Eu vi esse quadro e quero compartilhar: as perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego!
E não é verdade?
Agradeça sempre por ter um trabalho.
E valorize-o!
Quantos querem uma labuta, e não a conseguem?
Eu vou por aqui, me esforçando no meu.
Lideranças tóxicas agora são risco ocupacional sob a NR-1. #Linkezine (O post O chefe virou risco ocupacional: empresas correm contra o tempo com a …)
Continua em: O chefe virou risco ocupacional: empresas correm contra o tempo com a nova NR-1

Eu concordo com a definição de “sucesso a ser medido” na imagem abaixo, mas incluiria uma “meia dúzia” de outros elementos.
E você?
Extraído do Facebook do Prof Habacuque Wellington, em: https://www.facebook.com/Professor-Habacuque-Wellington-Sodr%C3%A9-242054899838441/
Lideranças tóxicas agora são risco ocupacional sob a NR-1. #Linkezine (O post O chefe virou risco ocupacional: empresas correm contra o tempo com a …)
Continua em: O chefe virou risco ocupacional: empresas correm contra o tempo com a nova NR-1

Estamos nos acostumando a ver casos de esgotamento profissional (Burnout) no trabalho. Mas existe algo que surge em discussão: o tédio profissional (Boreout).
A respeito disso, extraído de Exame.com, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323707868027715587-9UOh/?
SÍNDROME DE BOREOUT
por Layane Serrano
Enquanto muito se fala sobre o burnout – esgotamento causado pelo excesso de demandas -, um outro fenômeno começa a ganhar espaço nas conversas sobre saúde mental e o futuro do trabalho: o boreout, conhecido como a “síndrome do tédio extremo”. E, ao contrário do que muitos imaginam, ele não atinge profissionais sobrecarregados, mas sim os que vivem o oposto disso: falta de tarefas significativas, ausência de desafios e, com o tempo, um profundo desengajamento.
Segundo a consultoria global Gallup, 7 em cada 10 brasileiros estão desengajados no trabalho. Esse dado reforça um cenário preocupante, em que o ‘boreout’ pode se manifestar de forma silenciosa, afetando a saúde mental e emocional dos funcionários, o clima organizacional e, consequentemente, os resultados das empresas.
Para Dado Schneider, especialista nas Gerações Z e Alpha , o debate sobre o tema é urgente – especialmente quando se observa a chegada da Geração Z ao mercado de trabalho.
“O tédio profissional tende a impactar ainda mais os jovens dessa geração, que estão entrando com força nas organizações. Trata-se de uma geração que busca intenção, desafios constantes e resultados rápidos, diferente do que muitos pensam. Quando esses elementos não estão presentes, o risco de desmotivação crônica aumenta”.
📸 Deagreez/Getty Images
Para refletirmos sobre nossa vida profissional:

Descubra 7 erros comuns na rotina profissional que prejudicam seu bem-estar e veja dicas práticas para melhorar sua produtividade e saúde mental.
Continua em: 7 erros comuns na rotina profissional que sabotam seu bem-estar (e como evitar)

