– Esquerda ou Direita, a Suspeita é sempre a Mesma…

Ideologia política nunca será termômetro de honestidade ou ética. Certo? O legislador ser de Esquerda, de Centro ou de Direita, não indica se ele é honrado ou não (embora há aqueles que julguem o contrário e criam paixões).

Por quê não me ufano com político e não tenho nenhum de estimação?

Por vários motivos… um deles, na percepção abaixo:

Era público que enquanto a relação entre PMDB e PT estava interessante para ambos, Lula fez do ex-presidente José Sarney seu conselheiro. Experiente nos meandros políticos (no bom e no mau sentido), Sarney é quem passava a sua vivência ao então chefe de governo Luiz Inácio.

Por incrível que possa parecer, Jair Bolsonaro, o atual presidente, tem como conselheiro Michel Temer, seu antecessor e calejado político. Portanto, não nos surpreendamos com a “Nova Política” ser tão parecida com a “Velha Política”.

Tanto os adoradores de Lula e de Bolsonaro refutam a existência  dessa importante relação de seus admirados ídolos, mas que ela é inadequada, ô se é (Sarney já fez e desfez em Brasília; Temer foi preso duas vezes).

Em tempo: Temer (descendente de libaneses) é quem representará o Brasil na Missão Humanitária ao Líbano, a convite de Bolsonaro, mesmo estando proibido de sair do país pelos crimes de corrupção que responde.

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– Que Lula folgado! Tá tudo errado neste país…

Discordar de atitudes do Governo atual não deve significar concordar com a Oposição fanatizada. Bolsonaro tem feito muita coisa errada, é sabido, e o radicalismo de Esquerda e Direita modifica muito o entendimento da realidade. Digo isso pois li um absurdo (que pensei ser Fake News, tamanha a bobagem) sobre “Lula se referir a Sérgio Moro como juiz ladrão” e as “torcidas organizadas criarem um manifesto pró-Lula.”

O povo já esqueceu dos BILHÕES desviados neste país? Do Mensalão, do Petrolão? E de tanta mentira, demagogia e outros populismos deste ex-presidente? Aliás, tão populista que inspira até mesmo seu opositor, Bolsonaro, a algumas atitudes indevidas do mesmo tom, como discursos demagógicos.

Abaixo, extraído de: https://www.brasil247.com/brasil/de-juiz-ladrao-o-torcedor-entende-diz-lula-sobre-apoio-de-torcidas-antifascistas-a-sua-inocencia

DE JUIZ LADRÃO O TORCEDOR ENTENDE

Pelo Twitter, ex-presidente Lula lembrou do apelido lançado contra o ex-juiz Sérgio Moro pelo deputado Glauber Braga

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com ironia nesta segunda-feira, 3, à notícia de que torcidas organizadas antifascistas assinaram um manifesto em defesa de sua liberdade.

“De juiz ladrão o torcedor entende”, disse Lula pelo Twitter. O ex-presidente se referia à declaração do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que chamou o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro de “juiz ladrão”, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Um grupo de torcidas organizadas antifascistas divulgou nesta segunda-feira (3) um manifesto pedindo justiça para o ex-presidente Lula. O documento foi lançado em razão da nova onda de mobilização lançada no sábado (1) pelo Comitê Lula Livre.

“Os torcedores e torcedoras que atuam nas arquibancadas e nas ruas em defesa da democracia se solidarizam com o presidente Lula e denunciam os crimes que estão sendo cometidos contra o estado democrático de direito. Lula foi condenado sem provas num julgamento injusto, em que a parcialidade e os abusos do então juiz Sérgio Moro e do Ministério Público Federal nesta operação estão amplamente documentados”, diz trecho do manifesto.

– A Carta ao Povo de Deus

Se o Papa é o líder da Igreja Católica, e os bispos estão submetidos à sua autoridade, é natural que, enquanto chefes das dioceses particulares eles devam dar um retorno sobre o atual estado das suas comunidades.

