– O Perigo da Mistura de Remédios

Por que muitos jovens se “entopem” de remédios para ter diversão? Cada vez mais o uso de medicamentos contra a impotência sexual misturado com energéticos tem sido um perigo costumeiro para alguns. Mas agora há um novo problema: o público gay que utiliza dessas drogas, potencializando-as com medicamentos do coquetéis AntiAids, nas baladas à noite.

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/07/27/mistura+explosiva+nas+baladas+7514946.html

MISTURA EXPLOSIVA NAS BALADAS

Por Fernanda Aranda

Um trio perigoso começou a frequentar baladas e festas particulares, principalmente entre o público gay. É a mistura de três pílulas – medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiaids -, que pode potencializar o efeito de cada uma delas, ampliar os danos cardíacos, causar desidratação e até levar o usuário à morte.

O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificado pelos efeitos de cada um deles. O ecstasy é para pirar; o Viagra para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido; e o remédio contra a aids tem o objetivo de evitar infecções ao manter relações sexuais sem camisinha – para o que, entretanto, não há comprovação científica. Antes, o público já recorria aos fortes medicamentos para tratar o vírus HIV pós-sexo de risco, chamado de “coquetel do dia seguinte”.

O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que este comportamento esteja restrito ao grupo gay, a história da aids já mostrou que a doença não segue e nem respeita orientações sexuais. “É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel)”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório particular já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o “trio” tem sido usado na noite paulistana. “No início da epidemia de aids (anos 80), havia contrabando da medicação, que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona.”

Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores do HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da doença no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é controlada e não há venda em farmácia.

“Os antiaids são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um”, contou Lucas, nome fictício, soropositivo e testemunha desse hábito. Leandro, também nome fictício, que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira e do sexo, conta como conseguia o medicamento. “Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos”, diz.

“É fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga inclusive nas baladas”, afirma. Esses tipos de relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. “É impressionante”, diz . “É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido”, afirma.

O infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ressalta que o “trio” que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, tem efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da aids. “O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento”, afirma. “Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar” , diz.

O número de adeptos da mistura ainda não foi calculado. “Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos”, afirma o médico Ésper Kállas, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) . “No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um dos redutos gay dos Estados Unidos”, conta.

A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% dos entrevistados já tinham ouvido falar no coquetel, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se “uma pessoa conhecida” já o tinha utilizado. Apenas 0,12% dos entrevistados no levantamento admitiu ter usado a mistura.

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– Papos sobre LSD

Impressionante a história do cientista Timothy Leary, professor de Harvard e ativista do uso de LSD para fins medicinais e recreativos. Na década de 60, ele foi chamado por Richard Nixxon deo homem mais perigoso da América”, por suas pesquisas e carisma (influência).

Seus trabalhos se resumiam em explorar o potencial do LSD 25 (25ª variação do dietilamida do ácido lisérgico). Lembrando que o LSD é uma droga sintética, criada pelo cientista Albert Hoffman, em 1938.

Para aumentar o leque dos pesquisadores da droga, o laboratório Sandoz, portador da patente, distribuiu amostras mundo afora. A pesquisa, inicialmente para o tratamento de esquizofrenia, mostrou que existiam vários outros efeitos pelo uso indiscriminado: usuários normalmente relatavam a visão de turbilhões de cores, caleidoscópios de arco-íris e outras visões coloridas. Devido ao uso como entorpecente, surgiram viciados, pessoas que pulavam de prédios, desenvolviam psicose e ficavam alienadas por completo.

O certo é que hoje, uma nova frente em busca científica faz barulho: há cientistas que ainda desejam investir em pesquisas com o LSDa fim de tratar alcoolismo e depressão. Porém, o limite para o uso medicinal e a perda de controle é extremamente perigoso.

E fica novamente a observação: se o LSD é perigoso para uso medicinal, caso todos os cuidados não sejam tomados, imagine para uso “recreativo”?

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– O Suicídio de Robbin Willians

Há 6 anos… repost deste triste fato:

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

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– É ignorância dizer que usar Maconha não faz mal.

Repost de 2 anos:

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– Meninas do Tráfico

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe há alguns anos uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. E o triste é: essa reportagem continua atual, infelizmente…

Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agressão e violência psicológica dão o tom na Fundação Casa ...

