– A nova e triste denúncia de abuso sexual contra o ex-FIFA Óscar Ruiz

No começo da carreira (me recordo dele jovem, apitando no Pacaembu Corinthians 8×2 Guarani), o jovem árbitro Óscar Ruiz mostrava ser diferente com o apito na boca. Passou o tempo e se acomodou com a fama. Ao término da sua carreira, virou árbitro comum.

Boatos de que assediava sexualmente outros árbitros colombianos começaram a surgir e, infelizmente, ganharam ainda mais volume nessa semana.

Abaixo,

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/03/13/ex-arbitro-oscar-ruiz-e-acusado-de-abuso-sexual-por-colegas-de-profissao.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=esporte

EX-ÁRBITRO ÓSCAR RUIZ É ACUSADO DE ABUSO SEXUAL POR COLEGAS DE PROFISSÃO

Consagrado como um dos árbitros mais importantes do futebol sul-americano nas últimas décadas e atualmente aposentado da profissão, o colombiano Óscar Ruiz recebeu graves acusações hoje (13) de dois antigos colegas. Hárold Perilla, Carlos Chávez e Julián Mejía, também juízes de futebol, registraram denúncia por chantagem e abuso sexual.

“Faço a denúncia contra o senhor Ruiz por abuso sexual desde 2007 até eu me aposentar. Ele dizia que teria que ter relações sexuais com ele se quisesse chegar longe na arbitragem. (…) em uma pré-temporada, ele tentou me tocar nos testículos e nas nádegas. Era inteligente, não deixava áudios e nem provas”, afirmou Hárold Perilla.

“Tive coragem de denunciar, inclusive quando já era árbitro internacional. Convido as pessoas que foram abusadas para que se animem e denunciem as irregularidades também”, acrescentou Perilla, ex-árbitro Fifa e primeiro do trio a vir a público para citar os supostos abusos de Ruiz.

Segundo Perilla, Óscar Ruiz possuía poder de influência nas escalas dos membros para o Conselho de Arbitragem do futebol colombiano. Quem compartilhava as histórias dos supostos abusos com outros profissionais ou ameaçasse denunciar, era vetado.

Além de Óscar Ruiz, o trio também denunciou Ímer Machado, ex-árbitro Fifa e membro do conselho de arbitragem que teria a influência do renomado juiz colombiano, que esteve presente nas Copas do Mundo de 2002, 2006 e 2010 e trabalhou em quatro finais de Copa Libertadores.

“Conheço Ímer Machado desde 2006, ascendendo ao profissionalismo em 2009 como companheiro de profissão. Ele me colocou apelidos, me cercava e tocava os testículos. Tiveram que me deter várias vezes. Foi terrível. Muitas vezes tocava minha bunda, tratava de desprestigiar meu trabalho”, desabafou Perilla.

“Não denunciei antes, hoje sim. Ruiz também. Temos testemunhas do que aconteceu comigo, reforçou.

Esta é a segunda acusação de abuso sexual sobre Óscar Ruiz. Também árbitro, Germán Mauricio Sánchez afirmou que o renomado ex-juiz colombiano cometeu assédio em 2010. A denúncia veio apenas em 2012. “Não denunciei antes porque queria voltar a apitar internacionalmente”, afirmou Sánchez ao El Tiempo.

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– Agora existe a Sapiossexualidade?

Cada dia, um modismo novo: agora a discussão é sobre o sapiossexualismo, a preferência de pessoas que sentem atração sexual por… parceiros inteligentes!

É mole?

E se o rostinho bonito for de alguém “burrinho”?

Saiba mais, extraído de: https://t.co/zpNVTvopjx

VOCÊ É SAPIOSSEXUAL?

Agora existem até apps específicos para quem diz que se sente atraído pela inteligência alheia. Verdade ou modinha, o que a ciência tem a dizer sobre isso?

Por Ana Carolina Leonardi

Você está zapeando no Tinder quando, de repente, descobre que um possível match se diz “sapiossexual”. Você se sente obsoleto – isso é uma gíria? É uma nova forma de orientação sexual ou identidade de gênero da qual você ainda não se atualizou?

É mais simples que isso, no papel. Sapiossexual é o nome moderno para quem garante que é atraído sexualmente pela inteligência alheia.

Tá bom, tá bom: todo mundo valoriza inteligência em alguém que quer namorar. Nem faria sentido, evolutivamente, se atrair pela pessoa menos intelectualmente capaz do bando de hominídeos ao seu redor – o tamanho do seu cérebro é a prova de que a seleção natural e sexual favoreceu os espertos.

Mas, em teoria, para ser sapiossexual você teria que ir além: a inteligência deveria ser o maior gatilho para você, em termos de excitação sexual – acima dos atributos físicos. É ter tesão, muito literalmente, na inteligência alheia. Com o termo em alta, surgiu até o Sapio, um app de encontros feito exclusivamente para esse público.

Sempre que há um fenômeno estranho há um cientista pronto a estudá-lo. E veja você, em pleno 2018, já temos um artigo científico publicado avaliando o que a ciência tem a dizer sobre os sapiossexuais: quem são? Como funcionam? Como são? Eles existem mesmo?

