– Mobilidade em SP? Esqueça!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

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– Vem aí… a Supercana!

Ela tem o triplo de tamanho e consegue o quádruplo de produtividade. É a “super” cana-de-açúcar (ou “cana-energia”), desenvolvida no Brasil.

Viva a Biotecnologia!

Extraído do http://www.jornalcana.com.br/desenvolvida-apos-melhoramentos-geneticos-supercana-visa-energia/, republicada de FolhaPress

DESENVOLVIDA APÓS MELHORAMENTOS GENÉTICOS, ‘SUPERCANA’ VISA ENERGIA

Ela é enorme –pode atingir seis metros de altura–, tem potencial para produzir 300 toneladas por hectare e representa uma nova era no setor sucroenergético.

A cana energia, ou “supercana”, desenvolvida após melhoramentos genéticos, está em fase avançada de pesquisa e já gera novos desafios. Num setor em crise, a colheita da variedade irá demandar novos equipamentos ou adaptações nos atuais.

Desenvolvida nos últimos seis anos pelo Centro de Cana do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), ela tem como principais características um alto índice de fibras e de biomassa, diferentemente da cana tradicional, que possui mais sacarose e é utilizada para produzir açúcar.

Daí ser chamada de “cana energia”, por ser mais própria para produzir energia elétrica ou etanol de segunda geração, a partir da palha e do bagaço da cana.

A previsão é que chegue ao mercado em três anos, de acordo com o pesquisador Mauro Xavier, do Centro de Cana.

Em relação à cana-de-açúcar comum, a diferença visual é clara: a “supercana” é mais grossa e chega a quase o triplo de altura –a tradicional atinge até 2,2 m. O rendimento também é muito maior, já que a convencional atinge a média de 80 toneladas por hectare.

ESPÉCIE SELVAGEM

Para chegar à variedade, pesquisadores partiram de uma espécie selvagem. Foram feitos cruzamentos com canas tradicionais, e os “descendentes” foram selecionados até chegar ao material com esse perfil.

Se ela emplacar no mercado, um desafio será encontrar colheitadeiras e maquinário que tenham condições de cortá-la e levá-la até as usinas.

Uma possibilidade discutida é evitar que ela atinja a altura e peso máximos e, com isso, em vez de uma safra a cada 12 meses, poderia ser colhida em sete ou oito meses, com duas safras em 15 meses.

“É um grande desafio”, afirma Xavier. A contratação de boias-frias para a “supercana” foi descartada pelo setor.

Embora tenha como foco a energia, ela até pode ser usada para fabricar açúcar, mas o rendimento será menor.

“É como colocar o Neymar, atacante, para jogar no gol. Nela, a sacarose não é tão essencial. O melhoramento teve como meta acumular biomassa rapidamente e elevar a fibra”, afirma o pesquisador.

CIÊNCIA

A “supercana” é apenas uma das variedades desenvolvidas por órgãos como IAC, CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) e Ridesa (rede interuniversitária), além da gigante de biotecnologia Monsanto.

A ciência tem invadido cada vez mais os canaviais e, em 12 anos, foram liberadas no mercado mais de 90 plantas, algumas regionalizadas.

Com o avanço da mecanização, foram criadas variedades com capacidade de brotar sob a palha que é deixada pelas máquinas no solo após a colheita.

O CTC está focado em ampliar a produtividade e o teor de açúcar, com tolerância a doenças e para colheita mecanizada, de acordo com o gerente de melhoramento genético, Hugo Campos de Quiroz.

As variedades mais recentes foram feitas para o cerrado. “Precisam de boas condições climáticas e devem ser resistentes ao florescimento.”

Arnaldo Jardim, secretário da Agricultura de São Paulo, afirmou que o foco das novas variedades –não só de cana-de-açúcar, mas também de culturas como algodão, milho e feijão– deve ser buscar resistência ao estresse hídrico, devido à seca histórica que atinge o Estado.

Apesar das opções, menos de dez variedades são as mais usadas, fato que precisa mudar, segundo Xavier. “Uma praga que dá em uma variedade pode não atingir outra.”
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– Pobre Rio de Janeiro…

Quando não é a corrupção dos políticos ou a violência do crime organizado (via milicianos ou traficantes), é a catástrofe climática que assola a outrora Cidade Maravilhosa.

Viram que chuva assustadora e calamitosa caiu no Rio de Janeiro?

