– Fernanda Lima e os filhos.

Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:

Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.

Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).

Brasil X Estados Unidos: escolha o melhor no Handebol Feminino do Pan

– Nos EUA, há recorde de pedido de demissões.

Um fenômeno que assusta: o recorde de pedidos de demissão de trabalhadores norte-americanos.

E por que isso acontece?

Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/04/por-que-trabalhadores-nos-eua-estao-pedindo-demissao-em-ritmo-recorde.ghtml

POR QUE TRABALHADORES NOS EUA ESTÃO PEDINDO DEMISSÃO EM RITMO RECORDE

No último mês de abril, quase 4 milhões de pessoas deixaram seus trabalhos — o valor mais alto desde que este tipo de dado passou a ser registrado.

O número recorde de pedidos de demissões nos Estados Unidos em abril parece materializar uma tendência que o pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, batizou há alguns anos de “a Grande Renúncia” — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, estão escolhendo largar seus empregos.

Naquele mês, quase 4 milhões de trabalhadores, o equivalente a 2,7% de toda a força de trabalho do país, deixaram seus empregos. É um recorde desde 2000, quando esse tipo de dado começou a ser registrado.

A pandemia de coronavírus atingiu o emprego nos EUA com força brutal. Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000. A partir daí, começou uma gradual retomada, à medida que governos, empresas e funcionários encontraram uma forma de se adaptar ao novo cenário.

A onda de demissões compõe um quadro ambíguo: ela ocorre no mesmo país em que há mais de 9,3 milhões de desempregados, segundo dados de maio do Departamento do Trabalho.

Então, por que enquanto milhões de americanos estão procurando empregos, há outros milhões que estão pedindo demissão?

Esgotamento e epifanias

Embora sejam inúmeras as razões individuais pelas quais trabalhadores podem decidir pedir demissão, Anthony Klotz, professor associado de administração na Escola de Negócios Mays, da Universidade Texas A&M, diz que há quatro grandes explicações para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora.

A primeira é que muitos funcionários que já queriam deixar seus empregos em 2020 adiaram essa decisão.

“Entre 2015 e 2019, o número de demissões nos Estados Unidos cresceu ano a ano, mas esse número caiu muito em 2020, o que faz sentido dada a incerteza da pandemia. As pessoas permaneceram nos seus empregos, mesmo que quisessem deixá-los”, explicou Klotz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).

Estima-se que em 2020 houve quase 6 milhões de demissões a menos nos EUA do que o esperado.

Com o avanço da vacinação e a melhoria da economia no país, essas pessoas podem ter sentido um cenário mais favorável para concretizar a saída.

“As mais recentes estatísticas do Departamento do Trabalho têm mostrando um recorde histórico de demissões em abril me levam a crer que muitas dessas pessoas já começaram a deixar seus empregos”, diz Klotz.

O segundo fator que pode ter impulsionado esse fenômeno é o “esgotamento do trabalho”.

“Sabemos por diversas pesquisas que, quando as pessoas se sentem esgotadas no trabalho, é mais provável que saiam.”

“Vimos inúmeras histórias de trabalhadores essenciais, mas também de muitas pessoas que trabalharam de casa e tentaram equilibrar o tempo da família e do trabalho, que experimentaram altos níveis de esgotamento (na pandemia). No momento, há mais trabalhadores ‘esgotados’ do que o normal”, aponta o especialista, acrescentando que a “única” cura para esta situação é um bom período de descanso, mas como este nem sempre é possível, a saída se torna inevitável.

Um terceiro fator que pode explicar essa onda de demissões, segundo Klotz, são os momentos de revelação ou epifania.

Eles acontecem quando uma pessoa, que pode estar feliz com seu trabalho, de repente vive uma situação que a faz querer deixar o cargo — como não conseguir a promoção que esperava ou ver algum colega ser demitido.

“Com a pandemia, quase todos nós sofremos um impacto que nos fez reavaliar nossas vidas. Tantas pessoas tiveram essas epifanias! Algumas perceberam que querem ficar mais tempo com sua família; outras agora sentem que seu trabalho não é tão importante quanto pensavam, ou querem abrir seu próprio negócio”, explica.

