– O Risco Refrigerante X Câncer no Pâncreas

Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!

Será que aqueles que gostam da bebida, ao ler tal matéria, mudarão o hábito?

Extraído da Revista Época (site, em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI120768-15257,00.html)

REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.

De acordo Marcos Pereira, que liderou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.

Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer, embora já tenha sido provado que a tese é contraditória. O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. Para Susan Mayne, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é preciso ter cautela com os resultados. “Embora esse estudo aponte esse risco, a conclusão foi baseada em um número relativamente pequeno de casos. Não fica claro se isso é uma associação causal ou não”, diz. “O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. Outras pesquisas relacionaram o câncer de pâncreas à carne vermelha torrada.

O estudo também é questionado por Ang Peng Tiam, diretor médico do Parkway Cancer Center, em Cingapura. “Se, de fato, o açúcar é a causa de câncer de pâncreas, então esse risco deveria ser observado em muitas outras dietas, como, por exemplo, nas pessoas que comem uma grande quantidade de arroz ou doces”, diz. “Eu bebo mais que duas latas de refrigerante por semana e não vou mudar o meu hábito apenas por causa desse relatório”, afirmou Tiam.

O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.

De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.

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– Seu Cérebro está mais ou menos como o da figura abaixo?

Vi e gostei, pois me identifiquei com a imagem: meu cérebro precisando de conserto. Ou de descanso?

Qual seria o problema REAL?

1) Ele próprio, o cérebro?

2) As ferramentas que uso para “consertá-lo”?

3) O mecânico que está consertando ele?

De maneira bem clara: se estamos com problemas em nossa mente, é culpa dela, das coisas que fazemos para melhorar ela ou única exclusivamente somos nós mesmos o problema?

Difícil responder, hein?

– A greve do Grendacc traz algumas reflexões

Funcionários do Grendacc anunciaram greve por falta de pagamento de salários. O hospital é uma instituição filantrópica, sendo uma união de pessoas que lutam para que um local especializado no tratamento oncopediátrico exista. Se os voluntários e doadores financeiros pela nobre causa não são suficientes, não seria importantíssimo que o Poder Público assumisse a responsabilidade?

Vou parafrasear meu amigo Adilson Freddo. O jornalista publicou em seu Facebook um comentário que comungo em plenitude: 

“Cadê as ‘forças vivas’ da cidade e região? Ah! nenhum deputado nosso se elegeu. Mas, Frota, Janaína e outros forasteiros, estes foram bem sucedidos, graças também aos votos daqui.”.

E agora, a quem recorrer? Seria simples se uma verba emergencial do município socorresse o Grendacc (pois os funcionários são profissionais, precisam do salário e não estão lá por “amor à causa”, mas sim pelo trabalho honesto e sustento de suas famílias). Mas esse dinheiro é disponível?

E na esfera Estadual ou Federal? Temos deputados atuantes e situados em Jundiaí para que cobrem da União o envio de recursos ao hospital?

Me pesa ver tanto dinheiro mal gasto em gestão pública no Brasil em geral, tanta parceria estranha com entidades privadas duvidosas, e saber que uma instituição de saúde (competente, histórica e reconhecidamente séria) que cuida de crianças com câncer, precisa mendigar dinheiro. Ô país de contradições…

Extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/funcionarios-do-grendacc-em-greve-por-atraso-de-salario/

FUNCIONÁRIOS EM GREVE POR FALTA DE SALÁRIO

Por Thiago Avallone

Funcionários do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), de Jundiaí, entram em greve hoje (13), alegando atraso de salário e cesta básica. Eles reclamam que o atraso nos pagamentos é constante e que só voltarão a trabalhar quando a empresa realizar o pagamento ou pelo menos informar quando o farão.

De acordo com a instituição, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais pelos funcionários, o vale de julho (adiantamento salarial) dos funcionários foi depositado. Em atraso estão os salários referentes ao mês de julho e a cesta básica.

“Representantes do Grendacc estiveram no Ministério Público do Trabalho negociando o pagamento dos salários referentes ao mês de julho. Ficou acordado que até o fim desta semana a instituição irá realizar o depósito dos salários aos funcionários”, explicou a assessoria de imprensa do grupo.

