– Que sofrimento com o 4G da vivo no Centro de Jundiaí?

Se você é jundiaiense e possui uma linha de telefone celular da VIVO, sabe que existe uma zona de sombra no Centro da cidade, mais ou menos equivalente a um quadrilátero que vai do Teatro Polytheama até o Coreto da Catedral, atingindo as ruas paralelas, onde o serviço de Internet não funciona.

O sinal do aparelho fica no 4G, mas não há quem consiga fazer alguma conexão. Nos estabelecimentos vizinhos, fica a mesma queixa: por lá, a VIVO não funciona na Web.

O que acontece? Numa região tão importante, é lamentável que isso aconteça.

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– O prédio que desabou em Fortaleza!

Caramba! Como existem coisas tristes e inesperadas neste mundo…

Já pensou estar em sua casa e ela desabar? O que dizer deste pavoroso acidente que aconteceu há pouco, em Fortaleza/CE, onde um edifício de 7 andares desmoronou?

Que Deus possa confortar os familiares das vítimas. E, depois, que a Justiça possa descobrir quem são os responsáveis pelas mortes dos inocentes.

Informações aqui, no site do G1: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2019/10/15/predio-residencial-desaba-em-fortaleza.ghtml

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– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

É Fake News, mas poderia ser real com os avanços tecnológicos!

Bombou na Internet há dois anos o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos ficaram assustados. Mas, verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista nunca haverá problemas. Certo?

Assista abaixo: ​

– A greve do Grendacc traz algumas reflexões

Funcionários do Grendacc anunciaram greve por falta de pagamento de salários. O hospital é uma instituição filantrópica, sendo uma união de pessoas que lutam para que um local especializado no tratamento oncopediátrico exista. Se os voluntários e doadores financeiros pela nobre causa não são suficientes, não seria importantíssimo que o Poder Público assumisse a responsabilidade?

Vou parafrasear meu amigo Adilson Freddo. O jornalista publicou em seu Facebook um comentário que comungo em plenitude: 

“Cadê as ‘forças vivas’ da cidade e região? Ah! nenhum deputado nosso se elegeu. Mas, Frota, Janaína e outros forasteiros, estes foram bem sucedidos, graças também aos votos daqui.”.

E agora, a quem recorrer? Seria simples se uma verba emergencial do município socorresse o Grendacc (pois os funcionários são profissionais, precisam do salário e não estão lá por “amor à causa”, mas sim pelo trabalho honesto e sustento de suas famílias). Mas esse dinheiro é disponível?

E na esfera Estadual ou Federal? Temos deputados atuantes e situados em Jundiaí para que cobrem da União o envio de recursos ao hospital?

Me pesa ver tanto dinheiro mal gasto em gestão pública no Brasil em geral, tanta parceria estranha com entidades privadas duvidosas, e saber que uma instituição de saúde (competente, histórica e reconhecidamente séria) que cuida de crianças com câncer, precisa mendigar dinheiro. Ô país de contradições…

Extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/funcionarios-do-grendacc-em-greve-por-atraso-de-salario/

FUNCIONÁRIOS EM GREVE POR FALTA DE SALÁRIO

Por Thiago Avallone

Funcionários do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), de Jundiaí, entram em greve hoje (13), alegando atraso de salário e cesta básica. Eles reclamam que o atraso nos pagamentos é constante e que só voltarão a trabalhar quando a empresa realizar o pagamento ou pelo menos informar quando o farão.

De acordo com a instituição, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais pelos funcionários, o vale de julho (adiantamento salarial) dos funcionários foi depositado. Em atraso estão os salários referentes ao mês de julho e a cesta básica.

“Representantes do Grendacc estiveram no Ministério Público do Trabalho negociando o pagamento dos salários referentes ao mês de julho. Ficou acordado que até o fim desta semana a instituição irá realizar o depósito dos salários aos funcionários”, explicou a assessoria de imprensa do grupo.

Mesmo com a informação, os trabalhadores seguem descontentes e alegam que a empresa pagará apenas metade dos salários e ainda não existe previsão de quando irão pagar a outra metade e o vale alimentação.

