– Ser mais produtivo é angustiante?

Concorda ou não com a afirmação abaixo? Leia:

“As pessoas produtivas aprendem a distinguir o que é ou não relevante. Em ambientes caóticos, nem sempre é fácil preservar o foco nas metas. Ser produtivo, na vida pessoal ou profissional, requer tentativa e erro. Mas podem ser um equívoco perseguir metas irrealistas.”

Tal trecho vem de uma matéria muito boa intitulada “A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS”, publicada na Veja (04/05/16, pg 85-86), mostrando um estudo sobre o choque das realizações pessoais desejadas (os sonhos) e o que foi conseguido na realidade. Nele, se crê que o pico de infelicidade se dá aos 46 anos!

Abaixo, a publicação:

A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS

Um novo livro apresenta estratégias para apaziguar uma das principais fontes de stress da modernidade: a necessidade de ser mais produtivo sem sacrificar a vida pessoal.

Por Bianca Alvarenga

O adulto de meia idade é um angustiado. Ele está no auge de sua vida profissional, mas enfrenta longas jornadas de trabalho e vive sob a ansiedade constante de ser superado pelos colegas. Coloca-se na obrigação de cumprir as expectativas de seus familiares, enquanto se ressente de passar pouco tempo com os filhos e os amigos. Lamenta o adiamento sistemático dos sonhos de juventude, cada vez mais distantes. Pesquisas em diferentes países revelam que a fase mais infeliz da vida de mulheres e homens coincide com essa idade.

Um estudo feito por pesquisadores britânicos analisou a curva da felicidade e chegou à seguinte conclusão: se colocássemos nossa satisfação pessoal em uma linha do tempo, ela teria o formato de U. O tempo varia um pouco entre os países, mas, em média, o pico da infelicidade acontece aos 46 anos. No Brasil, o fosso da insatisfação chega antes, aos 36 anos.

Para os autores, as pessoas, quando se aproximam dos 40 anos, passam a reprimir ambições e sonhos acumulados no início da vida. Com o tempo, vem o alívio: as aspirações são calibradas à realidade, e as angústias se esvanecem. O ápice da felicidade adulta, surpreendentemente, ocorre entre os 60 e os 70 anos de vida.

Uma frustração típica da meia-idade, para quem é pai ou mãe, é chegar em casa quando os filhos já estão na cama e muitas vezes sair para o trabalho antes de vê-los acordar. Pior: mesmo obrigados a privar-se do convívio familiar, esses profissionais não se consideram plenamente produtivos na vida profissional. Foi esse sentimento que levou o jornalista americano Charles Duhigg a investigar o próprio descontentamento. Certo dia, viu-se premido pelo nascimento do seu segundo filho e pelos arranjos finais para o lançamento do seu primeiro livro (que viria a ser o best-seller internacional O Poderão Hábito), enquanto trabalhava com afinco em uma série de reportagens para o jornal The New York Times (que acabou lhe rendendo um Prêmio Pulitzer). “Havia muitas coisas boas acontecendo na minha vida profissional, e eu me sentia realizado. Porém, eu tinha a sensação de estar correndo cada vez mais rápido, e ainda assim estar dando passos para trás“, conta ele, em entrevista a VEJA.

Como bom jornalista, Duhigg fez da própria experiência uma bela reportagem ensaística, transformada em livro, que chega na próxima semana às livrarias brasileiras: “Mais Rápido e Melhor – Os Segredos da Produtividade na Vida e nos Negócios” é o resultado de dois anos de entrevistas e investigações para saber como pessoas de campos profissionais variados conseguem ser produtivas, equilibrando-se entre as obrigações pessoais e as profissionais. No fim, o autor organizou a sua apuração em oito ideias centrais, como a capacidade de manter o foco nos objetivos, cumprir as metas estabelecidas, saber inovar e também tomar decisões, além de navegar com segurança no oceano de informações e distrações do mundo moderno.