Mesmo com a informação, os trabalhadores seguem descontentes e alegam que a empresa pagará apenas metade dos salários e ainda não existe previsão de quando irão pagar a outra metade e o vale alimentação.

Em audiência realizada no dia 9 de agosto, em Campinas, a diretora suplente Beatriz de Castro e a advogada Poliana Maravesi, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde de Campinas (SINSAUDE), acordaram com a gerente adjunto do Grendacc, Katia Fanciosi e as advogadas da instituição Simone Vedelago e Elide Bertiê, de que os funcionários teriam o direito de receber 50% do salário do mês de julho, até o dia 16 de agosto.

De acordo com a ata da audiência, o Grendacc terá que pagar o saldo remanescente sempre que houver entrada de numerário.

O Grendacc afirma ainda que os familiares dos pacientes são informados pela instituição sobre a situação financeira do hospital e do laboratório. Todos os contatos com o público atendido são de competência e responsabilidade do Grendacc, que mantém esse diálogo aberto e transparente com os pacientes e seus familiares.

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– Há 5 anos, o Suicídio do grande Robbin Willians

Ele era um magnífico ator, mas foi vencido pela cocaína. Que pena… já faz 5 anos!

Recordando a postagem daqui mesmo do blog:

MORRE ROBBIN WILLIANS

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

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– A Esperança contra o Câncer: a Erva de São Simão

Da terra tudo se tira. Prova disso é a nova descoberta no litoral brasileiro: o uso da Erva de São Simão (aquele matinho que mais parece uma praga, encontrada nas praias virgens) pode ser essencial para matar células e tumores cancerígenos.

A explicação sobre seus efeitos, extraído de: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3656904-EI8147,00.html

ERVA COMUM NO BRASIL PODE SER ESPERANÇA CONTR AO CÂNCER

por Gonçalo Valduga

Uma erva comum no Brasil e que cresce na mata pluvial da costa litorânea pode se tornar futuramente uma aliada dos especialistas na luta contra o câncer. Análises feitas por uma equipe de pesquisadores de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, demonstraram que compostos isolados da erva-de-são-simão (Vernonia scorpiodes) são capazes de destruir vários tipos de células tumorais, sem causar efeitos expressivos às células não tumorais.

“Uma das frações dos extratos da planta mostrou bons resultados em camundongos e quando testada em três tipos de células cancerígenas”, explicou Tania Mari Bellé Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali. Segundo a professora, algumas análises da erva-de-são-simão alcançaram uma atividade seletiva, destruindo células de melanoma e adenocarcinoma e estimulando células do sistema imune, que auxiliam na defesa do organismo.

Sabe-se que, entre os efeitos colaterais da maioria dos agentes quimioterápicos utilizados atualmente, está a destruição de células de defesa, o que torna o paciente mais suscetível às infecções. “Se comprovada a seletividade dos compostos, futuramente pode-se desenvolver um quimioterápico mais seguro”, analisou.

Apesar de estarem confiantes com a pesquisa, os cientistas catarinenses garantem que os resultados ainda são preliminares. “Potencial a erva tem, mas até chegarmos a um medicamento existe um longo caminho a percorrer para sabermos se a planta pode servir como fonte de um fármaco contra a doença”, destacou Tania.

Ela também alertou sobre os riscos da ingestão da erva-de-são-simão devido à sua toxicidade, que pode ser nociva ao ser humano em caso de uso indiscriminado. “Alguns compostos isolados afetam também células não-tumorais”, avisou.

Por temer a utilização inadequada pelas pessoas, Tania optou por não divulgar uma imagem da planta, pois ela é facilmente encontrada em pastagens, terrenos baldios e beiras de estradas.

De acordo com a pesquisadora, o objetivo da equipe não é estimular o uso, mas tentar despertar o interesse da indústria farmacêutica para investir em estudos aprofundados da Vernonia scorpiodes – que tem mais de 200 variações no País. “Os estudos são iniciais e ainda serão necessários testes complementares para garantir a efetividade e segurança da sua utilização”, completou.

Resultado comum

Uma pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que não quis se identificar, afirmou que muitas ervas encontradas no País e estudadas em laboratório possuem potencial para destruir células cancerígenas. “É possível uma erva como a Vernonia Scorpiodes ter capacidade antitumoral, no entanto, não quer dizer que ela vá ajudar na prática a acabar com o câncer”, alertou.