Em audiência realizada no dia 9 de agosto, em Campinas, a diretora suplente Beatriz de Castro e a advogada Poliana Maravesi, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde de Campinas (SINSAUDE), acordaram com a gerente adjunto do Grendacc, Katia Fanciosi e as advogadas da instituição Simone Vedelago e Elide Bertiê, de que os funcionários teriam o direito de receber 50% do salário do mês de julho, até o dia 16 de agosto.

De acordo com a ata da audiência, o Grendacc terá que pagar o saldo remanescente sempre que houver entrada de numerário.

O Grendacc afirma ainda que os familiares dos pacientes são informados pela instituição sobre a situação financeira do hospital e do laboratório. Todos os contatos com o público atendido são de competência e responsabilidade do Grendacc, que mantém esse diálogo aberto e transparente com os pacientes e seus familiares.

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– O Patinete Motorizado precisa ser debatido mais!

Que febre é essa dos patinetes motorizados?

Aqui em Jundiaí, não os vejo. Fui passear em Santos e levei um susto: vários patinetes a cada esquina, esparramados nos jardins da orla, das duas empresas que estão oferecendo o serviço por lá. E que bagunça…

Se anda na ciclovia, na calçada e na rua. Em todo lugar que dá para circular e onde não dá! E quanta gente caindo… Presenciamos, inclusive, um resgate.

Na cidade de São Paulo, vi patinetes e bicicletas bagunçados do mesmo jeito. No meio da calçada, parados, esperando clientes (e os pedestres que desviem). Somente na parte da manhã estão organizados, pois durante o dia, em qualquer e todo lugar.

Por mais que se defenda que é um meio de transporte limpo e que ajuda na mobilidade, deve-se ter regras! Pegá-los e deixá-los em estações (não no meio da rua), não atrapalhar quem anda a pé e discernir se o ideal é entre os carros ou na ciclovia. Do jeito que está, está perigoso para quem faz uso deles e para quem caminha e pode ser vítima de um descuidado!

Aliás, já pensou se tivermos várias empresas oferecendo o serviço? Multiplique-se o número de patinetes amarelos e verdes das duas principais prestadoras de serviço (faça o mesmo com as bicicletas) com os vermelhos, azuis, brancos, laranjas que possam a vir… Teremos uma cidade intransitável!

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– Outra tragédia quase aconteceu?

Como estão as barragens Brasil afora? E os viadutos, pontes e outras construções? Túneis, então?

Digo isso pelo rompimento da barragem baiana de Quati, ocorrido ontem. Por sorte, a região é despovoada. 

Estamos esperando outro desastre como o de Brumadinho ou de Mariana?

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2019/07/12/governo-confirma-rompimento-de-barragem-em-cidade-na-bahia.ghtml

Governo confirma rompimento de barragem em cidade na Bahia

Estrutura fica no povoado de Quati, em Pedro Alexandre, e água invadiu também o município vizinho, Coronel João Sá. Cerca de 500 pessoas estão desalojadas.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

O governo da Bahia confirmou, na manhã desta sexta-feira (12), que a barragem do Quati, que fica na cidade de Pedro Alexandre, se rompeu. De acordo com a assessoria de comunicação do governo, técnicos avaliaram o local nesta sexta e constataram que houve rompimento.

O Governo do Estado esclareceu, por meio de nota, que, inicialmente, houve o transbordamento da barragem, com rachadura nas laterais. No entanto, a pressão da água acabou provocando rompimento parcial do equipamento. Uma nova vistoria será realizada, na tarde desta sexta-feira, para verificar a extensão dos danos e a situação de barragens vizinhas ao Quati.

A água da barragem invadiu Pedro Alexandre e a cidade vizinha Coronel João Sá. A cidade de Coronel João Sá foi a mais atingida pela inundação, porque fica em uma altitude mais baixa que Pedro Alexandre. Cerca de 500 pessoas estão desalojadas.

As fortes chuvas que caem na região aumentaram o volume de água do Rio do Peixe, que deságua na barragem. O percurso do rio entre as cidades de Pedro Alexandre e Coronel João Sá é cerca de 80 km.

