– Que paixão é essa de muitos, repentina, chamada Política? E por quê radicalizou-se?

Cruz-credo! Brasileiro “quebrava o pau por Futebol”, e trocou isso por Política. Poderia ser um fator positivo se entendermos que o debate sobre a vida do país se tornou importante para as pessoas (sempre fomos uma nação não-politizada), mas acabou virando algo ruim: radicalizou-se!

O que leva o cara a passar o dia inteiro numa rede social postando sobre Política, adorando e amando políticos (independente da ideologia ou do nome) e tentando “converter” quem pensa diferente?

É só fanatismo ou é ignorância? 

Discutir sobre Política é uma coisa; forçar que o seu amigo pense como você e outra.

Respeite-se a opinião alheia!

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– Você defende político?

POBRE BRASIL… Só de ler a repercussão do vídeo da reunião ministerial (não tive estômago para assistir, farei, ou tentarei, mais tarde), já desanimei.

Cadê uma liderança honesta, competente, agregadora e positiva?

As diferenças entre Chefe, Líder, Bolsonaro e Lula: quem bolou esse meme, abaixo, acertou em cheio!

E, por favor, se você tem político de estimação ou é apaixonado por partido político, respeite minha opinião.

Em: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/16/um-meme-que-so-conta-verdade/

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– A charge triste, embora real.

Duas pessoas influentes (ícones para alguns), que influenciam muita gente: Bolsonaro e LulaNão as classifico como lideranças positivas, mas respeito seus eleitores. 

Da outra semana até essa, ambos falaram bobagens insensíveis sobre o Novo Coronavírus. E quem bolou esse desenho (retratando o uso político dos discursos e não solidário), abaixo, foi pontual e certeiro na crítica.

Veja:

– As duas falas politizadas e egoístas de Lula e Bolsonaro mostram: o povo é para ser usado!

Parece que neste tempo pandêmico, estamos conhecendo (ou melhor, comprovando) as verdadeiras faces de nossos políticos.

Se no Estado de São Paulo, João Dória não aceita customizar procedimentos a cada município e, no excesso de precaução, peca em medidas generalistas coletivizando a megalópole com as cidades pequenas, no plano federal a coisa é pior: Bolsonaro e Lula usam e abusam de discursos demagógicos que encantam seus aficcionados (mas não iludem, felizmente, os poucos que se mantém sensatos).

Numa triste e infeliz brincadeira, sorrindo como se nada acontecesse, o presidente Jair Bolsonaro disse: 

“Quem é de Direita, toma Cloroquina; quem é de Esquerda, toma Tubaína”.

Quer dizer que o infectologista (ou epidemiologista) Dr Bolsonaro não poderia ao menos se conter nas brincadeiras de mau gosto e politizou mais uma vez a medicação que ainda está em estudo, receitando-a ideologicamente? Postura condenável de quem deveria ser um líder ponderado e unir a nação, independente de confissão política.

Por outro lado, viram a fala de Lula ao Mino Carta (da Carta Capital)? Estava até desacostumado em assistir tamanha cara-de-pau, peculiar ao corrupto ex-presidente. Disse ele: 

“Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus. Porque esse monstro está permitindo que os cegos comecem a enxergar que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises.”

Caracoles! Ele “festeja” no seu íntimo o insucesso da política do seu adversário usando a catástrofe como palanque? O “ainda bem (…) que criou essa monstro chamado coronavírus” deixa bem claro que a preocupação não é humanitária, mas eleitoral.

Triste Brasil, que não consegue ter um só líder agregador… O inimigo comum, que deveria ser a Covid-19, passou a ser aliado eleitoral. Meu Deus.!

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– “Vou perguntar para o Posto Ipiranga”, dizia o Presidente… E agora?

Uma pena que todo o esforço dos eleitores brasileiros para acabar com o projeto de poder criado por alguns membros do PT, baseado em corrupção e crime organizado (comprovadamente mostrado pela Justiça – vide o número de membros do partido e de outros que foram na cadeia) esteja sendo jogado fora pelas atitudes intempestivas do presidente Jair Bolsonaro.

