– O prédio mais alto da América Latina

Santa Catarina sofreu nessa última semana com o fenômeno da natureza chamado “ciclone-bomba”, que passou por lá vitimando muita gente.

Eu detesto ventania. Não gosto de altura também. E se você também é como eu, imagine estar no 81o andar do edifício Yatchouse Pasqualotto, em Balneário Camboriú, o maior prédio do Brasil, em meio a um temporal como ocorrido?

Tô fora. Aliás, a cobertura de uma das torres (foto abaixo) é do jogador Neymar e vale alguns milhões de reais.

– Outra tragédia quase aconteceu?

Que não se esqueça: há 1 ano, discutíamos sobre as barragens brasileiras, esse assunto que só é levantado quando o desastre ocorre.

Relembrando com o repost, extraído deste mesmo blog:

BARRAGENS E SEGURANÇA: TUDO EM ORDEM?

Como estão as barragens Brasil afora? E os viadutos, pontes e outras construções? Túneis, então?

Digo isso pelo rompimento da barragem baiana de Quati, ocorrido ontem. Por sorte, a região é despovoada. 

Estamos esperando outro desastre como o de Brumadinho ou de Mariana?

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2019/07/12/governo-confirma-rompimento-de-barragem-em-cidade-na-bahia.ghtml

Governo confirma rompimento de barragem em cidade na Bahia

Estrutura fica no povoado de Quati, em Pedro Alexandre, e água invadiu também o município vizinho, Coronel João Sá. Cerca de 500 pessoas estão desalojadas.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

O governo da Bahia confirmou, na manhã desta sexta-feira (12), que a barragem do Quati, que fica na cidade de Pedro Alexandre, se rompeu. De acordo com a assessoria de comunicação do governo, técnicos avaliaram o local nesta sexta e constataram que houve rompimento.

O Governo do Estado esclareceu, por meio de nota, que, inicialmente, houve o transbordamento da barragem, com rachadura nas laterais. No entanto, a pressão da água acabou provocando rompimento parcial do equipamento. Uma nova vistoria será realizada, na tarde desta sexta-feira, para verificar a extensão dos danos e a situação de barragens vizinhas ao Quati.

A água da barragem invadiu Pedro Alexandre e a cidade vizinha Coronel João Sá. A cidade de Coronel João Sá foi a mais atingida pela inundação, porque fica em uma altitude mais baixa que Pedro Alexandre. Cerca de 500 pessoas estão desalojadas.

As fortes chuvas que caem na região aumentaram o volume de água do Rio do Peixe, que deságua na barragem. O percurso do rio entre as cidades de Pedro Alexandre e Coronel João Sá é cerca de 80 km.

Não houve registro de feridos, nem desaparecidos nas duas cidades. O prefeito de Coronel João Sá, Carlinhos Sobral, chegou a publicar, nas redes sociais, um vídeo para alertar sobre o risco das pessoas continuarem nas casas que ficam às margens do Rio do Peixe.

A água que vazou da barragem seguiu o curso do rio na tarde de quinta-feira (11) e chegou a Coronel João Sá.

A barragem do Quati foi construída pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e entregue em novembro de 2000 à Associação de Moradores da Comunidade do distrito. Ela represa o Rio do Peixe para o período de estiagem.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Transtornos e prejuízos

A ponte que passa sobre o Rio do Peixe, em Coronel João Sá, na Bahia, ficou submersa e os bombeiros isolaram a área. Moradores ficaram mais de 18h “ilhados” e só começaram a transitar com a ajuda dos bombeiros, no final da manhã desta sexta.

A água começou a escoar, também na manhã desta sexta-feira, mas ainda chove no município. Os prejuízos são muitos. Casas cheias de lamas e com marcas de água até a metade das paredes. Assim como a ponte, as ruas de Coronel João Sá ficaram alagadas.

