– Coisas do Brasil e da Família Beira-Mar

O filho de Fernandinho Beira Mar, Marcelo, foi solto da cadeia por decisão do STJ.

A filha de Fernandinho Beira Mar, Fernanda, assumiu como Vereadora em Duque de Caxias – RJ, no local de um miliciano que foi preso, o vereador Chiquinho Grandão.

O próprio Fernandinho Beira Mar está se defendendo da acusação de ter lavado 8 bilhões de reais na divisa do Paraguai com doleiros.

A família está no noticiário… Sem contar que Beira Mar estuda Teologia no presídio para reduzir sua pena. (informações do Uol e da Isto É).

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– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

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– Os Filhos Vítimas de Mães que usam Drogas

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças.

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– Freddie Mercury, 71? Não, as drogas não deixaram…

Da minha geração, não há quem não gostava da banda Queen e do seu líder Freddie Mercury. “Whe are the champions”, “Radio Ga Ga” e outros tantos sucessos inesquecíveis, são canções icônicas.

Porém, o cantor morreu de AIDS, provavelmente por ter a adquirido em uso de seringas compartilhadas por viciados como cocaína (ele era usuário assumido).

Uma pena. Já imaginaram se ainda fosse vivo? Hoje, celebraria 71 anos.

É dele esse suposto poema sobre sua relação com narcóticos:

UM LOUCO AMOR

Quando eu a conheci tinha 16 anos.

Fomos apresentados por um carinha que se dizia meu amigo.

Foi amor à primeira vista.

Ela me enlouquecia.

Nosso amor chegou a um ponto que já não podia mais viver sem ela.

Mas era um amor proibido.

Meus pais não aceitavam.

Fui repreendido na escola e passamos a nos encontrar escondidos.

Mas aí não deu mais, fiquei louco.

Eu a queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela.

Eu a amava: Bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei a minha irmã. Estava louco, precisava dela.

Hoje tenho 39 anos; estou internado em um hospital.

Sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela.

Seu nome? COCAÍNA!

Devo a ela meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte.

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– A Fazenda Esperança na Diocese de Jundiaí

Talvez não tenha repercutido como deveria, mas vale o registro: há 15 dias, houve um magnífico evento em Itu: o lançamento do maravilhoso projeto social chamado “Fazenda Esperança”.

Para quem não conhece, vai aqui a apresentação dessa obra de Deus (matéria da véspera do lançamento).

Extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/07/28/diocese-de-jundiai-anuncia-unidade-para-dependentes-quimicos-dia-13/

 

por Hanaí Costa

A Diocese de Jundiaí lança a pedra fundamental de uma das maiores obras da Igreja Católica na região: a construção de uma unidade da Fazenda da Esperança, no próximo dia 13 de agosto. O lançamento contará com a presença do núncio apostólico (representante do Papa), Dom Giovanni D´Aniello, bispo de Jundiaí, Dom Vicente, bispos da região, autoridades, representantes da Fazenda da Esperança e sacerdotes. E faz parte das comemorações dos 50 anos da Diocese de Jundiaí.

A Fazenda da Esperança é uma comunidade terapêutica com mais de 30 anos de experiência na recuperação de jovens dependentes químicos. É considerada a maior obra da América Latina desenvolvendo esse tipo de atividade e ajudando milhares de famílias. Atualmente se encontra em 17 países. Seu trabalho, entretanto, se baseia no tripé: convivência em família, trabalho como processo pedagógico e espiritualidade para encontrar um sentido de vida. A obra será erguida na cidade de Itu, em uma chácara que a Diocese ganhou para esta finalidade.

“Ano passado, no ano da Misericórdia, nosso papa Francisco pediu que cada Diocese erguesse uma obra pela misericórdia e a nossa é essa. Quem vai administrar será a comunidade da Fazenda da Esperança”, conta o coordenador Diocesano de Ação Evangelizadora, padre Leandro Megetto.