Ao falar sobre foco, Duhigg conta o caso do voo 32 da companhia aérea australiana Cantas Airways. Após um incêndio em uma das turbinas do Airbus A380, fragmentos resultantes da explosão perfuraram uma das asas e romperam partes dos sistemas elétrico e hidráulico da aeronave. Com 21

dos 22 principais sistemas de voo danificados ou inoperantes, o piloto precisou confiar mais na própria experiência do que nos avisos que piscavam no painel do avião. Ele concentrou-se no que era importante: controles de navegação, freios, tanques de combustível e trem de pouso. Em seu modelo mental, o piloto recorreu ao artifício de fingir estar pilotando um Cessna, uma aeronave infinitamente menos complexa do que o A380. Focando o essencial, pousou com segurança e salvou 469 vidas. Nas simulações que recriaram o acidente, nenhum outro piloto conseguiu evitar uma tragédia.

Como essa história serve às pessoas que desejam ser mais produtivas?

O jornalista ressalta, aí, a importância de criar modelos mentais. É sempre possível preparar-se para os problemas que eventualmente surjam em nossa vida.

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– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Anima o #corpo, ajuda a #mente e nos dá tempo para as #tarefas.
Vamos correr a fim de dar um “start” nos #hormônios?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics

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– Exercitar-se faz bem!

Correr é muito bom! Em local seguro, idem.

Controlando o tempo e o BPM, melhor ainda…

Eu uso o iSmooth, que é ótimo. Mas não tem em português… E você, controla seus treinos como?

Ops: faço planilhas de todos os exercícios, isso ajuda demais a melhorar o desafio diário. Faça também, é uma boa dica.

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– Dormir mal pode ser mais perigoso do que pensamos!

Novos estudos mostram que dormir bem é uma questão fundamental para ter boa saúde. Veja o que pode ocorrer ou não de acordo com as quantidade de horas de sono que nos permitimos,

Extraído de: Folha de São Paulo, 23/04/19, Caderno Equilíbro, Pg 1.