Para a especialista, os resultados obtidos com a erva-de-são-simão surpreendem pouco a comunidade científica. “Os efeitos podem ser negativos no organismo do ser humano, quando envolve todo um conjunto de fatores, do que nos testes in vitro, onde é feita a cultura de células e o isolamento de compostos”, explicou. Segundo ela, “a possibilidade da planta um dia ser utilizada em medicamentos ainda é uma incógnita”.

– É ignorância dizer que usar Maconha não faz mal.

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– A Melhor Idade para o Equilíbrio Emocional

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência (embora, com discernimento cada vez mais apurado) … e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras à parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas.

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

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– Um dopping natural?

Não sei onde eu li essa frase do nadador megacampeão Michael Phelps, mas ela me chamou a atenção porque é perfeita para muitos.

Sobre “de onde vem sua motivação” durante um treino ou para uma prova, ou se ele “toma alguma coisa especial”, disse que:

“A música é o dopping natural para o esporte”!

Pois é: o dopping psicológico e emocional é cada vez mais verdadeiro e real no dia-a-dia dos esportistas: um estádio lotado gritando para seu ídolo, uma preleção energizada do treinador, ou até mesmo uma música que transmita uma mensagem ou melodia entusiasmante, são, sem dúvida, fatores que estimulam naturalmente.

Muito mais sadio do que anabolizantes e seus afins, não?

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– Banana? Eu quero é Pimentão!

Olha que interessante: leio na Women’s Health sobre o Prêmio Nobel de Química Rod Mackinnon, que descobriu sobre a solução habitual de comer bananas para evitar cãibras não ser o método mais eficaz.

Segundo ele,

Não são os músculos que precisam de ajuda do potássio, mas o problema vem do sistema nervoso. Ingerir alimentos apimentados antes ou durante o exercício é a solução para confundir os receptores, como gengibre, canela e pimentão“.

Já imaginou você na esteira comendo pimentão? Acho que vou tentar kkk…

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– O Ecstasy Pirateado com anestésico de cavalo!

A Polícia Científica de São Paulo mostrou dias atrás que 55% do ecstasy, a droga sintética das baladas, não é de fato ecstasy puro (sem MDMA, seu princípio ativo).

Mais da metade dessa droga contém anestésico de cavalo, deixando os usuários e dependentes “doidões”…

Se droga já faz mal, imagine de baixa qualidade e adulterada!

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– Como o Empreendedor pode ter um “infarto feliz”, trabalhando sem freios!

Para mim, um tapa na cara com luva de pelica!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida:, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

EMPREENDEDOR TAMBÉM MORRE DE INFARTO

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

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– Você sabe o que é Puberdade Precoce?

Uma interessante matéria sobre uma situação que deixa todo papai e toda mamãe preocupados: as crianças que crescem “antes da hora”.

Calma, compartilho esse esclarecedor material sobre como perceber a Puberdade Precoce nos pequenos (sintomas, causas, comportamento, entre outras coisas).

Em: http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/o-que-e-a-puberdade-precoce/

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– Há gente muito boa sempre!

Puxa, tantos serviços são reclamados e poucos elogiados. Mas quando merecem parabenizá-los, devem ser repercutidos.

Entre alguns exames que venho realizando para controlar a saúde, passei pela minha 4a experiência em 12 meses (uma colonoscopia e três endoscopias). A de hoje, parecia que daria tudo errado! Mas fui excepcionalmente bem atendido na Unimed Jundiaí (desde à recepção, passando pela enfermeira Renata e pelo Dr Flávio e seu Anestesista).

Quando o serviço é bom, vale aplaudir.

– Maradona na sua festa de Aniversário

No começo não acreditei muito. Assisti esse vídeo no tuíter do jornalista Ricardo Capriotti, e depois me convenci!

Que tristeza o estado de Dom Diego Armando Maradona. Ouça o que ele diz, para se entristecer ainda mais…

Abaixo, em: https://twitter.com/i/status/1154027042821857285

– Quando o Esporte não é Saudável!

O esporte sempre é saudável. Certo? Mas leia a afirmação abaixo (e a citação ao longo desta postagem):

“Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde”

Amigos, existe um dito popular de que “Esporte é Saúde”. Mas… será que realmente é?