Sempre me preocupei muito com “a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, dito por Jesus Cristo quando ele foi questionado sobre o dever ou não de pagar impostos. Ou seja: devemos não misturar as coisas, como Política e Religião. Entretanto, ao ler esse documento redigido por 152 bispos e enviado ao Vaticano, parece-me um pouco diferente: a “Carta ao Povo de Deus”, como foi intitulada, busca trabalhar a questão da gestão pública e as consequências sobre os fiéis e a população em geral. Particularmente, quanto ao termo abordado “desprezo à diplomacia”, uma marca constante da atual gestão Bolsonaro.

Lógico, eleitores bolsonaristas criticarão o documento (embora não exista nenhuma mentira nele), e haverá uma certa razão dos descontentes num único ponto: a omissão desta mesma aula progressista nas críticas igualmente merecedoras às gestões Lula e Dilma.

Abaixo, o documento:

CARTA AO POVO DE DEUS

“Somos bispos da Igreja Católica, de várias regiões do Brasil, em profunda comunhão com o Papa Francisco e seu magistério e em comunhão plena com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que no exercício de sua missão evangelizadora, sempre se coloca na defesa dos pequeninos, da justiça e da paz. Escrevemos esta Carta ao Povo de Deus, interpelados pela gravidade do momento em que vivemos, sensíveis ao Evangelho e à Doutrina Social da Igreja, como um serviço a todos os que desejam ver superada esta fase de tantas incertezas e tanto sofrimento do povo.

Evangelizar é a missão própria da Igreja, herdada de Jesus. Ela tem consciência de que “evangelizar é tornar o Reino de Deus presente no mundo” (Alegria do Evangelho, 176). Temos clareza de que “a proposta do Evangelho não consiste só numa relação pessoal com Deus. A nossa reposta de amor não deveria ser entendida como uma mera soma de pequenos gestos pessoais a favor de alguns indivíduos necessitados […], uma série de ações destinadas apenas a tranquilizar a própria consciência. A proposta é o Reino de Deus […] (Lc 4,43 e Mt 6,33)” (Alegria do Evangelho, 180). Nasce daí a compreensão de que o Reino de Deus é dom, compromisso e meta.

É neste horizonte que nos posicionamos frente à realidade atual do Brasil. Não temos interesses político-partidários, econômicos, ideológicos ou de qualquer outra natureza. Nosso único interesse é o Reino de Deus, presente em nossa história, na medida em que avançamos na construção de uma sociedade estruturalmente justa, fraterna e solidária, como uma civilização do amor.

O Brasil atravessa um dos períodos mais difíceis de sua história, comparado a uma “tempestade perfeita” que, dolorosamente, precisa ser atravessada. A causa dessa tempestade é a combinação de uma crise de saúde sem precedentes, com um avassalador colapso da economia e com a tensão que se abate sobre os fundamentos da República, provocada em grande medida pelo Presidente da República e outros setores da sociedade, resultando numa profunda crise política e de governança.

Este cenário de perigosos impasses, que colocam nosso país à prova, exige de suas instituições, líderes e organizações civis muito mais diálogo do que discursos ideológicos fechados. Somos convocados a apresentar propostas e pactos objetivos, com vistas à superação dos grandes desafios, em favor da vida, principalmente dos segmentos mais vulneráveis e excluídos, nesta sociedade estruturalmente desigual, injusta e violenta. Essa realidade não comporta indiferença.

É dever de quem se coloca na defesa da vida posicionar-se, claramente, em relação a esse cenário. As escolhas políticas que nos trouxeram até aqui e a narrativa que propõe a complacência frente aos desmandos do Governo Federal, não justificam a inércia e a omissão no combate às mazelas que se abateram sobre o povo brasileiro.

Mazelas que se abatem também sobre a Casa Comum, ameaçada constantemente pela ação inescrupulosa de madeireiros, garimpeiros, mineradores, latifundiários e outros defensores de um desenvolvimento que despreza os direitos humanos e os da mãe terra. “Não podemos pretender ser saudáveis num mundo que está doente. As feridas causadas à nossa mãe terra sangram também a nós” (Papa Francisco, Carta ao Presidente da Colômbia por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, 05/06/2020).

