– A real preocupação da Segunda Onda de Covid-19

Quando surgiu o Novo Coronavírus, ele era algo desconhecido. A Ciência foi aprendendo sobre suas características (e continua até hoje) e muita coisa ainda está para ser respondida. As 3 principais:

  1. O que / como / quando se dará a 2a onda
  2. A intensidade e duração desse novo momento crítico (já real em alguns países); e
  3. As chances de reinfecção (duraria apenas alguns meses a imunidade?).

Eu fico estarrecido em ver o caos voltando na Espanha e Inglaterra, possibilitando um novo lockdown, além da situação de Manaus, que estava calma, voltando a ser calamitosa.

Será que os planos de reabertura e volta da normalidade até o final do ano serão deixados de lado? Viveremos essa angústia do isolamento e cuidados sanitários extremos (que são necessários) por quanto tempo?

Parece-me que o grande triunfo do vírus é iludir as pessoas que a coisa está mais calma. Não podemos relaxar!

Mundo tenta conter segunda onda da covid-19 sem novos confinamentos

– Ansiedade Noturna

Se você tem dificuldades em dormir (um problema cada vez mais comum), essa postagem (extraída do blog “Pitacos e Achados”, link abaixo) é fundamental para o seu tratamento.

Segue:

A insônia não é uma boa companheira. Na verdade, as pessoas com insônia sofrem muito. Um bom descanso é precisamente uma das melhores ferramentas …

CONTINUA EM: 7 passos para enfrentar a ansiedade noturna

– Prevenir não custa nada!

Nenhum pai ou mãe gosta de levar seus filhos ao médico. Se for para prevenção, aí muda-se de figura: tudo bem!

Nestes tempos de pandemia, os protocolos exigem cuidados demais para nossas crianças no consultório, e precisamos estar atentos a eles. Mas a causa é boa: saúde dos pequenos, então vale o sacrifício.

Pudera, para sempre ter um sorriso como esse saudável, não existe falta de esforço!

– A dependência causada pelo Facebook: um vício a ser tratado.

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

What's up with the new Facebook app logo? | Creative Bloq

– O futebol não é algo sério: Daniel Alves, Flamengo e Torcidas.

O Governo liberou a possibilidade de até 30% da capacidade dos estádios para torcedores, ficando a cargo de autoridades estaduais e municipais regularem a fiscalização e permissão. No mesmo dia, a Inglaterra anunciou que não se deve ter torcedores nas arquibancadas nos próximos 6 meses. Quem está com a razão?

No Equador, o jogo do Flamengo estava confirmado, adiado, depois confirmado e com a necessidade de deixar o estádio em quarentena pós-partida. Levando em conta que o Del Valle, último clube que jogou com o Mengão testou TODOS como negativo, parece que os brasileiros é que foram imprudentes…

Por fim: Daniel Alves não viajou com o São Paulo pois estava lesionado com o braço. Mas postou foto com tamborim usando o membro machucado, feliz da vida. Se o clube não está em boa fase, é prudente tal postagem?

Falta no Brasil: seriedade, profissionalismo e… “semancol”

Esfera de futebol clássica no fundo preto | Foto Premium

– Dia da Banana?

Quem é atleta DEVE comer banana (mas a nanica) pelo fato de ser fonte natural de potássio (e ajuda a evitar cãibras).

Recebo agora algo que não sabia: hoje é o DIA DA BANANA (22/09)!

Uai, quem e porquê inventaram uma data para a fruta? Logo teremos o dia da maçã, da melancia, da lima da Pérsia…

Falando sério: a banana nanica é uma fruta com potencial risco de extinção. Motivos abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/01/bananas-correm-risco-de-extincao.html

BANANAS CORREM RISCO DE EXTINÇÃO

A banana é a fruta mais popular do mundo. E além dos seus predicados gastronômicos, ela já foi usada tanto para designar governos corruptos em países tropicais – as Repúblicas das Bananas – quanto para sinalizar algum comportamento estranho – no inglês “going bananas”. Também tem se mostrado útil a atletas, como repositora de nutrientes. Quem não lembra do tenista Gustavo Kuerten comendo bananas no intervalos de jogos?

