– Respeito aos Transgêneros ou Desrespeito às Mulheres?

No esporte, tem sido muito discutida a situação dos atletas transgêneros. Em especial, no voleibol, onde a atleta Tiffany tem se destacado na Liga Nacional de Vôlei Feminino, gerando protestos de suas adversárias (não por sua opção sexual, mas por sua fisiologia, pois ela jogava voleibol masculino até há pouco tempo). Por ter um corpo originariamente masculino, Tiffany tem mais vantagem nos lances de força no esporte.

Agora, na Austrália, um atleta do handebol masculino fez a opção de mudança de gênero e jogará futebol feminino, gerando muita polêmica por ter sido autorizado apesar da clara diferença física.

É estranha tal situação: as mulheres lutaram tanto tempo pelos seus direitos e agora devem dividir espaço com os homens? Ao mesmo tempo, nenhum transexual tem migrado na relação contrária: mulheres indo para as modalidades masculinas após mudarem o gênero para homens.

Eis, abaixo, a jogadora Hannah Mouncey (na Internet, tem sido chamada jocosamente de He Man):

Extraído de: http://www.lance.com.br/mais-esportes/mulher-trans-autorizada-jogar-liga-feminina-futebol-australiano.html

MULHER TRANS É AUTORIZADA A JOGAR NA LIGA FEMININA DE FUTEBOL AUSTRALIANO

Mais uma mulher transsexual foi autorizada a disputar um esporte na liga feminina, desta vez, Hannah Mouncey, atleta de futebol australiano, foi autorizada pela Federação Australiana de Futebol e poderá disputar o campeonato nacional da segunda divisão. A jogadora anunciou a decisão da federação nesta quarta-feira, no Twitter.

Estou feliz com a decisão e espero jogar esta temporada. Não vou agradecer a Federação, acho que seria totalmente inapropriado fazer isso por me autorizar a fazer algo que qualquer australiana pode fazer – disse Mouncey.

Hannah Mouncey jogou handebol com homens no passado e em 2015 começou o processo de mudança de gênero. Quando tentou se inscrever para a liga feminina de futebol semi-profissional ( sigla em inglês: AFLW), Hannah viu seu pedido negado. Segundo a AFLW, a decisão de rejeitar foi tomada por conta do porte físico da jogadora, que possui 1,90 m de altura. Vários clubes da modalidade, que pode ser considerada uma variação do rúgbi praticado na Austrália, demonstraram interesse em contratar a atleta.

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– A excepcional entrevista do dono da Guararapes ao Pânico na Rádio

Flávio Rocha, o CEO do grupo Riachuelo, 15o maior gerador de empregos brasileiros e criador do manifesto “Brasil 200”, falou sobre os desastres do comunismo, da necessidade da geração de empregos, das novas relações de “capital mais trabalho” e das virtudes e defeitos em nosso país. Retrucou a ideia de que o enriquecimento de alguns deve ser calcado no empobrecimento de muitos (dissertou sobre a importância da geração de riqueza para todos).

Abordou, ainda, temas espinhosos: desarmamento, demonização da Polícia, trabalho escravo, as bobagens da divisão da nação criada pelo “Fla-Flu” político e, até mesmo, da Ideologia de Gênero

Flávio tratou sobre a infeliz defesa da “construção da sexualidade pelo ambiente social” e a “forçação de barra” para a sexualização precoce das crianças. Na condição de maior empregador de transsexuais do Brasil, discutiu sobre o tema da erotização infantil e da confusão criada pelos defensores dos direitos LGBTT versus apologistas da Ideologia do Gênero.

Imperdível a quem quer entender de maneira inteligente o nosso país.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=S_ueeFiEx8M

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– O Primeiro Clube de Futebol Transgênero do nosso país!

Há muito polêmica sobre homossexualismo no esporte. Nos últimos dias, o assunto tem sido sobre atletas que mudam de sexo, e a “bola da vez” é a jogadora Tiffany, transexual contestada por outras jogadores pela sua fisiologia mais forte.

Mas você sabia que no Brasil há um time de futebol formado exclusivamente por meninos transgêneros?

Veja que curioso: o clube “Meninos Bons de Bola” é formado por atletas que um dia foram meninas e hoje mudaram de sexo. Abaixo, extraído do Jornal OESP, edição 29/10/17, página A26:

PRIMEIRO TIME TRANSGÊNERO DO BRASIL

Equipe de São Paulo é formada por atletas que nasceram meninas, mas fazem tratamento para se tornarem homens.

por Gonçalo Júnior

Raphael Henrique Martins é um homem transexual. Ele nasceu como mulher, mas se identifica com o gênero masculino. Por isso, fez cirurgia para a retirada dos seios e realiza tratamento hormonal que promove o crescimento de pelos e mudança na voz. No futebol, isso era um problema. Ele não queria jogar no time das meninas, pois não se sentia como elas. Por outro lado, era discriminado entre os meninos. Decidiu apostar na coluna do meio e criou o “Meninos Bons de Bola”, a primeira equipe transgêneros do País.

