– #DezembroVerde contra a Paralisia Cerebral

Já ouvimos falar do Outubro Rosa contra o câncer de mama e o Novembro Azul contra o câncer de Próstata. Em Dezembro, a campanha é pelas crianças com Paralisia Cerebral.

Para saber mais dessa importante iniciativa, visite o site da instituição que mais cuida desses pequenos, a Cruz Verdehttp://www.cruzverde.org.br/.

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– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

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– Deixar que Crianças se Sujem pode ser bom! A Vitamina S

Interessante essa matéria da Revista Veja, pg 122, no. 2143, por Nathália Butti, que fala da importância das crianças em tomarem Vitamina S, ou seja, “sujeira”. A ideia é de que as crianças que brincam e têm contato com sujeira ganham mais imunidade.

SUJINHA E SAUDÁVEL

Pesquisas confirmam que não se deve levar a extremos os cuidados com a higiene das crianças, sob pena de expô-las a alergias e infecções

Muitas mães de crianças pequenas levam as mãos à cabeça quando as veem atropelar as regras básicas de higiene. Comer a bala que caiu no chão, chapinhar em poças, esfregar as mãos na calçada – cenas como essas parecem representar um risco enorme de contrair doenças por meio de bactérias associadas à sujeira. Uma série de pesquisas feitas desde o fim dos anos 80, porém, leva os cientistas a acreditar que muitas vezes o inimigo está no excesso de higiene, e não na falta dela. Segundo esses estudos, o exagero no esforço de manter a criança afastada das bactérias com que ela depara no seu dia a dia pode minar as resistências do organismo e abrir caminho para as doenças que se quer evitar. A mais recente dessas pesquisas, desenvolvida pela Universidade da Califórnia e divulgada há três semanas, conclui que as moléculas do Staphylococcus epidermidis, uma bactéria já bem conhecida e inofensiva presente na superfície da pele humana, agem sobre as células da epiderme para bloquear os processos inflamatórios. Essa ação evita que pequenos ferimentos infeccionem. Ocorre que as bactérias Staphylococcus epidermidis são destruídas por desinfetantes, detergentes e sabões.

A secretária gaúcha Andréia Garcia acredita que as mães de hoje são excessivamente preocupadas com a higiene das crianças. Seu filho Guilherme, de 4 anos, adora andar descalço e brincar na terra até ficar encardido, mas nunca leva bronca. “Acho que um pouco de vitamina S, de sujeira, reforça as defesas do organismo”, ela diz. A pesquisa americana confirma a teoria batizada pelos cientistas de hipótese da higiene. Segundo ela, até os 5 anos de idade, quando o sistema imunológico da criança está em fase de amadurecimento, o contato com bactérias traz dois benefícios: prepara o corpo contra alergias e previne doenças autoimunes. A expressão hipótese da higiene foi cunhada em 1989, quando o epidemiologista inglês David Strachan apresentou os resultados de sua pesquisa com um grupo de 17 400 recém-nascidos que haviam sido acompanhados até os 23 anos. Ele observou que as crianças com um ou mais irmãos mais velhos tinham menor incidência de alergias ao crescer. Isso porque a convivência constante com outras crianças fizera com que elas se expusessem a mais infecções. Na ação dos linfócitos do sistema imunológico humano, os processos infecciosos fazem diminuir a incidência de processos alérgicos.

Os defensores da hipótese da higiene acreditam que a limpeza corporal em excesso pode facilitar o desenvolvimento de doenças autoimunes. Um sistema imunológico sem o costume de combater bactérias pode atacar células do corpo. “Nosso organismo precisa treinar a tolerância aos agentes externos”, diz o imunologista Victor Nudelman, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. A técnica em radiologia Marilia Mercer, de Londrina, atribui a saúde dos filhos Mateus, de 10 anos, e Gabriel, de 2, à liberdade que têm para brincar, mesmo que isso signifique se sujar na terra. “Deixo as crianças livres. Se elas caem ou ingerem algo que não devem, não me desespero”, ela diz. A alergista pediátrica Renata Cocco, da Universidade Federal de São Paulo, resume a questão da higiene infantil: “Sem machucados nem doenças de pele que facilitem a absorção de bactérias pela corrente sanguínea, as crianças podem se sujar sem receio nas brincadeiras”.

