– A Ousada e Polêmica declaração de Thiago Neves. Será punido?

Há clubes e jogadores que têm “mania de perseguição”. Boa parte se acha prejudicada pelos juízes, mas quando o erro é a favor, cala-se!

Thiago Neves, jogador do Cruzeiro, desabafou na Fox Sports, à repórter Lívia Nepomuceno. Sobre arbitragem, disse que:

É difícil para arbitragem pois quando eles vão no estádio do Corinthians, no do Palmeiras ou vão no Maracanã em jogo do Flamengo, os juízes metem a mão, eles tremem mesmo (…) Mas quando vão ao Mineirão, eles prejudicam a gente [o Cruzeiro].”

E aí? Será que o Tribunal de Justiça Desportiva pedirá a gravação para a emissora?

O mais engraçado é que Thiago Neves, sendo camisa 10 do Cruzeiro, disse que quando jogou pela 1ª vez na Allianz Arena ele viu uma multidão cantando sem parar e se assustou. Por fim, confessou que “tremeu” e “sentiu a panturrilha” por culpa disso.

Acho que vai dar problema ser tão enfático com os árbitros, colocando a categoria em dúvida, ao mesmo tempo que terá que explicar à sua torcida porque deu uma pipocada…

O que você pensa sobre isso?

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– E se o Luxemburgo acertasse com o Vasco da Gama?

Nesse domingo, mais treinadores foram demitidos e/ou pediram demissão no Campeonato Brasileiro. Mas me chamou a atenção a saída de Jorginho, que praticamente foi contratado já com ressalvas e nunca se firmou.

Já perceberam que, com tantos clubes abrindo vagas ao longo do torneio, nenhum falou (ou melhor: acertou) com Vanderlei Luxemburgo?

De 82 a 86, 90 a 93, Mestre Telê Santana foi o melhor que eu vi. Na sequência, o incrível estrategista Luxemburgo a partir de 90 até os anos 00. E o que aconteceu com ele?

Será que os cartolas estão desprezando o trabalho de Luxa pelas polêmicas extracampo, com declarações contestáveis e em alguns momentos auto-suficientes? Ou é a questão do trabalho dentro de campo mesmo?

Não subestimo a capacidade do treinador, mas será que a falta de foco tem sido o real motivo?

Eu teria muita curiosidade de ver o trabalho dele no Vasco da Gama, pois salvaria o clube ou afundaria de vez! Igual, não creio.

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– O quase-protesto dos árbitros e a falta de representatividade

Leio que Salmo Valentim, ex-árbitro de futebol e que já fez parte da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol), foi eleito com 100% dos votos em eleição sem oposição.

Puxa, tal cenário deve mostrar que tudo está em ordem, não? Se o cara que é apoiado pela situação não tem opositor e nem voto contrário, é porque a entidade está a mil maravilhas.

Ou não seria bem assim?

Hoje, por ter convivido no meio do futebol, não vacilo em dizer: os Sindicatos de Arbitragem (Nacional e Estaduais) não tem coragem de bater de frente com as Federações e CBF! Todos cordeiros, nunca brigando realmente a contento como se deveria.

Claro, como não sou sindicalizado, não posso criticar os árbitros, pois devem entender que o que a ANAF, ou SAFESP, SAFERJ e tantas outras estão fazendo está bom.

Curiosamente, há 3 anos tivemos aquele movimento de protesto para paralisar o Brasileirão, mas que virou ato de manifestação com a “plaquinha dos 5%”. E o que deu? Nada.

Recordando nossa postagem no Blog PERGUNTE AO ÁRBITRO, abaixo:

O PROTESTO DOS ÁRBITROS ACONTECERÁ?

Importante: Não haverá greve (por enquanto) no Campeonato Brasileiro 2015, mas ato simbólico. Veja:

ATENÇÃO

Na rodada de hoje do Brasileirão, os árbitros farão um protesto contra o veto ao artigo que reconhecia o direito de arena para a arbitragem.

Primeira manifestação na história da arbitragem brasileira.

Aos cinco minutos do primeiro tempo a partida será paralisada. Um minuto de silêncio em protesto contra o veto. Equipes de arbitragem colocarão faixas pretas no braço. O quarto arbitro vai levantar a placa com 0,5.

