– Golpes de Cartão na época do Carnaval

Infelizmente, existem picaretas para todas as ocasiões. E nessa época de Carnaval, há cada golpe na praça…

Cuidado com seu cartão de crédito ou débito. Veja essa lista de engodos que estão na moda:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/14/golpe-cartao-maquininha-celular-no-carnaval-dicas-para-evitar.htm

TROCA DE CARTÃO, VALOR ERRADO, APP DO BANCO… OS GOLPES DURANTE O CARNAVAL

Fevereiro é mês de folia para os brasileiros, mas também é preciso tomar cuidado com os principais golpes financeiros que acontecem durante o Carnaval.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) deve começar nos próximos dias a divulgar vídeos e alertas nas suas redes sociais alertando sobre os principais tipos de fraudes nesta época do ano. Veja alguns exemplos de golpes e como evitá-los, de acordo com a Febraban.

Roubo do celular (com app do banco)

Para começar, não é só com o cartão e com as maquininhas que o folião deve ficar atento. O telefone celular, que hoje carrega uma série de dados do usuário, também traz riscos financeiros, já que muitas pessoas usam aplicativos do banco no celular e guardam dados pessoais.

É comum após roubos de celulares a vítima procurar a empresa de telefonia e a operadora do cartão de crédito. “Quase ninguém se lembra de avisar o banco”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Febraban.

É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho. Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.

Troca do cartão

Outro cuidado importante é com o pagamento digital. Um dos casos mais comuns é o da troca do cartão. O golpista que se passa por vendedor ambulante e, ao entregar a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão, obtém os números que estão sendo digitados. Depois, aproveitando uma falta de atenção do consumidor, ele troca o cartão e devolve outro muito parecido.

Roubo da senha

Há também situações em que o golpista pede a senha no momento em que deveria digitar o valor e, então, os números, que deveriam ser secretos, ficam visíveis.

Valor errado

Outro golpe que tem acontecido com frequência é o golpista digitar na maquininha o valor errado da compra. O folião acaba pagando R$ 50, R$ 500 ou até R$ 5.000 numa compra de R$ 5, por exemplo.

Páginas, emails e SMS falsos

Outro golpe comum é o que acontece sem a presença física do golpista, quando clientes recebem avisos falsos de bancos ou operadoras de cartão de crédito. O alerta das instituições é desconfiar de ligações ou mensagens com pedidos de atualização de dados, e jamais fornecer senhas ou códigos de acesso ou de validação para transações digitais (como chave de segurança e token).

Veja dicas para evitar cair em golpes

Para reduzir os riscos de cair num golpe, a Febraban dá algumas dicas:

  • Nunca empreste ou entregue o seu cartão para ninguém e nunca o perca de vista. Pode haver a troca do cartão sem que você perceba
  • Ao efetuar pagamentos com seu cartão, não deixe que ele fique longe do seu controle, confira o valor e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da sua senha. 
  • Ao finalizar a compra e pegar o cartão de volta, veja se é o seu nome que está nele
  • Solicite sempre a via do comprovante de venda e confira o valor impresso da compra
  • Sempre que possível, passe você mesmo o cartão na maquininha
  • Cadastre-se para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com seu cartão; assim, é possível identificar com rapidez uma transação fraudulenta
    Nunca guarde a senha junto com o cartão. Isso reduz o risco em casos de perda ou roubo
  • Tome cuidado com esbarrões ou encontros acidentais, que possam levar a perder de vista, temporariamente, o seu cartão. Se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Em caso negativo, ligue imediatamente para o banco e solicite o cancelamento
  • Quando for destruir um cartão, corte o chip ao meio. Mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto
  • Em caso de roubo, perda ou extravio do seu cartão, ligue imediatamente para a Central de Atendimento do seu banco e solicite o cancelamento do cartão. Em caso de roubo, também registre um B.O. na delegacia mais próxima

Caí em um golpe, e agora?

Segundo o Procon-SP, o consumidor que identificar que caiu em algum golpe deverá fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima também deve entrar em contato com o banco por meio do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para informar a situação. Tenha com você detalhes da transação indevida, como data e valores descontados. A instituição terá cinco dias úteis para dar uma resposta sobre a devolução do dinheiro.

Se o banco não resolver a situação ou não der uma resposta, o consumidor pode registrar uma queixa na ouvidoria da instituição. Também é possível fazer uma reclamação no Banco Central, em uma entidade de defesa do consumidor ou buscar a Justiça.

