– Mantenhamos a prudência: Duas semanas de apreensão no Brasil, Japão em alerta e Equador enterrando em caixões de papelão!

Se prevê que entre os dias 06 a 20 de abril teremos os dias mais delicados no que tange a contaminação pelo Novo Coronavírus em nosso país. Dessa forma, todos os cuidados são necessários.

Alguns países que haviam tentado não fazer o isolamento acabaram cedendo: vejam o Japão, que começou a orientar as pessoas para ficarem em casa. Pior: o Equador, que mesmo tentando segurar a população, vê o tão temido colapso nos hospitais (já que o número de pessoas infectadas é altíssimo e a rede de saúde não consegue atender não só eles, mas as pessoas de outras enfermidades), resultando em um grande número de óbitos que culminou na falta de, pasmem, caixões nas funerárias (assim como tem sido feito na Venezuela)!

Viveremos duas semanas que exigem prudência!

Abaixo, a triste situação de Guayaquil, em material extraído da IstoÉ:

Extraído de: https://istoe.com.br/caixoes-de-papelao-suprem-demanda-durante-emergencia-sanitaria-no-equador/

EQUADOR USA CAIXÕES DE PAPELÃO PARA MORTOS DO CORONAVÍRUS

Guayaquil, cidade mais castigada pelo novo coronavírus no Equador, tenta responder com caixões de papelão à alta demanda de féretros provocada pela pandemia, informou neste domingo a Associação de Papeleiros.

O município recebeu uma doação de mil caixões de papelão prensado da associação, que foi entregue a dois cemitérios da localidade. “É para que possam cobrir a demanda de caixões, que estão em falta na cidade ou são extremamente caros”, disse um porta-voz do conselho de Guayaquil à AFP.

A província de Guayas, que está militarizada e cuja capital é Guayaquil, registra a maior incidência da Covid-19 no país, com 2.524 infectados, entre eles 126 mortos.

Os caixões estão em falta na cidade, assinalou Santiago Olivares, dono de uma funerária. “Vendi 40 que tinha na sucursal do centro e outros 40 da sede de Durán. Pedi mais 10 para o fim de semana e já acabaram.”

Os caixões no porto de Guayaquil, motor econômico do Equador, são vendidos por um preço a partir de 400 dólares, mas, na cidade, os fornecedores não conseguem atender à demanda.

“Devido ao toque de recolher, não há fornecimento suficiente de material”, explicou Olivares, lembrando que um caixão de papelão não atende às normas sanitárias do governo para o enterro de vítimas da Covid-19.

Os caixões de papelão “serão de grande ajuda para proporcionar uma sepultura digna aos mortos durante esta emergência sanitária”, publicou no Twitter a prefeitura de Guayaquil, onde famílias imploram para que as autoridades removam os corpos de residências e ruas.

O Equador, que reportou 3.646 casos de Covid-19, e 180 mortos, está sob um toque de recolher de 15 horas. O governo equatoriano também decretou estado de exceção.

Equador usa caixões de papelão para suprir demanda de mortos por ...

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes

Repost de 1 ano, mas atual:

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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– De que Jeito você quer morrer?

A Escatologia nos dá medo. Mas, sabemos, todos verão o “fim dos tempos” particularmente no dia de sua morte.

É assustador e também mórbido pensar de que jeito morreremos. Sem dor? Lentamente? De maneira fulminante?

Pois bem: o renomado Dr Richard Smith, médico-editor da conceituada publicação British Medical Journal, declarou que a melhor morte é a de câncer”!

Se arrepiou?

Ele justifica que tal falência é a ideal, pois não é rápida nem longa demais. Veja o que ele publicou:

Tumores cancerígenos são preferíveis do que a morte súbita, falência de órgãos ou a demência a longo prazo (…), [pois] é a morte no ‘melhor prazo possível’. Você pode dizer adeus às pessoas, refletir sobre sua vida, deixar últimas mensagens, visitar lugares e se preparar para, de acordo com suas crenças, encontrar o seu criador ou desfrutar do eterno esquecimento”.

Eu discordo. E você, o que pensa sobre isso?

Essa página vai mudar o jeito que você enxerga cemitérios - Emais ...

– Vacinação da Gripe em Jundiaí retornará na 2a feira.

Informação importante a nós, jundiaienses: a vacina contra a gripe, que havia acabado, chegou e voltará a ser aplicada na próxima 2a feira!

A boa dica é: no Parque da Uva, a vacinação será no esquema Drive Thru.

– Não se pode morar (nem morrer) na rua!

