– A perspicácia de Boechat com o bandido do golpe do Celular!

O falecido jornalista Ricardo Boechat era um cara realmente acima da média. Veja só esse incrível vídeo onde ele liga a um dos caras que envia mensagens que você “ganhou um prêmio pelo celular” e pede para entrar em contato.

Tudo sobre como funciona o golpe, os “finalmentes” e… com excepcional bom humor ele acaba dizendo ao bandido que já sabia que era golpe e acaba conseguindo para que o militante, preso em Fortaleza-CE, também de forma bem-humorada, conte sobre sua vida e os seus esquemas.

O futuro do golpista quando sair da cadeia?

Só assistindo o vídeo para descobrir, em: https://www.youtube.com/watch?v=MoG6Z_Yrd08

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– O gol corretamente anulado pelo VAR em Santos 2×0 Red Bull e… a comparação com um filme!

Vou assistir com minhas garotas Capitã Marvel no Cinema (calma, é postagem do Santos FC mesmo). Tenho possibilidades de vários horários (tarde, noite), de salas (2D e 3D), de áudio (original e legendado) e em vários cinemas (Cinépolis, Cinemark, Moviecom e Kinoplex na minha região). 

Preço? Variando de 30,00 a 40,00 dependendo da escolha. E são várias opções…

Quer dizer que o Santos jogou no Pacaembu numa partida eliminatória em uma noite agradável para 20.000 pessoas aproximadamente, com o custo médio de R$ 26,60 / ingresso?

Mas é um evento único, não várias opções como o Cinema! Deveria custar mais caro… O futebol está desvalorizado ou o cinema está caro?

No bom jogo deste sábado, fica os parabéns para o Bandeira de Vídeo Emerson Augusto de Carvalho (o nosso árbitro assistente da Copa do Mundo), que anulou corretamente o que seria o 1o gol do Santos!

Como disse numa postagem anterior, usar o equipamento do VAR é para os competentes!

Aliás, e o Dionísio? O homem que foi criticado por estar no campo e passar informação externa na final do Paulistão 2019 (Palmeiras x Corinthians que rende até hoje) estava escalado (por ele mesmo?) como Avaliador de Campo no Paulo Machado de Carvalho. E estará no confronto da volta no Moisés Lucarelli. Gozado, não estaria no Palestra Itália nunca?

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– A Graça da Vida é… viver!

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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– Novorizontino 1×1 Palmeiras: o VAR é algo ótimo, mas se não usar adequadamente…

Dois importantes erros do Árbitro de Vídeo no primeiro jogo das Oitavas de Final do Campeonato Paulista 2019, ambos de lances interpretativos, mas que considero ter ocorrido de maneira equivocada pelo VAR.

1- O Gol do Novorizontino: quando a bola chega a Murilo (NOV), que a domina e bate para o gol e na sequência do rebote do goleiro Fernando Prass (SEP) sai o tento, o jogador do time do interior está com o braço aberto, estende o poder de interceptá-la a uma razoável distância e a domina. Ali, é o movimento antinatural, a intenção disfarçada de tirar proveito disso. O árbitro Raphael Claus estava encoberto pelo tronco do próprio Murilo e não vê. Como todo gol precisa ser revisado pelo VAR, falhou o árbitro designado pela tarefa, Thiago Duarte Peixoto.
IMPORTANTE: a partir de 01/06/2019 a regra mudará para essa jogada: bolas que toquem mesmo que involuntariamente na mão de atletas que estão no ataque e resultem em gol serão considerados lances irregulares.

2- O Pênalti para o Novorizontino: diferente do domínio de Murilo, o defensor Antonio Carlos (PAL) está na frente do cruzamento de Danielzinho e a bola explode em seu braço que está em posição naturalcom rapidez, distância pequena e involuntariamente. Não é pênalti, e foi essa a interpretação inicial do árbitro. Entretanto, após o VAR chamá-lo, voltou atrás e resolveu marcar toque voluntário e pênalti (defendido por Fernando Prass).

Enfim: má estreia do VAR no Paulistão. E “pano-pra-manga” para palmeirenses mais exaltados alegarem má-fé (eu não acredito nisso, penso em incompetência) da FPF em retaliar o time que está de relações cortadas com a entidade (e que nem foi no conselho arbitral das fases finais).