– Parabéns Nando Reis! Drogas, não.

Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:

Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.

Se eu já o admirava, admiro muito mais!

Xô, drogas!

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– O processo de beatificação do Padre Léo!

Quem nunca ouviu falar do trabalho nobre do Padre Léo, recuperando viciados em drogas e conscientizando sobre o amor de Deus?

Sempre presente na Canção Nova, com suas marcantes e bem humoradas pregações, poderá ser em breve um novo santo brasileiro!

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2020/02/10/vaticano-confirma-processo-de-beatificacao-do-pe-leo-comeca-em-marco/

VATICANO CONFIRMA: PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO DO PE. LÉO COMEÇA EM MARÇO

O querido sacerdote pregador, vitimado pelo câncer em 2007, poderá tornar-se um dos próximos beatos brasileiros

por Aleteia Brasil

Fundador da Comunidade Bethânia e muito reconhecido pelas suas pregações, o padre Léo era um sacerdote brasileiro que reunia multidões por onde passava e que, após uma trajetória de sofrimento e superação, partiu desta vida em 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada em decorrência de um câncer.

No mesmo ano da sua morte, já começaram os depoimentos a respeito da sua santidade. Após a missa de corpo presente, monsenhor Jonas Abib, que presidira a cerimônia, declarou que o padre tinha sido um “diamante lapidado”. Desde então, a Comunidade Bethânia passou a receber pedidos de oração e graças pela intercessão do pe. Leo. O atual presidente da comunidade, pe. Vicente de Paula Neto, comenta:

“Como quem faz o santo é o povo, passamos a olhar com mais atenção”.

De fato, o pe. Vicente acrescenta que, em vistas de um futuro processo de beatificação, começaram a ser cuidadosamente preservados todos os pertences e objetos que eram do pe. Léo.

Em 2017, o processo de beatificação foi autorizado pelo arcebispo de Florianópolis, dom Wilson Tadeu Jönk. O responsável pela causa, no Brasil, é o pe. Lúcio Tardivo, presidente do Instituto Padre Léo.

Agora, em fevereiro de 2020, o Vatican News, site informativo oficial do Vaticano, publicou matéria intitulada “Tem início em março processo de beatificação do padre Léo“.

Segundo o site vaticano de notícias, a decisão de juntar objetos do sacerdote foi especialmente motivada pela irmã Célia Cadorim, uma das postuladoras da causa de beatificação e canonização da Santa Madre Paulina, também no Estado catarinense. Veio dela a sugestão de recolher tudo o que fosse possível do pe. Léo porque a sua causa de beatificação não tardaria a ser aberta. De fato, durante o processo, tudo o que o candidato aos altares fez, disse e escreveu é alvo de minuciosa investigação.

Outro fato importante que levou a comunidade a ver o processo de beatificação como um caminho sem volta foi o relato de uma graça alcançada pela família de uma menina acometida de septicemia: ela teve uma parada respiratória de cerca de 45 minutos e, logo depois, ficou inexplicavelmente curada. A família atribuiu a cura à intercessão do sacerdote.

O pe. Vicente comenta:

“Os pedidos de oração e de graças e o retorno de graças alcançadas só aumentaram desde então. Sem contar a força de conversão e vida espiritual em torno das pregações e do legado deixado pelo pe. Léo”.

O processo de beatificação será aberto oficialmente às 16h do dia 7 de março, na sede da Comunidade Bethânia em São João Batista, SC, sob a responsabilidade do arcebispo de Florianópolis, dom Wilson. A partir de então, um tribunal histórico-teológico avaliará a vida do sacerdote para confirmar as suas virtudes heroicas e, posteriormente, analisará os milagres atribuídos à sua intercessão para que ele possa ser proclamado beato. O pe. Léo já foi declarado Servo de Deus, em etapa prévia à beatificação.

Ele deixou 27 livros escritos e muitas horas gravadas de pregações voltadas à cura interior, já que realizava grande parte do seu ministério sacerdotal através de programas na TV Canção Nova.

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– Ensinando na Dor ou no Amor? Um ensaio sensível do drama de famílias com usuários de Drogas e o inevitável fim nos 3 Cs

Recebi essa crônica da sempre simpática e competente Talita Andrade. E pedi à ela a permissão de publicá-la, pois é de uma incrível sensibilidade colocada nas suas palavras.

