– Os elétricos na moda: Bruce Wayne / Batman terá um Mercedes “diferente” em “The Flash”.

A Mercedes também entrou na briga dos carros elétricos?

Mais ou menos.

Para o filme “The Flash”, o milionário Bruce Wayne ostentará um veículo da marca “sem preço”, por ser um carro-conceito e elétrico.

Veja só, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/06/22/batman-usara-carro-conceito-eletrico-da-mercedes-em-novo-filme.htm

BATMAN TERÁ CARRO CONCEITO EM FLASH

O ator Michael Keaton, que voltará a fazer o Batman após 30 anos, deverá possuir um modelo dos mais exclusivos como seu carro particular. No filme The Flash, que deverá chegar às telonas no próximo ano, Bruce Wayne será o proprietário de um Vision Mercedes-Maybach 6 (…).

O Maybach 6 foi revelado como um carro-conceito em Pebble Beach em 2016, e é elétrico apesar do grande capô. Por ser conceito, o modelo não tem preço divulgado.

Ele tem quatro motores elétricos que fornecem 738 cv às quatro rodas. Desta maneira, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 4s e ter uma autonomia de 320 km. O Maybach 6 ainda é conversível.

A presença do Maybach é muito provavelmente o resultado de um acordo de produto contínuo da DC com a Mercedes, que começou com no filme da Liga da Justiça de 2017.

O filme do Flash com Bruce Wayne está programado para estrear em 4 de novembro de 2022.

merc - Divulgação - Divulgação

– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

Voluntariado no Brasil: um campo ainda a ser explorado • bhbit | Soluções  para o Terceiro Setor

– A confusão criada pela UEFA e por Orbán na Eurocopa (Alemanha x Hungria).

A Allianz Arena, em Munich, receberá Alemanha x Hungria pela Eurocopa. E como estão ocorrendo eventos do Orgulho Gay nesses dias, a direção do estádio resolveu iluminar a arena com as cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBTQIA+.

Entretanto, a UEFA proibiu tal coloração alegando “manifestação política”. Por trás da decisão, está o primeiro-ministro ultraconservador Viktor Orbán, que mantém ótima relação com a entidade (Orbán promoveu a chamada “lei anti-gay”, que retirou alguns direitos / manifestações de seu país).

IMPORTANTE – A própria UEFA colocava mensagens de apoio aos homossexuais, frases de efeito sobre o orgulho dessa comunidade e tuitava que seria a “Eurocopa da inclusão / diversidade“.

Aqui, que se deixe bem claro: respeitar a opção sexual de cada um não é fazer apologia ou publicidade dela. Simplesmente: ter respeito ao próximo, que não significa concordância ou não.

Os clubes da Alemanha prometeram que, na hora do jogo, farão manifestações coloridas como represália à UEFA.

Já pensaram na repercussão que teremos (e a óbvia discussão polêmica) quando um craque do futebol se declarar homossexual?

Aguardemos.

 

– O depoimento de Sílvia Pfeifer sobre a Síndrome do Pânico.

A saúde mental é um sério problema no qual as pessoas não se dão conta. E leio a atriz e modelo Sílvia Pfeifer falando das suas crises e tratamento ao site Universa. Impressionante!

Abaixo, disponibilizo o link com sua fala, mas me chamou a atenção a insistência em conselhos básicos, nos quais ela lembra:

“Se eu pudesse dar um conselho para alguém que já se sentiu assim, diria: procure um médico. Busque informações com pessoas capacitadas, não deixe de fazer exercícios, tomar sol, ter uma boa alimentação e, principalmente, não tenha preconceito com os remédios.Eles funcionam para cortar um ciclo: depois que esse ciclo é rompido, você se sente mais forte.”

Como se vê, não brinque com essas situações de pavor. E publico um último lembrete:

Quando você acalma a mente, tudo muda”

A matéria em: https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais/na-minha-pele—silvia-pfeifer/

NA MINHA PELE

Eu tinha 28 anos e estava no Rio de Janeiro, dirigindo até a casa dos meus pais. Logo que entrei no Túnel Rebouças, que liga o Rio Comprido à Lagoa, comecei a me sentir mal. O trânsito estava impossível: andava um pequeno trecho e passava no mínimo mais cinco minutos parada. Sozinha no carro, me vi naquele lugar escuro, fechado, claustrofóbico, poluído. Não sabia quanto tempo levaria para conseguir sair. Meu coração disparou, estava com dificuldade de respirar e cada segundo parecia uma eternidade.