O estudo, feito na Austrália, criou o Questionário de Sapiossexualidade (SapioQ) para medir com segurança, em uma nota de 1 a 5, o quanto uma pessoa é atraída sexualmente só pelo intelecto. No teste, o participante tinha que concordar ou discordar com frases como “Escutar alguém falar de forma extremamente inteligente me excita sexualmente”.

A maioria das pessoas não tirou notas muito altas no questionário, nem nos outros testes sobre atração sexual e inteligência feitos no estudo. Para elas, outros fatores tinham influência superior à atração sexual.

Isso você já esperava né? Mas 8% dos participantes tirou uma nota maior que 4 – sinal de que sim, algumas pessoas são sexualmente atraídas por inteligência.

Mas peraí. Os pesquisadores colocaram mais uma hipótese: se essa relação excitação-inteligência realmente se aplica, então quanto mais inteligente for alguém, mais atraente ela vai aparecer para um sapiossexual, certo?

Errado. Eles testaram como a atração sexual variava de acordo com o QI de um parceiro hipotético. No começo, tudo certo: as pessoas realmente demonstravam muito mais atração por alguém com um QI que fica na média do que por alguém que tinha um QI entre os 25% mais baixos da população.

E a atração sexual ia crescendo conforme o QI subia, até chegar ao QI 120 (mais alto que 90% do resto da população). Aí caía abruptamente! As pessoas se sentiam progressivamente menos atraídas conforme o QI subia acima de 120. Os 10% das pessoas com os QIs mais altos da população eram considerados muito menos atraentes do que seus colegas menos bem-dotados mentalmente.

Entre os 8% que eram sapiossexuais, segundo o SapioQ, a queda era menos pronunciada, mas ainda existia. Um dos possíveis culpados é o estereótipo do gênio destrambelhado e sem habilidades sociais, como o Sheldon, que ilustra este texto.

Ainda que o estudo não afirme categoricamente que o sapiossexual não existe, ele conclui que é extremamente provável que outros fatores não-intelectuais influenciam a atração, em qualquer cenário.

Ah, e vale lembrar: o quanto você é atraído por inteligência não depende da sua própria: pessoas avaliadas como menos e mais inteligentes que a média tinham a mesma chance de curtir pessoas intelectuais (dentro do limite de 120 de QI).

A única diferença é que pessoas mais inteligentes tinham mais aversão sexual a pessoas de baixo QI. Veja só que beleza.

Ser sapiossexual, portanto, não te torna mais inteligente que a média. No máximo, um pouquinho mais prepotente. E a inteligência só é sexy até um certo limite, independente do que você coloca no seu Tinder.

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– Não confunda Educação Sexual com a Ideologia de Gênero

Gosto muito de ouvir a discussão (mesmo detestando o teor do assunto) para tentar entender quais argumentos força-se à compreensão: a turma que defende a Ideologia de Gênero e a que defende como uma forma de Educação Sexual.

Ora, aqui não estamos falando em defesa da homofobia, preconceito ou coisa que o valha. Falamos de respeito indistinto ao cidadão, seja ele LGBTQ+ ou não, sem a apologia de qualquer prática sexual e erotização precoce.

Educação Sexual é prevenção à Saúde, uma forma de mostrar para as crianças a caminho da adolescência a respeito da existência dos órgãos sexuais, funcionalidades e cuidados. Um limiar delicado entre a inocência da infância e ao aprendizado das malícias da adolescência e juventude.

Pesa-me ver que muitos utilizam o argumento da Ideologia do Gênero (onde defende-se a escolha do sexo a querer se seguir) como algo travestido da tão necessária e correta Educação Sexual. São coisas distintas!

É constrangedor (e ouso dizer: um crime moral contra a Educação proporcionada pelos pais às suas crianças) querer forçar ao pobre garoto ingênuo ou a pura menina inocente a “escolher o sexo” ou a se “identificar com algo diferente do que nasceu”. Nasce-se homem ou mulher e o caminho natural da maioria é escolher o sexo oposto para se relacionar, casar e procriar. Sabido é que uma outra parcela acaba preferindo o mesmo sexo, e na nossa sociedade há de se respeitar. Mas insistir com o propósito de que se “escolhe ser homem ou mulher”, fazendo disso uma bandeira imposta nas escolas através de tal equivocada bandeira, é pregar que as crianças, precocemente, desejem o sexo que bem lhe convier ou que sejam influenciadas a escolher. Isso não é Educação Sexual, é Doutrinação / Influência / Apologia, que nada têm a ver com o amadurecimento do indivíduo como pessoa.

Aliás, repararam como tal assunto tornou-se uma bandeira política? A sala de aula não é lugar de tal coisa, nem de partidarismos de qualquer linha (aproveitando a deixa da militância partidária). É lugar de politização (mostrando todos os lados), permitindo o debate sadio e o desenvolvimento do espírito crítico, sem rotular os alunos de esquerdistas, direitistas, feministas ou até mesmo, criando a alcunha disfarçada da heterofobistas. Parece que um homem desejar casar com uma mulher e ter tal comportamento se tornou um pecado!.

Por fim, repetindo o que já foi dito mas com outras palavras que há coisas distintas numa instituição de ensino: cuidado com o Proselitismo a ser evitado versus a Educação Cidadã que deve ser fomentada, pois a escola não deve ser um lugar onde se dê mais importância ao prazer do gosto sexual do que o respeito aos seus semelhantes, aos valores cidadãos e corretos de uma sociedade que carece de mais ética e honestidade.

