– Os Jovens comportados e responsáveis são aqueles que alcançam o sucesso!

Neste mundo de muita confusão comportamental e de valores deturpados, uma matéria muito bacana sobre os jovens que alicerçam sua vida na família, na religião, no trabalho e no estudosem perder a alegria.

Nada de excessos, distância das drogas e muita vontade de vencer: esse é o “jovem diferenciado”, que deveria não ser a “exceção”, mas a regra da sociedade!

A ótima matéria está no Jornal de Jundiaí (www.jj.com.br), caderno Cidades, na edição deste domingo, por Mauro Utida (mutida@jj.com.br)

EM TEMPOS MODERNOS, JOVENS SE DESTACAM COM COMPORTAMENTO DIFERENCIADO

Pensar no futuro é uma das ocupações das quais os jovens mais se dedicam a fazer, porém nem todos conseguem se planejar para alcançar seus objetivos e sonhos e, com isso, se frustram. Em tempos modernos, onde há muita informação e liberdade, muitos novos adultos conseguem se destacar, buscando mais expressão com a maturidade e sem abandonar os valores da família.

Eles podem até ser considerados ‘caretas’, inocentes e até mesmo, conservadores, mas uma boa parte desta nova geração não está preocupada com baladas, como a maioria, mas sim na estabilidade financeira por meio de um bom emprego na área em que eles se formaram e na construção de uma família tradicional.

Para a psicóloga Maria de Fátima Maion Cosarin, a geração atual é mesclada, enquanto há aqueles que não estão nem aí para nada, há outros muito responsáveis, decididos e maduros.

Ela se preocupa apenas quando o jovem coloca a estabilidade financeira como prioridade. “O mais importante é o jovem se encontrar e alcançar o autoconhecimento, não só pensar na parte financeira. Conheço muitas famílias realizadas financeiramente, mas infelizes”, alerta.

Para ela, a liberdade pode ser vista de diversas maneiras, porém quando é associada ao álcool, drogas e sexo, se torna libertinagem. “Hoje o jovem tem a liberdade de expressão, mas falta maturidade. Não existe liberdade sem maturidade”, avisa.

Rock’n Roll
Quem olha para Daniel Pacheco da Silva, 23 anos, tocando baixo com sua banda de heavy metal, com camiseta preta, não imagina que ele é um administrador de banco de dados, formado pela Faculdade de Tecnologia (Fatec Jundiaí) em análise de sistema, bebe socialmente, costuma ir às missas frequentemente e é um dos mais tranquilos da turma.

Para ele, o relacionamento sério é mais “bacana” e procura alguém com quem tenha afinidade. Drogas? Nem pensar. “Não tenho nada contra, mas não me misturo”, declara. Ele não se considera uma pessoa diferente da sua geração por ser mais conservador do que a maioria dos jovens de sua idade, porém procura focar mais no seu trabalho e na música, já que também toca violão e gaita. “Cada um é cada um, não discrimino a opinião de ninguém”, desabafa.

Sonho de criança
Desde criança, Stephânia Vilela, 23 anos, sonha em se formar, conseguir um bom emprego e depois casar. Foi sempre uma aluna disciplinada e hoje, aos 23 anos, já faz pós-graduação em Direito do Trabalho, na Faculdade Padre Anchieta, em Jundiaí.

Ela se formou em Direito pela PUC-Campinas e no 5º ano de faculdade, conseguiu passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para poder exercer sua profissão. “Em cinco anos de faculdade, se fui a cinco festas foi muito”, diz.

Ela namora há quatro anos com um jornalista, que também está iniciando na profissão, porém os sonhos do casamento foram prorrogados para que os dois consigam uma estabilidade financeira e profissional primeiro. Na opinião dela, o próximo passo do casal será conseguir um imóvel e, só então, realizar a cerimônia matrimonial.

“Nosso namoro deu certo porque nós dois somos bem tranquilos, saímos mais para comer fora e se reunir com os amigos, ou ficar assistindo Netflix em casa (risos)”, revela.