A possibilidade de inserção social, saber em que time você joga, é uma das conquistas do grupo. “O esporte é um modo de viabilizar o encontro entre essas pessoas, proporcionando lazer e bem-estar e um grupo de apoio entre pares”, diz a psicóloga Moira Escorse, que acompanha voluntariamente o time, mas também atende outras demandas da comunidade LGBT.

O futebol é um aliado importante na transição, a passagem de um sexo ao outro, também do ponto de vista físico e psicológico. O tratamento hormonal provoca alterações físicas, entre elas, o ganho de peso. O futebol ajuda no aperfeiçoamento da forma física e no controle da ansiedade.

Em campo, o time está só começando, é amador. São 25 jogadores que treinam uma vez por semana em quadra do Sindicato dos Bancários. No domingo passado, quando o Estado foi conhecer o elenco, os bancários haviam pedido o local. O jeito foi treinar em uma quadra pública. O “Meninos” só tem um uniforme. As ações de divulgação são feitas por alunos de Comunicação da Universidade Metodista. O time tem até apoio jurídico. Tudo é voluntário.

No próximo fim de semana, a equipe viaja para Curitiba para a Champions Alliance, evento esportivo e cultural da prefeitura local em prol da diversidade. Para conseguir os R$ 2,6 mil da viagem, os jogadores fizeram uma vaquinha de R$ 20 por mês e venderam balas e doces nos semáforos de São Paulo.

O calendário de 2018 é mais ambicioso. A ideia é dar um salto. Os organizadores estudam ampliar o elenco para atuar na várzea e treinar mais. Além disso, querem disputar os Gay Games, maior evento LGBT do mundo, em Paris. Para isso, vão fazer campanha nas redes sociais para arranjar patrocinadores e obter R$ 80 mil. Todos trabalham em outras atividades.

Cristiano Nunes é cabeleireiro e um dos craques do time. Sua habilidade vem dos treinos no Juventus, quando ainda era menina, dos 11 aos 16 anos. Naquela época, era Cristiane Henrique Nunes. Hoje, aos 33, o meia se prepara para fazer a retirada dos seios, um dos principais procedimentos – na visão dos atletas – para se tornar homem. No domingo, quando anunciou que não poderia viajar para Curitiba por causa da cirurgia, chamou o procedimento de “libertação”. E foi aplaudido pelos companheiros.

Cristiano não quis aguardar na fila no Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer o procedimento. Demora. Claudio Galícia, outro jogador dos Meninos Bons de Bola, conta que sua cirurgia demorou cinco anos. Para juntar os R$ 10,5 mil do procedimento na rede privada, em São Bernardo do Campo, teve de economizar por mais de um ano. “Não sobrava para nada”.

Ele é casado há 15 anos e conta que sempre teve uma conversa aberta e franca com sua mulher sobre tudo. O restante da família se divide: uns apoiam, outros fingem não entender ou ignoram sua opção. “O futebol sempre foi uma dádiva e me ajuda em tudo: conter a ansiedade, fazer amigos e viver como sou”.

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Eles nasceram meninas – Wherther Santana / Estadão

– Agora existe a Sapiossexualidade?

Cada dia, um modismo novo: agora a discussão é sobre o sapiossexualismo, a preferência de pessoas que sentem atração sexual por… parceiros inteligentes!

É mole?

E se o rostinho bonito for de alguém “burrinho”?

Saiba mais, extraído de: https://t.co/zpNVTvopjx

VOCÊ É SAPIOSSEXUAL?

Agora existem até apps específicos para quem diz que se sente atraído pela inteligência alheia. Verdade ou modinha, o que a ciência tem a dizer sobre isso?

Por Ana Carolina Leonardi

Você está zapeando no Tinder quando, de repente, descobre que um possível match se diz “sapiossexual”. Você se sente obsoleto – isso é uma gíria? É uma nova forma de orientação sexual ou identidade de gênero da qual você ainda não se atualizou?

É mais simples que isso, no papel. Sapiossexual é o nome moderno para quem garante que é atraído sexualmente pela inteligência alheia.