“Muitas pessoas estão considerando fazer mudanças em suas vidas, e isso muitas vezes significa mudar suas carreiras.”

A ampliação do trabalho remoto

A quarta possível explicação para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora tem a ver com o trabalho remoto, expandido na pandemia. Muitas pessoas se adaptaram a trabalhar de casa e agora não querem voltar ao escritório, embora para Klotz esta parcela de pessoas seja menor.

“Como seres humanos, temos a necessidade fundamental de desfrutar da autonomia. Quando você trabalha à distância, consegue estruturar o dia à sua maneira e tem muito mais flexibilidade do que no escritório. Por isso, muitas pessoas não querem perder essa liberdade. Existem pessoas que estão se demitindo para buscar empregos remotos ou híbridos”, afirma o especialista.

Um estudo internacional encomendado pela Microsoft revelou que 70% dos funcionários querem que as empresas mantenham a opção flexível do trabalho remoto, e 45% dos que trabalham remotamente têm planos de se mudar para um novo local de moradia, já que não precisam mais ir para o escritório.

E cada vez mais empresas estão dispostas a oferecer essa possibilidade a seus funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo LinkedIn à BBC News Mundo, anúncios na plataforma oferecendo cargos remotos aumentaram cinco vezes entre maio de 2020 e maio de 2021.

O setor de mídia e comunicação lidera a oferta de empregos remotos (27%), seguido pela indústria de software e tecnologia da informação (22%).

Ao mesmo tempo, quase 25% de todas as inscrições para vagas feitas entre o final de abril e maio foram para empregos remotos.

Oportunidades para carreiras específicas

Analistas apontam ainda uma outra explicação para essa onda de pedidos de demissão nos EUA.

Trabalhadores antes considerados mal pagos, como funcionários de restaurantes e hotéis, estão um pouco mais valorizados no país.

Segundo números do Departamento do Trabalho, entre aqueles que deixaram seus cargos no último mês de abril, mais de 740 mil eram do setor de lazer, hotelaria e restaurantes. Esse número de pessoas que fizeram a transição equivale a 5,3% do total de trabalhadores do setor.

A reabertura abrupta da economia criou uma grande demanda por esses funcionários, o que obrigou as empresas a oferecerem incentivos, inclusive melhores salários, para preencher as vagas.

“Há muita rotatividade em cargos de baixa remuneração, nos quais as pessoas realmente não têm uma progressão na carreira. Se você encontrar um emprego que lhe ofereça um pouco mais, mudar não tem nenhum custo para você”, explicou Julia Pollak, economista da consultoria ZipRecruiter, ao jornal The New York Times.

Nos Estados Unidos, quase 4 milhões de trabalhadores pediram demissão em abril — Foto: GETTY IMAGES via BBC

– A Igreja Católica nos EUA proibirá Biden de receber a Eucaristia?

Certa vez, o ex-presidente Lula disse: “sou católico e defendo a vida, mas como presidente eu tenho que pensar no aborto como um caso de saúde pública”, ao se referir à legalização ao aborto em anos passados, plataforma a qual o partido dele defendia e defende.

Mais ou menos parecido com isso está acontecendo nos EUA: lá, Joe Biden faz o mesmo discurso (diferenciando que Biden, católico praticante, frequenta regulamente a Igreja e recebe costumeiramente os sacramentos). E por tal fala, a “CNBB dos EUA” quer proibi-lo de receber a Eucaristia.

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/06/18/por-que-bispos-americanos-querem-impedir-biden-de-comungar.htm

POR QUE BISPOS AMERICANOS QUEREM IMPEDIR BIDEN DE COMUNGAR

Quando Joe Biden assumiu a presidência dos Estados Unidos, em janeiro deste ano, ele se tornou apenas o segundo católico em toda a história americana a ocupar o cargo. O primeiro havia sido John Kennedy, que governou o país de 1961 a 1963.

Mas enquanto muitos católicos celebraram a vitória de Biden, sua presença na Casa Branca gerou o que alguns bispos americanos descrevem como situação “difícil”: Biden apoia o direito ao aborto, que é legal nos EUA, mas condenado pela Igreja Católica.