– Cigarro é o grande Indutor à Cocaína, diz Universidade

Talvez seja notícia velha, mas mesmo assim ela é comprobatória e reforça os cuidados com a saúde: pesquisa da Universidade de Columbia mostrou que a nicotina intensifica a ação do gene FosB, relacionado à dependência química. Assim, quem fuma cigarros tem chance de 78% maior do que os não fumantes em consumir cocaína.

Se o cigarro é uma porta de entrada, que tal deixar de fumar? A culpa de um vício indesejado pode não ser sua, mas dos agentes do cigarro, certamente é!

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– A Ansiedade como malefício profissional!

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

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– Drogas & Poder de Decidir

“O grande perigo das Drogas é que elas matam a coisa mais importante de que você vai precisar na vida, que é o poder de decidir. A única coisa que você tem na vida é o seu poder de decisão”.

Paulo Coelho, escritor, à Revista Veja Ed 08/06/2011, pg 153.

– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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– A Farinata do Dória: por quê desistiu?

Quer dizer que a Farinata (um composto nutricional usado há tempos pela Igreja Católica para a comunidade carente) não será usada para os pobres por parte da Prefeitura Municipal de São Paulo?

O prefeito da Capital, João Dória, desistiu pela repercussão negativa, já que começaram a chamar o produto pejorativamente de “ração humana”.

Ora, se deve preocupar com o que é melhor para a população ou com o que é mais positivo midiaticamente?

Uma pena. A Farinata já existe e é algo importante e bom!

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– Oleaginosas do bem!

Nozes, Pistaches e Castanhas, cientificamente comprovados, fazem bem para o coração, auxiliam na respiração e previnem o câncer.

Eba! Só faltou acrescentar explicitamente na lista o amendoim para minha satisfação… mas ele é citado abaixo também!

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/pilulas/quem-come-castanhas-todo-dia-vive-mais/

QUEM COME TODO DIA VIVE MAIS

Quem come nozes, castanhas, pistache ou outras sementes oleaginosas todos os dias tende a viver mais, segundo um estudo que durou 30 anos e foi conduzido pela prestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que esse hábito reduz o risco de morte por câncer, doenças cardíacas e males respiratórios.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, dia 21 de novembro, por uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, o The New England Journal of Medicine, foi baseado na análise de dados de 120 mil pessoas. O risco de morrer durante o estudo para pessoas que consumiam uma porção de oleaginosas diariamente foi 20% menor na comparação com voluntários que nunca ingeriam esse tipo de alimento.

A porção de oleaginosas descrita no estudo corresponde a 29 gramas. Não foi possível determinar, contudo, quais são as variedades de castanhas mais benéficas à saúde. Os resultados foram similares entre os consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecã.

DOENÇAS DO CORAÇÃO

Para investigar os hábitos alimentares dos voluntários, os pesquisadores aplicaram questionários regulares, com intervalos de dois a quatro anos. “O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, diz o médico Charles Fuchs, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa, de 11%, nas mortes por câncer”, completou.

Os pesquisadores argumentam que as oleaginosas auxiliam na redução dos níveis do colesterol “ruim” (o LDL), inflamações e resistência à insulina. Essas frutas, embora calóricas, são consideradas boas fontes de gordura. “As nozes contêm gorduras saudáveis e são ricas em proteínas e fibras, o que retarda a absorção dos alimentos e diminui o apetite”, declarou o coordenador da pesquisa, Frank Hu, que é professor de Nutrição e Epidemiologia em Harvard.

No trabalho, os cientistas perceberam que as pessoas que comiam as oleaginosas com frequência tinham, naturalmente, um estilo de vida mais saudável. Eram mais magras, menos propensas a fumar e a beber, consomiam mais frutas e verduras e praticavam mais exercícios. Essas características, sozinhas, já contribuem para a redução de doenças e para uma maior longevidade. Mas, segundo os pesquisadores, esse perfil foi levado em consideração na pesquisa e é “improvável” que o estilo de vida tenha impacto suficiente para alterar as conclusões obtidas com o trabalho.