Sinto pena ao reparar que o sexo, para muita gente influente, passou a ser a coisa mais importante do mundo do que a solidariedade e o socorro para outras causas sociais.

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– Mais um líder religioso acusado de abuso sexual: agora, João de Deus!

Para ser bem transparente antes do texto que escrevo abaixo: sou católico, praticante, andando com os “pés no chão e o coração no céu”; contra qualquer fanatismo e proselitismo, tentando (na medida do possível) ajudar a nossa Igreja que é SANTA e PECADORA a viver na Graça da Santíssima Trindade, de maneira respeitosa às outras crenças e no diálogo interreligioso e ecumênico – que é saudável a qualquer membro das diversas denominações religiosas.

Digo isso pois, a cada escândalo que possa haver crimes sexuais envolvendo padres e bispos (sejam eles quais forem, como os horrendos casos dos EUA e Chile), entristeço muito e penso: “foi fruto da fragilidade humana na fraqueza da fé ou da tentação demoníaca que atrapalha a missão daqueles que são ordenados?”.

Muito se lê sobre abusos no Cristianismo (acusações de pedofilia no Catolicismo e de charlatanismo em ramos Evangélicos Neopentecostais). Claro, não se pode generalizar, são laranjas podres no meio de pessoas que querem promover o bem.

O que me impressiona são as recentes revelações de erros de “líderes religiosos” de discursos impactantes e admirados por pessoas poderosas no meio político e no meio artístico. No prazo de três meses, dois casos gravíssimos inimagináveis!

O primeiro, em Setembro, envolvendo o guru brasileiro conhecido como Sri Prem Baba, que virou Pop Star de celebridades, faz palestras corporativas para graduados grupos, lidera o movimento Awaken Love (Despertar do Amor) e foi acusado de assédio sexual. Curiosamente, as vítimas ouviam o discurso de “desapego de atividade sexual” e o próprio hinduísta pregava a abstenção, da mesma forma como ele praticava ela. Após tudo isso, Prem Baba confessou que o celibato que ele dizia pregar, de fato, não era uma coisa definitiva, e tentou classificar os casos de relacionamento sexual das denunciantes como atos consentidos e independentes de orientação de fé.


O segundo, surgido nesse começo de Dezembro, mostra as acusações contra João de Deus, o médium internacional reconhecido pelas estrelas internacionais. O homem considerado por muitos um sucessor de Chico Xavier, ícone do espiritismo, foi denunciado por várias mulheres alegando que, apesar de terem visto curas espirituais, também eram levadas a uma sala particular e assediadas, onde ele fazia com que as mulheres pegassem em seu pênis e o masturbasse (com a orientação do próprio João de Deus de que não era um assédio sexual, mas um rito de purificação e transmissão de energia). E, pouco-a-pouco, surgiram (e continuam surgindo) novas denúncias, que poderiam envolver até mesmo menores de idade, além de uma moça que relatou a sua revolta contra o médium após perceber que estava sofrendo assédio e, questionando o ato, tinha ouvido a resposta que a “entidade ejaculou” num processo sobrenatural. A Federação Espírita se pronunciou preocupadíssima com a situação.

Outras das inúmeras denúncias que surgiram e ocorreram no templo em Abadiânia – GO, em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/12/denuncias-de-assedio-por-joao-de-deus-geram-medo-em-cidade-do-interior-goias.shtml

Novamente a pergunta: POR QUÊ isso ocorre a tantas pessoas que dizem servir a Deus e acabam escandalizando a sociedade?

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– Homem ou Mulher? As 12 expressões de sexualidade!

Que tempos modernos… para alguns, um pouco difíceis para adaptação.

É o meu caso: nada de homofobia ou algo equivalente, mas apenas uma questão pessoal baseada na minha cultura e valores. Aprendi que o homem casa com a mulher e forma a família para ter filhos.

Sim, o assunto é espinhoso e respeito o gosto sexual de cada um (e tenho o meu: heterossexual, bem definido). Mas achei curioso: João Luiz Vieira, Doutor em Educação Sexual e autor de diversos livros sobre o assunto, elencou 12 (DOZE) ‘tipos” sexuais.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/romance-urbano/noticia/2015/07/nem-todo-mundo-faz-sexo-do-jeito-que-voce-acha-que-deve-ser-o-mais-certo.html

Nem todo mundo faz sexo do jeito que você acha que deve ser o mais certo

onze sexos (Foto: )
(Foto: Thinkstock/Getty Images)

“Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo” , introdução de Arqueologia do Saber, Michel Foucault (1926-1984)

Lembro-me de em criança um tio implicar comigo quando eu usava “coisa” para pedir algo. Ele dizia que tudo tem nome, até o que não existe. A sociedade gosta de substantivar até a metafísica. Alfabetos e ideogramas, símbolos gráficos usados para representar uma palavra ou um conceito abstrato, foram criados para que a comunicação entre humanos fosse inteligível. A sexualidade não se livrou disso. O substantivo é inerente a uma espécie complexa como a nossa, em que a fricção de genitais ou o orgasmo não são pares no desejo porque o estado emocional decorrente deles nos interessa com peso igual ou até maior. 

