– A Genética da Mulher do Circo

Não costumo postar tal assunto, mas esse é muito curioso. Lembra daquelas propagandas de circo: “Hoje a mulher barbada é a atração!”?

Pois bem: cientistas chineses conseguiram descobrir porque existem mulheres barbadas.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gArSJzUFTYn738Rhw6pczB4OfQ2g

WASHINGTON, EUA (AFP) CIENTISTAS DESVENDAM O MISTÉRIO DA MULHER BARBUDA

Cientistas chineses identificaram o problema genético que está na origem da síndrome da “mulher barbuda”, cujas vítimas foram consideradas monstros e chegaram, um dia, a ser expostas em feiras.

O caso mais famoso da história da medicina remonta ao século XIX: Julia Pastrana tinha esta doença e foi explorada por um produtor de espetáculos que a levou para o mundo inteiro, lembrou um estudo publicado nesta quinta-feira na revista American Journal of Human Genetics, por uma equipe da Academia de Ciências Médicas de Pequim.

Pastrana sofria de “hipertricosis universal congênita terminal” (CGHT), um desequilíbrio hormonal caracterizado por um grande desenvolvimento do cabelo e do pelo do corpo, acompanhado por uma deformação do rosto e das gengivas.

“A mutação genética na origem da CGHT (…) ainda não havia sido descoberta”, disse um dos autores do estudo, o doutor Zhang Xue.

Os pesquisadores conseguiram determinar as anomalias genéticas do cromossomo 17q24.2-q24.3 responsável por esta doença.

Para realizar o estudo, difícil de concretizar pela raridade de casos, Zhang e sua equipe efetuaram análises em membros de três famílias chinesas que sofrem da doença.

Alguns apresentavam diferentes tipos de alterações de cromossomos gerando má-formações, outros tinham problemas de duplicação de genes, também fator de má-formações.

“Nosso trabalho determina claramente que a CGHT é uma desordem genética”, explicou Zhang, dizendo que “são necessários outros estudos para compreender os mecanismos moleculares exatos” desta doença.

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Acima, foto de Júlia Pastrana (1934-1960), durante apresentação em Londres. Um dos casos mais comuns de “mulher Barbada”, ou melhor, portadora da hiperticose generalizada congênita.

 

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– A redução do peso do saco de cimento e os golpes de outrora!

Eu trabalhei muito tempo em depósito de material de construção, e sofria quando tinha que carregar sacos de cimento. Afinal, cada um pesa 50 kg (e os de cal, 20 kg).

Em breve, por determinação de autoridades da área de Segurança no Trabalho, o peso máximo será de 25 kg / saco. Correto. E o preço, logicamente, tem que cair pela metade. 

Me recordo que quando existiu o congelamento de preços imposto pelo Presidente José Sarney em 1986, os sacos de cal passaram de 20 kg para 10 kg por um período (e o preço não caiu pela metade). Era golpe para fugir dos valores tabelados / congelados.

Atualmente, muitos produtos tem redução de tamanho e o preço muda muito pouco, sendo um engodo não percebido por boa parte dos consumidores. Vide os chocolates de 200 gramas, que caíram para 180g, dependendo da marca, para 170. 

A queda de preços é sempre proporcional?

Tomara que sim, pois o caso passará da Segurança do Trabalho para a Segurança do Bolso, caso “não ocorra”.

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– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

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– O que fazer contra as capivaras e a febre maculosa?

Em minha região há uma verdadeira praga de capivaras. Como se reproduzem, invadem chácaras, destroem plantações e, o pior, não podem ser abatidas por lei ambiental.

Tudo isso é um problema, além, claro, da febre maculosa (que me dá muito medo).

Para quem não sabe o que é isso, compartilho,

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2019/06/04/febre-maculosa-entenda-o-ciclo-de-transmissao-e-os-sintomas-da-doenca.ghtml

FEBRE MACULOSA: ENTENDA O CICLO DE TRANSMISSÃO E OS SINTOMAS DA DOENÇA

Transmissão ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença.

Já chegam a 21 as pessoas com suspeita de febre maculosa em Contagem (MG), uma doença que pode matar em até 60% dos casos. Neste domingo (2), a prefeitura da cidade confirmou duas mortes – outras duas estão em investigação. As quatro vítimas são da mesma família. Em Belo Horizonte, três pessoas estão internadas com suspeita da doença. 

