– Meninas do Tráfico

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe há alguns anos uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. E o triste é: essa reportagem continua atual, infelizmente…

Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agressão e violência psicológica dão o tom na Fundação Casa ...

– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– O processo de beatificação do Padre Léo!

Quem nunca ouviu falar do trabalho nobre do Padre Léo, recuperando viciados em drogas e conscientizando sobre o amor de Deus?

Sempre presente na Canção Nova, com suas marcantes e bem humoradas pregações, poderá ser em breve um novo santo brasileiro!

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2020/02/10/vaticano-confirma-processo-de-beatificacao-do-pe-leo-comeca-em-marco/

VATICANO CONFIRMA: PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO DO PE. LÉO COMEÇA EM MARÇO

O querido sacerdote pregador, vitimado pelo câncer em 2007, poderá tornar-se um dos próximos beatos brasileiros

por Aleteia Brasil

Fundador da Comunidade Bethânia e muito reconhecido pelas suas pregações, o padre Léo era um sacerdote brasileiro que reunia multidões por onde passava e que, após uma trajetória de sofrimento e superação, partiu desta vida em 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada em decorrência de um câncer.

No mesmo ano da sua morte, já começaram os depoimentos a respeito da sua santidade. Após a missa de corpo presente, monsenhor Jonas Abib, que presidira a cerimônia, declarou que o padre tinha sido um “diamante lapidado”. Desde então, a Comunidade Bethânia passou a receber pedidos de oração e graças pela intercessão do pe. Leo. O atual presidente da comunidade, pe. Vicente de Paula Neto, comenta:

“Como quem faz o santo é o povo, passamos a olhar com mais atenção”.

De fato, o pe. Vicente acrescenta que, em vistas de um futuro processo de beatificação, começaram a ser cuidadosamente preservados todos os pertences e objetos que eram do pe. Léo.

Em 2017, o processo de beatificação foi autorizado pelo arcebispo de Florianópolis, dom Wilson Tadeu Jönk. O responsável pela causa, no Brasil, é o pe. Lúcio Tardivo, presidente do Instituto Padre Léo.

Agora, em fevereiro de 2020, o Vatican News, site informativo oficial do Vaticano, publicou matéria intitulada “Tem início em março processo de beatificação do padre Léo“.

Segundo o site vaticano de notícias, a decisão de juntar objetos do sacerdote foi especialmente motivada pela irmã Célia Cadorim, uma das postuladoras da causa de beatificação e canonização da Santa Madre Paulina, também no Estado catarinense. Veio dela a sugestão de recolher tudo o que fosse possível do pe. Léo porque a sua causa de beatificação não tardaria a ser aberta. De fato, durante o processo, tudo o que o candidato aos altares fez, disse e escreveu é alvo de minuciosa investigação.

Outro fato importante que levou a comunidade a ver o processo de beatificação como um caminho sem volta foi o relato de uma graça alcançada pela família de uma menina acometida de septicemia: ela teve uma parada respiratória de cerca de 45 minutos e, logo depois, ficou inexplicavelmente curada. A família atribuiu a cura à intercessão do sacerdote.

O pe. Vicente comenta:

“Os pedidos de oração e de graças e o retorno de graças alcançadas só aumentaram desde então. Sem contar a força de conversão e vida espiritual em torno das pregações e do legado deixado pelo pe. Léo”.

O processo de beatificação será aberto oficialmente às 16h do dia 7 de março, na sede da Comunidade Bethânia em São João Batista, SC, sob a responsabilidade do arcebispo de Florianópolis, dom Wilson. A partir de então, um tribunal histórico-teológico avaliará a vida do sacerdote para confirmar as suas virtudes heroicas e, posteriormente, analisará os milagres atribuídos à sua intercessão para que ele possa ser proclamado beato. O pe. Léo já foi declarado Servo de Deus, em etapa prévia à beatificação.

Ele deixou 27 livros escritos e muitas horas gravadas de pregações voltadas à cura interior, já que realizava grande parte do seu ministério sacerdotal através de programas na TV Canção Nova.

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– Ensinando na Dor ou no Amor? Um ensaio sensível do drama de famílias com usuários de Drogas e o inevitável fim nos 3 Cs

Recebi essa crônica da sempre simpática e competente Talita Andrade. E pedi à ela a permissão de publicá-la, pois é de uma incrível sensibilidade colocada nas suas palavras.