A ótima iniciativa do Vídeo-Árbitro de nada adiantará se o material humano que a opera não for competente o suficiente. A tecnologia também tem seus limites.

ATUALIZANDO: Sobre o 1o gol do jogo: na imagem da FPF, bateu na barriga em visão frontal, não há dúvida. Mas a preocupação é a visão de lado. Ele não ajeita com o braço? Precisaria também de um lance lateral (que ainda não apareceu), pois temos uma imagem lateral da SporTV e essa da FPF que só é frontal – assim, 1×1 na dúvida.

 

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– A Montanha-Russa da Vida

Visualizei no perfil do LinkedIn de Ronaldo Nascimento essa analogia fantástica, e não tem como deixar de compartilhar.

Assistam ao vídeo com a explicação abaixo:

A estrutura azul escura é Deus em nossas vidas, sustentando-nos em todo tempo! A azul clara é a vida profissional que precisamos estar nela amparados e a rosa é a família, que não podemos nos desprender! Os movimentos nos mostram que a vida é dinâmica e não se pode viver estaticamente, por maiores que possam ser as adversidades representadas pelos movimentos destas estruturas. Temos um Deus que cuida de nós, um emprego para não faltarem as necessidades e nossa família, que é nosso alicerce!

– Vexame de Brasil 1×1 Panamá, apesar dos erros da arbitragem!

Faz tempo que não assistia a um jogo inteiro da Seleção Brasileira, e me decepcionei com o Escrete Canarinho. Apesar de erros de arbitragem para os dois lados (o árbitro português João Pinheiro deixou de expulsar Lucas Paquetá por agressão no primeiro tempo, além de validar o gol panamenho irregularcom todos os atacantes em impedimento), nada justifica a atuação tão sonolenta. Pior do que esse jogo, só a atuação argentina na tarde de ontem contra a Venezuela (já citamos aqui os erros em outra postagem).

Que encanto tem em assistir a Seleção? Eu, que gosto e acompanho futebol, muitas vezes via a fisionomia dos jogadores quando não identificados e me questionava: “Quem é esse cara? Joga aonde mesmo?”

No meu tempo de moleque, Brasil x Panamá garantidamente começaria com um placar projetando 4×0 (pois 3×0 não era considerado como goleada). Hoje, aceita-se empate com as desculpas de que “está se preparando, é teste, faltou entrosamento…”.

Até quando estaremos nos preparando? Cansou esse subterfúgio!

Time vai ter muito trabalho na Copa América.

Em tempo: parabéns para a festa dos panamenhos, vibrando até em substituição!

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– Como aprender melhor?

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?

Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!

Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro, pg 90

TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS

O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar

por Márcio Ferrari

Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.

Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:

1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.

2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado

3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

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– Se (eu disse SE) a explicação do VAR foi para todos os clubes, parabéns FPF!

Sou todo tempo em que infelizmente acreditava-se que toda a informação para os clubes deveria ser buscada na FPF, e não ela multiplicar o conhecimento. Aos poucos, por força até da nova ordem social, isso mudou.

Leio que o Santos FC teve uma palestra por parte da FPF sobre o funcionamento do VAR. Ótimo, espero que todos os clubes também tenham tido essa experiência, e não somente seus dirigentes no evento do Conselho Arbitral.

Não achei a informação se a iniciativa partiu da FPF ou do clube, mas penso que todos os times tenham que ter essa orientação. E a iniciativa legal seria: juntar no salão nobre da FPF os jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nessa nova fase (cabe todo mundo sim), e orientá-los (em conjunto, para que ninguém diga que algo foi falado a alguma equipe que outra não tenha ouvido). Repito: passar as informações apenas aos cartolas é bobagem. 

Um apontamento: será que as pessoas envolvidas na CEAF / Diretoria de Arbitragem, que estiveram em campo na “final que não acabou ainda para os palmeirenses”, no imbróglio da ajuda externa da decisão do Paulistão 2018, foram visitar o CT do Palmeiras também?