Essa postura levou parte da liderança da Igreja americana a propor que Biden — um católico fervoroso, que vai à missa todos os domingos, costuma citar passagens bíblicas e o papa Francisco em seus discursos e já afirmou que sua fé católica serve como “âncora” — e outros políticos que defendam o direito ao aborto sejam impedidos de receber a comunhão.

O debate vem gerando divisões e voltou a ganhar atenção nesta semana, com uma reunião virtual da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) na qual o principal tema em discussão é o significado da Eucaristia e como abordar a situação de políticos católicos pró-aborto.

Os 280 bispos com direito a voto deverão decidir se devem pedir à Comissão para Doutrina (que aconselha em questões ligadas à fé e moral) a elaboração de um documento esclarecendo quem pode receber a comunhão e as circunstâncias em que o sacramento pode ser negado.

Depois de horas de debate e discordâncias, os religiosos votaram nesta quinta-feira (17/6), segundo dia do encontro. O resultado final deverá ser anunciado nesta sexta (18/06), no encerramento da reunião.

Caso a proposta seja aprovada, a Comissão para Doutrina começará a elaborar o documento, que será colocado em votação na próxima reunião da USCCB, em novembro. Para ser aprovado, o documento final precisará do apoio de pelo menos dois terços dos votantes.

Mas, na prática, a decisão final sobre permitir ou não que Biden (ou qualquer outro fiel) receba a comunhão continuará nas mãos do bispo responsável por cada diocese.

Em Washington, onde o presidente costuma frequentar a igreja Holy Trinity (Igreja Católica da Santíssima Trindade), no bairro de Georgetown, o arcebispo Wilton Gregory já indicou que não pretende impedir Biden de comungar. O mesmo deve ocorrer em Wilmington, no Estado de Delaware, onde Biden tem residência e frequenta a missa em alguns fins de semana.

“Legalmente, (a decisão da USCCB) não tem impacto”, diz à BBC News Brasil o professor de teologia e estudos religiosos Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, que é autor do livro “Joe Biden and Catholicism in the United States” (“Joe Biden e o Catolicismo nos Estados Unidos”).

No entanto, o simples debate sobre a possibilidade de uma regra nacional impedindo que políticos pró-aborto recebam a comunhão tem um forte significado simbólico e revela não apenas a divisão interna e polarização política na Igreja americana, mas também suas divisões em relação ao Vaticano.

“Os bispos que são os mais vocais na defesa dessa proposta são os mesmos que nos últimos oito anos foram os mais vocais contra o papa Francisco em diversos temas”, observa Faggioli. “E fazem parte da mesma maioria que nos últimos 10 ou 20 anos se tornou incrivelmente politizada e alinhada com o Partido Republicano.”

Oposição ao papa Francisco

A ala conservadora da Igreja Católica americana reúne pelo menos metade dos bispos do país e é conhecida por sua oposição ao papa Francisco, que defende uma postura menos rígida em relação a fiéis que se afastaram da doutrina.

Desde que assumiu o comando do Vaticano, em 2013, o papa deu destaque a questões sociais, incentivando os fiéis a cuidar dos pobres, acolher imigrantes e combater mudanças climáticas, demonstrou tolerância a homossexuais e abriu caminho para que católicos divorciados ou casados novamente recebam a comunhão.

Mas muitos de seus críticos temem que a visão de uma Igreja mais liberal em relação a esses temas leve a um enfraquecimento da religião.

Assim como os bispos americanos, o papa Francisco também se opõe ao aborto, considerado pela Igreja um “pecado mortal”. Mas o papa e outras lideranças no Vaticano preferem o caminho do diálogo em vez de uma proibição como a proposta por parte dos bispos nos Estados Unidos.

Críticos dessa proposta dizem que impedir políticos católicos de comungar por causa de sua posição em relação ao aborto tem motivação mais política do que religiosa.

O papa já chegou a declarar que “a Eucaristia não é um prêmio para os santos, mas sim o pão dos pecadores”.

Em uma rara intervenção pública do Vaticano sobre a disputa na Igreja americana, o cardeal Luis Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, enviou uma carta ao arcebispo de Los Angeles, José Gomez, que é presidente da USCCB, pedindo cautela e alertando para as consequências de apressar uma decisão.