Um chefe de Estado não é um especialista em todas as áreas de importância; no máximo, ele é um generalista acima da média (ou deveria ser) e coloca pessoas de conhecido entendimento nos cargos-chave (aqui no Brasil estão sendo chamados de “técnicos”).

Quando era questionando sobre Economia, Bolsonaro dizia simplesmente que “iria perguntar ao Posto Ipiranga” (em referência à propaganda tão famosa de que quando se tem dúvida, vai no Posto se informar pois lá se sabe e se tem de tudo). Paulo Guedes, no caso, era esse grande especialista. O comportamento do presidente, correto!

Assim como a Fazenda Pública ficou na mão do economista Guedes, outros ministérios importantes foram colocados nas mãos de técnicos: o ex-juiz Sérgio Moro para a Justiça e o médico Luiz Henrique Mandetta para a Saúde. A eles, deu “carta-branca” – que parece ter sido retirada pelo que se lê e assiste.

Penso que, assim como Bolsonaro não entende de Economia e se socorre aos economistas, não deveria ele (que não entende de Medicina) se socorrer aos médicos? Qual é a necessidade de desprezar a INFORMAÇÃO de que a cloroquina não é totalmente segura e deve ser ministrada com cuidado em alguns casos (não na maioria)? Inclua-se, recentemente, os estudos que não recomendam nem aos casos menores, pelos riscos futuros de efeitos colaterais violentos.

Particularmente, me parece que o presidente Jair Bolsonaro, quando estava quieto e deixando o corpo técnico trabalhar, tudo funcionava bem. Na 1a grande crise que teve que enfrentar, bateu no peito e subiu na arrogância, chamando a responsabilidade para ele e no tom autoritário que deveria evitar, deixou de ser um líder (talvez nunca foi) e passou a se comportar como “chefe-mandão”.

Uma pena. O Brasil vive uma discussão bipolarizada entre o que é menos ruim: gestores corruptos de outrora ou gestores incompetentes de agora!

Insisto com amigos: quero políticos honestos e competentes.

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– 17 anos de cadeia confirmados para Lula, “a alma viva mais honesta do Brasil”, segundo ele próprio.

O TRF-4 manteve hoje a condenação em segunda instância de 17 anos de prisão (pelo caso do sítio de Atibaia) a Lula, sendo esse um dos 7 processos de corrupção que o ex-presidente, chefe do Petrolão, responde.

E pensar que um dia esse cara enganou o povo direitinho, se reelegendo e dizendo sempre, a cada escândalo do PT, que “não sabia de nada”. Ousou dizer aquela frase de que era “a alma viva mais honesta do Brasil”.

Uma pessoa que age dessa forma, por incrível que pareça, consegue ter apreço de muita gente. É o fanatismo ao Lulismo que se assemelha ao fanatismo Bolosnarista, ou seja, o de colocar o político num pedestal e nunca aceitar seus erros.

Xô, fanatismo.

O ex-presidente Lula discursa durante evento em Recife, no dia 17 de novembro — Foto: Adriano Machado/Reuters

– Elogiar e Criticar Bolsonaro: a árdua missão de ser ponderado. Sobre Deus e o Diabo na Política.

Quando você elogia alguma coisa do presidente, vira Bolsominion. Se critica, vira comunista. Culpa (insisto sempre nisso) dos algoritmos do Facebook, que te levam a interpretar do jeito que lhe melhor agradar e visualizar coisas seletivas.

Está difícil ser sensato e manter-se honesto às opiniões. O mundo ficou chato e o ambiente virtual, desvirtuado (ou se preferir: fanático).

Deus para seus radicais e Diabo para seus opositores: esse é o Jair Bolsonaro, que para o cidadão que tem os pés no chão e fala sem paixão, simplesmente é o Presidente da República, um homem que erra, acerta, divide, e que faz muita coisa polêmica, não sendo nem Jesus e muito menos Lúcifer.