Tomara que tudo funcione muito bem e que o Árbitro de Vídeo não tenha trabalho. Se tiver, que tenha sucesso.

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– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

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– A decepção Argentina contra a Venezuela (apesar de um gol irregular…)

O que está acontecendo com os hermanos, não?

A Argentina perdeu na Espanha por 3×1 da Venezuela, numa vexatória apresentação. Me recordo do fatídico jogo em que os nossos vizinhos foram goleados pela maravilhosa geração da Colômbia em casa, nos anos 90, além do recente mico contra a Bolívia (com Messi e tudo). Desta vez, não dá para falar de atitude, superação do adversário, ou qualquer outra desculpa. Jogou mal para um bom time venezuelano (que tem Dudamel no comando, mas não é nenhum encanto acima da média).

Alguém poderá dizer que o 1o gol venezuelano – irregular – ajudou a atrapalhar os nervos. Nem isso… 

E sobre o gol, vamos lá: surgiu de uma cobrança rápida de faltao que é permitido. O batedor não precisa esperar a formação de barreira (foi muito esperto o atacante); entretanto, a bola precisa estar imóvel, e não estava. A falta rápida foi cobrada com a bola em movimento.

Insisto: apesar disso, pelas condições dos jogadores, elenco, valorização (por ter Messi em campo), e até mesmo por questões políticas (A AFA está uma inhaca, mas Nicolas Maduro deixou nosso vizinho do norte numa miséria), é obrigação a Argentina ganhar da Venezuela. 

Por isso o futebol é legal: nem sempre a lógica prevalece!

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– Abacaxi Vermelho? É coisa boa e de brasileiro!

Não é fruto de experiências transgênicas, mas da inteligência da ciência usada na natureza: vem aí o abacaxi vermelho, com sabor de tutti-frutti e casca comestível!

Extraído de: http://saude.abril.com.br/alimentacao/vem-ai-o-abacaxi-vermelho/

VEM AÍ O ABACAXI VERMELHO

Essa fruta, carregada de substâncias benéficas, é resultado de muitos anos de trabalho com melhoramento genético – mas não é transgênica. Confira:

Por Thaís Manarini

Não, a fruta não é transgênica – longe disso. Para chegar a essa cor, o biólogo Pedro Nahoum, da Botânica Pop, no Rio de Janeiro, cruzou várias espécies de abacaxi por duas décadas. Foi daí que surgiram Cesar e David, as variedades vermelhas.

“O tom vem da presença de antocianina, a mesma substância que está na uva”, explica. Ela tem uma baita ação antioxidante. Mas de que adianta ofertar antocianina nessa parte se as pessoas costumam descartá-la? Bom, escuta essa: “Mais lisa e macia, a casca desses abacaxis pode ser consumida”, conta Nahoum. Isso também permite o aproveitamento da bromelina, enzima que facilita a digestão e é detectada sobretudo na camada externa do alimento. E não é que assim dá pra comer o fruto em gomos?

CARACTERÍSTICAS DO ABACAXI VERMELHO

O abacaxi vermelho deve chegar ao mercado no final de 2017. Veja suas características:

  • Possui antocianina
  • Tem aroma de tutti-frutti
  • Pode ser cultivada sem agrotóxicos
  • Dá para degustar a casca, que tem uma enzima importante

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– Red Bull Brasil: o bom momento, como foi o Planejamento e o que está desenhando como Estratégia.

Há tempos o Red Bull Brasil, emergente (embora novata) equipe de futebol, planeja crescer. Por isso, a Folha de São Paulo foi descobrir os segredos do atual sucesso no Campeonato Brasileiro e qual a realidade nas futuras negociações.

Na matéria abaixo, “coisas” que jundiaienses torcedores do Paulista FC já ouviram: querem estádio, torcida, praça e tradição. Entretanto, convido a atenta leitura para “como se dá a profissionalíssima administração”.

Quem já viu uma Red Bull Fest promovida antes dos jogos (mesmo sem torcida) impressiona-se com o marketing agressivo. E se tivessem torcedores?

