– Novo aumento dos combustíveis? De novo?

Insuportavelmente, vem aí um novo aumento do Diesel e da Gasolina. Até “quando” e “quanto”?

No segundo mandato do Governo FHC, tivemos uma disparada nos preços dos combustíveis. Era para não quebrar a Petrobras.

No segundo mandato do Governo Lula, os preços aumentavam. Era para financiar a exploração do Pré-sal.

No governo Dilma, os aumentos foram constantes, por vários motivos. Idem ao Temer, e agora, ib idem ao Bolsonaro.

A Gasolina está cara, o pré-sal (que produz gasolina de péssima qualidade a um alto custo de exploração) não ajudou em nada e a Petrobras quebrou com a corrupção. O atual governo pensa nela comercialmente, não a subsidiando para ajudar o povo.

Portanto, lembremo-nos: TODOS têm culpa nesses preços absurdos que vemos… lógico, encarecendo o frete e demais produtos.

E a inflação…

– O próximo presidente será o chefe eleito por uma minoria.

Nenhum presidente da República é eleito pela maioria dos brasileiros. Ele é eleito pela maior parte dos votos dos brasileiros, o que é muito diferente: ou seja, não significa que mais da metade dos eleitores escolheu alguém, mas que a maior parcela do todo (o que pode fazer, sabemos disso, que um presidente eleito tenha menos votos do que os dos outros candidatos somados, juntamente com brancos / nulos).

Em 2022, tudo leva a crer, acontecerá isso novamente. Repare: na pesquisa eleitoral divulgada hoje da Quest/Genial (eu me preocupo muito com os órgãos e metodologias), Lula e Bolsonaro polarizam novamente. Mas o grande “candidato oculto” é o “nem-nem” (mais de 30%), termo que se refere ao eleitor que não quer nenhum dos dois. E como não há um nome forte para a 3a via, esses votos se dispersam e acabam não incomodando (por enquanto) os dois que estão à frente.

Penso: por falta de nome honesto, de credibilidade e com competência, teremos o próximo presidente com menor número de votos percentuais (se comparados ao todo, não só aos válidos) da história.

PASSO A PASSO PARA VOTAR NO EXTERIOR -

– Em que acreditar? Talvez em nada! Cuidado com propaganda política mentirosa disfarçada de notícia

O mundo virtual permite coisas assustadoras. Abro o Facebook e leio: “Bolsonaro é eleito o melhor presidente da história”. Rolo a linha do tempo e vejo: “Lula pode ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz”. Mais um pouco e me aparece: “Bolsonaro é o líder mundial mais desprezado pelos presidentes”. E, por fim: “Bolsonaro é o líder mundial mais aclamado pelo G20”.

Pô, quanta bobagem, não? O que tem de matéria sensacionalista, fake news, coisa direcionada e outras que não existem (são produzidas apenas para propaganda política) que assustam demais a pessoa sensata! E se contradizem em menos de segundos de atenção nas timelines.

Pesquisa traz números assustadores para Bolsonaro – e alívio para Lula |  VEJA

– Precisamos de um diplomata!

Osvaldo Aranha foi um grande diplomata brasileiro, que discursou como grande conciliador na 1a Assembleia Geral da ONU. Por tal motivo, o discurso do(a) chefe de estado brasileiro é sempre o primeiro a ser feito em toda reunião anual.

Hábil negociador, era admirado por todos. Hoje, os políticos que mais são representativos do Brasil no Exterior são Lula e Bolsonaro – o primeiro, por ser a esperança povo; mas, como lobo em pele de cordeiro, enganou a todos com o Mensalão, Petrolão e outros problemas. O segundo, com um discurso populista radical, foi incapaz de unir a nação e não soube trabalhar a questão da pandemia.

Não surgirá um nome honesto, competente e de credibilidade nesse país? Quem seria um bom Osvaldo Aranha?

– Perguntar não ofende: estamos em campanha presidencial?

