– A Caneta que detecta o Câncer em Segundos!

A professora brasileira Lívia Eberlin, que trabalha na Universidade do Texas, é um daqueles talentos que passam despercebidos em nosso país.

Formada na Unicamp, acaba de desenvolver um equipamento revolucionário que foi apresentado nessa semana: uma caneta que permitirá detectar tumores de câncer SEM A NECESSIDADE DE BIÓPSIA!

A inteligência, usada para o bem, é fantástica, não?

A matéria e a explicação bem didática neste link (texto e vídeo) da TV Bandeirantes.

Em:

https://noticias.band.uol.com.br/ciencia-e-saude/noticias/100000942332/brasileira-desenvolve-caneta-que-identifica-cancer-em-segundos.html

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– #DezembroVerde contra a Paralisia Cerebral

Já ouvimos falar do Outubro Rosa contra o câncer de mama e o Novembro Azul contra o câncer de Próstata. Em Dezembro, a campanha é pelas crianças com Paralisia Cerebral.

Para saber mais dessa importante iniciativa, visite o site da instituição que mais cuida desses pequenos, a Cruz Verdehttp://www.cruzverde.org.br/.

PARALISIA1

– Deixar que Crianças se Sujem pode ser bom! A Vitamina S

Interessante essa matéria da Revista Veja, pg 122, no. 2143, por Nathália Butti, que fala da importância das crianças em tomarem Vitamina S, ou seja, “sujeira”. A ideia é de que as crianças que brincam e têm contato com sujeira ganham mais imunidade.

SUJINHA E SAUDÁVEL

Pesquisas confirmam que não se deve levar a extremos os cuidados com a higiene das crianças, sob pena de expô-las a alergias e infecções

Muitas mães de crianças pequenas levam as mãos à cabeça quando as veem atropelar as regras básicas de higiene. Comer a bala que caiu no chão, chapinhar em poças, esfregar as mãos na calçada – cenas como essas parecem representar um risco enorme de contrair doenças por meio de bactérias associadas à sujeira. Uma série de pesquisas feitas desde o fim dos anos 80, porém, leva os cientistas a acreditar que muitas vezes o inimigo está no excesso de higiene, e não na falta dela. Segundo esses estudos, o exagero no esforço de manter a criança afastada das bactérias com que ela depara no seu dia a dia pode minar as resistências do organismo e abrir caminho para as doenças que se quer evitar. A mais recente dessas pesquisas, desenvolvida pela Universidade da Califórnia e divulgada há três semanas, conclui que as moléculas do Staphylococcus epidermidis, uma bactéria já bem conhecida e inofensiva presente na superfície da pele humana, agem sobre as células da epiderme para bloquear os processos inflamatórios. Essa ação evita que pequenos ferimentos infeccionem. Ocorre que as bactérias Staphylococcus epidermidis são destruídas por desinfetantes, detergentes e sabões.

A secretária gaúcha Andréia Garcia acredita que as mães de hoje são excessivamente preocupadas com a higiene das crianças. Seu filho Guilherme, de 4 anos, adora andar descalço e brincar na terra até ficar encardido, mas nunca leva bronca. “Acho que um pouco de vitamina S, de sujeira, reforça as defesas do organismo”, ela diz. A pesquisa americana confirma a teoria batizada pelos cientistas de hipótese da higiene. Segundo ela, até os 5 anos de idade, quando o sistema imunológico da criança está em fase de amadurecimento, o contato com bactérias traz dois benefícios: prepara o corpo contra alergias e previne doenças autoimunes. A expressão hipótese da higiene foi cunhada em 1989, quando o epidemiologista inglês David Strachan apresentou os resultados de sua pesquisa com um grupo de 17 400 recém-nascidos que haviam sido acompanhados até os 23 anos. Ele observou que as crianças com um ou mais irmãos mais velhos tinham menor incidência de alergias ao crescer. Isso porque a convivência constante com outras crianças fizera com que elas se expusessem a mais infecções. Na ação dos linfócitos do sistema imunológico humano, os processos infecciosos fazem diminuir a incidência de processos alérgicos.