Mas esse humano Messias dá medo? Claro que dá! Quer prova disso? A manifestação em Brasília neste domingo…

Vamos lá:

Me recordo muito dos atos pró-Lula: ai de você se falasse mal de Luís Inácio (principalmente antes da descoberta de todos os esquemas de corrupção). Ele era o Antonio Conselheiro dos anos 2000! Criou no seu auge uma legião de fanáticos, que abarca até mesmo quem não conheceu sua história e os mais jovens que pensam ser ele um cara “honesto”. Não nos esqueçamos das suas condenações e dos seus processos… Um “quase Maluf”, expressão que os mais antigos entenderão bem.

Bolsonaro imita Lula no discurso demagógico e no trato com seus eleitores. Tem carisma para aqueles que votaram nele, isso é inegável, e um presidente precisa de apoio para governar. As reformas realizadas e a estruturação econômica são graças a esse voto de confiança da população que nele apostou. Entretanto, Collor, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro tem algo em comum: não ganharam os votos da maioria dos brasileiros, mas de uma maior parte deles. Afinal, some-se o número de votos contrários, brancos e nulos. Dessa forma, saber atender os anseios de quem não votou no vencedor é tarefa também do presidente, que governa não para os seus eleitores, mas para o Brasil (contrariando o ditado de que “A Voz do Povo é a Voz de Deus”).

Quando era criticado, Lula detonava a Rede Globo (“O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”). Agora, Bolsonaro faz o mesmo com a emissora (“Globolixo” e outros trocadilhos ruins). E se socorre à parte da imprensa que se apoia nele (vide a Record, por exemplo, de Edir Macedo).

Entre críticas ao comportamento (principalmente de desdém ao Novo Coronavírus, beirando a irresponsabilidade em atos não-exemplares) e elogios (às ações da equipe econômica e a diminuição da criminalidade), há muita contradição.

  • Defender a honestidade mas blindar os filhos e os aliados que estão na mira da Polícia Federal? Olha aí a história de Deus e o Diabo
  • Sair na rua em ato contra os Poderes Legislativo e Judiciário como hoje e ao mesmo tempo falar em harmonia dos três poderes? Deus e o Diabo na contradição presidencial…
  • Falar como há pouco em defender a Constituição e a Democracia mas ficar alardeando que tem apoio das Forças Armadas (e Dudu Bolsonaro tendo exaltado o AI-5 dias atrás)? Deus e o Diabo

Enfim: a semelhança maior do que se pode imaginar de Bolsonaro como um Lula de Direita, tirando a corrupção e reforçando a personagem de líder popular em referência aos seus apaixonados seguidores, é o fato de exaltar a condição de “NÓS contra ELES”.

Nós quem, cara-pálida?

Somos um só Brasil, de diversas culturas num mesmo pedaço gigante de terra. A mesma história vivida por 14 anos de lulismo (8 de Lula e 6 de Dilma Russef) não pode se repetir agora, só trocando a Esquerda pela Direita.

Tomara que as ameaças feitas nesse Dia Internacional da Liberdade de Expressão (Deus e o Diabo novamente apareceram, pois tivemos, ao invés de respeito à data, agressões a jornalistas) tenham ficado só no discurso. Lula quís um dia controlar a mídia, assim como Bolsonaro fala sobre concessão de TV e militarismo.

Que Deus tire da cabeça dos políticos os desejos do Diabo de que os homens se achem iguais em imagem, semelhança e poder ao Altíssimo. É esse o medo que tenho do presidente: o Poder, gerando desvios como birra e vaidade!

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Ops: opine a vontade sobre esse texto, mas respeite a opinião alheia – sem sobrepor / querer impor sua opinião a fim de mudar a dos outros.

– Justiça (pontualmente) ao Lula, ao Bolsonaro e ao Doria (sem ser advogado do Diabo).

Seriam tópicos distintos, mas como falam de Justiça e Injustiça, achei melhor uma única postagem (pois o assunto é delicado e não-aceito por muitos). Vamos lá:

1. Dias atrás, falamos sobre a acusação da Dona Marisa Letícia, viúva de Lula, e os R$ 256 milhões aplicados em CDB. Claro que pelo histórico do ex-presidente (que um dia disse que ela ganhou dinheiro vendendo Avon), seria dúbio acreditar na defesa dos advogados de que ela não tinha esse valor, mas sim 26 mil reais e que tudo isso era fruto de erro de digitação.