Viram as imagens de Las Vegas (EUA), onde um grande estacionamento foi demarcado com retângulos a fim de que os moradores de rua possam dormir “seguros” e não contrair o Novo Coronavírus?

Puxa… me chocou. O que acontecerá ao mundo?

Assistir cenas como essa, ver os caixões empilhados no Equador ou o desespero de espanhóis e italianos, traz uma grande tristeza.

Há pouco, no noticiário noturno, tanto o presidente americano Donald Trump pediu para pessoas ficarem em casa quanto Boris Johnson, primeiro-ministro inglês, que acrescentou “ficar em casa é salvar vidas”.

Não existe muita saída: é uma bola de neve, que arrasa economias, destrói sonhos e, principalmente, mata!

Ouvir os relatos de quem morre pela insuficiência respiratória causados pelo Covid-19 dá medo. É ser sufocado e nada poder fazer.

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– Dia do Padroeiro dos Doentes Incuráveis e Portadores de HIV: São Luís Scrosoppi

Hoje é dia do padroeiro dos doentes incuráveis, dos portadores do vírus HIV e dos caridosos: São Luís Scrosoppi.

Com a busca incessante de ajuda incondicional aos pobres, sempre buscando promover a Caridade, tornou-se Santo por João Paulo II, após milagrosa e inexplicável cura de um devoto sulafricano. Abaixo, extraído de iTerço:

SÃO LUÍS SCROSOPPI

Luís nasceu em 4 de agosto de 1804, em Udine, cidade do Friuli, no Norte da Itália. Foi o último dos filhos de Antônia e Domingos Scrosoppi, cristãos fervorosos que educaram os filhos dentro dos preceitos da fé e na caridade. Aos doze anos, Luís ingressou no seminário diocesano de Udine, e, em 1827, foi ordenado sacerdote.
A região do Friuli, a partir de 1800, mergulhou na miséria em conseqüência das guerras e epidemias, o que serviu ao padre Luís de estímulo para cuidar dos necessitados. Dedicou-se, com outros sacerdotes e um grupo de jovens professoras, à acolhida e à educação das “derelitas”, as mais sozinhas e abandonadas jovens de Udine e dos arredores. A elas ele disponibilizou todos os seus bens, suas energias e seu afeto, sem economizar nada de si. Quando foi preciso, ele não hesitou em pedir esmolas. A sua vida foi, de fato, uma expressão palpável da grande confiança na Providência Divina.
Com essas senhoras, chamadas de “professoras”, hábeis no trabalho de costura e de bordado, que estavam aptas à alfabetização, dispostas a colocarem suas vidas nas mãos do Senhor para servi-lo e optando por uma vida de pobreza, padre Luís Scrosoppi fundou a Congregação das Irmãs da Providência. Mas notou que necessitava de algo mais para dar continuidade a essa obra. Por isso, aos quarenta e dois anos de idade, em 1846, tornou-se um “filho de são Felipe” e, através do santo, aprendeu a mansidão e a doçura, qualidades que lhe deram mais idoneidade na função de fundador e pai da nova família religiosa.
Todas as obras feitas por padre Luís refletiram sua opção pelos mais pobres e necessitados. Ele profetizou certa vez: “Doze casas abrirei antes da minha morte”, e sua profecia concretizou-se. Foram, realmente, doze casas abertas às jovens abandonadas, aos doentes pobres e aos anciãos que não tinham família. Porém Luís não se dedicava apenas às suas obras de caridade. Ele também oferecia seu apoio espiritual e econômico a outras iniciativas sociais de Udine, realizadas por leigos de boa vontade. Era dele, também, a missão de sustentar todas as atividades da Igreja, em particular as destinadas aos jovens do seminário de Udine.
Depois de 1850, a Itália unificou-se, num clima anticlerical, e os fatos políticos representaram um período difícil para Udine e toda a região do Friuli. Uma das conseqüências foi o decreto de supressão da “Casa das Derelitas” e da Congregação dos Padres do Oratório, de Udine. Após uma verdadeira batalha, conseguiu salvar as “Casas”, mas não conseguiu impedir a supressão da Congregação do Oratório.
Já no fim da vida, padre Luís transferiu a direção de suas obras às irmãs, que aceitaram a missão com serenidade e esperança. Quando sentiu chegar o fim, dirigiu suas últimas palavras às irmãs, animando-as para os revezes que surgiriam, lembrando-as: “… Caridade! Eis o espírito da vossa família religiosa: salvar as almas e salvá-las com a caridade”. Morreu no dia 3 de abril de 1884. Toda a população de Udine e das cidades vizinhas foram vê-lo pela última vez e pedir-lhe ajuda do paraíso celeste.
No terceiro milênio, as irmãs da Providência continuam a obra do fundador nos seguintes países: Romênia, Moldávia, Togo, Índia, Bolívia, Brasil, África do Sul, Uruguai e Argentina.
Padre Luís Scrosoppi foi proclamado santo pelo papa João Paulo II em 2001. Nessa solenidade estava presente um jovem sul-africano que foi curado, em 1996, da Aids. Por esse motivo, esse mesmo pontífice declarou São Luis Scrosoppi padroeiro dos portadores do vírus da Aids e de todos os doentes incuráveis. O jovem sul-africano que se curou desse vírus entrou no Oratório de São Felipe Néri, tomando o nome de Luís.