Os defensores da hipótese da higiene acreditam que a limpeza corporal em excesso pode facilitar o desenvolvimento de doenças autoimunes. Um sistema imunológico sem o costume de combater bactérias pode atacar células do corpo. “Nosso organismo precisa treinar a tolerância aos agentes externos”, diz o imunologista Victor Nudelman, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. A técnica em radiologia Marilia Mercer, de Londrina, atribui a saúde dos filhos Mateus, de 10 anos, e Gabriel, de 2, à liberdade que têm para brincar, mesmo que isso signifique se sujar na terra. “Deixo as crianças livres. Se elas caem ou ingerem algo que não devem, não me desespero”, ela diz. A alergista pediátrica Renata Cocco, da Universidade Federal de São Paulo, resume a questão da higiene infantil: “Sem machucados nem doenças de pele que facilitem a absorção de bactérias pela corrente sanguínea, as crianças podem se sujar sem receio nas brincadeiras”.

– Maconha e Esquizofrenia

Dr Valentim Gentil é um dos maiores psiquiatras do mundo. E ele esteve no Programa Roda Viva da TV Cultura, recentemente. Sobre o uso de drogas ditas leves, ele não titubeou:

Estaremos criando uma fábrica de doentes caso se permita o consumo de Maconha. Quem usa Cannabis na adolescência, aumenta em 310% o risco de ter Esquizofrenia (…) Aqueles que pedem a liberação da droga não sabem o que dizem.”

Sem comentários. E há ainda aqueles que insistem no discurso de “liberar para extinguir o tráfico“… Como se o bandido só vendesse Maconha!

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– A Ansiedade como malefício profissional!

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

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– O Consumismo como Doença

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

– Novembro Azul

Não importa se você é H ou M; o que vale é que todos DIVULGUEM a causa: se tivemos #OutubroRosa para a prevenção do #Câncer de #Mama entre as mulheres, agora é a vez do #NovembroAzul entre os homens, visando os cuidados com a #Próstata.

CONSULTE UM MÉDICO, não tenha medo ou preconceito da prevenção; se você deixar para depois pode ser “tarde demais”…

#estamoscomvocê #previna-se #hiae

– Insônia, relaxar e… melhor dormir de novo!

Putz… #insônia total. Nessas horas, para não ter irritação, você pensa na vida / distrai / faz alguma coisa qualquer.

Conversando sozinho, me questiono: o que fazer para relaxar?

– Passear?
– Tirar férias?

Ao fuçar os preços e tarifas aéreas, é melhor voltar a dormir… as companhias de aviação não estão caras; estão um roubo!

✈️ #fotografia #avião #céu #horizonte

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– O Câncer de Mama realmente é Genético?

A pergunta-título dessa postagem é uma perturbação muito comum. Se sim, quando e/ou em quais casos é?

Compartilho essa relevante matéria sobre o que já se sabe sobre genes e hereditariedade de alguns tipos de câncer de mama e de ovário, abaixo,

extraído de:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/09/15/interna_ciencia_saude,706147/amp.html

TÉCNICA APRONTA COM PRECISÃO DE PACIENTE TEM RISCO DE CÂNCER

Testes para identificação de mutações genéticas no BRCA1 estão cada vez mais comuns e acessíveis

Com o resultado em mãos, médicos podem descartar o risco de malignidade em pacientes com histórico familiar que sugerem a possibilidade de câncer de mama ou ovário. Contudo, dos milhares de variantes conhecidos desse gene, muitos ainda se encontram em um limbo diagnóstico. Não se sabe se têm ou não potencial para silenciar a função natural de reparação do DNA e, assim, evitar ou facilitar a disseminação de células tumorais.

Com a tecnologia de edição do genoma Crispr, pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle, nos Estados Unidos, conseguiram classificar, de forma rápida e com acurácia, quase 4 mil variantes do BRCA1 em apenas seis meses. A expectativa da equipe é de, nos próximos dois anos, identificar, em todas as mutações conhecidas desse gene, o potencial maligno ou benigno e, assim, orientar pessoas que, hoje, não sabem se tomam iniciativas profiláticas, como a remoção das mamas, ou esperam o câncer se manifestar.