Tá bom, tá bom: todo mundo valoriza inteligência em alguém que quer namorar. Nem faria sentido, evolutivamente, se atrair pela pessoa menos intelectualmente capaz do bando de hominídeos ao seu redor – o tamanho do seu cérebro é a prova de que a seleção natural e sexual favoreceu os espertos.

Mas, em teoria, para ser sapiossexual você teria que ir além: a inteligência deveria ser o maior gatilho para você, em termos de excitação sexual – acima dos atributos físicos. É ter tesão, muito literalmente, na inteligência alheia. Com o termo em alta, surgiu até o Sapio, um app de encontros feito exclusivamente para esse público.

Sempre que há um fenômeno estranho há um cientista pronto a estudá-lo. E veja você, em pleno 2018, já temos um artigo científico publicado avaliando o que a ciência tem a dizer sobre os sapiossexuais: quem são? Como funcionam? Como são? Eles existem mesmo?

O estudo, feito na Austrália, criou o Questionário de Sapiossexualidade (SapioQ) para medir com segurança, em uma nota de 1 a 5, o quanto uma pessoa é atraída sexualmente só pelo intelecto. No teste, o participante tinha que concordar ou discordar com frases como “Escutar alguém falar de forma extremamente inteligente me excita sexualmente”.

A maioria das pessoas não tirou notas muito altas no questionário, nem nos outros testes sobre atração sexual e inteligência feitos no estudo. Para elas, outros fatores tinham influência superior à atração sexual.

Isso você já esperava né? Mas 8% dos participantes tirou uma nota maior que 4 – sinal de que sim, algumas pessoas são sexualmente atraídas por inteligência.

Mas peraí. Os pesquisadores colocaram mais uma hipótese: se essa relação excitação-inteligência realmente se aplica, então quanto mais inteligente for alguém, mais atraente ela vai aparecer para um sapiossexual, certo?

Errado. Eles testaram como a atração sexual variava de acordo com o QI de um parceiro hipotético. No começo, tudo certo: as pessoas realmente demonstravam muito mais atração por alguém com um QI que fica na média do que por alguém que tinha um QI entre os 25% mais baixos da população.

E a atração sexual ia crescendo conforme o QI subia, até chegar ao QI 120 (mais alto que 90% do resto da população). Aí caía abruptamente! As pessoas se sentiam progressivamente menos atraídas conforme o QI subia acima de 120. Os 10% das pessoas com os QIs mais altos da população eram considerados muito menos atraentes do que seus colegas menos bem-dotados mentalmente.

Entre os 8% que eram sapiossexuais, segundo o SapioQ, a queda era menos pronunciada, mas ainda existia. Um dos possíveis culpados é o estereótipo do gênio destrambelhado e sem habilidades sociais, como o Sheldon, que ilustra este texto.

Ainda que o estudo não afirme categoricamente que o sapiossexual não existe, ele conclui que é extremamente provável que outros fatores não-intelectuais influenciam a atração, em qualquer cenário.

Ah, e vale lembrar: o quanto você é atraído por inteligência não depende da sua própria: pessoas avaliadas como menos e mais inteligentes que a média tinham a mesma chance de curtir pessoas intelectuais (dentro do limite de 120 de QI).

A única diferença é que pessoas mais inteligentes tinham mais aversão sexual a pessoas de baixo QI. Veja só que beleza.

Ser sapiossexual, portanto, não te torna mais inteligente que a média. No máximo, um pouquinho mais prepotente. E a inteligência só é sexy até um certo limite, independente do que você coloca no seu Tinder.

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– Vai Malandra? Mas e a mercantilização do corpo?…

O professor Marco Antonio Villa é um historiador conhecido por suas fortes opiniões políticas. Uns gostam dele, outros não. Mas ele resolveu falar sobre o “Culto para Anitta” e a transformação da música “Vai Malandra” como sucesso e representatividade do Brasil.

Em certo ponto, sobre a música, ele diz: “NÃO É PORQUE TODO MUNDO GOSTA QUE EU TENHO QUE GOSTAR”. E disserta sobre a vulgarização do corpo da mulher, a mercantilização do sexo e o orgulho da falta de cultura.

Sinceramente? Concordei com tudo o que ele falou… o mais engraçado é o professor recitando a letra em 1’46” do vídeo.

Assista a opinião dele em: https://www.youtube.com/watch?v=KCWB1cQ1C1k

 

– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– A Psicanalista e o Casamento

Assisti a participação da consultora do programa Amor & Sexo Regina Navarro Lins no Programa Pânico. E me surpreendi com a defesa do comportamento CONTRA O MATRIMÔNIO.