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– Novo Coronavírus está assustando com sua violência! Mais letal do que os chineses falaram?

As 8 nações onde o Novo Coronavírus mais matou ontem, 4a feira, com seus respectivos números de mortos foram:

1041 nos EUA
923 na Espanha
727 na Itália
563 no Reino Unido
509 na França
156 na Alemanha
134 na Holanda
123 na Bélgica

Diante desses dados (repare: de UM único dia), como explicar os boletins chineses de que o perigo maior era para os idosos, sendo que hoje se percebe que pessoas saudáveis também não estão “tão imunes” como se acreditava? Quer dizer que no país mais populoso do mundo, que tanto demorou a notificar a OMS, morreu “pouca gente pelo eficiência de suas ações”, ou diante da ditadura que existe por lá, as informações oficiais do Governo mascararam os números reais de mortos?

Se nas Democracias as informações já são duvidosas (especialmente do número de infectados, já que não são todas as pessoas que conseguem fazer o teste – ao contrário, é a minoria), imagine onde não existe Liberdade de Expressão e a única fonte de informação é o próprio Governo de Pequim? A lógica, o bom senso e a inteligência levam a crer que morreram muito mais pessoas do que o número divulgado pelo Partido Comunista Chinês.

A verdade é: a Pandemia é maior do que se imaginava, e agora que o caos está chegando ao mundo mais “real” das coisas (sem a censura das informações, vide o médico chinês que tentou avisar logo no início do perigo do Covid 19 e foi detido – tendo morrido há pouco tempo pelo próprio vírus), devemos ter ideia do pavor que essa praga descontrolada realmente é.

Não sejamos ingênuos em acreditar que “tudo foi feito com presteza e a China controlou o Novo Coronavírus”. Se fosse assim, como entender a necessidade de SEGUNDA QUARENTENA como tem ocorrido por lá?

Que Deus nos ajude, especialmente quando os número explodirem aqui no Brasil. Não tenhamos politização da causa nem uso eleitoreiro, mas decisões corretas e racionais para salvar vidas. E, por fim, não ouçamos o discurso insensível de que “vai matar umas 5000 ou 7000 pessoas e por isso não pode quebrar a economia” (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pcb). Com pesar, morrerão muito mais.

Extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/coronavirus-china-subnotificou-casos-e-mortes-diz-inteligencia-dos-eua/

CHINA SUBNOTIFICOU CASOS E MORTES, DIZ INTELIGÊNCIA DOS EUA

A China ocultou a extensão do surto de coronavírus, subnotificando o total de casos e mortes causadas pela doença, segundo um relatório elaborado pela inteligência americana, revelou uma reportagem da agência Bloomberg nesta quarta-feira, 1. Esta não é a primeira vez que os Estados Unidos acusam Pequim de mascarar os dados sobre a pandemia.

O documento com as conclusões sobre as alterações nos números foi entregue à Casa Branca na semana passada. Segundo funcionários da inteligência americana que falaram à Bloomberg sob condição de anonimato, ele conclui que a China publicou dados incompletos sobre mortes e contágios pela Covid-19 intencionalmente.

O surto de coronavírus começou na China em dezembro passado e hoje o país tem 82.361 casos e 3.316 mortes. Desde a descoberta da doença, o vírus já se espalhou por todo o mundo e atualmente os Estados Unidos são o país com maior número de infectados – 203.608 casos e 4.476 mortes.

Desde que os casos de coronavírus começaram a se multiplicar, Washington e Pequim se envolveram em uma nova disputa, com troca de acusações constantes.

Nesta terça-feira 31, a imunologista que assessora a Casa Branca, Deborah Birx, disse ainda que os dados equivocados divulgados pela China passaram a impressão para os demais países de que o problema era menor do que realmente é, e por isso nações como Itália e Espanha não se prepararam de forma suficiente para o surto.

