– Paulista de Jundiaí, Red Bull Brasil e Oeste de Itápolis em 2020: afinal, como será? Entenda o propósito do negócio.

Chega de especulação. Aqui algumas informações (não é fofoca, boataria ou impressão pessoal), e que nada prejudicam o andamento da vida do nosso glorioso e sofrido Paulista.

Considere que existem 3 times com o seguinte panorama:

1. O Paulista Futebol Clube, de Jundiaí, que tem um estádio tradicional, funcional e bem localizado (em especial pela logística de jogos organizados pela FPF e CBF); com real torcida existente, títulos conquistados e história centenária.

2. O Oeste Futebol Clube, originário da pequena e simpática cidade de Itápolis, arrendado pelo “seo Mário Ponte Preta” (Sr Mário Teixeira, um dos acionistas mais importantes do Banco Bradesco, apaixonado por futebol e dono do Audax) e que trouxe o time interiorano para Barueri (a fim de diminuir a distância de viagens e transformar o time em mais um clube-empresa do seu grupo).

3. O Red Bull Brasil, que investe pesado nos esportes em geral (Fórmula 1, corridas de avião e futebol, por exemplo), e que é de propriedade do fabricante global de energéticos Red Bull (da Áustria), inscrito em Vinhedo, treinando no moderníssimo Centro de Formação de Atletas em Jarinú (o conhecido Sítio Santa Filomena, onde os clubes grandes faziam pré-temporada e que o Toro Loko conseguiu transformá-lo em seu centro de treinamento) e que joga no Moisés Lucarelli em Campinas, pois não tem um estádio para dizer que é “só dele”.

O panorama de tudo isso remete a duas situações:

A PRIMEIRA, provável e ideal, é o surgimento do Red Bull Paulista (o nome não é especulativo, é o proposto, atendendo anseios esportivos, comerciais e de marketing). Ou seja: o Red Bull Brasil compraria o Oeste de Itápolis e faria uma fusão / parceria / negociação com o Paulista. Assim, teríamos um time profissional forte na cidade de Jundiaí, nascendo com a tradição do Galo, tendo um estádio não itinerante, com o Centro de Treinamento de qualidade indiscutível, com o dinheiro dos austríacos e a vaga do Oeste de Itápolis / Barueri. Dessa forma, o Red Bull Paulista nasceria na série A1 do Paulistão e na série B do Brasileirão, jogando no Jayme Cintra e treinando em Jarinú, somando os títulos já conquistados e possuindo um time forte com estrutura tão boa quanto dos grandes.

A SEGUNDA, mais simples, é o Red Bull comprando o Oeste de Itápolis, fazendo o clube abandonar Barueri e alugando o Jayme Cintra para ser sua sede ao invés do Moisés Lucarelli. Teríamos, dessa forma, uma segunda equipe em Jundiaí, o Red Bull Brasil (sem mudança do nome), na série A do Paulistão e na série B do Brasileirão. O Paulista Futebol Clube teria o dinheiro do aluguel do estádio e uma ajuda financeira (aqui ainda em discussão os valores) para manter seu futebol profissional em atividade. Nada em imaginar que seria uma “nova Parmalat” na vida do Galo.

São essas duas situações a se concretizarem ou não. Mas onde entra o grupo Kah Sports com a sua empresa Fut Talentos?

A Kah será uma empresa que ajudará o Paulista a se manter em atividade até o ano que vem. De maneira objetiva: sem dinheiro e com nada fechado com o Red Bull, para não ter que se licenciar do futebol profissional, o Paulista colocou na negociação das equipes de base a condição de que a Kah (que originalmente queria administrar o Sub 15 e Sub 17, que é sua expertise), assumisse também o Sub 23.

É por isso a demora da assinatura do contrato, mas que ao final das contas se acordou para esse negócio: a Kah assume a base e o profissional em 2019 para o Paulista se manter ativo (até pelo motivo de que, caso alguma coisa dê errado com o Red Bull – agora com mais tempo para a negociaçãoo Paulista não passasse pelo vexame de abandonar o torneio da 4a divisão em 2019 e ser multado e punido pela FPF).

Não nos iludamos para esse ano, já que o Galo será montado para sobreviver, e se o acesso vier, é lucro. Mas sonhemos para 2020, pois a possibilidade de calmaria será real.

Depois de tudo isso, passemos da informação para as considerações pessoais:

  • Qual o medo de se divulgar que existe uma negociação em curso? Não é nenhum segredo admitir que existem tratativas, e fazer com que isso seja falado sem receio (preservando logicamente as questões sigilosas e estratégicas de uma negociação) é um ponto positivo para a cidade apoiar / abraçar o projeto.
  • Depois de erros e acertos (a balança e a medida deles é outra questão), a diretoria (ou as pessoas que estão respondendo em nome do Paulista hoje) está, nesta difícil conduta transacional (e transitória também) CORRETA. O Paulista faliu, quebrou, sobrevive na UTI graças a paixão dos torcedores e alguns abnegados da cidade que conseguiram evitar que os aparelhos desliguem. Sejamos objetivos, realistas e claros: é essa a situação.
  • Parabéns ao Hikmat Derbas, da Kah Sports, por aceitar as ideias sugeridas do Paulista; ao Thiago Scuro, o CEO do Red Bull, pelo interesse que tem e não desistir de negociar; e pelo Dr Cláudio Levada e seus pares do Paulista FC, pelo extremo cuidado e delicadeza que conduz tudo isso (o que não deve ser fácil).