DORMIR POUCO VIRA EPIDEMIA SILENCIOSA; SONO NÃO PODE SER UM LUXO, DIZ CIENTISTA

Por Fernanda Ezabella

Vai deixar para dormir quando morrer? Para Matthew Walker, tal conselho pode ser mortal. O pesquisador britânico e professor de neurociência e psicologia apresentou na quinta (18) uma série de pesquisas que ligam a privação do sono a inúmeros problemas de saúde, incluindo tumores, mal de Alzheimer e ataques do coração.
O pesquisador diz que é hora de reivindicar nosso direito de dormir direito sem sentir vergonha ou ser chamado de preguiçoso. “É uma epidemia silenciosa que está se tornando rapidamente um dos maiores problemas de saúde pública do século 21.”
“Vou começar falando de testículos”, provocou Walker em sua palestra no TED em Vancouver. “Homens que dormem apenas cinco horas por noite têm testículos significantemente menores de quem dorme sete horas ou mais. E aqueles que dormem com frequência apenas quatro ou cinco horas têm um nível de testosterona de alguém dez anos mais velho.”
Fundador e criador do Centro de Ciência do Sono Humano em Berkeley, Walker disse que problemas também são vistos no sistema reprodutivo feminino. Além disso, dormir seis horas ou menos por noite afeta o cérebro e suas funções de memória e aprendizado e diminui em 70% células do sistema imunológico.
“Nos últimos dez anos, aprendemos que você precisa dormir depois de aprender para apertar aquele botão de salvar e não esquecer suas memórias”, disse. “E recentemente aprendemos que você também precisa dormir antes de aprender para preparar seu cérebro. Ele é como uma esponja seca prestes a ficar molhada de conhecimento. Sem dormir, o circuito da memória no seu cérebro fica molhado o tempo todo e não consegue absorver nada novo.”
O pesquisador explicou que ondas cerebrais “grandes e poderosas” acontecem durante os estágios de sono mais profundo. “Funcionam como uma transferência de arquivos, de um reservatório vulnerável de memória curta para um armazenamento mais permanente no cérebro para protegê-la”, explicou.
A descoberta trouxe evidências em 2018 de que a piora no sono que experimentamos quando envelhecemos pode estar contribuindo para nossa falta de memória e até mesmo para o surgimento do alzheimer.
Seu centro de pesquisa está desenvolvendo técnicas para melhorar o sono profundo e, infelizmente, a solução não estão nas pílulas de dormir. “São instrumentos que não produzem sono natural”, avisa.
Um dos métodos é baseado na aplicação de uma pequena voltagem de estimulação no cérebro. Quando feito durante o sono de jovens adultos saudáveis, é possível ver a ampliação das ondas cerebrais, dobrando os benefícios na retenção de memória e aprendizado.
“Agora estamos estudando como aplicar essa tecnologia a adultos mais velhos ou com demência para ajudá-los em suas funções de aprendizado e memória”, disse Walker.
O pesquisador também mostrou como dormir mal afeta até mesmo seus genes. Num estudo com adultos saudáveis, as atividades dos genes foram comparadas em dois cenários: uma semana de sono limitado a seis horas e uma semana de sono de oito horas.
Cerca de 700 genes tiveram suas atividades “distorcidas” diante de pouco sono. Metade deles teve suas atividades aumentadas, e a outra, diminuída. Os genes que foram desligados eram associados ao sistema imunológico, enquanto os que foram “aumentados” eram ligados a inflamações, tumores e estresse.
Além do conselho de não beber álcool e cafeína ou pelo menos reduzir seu consumo, Walker deu duas dicas para uma boa noite de sono: regularidade e temperatura ambiente entre 16 e 18 graus.
Para Walker, dormir não pode ser um item de luxo porque é uma necessidade biológica não negociável. 
“Dizimar o ato de dormir nas nações industrializadas está tendo um impacto catastrófico na nossa saúde e na educação e segurança de nossas crianças.”
OS PROBLEMAS DA FALTA DE SONO
Memória
Dormir seis horas ou menos por dia afeta o aprendizado. Pode também contribuir para o mal de Alzheimer

Reprodução e hormônios
Homens que dormem apenas cinco horas têm testículos e níveis de testosterona menores 

Imunidade
Dormir seis horas ou menos reduz em 70% as células do sistema imunológico. Inflamações, tumores e estresse parecem estar ligados também à falta de sono

Dicas para dormir bem
Matthew Walker dá o conselho clássico de evitar álcool e cafeína, especialmente à noite, mas indica duas coisas importantes: regularidade e temperatura baixa no quarto, entre 16 e 18 graus

O pesquisador também diz que é importante dormir em um quarto totalmente escuro, evitar celular e tablets na cama e levantar e ir para outro cômodo se você não conseguir dormir depois de 15 a 20 minutos.

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– Não tome Kratom, se te oferecerem!

Um extrato oferecido em chá ou em cápsulas, de uma planta parecida com café, dita estimulante e ao mesmo tempo com alto poder analgésico, o Kratom, tem feito mortos nos EUA, onde virou moda.

Se você não ouviu falar disso ainda, compartilho:

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2019/04/17/o-que-e-kratom-a-planta-que-ja-matou-mais-de-90-pessoas-nos-eua.htm

O QUE É KRATOM, A PLANTA QUE JÁ MATOU MAIS DE 90 PESSOAS NOS EUA

Este suplemento natural tem sido usado há milhares de anos no sudeste da Ásia, especialmente na Tailândia. Seus efeitos em doses baixas podem ser positivos, mas em altas doses são potencialmente mortais, alertam as autoridades americanas.

O kratom é uma planta da família do café, mas que exige muito mais cuidado do que o parente cheio de cafeína. Os problemas que ela está causando nos Estados Unidos levaram autoridades a lançar um alerta sobre seu uso.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país publicou na semana passada os resultados um estudo que mostra que, só em julho de 2016 e dezembro de 2017, esta planta, comercializada na forma de suplemento natural, causou a morte de 91 pessoas.