E não é que era erro de digitação mesmo? Como deixamos em aberto a chance de isso ser verdade (embora, repito, o passado de Lula comprometia a credulidade), é justo e correto fazer a postagem do fato.

2. Sobre Bolsonaro e a pendenga com o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta: embora o trabalho técnico do médico Mandetta seja correto, necessário e oportuno, o presidente Jair Bolsonaro é seu chefe. Ficar na situação do “chove-não-molha” na questão de pedir demissão ou não, torna-se cansativo. Com todos os defeitos que Bolsonaro mostrou, torna-se uma sacananem o que o Secretário da Vigilância Sanitária Wanderson de Oliveira fez: anunciar que todos estavam demissionários, dar a entender que sairia com toda a equipe e depois “Des-demitir-se”.

Nessa, apesar de não concordar com os maus exemplos de aglomeração demonstrados (nem com a interferência na política de combate ao Novo Coronavírus), Bolsonaro não está sendo o “vilão da história”, e sim vítima (especificamente com o Secretário): o país trava mesmo e parece birra. Se não está contente com o chefe, saia, mas não fique dando espetáculo ou chilique na imprensa.

3. Dória tem sido atacado pelas medidas restritivas, e errado (na minha humilde opinião) em mandar prender quem descumprir. Sugerir e incentivar o resguardo é necessário, correto e infelizmente um mal a ser aceito pelas circunstâncias. Mas ser acusado de promover “levante” por discordar das ações Federais frente às Estaduais, aí não.

Ora, o Governador conhece mais a realidade do seu Estado do que o Presidente (e, por lógica, os Prefeitos conhecem melhor os seus municípios do que os Governadores). Federalizar as decisões não é correto, e Dória têm razão nesta particularidade.

É difícil defender político, mas em questões de Justiça e Coerência, a ponderação não pode ser substituída por vieses ou comentários movidos a paixão.

Lula, Doria e Bolsonaro: o coronavírus é passageiro; estes trastes ...

– Os 256 milhões a serem explicados.

Um juiz pediu explicações sobre 256 milhoes de reais aplicados em CDB no nome da falecida dona Marisa Leticia, a 2a esposa de Lula. Pela logica, crê-se em dinheiro fruto de corrupção (uma pequena parte dos absurdos já mostrados até agora, da danosa gestão do PT nos últimos anos com Petrolão e Mensalão).

Por outro lado, os advogados da família de Lula dizem que esse dinheiro não existe, que foi um erro de digitação e que seria Fake News!

Depois de tudo o que se soube dos esquemas de corrupção, difícil crer em tais declarações… vendendo Avon, como demagogicamente um dia Luís Inácio falou, esqueça.

Os detalhes em: https://jovempan.com.br/noticias/brasil/juiz-esclarecimentos-aplicacao-marisa-leticia.html

– Saudade do Orkut! Faça o teste e comprove: Lula, Bolsonaro, Coronavírus e outros temas espinhosos ganham corpo com os Algoritmos do Facebook

O antigo Orkut tinha uma timeline que permita personalizar assuntos que surgissem em primeiro lugar de interesse, além de, simplesmente ocorresse a aparição conforme cada amigo publicasse (sequencialmente, por ordem de postagem), à escolha do usuário.

Mais ou menos assim é também a timeline do Twitter. Você escolhe o que quer que apareça primeiro: os assuntos principais (que estão “bombando”) ou as postagens por ordem cronológica de todos os seus seguidos.

Já o Facebook… permite que vejamos preferencialmente as publicações de pessoas que escolhemos como principais ou, caso não desejemos, automaticamente nos empurra o que os seus algoritmos impõe a nós. Nada de ver as postagens por ordem e dia de cada um dos seus amigos virtuais. É por isso que de repente surge uma publicação de 3 dias atrás, mas não a publicação da última meia hora.

Por culpa disso, o Facebook acaba sugestionando preferências que sua inteligência artificial escolhe para nós. Quer maior prova disso? Os temas que envolvem política!