Enfim: teremos Toro Tricolor ou Galo Loko? Sem polemizarmos o mascote (não é nem momento para isso). Tomara que tudo dê certo.

Atualização de 10/03/19, às 16h43:

IMPORTANTE – 

Amigos, na iminência do Red Bull negociar com Oeste e Paulista, surge a informação (de gente confiável) que Marcos Cheddid ATRAVESSA / TENTA ATRAVESSAR o negócio oferecendo condições interessantes para o Red Bull COMPRAR em definitivo o Bragantino. 

Por ora, os cartolas se conversam. 

Ao invés de negociar com dois times – um “cigano” e outro “endividado”, negociaria com um só que é sólido.

NÃO foi algo que partiu do Red Bull, mas sim do Marcos Cheddid, segundo a informação. 

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– Rodízio de Faltas: o que fazer?

Uma das táticas antidesportivas no futebol usadas atualmente é a prática do “rodízio de faltas”, quando os jogadores se revezam em cometer as ditas “faltinhas” de jogo para que o adversário não avance, anulando craques e deixando o jogo mais feio.

Quer exemplos? Luís Felipe Scolari fazia isso no Palmeiras (hoje faz menos), colocando diversos atletas para matar as jogadas no meio-de-campo e impedindo o outro time de conseguir jogar. O Bragantino praticava com perfeição (e ainda pratica), alternando infratores, pois seu treinador (Marcelo Veiga) é mestre nessa estratégia.

As vítimas do rodízio de faltas são equipes que tocam bem a bola e jogadores diferenciados. O grande problema é coibir tal artifício, já que normalmente são faltas leves (porém numerosas). Os árbitros têm dificuldade em observá-lo pois acaba sendo um método silencioso de unfair play, e com a mudança constante de infrator, dificulta a identificação.

O rodízio de faltas pode ser contra uma equipe ou contra um jogador difícil de se marcar. E como o árbitro deve proceder?

– Se um atleta recebe faltas leves de adversários diferentes (as ‘faltinhas de jogo’ que matam jogadas, ora promovidas por zagueiro, volante, etc), o árbitro deve advertir verbalmente o infrator e alertar que está atento ao rodízio de faltas. Se o atleta receber nova falta, de qualquer outro adversário, o infrator deve receber cartão amarelo (mesmo que seja o primeiro lance faltoso dele) pelo motivo da equipe persistir na infração – é como se fosse um cartão pelo número de “faltas coletivas”. E se continuar, Cartão Vermelho.

O rodízio de faltas é um mal para o futebol brasileiro; tolha o jogo bonito, acaba com o tempo de bola rolando e nivela a qualidade dos atletas por baixo, já que a partida “não rende”.

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– Impostômetro marca quase ½ trilhão de somente no começo de março!

Cerca de ½ trilhão de reais! Esse é o valor que o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo alcançou neste dia 09 de março.

O valor é de quanto se arrecadou aproximadamente em impostos no Brasil. E olha que não estamos nem a ¼ do ano ainda…

Os impostos brasileiros arrecadados, percentualmente falando, se dividem em: 59% para a União, 29% para os Estados da Federação e 12% para os Municípios.

Por muito menos Tiradentes chiou, e parece que de nada adiantou.

Em tempo: no ano passado, atingiu-se mais de R$ 2 tri em impostos… Será que foi bem gasto esse dinheiro?

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– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

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– Dá-lhe bonito sábado!

Bom dia!
Para inspirar mais uma boa jornada, quatro cliques mobgráficos. Vamos lá?

1. A madrugada / manhã está empolgante: tempo fresco, céu limpo e o desejo de suar a camisa. Assim, tudo pronto para o cooper. S’imbora correr?
Clique 1:

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2. Correndo e Meditando – durante a atividade física, cuidando do corpo, da mente e da alma. Hoje, rezando pela intercessão da Virgem Maria na invocação de Nossa Senhora da Santa Cabeça!
“Ó Santa Virgem que olha pelo nosso equilíbrio mental e espiritual, rogai por nós a Jesus Cristo, nosso único mestre e Senhor, o Filho de Deus e nosso Salvador. Amém.”
Clique 2:

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3. Fim de treino, em meio da natureza!
Bem suado, bastante cansado e muito feliz – extravazando adrenalina – alongando junto a beleza das flores e curtindo a magnífica forma de estrela do botão de rosa vermelha.
Clique 3:

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4. Alguns minutos de contemplação para ver o infinito colorido. Desperte, Jundiaí!
Mais uma alvorada bonita para todos nós da Terra da Uva, esperando que ela nos contagie em atitudes vibrantes como as suas cores neste amanhecer!
Clique 4:

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ÓTIMO SÁBADO AOS AMIGOS!
#FotografiaÉnossoHobby