Muitas vezes, deixamos o descanso de lado. Porém, ele é necessário para que recuperemos a energia e continuemos a labuta.
Sem o descanso, a qualidade de vida decai, a produtividade se torna menor e todos perdem.
Enfim: descanso não é luxo, é sobrevivência. Mas você sabe descansar?
DESCANSO PRODUTIVO
por Ravi Resck
Vivemos em uma época em que o tempo não é mais apenas medido… ele é gerenciado, otimizado e monetizado.
Não basta descansar: é preciso descansar bem, com propósito, com disciplina, com eficiência.
O descanso deixa de ser um direito ou uma experiência e vira uma estratégia de performance.
O problema não está só nas empresas ou na cultura de trabalho — ele se infiltra na maneira como pensamos sobre nós mesmos.
Foucault chamaria isso de governamentalidade: um tipo de poder que opera não pela repressão, mas pela indução, fazendo com que nos vigiemos, nos regulemos, nos cobremos. O “descanso produtivo” é um sintoma disso.
A promessa de equilíbrio entre vida pessoal e trabalho funciona como válvula de escape, mas também como disfarce: não resolve o problema, apenas o torna mais palatável.
A ideia de que basta ajustar a agenda para alcançar bem-estar individual esconde que a própria lógica produtiva continua intocada.
Não se trata de organizar melhor o tempo, mas de questionar que tipo de vida estamos sendo induzidos a desejar. Por que é tão difícil simplesmente não fazer nada? Por que o ócio nos causa angústia?
Talvez a verdadeira subversão não esteja em trabalhar menos, nem em descansar melhor — mas em descansar de um modo que não sirva a nada. Um tempo não capturado. Um tempo sem função.
Como é composto o “sucesso” em sua vida?
Qual a conta para saber se você é alguém bem-sucedido profissionalmente?
Em: https://www.youtube.com/watch?si=nKAHqpbTdapd3g9v&v=x3TbaXcyTU4
Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.
Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:
O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…
Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.
1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.
2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.
2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.
2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.
Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:
A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.
Os boomers, com suas décadas de experiência.
Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.
E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.
E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.
E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?
A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.
Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.
Ops: cadê dentista, policial, administrador de empresas…
Na relação, abaixo:
Ops: cadê dentista, policial, administrador de empresas…
Na relação, abaixo:
Todos nós temos momentos de dificuldade no trabalho ou em casa. São fases, que podem ou não ser momentos ruins, depressão ou qualquer outra coisa.
Compartilho essa ótima analogia sobre o “Guarda-Chuva” e nossa proteção nesses momentos pessoais ou de labuta, abaixo, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sabe-quando-as-coisas-parecem-não-evoluir-e-tudo-parece-dar-errado-2846f82ba772
SABE QUANDO AS COISAS PARECEM NÃO EVOLUIR E TUDO PARECE DAR ERRADO? O QUE O GUARDA-CHUVA TEM A VER COM ISSO
Por Prof José Renato Sátiro Santiago
Uma vontade gigantesca de jamais sair da cama parece nos invadir. Certa vez acreditei que isso seria um sintoma de depressão. Não é, pode ser sono mesmo. Ainda assim, seja qual o for a nossa idade e situação pessoal ou profissional que estejamos vivendo, todos estamos sujeitos a isso. Aliás, talvez todos já tenhamos sentido isso em algum momento de nossas vidas. Alguns estão passando por isso neste exato momento. Outros vivem neste estado. Faz parte.
Evitar, obviamente, é o melhor a se fazer, mas isto parece tão igual quanto qualquer propaganda em prol da vacinação: “É melhor prevenir do que remediar.” Nem sempre temos o controle das variáveis que podem nos levar a uma sensação de pouco sucesso ou de tristeza, fracasso e solidão (não que elas estejam juntas).
A forma como pequenas coisas têm o poder de nos afetar pode chegar a níveis bem altos, e nem sempre temos conosco uma taxa satisfatória de anticorpos que nos proteja delas. Talvez por isso que evitar seja tão mais improvável e difícil.
Sendo assim, uma vez que estejamos dentro de situações inadequadas, o que nos cabe é sair delas o mais rápido possível. E isso está inteiramente sob nosso controle. A boa notícia é que, de certa forma, isto já está presente no nosso instinto, sim nos temos isso.
Muitas vezes eventuais sensações de marasmo têm origem no ambiente em que vivemos. Nestes casos, podem estar onde trabalhamos, junto aos nossos colegas ou amigos e, até mesmo, com os nossos entes.
Ao contrário do que acontece quando há claras expectativas de dias com muito sol a frente, a pequena possibilidade que uma tempestade poderá vir e nos levar ao meio de uma enxurrada tem um poder muito maior de nos afetar, uma vez que já teremos a crença que iremos nos afogar nela.
Um grande paradoxo tentar entender como as expectativas boas não conseguem nos influenciar com a mesma intensidade que as negativas.
Até parece que somos seres fadados ao pessimismo, o que certamente não é verdade.
Uma prova disso é que, quando nos encontramos no meio de uma enorme tempestade, e estamos sem os devidos anticorpos, no caso o guarda-chuva, a primeira coisa que fazemos é nos movimentar, no caso, sair correndo para algum lugar que nos abrigue.
Nestes momentos, poucas vezes encontraremos alguém com um guarda-chuva disponível. E mesmo quando achamos tão pouco será provável que ele esteja predisposto a ceder um espaço para que possamos nos abrigar.
A primeira razão para que isso aconteça é que normalmente não há espaço o suficiente para proteger mais de uma pessoa embaixo de um único guarda-chuva. Sendo assim, no caso, é inegável que o dono do guarda-chuva também se molhará.
Isto talvez gere a segunda razão. Nem sempre o dono do guarda-chuva olhará para os lados e/ou irá se dispor a compartilhar de seu pequeno abrigo, preferindo seguir em frente.
Na verdade, há alguns donos de guarda-chuva, que continuam andando no mesmo passo, lento, obstruindo a passagem daqueles que se molham de forma abundante e que correm atrás de um abrigo.
Enfim, uma vez no meio da tempestade, nos movimentar, apertar o passo e até mesmo correr, é a solução, e isso certamente todos nós já fazemos.
Por mais que possamos nos molhar pouco ou muito, agindo desta forma, não demorará, sairemos da tempestade.
Nossa roupa ficará molhada, mas ela se enxugará.
Podemos pegar um resfriado, que passará, algumas vezes nem precisaremos tomar remédio para isso.
Por fim, algo ficará em nossa mente: Porque não carregar um guarda-chuva sempre conosco?
A resposta é simples: Ninguém carrega guarda-chuva todos os dias.
Quando muito quando achamos que vai chover.
E nestes casos, por mais que as previsões estejam corretas, as chuvas não passam de poucas gotas.
As chuvas que nos derrubam não são as mais fortes, e sim aquelas que nos pegam de surpresa, sem que tenhamos previsto uma forma de sair dela.
E neste caso, bastam que sejam bem poucas gotas para que nos afoguemos.