Depois dessa preliminar, queria apresentar-lhe os 11 sexos elencados pelo psiquiatra, psicoterapeuta e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa em seu livro homônimo de 2005. Seu trabalho minucioso ainda hoje serve de base para muitos estudos a respeito desse mosaico que é nossa expressão sexual. Ele nomina essas demandas, que, provavelmente, ganharão companhia num futuro nem tão distante assim. Eu incluiria uma 12ª. Qual? Leia abaixo.

Se você ainda se restringe a meia dúzia delas, vou precisar desenhar a diferença entre identidade (quem eu sou) com orientação (o que eu desejo). Um dado relevante: a orientação afetivo-sexual é primária porque não existe “para sempre” quando falamos de libido e desejo, ou seja, o lado direito da coluna abaixo pode ser completamente questionado diante de um amor.

Tabela sobre os 11 sexos (Foto: época )

Como disse acima, eu incluiria uma 12ª categoria, os assexuais, que negam a prática sexual, mas não deixam de representar uma identidade. Os assexuais se dividem entre românticos, que se envolvem afetivamente, e os aromânticos, que preferem lamber os beiços por chocolates a corpos nus. Há ainda subdivisões entre eles, heteromânticos, homoromânticos e biromânticos. Publicamos matéria recente sobre esses grupos, aqui mesmo no Romance Urbano. Vamos, então, aos outros 11, segundo o psiquiatra e, de repente, você não se sentirá sozinho ou esquisito porque, graças a Eros, há paladar para todos as línguas.

1º Homem heterossexual

Essa é fácil. São homens que se identificam com o masculino e têm interesse afetivo-sexual por mulheres heterossexuais, o encontro entre pênis e vagina os satisfazem. Sobre sexo anal falaremos na semana que vem, porque ele também está no jogo nesse sexo.

2º Mulher heterossexual

São mulheres que se identificam com o feminino e têm interesse afetivo-sexual por homens heterossexuais, o encontro entre vagina e pênis as satisfazem e, provavelmente, do pênis com o ânus.

3º Homem homossexual

Discriminado em sociedades primariamente evoluídas, ele se identifica com o masculino e deseja um outro masculino na cama, ou o encontro entre dois pênis.

4º Mulher homossexual 

Igualmente discriminada em sociedades limitadas, embora seja objeto de fetiche de homens heterossexuais, ela se identifica com o feminino e deseja um outro feminino na cama, ou o encontro entre duas vaginas.

5º Homem bissexual    

Esse precisa se explicar o tempo inteiro. Os homens heterossexuais acham que são homossexuais que não se assumiram, e gays tendem a acham que eles fazem jogo duplo. Nem uma coisa, nem outra. Eles nasceram biologicamente perfeitos, não apresentam disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e crescem comportando-se de forma masculina. Eles se sentem homens, mas há um desejo equalizado entre homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

6º Mulher bissexual     

Ela nasceu biologicamente perfeita, não apresenta disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e cresce comportando-se de forma  feminina. Ela se sente mulher. Mais discretas que os homens bissexuais (ou não), sentem desejo por homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

7º Homens travestis

Travesti é um homem que nasceu macho, educado como menino, mas tem uma identidade de gênero diversa. Ele tem identidade de gênero masculina, desenvolvida através do reconhecimento de seu corpo biológico e da educação, mas se sente TAMBÉM feminino. Homem e mulher simultaneamente. O travesti masculino deseja, primariamente, um homem para se relacionar  e sabe, biologicamente, que é homem e não deseja eliminar o seu órgão sexual masculino. Há casos de homens heterossexuais que, durante a relação sexual com sua companheira, vestem lingeries. Isso é uma parafilia chamada travestismo, mas só falarei sobre ela em outra coluna. 

8º Mulheres travestis       

Mulheres travestis são poucas e discretas. Não têm nenhuma disfunção orgânica e foram criadas como se do gênero feminino. As mulheres travestis comportam-se, na maioria das vezes, como homens, mas não rejeitam a sua condição biológica de mulheres e nem pensam em mudar de sexo.  Elas, porém, sentem necessidade de acrescentar caracteres sexuais secundários masculinos ao seu corpo: músculos, pelos e barba (adquiridos através de hormonização).

9º Mulheres transexuais 

Elas nascem com pênis e bolsa escrotal, mas se comportam e se sentem mulheres. Passam por momentos de crises de identidade violentas e sofridas, hormonizam-se e, na maioria das vezes, extirpam a genitália. Afinal, elas prefeririam ter uma vagina entre as pernas. Elas também não se veem como homossexuais porque a atração é por homens que se consideram heterossexuais. Ao se deparar com uma mulher transexual, com corpo feminino definido, e um homem, tenha certeza que está diante de um casal heterossexual. Alguns transexuais alteram apenas os caracteres sexuais secundários, como seios, forma do rosto e nádegas, e se adaptam à vida com sua genitália masculina.

10º Homens transexuais

A família tende a achar que a menina será homossexual. Como as mulheres transexuais, os homens trans desejam adequar o seu corpo biológico à sua identidade de gênero. Mas a situação é mais complicada porque as cirurgias são mais delicadas e, de certa maneira, restritas a alguns apectos sexuais secundários. Comum mesmo é realizar a mamoplastia masculinizadora, a retirada total dos seios. 

