– McDonald’s produzindo combustíveis?

Se você já percebeu que o Diesel S10 atual, cuja formulação possui Biodiesel (óleos de origem vegetal) cheira fritura, pode acreditar que em um futuro bem breve isto será ainda mais verdade: o McDonald’s destinará o óleo de batatas fritas e empanados para a produção de combustíveis.

Extraído da Revista “Posto Hoje”, edição eletrônica:

NOVOS COMBUSTÍVEIS FAZEM PARTE DO DIA-A-DIA DO BRASILEIRO

Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas “verdes” no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado. O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.

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– Banheiro Família e trocador Unissex, por favor!

Já escrevi algumas vezes: pai de menina pequena sofre ao sair de casa para ir a shoppings ou eventos diversos.

Quando minha filha mais velha era uma bebezinha, sempre tive que ser bem seletivo quando saía sozinho com ela: afinal, poucos estabelecimentos possuem os “banheiros famílias” e trocadores “unissex”. Digo isso pois uma mãe pode levar seu filhinho ou filhinha para um banheiro feminino em caso de urgência. E quando é o pai que precisa levar sua filha ao banheiro? Vai no Masculino? Esquece… Pior quando os trocadores de fralda são dentro do Feminino… como o coitado do papai faz?

Compartilho um relato do UOL de quem padeceu do mesmo problema,

Extraído de: http://trib.al/fXeRqiI

FALTA DE TROCADOR DE FRALDAS OBRIGA PAI A USAR BANHEIRO FEMININO

O que faz um pai quando sai sozinho com o seu bebê e se depara com a seguinte situação: o filho com a fralda com cocô vazando até as costas e o trocador exclusivamente no banheiro feminino? Se está de carro, muitos trocam no banco do veículo, outros juntam algumas cadeiras e há aqueles que se viram e trocam em qualquer cantinho – até no chão se preciso for. Sim, é terrível, nada confortável e apropriado.

Tem pai que quando enfrentou essa dificuldade não hesitou e invadiu o banheiro feminino para trocar a fralda do bebê. O ilustrador Rodrigo Bueno, 36, diz que isso já aconteceu várias vezes. Pai das gêmeas Iolanda e Margarida, 2 anos, conta que agora está mais fácil pois as meninas estão maiores, mas que não hesitou em usar o trocador no banheiro das mulheres.

“A reação delas era de me apoiar, algumas ofereciam ajuda. Sempre entenderam a minha situação de pai”, comenta Rodrigo, que usa as charges para contar a sua rotina com as meninas. O ilustrador, que fez a charge especialmente para o blog Mães de Peito,  lançará um livro contando as suas aventuras com a sua duplinha. Rodrigo, assim como muitos pais de hoje em dia, trabalha em casa e fica a maior parte do tempo com as gêmeas já que é a mulher quem trabalha fora.

Rodrigo comenta que divide seu tempo para trabalhar e os cuidados com as meninas. “Uma vez um amigo brincou que virei babá das crianças, falei que não. Que tinha virado pai. Esses preconceitos nunca me atingiram. A grande maioria admira como resolvemos as coisas aqui em casa”, afirma.

Assim como Rodrigo, a nova geração de pais é bem diferente da dos nossos pais ou avós.  Os cuidados com os filhos para não serem terceirizados precisam ser compartilhados, ou seja, pai também dá banho, troca fralda, brinca, prepara ou pelo menos serve o almoço ou o jantar da garotada. As partes mais difíceis como educar, impor as regras e limites também fica a cargo dos dois em casa.

Ao sair de casa, no entanto, a sociedade machista em que vivemos parece ainda não estar pronta para os pais que dividem os cuidados dos filhos. Como não? Basta ir a um restaurante, padaria ou em qualquer loja de departamento e procurar o fraldário. Normalmente, ele está instalado no banheiro feminino.

Para tentar conscientizar os estabelecimentos, a Bepantol Baby, marca de pomadas de assaduras, criou a campanha Papai Manda Bem e vai doar mil trocadores para os estabelecimentos que tiverem espaço para instalar o trocador no banheiro masculino ou em um espaço unissex. O objetivo é incentivar a participação dos pais nos cuidados com as crianças. As empresas interessadas em ganhar o trocador devem se cadastrar no site da empresa.