Atualmente, mais de 100 milhões de bananas são consumidas anualmente no planeta.

Mas agora o mundo enfrenta uma nova ameaça que pode provocar, segundo especialistas, a extinção da variedade mais comum da banana, a Cavendish (no Brasil, banana d’água e/ou nanica). E talvez da fruta em todas as suas espécies.

Tal possibilidade tem a ver com uma propriedade rural no condado de Derbyshire, Inglaterra. Ali, há 180 anos, foi desenvolvida a variação da fruta que se tornaria a mais consumida no mundo.

‘Planta exótica’
O jardineiro da propriedade de Chatsworth, Joseph Paxton, recebeu, em 1830, um cacho de bananas importadas das Ilhas Maurício. Paxton havia visto bananas em um papel de paredes de um dos 175 quartos da propriedade. Na esperança de cultivar o fruto, o jardineiro plantou o que seria a primeira bananeira daquela propriedade.

“Paxton sempre esteve atento a novas plantas exóticas e era bem relacionado, o que lhe permitiu saber que bananas haviam chegado à Inglaterra”, comenta o atual jardineiro-chefe da propriedade, Steve Porter.

Em novembro de 1835 a bananeira de Paxton finalmente deu frutos. Mais de 100, o que rendeu ao jardineiro a medalha durante a exposição da Sociedade Horticultural britânica.

A banana acabou batizada pelos empregados da propriedade de Cavendishii, já que Cavendish era o nome de família dos donos do local, a duquesa e o duque de Devonshire.

“Naquela época, era muito interessante para uma família inglesa plantar bananas e servir a fruta a seus visitantes”, diz Porter. “E ainda é”, comenta.

Missionários acabaram levando as bananas Cavendish para o Pacífico e Ilhas Canárias. Com a epidemia da Doença do Panamá, que dizimou as plantações de outros tipos de bananas a partir de 1950, mas não afetou a Cavendish, esta variação da fruta passou a ser a preferida de agricultores mundo afora.

A Cavendish era imune ao fungo assassino. E acabou sendo o tipo-exportação. A fruta rendeu, em 2014, US$ 11 bilhões em exportações da fruta, sendo o Equador o principal vendedor. O Brasil é o sexto maior produtor, com mais de 7 milhões de toneladas produzidas, mas consome quase toda a banana que produz.

O problema é que, enquanto produtores aperfeiçoavam a banana Cavendish, encontrada em supermercados do Ocidente quase sempre com o mesmo tamanho e sem manchas, o fungo da Doença do Panamá também evoluiu. E, agora, ameaça seriamente as Cavendish.

O novo fungo é ainda mais poderoso do que o que atacou o tipo mais popular de banana antes dos anos 50, a Gros Michel, e agora afeta plantações em diversos lugares no mundo. Mais de 10 mil hectares de plantações foram destruídos.

Como o todas as Cavendish produzidas atualmente são clones daquela plantada pelo jardineiro Joseph Paxton há quase dois séculos, se uma for atingida, as demais também serão.

Perigo
O fungo foi redescoberto em 1992, no Panamá, e detectado desde então na China, Indonésia, Malasia e Filipinas. E, de acordo com a Panama Disease.org, – entidade formada por pesquisadores holandeses para alertar sobre o perigo da doença- afetará logo, e em larga escala, plantações da América do Sul e África.

“O problema é que não temos outra variação da banana que seja imune à doença e que possa substituir a Cavendish”, diz Gert Kema, especialista e produção da planta na Wageningen University and Research Centre, na Holanda, e um dos membros do Panama Didease.org.

Pesquisadores trabalham com duas linhas de ação para salvar a banana. Primeiro, conter o avanço da doença através de campanhas.

Mas é mais fácil falar do que fazer, alerta Alistair Smith, coordenador internacional da organização Banana Link, que reúne cooperativas de agricultores ao redor do mundo.

“É mais ou menos possível conter (o fungo) com medidas severas, mas isso não significa que a doença não será transmitida”, diz.