Quando o então papa Bento 16 esteve no Brasil, em 2007, ele visitou uma unidade da Fazenda na cidade de Guaratinguetá, onde, na verdade, tudo começou há 30 anos (veja vídeo abaixo). De lá para cá, o trabalho se espalhou e virou referência no mundo quando se fala em tratamento de dependente químico. A unidade de Itu, que terá a Diocese de Jundiaí como suporte espiritual, deve receber  16 dependentes químicos de todo interior o Estado do sexo masculino.

A construção

Para se construir a casa, porém,  a Fazenda da Esperança deve lançar uma campanha missionária. A partir de janeiro de 2018, padre Christian Heim, coordenador regional da Fazenda, ficará na Diocese de Jundiaí com 14 jovens recuperados divulgando o trabalho feito pela entidade. “Para erguer a casa e a estrutura de trabalho para os jovens,  estamos calculando uns R$ 350 mil. Temos que contar com doações, claro”, reforçou ao Portal Tudo. Mas o projeto é bem maior que isso e já está pronto: além da casa, haverá capela e outras estruturas para os jovens. Quanto ao investimento total, o coordenador regional disse que será grande, entretanto, será feito em partes. Para manter o local, os próprios jovens trabalham gerando renda. E as famílias se envolvem de alguma maneira nesse processo.

Nesses mais de 30 anos de história da Fazenda da Esperança já passaram pelas 127 unidades (em 17 países) mais de 30 mil jovens. Segundo padre Christian, 80% se recuperaram da dependência.

Conheça o trabalho da Fazenda da Esperança

O dependente químico

A dependência química é o mal do século. Gatilho para levar os usuários à situação de rua e, mais grave, até mesmo ao suicídio, as drogas são um problema de saúde pública. Nos seis primeiros meses do ano, o Cead (Centro Especializado no Tratamento de Dependentes de Álcool e Drogas de Jundiaí) atendeu 1.277 pessoas. Sendo 278 novos casos só esse ano, ou seja, dois novos dependentes químicos procurando ajuda por dia (os novos casos são atendidos de segunda a sexta).

Já o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas III (CAPS -AD) ofereceu, no mesmo período, hospitalidade noturna (quando é oferecido o acolhimento exclusivo de abrigo à noite) para 105 usuários. Segundo o relatório da UNODC (escritório para drogas e crime da ONU), o Brasil consome quatro vezes mais cocaína que a média mundial. Ou seja, é como enxugar gelo. Em junho o Portal Tudo fez uma reportagem sobre o tema e mostrou a  dificuldade que se tem em relação a casas de acolhidas para dependente químicos.

Com a chegada de uma unidade da Fazenda da Esperança na região, uma ‘esperança’ se abre  no coração de muitas famílias. É o caso da família de R.D, de 32 anos, que luta contra as drogas há quase 15. O rapaz já saiu de casa três vezes e da última vez foi resgatado da Cracolândia. A família é de Jundiaí e já não sabe mais o que fazer. A mãe, cansada, acredita que clínicas privadas que não tenham cunho religioso, é apenas um gasto que não vai trazer ao filho o que ele  busca: o seu próprio resgate.  A mãe dele, que preferiu ficar no anonimato, acredita que a Fazenda da Esperança trará, não só para sua família, mas para muitas, o que realmente eles procuram há tanto tempo. É um fio de esperança. Na Fazenda da Esperança.

Papa Francisco manda mensagem para os jovens da Fazenda

– Papos sobre LSD

Impressionante a história do cientista Timothy Leary, professor de Harvard e ativista do uso de LSD para fins medicinais e recreativos. Na década de 60, ele foi chamado por Richard Nixxon de “o homem mais perigoso da América”, por suas pesquisas e carisma (influência).

Seus trabalhos se resumiam em explorar o potencial do LSD 25 (25ª variação do dietilamida do ácido lisérgico). Lembrando que o LSD é uma droga sintética, criada pelo cientista Albert Hoffman, em 1938.