11º Intersexual  

A coisa é mais complicada por aqui porque tem a ver com problemas ligados aos cromossomos responsáveis pela nossa formatação sexual que podem enviar mensagens “erradas”, indicando formação de ovários e testículos ao mesmo tempo. Em linhas gerais, o indivíduo poderá nascer com órgão genital dúbio, em que os dois sexos, macho e fêmea, estão fundidos. Mas há diversas graduações de anomalias, como ausência de escroto e micropênis, úteros atrofiados, vulvas e vaginas mínimas, orifício no períneo. Esqueça a lenda que o intersexual tem os dois sexos desenvolvidos e que é como minhoca. Por que é preciso operar? Porque precisamos de UMA identidade genital. 

O que é que eu acho de todas essas rotulações? Ela é mais útil para quem é oprimido. O que significa, provavelmente, todos os 11 sexos, exceto os homens heterossexuais, que estão no topo da cadeia alimentar desde tempos imemoriais.

Identificando-se, certificando-se sobre a condução de seu desejo, descobrindo que você não é melhor nem pior que o vizinho, apenas diferente, chega-se à cidadania e o direito de ser o que nasceu para ser, e não estou falando de biologia. Estou falando de ressignificação e integração entre o que se é e o que aparenta ser.

Deu um nó na sua cabeça? Escreva para mim que eu tentarei esclarecer com mais detalhes: jluiz@edglobo.com.br.

– A Sexualidade e o Catolicismo

Compartilho com os amigos um texto muito interessante sobre Sexo numa Dimensão Cristã, escrito pela psicóloga Manuela Melo, da Comunidade Católica Canção Nova.

A SEXUALIDADE É DOM DE DEUS

A vivência da sexualidade implica amar o outro com o nosso ser

Quero, hoje, refletir com você sobre a riqueza e a beleza da sexualidade humana. Falando sobre sexualidade humana, Victor Frankl nos diz o seguinte: Dizemos sempre que o ser humano é um composto de corpo, alma (psíquico) e espírito. Em face desta estrutura, o ser humano pode tomar diferentes atitudes como sujeito que ama e experimenta a vivência do amor. As três dimensões da pessoa humana correspondem também a três possíveis formas de atitude.

A primeira e a mais primitiva das atitudes é a sexual, na qual a aparência física de uma pessoa é o que atrai o outro e lhe dá o impulso sexual. Essa atitude tem por meta apenas o corpo, pois não consegue avançar mais do que isto, ou seja, não alcança a pessoa em si, apenas alguma característica física exerce atração sobre o outro.

A segunda atitude é a paixão, da qual se consegue ultrapassar a dimensão do corpo e orientar-se para a dimensão psíquica do outro, ou seja, já não é somente o corpo que atrai, mas atinge a emocionalidade. Essa é uma característica psíquica que exerce atração sobre o outro.

A terceira atitude é do amor. Esta é a forma mais elevada em nossa sexualidade e atinge a dimensão espiritual do ser humano. Nela, alcança-se o outro em plenitude. Quem ama, neste sentido, vai além de uma aparência física ou de simples emoções; enxerga o outro em toda sua riqueza, como um ser “único e irrepetível”, e a meta é o outro em si.

A Igreja, através do Conselho Pontifício para a Família, nos diz que “o amor, que se alimenta e se exprime no encontro do homem e da mulher, é dom de Deus; é, por isso, força positiva, orientada à sua maturação enquanto pessoas… O ser humano, com efeito, é chamado ao amor como espírito encarnado, isto é, alma e corpo na unidade da pessoa. O amor humano abarca também o corpo, que exprime o amor espiritual. A sexualidade, portanto, não é qualquer coisa de puramente biológico, mas refere-se, antes, ao núcleo íntimo da pessoa”.

Com isto, podemos perceber que a atitude sexual, simples e pura, é vazia e pode trazer prazer momentâneo quando os interesses estão puramente centrados no físico. Isso transforma o outro simplesmente em um objeto sexual. Uma vida sexualmente ativa, dentro desses parâmetros, não garante a ninguém sua realização nem mesmo em sua felicidade.

Enquanto permanecemos atados a tais conceitos, não crescemos como pessoas, não alcançamos a realização e a felicidade que Deus tem reservada para nós. Todo ser humano, como imagem e semelhança de Deus, é chamado a viver muito mais do que momentos de prazer.

Enquanto cristãos, precisamos compreender que a sexualidade humana não é algo apenas biológico, como ensina a Igreja e como diz Victor Frankl, porque ela atinge a dimensão espiritual da pessoa, atinge as camadas mais íntimas e profundas de nós mesmos.

Precisamos entender que a nossa sexualidade é dom de Deus. Através dela, podemos nos doar plenamente a outro ser e fazermos a experiência do amor encarnado em nossa vida.

Sexualidade não quer dizer apenas vida sexual ativa. A vivência de nossa sexualidade implica em amar o outro com o nosso ser mulher ou com o nosso ser homem, implica doação eum amor concreto, manifestado nas pequenas coisas de nosso cotidiano. De minha parte, como missionária e consagrada a Deus, sou testemunha de como é plena a vida dos que são chamados ao matrimônio na Canção Nova. Como celibatária, posso dizer que me sinto plena, sinto-me mulher e amada.