Por sua vez, várias autoridades chinesas divulgaram teorias sobre uma suposta conspiração e até apontaram que o coronavírus foi levado para a China pelos militares americanos. Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, chegou a sugerir no Twitter que o “paciente zero” da pandemia pode ter vindo dos Estados Unidos. A informação se espalhou pelas redes sociais locais.

Passageiro tem a sua temperatura verificada na entrada de uma estação de metrô, em Pequim, na China Mark Schiefelbein/AP

– Se até no Sírio-Libanês houve contágio… pobres médicos e infelizes inconsequentes!

A coisa é séria, embora muitas pessoas não tem se dado conta: o Hospital Sírio Libanês, de altíssimo padrão e excelência, afastou 104 funcionários de diversas áreas por testarem positivo para Covid-19, nesta 2a feira.

Se com toda a estrutura e protocolos de segurança que há naquela reconhecida instituição acontece isso, imagine o que acontecerá aos que estão expostos os corajosos médicos brasileiros em outras unidades de saúde menos aparelhadas!

Pense: a Disneylândia está fechada, o Vaticano idem, as Corridas de Fórmula 1 adiadas, o Futebol parou, Os Jogos Olímpicos remarcados, mas… aqui no Brasil, o Novo Coronavírus “não é tão importante assim” como alguns mais confiantes dizem, né?

Em que cidade se situa o Sírio Libanês mesmo? O principal estádio de futebol municipal, o Pacaembu, se tornou  um hospital de campanha. Mas, segundo incrédulos, é exagero da mídia… Culpa da Globo? As pessoas que morreram são de mentirinha, não?

Esqueça a história de que o H1N1 foi mais grave ou outras balelas. Querem comparar números de uma epidemia inteira ocorrida com as poucas (e terríveis semanas) do Novo Coronavírus. Não sejamos imprudentes e saibamos separar as coisas.

Ironias a parte, lamento pelo que vi hoje: após dias sem sair de casa, fui levar alguns remédios de rotina para meus sogros em sua chácara na região do Bairro do Paiol Velho (onde o Delivery não chega). No caminho, na Estrada de Santa Clara, passei por comércios movimentadíssimos, muitos grupos de ciclistas passeando tranquilamente para a Serra do Japi e até alguns cavalos e charretes!

Juro (e não costumo jurar): se eu não soubesse que é uma 2a feira e que estamos mundialmente em resguardo, imaginaria que seria um sábado ou um feriado.

O quanto antes nos preservarmos em casa, mais rápido será a volta ao normal. Mas com a inconsequência de quem está curtindo “mini-férias”, aí não vai dar.

ATENDIMENTO DOMICILIAR NO DIAGNÓSTICO DE CORONAVÍRUS | Sérgio Franco

– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?

– Sonhar é Preciso!

Nesses tempos turbulentos, muita gente têm dificuldade para dormir. E isso é perigoso, pois novos estudos mostram que além de descansar no sono, é necessário sonhar!

Os motivos para isso?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/por-que-e-preciso-sonhar/

POR QUE É PRECISO SONHAR

Pesquisa mostra que estamos sonhando pouco. Isso pode levar a graves problemas de saúde, entre eles dificuldade de memória e obesidade

Por Cilene Pereira

Um artigo científico publicado na semana passada no jornal da Academia de Ciências de Nova York acendeu um alerta em um campo da vida humana que parecia imune às circunstâncias históricas. De acordo com o trabalho, a sociedade vive uma epidemia silenciosa de perda dos sonhos. Estamos deixando de sonhar. Quem assina o estudo – uma revisão de pesquisas a respeito do assunto – é Rubin Naiman, especialista em sono e sonhos da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

O grande problema disso é que, a exemplo do sono, sonhar promove benefícios diretos à saúde mental e física. É também por meio dos sonhos que traumas podem ser tratados, fobias amenizadas e memórias consolidadas. “Se não sonhamos, não digerimos nossas experiências. É como uma indigestão psicológica”, disse Naiman à ISTOÉ. O ato está associado ainda à regulação de processos metabólicos importantes que, se não ocorrerem da forma esperada, podem levar à obesidade e diabetes.

RELAXAMENTO TOTAL
A falta de tempo para sonhar é resultado do crescimento das dificuldades que o homem moderno apresenta para dormir. A insônia é hoje um dos principais problemas de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 36% da população sofram de insônia. Sem dormir, obviamente é impossível sonhar. Mas, mesmo dormindo, porém com qualidade ruim, também não se sonha. Para que os sonhos aconteçam, o sono precisa atingir o estado REM (rapid eyes moviment, em inglês), o mais profundo de todos os estágios. “Nesses momentos, o cérebro está em relaxamento total”, explica Naiman. “E consegue processar o que registrou durante o dia, tentando atenuar as emoções negativas e consolidando as memórias.”

