– 28 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 28 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

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– O Tráfico de Drogas acabando com a Vida das Meninas Brasileiras

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Esporte e Drogas na Reabilitação de um Vencedor!

Leio na Revista Runner (pg 62-68, por Patricia Julianelli) a história de superação de “Cleber Cowboy do Asfalto”, corredor profissional que só se tornou atleta pela necessidade de fugir de algo que o matava: as drogas! Começou a fumar maconha no ano de 1998 e em 2008 estava no fundo do poço, consumindo crack. Tentando se recuperar e em meio as crises de abstinência, se socorreu à… corrida!

Cada vez que fica em desespero pela falta do uso de entorpecentes, saía para correr, até conseguir se livrar da dependência.

Um dos depoimentos comoventes dele foi quando sua mãe descobriu o vício. Ele conta que:

Minha mãe desabou e gritava ‘onde foi que eu errei?’ como se fosse culpa dela. Parecia que chorava minha morte.

Porém, após vencer sua primeira maratona, ele se lembrou de tudo isso e disse:

Ao completar minha primeira prova, eu flutuava. Droga nenhuma me proporcionou um sentimento com tamanha intensidade e com gosto de realidade“.

Taí. Se você caiu alguma vez em tentação ou se enfiou nessas porcarias, siga o exemplo de Cleber: arranje algo saudável para fazer e substituir a dependência. Seja um campeão como o “Cowboy do Asfalto” foi.

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– O dopping no esporte está insuportável.

Temos visto muitas manchetes sobre dopping no esporte, e elas são cada vez mais cabeludas.

Tudo tem sido fajuto, mascarado? Os resultados dos atletas são artificiais, sendo conquistados com tecnologias de dopagem modernas e não descobertas?

Uma pena que isso esteja cada vez mais comum. Quantos dopings ocorreram e não descobrimos até agora?

O mais complicado é: descobrir quem está realmente ou não dopado, pois a modernidade usada pelos laboratórios para ajudar criminosamente os esportistas é avançadíssima.

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– Difícil de acreditar nas Instituições

Ouço pelo rádio que há nesta 5a feira uma megaoperação no Rio de Janeiro a fim de prender os cabeças do tráfico de drogas.

Nos mandados de prisão constam 90 policiais e 70 traficantes.

Como confiar nas autoridades? Policial corrupto é sinônimo de terra sem lei.

Lamentável…

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– Aniversário de Gilberto Gil e Frase Marcante

Gilberto Gil assopra as velhinhas hoje. Gênio musical, mas de certas polêmicas criadas. Me recordo que exatamente há 5 anos, declarou que os intelectuais da Bossa e os adeptos jamaicanos do Reggae usaram as propriedades da Canabbis para potencializar suas obras.

Ah, não vale nem comentar. Em suma: fumar maconha deixa o sujeito inteligente?

Tenha santa paciência…

Gilberto Gil é craque como músico. Mas horrendo na defesa das drogas

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– Caia fora das Drogas, Fábio Assunção!

Que pena!

Fabio Assunção, ator que já foi o grande galã da Rede Globo, há tempos teve problemas com drogas. Agora, extrapolou até com a Polícia, quebrando o vidro da viatura.

Leia e assista no link abaixo (extraído do Blog do Paulinho).

CLIQUE EM: A vida fora da Globo: Fabio Assunção, alterado, no camburão

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– Que fedor e que suicídio… e o cara não se manca! Sobre tabagismo e narcóticos.

Dia 31 de maio foi Dia Mundial de Combate ao Tabagismo. Ótimo! É preciso se conscientizar dos males que surgem do fumo.

Há certas situações que mostram como o cigarro “ilude” a pessoa e a faz se tornar totalmente dependente. Veja:

O relógio marcava 06h, eu estava entrando na padaria e… para fora, um “mané” fumando o seu tubo cilíndrico composto de tabaco e nicotina. E que cheiro ruim! Parece que recepcionava os fregueses… Uma senhora abanou a mão para se livrar da fumaça e o cara nem percebia (dizem que quem fuma perde a percepção do cheiro). Não vê o incômodo.