Mas quais são as causas da doença? Como ela é transmitida? O G1 traz as principais informações: 

O QUE É A FEBRE MACULOSA?

É uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Rickettsia. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, duas espécies estão associadas à febre maculosa: 

Rickettsia rickettsii, mais registrada do norte do Paraná e nos estados da região Sudeste, como Minas Gerais;

Rickettsia sp. cepa Mata Atlântica, que é registrada em áreas silvestres e apresenta sintomas mais leves.

COMO ELA É TRANSMITIDA?

A transmissão em seres humanos ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença. Os carrapatos permanecem infectados durante toda a vida, em geral de 18 a 36 meses. Veja o ciclo:

COMO DIMINUIR OS RISCOS DE INFECÇÃO?

Quanto mais rápido uma pessoa retirar os carrapatos de seu corpo, menor será o risco de contrair a doença. Após a utilização, coloque todas as peças de roupa em água fervente para a retirada dos insetos. 

“Para transmitir a doença, o carrapato precisa ficar na nossa pele por quatro horas”, explica a infectologista Rosana Richtmann. 

OUTRAS DICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE: 

  1. Ao remover um carrapato da sua pele, use uma pinça para agarrá-lo e remova-o cuidadosamente.
  2. Trate o carrapato como se estivesse contaminado: mergulhe-o em álcool ou jogue no vaso sanitário.
  3. Limpe a área da mordida com antisséptico.
  4. Lave bem as mãos.

QUANTO TEMPO DEMORA PARA OS SINTOMAS SE MANIFESTAREM?

A doença pode demorar até duas semanas para se manifestar após o contato inicial com a bactéria. 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Os sintomas são parecidos com os de várias outras doenças, como a dengue. Febre alta, dor no corpo e dor no fundo dos olhos estão entre os principais, assim como dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, diarreia, insônia, manchas na pele. 

A doença causa uma inflamação nos vasos periféricos e pode gerar amputações, quadros neurológicos e matar em até 60% dos casos.

A progressão da doença varia. Nem todos os pacientes desenvolverão todos os sinais ou sintomas. Por isso, o mais importante é examinar o corpo após entrar em áreas silvestres.

COMO É O TRATAMENTO DA FEBRE MACULOSA?

Quanto mais cedo o paciente buscar uma unidade de saúde após a manifestação dos sintomas, maior será a chance de melhoria no quadro. O tratamento é feito com antibióticos específicos e, em alguns casos, a pessoa precisará ser internada. Todo o processo dura cerca de 10 dias.

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– Indicadores do Esgotamento Profissional

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

 O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

“Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

“Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

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– A Polêmica Campanha do Governo sobre a Felicidade das Prostitutas

Foi em 2013, mas… faria sentido hoje?

Compartilho:

PROSTITUTAS FELIZES

Está dando o que falar: o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, lançou uma campanha para dignificar a figura das profissionais do sexo e ao mesmo tempo protegê-las, incentivando a prática de maneira saudável e consciente.

A idéia é elevar a auto-estima e valorizar a figura da mulher, numa campanha com garotas de programadas mais jovens às mais velhas – posando com os dizeres “Eu sou feliz por ser prostituta“.

Eu acho uma tremenda inversão de propósito: ao invés de lutar para a verdadeira dignidade das mulheres, longe da venda do corpo, ocorre o contrário!

Que conjunto de valores estamos passando? E você, o que pensa sobre isso?

Veja alguns cartazes:

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– Síndrome de Burnout agora é doença, oficialmente pela OMS

Conheço muita gente que, pelos relatos, sofre da Síndrome de Burnout, uma doença que é relacionada ao desgaste físico e emocional pela pressão no trabalho.

E o que eu não sabia: somente na semana passada a Organização Mundial da Saúde reconheceu esse mal como “doença de verdade“!

Embora tardia, justa classificação. Saiba mais sobre essa enfermidade em: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/

SÍNDROME DE BURNOUT

por Maria Helena Varella Bruna

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes.