Informações de Julio Cancellier, Assessor de Comunicação da ANAF (Reproduzido pelo Jornalista Pedro Paulo de Jesus, do site “Voz do Apito”).

Será que vingará?

MINHA OPINIÃO SOBRE A GREVE, em: http://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/08/07/sobre-a-greve-dos-arbitros-reflexoes/

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– Como o Empreendedor pode ter um “infarto feliz”, trabalhando sem freios!

Para mim, um tapa na cara com luva de pelica!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida:, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

EMPREENDEDOR TAMBÉM MORRE DE INFARTO

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

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– Trabalhar Contrariado ou ser um Desempregado Feliz?

Àqueles que estão com dificuldades na relação profissional, um importante estudo conclui: vale mais ser desempregado do que estar em emprego ruim.

Respeitando a pesquisa científica, mas… E quem paga as contas depois?

Abaixo, extraído de Superinteressante, Ed 258, pg 22, por Fernando Badô e Bruno Garattoni

FICAR DESEMPREGADO É MELHOR DO QUE SOFRER NO TRABALHO

Sabe aquele seu vizinho que não trabalha, mas vive sorrindo? A explicação pode estar em um estudo realizado por cientistas australianos, que acompanharam 7155 homens e mulheres entre 20 e 55 anos de idade e concluíram: ficar desempregado, seja por vontade própria, seja por demissão, pode aumentar o nível de felicidade das pessoas.

Ao longo de sete anos, os pesquisadores aplicaram questionários para medir o grau de felicidade dos voluntários, cujos empregos também foram analisados em quatro aspectos: nível de desafio, grau de autonomia, salário e perspectivas de carreira. O objetivo era determinar quais empregos eram bons ou ruins.

As pessoas que estavam trabalhando, em bons empregos, eram sempre as mais felizes – marcando em média 75,1 pontos na escala criada pelos cientistas. Em seguida vinham os desempregados e os trabalhadores com empregos ruins, ambos com 68,5 pontos. Empate. Então desemprego é a mesma coisa que emprego ruim, certo?

Errado: o desemprego é melhor. Ao longo do estudo, quem trocou o desemprego por um emprego ruim viu sua felicidade cair ainda mais, perdendo seis pontos a cada ano. Já quem continuou sem fazer nada perdeu apenas um ponto.

Ou seja: ficar sem emprego é ruim, mas sofrer no trabalho é ainda pior. “O emprego ruim faz a pessoa perder saúde mental”, diz Peter Butterworth, psiquiatra da Universidade Nacional da Austrália e coordenador da pesquisa.

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– A Confiança e a Altivez como fatores importantes para o Sucesso

Muitas vezes a confiança exacerbada é confundida com arrogância. Mas não é bem assim: recente pesquisa mostra que ser altivo é importante para a conquista do sucesso!

O texto que compartilho abaixo já tem algum tempo, mas é bem atual quanto ao sentido da autoestima. Segue, extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/artigo131898-1.htm

A REABILITAÇÃO DO ORGULHO 

Nem pecado nem falha de caráter. Pesquisas mostram que o sentimento de altivez só faz bem

por Verônica Mambrini 

Os dias de falsa modéstia estão contados. O orgulho está saindo do limbo reservado aos vícios de comportamento considerados pecado ou falha de caráter graças a uma série de estudos psicológicos que acabam de sair do forno. Eles mostram que, ao contrário do que sempre se pregou, é bom se orgulhar de si mesmo e de suas conquistas e expor aos outros com altivez. Encontraram também uma função social para ele. Tradicionalmente tido como uma emoção muito individualista, o orgulho tem sido avaliado como um sentimento de importante componente agregador e um protetor natural do amor próprio.

Nas últimas semanas, o exemplo mais evidente é o do artista plástico Max, vencedor da nona edição do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo. Um dos gestos característicos do novo milionário no reality show era bater o punho fechado no peito. “Desde adolescente digo que tenho orgulho de ser quem eu sou”, diz. “Minha autoestima sempre foi muito grande.” Um estudo de 2008, feito pelos pesquisadores Jessica L. Tracy, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e David Matsumo, da Universidade de São Francisco, nos EUA, demonstrou que os gestos associados ao orgulho são parecidos em praticamente todas as culturas. Os especialistas compararam as expressões faciais de atletas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2004. Competidores de 37 países, incluindo cegos, exibiram feições muito semelhantes no momento da vitória.