Claro que obras preventivas para enchentes devem ser cobradas, mas há situações que o volume d’água é descontrolado. O desta noite de segunda-feira foi um exemplo disso. As imagens que vem de lá comprovam:

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– Tudo errado na Ponte do Rio Moju!

Muito se falou nesse final de semana sobre o acidente da Ponte que caiu sobre o Rio Moju, onde supostamente dois carros passavam no momento do desabamento e estão desaparecidos. 

Sabia-se que uma balsa bateu em uma das pilastras. Agora, sabe-se que ela estava navegando em horário proibido e com excesso de peso.

Perceberam que há acidentes totalmente evitáveis, caso as regras e leis fossem seguidas?

Olhe só a foto:

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– A impressionate força das chuvas em São Paulo

Toda vez que a chuva vem forte, a capital paulista sofre. São Paulo é muito grande, com solo quase impermeável pelo excesso de concreto, mas aqui algumas coisas precisam ser discutidas:

  • em que pese a força das águas e a imprevisibilidade de um temporal acima do normal, nada se poderia fazer para minimizar os danos?
  • como se tem tanto LIXO nas ruas, que tampam os bueiros e ajudam a elevar a altura das águas devido a falta de vazão?
  • campanhas de conscientização e prevenção?
  • e obras de contenção reais?

Na minha cidade, Jundiaí, não choveu nessa noite – só tivemos um vento leve aqui na divisa com o município de Itupeva. Mas as imagens que chegaram pela TV nos deixam consternados com o sofrimento dos paulistanos (e, me parece, da região do grande ABC também).

Pobres vítimas que tudo perdem nesse momento e não tem o que fazer… deve ser horrível estar ilhado nesses momentos.

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– Vivo Fibra e o descaso do atendimento pós-venda!

Ficar sem Internet em casa no Fim de Semana é ruim, hein?

Por volta das 22h de sábado, “saiu do ar” a Internet Fibra, da Vivo. Todo o meu bairro ficou sem a conexão. Liguei logo cedo no domingo, e me disseram que até as 12h30 o serviço seria reestabelecido. Às 17h, não só estava fora do ar como o atendimento eletrônico avisou que somente as 19h51 (sim, tinha o 1 mesmo) seria normalizado.

Além do desrespeito aparente, a Vivo não transfere a ligação do automático para o físico, pois já houve primeiramente um atendimento (o da manhã). Isso se chama “tática anti-reclamação”, para evitar o questionamento ao atendente dos motivos de tanta demora para reparo. E você fica refém da empresa, sem ninguém te dar satisfação pelo não-cumprimento do reparo prometido.

Seria por que no carnaval há menos funcionários? Ou por quê ninguém foi arrumar mesmo?

Que horrível essa empresa, como a maior parte das prestadoras de serviço de telefonia móvel neste país. E o apagão do Vivo Fibra em todo o bairro só acabou depois das 20H00, com oscilações constantes.

Fica a pergunta: foi um apagão motivado por algum ataque ou falta de cuidados da prestadora?

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– Muito azar ou realmente má qualidade? A saga VIVO

Temos 3 linhas de celular em casa: a minha, da minha esposa e da minha filha. Todas eram usadas em mesmo modelo de aparelho com a operadora OI (a que tinha um sinal de voz razoável em casa).

Por estarmos em uma zona de sombra, tanto a TIM, Claro e Nextel não funcionam (acredite, já testamos todas). A VIVO se assemelha, e por questão de ter melhor sinal de Internet, optamos por migrar as linhas.

Insisto: 3 aparelhos idênticos com mesmos planos e mesma operadora (de Oi para VIVO).

A linha da minha filha ficou com sinal pleno, com 4G. Ótima migração.

A minha linha ficou com sinal parcial, com 3G. Motivo, segundo a operadora: chip defeituoso.

A linha da minha mulher ficou sem serviço. Motivo, segundo a operadora: o chip estava queimado.

Que belo cartão de visita de uma nova operadora, não?

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– O susto dos Radares a 40 km no Pedágio

Vira-e-mexe vemos fake news de que concessionárias de rodovias estão multando nas praças de pedágio para quem passa nas cancelas acima de 40km na cobrança de SEM PARAR ou Conectcar (e seus concorrentes).

Agora, o que era mentira começa a se tornar uma verdade: a concessionária das estradas que cortam a região de Jau vai sim colocar radares a 40km a título de “manter a segurança no local”. A próxima iniciativa seria na região de Marília. Nas demais rodovias não há previsão.