Você ouvirá a psicanalista falando que o casamento tem que ser evitado, que a família tradicional é uma tragédia, que a culpa da forma nuclear da família e o fracasso dela é da Igreja Católica que pregava o celibato e depois pregou o “até que a morte nos separe”. 

Mais do que isso, ela prega ainda que o homem tem que se livrar do mito da masculinidade”. 

Isso mostra como o mundo é diverso. Para mim, o casamento é a permissão de que o homem e a mulher sejam uma só carne e encontrem na família a felicidade plena concedida pela Graça de Deus.

Talvez a Dona Regina esteja generalizando a sua própria experiência particular. Ou ela tem razão no que diz?

Assista no link em: https://www.youtube.com/watch?v=3J_fNSczZD4

– Bonecas transgênero distribuídas para crianças carentes!

O mundo parece que vai acabar mesmo, não? Olha que absurdo a sexualização precoce de crianças: bonecas com carinha de menina mas com “pipi” são doadas às crianças carentes.

Por quê não fazer da boneca uma bonequinha infantil de verdade? A troco de quê acrescentar o pênis?

Extraído de Estadão.com: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,bonecas-trans-distribuidas-para-criancas-carentes-causam-polemica-em-goias,70002121660

BONECAS DA POLÊMICA

Bonecas distribuídas a crianças carentes em Goiás causaram polêmica nas redes sociais e também entre políticos do Estado. É que os brinquedos, entregues pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) – uma entidade de assistência social do governo do Estado – têm órgão genital masculino, vestem roupa rosa e têm a boca rosada, o que faz parecer que as bonecas estão usando batom.

Na cidade de Jataí, no sul de Goiás, 1,6 mil caixas com os brinquedos não puderam nem ser abertas. Vereadores enviaram um ofício à prefeitura da cidade, que impediu a entrega dos brinquedos às crianças. “Ficamos indignados com este tipo de apologia, por se tratar de material distribuído a crianças”, disse o vereador Gildenício Santos (PMDB). Em Anápolis, vereadores da Câmara Municipal assinaram uma nota de repúdio proposta pelo vereador Lélio Alvarenga (PSC).

Um homem de Novo Gama, que não se identificou, postou um vídeo na internet reclamando do brinquedo. “Esta é a boneca que o Governo de Goiás está dando. Dá pra ver: menina, de batom, usando rosa… Mas aí você vai tirar a roupa para sua filha brincar… Tem cabimento? Prefeitura de Novo Gama distribuindo um negócio destes!”, questiona, mostrando o pênis da boneca.

Em contrapartida, houve quem não se incomodasse e até mesmo criticou a polêmica. “Isso não é um bicho de sete cabeças, tenho filho e caso ele ganhasse uma boneca dessa eu aproveitaria para ensiná-lo. Quem não gostar não pegue, deixe para os outros. Deixa o governador fazer algo”, afirmou Valdymilla Andrade.

A opinião é compartilhada por Dianna Kelly, de Cidade Ocidental. “Doa pra minha filha, que ela quer. Eu não só sou capaz de dar a boneca a ela, como daria a bola o carrinho e qualquer outro brinquedo que tivesse lá, porque brinquedo é brinquedo, a maldade está na mente dessas pessoas. Tenho muita dó de crianças criadas por pessoas preconceituosas”.

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– Homem ou Mulher? As 12 expressões de sexualidade!

Que tempos modernos… para alguns, um pouco difíceis para adaptação.

É o meu caso: nada de homofobia ou algo equivalente, mas apenas uma questão pessoal baseada na minha cultura e valores. Aprendi que o homem casa com a mulher e forma a família para ter filhos.

Sim, o assunto é espinhoso e respeito o gosto sexual de cada um (e tenho o meu: heterossexual, bem definido). Mas achei curioso: João Luiz Vieira, Doutor em Educação Sexual e autor de diversos livros sobre o assunto, elencou 12 (DOZE) ‘tipos” sexuais.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/romance-urbano/noticia/2015/07/nem-todo-mundo-faz-sexo-do-jeito-que-voce-acha-que-deve-ser-o-mais-certo.html

Nem todo mundo faz sexo do jeito que você acha que deve ser o mais certo

onze sexos (Foto: )
(Foto: Thinkstock/Getty Images)

“Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo” , introdução de Arqueologia do Saber, Michel Foucault (1926-1984)

Lembro-me de em criança um tio implicar comigo quando eu usava “coisa” para pedir algo. Ele dizia que tudo tem nome, até o que não existe. A sociedade gosta de substantivar até a metafísica. Alfabetos e ideogramas, símbolos gráficos usados para representar uma palavra ou um conceito abstrato, foram criados para que a comunicação entre humanos fosse inteligível. A sexualidade não se livrou disso. O substantivo é inerente a uma espécie complexa como a nossa, em que a fricção de genitais ou o orgasmo não são pares no desejo porque o estado emocional decorrente deles nos interessa com peso igual ou até maior. 