Se você é pai ou mãe, certamente refletirá na leitura do drama de quem possa ter um filho viciado. E se você vive essa realidade, não tem como deixar de agir. Por fim, se você é filho, verá a tristeza de tal comportamento.

Compartilho esse belo e profundo texto, que deveria ser lido e estudado em todas as escolas como um tópico de cidadania, reflexão e saúde. Abaixo:

APRENDENDO NA DOR. ACORDEM, PAIS!

Os pais ignoram o fato da ausência; ou trabalham, trabalham, e não tem tempo … então: a rua educa, a escola falha e o crime recruta.

O duro ainda é quando você tenta aconselhá-los, ajudá-los, e eles, pai e mãe, quando vêem algo errado, ficam bravos.

Esses mesmos pais ignoram, fecham os olhos, acham que o(a) filho(a) ainda é bebê ou que já sabe fazer as escolhas com 11, 12 ou 13 anos. Para eles, a criação é torná-lo independente.

Enfim…

Uma historinha que não acontece no Brasil, na cidade de Salto, no bairro de Santa Cruz ou qualquer outro lugar. Acho que só no México!

Com 10 anos, o horário de entrar em casa são às 23h em um bairro que os jovens sofrem com tanto casos de viciados e aliciamento.

Com 11 anos, já toma energético como se fosse guaraná!

Com 12, além de violento na escola, já frequenta bailes em outras cidades.

E aí os pais perguntam para a Professora: “Mas o que eu posso fazer?” Como se fosse dever da professora ensinar o que se tem que educar em casa…

Com 13, o horário de entrar em casa já é no dia seguinte, às 7h.

Primeira opção: Clínica de Recuperação (Mas os pais acham que não precisa disso, é só uma fase, ou que com um “cacete” resolve).

Com 14, começam sumir itens de casa e os pais desconfiam de visitas.

Com 15, se torna violento dentro e fora de casa. Nesta etapa, geralmente os pais começam a se perguntar: “Onde errei, o que fiz de errado?”

Com 16, os olhos vermelhos lacrimejam e o nariz sempre está seco… Já não faz diferença estar em casa ou não, pois, afinal, já não se faz presente mesmo.

Com 17, está em todos os esquemas daquele mesmo bairro e/ou de cidades ao lado. Agora quem alicia é o(a) jovem que nem vai mais na escola.

Segunda opção: Caixão! É o que acontece quando se está no mundo do crime, pois é assim que as coisas se resolvem entre eles. Funerária cheia de “jovens dos rolezinhos” e muito choro da família – e daquela garotinha que gostava do “menino bravo” que ostentava colar e relógio banhado de ouro do bairro.

E a Mãe chorando sobre o caixão…

E o Pai firme ao lado do caixão pensando “Mas quem fez isso…?”.

Mas se o rebento ainda está vivo, ameaçado pelos “homi” em uma geral e outra, por eles aguardando os 18 anos daquele filho que se tornara independente aos 11 anos. E no dia seguinte, após completar 18 anos, se faz um favor e o leva para o CDP. Inevitável!

Terceira opção: Cadeia.

Final da História: pais e irmãos na fila da visita no domingo. Mais ainda há chance ou se aprende na dor?

Ou se aprende com Amor?

Ou se ensina na dor ou se ensina com Amor?

Vc conhece alguma sequência diferente do meu texto? Seja sincero.

A opção de quem usa Drogas são “3 C”. Sim, três letras Cs.

Quando eu dava aula no Costela Santa Cruz e no Joseano Cecap, sempre repetia isso aos meus alunos: o resultado das Drogas são três C: Clínica, Cadeia e Caixão.

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– Se Cocaína Pura já faz mal…

Esta matéria sobre COCAÍNA, do Jornal do SBT e retransmitida pelo Uol, foi produzida com auxílio do Laboratório de Química da Unicamp.

Extremamente didática, ela fala por si só: veja a qualidade da Cocaína consumida no Brasil e reflita: se a “pura”, que os dependentes acham que consomem faz mal, imagine a “batizada”!