Outra descoberta da professora Jessica, junto com o psicólogo Richard W. Robins, da Universidade da Califórnia, é que há dois tipos de orgulho: um é a soberba, em que a pessoa se sente superior aos outros.

O outro é o autêntico, que está ligado às realizações pessoais, motivado pela sensação de dever cumprido, de ser capaz de realizar bem as tarefas.

A redatora Cíntia Costa usa esse sentimento a seu favor. Quando decidiu se casar, há pouco mais de um ano, começou o blog Planejando meu Casamento, com as dicas para fazer as núpcias desejadas sem se endividar. “Muitas noivas não queriam mais casar porque não tinham dinheiro para a festa”, lembra. “Lendo o blog, elas recuperaram a confiança”. Outra característica do orgulho bom, afirmam os estudos, é a capacidade de inspirar e motivar outras pessoas que estão à sua volta.

O único lugar em que Cíntia é mais moderada é no trabalho. “Comemoro as vitórias em equipe e escolho com cuidado o que vou falar.”

As precauções de Cíntia no ambiente profissional fazem sentido – a psicóloga especializada em seleção e recrutamento Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter. “Mas é bom ter orgulho de fazer algo benfeito, da profissão, da empresa”, reforça Ana Carolina. “Isso indica autoestima.”

Outra pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, feita pela pesquisadora Jessica L. Tracy e pelo psicólogo Azim Shariff, mostrou que, nos testes, os participantes deram mais valor a um entregador de pizzas orgulhoso do que a um executivo abatido. As expressões de orgulho transmitem aos outros a impressão de sucesso, o que melhora o status social no grupo. O fotógrafo André de Menezes Trigueiro sabe do poder que exerce sobre as pessoas ao redor. “Ouço bastante que contagio os outros quando estou falando de um assunto que gosto”, diz. “Não me inibo em ser o centro das atenções.” André gosta de mostrar suas criações para os amigos e se considera feliz com seu trabalho.

A professora de psicologia social da Universidade de São Paulo Sueli Damergian acredita que uma das coisas que diferenciam o orgulho positivo do negativo é a postura que se tem com o outro. “O orgulho positivo implicaria ser capaz de reconhecer o valor das coisas que se fez, sem se sentir superior ou com maiores direitos do que os outros”, afirma Sueli.

Em outro estudo, Lisa Williams e David DeSteno, psicólogos da Northeastern University, nos Estados Unidos, convidaram 62 estudantes para um teste de QI. Depois, cumprimentaram alguns como se tivessem obtido os resultados mais altos.

Na sequência, todos foram convidados a realizar mais uma série de tarefas intelectuais. Os que foram elogiados, se mostraram mais orgulhosos e confiantes. A surpresa é que esse grupo foi também o mais gentil. Para os psicólogos, o resultado indica que as pessoas se sentem mais fortes quando superam problemas.

A professora Sueli alerta, contudo, para as implicações éticas desse sentimento. “O orgulho é o oposto da vergonha, ele tem uma implicação moral”, afirma. Em outras palavras: orgulho é bom e todo mundo gosta – só não vale deixá-lo virar arrogância.

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– Felipão dará certo no Palmeiras?

Eu já trabalhei em jogos de Luís Felipe Scolari como treinador, e não só pelas suas conquistas, mas pela educação ensinada pelos meus pais, respeito-o. Mas não deixo de lembrar: ô sujeito mal educado!

Claro que Felipão foi vitorioso no Grêmio, no Palmeiras, na Seleção Brasileira de 2002, além do Bunyodkor do Azerbaijão e no Guangzhou Evergrande da China. Mas os trabalhos recentes em clubes relevantes (Palmeiras em 2012 e Grêmio 2015, além da Seleção Brasileira de 2014), foram horrorosos!

A propósito, o mundo dá voltas: Roger Machado surgiu exatamente como substituto de Scolari no Grêmio, em sua derradeira e ruim passagem. Hoje, é o próprio Scolari que substitui Roger Machado no Palmeiras.

Cá entre nós: será que os jogadores do presente viram o auge da carreira do treinador na década de 90, suas incríveis polêmicas e ‘bravezas”, culminando no pentacampeonato da Seleção (e assim o respeitarão), ou somente eles têm na lembrança o treinador que participou da jornada desastrosa do último rebaixamento do Palmeiras e do trágico 7×1 da Copa do Mundo?