Os moradores precisaram deixar as casas e estão alojados nas escolas municipais, que seguem com aulas suspensas. Conforme o prefeito Carlinhos Sobral, entre 100 e 150 famílias estão desalojadas.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem  — Foto: Studio Júnior NascimentoImagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem  — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino GiubbiniImagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Imagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1

Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1

Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1

Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1

– As restrições viárias na Capital Paulista são inteligentes?

Ouvi as justificativas das autoridades para o fechamento de vias na cidade de São Paulo e… sinceramente, não acho ser uma ação produtiva!

O que contribui para a diminuição da propagação do Novo Coronavírus fechar as ruas? Além de represar o trânsito naquele local, os carros transferem-se para as vias locais periféricas, aumentando o fluxo nelas. Simplesmente você muda o foco, causando, num efeito contrário, aglomerações viárias.

Entendo que quem teve a ideia se propôs a “intimidar as pessoas” para que fiquem em casa, e isso não deu certo. Aliás, um “gênio às avessas” o idealizador dessa proposta.

Enfim: a tão necessária prevenção, nesse caso específico, foi um erro incompreensível.

Bloqueios em São Paulo terão apenas corredores de ônibus liberados ...

– O Fracasso dos Patinetes Motorizados

No começo, foram uma febre (especialmente na Capital Paulista e Litoral), mas depois… os patinetes elétricos foram abandonados pelas empresas que os alugavam pelos prejuízos constantes.

Abaixo, entenda o que aconteceu, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/02/22/o-que-explica-a-incrivel-ascensao-e-o-vertiginoso-declinio-dos-patinetes-no-brasil.htm

O QUE EXPLICA A INCRÍVEL ASCENSÃO E O VERTIGINOSO DECLÍNIO DOS PATINETES NO BRASIL

Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve?

Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa “de primeiro mundo”. Era o futuro, agora.

Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar.

Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações.

Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve?

Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto.

Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio.

“O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento”, diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta.

O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar.

Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso.

“Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos”, afirma o pesquisador.

Altos custos e prejuízo de milhões de dólares

A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço.

As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo.

Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas.

A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina.

“A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade”, afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo.

A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018.

Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba.

A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia.

O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York.

“O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis”, afirma Binder.

Falta de planejamento e pró-atividade do poder público

Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias.

Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele.

“O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa”, diz Benicchio.

Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso.

Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só.

“Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar”, afirma o consultor.

“Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação.”

Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete.

“Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais”, afirma o pesquisador.

“Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro”, opina.

‘Os patinetes vieram para ficar’, diz pesquisador

Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor. Paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí.

A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75.

“As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos”, diz Rachel Binder.

Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. “Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações”, diz Binder.

Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo.

“Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha.”

Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios.

“Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar.”

Serviços de aluguel compartilhado de patinete elétrico chegam a ...

– Os números dos casos de Coronavírus no Brasil são reais?

É lógico que os casos reais de Coronavírus estão longe dos números divulgados. E por vários motivos: os poucos exames que divulgam os casos positivos (pessoas saudáveis que contraiam o coronavírus, fora do grupo de risco, dificilmente serão submetidas a curto prazo; pobres e demais excluídos (pois o exame, se pago, é caríssimo) e a própria não locomoção da pessoa ao Posto de Saúde / Hospital.

Assim, se nos assustamos com os números oficiais, devemos ficar mais impactados com os não contabilizados – que são, verdadeiramente, a grande massa e que não serão contados e nunca saberemos quantos foram.

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– Os cuidados de uma sala de internação em hospital com pacientes portadores de coronavírus:

Você sabia que os hospitais preparados para receber pacientes do COVID-19 tem cuidados desde a pressurização do quarto até detalhes com a maçaneta da porta?

Como funciona no Hospital Israelita Albert Einstein, que atendeu o primeiro caso confirmado no Brasil.

Em: https://super.abril.com.br/saude/coronavirus-no-brasil-as-medidas-do-hospital-para-evitar-que-a-infeccao-se-espalhe/

AS MEDIDAS DO HOSPITAL PARA EVITAR QUE A INFECÇÃO SE ESPALHE

por Rafael Battaglia

Na última quarta-feira (26), o Brasil confirmou o primeiro caso de coronavírus no país. O infectado é um homem de 61 anos, morador de São Paulo e que, recentemente, visitou o norte da Itália, país onde o novo vírus já matou 12 pessoas.