Além disso, a substância foi encontrada, junto a outras drogas, no corpo de 61 pessoas mortas por overdose.

Embora esses casos representem uma parte mínima do total de mortes por overdose de drogas nos Estados Unidos (1%), a preocupação das autoridades vem pelo aumento de situações como essas.

O Centro examinou mais de 27 mil casos de overdose em 27 Estados americanos.

Em aproximadamente 80% das mortes por kratom ou naquelas em que o suplemento aparecia, o falecido tinha um histórico de abuso de substâncias e em aproxidamente 90% delas não recebiam tratamento médico para dor com supervisão médica (a planta também tem propriedades analgésicas).

Em 2016, Russ Baer, porta-voz da agência federal antidrogas dos EUA (DEA, na sigla em inglês), em conversa com a BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, reconheceu apenas dois casos de morte por overdose de kratom nos Estados Unidos.

Este extrato de planta, que é vendido sem receita médica em qualquer fitoterapeuta, contém mitragyna, um ingrediente ativo com efeitos estimulantes.

Em doses baixas, pode funcionar como uma xícara de café bem forte que ajuda você a ficar acordado e ter mais energia.

Em altas doses, no entanto, seus efeitos são mais semelhantes aos de qualquer opioide, como a morfina.

Além disso, disse a agência americana, existem estudos que indicam que é uma substância com potencial de desenvolver dependência.

Sob esses argumentos, a DEA equiparou kratom a LSD, heroína, maconha ou ecstasy, em 2016.

Cada vez mais popular

Mas sua popularidade continuou a crescer e seus defensores alegam que as autoridades não têm dados científicos confiáveis para justificar o alerta.

É o que diz a Associação Americana de Kratom.

“Numerosos estudos em animais mostraram que o kratom tem toxicidade muito baixa”, explicou Charles M. Haddow, membro da associação e responsável por suas relações públicas em um comunicado.

Nesses estudos, ele acrescentou, mesmo “doses extremamente altas (doses que quando ajustadas para consumo humano seriam difíceis de serem consumidas) não causam morte ou efeitos tóxicos significativos”.

Desintoxicação

Essa chamada de atenção por parte das autoridades ocorre em um momento em que os Estados Unidos enfrentam uma emergência de saúde pública devido ao uso de opioides – uma epidemia que já deixou mais mortes do que a guerra do Vietnã e do Afeganistão juntas.

Neste contexto, o kratom é visto como uma substância que ajuda a gerenciar a desintoxicação de opioides, como o OxyContin e o Percocet.

Suas propriedades de aliviar a dor atenuam os efeitos da síndrome de abstinência.

Mas a FDA continua preocupada com o uso deste suplemento como uma alternativa aos analgésicos.

“Nem kratom nem seus compostos mostraram serem seguros e eficazes para qualquer finalidade, e não devem ser usados para tratar qualquer condição ou doença”, disse.

Muitas pessoas também usam essa substância para abandonar a dependência de heroína, álcool e até do tabaco, de acordo com um estudo do Transnational Institute, localizado na Holanda.

Quais são seus efeitos?

O kratom é uma planta decídua (que, numa certa estação do ano, perde suas folhas) usada há milhares de anos no sudeste da Ásia, especialmente na Tailândia.

Suas folhas são consumidas como chá ou trituradas e misturadas com água, embora também existam cápsulas.

Um estudo do Transnational Institute afirma que o kratom pode causar efeitos positivos, como euforia, relaxamento, sociabilidade, aumento de energia e alívio da dor.

Entre os efeitos negativos estão náuseas, dores de estômago, calafrios e suores, tontura e instabilidade, vômitos e coceira.

“(A planta) começou a ser usada nos Estados Unidos nos últimos 20 anos e nos últimos cinco, seu uso aumentou”, disse Susan Ash, da Associação Americana de Kratom para a BBC Mundo em 2016.

A associação acredita que entre três e cinco milhões de pessoas nos EUA consumam a planta como uma alternativa às drogas convencionais.