A escolha da dimensão em que vamos viver a nossa sexualidade cabe a cada um de nós. Espero que você faça a escolha de vivê-la em plenitude, como Deus quer que a vivamos.

Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.

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– Sobre intolerância social: Escola sem Partido, a Ideologia de Gênero, Cura Gay e outras considerações.

Escrevi há 1 ano, mas se faz extremamente atual. Republico:

Causa muita repercussão as manifestações nas Redes Sociais contra a aprovação do Projeto “Escola sem Partido” em Jundiaí. Alguns dizem que o projeto é inconstitucional, outros alegam censura e demais pessoas colocam inúmeros defeitos. Claro, são manifestantes contrários.

Mas manifestam cientes do conteúdo? Quem se sente atacado? A troco de quê?

Sinceramente, você sabe / entende / está por dentro do que é isso?

O professor ético não está nem aí com o projeto, pois ele já pratica o ensino apartidário em sua sala de aula, sem ferir conteúdos que o faça tendencioso a alguma coisa.

Quer exemplo?

Eu tinha uma professora quando era criança que era eleitora (e fanática devota) de Orestes Quércia! Ela não gostava do Maluf, tinha medo do Suplicy, odiava o Antonio Ermírio de Moraes (candidatos a governadores da época) e falava a nós, talvez com 8 a 9 anos, da importância de falar aos pais sobre votar no Quércia, “contra a inércia do Estado(decorei e não esqueci mais a fala dela, de tanto que massificou).

Ora, isso é militância descarada! O que ela nos ensinou sobre Política e Democracia? NADA! Mas entendíamos algo? Muito pouco. Nas classes onde eu trabalhei / trabalho, então adulto e lecionando no ensino superior, tomava isso como exemplo a não ser praticado e sempre procurava mostrar todos os lados da política nos assuntos pertinentes, falando da Sociedade, condenando a Politicagem (que é o uso ruim da Política), defendendo o uso democrático do voto e sem Partidarismo! Aliás, professor-doutrinador de esquerda ou direita é dose, mostrando-se mal profissional. Deve-se ensinar a cidadania, e mostrar virtudes e fraquezas do sistema, mas NUNCA tentar fazer campanha eleitoral no sagrado ambiente da sala de aula. Assim, não me preocupo em dizer: ESCOLA SEM PARTIDO não é escola alienada nem censurada, mas sim um ambiente educacional de pluralidade de opiniões (não de imposições).

– E sobre a Ideologia do Gênero?

Cansamos de falar nesse blog sobre a insistente questão da erotização das crianças e a incessante fala de grupos que querem tornar nossas crianças como recém-nascidos assexuados e ao mesmo tempo adolescentes sexualizados demais. Ora bolas, é pecado o menino ser menino e a menina ser menina? Por quê querer unisexualizar os ambientes de ensino? A orientação sexual do cidadão é outra coisa; idem às aulas tão necessárias de Educação Sexual. O que não se pode é fazer uma semi-apologia do homossexualismo, ao invés de permitir que a criança aprenda as coisas a seu tempo e a arranque da infantilidade à força em nome da liberdade sexual.

Por fim, sobre a cura gay: se o indivíduo que se afirma heterossexual tem a liberdade de buscar ajuda médica / psicológica para tentar descobrir se a tendência homossexual é real e estaria ele em uma fase de auto-afirmação necessária, por que aquele que se intitula homossexual e tem dúvida sobre a sexualidade não pode fazer o processo de descoberta da heterossexualidade ou não? Claro, o termo “cura gay” é de fato pejorativo, mas ao mesmo tempo é incompreensível que grupos LGBTTQ critiquem a liberdade da pessoa em buscar a mesma ajuda médico / psicológica ao contrário!

Sabe o que penso? Que essa história de Orgulho Gay e Orgulho Hétero são as grandes causadoras dessas discórdias! As pessoas são humanas, com características próprias e gostos singulares. Um grupo competir com o outro, vangloriar-se sobre o seu irmão, nada mais é do que pura bobagem; a mesma bobagem da discussão intolerante daqueles que estão radicalmente berrando aos quatro cantos sobre a Escola Sem Partido. O cara (reforço: o radical) reclama que está sendo censurado (não está), discute, grita, berra e impõe sua ideologia partidária, e no fundo pratica o que acha que está lhe acontecendo: uma pseudo-ditadura de opinião! A PESSOA RECLAMA DE INTOLERÂNCIA, MAS É SÓ TOLERANTE ÀS COISAS DO SEU INTERESSE, percebe?

Permitir que o cidadão / humano / pessoa tenha a sua preferência sexual sem fazer apologia na escola, ouvir diversas opiniões e conhecer a Política e a Sociedade do país de forma aberta e independente de partidarismo, respeitar a decisão de escolha das pessoas, é algo democrático! Vir com a Ideologia do Gênero, a Escola COM Partido e a condenação de pessoas que queriam reverter sua condição, isso sim me parece ditadura!

Mais conversa, mais inteligência, mais respeito. Menos radicalismo, menos alienação, menos corrupção de conduta. É isso que o Brasil precisa, onde tal carência significa coexistir nas questões gerais, como a religião, o futebol, a diversidade, a política, o regionalismo, a etnia, a condição social... tudo sem discurso de ódio, palavras raivosas e unilateralismo.

