– Se Cocaína Pura já faz mal…

Esta matéria sobre COCAÍNA, do Jornal do SBT e retransmitida pelo Uol, foi produzida com auxílio do Laboratório de Química da Unicamp.

Extremamente didática, ela fala por si só: veja a qualidade da Cocaína consumida no Brasil e reflita: se a pura, que os dependentes acham que consomem faz mal, imagine a “batizada”!

Em: http://tvuol.uol.com.br/videos.htm?autor=SBT%20Online-_jinmcnm98vmk&discard_cache=true&video=teste-indica-que-cocaina-vendida-em-sp-tem-ate-leite-em-po-0402CD1A3768D8914326

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– O Champanhe Rosado: a nova droga que está destruindo a vida dos jovens?

Da Euforia ao Esgotamento em pouco tempo: uma droga em cristais que está se popularizando na Europa e chega ao Brasil para tristeza da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://bbc.in/2tPIWDv

O QUE É A DROGA ‘CHAMPANHE ROSADO’ QUE CAUSA ALARME NO REINO UNIDO

O “champanhe rosado” causou a morte de uma pessoa e deixou outras dez no hospital, quatro delas em estado grave, na cidade inglesa de Manchester.

Este é o nome de um novo tipo de ecstasy que tem se popularizado em festas britânicas e preocupa as autoridades.

A Polícia de Manchester afirmou que a nova versão da anfetamina é “particularmente forte”.

O ecstasy é um tipo de anfetamina modificada, também conhecido como MDMA (metilenodioximetanfetamina), que se popularizou nos anos 1970. A posse da droga, no entanto, é proibida na maioria dos países do mundo.

Enquanto o ecstasy, que se popularizou nos anos 1990, é vendido na forma de comprimidos coloridos, o “champanhe rosado” (ou pink champagne em inglês) vem na forma de cristais, o que torna mais difícil para o usuário medir a dose que está consumindo.

O último relatório do Escritório da ONU contra as Drogas e o Crime afirma que, em 2016, pelo menos 20 milhões de pessoas consumiram alguma variedade de MDMA.

Junto com a República Tcheca, o Reino Unido é um dos países com a maior taxa de consumo de ecstasy na Europa.

POPULARIDADE

Após o incidente em Manchester, as autoridades britânicas abriram uma investigação sobre a droga, mas elas acreditam que sua popularidade repentina está relacionada com os efeitos potentes.

O “champanhe rosado” é um poderoso desinibidor que proporciona aos usuários horas de euforia, sensação de felicidade e extroversão.

No entanto, a “ressaca” destas horas costuma se manifestar com esgotamento físico e mental extremo, sensação de fazio e lentidão de raciocínio.

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– Alexandre Frota e as transformações morais da vida!

Eu não votei nele, não tenho simpatia pelo seu trabalho ou interesse nas coisas que ele faz. Mas fiquei impressionado com o depoimento do agora deputado Alexandre Frota sobre o uso das DROGAS.

Recentemente, Frota foi perguntado sobre as críticas que seu filho (que mora na Bélgica e não tem bom relacionamento com ele) fez contra sua atividade de ator pornográfico e dependência química. E a resposta foi contundente! Disse que há 13 anos não usa narcóticos, não fuma cigarros ou bebe qualquer substância alcoólica, e testemunhou (aqui me deixou de olhos arregalados) como foi a luta para “conseguir estar limpo”.

Àqueles que defendem o uso das drogas, vale ouvir atentamente!

Assista o depoimento a partir do minuto 15’01” até o 20’09”em: https://www.youtube.com/watch?v=E5f6Sy2I5fY

– Você não precisa de Maconha. Pra quê?

Esse texto foi extraído do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Campanha “Jovem Pan pela Vida contra as Drogas”. PERFEITO! Incluindo a charge que foi acrescentada…

EFEITOS DA MACONHA

Maconha é planta MAS contém THC(delta-9-tetrahidrocanabinol), substância que causa a dependência, o que faz repetir o uso da droga, pondo em risco cérebro, coração e pulmões , além de poder provocar também náusea, vômitos e desidratação grave. O alerta é do maior centro de pesquisas sobre drogas dos Estados Unidos, o National Institute on Drug Abuse. Maconha, droga que políticos e artistas querem liberar o uso e o porte no Brasil.