Não houve registro de feridos, nem desaparecidos nas duas cidades. O prefeito de Coronel João Sá, Carlinhos Sobral, chegou a publicar, nas redes sociais, um vídeo para alertar sobre o risco das pessoas continuarem nas casas que ficam às margens do Rio do Peixe.

A água que vazou da barragem seguiu o curso do rio na tarde de quinta-feira (11) e chegou a Coronel João Sá.

A barragem do Quati foi construída pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e entregue em novembro de 2000 à Associação de Moradores da Comunidade do distrito. Ela represa o Rio do Peixe para o período de estiagem.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Transtornos e prejuízos

A ponte que passa sobre o Rio do Peixe, em Coronel João Sá, na Bahia, ficou submersa e os bombeiros isolaram a área. Moradores ficaram mais de 18h “ilhados” e só começaram a transitar com a ajuda dos bombeiros, no final da manhã desta sexta.

A água começou a escoar, também na manhã desta sexta-feira, mas ainda chove no município. Os prejuízos são muitos. Casas cheias de lamas e com marcas de água até a metade das paredes. Assim como a ponte, as ruas de Coronel João Sá ficaram alagadas.

Os moradores precisaram deixar as casas e estão alojados nas escolas municipais, que seguem com aulas suspensas. Conforme o prefeito Carlinhos Sobral, entre 100 e 150 famílias estão desalojadas.

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBAImagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagens aéreas mostram rompimento de barragem na Bahia — Foto: Secom/GOVBA

Imagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem  — Foto: Studio Júnior NascimentoImagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem  — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem aérea na quinta-feira (11), do município de Coronel João Sá, após rompimento da barragem — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino GiubbiniImagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Imagem de inundação em Prefeitura de Pedro Alexandre, na quinta-feira (11) — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1

Lama espalhada pela cidade de Coronel João Sá, na manhã desta sexta-feira (12) — Foto: Alan Tiago/G1

Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1

Barragem em cidade na Bahia se rompeu e deixou 500 desalojados — Foto: Arte/G1

– Mobilidade em SP? Esqueça!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

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– Vem aí… a Supercana!

Ela tem o triplo de tamanho e consegue o quádruplo de produtividade. É a “super” cana-de-açúcar (ou “cana-energia”), desenvolvida no Brasil.

Viva a Biotecnologia!

Extraído do http://www.jornalcana.com.br/desenvolvida-apos-melhoramentos-geneticos-supercana-visa-energia/, republicada de FolhaPress

DESENVOLVIDA APÓS MELHORAMENTOS GENÉTICOS, ‘SUPERCANA’ VISA ENERGIA

Ela é enorme –pode atingir seis metros de altura–, tem potencial para produzir 300 toneladas por hectare e representa uma nova era no setor sucroenergético.

A cana energia, ou “supercana”, desenvolvida após melhoramentos genéticos, está em fase avançada de pesquisa e já gera novos desafios. Num setor em crise, a colheita da variedade irá demandar novos equipamentos ou adaptações nos atuais.

Desenvolvida nos últimos seis anos pelo Centro de Cana do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), ela tem como principais características um alto índice de fibras e de biomassa, diferentemente da cana tradicional, que possui mais sacarose e é utilizada para produzir açúcar.

Daí ser chamada de “cana energia”, por ser mais própria para produzir energia elétrica ou etanol de segunda geração, a partir da palha e do bagaço da cana.

A previsão é que chegue ao mercado em três anos, de acordo com o pesquisador Mauro Xavier, do Centro de Cana.

Em relação à cana-de-açúcar comum, a diferença visual é clara: a “supercana” é mais grossa e chega a quase o triplo de altura –a tradicional atinge até 2,2 m. O rendimento também é muito maior, já que a convencional atinge a média de 80 toneladas por hectare.

ESPÉCIE SELVAGEM

Para chegar à variedade, pesquisadores partiram de uma espécie selvagem. Foram feitos cruzamentos com canas tradicionais, e os “descendentes” foram selecionados até chegar ao material com esse perfil.

Se ela emplacar no mercado, um desafio será encontrar colheitadeiras e maquinário que tenham condições de cortá-la e levá-la até as usinas.