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no grupo 24 do CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como:

Ausências no trabalho;
Agressividade;
Isolamento;
Mudanças bruscas de humor;
Irritabilidade;
Dificuldade de concentração;
Lapsos de memória;
Ansiedade;
Depressão;
Pessimismo;
Baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM BURNOUT

Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou mesmo tratar a síndrome de burnout;
Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental;
Avalie também a possibilidade de propor uma nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais;
Ouça a opinião de seus familiares, amigos e colegas: Quem tem burnout, muitas vezes não percebe;
Não hesite em procurar ajuda profissional. A saúde mental é tão importante quanto a física.

PERGUNTAS FREQUENTES

  • Tenho receio de relatar meu estado ao RH e sofrer alguma punição. O que fazer?

A principal recomendação é procurar primeiramente atendimento médico ou psicoterápico. Ao relatar esse temor, o profissional poderá conduzir o caso de forma que você não seja prejudicado.

  • Portadores de burnout têm direito a licença médica?

Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez.

  • Qual profissional devo procurar?

Um psicoterapeuta ou psiquiatra. Ele pode receitar terapia cognitiva comportamental ou outro tipo de atendimento psicológico. Eventualmente, medicamentos entram em cena, com o uso de antidepressivos.

  • Existe tratamento no SUS?

O tratamento para problemas relacionados a transtornos mentais é oferecido de forma integral e gratuita por meio SUS. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pelo primeiro atendimento ao paciente, e o caso será encaminhado aos centros especializados para cada tipo de atendimento.

  • Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional?

Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo.

Mulher com roupa social esfregando os olhos demonstrando exaustão (síndrome de burnout).

– O perigo do Slime que contenha bórax

Que é uma febre a brincadeira de Slime (aquela gosma que as crianças gostam de mexer ou fazer em casa), não há dúvida. A dúvida é: realmente o produto é totalmente inofensivo?

Agora, parece já existir uma resposta: se existir uma substância chamada bórax (borato de sódio) na sua composição, vale a pena ter cuidado. Aqui, o primeiro registro de intoxicação em São Paulo (abaixo).

Extraído de: https://noticias.r7.com/saude/medicos-explicam-como-o-slime-pode-causar-intoxicacao-23052019

MÉDICOS EXPLICAM COMO O SLIME PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Contato com substância chamada bórax, utilizada na elaboração da massa de modelar, pode provocar vômitos e cólicas; alternativa são as massas atóxicas

Na noite desta quarta-feira (22), uma mulher publicou nas redes sociais que sua filha está internada há mais de uma semana devido à intoxicação por bórax, substância presente no slime, espécie de massa de modelar que é uma febre entre as crianças.

A garota, de 12 anos, chegou ao hospital com vômitos e sintomas de uma gastroenterite, mas, segundo o relato da mãe, os exames não apontaram infecção por vírus ou bactéria. A suspeita de intoxicação só foi levantada após os médicos avistarem o slime no quarto do hospital em que menina está internada.

De acordo com o pediatra Werther Carvalho, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, tanto o slime caseiro quanto o que é comprado pronto podem oferecer riscos, porém diminuído no segundo caso.

Carvalho afirma que o borato de sódio, ou bórax, substância química presente no slime e que é manipulada na fabricação do produto, pode causar intoxicação e o potencial de toxicidade do brinquedo pode ser aumentado conforme o uso de outros produtos químicos na mistura, como corantes, amaciantes e cremes de barbear.

“No Brasil, as pessoas não têm orientação de como utilizar o bórax. O produto oferece grande risco e deve ser manipulado com prevenção, como avental e luvas”, afirma Carvalho. “O problema está também porque a criança fica muito tempo exposta àquela substância, quando deveria ficar entre 15 e 20 minutos”.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o bórax tem seu uso regulamentado para fertilizantes e produtos destinados à higienização, sendo utilizado para tais finalidades e nas doses recomendadas. O órgão afirma que a substância não deve ser manipulada por crianças e que não seja utilizada em finalidades não autorizadas.

Segundo a Anvisa, o uso do bórax pode provocar náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarreia com coloração azul ou esverdeada, pele com cor azulada, queda de pressão sanguínea, diminuição de energia e choque.

O pediatra Nelson Ejzenbaum, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que as misturas químicas do slime, assim como o uso do bórax, por meio do odor forte, pode causar vômitos, náuseas e tontura. Carvalho afirma que a substância, em contato com a pele, pode provocar lesões na pele e conjuntivite.

A ingestão do slime ou do bórax, seja por desatenção ou por resquícios das substâncias nas mãos, pode provocar vômitos, diarreia e náuseas.

“A intoxicação por bórax é diferente de uma virose, pois a criança não apresentará febre ou tosse, que ocorreriam se ela estivesse infectada. A intoxicação provocará irritação nas mucosas e, hoje, com os dados ambientais do uso de slime ser frequente, os pediatras já estão orientados para a associação de intoxicação por bórax”, afirma Carvalho.

Ele explica que o tratamento da infecção é sintomático e que a criança deve se manter bem hidratada e com alimentação leve, evitando comidas ácidas, como abacaxi e limonadas, pois pode piorar a irritação das mucosas. “Acima de tudo, a criança deve ser afastada do bórax e não mexer mais com produtos que contenham a substância”, alerta o pediatra.

Ejzenbaum afirma que o ideal é que, se a criança for produzir o slime em casa ou for brincar, a atividade deve ser supervisionada por um adulto. Para Carvalho, a manipulação do produto deve ser realizada em local aberto ou arejado, usando avental e luvas. Ambos os especialistas concordam que a substituição do slime por outras alternativas, como massinhas atóxicas, são melhores opções de brinquedos para as crianças.

Produção de slime leva bórax, substância química que provoca intoxicação

– A Caneta que ajuda a detectar o câncer!

Já ouviu falar em espectrometria de massas?

Pois saiba: essa técnica está ajudando a desenvolver um equipamento revolucionário para a oncologia!

Conheça, extraído de: https://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,cientista-brasileira-cria-caneta-que-detecta-cancer-durante-cirurgia,70002832324.amp

CIENTISTA BRASILEIRA CRIA ‘CANETA’ QUE DETECTA CÂNCER DURANTE CIRURGIA

Dispositivo em estudo é capaz de extrair moléculas de tecido e apontar, no material analisado, a presença de células com tumores; ele já teve resultados promissores na análise de 800 amostras. Nos EUA, Livia já recebeu ‘bolsa dos gênios’ pelo trabalho

Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como “bolsa dos gênios” e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

Em entrevista exclusiva ao Estado, a pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. “Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos”, explica Livia.

A caneta desenvolvida por ela e sua equipe de pesquisadores usa uma técnica de análise química para dar essa mesma resposta que um patologista daria. “A caneta tem um reservatório preenchido com água. Quando a ponta dela toca o tecido, capta moléculas que se dissolvem em água e são transportadas para um espectrômetro de massa, equipamento que caracteriza a amostra como cancerosa ou não”, explica a cientista.

Essa caracterização da amostra em maligna ou não pode ser feita porque a tecnologia usa, além dos equipamentos de análise química, técnicas de inteligência artificial para que a máquina “responda” se as células são tumorais.

Para isso, foram usadas, na criação do modelo, centenas de amostras de tecidos cancerosos que, por meio de suas características, “ensinam” a máquina a identificar tecido tumoral.

“Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%”, conta Livia.

PRÓXIMOS PASSOS

O resultado dessa etapa do estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science Translational Medicine em 2017. Depois, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA ampliou a investigação para 800 amostras de tecido e, mais recentemente, obteve autorização de comitês de ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais.

“Apesar dos bons resultados em amostras de tecido, o modelo ainda precisa ser validado em testes clínicos. Se os resultados forem confirmados, ainda deve demorar de dois a três anos para a caneta ser lançada como produto”, opina Livia. O dispositivo já foi testado para câncer de cérebro, ovário, tireoide, mama e pulmão, e está começando a ser usado também nas pesquisas de tumor de pele.

Caso a técnica se mostre eficaz também para esse tipo de câncer, ela poderia ser usada para identificar se pintas ou outras lesões de pele são malignas sem a necessidade de remoção de uma parte do tecido, o que pode trazer danos estéticos.