Há 25 anos, eu contrataria de olhos fechado o Felipão do Grêmio (1993 a 1996), vencedor de quase tudo. Em 2018 (portanto: HOJE), eu pensaria bem em contratá-lo e estudaria em qual clube ele cairia bem.

O único que perde é Scolari, que está bem rico, que poderia estar curtindo a vida, os filhos e netos em Portugal, livre de críticas e possíveis desgostos.

Parece-me que foi uma contratação mais emocional do que racional. Estamos na época da necessidade de treinadores que “pensam o jogo taticamente” (a Copa da Rússia mostrou isso), não de motivadores sanguíneos que gritam à beira do gramado. Mais: não existe no elenco do Palmeiras a dupla obediente formada por Paulo Nunes e Jardel, nem um Oséas para ganhar todas de cabeça na área, mas sim um Dudu e um Felipe Melo para serem “doutrinados”.

Não sei se Scolari foi ou não uma boa aposta. Ajudado pela tabela, em tese, um pouco mais “leve” que o Palmeiras enfrentará nos próximos dias, poderá dar um choque de ânimo na equipe. Mas se resolve a questão de títulos, impossível prever.

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– A previsível queda de Roger Machado. O Palmeiras erra como o Santos…

Quer dizer que Mattos garantiu na TV que “Roger estava blindado” mas o demitiu após a derrota para o Fluminense?

Criticamos dias atrás a diretoria do Santos FC em demitir o técnico Jair Ventura, dois jogos após a parada da Copa do Mundo, tendo perdido ao menos 30 dias e uma inter-temporada, incluindo uma excursão para treinamento no México. Todo trabalho e tempo que poderia ser utilizado em prol do time, sem dúvida, jogado fora. Se era para demitir, que o fizesse antes, para que o novo treinador tivesse tempo e condições para desenvolver seu trabalho e assim retomar o Brasileirão.

A Sociedade Esportiva Palmeiras fez exatamente o mesmo, apenas diferenciando o número de jogos: após 3 partidas da volta do Campeonato, perdeu o período de treino e a inter-temporada com amistosos na América Central após demitir o treinador Roger Machado. É claro que a justificativa será de que o rendimento do time é abaixo do esperado pelo que se investiu financeiramente. Mas será que era? Foram 44 jogos, com 27 vitórias, 8 derrotas e 9 empates (68% de aproveitamento).

O mais incrível é que um dia antes (terça-feira), Alexandre Mattos, diretor de futebol do Verdão, disse na FOX Sports que:

Temos confiança total no trabalho dele [Roger], os números são bons. É dando calma para ele, blindando ele [que subiremos na tabela].

Aí não dá, né? Puro amadorismo. Aliás, nunca “mandarão embora” quem contrata os treinadores e os demitem por maus resultados?

De quem é a culpa: de quem treina ou de quem contrata o treinador e depois tem que dispensar (pagando multas caríssimas)?

Agora, restarão as especulações: quem serão os novos treinadores de Santos e Palmeiras? Aliás, imagine o que deve ter de gente se oferecendo ou “chutando nomes”…

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– As 7 Maiores Mentiras de um Curriculum

Cuidado ao formular seu curriculum vitae. Hoje, os curricula estão cada vez mais sendo pesquisados quanto à fidedignidade das suas informações. Para tanto, consultores em RH estão precavidos, segundo a matéria abaixo, para 7 mentiras básicas e corriqueiras:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69955-15259,00-AS+SETE+MAIORES+MENTIRAS+DO+CURRICULO.html

AS SETE MAIORES MENTIRAS DO CURRÍULO

Dar informações falsas para conseguir um emprego é uma tentação e um erro. Os casos mais comuns, como os especialistas os desmascaram – e como aumentar suas chances sem cometer deslizes éticos,

por Thiago Cid

De cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações distorcidas. E outros dois contêm mentiras deslavadas. A conclusão é da empresa de investigações Kroll, que presta serviço de análise de currículos para companhias, depois de analisar os dados de candidatos a emprego de nível gerencial para cima. A maquiagem curricular não é exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, a taxa de invenções destinadas a impressionar contratantes é bem parecida, segundo análises independentes do site Career Building e da consultoria Accu-Screen, especializada em vasculhar referências de candidatos a emprego.

