– E o novo aumento de Diesel?

Será que o Governo não sabe que o Brasil “roda movido a Diesel”?

Nesta 3a feira, mais um aumento no preço dos combustíveis: cerca de R$ 0,032 a mais no Óleo Diesel.

Já perceberam quantos aumentos tivemos nos últimos tempos? A cada dois ou três dias há um pequeno reajuste. Acumule tudo isso para você ver quanto dá!

Mais do que isso, o reajuste dos fretes é inevitável, fazendo com que se onere ainda mais o transporte de alimentos.

Mas calma… segundo Temer, está “tudo em ordem”…

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– O Governador do Pará não se trata no próprio Pará?

Leio que Simão Jatene, o Governador do Estado do Pará, sofreu um problema no coração e vai se tratar em São Paulo.

A pergunta provocativa é inevitável: por que ele não se trata no próprio estado, nos hospitais construídos por ele para a população? Ou será que o governo paraense não tem preocupação em equipar com competência as unidades de saúde para tratar o povo e, incluindo-se, o Governador (já que teve que sair do seu local)?

Pois é… quando se trabalha para o povo deve-se fazer o melhor para seus eleitores ou não – e isso inclua-se: dar condições dignas para que qualquer um (do pobre ao rico) possam utilizar.

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– Angra 3: 17 bilhões para terminar ou 12 bi para derrubar a Usina Nuclear?

Mas que país é este?

Viram a fortuna que se precisa gastar para terminar a terceira Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Angra 3, em obras há “apenas” 33 anos?

Saiba mais, extraído de: OESP, ed 04/06/17, pg A8.

PARA CONCLUIR ANGRA 3, GOVERNO TERÁ DE DESEMBOLSAR MAIS R$ 17 BI

Por André Borges

Em obras de 1984, usina nuclear já consumiu R$ 7 bilhões, mas ainda está longe de ver as obras terminadas

Trinta e três anos depois de ter as obras iniciadas, a usina nuclear de Angra 3, na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ), se tornou um problema bilionário para o governo. Entre idas e vindas, a construção já consumiu R$ 7 bilhões, e é necessário tomar uma decisão: concluir o projeto, que está parado, ou abandoná-lo de vez. Seja qual for a escolha, porém, a certeza que existe é que será necessário desembolsar bem mais do que já foi gasto até agora.

Os números que estão em análise na Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, conforme apurou o Estado, apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, porém, pouco aliviaria as contas. Os cálculos sinalizam que seria preciso desembolsar R$ 12 bilhões para “descontinuar” Angra 3, entre a quitação de seus empréstimos bilionários, desmonte de estrutura, destinação de máquinas e uma infinidade de dívidas. Neste momento, portanto, a decisão do governo é buscar formas de reduzir esse custo e concluir a usina.

Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras prosseguiram até 1986, quando foram paralisadas por conta de dificuldades políticas e econômicas, além da ocorrência do maior desastre nuclear do mundo, a explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia. O projeto brasileiro ficou na gaveta por 25 anos, até ser retomado em 2009 como um dos destaques do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Naquele ano, o custo estimado para o término do projeto era de R$ 8,3 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometia colocar a usina para funcionar em maio de 2014.

Agora, com os R$ 17 bilhões estimados para sua conclusão, se chegaria a um gasto total de R$ 24 bilhões para colocar em operação uma usina com capacidade de 1.405 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, que tem potência de 1.820 MW e entrou em operação no fim de 2015, custou R$ 3,9 bilhões. Com o custo total de Angra 3, portanto, seria possível construir seis hidrelétricas de Teles Pires, com uma geração total de 10.920 MW.

O MME e a Eletronuclear, responsável pela usina, não quiseram se manifestar sobre o assunto. Na quinta-feira, o drama de Angra 3 – que nos últimos anos andou frequentando muito mais as páginas policiais, pelas denúncias de esquemas de corrupção nas obras – deve ser debatido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília.

Parceria. Hoje, a geração nuclear é um monopólio federal, com a Eletronuclear à frente das duas únicas usinas em operação no País, Angra 1 e Angra 2, que têm capacidade total de 1.990 MW. O plano é abrir as portas do setor para empresas de fora. A Eletronuclear tem mantido conversas com várias empresas, como CNNC e SNPTC (chinesas), EDF (francesa), Kepco (coreana) e Rosatom (russa). É consenso de que não há meios de avançar nas obras sem a participação de um parceiro privado.