Dinheiro nem sempre é devolvido

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as instituições financeiras devem criar meios que garantam o acesso seguro do consumidor aos serviços bancários, o que inclui evitar golpes e fraudes. Para o Idec, em situações de fraude bancária, os bancos têm responsabilidade objetiva, ou seja, são responsáveis, independentemente de culpa.

Porém, nem sempre a justiça concorda com isso. Há casos em que o consumidor pode ficar no prejuízo. Isso porque nem sempre o dinheiro roubado é devolvido. O Judiciário está mais rigoroso na análise de ações sobre fraudes em compras com cartões. Os magistrados, sobretudo do STJ (Superior Tribunal de Justiça), têm dado ganho de causa aos bancos nos processos em que fica comprovado que os golpistas usaram a senha dos clientes e os cartões com chip. Os juízes afirmam nas decisões que há negligência ou desleixo dos correntistas com os cartões e as senhas.

Reprodução/ Facebook

– Jorge Jesus: o competente (e demagogo) treinador do Flamengo.

elogiei bastante o trabalho do treinador português Jorge Jesus, o “mister”. Mas confesso: o que eu imaginava ser “jeito” de falar, e não arrogância, parece estar mudando.

De uma maneira bem demagoga, ao vencer o Athlético Paranaense na Supercopa, disse:

“Todas as torcidas torcem contra o Flamengo? Pode até ser, mas mesmo assim é difícil equilibrar, pois a torcida do Flamengo é muito grande.”

Se você achou isso como uma forma válida de ganhar a torcida, ok. Não discuto e concordo. Mas seu auto-elogio eu discordo:

“Não é só no futebol brasileiro [que eu sou diferente]. Quando eu estava na Europa, eu já era diferente”.

Aí é outra história: pode ser diferente em Portugal e no Brasil, mas nas grandes Ligas da Europa (Itália, Inglaterra, Espanha), neca.

E você, concorda com isso?

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– Bebida Alcoólica deixa a Pessoa mais Inteligente?

Parece loucura e contradição, mas… beber deixa a pessoa mais inteligente, segundo duas pesquisas científicas!

Porém, antes de se embebedar, vale a pena ler!

Extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/

GÊNIO, A SUA MANEIRA?

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

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– Somos Atletas da Fé preparados para a Vida Espiritual?

Ouvi na homilia de um domingo passado (Missa celebrada pelo Padre Tarcísio Marques Mesquita) e compartilho, pois achei muito oportuno: uma analogia da nossa caminhada de vida como “atletas da fé”.

Somos lutadores, caminhantes, tendo necessidade de preparo e árduo treino para as noites escuras e dias mais claros, enfrentando as dificuldades do caminho, preparados para vencer – mas também para perder. E eis aqui um problema da sociedade: se cobra uma vida de vitórias, nunca preparando para o que se perde e o que se ganha perdendo.

Taí uma verdade: tanto na vida quanto no esporte, a derrota é inadmissível. Por quê? Claro que aceitar a perda na vida real é muito mais difícil do que perder no jogo; porém, superar a derrota é algo a ser intensamente trabalhado.

Certamente, o querido padre estava iluminado pelo Espírito Santo. Gostei das suas palavras.

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– O Museu das ideias fracassadas

Você sabia que existe na Suécia um “Museu dos grandes fracassos criativos”? Ele foi inaugurado há quase 2 anos, e traz exemplos de produtos que se tornaram um fiasco.

Eis que curiosa a reportagem de quando estava prestes a abrir suas portas,

extraído da PEGN, em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Diversao-e-turismo/noticia/2017/04/museu-reune-fracassos-de-grandes-empresas.html

MUSEU REÚNE FRACASSOS DE GRANDES EMPRESAS

Empreendedor sueco cria espaço para projetos de inovação que não deram certo

Uma máscara de beleza que promete tirar rugas com choques elétricos; um smartphone que, desmontado, se transforma em um videogame; uma Coca-Cola com sabor de café; uma lasanha fabricada por uma marca de pasta de dentes. Esses são alguns dos produtos expostos no Museu do Fracasso, que será aberto no dia 7 de junho na cidade de Helsimburgo, no sul da Suécia. A proposta é lembrar os equívocos e absurdos cometidos por empresas durante o desenvolvimento de novos produtos.