Todos, pessoas e instituições, seremos julgados pelas ações ou omissões neste momento tão grave e desafiador. Assistimos, sistematicamente, a discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela covid-19, tratando-o como fruto do acaso ou do castigo divino, o caos socioeconômico que se avizinha, com o desemprego e a carestia que são projetados para os próximos meses, e os conchavos políticos que visam à manutenção do poder a qualquer preço.

Esse discurso não se baseia nos princípios éticos e morais, tampouco suporta ser confrontado com a Tradição e a Doutrina Social da Igreja, no seguimento Àquele que veio “para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do Governo Federal em enfrentar essas crises. As reformas trabalhista e previdenciária, tidas como para melhorarem a vida dos mais pobres, mostraram-se como armadilhas que precarizaram ainda mais a vida do povo.

É verdade que o Brasil necessita de medidas e reformas sérias, mas não como as que foram feitas, cujos resultados pioraram a vida dos pobres, desprotegeram vulneráveis, liberaram o uso de agrotóxicos antes proibidos, afrouxaram o controle de desmatamentos e, por isso, não favoreceram o bem comum e a paz social. É insustentável uma economia que insiste no neoliberalismo, que privilegia o monopólio de pequenos grupos poderosos em detrimento da grande maioria da população.

O sistema do atual governo não coloca no centro a pessoa humana e o bem de todos, mas a defesa intransigente dos interesses de uma “economia que mata” (Alegria do Evangelho, 53), centrada no mercado e no lucro a qualquer preço.

Convivemos, assim, com a incapacidade e a incompetência do Governo Federal, para coordenar suas ações, agravadas pelo fato de ele se colocar contra a ciência, contra estados e municípios, contra poderes da República; por se aproximar do totalitarismo e utilizar de expedientes condenáveis, como o apoio e o estímulo a atos contra a democracia, a flexibilização das leis de trânsito e do uso de armas de fogo pela população, e das leis do trânsito e o recurso à prática de suspeitas ações de comunicação, como as notícias falsas, que mobilizam uma massa de seguidores radicais.

O desprezo pela educação, cultura, saúde e pela diplomacia também nos estarrece. Esse desprezo é visível nas demonstrações de raiva pela educação pública; no apelo a ideias obscurantistas; na escolha da educação como inimiga; nos sucessivos e grosseiros erros na escolha dos ministros da educação e do meio ambiente e do secretário da cultura; no desconhecimento e depreciação de processos pedagógicos e de importantes pensadores do Brasil; na repugnância pela consciência crítica e pela liberdade de pensamento e de imprensa; na desqualificação das relações diplomáticas com vários países; na indiferença pelo fato de o Brasil ocupar um dos primeiros lugares em número de infectados e mortos pela pandemia sem, sequer, ter um ministro titular no Ministério da Saúde; na desnecessária tensão com os outros entes da República na coordenação do enfrentamento da pandemia; na falta de sensibilidade para com os familiares dos mortos pelo novo coronavírus e pelos profissionais da saúde, que estão adoecendo nos esforços para salvar vidas.

No plano econômico, o ministro da economia desdenha dos pequenos empresários, responsáveis pela maioria dos empregos no país, privilegiando apenas grandes grupos econômicos, concentradores de renda e os grupos financeiros que nada produzem. A recessão que nos assombra pode fazer o número de desempregados ultrapassar 20 milhões de brasileiros. Há uma brutal descontinuidade da destinação de recursos para as políticas públicas no campo da alimentação, educação, moradia e geração de renda.

Fechando os olhos aos apelos de entidades nacionais e internacionais, o Governo Federal demonstra omissão, apatia e rechaço pelos mais pobres e vulneráveis da sociedade, quais sejam: as comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, as populações das periferias urbanas, dos cortiços e o povo que vive nas ruas, aos milhares, em todo o Brasil.

Estes são os mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus e, lamentavelmente, não vislumbram medida efetiva que os levem a ter esperança de superar as crises sanitária e econômica que lhes são impostas de forma cruel.