Além da falta de fraldários, são poucos os banheiros familiares onde o pai ou a mãe pode acompanhar seu filho pequeno. Quem é pai de menina, por exemplo, sabe como é desagradável ter que levá-la no banheiro masculino ou vice-versa. Então, shoppings, padarias, estabelecimentos comerciais em geral pensem em oferecer esses espaço, com privadinhas menores,  para seus clientes pois faz toda a diferença. O que mais se nota é pais que procuram locais que são baby friendly para passear com seus filhos.

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– Que vergonha, Conmebol!

E o pedido do árbitro Andrés Cunha para que na decisão da Libertadores entre River x Boca os atletas desfrutassem do momento e “se jogasse apenas futebol?Faltou combinar com a torcida, hein?

(Relembre essa postagem com as devidas considerações sobre a importância dessa decisão aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/11/24/atletas-de-river-plate-e-boca-jrs-obedecerao-o-juizao-e-desfrutarao-do-momento-decisivo/)

Ridículo, cafajeste, vergonhoso e constrangedor o que foi visto na Argentina no sábado à tarde e entrando na noite. São seres humanos ou animais quadrúpedes disfarçados de bípedes se passando por gente que protagonizaram uma guerra do hotel dos Ximenes até o Monumental de Nuñes?

Mas sejamos justos: lembremo-nos da preocupação do Presidente Macri para que, nas finais, não desse “uma decisão portenha”, por culpa da segurança em Buenos Aires (que também recebe a reunião de cúpula do G20).

É claro e notório que os “hooligans argentinos” (ou barra-bravas) estavam esperando tal oportunidade para tumultuar, já que houve o episódio de gás pimenta contra o River Plate, anos atrás, e agora veio o contra-golpe. A solução de torcida única não adiantou. O que fazer agora? Jogo sem torcida? Cidade sem população? Estádio sem jogador? Sei lá. O certo é que as empresas de ônibus que transportam os atletas deveriam pensar em veículos blindados.

Uma sacada genial: vamos levar o jogo para a Europa, daqui uma semana? Do ponto de vista do marketing e da segurança, seria ótimo (embora seria também o atestado de incompetência da Conmebol…)! E ainda queremos fazer a Copa de 2030 por aqui! Imagine só…

Por fim, bem direto: o que vimos realmente foi a comprovação de que nosso continente está contaminado pela má-educação, péssima organização de eventos grandiosos, corrupção (ou foi “à toa” que queria-se obrigar os atletas do Boca Juniors a entrar em campo, mesmo com tapa-olho e muleta?), além, claro, da prova cabal de que a Conmebol faliu moralmente.

Se eu fosse algum líder de clube de futebol (infelizmente não temos nenhuma referência como dirigente), aproveitaria o momento, sugeriria que River e Boca boicotassem a final e promoveria o levante contra a Conmebol. É hora de criar uma Liga Sulamericana Profissional! “Com quem” e “como”, seria outro problema, óbvio…

– Mais uma vergonha do futebol brasileiro

Quando aceitaram a dispensável Copa do Mundo de 2014 (aquela que tomamos de 7 da Alemanha e que gastamos bilhões me corrupção), os organizadores prometiam uma verdadeira revolução no futebol e na sua estrutura.

Pois bem: agora, em 2018, o Maracanã está com um ridículo gramado e Flamengo x Vasco jogaram nem Brasília. E quando o vascaíno Bruno Silva se lesionou e precisou de atendimento médico com a ambulância… a viatura médica precisou ser empurrada!

Mico. Vergonha. Desrespeito. As imagens:

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– E ninguém liga para o alongamento da nossa via?

Quando chove, a nossa Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros – Jundiaí/SP) fica intransitável. Como ter asfalto desnivelado a tal ponto e sem bueiro?

Olhe só que “piscinão” forma toda vez… uma verdadeira lagoa! Mas, infelizmente, nada se faz. É aquela velha história: obra que não aparece, não vale a pena – como, por exemplo, BUEIROS!

Veja só a foto como fica a via DEPOIS da chuva. Durante ela, deve-se andar de barco! Abaixo:

– A Greve dos Caminhoneiros: motivo justo, operação injusta!