Compartilho um belo material da professora do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade Federal de São Carlos, Dra Selva Maria Guimarães Barreto, sobre a relação “Esporte e Saúde” ser diferente da dita “Esporte é Saúde”.

Ótimo artigo que nos faz repensar práticas esportivas que podem ser maléficas ao nosso dia-a-dia. Em destaque, os efeitos nocivos que o “Esporte de Alto Rendimento” pode trazer aos seus praticantes e a prática esportiva das crianças.
Abaixo:

Extraído de: http://cdcc.usp.br/ciencia/artigos/art_22/esportesaude.html

ESPORTE E SAÚDE 

Nos cursos de Educação Física está ocorrendo uma revolução, que vem provocando questionamentos sobre alguns conceitos: o que se tenta expor criticamente hoje é a relação entre “Esporte e Saúde”. Esta veiculação, infelizmente, não é a mais usual, pois geralmente é substituída por “Esporte é Saúde” pelo conhecimento popular, uma relação que aparenta ser uma verdade absoluta, quando não, obrigatoriamente, é. Os novos conceitos trabalhados relacionam Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, de maneira a levantar o debate para refletirmos sobre os mesmos.

O Esporte, como conceito, é considerado uma atividade metódica e regular, que associa resultados concretos referentes à anatomia dos gestos e à mobilidade dos indivíduos. Esta é a conotação que podemos chamar de “Esporte de alto nível”, veiculada nas mídias em geral, representada por pessoas executando gestos extremamente mecanizados, uniformes, com um certo gasto de energia para produzir um determinado tipo de movimento repetidas vezes. São gestos plásticos, muito organizados, moldados e com muitas regras, para que se possa obter algum resultado prático. O Esporte pode ser encarado, dentro de outras ópticas, tanto como o Esporte veiculado nas mídias, como uma atividade dentro de um grupo de amigos (na escola, na rua ou qualquer local).

Existem outros conceitos de Esporte, em que se consideram como um componente dos blocos de conteúdos da Educação Física escolar, isto é, a Educação Física nas escolas possui alguns conteúdos, tais como a Dança, os Jogos, as Lutas, as Brincadeiras, e o Esporte é um destes. É na escola que a conotação de Esporte deve ser diferente do Esporte de alto nível, apesar de alguns professores de Educação Física insistirem em alto rendimento. Felizmente este modelo vem modificando-se, aos poucos. Assim, a idéia que se tem de Esporte é muito ampla, o que permite uma variedade de conceitos. Dependendo do conceito e do entendimento, Esporte pode estar ou não veiculado à Saúde.

Já Saúde, enquanto conceito, é sentir-se bem em todos os seus aspectos: físicos, motores, sociais, mentais e afetivos. Isto acaba tornando muito difícil ter uma saúde perfeita e praticamente impossível um conjunto de profissionais completamente saudáveis (como os professores de Educação Física, por exemplo).

A respeito de Saúde, a diferença entre os termos físico e motor é muito tênue. Motor é uma idéia que está ligada ao movimento, isto é, é necessário estar bem; o organismo e todos os aparelhos que o compõem precisam estar em pleno funcionamento para se movimentar bem. Por outro lado, físico é um conceito ligado à capacidade, força e potência (aeróbia ou anaeróbia). Logo, não necessariamente, quem realiza bem um movimento tem uma capacidade física muito grande, e vice-versa. Por exemplo, aqueles que fazem musculação ininterruptamente costumam ter uma certa dificuldade ao caminhar, ou seja, o aspecto físico bem trabalhado não significa um aspecto motor de boa qualidade. Por isso, Esporte como entendimento de uma atividade metódica pode provocar saúde ou bem-estar em nível psico-motor, mas dificilmente em nível social. Também aquele que realiza um Esporte e coloca acima de tudo a vitória (validando atividades “anti-jogo”, tais como puxão de cabelo, cotovelada e outras faltas), não promove sua Saúde completa.

