– Petrobrás anunciou produção recorde de petróleo em 2017!

Nunca antes nesse país produzimos tanto Diesel e Gasolina.

E daí?

Com a história da paridade internacional de preços e variação flutuante quase que diária, de nada adianta tal benefício ao consumidor de combustível. Vide os preços absurdos da Gasolina e do Diesel!

Insisto: estamos pagando ainda o custo-corrupção da empresa…

Aliás: saiba que a produção é recorde pelo QUARTO ANO SEGUIDO, e atingiu a incrível marca de 2,15 milhões de barris de petróleo por dia (bpd)!

Uau… Para se ter uma ideia, na camada do Pré-Sal a média também foi recorde: 1,29 mi bpd.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– De novo o Petróleo aumentando nesse país?

Com a política flutuante de preços instaurada pela Petrobrás, ao invés de grandes aumentos específicos nos combustíveis em determinados períodos de tempo, agora eles são diários – variando conforme a cotação internacional.

Entretanto, esses micro-aumentos diários são frequentes, mas não há a redução com a mesma frequência e percentual, como ocorre lá fora.

O certo é que para esse final de semana (o penúltimo do ano), teremos um reajuste violento na Gasolina e no Diesel, já autorizado.

Cadê os panelaços de protesto?

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– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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– A China e as Riquezas do Brasil, por Bolsonaro

Antes de mais nada, não sou de direita, nem de esquerda e nem partidário. Mas também não sou apolítico, sou um simples cidadão que gosta de reflexões. Portanto, fanáticos e militantes, não venham tecer críticas aqui.

Na “blogosfera”, leio uma reportagem do mês passado que me passou batida: “a entrevistas do pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro nos EUA”, com um discurso bem repetido do que foi sua aparição em Belo Horizonte, em Setembro.

Eu acho o militar extremamente radical. Mas não posso deixar de concordar com as seguintes palavras (extraídas da Folha):

“A China está tomando conta do subsolo do Brasil, (…) nós seremos “inquilinos dos chineses em nosso próprio território. Não podemos entregar nosso subsolo a outros países como vem sendo feito. É justo entregar Catalão (GO) e Araxá (MG), ricos em nióbio, às estatais chinesas? (…) Vamos explorar nossas riquezas, quem sabe até abrindo uma saída pro mar para Minas Gerais. Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso. (…) A Renca [Reserva Nacional de Cobre e seus Associados] deve ser explorada, mas não como Temer propôs, abrindo para empresas estrangeiras. Eu topo fazer negócio com partilha com alguns países do mundo: Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Israel. Só que os chineses ‘estão jogando War’ e temos que nos preocupar com isso”.

Nessa, estou com Jair Bolsonaro (mesmo com muita coisa contra ele, por entender que Jair seja um “Lulinha ‘Paz e Amor’ de extrema direita”). É questão de visão estratégica e de cuidar das nossas riquezas. Aliás, por que pouco se tem feito sobre isso?

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– A queda de preço “de mentirinha” dos combustíveis!

O aumento acumulado da Gasolina nos últimos meses (de Julho a Novembro) atingiu a marca de 27%, em diversos e contínuos micro aumentos (foram 85 reajustes). Praticamente, a Petrobrás faz esses reajustes (ou como ela gosta de dizer: realinhamentos) diariamente.

Depois de 3 significativos aumentos no feriado, onerando o preço à vista na bomba em quase R$ 0,12 no prazo de 4 dias, há um anúncio em todas as mídias sobre uma redução de preço para a Gasolina, em… 0,38%.

Você não se enganou: depois de subir tanto o preço, resolveu diminuir o impacto com uma “merreca” insignificante, que em reais, significaria R$ 0,01!

É o chamado “engana que eu gosto”… deveria fazer a mesma publicidade dos aumentos como faz quando raramente reduz.

A propósito, você tem acompanhado a confusão nos postos do Estado de Goiás? Lá, dizem que há a prática de cartel. Mas aqui no estado de São Paulo, a “guerra” é outra: a do lucro mínimo, onde alguns maus comerciantes adulteram produtos, roubam na galonagem e praticam preços impensáveis do ponto de vista da revenda honesta. Aos corretos, beira-se a insolvência…

Enfim: a política de preço flutuante, mas que somente aumenta o valor, tem maltratado postos e clientes. Quem ganha é apenas a Petrobrás!

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– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

Está bombando na Internet o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos estão assustados. Mas verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista não há problemas. Certo?

Assista abaixo: 

– Petrobrás aumenta os preços dos combustíveis devido ao Harvey!

Atenção motoristas: a Petrobrás anuncia aumento de preço em 0,5% na gasolina e 2,5% no Diesel para a 5a feira.

Motivo: o furacão Harvey, que está atingindo o Texas, grande produtor de petróleo. Dentro da política de preços flutuantes, embora não tenha ventado por aqui, o preço aumenta devido ao aumento internacional do produto.

Aliás, cadê o petróleo do pré-sal da costa brasileira? Por lógica, não deveria aumentar os preços no Brasil.

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– E o novo aumento de Diesel?

Será que o Governo não sabe que o Brasil “roda movido a Diesel”?

Nesta 3a feira, mais um aumento no preço dos combustíveis: cerca de R$ 0,032 a mais no Óleo Diesel.

Já perceberam quantos aumentos tivemos nos últimos tempos? A cada dois ou três dias há um pequeno reajuste. Acumule tudo isso para você ver quanto dá!

Mais do que isso, o reajuste dos fretes é inevitável, fazendo com que se onere ainda mais o transporte de alimentos.

Mas calma… segundo Temer, está “tudo em ordem”…

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– O Governador do Pará não se trata no próprio Pará?