Para Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncológica e diretora do Centro de Referência da Mama do A. C. Camargo Cancer Center, caso confirmada a eficácia do método em todas as fases da pesquisa, ele trará ganhos nos tratamentos contra o câncer por permitir maior precisão na retirada dos tumores. “Uma das coisas mais importantes quando a gente fala de tratamento cirúrgico é que o cirurgião consiga retirar completamente o tumor. As taxas de cura vão estar relacionadas a isso, mas temos limitações em garantir que toda a circunferência do tecido retirado esteja livre de células tumorais. Então, uma tecnologia como essa, se validada, tem muito a agregar.”

Ela explica que a técnica seria importante porque nem todos os hospitais contam com um patologista na equipe cirúrgica para analisar o tecido removido ainda durante a operação. “Nesses casos em que não há essa análise das margens durante a cirurgia, a taxa de reoperação é maior”, diz.

Fabiana destaca ainda que a rapidez do novo método pode ter outras vantagens para o paciente. “A redução do tempo cirúrgico seria um benefício agregado da técnica, principalmente em pacientes mais idosos, com doenças crônicas, que têm maiores riscos durante um procedimento cirúrgico”, diz a especialista.

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– Maconha ao Volante

Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.

Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!

E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

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– Adriano, no futuro, virará “um Empacotador de Bolachas” de Oto Glória?

Nesta semana, apareceu outro vídeo do Imperador Adriano, novamente em estado lamentável de bebedeira e pagando mico (não publicarei o link pois entendo que alcoolismo é doença e penso que o relato já é suficiente para a discussão).

Já faz um bom tempo que ele, ex-jogador do Flamengo e Internazionale de Milão, encerrou sua vida profissional “não formalmente”. Alegando que não estava de bem com a vida, mergulhado em Depressão e, segundo alguns, vitimado por Alcoolismo, o atleta resolveu, digamos, “dar um tempo” na prática esportiva (que já está em anos de pausa).

O problema é a base social em que ele foi criado. Adriano não nega ser amigo de diversos traficantes do Morro do Cruzeiro, onde cresceu. Muito embora não exista histórico que o envolva com drogas ilícitas, tais amizades não são louváveis para ninguém.

Frequentemente o atleta se envolvia em confusões, normalmente regadas a belas mulheres e muitas bebidas. Consta que antes da sua última apresentação para a ida à Granja Comary, visando os treinos da Seleção Brasileira, promoveu uma festa digna dos mais requintados bordéis em sua nova casa. Profissionalismo passou longe do atleta.

Depressão e alcoolismo são doenças. Sem apoio e tratamento (e olha que o empresário dele era o Gilmar Rinaldi, exemplo de atleta quando jogava no São Paulo), fica difícil a recuperação.

Para sair da Itália, abriu mão, na época, de um contrato de 5 milhões de euros! Dinheiro não devia ser problema, ou a cabeça não devia estar boa mesmo…

É que hoje os jogadores de elite ganham muito. Mas, será que um dia essa “bufunfa” não acabará? Ou já está acabando?

Fora do futebol, o que Adriano poderá fazer?

Lembro de uma frase marcante do ex-treinador da Seleção Portuguesa e Benfica, o brasileiro Oto Glória. Disse ele:

“Para alguns jogadores, o emprego de empacotador de bolachas é uma ótima opção”.

Detalhe: os fabricantes de bolacha já automatizaram a produção há algum tempo

Repito: como jogador, Adriano foi um cara muito acima da média, indiscutivelmente. Uma pena tal talento ser desperdiçado. Talvez estaria ainda na Seleção Brasileira sendo convocado, se tivesse o mesmo cuidado com o corpo como Zé Roberto, Mauro Galvão, ou qualquer outro longevo atleta.

– Há 2 anos, momento de felicidade ímpar!

Exatamente em 14 de maio de 2017, celebrava-se o dia das mães. E celebrávamos também a saída da nossa caçulinha Maria Estela Porcari da UTI do Hospital Santa Elisa, indo para o quarto (como um verdadeiro presente da data comemorada para a mamãe Andréia).

Lembramos a publicação dessa maravilhosa notícia emhttps://professorrafaelporcari.com/2017/05/14/nosso-presente-do-dia-das-maes-foi-a-saida-da-uti-de-nossa-filhinha/

Vejam só como estava tão pequenina na época:

Agora, dois anos depois, tão gordinha! Abaixo:

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A minha foto preferida:

Graças a Deus!