Quer uma boa dica para evitar a multa? Respeite a lei de trânsito e não ultrapasse a velocidade máxima permitida. Quarenta km/h na praça do pedágio é razoável e, cá entre nós, não me parece ser mais um dos inúmeros casos da detestável “indústria da multa”!

– A Disney quer construir uma Disneyworld Brazil?

Foi revelado que a Disney quer construir mais um dos seus parques temáticos fora dos EUA e está sondando a cidade de Brasília para investir.

Espaço, localização, rede hoteleira e outras análises são feitas para viabilizar o empreendimento (imaginaram se fosse na Capital Paulista, onde não se tem terreno de tal tamanho disponível e a preço viável?).

A Capital Federal teria interesse no negócio, justamente pela pasta do Turismo entender que é chegada a hora de tirar a imagem apenas de cidade-política, de arquitetura incrível mas cinza e sisuda para muitos.

Quem roda o mundo, sabe que lá no Exterior poucas pessoas conhecem Brasília como a capital do nosso país, achando ser o Rio de Janeiro, ou, pasmem, Buenos Aires (assim como os brasileiros pensam que a capital da Suíça é Zurique ou Genebra, mas que na verdade é Berna).

Confesso: imaginei que surgiriam piadas relacionadas à Política logo na sequência da notíciae surgiram: uma delas é que, caso tenhamos a “Disneylândia Brasil” em Brasília, até o Mickey poderia ser assaltado, o Pateta se tornaria lobbysta e o Tio Patinhas teria problemas de caixa 2 na sua Caixa-Forte. O Congresso Nacional, lógico, repleto de “Zé Cariocas”, o papagaio malandro que representa o país nesse universo da animação.

Brincadeiras à parte, seria realmente interessante um aporte desses em Brasília. Bom para todos.

ATUALIZANDO: Segundo a Rede Globo, através do Portal G1, essa notícia de que a Disney poderia ir para Brasília foi divulgada pelo Governo do DF e DESMENTIDA pela própria Disney.

Abaixo, de: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/06/disney-desmente-governo-do-df-e-diz-que-nao-ha-planos-para-a-construcao-de-parques-em-brasilia.ghtml

Disney desmente governo do DF e diz que ‘não há planos para a construção de parques’ em Brasília

Governo tinha falado em tratativas para trazer turma do Mickey à capital federal. Em 1961, negociação entre Juscelino Kubitschek e Walt Disney acabou frustrada

Após o governo do Distrito Federal ter anunciado a intenção de trazer um parque da Disney para a capital federal, a companhia do Mickey negou nesta quarta-feira (6) ao G1 que tenha planos de chamar também o Pato Donald e o restante da turma para morar no Brasil.

“Embora o Brasil seja um mercado atrativo, no momento não há planos para a construção de parques na região”, informou a Disney.
Ainda assim, como forma de não fechar as portas para o futuro, a empresa afirmou que “está sempre buscando caminhos para expandir seus negócios e, como parte desse processo, conversa com diferentes entidades”.

Na segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que iria se reunir com representantes da multinacional ainda esta semana. O governo até chegou a ventilar a informação de que reservou uma área de 800 hectares em Sobradinho para abrigar a estrutura.

“Estou fazendo estudos em todas as áreas. Temos conversado com diversas áreas. Essa semana vem um representante da Disney ao Distrito Federal. São projetos que estamos buscando para dar novo perfil econômico ao DF”, disse Ibaneis na segunda.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, também tinha declarado que não poderia dar detalhes sobre o projeto “para não atrapalhar as negociações”.

No entanto, o G1 apurou que, ao contrário do que foi divulgado pelo governador, nenhum executivo da Disney marcou na agenda alguma reunião com o GDF para discutir o assunto.

Procurado, o governo do Distrito Federal não se posicionou sobre o tema até a publicação desta reportagem.

Boatos do tipo envolvendo o parque costumam surgir periodicamente. Em 2008, apareceu na internet a informação de que a Disney seria construída em Curitiba, no Paraná. A inauguração prometida era para 2013.

Já em 2010, um novo boato: de que um resort seria erguido entre São Paulo e Rio de Janeiro a tempo para a Olimpíada de 2016. Além dos Estados Unidos, atualmente a Disney tem parque em Hong Kong, Xangai, Tóquio e Paris.

Em 2016, empresários chegaram a anunciar para o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) um pacote de iniciativas com objetivo de desenvolver a economia do DF. Entre as ideias estava justamente a de criar um parque da Disney em Brasília. Segundo o grupo, havia tratativas em curso desde 2013.