Leio que Simão Jatene, o Governador do Estado do Pará, sofreu um problema no coração e vai se tratar em São Paulo.

A pergunta provocativa é inevitável: por que ele não se trata no próprio estado, nos hospitais construídos por ele para a população? Ou será que o governo paraense não tem preocupação em equipar com competência as unidades de saúde para tratar o povo e, incluindo-se, o Governador (já que teve que sair do seu local)?

Pois é… quando se trabalha para o povo deve-se fazer o melhor para seus eleitores ou não – e isso inclua-se: dar condições dignas para que qualquer um (do pobre ao rico) possam utilizar.

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– Angra 3: 17 bilhões para terminar ou 12 bi para derrubar a Usina Nuclear?

Mas que país é este?

Viram a fortuna que se precisa gastar para terminar a terceira Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Angra 3, em obras há “apenas” 33 anos?

Saiba mais, extraído de: OESP, ed 04/06/17, pg A8.

PARA CONCLUIR ANGRA 3, GOVERNO TERÁ DE DESEMBOLSAR MAIS R$ 17 BI

Por André Borges

Em obras de 1984, usina nuclear já consumiu R$ 7 bilhões, mas ainda está longe de ver as obras terminadas

Trinta e três anos depois de ter as obras iniciadas, a usina nuclear de Angra 3, na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ), se tornou um problema bilionário para o governo. Entre idas e vindas, a construção já consumiu R$ 7 bilhões, e é necessário tomar uma decisão: concluir o projeto, que está parado, ou abandoná-lo de vez. Seja qual for a escolha, porém, a certeza que existe é que será necessário desembolsar bem mais do que já foi gasto até agora.

Os números que estão em análise na Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, conforme apurou o Estado, apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, porém, pouco aliviaria as contas. Os cálculos sinalizam que seria preciso desembolsar R$ 12 bilhões para “descontinuar” Angra 3, entre a quitação de seus empréstimos bilionários, desmonte de estrutura, destinação de máquinas e uma infinidade de dívidas. Neste momento, portanto, a decisão do governo é buscar formas de reduzir esse custo e concluir a usina.

Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras prosseguiram até 1986, quando foram paralisadas por conta de dificuldades políticas e econômicas, além da ocorrência do maior desastre nuclear do mundo, a explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia. O projeto brasileiro ficou na gaveta por 25 anos, até ser retomado em 2009 como um dos destaques do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Naquele ano, o custo estimado para o término do projeto era de R$ 8,3 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometia colocar a usina para funcionar em maio de 2014.

Agora, com os R$ 17 bilhões estimados para sua conclusão, se chegaria a um gasto total de R$ 24 bilhões para colocar em operação uma usina com capacidade de 1.405 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, que tem potência de 1.820 MW e entrou em operação no fim de 2015, custou R$ 3,9 bilhões. Com o custo total de Angra 3, portanto, seria possível construir seis hidrelétricas de Teles Pires, com uma geração total de 10.920 MW.

O MME e a Eletronuclear, responsável pela usina, não quiseram se manifestar sobre o assunto. Na quinta-feira, o drama de Angra 3 – que nos últimos anos andou frequentando muito mais as páginas policiais, pelas denúncias de esquemas de corrupção nas obras – deve ser debatido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília.

Parceria. Hoje, a geração nuclear é um monopólio federal, com a Eletronuclear à frente das duas únicas usinas em operação no País, Angra 1 e Angra 2, que têm capacidade total de 1.990 MW. O plano é abrir as portas do setor para empresas de fora. A Eletronuclear tem mantido conversas com várias empresas, como CNNC e SNPTC (chinesas), EDF (francesa), Kepco (coreana) e Rosatom (russa). É consenso de que não há meios de avançar nas obras sem a participação de um parceiro privado.

A situação financeira da Eletronuclear fala por si. Mesmo com as operações de Angra 1 e 2 em pleno funcionamento, a estatal fechou o ano com prejuízo líquido de R$ 4,075 bilhões. Somado aos anos anteriores, o prejuízo acumulado chegou a R$ 10,952 bilhões. No horizonte, o que se vê são mais contas para pagar. A Eletronuclear precisa quitar nos próximos anos outros R$ 7,718 bilhões em empréstimos tomados com a Caixa e o BNDES.

Para dar manutenção constante nas máquinas de geração nuclear de Angra 3, a Eletronuclear já gastou mais de R$ 1 bilhão. Estudos realizados pela consultoria Deloitte apontam que ainda serão necessários pelo menos 55 meses de trabalho para concluir a usina, a partir do momento em que suas obras forem retomadas. No papel, a Eletronuclear trabalha com a hipótese de retomar as obras em junho de 2018, para concluí-la em dezembro de 2022.

A conclusão da usina pode ser importante para a Eletronuclear, mas não tem papel crucial no abastecimento energético do País. Na realidade, o que se tem hoje é um cenário com certa sobra de energia, por conta da queda na atividade econômica. A geração nuclear atual responde por apenas 1,3% da geração nacional.

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Alagamentos que deveriam ser evitados

Há certas coisas que são facilmente resolvidas, e não são por má vontade.

Aqui no Bairro Medeiros, no trecho conhecido como “Retão” da Avenida Reynaldo Porcari, é só chover que a água acumula.

É claro que os motoristas sofrem ali. Mas quem mais sente são os pedestres… como andar nas calçadas ali? Sem dizer que o Batalhão da PM fica inacessível, pois não há como a água escoar.

Embora naquele trecho seja tributado como IPTU de zona urbana, não se tem esgoto (é mole) nem BUEIROS!

Não está fácil resolver?

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