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– Usar máscara é algo tão traumático? Não, né…

A prevenção e a boa vontade em ajudar contra o contágio da Pandemia não custa caro.

Eu acho desconfortável o uso de máscara de proteção. Mas e daí? É necessário e não é sacrificante.

A boa dica abaixo, na figura. Mas o lembrete: USE MÁSCARA!

– Empreender ou ser Escravo?

Trabalhar demais pode fazer mal. Mas, muitas vezes, o trabalho excessivo não é por necessidade financeira, mas por prazer! E aí cai-se em uma doença típica e não tratada costumeiramente: o vício do trabalho.

Trabalhar não é bom? Claro que é! Só que se virar um vício descontrolado, é ruim.

Dizem (e aí é história) que Henry Ford era viciado em trabalho, ou, como preferir, um workaholic. Ele, no começo da sua carreira empresarial, chegou a quebrar empresas, mas o gosto pelo trabalho fez vingar a Ford Co. É atribuída a ele a frase de que “feriados só atrapalham e trabalhar faz bem”. Se a frase é de autoria duvidosa, um dos seus maiores princípios era comprovadamente real: o de afirmar que quanto mais se trabalhar, melhor será para todos: o patrão fica contente, o empregado recebe mais, o consumidor ganha opções e o governo arrecada impostos. Isso é verdade.

O problema é: e quando se perde o controle do excesso de trabalho? Qualquer vício traz prazer momentâneo, mas e os limites?

Todos nós temos limites. E podemos perder o entendimento de quais são os nossos.

Compartilho belo texto sobre workaholics, extraído da Revista Incorporativa, para melhor entendimento desse assunto,

Extraído de: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1463

EMPREENDEDOR OU ESCRAVO?

por Christian Barbosa

“O dia que eu for dono do meu próprio negócio, terei mais tempo para mim”. Quem já não ouviu ou disse essa frase alguma vez na vida? Talvez você tenha sido uma dessas muitas pessoas que falavam isso com freqüência. Infelizmente, essa afirmação é uma das coisas mais irreais que vejo quando falamos de administração do tempo para empreendedores.

O empreendedor “padrão” é aquela pessoa que tem uma tendência a ser workaholic, deixar de lado as coisas importantes na sua vida em função do crescimento da empresa, está sempre pensando em inovações, mais resultados etc. A maioria dos empreendedores que conheço vira escravos do próprio negócio, pois não consegue separar a vida pessoal da vida empresarial. Eu fui assim durante muitos anos e o pior é que nem percebia o quanto me afundava no meu próprio estresse. Hoje vejo o quanto isso me fez mal e por isso recomendo algumas dicas para reverter esse quadro:

1. Pare e pense qual caminho sua vida está seguindo – Se você cuida tanto da empresa e se dedica pouco para você e para suas atividades importantes, pode perceber que focou seu tempo em tarefas erradas e, às vezes, isso acontece tarde demais. Conheço muitas histórias de empreendedores que cresceram com a empresa, mas destruíram suas vidas e depois passaram a questionar se realmente o esforço de tentar fazer com que a empresa prosperasse, esquecendo-se da vida pessoal, valeu a pena. Equilibrar sua vida profissional com a pessoal é muito importante para ter um futuro com maior sentido e sem arrependimentos

2. Delegue o máximo que puder. Você não é onipresente! – O empreendedor precisa ter a consciência de que outras pessoas também podem realizar o trabalho que ele faz, pois ninguém é insubstituível. Isso não tira sua responsabilidade, mas o liberta para focar em outras atividades mais importantes. Se não for possível delegar algo a alguém, o crescimento da empresa estará diretamente ligado ao tempo do empreendedor, que pode ser bem limitado. Obviamente, ele não delegará definição de metas ou estratégias, mas o operacional deve ser, ao máximo, passado à equipe

3. Aprenda técnicas de gerenciamento do tempo e redução de estresse – Chega um certo momento em que estamos tão assolados de urgências e atividades circunstanciais que precisamos de ajuda externa para conseguir enxergar uma solução. Recomendo que procure um treinamento que o ajude a incorporar novas técnicas de administração do tempo e redução de estresse no seu dia-a-dia. Elas funcionam e podem ajudar a sair dessa fase negativa