Ladaria pediu diálogo entre os bispos americanos para “preservar a unidade da conferência episcopal diante de discordância sobre esse assunto controverso”.

Em uma demonstração da divisão interna provocada pelo tema, 67 bispos americanos pediram que a discussão fosse adiada até que pudessem participar de um encontro pessoalmente. Mas os idealizadores da reunião virtual desta semana decidiram manter o tema na agenda.

Debate antigo

O debate sobre negar a comunhão a políticos pró-aborto não é novo nos Estados Unidos. Há décadas a ala conservadora da Igreja Católica no país busca fazer da oposição ao aborto sua prioridade e questão religiosa central.

Em 2004, um grupo de bispos conservadores já havia tentado impedir que o então candidato presidencial democrata John Kerry recebesse o sacramento por esse motivo. Kerry era o primeiro católico a concorrer à Presidência por um dos grandes partidos americanos desde o assassinato de Kennedy.

Na época, a posição dos bispos conservadores americanos tinha apoio do cardeal Joseph Ratzinger, que em 2005 se tornaria o papa Bento 16. Mas a decisão final foi a de que cada bispo teria autonomia para decidir se permitiria ou não políticos pró-aborto de comungar.

O próprio Biden já teve a comunhão negada em uma igreja na Carolina do Sul em 2019, quando era candidato, por causa de sua posição em relação ao aborto. Sua chegada à Casa Branca aumentou a urgência com que alguns setores da Igreja no país veem a questão.

Biden substituiu o republicano Donald Trump, que durante seu governo adotou diversas medidas restringindo o aborto e nomeou centenas de juízes contrários à prática para os tribunais do país, entre eles três para a Suprema Corte, a mais alta instância da Justiça americana e que tem o poder de decidir o futuro do aborto no país.

Desde que assumiu o poder, Biden reverteu algumas das restrições adotadas durante o governo Trump. Além disso, sua presidência marca um momento em que os democratas vêm fortalecendo sua defesa do aborto, posição atualmente compartilhada por quase todos os políticos do partido.

“Na época (de Kerry) a situação era diferente, porque não era um presidente católico, (apenas) um candidato”, salienta Faggioli.

“Agora, seria uma declaração de guerra da Conferência dos Bispos contra o presidente, e também uma demonstração de que eles não levam a sério o que vem do Vaticano a respeito dessa questão.”

Impacto

Para Faggioli, o esforço em curso nos Estados Unidos é único em termos históricos e “mais americano do que católico”.

“Há exemplos no passado de relações difíceis entre a Igreja Católica e chefes de Estado”, ressalta. “Mas nunca houve esse tipo de discussão pública de alto nível, envolvendo toda uma conferência de bispos, para planejar punir um presidente católico por causa de suas opiniões.”

O atual movimento é encabeçado por nomes influentes da ala conservadora da Igreja Católica americana. Além de Gomez, fazem parte dessa lista o cardeal Raymond Burke e o arcebispo Salvatore Cordileone, de San Francisco, entre vários outros.

“É fundamentalmente uma questão de integridade”, declarou Cordileone em maio, em um recado não apenas para Biden, mas também para a presidente da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados), a democrata Nancy Pelosi, que é católica, defende o direito ao aborto e frequenta a igreja em San Francisco.

“Na liturgia Católica, receber o Sacramento Sagrado é abraçar publicamente a fé e os ensinamentos morais da Igreja Católica, e desejar viver de acordo (com eles)”, afirmou Cordileone.

Muitos dos defensores da proibição temem que o exemplo dos políticos possa influenciar outros fiéis. Mas vários dos opositores da proposta acreditam que os líderes religiosos devem conversar com esses políticos reservadamente sobre como seu apoio ao aborto vai contra os valores da Igreja.

Para Faggioli, o debate atual traz o risco de alienar ainda mais uma parcela dos fiéis que já vêm se afastando da Igreja.

“O simples fato de que houve essa reunião e a narrativa em torno desse debate é um problema muito sério. Porque dá a impressão de que esta é uma convenção de um partido político.”