O problema deverá crescer com o acirramento da competição por empregos. Desde o início da crise econômica, no final do ano passado, o Brasil fechou 700 mil vagas de emprego formal. E muita gente que se sente ameaçada já está tratando de procurar alternativas. A Manpower, empresa especializada em recrutamento, registrou um aumento de 50% no número de currículos recebidos. Numa situação assim, cresce a pressão para se destacar dos concorrentes e, consequentemente, a tentação de mentir ou exagerar no currículo. Não vale a pena.

Especialistas afirmam que mentir para arrumar emprego é um equívoco, em tempos de crise ou não. “Mentir pode garantir mais entrevistas, mas não garante emprego. Na verdade ajuda a afugentá-lo”, afirma o colunista de ÉPOCA Max Gehringer. Uma mentira, por mais “inocente” que seja, deixa o candidato numa situação constrangedora e quase sempre acaba eliminando suas chances de obter o emprego. “Para um selecionador, se o candidato mente na porta de entrada, é bem provável que continue mentindo”, diz Lizete Araújo, vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

É raro uma lorota relevante se manter de pé depois de um escrutínio do entrevistador. Em geral, ele é um profissional treinado para explorar as contradições entre o que está no papel e a fala do candidato. “Diante da capacitação que o pessoal de RH está adquirindo, é ingenuidade achar que dá para levar uma mentira adiante em uma entrevista”, afirma Carlos Eduardo Dias, sócio da Asap, empresa especializada em profissionais em início de carreira. Nas entrevistas, cada tópico listado no currículo é destrinchado pelo selecionador. Uma hesitação maior ou uma pequena incoerência já são um alerta de que aquele ponto é duvidoso.

Após a entrevista, os aprovados ainda passam pela peneira da checagem das referências – uma tarefa cada vez mais minuciosa em departamentos de RH e consultorias. “Hoje em dia, os selecionadores já têm conhecimento técnico para avaliar candidatos de setores muito específicos”, afirma a consultora Juliana Marotta, da Manpower. Ela é responsável pela checagem de currículos de aspirantes a vagas no setor de tecnologia da informação.

Os principais “maquiadores de currículo” são os jovens em início de carreira. Carentes de experiência, eles tendem a engordar seus CVs copiando modelos prontos, que geralmente pecam pelo exagero. Entre os candidatos a cargos mais graduados, como o de gerentes ou diretores, o risco de mentir é muito alto, até porque as empresas costumam investir mais na checagem. “Uma contratação de alto executivo é um investimento estratégico e delicado, por isso os cuidados de segurança são altos”, afirma José Augusto Minarelli, que há 26 anos ajuda executivos demitidos a arranjar emprego. Isso não significa que não haja mentiras nos altos escalões. Em 2007, Marilee Jones, a reitora da mais renomada universidade de tecnologia dos Estados Unidos, o Massachusetts Institute of Technology, pediu demissão. Motivo: descobriram que ela havia listado três cursos de especialização que não cursara.

É óbvio que a peneira dos selecionadores não identifica todos os mentirosos. Porém, mesmo os que conseguem vaga têm de conviver com o risco de ser desmascarados a qualquer momento, com consequências sérias para sua imagem profissional. Sem contar o drama de consciência por ter mentido. A seguir, as sete mentiras mais comuns, mencionadas por uma dezena de recrutadores e consultores, e as técnicas para detectá-las.

1. Idiomas
É a mentira mais popular. Trata-se daquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Ocorre principalmente em seleções de jovens profissionais que não esperam uma avaliação rigorosa de seu domínio de idioma estrangeiro. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.

2. Qualificação
Inventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Essas mentiras são normalmente descobertas na entrevista, quando o recrutador pede detalhes dos cursos realizados – nome dos professores, das disciplinas etc. Se o candidato conseguir manter a farsa, ele ainda pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.

3. Cargos e funções
Muitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.

4. Participação em projetos
Esse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. Segundo Max Gehringer, esse problema começou a surgir nos anos 1980, quando passaram a circular currículos em primeira pessoa. “O currículo com as palavras ‘liderei’ ou ‘coordenei’ é complicado porque são ações difíceis de ser mensuradas e com resultados muitas vezes subjetivos”, diz Max. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições. 