As pesquisas do National Institute on Drug Abuse revelam:

  • quando uma pessoa fuma maconha, o THC passa rapidamente dos pulmões para a corrente sanguínea e o sangue transporta o THC para o cérebro e para todos os outros órgãos;
  • a quantidade de THC na maconha tem aumentado constantemente ao longo das últimas décadas;
  • o THC atua em receptores específicos de células cerebrais que desempenham importante função, prejudicando o desenvolvimento do cérebro,prejudicando também memória e noção de tempo, dificultando pensar e resolver problemas, além de causar alucinações, delírios e psicoses.

A fumaça da maconha pode causar nos pulmões as mesmas dificuldades respiratórias provocadas pelo tabaco, alerta o National Institute on Drug Abuse:” A fumaça da maconha irrita os pulmões e as pessoas que fumam maconha frequentemente podem ter os mesmos problemas respiratórios que as pessoas que fumam tabaco.Esses problemas incluem tosse e catarro diários, doenças pulmonares mais frequentes e maior risco de infecções pulmonares.”

Outro risco grave de fumar maconha é o infarto, adverte o National Institute on Drug Abuse:“Fumar maconha é risco para infarto porque aumenta a frequência cardíaca por até 3 horas .”

Fumar maconha pode também causar “náusea, vômito e desidratação graves, às vezes exigindo atendimento médico de emergência”.

https://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/marijuana

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– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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– Que tristeza ver a apologia de Jean Wyllys… maconheiro deve ser ELOGIO?

Caramba, e eu pensei que o vídeo que roda por aí na Web do Deputado Jean Wyllys pedindo que “Maconheiros Uni-vos” era alguma coisa antiga. Mas é atualíssima, dessa atual campanha à sua reeleição na Câmara Federal.

Triste demais. Famílias sendo destruídas por pessoas que não conseguem abandonar o vício das drogas e o “nobre parlamentar” fazendo DESCARADA APOLOGIA ao uso!

Não vivemos uma sociedade inversa? Se faz campanha para liberar e outros fazem campanha para deixar de usar. Aí se gasta com tratamento de recuperação dos viciadose tudo com o direito público. Uma pena!

Me constrange, entristece e aflige: tanto que pedimos aos jovens para que não se aprisionem ao uso das drogas e que as evitem, a fim de terem boa saúde e lucidez, mas…

Assista (se tiver paciência) em: https://www.youtube.com/watch?v=lcWLTQt0en0

– A Ibogaina realmente funcionará?

Só ouvi esses dias sobre ela e me assustei: a ibogaína, uma planta alaranjadas de efeitos alucinógenos cuja duração é de aproximadamente 12h! 

E sabe quem a usa? Dependentes químicos a fim de acabarem com o vício!

Sim, você entendeu certinho: uma droga para combater outra droga.

Isso veio a tona após um apresentador de programa de fofocas chamado Léo Dias, que disse ser dependente de cocaína e que faria uso da Ibogaina para ficar livre dela.

Assisti no programa Morning Show sobre esse caso e compartilho o link,

Em: https://youtu.be/yxb6A-WV53c

Ops: repare a opinião de um dos jornalistas a 07’10” – representa perfeitamente o que eu penso!

– Os Filhos Vítimas de Mães que usam Drogas

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças.

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– O Perigo da Mistura de Remédios

Por que muitos jovens se “entopem” de remédios para ter diversão? Cada vez mais o uso de medicamentos contra a impotência sexual misturado com energéticos tem sido um perigo costumeiro para alguns. Mas agora há um novo problema: o público gay que utiliza dessas drogas, potencializando-as com medicamentos do coquetéis AntiAids, nas baladas à noite.

