– Dialogar é sempre bem melhor do que guerrear

Barack Obama, no ano passado, foi pontual ao responder sobre as questões militares americanas. A respeito das intervenções do Exército dos EUA em alguns conflitos, disse:

Termos o melhor martelo não significa que devemos tratar todos os problemas como se fossem pregos”.

Boa! O diálogo sempre deve sobrepor o uso da força!

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– Você acredita em Trump ou em Kim?

Paz de verdade?

Parece que Trump e Kim estarão se entendendo em breve. Mas é algo real? Teremos calmaria / trégua entre EUA e Coréia do Norte?

Veja que coisa: há 1 ano, o governo norte-coreano disse que descobriu um plano da CIA para envenenar seu ditador Kim Jong-un, e que isso seria uma declaração de guerra. Donald Trump, presidente americano, disse que era mentira.

Em quem você acreditou?

Confesso que é difícil aceitar a verdade vindo desses dois senhores loucos, armados até os dentes… Coitado do planeta Terra! Espero que essa reunião que os dois chefes de Estado farão realmente produza frutos (para o nosso bem).

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– Um Novo Nicho de Mercado a ser Explorado nos EUA!

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– O Senhor das Armas! Professores Pistoleiros?

A Educação nos EUA, vira e mexe, é associada a manchetes sobre ataques de malucos armados às instituições de ensino. Com pesar, em meio a esses tiroteios, inocentes alunos morrem.

Sempre fui contra o desarmamento; afinal, o sujeito com uma pistola na mão fica valente. Além disso, há a questão das pessoas transtornadas e que acabam desforrando em outros sua falta de lucidez através de assassinatos.

Eis que na semana em que mais um jovem armado invadiu uma escola e vitimou vários estudantes, o presidente americano Donald Trump resolveu sugerir que o ideal fosse ARMAR OS PROFESSORES, podendo, assim, intimidar esses alunos assassinos.

É professor dando aula ou justiceiro à paisana que Trump quer?

Mestre tem que ter giz à mão, nunca armas!

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– O Torpedo do Juízo Final é apenas o reinício da Guerra Fria por Trump e Putin?

Não gosto de coisas como essa que leio no G1: a Rússia está promovendo uma nova arma nuclear intercontinental, chamada de “Torpedo do Juízo Final” (que nome tenebroso!) e os EUA responderão, segundo Donald Trump, com o desenvolvimento de novos armamentos acabando com a pasmaceira dos últimos anos provocada por Barack Obama.

Voltaremos à corrida armamentista de Estados Unidos e União Soviética, somando-se agora a China e a Coréia do Norte?

Extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/qual-a-ameaca-real-do-torpedo-do-juizo-final-a-arma-nuclear-da-russia-que-preocupa-os-eua.ghtml

QUAL A AMEAÇA REAL DO ‘TORPEDO DO JUÍZO FINAL’, A ARMA NUCLEAR DA RÚSSIA QUE PREOCUPA OS EUA

Em documento com novas diretrizes para sua estratégia nuclear, o governo Donald Trump cita um sistema russo que está em desenvolvimento como uma das ameaças aos Estados Unidos.

Sigiloso, implacável e devastadorassim é descrito o Sistema Oceânico Multipropósito Status-6, uma arma nuclear russa que está em fase de desenvolvimento e que tem preocupado os Estados Unidos.

Em sua Revisão de Postura Nuclear (NPR, da sigla em Inglês) divulgada em 2 de fevereiro, o Departamento de Defesa americano incluiu a arma como uma das ameaças que justificam os EUA modernizarem seu arsenal atômico.

O presidente dos EUA, Donald Trump, acredita que o país está sendo alcançado por seus grandes concorrentes – Rússia e China – por causa do que considera “anos de abandono da era Obama”.

A NPR, que dita o plano de atuação do governo em relação às armas de dissuasão, caracteriza o Status-6 como “um novo torpedo intercontinental autônomo e submarino, de combustível e armamento nuclear”.

Já a Rossikaya Gazeta, o jornal oficial do governo russo, o batizou como o “artefato do dia do juízo final”.

EXPLOSÃO NUCLEAR

O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )

O Status-6 foi projetado como um veículo autônomo capaz de atravessar o Oceano Pacífico e lançar um ataque radioativo mortal sobre a costa oeste dos Estados Unidos.

Ele é adaptado para mergulhos tão profundos que se tornaria invisível a sistemas de detecção. Sua carga incluiria ogivas nucleares de alta potência.