“Devido ao histórico familiar de câncer de mama ou ovário, é comum mulheres fazerem o teste para mutações no BRCA1, mas ter uma variante e não saber o que ela significa é muito estressante”, observa Jay Shendure, pesquisador do Departamento de Ciências Genômicas da Universidade de Washington e autor sênior de um artigo sobre a técnica, publicado na revista Nature. De acordo com ele, atualmente milhares de mutações encontram-se na categoria das variantes de significado desconhecido, quando é impossível dizer se podem ou não causar câncer.

Banco internacional

O oncologista Sergio Simon, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), explica que, hoje, a principal ferramenta para a classificação de mutações do BRCA1 é um banco de dados internacional, o Brotman Baty, no qual, há duas décadas, médicos e laboratórios de genética inserem informações sobre aquelas encontradas em pacientes. Uma delas foi descoberta por Simon em uma família paquistanesa que vive no Brasil.

Em dois anos, foram 15 casos registrados de pacientes com a mutação maligna. Quando não se sabe se a variante pode desencadear o câncer, é preciso esperar a doença se manifestar para, então, informar à comunidade científica sobre a classificação da versão do gene.

“Com os relatos de casos, vai ficando mais claro se a mutação é patogênica. Mas esse é um processo muito demorado”, diz.

Com a tecnologia desenvolvida por um estudante de PhD do laboratório de Jay Shendure, não será preciso esperar os geneticistas inserirem mutações no banco de dados, nem a doença surgir para se saber se elas podem provocar o câncer. Dessa forma, pacientes com alterações hoje identificadas como desconhecidas já não ficarão sem orientações sobre o procedimento mais indicado. “Agora, podemos fazer interpretações com confiança. E isso apenas em um gene, mas, talvez, possamos pegar o mesmo paradigma e estendê-lo a outros genes”, afirma Shendure.

Alta acurácia 

A técnica do pesquisador Greg Finley foi batizada de edição genômica de saturação e consiste no uso da enzima Crispr, que, como uma tesoura, corta pedaços do DNA para modificar as sequências. Usando essa ferramenta, os pesquisadores fizeram diversas alterações no BRCA1, inclusive algumas ainda não identificadas em humanos, e mediram os efeitos de cada uma delas em células humanas cultivadas em laboratório. Os cientistas ficaram surpresos com o grau de acurácia do método, que identificou corretamente mutações sabidamente malignas e benignas.

Uma das vantagens destacadas por Finley é poder fazer a avaliação de um grande número de variantes em um curto espaço de tempo. “Para testar quase 4 mil mutações, levamos cerca de seis meses. Acreditamos que, em dois anos, conseguiremos classificar todas as mutações do gene BRCA1”, diz Finley. “Nossa esperança é de que o banco de dados Brotman Baty continue a crescer e se torne um ponto central para guiar a interpretação das variantes.” O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca que esse prazo é um avanço muito grande em relação ao que se tem hoje. “Essa técnica vai clarificar cada vez mais os testes genéticos, esclarecendo resultados que, agora, ainda são um ponto de interrogação”, avalia Sergio Simon.

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– Que tristeza ver a apologia de Jean Wyllys… maconheiro deve ser ELOGIO?

Caramba, e eu pensei que o vídeo que roda por aí na Web do Deputado Jean Wyllys pedindo que “Maconheiros Uni-vos” era alguma coisa antiga. Mas é atualíssima, dessa atual campanha à sua reeleição na Câmara Federal.

Triste demais. Famílias sendo destruídas por pessoas que não conseguem abandonar o vício das drogas e o “nobre parlamentar” fazendo DESCARADA APOLOGIA ao uso!

Não vivemos uma sociedade inversa? Se faz campanha para liberar e outros fazem campanha para deixar de usar. Aí se gasta com tratamento de recuperação dos viciadose tudo com o direito público. Uma pena!