Comecei a me sentir cada vez pior, até ter certeza de que iria morrer. Precisava fazer algo. Com o carro parado, abri as portas e desci ali mesmo, no meio do trânsito

Por sorte, havia um veículo com um casal dentro logo atrás do meu. Fui até eles pedir socorro.

— Desculpa a pergunta, mas a moça que está do seu lado sabe dirigir? — questionei o motorista.
— Sabe sim, por quê? — ele respondeu, percebendo meu estado alterado.
— É que eu estou passando muito mal, preciso que alguém leve meu carro pelo menos até o fim do túnel.

A mulher que estava no banco do passageiro aceitou e lhe entreguei as chaves, que estavam na minha mão.

Enquanto isso, continuava desesperada. Precisava sair dali o quanto antes. Então, parei uma moto e expliquei ao rapaz o que estava acontecendo.

Não pensei duas vezes antes de subir na garupa do desconhecido e ir de carona até o outro lado. Hoje entendo o risco em que me coloquei, mas na ocasião, não conseguia raciocinar

Mais uma vez tive sorte: ele foi muito gentil comigo. Assim que saímos do túnel, ele sentou no meio fio ao meu lado e esperamos juntos meu carro chegar. Só então consegui me acalmar.

Semanas depois, comentei com o psiquiatra que estava me acompanhando havia pouco tempo sobre este episódio. Ele me parabenizou por não deixar o medo me dominar, por conseguir reagir mesmo em meio a uma crise de pânico. Mas me alertou também de que havia outros meios — bem mais fáceis — de lidar com esses sintomas, que já vinham me atormentando há tanto tempo.

Logo que comecei a trabalhar como modelo, sentia certa angústia antes dos desfiles, mas conseguia lidar bem com isso. Os problemas maiores começaram aos 21 anos, quando iniciei as viagens internacionais a trabalho. Lembro de me sentir ansiosa enquanto estava no avião. Uma vez, o desconforto foi tão grande que chamei a aeromoça e perguntei se havia algum médico a bordo que pudesse me atender.

Em outra ocasião, em Paris, esperava para pegar minha mala na esteira do aeroporto quando fiquei desesperada, morrendo de vontade de voltar. Às vezes dava um jeito de ligar para a minha mãe ou para o meu namorado da época e compartilhar sobre esses sentimentos. Eles eram bastante compreensivos.

Se eu comentava sobre isso com alguém fora da minha família, no entanto, ouvia logo que era ‘coisa da minha cabeça’. Nos anos 80, não se falava em ansiedade, nem em síndrome de pânico

Mas sempre fui uma pessoa que encara os próprios medos: sou do tipo que dá um jeito e vai. Então, não deixei que os sentimentos ruins me impedissem de seguir com a carreira.

Porém, percebi o quanto era importante buscar ajuda, aos 28 anos, quando me tornei mãe. Tive um descolamento de placenta que me causou sangramento e precisei passar longos períodos em repouso. Até banho de álcool tomei, porque não conseguia chegar até o chuveiro. Depois do parto, o estresse continuou: minha filha teve icterícia duas vezes e precisei parar de amamentar.

Depois desses episódios, passei a ter muito medo de ficar sozinha com o bebê em casa. Cheguei a ligar algumas vezes para o meu irmão e pedir que ele me fizesse companhia. Percebendo que eu não estava bem, minha mãe sugeriu que eu me consultasse com um psiquiatra e me passou o nome do profissional com quem ela já se tratava há algum tempo. Sabendo que agora eu era responsável por ela, decidi ir.

Refleti um pouco antes de ir. Já tinha passado por situações de mal-estar muitas vezes e me sentia vulnerável, mas sabia que não tinha depressão. Eu estava feliz. O que eu sentia era medo e uma agitação interna muito intensa. Sabendo disso, aceitei marcar uma consulta. Durante a nossa conversa, o médico me pediu uma lista detalhada do que costumava me incomodar. Assim que acabamos, ele me mostrou uma folha com os sintomas da síndrome do pânico e quase todos batiam com os meus.