A informação, confirmada pelo Ministério da Saúde, foi divulgada após dois testes atestarem positivo para a presença do vírus 2019-nCov, o causador desse novo surto. Até o momento, o ministério contabiliza 20 casos suspeitos da doença (que se chama COVID-19), além de 59 casos descartados. É possível acompanhar a atualização dos números neste site.

O idoso portador do coronavírus está, agora, em quarentena domiciliar. Por alguns dias, ele esteve assintomático (isto é, não apresentou sintomas da doença), mas depois procurou um serviço de saúde por apresentar problemas respiratórios. Por conta disso, 30 familiares estão sob observação, além de 16 passageiros do seu voo.

Atualmente, existem 81.280 casos confirmados da COVID-19 no mundo todo. A doença já causou 2.770 mortes, mas mais de 30 mil pessoas conseguiram se livrar dela.

O hospital Albert Einstein, em São Paulo, foi quem realizou o primeiro teste para confirmar a suspeita de vírus no paciente brasileiro. A instituição elaborou um documento para orientar seus funcionários na lida com pacientes infectados, ou que tenham suspeita de infecção. Confira as principais medidas que devem ser adotadas:

Equipamentos de proteção

Durante o contato com pacientes com suspeita ou confirmação da COVID-19, é preciso usar o traje completo: luvas, aventais, máscaras e até óculos de proteção. Aventais e luvas são descartáveis. Já as máscaras (respiradores do tipo N95) só devem ser trocadas se estiverem sujas, úmidas ou com o filtro desgastado, dificultando a respiração.

Transporte de pacientes

O transporte de pacientes pelo hospital deve ser evitado ao máximo. Mas, quando não houver jeito, é montado todo um esquema de proteção. As roupas e equipamentos de proteção são trocados antes e depois do trajeto, e os funcionários responsáveis devem se higienizar em ambos os momentos.

Além disso, o mais curioso: existe um membro da equipe cuja única e exclusiva função é tocar superfícies como maçanetas, portas e botões de elevador, como forma de evitar a contaminação dos ambientes do hospital.

Limpeza dos quartos

Os pacientes devem ficar acomodados em quartos com pressão negativa, uma técnica usada em hospitais para prevenir contaminações entre um cômodo e outro. Funciona assim: usando um sistema de ventilação, dá para regular a pressão do ar dentro do quarto, de forma a deixá-la menor que a do ambiente externo.

Isso funciona porque o ar sempre vai de lugares de alta pressão para os de baixa pressão. Dessa forma, com a pressão negativa, é possível impedir que correntes de ar saiam do quarto. Esse controle é monitorado a cada seis horas, e deve ser mantido por algum tempo mesmo depois que o paciente deixar o hospital. O quarto, aliás, não pode receber imediatamente outra pessoa: é preciso aguardar uma higienização completa, que leva duas horas.

Visitas

Quem possui doenças ou condições que diminuem a imunidade (câncer, portadores de HIV, grávidas, pacientes de quimio ou radioterapia, etc.) não pode fazer visitas a casos suspeitos ou confirmados de coronavírus. Para os demais, as condições são: usar máscara, avental e luvas.

Como saber se estou com o novo coronavírus?

Caso você esteja com febre e com alguma sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, etc.), tenha viajado para alguma área de risco nos últimos 14 dias (ou esteve em contato com casos suspeitos ou confirmados da COVID-19), a recomendação é procurar um hospital e seguir as orientações médicas.

Caso você seja orientado a ficar em casa, sob quarentena, é muito importante:

• Manter distância dos demais familiares e não dividir o quarto com ninguém.

• Manter o ambiente da casa com ventilação natural.

• Usar máscara cirúrgica descartável (e trocá-la quando estiver úmida)

• Não frequentar escola, trabalho ou locais públicos – sair de casa, apenas em situações de emergência.