A promessa de trazer o parque temático para Brasília remonta a Juscelino Kubitschek. Dono da página Histórias de Brasília, o publicitário João Carlos Amador diz que no final dos anos 1950, Walt Disney procurava um lugar para construção do segundo parque temático.

O primeiro, na Califórnia, já tinha sido inaugurado em 1955. Ele então selecionou alguns países que considerava interessantes para isto. Um deles, foi o Brasil.

“A convite do próprio Walt Disney, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, até visitou a Disneylândia, em 1961, para que ele visse de perto como funcionava o espaço e como era a estrutura, para avaliar a possibilidade de construir algo semelhante no DF”, conta Amador.

O presidente JK acabou desistindo da ideia por questões burocráticas. “Walt Disney exigia que o espaço tivesse um sistema tributário próprio, sem fiscalizações e sem obedecer as leis brasileiras. Com isso, o segundo parque foi construído em Orlando, na Flórida, e se tornou o principal complexo da Disney do mundo.”

Ao pesquisar nos arquivos, o publicitário lembra que o “mais perto” que Brasília chegou da Disney foi quando um shopping da cidade construiu uma réplica do castelo da Cinderela, em 1997, como decoração de Natal. A estrutura é um dos símbolos da empresa do Mickey.

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– Brumadinho chora. Outros chorarão?

Depois do rompimento da barragem de Mariana, agora é a vez da de Brumadinho se romper.

Será que essas obras são vistoriadas quanto a manutenção? Viram o que está acontecendo nos viadutos que cederam em São Paulo? O que mais falta ruir?

Tá na cara que, lamentavelmente, se constrói algo e depois se larga ao Deus-dará. Quantas tragédias poderão ainda acontecer…

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– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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– Banheiro Família e trocador Unissex, por favor!

Já escrevi algumas vezes: pai de menina pequena sofre ao sair de casa para ir a shoppings ou eventos diversos.

Quando minha filha mais velha era uma bebezinha, sempre tive que ser bem seletivo quando saía sozinho com ela: afinal, poucos estabelecimentos possuem os “banheiros famílias” e trocadores “unissex”. Digo isso pois uma mãe pode levar seu filhinho ou filhinha para um banheiro feminino em caso de urgência. E quando é o pai que precisa levar sua filha ao banheiro? Vai no Masculino? Esquece… Pior quando os trocadores de fralda são dentro do Feminino… como o coitado do papai faz?

Compartilho um relato do UOL de quem padeceu do mesmo problema,

Extraído de: http://trib.al/fXeRqiI

FALTA DE TROCADOR DE FRALDAS OBRIGA PAI A USAR BANHEIRO FEMININO

O que faz um pai quando sai sozinho com o seu bebê e se depara com a seguinte situação: o filho com a fralda com cocô vazando até as costas e o trocador exclusivamente no banheiro feminino? Se está de carro, muitos trocam no banco do veículo, outros juntam algumas cadeiras e há aqueles que se viram e trocam em qualquer cantinho – até no chão se preciso for. Sim, é terrível, nada confortável e apropriado.

Tem pai que quando enfrentou essa dificuldade não hesitou e invadiu o banheiro feminino para trocar a fralda do bebê. O ilustrador Rodrigo Bueno, 36, diz que isso já aconteceu várias vezes. Pai das gêmeas Iolanda e Margarida, 2 anos, conta que agora está mais fácil pois as meninas estão maiores, mas que não hesitou em usar o trocador no banheiro das mulheres.

“A reação delas era de me apoiar, algumas ofereciam ajuda. Sempre entenderam a minha situação de pai”, comenta Rodrigo, que usa as charges para contar a sua rotina com as meninas. O ilustrador, que fez a charge especialmente para o blog Mães de Peito,  lançará um livro contando as suas aventuras com a sua duplinha. Rodrigo, assim como muitos pais de hoje em dia, trabalha em casa e fica a maior parte do tempo com as gêmeas já que é a mulher quem trabalha fora.

Rodrigo comenta que divide seu tempo para trabalhar e os cuidados com as meninas. “Uma vez um amigo brincou que virei babá das crianças, falei que não. Que tinha virado pai. Esses preconceitos nunca me atingiram. A grande maioria admira como resolvemos as coisas aqui em casa”, afirma.

Assim como Rodrigo, a nova geração de pais é bem diferente da dos nossos pais ou avós.  Os cuidados com os filhos para não serem terceirizados precisam ser compartilhados, ou seja, pai também dá banho, troca fralda, brinca, prepara ou pelo menos serve o almoço ou o jantar da garotada. As partes mais difíceis como educar, impor as regras e limites também fica a cargo dos dois em casa.