“Todas as pessoas que trabalham com inovação sabem que a grande maioria – de 80% a 90% – de todos os projetos fracassam. O problema é que as empresas só gostam de falar dos sucessos”, diz Samuel West, o empreendedor responsável pelo museu, em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Na opinião de West, a melhor maneira de estimular a inovação é fazer as empresas – especialmente as de grande porte – falarem sobre seus erros. “Só assim os empreendedores se sentirão livres para cometer seus próprios equívocos, sem medo de inovar”, diz. Para provocar reflexão, foram incluídos no museu itens como a Bic for Her, uma caneta com um tom sexista, a Digital Camera da Kodak, que não permitia compartilhamento de fotos, e um DVD da Blockbuster, locadora aniquilada pelo surgimento do streaming. Confira abaixo a entrevista com o fundador do museu, Samuel West.

Por que você decidiu abrir o Museu do Fracasso?
Há sete anos, eu trabalho como pesquisador na área de psicologia organizacional. Então, tenho contato com muitos donos e gestores de empresas. Todas as pessoas que trabalham com pesquisa e desenvolvimento sabem a maioria dos projetos de inovação fracassa. Mas as companhias só falam sobre os seus sucessos. As empresas ainda não sabem como lidar com os seus erros, é preciso melhorar muito isso. O museu foi a forma que encontrei para estimular donos de pequenos e grandes negócios a lançar um novo olhar sobre o fracasso. Também quero inspirar pessoas que não são empreendedoras a ver os erros como uma oportunidade de aprendizado, e não como uma tragédia.

Qual é a atração que o fracasso exerce sobre as pessoas?
Todos nós já lemos milhares de histórias sobre empreendedores bem-sucedidos e negócios incríveis. Depois de um tempo, todas essas narrativas começam a soar iguais. Mas, no caso dos fracassos – especialmente o que envolvem inovação -, cada história é muito particular. A Kodac falhou por causa da sua inabilidade em adaptar o modelo de negócios. A Blockbuster falhou por causa da sua ambição em abrir cada vez mais locadoras. Muitas corporações erram ao tentar entrar em áreas nas quais não têm nenhuma expertise.

O que podemos aprender com os erros de outras empresas?
Quando você tem acesso aos erros dos outros, começa a se familiarizar com a ideia de que o fracasso também pode ser iluminador. Isso dá uma perspectiva única e necessária sobre os seus próprios problemas. No museu, alguns casos de inovação fracassada mostram a importância de saber quais são as necessidades que você está atendendo. O lugar está cheio de exemplos de tecnologias que foram lançadas sem que a empresa soubesse que problema estava resolvendo.

Você já teve sua dose de fracassos?
Eu ganho dinheiro com workshops, palestras e trabalhos como consultor. Sempre quis empreender, mas tenho um problema: não sou muito bom em vender minhas ideias. É por isso que comecei esse empreendimento de uma forma enxuta, sem grandes pretensões. Espero que o Museu do Fracasso não acabe virando uma peça no meu museu… (risos)

Existe algum produto no mercado hoje que seria um forte candidato a entrar no Museu do Fracasso?
Eu não tinha pensado nisso, mas acho que as tecnologias vestíveis são fortes candidatas. São produtos estúpidos, mesmo quando fazem o que prometem. É só você dar uma olhada no Apple Watch…

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– O pênalti de Camacho em Igor Gomes em São Paulo 0x0 Corinthians. Jogador conhece regra?

Sou torcedor da arbitragem, defensor da renovação dos juízes, mas (apesar de ser ex-árbitro e comentarista de arbitragem) não se pode fazer corporativismo nem tapar o sol com a peneira: o trabalho de lançar novos nomes é ruim pela atual gestão da FPF.

Eu havia escrito sobre as dificuldades técnicas do árbitro Douglas Marques das Flores, publicando no Blog “Pergunte Ao Árbitro” (vide em: https://wp.me/p55Mu0-2tL) antes do Majestoso, divulgando uma série de dados concretos sobre seus altos e baixos em diversos jogos. Os clubes se atentam / atentaram a esses detalhes?

Na partida de sábado no Morumbi, o juiz mostrou a falta de uniformidade de critérios marcando ou não marcando infrações com decisões diferentes em lances idênticos. A reclamação maior foi o pênalti cometido por Camacho em Igor Gomes.

A pergunta é: com tanta informação disponível hoje, os clubes não se preocupam em orientar jogadores para atuarem de acordo com as virtudes e fraquezas dos árbitros? Um time da grandeza do São Paulo FC não tem um instrutor de arbitragem para ajudar o clube a receber menos cartões, criar jogadas de acordo com os detalhes das Regras e, apesar de inusitado (algo real), saber como reclamar dos erros?

Fica a dica. Tão moderno e profissional que o futebol está (e tão caro), os clubes desprezam a educação e conhecimento das 17 Regras e suas nuances. 