A situação financeira da Eletronuclear fala por si. Mesmo com as operações de Angra 1 e 2 em pleno funcionamento, a estatal fechou o ano com prejuízo líquido de R$ 4,075 bilhões. Somado aos anos anteriores, o prejuízo acumulado chegou a R$ 10,952 bilhões. No horizonte, o que se vê são mais contas para pagar. A Eletronuclear precisa quitar nos próximos anos outros R$ 7,718 bilhões em empréstimos tomados com a Caixa e o BNDES.

Para dar manutenção constante nas máquinas de geração nuclear de Angra 3, a Eletronuclear já gastou mais de R$ 1 bilhão. Estudos realizados pela consultoria Deloitte apontam que ainda serão necessários pelo menos 55 meses de trabalho para concluir a usina, a partir do momento em que suas obras forem retomadas. No papel, a Eletronuclear trabalha com a hipótese de retomar as obras em junho de 2018, para concluí-la em dezembro de 2022.

A conclusão da usina pode ser importante para a Eletronuclear, mas não tem papel crucial no abastecimento energético do País. Na realidade, o que se tem hoje é um cenário com certa sobra de energia, por conta da queda na atividade econômica. A geração nuclear atual responde por apenas 1,3% da geração nacional.

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Alagamentos que deveriam ser evitados

Há certas coisas que são facilmente resolvidas, e não são por má vontade.

Aqui no Bairro Medeiros, no trecho conhecido como “Retão” da Avenida Reynaldo Porcari, é só chover que a água acumula.

É claro que os motoristas sofrem ali. Mas quem mais sente são os pedestres… como andar nas calçadas ali? Sem dizer que o Batalhão da PM fica inacessível, pois não há como a água escoar.

Embora naquele trecho seja tributado como IPTU de zona urbana, não se tem esgoto (é mole) nem BUEIROS!

Não está fácil resolver?

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– Bairro Medeiros abandonado quando chove!

Com chuva, a Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros) vira uma piscina. Aquaplanagem total!

Claro, ninguém fez bueiros… Mostro o descaso das autoridades (no minuto 1’05”, veja que situação absurda),

Em: http://www.youtube.com/watch?v=UzTeT0Frwjg

– É na surdina que o Governo reajusta o preço dos Combustíveis.

A estratégia é velha: a Petrobrás anuncia redução ínfima de preços nos combustíveis e a explora maciçamente na mídia. Porém, os índices de queda quase não são perceptíveis nas bombas pois a cadeia intermediária entre a estatal e os postos faz com que isso se dilua sensivelmente. E anuncia duas reduções, mas sempre de pouquíssimos centavos (ou quase nada)!

Entretanto, a mesma Petrobrás anuncia o reajuste quando o noticiário está voltado para outras informações mais populares (a queda do avião da Lamia, o raio que atingiu o voo da Xuxa, o afastamento de Renan, e outras tantas coisas que dão mais IBOPE), fazendo com que naturais críticas do aumento de preços repercutam menos.

O desejo é que tudo seja feito “às escuras”, na surdina, sem tanto alarde. E o consumidor só perceberá isso na hora em que abastecer seu veículo.

Foi assim na virada dessa 2a para 3a feira: o Governo aumentou consideravelmente o preço da Gasolina em 8,1% e do Óleo Diesel em 9,5%. Aproximadamente, o impacto nas bombas será de R$ 0,12 a R$ 0,14 na G e de R$ 0,15 a R$ 0,18 no D. No Diesel S10 (o “Biodiesel”) deverá chegar de R$ 0,16 a R$ 0,19).

Me lembrei da demagoga queda de preço da eletricidade: recordam-se que a presidente Dilma Rousseff convocou cadeia nacional de Rádio e TV para anunciar a redução de preços da energia elétrica? Pouco tempo depois, criou as bandeiras tarifárias e as contas dispararam!

Mudam os políticos e os hábitos na Economia são os mesmos. Cortar as mordomias e combater, DE FATO, a corrupção, não querem.

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– Até quando?

Constantemente, há sempre muitos problemas na Rodovia Vice Prefeito Hermenegildo Tonoli (que liga Jundiaí a Itupeva).

A via virou uma avenida, perigosa e sem passarelas. E as autoridades nada fazem!

Anteontem, mega congestionamento nela e, pra variar, era por culpa de outro acidente…

Já nos acostumamos e nada faremos?

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– Cuidado: grande quantidade de Etanol adulterado com Metanol em Usina!