Uma possibilidade discutida é evitar que ela atinja a altura e peso máximos e, com isso, em vez de uma safra a cada 12 meses, poderia ser colhida em sete ou oito meses, com duas safras em 15 meses.

“É um grande desafio”, afirma Xavier. A contratação de boias-frias para a “supercana” foi descartada pelo setor.

Embora tenha como foco a energia, ela até pode ser usada para fabricar açúcar, mas o rendimento será menor.

“É como colocar o Neymar, atacante, para jogar no gol. Nela, a sacarose não é tão essencial. O melhoramento teve como meta acumular biomassa rapidamente e elevar a fibra”, afirma o pesquisador.

CIÊNCIA

A “supercana” é apenas uma das variedades desenvolvidas por órgãos como IAC, CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) e Ridesa (rede interuniversitária), além da gigante de biotecnologia Monsanto.

A ciência tem invadido cada vez mais os canaviais e, em 12 anos, foram liberadas no mercado mais de 90 plantas, algumas regionalizadas.

Com o avanço da mecanização, foram criadas variedades com capacidade de brotar sob a palha que é deixada pelas máquinas no solo após a colheita.

O CTC está focado em ampliar a produtividade e o teor de açúcar, com tolerância a doenças e para colheita mecanizada, de acordo com o gerente de melhoramento genético, Hugo Campos de Quiroz.

As variedades mais recentes foram feitas para o cerrado. “Precisam de boas condições climáticas e devem ser resistentes ao florescimento.”

Arnaldo Jardim, secretário da Agricultura de São Paulo, afirmou que o foco das novas variedades –não só de cana-de-açúcar, mas também de culturas como algodão, milho e feijão– deve ser buscar resistência ao estresse hídrico, devido à seca histórica que atinge o Estado.

Apesar das opções, menos de dez variedades são as mais usadas, fato que precisa mudar, segundo Xavier. “Uma praga que dá em uma variedade pode não atingir outra.”
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– Pobre Rio de Janeiro…

Quando não é a corrupção dos políticos ou a violência do crime organizado (via milicianos ou traficantes), é a catástrofe climática que assola a outrora Cidade Maravilhosa.

Viram que chuva assustadora e calamitosa caiu no Rio de Janeiro?

Claro que obras preventivas para enchentes devem ser cobradas, mas há situações que o volume d’água é descontrolado. O desta noite de segunda-feira foi um exemplo disso. As imagens que vem de lá comprovam:

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– Tudo errado na Ponte do Rio Moju!

Muito se falou nesse final de semana sobre o acidente da Ponte que caiu sobre o Rio Moju, onde supostamente dois carros passavam no momento do desabamento e estão desaparecidos. 

Sabia-se que uma balsa bateu em uma das pilastras. Agora, sabe-se que ela estava navegando em horário proibido e com excesso de peso.

Perceberam que há acidentes totalmente evitáveis, caso as regras e leis fossem seguidas?

Olhe só a foto:

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– A impressionate força das chuvas em São Paulo

Toda vez que a chuva vem forte, a capital paulista sofre. São Paulo é muito grande, com solo quase impermeável pelo excesso de concreto, mas aqui algumas coisas precisam ser discutidas:

  • em que pese a força das águas e a imprevisibilidade de um temporal acima do normal, nada se poderia fazer para minimizar os danos?
  • como se tem tanto LIXO nas ruas, que tampam os bueiros e ajudam a elevar a altura das águas devido a falta de vazão?
  • campanhas de conscientização e prevenção?
  • e obras de contenção reais?

Na minha cidade, Jundiaí, não choveu nessa noite – só tivemos um vento leve aqui na divisa com o município de Itupeva. Mas as imagens que chegaram pela TV nos deixam consternados com o sofrimento dos paulistanos (e, me parece, da região do grande ABC também).

Pobres vítimas que tudo perdem nesse momento e não tem o que fazer… deve ser horrível estar ilhado nesses momentos.

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– Vivo Fibra e o descaso do atendimento pós-venda!

Ficar sem Internet em casa no Fim de Semana é ruim, hein?