A Lei Eleitoral não permite que ninguém seja, hoje, oficialmente candidato à Presidência da República. Não se pode fazer campanha antecipada e os postulantes só podem ser “pré-candidatos”.

Mas se observarmos as manifestações da semana passada, tivemos de tudo: entidades gritando por Bolsonaro, Lula, Dória, Ciro… pré-candidatos discursando como candidatos (e alguns até dançando no palco).

Nossas leis de nada servem, não? Dá-lhe populismo (em referência a alguns dos senhores abaixo):

– O Maluf de Esquerda.

Como eu tenho me desagradado e decepcionado com a Política… criticar as maluquices de Bolsonaro não significa que defendo o Lulismo. Elogio e reclamo quando há a necessidade, mas o radicalismo impede que muitos vejam isso. E como hoje é 5a feira (dia de #tbt), compartilho esse pertinente texto, para que não se esqueça ( 4 anos):

Hélio Schwartsman foi perfeito na Folha de São Paulo, em sua coluna na página 2, comparando Lula como o “Maluf de Esquerda”. Poderia o Maluf, sem saber, ter sido o “Lula de Direita”?

A verdade é que ambos, Maluf e Lula, poderiam ter sido ícones positivos no que fizeram. Inegavelmente Maluf era um construtor exemplar (mas o que roubou… até o bordão de “rouba mas faz” do Ademar de Barros ele surrupiou). Já Lula com seus programas sociais iludiu e criou uma legião de fanáticos seguidores, que insistem em acreditar na pessoa que se auto-intitulou “a alma viva mais honesta do Brasil”.

Você acredita em Ideologia dos nosso políticos?

Ops: como eu não sou assinante da Folha e compro o jornal na banca, não consigo reproduzir o texto publicado com o link do site (algumas seções são exclusivas aos assinantes). Assim, abaixo o recorte:

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– O direito de se manifestar.

Não importa se a Direita levou milhares de pessoas na rua ou se a Esquerda levou bem menos. Respeite-se o direito de defender suas ideias, sempre que sejam democráticas.

Me pesa ver em muitos flashes da TV que por um lado, manifesta-se a favor de um político (Bolsonaro), e não pelo país. Da mesma forma, manifesta-se com menor furor contra ele e a favor de Lula, com bandeiras vermelhas.

Pela Democracia, com D maiúsculo, ou pelo Brasil de todos os brasileiros, não vejo ninguém. Uma pena. Mas, insisto, respeite-se as leis do país.

Em tempo: já se pode fazer campanha política para 2022?

– Penso igual sobre erros de Lula e de Bolsonaro:

Não tenho partido político, mas não é por isso que sou apolítico (sou apartidário). Não vejo um nome sequer com competência, credibilidade e honestidade para presidir o Brasil (infelizmente, estou sem candidato até agora para as próximas Eleições).

Comungo do mesmo pensamento abaixo, extraído do Twitter do consultor renomado Ricardo Amorim:

“Impressionante como a história se repete. A incapacidade da maioria dos lulistas de reconhecer os erros do Lula elegeu o Bolsonaro. Agora, a maioria dos bolsonaristas faz exatamente a mesma coisa. Parece até que estão se esforçando para eleger o Lula.”

E não é verdade? Todos são deuses imaculados para seus apaixonados eleitores (óbvio, não me refiro ao cara ponderado que escolheu um desses nomes e sabe separar os erros, mas ao fanático que se cega).

– De novo, Lula fala em “regular a mídia”. Isso não incomoda?

Me admiro em ver tanta gente acomodada, quieta, sem levantar um “A” sobre a enésima fala de Lula sobre “regular a mídia”.

Ora, que negócio é esse de controlar a imprensa? Com todos os “defeitos que tem” e “as groselhas que fala”, Bolsonaro não fala tal barbaridade. Ele ofende lamentavelmente os profissionais, ameaça tirar a concessão da Globo mas… já imaginaram se é ele quem diz tal idiotice?