Pegue qualquer clube e aplique aos jogadores uma prova de “Regras do Futebol”: se sairão bem? Deveriam ser bem sucedidos, pois conhecer as leis do ofício que exerce, é algo básico a ser cobrado.

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– Os iPhones para os suspeitos de quarentena do Coronavírus!

E viva a tecnologia. Viram a decisão das autoridades sanitárias japonesas para ter controle sobre os passageiros que estão presos num cruzeiro?

Distribuirão iPhones para ter controle médico sobre os suspeitos dos portadores de COVID-19

Abaixo, extraído de: https://blogdoiphone.com/2020/02/2mil-iphones-cruzeiro-japao/

PASSAGEIROS PRESOS NO CRUZEIRO DO CORONAVÍRUS NO JAPÃO RECEBERÃO 2000 IPHONES

O mundo inteiro tem acompanhado o drama que vivem os passageiros presos em quarentena em um navio em mares japoneses, pelo fato de alguns deles estarem infectados com o coronavírus (que recentemente mudou o nome para COVID-19). Foram mais de 40 casos confirmados e não há perspectiva de quando eles poderão desembarcar em terra firme.

O fato inusitado é que o Ministério da Saúde japonês fornecerá cerca de 2.000 iPhones para os passageiros informarem suas próprias condições de saúde.

Os iPhones são fornecidos pela operadora Softbank a cada cabine de passageiros e tripulação do navio.

A intenção é puramente médica: através de um aplicativo especial feito pelo Ministério, cada pessoa poderá ter consultas individuais com médicos, via chat, além de informar em tempo real eventuais sintomas e o histórico diário da medicação que estão tomando.

Isso facilitará muito o controle de mais de 2.000 pessoas por profissionais que não precisam estar necessariamente dentro do navio.

Pelas imagens divulgadas, não será o novíssimo iPhone 11, mas sim exemplares do iPhone 6s.

– Um bom domingo bem inspirado!

Olá amigos. Que dia bonito! S’imbora correr?

No clique 1:

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Durante a corrida, pensando em Deus. Hoje, pedindo à Virgem Maria para inteceder por nós a Jesus.

No clique 2:

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Pós-treino, alongando no jardim com essa quaresmeira tão bela.

No clique 3:

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Com esse amanhecer tão belo abaixo, às 06h15, fica a postagem de inspiração.

No clique 4:

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Por fim, vamos curtir o dia com as crianças? Não troco nada por esse sorriso maroto da minha caçulinha.

No clique 5:

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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Rio Preto

Muito boa a arbitragem de Matheus Delgado Candançan. Jovem (cara de menino) mas sabe se portar muito bem em campo. Muitas vezes os jogadores querem se aproveitar do árbitro quando percebem alguém tão novo. No jogo de hoje (embora os jogadores tenham colaborado), ele tirou isso de letra.

Correu bastante, se posicionou bem, é ativo em campo. Ótima postura.

Separei dois lances para destacar: um “contra” e outro “a favor” da arbitragem. Mas vale lembrar: foram muitos a favor, sem relaxar em momento algum (especialmente nos 10 segundos finais, aplicando corretamente o cartão amarelo a Alan John (Paulista) por indisciplina).

Um importante erro: aos 27m, o goleiro Matheus (PFC) foi repor a bola e o adversário dele, Barcos (RIO), entrou na frente. A bola foi chutada ao meio de campo, armando um contra-ataque. Porém, ao repor essa bola, acabou existindo a dividida e o goleiro caindo, se lesionando. O árbitro não viu, pois estava atento no ataque (e não era simulação do defensor, pois sua equipe estava perdendo o jogo naquele momento). O bandeira 1 Danilo Nogueira da Silva, deveria ter o avisado. Errou ao não fazer, pois o arqueiro ficou caído pedindo o atendimento médico.

Um importante acerto: aos 40m, Nenê (PFC) dá um chute muito forte para o gol, atingindo no rosto (e quase nocauteando) o adversário Rafael Cursino (RIO). O time de Jundiaí reclamou de pênalti, que não foi. O jogador tenta usar a mão para proteção (não consegue, mas mesmo se usasse não é infração por ser justamente de proteção). Acertou o árbitro, mesmo com a pressão dos atletas.

O bandeira 2 Patrick Bardauil esteve atento e trabalhou bem. Também elogios ao 4º árbitro João Mariano que não se acomodou na função. Muito bem.

Assista, abaixo, a narração de Edson Roberto (Didi), o Gargantinha de Ouro, pela Rádio Difusora AM810 (do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora).