• Precisa tossir ou espirrar? Cubra a boca e o nariz com lenços descartáveis.

• Higienizar as mãos frequentemente com gel alcoólico com água e sabonete. Se você não tiver feito isso, evite tocar olhos, nariz e boca.

• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

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– As chuvas em SP!

Quando eu lecionava em São Paulo e a chuva ameaçava ser forte, eu saía bem cedo de casa para não perder a hora. Peguei (felizmente) apenas alguns alagamentos, com possibilidade de desvio, mas sem prejuízo de avarias e de tempo. Somente uma vez eu peguei “a coisa brava”, mas por sorte eu estava em um ônibus.

Ao ver depois de tanto tempo os rios transbordados e as marginais alagadas, fico pensando: não se tem o que fazer para evitar? Piscinões foram construídos, rios mais fundos em seus leitos e… ainda assim não se resolve?

Na Selva de Pedra, o problema é um só: A Permeabilidade do Solo. E como resolver isso?

Um desafio para os gestores públicos…

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– Até 2035, somente carros elétricos na Inglaterra?

Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?

A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).

Conseguirá? 

O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Há exatamente dois anos, eu publicava essa abordagem (retratada a seguir) no meu blog. A questão é: por quê tais coisas surgem e ficam no papel? Outro exemplo além do BRT de Jundiaí é o Centro Olímpico do Sarapiranga (Jardim Carolina, região do Bairro Medeiros), prometido pelo Ministro dos Esportes da época (PC do B – SP), Orlando Silva, que NUNCA saiu do papel!

Abaixo:

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– Que sofrimento com o 4G da vivo no Centro de Jundiaí?

Se você é jundiaiense e possui uma linha de telefone celular da VIVO, sabe que existe uma zona de sombra no Centro da cidade, mais ou menos equivalente a um quadrilátero que vai do Teatro Polytheama até o Coreto da Catedral, atingindo as ruas paralelas, onde o serviço de Internet não funciona.

O sinal do aparelho fica no 4G, mas não há quem consiga fazer alguma conexão. Nos estabelecimentos vizinhos, fica a mesma queixa: por lá, a VIVO não funciona na Web.

O que acontece? Numa região tão importante, é lamentável que isso aconteça.

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– O prédio que desabou em Fortaleza!

Caramba! Como existem coisas tristes e inesperadas neste mundo…

Já pensou estar em sua casa e ela desabar? O que dizer deste pavoroso acidente que aconteceu há pouco, em Fortaleza/CE, onde um edifício de 7 andares desmoronou?

Que Deus possa confortar os familiares das vítimas. E, depois, que a Justiça possa descobrir quem são os responsáveis pelas mortes dos inocentes.

Informações aqui, no site do G1: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2019/10/15/predio-residencial-desaba-em-fortaleza.ghtml

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– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

É Fake News, mas poderia ser real com os avanços tecnológicos!

Bombou na Internet há dois anos o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos ficaram assustados. Mas, verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista nunca haverá problemas. Certo?

Assista abaixo: ​

– A greve do Grendacc traz algumas reflexões

Funcionários do Grendacc anunciaram greve por falta de pagamento de salários. O hospital é uma instituição filantrópica, sendo uma união de pessoas que lutam para que um local especializado no tratamento oncopediátrico exista. Se os voluntários e doadores financeiros pela nobre causa não são suficientes, não seria importantíssimo que o Poder Público assumisse a responsabilidade?

Vou parafrasear meu amigo Adilson Freddo. O jornalista publicou em seu Facebook um comentário que comungo em plenitude: 

“Cadê as ‘forças vivas’ da cidade e região? Ah! nenhum deputado nosso se elegeu. Mas, Frota, Janaína e outros forasteiros, estes foram bem sucedidos, graças também aos votos daqui.”.

E agora, a quem recorrer? Seria simples se uma verba emergencial do município socorresse o Grendacc (pois os funcionários são profissionais, precisam do salário e não estão lá por “amor à causa”, mas sim pelo trabalho honesto e sustento de suas famílias). Mas esse dinheiro é disponível?