Logo cedo, com a bonita manhã que despertava, à beira da Serra do Japi, somente se tiram duas conclusões:

1) O vício impede o cara de sentir o ar puro da Natureza logo neste horário;

2) A dependência o deixou insensível para tais coisas.

Os fumantes adultos de hoje foram vítimas da cultura da glamourização do cigarro de tempos atrás. A indústria do fumo atrelava a imagem do cigarro ao sucesso, em propagandas homéricas no esporte, em filmes e outras publicidades. Mas hoje, com tanta informação dos malefícios, é inadmissível que adolescentes e jovens caiam nessa armadilha. E aí ficam outras duas observações:

1) o jovem é um “Maria-vai-com-as-outras”, não tendo personalidade para recusar;

2) o burro entendimento de que se “experimentar uma só vez não vai se viciar” predomina.

Saibam: todo usuário de maconha começou experimentando algo oferecido por “amigos” (entre aspas mesmo) e se viciou. Idem ao cigarro. E depois da maconha vem a cocaína. Os mesmos péssimos e falsos amigos dizem que “fumar maconha é fraco, o ‘negócio’ é cheirar. E daí vem o pior: as drogas mais modernas em outros formatos, como o perigosíssimo LSD ou o esctasy.

Se você fuma, lembre-se: o seu cigarro e a sua fumaça incomodam muita gente! Respeite os outros com sua poluição (e intoxicação) pessoal, além da preocupação com o câncer.

Se você experimenta ou experimentou algum narcótico, fuja desse mundo! Se alguém te oferecer, recuse. Se for intimidado, chame a Polícia! Se sentir acuado, peça ajuda a quem te ama. Se ficar refém da dependência, abandone imediatamente àqueles que oferecem e não se acanhe em desabafar com pessoas sóbrias. Se sofrer bulliyng, não vacile – tenha personalidade e diga: “eu sou mais forte e mais legal sem essas porcarias”! Saia por cima, o verdadeiro “vacilão” é o usuário.

Você conhece algum dependente (de cigarro, de drogas ilícitas e de álcool) saudável?

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– Cracódromos na Cracolândia?

Exatamente há 3 anos… republico uma reportagem que é bem atual sobre os pontos de consumo de crack. Abaixo:

CERCADINHOS PARA VICIADOS

Puxa, não imaginava que a indignidade humana se rebaixaria a tanto. Só agora li que, há um mês, a Prefeitura de São Paulo tentou implantar um “cercadinho” para os usuários de droga do Centro da Capital. Uma espécie de “Cracódromo” dentro da “Cracolândia”!

É dessa forma que queriam resolver esse problema?

O mundo está acabando, definitivamente.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/05/1454065-prefeitura-faz-cercadinho-para-usuarios-de-crack-no-centro-de-sp.shtml

PREFEITURA FAZ ‘CERCADINHO’ PARA USUÁRIOS DE CRACK NO CENTRO DE SP

A Prefeitura de São Paulo tentou na tarde de ontem colocar usuários de droga da cracolândia dentro de um cercado de metal, que foi erguido na esquina da alameda Cleveland e da rua Helvetia.

Normalmente, a concentração de usuários fica disposta no meio das ruas do entorno, principal ponto de venda e consumo do crack.

As grades foram colocadas por volta das 16h ao redor do calçadão. Cerca de uma hora depois, viaturas começaram a levar pacificamente o grupo que estava concentrado na alameda Dino Bueno para a área do “cercadinho”.

Indignados com as grades, os usuários resolveram ocupar a tenda Braços Abertos, localizada na rua Helvetia.

A tenda é base do programa homônimo da prefeitura, que oferece trabalho, moradia, alimentação e tratamento na cracolândia.

Segundo usuários ouvidos pela Folha, ela foi ocupada como uma alternativa ao início de um confronto com a Guarda Civil Metropolitana.

Afirmaram ainda que aceitariam mudar o ponto de concentração para a esquina da Helvetia com a Cleveland, mas não toleram as grades.

IMPASSE

No início da ocupação, os usuários apontavam que só sairiam da tenda caso as grades fossem removidas, mas acabaram se retirando de forma pacífica e sem interferência dos guardas-civis.

A ocupação durou duas horas. Nesse período, tanto a venda quanto o consumo de crack, que normalmente acontecem na rua, ocorreram dentro da tenda municipal.