“Sua detonação provocaria uma enorme nuvem radioativa”, explica à BBC Mundo, o serviço em espanhol a BBC, Pavel Podvig, autor do blog Russian Forces, que divulga informações sobre armas nucleares, controle de armas e desarmamento na Rússia, baseadas em análises científicas.

O plano russo é contar com o que os especialistas chamam de “arma de terceira onda” definitiva.

Caso tanto os mísseis balísticos terrestres como submarinos fossem neutralizados por um hipotético ataque inimigo, leia-se americano, o Status-6 teria a capacidade de lançar uma resposta atômica em terreno adversário.

Ele seria lançado a partir de um submarino adaptado para isso.

Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos, destaca que os “Estados Unidos têm capacidade para perseguir os submersíveis inimigos, mas, uma vez que se lança um torpedo, a história é diferente”.

“Se essa arma fosse concluída, certamente causaria danos enormes”, diz Podvig.

Mas a dúvida é justamente essa, se o Status-6 será realidade algum dia.

Apesar de ter sido oficialmente reconhecido como uma ameaça pelo Pentágono, os especialistas encontram muitas razões para ceticismo.

“Não está claro que ele vá ficar operacional”, diz Podvig.

Os Estados Unidos e seus aliados souberam dos planos de desenvolvimento dessa arma durante um encontro do presidente russo Vladimir Putin com seus generais na cidade de Sochi, na Rússia.

Em imagens divulgadas por canais controlados pelo Kremlin, é possível ver rapidamente um dos militares mostrando um documento confidencial a Putin. A folha continha desenhos e detalhes do Status-6, desenhado pela Rubin, uma fabricante de submarinos nucleares de São Petesburgo. Logo surgiram especulações sobre se a divulgação das imagens foi acidental ou estratégia para intimidar potenciais adversários.

Kristensen lembra que “os russos fazem frequentemente essas coisas, de manter, durante anos, programas dos quais posteriormente não sai nada”.

“Eu não acho que vai ser operacional da maneira como foi descrito”, reforçou Podvig.

Então, por que os estrategistas do Pentágono o incluíram em um documento oficial como uma ameaça real para a segurança nacional?

“O Status-6 é tecnicamente possível e, na comunidade de inteligência, eles acham melhor estarem preparados para algo assim”, ressalta Podvig.

Kristensen descarta que esse sistema de armas em desenvolvimento tenha sido uma das razões para a revisão da política nuclear de Washington.

“Eles o usaram como um dos exemplos assustadores de que os russos são maus e podem obter suas próprias armas para respaldar o argumento de que os Estados Unidos precisam melhorar suas armas nucleares.”

De acordo com informações recentes divulgadas pela agência de notícias Bloomberg, Trump espera que o Congresso aprove um aumento de 7,2% no orçamento da Defesa para o próximo ano.

Em seu discurso sobre o Estado da União, relatório que os presidentes americanos apresentam anualmente aos parlamentares, ele pediu a construção de um arsenal nuclear “tão forte e poderoso que possa impedir qualquer tentativa de agressão de outro país”.

OUTRAS AMEAÇAS

Embora o NPR tenha citado, além do Status-6, “pelo menos dois outros sistemas de alcance intercontinental”, os especialistas fizeram poderações em relação à fala de Trump sobre uma deterioração das capacidades dos EUA.

“O fato de que a Rússia estava há algum tempo modernizando seus equipamentos não significa que os EUA não o fizeram também, mas que isso aconteceu muitos anos antes”, diz Povdig.

Agora, depois de anos de política de não proliferação de armas nucleares em Washington, essa corrida parece prestes a recomeçar.

“Já na época da Guerra Fria sempre se citava as armas da grande potência alheias como justificativa para as próprias. É assim que sempre funciona.” 

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Submarino russo Yuri Dolgoruky: O sistema nuclear da Rússia deve ser lançado a partir de submarinos adaptados (Foto: AFP)

 

– Uma Privada de Ouro ao invés de um Van Gogh para Trump?

Eu pensei que era alguma trolagem, mas não era! O presidente Donald Trump pediu um quadro de Van Gogh ao Museu Guggenheim. Só que seu pedido não foi atendido, e como alternativa, foi oferecido uma obra escultural de Maurizio Cattelan: um vaso sanitário de ouro!

Olha só, do Washington Post: https://www.washingtonpost.com/local/dc-politics/the-white-house-wanted-a-van-gogh-the-guggenheim-offered-a-used-solid-gold-toilet/2018/01/25/38d574fc-0154-11e8-bb03-722769454f82_story.html?utm_term=.b93e5c75c777

THE WHITE HOUSE ASKED TO BORROW A VAN GOGH. THE GUGGENHEIM OFFERED A GOLD TOILET INSTEAD.