Ao sair de casa, no entanto, a sociedade machista em que vivemos parece ainda não estar pronta para os pais que dividem os cuidados dos filhos. Como não? Basta ir a um restaurante, padaria ou em qualquer loja de departamento e procurar o fraldário. Normalmente, ele está instalado no banheiro feminino.

Para tentar conscientizar os estabelecimentos, a Bepantol Baby, marca de pomadas de assaduras, criou a campanha Papai Manda Bem e vai doar mil trocadores para os estabelecimentos que tiverem espaço para instalar o trocador no banheiro masculino ou em um espaço unissex. O objetivo é incentivar a participação dos pais nos cuidados com as crianças. As empresas interessadas em ganhar o trocador devem se cadastrar no site da empresa.

Além da falta de fraldários, são poucos os banheiros familiares onde o pai ou a mãe pode acompanhar seu filho pequeno. Quem é pai de menina, por exemplo, sabe como é desagradável ter que levá-la no banheiro masculino ou vice-versa. Então, shoppings, padarias, estabelecimentos comerciais em geral pensem em oferecer esses espaço, com privadinhas menores,  para seus clientes pois faz toda a diferença. O que mais se nota é pais que procuram locais que são baby friendly para passear com seus filhos.

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– Que vergonha, Conmebol!

E o pedido do árbitro Andrés Cunha para que na decisão da Libertadores entre River x Boca os atletas desfrutassem do momento e “se jogasse apenas futebol?Faltou combinar com a torcida, hein?

(Relembre essa postagem com as devidas considerações sobre a importância dessa decisão aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/11/24/atletas-de-river-plate-e-boca-jrs-obedecerao-o-juizao-e-desfrutarao-do-momento-decisivo/)

Ridículo, cafajeste, vergonhoso e constrangedor o que foi visto na Argentina no sábado à tarde e entrando na noite. São seres humanos ou animais quadrúpedes disfarçados de bípedes se passando por gente que protagonizaram uma guerra do hotel dos Ximenes até o Monumental de Nuñes?

Mas sejamos justos: lembremo-nos da preocupação do Presidente Macri para que, nas finais, não desse “uma decisão portenha”, por culpa da segurança em Buenos Aires (que também recebe a reunião de cúpula do G20).

É claro e notório que os “hooligans argentinos” (ou barra-bravas) estavam esperando tal oportunidade para tumultuar, já que houve o episódio de gás pimenta contra o River Plate, anos atrás, e agora veio o contra-golpe. A solução de torcida única não adiantou. O que fazer agora? Jogo sem torcida? Cidade sem população? Estádio sem jogador? Sei lá. O certo é que as empresas de ônibus que transportam os atletas deveriam pensar em veículos blindados.

Uma sacada genial: vamos levar o jogo para a Europa, daqui uma semana? Do ponto de vista do marketing e da segurança, seria ótimo (embora seria também o atestado de incompetência da Conmebol…)! E ainda queremos fazer a Copa de 2030 por aqui! Imagine só…

Por fim, bem direto: o que vimos realmente foi a comprovação de que nosso continente está contaminado pela má-educação, péssima organização de eventos grandiosos, corrupção (ou foi “à toa” que queria-se obrigar os atletas do Boca Juniors a entrar em campo, mesmo com tapa-olho e muleta?), além, claro, da prova cabal de que a Conmebol faliu moralmente.

Se eu fosse algum líder de clube de futebol (infelizmente não temos nenhuma referência como dirigente), aproveitaria o momento, sugeriria que River e Boca boicotassem a final e promoveria o levante contra a Conmebol. É hora de criar uma Liga Sulamericana Profissional! “Com quem” e “como”, seria outro problema, óbvio…

– Mais uma vergonha do futebol brasileiro

Quando aceitaram a dispensável Copa do Mundo de 2014 (aquela que tomamos de 7 da Alemanha e que gastamos bilhões me corrupção), os organizadores prometiam uma verdadeira revolução no futebol e na sua estrutura.

Pois bem: agora, em 2018, o Maracanã está com um ridículo gramado e Flamengo x Vasco jogaram nem Brasília. E quando o vascaíno Bruno Silva se lesionou e precisou de atendimento médico com a ambulância… a viatura médica precisou ser empurrada!

Mico. Vergonha. Desrespeito. As imagens:

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