Até o início da noite de ontem, os usuários estavam concentrados na rua Helvetia e afirmavam que só iriam para o calçadão caso as grades fossem removidas.

PREFEITURA

De acordo com a prefeitura, as grades foram colocadas apenas para organizar a movimentação dos usuários.

“Estamos tentando liberar as calçadas e ruas para garantir o direito de ir e vir da população”, afirmou Roberto Porto, secretário municipal de Segurança Urbana.

Segundo ele, as grades não ficarão fechadas e os usuários têm trânsito livre.

“Não estamos prendendo ninguém, apenas dando espaço para quem deseja usar a calçada ou a rua”, disse.

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– Gravíssimo: Dopping de atletas brasileiros, inclusive no Futebol?

Algo estarrecedor, se confirmado. Atletas de alto rendimento do Brasil há tempos vem praticando dopping, de difícil percepção nos exames, incluindo campeões como, inclusive, o lateral esquerdo Roberto Carlos.

Nojento, deplorável e preocupante (repito: caso seja verdade). Publicado há pouco, extraído do Blog do Juca Kfouri no UOL:

TV ALEMÃ DENUNCIA DOPING NO BRASIL, NO FUTEBOL, INCLUSIVE – 10/06/2017 15:30
A ARD, emissora alemã de TV, levou ao ar agora há pouco, 13h35 no horário brasileiro,  uma reportagem feita pela mesma equipe, comandada pelo jornalista Hajo Seppelt,  que descobriu o sistema de doping  na Rússia e que tirou os russos da Olimpíada no Rio em 2016.
A matéria acusa o médico brasileiro Júlio César Alves, de Piracicaba, de práticar métodos que seriam proibidas pelo antidoping e que envolvem atletas brasileiros de alto rendimento, inclusive o ex-lateral Roberto Carlos, campeão mundial em 2002, que se negou a dar explicações à equipe alemã de TV. O texto, em inglês, pode ser lido AQUI.
Alves já causou grande repercusão no Brasil ao conceder entrevista ao jornalista Roberto Salim, então na ESPN Brasil, como se pode ver AQUI, quando disse, entre outras afirmações gravíssimas que desnudaram a hipocrisia vigente no esporte mundial,  haver dois jogadores da Seleção de Felipão entre seus clientes, sem citar seus nomes. Agora suas práticas ganham repercusão mundial.
ATUALIZANDO – 16h34 – Jamil Chade, consagrado jornalista, postou no Estadão essa reportagem bem detalhada:

Rede clandestina alimenta doping no esporte e futebol de elite no Brasil

Emissora alemã que trouxe à tona escândalo de doping no esporte russo agora expõe situação brasileira e revela suposto doping de ex-lateral Roberto Carlos, falhas no controle, pressões do COB e abastecimento em grande escala

Com amplas falhas de controle e pressão de instituições, o doping é uma realidade do esporte brasileiro e chega até mesmo ao futebol de elite. A denúncia foi revelada pela emissora de TV alemã ARD neste sábado e aponta ainda para o suposto envolvimento de ex-jogadores da seleção como Roberto Carlos.

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Roberto Carlos, ex-lateral da seleção, estaria entre os envolvidos Foto: Tasso Marcelo/AE

De acordo com a investigação, o País não conta com um sistema de controle suficiente, o treinamento é inadequado, o abastecimento de produtos é amplo, existe pressão das instituições e a ação judicial falha.

Em 2014, a ARD revelou a forma pela qual o governo russo promovia o doping de seus atletas. Sua emissão levou o COI a banir o time de atletismo da Rússia dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Desta vez, a investigação é focada no doping no futebol brasileiro e no esporte nacional.

Apresentando-se como agente estrangeira de jogadores de futebol em busca de anabolizantes, a equipe de TV entrou em contato com uma rede de abastecimento clandestina e chegou até mesmo a visitar uma fábrica de anabolizantes.