E o que é regular a imprensa? É dizer o que o Governo quer, no melhor estilo chinês, norte-coreano ou cubano?

Isso é censura, e deve-se alertar desse risco e cobrar Lula de tais bobagens. Aliás, repararam que até as denúncias do Petrolão, Lula não falava disso. Quando a Revista Veja conseguiu mostrar os constantes desvios de dinheiro, veio o “lenga-lenga”. Com o impeachment de Dilma, os petistas começaram a chamar a Globo de “Globolixo” (igual ao que fazem os bolsonaristas quando as manchetes mostram erros do Governo atual).

Não deixe essa ideia macabra – de regular a mídia – prosperar. A não ser se você quiser uma ditadura de esquerda na imprensa.

– Não seja seletivo nas críticas. Seja coerente!

No segundo mandato do Governo FHC, tivemos uma disparada nos preços dos combustíveis. Era para não quebrar a Petrobras.

No segundo mandato do Governo Lula, os preços aumentavam. Era para financiar a exploração do Pré-sal.

No governo Dilma, os aumentos foram constantes, por vários motivos. Idem ao Temer, e agora, ib idem ao Bolsonaro.

A Gasolina está cara, o pré-sal (que produz gasolina de péssima qualidade a um alto custo de exploração) não ajudou em nada e a Petrobras quebrou com a corrupção. O atual governo pensa nela comercialmente, não a subsidiando para ajudar o povo.

Portanto, lembremo-nos: TODOS têm culpa nesses preços absurdos que vemos… lógico, encarecendo o frete e demais produtos.

E a inflação…

– “Se eu voltar, vai ter regulação dos meios de comunicação”, disse Lula.

Em 2018, Lula fez essa declaração acima (a de controlar “melhor” a imprensa, desejada com Franklin Martins, o Ministro das Comunicações da época). Fernando Haddad, quando candidato, abordou isso também. E o assunto volta à tona.

Ora, cercear a sagrada liberdade de expressão é algo temeroso. Para mim, é censura. Não gosta de uma emissora, então assista outra. Leu numa revista e não se simpatizou com o tom, busque outra.

Bem claro: pela Globo, o Brasil está um caos. Pela Record, viramos a Suíça! E o cara inteligente, vai filtrar essas abordagens e interpretar corretamente. Mas o que não pode, é: privilegiar um ou outro, ou ainda querer impor o que não pode reportar ou não.

Em tempo: Jair Bolsonaro, sem dizer isso, vive em briga com a imprensa. E aí se conclui: qualquer político gosta de elogios, mas na hora das críticas…

Reunião Grupo de Estudo Meios de Comunicação – 2022

– Populismo não tem ideologia nem partido!

Puxa, dei uma “fuçada” na obra de Uriã Fancelli, um jovem muito estudioso que escreveu o livro “Populismo e Negacionismo: o uso do Negacionismo Como Ferramenta Para a Manutenção do Poder Populista”, mostrando como os políticos conseguem seduzir os eleitores e, em vários casos, transformando-os em fanáticos apaixonados.

Mais do que isso: ele mostra o populismo de várias correntes ideológicas, citando exemplos que vão desde Lula até Bolsonaro, procurando elucidar que a demagogia está atrelada à admiração que existe pelos radicais (de Esquerda ou Direita) aos seus senhores.

Esclarecer-se e ser racional é muito bom nessa hora

– Não me ufano com políticos…

Se por um lado Bolsonaro não me agrada em competência e diplomacia (e não vejo nenhum candidato honesto e com credibilidade para 2022), me deixando espantado por seus defensores que não conseguem ver defeito algum nele, por outro fico igualmente indignado com os adoradores de Lula.

Como crer que ele, depois de tantos podres revelados, é uma solução?

Esqueça a Lava-Jato, se você usar tal argumento, e justifique: e o Petrolão? Ou o Mensalão?

Resgatando a postagem de 2012, desse mesmo blog:

O CHEFE DO MENSALÃO?