O que chama a atenção em Stephânia são as suas tatuagens e um piercing no nariz, nada comum para uma advogada. Mas ela afirma que não gosta de estereótipos e quer ser uma profissional sem abandonar seu estilo. “Adoro tatuagens e piercing, quero ter minha liberdade de escolha dentro da minha profissão, não gosto de estereótipos”, declara.

Lado espiritual
A psicóloga Fátima Maion Cosarin também destaca a importância dos jovens terem uma espiritualidade forte, seja qual for a religião. Para ela, jovens com este perfil, costumam alcançar a maturidade mais rápido, pois de alguma forma a religião costuma trabalhar com as frustrações.

O analista de suporte, Thiago Hernandes Cardoso da Silva, 30 anos, foi influenciado pela avó a frequentar as missas católicas. Ele gostou de participar deste ambiente e, dentro do grupo de jovens, conheceu sua namorada, com quem está há 3,5 anos. Eles já planejam o casamento dentro da Paróquia São João Batista, na Ponte São João, em 2019. “Estamos praticamente noivos”, declara.

Silva afirma que os bons costumes não aprendeu na igreja, mas sim dentro de casa. Para ele, a educação tem que vir da família e a igreja, como um direcionamento para a espiritualidade. “Os meus princípios e minha educação foram passados pelos meus pais, a igreja é meu suporte espiritual”, diz ele, que é formado em informática.

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– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Você sabe quais são as piores faculdades do Brasil?

De 2109 instituições de ensino superior avaliadas pelo MEC, mais de 300 foram consideradas insatisfatórias.

Sabe quais são elas?

O link está em: https://exame-abril-com-br.cdn.ampproject.org/c/exame.abril.com.br/carreira/as-piores-faculdades-do-brasil-segundo-avaliacao-do-mec/amp/

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– Bons Cursos via Web de Ótimas Universidades

A divulgação é pequena, mas as ofertas são boas: cursos a distância (EAD) da Unicamp e da USP.

Vale a divulgação e o compartilhamento entre amigos.

Abaixo, extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/11/usp-e-unicamp-lancam-cursos-a-distancia-gratuitos.htm

USP E UNICAMP LANÇAM CURSOS A DISTÂNCIA GRATUITOS

O Coursera, uma das principais plataformas de ensino online do mundo, lançou neste mês seus primeiros cursos em língua portuguesa. As formações, gratuitas, são ministradas por instituições renomadas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos.

Os cursos da plataforma – com vídeos, simulações e exercícios – não têm data para começar ou terminar, o que facilita a participação dos alunos. O conteúdo é gratuito e cobra-se apenas uma taxa de 85 dólares (cerca de R$ 300) para emissão de certificado. O Coursera tem 12 milhões de usuários no mundo, sendo 500 mil no Brasil.

A USP oferece dois cursos: um sobre história da contabilidade e outro sobre linguagem de negócios nessa área. O primeiro estará disponível na próxima semana e o segundo, em agosto. Outras formações da USP já devem ser abertas nos próximos meses.

A Unicamp oferece, a partir deste mês, um curso de processamento digital de sinais, voltado para engenheiros. A ideia é mostrar como se criam aplicativos para converter músicas, imagens, vídeos e outros sinais em formato digital.

O segundo programa, para julho, mira interessados em empreender. A Unicamp também planeja criar cursos online abertos de Português para Estrangeiros e Física Básica.

Os chamados Moocs (sigla em inglês para cursos gratuitos, online e dirigidos ao grande público) são uma tendência em grandes universidades estrangeiras. A oferta dessas aulas virtuais também é uma estratégia para aumentar o alcance de instituições brasileiras de ponta.

Já a Fundação Lemann lança neste mês o programa de gestão para aprendizagem. O objetivo é discutir novos conceitos de planejamento estratégico nas escolas.

O Coursera ainda traduziu dois dos seus cursos mais populares. Um deles, da Universidade da Califórnia, trata de como o cérebro absorve informações para melhorar hábitos de aprendizado. O outro, da Universidade de Michigan, discute estratégias de sucesso nos negócios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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– Não se pode crer que Deus utilizou da Natureza para explicar os Fenômenos? Parélio que coincidiu ou Providência Divina em Fátima?