Se você tem interesse objetivamente em notícias do presidente Jair Bolsonaro ou do ex-presidente Lula, você verá com muita frequência essas publicações. Se você tem preferência em temas de louvação da Direita ou da Esquerda, sua timeline vai mostrar várias postagens desses assuntos. É por isso que para muitos, o mundo correto é o da Direita e para outros é o da Esquerda porque o Facebook lhe quer agradar com sua vontade!

Mas há um problema nisso: as pessoas que procuram ser ponderadas e que nas Redes Sociais escrevem os nomes de Bolsonaro, Lula, Dória (usando hashtags especialmente), emitindo opiniões independente de ideologia, receberão carga de visualizações de todos os lados! Assim, ao invés da sua postagem ser “isenta”, passará a ser vista como “comunista” por fanáticos de Bolsonaro e como “chapa-branca” por radicais de Lula.

A boa notícia é: as pessoas centradas e ponderadas visualizarão as diversas linhas e poderão entender que se fala sem paixão ou adoração a Político X ou Político Y, independente de ele gostar de Lula ou de Bolsonaro (os extremos ideológicos).

A má notícia: cada vez mais um fanático verá aparecer postagens com tendência de crítica ao seu político de estimação, seja qual for a linha – e sem respeitar a opinião alheia, querer sobrepor.

Você poderá ter 50 publicações num mesmo dia, sendo 49 mais importantes de diversos assuntos abordados, mas 1 (a que tem a maior importância nas Redes pelo Facebook, e no caso é a de assuntos da política) ganhará destaque muito maior!

Assim, antes de rotular alguém de Direita ou de Esquerda, veja a linha do tempo dele e as publicações que aparecem na sua própria timeline. Você descobrirá que está sendo iludido pelas preferências (muitas vezes inconscientes por sua parte mas eleitas pelo Facebook) de um computador com inteligência artificial que quer justamente a polêmica – afinal, esse computador quer que a Rede Social tenha audiência…

Insisto: saudade do Orkut…

Em tempo: não sou fanático por político algum, elogio Bolsonaro, Dória, Ciro, Marronzinho, Lula, Enéas e até Boulos se forem merecedores; se minha opinião for crítica a qualquer um deles, idem. Sou apartidário (embora, no Facebook sou rotulado de petista ou de bolsonarista, dependendo a quem os algoritmos distribuem a postagem).

O brasileiro que se orgulha de ser “burro” é o retrato da tragédia ...

– Ô, Bolsonaro… obedeça os caras técnicos!

Caramba, que populismo barato. Jair Bolsonaro está lembrando cada vez mais um “Lula de Direita”, cativando os seus admiradores e dando de ombros a todo o resto do Brasil.

O discurso do presidente da OMS foi usado por ele há pouco, trabalhando com um jogo de palavras, a fim de referendar suas ideias de não fazer resguardo. Ele teve a cara-de-pau em repetir a fala de Tedros Ghebreyesus, omitindo as partes onde ele fala as coisas erradas que Bolsonaro tem feito!

Enquanto isso: Mandetta, Sérgio Moro e até Paulo Guedes repetiram o discurso da ciência: é melhor ficar em casa (contrário ao do Presidente da República).

Parece criança birrenta, mimada, que quer se vingar. Pra quê? Confrontar quem está certo nunca é prudente.

Se hoje já explodiu para um número assustador (200 mortes em tão poucos dias no Brasil), imagine se as pessoas estivessem relaxadas?

Discutir entre Saúde e Economia, como se tem feito equivocadamente, é ruim. Mas sem saúde, não há vida. Sem vida, não tem Economia – e esse caminho é menos nocivo.

Uma pena que o discurso político e vaidoso do presidente Jair Bolsonaro seja esse. Insisto: vai ficar marcado como Lula em questões de fanatismo dos seus seguidores: uma parcela que, estando certo ou errado, é eleitor cativo.

URGENTE: “OMS se associa a Jair Bolsonaro”, diz presidente (veja o ...

 

– A Globo é de Direita ou de Esquerda?

Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:

  • Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
  • Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim é chapa-branca, golpista e outras qualificações.

Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol: todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…

E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?