Só então entendi a origem das minhas angústias. Recebi uma explicação científica do que acontecia no organismo a cada vez que me desesperava e por que aquilo me causava tanto mal.

A partir dali, compreendi que por mais que eu tivesse a sensação de que estava morrendo, aquilo não iria realmente me matar

Analisei o cenário: eu era uma pessoa saudável, sempre pratiquei exercícios físicos e cuidei da alimentação. O risco de morrer subitamente era muito pequeno.

Ele também me receitou um remédio para as situações mais críticas, mas eu disse logo de cara que não queria tomar. Quebrei essa resistência com o passar do tempo: conforme fazia o acompanhamento, aprendia mais sobre os processos metabólicos e fisiológicos que envolvem a crise e também sobre a importância da medicação.

Mesmo depois de iniciar o tratamento, tive outras crises. Uma vez, organizei um desfile de moda completo mas não pude ir de tanto que estava me sentindo mal. Mas o que me ajudou a aumentar o intervalo entre as crises foi compreender o real motivo dos meus medos. O problema nunca foi, por exemplo, o avião em si — mas o que ele representa: me deslocar, ir em direção ao novo, não sentir que “estou pilotando”, mas saber que tem alguém pilotando por mim.

Outra ferramenta que me ajudou foi a meditação. Já era ligada às filosofias orientais quando comecei a praticar. Cheguei inclusive a recorrer ao budismo, já que meu marido [o empresário Nelson Chamma Filho] era professor. Nos últimos três anos, muitas coisas aconteceram: minha filha fez uma cirurgia importante, meu pai faleceu. Por causa disso, me desorganizei e parei temporariamente com as meditações, sem que isso resultasse em novas crises. Mas sei que ela tem o poder de acalmar a mente e os pensamentos — e com isso tudo muda.

Hoje, sabe-se que a meditação ajuda a restaurar a paz interior. Ela te reestabiliza e ajuda a reduzir os danos que a ansiedade e o estresse provocam, seja pelo excesso de trabalho, por dúvidas ou preocupações.

Hoje em dia, sei lidar melhor com os contratempos e é raro ter uma crise — mas não estou imune: em 2016, por exemplo, fui para Portugal gravar uma novela e fiquei até meados do ano seguinte. Era uma carga de trabalho grande e estava sozinha, longe da minha família. Embora tivesse amigos por lá, me sentia descontextualizada. Em alguns momentos, a angústia batia mais forte, mas conseguia controlar a mente, vencer os medos e criar mecanismos de defesa, procurando ajuda das pessoas.

Se eu pudesse dar um conselho para alguém que já se sentiu assim, diria: procure um médico. Busque informações com pessoas capacitadas, não deixe de fazer exercícios, tomar sol, ter uma boa alimentação e, principalmente, não tenha preconceito com os remédios.

Eles funcionam para cortar um ciclo: depois que esse ciclo é rompido, você se sente mais forte. Os meus até hoje estão na bolsa: é raríssimo precisar, mas só de saber que posso contar com essa ajuda, já me sinto mais tranquila.

– Urucum / urucu

Eu conheço essa flor como urucum. Ela resolveu fazer pose para mim e… click!

Bonitas e marcantes, são popularmente usadas como remédios anti-inflamatórios e cicatrizantes.

De fato, a natureza nos surpreende…

Imagem

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Curiosidades sobre o dólar!

Puxa, essa interessante reportagem sobre o dólar foi feita pelo Portal IG, mas perdi o link referencial. Mesmo assim, vale a leitura:

O DOLAR NÃO É DE PAPEL

O dinheiro americano não é feito de papel. O “papel-moeda” usado nos Estados Unidos é composto por 75% de algodão e 25% de linho, com pequenas fibras sintéticas azuis e vermelhas entrelaçadas. Antes da Primeira Guerra Mundial, essas fibras eram de seda

Cabeça pequena

Nas casas de câmbio do Brasil, as notas de dólar impressas antes de 1996 são chamadas de “cabeça pequena”, e os compradores pagam menos por elas, alegando que está saindo de circulação. Nos Estados Unidos, todas as cédulas são válidas, independentemente da data de impressão.

1 dólar

A nota de 1 dólar é a mais conhecida e manuseada do planeta.