Se você é pai ou mãe, certamente refletirá na leitura do drama de quem possa ter um filho viciado. E se você vive essa realidade, não tem como deixar de agir. Por fim, se você é filho, verá a tristeza de tal comportamento.

Compartilho esse belo e profundo texto, que deveria ser lido e estudado em todas as escolas como um tópico de cidadania, reflexão e saúde. Abaixo:

APRENDENDO NA DOR. ACORDEM, PAIS!

Os pais ignoram o fato da ausência; ou trabalham, trabalham, e não tem tempo … então: a rua educa, a escola falha e o crime recruta.

O duro ainda é quando você tenta aconselhá-los, ajudá-los, e eles, pai e mãe, quando vêem algo errado, ficam bravos.

Esses mesmos pais ignoram, fecham os olhos, acham que o(a) filho(a) ainda é bebê ou que já sabe fazer as escolhas com 11, 12 ou 13 anos. Para eles, a criação é torná-lo independente.

Enfim…

Uma historinha que não acontece no Brasil, na cidade de Salto, no bairro de Santa Cruz ou qualquer outro lugar. Acho que só no México!

Com 10 anos, o horário de entrar em casa são às 23h em um bairro que os jovens sofrem com tanto casos de viciados e aliciamento.

Com 11 anos, já toma energético como se fosse guaraná!

Com 12, além de violento na escola, já frequenta bailes em outras cidades.

E aí os pais perguntam para a Professora: “Mas o que eu posso fazer?” Como se fosse dever da professora ensinar o que se tem que educar em casa…

Com 13, o horário de entrar em casa já é no dia seguinte, às 7h.

Primeira opção: Clínica de Recuperação (Mas os pais acham que não precisa disso, é só uma fase, ou que com um “cacete” resolve).

Com 14, começam sumir itens de casa e os pais desconfiam de visitas.

Com 15, se torna violento dentro e fora de casa. Nesta etapa, geralmente os pais começam a se perguntar: “Onde errei, o que fiz de errado?”

Com 16, os olhos vermelhos lacrimejam e o nariz sempre está seco… Já não faz diferença estar em casa ou não, pois, afinal, já não se faz presente mesmo.

Com 17, está em todos os esquemas daquele mesmo bairro e/ou de cidades ao lado. Agora quem alicia é o(a) jovem que nem vai mais na escola.

Segunda opção: Caixão! É o que acontece quando se está no mundo do crime, pois é assim que as coisas se resolvem entre eles. Funerária cheia de “jovens dos rolezinhos” e muito choro da família – e daquela garotinha que gostava do “menino bravo” que ostentava colar e relógio banhado de ouro do bairro.

E a Mãe chorando sobre o caixão…

E o Pai firme ao lado do caixão pensando “Mas quem fez isso…?”.

Mas se o rebento ainda está vivo, ameaçado pelos “homi” em uma geral e outra, por eles aguardando os 18 anos daquele filho que se tornara independente aos 11 anos. E no dia seguinte, após completar 18 anos, se faz um favor e o leva para o CDP. Inevitável!

Terceira opção: Cadeia.

Final da História: pais e irmãos na fila da visita no domingo. Mais ainda há chance ou se aprende na dor?

Ou se aprende com Amor?

Ou se ensina na dor ou se ensina com Amor?

Vc conhece alguma sequência diferente do meu texto? Seja sincero.

A opção de quem usa Drogas são “3 C”. Sim, três letras Cs.

Quando eu dava aula no Costela Santa Cruz e no Joseano Cecap, sempre repetia isso aos meus alunos: o resultado das Drogas são três C: Clínica, Cadeia e Caixão.

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– Se Cocaína Pura já faz mal…

Esta matéria sobre COCAÍNA, do Jornal do SBT e retransmitida pelo Uol, foi produzida com auxílio do Laboratório de Química da Unicamp.

Extremamente didática, ela fala por si só: veja a qualidade da Cocaína consumida no Brasil e reflita: se a “pura”, que os dependentes acham que consomem faz mal, imagine a “batizada”!

Em: http://tvuol.uol.com.br/videos.htm?autor=SBT%20Online-_jinmcnm98vmk&discard_cache=true&video=teste-indica-que-cocaina-vendida-em-sp-tem-ate-leite-em-po-0402CD1A3768D8914326

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– Ir ou não para Santos? As vantagens e desvantagens… Beleza e Descanso versus Trânsito, Maconha e Sujeira

Estive descansando em Santos/SP dias atrás. Apesar do clima aprazível, algumas coisas me incomodaram muito.