The emailed response from the Guggenheim’s chief curator to the White House was polite but firm: The museum could not accommodate a request to borrow a painting by Vincent van Gogh for President and Melania Trump’s private living quarters.

Instead, wrote the curator, Nancy Spector, another piece was available, one that was nothing like “Landscape With Snow,” the 1888 van Gogh rendering of a man in a black hat walking along a path in Arles, France, with his dog.

The curator’s alternative: an 18-karat, fully functioning, solid gold toilet — an interactive work titled “America” that critics have described as pointed satire aimed at the excess of wealth in this country.

For a year, the Guggenheim had exhibited “America” — the creation of contemporary artist Maurizio Cattelan — in a public restroom on the museum’s fifth floor for visitors to use.

But the exhibit was over and the toilet was available “should the President and First Lady have any interest in installing it in the White House,” Spector wrote in an email obtained by The Washington Post.

The artist “would like to offer it to the White House for a long-term loan,” wrote Spector, who has been critical of Trump. “It is, of course, extremely valuable and somewhat fragile, but we would provide all the instructions for its installation and care.”

Sarah Eaton, a Guggenheim spokeswoman, confirmed that Spector wrote the email Sept. 15 to Donna Hayashi Smith of the White House’s Office of the Curator. Spector, who has worked in various capacities at the museum for 29 years, was unavailable to talk about her offer, Eaton said.

The White House did not respond to inquiries about the matter.

Cattelan, reached by phone in New York, referred questions about the toilet to the Guggenheim, saying with a chuckle, “It’s a very delicate subject.” Asked to explain the meaning of his creation and why he offered it to the Trumps, he said: “What’s the point of our life? Everything seems absurd until we die and then it makes sense.”

He declined to reveal the cost of the gold it took to create “America,” though it has been estimated to have been more than $1 million.

“I don’t want to be rude. I have to go,” the artist said, before hanging up.

It is common for presidents and first ladies to borrow major works of art to decorate the Oval Office, the first family’s residence and various rooms at the White House. The Smithsonian loaned the Kennedys a Eugène Delacroix painting, “The Smoker.” The Obamas preferred abstract art, choosing works by Mark Rothko and Jasper Johns.

On the face of it, President Trump might appreciate an artist’s rendering of a gilded toilet, given his well-documented history of installing gold-plated fixtures in his residences, his properties and even his airplane. But the president is also a self-described germaphobe, and it’s an open question whether he would accept a previously used toilet, 18-karat or otherwise.

Cattelan’s “America” caused something of a sensation after the Guggenheim unveiled it in 2016, drawing more than a few headlines.

“WE’RE NO. 1! (And No. 2)” was the New York Post’s front-page offering, the huge lettering over a photograph of the toilet. The tabloid’s coverage included a reporter’s first-person account (“I rode the Guggenheim’s golden throne”) and a photograph of that reporter seated on the toilet (reading the New York Post, naturally).

“More than one hundred thousand people” had “waited patiently in line for the opportunity to commune with art and with nature,” Spector wrote in a Guggenheim blog post last year. The museum posted a uniformed security guard outside the bathroom. Every 15 minutes or so, a crew would arrive with specially chosen wipes to clean the gold.

Cattelan, 57, is well known in the art world for his satirical and provocative creations, including a sculpture depicting Pope John Paul II lying on the ground after being hit by a meteorite. Another was a child-size sculpture of an adult Adolf Hitler, kneeling. The artist’s works have sold for millions of dollars.

Cattelan has resisted interpreting his work, telling interviewers he would leave that to his audience. He conceived of the gold toilet before Trump’s candidacy, though he has acknowledged that he might have been influenced by the mogul’s almost unavoidable place in American culture.

“It was probably in the air,” he told a Guggenheim blogger in 2016 as “America” went on display.

Cattelan has also suggested that he had in mind the wealth that permeates aspects of society, describing the golden toilet “as 1 percent art for the 99 percent.”

“Whatever you eat, a $200 lunch or a $2 hot dog, the results are the same, toilet-wise,” he has said.

Cattelan is not the first artist to immortalize a bathroom fixture. In 1917, Marcel Duchamp, the French dadaist, unveiled “Fountain,” a porcelain urinal that was rejected when he initially submitted it for exhibition. A replica is owned by the Tate galleries in London.

At the Guggenheim, when Cattelan raised the notion of a gold toilet in mid-2015, Spector embraced the idea and got approval from the museum’s director, Richard Armstrong. Asked whether Armstrong supported the curator’s offer of the toilet to the White House, the Guggenheim’s spokeswoman replied, “We have nothing further to add.”

