– Bom dia, sábado (Parte 3).

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com nossas #rosas vermelhas (clicada dias atrás).

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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– Bom dia, sábado (Parte 2).

🙏🏻 Correndo e Meditando durante a atividade física matinal:
Ó #NossaSenhoraDaGuarda, rogai por nós que recorremos a vós. Socorrei-nos e guardai-nos hoje e sempre! #Amém.”

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Guarda #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Anima o #corpo, ajuda a #mente e nos dá tempo para as #tarefas.
Vamos correr a fim de dar um “start” nos #hormônios?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics

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– Hora do descanso!

🇺🇸 Sleepy Time. With all these hairs and her captivating smile, our little dog is going to sleep happily. / 🇧🇷 Hora do soninho. Com todos esses pelos e seu sorriso cativante, nossa cachorrinha vai dormir feliz.

Da até vontade de estar no lugar dela, não?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#dog #pet #smile #sorriso #animal #relax

– Especialista em Currículo de Trabalho para LinkedIn?

De fato, se vê de tudo. Já repararam como existem especialistas que “transformam” seu conteúdo em um passe de mágica?

Vi essa gravura na Internet e concordo: se não tiver uma boa história profissional, não adianta maquiar sua experiência de vida.

Abaixo:

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– World Press Photo e a melhor foto do mundo em 2020!

Essa foto, abaixo, tirada em um asilo de Ribeirão Pires, foi escolhida como a melhor de 2020!

Sua história em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/04/16/senti-amor-gratidao-e-respeito-diz-cuidadora-que-abracou-idosa-durante-pandemia-em-sp-imagem-venceu-world-press-photo.ghtml?utm_campaign=g1&utm_medium=social&utm_source=twitter

DINAMARQUÊS LEVA WPP

‘Senti amor, gratidão e respeito’, diz cuidadora que abraçou idosa durante pandemia em SP; imagem venceu World Press Photo. Fotógrafo dinamarquês capturou abraço entre enfermeira e idosa em uma casa de repouso na Zona Oeste de São Paulo. Registro também ganhou prêmio na categoria “Notícias Gerais”.

Abraço de cuidadora e idosa ganha prêmio internacional de fotografia. Na imagem, Rosa Lunardi, de 85 anos, recebe abraço da enfermeira Adriana Silva da Costa Souza na casa de repouso Viva Bem em São Paulo, em 5 de agosto de 2020 — Foto: Mads Nissen/Politiken/Panos Pictures/World Press Photo via AP

“Foi gostoso, ela me apertou bastante”, conta a idosa Rosa Luzia Lunardi, que recebeu seu primeiro abraço em 5 meses da enfermeira Adriana Silva da Costa Souza. O momento foi registrado, e a imagem foi eleita a foto do ano pela organização World Press Photo na quinta-feira (15).

Dona Rosa conta que se surpreendeu com o prêmio recebido pela imagem porque nem gosta de tirar foto, como contou ao SP1. Já a enfermeira Adriana, que também falou com a reportagem, diz como foi o abraço. “Senti muito amor, gratidão, respeito, reciprocidade, foi amor puro na verdade”, conta.

Um plástico transparente, com bordas amarelas dobradas em um formato semelhante a um par de asas, manteve a enfermeira e a idosa separadas durante o abraço, por conta do coronavírus. O fotógrafo dinamarquês Mads Nissen capturou esse momento na casa de repouso Viva Bem, na Zona Oeste de São Paulo, no dia 5 de agosto de 2020.

Em entrevista ao site do concurso, ele explicou que decidiu vir ao Brasil quando soube como o vírus estava se espalhando, sem nenhum controle do governo federal. Quando esteve aqui, ele registrou também uma imagem que já conhecemos tão bem: as covas abertas no cemitério da Vila Formosa.

A imagem, feita para a agência Panos Pictures e para o jornal dinamarquês Politiken, também ganhou o primeiro lugar na categoria de Notícias Gerais da premiação.

Os juízes avaliaram 74.470 fotos de 4.315 fotógrafos antes de selecionar os vencedores em oito categorias, como Notícias Gerais, Esportes, Meio Ambiente e Retratos.

“Eu vi vulnerabilidade, entes queridos, perda, separação, morte, mas, mais importante, vi também sobrevivência – tudo em uma só imagem. Se você olhar para a foto por tempo suficiente, verá asas: um símbolo de voo e esperança”, completou Lee.

“A principal mensagem desta imagem é a empatia. É amor e compaixão”, disse o fotógrafo responsável pela fotografia em um comentário divulgado pelos organizadores do concurso.

Na cerimônia virtual de premiação, Nissen recebeu o prêmio de 5 mil euros e disse que a sua fotografia pode trazer alguma esperança em um momento difícil.

– Nenhum clássico paulista com confrontos entre técnicos brasileiros.

O Santos tem Ariel Holan 🇦🇷. O São Paulo vai de Hernán Crespo 🇦🇷. O Palmeiras tem Abel Ferreira 🇵🇹. Dos 4 grandes times do estado, somente o Corinthians tem treinador do 🇧🇷, Vágner Mancini.

Nestes novos tempos de globalização, não teremos nenhum clássico paulista (em nenhuma competição) com embate entre treinadores nacionais, mantendo-se o panorama.

Fica a questão: é por conta do intercâmbio com estrangeiros, valor salarial dos profissionais ou competência (ou não) dos brasileiros?