O Presidente da República, há poucos dias, no Plano Emergencial para Enfrentamento à covid-19, aprovado no legislativo federal, sob o argumento de não haver previsão orçamentária, dentre outros pontos, vetou o acesso a água potável, material de higiene, oferta de leitos hospitalares e de terapia intensiva, ventiladores e máquinas de oxigenação sanguínea, nos territórios indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais (Cf. Presidência da CNBB, Carta Aberta ao Congresso Nacional, 13/07/2020).

Até a religião é utilizada para manipular sentimentos e crenças, provocar divisões, difundir o ódio, criar tensões entre igrejas e seus líderes. Ressalte-se o quanto é perniciosa toda associação entre religião e poder no Estado laico, especialmente a associação entre grupos religiosos fundamentalistas e a manutenção do poder autoritário.

Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?

O momento é de unidade no respeito à pluralidade! Por isso, propomos um amplo diálogo nacional que envolva humanistas, os comprometidos com a democracia, movimentos sociais, homens e mulheres de boa vontade, para que seja restabelecido o respeito à Constituição Federal e ao Estado Democrático de Direito, com ética na política, com transparência das informações e dos gastos públicos, com uma economia que vise ao bem comum, com justiça socioambiental, com “terra, teto e trabalho”, com alegria e proteção da família, com educação e saúde integrais e de qualidade para todos.

Estamos comprometidos com o recente “Pacto pela vida e pelo Brasil”, da CNBB e entidades da sociedade civil brasileira, e em sintonia com o Papa Francisco, que convoca a humanidade para pensar um novo “Pacto Educativo Global” e a nova “Economia de Francisco e Clara”, bem como, unimo-nos aos movimentos eclesiais e populares que buscam novas e urgentes alternativas para o Brasil.

Neste tempo da pandemia que nos obriga ao distanciamento social e nos ensina um “novo normal”, estamos redescobrindo nossas casas e famílias como nossa Igreja doméstica, um espaço do encontro com Deus e com os irmãos e irmãs.

É sobretudo nesse ambiente que deve brilhar a luz do Evangelho que nos faz compreender que este tempo não é para a indiferença, para egoísmos, para divisões nem para o esquecimento (cf. Papa Francisco, Mensagem Urbi et Orbi, 12/4/20).

Despertemo-nos, portanto, do sono que nos imobiliza e nos faz meros espectadores da realidade de milhares de mortes e da violência que nos assolam. Com o apóstolo São Paulo, alertamos que “a noite vai avançada e o dia se aproxima; rejeitemos as obras das trevas e vistamos a armadura da luz” (Rm 13,12).

O Senhor vos abençoe e vos guarde. Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós.
O Senhor volte para vós o seu olhar e vos dê a sua paz! (Nm 6,24-26).

Arquivos do papa Pio 12 são abertos aos pesquisadores pelo ...

– Desnecessário, Srs Presidentes! A foto e a fala da semana:

  • Quer uma foto ridícula da semana?

A de Bolsonaro “correndo atrás da Ema”, mostrando a caixa de hidroxicloroquina (forçando a barra na divulgação do medicamento). Que coisa…

Comprovação científica de benefício? Oficialmente, não tem e cansou-se de discutir sobre isso nos últimos dias (mas o uso indevido pode trazer malefícios).

  • Quer uma fala ridícula da mesma semana?

A de Lula dizendo barbaridades sobre o Governo atual, como se ele, Luís Inácio, fosse o exemplo de ética e honestidade (repito como das outras vezes: Bolsonaro se inspira no discurso populista de Lula, apesar de ideologias contraditórias) e fala que o “PT vem forte para 2022”.

Será que as pessoas se esqueceram de que foram enganadas, roubadas, saqueadas por esse corja que está na cadeia (e alguns na rua pelo benefício da Legislação, como o próprio Lula)?

Gostaria tanto de políticos honestos e competentes... e talvez com uma qualidade que não se tenha discutido: que não sejam demagogos!

– Lula querendo agradar seus seguidores?