Eu sofro na pele com o aumento do preço do Óleo Diesel, devido ao meu ramo de atividade. É assustador que o produto tenha atingido quase 60% em 10 meses, sendo que aumentou muito nos últimos dias – e com reajustes diários sucessivos.

Aliás, não há brasileiro lúcido que discorde que os caminhoneiros – cujo combustível dos seus veículos é o Diesel – estão fazendo legítimos protestos. A causa é justa (incluindo-se a Gasolina e o Etanol)Mas fica a questão: parar as estradas é o correto?

risco REAL de desabastecimento, não só de combustíveis, mas de outros produtos que dependem de transporte.

Que se pense razoavelmente em outra forma de se protestar…

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– A política de preços da Petrobrás e os absurdos aumentos sucessivos.

Reparou como os combustíveis tiveram os preços majorados nestes últimos dias?

Em alguns lugares, já se fala na venda da Gasolina parceladamente no cartão. Pudera, está caro para encher o tanque dos carros.

Você sabia que em 10 meses já subiu 42% o valor do Petróleo em geral no Brasil? Tivemos cinco aumentos seguidos, de percentual alto, somente nesta semana (por culpa da alta do dólar, segundo a Petrobrás.

Isso fez com que o consumo do Etanol aumentasse por ser um produto mais barato. Conclusão: aumentou o consumo, aumentou também o preço do litro devido a menor oferta.

Talvez não se tenha dado a devida importância, mas o combustível que mais sentiu os sucessivos reajustes foi o Óleo Diesel (que move o Brasil). Com isso, encarece-se o frete e consequentemente os produtos.

Mas fiquemos tranquilos, pois, segundo o Governo, a inflação é de apenas 0,5% ao mês…

No Rio de Janeiro, pasmem, já está próximo de R$ 5,00 / litro.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/16/preco-gasolina-posto-combustivel-petrobras-consumidor-bomba.htm

GASOLINA ESTÁ TÃO CARA QUE POSTO PARCELA COMBUSTÍVEIS EM 6 VEZES NO CARTÃO

Por Marcela Lemos e Cristiane Bonfanti

No Rio, etanol com desconto. Em Brasília, combustível parcelado em até seis vezes sem juros no cartão de crédito. Os postos têm apelado para promoções para não perder a clientela com a gasolina perto dos R$ 5.

Nesta terça-feira (15), a Petrobras anunciou uma nova alta nos preços da gasolina para as distribuidoras. Desde 3 de julho, quando a estatal adotou sua nova política de preços, a gasolina vendida nas refinarias já subiu 50,04% e o diesel, 52,15%. O salto ficou bem acima da inflação do período, que foi de 2,68%.

Em um posto BR na avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, a gasolina aumentou R$ 0,20 por litro nesta semana: passou de R$ 4,769 para R$ 4,969. O preço fez muita gente desistir de encher o tanque.

Na mesma avenida, um posto Ipiranga também vendia gasolina por R$ 4,969. Para não desagradar tanto os clientes, fez uma promoção de etanol, que baixou de R$ 3,699 para R$ 3,399.

“A gente tenta convencer o motorista de carro flex a abastecer com álcool. Alguns ficam aqui pesquisando na internet e fazendo conta para saber se vale a pena”, disse um dos funcionários.

PARCELADO EM 6X NO CARTÃO

Em um posto Shell em Brasília, a saída encontrada foi facilitar o pagamento. Desde 2006, o posto parcelava o pagamento em três vezes no cartão de crédito. Agora, aumentou para até seis vezes.

O posto mantém o mesmo valor para os pagamentos à vista e no cartão de crédito. Desde segunda (14), o preço da gasolina comum passou de R$ R$ 4,159 para R$ 4,469.

‘R$ 100 DE GASOLINA NÃO REPRESENTAM NADA’

O estudante Gabriel Mendes, 22, diz que as pessoas ficam reféns da alta dos combustíveis. “Em Brasília, não temos como andar a pé. Eu uso o carro para tudo e tenho de arcar com o custo.”

Para o engenheiro Marcello Gusmão, 37, do Rio, está inviável manter o carro rodando. Ele diz que passou a usar o veículo apenas três vezes por semana.

POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

Desde 3 de julho, a Petrobras adota uma política que prevê reajustes nos preços dos combustíveis com mais frequência, inclusive diariamente, nos preços dos combustíveis vendidos nas refinarias. As mudanças de preços acontecem nas refinarias, e podem ou não ser repassadas pelos postos para o consumidor.

Segundo a estatal, a ideia da nova política é repassar as variações do dólar e do petróleo no mercado internacional e, com isso, competir “de maneira mais ágil e eficiente”.

A política de preços da Petrobras foi alvo de críticas no passado, principalmente no governo da presidente Dilma Rousseff. Quando a cotação do petróleo no mercado internacional caiu a níveis históricos, a Petrobras decidiu não repassar essa queda para o preço dos combustíveis. Ao importar combustível mais barato e vendê-lo pelo mesmo preço de antes, os ganhos da Petrobras com a revenda aumentaram.

Na época, críticos afirmaram que, ao manter os preços artificialmente, o governo estava usando a política de preços para recuperar parte do que perdeu quando o petróleo estava caro lá fora –e o preço não subiu aqui– e para tentar aliviar as contas da Petrobras, em meio a um endividamento muito grande da companhia.

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Posto em Brasília parcela combustível em 6 vezes no cartão

– Vem aí… a Supercana!

Ela tem o triplo de tamanho e consegue o quádruplo de produtividade. É a “super” cana-de-açúcar (ou “cana-energia”), desenvolvida no Brasil.

Viva a Biotecnologia!

Extraído do http://www.jornalcana.com.br/desenvolvida-apos-melhoramentos-geneticos-supercana-visa-energia/, republicada de FolhaPress

DESENVOLVIDA APÓS MELHORAMENTOS GENÉTICOS, ‘SUPERCANA’ VISA ENERGIA

Ela é enorme –pode atingir seis metros de altura–, tem potencial para produzir 300 toneladas por hectare e representa uma nova era no setor sucroenergético.

A cana energia, ou “supercana”, desenvolvida após melhoramentos genéticos, está em fase avançada de pesquisa e já gera novos desafios. Num setor em crise, a colheita da variedade irá demandar novos equipamentos ou adaptações nos atuais.

Desenvolvida nos últimos seis anos pelo Centro de Cana do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), ela tem como principais características um alto índice de fibras e de biomassa, diferentemente da cana tradicional, que possui mais sacarose e é utilizada para produzir açúcar.

Daí ser chamada de “cana energia”, por ser mais própria para produzir energia elétrica ou etanol de segunda geração, a partir da palha e do bagaço da cana.

A previsão é que chegue ao mercado em três anos, de acordo com o pesquisador Mauro Xavier, do Centro de Cana.

Em relação à cana-de-açúcar comum, a diferença visual é clara: a “supercana” é mais grossa e chega a quase o triplo de altura –a tradicional atinge até 2,2 m. O rendimento também é muito maior, já que a convencional atinge a média de 80 toneladas por hectare.

ESPÉCIE SELVAGEM

Para chegar à variedade, pesquisadores partiram de uma espécie selvagem. Foram feitos cruzamentos com canas tradicionais, e os “descendentes” foram selecionados até chegar ao material com esse perfil.

Se ela emplacar no mercado, um desafio será encontrar colheitadeiras e maquinário que tenham condições de cortá-la e levá-la até as usinas.

Uma possibilidade discutida é evitar que ela atinja a altura e peso máximos e, com isso, em vez de uma safra a cada 12 meses, poderia ser colhida em sete ou oito meses, com duas safras em 15 meses.

“É um grande desafio”, afirma Xavier. A contratação de boias-frias para a “supercana” foi descartada pelo setor.

Embora tenha como foco a energia, ela até pode ser usada para fabricar açúcar, mas o rendimento será menor.

“É como colocar o Neymar, atacante, para jogar no gol. Nela, a sacarose não é tão essencial. O melhoramento teve como meta acumular biomassa rapidamente e elevar a fibra”, afirma o pesquisador.

CIÊNCIA

A “supercana” é apenas uma das variedades desenvolvidas por órgãos como IAC, CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) e Ridesa (rede interuniversitária), além da gigante de biotecnologia Monsanto.

A ciência tem invadido cada vez mais os canaviais e, em 12 anos, foram liberadas no mercado mais de 90 plantas, algumas regionalizadas.