E o ex-presidente Lula, quando questionado se acompanharia o julgamento do Mensalão? Respondeu que:

Tenho coisas mais importantes pra fazer”.

Ora, não podemos esquecer que um dia ele negou tudo e defendeu os mesmos companheiros que serão julgados. E, depois, contraditoriamente, pediu desculpas pelo ocorrido.

Quer se blindar do imbróglio? É claro que sim. Não dá para acreditar que ele nada sabia, se os seus principais partidários – e amigos – estavam envolvidos até o pescoço.

A propósito, o relator do Mensalão, na leitura do processo, acusou: o mentor do Mensalão foi José Dirceu.

Minha restrição: e o Ministro Dias Tófoli? Não deveria deixar de votar, já que sua namorada é advogada de envolvidos, e ele próprio foi advogado de Dirceu e do PT?

Mensalão - Rir pra não chorar (Humor da Era Lula Livro 2) eBook : de  Oliveira, Cláudio: Amazon.com.br: Livros

– Ciro Nogueira é o novo Ministro de Bolsonaro. Pode?

Ciro Nogueira foi nomeado oficialmente pelo presidente Jair Bolsonaro como Ministro da Casa Civil.

Em 2017, o citado político do Centrão declarou a um programa de TV da Rede Meio Norte que Bolsonaro era ‘fascista’ e ‘preconceituoso’. E disse sobre Lula:

“O melhor presidente da história desse país, principalmente para o Piauí e o Nordeste. Não me vejo numa eleição votando contra o Lula. Por tudo que ele fez, por tudo que ele tirou de miséria desse povo”.

E muitos acreditando que Bolsonaro era “político diferente”… tão demagogo e negociador como Lula. Lembram que ele criticava o Centrão como “o que há de pior na Política”? E, recentemente, declarou que “sempre foi do Centrão”.

Não consigo enxergar um candidato honesto, coerente, competente e com credibilidade para o Brasil em 2022.

– Uma decepção chamada Jair Bolsonaro.

Em 2019, eu achava que o Brasil poderia ter um rumo positivo. Torci, mas me decepcionei – em especial com a truculência, má gestão da pandemia e o grande fator de oposição do Governo Bolsonaro: o cidadão Jair Messias!

Alguns bons ministros sustentam a atual gestão, que sofre com as bobagens desnecessárias ditas pelo presidente (como dizer que a vacina do Butantan não funciona, o descrédito no uso de máscaras, a omissão nas denúncias de seus pares ou ainda que “se não tivermos voto impresso, não tem eleição”).

Uma pena que seja assim. Quero uma presidente competente, honesto e que tenha credibilidade, e não vejo nenhum pré-candidato preenchendo essa lacuna.

Compartilho esse texto de 3 anos:

TODOS QUE GOVERNARAM REVOLUCIONARAM O BRASIL?

Um dia, FHC disse que revolucionou o Brasil com o Plano Real.

Outro dia, também Lula alardeou que revolucionou a nação com suas ações administrativas enfatizando em seu discurso dizendonunca antes nesse país”.

Outrora, foi a vez da presidente Dilma Roussef, em entrevista à TV Al Jazeera (dê um Google para achar essa pérola) bater na tecla de que promoveu uma revolução social democrática em sua administração.

Por último, Michel Temer diz que mudou os rumos do país ao assumir a Presidência, revolucionando os caminhos da crise em rumo do crescimento econômico e da geração de emprego.

Ok, todos fizeram algumas coisas, acertando e errando. Mas com esses 4 últimos “revolucionários”, o Brasil continua igual em péssimos índices sociais e de corrupção.

Gozado, onde está essa revolução de fato? Será que ela virá DE VERDADE com Bolsonaro, ou teremos mais do mesmo? Afinal, esperar até 2022 para que um novo comandante tente de novo, vai ser dose. Mas confesso ter receio na competência de Jair, respeitosamente falando.