Me constrange, entristece e aflige: tanto que pedimos aos jovens para que não se aprisionem ao uso das drogas e que as evitem, a fim de terem boa saúde e lucidez, mas…

Assista (se tiver paciência) em: https://www.youtube.com/watch?v=lcWLTQt0en0

– Alguém consegue sentir o sabor de Umami e de Oleogustus? Sobre o quinto e o sexto gosto do Paladar!

Cientistas descobriram o “sexto gosto” do paladar. Para eles, é percepitível o “oleogustus”; ou, no popular, o “gosto de óleo”.

Dizem que existiam 5 sabores (e o 5o é o umami). Quando eu era pequeno, eles eram 4: azedo, amargo, salgado e doce.

Confesso: percebo o doce, o salgado, e um “terceiro”. Devo ter defeito de fabricação, pois azedo e amargo são idênticos pra mim (nunca os consigo distinguir). Com 6 então?!?!?

Sobre eles, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/comida/2015/08/1662836-cientistas-dizem-ter-descoberto-o-sexto-gosto-do-nosso-paladar-o-da-gordura.shtml

CIENTISTAS DIZEM TER DESCOBERTO O SEXTO GOSTO DO NOSSO PALADAR: O DA GORDURA

Até hoje, o consenso entre cientistas é que o ser humano tem capacidade de sentir cinco categorias de gostos diferentes: doce, salgado, amargo, azedo e umami. Mas cientistas de uma universidade dos Estados Unidos afirmam ter descoberto mais um tipo de gosto sensível ao paladar, denominado por eles como “oleogustus”, ou gosto de gordura.

“Ele é normalmente é descrito como amargo ou azedo, porque não é agradável. Mas novas evidências revelaram que o ácido graxo evoca uma sensação única, satisfazendo outro elemento do critério que constitui os gostos básicos”, diz Richard D. Mattes, professor de nutrição na Universidade de Purdue, responsável pelo estudo.

O quinto gosto, chamado de umami, foi descoberto no Japão no início do século 20 e é reconhecido por nosso paladar quando comemos alimentos que possuem ácido glutâmico, inosinato e guanilato, como cogumelos, tomates, cebola, shoyu, carnes vermelhas, peixes e frutos do mar.

Mattes conduziu dois experimentos para provar que o sexto gosto é único e reconhecido pelos receptores em nossas papilas gustativas. No primeiro, os 102 participantes recebiam amostras que continham um dos seis gostos isolados: doce, salgado, azedo, amargo, umami e “oleogustus” e tinham que separá-las em grupos.

As amostras doces, salgadas e azedas foram facilmente separadas pelos participantes, confirmando que haviam entendido a tarefa. Mas, inicialmente, as amostras com gosto de gordura foram agrupadas com as amargas, “já que o amargo é normalmente associado com sensações desagradáveis”, explica Mattes.

Depois, os participantes receberam apenas os três gostos que, no primeiro experimento, não conseguiram separar claramente: amargo, umami e “oleogustus”. Já nesse segundo momento, eles foram divididos facilmente em três grupos, comprovando que o gosto de gordura é diferente dos outros.

“Para Mattes, o gosto da gordura não deve ser confundido com a sensação causada pela gordura, normalmente descrita como cremosa ou macia”, diz o site da universidade.

O pesquisador explica que o gosto da gordura não é agradável quando isolado, mas, “como químicos amargos que são usados para destacar o sabor de comidas como chocolate, café e vinho”, o “oleogustus” em baixas concentrações pode melhorar o gosto das comidas.

“Construir um vocabulário sobre a gordura e entender sua identidade como um gosto poderia ajudar a indústria dos alimentos a desenvolver produtos mais gostosos e, com mais pesquisa, clínicas de saúde podem compreender melhor as implicações de exposição oral à gordura.”

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– A Depressão atrapalhando o dia-a-dia de trabalho…

Sou do tempo em que diziam: psicólogo é médico de gente fresca e psiquiatra é especialista em louco”.