Claro, o trânsito absurdo em direção ao Litoral incomoda, mesmo em horários e dias alternativos. Mas as duas coisas principais: sujeira e drogas!

Os dejetos nas ruas da cidade são demais! Contrasta com a beleza dos jardins. São pouquíssimas lixeiras públicas e os moradores deixam o lixo nas calçadas esperando o lixeiro – no chão mesmo, atrapalhando os pedestres.

Sem contar com a imundice da praia, pelo excesso de turistas mal educados (com dor no coração que digo isso, pois depois de Jundiaí, minha segunda casa é lá).

As drogas, então… é constrangedor dividir o espaço com os usuários que lá circulam. Se você vai a noite, pela orla os maconheiros estão aos montes. E se você vai correr na areia esperando o sol nascer, ali ainda estão! O fedor é muito forte, chega a impedir o ar puro e a brisa do mar.

Triste. Adoro Santos. Mas a sujeira e a maconha são os pontos negativos de lá!

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– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

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– As Grávidas da Cracolândia

A Folha de São Paulo, dias atrás, trouxe uma matéria impressionante sobre as mulheres grávidas viciadas em crack.

Uma delas deu um depoimento assustador:

Meu bebê fica agitado, fumo uma pedra e pronto. Ele fica bonzinho”.

Senhor Jesus… Que fim do mundo! O que as malditas drogas fazem na vida de alguém…

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– A punição da Wada contra a Rússia repercutiu muito pouco, apesar da gravidade!

Faz 1 mês que a Wada, o organismo que controla e investiga atletas contra o dopping, baniu a Rússia por 4 anos de competições internacionais devido a uma série de fatores inadequados.

Talvez por estarmos longe das principais competições, o assunto não foi tão comentado. Mas o certo é: o quanto alguns países já venceram fazendo uso de substâncias proibidas? E quais tipos de doppings tão avançados estão usando hoje e não foram ainda detectados?

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-12/russia-e-banida-por-doping-e-esta-fora-de-toquio-2020-e-de-mundiais

RÚSSIA É BANIDA POR DOPING E ESTÁ FORA DE TÓQUIO-2020 E DE MUNDIAIS

A Agência Mundial Antidoping (Wada) excluiu a Rússia das principais competições esportivas mundiais nos próximos quatro anos por ter fraudado exames antidoping. De acordo com decisão unânime do comitê executivo da agência, anunciada na manhã de hoje (9), em Lausanne (Suiça), a Rússia ficará fora da Olimpíada de Tóquio (Japão), em 2020, e dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim (China), em 2022. Quanto à Copa do Mundo de Futebol Masculino, no Catar, em 2022, a FIFA ainda não confirmou se o veto da Wada se estenderá à participação da Rússia no Mundial.

De acordo com a Wada, a Rússia cometeu uma série de violações como manipulação de dados laboratoriais sem autorização, a inclusão de mostras falsas nos testes, e a destruição de arquivos conclusivos a possíveis casos de dopagem. A decisão da Wada também impede que o país organize competições em seu território nos próximos quatro anos, com exceção da Eurocopa 2020: a cidade de São Petersburgo está mantida com uma das 12 sedes.

A Rússia ainda pode recorrer da decisão no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) nos próximos 21 dias. Os atletas do país que não estão envolvidos nos casos de doping poderão competir sob bandeira neutra.

Considerada uma das maiores potências no esporte olímpico, a Rússia mergulhou em escândalos envolvendo casos de doping em 2015, quando a Wada concluiu um relatório de 323 páginas que identificava um sistema de dopagem envolvendo atletas, técnicos, dirigentes da federação russa, oficiais de controle antidoping, integrantes do governo russo e membros da Federação Internacional de Atletismo (IAFF). Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) excluiu o país da Rio 2016 e dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, mas delegou às federações nacionais a decisão de executar a suspensão. Foi o caso da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf), cujo conselho baniu os atletas russos de participarem dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Tradução: Rússia, esportes, antidoping, Edição: Guilherme Neto

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– Feliz Aniversário, Elvis Presley!

Claro, sou daqueles que acreditam que Elvis não morreu“!

Brincadeiras a parte, se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 85 anos. Que pena que um gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…

E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine nos dias atuais, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicitude?

Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?

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– Você não precisa de Maconha. Pra quê?