5. Motivo de desligamento
Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mesmo assim, devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade, assumir eventuais maus passos e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.

6. Datas de entrada e saída de empregos
Esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. Uma ou duas passagens curtas podem ser devidas a dificuldades de adaptação, diz Giovani. Mais que isso é sinal de instabilidade e falta de habilidades sociais. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho. 

7. Endereço
Muitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega –, ela vai despertar desconfiança do empregador.

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– Que bagunça, Santos!

O mundo do futebol ficou alardeando antes da Copa da Rússia: se um clube tivesse que demitir algum treinador, que o fizesse antes do recesso!

Pois bem: o Santos ficou todo esse tempo treinando, excursionou para o México e uma semana depois da Copa a diretoria demitiu o técnico Jair Ventura. Resumidamente: perdeu-se 40 dias de trabalho.

De que adiantou uma inter-temporada se tudo o que foi feito foi jogado fora? E o presidente Peres garantiu que não iria demiti-lo. O mais impressionante é: só agora chegaram os reforços contratados.

Será que se esses reforços fossem dados a Jair Ventura, o time teria outro comportamento?

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– O uso comedido das Redes Sociais: a demissão do diretor da Disney!

James Gunn, o importante diretor de Hollywood e responsável pelos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, da Marvel (que hoje é uma empresa do grupo Disney) foi demitido na semana passada por tuítes de cunho racista em 2013!

Segundo a emissora, nenhum tipo de preconceito pode ocorrer por seus colaboradores, já que ela, Disney, tem valores sociais a defender. Gunn, por sua vez, diz que errou, mas que hoje é uma pessoa melhor.

E aí?

Se por um lado, deve-se separar a vida pessoal da profissional, ao mesmo tempo, deve-se entender que o profissional representa a instituição que trabalha. Difícil não associar, né?

O certo é: cuidado com o que você registra na Internet, pois as opiniões podem se perpetualizarem!

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– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

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– Você está apto para ter Filhos?

Recomendo um brilhante texto do Dr José Martins Filho: “Ter filho não é pra todo mundo”.

Dr Martins é autor do livro “A Criança Terceirizada”, e nesse artigo ele aborda o fato de que muitas famílias não refletem se verdadeiramente estão preparadas para terem filhos; se terão tempo para a educação delas, além de paciência para as brincadeiras. O desafio é: os pais farão sacrifícios para não “terceirizar” a criação dela?

A publicação está na Revista Galileu (Ed Junho), nas páginas 96-97. Vale a pena!

TER FILHO NÃO É PRA TODO MUNDO

Vamos ser sinceros: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma.

Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais. Sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranqüilidade. Alguns dizem: “o que interessa é a qualidade do tempo que passamos juntos e não a quantidade”. Se for assim, então diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.
Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping Center.

Sou obrigado a fazer tudo isso? Claro que não. Mas ser pai e mãe também não é uma obrigação. Trata-se de uma escolha, e como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a moralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.
Com a vida moderna as crianças passaram ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembrem-se que o futuro da humanidade dependem dessas crianças. Fico triste quando os pais nunca tem tempo de ir à escola para acompanhar a educação das crianças e adolescentes. Em muitos casos casais colocam a necessidade da maternidade a conceitos: – para não ficarem sozinhos na velhice – como se filhos fosse seguro anti solidão, em outros casos serve mais para mostrar às pessoas a masculinidade ou a fertilidade.

Após uma análise tranquila na possibilidade de ter ou não ter filhos, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

– Dudu ganha pouco?

Dudu, jogador  do Palmeiras, ganha próximo de R$ 700 mil por mês. Nessa última janela de transferências, recebeu uma proposta para ir à China e ter vencimentos mensais de 2 milhões!

Tentador?

Claro. Mas ele tem contrato com a equipe brasileira e tem que cumprir. Se quiser sair, faça um distrato, pague a multa e resolva. O que não pode é “fazer biquinho” e postar nas redes sociais que está chateado / infeliz / triste.

Aliás, receber o que ele recebe não é muito bom? Lógico que salário é algo bem particular, mas assusta imaginar que alguém possa reclamar de tal bufunfa caindo em sua conta bancária todo mês…

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– Publicações descuidadas nas redes sociais implicam em problemas profissionais e pessoais!

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook, Google Plus… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

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