Por que tanta necessidade em descreditar (e, talvez também desacreditar) em Deus forçosamente, como muitos fazem?

Dias atrás celebrou-se os 100 anos do Milagre de Fátima. Leio que a Ciência pode explicar a misteriosa “dança do sol” que assustou e ao mesmo tempo maravilhou milhares de pessoas que foram ver a Virgem Maria. Teria sido o PARÉLIO, um fenômeno da Natureza?

Nossa, que coincidência, não? Um raríssimo evento (incomum ao extremo) ocorreu na mesma data das aparições, na mesma hora e ainda por cima no mesmo lugar delas!!! Mais ainda: tudo por acaso, sem a ação de Deus.

A essa suposta coincidência prefiro chamar de PROVIDÊNCIA. Deus não precisa fazer mágica, ele pode usar dos elementos naturais que Ele mesmo criou. E até mesmo fazer o sol dançar para sua serva predileta, Maria, a mãe de Jesus, seu Filho Amado, a quem carinhosamente chamamos de Nossa Senhora.

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blog/alexandre-versignassi/como-a-ciencia-explica-o-milagre-de-fatima/

A “ALUCINAÇÃO COLETIVA” DO MILAGRE DE FÁTIMA EXPLICADA.

70 mil pessoas viram o Sol fazer ziguezagues no céu há 100 anos. Veja o que realmente aconteceu.

Por Alexandre Versignassi

O milagre de Fátima mais conhecido é o da aparição da Virgem Maria para as crianças que foram canonizadas agora em maio. Mas existe outro, menos célebre: o da “Dança do Sol”, registrado  em 13 de outubro de 1917, alguns meses depois da aparição, por 70 mil romeiros que tinham ido para Fátima, a 130 km de Lisboa, na esperança de ver a Virgem.

Segundo a multidão, o Sol ziguezagueou pelo céu, de ponta  a ponta. Milagre? Alucinação coletiva? Antes de seguir, um aposto de Richard Dawkins, o melhor divulgador de ciência vivo: “Não é fácil explicar como 70 mil pessoas puderam compartilhar da mesma alucinação. Ainda mais difícil de aceitar, porém, é que isso tenha acontecido sem que o resto do mundo tivesse visto. Não só visto, mas sentido, já que tal deslocamento do Sol significaria  a destruição do Sistema Solar, com direito a uma aceleração gravitacional suficiente para tragar todo mundo para o espaço sideral”.

Perfeito. Mas o milagre pode ter uma explicação que não envolva a pouco digerível ideia de alucinação coletiva. O maior consenso hoje entre cientistas e céticos e em geral é o de que os romeiros vira uma versão de um efeito da natureza. Trata-se de um “parélio”. Um fenômeno raro, que só aparece a certas latitudes. Ele acontece quando a luz do Sol atravessa um cirro (um tipo de nuvem) feito de cristais de gelo. Se os cristais estiverem em posições bem específicas, eles repartem a luz solar, fazendo aparecerem “mais sóis” no céu.

Em 13 de outubro de 1917,  o céu de Fátima era um daqueles pós-chuva, com nuvens escuras esparsas. Essas nuvens escuras, mais baixas, teriam escondido dois dos “três sóis” quando o parélio começava, dando a impressão de que o Sol se deslocou instantaneamente para um canto do horizonte. A dança das nuvens pode ter continuado, encobrindo uma imagem do Sol e revelando outras, dando a impressão nítida de que quem dançava ali não eram as nuvens, mas o próprio Sol.

Um espetáculo bizarro, bonito, e, claro: para os 70 mil fiéis não poderia parecer outra coisa que não um sinal de intervenção divina.

Mas linda mesmo é a ciência. Que privilégio viver numa época em que mesmo um ziguezague do Sol pode ser explicado à luz da razão.

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– Será que 1+1 é > ou < que 2?

Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?

Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.

Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html

QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”
A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.
O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.
Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.
E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

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– Design Inteligente versus Teoria da Evolução em Destaque.