Com o avanço da mecanização, foram criadas variedades com capacidade de brotar sob a palha que é deixada pelas máquinas no solo após a colheita.

O CTC está focado em ampliar a produtividade e o teor de açúcar, com tolerância a doenças e para colheita mecanizada, de acordo com o gerente de melhoramento genético, Hugo Campos de Quiroz.

As variedades mais recentes foram feitas para o cerrado. “Precisam de boas condições climáticas e devem ser resistentes ao florescimento.”

Arnaldo Jardim, secretário da Agricultura de São Paulo, afirmou que o foco das novas variedades –não só de cana-de-açúcar, mas também de culturas como algodão, milho e feijão– deve ser buscar resistência ao estresse hídrico, devido à seca histórica que atinge o Estado.

Apesar das opções, menos de dez variedades são as mais usadas, fato que precisa mudar, segundo Xavier. “Uma praga que dá em uma variedade pode não atingir outra.”
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– ANP libera a venda de Gasolina Formulada no Brasil. Cuidado com essa porcaria!

Taí um malefício para os motoristas: a Agência Nacional de Petróleo regulamentou em nosso país a venda da Gasolina Formulada, um produto “exclusivo” do Brasil.

Bem mais barata (em 2018, com quase 30% de diferença da Gasolina Tradicional de Petróleo), esse produto polui mais e rende menos. Mas o grande problema é: o consumidor está sendo informado que abastece essa Gasolina alternativa, que é composta por quase 200 solventes e prejudica o carro?

Claro que não. O que espanta é: a troco de quê os órgãos reguladores permitem a venda desse tipo de Gasolina e não cobra que o consumidor seja informado adequadamente para que tenha ciência do que está abastecendo?

Sobre as diferenças básicas desse combustível que era aprovado, mas não regulamentado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/05/16/gasolina-formulada-versus-gasolina-refinada-2/

A matéria do Jornal da Band, em texto, aqui,

extraída de: http://noticias.band.uol.com.br/noticias/100000898187/anp-libera-venda-de-gasolina-formulada.html

ANP LIBERA VENDA DE GASOLINA “FORMULADA”

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves

Com anuência da ANP (Agência Nacional do Petróleo), os postos de todo o Brasil já podem vender um tipo de gasolina chamado de “formulada”.

De acordo com especialistas, o composto é feito pela combinação de cerca de 200 solventes e “se aproxima” da composição molecular da gasolina comum, derivada do petróleo.

Além de render 15% menos, a “formulada” pode causar danos aos veículos, segundo o colunista do Metro Jornal Cláudio Humberto.

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves, e mais caros.

O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) é taxativo e reitera que, mesmo permitida a venda, deve ficar claro para o consumidor o que está comprando. Mas, segundo o colunista, não é o que acontece.

O preço da gasolina “formulada” deve ser inferior ao da derivada do petróleo. Ou o posto pode ser multado em até R$ 6 milhões.

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– A Nova Prioridade do Planeta China: banheiros para todos!

Um dos péssimos hábitos da atual e moderna China é o antigo costume de urinar em público.

Está apertado? Ache um cantinho e…

Pois é. Para acabar com esse constrangimento das autoridades, o Governo Chinês investirá R$ 10 bilhões de reais para construir banheiros públicos no país.

Abaixo, os planos ambiciosos das autoridades,

Extraído de: http://epoca.globo.com/mundo/noticia/2018/01/china-elegeu-reformar-e-modernizar-os-banheiros-sua-prioridade-na-nova-era.html

A CHINA ELEGEU REFORMAR E MODERNIZAR OS BANHEIROS SUA PRIORIDADE NA NOVA ERA

Por Vivian Oswald, de Pequim

A vendedora da pequena e charmosa butique vizinha a um dos banheiros públicos de Dashilan – um descolado hutong, como são chamados os bairros das tradicionais casas chinesas, da capital – se queixava do cheiro forte do vizinho com quem divide parede. Dizia que o odor afastava a clientela. Não mais. O banheiro foi reformado e já não incomoda. Este e tantos outros passaram por mudanças significativas para agradar turistas chineses e estrangeiros. Muitos ganharam novo visual e vasos sanitários que só faltam falar – e vão para o lugar daquelas precárias louças encaixadas no chão.