Depois dessa preliminar, queria apresentar-lhe os 11 sexos elencados pelo psiquiatra, psicoterapeuta e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa em seu livro homônimo de 2005. Seu trabalho minucioso ainda hoje serve de base para muitos estudos a respeito desse mosaico que é nossa expressão sexual. Ele nomina essas demandas, que, provavelmente, ganharão companhia num futuro nem tão distante assim. Eu incluiria uma 12ª. Qual? Leia abaixo.

Se você ainda se restringe a meia dúzia delas, vou precisar desenhar a diferença entre identidade (quem eu sou) com orientação (o que eu desejo). Um dado relevante: a orientação afetivo-sexual é primária porque não existe “para sempre” quando falamos de libido e desejo, ou seja, o lado direito da coluna abaixo pode ser completamente questionado diante de um amor.

Tabela sobre os 11 sexos (Foto: época )

Como disse acima, eu incluiria uma 12ª categoria, os assexuais, que negam a prática sexual, mas não deixam de representar uma identidade. Os assexuais se dividem entre românticos, que se envolvem afetivamente, e os aromânticos, que preferem lamber os beiços por chocolates a corpos nus. Há ainda subdivisões entre eles, heteromânticos, homoromânticos e biromânticos. Publicamos matéria recente sobre esses grupos, aqui mesmo no Romance Urbano. Vamos, então, aos outros 11, segundo o psiquiatra e, de repente, você não se sentirá sozinho ou esquisito porque, graças a Eros, há paladar para todos as línguas.

1º Homem heterossexual

Essa é fácil. São homens que se identificam com o masculino e têm interesse afetivo-sexual por mulheres heterossexuais, o encontro entre pênis e vagina os satisfazem. Sobre sexo anal falaremos na semana que vem, porque ele também está no jogo nesse sexo.

2º Mulher heterossexual

São mulheres que se identificam com o feminino e têm interesse afetivo-sexual por homens heterossexuais, o encontro entre vagina e pênis as satisfazem e, provavelmente, do pênis com o ânus.

3º Homem homossexual

Discriminado em sociedades primariamente evoluídas, ele se identifica com o masculino e deseja um outro masculino na cama, ou o encontro entre dois pênis.

4º Mulher homossexual 

Igualmente discriminada em sociedades limitadas, embora seja objeto de fetiche de homens heterossexuais, ela se identifica com o feminino e deseja um outro feminino na cama, ou o encontro entre duas vaginas.

5º Homem bissexual    

Esse precisa se explicar o tempo inteiro. Os homens heterossexuais acham que são homossexuais que não se assumiram, e gays tendem a acham que eles fazem jogo duplo. Nem uma coisa, nem outra. Eles nasceram biologicamente perfeitos, não apresentam disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e crescem comportando-se de forma masculina. Eles se sentem homens, mas há um desejo equalizado entre homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

6º Mulher bissexual     

Ela nasceu biologicamente perfeita, não apresenta disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade, e cresce comportando-se de forma  feminina. Ela se sente mulher. Mais discretas que os homens bissexuais (ou não), sentem desejo por homens e mulheres, não necessariamente ao mesmo tempo.

7º Homens travestis

Travesti é um homem que nasceu macho, educado como menino, mas tem uma identidade de gênero diversa. Ele tem identidade de gênero masculina, desenvolvida através do reconhecimento de seu corpo biológico e da educação, mas se sente TAMBÉM feminino. Homem e mulher simultaneamente. O travesti masculino deseja, primariamente, um homem para se relacionar  e sabe, biologicamente, que é homem e não deseja eliminar o seu órgão sexual masculino. Há casos de homens heterossexuais que, durante a relação sexual com sua companheira, vestem lingeries. Isso é uma parafilia chamada travestismo, mas só falarei sobre ela em outra coluna. 

8º Mulheres travestis       

Mulheres travestis são poucas e discretas. Não têm nenhuma disfunção orgânica e foram criadas como se do gênero feminino. As mulheres travestis comportam-se, na maioria das vezes, como homens, mas não rejeitam a sua condição biológica de mulheres e nem pensam em mudar de sexo.  Elas, porém, sentem necessidade de acrescentar caracteres sexuais secundários masculinos ao seu corpo: músculos, pelos e barba (adquiridos através de hormonização).