Faggioli ressalta que um documento defendendo a exclusão de Biden ou de outros políticos católicos da Eucaristia terá efeito na população católica geral do país.

“O que Biden diz sobre aborto é o que cerca de metade dos católicos americanos também acreditam”, afirma.

Segundo o instituto de pesquisas Pew Research Center, 67% dos católicos americanos dizem que Biden não deve ser impedido de comungar por causa de sua posição sobre o aborto. Outra pesquisa do instituto, de 2019, indica de 56% dos católicos americanos acreditam que o aborto deveria ser legal na maioria dos casos.

Biden costuma frequentar a missa nos finais de semana em Wilmington, no Estado de Delaware, onde tem residência

– Dialogar é sempre bem melhor do que guerrear

Barack Obama, há dois anos, foi pontual ao responder sobre as questões militares americanas. A respeito das intervenções do Exército dos EUA em alguns conflitos, disse:

Termos o melhor martelo não significa que devemos tratar todos os problemas como se fossem pregos”.

Boa! O diálogo sempre deve sobrepor o uso da força, independente da situação.

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– Que exemplo de vacinação, NY!

A partir de hoje, todas as pessoas acima de 30 anos poderão se vacinar contra a Covid-19 em Nova Iorque. Na semana que vem, começa a vacinação para as pessoas acima de 16!

Que isso seja uma realidade em breve no Brasil também…

EUA já aplicaram 143 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 | Jovem Pan

– Os Golpes dos Personagens em NY!

Coisa de americano, mas poderia ser de brasileiro: a Globo mostrou uma matéria curiosa em que pessoas se vestem de bonecos de personagens populares de desenhos e/ou heróis, nas ruas de Nova York, a troco de dinheiro para fotos com turistas!

O sujeito se veste de Batman, a criança vê e o pai entusiasmado pede uma foto. Aí ele dá uma “caixinha” / gorjeta / valor qualquer. O problema é: tem boneco brigando que não quer esmola, pedindo mais dinheiro pelo seu “trabalho profissional”.

Pode?

Dá para imaginar essas Hello-Kittys agredindo uma mãe ou um pai, por diferença de preço? Veja abaixo a matéria:

Extraído de: http://is.gd/ZhHrQz

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‘PERSONAGENS’ DA TIMES SQUARE SÃO ACUSADOS DE INCOMODAR TURISTAS

Pessoas vestidas de Elmo, Super Mario e Hello Kitty lotam praça de NY.
Alguns são tidos como agressivos; polícia diz que casos são pontuais.

O Monstro Come-Come foi acusado de empurrar um menino de dois anos. Super Mario enfrenta acusações de supostamente tentar apalpar uma mulher. E Elmo foi preso por gritar insultos antissemitas a turistas.

A famosa praça Times Square, em Nova York, está repleta de pessas fantasiadas como personagens da  cultura pop, que tentam ganhar dinheiro posando para fotografías com os muito turistas que passam por ali.

Mas alguns dos personagens são diferentes dos que se veem no programa “Vila Sésamo” ou na Disney, pois fumam, usam linguagem chula e chegam a ser agressivos. Ao menos três deles foram presos nos últimos sete meses.

“Ele estava dizendo palavras horríveis”, afirmou Parmita Kurada, de Stamford, Connecticut, que reportou à polícía ter encontrado nesta semana um homem fantasiado de Monstro Come-Come que exigiu que ela desse US$ 2 para posar com seu filho de dois anos, Samay.

Kurada relatou que quando disse ao personagem que seu marido precisava buscar dinheiro trocado para pagá-lo, a criatura azul empurrou seu filho e começou a insultá-los. “Foi aterrador, comecei a chorar. Não quis provocá-lo, então disse: ‘Te daremos o dinheiro, mas para de gritar”’, relata.

Osvaldo Quiroz López, de 33 anos, foi acusado de agressão, de pôr em perigo a um menor e de mendicância agressiva. Seu advogado não retornou um telefonema da Associated Press, pedindo que comentasse o assunto.

De US$ 2 a US$ 5 pela foto
Na última terça-feira (9), a Times Square estava repleta de pessoas fantasiadas de Mickey Mouse, Hello Kitty, um Transformer, Super Mario e Elmo.