George Washington

A figura que aparece na nota de 1 dólar é a imagem do presidente George Washington, que governou entre 1789 e 1797 (mas isso você já sabia).

Bureau of Engraving and Pinting

É assim que se chama a casa da moeda americana, que produz 37 milhões de cédulas por dia. 95% dessas novas cédulas produzidas são para substituir cédulas em circulação.

Mais sobre 1 dólar

45% das notas impressas diariamente na “Bureau of Engraving and Pinting” são de 1 dólar

Origami

Uma nota de dólar pode ser dobrada cerca de 4 mil vezes antes que se deteriore.

A maior

A nota de 100 dólares é a nota de maior valor do dinheiro americano em circulação desde 1969.

T Ford

O carro que aparece estampado no verso da cédula de 10 dólares foi uma criação do designer da nota, apesar de muitas pessoas acreditarem ser o modelo “T” da montadora Ford.

Hora certa

Os ponteiros do relógio da torre do Independence Hall, impressa no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.

Ah, as mulheres…

Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. O rosto da esposa do Presidente George Washington está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896

Estátua da Liberdade

A moeda de 25 centavos, ou “cents”, como é chamado lá, que tinha a imagem da Estátua da Liberdade sentada, circulou entre 1866 e 1891. Sua tiragem foi de 10.833 peças.

Um dólar furado

A nota de 1 dólar dura em média 1 ano e cinco meses. Já a de 100 dólares pode durar até nove anos, por ser pouco manuseada.

Resultado de imagem para DOLAR

– 16 anos que o Paulista FC conquistou a Copa do Brasil.

Data Inesquecível para Jundiaí: rememore a reportagem da Rede Globo sobre a conquista do Paulista frente o Fluminense pela Copa do Brasil 2005 (12 jogos ao total, contra somente adversários da Seerie A do Brasileirão).

(OPS: o que Eurico Miranda disse nesse dia lá em São Januário? No registro do Jornal de Jundiaí em: https://www.jj.com.br/jundiai/paulista-e-a-maior-conquista-de-sua-historia-centenaria).

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=clNpqeMiy40

– Nossa natureza sem filtros.

Tá chuvoso. Tá nublado. Tá cinzento. Mas ainda assim tá bonito… ô lugar abençoado!

Que nossa 3a feira seja ótima de verdade.

Imagem

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#BragançaPaulista #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #inspiração #mobgrafia #XôStress

– Pinochio.

A alegria e a inteligência das crianças nos espantam: a Estela achou um óculos para o Pinóquio, e ficamos brincando de oftalmologista!

O problema é: ele não tem nariz, nem orelha!!! Assim, não pode usar óculos.

Como pode existir um Pinóquio que o nariz não cresce?

A solução dela: levar ele ao médico de orelhas e nariz, ao invés do de óculos… kk

Imagem

❤️ #Vida

 

– Em busca de calor!

Como o dia teima em não esquentar, com o frio e a chuva predominando, uma manhã bem quente para nós: a alvorada no Centro Esportivo Nicollino de Lucca, em Jundiaí.

Esquentou sua timeline também?

bomba.jpg

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O reconhecimento do Papa Francisco às mártires vítimas do Marxismo.

Todo sistema de Governo radical promove problemas, mesmo que sejam encobertos por propaganda oficial, como o que ocorre com ditaduras, capitalismo selvagem ou comunismo marxista. Os extremos sempre são ruins.

É sabido que a URSS caçou religiosos e perseguiu arduamente a Igreja Católica. Alguns dos mártires cristãos estão sendo beatificados pelo papa Francisco – caso das 10 freiras polonesas vitimadas, citadas abaixo.

Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticias/papa-reconhece-o-martirio-de-10-religiosas-polonesas-assassinadas-pelo-exercito-vermelho-82702

PAPA RECONHECE MARTÍRIO DE 10 RELIGIOSAS POLONESAS VÍTIMAS DO EXÉRCITO VERMELHO.

por Miguel Perez Pichel.

O Papa Francisco aprovou novos decretos da Congregação para as Causas dos Santos reconhecendo o martírio de 10 religiosas polonesas assassinadas por soldados soviéticos, o milagre do sacerdote jesuíta Johann Philipp Jeningen e as virtudes heróicas do pai da União Europeia, o político francês Robert Schuman.