Por volta das 22h de sábado, “saiu do ar” a Internet Fibra, da Vivo. Todo o meu bairro ficou sem a conexão. Liguei logo cedo no domingo, e me disseram que até as 12h30 o serviço seria reestabelecido. Às 17h, não só estava fora do ar como o atendimento eletrônico avisou que somente as 19h51 (sim, tinha o 1 mesmo) seria normalizado.

Além do desrespeito aparente, a Vivo não transfere a ligação do automático para o físico, pois já houve primeiramente um atendimento (o da manhã). Isso se chama “tática anti-reclamação”, para evitar o questionamento ao atendente dos motivos de tanta demora para reparo. E você fica refém da empresa, sem ninguém te dar satisfação pelo não-cumprimento do reparo prometido.

Seria por que no carnaval há menos funcionários? Ou por quê ninguém foi arrumar mesmo?

Que horrível essa empresa, como a maior parte das prestadoras de serviço de telefonia móvel neste país. E o apagão do Vivo Fibra em todo o bairro só acabou depois das 20H00, com oscilações constantes.

Fica a pergunta: foi um apagão motivado por algum ataque ou falta de cuidados da prestadora?

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– Muito azar ou realmente má qualidade? A saga VIVO

Temos 3 linhas de celular em casa: a minha, da minha esposa e da minha filha. Todas eram usadas em mesmo modelo de aparelho com a operadora OI (a que tinha um sinal de voz razoável em casa).

Por estarmos em uma zona de sombra, tanto a TIM, Claro e Nextel não funcionam (acredite, já testamos todas). A VIVO se assemelha, e por questão de ter melhor sinal de Internet, optamos por migrar as linhas.

Insisto: 3 aparelhos idênticos com mesmos planos e mesma operadora (de Oi para VIVO).

A linha da minha filha ficou com sinal pleno, com 4G. Ótima migração.

A minha linha ficou com sinal parcial, com 3G. Motivo, segundo a operadora: chip defeituoso.

A linha da minha mulher ficou sem serviço. Motivo, segundo a operadora: o chip estava queimado.

Que belo cartão de visita de uma nova operadora, não?

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– O susto dos Radares a 40 km no Pedágio

Vira-e-mexe vemos fake news de que concessionárias de rodovias estão multando nas praças de pedágio para quem passa nas cancelas acima de 40km na cobrança de SEM PARAR ou Conectcar (e seus concorrentes).

Agora, o que era mentira começa a se tornar uma verdade: a concessionária das estradas que cortam a região de Jau vai sim colocar radares a 40km a título de “manter a segurança no local”. A próxima iniciativa seria na região de Marília. Nas demais rodovias não há previsão.

Quer uma boa dica para evitar a multa? Respeite a lei de trânsito e não ultrapasse a velocidade máxima permitida. Quarenta km/h na praça do pedágio é razoável e, cá entre nós, não me parece ser mais um dos inúmeros casos da detestável “indústria da multa”!

– A Disney quer construir uma Disneyworld Brazil?

Foi revelado que a Disney quer construir mais um dos seus parques temáticos fora dos EUA e está sondando a cidade de Brasília para investir.

Espaço, localização, rede hoteleira e outras análises são feitas para viabilizar o empreendimento (imaginaram se fosse na Capital Paulista, onde não se tem terreno de tal tamanho disponível e a preço viável?).

A Capital Federal teria interesse no negócio, justamente pela pasta do Turismo entender que é chegada a hora de tirar a imagem apenas de cidade-política, de arquitetura incrível mas cinza e sisuda para muitos.

Quem roda o mundo, sabe que lá no Exterior poucas pessoas conhecem Brasília como a capital do nosso país, achando ser o Rio de Janeiro, ou, pasmem, Buenos Aires (assim como os brasileiros pensam que a capital da Suíça é Zurique ou Genebra, mas que na verdade é Berna).

Confesso: imaginei que surgiriam piadas relacionadas à Política logo na sequência da notíciae surgiram: uma delas é que, caso tenhamos a “Disneylândia Brasil” em Brasília, até o Mickey poderia ser assaltado, o Pateta se tornaria lobbysta e o Tio Patinhas teria problemas de caixa 2 na sua Caixa-Forte. O Congresso Nacional, lógico, repleto de “Zé Cariocas”, o papagaio malandro que representa o país nesse universo da animação.