Spector, in blog posts and on social media, has made plain her political leanings.

“This must be the first day of our revolution to take back our beloved country from hatred, racism, and intolerance,” the curator wrote on Instagram a day after Trump’s election in 2016. Her post was accompanied by a Robert Mapplethorpe photo of a frayed American flag.

“Don’t mourn, organize,” she wrote.

In August, as Cattelan’s “America” was approaching its final weeks on display at the museum, Spector wrote on the Guggenheim blog that Trump had “resonated so loudly” during the sculpture’s time at the museum. She described his term as having been “marked by scandal and defined by the deliberate rollback of countless civil liberties, in addition to climate-change denial that puts our planet in peril.”

A month later, the curator crafted her response to the White House’s request for van Gogh’s “Landscape With Snow.” She explained that the painting — “prohibited from travel except for the rarest of occasions” — was on its way to be exhibited at the Guggenheim’s museum in Bilbao, Spain, and then would return to New York “for the foreseeable future.”

“Fortuitously,” Spector wrote, Cattelan’s “America” was available after having been “installed in one of our public restrooms for all to use in a wonderful act of generosity.”

She included with the email a photograph of the toilet “for your reference.”

“We are sorry not to be able to accommodate your original request,” the curator concluded, “but remain hopeful that this special offer may be of interest.”

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– Os 3 mais influentes homens e mulheres na América!

O respeitado Instituto Gallup realizou a pesquisa de personalidades mais admiradas nos Estados Unidos no ano passado. E sabe quem são eles?

Obama, Trump e Papa Francisco – os 3 homens mais admirados nos EUA / Hillary, Michelle Obama, Oprah – as 3 mulheres mais admirados nos EUA.

O ex-presidente e a ex-candidata democratas em 1 lugar. Isso mostra o quanto Trump é rejeitado, seria outrismo devido à má gestão ou nada disso?

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– O provocador Trump

Donald Trump, o polêmico presidente dos EUA, parece não se importar em ser manchete negativa. Aliás, quando ele some do noticiário, faz questão de querer voltar a criar cizânia.

É sabido que a capital política de Israel é Tel Aviv, pois Jerusalém, a cidade sagrada para muçulmanos, cristãos e judeus, não tem condição de ser o centro administrativo devido aos conflitos religiosos.

Tudo estava indo dentro do controle até que… Trump fez o pronunciamento que reconhece Jerusalém como a capital israelense-judia, desagradando aos outros não judeus que vivem na Palestina.

Pior: agora sabe-se, conforme divulgado neste final de semana, que o presidente americano fez pedido aos presidentes de nações do Ocidente para que mudassem também as suas embaixadas para lá.

Todos querem uma solução pacífica naquela região do mundo, e em especial um pedaço de Terra para que judeus possam viver sem confusão (aliás, no próximo ano deve-se atingir o mesmo número de judeus no mundo do que se existia no tempo do Holocausto – vejam só que loucura foi a sanha de Hittler), mas sem prejuízo aos seus vizinhos, que querem igualmente a paz.

A pergunta é: PRA QUÊ tumultuar, Trump?

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– Irã também está provocando os EUA? Ai, ai, ai…

Virou moda: depois de Kim Jong-un disparar mísseis balísticos provocando os Estados Unidos para demonstrar o “poder da Coréia do Norte”, agora é a vez do Irã lançar foguetes de longo alcance, tentando intimidar os americanos.

Estão cutucando Donald Trump com a vara curta, não? Loucos mexendo com louco não pode dar certo…

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– Trump e a ameaça à Coréia do Norte

Na ONU, sem papas na língua, o presidente dos EUA ameaçou literalmente destruir a Coréia do Norte caso os americanos sejam atacados. Disse ele (e depois reproduziu no twitter):

“USA has great strength & patience, but if it is forced to defend itself or its allies, we will have no choice but to totally destroy ‪#NoKo.”

Precisamos mesmo que Kim Jong-um fique provocando? E que Trump continue respondendo?

A questão é: porque um fica cutucando o outro? Que ambas as nações cuidem do seu umbigo. O mundo não precisa pagar o preço de mais uma cara guerra ao planeta…

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– Uma 3a Guerra Mundial por conta das Coréias?

Não, não teremos uma Guerra Mundial aos moldes das duas anteriores em breve. Teremos um conflito localizado entre Coréias do Norte e do Sul, atingindo Japão e EUA, por conta de Washington, Seul e Pyongyang. Entretanto, com a atual tecnologia armamentista, as proporções de catástrofes são maiores. O Mundo não estará participando ativamente da Guerra, mas sofrerá consequências econômicas por isso.