9º Mulheres transexuais 

Elas nascem com pênis e bolsa escrotal, mas se comportam e se sentem mulheres. Passam por momentos de crises de identidade violentas e sofridas, hormonizam-se e, na maioria das vezes, extirpam a genitália. Afinal, elas prefeririam ter uma vagina entre as pernas. Elas também não se veem como homossexuais porque a atração é por homens que se consideram heterossexuais. Ao se deparar com uma mulher transexual, com corpo feminino definido, e um homem, tenha certeza que está diante de um casal heterossexual. Alguns transexuais alteram apenas os caracteres sexuais secundários, como seios, forma do rosto e nádegas, e se adaptam à vida com sua genitália masculina.

10º Homens transexuais

A família tende a achar que a menina será homossexual. Como as mulheres transexuais, os homens trans desejam adequar o seu corpo biológico à sua identidade de gênero. Mas a situação é mais complicada porque as cirurgias são mais delicadas e, de certa maneira, restritas a alguns apectos sexuais secundários. Comum mesmo é realizar a mamoplastia masculinizadora, a retirada total dos seios. 

11º Intersexual  

A coisa é mais complicada por aqui porque tem a ver com problemas ligados aos cromossomos responsáveis pela nossa formatação sexual que podem enviar mensagens “erradas”, indicando formação de ovários e testículos ao mesmo tempo. Em linhas gerais, o indivíduo poderá nascer com órgão genital dúbio, em que os dois sexos, macho e fêmea, estão fundidos. Mas há diversas graduações de anomalias, como ausência de escroto e micropênis, úteros atrofiados, vulvas e vaginas mínimas, orifício no períneo. Esqueça a lenda que o intersexual tem os dois sexos desenvolvidos e que é como minhoca. Por que é preciso operar? Porque precisamos de UMA identidade genital. 

O que é que eu acho de todas essas rotulações? Ela é mais útil para quem é oprimido. O que significa, provavelmente, todos os 11 sexos, exceto os homens heterossexuais, que estão no topo da cadeia alimentar desde tempos imemoriais.

Identificando-se, certificando-se sobre a condução de seu desejo, descobrindo que você não é melhor nem pior que o vizinho, apenas diferente, chega-se à cidadania e o direito de ser o que nasceu para ser, e não estou falando de biologia. Estou falando de ressignificação e integração entre o que se é e o que aparenta ser.

Deu um nó na sua cabeça? Escreva para mim que eu tentarei esclarecer com mais detalhes: jluiz@edglobo.com.br. 

 

– Somos Todos Dona Regina!

A Nudez em obras de arte, fomentada para as crianças, é realmente arte?

Já escrevi sobre minha percepção quanto ao caso da peça do MAM, onde creio que o erro é o da mãe em levar a filha para uma encenação erotizada e avisada para menores. O museu avisou que não era recomendado para crianças, mas…

Uma verdade é: o mundo está jogando uma educação sexualizada ao extremo, erotizando precocemente nossos inocentes. Criança tem que brincar e estudar, não se preocupar com as questões de sexo na infância.

Agora, muitos apoiam uma senhora idosa (dona Regina) que, durante um programa da Rede Globo, colocou-se contra a arte com pornografia exposta para as crianças. Embora os globais forçassem a barra no programa, na simplicidade ela colocou argumentos que deixavam os artistas “pró-exposição ao nú com crianças” sem o que falar. 

Extraído de: https://www.youtube.com/watch?v=i8YLXFp_HKU, a partir de 6’10”. Vale a pena assistir!

#SomosTodosDonaRegina

ARTISTAS DA GLOBO SE IRRITAM COM SENHORA DA PLATEIA E FICAM EM SAIA JUSTA AO VIVO

A atração, comandada interinamente por Ana Furtado e Lair Rennó, discutia sobre a polêmica da nudez nos museus, quando uma senhora da plateia, chamada dona Regina, discordou dos convidados ao dar sua opinião e os deixou em saia-justa. “Eu não sou contra a arte que foi exposta, mas sou contra a exposição da criança, ali daquela forma”, disse.

– Motivos que explicam porque sou CONTRA a Ideologia de Gênero

Aqui não entra radicalismo, conservadorismo, modismo ou qualquer outra coisa, a não ser a explicação clara e sensata sobre esse tema delicado. 

Assista ao vídeo sobre a Ideologia de Gênero, abaixo, e entenda um pouco melhor o que é isso. Penso exatamente como o professor dessa explicação: ​

 

– Festa da Salsicha: o filme não é para crianças!