4. Coloque momentos importantes para você mesmo em sua agenda semanal – Não deixe que os seus dias sejam compostos inteiramente por urgências e circunstâncias, comece a colocar pequenos momentos para você em sua agenda como, por exemplo, um almoço em família, sair um pouco mais cedo para ir ao cinema, buscar seus filhos na escola, praticar um esporte ou algum outro hobby. Além de ser importante para você e para suas relações sociais, atividades prazerosas como essas renovam suas energias e dão mais disposição para agüentar a pressão do dia-a-dia

5. Aprenda com suas urgências – A maioria das questões urgentes da sua rotina ou da sua equipe poderia ser evitada! Na próxima vez que algo urgente acontecer, pare e pense como pode evitar que esse problema se repita. Em geral, com antecipação de atividades e planejamento você conseguirá reduzi-las com sucesso

6. Domingos são para atividades pessoais – Sua família e sua vida precisam de você. Sempre que possível, evite ao máximo utilizar seu domingo para trabalhar. Desligue seu notebook, seu celular e esqueça a empresa. Faça passeios com a família, aproveite seu tempo com as pessoas importantes de sua vida. Recomendo que no final do dia você planeje a semana, de modo a priorizar atividades importantes para seus dias e prevenir eventuais urgências

7. Escolha uma ferramenta para gerenciar o seu tempo – Para que sua organização e planejamento sejam feitos da melhor maneira, você precisa ter uma agenda eficiente, um celular, um palm top ou então um site na Internet que o ajude a priorizar seus dias, planejar suas metas, agendar reuniões etc. Cada pessoa tem uma preferência por um tipo de “organizador” diferente. Seja no computador ou no papel, encontre qual forma é melhor para você e coloque em prática.

Por último, mas tão importante quanto qualquer uma das dicas citadas acima, é que você já agende suas férias. Se a empresa não vive sem você por pelo menos 10 dias, é melhor você repensar toda a estrutura e organização do seu empreendimento.

* Christian Barbosa – Um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial. Autor dos livros A Tríade do Tempo – A Evolução da Produtividade Pessoal, pela Editora Campus, e Você, Dona do Seu Tempo, pela Editora Gente. Sócio da Triad – empresa especializada em produtividade que presta consultoria, treinamento e oferece produtos diferenciados. Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU – Empretec. Sua metodologia e teorias sobre produtividade ganharam destaque e importância nacional e internacional devido inovações e soluções diferenciadas. http://www.triadedotempo.com.br e http://www.maistempo.com.br

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– Deveríamos comer insetos?

Pelo jeito… sim!

A Revista Superinteressante trouxe uma extensa matéria sobre o quão saudável são mosquitos, borboletas e besouros!

Extraído de: http://super.abril.com.br/alimentacao/voce-deve-comecar-comer-insetos-730304.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

POR QUE VOCÊ DEVE COMEÇAR A COMER INSETOS

O nojo que você sente é relativo

Insetos podem, sim, ser bons substitutos para bois, porcos e frangos. No “pasto”, eles ajudariam a economizar água e custariam menos, além de serem mais nutritivos do que outras carnes. Tudo muito legal se não fosse um detalhe: imagine como seria mastigar uma larva. Sentir a textura do bicho e o jeito que ele explode dentro da sua boca. Ruim? Saiba que o nojo que você sente é natural, mas pode ser domesticado. Tanto que existem provas de gente capaz de comer insetos espalhadas pelo mundo todo. Dos índios brasileiros, que adoram formigas, aos glutões japoneses, viciados em gafanhotos, passando por povos do México e aborígenes da Austrália. Você também pode dizer que a questão não está só na cabeça, mas no próprio bicho: eles são sujos. Bom, nem sempre.