Associado à Saúde está o conceito de Qualidade de Vida, definido como a condição humana resultante de um conjunto de parâmetros individuais e sócio-ambientais (modificáveis ou não) que caracterizam as condições em que vive o ser humano. Para se definir como boa qualidade de vida, deve-se levar em consideração a satisfação das necessidades básicas de sobrevivência: alimentação, vestuário, trabalho, moradia e relações sociais e afetivas (as quais, no mundo capitalista de hoje, sempre se subordinam à outra: a econômica).

Analisando agora a relação do conhecimento popular “Esporte é Saúde”, esta se difunde como contrapartida ao mundo atual, que promove em suas práticas o sedentarismo, como conseqüente, a obesidade – tida como o mal do século. Assim, em combate à obesidade, o Esporte promove Saúde. O Esporte também é promotor de Saúde por ser um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões.

Outras inverdades são disseminadas pelo conhecimento popular. Algumas pessoas dizem que ao caminhar uma hora por dia mantêm seu nível de colesterol reduzido, com chances reduzidas de obter problemas cárdio-respiratórios, ou ainda possibilidades de emagrecimento. Mas, em seguida, comem chocolate, “churrasquinho”, “leitão à pururuca”, “torresminho”, doces, refrigerantes, etc – alimentos que invalidam qualquer atividade saudável. Além disto, caminham em locais inadequados e usam calçados impróprios para a atividade exercida. Logo, o corpo não descansa, como ainda pode sofrer lesões por exercícios praticados de maneira errada. Também existem aqueles que caminham em excesso, acima de quatro horas ao dia, todos os dias da semana, sem um descanso mínimo. As estruturas corpóreas e seus respectivos ligamentos não agüentam e acabam por “inchar”, inflamar ou até romper. Está comprovado que qualquer treinamento físico, principalmente os de altíssimo nível, deve ser praticado com o necessário descanso para que o organismo possa se recuperar da atividade e da perda de líquidos e sais minerais. Outros praticam esforços aos finais de semana como maneira de compensar uma vida sedentária de segunda à sexta-feira, sem qualquer sistemática apropriada. Deve-se praticar atividades periódica e cotidianamente, com pausas corretas de descanso.

Tudo que é feito ininterruptamente cansa, desgasta e não promove os benefícios almejados. O Esporte é uma atividade física e, como tal, promove desgaste energético, emagrecendo o organismo. Mas, sem respeitar os parâmetros físicos limitantes de cada indivíduo, ou ainda, um controle alimentar adequado, ao invés de benefícios, a atividade pode promover malefícios. O controle alimentar é muito importante no que se refere à relação entre ingestão e gasto de energia, ou seja, o quanto (e o que) se come e o quanto se trabalha. Neste parâmetro, podemos entender que é perigoso pessoas obesas e despreparadas praticarem Esportes como triathlon, uma competição onde se nada, pedala e corre longas distâncias exaustivamente. Até que ponto é saudável praticar triathlon, ou ainda malhar de duas a quatro horas numa academia? São associações equivocadas relacionar alto rendimento e esforço excessivo. Para que o Esporte fazer bem, tem que suar muito e deixar o indivíduo cansado.

Esporte não é Saúde. Pode vir a ser um promotor de Saúde, mas nem sempre irá produzir Saúde, como uma regra. Inclusive temos recentemente dois casos de jogadores de futebol que faleceram enquanto praticavam a atividade física. Percebemos também, que existem vários desportistas que fazem uso de substâncias – questionáveis – para obter melhores desempenhos nas atividades, o que corrompe a noção de que Esporte faz bem. Esporte só faz bem dentro de seus fatores limitantes: bem empregado, bem trabalhado e sob uma perspectiva que esteja além do alto rendimento.

Isso não quer dizer que muitos que praticam Esportes de alto rendimento não são pessoas saudáveis. Serão na medida em que o treinamento lhes provocar bem-estar físico e uma boa relação para com os outros. Mas ao exagerar na atividade (em nome da relação “Esporte é Saúde), acaba-se promovendo um malefício ao corpo”. Outro problema nesta relação ocorre com uma concepção inadequada de Esporte, sendo esta, muitas vezes, a concepção dos professores de Educação Física dos ensinos fundamental e médio. Em determinada ocasião, Esporte é considerado como um conteúdo mínimo e único, o que acaba se tornando a exclusiva prioridade a ser promovida entre seus alunos: aos que jogam bem, a oportunidade de praticar; aos que possuem dificuldades, acabam como juiz, gandula ou ainda sentados no banco, só observando a turma jogar. Nestes casos, não há Saúde social, ou, sequer, Saúde motora. Como deve se sentir o aluno que permanece sentado durante toda a atividade dos colegas? O que ele acaba por representar? E sobre a prática de distribuir os alunos em dois times, onde são escolhidos um por vez, alternadamente: como se sente o último a ser escolhido? Como “resto”? São estas as práticas a serem repensadas