Abaixo, extraído do Blog do Ricardo Perrone, em: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br

RIVAIS FALAM DE BRIGA, SALÁRIOS ATRASADOS E PENHORA. Red Bull FALA EM CRESCER

Bruno Carbone, membro do Comitê de Gestão do Santos, havia acabado de passar pelo constrangimento de responder sobre os salários atrasados no clube. Pouco depois, foi a vez de o corintiano Andrés Sanchez digerir perguntas sobre a penhora da taça do Mundial de Clubes de 2012. Para completar, Lugano foi indagado exaustivamente sobre a crise do São Paulo e a briga do goleiro Jean com o técnico interino Vagner Mancini. Enquanto isso, num canto do salão da Federação Paulista, Thiago Scuro, CEO do Red Bull Brasil era questionado se estava surpreso com a primeira colocação geral de seu time até aqui no Estadual. E se é verdade que está sendo acertada a compra de outra equipe para fazer sua agremiação crescer.

As cenas ocorridas depois da reunião na FPF para detalhar as quartas de final do Campeonato Paulista, na última quinta (21) mostra o contraste entre o momento vivido por três grandes de São Paulo administrados da maneira tradicional no país e um jovem clube-empresa.

Fundado em 2007 como parte da estratégia da fabricante de energéticos de fortalecer sua marca, a Red Bull Futebol e Entretenimento Ltda., seu nome oficial, não tem eleição para presidente, logo está livre de brigas entre oposição e situação. O CEO e demais dirigentes não dependem de votos para se manter no cargo, mas do cumprimento de metas estabelecidas em conjunto com a matriz na Áustria. Técnico e jogadores também encaram esse sistema de avaliação.

Para Scuro, o time que manda seus jogos em Campinas, leva uma vantagem enorme sobre os concorrentes por não ter que lidar com disputas políticas. “Nós dedicamos a maior parte do nosso tempo pra discutir futebol, melhoria de gestão, como melhorar a equipe, a estrutura. 100% do nosso tempo é dedicado em discussão técnica. Eu dedicava um tempo relevante no Cruzeiro para discutir política, imprensa e opinião do torcedor. São discussões que não vão fortalecer seu time em campo”, disse ao blog Scuro, ex-dirigente cruzeirense.

Investimento maior

Livre das trocas de chumbo entre oposição e situação, o Red Bull está preso a uma rígida burocracia que inclui reuniões em setembro em Salzburg com representantes da matriz para discutir a temporada seguinte, definindo metas e orçamentos. Foi assim que em 2018 o projeto que levou a equipe a se classificar em primeiro lugar para ás quartas de final do Paulista ganhou corpo. Ficou estabelecido que o investimento seria mais agressivo nos dois anos seguintes para tentar levar a equipe para a Série C do Brasileiro. Em 2019, a meta ser cumprida é se diferenciar de seus rivais diretos no interior de São Paulo e conquistar uma vaga na Série D do Brasileiro. Se passar pelo Santos (o primeiro duelo acontece neste sábado, no Pacaembu, às 19h30), a classificação estará assegurada. Porém, mesmo se for eliminado, as chances do Red Bull são grandes. Só uma combinação improvável de resultados tira o clube da quarta divisão nacional.

Da Áustria também veio a ordem para que o Red Bull Brasil compre uma equipe maior com o objetivo de ficar mais perto da Série A. A direção do clube não se pronuncia sobre o assunto, mas o blog apurou que as negociações para a compra de um time com vaga na Série B estão adiantadas. A negociação, como num passe de mágica, faria o Red Bul alcançar duas metas: ficar mais perto da elite e contar com uma torcida maior.

O pequeno número de torcedores é um dos problemas da atual equipe. “Torcida hoje é uma desvantagem nossa. Os jogos em casa tem uma atmosfera pouco motivadora para os jogadores”, afirmou Scuro.

Chegar à Série B já neste ano, concluindo a compra de outro time, seria importante para alcançar a estratégia da matriz de expor sua marca nacionalmente e por um período maior do ano. Com pontos corridos, primeira e segunda divisões asseguram jogos e visibilidade por mais tempo na temporada. Além disso, o Red Bull Brasil destoa de seus irmãos estrangeiros que fazem parte da elite em seus países. Na Áustria, a equipe vem colecionados títulos seguidos no campeonato nacional da primeira divisão. Na Alemanha, o Red Bull Leipzig é o terceiro colocado da principal divisão. Nos Estados Unidos, o New York Red Bulls também está na elite.