Um dos médicos que prometia fornecer o material fica em Piracicaba, Julio Cesar Alves. Ao conversar com o grupo alemão, sem saber que falava com jornalistas, ele revelou como seus produtos abasteciam jogadores, como o ex-lateral da seleção brasileira. Com uma câmera escondida, o grupo ouviu do médico ofertas por clenbuterol e orientando os clientes a deixar de tomar o produto 15 dias antes de uma competição para evitar serem pegos em um exame de doping. Alves ainda promete a eles dez doses de EPO. Na visita, o pacote de produtos saía por R$ 10,5 mil, que poderiam ser pagos em quatro vezes.

Uma das atletas pegas no doping no Brasil foi Eliane Pereira. Aos jornalistas, ela garante que não sabia o que Alves receitava e tomava acreditando que era algo legal. Mas ela admite que o médico ensinava como escapar dos testes e como teve um encontro com um “grande ídolo” da seleção brasileira no consultório do médico. Eliane, porém, se recusa a dar seu nome.

Pego numa gravação, Alves insiste que já forneceu seus produtos a dois jogadores da seleção. “Eu tratei de Roberto Carlos. Ele chegou a mim com 15 anos”, disse. De acordo com a ARD, documentos de uma investigação no Brasil também apontariam o envolvimento do ex-lateral. Mas procuradores disseram desconhecer o caso. Procurado, o ex-jogador não deu uma resposta à emissora.

IMPORTAÇÃO

De acordo com a investigação, parte dos produtos no mercado brasileiro é importada. Em Assunção, no Paraguai, o grupo de jornalistas chegou a ser levado a uma fábrica de anabolizantes. No encontro, os empresários confirmaram que vendiam anabolizantes e que seu principal mercado era o setor de futebol do Brasil, em grandes quantidades.

“Vendemos para todos os esportes, como atletismo”, disseram. “Há pessoas ainda que compram para jogadores que querem ainda atuar quando são mais velhos, entre 34 ou 35 anos ou para aqueles que tiveram alguma lesão”, explicou. Segundo o empresário, o produto é enviado para Brasil e Argentina. “Dois ou três fisioterapeutas de clubes brasileiros compram isso aqui para seus jogadores em fase de recuperação de lesões”, disse. “Em um momento que não pode ser detectado em exames de doping”, completou.

A investigação ainda aponta como as falhas nos controles seriam amplas no Brasil. Uma das investigações da WADA ocorre justamente com empresas que são terceirizadas no Brasil para realizar os testes.

Numa gravação telefônica que está de posse da WADA, uma das empresas deixa claro que o organizador de um torneio pode escolher quem ele quer testar. Ao ser questionada quem seria testado, a empresa responde: “normalmente testamos os três primeiros colocados e mais três outros. Mas você pode decidir isso”, disse.

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Grande esquema de doping teria envolvido diversos atletas do esporte e do futebol brasileiro Foto: Fabio Motta/Estadão

Entre os diversos especialistas e pessoas excluídas do controle de doping no Brasil, a ARD fala ainda com Luis Horta, ex-chefe de planejamento da ABCD e que denunciou as autoridades brasileiras por terem impedido exames fora de competições com atletas nacionais na preparação para a Olimpíada Rio-2016.

De fato, por meses, os atletas brasileiros deixaram de ser testados fora de competições e ex-responsáveis acusam o COB de fazer pressão para que os atletas não fossem examinados na preparação final para a Rio 2016. “Antes dos Jogos Olímpicos, estávamos sob pressão a não realizar testes de doping sem aviso prévio”, disse Horta. “Sob pressão do Comitê Olímpico Brasileiro”, esclareceu. “Eu percebi que eles não têm o mesmo objetivo. Eles querem medalhas, medalhas, medalhas. Limpas ou não”, atacou.

De volta ao seu país de origem (Portugal), Horta afirma não se sentir seguro no Brasil. “Existem instituições que são um estado dentro de um estado”, afirmou.

Marco Aurelio Klein, ex-responsável no Ministério do Esporte, também denuncia o abandono de parte do controle para a Rio-2016. Segundo ele, o último controle de doping sem aviso prévio ocorreu no início de julho de 2016, mais de um mês antes dos Jogos começarem. Em um ano, a ARD apurou que apenas cinco testes de surpresa foram realizados em todo o Brasil.

Klein também denuncia o fato de que as medidas que tinham sido planejadas e o treinamento feito antes da Rio-2016 foram “ignorados” no momento do evento.