Um debate respeitoso e de ideias opostas: foi assim que aconteceu sobre a discussão do Prof Dr Marcos Eberlin e o Prof Fábio Amaral, da USP, no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan.

Enquanto o 1o defende que a vida surgiu da combinação de elementos através de uma “mão inteligente” (um Criador, Deus, Força Maior, Mente Pensante ou Ser Cósmico), o 2o defende a evolução das espécies sem interferência divina.

Para mim, não se deve fazer um embate de Fé e Razão, pois Religião e Ciência não são concorrentes, mas complementares. Além disso, a TDI (Teoria do Design Inteligente) não é uma nova religião, como erroneamente alguns pensam. Reunem Batistas, Luteranos, Católicos e outras crenças com diversos estudiosos.

Um adendo: três papas (sim, os 3 últimos pontífices) defenderam tais ideias (vide em: https://professorrafaelporcari.com/2014/11/17/design-inteligente-papas-e-revista/).

Assista o vídeo no YouTube, a partir de 30’56” até 55’30”. Vale a pena, em: https://www.youtube.com/watch?v=1Z0yEqqMU7c

A chamada da notícia está abaixo:

Extraído de: http://jovempanfm.uol.com.br/morning-show/defensores-do-design-inteligente-e-teoria-da-evolucao-divergem-sobre-origem-do-universo.html

DEFENSORES DO DESIGN INTELIGENTE E TEORIA DA EVOLUÇÃO DIVERGEM SOBRE ORIGEM DO UNIVERSO

Falar sobre a origem da vida e do universo é sempre complicado por conta dos diversos pontos de vista e teorias evolucionistas. A mais nova polêmica gira em torno da teoria do Design Inteligente, que ganhou um núcleo de estudos na Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.

O Morning Show desta quinta-feira (25) trouxe Marcos Eberlin e Fábio Raposo do Amaral, que possuem opiniões diferentes em relação a origem da vida. Eberlin é presidente-executivo da Sociedade Brasileira do Design inteligente, enquanto Amaral é vice-chefe do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Paulo.

O defensor do “DI” explica que a teoria estuda e analisa dados científicos mais recentes sobre os eventos que deram origem ao universo e aos seres vivo. Eberlin acredita que o ser humano é tão complexo que não seria possível ter surgido por meios naturais.

“Vemos que os avanços científicos em química e biologia mostram a incapacidade de causas naturais como origem da vida e que foi uma mente inteligente deu origem ao universo”, opinou.

Ateu, Fábio relembra que a evolução científica tem o seu método utilizado há 150 anos e ressaltou que respeita o espaço do Design Inteligente, praticamente colocando-a como uma nova religião. Para ele, porém, é necessário haver uma separação onde a teoria deve se envolver.

“Há 150 anos usamos o método cientifico para explicar a evolução e em nenhum momento precisamos de motivos divinos para explica-la”, aponta.

– O Papa e a Questão Ambiental em Encíclica

Uma questão redundante e que não deveria existir polêmica: recentemente, o Papa Francisco alertou sobre a necessidade de preservar o Meio Ambiente, já que, segundo ele, “a Criação era algo que Deus confiou ao homem, e este deveria cuidar melhor para que ela não se destruísse” (coisa que a criatura não faz corretamente, devido ao desmatamento, poluição e desrespeito à Natureza).

Não é que há “xarope” que ousou rebater e criar um embate teológico sobre esse pensamento?

Alguns cientistas e muitos céticos descreditaram a responsabilidade do homem pelo aquecimento global, dizendo que os fenômenos climáticos são pela ação lógica do Universo, sem a mão de um deus qualquer, sendo que a vida neste planeta acabará no futuro, quer o Deus dos católicos queira ou não.

Pra mim, parece ser birra contra o Pontífice. Ninguém debateu “expectativa de vida” ou “imortalidade do Planeta Terra”. Foi um simples e responsável pedido para que o homem preserve o lugar em que habita! Um alerta ecologicamente correto e pertinente.

Ora, se o homem conservar a Natureza, independente de quando o Sol esfriar ou superaquecer, não teremos um mundo melhor?
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– O Viagra como fortificante para flores!