Os personagens parecem infantis, mas não são. E fica aqui o alerta para os papais e mamães de que a comédia em desenho animado “Sausage Party”, ou se preferir, “Festa da Salsicha”, é um desenho erótico, feito para adultos.

Ele conta a história de “alimentos engraçadinhos” que estão em um supermercado. Há uma pãozinha que se parece com uma vagina, uma salsicha que simula um pênis, uma empadinha feminina bissexual (que encara “linguiça e bacalhau”, segundo ela própria, fazendo alusão vulgar aos nomes popularescos dos órgãos genitais masculino e feminino.

A película é produzida por Seth Rogers (de filmes chamados de “besteirol”, como Superbad e Ligeiramente Grávidos, onde drogas lícitas e ilícitas, além de sexo, são frequentes) e que conta com nomes famosos como James Franco (de “O Homem Aranha”).

Enfim, o filme é pornográfico, libertino e com pansexualismo explícito. Em um momento é personagem feminina com relação sexual com menino, outra hora é bonequinho menino com menino. Dessa forma, não caia na inocência de, ao ver um desenhinho engraçadinho no cartaz, entrar com seus filhos para assisti-lo!

Admito que há gente sabedora que é feito para adultos. Mas nesses tempos tão deturpados, não parece uma arapuca para crianças?

Assista o trailer em: https://youtu.be/9EjeVN1YKEw

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– Por quê a insistência da Ideologia de Gênero?

Continuo vendo pessoas defendendo que a criança deve escolher seu sexo. Ora, muitos vão pelo modismo ou por imposição de grupos que têm interesse em tal ideia. E isso vai contra o ideal! Ora, criança é criança, sem essa de sexualizar precocemente!

Aqui em Jundiaí, uma polêmica surgiu quando o vereador Albino (PSB) discutiu o assunto na Câmara dos Vereadores e em visitas às escolas. E concordo com ele: por quê forçar que menino brinque com boneca e menina com carrinho? Homens e Mulheres são iguais em direitos, mas diferentes na fisiologia e no comportamento. É fato!

A criança nasce menino ou menina. Transformá-la em assexuada e permitir que “escolha o sexo que quiser” é uma grande maldade com o ser humano! A opção sexual do adulto é outra história, mas erotizar desde pequeno é sacanagem de quem defende tal propósito.

Aliás, você sabe o que é Ideologia do Gênero?

Compartilho essa publicação deste mesmo blog, do ano passado:

ENTENDENDO A IDEOLOGIA DO GÊNERO

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

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– Serviço de Barriga de Aluguel no Brasil

Uma empresa que vende “barrigas de aluguéis” chega ao mercado brasileiro. E sabia que não há legislação para essa prestação de serviços ainda?

Veja como funciona e quanto custa,

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/433228_BARRIGA+DE+ALUGUEL+NUM+PAIS+SEM+LEI?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

BARRIGA DE ALUGUEL NUM PAÍS SEM LEI

Aproveitando-se de um vácuo na legislação e de olho no aumento da procura, empresas abrem escritórios no Brasil e chegam a cobrar US$ 120 mil para facilitar o processo no Exterior

Travestida de consultoria familiar, uma vez que a comercialização de qualquer parte do corpo é ilegal no País, uma filial da gigante israelense Tammuz se instalou na capital paulista. Seu proprietário é o ex-cônsul brasileiro em São Paulo, Roy Rosenblatt-Nir, 39 anos, ele próprio um consumidor do serviço de locação de útero. Ele e seu marido, o médico Ronen Rosenblatt-Nir, de 36 anos, tiveram dois filhos que nasceram na Índia, onde o procedimento é reconhecido e legalizado. Diante da dificuldade que encontrou para realizar o processo do Brasil, nasceu a idéia de trazer o lucrativo negócio para cá. Em oito meses de operações, 26 casais já se tornaram clientes. “Tudo é realizado em países onde a legislação permite e regulariza a prática.” O banco de óvulos fica na África do Sul e as barrigas de aluguel são oferecidas por mulheres de estados americanos, do Nepal e da Índia. Nestes dois últimos, o procedimento custa entre US$ 50 mil e US$ 70 mil, com a doação de óvulos. Nos EUA, o processo é mais caro e pode valer US$ 120 mil. Enquanto as mulheres que oferecem as barrigas no Nepal e na Índia recebem US$ 10 mil por gestação, nos EUA fica entre US$ 25 e US$ 30 mil. Rosenblatt-Nir explica que a doadora de óvulos não pode ser a mesma mulher que comercializará a barriga. “A coleta do material é feita fora do país e na hora do nascimento é recomendável que os pais estejam presentes” E o que faz o escritório brasileiro, uma vez que tudo é realizado fora? Ele assessora e acompanha os clientes, no burocrático e complicado processo, providenciando documentos e enviando exames, por exemplo.