Hoje, sabemos que não é nada disso, embora muitas pessoas não levem a sério tais profissionais. Cada vez mais a população sofre com distúrbios comportamentais e crises emocionais. Nestas ocasiões, um bom psicólogo é ótimo para ajudar com suas conversas / terapias ou um ótimo psiquiatra para questões de desequilíbrios ocasionados pelo corpo que estejam afetando a mente.

Sendo assim, reconheçamos: depressão, agorafobia, pânico e outras síndromes similares são DOENÇAS, que precisam ser tratadas sem postergação da procura de tratamento.

Vemos muitos bons profissionais tendo dificuldades em seus trabalhos pois são afetados por esses males. Nas empresas, o perigo de uma decisão equivocada de um gerente influenciado pelo quadro enfermo de Síndrome do Pânico, ou uma ordem determinada para um subordinado depressivo, dependendo do teor, traz riscos e prejuízos a todos.

A questão é: o quanto essa pessoa acaba, involuntariamente, prejudicando a vida profissional e pessoal?

Há algum tempo, no mundo do futebol, uma notícia que me espantou: Nilmar, aquele atacante que começou no Internacional-RS, jogou no Lyon da França, atuou pelo Corinthians-SP e que jogava no Oriente Médio (onde se tornou milionário), abandonou o seu ofício no Santos-SP pela depressão, fruto de dificuldades pessoais e histórico de contusões.

Um ótimo jogador, bem resolvido financeiramente, com estrutura familiar estável e bom nível técnico. E onde estaria hoje? Como justificar seu quadro clínico?

Àqueles que não acreditam em depressão, um prato cheio para se dizer que é, como antigamente, “frescura”. Coisa que todos nós sabemos que não é.

Ao menor sintoma perceptível, ligue o alerta!

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– A diferença do preço de medicamentos nos EUA e no Brasil

Abaixo publico duas fotos: a de uma caixa com 30 comprimidos de Vitamina C comprada no Brasil e um pote com 100 cápsulas comprado nos EUA. Ambos têm a mesma quantidade por dose: 500 mg. 

A diferença está no preço: a embalagem brasileira com 30 custa  R$ 27,00 aproximadamente. A americana com 100 custa US$ 2.00

Incrível, não? Aqui, R$ 0,90 / comprimido. Lá, US$ 0.02 por cápsula

– A Ibogaina realmente funcionará?

Só ouvi esses dias sobre ela e me assustei: a ibogaína, uma planta alaranjadas de efeitos alucinógenos cuja duração é de aproximadamente 12h! 

E sabe quem a usa? Dependentes químicos a fim de acabarem com o vício!

Sim, você entendeu certinho: uma droga para combater outra droga.

Isso veio a tona após um apresentador de programa de fofocas chamado Léo Dias, que disse ser dependente de cocaína e que faria uso da Ibogaina para ficar livre dela.

Assisti no programa Morning Show sobre esse caso e compartilho o link,

Em: https://youtu.be/yxb6A-WV53c

Ops: repare a opinião de um dos jornalistas a 07’10” – representa perfeitamente o que eu penso!

– Nickollas e a sensibilidade do treinador do Palmeiras

Desde o último domingo, viralizou a imagem de uma mãe narrando o jogo entre Palmeiras x Corinthians a seu filho deficiente, chamado Nickollas.

A  TV Palmeiras encontrou a responsável pelo garoto e conseguiu marcar um encontro com os jogadores que ele tanto gostava.

Aqui, uma observação que eu já escrevi algumas vezes: o quão é chato trabalhar em jogo do Luís Felipe Scolari (na minha carreira de árbitro já tive essa oportunidade in loco)! Como se comporta mal, debocha, reclama… mas faço questão de fazer essa observação pois, a figura humana que demonstrou ser na receptividade do menino, faz com que independente do time que você torça ou da simpatia ou antipatia nutrida ao Felipão, te sensibilize.

Assista em: https://youtu.be/TKWqdB7q70s