– A confusão criada pela UEFA e por Orbán na Eurocopa (Alemanha x Hungria).

A Allianz Arena, em Munich, receberá Alemanha x Hungria pela Eurocopa. E como estão ocorrendo eventos do Orgulho Gay nesses dias, a direção do estádio resolveu iluminar a arena com as cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBTQIA+.

Entretanto, a UEFA proibiu tal coloração alegando “manifestação política”. Por trás da decisão, está o primeiro-ministro ultraconservador Viktor Orbán, que mantém ótima relação com a entidade (Orbán promoveu a chamada “lei anti-gay”, que retirou alguns direitos / manifestações de seu país).

IMPORTANTE – A própria UEFA colocava mensagens de apoio aos homossexuais, frases de efeito sobre o orgulho dessa comunidade e tuitava que seria a “Eurocopa da inclusão / diversidade“.

Aqui, que se deixe bem claro: respeitar a opção sexual de cada um não é fazer apologia ou publicidade dela. Simplesmente: ter respeito ao próximo, que não significa concordância ou não.

Os clubes da Alemanha prometeram que, na hora do jogo, farão manifestações coloridas como represália à UEFA.

Já pensaram na repercussão que teremos (e a óbvia discussão polêmica) quando um craque do futebol se declarar homossexual?

Aguardemos.

 

– Pintou o Arco Íris no seu perfil? Sobre Católicos, Hetero e Homossexuais

Vejo uma grande repercussão da fala de um padre mato-grossense nas Redes Sociais, que resultou numa investigação de homofobia por partes das autoridades. O sacerdote usou termos grosseiros e fugiu um pouco da pregação (divulgada ontem, 17/06, no Jornal Nacional).

Mas como um católico deve se portar diante da questão LGBTQI+?

Como faz com sabedoria o Padre Zezinho, SCJ, conhecido compositor católico e exímio pregador.

Abaixo, seu texto de anos atrás, mostrando a correta visão cristã:

O Facebook promoveu anos atrás o “Dia da Celebração do Orgulho Gay” , nesta mesma época, nos EUA. E o mundo inteiro coloriu seus perfis nas redes sociais (não só no próprio Facebook, mas no Twitter e em outras tantas), acompanhando as festividades da legalização do casamento homossexual na “terra do tio Sam”, por determinação da Suprema Corte e apoio do presidente Obama

O tema é difícil. Mas ouso fazer minhas as sábias palavras do Pe Zezinho-SCJ, que publicou um artigo intitulado: “Pregar para Hétero e Homoafetivos.”

Aproveitando o evento da Parada Gay em SP, compartilho esta pregação perfeita em fé, respeito, cidadania e de cristianismo verdadeiro. Abaixo:

Meus amigos gays que optaram por assumir suas relações conhecem meu pensamento e minha catequese. Não preciso pintar minhas fotos de arco-íris para deixar claro que os respeito. E eles sabem que não os apoio em tudo, nem posso abençoar sua união com um sacramento. Também não posso agredi-los. E nem exigem que eu concorde com tudo o que eles pregam. O que deixo claro é que minha postura diante de outras igrejas e religiões é de concordância com algumas opções e crenças e discordância com outras posturas de fé. O mesmo sucede com os gays. Da mesma forma que eles discordam de nossa doutrina sobre sexualidade, mas concordam com outras posições da Igreja, eu faço o mesmo. Concordo com sua luta por mais respeito e pelos seus afetos, mas discordo de algumas de suas posturas e conceitos. Isso não me faz um catequista ou um pregador brucutu. Todos eles sabem que sou amigo, mas não penso como eles a respeito de tudo o que fazem e pregam. Dialogamos, mas não fingimos que está tudo 100%.

Entenderam? Evitar o proselitismo, fugir da demagogia e não cair no radicalismo são necessários para um mundo cidadão.

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– Tempos malucos!

Estamos em tempos “diferentes”, “complicados” e “alterados”. Li em algum lugar, e não consegui achar o autor, mas é verdade:

“Estamos numa época em que esclarecidos e sensatos devem ficar quietos para não ofender os ignorantes e radicais”.

E não é verdade? Haja paciência para discutir educadamente com quem não quer entender e vem com “pedras na mão”!

40 frases sobre ignorância que te farão refletir sobre mentes fechadas

– Nativos e Imigrantes digitais, mais os mal-educados que se apropriam da Web.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
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– Contra uma sociedade insensível… o Evangelho!

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Solidariedade forma onda de boas ações para ajudar o próximo ...

– Imitem as meninas do Brasil, rapazes!

Ontem falamos sobre a coragem das jogadoras da Seleção Brasileira de futebol feminino, que protestaram contra o assédio sexual – em clara resposta ao chefe delas na CBF, Rogério Caboclo.

As meninas divulgaram um manifesto (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-vpX) e entraram em campo com uma faixa (abaixo).

Será que neste domingo, na abertura da Copa América 2021 (que deverá ter bastante audiência) os jogadores da Seleção de futebol masculino, que tanto agitaram na semana mas se omitiram quanto a isso, se pronunciarão também?

Seria digno imitarem o gesto das suas colegas e fazerem o mesmo. Mais ainda: se fizerem tal ato por altruísmo / cidadania, não por demagogia / marketing!

– Parabéns às meninas da Seleção Brasileira de Futebol!

Muito bem, garotas! Após a vergonhosa atitude de assédio do presidente da CBF Rogério Caboclo, onde os jogadores da Seleção Brasileira de Futebol Masculino nada disseram, as jogadoras da Seleção Feminina não se calaram e se manifestaram, publicarando uma nota.

Tal ato mostra a coragem delas frente ao “migué” deles. Abaixo:

– A Chatice dos Idiotas nas Redes Sociais

O mundo virtual está virando terra de ninguém. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos (que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).

Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”. Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficam ávidos de que você retribua uma curtição. É mole?

E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta. Ué? Mas por que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores? Não tenho interesse nisso.

Twitter? Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender. Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.

O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!

Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…

Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.

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– O verdadeiro Fair Play no Esporte e o Sucesso próprio.

Essa publicação recente foi feita para abordar o desejo de vencer pelos nossos méritos, e não pelas quedas e percalços do próximo. Mas, ao mesmo tempo, ela serve de exemplo para o Fair Play no esporte.

Confesso: não sei quem são os clubes e os atletas envolvidos no vídeo. Mas o que vale é: a mensagem de espírito esportivo e consciência da ética e respeito.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/theunismarinho_activity-6803396296024592384-3y-C

– No país da Padroeira Negra, ainda existe racismo…

Como em um país cuja Padroeira é negra (talvez não tenhamos uma invocação da Virgem Maria tão bonita mundo afora como a de Nossa Senhora da Conceição Aparecida), pode existir a ignorância do racismo na sociedade?

É assustador que em pleno século XXI, exista divisão social ou desrespeito ao próximo devido a cor ou raça alheia… 

Digo isso pois leio que uma professora, ontem, foi presa no RJ por ofender com termos racistas 3 garçonetes (vide aqui: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2021/06/01/professora-e-presa-por-racismo-em-bar-no-rio-como-doi-lamenta-garconete.htm).

Como pode?

Somente rezando mesmo:

– Mãe do Céu Morena, rogai por nós e pela conversão dos preconceituosos. Amém!

Nossa Senhora Aparecida