Brincadeiras à parte, seria realmente interessante um aporte desses em Brasília. Bom para todos.

ATUALIZANDO: Segundo a Rede Globo, através do Portal G1, essa notícia de que a Disney poderia ir para Brasília foi divulgada pelo Governo do DF e DESMENTIDA pela própria Disney.

Abaixo, de: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/06/disney-desmente-governo-do-df-e-diz-que-nao-ha-planos-para-a-construcao-de-parques-em-brasilia.ghtml

Disney desmente governo do DF e diz que ‘não há planos para a construção de parques’ em Brasília

Governo tinha falado em tratativas para trazer turma do Mickey à capital federal. Em 1961, negociação entre Juscelino Kubitschek e Walt Disney acabou frustrada

Após o governo do Distrito Federal ter anunciado a intenção de trazer um parque da Disney para a capital federal, a companhia do Mickey negou nesta quarta-feira (6) ao G1 que tenha planos de chamar também o Pato Donald e o restante da turma para morar no Brasil.

“Embora o Brasil seja um mercado atrativo, no momento não há planos para a construção de parques na região”, informou a Disney.
Ainda assim, como forma de não fechar as portas para o futuro, a empresa afirmou que “está sempre buscando caminhos para expandir seus negócios e, como parte desse processo, conversa com diferentes entidades”.

Na segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que iria se reunir com representantes da multinacional ainda esta semana. O governo até chegou a ventilar a informação de que reservou uma área de 800 hectares em Sobradinho para abrigar a estrutura.

“Estou fazendo estudos em todas as áreas. Temos conversado com diversas áreas. Essa semana vem um representante da Disney ao Distrito Federal. São projetos que estamos buscando para dar novo perfil econômico ao DF”, disse Ibaneis na segunda.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, também tinha declarado que não poderia dar detalhes sobre o projeto “para não atrapalhar as negociações”.

No entanto, o G1 apurou que, ao contrário do que foi divulgado pelo governador, nenhum executivo da Disney marcou na agenda alguma reunião com o GDF para discutir o assunto.

Procurado, o governo do Distrito Federal não se posicionou sobre o tema até a publicação desta reportagem.

Boatos do tipo envolvendo o parque costumam surgir periodicamente. Em 2008, apareceu na internet a informação de que a Disney seria construída em Curitiba, no Paraná. A inauguração prometida era para 2013.

Já em 2010, um novo boato: de que um resort seria erguido entre São Paulo e Rio de Janeiro a tempo para a Olimpíada de 2016. Além dos Estados Unidos, atualmente a Disney tem parque em Hong Kong, Xangai, Tóquio e Paris.

Em 2016, empresários chegaram a anunciar para o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) um pacote de iniciativas com objetivo de desenvolver a economia do DF. Entre as ideias estava justamente a de criar um parque da Disney em Brasília. Segundo o grupo, havia tratativas em curso desde 2013.

A promessa de trazer o parque temático para Brasília remonta a Juscelino Kubitschek. Dono da página Histórias de Brasília, o publicitário João Carlos Amador diz que no final dos anos 1950, Walt Disney procurava um lugar para construção do segundo parque temático.

O primeiro, na Califórnia, já tinha sido inaugurado em 1955. Ele então selecionou alguns países que considerava interessantes para isto. Um deles, foi o Brasil.

“A convite do próprio Walt Disney, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, até visitou a Disneylândia, em 1961, para que ele visse de perto como funcionava o espaço e como era a estrutura, para avaliar a possibilidade de construir algo semelhante no DF”, conta Amador.

O presidente JK acabou desistindo da ideia por questões burocráticas. “Walt Disney exigia que o espaço tivesse um sistema tributário próprio, sem fiscalizações e sem obedecer as leis brasileiras. Com isso, o segundo parque foi construído em Orlando, na Flórida, e se tornou o principal complexo da Disney do mundo.”

Ao pesquisar nos arquivos, o publicitário lembra que o “mais perto” que Brasília chegou da Disney foi quando um shopping da cidade construiu uma réplica do castelo da Cinderela, em 1997, como decoração de Natal. A estrutura é um dos símbolos da empresa do Mickey.

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