A China elegeu suas prioridades. Ao se preparar para entrar na Nova Era, anunciada em outubro passado pelo presidente Xi Jinping durante o 19º Congresso do Partido Comunista, o país escolheu dar início a uma nova revolução: a dos banheiros. “A China precisa de melhoras nos seus banheiros para construir uma sociedade civilizada e incrementar os padrões de higiene do povo”, pregou o líder chinês, prestes a iniciar seu segundo mandato agora em março.

Xi pediu aos membros do partido que continuem a modernizar os banheiros turísticos ao mesmo tempo em que expandem o projeto para o resto do país, sobretudo para as áreas rurais e regiões mais remotas. Em suas visitas às áreas rurais, o mandatário faz questão de saber se a população usa esses banheiros, que nada mais são do que um buraco no chão, sem sistema de água, nem esgoto. Nos hutongs, mesmo nos grandes centros urbanos, os banheiros públicos são as únicas opções para os moradores das casas, que, em geral, não têm um sanitário exclusivo para atender a família. Não raro, veem-se chineses passando de pijama à noite, ou bem cedo, com cara de aperto, pelas ruelas.

A revolução do Xi(xi) começou com uma campanha lançada em 2015 pelo Escritório de Turismo para melhorar as condições dos banheiros públicos nas áreas mais turísticas. Estabeleceu-se, então, uma meta de construção e renovação de 57 mil banheiros de turismo para o período de três anos. Como quase tudo na China, o objetivo foi cumprido antes do prazo. Ao todo, foram construídos e renovados 68 mil banheiros, quase 20% a mais do que o previsto, segundo dados atualizados em outubro passado. Agora, eles acabam de anunciar a nova meta para o próximo triênio. De 2018 a 2020, serão pelo menos 64 mil banheiros de turismo, dos quais, no mínimo, 47 mil novos e 17 mil renovados.

A tal revolução dos banheiros já teria custado mais de US$ 150 milhões. O foco agora vai para o interior, sobretudo nas zonas rurais, no centro e leste do país. Está sendo criado um regime de avaliação e fiscalização da sociedade. Uma pesquisa mostra que 80% dos turistas chineses se disseram satisfeitos com a melhora dos banheiros. Não é para menos. Mesmo em Pequim, as condições de alguns dos milhares de banheiros públicos que existem pela cidade chocavam os estrangeiros. Os chineses não se constrangem com o velho hábito de usar o espaço público como banheiro. No interior da China, por exemplo, na região autônoma de Ningxia, muitos camponeses nem sequer têm banheiro dentro de casa. Alguns têm de usar latrinas cavadas na terra ao lado da casa ou caminhar até 500 metros para encontrar um banheiro público.

De acordo com dados da Fundação Bem-Estar Público Yu Ting, cerca de 80% das áreas rurais de Xinjiang e do Tibete têm uma situação considerada severa. A entidade, primeira organização não governamental a cuidar exclusivamente do tema dos banheiros, foi criada pelo milionário Qian Jun. Nascido em Kunshan, na província de Jiangsu, a mais densamente povoada da China, ele decidiu largar o império que construiu nos setores de logística, finanças e alimentação para dedicar-se à filantropia depois que descobriu um câncer em 2011, quando tinha 34 anos. De lá para cá, Gian Jun já gastou cerca de US$ 3 milhões com banheiros e, por isso, passou a ser conhecido como “Zé Banheiro”. A ideia deste empreendedor não é apenas reformar os sanitários, mas mudar a cultura das pessoas. Isso pode até virar um bom negócio. Alguns modelos começam a ter marca registrada e a ser vendidos para empresas e governos de províncias interessados em conduzir as suas reformas.

Em um país diverso como a China, até o design de banheiros precisa ser discutido com atenção. Isso porque nas áreas remotas do Tibete, por exemplo, é preciso levar em conta as caraterísticas das vestes usadas pela população, com uma das mangas muito mais longa do que a outra. Além de tocar projetos para a construção de banheiros sustentáveis em universidades e sanitários dignos no interior do país, ele quer que a Universidade Tsinghua, uma das mais prestigiosas da capital, inclua no seu currículo uma nova “especialização em banheiros”, que poderia estar vinculada à Faculdade de Meio Ambiente ou à de Direito.