INSETOS ESTÃO CHEIOS DE ENERGIA

Adicione um fator importante à limpeza: eles são ricos em proteína. E costumam carregar mais deste nutriente do que outros bichos. Compare: enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58% (veja mais no gráfico abaixo). “Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais, como ferro e cálcio”, enumera Marcel Dicke, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Para terminar, possuem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura também encontrada em peixes, que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.

QUANTIDADE DE PROTEÍNA

Moscas têm quase o dobro de proteínas que bois. Veja a quantidade de nutrientes de outros insetos.

Moscas e mosquitos – 59%

Libélulas – 58%

Percevejos – 55%

Cigarras e cigarrinhas – 51%

Besouros – 50%

Formigas E abelhas – 47%

Borboletas e mariposas – 45%

Baratas e grilos – 44%

Boi – 28%

Porco – 25%

Frango – 23%

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– Viva a Gelatina!

Pessoas bonitas comem gelatina.
Pessoas em forma comem gelatina.
Pessoas inteligentes comem gelatina.
Eu como gelatina (embora eu não tenha nenhuma das qualidades acima). E vocês, comem gelatina?

Claro que o eu como gelatina foi brincadeira, mas achei extremamente interessante e compartilho a matéria sobre os benefícios à saúde de tal prática, extraída do IG (abaixo).

Em suma: comer gelatina, algo tão barato e gostoso, é bem saudável!

Em: http://delas.ig.com.br/bemestar/viva+a+gelatina/n1237554301064.html

(Mas que eu como gelatina, eu como mesmo!)

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– A volta do Paulistão 2021.

Logo mais o Governador João Dória, após acordo entre o Ministério Público de SP e a FPF, deve anunciar a volta dos jogos do Campeonato Paulista.

Será que os protocolos que foram aceitos não deverão ser obrigatórios também nas partidas de outras competições internas, aos clubes que vierem de fora do estado? Por exemplo: clubes paulistas mandantes contra estrangeiros na Libertadores, ou mesmo da Copa do Brasil.

Aguardemos. Mas lembremo-nos: a taxa de contágio nos jogos da Federação Paulista é absurdamente mais alta do que o resto do mundo. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/29/futebol-paulista-tem-maior-incidencia-de-contagio-por-covid-em-relacao-as-ligas-de-futebol-do-mundo/.

Em tempo: e se a rica FPF comprasse vacinas para os atletas e comissões técnicas, agora que já é possível? Resolveria boa parte dos problemas, em especial para as divisões fora da A1, que precisam de recursos financeiros e não conseguirão viver na bolha sanitária proposta.

MPSP aponta avanço no protocolo de retomada do Paulistão e envia ofício ao Governo de São Paulo - Gazeta Esportiva

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Pandemia, comercialmente falando?

Com toda essa confusão envolvendo o Novo Coronavírus e o fechamento do Comércio, evidentemente que as empresas precisaram se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo (ninguém quer que se #FiqueEmCasa eternamente, nem que se deixe de trabalhar).

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sairmos da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

Intenção de consumo das famílias cai 27% em um ano, mostra CNC ...

– O DNA e a Depressão

Muito interessante: a Holiste, empresa da área de saúde, publicou uma matéria a partir da reportagem da Revista Superinteressante intitulada: DNA, a nova arma contra a depressão. 

Para quem se preocupa com o chamado “mal do século” (o trio formado por depressão, ansiedade e pânico), vale a pena a leitura da questão de se realizar mapeamento genético para atacar essas crises / doenças.

Extraído de: https://www.holiste.com.br/depressao-teste-genetico/

DNA E A DEPRESSÃO

A Revista Super Interessante abordou o uso do Teste Genético como aliado no tratamento da depressão.   Na matéria, a jornalista Pâmela Carbonari explicou o funcionamento do teste genético e relatou sua experiência com a depressão e com os tratamentos medicamentosos.

“O que mais temia não era a ajuda profissional, mas o troca-troca de remédios típico de quem começa tratamentos, e a convivência com efeitos colaterais que cada um pode dar no início do tratamento – ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea…”, explica Pâmela Carbonari.