Está acontecendo no Rio de Janeiro, e tomara que não aconteça no restante do Brasil: pode faltar Álcool Etílico Combustível por culpa de mega esquema de adulteração.

Abaixo, extraído de Folha de SP, ed 15/11/2016

POSTOS PARAM VENDA DE ÁLCOOL NO RIO APÓS DETECTAREM PRESENÇA DE METANOL

Postos das bandeiras BR, Shell e Ipiranga suspenderam a venda de etanol depois que foi identificado metanol misturado ao álcool em suas bombas, na quarta-feira (10) da semana passada.

A venda foi suspensa na última terça (14), depois que a presença do produto foi confirmada.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), o metanol foi encontrado por equipes de monitoramento de qualidade da agência em postos na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

O produto foi recolhido e as empresas terão de reprocessar o combustível, a fim de retirar da mistura o metanol, produto altamente inflamável, mais poluente que o álcool hidratado e que traz perigos à saúde.

Nem a ANP nem as empresas envolvidas informaram a quantidade de metanol encontrado, bem como o volume de combustível retirado dos postos ou o número de bombas lacradas.

Questionada, a agência garantiu não haver risco de desabastecimento na cidade.

A venda de álcool pelos postos das três bandeiras no município do Rio foi suspensa enquanto amostras de combustíveis dos distribuidores dessas empresas seja concluída, o que ainda não tem data.

De acordo com o Sindicomb, o sindicato dos postos do município do Rio, pode haver problema de abastecimento de 48 horas a 72 horas a partir desta terça, mas a maioria já estaria sendo substituída.

Segundo a presidente da entidade, Maria Aparecida Siufo, não dá para saber se haverá aumento de preços quando o novo produto, em conformidade com legislação, estiver de volta às bombas.

“Não posso dizer se haverá ou não aumento de preços porque eles são livres, mas acredito que os postos, ao se certificarem que a culpa não foi deles, terão sensibilidade de não aumentar os preços”, disse.

ORIGEM

Foi aberto processo administrativo na ANP para apurar responsabilidades. Distribuidores e revendedores estão sujeitos a multas que vão de R$ 20 mil a R$ 5 milhões.

Segundo as empresas, o produto adulterado veio de uma usina de álcool em Campos dos Goytacazes. Os postos não têm capacidade de identificar metanol nos testes feitos quando o produto chega dos distribuidores às bombas.

A adulteração de combustíveis é uma prática usada por distribuidores com o intuito de melhorar suas margens de lucro, o que é irregular.

A BR informou que “tão logo foi detectada não conformidade no etanol hidratado comercializado em postos do grande Rio, suspendeu a venda do produto em sua rede revendedora e determinou o recolhimento e reposição dos volumes em sua rede de postos na região”.

Já a Raízen, que detém a licença para a marca Shell, informou que o produto já foi retirado do sistema e a comercialização de etanol seja suspensa. Em nota divulgada na terça, disse que o processo de substituição do produto nos distribuidores e revendedores deve ser finalizado “nas próximas 24 horas”.

O mesmo se deu com a Ipiranga, que suspendeu a venda e providenciou a substituição do produto. A empresa diz que seus postos revendedores já estão com o produto dentro dos padrões exigidos por lei.

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– Radicalismo, Paixão ou Substituição de Alvo?

Dizeres de faixas entre manifestantes contra a corrupção do Governo e protestos em favor da necessária retomada do crescimento econômico:

Menos Venezuela e Mais Argentina

Correto! Em Caracas, observa-se o sucateamento e a carestia de um país maltratado pelos anos da ditadura de Hugo Chávez e Nicolas Maduro (ambos idolatrados por alguns políticos brasileiros). Em Buenos Aires, a saída da esquerdista Cristina Kirchner trouxe ânimo e desenvolvimento imediato aos Hermanos.

Dá para contrariar tal necessidade de mudar os rumos do Brasil?

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– Brasil é como uma Zona de Guerra para a Aviação?

Devido ao grande número de balões que se solta no Brasil, as autoridades internacionais que regulam a aviação determinaram que nosso país está classificado como Black Star: ou seja, voar no Brasil é tão perigoso quanto voar em zonas de guerra!

O “risco baloeiro” por aqui (de ser atingido por um balão) é o mesmo de ser atingido por um míssil, por exemplo!

Eu não tinha essa percepção de quão perigoso é esse indicador, nem imaginava que soltar balões (uma irresponsabilidade indefensável) era tão comum em nosso país.

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