Os diferentes significados do título brasileiro para Palmeiras, Corinthians,  Santos e São Paulo – No Ângulo

– A troca de frascos das vacinas! Pode?

Não é muito estranho, em meio a tantos cuidados com a vacinação, “trocar os frascos de vacina”?

E em dois lugares distintos ocorrer o mesmo erro?

Em Diadema e em Itapira, ambas no Interior de São Paulo, crianças foram vacinadas contra a Covid-19 ao invés de serem imunizadas contra a Gripe Influenza, por conta de troca de frascos.

Muita desatenção ou proposital inversão? Afinal, trocar remédios desta forma é incomum – ainda mais sendo em dois lugares!

No link, em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/04/16/compare-os-frascos-das-vacinas-contra-gripe-e-contra-covid-feitas-pelo-instituto-butantan.ghtml

Compara os frascos das vacinas  — Foto: Amanda Paes/Arte G1

 

 

– Recomeçar. Do zero. Do começo. Voltar. Destruir. Reconstruir!

Em sua vida, quantas vezes você passou pelo processo de reconstrução pessoal ou profissional?

Se muitas, deve ter visto como é difícil. Se nenhuma, não o fez com medo das dificuldades de tal ato?

Compartilho esse ótimo artigo sobre a “necessidade de reconstrução como gente” – independente de quais aspectos sejam mais ou menos necessários.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/renda-se-aos-recome%C3%A7os-la%C3%ADs-schulz

RENDA-SE AO RECOMEÇO.

Por Laís Schulz

O pavor de fazer tudo de novo. O pavor de ter que planejar, projetar, colocar em ação, errar, acertar. O medo de passar por tudo aquilo novamente e ainda ter que encontrar energia pra mudar, inventar, criar e fazer melhor.

Quantas vezes você já teve que recomeçar?

Quantas vezes você já precisou transformar sua vida? Deixar um emprego e começar em outra empresa, da posição mais baixa? Mudar de casa, cidade ou país e começar uma nova vida?

Não é fácil abandonar o passado, deixá-lo para trás – ou ao menos uma parte dele. Parar de se agarrar na segurança do que você conhece e abraçar o incerto. Pular de paraquedas sem saber muito bem onde vai aterrissar.

Dar este salto de fé é desafiador. Mesmo quando nos encontramos em uma situação desconfortável. Ainda assim, encontramos dificuldade em abandonar a zona de conforto.

Isso porque no presente temos a certeza, sabemos exatamente onde pisar, sabemos o que nos machuca e o que nos faz feliz. Está tudo na nossa frente, é palpável, é real.

Enquanto isso, o futuro, as mudanças e tudo aquilo que não conhecemos é um território novo e misterioso. Não existe, está na nossa mente e basta.

O novo, o inexplorado, o incerto, o que não existe. Tudo isso gera desconforto.

Não existe nada palpável, nada em que possamos nos apoiar. E aí divagamos sobre tudo, tudo que pode acontecer e, principalmente, tudo que pode dar errado.

Não porque somos pessimistas, mas, porque temos medo de quebrar a cara. Temos medo de precisar recomeçar e acabar no meio do nada, em um território desconhecido e inexplorado.

E o medo causa uma dor excruciante. O medo é paralisante.

Por isso é tão difícil deixar o passado ir. Mesmo que ele te machuque, mesmo que te desaponte. Mesmo que seja um detalhe, uma pessoa, um objeto, um cargo.

Nós escolhemos nos agarrar ao que conhecemos, àquilo que é seguro. 

Nós passamos a viver como sobreviventes de um naufrágio. Nos agarramos àquele único pedaço da embarcação destruída como se nossa vida dependesse daquilo. Daquela fração, daquele único fragmento.

E, por incrível que pareça, por mais incomodados que estejamos nos parece muito mais fácil viver à deriva rezando por um milagre. Rezando para que alguém nos encontre e nos leve à terra firme em vez de simplesmente começar a nadar.

Isso porque o medo de algo que não aconteceu e, possivelmente, nunca acontecerá nos paralisa.

No fim, não é a insegurança em si que é ameaçadora. A ameaça muitas vezes não está lá fora. Está dentro de cada um de nós. Somos nossos maiores aliados, mas também sabemos ser nossos maiores inimigos quando queremos.

Conhecemos nossos pontos fracos. Sabemos exatamente o que nos machuca e usamos isto como uma espécie de auto sabotagem. Nos agarramos aos pensamentos que nos impedem de seguir em frente, simplesmente porque temos medo.

Fazemos isto quando a verdade é que a maior parte dos obstáculos que enxergamos só existe dentro de nós. Eles estão em nossos pensamentos, fora da vida real. E isso se torna pior à medida que negamos a causa de nossa paralisia.

Precisamos entender que temos, dentro de nós, a força necessária para seguir, para recomeçar ou para simplesmente começar e continuar.

Mas, acima de tudo, precisamos compreender que o medo de ir não é razão para ficar, é razão para partir. Partir em busca de seus sonhos e de sua felicidade, seja lá o que isso significa para você.

Porque recomeçar não é um sinal de fraqueza, recomeçar é um sinal de coragem. Decidir recomeçar quer dizer que você foi corajoso o suficiente para abandonar tudo, deixar que a maré destrua o castelo de areia que você construiu para construir um novo, maior e mais forte no dia seguinte.

Portanto, renda-se. Recomece. E se precisar, recomece uma outra vez.

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