Como atores de rua protegidos pela Primeira Emenda da Constituição, eles livres para andar pela Times Square e de trabalhar por gorjetas entre US$ 2 e US$ 5 por foto, desde que não obstruam o trânsito, não vendam mercadorias nem exijam pagamentos, afirmou a polícia. Se infringirem essas regras, precisam pagar uma multa de cerca de US$ 60.

Muitos são imigrantes. A equatoriana Laura Vanegas, de 45 anos, por exemplo, fantasia-se de Estátua da Liberdade. Ela diz que arrecada entre US$ 30 e US$ 50 em oito horas de trabalho.

Já Steve Crass, vestido como um robô com fralda de plástico fluorescente, afirma que ganha até US$ 280 por seis horas na frente de uma loja de brinquedos. “Alguns personagens são meio agressivos”, reconheceu.

Problemas ocasionais
O porta-voz da polícia Paul Browne afirmou, em um e-mail, que o departamento teve “problemas ocasionais” com as pessoas fantasiadas na Times Square, mas são “minimos”.

O processo contra o Super Mario, acusado de tentar apalpar uma mulher, segue pendente. O Elmo, acusado de insultos anti-semitas, declarou-se culpado de desordem pública em setembro de 2012 e foi sentenciado a dois dias de serviço comunitário.

Segundo a presidente do Conselho Municipal de Nova York, Christine Quinn, os legisladores tentam encontrar uma forma de regular essa atividade, mas é complicado. “É muito difícil legalmente porque colocar uma fantasia e caminhar pela Times Square é uma atividade protegida pela Primeira Emenda”, afirma.

– O Analfabetismo Científico.

O que dizer sobre isso: “Boa parte dos Universitários dos EUA acreditam que as pirâmides foram construídas por ETs”?

Esse é um dos muitos exemplos de ignorância dos estudantes americanos… E olhe a qualidade de ensino que eles têm por lá. E se fosse aqui no Brasil?

Veja outros absurdos abaixo, retratados pela Folha de São Paulo em pesquisa recente:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/802161-universitarios-acreditam-que-et-fez-piramides-analfabetismo-cientifico-nos-eua-preocupa.shtml

ANALFABETISMO CIENTÍFICO PREOCUPA

Após ouvir cerca de 10 mil alunos de graduação nos EUA, pesquisadores descobriram que só 35% discordavam da ideia de que ETs teriam visitado civilizações antigas da Terra e ajudado a construir monumentos como as pirâmides do Egito.

Poucos se manifestaram contra outras teses sem base, como o suposto status de ciência da astrologia (não confundir com a astronomia) e a ideia de que existem números da sorte -22% e 40%, respectivamente.

Além disso, mais de 40% disseram que antibióticos matam tanto vírus quanto bactérias –na verdade, só as bactérias são vulneráveis a esse tipo de medicamento.

Para o autor do estudo americano, o astrônomo Chris Impey, os números refletem um problema do país: os alunos de ensino médio não precisam fazer cursos de ciência. A maioria estuda biologia, mas menos de metade tem aulas de química e só um quarto estuda física.

“O ensino médio americano é forte em história, conhecimentos gerais, esportes, computação, mas bastante fraco mesmo em ciências”, diz Renato Sabbatini, biomédico e educador da Unicamp.

“Mas as perguntas que fizeram são hiperelementares, um adolescente minimamente informado que assista televisão saberia responder.”

Preocupante, diz Impey, é que o pior desempenho foi justamente o dos alunos de cursos na área da educação.

Não há números parecidos que indiquem qual a realidade brasileira. Embora aulas de ciência sejam obrigatórias no ensino médio por aqui, a baixa qualidade do ensino não garante muita coisa.

Conspirando contra a compreensão científica no país, diz Sabbatini, há o fato de que cerca de 70% dos brasileiros só conseguem ler textos curtos e tirar informações esparsas deles. “Têm letramento insuficiente. É impossível serem bem informados sobre a ciência moderna.”

Tal analfabetismo, diz Impey, não deixa de ser um problema político: “Esses conhecimentos são importantes para avaliar posições políticas sobre mudança climática ou células-tronco.”