E na esfera Estadual ou Federal? Temos deputados atuantes e situados em Jundiaí para que cobrem da União o envio de recursos ao hospital?

Me pesa ver tanto dinheiro mal gasto em gestão pública no Brasil em geral, tanta parceria estranha com entidades privadas duvidosas, e saber que uma instituição de saúde (competente, histórica e reconhecidamente séria) que cuida de crianças com câncer, precisa mendigar dinheiro. Ô país de contradições…

Extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/funcionarios-do-grendacc-em-greve-por-atraso-de-salario/

FUNCIONÁRIOS EM GREVE POR FALTA DE SALÁRIO

Por Thiago Avallone

Funcionários do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), de Jundiaí, entram em greve hoje (13), alegando atraso de salário e cesta básica. Eles reclamam que o atraso nos pagamentos é constante e que só voltarão a trabalhar quando a empresa realizar o pagamento ou pelo menos informar quando o farão.

De acordo com a instituição, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais pelos funcionários, o vale de julho (adiantamento salarial) dos funcionários foi depositado. Em atraso estão os salários referentes ao mês de julho e a cesta básica.

“Representantes do Grendacc estiveram no Ministério Público do Trabalho negociando o pagamento dos salários referentes ao mês de julho. Ficou acordado que até o fim desta semana a instituição irá realizar o depósito dos salários aos funcionários”, explicou a assessoria de imprensa do grupo.

Mesmo com a informação, os trabalhadores seguem descontentes e alegam que a empresa pagará apenas metade dos salários e ainda não existe previsão de quando irão pagar a outra metade e o vale alimentação.

Em audiência realizada no dia 9 de agosto, em Campinas, a diretora suplente Beatriz de Castro e a advogada Poliana Maravesi, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde de Campinas (SINSAUDE), acordaram com a gerente adjunto do Grendacc, Katia Fanciosi e as advogadas da instituição Simone Vedelago e Elide Bertiê, de que os funcionários teriam o direito de receber 50% do salário do mês de julho, até o dia 16 de agosto.

De acordo com a ata da audiência, o Grendacc terá que pagar o saldo remanescente sempre que houver entrada de numerário.

O Grendacc afirma ainda que os familiares dos pacientes são informados pela instituição sobre a situação financeira do hospital e do laboratório. Todos os contatos com o público atendido são de competência e responsabilidade do Grendacc, que mantém esse diálogo aberto e transparente com os pacientes e seus familiares.

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– O Patinete Motorizado precisa ser debatido mais!

Que febre é essa dos patinetes motorizados?

Aqui em Jundiaí, não os vejo. Fui passear em Santos e levei um susto: vários patinetes a cada esquina, esparramados nos jardins da orla, das duas empresas que estão oferecendo o serviço por lá. E que bagunça…

Se anda na ciclovia, na calçada e na rua. Em todo lugar que dá para circular e onde não dá! E quanta gente caindo… Presenciamos, inclusive, um resgate.

Na cidade de São Paulo, vi patinetes e bicicletas bagunçados do mesmo jeito. No meio da calçada, parados, esperando clientes (e os pedestres que desviem). Somente na parte da manhã estão organizados, pois durante o dia, em qualquer e todo lugar.

Por mais que se defenda que é um meio de transporte limpo e que ajuda na mobilidade, deve-se ter regras! Pegá-los e deixá-los em estações (não no meio da rua), não atrapalhar quem anda a pé e discernir se o ideal é entre os carros ou na ciclovia. Do jeito que está, está perigoso para quem faz uso deles e para quem caminha e pode ser vítima de um descuidado!

Aliás, já pensou se tivermos várias empresas oferecendo o serviço? Multiplique-se o número de patinetes amarelos e verdes das duas principais prestadoras de serviço (faça o mesmo com as bicicletas) com os vermelhos, azuis, brancos, laranjas que possam a vir… Teremos uma cidade intransitável!

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