Placar: 2×1

Faltas: 12×18

Cartões Amarelos: 1×2

Cartões Vermelhos: 0x1

Público: 690 pagantes

Renda: R$ 9.300,00

– 15/02: O Dia de Luta contra o Câncer Infantil

Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.

Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/

A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL

No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes

Por Francisco Neves

O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.

Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.

Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.

Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.

Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.

Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.

A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.

Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.

Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.

Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.

Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.

Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.

*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

15 de fevereiro Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância

– Pobre Rio de Janeiro… o que fizeram com a Cidade Maravilhosa?

Não só a capital fluminense, mas todo o estado carioca: o que está acontecendo com o Rio de Janeiro?

Falido pela corrupção, governado por um político de atitudes contestáveis e cuja principal cidade administrada por um prefeito mais preocupado em brigar com a mídia do que ser um alcaide para todos, vemos o Rio em situação crítica.

Agora, o ex-governador Sérgio Cabral (cuja delação premiada vale / não vale), disse que Pezão sabia dos golpes e das propinas desde o primeiro dia de trabalho, recebendo muitas outras verbas não reveladas ainda. Curiosamente, flagrou-se ele tomando cerveja um mês depois da soltura…

Nesta semana, a ex-primeira dama Adriana Ancelmo também foi delatada pelo próprio marido. O que aconteceu? Acabou o amor (ou o dinheiro)?

O quanto terá sido desviado ao todo e o que se poderia fazer para o bem da população com essa grana, não?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Corinthians, Rodada 6 do Paulistão da A1

Estou bem a vontade para fazer a análise pré-jogo do Majestoso do próximo sábado, pois acompanhei muitas partidas do árbitro. Apitará Douglas Marques das Flores, de 34 anos, que começou 2020 sendo 4o árbitro no jogo Novorizontino 2×0 Oeste (Rodada 1) e no último final de semana (Rodada 5) apitou Ponte Preta 0x1 Palmeiras.

O árbitro ranchariense, na gestão do Coronel Marcos Marinho, foi catapultado das divisões de baixo direto para a série A1 (igualmente como acontecido recentemente com Flávio Mineiro, de São Paulo 1×1 Novorizontino, suspenso há 10 dias mas que trabalhou pela CBF no meio e no final de semana, sendo escalado pela própria FPF na A2 na derradeira escala de árbitros). Não tendo uma sólida ascensão (passo-a-passo, divisão por divisão, sem pular degraus), foi muito mal e trazido para a A2 e A3. Nela, teve razoáveis e ruins atuações. Entretanto, quando o Cel Marinho foi para a CBF, voltou a escalar ele (e na Série A), tendo protagonizado lambanças em Fluminense 1×1 Ceará e CSA 0x2 Flamengo (em Brasília).

Porém, após um intenso trabalho, começou a ganhar maturidade e melhorou suas atuações. Tanto em jogos nacionais quantos nos regionais, alternou boas e más atuações, mas com melhor desempenho do que antes e não cometendo erros infantis. Neste atalho, e dentro dele, há outros links de análises de partidas recentes de Douglas: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/07/16/o-gol-anulado-do-vozao-em-fluminense-1×1-ceara/ .

Minha dúvida é: estará o árbitro num bom dia ou não? Lembrando que, como não existe mais sorteio, você pode escolher a dedo o juiz para a partida. Raphael Claus foi escalado na Rodada 2 em Araraquara para Palmeiras x São Paulo (em tese, por ser início de campeonato e jogo que “nada valia”, poderia ser escalado um árbitro novo como Douglas para testes). Para São Paulo x Corinthians – com clima bem mais nervoso num momento importante do campeonato – não era hora de escalar um experiente, ao invés de testar justo agora?

Tomara que não tenhamos confusão como a ocorrida no jogo que Douglas apitou na 4a feira passada, envolvendo Busque x Sport, pela Copa do Brasil, marcado por uma briga no final da partida com validação / anulação do gol. Aqui: https://globoesporte.globo.com/pe/futebol/copa-do-brasil/noticia/arbitro-volta-atras-anula-gol-que-classificaria-o-sport-e-causa-confusao-em-brusque-assista.ghtml

Enfim, que ele esteja atento e não dê cartão errado como fez há pouco tempo, expulsando certo e depois trocando o expulso por um errado: https://globoesporte.globo.com/am/futebol/noticia/unfair-play-arbitro-e-ludibriado-e-aplica-cartao-a-jogador-errado-veja-o-lance.ghtml

Estou preocupado com essa renovação forçada praticada pela FPF. A Comissão de Árbitros precisa saber os momentos corretos, não ser populista nem conservadora demais.

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– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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