Resultado de imagem para analfabetismo científico

– O Mundo à parte na Coreia do Norte.

O ditador Kim Jong-un, na semana passada, declarou que os Estados Unidos são seu inimigo número 1 e que a Coreia do Norte possui a “arma mais poderosa do mundo”. 

Por quê crer / fazer / moldar um mundo assim?

Extraído de: Época.com

O MAIOR MÍSSEL DA COREIA

A Coreia do Norte exibiu um míssil balístico lançado por submarino em um desfile militar em Pyongyang nesta sexta-feira (quinta-feira, 14, no Brasil), noticiou a agência oficial KCNA, a poucos dias da posse de Joe Biden nos Estados Unidos.

O desfile aconteceu em comemoração ao congresso do Partido dos Trabalhadores (no poder), que não acontecia há cinco anos e no qual o líder norte-coreano Kim Jong-un afirmou que os Estados Unidos são “o principal inimigo” de seu país.

“A arma mais poderosa do mundo, o míssil balístico lançado de um submarino, entrou na praça, demonstrando fortemente o poder das forças armadas revolucionárias”, disse a agência KCNA.

O desfile também exibiu foguetes com “poderosa capacidade de ataque para aniquilar totalmente os inimigos, de forma preventiva, fora do território”, acrescentou o órgão oficial.

“As majestosas unidades de elite e as fileiras invencíveis da República que orgulhosamente cruzarão a praça Kim Il Sung representam nosso poder absoluto”, disse o ministro da Defesa, Kim Jong Gwan, antes do desfile, de acordo com a mesma fonte.

Alguns especialistas acreditam que a Coreia do Norte está aproveitando o congresso do partido no poder para enviar uma mensagem ao próximo governo dos Estados Unidos, com a ideia de obter concessões.

A mudança de governo nos Estados Unidos representa um desafio para a Coreia do Norte, já que Biden costuma ser associado à “paciência estratégica” demonstrada pelo governo Obama. Além disso, o presidente eleito chamou Kim de “valentão” durante os debates presidenciais.

O míssil norte-coreano capaz de lançar arma nuclear a partir de submarino -  BBC News Brasil

Mísseis são vistos em desfile para celebrar o oitavo Congresso do Partido dos Trabalhadores em Pyongyang, na Coreia do Norte, na quinta-feira (14) — Foto: KCNA via Reuters

– O direito de se expressar nas Redes Sociais deve ser assegurado. Mas tenha-se ciência do que se fala!

Não gosto do estilo Trump de se relacionar. Como presidente, acertou em vários aspectos econômicos mas pecou em inúmeros outros sociais. A “sede do poder” demonstrada nos últimos dias assustou.

Porém, vejo que as Redes Sociais estão bloqueando suas contas, como Instagram, Twitter e Facebook. Aí eu não concordo, pois passa a ser censura.

Tanto a Extrema Direita quanto a Extrema Esquerda as usam. Porém, a liberdade de expressão e o direito de se manifestar devem ser sagrados (pois isso é democracia), e tirado do ar (ou processado criminalmente) quando a fala torna-se um crime. Por exemplo: mandar invadir uma instituição, determinar o ataque orquestrado contra a vida de alguém ou algo que o valha. Por posicionamento ideológico, seja qual for, nunca.

Se assim fosse, muitos adoradores das ditaduras cubanas e venezuelanas estariam fora das Redes Sociais, bem como os fanáticos teocráticos do Oriente Médio (incluindo líderes iranianos que escrevem sobre o fim do Estado de Israel).

Repito: não gosto do Trump (isso não quer dizer que eu goste do Biden), mas censurar, não. Punições somente nos casos citados, por se tornar crime.

Bloqueado das redes sociais, Donald Trump considera criar a sua própria rede  – O Jornal Económico

– O fanatismo que assustou os EUA hoje!

Manifestantes fanatizados pró-Trump invadindo o Capitólio?

Caramba… o Império em crise!

Se na maior democracia do mundo – os Estados Unidos – acontece isso, o que diremos ou podemos pensar do futuro do Brasil?