Está na Superinteressante (http://is.gd/12cxo2): contra flores que estão murchas… Viagra é a solução.

VIAGRA REVITALIZA FLORES MURCHAS

Óxido nítrico, componente que ajuda a tratar a disfunção erétil, também deixa as flores em pé.

Por Thiago Perin

Para que suas flores vivam 1 semana a mais, basta diluir 1 mg de Viagra (o comprimido tem 50 mg) na água do vaso. A sugestão é de pesquisadores de Israel e da Austrália, que testaram os efeitos do medicamento em vegetais e descobriram que o óxido nítrico, componente que ajuda a tratar a disfunção erétil, também deixa as flores em pé.

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– Os Polvinhos de Crochê que auxiliam os papais e as mamães!

Uma novidade simples, barata e que tem ajudado os bebezinhos prematuros nas incubadoras: polvos feitos de tecido especial, esterilizados, cujos tentáculos simulam abraços, cordão umbilical e acalmam as crianças.

Assista que bacana: https://www.youtube.com/watch?v=vvamHYtMup4

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– Cresce Unschooling no Brasil.

Nos EUA, os pais podem tirar os filhos da escola e ensiná-los em casa. Isso se chama Homeschooling. Aqui em nosso país, existe o Unschooling, que é algo bem diferente e polêmico.

Conheça (extraído de Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg B8, 12/02/2017)

FAMÍLIAS ADEPTAS DA ‘DESESCOLARIZAÇÃO’ TIRAM FILHOS DO COLÉGIO EM SÃO PAULO

Por Ângela Pinho

Elas estão em bairros paulistanos como Aclimação ou Vila Madalena. Em cidades do interior como Joanópolis e Piracaia, ou do litoral, como Ubatuba. São filhos de artista, médica, economista, cabeleireiro, entre outras profissões. Em 2017, não vão tirar férias, matar aula, repetir ou passar de ano.

Mais de cinco séculos após o surgimento de escolas nos moldes atuais, pais de classe média e alta optam por tirar os filhos do colégio ou nem sequer matriculá-los.

São adeptos da chamada “desescolarização”, ou “unschooling”. Diferente do que ocorre na educação domiciliar, ou “homeschooling”, essas famílias não ensinam em casa a grade curricular. A ideia é, justamente, fugir de objetivos e regras da vida da escola.

As duas práticas costumam ser rejeitadas quando questionadas nos tribunais, por causa de artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente que diz: “os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.

A interpretação jurídica do tema, porém, está sob análise do STF (Supremo Tribunal Federal), que julga ação sobre o ensino domiciliar e suspendeu a tramitação de processos em 2016.

PRECURSORA

A “desescolarização” não era um assunto para a educadora Ana Thomaz, 49, quando, nove anos atrás, seu filho, aos 13, pediu para sair do colégio. “Ele disse que sentia ter algo dentro dele que ele queria fazer, mas não tinha tempo”, diz ela. Um ano depois, Ana aceitou o pedido.

Na época, era a única entre seus conhecidos. Hoje, isso está longe de ser verdade. Na última quarta (8), mais de uma dezena de pais que tiraram ou pensam em tirar os filhos do colégio pegaram 7 km de estrada de terra para um encontro no sítio onde ela vive, em Piracaia (a 88 km de SP).

Ali, além de Ana, moram seu marido, suas duas meninas caçulas (o mais velho virou mágico e foi viajar) e outra família com dois filhos. Com idades de 5 a 10 anos, as quatro crianças nunca foram a uma escola. Aprenderam sozinhas a ler e escrever.

Com exceção de alguns compromissos fixos, como uma refeição no fim da tarde, não têm rotina pré estabelecida. A expectativa é desenvolver o potencial de criação e o que ela chama de “auto-responsabilidade”. Algo como um contraponto à atitude de esperar que outro pessoa –um professor ou chefe– determine a sua atuação. Isso, diz, vale para adultos e crianças.