Igualmente a ação demagógica na qual Bolsonaro sai do Palácio do Alvorada com uma caixa de cloroquina na mão, a fim de agradar seus apaixonados eleitores, Lula tenta massagear o ego daqueles que ainda crêem nele, pedindo para que as autoridades judiciais “anulem” tudo o que foi feito contra ele!

Motivo? Os EUA colaboraram com a Lava Jato na busca de elementos comprovatórios de corrupção!

Entendeu?

Trocando em miúdos: Luís Inácio quer que o seu processo seja invalidado porque autoridades americanas ajudaram a mostrar que existia corrupção. E quem é LULA FC, torna-se automaticamente anti-EUA (na lógica dele).

Pasadena, a refinaria que deu prejuízo bilionário, está localizadas nos Estados Unidos. Que bom que houve troca de informações entre as autoridades! (Lembrando que esse “rolo citado” envolve Dilma Rousseff). E o que mais assusta: Lula não está preocupado em dizer que é inocente, mas sim em acusar de interesseiro quem ajudou a provar seus crimes (como se ele não fosse criminoso).

Quem não tem uma parcela fanática de devotos seguidores, como Lula e Bolsonaro, fica sozinho quando é acusado. Enquanto escrevo, ouço que José Serra é alvo da Polícia Federal… 

O tucano, cá entre nós, vai ficar chupando o dedo esperando defesa.

Lula: palavrões que ferem e aproximam | Brasil | EL PAÍS Brasil

– E se Bolsonaro estiver com Covid-19?

Noticia-se que o presidente Jair Bolsonaro possa estar com o Novo Coronavírus. Se estiver, ironicamente, seria um cala-boca aos que duvidaram da veracidade do seu exame, e, obviamente, “lenha” para reforçar a observação de que mostrava-se imprudente ao extremo, dando mau exemplo.

Assim como escrevi sobre o ex-presidente Lula quando ele descobriu seu câncer, faço o mesmo com Bolsonaro: boa sorte na sua recuperação (caso esteja doente). Separe-se sempre o político da pessoa e, independente das coisas, NUNCA uma pessoa pode desejar qualquer enfermidade para outra.

Lamento que, assim como ocorrido com Luís Inácio (as hashtags “a favor” da doença), bombe no twitter em referência a Jair a menção pela torcida pelo pior (o #ForçaCoronavírus).

Coronavírus: 478 mil mortos no Brasil caso Bolsonaro siga imóvel

 

– A cara-de-pau de Lula sobre a Petrobrás

Ontem, em matéria publicada pelo UOL, Lula falou novamente a mesma ladainha: de que o FBI e a Operação Lava Jato queriam tomar conta da Petrobrás e o fez de culpado, incriminando-o injustamente, entre outras palavras demagógicas!

Quem crê no ex-presidente Luís Inácio hoje? Talvez os ainda fanáticos e /ou mais jovens que desconhecem a história. De tantos discursos inflamados (e nisso ele sempre foi bom), descobriu-se que eram palavras falsas, pois os maiores esquemas de corrupção do mundo (repare: não escrevi “do Brasil”) foram o Mensalão e o Petrolão.

Ou vai dizer que os chamados “mensaleiros” e “ptralhas” (como ficaram conhecidas as pessoas e os deputados do PT e de outros partidos coligados envolvidos) não existiram?

Lula diz que Moro é 'canalha' e que Deltan 'montou uma quadrilha ...

– Guarujá, Atibaia, Herdeiro, Laranja, Franquia…

Veja só que loucura: Frederick Wassef, advogado de Flávio Bolsonaro, mudou de novo a história sobre Fabrício Queiroz, o assessor acusado de ser “laranja” do senador e envolvido no esquema das “rachadinhas” da Alerj.

Ele disse à Revista Veja que, para Queiroz não ser morto e alguém incriminar a família Bolsonaro, o escondeu no Guarujá e depois em Atibaia.

Não só esse é o “Calcanhar de Aquiles” de Flávio, mas também a questão das entradas financeiras da sua loja, uma franquia de chocolates.