Se tudo o que se propagandeia é verdade, seriamos o Canadá, a Noruega, o Japão…

Imagem relacionada

Em vídeo, atualizado, em: https://youtu.be/DIELWUioWGI

– Sobre as denúncias de propina em negociações de vacina. Já viram esse enredo?

Dias atrás, o servidor Luís Ricardo Miranda, concursado do Ministério da Saúde, denunciou juntamente com o irmão dele, o deputado Luís Miranda, que Ricardo Barros (líder do Governo na Câmara) tentou negociar vacinas da Covaxin em um contrato superfaturado. Ambos disseram que avisaram o presidente Bolsonaro, que negou saber desse aviso. Depois da repercussão, Ônix Lorenzoni, o deputado que faz parte da Secretaria Geral da Presidência, suspendeu a negociação e pediu a apuração sobre a corrupção e sobre o denunciador.

Agora, Roberto Dias, diretor de Logística do Ministério da Saúde (que foi indicado pelo cargo por Ricardo Barros), foi denunciado por Luiz Paulo Dominguetti, representante da Davati Medical (que intermedia a venda de vacinas da AstraZeneca) de que ele queria 1.00 dólar por vacina como propina, para a compra de 200 milhões de doses.

Aí, fica a questão: Bolsonaro declarou nesta semana que não tem como saber tudo o que acontece no Ministério. Eu concordo com isso, mas os Ministros, que conversam com ele diariamente, sim.

  • Teria sido informado e se omitiu? Ou não teve nada disso, e ele foi traído pelas pessoas que estão no Ministério?

Cada vez mais tudo isso me lembra o mesmo enredo visto a cada escândalo do Governo Lula, que quando surgia uma denúncia (Sanguessugas, Mensalão, Petrolão), dizia não saber de nada.

Duas perguntas:

  1. Lula não sabia de nada, e somente Palocci e seus afins que sabiam, naquela época?
  2. Bolsonaro não soube de nada, em referência aos acontecidos recentes também?

Aguardemos.

Na foto, o deputado Luís Miranda.

– Paixões políticas emburrecem.

Paixões políticas deixam as pessoas cegas. Duvida disso?

Elas levam ao fanatismo, e isso – repito – não é virtude, é defeito. O brasileiro era tido como omisso, e com as Redes Sociais, foi de “8 a 80” e deixou de ser um povo alienado em Política para um povo interessado nela.

Porém… aqui não se discute política, mas se briga por política, com “torcida e tudo o mais”. Com a possibilidade de Lula se candidatar às Eleições de 2022, os mais fanáticos negam o Mensalão, Petrolão e tantos outros escândalos de corrupção. Já a turma bolsonarista não se importa com os desvios de comportamento do atual presidente e a má gestão das medidas preventivas da Pandemia, justificando coisas até mesmo injustificáveis. E o mesmo cenário serve para os apaixonados por Dória, Ciro, Marina, Amoêdo e demais.

O problema não é declarar o voto, mas o exercício do fanatismo e a tentativa de encobrir os erros. 

O homem dominado por paixões políticas... Sidney Silveira - Pensador

– De novo “causando”, Bolsonaro?

Pobre Brasil… Aguentar um presidente birrento, que apesar de alguns bons ministros, se perde por si próprio, ninguém merece.

O corrupto Lula não emplacou seu candidato por conta das mentiras que promoveu com o Mensalão e Petrolão, fomentando a urgente troca do poder. Surgiu Bolsonaro, que apesar da virtude anti-lulista, se mostrou incapaz de unir o país e se perdeu na pandemia, com incentivo à aglomeração, desconfiança do uso de máscaras e negacionismo inicial das vacinas.

Não é possível que não surja um nome de credibilidade entre o ladrão e o incompetente! Meu Deus…

O chilique contra a jornalista em Guaratinguetá, abaixo, ou em: https://twitter.com/choquei/status/1407025511801425924?s=21

– Você não se assusta com multidões endeusando políticos?

Se um político é endeusado, os seus seguidores mais fanáticos não enxergam seus erros. Claro, me refiro aos radicais, respeitando sempre o leitor comum esclarecido.