NA CIDADE

Para ela, sair da escola é consequência da busca por outro modo de vida. Talvez por isso, quando o filme “Capitão Fantástico”, em cartaz, foi lançado, amigos lhe escreveram. A história mostra um pai que educa os filhos em uma floresta nos EUA. Ela rejeita a comparação com o personagem. “Ele é um escravo na luta contra o sistema. Não acho que meus filhos são melhores do que os que vão à escola. Não sou ativista”.

A realidade das famílias que praticam a “desescolarização” em São Paulo também é diferente da que mostra o filme. Exemplo é um grupo de crianças que se encontra semanalmente na Aclimação, na capital. Ele reúne 10 meninos e meninas de 3 a 16 anos, filhos de profissionais como médica, cabeleireiro, empresária e massagista.

Formada pela Faculdade de Educação da USP, Bia Conde faz uma espécie de tutoria para os “unschoolers”. Chegou a viver a experiência como mãe. Conta que tirou as filhas da escola quando tinham 4 e 6 anos, mas matriculou-as novamente sob risco de perder a guarda, após seu ex-marido entrar com uma ação.

No grupo que atende, ela dá orientações a partir dos interesses das crianças. Observa dimensões emocionais e intelectuais, diz, mas não segue um currículo escolar.

Uma das mães que a procurou é a médica Maria (nome fictício), que não quer ser identificada por medo das consequências judiciais. “Sempre fui boa aluna e gostava disso. Por isso, para mim, foi uma grande novidade quando vi que meus filhos não gostavam de ir à escola”, diz.

Quando ofereceu a eles a possibilidade de sair do colégio, o mais velho, adolescente, recusou. Está agora na faculdade. O mais novo, então com 8 anos, aceitou.

Faz aulas de música, programação e, a seu pedido, português e matemática com professor particular. Se quiser seguir o exemplo do irmão, precisará de um diploma de ensino médio. Para isso, ou terá de fazer supletivo, ou estudar para obter certificado.

Até o ano passado, uma nota mínima no Enem servia como certificação para maiores de 18 anos. Mas, para este ano, o governo vai retirar essa função do exame e criar uma prova específica para isso.

Se o conteúdo curricular até pode ser aprendido depois, a experiência de socialização da escola é única, dizem educadores contrários ao “unschooling”. “A grande vantagem da escola é a possibilidade de sair da família”, diz o filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro.

O convívio, porém, pode levar a conclusão diferente. A artista Leila Garcia, 53, tirou o filho da escola, em São Paulo, após episódios de bullying. “Não acho que a escola socialize. É um grupo de crianças juntadas aleatoriamente. Você sofre e no dia seguinte tem que estar de novo com o agressor.” Hoje, ela vive com o garoto, de 12 anos, em Ubatuba.

Os dois seguem uma programação de estudos, na qual ele escolhe o que vai aprender. Seu caso ilustra um consenso entre adeptos da “desescolarização” e críticos à prática: a necessidade de adulto por perto e de um ambiente que possibilite o desenvolvimento das crianças.

“Para recusar a escola e seguir no meu modo de criação, eu tenho que trabalhar menos e ganhar menos”, diz Leila. “Não é o mundo da fantasia.”

JUSTIÇA

Desde novembro do ano passado, todas as ações judiciais sobre educação domiciliar no país estão suspensas por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A medida é válida até o julgamento de um processo na corte, do qual ele é relator. A ação opõe o município de Canelas (RS) a pais que querem ensinar os filhos em casa.

Embora não trate do “unschooling”, a decisão pode dar uma sinalização jurídica para a prática. Os ministros do STF irão decidir se a educação pelas famílias pode ser tida como meio lícito para garantir o direito à educação. Diz o artigo 205 da Constituição: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.

Muitos dos pais que optam por tirar os filhos da escola dizem que a decisão tem mais a ver com a opção por um modo de vida diferente do que com a discordância em relação ao modelo tradicional de ensino.

“Minhas escolhas sempre tiveram o pressuposto da liberdade e, de repente, minha filha entrou em uma cadeia de comportamento em massa”, diz Dúnia La Luna, que prefere ser identificada pelo nome artístico, ao explicar por que desmatriculou a filha, com quem vive em Joanópolis, interior de SP.