– Filhos de Mães Viciadas em Drogas!

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– Duas vidas jogadas fora pelo motoqueiro!

Há certos acidentes totalmente evitáveis. Um deles foi o ocorrido na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, no sentido Itu – Jundiaí.

Ontem, por volta das 06h30, eu estava próximo à Takata-Petri (região do Parque Eloy Chaves), e uma moto em altíssima velocidade (e era subida), ultrapassava os carros em zigue-zague. Na garupa, com o frio que fazia na manhã de sexta-feira, se percebia que era uma moça que estava de shorts ou saia.

Como explicar a velocidade incompatível, num trecho tão perigoso com uma direção irresponsável e nos tais trajes? Respeitosamente, parecia que as duas pessoas não estavam cientes do perigo, da temperatura e das próprias leis de trânsito.

Instantes depois, ainda ziguezagueando, a moto sumiu em velocidade maior na descida próximo à fábrica da Coca-Cola. De repente, tanto a pista expressa quanto a marginal da Dom Gabriel pararam. A moto se enfiou na traseira de um carro e piloto com a acompanhante arremessados pelo canteiro até via marginal. Morte instantânea.

É triste tal relato. A vida para uns é tão sagrada, e para outros jogada fora. Dos males, o menor foi que os corpos não foram arremessados em cima de um ônibus ou de outro veículo maior, causando mais mortos.

Uma pena. E ao ler o jornal de Jundiaí, descobriu-se que as vítimas portavam LSD!

Muito triste. Foram vítimas de si próprio. Compartilho:

(Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-46549-casal-de-jovens-morre-em-colisao-de-moto-na-rodovia-dom-gabriel)

CASAL DE JOVENS MORRE EM COLISÃO NA DOM GABRIEL

Um casal de jovens morreu na manhã desta sexta-feira (02) em acidente de moto na rodovia Dom Gabriel Gabriel Paulino Bueno Couto, que interliga Jundiaí a Itu. Erick James de Lima, de 27 anos, pilotava uma Yamaha XT 660, levando na garupa Amanda Larissa Silveiro Torres, 21. O veículo bateu na traseira de um VW Logus.

A policiais rodoviários, o motorista do carro, um técnico em eletricidade de 29 anos, contou que ouviu de testemunhas, após o acidente, que o condutor da motocicleta pilotava em alta velocidade, ziguezagueando na estrada para ultrapassar outros veículos. Ele disse ter sentido apenas o impacto da moto contra seu automóvel.

Erick e Amanda morreram no local. Conforme relataram os policiais rodoviários durante o registro do boletim de ocorrência, 29 micropontos de LSD, uma droga de grande poder alucinógeno, foram encontrados nos pertences da moça. O entorpecente estava guardado em papel alumínio.

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Também o Jornal Regional postou outros detalhes do acidente, incluindo a foto assustadora do resgate:

(extraído de: http://www.jr.jor.br/2017/06/02/amanda-e-erick-morreram-em-acidente-de-moto/)

Que Deus console os familiares e conscientize os jovens do mal das drogas – e a importante responsabilidade no trânsito.

– Andreas von Richthofen pagou indevidamente pela fama da irmã!

Coitado de Andreas von Richthofen, vítima de má jornalismo, fofoca e doenças psíquicas. O jovem é irmão de Suzane von Richthofen, a moça que junto do namorado e do futuro cunhado (os irmãos Cravinhos), mataram os pais para ficar com a herança.

Ontem se divulgou que ele fora detido “doidão na Cracolândia“. Alguns até mesmo o tacharam de cúmplice da irmã! Quanta maldade…

O rapaz tinha 15 anos na época, não participou do crime e chorou muito a perda da família. Ficou órfão POR CULPA DA IRMÃ, que confessou que com os cúmplices consumiu Cocaína e que planejou a morte dos genitores por dinheiro. Mais do que isso: Andreas não estava na Cracolândia, estava na Chácara Flora. Ele é graduado, mestrado e doutorado em Química pela USP! Lamentavelmente, o “último que sobrou vivo e livre daquela família” foi diagnosticado com problemas mentais quando pulou a casa onde foi detido.

O grande problema é: RÓTULO! Pagou pela fama da irmã pelos desavisados…

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