* A pesquisa foi financiada pelo National Institutes of Health e pelo International Tree Nut Council Nutrition Research & Education Foundation, instituições norte-americanas. Apesar do conflito de interesses, a literatura científica traz alguns estudos anteriores, porém menores, que já relacionavam o consumo frequente de oleaginosas à diminuição do risco de doenças do coração, diabete e câncer.

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– Padre Marcelo Rossi e suas limitações físicas

Assisti – e me impressionei – com a entrevista do Padre Marcelo Rossi na última semana no Programa do Danilo Gentili. Ouvi coisas que eu não imagina que se sucediam com o sacerdote.

Por exemplo, ele falou sobre sua aparência (ele demonstra até mesmo uma forma diferente de falar, com dificuldade), confessou ter usado esteroides anabolizantes antes do sacerdócio e relacionou suas dificuldades físicas como consequências do uso delas, citando até que muitos amigos dele morreram por causa disso. Falou também sobre a depressão e as forças do mal.

Que Deus o ajude a superar as limitações do corpo e da alma, podendo assim continuar a obra de evangelização que iniciou.

Se você não assistiu, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=U–yURvuDOo

 

– Cardápio Verde para Melhorar a Imagem!

A rede americana McDonald’s faz de tudo para mudar a imagem de vilã da saúde que lhe foi imposta. Já tentou mudar o cardápio, patrocinar ações esportivas e outras coisas. Agora, radicalizou: na Índia, onde a carne de vaca é proibida pelo fato do animal ser sagrado pela religião hinduísta, seus restaurantes já servem frango e peixe ao invés de hambúrgueres bovinos. Porém, algumas lojas se tornarão 100% vegetarianas!

O novo cardápio será: McVeggie (sanduiche com hambúrguer de cenoura e ervilha), VegPizza McPf (massa / torta de feijão e molho de tomate) e Hashbrown (como nuggets, só que de batata).

O restaurante sinônimo de hambúrguer de boi, na prática, abandonará seu carro-chefe.

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– Novembro Azul: o Fim do Preconceito Bobo em nome da Saúde da Próstata

Se em Outubro costuma-se realizar a ação social de conscientização ao câncer de mama denominada Outubro Rosa, agora é a vez da divulgação da preocupação à prevenção do câncer de próstata através da campanha do “Novembro Azul”!

Infelizmente, há ainda aqueles que evitam o exame do toque retal por puro preconceito. Bobagem de machões ignorantes, que preferem dizer que há constrangimento (injustificável, é claro) do que cuidar da saúde.

Abaixo, sobre a iniciativa, extraído do site da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU):

NOVEMBRO AZUL

O movimento Novembro Azul é realizado em parceria pela SBU e o Instituto Lado a Lado com o objetivo de orientar a população masculina sobre a importância do exame de toque retal e PSA para diagnóstico precoce do câncer de próstata.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Pesquisa* realizada pelo Datafolha para a SBU, em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.

De acordo com o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, cerca de 30% dos pacientes do SUS são diagnosticados com câncer de próstata já avançado. Se forem descobertos no início, 90% dos casos são curáveis. “Um a cada seis homens terá câncer de próstata e 1 a cada 36 morrerá da doença”, afirma Nardi. De acordo com ele, falta uma porta de entrada para o paciente masculino.

Por isso, a SBU vai entregar uma lista de sugestões aos parlamentares, entre elas está a criação de Centros de Referência em Saúde do Homem, para melhorar seu acesso ao SUS. Hoje, Centros de Referência da Mulher recebem as pacientes encaminhadas pelo programa de saúde da família, o que agiliza seu atendimento. Já o homem, se tiver suspeita de alguma doença, é encaminhado aos ambulatórios de especialidades e aguardará, talvez, meses para ter uma primeira consulta.

Desde 2004, a SBU realiza ações de conscientização sobre a doença, tendo já contado com o apoio da apresentadora Ana Maria Braga, em 2004, e de Tony Ramos, em 2005. Desde 2012, a SBU realiza o Novembro Azul em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

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– O Dopping do Guerrero

E o Paulo Guerrero, jogador do Flamengo, do Peru, com passagens pela Alemanha e pelo Corinthians?