A patente importância dos sonhos e, ao mesmo tempo, a constatação de que eles estão rareando, obrigam os cientistas a buscarem meios de estimulá-los. Os primeiros, mais óbvios, objetivam induzir o sono com mais facilidade. Nessa seara, destacam-se a ênfase na adoção de hábitos como os de manter os horários de se deitar e o uso de substâncias que auxiliam. Entre elas, estão a melatonina (hormônio que participa do ciclo circadiano) e suplementos com l-triptofano, aminoácido precursor da serotonina. O composto ajuda no tratamento da insônia.

Outra estratégia é a indução aos chamados sonhos lúcidos. Nesse caso, o indivíduo tem consciência de que está sonhando e é capaz de interferir em seu conteúdo. O recurso vem sendo estudado porque, aplicado corretamente, ajuda a apagar ou a atenuar sentimentos ruins relacionados às memórias, contribui no tratamento de traumas, fobias e para a melhora da performance esportiva por atletas. Nos sonhos, eles “treinam” força, equilíbrio e coordenação, entre outras habilidades. Segundo os resultados vistos até agora, há impacto positivo real no desempenho esportivo de cada um deles.

Na semana passada, o pesquisador australiano Denholm Aspy, da Universidade de Adelaide, anunciou ter testado com sucesso um novo método para permitir a ocorrência de sonhos lúcidos. Consiste na combinação de três recursos, entre eles um pelo qual a pessoa acorda depois de cinco horas e repete a si mesma que adormecerá, terá um sonho lúcido e se lembrará de seu roteiro. “Estamos perto de uma maneira bastante efetiva de indução dos sonhos lúcidos”, disse Aspy à ISTOÉ. “Eles poderão ser usados para beneficiar muita gente.”

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– O Prefeito de Milão admite: nosso erro foi pedir para as pessoas continuarem a rotina, sem entender a virulência do Novo Coronavírus

Milão admite: pedir para as pessoas não ficarem em casa foi o grande erro, motivando a disseminação do Coronavírus e as milhares de mortes na cidade.

As palavras são do próprio prefeito, Giuseppe Sala. Abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2020/03/26/interna_mundo,840540/erramos-um-mes-apos-campanha-para-nao-parar-milao-tem-4-4-mil-mort.shtml)

“ERRAMOS”: UM MÊS APÓS CAMPANHA PARA NÃO PARAR, MILÃO TEM 4,4 MIL MORTOS

Prefeito de Milão admite que campanha #MilãoNãoPara foi um erro: “Ninguém ainda havia entendido a virulência do vírus”

Por Luiz Henrique Campos*/Estado de Minas

O prefeito de Milão, Giuseppe Sala, reconheceu, nesta quinta-feira (26/3), que errou ao apoiar a campanha “Milão não para”, que, lançada há exatamente um mês, estimulou os moradores da cidade a continuar as atividades econômicas e sociais, mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

No início da divulgação da hashtag na internet, em 26 de fevereiro, a Lombardia, região setentrional da Itália, tinha 258 pessoas infectadas pelo vírus, e o país inteiro contabilizava 12 mortes.

Hoje, Milão é a província da Itália mais atingida pela Covid-19, registrando 32.346 casos de pessoas contaminadas e 4.474 óbitos, de acordo com balanço da Defesa Civil divulgado nesta quinta-feira, 26 de março. Em termos quantitativos, a cidade abriga 40,1% da população italiana acometida pela doença, representando 54,4% das mortes no país.

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título #MilãoNãoPara. Eram 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente errado”, reconheceu Giuseppe Sala, em entrevista a uma emissora italiana. “Ninguém ainda havia entendido a virulência do vírus, e aquele era o espírito. Trabalho sete dias por semana para fazer minha parte, e aceito as críticas”, afirmou.

Catedral de Milão é reaberta apesar da ameaça do novo coronavírus ...

– Jamais pensei em concordar com o Sarney, mas…

Ironias mundanas: José Sarney, que reinou por muito tempo em nosso país, disse à Folha de São Paulo:

“Sem a vida humana nada se compra nem se vende”.

A frase foi dita quanto se questionou sobre a inevitável recessão que teremos. Refletindo-a, como não deixar de admitir isso?

Nunca imaginei que concordaria com ele em um assunto tão delicado… Preserva-se a rotina diária sem resguardo, e sobra o quê? Faz resguardo, e a produção vai para onde? Ô difícil decisão!

Mas, para mim, os cuidados para a vida (em especial dos que não podem se infectar) deve prevalecer.

A mágoa de Sarney - Época