Compare: Lula também passou por um sítio em Atibaia (com a desculpa que era do amigo de seu filho – e que era de “um laranja”), tinha o triplex no Guarujá, mudou suas versões e a mulher foi acusada de lavar dinheiro vendendo perfumes de uma franquia.

Que coisa nosso país! O país da “piada pronta”… São inevitáveis as comparações do acusado senador Flávio Bolsonaro com a do condenado ex-presidente Lula, por culpa de tanta coincidência!

Enfim, ficará a pergunta: por quê só agora Wassef mudou o discurso?

Frederick Wassef diz que abrigou Queiroz porque queriam matá-lo e ...

– Que paixão é essa de muitos, repentina, chamada Política? E por quê radicalizou-se?

Cruz-credo! Brasileiro “quebrava o pau por Futebol”, e trocou isso por Política. Poderia ser um fator positivo se entendermos que o debate sobre a vida do país se tornou importante para as pessoas (sempre fomos uma nação não-politizada), mas acabou virando algo ruim: radicalizou-se!

O que leva o cara a passar o dia inteiro numa rede social postando sobre Política, adorando e amando políticos (independente da ideologia ou do nome) e tentando “converter” quem pensa diferente?

É só fanatismo ou é ignorância? 

Discutir sobre Política é uma coisa; forçar que o seu amigo pense como você e outra.

Respeite-se a opinião alheia!

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– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Há 1 ano foi produzido esse texto, mas extremamente atual…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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– O egoísta e vaidoso Lula!

Se a crítica ao birrento Bolsonaro de que ele “é vaidoso e não aceita críticas” tem sentindo em ser verdadeira (e concordo com ela), diga-se o mesmo do corrupto Lula, que deu uma vergonhosa demonstração de egoísmo nas Redes Sociais.

Basicamente, criticou o movimento suprapartidário de oposição ao presidente, dizendo que o “PT tem experiência” e, acreditem, “fez uma ótima gestão pública”. Falou também que não se sente à vontade com os manifestantes atuais, pois alguns votaram contra a Dilma no impeachment.

O Brasil deveria esquecer definitivamente esse “lobo em pele de ovelhas”. Se a crítica é dele, vale. Se é de adversário político, não vale.

Meu Deus… o poder fica grudado na pele e na mente do sujeito, e não sai mais! Diga-se o mesmo de Bolsonaro, que na campanha era contra a Reeleição e agora não é mais.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/06/lula-critica-manifestos-suprapartidarios-e-diz-nao-ter-idade-para-ser-maria-vai-com-as-outras.shtml

LULA CRITICA MANIFESTOS SUPRAPARTIDÁRIOS E DIZ NÃO TER IDADE PARA SER “MARIA VAI COM AS OUTRAS”.

(texto disponível na Web para assinantes).

Lula versus Bolsonaro - Diário do Comércio

– Você defende político?

POBRE BRASIL… Só de ler a repercussão do vídeo da reunião ministerial (não tive estômago para assistir, farei, ou tentarei, mais tarde), já desanimei.

Cadê uma liderança honesta, competente, agregadora e positiva?

As diferenças entre Chefe, Líder, Bolsonaro e Lula: quem bolou esse meme, abaixo, acertou em cheio!

E, por favor, se você tem político de estimação ou é apaixonado por partido político, respeite minha opinião.

Em: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/16/um-meme-que-so-conta-verdade/

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– A charge triste, embora real.

Duas pessoas influentes (ícones para alguns), que influenciam muita gente: Bolsonaro e LulaNão as classifico como lideranças positivas, mas respeito seus eleitores. 

Da outra semana até essa, ambos falaram bobagens insensíveis sobre o Novo Coronavírus. E quem bolou esse desenho (retratando o uso político dos discursos e não solidário), abaixo, foi pontual e certeiro na crítica.

Veja:

– As duas falas politizadas e egoístas de Lula e Bolsonaro mostram: o povo é para ser usado!

Parece que neste tempo pandêmico, estamos conhecendo (ou melhor, comprovando) as verdadeiras faces de nossos políticos.