Ainda no final de 2015, o Ministério de Habitação da China fechou um acordo de cooperação com a província de Ningxia, que se tornou um projeto experimental da revolução dos banheiros na zona rural. A província estabeleceu pontos experimentais em 22 cidades. Na cidade de Qingtongxia, foram renovados 1.300 banheiros nos últimos três anos. Diante dos bons resultados, a província acaba de anunciar uma meta de renovar os banheiros usados por 300 mil famílias até 2020. Nas cidades grandes, alguns terão até luxos que não se costuma ver em banheiros mundo afora, como carregadores de celular, Wi-Fi, ar-condicionado, aquecimento, máquina de água e sucos e tal. O fato é que, como tudo na China, o movimento tem tomado proporção tamanha que acaba de ser lançado um aplicativo de banheiros para a população. Tem sido chamado de “o Uber dos banheiros”. Ali, o usuário tem acesso a cerca de 330 mil sanitários disponíveis à sua volta em toda a China, numa área chamada “nuvem nacional do banheiro público”, com as informações sobre as facilidades e horários de funcionamento.

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VIDA PRIVADA – O plano prevê 64 mil novos banheiros para uma população de 1,4 bilhão de pessoas (Foto: divulgação)

– Petrobrás anunciou produção recorde de petróleo em 2017!

Nunca antes nesse país produzimos tanto Diesel e Gasolina.

E daí?

Com a história da paridade internacional de preços e variação flutuante quase que diária, de nada adianta tal benefício ao consumidor de combustível. Vide os preços absurdos da Gasolina e do Diesel!

Insisto: estamos pagando ainda o custo-corrupção da empresa…

Aliás: saiba que a produção é recorde pelo QUARTO ANO SEGUIDO, e atingiu a incrível marca de 2,15 milhões de barris de petróleo por dia (bpd)!

Uau… Para se ter uma ideia, na camada do Pré-Sal a média também foi recorde: 1,29 mi bpd.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– De novo o Petróleo aumentando nesse país?

Com a política flutuante de preços instaurada pela Petrobrás, ao invés de grandes aumentos específicos nos combustíveis em determinados períodos de tempo, agora eles são diários – variando conforme a cotação internacional.

Entretanto, esses micro-aumentos diários são frequentes, mas não há a redução com a mesma frequência e percentual, como ocorre lá fora.

O certo é que para esse final de semana (o penúltimo do ano), teremos um reajuste violento na Gasolina e no Diesel, já autorizado.

Cadê os panelaços de protesto?

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– A China e as Riquezas do Brasil, por Bolsonaro

Antes de mais nada, não sou de direita, nem de esquerda e nem partidário. Mas também não sou apolítico, sou um simples cidadão que gosta de reflexões. Portanto, fanáticos e militantes, não venham tecer críticas aqui.

Na “blogosfera”, leio uma reportagem do mês passado que me passou batida: “a entrevistas do pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro nos EUA”, com um discurso bem repetido do que foi sua aparição em Belo Horizonte, em Setembro.

Eu acho o militar extremamente radical. Mas não posso deixar de concordar com as seguintes palavras (extraídas da Folha):

“A China está tomando conta do subsolo do Brasil, (…) nós seremos “inquilinos dos chineses em nosso próprio território. Não podemos entregar nosso subsolo a outros países como vem sendo feito. É justo entregar Catalão (GO) e Araxá (MG), ricos em nióbio, às estatais chinesas? (…) Vamos explorar nossas riquezas, quem sabe até abrindo uma saída pro mar para Minas Gerais. Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso. (…) A Renca [Reserva Nacional de Cobre e seus Associados] deve ser explorada, mas não como Temer propôs, abrindo para empresas estrangeiras. Eu topo fazer negócio com partilha com alguns países do mundo: Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Israel. Só que os chineses ‘estão jogando War’ e temos que nos preocupar com isso”.

Nessa, estou com Jair Bolsonaro (mesmo com muita coisa contra ele, por entender que Jair seja um “Lulinha ‘Paz e Amor’ de extrema direita”). É questão de visão estratégica e de cuidar das nossas riquezas. Aliás, por que pouco se tem feito sobre isso?

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