Sobre o ocorrido hoje, em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/01/06/mulher-e-baleada-em-invasao-de-manifestantes-pro-trump-ao-capitolio-diz-tv.htm

– Estamos ameaçando os EUA? Demagogia ou falta de noção?

Nem o comunista Jango, nem o corrupto socialista Lula, ou nem qualquer presidente da história do Brasil provocou os americanos para uma guerra, direta ou indiretamente. Mas, de novo, por impulso, o presidente Bolsonaro fala uma barbaridade que envergonha a diplomacia.

Extraído de UOL:

“O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se referiu ao presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden como ‘candidato à chefia de estado’ hoje à tarde. Sem citar o nome de Biden, rebateu um posicionamento do democrata em relação à Amazônia: ‘Assistimos há pouco um grande candidato à chefia de estado dizer que se não apagar o fogo da Amazônia, vai levantar barreira comercial contra o Brasil’, começou Bolsonaro. ‘Apenas diplomacia não dá. Quando acabar a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo’.”

Eu não tenha partido político ou político de estimação, mas não podemos ser alienados enquanto povo. E fica claro: nosso presidente tem momentos de arrogância comprando brigas que não existem, vivendo em um mundo de teorias conspiratórias inexistentes beirando a esquizofrenia, e, por fim, mostrando-se sem jogo de cintura nenhum. Ele realmente disse que se não tiver diálogo usará “pólvora” contra Biden, que fez questão de não citar o nome?

Estamos a pé de políticos de todas as ideologias, essa é a verdade.

Depois que acabar a saliva tem que ter pólvora, diz Bolsonaro

– Trump sai e entra Biden. Festeje a saída do primeiro, mas cuidado ao festejar a entrada do segundo…

Festejar a saída de Donald Trump, um falastrão milionário e que cada vez mais se comportava como um bufão, é para ser comemorada.

Porém…

A Presidência dos EUA estar nas mãos de Biden, um senhor que tem um histórico complicado e cuja a sanidade mental é contestada (fora as pendengas com Ucrânia e China) é para ser comemorada?

Nossos irmãos americanos estão trocando algo ruim por outra ruindade de ideologia diferente. Simples.

Isso se chama: “falta de bons candidatos”, algo semelhante do cenário do Brasil.

– Trump ou Biden? Nhô ruim ou Nhô pior…

Um brucutu que pôs fogo nas relações internacionais dos americanos e que causou críticas sociais internas (mas com melhora na Economia) ou um senhor que parece estar perdido no tempo / espaço acusado de falta de sanidade (mas com uma necessária diplomacia)?

Se você avaliar profundamente, pelas polêmicas e escândalos envolvendo os dois candidatos à presidência dos EUA, não dá para votar em nenhum deles. Com o republicano Donald Trump e  democrata Joe Biden, talvez estejamos vivenciando a pior das disputas em questão de nomes.

Seja como for, hoje o mundo começa a observar pelo peculiar sistema de votação yankee quem será o novo chefe do Império. Aguardemos, mas não criemos perspectivas de calmaria, seja qual nome for o vencedor.

Como a eleição americana pode afetar os investidores brasileiros? | CNN Brasil

– E se fôssemos eleitores nos EUA? Trump ou Biden? E a 3a via?

Assim como no Brasil, as eleições nos EUA mostram a falta de opção em pessoas centradas. Donald Trump, que se mostra muitas vezes como um bufão, sem papas na língua e questionado por diversas vezes (e que nesta madrugada avisou que está com Covid_19) é conhecido pela sua gestão dura e polêmica. Joe Biden não me mostra preparo algum, sendo ou atrapalhado ou folclórico propositalmente em muitas ocasiões (dispensa comentário ter se confundindo quando questionado sobre a própria faculdade que estudou, como ocorrido no debate desta semana).

Nunca teremos uma 3a opção por lá? É claro que o país que dita a democracia permite inúmeros outros candidatos, mas viabilizar-se é outra história…

Lá como cá, resta ter paciência. Nenhum deles me agrada.

Próximos debates entre Trump e Biden terão mudanças para evitar  interrupções, prometem organizadores | Eleições nos EUA 2020 | G1