Temos tecnologias mais avançadas agora do que tínhamos quando perdemos a Gros Michel”, complementa Kema. “Podemos detectar e rastrear o fungo muito melhor do que antes, mas o problema persiste, pelo fato de que a Cavendish é muito vulnerável à doença”.

Outra banana
Daí surge a segunda linha de atuação: achar uma banana não vulnerável ao fungo.

“Continuar plantando a mesma banana é burrice”, alerta Kema. “Podemos tentar aperfeiçoar a Cavendish geneticamente. Mas, em paralelo, precisamos aumentar a diversidade”.

A eventual extinção da banana traria impacto severo para a economia e a dieta de vários países, lembram os pesquisadores.

Enquanto isso, ainda distante da crise, a plantação de bananas iniciada por Joseph Paxton em 1830 segue firme em Chatsworth, na Inglaterra, onde são colhidos de 30 a 100 cachos por ano.

“Elas parecem mais com plântano, mais densas e não tão doces”, comenta o atual jardineiro, Steve Porter. “Mas ficam bonitas na decoração e são usadas também em alguns pratos da casa. Equanto pudermos, vamos manter nossa plantação”.

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– O Câncer de Mama realmente é Genético?

A pergunta-título dessa postagem é uma perturbação muito comum. Se sim, quando e/ou em quais casos é?

Compartilho essa relevante matéria sobre o que já se sabe sobre genes e hereditariedade de alguns tipos de câncer de mama e de ovário, abaixo,

extraído de:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/09/15/interna_ciencia_saude,706147/amp.html

TÉCNICA APONTA COM PRECISÃO DE PACIENTE TEM RISCO DE CÂNCER

Testes para identificação de mutações genéticas no BRCA1 estão cada vez mais comuns e acessíveis

Com o resultado em mãos, médicos podem descartar o risco de malignidade em pacientes com histórico familiar que sugerem a possibilidade de câncer de mama ou ovário. Contudo, dos milhares de variantes conhecidos desse gene, muitos ainda se encontram em um limbo diagnóstico. Não se sabe se têm ou não potencial para silenciar a função natural de reparação do DNA e, assim, evitar ou facilitar a disseminação de células tumorais.

Com a tecnologia de edição do genoma Crispr, pesquisadores da Universidade de Washington em Seattle, nos Estados Unidos, conseguiram classificar, de forma rápida e com acurácia, quase 4 mil variantes do BRCA1 em apenas seis meses. A expectativa da equipe é de, nos próximos dois anos, identificar, em todas as mutações conhecidas desse gene, o potencial maligno ou benigno e, assim, orientar pessoas que, hoje, não sabem se tomam iniciativas profiláticas, como a remoção das mamas, ou esperam o câncer se manifestar.

“Devido ao histórico familiar de câncer de mama ou ovário, é comum mulheres fazerem o teste para mutações no BRCA1, mas ter uma variante e não saber o que ela significa é muito estressante”, observa Jay Shendure, pesquisador do Departamento de Ciências Genômicas da Universidade de Washington e autor sênior de um artigo sobre a técnica, publicado na revista Nature. De acordo com ele, atualmente milhares de mutações encontram-se na categoria das variantes de significado desconhecido, quando é impossível dizer se podem ou não causar câncer.

Banco internacional

O oncologista Sergio Simon, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), explica que, hoje, a principal ferramenta para a classificação de mutações do BRCA1 é um banco de dados internacional, o Brotman Baty, no qual, há duas décadas, médicos e laboratórios de genética inserem informações sobre aquelas encontradas em pacientes. Uma delas foi descoberta por Simon em uma família paquistanesa que vive no Brasil.

Em dois anos, foram 15 casos registrados de pacientes com a mutação maligna. Quando não se sabe se a variante pode desencadear o câncer, é preciso esperar a doença se manifestar para, então, informar à comunidade científica sobre a classificação da versão do gene.

“Com os relatos de casos, vai ficando mais claro se a mutação é patogênica. Mas esse é um processo muito demorado”, diz.