Tenho pena das pessoas que ao discordar de alguém, surgem com o discurso do errado, onde somente elas são as donas da verdade.

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– Sexo Seguro no “Dia do Sexo”? Eu indico!

Neste dia 06/09, celebra-se o “Dia do Sexo“.

Sabe quem inventou a data?

A fabricante de preservativos da marca 69, que fazia alusão a uma posição sexual e acabou aproveitando os números do seu nome para criar o 6/9 (seis de setembro).

Mas usar preservativo é fazer sexo seguro? Não falha? Não rasga? Não estoura?

O sexo mais seguro e prazeroso que existe é o sexo com seu / sua cônjuge. É amar e respeita o outro que te ama, mostrando não apenas desejo carnal mas respeito e fidelidade.

Vulgarizar o sexo como se todos fossem tarados e erotizar nossas crianças, como muitos fazem, é tornarmos animais que agem irracionalmente. Sexo é bom, mas não é tudo na vida.

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– Sobre Caster Semenya, a atleta intersexual mais discutida do Atletismo.

Confesso que é difícil opinar sobre Caster Semenya, a corredora sul-africana que se tornou o centro das atenções no Atletismo Feminino.

Semenya sofre de hiperandrogenismo, tendo hormônios masculinos produzidos naturalmente pelo corpo, mesmo sendo mulher e tendo que passar por um teste de comprovação de gênero (constrangedor).

As adversárias a criticam. Ela é chamada de intersexual, que é bem diferente de hermafrodita (que tem dois sexos, como foi o caso de Edinanci Silva, a judoca brasileira).

Para mim, é mulher, e digo isso sem preconceito; mas é um dilema para o esporte… Ela não tem culpa, mas essa discussão irá longe, pois Semenya vence tudo com seu físico claramente avantajado.

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– Os Novos Tempos: Miss Espanha é mulher transgênero!

Sem julgar, mas a discussão é interessante: Angela Ponce representará a Espanha no concurso “Miss Universo 2018”. Nada demais, apenas mais uma miss, se não fosse o detalhe de que ela é a primeira mulher transgênero do mundo a participar do evento.

Angela nasceu homem e fez o tratamento para a mudança de sexo. Veja a discussão que existe hoje com a atleta do voleibol Tiffani, questionada pelas outras mulheres da Superliga de Vôlei (embora aqui não estejamos discutindo a força física / fisiologia, mas a beleza demonstrada).

Não é uma questão de preconceito, desrespeito ou empoderamento, mas sim o debate necessário para entender se as mulheres nascidas com o gênero feminino possam competir com as que fizeram alteração de sexo. Tal competição, no esporte, está sendo questionada.

Extraído de: https://emais.estadao.com.br/noticias/moda-e-beleza,transgenero-e-eleita-miss-espanha-e-disputara-miss-universo-2018,70002378897

TRANSGÊNERO É ELEITA MISS ESPANHA E DISPUTARÁ MISS UNIVERSO 2018

A modelo transgênero Angela Ponce foi eleita Miss Espanha na noite de sexta-feira, 29, e representará seu país no concurso de Miss Universo que será realizado ainda neste ano. Na cerimônia, Angela recebeu a coroa de Sofía del Prado, vencedora do concurso em 2017.

É a primeira vez que uma mulher transgênero participa do Miss Universo. Em 2012, a canadense Jenna Talackova ficou entre as 12 melhores da competição no concurso em seu país, mas não se classificou para a etapa mundial.

No Brasil, a amazonense Mayra Dias (clique aqui para conhecê-la) foi escolhida para representar o País no concurso global. 

Angela Ponce, escolhida a miss Espanha em 2018.

Angela Ponce, escolhida a miss Espanha em 2018. Foto: Instagram / @angelaponceofficial

– Ideologia do Gênero: entendendo e discutindo

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a Ideologia do Gênero, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

 

– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

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– Allisson Mack: uma das líderes de uma seita de escravas?

Quem era fã da série Smallville, que contava a vida de adolescente do Superman, conheceu uma personagem que não estava nos quadrinhos e que, devido sua importância, foi incorporada nas histórias: Chloe, uma jornalista loira, melhor amiga de Clark Kent e prima de Louis Lane, interpretada por Allisson Mack.

Não é que a ótima atriz foi presa (e pagou fiança para permanecer em liberdade) por arregimentar mulheres para uma seita de escravas sexuais?

Caramba! Uma surpresa desagradável.

Extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/pop-arte/noticia/allison-mack-atriz-de-smallville-sai-da-cadeia-apos-pagar-fianca-de-us-5-milhoes.ghtml

ALLISON MACK, ATRIZ DE ‘SMALLVILLE’, SAI DA CADEIA APÓS PAGAR FIANÇA DE US$ 5 MILHÕES

Atriz deverá usar tornozeleira eletrônica e cumprir prisão domiciliar na casa dos pais na Califórnia. Ela é suspeita de recrutar mulheres para servirem como escravas sexuais em seita.

Allison Mack, atriz da série “Smallville” acusada de tráfico sexual, foi libertada da prisão nesta terça-feira (24) após pagar uma fiança de US$ 5 milhões (cerca de R$ 17 milhões). Ela é acusada de recrutar mulheres para servirem como escravas sexuais na seita Nxivm.