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/07/27/mistura+explosiva+nas+baladas+7514946.html

MISTURA EXPLOSIVA NAS BALADAS

Por Fernanda Aranda

Um trio perigoso começou a frequentar baladas e festas particulares, principalmente entre o público gay. É a mistura de três pílulas – medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiaids -, que pode potencializar o efeito de cada uma delas, ampliar os danos cardíacos, causar desidratação e até levar o usuário à morte.

O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificado pelos efeitos de cada um deles. O ecstasy é para pirar; o Viagra para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido; e o remédio contra a aids tem o objetivo de evitar infecções ao manter relações sexuais sem camisinha – para o que, entretanto, não há comprovação científica. Antes, o público já recorria aos fortes medicamentos para tratar o vírus HIV pós-sexo de risco, chamado de “coquetel do dia seguinte”.

O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que este comportamento esteja restrito ao grupo gay, a história da aids já mostrou que a doença não segue e nem respeita orientações sexuais. “É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel)”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório particular já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o “trio” tem sido usado na noite paulistana. “No início da epidemia de aids (anos 80), havia contrabando da medicação, que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona.”

Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores do HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da doença no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é controlada e não há venda em farmácia.

“Os antiaids são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um”, contou Lucas, nome fictício, soropositivo e testemunha desse hábito. Leandro, também nome fictício, que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira e do sexo, conta como conseguia o medicamento. “Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos”, diz.

“É fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga inclusive nas baladas”, afirma. Esses tipos de relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. “É impressionante”, diz . “É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido”, afirma.

O infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ressalta que o “trio” que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, tem efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da aids. “O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento”, afirma. “Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar” , diz.

O número de adeptos da mistura ainda não foi calculado. “Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos”, afirma o médico Ésper Kállas, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) . “No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um dos redutos gay dos Estados Unidos”, conta.

A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% dos entrevistados já tinham ouvido falar no coquetel, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se “uma pessoa conhecida” já o tinha utilizado. Apenas 0,12% dos entrevistados no levantamento admitiu ter usado a mistura.

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– 29 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 29 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

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– A Infelicidade de FHC

Sempre admirei o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Lutou contra o militarismo, democrata, sociólogo respeitado e muitas outras qualidades. Popularizou o termo “Desenvolvimento Sustentável” e estabilizou a economia do país.

Como político, claro, alguns defeitos: a demagoga “buchada de bode” durante a reeleição; a sua conversão de “ateu para fiel de todas as crenças” durante a primeira campanha; e muito antes, o excesso de confiança ao sentar na cadeira de prefeito de SP, às vésperas da eleição municipal (que perdeu para o Jânio Quadros) a pedido da Revista Playboy.

Mas o que macula a vida política de FHC é a insistência em defender a liberação da Maconha, a fim de combater o tráfico. É como acabar com a traição de uma mulher infiel tirando o sofá da sala! Tenho vergonha e até constrangimento em ouvir tal proposta. Maconha é droga; vicia, mata! Traz infelicidade às famílias e acaba com a paz das pessoas que vivem ao redor do viciado.

A biografia de Fernando Henrique, lamentavelmente, terá esse capítulo negro. DROGAS NÃO PODEM SER LIBERADAS.

Pergunte à mãe de algum dependente o que ela acha dessa proposta. Se hoje proibído, o consumo é grande, imagine quando liberado?

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– Há 4 anos, o Suicídio do grande Robbin Willians

Ele era um magnífico ator, mas foi vencido pela cocaína. Que pena… já faz 4 anos!

Recordando a postagem daqui mesmo do blog:

MORRE ROBBIN WILLIANS

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

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– É ignorância dizer que usar Maconha não faz mal.

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização das drogas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves, que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– O Ecstasy Pirateado

Ora, ora… a Polícia Científica de São Paulo mostra que 55% do ecstasy, a droga sintética das baladas, não é de fato ecstasy puro (sem MDMA, seu princípio ativo).

Mais da metade dessa droga contém anestésico de cavalo, deixando os usuários e dependentes “doidões”…

Se droga já faz mal, imagine de baixa qualidade e adulterada!

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