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– As culpas de Lula ontem e de Bolsonaro hoje no despreparo para o Novo Coronavírus. Cadê um líder? (leia o texto todo antes de criticar).

Em 2008, o presidente Lula, de maneira arrogante alegou que a crise mundial provocada pelo Spread Imobiliário seria uma “marolinha”. A recessão veio, e ainda gastamos horrores numa Copa do Mundo e numa Olimpíada desnecessárias à nação. O dinheiro dos estádios e das instalações esportivas, somados aos valores absurdos de corrupção (como o Mensalão e o Petrolão – ambos da gestão Luís Inácio), se não fossem surrupiados dos cofres públicos, poderiam trazer inúmeros benefícios à Saúde Pública do Brasil. Mas… para onde foram esses recursos?

Neste 2020, o presidente Bolsonaro, de maneira autosuficiente subestimou o Novo Coronavírus alegando que era somente uma “gripezinha”, se comparado com a facada que levou. Insosso, brigando com as pessoas e dividindo opiniões, descumprindo as recomendações do seu próprio Ministro da Saúde. Além disso, dando demonstrações intempestivas e, muitas vezes, despreparadas.

Cadê a responsabilidade desses dois senhores? Presidentes populistas, o primeiro marcado pela corrupção e o segundo pelo despreparo. Ambos (lamento muito ter que escrever isso) nocivos ao Brasil, pela demagogia mostrada a seus adoradores. 

Insisto em bater numa tecla: falta LIDERANÇA neste país, que carece de um homem honesto e competente para ser exemplo e modelo a ser seguido pelas pessoas. Nesta, apesar de não gostar dele (pela falsidade em prometer seguir os 4 anos à Prefeitura de SP e descumprir, além do oportunismo do “BolsoDoria” no segundo turno), sou obrigado a aplaudir João Dória pela entrevista que concedeu neste sábado. Estava sereno, cortês com os jornalistas, rodeado de especialistas, agregando a população e se antecipando ao Governo Federal.

Gostei do que li no twitter do Padre Joãozinho, SCJ, e que expressa o que penso:

“Líder é uma pessoa com VISÃO que gera COESÃO em vista da AÇÃO. Numa hora de pandemia a população precisa mais de líderes que gerem coesão social para criar ações e comportamentos eficazes. Fechar os olhos e dividir as pessoas é uma atitude de anti-líderança que não se sustenta!”

Perfeito. Serve para Lula 2008 e Bolsonaro 2020. Precisamos de presidentes líderes, não políticos demagogos.

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– O comportamento brasileiro frente ao Coronavírus! Êta irresponsáveis, né não, Lula e Bolsonaro?

Hoje se discutia a possibilidade ou não de paralisação dos campeonatos de futebol. HOJE, somente. Muitas pessoas de “férias forçadas”, mas não ficando em suas casas (pelo calor, por compromissos, por isso, por aquilo, pela viagem curta à praia, etc). Aparenta que o Coronavírus aqui será bobagem, segundo muitos (a turma do: “não é bem assim…”).

A França fechou suas fronteiras. A Alemanha idem. Nos EUA, até as praias da Costa Leste estão fechadas. A Espanha colocou a população inteira em quarentena, há pouco. A Itália está apavorada (300 mortes somente ontem). O mundo pirando, mas… nunca levamos a sério tudo isso.

Se não bastasse a irresponsabilidade de Bolsonaro neste último domingo (entenda e leia aqui: https://wp.me/p4RTuC-p5H), agora descobre-se que o ex-presidente e ex-presidiário Luís Inácio Lula da Silva, após 12 dias na Europa, não quís se submeter ao teste de Coronavírus e nem guardar resguardo, conforme noticia o jornalista Guilherme Amado, em sua coluna na Época. As informações divulgadas que seu exame deu negativo eram fakes.

Como se vai cobrar o povo se os “ídolos políticos” de Esquerda e de Direita se fazem de “super-homens” (ou melhor: querem se perfazer) e querem demonstrar imunidade contra o Covid-19?

Infelizmente, vivemos um momento onde se aproveita o fanatismo de alguns e se cria um clima caótico de louvação disfarçada ao caos… que vira realmente caos!

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