Esse texto foi extraído meses atrás do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Campanha “Jovem Pan pela Vida contra as Drogas”. PERFEITO! Incluindo a charge que foi acrescentada…

EFEITOS DA MACONHA

Maconha é planta MAS contém THC(delta-9-tetrahidrocanabinol), substância que causa a dependência, o que faz repetir o uso da droga, pondo em risco cérebro, coração e pulmões , além de poder provocar também náusea, vômitos e desidratação grave. O alerta é do maior centro de pesquisas sobre drogas dos Estados Unidos, o National Institute on Drug Abuse. Maconha, droga que políticos e artistas querem liberar o uso e o porte no Brasil.

As pesquisas do National Institute on Drug Abuse revelam:

  • quando uma pessoa fuma maconha, o THC passa rapidamente dos pulmões para a corrente sanguínea e o sangue transporta o THC para o cérebro e para todos os outros órgãos;
  • a quantidade de THC na maconha tem aumentado constantemente ao longo das últimas décadas;
  • o THC atua em receptores específicos de células cerebrais que desempenham importante função, prejudicando o desenvolvimento do cérebro,prejudicando também memória e noção de tempo, dificultando pensar e resolver problemas, além de causar alucinações, delírios e psicoses.

A fumaça da maconha pode causar nos pulmões as mesmas dificuldades respiratórias provocadas pelo tabaco, alerta o National Institute on Drug Abuse:” A fumaça da maconha irrita os pulmões e as pessoas que fumam maconha frequentemente podem ter os mesmos problemas respiratórios que as pessoas que fumam tabaco.Esses problemas incluem tosse e catarro diários, doenças pulmonares mais frequentes e maior risco de infecções pulmonares.”

Outro risco grave de fumar maconha é o infarto, adverte o National Institute on Drug Abuse:“Fumar maconha é risco para infarto porque aumenta a frequência cardíaca por até 3 horas .”

Fumar maconha pode também causar “náusea, vômito e desidratação graves, às vezes exigindo atendimento médico de emergência”.

https://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/marijuana

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– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja dessa última semana foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

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– Gosto não se discute.

Ludmilla é uma cantora popular. Como não gosto dos ritmos que ela canta (mas respeito quem possa gostar), desconheço suas canções.

E, desavisadamente, li uma letra que fazia apologia às drogas, falava debochadamente de venda a “R$ 1,00 o grama” e que seria um sucesso nas rádios. Daí descobri que é uma música dessa cantora, chamada “Verdinha”.

Cá entre nós: há gente que pode curtir, mas eu tô fora. Drogas viciam, fazem mal e trazem transtornos aos familiares. Lamentavelmente, nas “ondas de modismo do mundo”, pessoas usam como expressam de rebeldia ou por pura picuinha mesmo.

Gosto não se discute; mas, como diria um amigo meu, “gosto se lamenta…”

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– Cannabis para remédio nem precisaria ser discutida…

Sou totalmente contra o uso de drogas, sejam narcóticos ou outras substâncias viciantes para “uso recreativo”. Sou a favor de campanhas de prevenção e que conscientizem sobre os malefícios que elas trazem. Aliás, o discurso piegas de que “deve-se ter liberdade para o indivíduo usar” é bobagem, pois depois ele faz o coletivo sofrer: da dor de uma família lutando para salvar o viciado até os custos sociais de segurança e gastos públicos de saúde.

Entretanto, o uso da Maconha (ou melhor: da Cannabis) para fins medicinais é bem diferente: ou seja, como qualquer outra planta que pode virar remédio (o tão popular “Gelol”, a arnica e outros), nem deveria ser discutido. É medicamento, não tem porquê ficar no debate.

Talvez o problema seja: quem controlará o não-desvio da droga para o uso de dependentes químicos?

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Na ilustração, uma molécula de Cannabidiol, um dos medicamentos mais usados.

– Guilherme Arantes e a triste apologia da Maconha como inspiração

Repost de 3 anos:

Puxa, uma decepção. Sempre gostei das músicas de Guilherme Arantes, mas nesta sexta-feira, no Programa “JP Morning Show”, declarou que usava maconha para se inspirar no seu trabalho artístico:

Na minha geração todo mundo fumou e cheirou (…) Uma coisa eu posso afirmar: a cocaína não é boa para compor, é muito ruim. A maconha é algo altamente positivo para a prospecção e criação das letras”.

Triste demais. Sou contra QUALQUER tipo de drogas. Não precisamos de alucinógenos venenosos para fuga da realidade. Nunca!