Lula praticou barbaridades em seu Governo. E, para muitos, os gravíssimos Petrolão e Mensalão foram esquecidos. Bolsonaro fez muitas bobagens no combate à pandemia, especialmente nos péssimos exemplos do pouco caso com máscaras, incentivo à aglomerações e relutância inicial à vacina. Ainda assim, há os que justificam seus atos.

Quando vejo essas fotos de multidões louvando os dois (abaixo), me preocupo. Da mesma forma seria se fossem pró- Dória, Ciro, Amoedo e outros.

O fanatismo e a demagogia são fomentos para o populismo – e isso é péssimo para qualquer país sério.

– Que paixão é essa de muitos, repentina, chamada Política? E por quê radicalizou-se?

Cruz-credo! Brasileiro “quebrava o pau por Futebol”, e trocou isso por Política. Poderia ser um fator positivo se entendermos que o debate sobre a vida do país se tornou importante para as pessoas (sempre fomos uma nação não-politizada), mas acabou virando algo ruim: radicalizou-se!

O que leva o cara a passar o dia inteiro numa rede social postando sobre Política, adorando e amando políticos (independente da ideologia ou do nome) e tentando “converter” quem pensa diferente?

É só fanatismo ou é ignorância? 

Discutir sobre Política é uma coisa; forçar que o seu amigo pense como você e outra.

Respeite-se a opinião alheia!

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– Cansei de Política – e de fanático por ela.

Quando vejo as manifestações pró e contra Governo, ou quando leio os motivos de defesa e de ataque, me assunto com a dualidade: para uns, é santo imaculado; para outros, é pecador endemoniado.

O pior é que vejo bolsonaristas e lulistas usando argumentos forçados. Ora, todos tiveram seus erros (Bolsonaro, na péssima condução da pandemia; Lula, na corrupção a níveis nunca vistos). E tiveram algumas virtudes, que não conseguem se sobressair aos seus defeitos.

Aí, quando o fanático mais exaltado lê, vai dizer que “Bolsonaro financiou pesquisas e comprou vacinas” (como se não tivesse tido um discurso negacionista por tempos), ou que “Lula deu emprego, renda e pujança econômica” (como se não fosse um “castelo de cartas” que desabou na primeira crise, somado ao Mensalão e Petrolão).

Dória, Ciro, Amoêdo, Marina… nenhum dos candidatos (ou pré-candidatos) me transmitem seriedade, competência e honestidade.

Cansa.

Eleições 2018: 5 razões pelas quais é tão difícil renovar a política  brasileira | Asmetro-SN

– A cansativa CPI da Pandemia e a discussão eleitoral

Quanto está custando ao país essa CPI do Senado, sobre o Combate ao Coronavírus?

Pelos nomes que se mostram “defensores da correção” e que são os “investigadores”, pelos “depoentes e investigados“, não tenho estômago para assisti-la. 

Nestas horas, fico com pena do Brasil.

Aliás, está muito “em campanha” toda essa turma. Não se discute o Brasil hoje, mas se faz um grande emaranhado político. É a dualidade Bolsonaro (com Collor, Roberto Jefersson e outros nobres políticos) versus Lula (com Sarney, FHC e demais).

Tá difícil. Enquanto isso, Renan Calheiros ri, pois não surge um nome honesto e competente como 3a via.

Supremo absolve Renan Calheiros do crime de peculato

– A charge triste, embora real.

Duas pessoas influentes (ícones para alguns), que movem paixões de muita gente: Bolsonaro e LulaNão as classifico como lideranças positivas, mas respeito seus eleitores

Há exatamente 1 ano, ambos falaram bobagens insensíveis sobre o Novo Coronavírus. E quem bolou esse desenho abaixo (retratando o uso político dos discursos e não solidário)foi pontual e certeiro na crítica.

Pena que muitos se esqueceram desse proveito demagogo… Lembram das motivações dessas falas?

Veja: