempre ser o mesmo, não há diretrizes, tão pouco objetivos claros a serem atendidos, apenas a manutenção de uma falida relação de chefia / subordinado.

Como se o subordinado não tivesse qualquer espaço para desenvolver seu raciocínio e utilizar de suas competências da forma mais adequada.

Aí vem o desanimo, a falta de vontade que é um trampolim para o comodismo.

Muitas vezes, infelizmente, muito embora estejamos dentro de um lema corporativo de defender e valorizar as pessoas, com certa frequência muitos profissionais adotam atitudes que, de firme mesmo, tem apenas o interesse de usar as competências de seus colaboradores de maneira míope sem qualquer preocupação em valorizá-los.

“Pode deixar que penso por você…” ou “Sei bem o que estou fazendo”….passam a ser mais do que simplesmente frases, mas sim diretrizes que limitam a usar de forma pejorativa o que existe de melhor das pessoas.

Cabe a cada um de nós, funcionários, colegas de trabalho e até mesmo “chefes” nos atermos a forma pelo qual estamos construindo nossas relações junto as atividades que desenvolvemos.

Somos pessoas que possuímos nossos valores, temos nossas competências e sendo assim, temos que ser incluídos, ou ao menos informados, das decisões sobre as quais estamos envolvidos de alguma forma… ainda mais que as relações atuais de trabalho não podem se limitar a serem uma evolução das antigas relações existentes ente os senhores e seus escravos.

Assédio Moral no Trabalho! Como e por que acontece?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

IN ENGLISH –


Friends, I’d like to share an interesting article by Professor José Renato Santiago regarding the definition and consequences of something, unfortunately, common in some organizations: moral harassment!

Extracted from: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html

THE INFAMOUS MORAL HARASSMENT

Something that envelops us, pressures us, suffocates us…

The truth is that often, because moral harassment is made up of a series of small actions, it becomes difficult to explain.

However, the way it affects us is clearly noticeable.

Suddenly, small requests and demands begin to annoy us.

Not knowing exactly why certain activities need to be done, we start to question them.

First internally, and then, soon after, other demands appear that have no relation to the previous ones.

Confusion begins to take over our minds, and we start to doubt our capacity for understanding more and more.

Our ability to discern from a professional point of view begins to falter.

When we finally decide to expose the reasons for our doubts to those who, in principle, are our leaders, nothing more is added.

At this moment, we notice a certain lack most clearly, and even worse, we blame ourselves for it.

And the flow always seems to be the same: there are no guidelines, much less clear objectives to be met, just the maintenance of a failed boss/subordinate relationship.

As if the subordinate had no space to develop their reasoning and use their competencies in the most appropriate way.

Then comes discouragement, a lack of will that is a springboard for complacency.

Unfortunately, often, even though we adhere to a corporate motto of defending and valuing people, many professionals frequently adopt attitudes that, in their firmness, only aim to myopically use their collaborators’ skills without any concern for valuing them.

“Leave it to me, I’ll think for you…” or “I know exactly what I’m doing”… become more than just phrases, but rather guidelines that pejoratively limit the best in people.

It is up to each one of us—employees, co-workers, and even “bosses”—to pay attention to the way we are building our relationships within the activities we develop.

We are people who possess our values, we have our competencies, and as such, we must be included, or at least informed, of the decisions in which we are involved in some way… especially since current labor relations cannot be limited to being an evolution of the old relationships between masters and their slaves.

– Respeite a dor alheia.

Respeite o próximo, pois você não conhece as dores de cada pessoa…

Uma imagem emblemática:

– Por que o Mundo Virtual tem que ser dual ou radical?

Na maioria das vezes (repare), as redes sociais são de opiniões opostas e muitas vezes intoleráveis: ou se é Fla ou se é Flu. Ou Esquerda ou Direta. Ou religioso ou ateu. E o perigo disso é o radicalismo!

A posição de “centro”, muitas vezes, é considerada “em cima do muro”. Muitos não entendem que o extremismo não é regra, mas exceção. As pessoas gostam de ler o que lhes convém e lhes agrada (muitas vezes têm esses temas jogados pelos algorítmos do Facebook), e se pensar o contrário, o comentário crítico é imediato.

Democracia e liberdade de expressão são necessários, mas aí existe um desvio de personalidade que assusta no mundo virtual: os HATERS – pessoas que “odeiam” algo ou alguém e que divulgam esse ódio. Fazem apologia à repulsa e tripudiam daquilo ou daquele que não curtem. Isso não é comentário contrário respeitoso, mas sim má educação.

Pergunto: pra quê fazer mau uso das redes sociais? Ganha-se o quê?

Xô, fanatismo!

bomba.jpg

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A importância de diversidade e de ESG nas Pequenas Empresas, sem a prática “Washing”

Cada vez mais as práticas inclusivas e as políticas de ESG estão presentes (e são necessárias) às organizações. Mas um cuidado: não fique só no discurso, pois se não colocar o que se prega na prática, vira empresa “washing”.

Muito bacana, extraído de: https://exame.com/negocios/esg-e-diversidade-nas-pmes-por-que-importa-e-como-implementar-politicas-de-inclusao/

ESG E DIVERSIDADE NAS PMES: POR QUE IMPORTA E COMO IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE INCLUSÃO

Especialista Ana Gabriela Primon explica a relação entre os temas de diversidade e inclusão e ESG e avalia a importância de PMEs adotarem estratégias trabalhistas nesta frente

(Com Granadeiro Guimarães Advogados)

Os três aspectos do conceito de ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance (em português, ambiental, social e governança), formam os pilares de uma estratégia que tem guiado as lideranças de diferentes empresas no mundo todo.

Em síntese, o investimento ESG consiste num modelo de investimento sustentável, que busca inserir nas empresas princípios e valores, dimensões que vão além das tradicionais métricas econômico-financeiras.

Como o próprio nome indica, a sustentabilidade do conceito ESG não se limita à questão ambiental, mas inclui fatores sociais e de governança, o que abarca, por exemplo, as práticas trabalhistas de uma organização.

Muitas organizações compreendem a importância de uma política interna guiada pelo conceito ESG e a relevância de ações de Diversidade e Inclusão, mas têm dificuldade de estabelecer a relação entre os temas e aplicar essa interação na prática.

Este assunto será objeto de um dos painéis do 2º Fórum Trabalhista Empresarial, evento organizado pelo escritório Granadeiro Guimarães Advogados, que acontecerá no próximo dia 26 de maio, das 8h45 às 12h30, com transmissão ao vivo pelo canal do escritório no Youtube.

Em resumo, o papel da Diversidade e Inclusão na construção de políticas ESG nas empresas está diretamente relacionado aos pilares social e de governança, sendo, portanto, um indicador de que a organização segue (ou não) as diretrizes ESG.

Uma boa estratégia organizacional é aquela que inclui Políticas de D&I e ESG alinhadas, e que desenvolva ações concretas na formação de equipes diversas, a preocupação com a construção de um ambiente inclusivo e seguro para diferentes grupos, a diversidade em cargos de liderança, a equidade salarial, entre outras

Pessoas são os principais agentes de transformação de espaços e culturas corporativas. Assim, é essencial se conectar com todos os colaboradores, considerando as diferentes vivências e dando voz a grupos minorizados e sub-representados, garantindo um ambiente antidiscriminatório, com normas internas rígidas e transparentes, além de uma rede de apoio e acolhimento seguros.

Além disso, quando se fala de ter um negócio sustentável, a gestão dos riscos trabalhistas precisa ser considerada. É crescente o número de reclamações trabalhistas com pedidos relacionados a violações como racismo, violências de gênero, homofobia, etarismo, situações que seriam evitadas com práticas efetivas de Diversidade e Inclusão na organização.

Portanto, promover ações de D&I também impacta no passivo trabalhista da empresa e mitiga condutas desfavoráveis à imagem desta, já que condenações na Justiça do Trabalho relacionadas a esses temas comumente são expostas na mídia.

Para muitas empresas, em especial para os pequenos e médios empresários, a construção e implementação de políticas ESG parece ser algo custoso e, portanto, distante da realidade de seu negócio.

No entanto, para se manterem competitivas no mercado, todas as empresas, inclusive PMEs, deverão ter práticas alinhadas ao conceito ESG, também no aspecto trabalhista.

Isto porque a demonstração desse alinhamento já tem sido indicada como um critério de contratação por empresas de diferentes portes. Ou seja, não ter uma política ESG fará com que uma empresa seja preterida por um potencial cliente ou parceiro comercial.

É o caso de companhias que estabelecem como critério de contratação de um parceiro que ele informe quais ações de diversidade e inclusão tem implementadas para o seu quadro de empregados, ou que comprove que sua cota legal de Pessoas com Deficiência está preenchida.

Por isso, a construção de uma política ESG, que contemple ações de Diversidade e Inclusão, deve ser entendida como essencial à própria manutenção do negócio e, portanto, encarada como um verdadeiro investimento.

Inclusive, pesquisas de institutos renomados como a Harvard Business Review, McKinsey & Company e Catalyst mostram uma relação muito positiva entre ESG (incluindo diversidade e inclusão), apontando para melhores resultados do negócio.

Com a busca cada vez maior em se enquadrar no conceito ESG e envolvido com pautas de D&I, observa-se que muitas empresas fazem uma defesa da diversidade nas mídias sociais, sem que necessariamente promovam mudanças internas reais. Tome-se como exemplo empresas que defendem publicamente uma pauta LGBTQIA+, mas não contam com nenhuma pessoa na equipe que seja representante da comunidade.