Com a tecnologia desenvolvida por um estudante de PhD do laboratório de Jay Shendure, não será preciso esperar os geneticistas inserirem mutações no banco de dados, nem a doença surgir para se saber se elas podem provocar o câncer. Dessa forma, pacientes com alterações hoje identificadas como desconhecidas já não ficarão sem orientações sobre o procedimento mais indicado. “Agora, podemos fazer interpretações com confiança. E isso apenas em um gene, mas, talvez, possamos pegar o mesmo paradigma e estendê-lo a outros genes”, afirma Shendure.

Alta acurácia 

A técnica do pesquisador Greg Finley foi batizada de edição genômica de saturação e consiste no uso da enzima Crispr, que, como uma tesoura, corta pedaços do DNA para modificar as sequências. Usando essa ferramenta, os pesquisadores fizeram diversas alterações no BRCA1, inclusive algumas ainda não identificadas em humanos, e mediram os efeitos de cada uma delas em células humanas cultivadas em laboratório. Os cientistas ficaram surpresos com o grau de acurácia do método, que identificou corretamente mutações sabidamente malignas e benignas.

Uma das vantagens destacadas por Finley é poder fazer a avaliação de um grande número de variantes em um curto espaço de tempo. “Para testar quase 4 mil mutações, levamos cerca de seis meses. Acreditamos que, em dois anos, conseguiremos classificar todas as mutações do gene BRCA1”, diz Finley. “Nossa esperança é de que o banco de dados Brotman Baty continue a crescer e se torne um ponto central para guiar a interpretação das variantes.” O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica destaca que esse prazo é um avanço muito grande em relação ao que se tem hoje. “Essa técnica vai clarificar cada vez mais os testes genéticos, esclarecendo resultados que, agora, ainda são um ponto de interrogação”, avalia Sergio Simon.

Resultado de imagem para Mutações genéticas

– A diferença do preço de medicamentos nos EUA e no Brasil

Abaixo publico duas fotos: a de uma caixa com 30 comprimidos de Vitamina C comprada no Brasil e um pote com 100 cápsulas comprado nos EUA. Ambos têm a mesma quantidade por dose: 500 mg. 

A diferença está no preço: a embalagem brasileira com 30 custa  R$ 27,00 aproximadamente. A americana com 100 custa US$ 2.00

Incrível, não? Aqui, R$ 0,90 / comprimido. Lá, US$ 0.02 por cápsula

– Reação adversa no teste da Vacina de Oxford traz medo quanto às russa e chinesa

A AstraZeneca e a Universidade de Oxford, que tem como parceira a Unifesp, suspenderam os testes para a Vacina contra o Covid_19 por conta do “adoecimento sem explicação de paciente”.

Mediante a reação adversa do voluntário, faz-se necessário ter calma para a continuidade dos trabalhos (é esse o procedimento de instituições sérias e responsáveis). E diante disso, lembro que abordamos em outra oportunidade: a vacina mais rápida da história da humanidade foi a da Caxumba, que levou 4 anos para ser desenvolvida (afinal, há a necessidade de ver os efeitos a longo prazo para saber se ela é segura ou não). Por conta deste fato, fico pensando: as vacinas russa e chinesa, tão “ligeiras”, poderão realmente ser tomadas com tranquilidade?

Hum… eu sou medroso. E você?

AstraZeneca Pauses Covid-19 Vaccine Trial After Illness in a U.K. Subject -  WSJ

– A Índia e a Pandemia

A Índia tornou-se o 2o país do mundo em casos de Covid-19, passando o Brasil. Mas, surpreendentemente, não tinham tantas ocorrências anteriormente, creditando tal fato aos “fatores culturais”, além da cloroquina. Não era bem assim…

100 dias, veja o cenário absurdamente diferente (de otimismo e números baixos) e o que era dito. Relembre em: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/27/o-que-explica-os-baixos-indices-de-coronavirus-na-india/

A Índia entre a economia e a religião | Exame

– Por quê eu corro?

Um amigo perguntou como é a minha rotina de treino (o que eu faço ou no que me concentro).

Dias atrás eu contei que é um momento diário importante para mim, onde consigo conciliar a saúde do Corpo, da Mente e da Alma.

Compartilho uma explicação com os momentos de uma atividade física de dias atrás, no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

Baú da Dri|Bloggingtips & Lifestyle: Corpo mente e alma

– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

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