Relação entre salário e minutos jogados

Na avaliação da direção do Red Bull Brasil, se ingressar na Série B já em 2019 por conta da compra de outra equipe, o elenco atual, com alguns ajustes, pode alcançar a vaga para disputar a Série A de 2020. Um dos motivos de confiança dos atuais gestores é o fato de os jogadores com melhores salários serem todos titulares. Para eles, isso significa que o trabalho foi bem feito e que a equipe está forte.

A quantidade de jogadores com salários mais altos atuando é tão importante no clube que é um dos quesitos para se avaliar a continuidade dos executivos. A lógica é que se reforços contratados a peso de ouro estão no banco, situação comum nos grandes clubes brasileiros, algo não foi bem feito pelos dirigentes.

O mesmo vale para a quantidade de contrações. Se a cada ano é preciso reformular praticamente o elenco inteiro, outra situação frequente nas principais equipes brasileiras, os executivos são mal avaliados. Isso porque as contratações não estão sendo precisas. Para fazer suas avaliações, o clube usa o BSC (Balanced Socorecard), método utilizado por empresas para acompanhar o desempenho de seus funcionários. No caso do Red Bull, ele ajuda a calcular o custo de cada ponto conquistado pelo time e do minuto jogado por seus atletas.

Com práticas como essa, o clube-empresa acredita que pode evitar fenômenos como manter um treinador que não tem o nível esperado, mas consegue bons resultados momentaneamente. “No modelo tradicional, o futebol permite que maus profissionais cresçam no meio, continuem, por causa de um bom resultado pontual”, disse Scuro.

Para o dirigente, o sucesso do time no Campeonato Paulista passa pela escolha de Antônio Carlos Zago como treinador. “Ele tem a filosofia de jogo do clube, de agredir o adversário. Isso é fundamental para o trabalho dar certo. O estilo do técnico tem que se encaixar com o da equipe e o clube precisa entender o técnico’, afirmou o dirigente.

Sem grande receita de bilheteria, o Red Bull Brasil sobrevive basicamente da verba enviada pela matriz austríaca como forma de patrocínio. O dinheiro vem carimbado e todos os departamentos têm que ter controle para assegurar que a grana será gasta apenas como o que foi estipulado.

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– Sábado com 7 fotos inspiradoras!

Bom dia Amigos!

Como muitos sabem, fotografar é um grande hobby que tenho. É barato (se falando em custo) e um barato (se falando em prazer).

Neste sábado, alguns cliques mobgráficos (fotos pelo celular) para motivar e inspirar!

Aliar a fotografia ao esporte, à fé e à natureza é muito bom!

Começamos por ontem: depois de um dia frio, com muito vento, eis que no final da tarde o céu começou a abrir. O clique 1 do astro-rei entre as nuvens:

Pois bem: logo cedo, antes de iniciar a atividade física, fui colocar o lixo na rua e… olha só a paisagem que me esperava da manhã/madrugada no colorido clique 2:

Pronto para suar, fui me preparar com um aquecimento bacana para a corrida. No clique 3, apenas um incentivo para a boa prática esportiva:

Durante o treino, conversando com Deus e rezando para o Cristo Salvador. Aqui, o registro da Capela do Santíssimo do Sacrário da Igreja de São João Bosco, da Diocese de Jundiaí, onde se sedia nossa paróquia. Clique 4 de adoração:

Pós-treino, o alongamento no jardim entre as flores. Veja a rosa de pétalas gotejadas e que nos faz contemplar o quão a natureza é bela. O clique 5 segue:

Já com o dia bem vivo, vendo no horizonte o céu clarear. O incrível clique 6 de sol reluzente e que desperta Jundiaí, nossa Terra da Uva:

Após tantas poses, despeço-me desejando um ótimo sábado com o clique 7, onde vou cumprir as tarefas paternais com minhas filhotas lindas que a esposa querida me deu: ser cavalinho delas! Delícia de vida:

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