O valor da fiança foi definido por um juiz da corte federal no distrito do Brooklyn, em Nova York. A atriz agora deverá usar uma tornozeleira eletrônica e cumprir prisão domiciliar na residência dos seus pais na Califórnia, segundo a imprensa local.

TRÁFICO SEXUAL

Mack foi detida na sexta (20), acusada de tráfico sexual e de conspirar para obrigar pessoas a realizar trabalhos forçados como parte do seu suposto envolvimento com a sociedade secreta, criada e liderada por Keith Raniere.

De acordo com a acusação, a atriz “recrutou mulheres” para que se unissem a um suposto grupo de tutoria feminina, entre elas duas denunciantes não identificadas, que fizeram sexo com Raniere.

O juiz Viktor Pohorelsky ordenou à atriz que não tenha contato com nenhum dos membros do grupo, entre eles a herdeira da destiladora Seagram, que ficou conhecida pela sua participação em competições equestres, Clara Bronfman, segundo o jornal “New York Post”.

Ainda segundo a imprensa local, Mack estaria em conversas com a procuradoria federal para conseguir um acordo e testemunhar contra Raniere.

O líder da seita foi acusado dos mesmos crimes que a atriz após ter sido detido no último dia 27 de março em uma luxuosa vila do México. Ele foi extraditado para Nova York, onde permanece em uma prisão federal sem direito a fiança.

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– Suécia e a Ideologia de Gênero ao nível máximo!

Na Suécia, as escolas cada vez mais estão criando metodologias para que meninos e meninas sejam tratados sem distinção. E para isso, não usam mais os pronomes Ele ou Ela (Han e Hon), mas a palavra inventada Hen (que não distinguiria o gênero masculino e feminino).

E aí, você acha tal medida positiva ou negativa? Eu, particularmente, penso ser um erro muito grande querer “assexuar” a criança a fim de que ela escolha o que quer ser (como se isso fosse uma opção a ser escolhida) em algum momento da infância.

Deixe seu comentário:

(Abaixo, relato da pioneira escola, cujo método se espalhou para outras)

Extraído de: http://is.gd/S0yH6g

PRÉ ESCOLA PROÍBE QUE CRIANÇAS SEJAM TRATADAS COMO MENINOS OU MENINAS

Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a “estereotipação” dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.

Os professores e funcionários da pré-escola “Egalia” evitam usar palavras como “ele” ou “ela” e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como “amigos”.

“A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos”, Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. “Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser”. A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um “pedagogo de diversidade sexual” para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.

Os pronomes suecos “han” e “hon” (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.
“Nós usamos a palavra ‘Hen’ por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola”, disse Rajalin. “Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: ‘Hen está vindo aqui lá pelas 14h’.
Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas”.

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre “maneiras modernas de brincar”.

“Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar”, disse Rajalin. “Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante”.

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

“Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual”, Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de “loucura da diversidade sexual” na Suécia.

Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais “dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?”

Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da “loucura da diversidade sexual” no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no “trompete como símbolo de diversidade sexual”.

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– Quando se usa o nome de Deus para abuso sexual!

Hoje, a lei que regula o “abuso sexual” é mais ampla. Felizmente, não contempla a consumação de um ato físico contra a pessoa, mas também o uso de imagens e outras possibilidades.

Digo isso pois leio que um bispo evangélico foi preso por pedofilia e exploração sexual por ludibriar uma jovem para lhe mandar uma foto nua, “atendendo o pedido dos anjos para acabar com uma maldição”.

Compartilho extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/bispo-preso-suspeito-de-abuso-sexual-pediu-foto-de-menor-nua-para-quebrar-maldicao.html

BISPO PRESO SUSPEITO DE ABUSO SEXUAL PEDIU FOTO DE MENOR NUA PARA QUEBRAR MALDIÇÃO

O bispo evangélico Marcones dos Santos, de 47 anos, preso suspeito de abusar sexualmente de uma adolescente de 13 anos, pediu fotos da menor nua para “quebrar uma maldição”. As mensagens foram divulgadas pela Polícia Civil, o caso ocorreu em Cristalina, no entorno do Distrito Federal.

Na conversa com a vítima, o bispo pediu para que ela confiasse nele e disse que as imagens eram um pedido “dos anjos”.

Nas mensagens ele escreve: “Preciso proteger você. Você tem que confiar em mim e fazer o que eu te pedir (…) Tenho que pegar uma foto sua para quebrar esta maldição que ele deixou em você. É uma foto do seu corpo todo, os anjos que pediram. Assim que quebrar [a maldição], eu apago”.

Marcones dos Santos foi preso no último domingo (08) quando chegava para presidir um culto em uma igreja de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. A Justiça de Goiás expediu o mandado de prisão após o pedido da delegacia de Polícia Civil, que recebeu a denúncia da mãe da vítima.

Ele era investigado desde fevereiro. A mãe da adolescente disse que a filha conheceu o bispo em junho do ano passado, quando ele chegou a Cristalina para presidir um culto. Desde então a troca de mensagens ocorria.

O bispo está preso em Santa Catarina, e a Polícia suspeita que possam existir outras vítimas. Ele deve ser transferido para Goiás em até 10 dias e vai responder por exploração sexual de menores e pedofilia.


Na conversa com a vítima, o bispo pediu para que ela confiasse nele e disse que as imagens eram um pedido “dos anjos”