O “troca-troca” que a jornalista se refere se dá pelo fato de que, a despeito de todo cuidado e perícia do psiquiatra, não é incomum que o paciente não responda de forma eficaz à primeira prescrição do tratamento medicamentoso, ou apresente efeitos colaterais indesejados, já que cada remédio interage com o organismo de uma forma.

“Os testes genéticos surgem como uma alternativa para determinar quais antidepressivos funcionam melhor no seu corpo.  A grosso modo, são testes que fazem uma leitura do seu DNA para detectar se ele é mais amigo deste ou daquele remédio”, resume a jornalista.

O psiquiatra Guido May – do laboratório GnTech, parceiro da Holiste – comenta sobre o teste farmacogenético na matéria.

“É raro encontrar alguém que metabolize normalmente todos medicamentos utilizados para o sistema nervoso central.  Mas, mesmo com esse manual de instruções na mão, a avaliação de um médico segue sendo fundamental.   O teste genético é uma ferramenta, uma informação a mais para ajudar, em conjunto com histórico de tratamentos prévios, ambiente, fase da vida”.

ESTUDOS E RESULTADOS

Um levantamento realizado nos Estados Unidos pela organização de saúde Mayo Clinic, mostrou que quem fez o exame genético teve uma resposta 70% melhor à medicação se comparada àqueles que usaram o antidepressivo sem ter realizado o teste.

“Existem estudos norte-americanos que demonstram que as pessoas que fazem o tratamento guiado com o teste farmacogenético faltam 75% menos ao trabalho do que o paciente que faz o tratamento pela via tradicional, gasta 60% menos com saúde e demanda 67% menos dos planos de saúde” – afirma Guido May.

Já o estudo realizado em publicado em 1167 pacientes com transtorno depressivo maior – que apresentaram resistência ao tratamento e não tiveram resposta a pelo menos um medicamento – identificou uma probabilidade 30% maior de resposta do paciente ao tratamento e 50% maior de alcançar a remissão quando a seleção da medicação foi guiada pelo teste genético.   O estudo foi publicado no American Psychiatric Association (APA), em maio de 2018.

“Atualmente, a prescrição por tentativa e erro de antidepressivos é um fator que contribui para o insucesso do tratamento e aumenta os custos.  A farmacongenômica combinatória pode melhorara os resultados identificando medicamentos que, por razões genéticas, serão menos eficazes, podem levar a mais eventos adversos e que podem existir a troca”, explicou o Dr. John Greden, pesquisador principal do estudo.

TESTE FARMACOGENÉTICO GNTECH

A Holiste realiza o teste em parceria com a GnTech, laboratório catarinense de genética e bioinformática, que realiza exames de alta qualidade e precisão, provenientes do sequenciamento do genoma humano.

O teste da GnTech oferece uma avaliação de como as medicações atuarão no sistema nervoso central do paciente, no tratamento de transtornos como depressão, ansiedade, déficit de atenção e psicoses.

O exame é realizado de forma simples, com a coleta de uma amostra da saliva do paciente. O material é enviado para o laboratório que analisa 26 genes para determinar como o organismo daquele indivíduo reage aos 79 remédios mais usados para o Sistema Nervoso Central – antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos, analgésicos, opioides, psicoestimulantes, estabilizantes de humor e anticonvulcionantes.

O laudo gerado auxilia o trabalho do psiquiatra, como um “mapa” que demonstra como os genes determinam a absorção, distribuição e metabolização dos remédios e de que forma acontece a recaptação de neurotransmissores.

“O teste farmacogenético apresenta-se como uma alternativa para auxiliar a escolha do melhor tratamento, respeitando as especificidades genéticas daquela pessoa.  Podemos definir se é necessário aumentar ou reduzir a dosagem da medicação, ou buscar uma outra alternativa que se adapte melhor ao tipo de metabolismo do paciente, possibilitando uma melhor adesão ao tratamento e uma maior qualidade de vida”, explica a psiquiatra da Holiste Fabiana Nery.

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