Se no Estado de São Paulo, João Dória não aceita customizar procedimentos a cada município e, no excesso de precaução, peca em medidas generalistas coletivizando a megalópole com as cidades pequenas, no plano federal a coisa é pior: Bolsonaro e Lula usam e abusam de discursos demagógicos que encantam seus aficcionados (mas não iludem, felizmente, os poucos que se mantém sensatos).

Numa triste e infeliz brincadeira, sorrindo como se nada acontecesse, o presidente Jair Bolsonaro disse: 

“Quem é de Direita, toma Cloroquina; quem é de Esquerda, toma Tubaína”.

Quer dizer que o infectologista (ou epidemiologista) Dr Bolsonaro não poderia ao menos se conter nas brincadeiras de mau gosto e politizou mais uma vez a medicação que ainda está em estudo, receitando-a ideologicamente? Postura condenável de quem deveria ser um líder ponderado e unir a nação, independente de confissão política.

Por outro lado, viram a fala de Lula ao Mino Carta (da Carta Capital)? Estava até desacostumado em assistir tamanha cara-de-pau, peculiar ao corrupto ex-presidente. Disse ele: 

“Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus. Porque esse monstro está permitindo que os cegos comecem a enxergar que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises.”

Caracoles! Ele “festeja” no seu íntimo o insucesso da política do seu adversário usando a catástrofe como palanque? O “ainda bem (…) que criou essa monstro chamado coronavírus” deixa bem claro que a preocupação não é humanitária, mas eleitoral.

Triste Brasil, que não consegue ter um só líder agregador… O inimigo comum, que deveria ser a Covid-19, passou a ser aliado eleitoral. Meu Deus.!

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– “Vou perguntar para o Posto Ipiranga”, dizia o Presidente… E agora?

Uma pena que todo o esforço dos eleitores brasileiros para acabar com o projeto de poder criado por alguns membros do PT, baseado em corrupção e crime organizado (comprovadamente mostrado pela Justiça – vide o número de membros do partido e de outros que foram na cadeia) esteja sendo jogado fora pelas atitudes intempestivas do presidente Jair Bolsonaro.

Um chefe de Estado não é um especialista em todas as áreas de importância; no máximo, ele é um generalista acima da média (ou deveria ser) e coloca pessoas de conhecido entendimento nos cargos-chave (aqui no Brasil estão sendo chamados de “técnicos”).

Quando era questionando sobre Economia, Bolsonaro dizia simplesmente que “iria perguntar ao Posto Ipiranga” (em referência à propaganda tão famosa de que quando se tem dúvida, vai no Posto se informar pois lá se sabe e se tem de tudo). Paulo Guedes, no caso, era esse grande especialista. O comportamento do presidente, correto!

Assim como a Fazenda Pública ficou na mão do economista Guedes, outros ministérios importantes foram colocados nas mãos de técnicos: o ex-juiz Sérgio Moro para a Justiça e o médico Luiz Henrique Mandetta para a Saúde. A eles, deu “carta-branca” – que parece ter sido retirada pelo que se lê e assiste.

Penso que, assim como Bolsonaro não entende de Economia e se socorre aos economistas, não deveria ele (que não entende de Medicina) se socorrer aos médicos? Qual é a necessidade de desprezar a INFORMAÇÃO de que a cloroquina não é totalmente segura e deve ser ministrada com cuidado em alguns casos (não na maioria)? Inclua-se, recentemente, os estudos que não recomendam nem aos casos menores, pelos riscos futuros de efeitos colaterais violentos.

Particularmente, me parece que o presidente Jair Bolsonaro, quando estava quieto e deixando o corpo técnico trabalhar, tudo funcionava bem. Na 1a grande crise que teve que enfrentar, bateu no peito e subiu na arrogância, chamando a responsabilidade para ele e no tom autoritário que deveria evitar, deixou de ser um líder (talvez nunca foi) e passou a se comportar como “chefe-mandão”.

Uma pena. O Brasil vive uma discussão bipolarizada entre o que é menos ruim: gestores corruptos de outrora ou gestores incompetentes de agora!

Insisto com amigos: quero políticos honestos e competentes.

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