A Educação Física nas escolas não pode ter por objetivo formar campeões, assim como não deve negar a possibilidade de que alguns realmente serão futuros campeões. Temos a necessidade de dissociar a Educação Física escolar de treinamento esportivo. A inserção dos alunos obesos, lentos e sem muita coordenação motora trará mais Qualidade de Vida ao conjunto, ensinando, não apenas, nossos limites, mas também em como conviver com os limites alheios. Nas escolas, os pré-requisitos para os professores de Educação Física não devem ser grandes atletas que sabem jogar, devem ser grandes professores que saibam ensinar. Do contrário, o Esporte deixa de ser um agente de inclusão social para ser um fator de exclusão social, onde “quem joga bem, joga; quem não joga bem, que fique quieto e não atrapalhe”.

Existem também aqueles que praticam musculação e, paralelamente, tomam suplementos alimentares e aminoácidos. Alguns em apenas dois meses têm a musculatura toda definida e acreditam que isto é ser saudável: muito questionável, principalmente, se tratando de um adolescente, por exemplo. No momento, o corpo fica “esteticamente belo” (o que não deixa de ser uma mera convenção social), mas passados alguns anos, estes complementos podem deixar a pessoa estéril ou ainda provocar doenças no fígado. Tudo o que é feito para além dos limites naturais do corpo, com certeza prejudica o mesmo. Existe um composto chamado Creatina, substância que ao ser ingerida dá condições de um rendimento um pouco maior ao corpo, produzindo mais energia. Porém, ao se ingerir Creatina após um longo período, o corpo para de produzir os benefícios mesmo que o indivíduo continue ingerindo-a. Mais tarde, começam a se formar certos resíduos, estranhos ao corpo: são compostos que acabarão por gerar algum problema grave, talvez até um tumor. Também não praticam um ato saudável os indivíduos que se abstêm de se alimentar com legumes, verduras e frutas para só ingerir suplementos alimentares. Não se deve exagerar em nada, tudo tem seus limites.

Ainda sobre os excessos além dos limites do corpo, está o que chamamos de “Especialização Motora Precoce” ou “Inadequação no Movimento ao Nível Desenvolvimental do Praticante”. São as Escolinhas de Esporte para crianças (como as Escolinhas de Futebol, por exemplo) que ensinam como se estas fossem adultos, esquecendo que seus limites físicos e motores são muito maiores. Nesta idade, deveriam somente ensinar os movimentos que lhes são possíveis, deixando a especialização no Esporte de alto nível para depois, quando desenvolverão sua habilidade motora. Para as crianças de 8 até 12 anos o que deve ser praticado está muito distante do Jogo profissional em si – apenas mobilidades precursoras. Além do corpo não compreender o movimento se não estiver bem desenvolvido, existem pesquisas comprovando que devemos primeiro desenvolver nossa base motora para em seguida decidir o que fazer com ela. Isto é, na infância devemos desenvolver nosso nível de movimentos em uma grande amplitude de ações (genéricas) para só depois podermos decidir os esportes a praticar (em uma especialização do movimento). Podemos ver que no Vôlei, por exemplo, os jogadores que se destacam hoje são aqueles que sabem atuar bem em diversas posições, levantamento, bloqueio, saque, corte, enquanto que antigamente o bom jogador era especialista em uma só posição. O atual jogador de vôlei aprende inicialmente os lances mais gerais e só mais tarde escolhe a posição que melhor lhe convém, assim já aprendeu mais do esporte e desenvolveu mais amplamente sua coordenação motora para o mesmo. Além disso, a especialização prematura pode acarretar lesões (no joelho, ombro, cotovelo, etc – e não há maneira de se compensar o corpo depois de lesionado), o que ocasiona uma curta vida no Esporte, tendo que abandonar mais cedo a atividade.

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