Uma bomba atômica norte-coreana, já possível, seria considerada “pouco potente”. Porém, nos dias atuais, esse ‘pouco potente” equivale a 8 vezes o poderio da que foi lançada em Hiroshima. Imaginem só as muito potentes dos Estados Unidos o que podem fazer…

Uma pena que nesse imbróglio não serão o jovem ditador enlouquecido Kim e o milionário turrão Trump que lutarão e sairão machucados, mas sim os inocentes comandados por eles.

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– Discurso de Nixon, caso o Homem Tivesse Fracassado na Chegada à Lua.

Há 5 anos, morreu Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua. Mas e se ele não tivesse conseguido?

Olha qual o procedimento dos astronautas (por exemplo: como se envenenarem para uma morte mais rápida, caso algo desse errado) e o discurso do presidente americano Nixon, após a fatalidade:

Extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/leia-o-discurso-presidencial-que-seria-usado-se-a-missao-apollo-11-tivesse-fracassado/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO

por Carolina Vilaverde

A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em  julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.

Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:

“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”

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– Coréia do Norte e Estados Unidos só chantageiam ou estão falando sério?

Kim Jong-un diz que a Coréia do Norte está pronta para um ataque atômico às bases dos EUA, se sentir incômodo com os inimigos, pois já consegue minimizar o tamanho de ogivas nucleares para serem transportadas em mísseis balísticos. Donald Trump diz que os Estados Unidos revidarão com uma fúria nunca vista.

O mundo vive uma paranoia, é só teatro ou esses malucos estão falando sério?

Pobre Planeta Terra…

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– O Papa, Trump e o Protocolo exigido para as mulheres

Muita coisa para se falar sobre as visitas internacionais do presidente americano Donald Trump, que fez uma viagem mundo afora que o deixou dias ausente da Casa Branca.

Trump visitou os 3 lugares com maior concentração de seguidores das 3 grandes religiões mundiais, e, estrategicamente, falou sobre a paz em todas elas: Israel (Judaísmo), Arábia Saudita (Islamismo) e Vaticano (Cristianismo). Foi uma oportunidade ímpar para que se discutisse uma trégua em diversos conflitos, especialmente no Oriente Médio.

Dará certo? Difícil, mas a torcida é para que sim. Trump esteve hoje na Itália, na reunião de cúpula do G7, onde não aceitou discutir questões ecológicas.

Circulou uma foto em que o Papa Francisco estava com a cara “amarrada” ao lado de Trump. Claro, viralizou, mas foi um instante curioso – nada de constrangimento ou má vontade. E nessa viagem soube-se ainda que, curiosamente, apenas 7 mulheres não ordenadas possuem o direito de vestir roupas brancas na frente do Papa!

Inimaginável tradição? Pode ser. Mas é um costume antigo que poucos conheciam.

Abaixo, extraído de: http://segredosdomundo.r7.com/quem-sao-as-unicas-7-mulheres-do-mundo-que-podem-usar-branco-na-frente-do-papa/

QUEM SÃO AS ÚNICAS 7 MULHERES DO MUNDO QUE PODEM USAR BRANCO NA FRENTE DO PAPA?

Entenda o “privilégio do branco”

O direito de usar branco em encontros e audiências com o Papa é chamado de “privilégio do branco”. Esse direito está reservado a princesas e rainhas católicas e especialmente em encontros importantes no Vaticano, como audiências privadas, canonizações, beatificações ou missas especiais.

O protocolo diz ainda que qualquer outra mulher que não tenha o “privilégio do branco” deve usar um vestido preto sem decote e com mangas compridas e uma mantilha preta na cabeça ao se encontrar com o Papa.

Durante visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao papa, por exemplo, suas filhas Melanie Trump e de Ivanka usavam vestidos preto de mangas longas e véus cobrindo a cabeça.

Quem são as mulheres com o privilégio do branco?

Princesa Charlene do Mônaco

Rainha Letizia da Espanha

Rainha emérita Sofia da Espanha

Rainha Matilde da Bélgica

Rainha Paola da Bélgica

Grã-duquesa Maria Teresa do Luxemburgo

Princesa Marina de Nápoles

Papa Francisco

Apesar de ser um protocolo do Vaticano, fotos recentes revelam que o atual Papa Francisco é mais flexível que seus antecessores. Em 2014 a a rainha Elizabeth, da Inglaterra, “visitou” o Papa usando um vestido lilás, e não preto como manda a regra.