Para aumentar o leque dos pesquisadores da droga, o laboratório Sandoz, portador da patente, distribuiu amostras mundo afora. A pesquisa, inicialmente para o tratamento de esquizofrenia, mostrou que existiam vários outros efeitos pelo uso indiscriminado: usuários normalmente relatavam a visão de turbilhões de cores, caleidoscópios de arco-íris e outras visões coloridas. Devido ao uso como entorpecente, surgiram viciados, pessoas que pulavam de prédios, desenvolviam psicose e ficavam alienadas por completo.

O certo é que hoje, uma nova frente em busca científica faz barulho: há cientistas que ainda desejam investir em pesquisas com o LSDa fim de tratar alcoolismo e depressão. Porém, o limite para o uso medicinal e a perda de controle é extremamente perigoso.

E fica novamente a observação: se o LSD é perigoso para uso medicinal, caso todos os cuidados não sejam tomados, imagine para uso “recreativo”?

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– A Contaminação das Cédulas de Real

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria (de 4 anos( extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.

Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

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– 28 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 28 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

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– O Tráfico de Drogas acabando com a Vida das Meninas Brasileiras

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Esporte e Drogas na Reabilitação de um Vencedor!

Leio na Revista Runner (pg 62-68, por Patricia Julianelli) a história de superação de “Cleber Cowboy do Asfalto”, corredor profissional que só se tornou atleta pela necessidade de fugir de algo que o matava: as drogas! Começou a fumar maconha no ano de 1998 e em 2008 estava no fundo do poço, consumindo crack. Tentando se recuperar e em meio as crises de abstinência, se socorreu à… corrida!

Cada vez que fica em desespero pela falta do uso de entorpecentes, saía para correr, até conseguir se livrar da dependência.

Um dos depoimentos comoventes dele foi quando sua mãe descobriu o vício. Ele conta que:

Minha mãe desabou e gritava ‘onde foi que eu errei?’ como se fosse culpa dela. Parecia que chorava minha morte.

Porém, após vencer sua primeira maratona, ele se lembrou de tudo isso e disse:

Ao completar minha primeira prova, eu flutuava. Droga nenhuma me proporcionou um sentimento com tamanha intensidade e com gosto de realidade“.

Taí. Se você caiu alguma vez em tentação ou se enfiou nessas porcarias, siga o exemplo de Cleber: arranje algo saudável para fazer e substituir a dependência. Seja um campeão como o “Cowboy do Asfalto” foi.

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– O dopping no esporte está insuportável.

Temos visto muitas manchetes sobre dopping no esporte, e elas são cada vez mais cabeludas.

Tudo tem sido fajuto, mascarado? Os resultados dos atletas são artificiais, sendo conquistados com tecnologias de dopagem modernas e não descobertas?

Uma pena que isso esteja cada vez mais comum. Quantos dopings ocorreram e não descobrimos até agora?

O mais complicado é: descobrir quem está realmente ou não dopado, pois a modernidade usada pelos laboratórios para ajudar criminosamente os esportistas é avançadíssima.

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– Difícil de acreditar nas Instituições

Ouço pelo rádio que há nesta 5a feira uma megaoperação no Rio de Janeiro a fim de prender os cabeças do tráfico de drogas.

Nos mandados de prisão constam 90 policiais e 70 traficantes.

Como confiar nas autoridades? Policial corrupto é sinônimo de terra sem lei.

Lamentável…

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– Aniversário de Gilberto Gil e Frase Marcante

Gilberto Gil assopra as velhinhas hoje. Gênio musical, mas de certas polêmicas criadas. Me recordo que exatamente há 5 anos, declarou que os intelectuais da Bossa e os adeptos jamaicanos do Reggae usaram as propriedades da Canabbis para potencializar suas obras.

Ah, não vale nem comentar. Em suma: fumar maconha deixa o sujeito inteligente?

Tenha santa paciência…

Gilberto Gil é craque como músico. Mas horrendo na defesa das drogas

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