As 10 religiosas polonesas pertenciam à Congregação das Irmãs de Santa Isabel e sofreram o martírio ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando soldados soviéticos do Exército Vermelho ocuparam a Polônia. São elas: Paschalina Jahn, Maria Edelburgis Kubitski, Maria Rosaria Schilling, Maria Adela Schramm, Maria Sabina Thienel, Maria Sapientia Heumann, Maria Adelheidis Töpfer, Maria Melusja Rybka, Maria Felicitas Ellmerer, e Maria Acutina Goldberg.

A nota biográfica da Congregação para as Causas dos Santos afirma que as religiosas “foram assassinadas em lugares diferentes, entre os meses de fevereiro e maio de 1945”. Elas se dedicavam ao cuidado dos mais necessitados, sobretudo de doentes e idosos. Foram martirizadas em meio ao “drama vivido pela população dos territórios entre os rios Oder e Nysa, que sofreu violências de todo tipo após a invasão do Exército Vermelho”. De modo específico, a violência dos militares contra as religiosas “manifestava seu ódio à fé e aos fiéis da Igreja Católica”.

“Algumas religiosas eram jovens quando sofreram o martírio, outras eram mais velhas. Algumas foram estupradas, outras ameaçadas, outras assassinadas quando tentavam defender as suas irmãs”.

A nota biográfica da Congregação explica que “os soldados soviéticos estavam doutrinados pela cultura marxista” e que a sua “atitude hostil para com a fé se manifestava também com gestos de profanação. O estupro tornou-se uma arma de humilhação”, embora “o estupro de quem vestia o hábito religioso foi particularmente feroz”.

“Todas as religiosas eram conscientes de que os soldados estupravam e que corriam perigo. Apesar disso, decidiram ficar ao lado das pessoas que recebiam seus cuidados, dos idosos e doentes que eram incapazes de fugir”.

Outros decretos

O papa Francisco também reconheceu o milagre atribuído à intercessão do venerável servo de Deus Johann Philipp Jeningen, sacerdote jesuíta nascido em 5 de janeiro de 1642, em Eichstätt, e falecido em Ellwangen, na Alemanha, em 8 de fevereiro de 1704. O futuro beato foi o promotor da construção do santuário mariano de Schönenberg e se destacou pelo seu compromisso com a evangelização das zonas rurais da Alemanha. Seu estilo de pregação conseguiu atrair pessoas de toda classe social, sem distinção.

Outro decreto assinado pelo papa Francisco reconhece as virtudes heróicas do político francês e pai fundador da União Europeia, o servo de Deus Robert Schuman, fiel leigo, nascido em 29 de junho de 1886 em Clausen, Luxemburgo, e falecido em Scy-Chazelles, na França, no dia 4 de setembro de 1963.

O pontífice assinou também os decretos que reconhecem as virtudes heróicas do servo de Deus Severino Fabriani, sacerdote diocesano, fundador da Congregação das Filhas da Providência para as Mudas. O sacerdote nasceu em 7 de junho de 1792, em Spilamberto, e faleceu em Modena, na Itália, no dia 27 de agosto de 1849.

Também foram reconhecidas as virtudes heróicas da serva de Deus Aniela Godecka-Kostka, fundadora das Pequenas Servas do Coração Imaculado de Maria, nascida em 13 de setembro de 1861, em Korczew nad Wolga, na Rússia, e falecida em Czestochowa, na Polônia, em 13 de outubro de 1937.

A serva de Deus Orsola Donati, religiosa professa da Instituto das Mínimas de Nossa Senhora das Dores, também teve as suas virtudes heróicas reconhecidas. Ela nasceu em 22 de outubro de 1849, em Anzola dell’Emilia, e faleceu em Budrie di San Giovanni in Persiceto, na Itália, no dia 8 de abril de 1935.

Finalmente, foram reconhecidas as virtudes heróicas da serva de Deus Maria Estrela de Jesus, batizada com o nome de Maria Aurelia Iglesias Fidalgo, religiosa professa da Congregação das Religiosas de Maria Imaculada que nasceu no dia 12 de abril de 1899, em Colunga, e faleceu em Granada, na Espanha, em 24 de novembro de 1982.

A irmã Paschalina Jahn encabeça o grupo de 10 religiosas polonesas martirizadas. Foto: Vatican Media.