Por muito tempo, as barrigas de aluguel movimentaram no Brasil e no mundo um comércio ilegal de óvulos e sêmen. Para se ter ideia de como funciona esse polêmico e movimentado mercado, existem sites internacionais especializados em divulgar perfis de brasileiras que oferecem seus serviços. Embora a Constituição Federal proíba, não há atualmente uma lei específica que regule a barriga de aluguel no País. O que existe hoje é apenas uma norma do Conselho Federal de Medicina que permite o empréstimo temporário do útero sem fins lucrativos entre familiares com até o quarto grau de parentesco. “O Brasil vive em um limbo jurídico em relação às barrigas de aluguel, há um vazio na legislação”, diz Ana Cláudia Silva Scalquette, membro da Comissão de Biotecnologia e Biodireito da Ordem dos Advogados de São Paulo. “Países como Itália, Reino Unido e França perceberam a necessidade de regular a prática há uma década para que ela não se tornasse uma atividade meramente lucrativa.” Por conta dessas lacunas jurídicas, surgem consultorias como a do ex-consul Rosenblatt-Nir.

Apesar de não ser ilegal, muitos especialistas questionam esses escritórios de “consultoria familiar”, que não são monitorados por nenhum órgão de saúde. “Aceitar sem parâmetros a instalação de clínicas que oferecem serviços proibidos no País não me parece razoável”, afirma a advogada Ana Cláudia. O médico especialista em medicina reprodutiva Lister de Lima Salgueiro também vê com cautela a chegada dessas empresas. “Elas montam escritórios de captação de clientes e fazem o processo em países onde a prática é permitida. Isso favorece a prática do turismo reprodutivo que acontece em razão das brechas na legislação”, diz.
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– Santa Maria Madalena, Prostituição e Conversão

Neste dia 22, celebra-se o Dia de Santa Maria Madalena, protetora das prostitutas!

Calma, você não leu errado: no Catolicismo, é ela quem está na Comunhão dos Santos e intercede com carinho especial a Jesus para a conversão dessas mulheres.

Mas de onde veio essa crença?

Diz-se que a venda do corpo por favores sexuais é a atividade profissional mais antiga do mundo. Na Bíblia, há vários relatos de mulheres pecadoras envolvidas em prostituição. Entre elas, supostamente, fora Maria, nascida em Magdala, uma das mulheres mais engajadas na Evangelização e apóstola de Cristo.

Nos Evangelhos não há explicitamente a menção de que Maria Magdalena fora prostituta. Mas a Tradição Católica crê que a mulher à beira do apedrejamento por se prostituir e que foi salva por Jesus era ela. Recordando: naquele tempo, o crime de prostituição era punido com apedrejamento em praça pública pelos judeus, embora, para o homem, nada acontecia. Uma mulher – e acredita-se que seria Maria de Magdala – foi pega e, na iminência de ser morta, apareceu Jesus que diz à multidão:

Quem de vós não tiver pecado, que atire a primeira pedra”.

Dito isso, a multidão desencorajou-se e foi embora. E à mulher, Cristo diz:

Ninguém te condenou? Pois eu também não te condeno. Levante-se, vai, e não peque mais”.

Dessa forma, a prostituta se arrependeu dos pecados e se converteu. Passou a seguir Jesus e tornou-se discípula, tendo sido ela a testemunhar pela 1a vez a Ressurreição de Nosso Senhor, quando iria cuidar do corpo e encontrou o Sepulcro vazio.

Conta-se que Maria Madalena morreu em Eféseo (comunidade grega) evangelizando. Nos últimos anos, estórias cinematográficas como “O Código da Vinci” disseminaram o conto de que Maria Madalena casou-se com Jesus Cristo e com ele teve filhos.

O importante de tudo isso é: o processo de conversão! Alguns mudam de vida após uma experiência de amor; outros, à beira da dor. O certo é que algumas casas de apoio às prostitutas costumam levar o nome daquela que se converteu: Maria de Magdala. E ao contrário do que muitos pensam sobre “as mulheres de vida fácil” (que de fácil não tem nada), a maioria delas não quer se ultrajar em tal situação e precisa de AMPARO para o recomeço.

– Santa Maria Madalena, rogai por nós e por todas as mulheres que se humilham sexualmente para a sobrevivência. Amém.

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