Essa conduta é conhecida no mercado como Diversity Washing ou ESG Washing, e pode ser mais prejudicial do que positiva à imagem empresarial.

Desse modo, é fundamental que aquilo que é transmitido ao público externo traduza um real engajamento da empresa com a bandeira levantada, sobretudo em tempos de “cultura do cancelamento”.

Uma ação mais tímida e adequada à realidade e ao porte da empresa, mas efetiva e verdadeiramente inclusiva pode ser mais interessante e segura do que uma grande defesa de uma pauta de diversidade sem que ações concretas sejam replicadas internamente.

Apesar de algumas dificuldades e de baixa adesão das lideranças, a temática ESG vem crescendo entre as empresas brasileiras (Kalawin / Getty Images) (Kalawin/Getty Images)

Imagem: Kalawin / Getty Imagens

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse queas Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. - (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.

A very good text on the subject, below:

(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION

66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive

By Maria Filomena Brandão

The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.

As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.

Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.

A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.

According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.

According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.

I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.

Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?

*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.

– Quem te ouvirá?

Uma perfeita colocação sobre quem te respeita ou não, na imagem abaixo:

– Ética e Colaboração com o Próximo.

Nessa sociedade, tanto na vida pessoal como profissional, precisamos de ética, colaboração e respeito.

Uma breve reflexão, aqui: https://youtu.be/cVw-pbfVv6A?is=Z-_nhKW_8lxFMmzi

 

– Converse com gente inteligente e educada.

Discutir com quem quer tumultuar, não vale a pena.

Debater com teimoso, é perder tempo (e muitas vezes, paciência).

O que vale é interagir com pessoas sábias e respeitosas. Todos ganham e novas ideias surgem (mesmo que exista discordância).

Um pensamento:

– Nunca rotule as pessoas.

A figura que segue nesta postagem mostra que conhecemos o exterior das pessoas (se é que conhecemos, pois muitas ainda usam máscaras), mas o conteúdo e seus sentimentos reais, nunca descobriremos!

Por quê rotular, sendo assim?

– A teoria da Pipoca!

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– De La Fuente, um treinador de futebol (católico praticante) perseguido por expressar a sua fé?

Ele está na final da Copa do Mundo 2026 dirigindo a Espanha. Mas…

Extraído de InvestiBrasil, em seu Facebook:

Cristofobia?

O técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente, voltou a chamar atenção ao falar publicamente sobre sua fé cristã. Em declarações recentes, o treinador afirmou que “não existe apenas uma, mas mil razões para acreditar em Deus” e que, em sua visão, “sem Deus, a vida perde o sentido”. A fala repercutiu nas redes sociais e gerou reações divididas.

Conhecido por nunca esconder suas convicções religiosas, De la Fuente também declarou que reza todos os dias, mas não para pedir vitórias em campo. Segundo ele, suas orações são voltadas principalmente para agradecer pela vida e pedir saúde, afirmando ainda que seria “injusto” pedir a Deus que ajudasse apenas a Espanha e não o adversário.

Após a repercussão das declarações, usuários nas redes sociais passaram a criticar o treinador, enquanto outros defenderam seu direito de expressar livremente suas crenças religiosas. Até o momento, a Federação Espanhola de Futebol não se manifestou sobre o assunto.

(Imagem extraída da própria reportagem de InvestiBrasil)

– De La Fuente, um treinador de futebol (católico praticante) perseguido por expressar a sua fé?

Ele está na final da Copa do Mundo 2026 dirigindo a Espanha. Mas…

(Ops: não entramos no mérito de Direita ou Esquerda, mas do Exercício da Fé)

Extraído de InvestiBrasil, em seu Facebook:

Cristofobia?

O técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente, voltou a chamar atenção ao falar publicamente sobre sua fé cristã. Em declarações recentes, o treinador afirmou que “não existe apenas uma, mas mil razões para acreditar em Deus” e que, em sua visão, “sem Deus, a vida perde o sentido”. A fala repercutiu nas redes sociais e gerou reações divididas.

Conhecido por nunca esconder suas convicções religiosas, De la Fuente também declarou que reza todos os dias, mas não para pedir vitórias em campo. Segundo ele, suas orações são voltadas principalmente para agradecer pela vida e pedir saúde, afirmando ainda que seria “injusto” pedir a Deus que ajudasse apenas a Espanha e não o adversário.

Após a repercussão das declarações, usuários nas redes sociais passaram a criticar o treinador, enquanto outros defenderam seu direito de expressar livremente suas crenças religiosas. Até o momento, a Federação Espanhola de Futebol não se manifestou sobre o assunto.

(Imagem extraída de InvestiBrasil, da reportagem citada).

– Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

‘Want to know about the resilience of survivors of bullying? If you’re one of them, this post should make you feel proud that you not only survived, …

Continua em: Survivors of Bullying: How It Feels to Overome

– Causes of Bullying: 7 Proven Factors That Trigger Bullying.

‘Want to know the causes of bullying so that you can feel better about yourself, knowing that it isn’t you who provokes it? As someone who was on the…

Continua em: Causes of Bullying: 7 Proven Factors That Trigger Bullying

– Ser respeitoso sempre!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).

De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:

Imagem

– Quando postamos coisas na Internet, elas são, de verdade, úteis para algo?

Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais. 

O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.

Disse Emily:

“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”

E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ousão simplesmente uma grande perda de tempo?

Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?

Pense nessa situação!

Um belo e acessível horizonte de acesso à internet – Assespro

Imagem extraída de: https://www.assespro-mg.org.br/um-belo-e-acessivel-horizonte-de-acesso-a-internet/

– Bullying and Dehumanization: 10 Ways Bullies Dehumanize You.

‘Want to know about bullying and dehumanization? ‘Want to know how dehumanization progresses and all the ways bullies try to dehumanize you? Here are…

Continua em: Bullying and Dehumanization: 10 Ways Bullies Dehumanize You

– Assédio no trabalho: o silêncio que começa a ser rompido.

O aumento das ações trabalhistas mostra que o silêncio contra o assédio começa a ser rompido. #Linkezine 💼 O post Assédio no trabalho: o silêncio …

Continua em: Assédio no trabalho: o silêncio que começa a ser rompido

– Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+.

Sobre a data comemorada hoje, simplesmente RESPEITO. Nada de apologia ou crítica, e é aí que reside a Cidadania entre todos.

Gostei dessa mensagem, da Universidade São Francisco:

– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– ”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

Um ditado que nos faz refletir:

”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…

Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.

– Recovery from Bullying: Journey to Healing.

‘Want to know about recovery from bullying and what to expect once you leave the toxic environment you were bullied in? Here are all the details! …

Continua em: Recovery from Bullying: Journey to Healing

– Saiba ouvir o seu próximo.

É tão difícil exercer a escuta?

Ouça o seu semelhante, ao menos por solidariedade ou educação.

Gostei dessa mensagem:

– Igualdade e Equidade.

Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).

Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.

A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Teacher Bullying: When Teachers Join In.

Want to know the ins and outs of teacher bullying? Here’s what happens if you’re a kid in school and bullied by both peers and teachers. If you’re …

Continua em: Teacher Bullying: When Teachers Join In

– Male vs Female Bullying.

‘Want to know the differences in male vs female bullying? Here are all the contrasts you need to know about. Males and females bully differently. …

Continua em: Male vs Female Bullying

– Não confunda Liberdade de Expressão com Permissão de Cometer Crimes.

Muitas pessoas confundem a Democracia com a permissão de cometer crimes contra a Sociedade. Não usam a Liberdade de Expressão com o devido valor, praticando ofensas.

Um quadro bem claro, abaixo:

– Nos respeitemos mutuamente!

Independente de raça, credo, gênero ou qualquer ideologia, somos todos semelhantes.

Digo “semelhantes”, pois igual ninguém é em relação ao próximo. Afinal, temos nosso conjunto de características ímpar, de indivíduo para indivíduo. A única coisa que nos iguala (ou melhor: deveria nos igualar) é a dignidade humana!

Sendo assim, considerando que todos nós teremos o mesmo fim (a morte neste plano) por quê julgar inferior alguém ou discriminar?

Esse meme, abaixo, bem conhecido, é perfeito:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Uma sociedade tão sentimental e, ironicamente, tão insensível! Culpa de quem?

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Solidariedade forma onda de boas ações para ajudar o próximo ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– What Bullies Hate Most: 9 Things Bullies Despise.

‘Want to know what bullies hate most? Here are all the things bullies despise so that you’ll have something to feel good about and use against them. …

Continua em: What Bullies Hate Most: 9 Things Bullies Despiste

– Learning to Love Yourself: 11 Reasons Self-Love is Most Important.

‘Want to know the importance of learning to love yourself? Here are all the reasons why self-love is most important. When you are a target of …

Continua em: Learning to Love Yourself: 11 Reasons Self-Love is Most Important

– Character vs Reputation: 4 Tactics Bullies Use to Smear You.

‘Want to know the differences of character vs reputation? If people have bullied you and unjustly ruined your reputation, know that your reputation …

Continua em: Character vs Reputation: 4 Tactics Bullies Use to Smear You

– Importância versus o Uso.

Quem bolou esse pensamento, foi muito bem. Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Redes Antissociais? A Internet não pode ser tóxica.

O que você quer de uma Rede Social?

Eu quero ter o direito de opinar o que pensomas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).

Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?

Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale. 

Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.

Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?

O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Facebookcídio: usuários contam por que saem do Facebook (e por que ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.