Em: http://tvuol.uol.com.br/videos.htm?autor=SBT%20Online-_jinmcnm98vmk&discard_cache=true&video=teste-indica-que-cocaina-vendida-em-sp-tem-ate-leite-em-po-0402CD1A3768D8914326

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– Ir ou não para Santos? As vantagens e desvantagens… Beleza e Descanso versus Trânsito, Maconha e Sujeira

Estive descansando em Santos/SP dias atrás. Apesar do clima aprazível, algumas coisas me incomodaram muito.

Claro, o trânsito absurdo em direção ao Litoral incomoda, mesmo em horários e dias alternativos. Mas as duas coisas principais: sujeira e drogas!

Os dejetos nas ruas da cidade são demais! Contrasta com a beleza dos jardins. São pouquíssimas lixeiras públicas e os moradores deixam o lixo nas calçadas esperando o lixeiro – no chão mesmo, atrapalhando os pedestres.

Sem contar com a imundice da praia, pelo excesso de turistas mal educados (com dor no coração que digo isso, pois depois de Jundiaí, minha segunda casa é lá).

As drogas, então… é constrangedor dividir o espaço com os usuários que lá circulam. Se você vai a noite, pela orla os maconheiros estão aos montes. E se você vai correr na areia esperando o sol nascer, ali ainda estão! O fedor é muito forte, chega a impedir o ar puro e a brisa do mar.

Triste. Adoro Santos. Mas a sujeira e a maconha são os pontos negativos de lá!

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– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

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– As Grávidas da Cracolândia

A Folha de São Paulo, dias atrás, trouxe uma matéria impressionante sobre as mulheres grávidas viciadas em crack.

Uma delas deu um depoimento assustador:

Meu bebê fica agitado, fumo uma pedra e pronto. Ele fica bonzinho”.

Senhor Jesus… Que fim do mundo! O que as malditas drogas fazem na vida de alguém…

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– A punição da Wada contra a Rússia repercutiu muito pouco, apesar da gravidade!

Faz 1 mês que a Wada, o organismo que controla e investiga atletas contra o dopping, baniu a Rússia por 4 anos de competições internacionais devido a uma série de fatores inadequados.

Talvez por estarmos longe das principais competições, o assunto não foi tão comentado. Mas o certo é: o quanto alguns países já venceram fazendo uso de substâncias proibidas? E quais tipos de doppings tão avançados estão usando hoje e não foram ainda detectados?

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-12/russia-e-banida-por-doping-e-esta-fora-de-toquio-2020-e-de-mundiais

RÚSSIA É BANIDA POR DOPING E ESTÁ FORA DE TÓQUIO-2020 E DE MUNDIAIS

A Agência Mundial Antidoping (Wada) excluiu a Rússia das principais competições esportivas mundiais nos próximos quatro anos por ter fraudado exames antidoping. De acordo com decisão unânime do comitê executivo da agência, anunciada na manhã de hoje (9), em Lausanne (Suiça), a Rússia ficará fora da Olimpíada de Tóquio (Japão), em 2020, e dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim (China), em 2022. Quanto à Copa do Mundo de Futebol Masculino, no Catar, em 2022, a FIFA ainda não confirmou se o veto da Wada se estenderá à participação da Rússia no Mundial.

De acordo com a Wada, a Rússia cometeu uma série de violações como manipulação de dados laboratoriais sem autorização, a inclusão de mostras falsas nos testes, e a destruição de arquivos conclusivos a possíveis casos de dopagem. A decisão da Wada também impede que o país organize competições em seu território nos próximos quatro anos, com exceção da Eurocopa 2020: a cidade de São Petersburgo está mantida com uma das 12 sedes.

A Rússia ainda pode recorrer da decisão no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) nos próximos 21 dias. Os atletas do país que não estão envolvidos nos casos de doping poderão competir sob bandeira neutra.

Considerada uma das maiores potências no esporte olímpico, a Rússia mergulhou em escândalos envolvendo casos de doping em 2015, quando a Wada concluiu um relatório de 323 páginas que identificava um sistema de dopagem envolvendo atletas, técnicos, dirigentes da federação russa, oficiais de controle antidoping, integrantes do governo russo e membros da Federação Internacional de Atletismo (IAFF). Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) excluiu o país da Rio 2016 e dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, mas delegou às federações nacionais a decisão de executar a suspensão. Foi o caso da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf), cujo conselho baniu os atletas russos de participarem dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Tradução: Rússia, esportes, antidoping, Edição: Guilherme Neto

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