Deveria ser mais esperto e inteligente para evitar qualquer ato em que poderia ser pego no exame antidoping. Ele não sabia que as medicações diversas devem ser informadas ao médico da equipe?

Seja droga social “ou recreativa” (detesto esses termos, droga é sempre droga) ou droga estimulante específica para engodo no esporte, uma pena para quem gosta de futebol e um prejuízo para o Flamengo.

Sobre a Seleção Peruana que jogará contra a Nova Zelândia pela repescagem, sinceramente acho que não fará falta, pois o nível de qualidade dos neozelandeses é bem inferior…

Tomara que Paolo Guerrero não tenha feito bobagem de caso pensado.

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– 8 casos de suicídio em Jundiaí somente nesse mês.

No mês passado ocorreu a Campanha “Setembro Amarelo”, visando a Prevenção do Suicídio. Um assunto sério e delicado neste mundo que sofre com cobranças, depressão e de uma enxurrada de informações positivas e negativas on-line.

Digo isso pois ouço na Rádio Cidade 730 AM, durante o seu jornal do período da manhã, que em Jundiaí ocorreram, só em Outubro, 8 casos de suicídio – a maioria de pessoas com depressão e dificuldades financeiras.

Para muitos, depressão é uma bobagem. Mas que tem, sabe o quanto é uma doença gravíssima!

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– Para chegar à Cocaína, começa-se com o Cigarro!

É isso mesmo. Para chegar até a Cocaína, há elementos que contribuem, e a Nicotina, segundo comprovação científica, é um deles. Abaixo, extraído da Science Translational Medicine.

Em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5450641-EI8147,00-Nicotina+pode+abrir+a+porta+para+consumo+de+cocaina+diz+estudo.html

NICOTINA PODE ABRIR A PORTA PARA CONSUMO DE COCAÍNA, DIZ ESTUDO

A nicotina provoca mudanças no cérebro que podem abrir a porta para o consumo de cocaína, revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

Estudos anteriores relacionaram o consumo de álcool e tabaco com o uso progressivo de outras drogas, como a maconha, mas agora o professor Amir Levine, da Universidade de Colúmbia, analisou a base biológica deste efeito e descobriu em um estudo com ratos que a nicotina aumentou a resposta à cocaína.

A resposta do animal foi mais positiva para cocaína quando os ratos que foram “pré-tratados” com nicotina depois receberam doses de nicotina e cocaína ao mesmo tempo.

Os pesquisadores sugerem que a nicotina aumenta a habilidade da cocaína para aceder e aumentar a expressão do gene FosB, que codifica uma proteína que é um fator de transcrição, ou seja, que regula muitos outros genes por sua vez envolvidos na resposta conductual perante a cocaína, explicou à Agência Efe Ruben Baler, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos.

Baler apresenta também junto com a diretora deste Instituto, Nora Volkow, um estudo em perspectiva relacionado com o de Lavine, centrado nas mudanças epigenéticas (processos genéticos que não envolvem mudanças na sequência de DNA do animal) da nicotina.

Baler indicou que o tema geral tem a ver com a teoria de que as drogas são usadas em sequência, “primeiro as pessoas começam a usar uma droga que seja mais leve e pouco a pouco tendem a usar drogas mais pesadas, mais perigosas”.

Segundo o pesquisador, porém, “não está claro por que há uma sequência, se acontece por uma mudança morfológica que vai ocorrendo no cérebro e torna a pessoa ser mais vulnerável ao uso de drogas mais pesadas, ou se simplesmente a pessoa usa o que é mais acessível no início e depois usa outra coisa mais pesada”.

Para Baler, “possivelmente é uma combinação de ambos os fatores”, já que há evidências de que ocorrem mudanças estruturais funcionais em vários níveis no cérebro, de modo que o animal é mais sensível à cocaína.

“O que este estudo mostra de maneira bastante contundente em um modelo animal é que o uso crônico da nicotina durante sete dias de exposição muda basicamente parâmetros muito importantes no cérebro, o que faz com que o animal seja mais vulnerável e sensível aos efeitos da cocaína”.

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