De fato, o ensino formal molda uma socialização que ultrapassa a instituição escolar, diz a professora Carlota Boto, da Faculdade de Educação da USP. “Por exemplo, a ideia de colocar as pessoas em fila é um procedimento do qual a escola se vale e que organiza outras instâncias da vida social.”

“A escola se coloca como o anteparo entre a família e a vida social”, afirma. “Trata-se de uma instituição de transição entre a vida privada familiar e o mundo público.”

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– Abacaxi Vermelho? É coisa boa e de brasileiro!

Não é fruto de experiências transgênicas, mas da inteligência da ciência usada na natureza: vem aí o abacaxi vermelho, com sabor de tutti-frutti e casca comestível!

Extraído de: http://saude.abril.com.br/alimentacao/vem-ai-o-abacaxi-vermelho/

VEM AÍ O ABACAXI VERMELHO

Essa fruta, carregada de substâncias benéficas, é resultado de muitos anos de trabalho com melhoramento genético – mas não é transgênica. Confira:

Por Thaís Manarini

Não, a fruta não é transgênica – longe disso. Para chegar a essa cor, o biólogo Pedro Nahoum, da Botânica Pop, no Rio de Janeiro, cruzou várias espécies de abacaxi por duas décadas. Foi daí que surgiram Cesar e David, as variedades vermelhas.

“O tom vem da presença de antocianina, a mesma substância que está na uva”, explica. Ela tem uma baita ação antioxidante. Mas de que adianta ofertar antocianina nessa parte se as pessoas costumam descartá-la? Bom, escuta essa: “Mais lisa e macia, a casca desses abacaxis pode ser consumida”, conta Nahoum. Isso também permite o aproveitamento da bromelina, enzima que facilita a digestão e é detectada sobretudo na camada externa do alimento. E não é que assim dá pra comer o fruto em gomos?

CARACTERÍSTICAS DO ABACAXI VERMELHO

O abacaxi vermelho deve chegar ao mercado no final de 2017. Veja suas características:

  • Possui antocianina
  • Tem aroma de tutti-frutti
  • Pode ser cultivada sem agrotóxicos
  • Dá para degustar a casca, que tem uma enzima importante

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– Marte e os Projetos de Trump

Donald Trump, presidente americano, anunciou o desejo de que a NASA envie o homem para o planeta Marte até 2033. Com tecnologia atual, uma viagem de ida levaria 180 dias. E para tal “reforçou o caixa” da agência especial em US$ 20 bilhões só para esse ano.

A polêmica é que a NASA, durante o governo Obama, teve como foco os estudos sobre aquecimento global. Agora, o foco volta a ser a corrida espacial e os investimentos no módulo espacial Orion, uma cápsula revolucionária para transportar astronautas.

Será que se existirem marcianos eles serão receptivos ao viajantes espaciais? Pela lógica da imigração terráquea dos EUA, “pero no mucho”…

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– A superação de quem tem Síndrome de Down e os universitários especiais!

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868259-inclusao-leva-downs-a-universidade-e-forma-de-chefe-de-cozinha-a-professor.shtml

INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR

Por JAIRO MARQUES

Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.

O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.

Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.

As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.

Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.

A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.

“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.

Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.

“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.

Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.

“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.

Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.

Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.

Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

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– Discussões entre Mestres

A Revista Veja trouxe à tona uma matéria sobre o Big Bang e debates sobre a criação do Universo. E aqui fica novamente o embate entre ateus e religiosos. Duas observações de dois entendidos.

Sobre o Universo, por um cético:

Somos apenas uma raça avançada de macacos em um planeta menor que uma estrela média. Mas podemos compreender o universo e isso nos faz especiais”.

Stephen Hawking, físico.

Sobre antes do Universo, por um religioso:

Deus não fazia nada. Mas isso não significava que Ele ficava o tempo todo ocioso. Ele não havia ainda criado o tempo.

Santo Agostinho, filósofo

Nessas discussões, lembro-me sempre do papa João Paulo II: “Fé e Razão, duas asas que nos elevam para o Céu!”

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