Imagem extraída do link acima citado
Um dos grandes problemas do Brasil é o Etarismo. E para o mundo profissional, muitas vezes faltam oportunidades…
Esse recrutador nos traz bacanas impressões sobre como o pessoal “acima dos 40” é valoroso!
DICAS DO HEADHUNTER
Por Newton Velloso, extraído de seu LinkedIn
Eu sou um recrutador 40+, 50+, e afirmo:
…”São muitas as vantagens na contratação de um profissional 40+…!”
❕ Confira essa ótima matéria neste link: https://lnkd.in/d8dSNeMZ
Contrate Talentos 40+, 50+: Experiência que Faz a Diferença!
Esqueça o preconceito: profissionais 40+, 50+ são verdadeiros trunfos para o crescimento dos negócios modernos. Com uma expectativa de vida global chegando a 72 anos, segundo a OMS, pessoas estão vivendo mais e melhor, prontas para contribuir com lucidez, sabedoria e resultados.
💡 Por que apostar na experiência?
☑️ Resiliência que inspira
Enquanto gerações mais jovens podem desanimar com um “não”, profissionais experientes encaram desafios com equilíbrio e determinação.
☑️ Visão prática e estratégica
Na hora da crise, quem já enfrentou o inesperado sabe manter a calma e escolher o melhor caminho. Experiência não é custo, é investimento.
☑️ Gestão de talentos e diversidade
A troca de conhecimento entre gerações cria um ambiente enriquecedor e inovador, desenvolvendo equipes mais fortes e conectadas.
☑️ Inteligência emocional à prova de tudo
Com vivências variadas, esses profissionais oferecem mais sabedoria e empatia, habilidades indispensáveis em um mundo cada vez mais desafiador.
Contratar profissionais 40+, 50+ é mais do que incluir experiência no time; é agregar valor, maturidade e uma nova forma de enxergar os negócios. Dê uma chance ao poder transformador da experiência!

Quando você faz a entrevista, o recrutador diz que seu Curriculum Vitæ é ótimo, mas que “é excessivamente qualificado”.
Se você aceita ela mesmo assim, não está disponível…
No fundo: o Etarismo costuma ser velado.
Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?
Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17
AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO
Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.
Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.
Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:
1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol. Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.
2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.
3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.
4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.
5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.
6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.
7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.
8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.
9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.
10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

Crédito: GQ Images, extraído de: https://www.gqindia.com/content/how-not-behave-meetings-gq-india
Meu perfil comportamental em Sólides!
Acesse e descubra o seu também!
vagas.solides.com.br/profiler/EPA .
Emprego comanda nossas vidas, seja sobre nosso trabalho, dos amigos e da família, ou sobre a situação econômica dos países. Aprenda 10 expressões …
Continua em: 10 Termos Essenciais para Falar sobre Emprego

Realizei um Red Bull Wingfinder para uma vaga em Gestão no Red Bull Bragantino.
Muito bacana as etapas do processo, e me devolveram esse resultado quanto aos testes:
Para quem possa interessar, aqui um profissional com facilidade de relacionamento e experiência em várias áreas.
Na imagem, meu Fit Cultural:
Estivemos na região do Parque Estadual Juquery, nos Complexos Penitenciários de lá, falando sobre reinserção social em nome do Sebrae, a fim de que os reeducandos possam tentar uma nova vida pelo trabalho honesto.
Não é fácil! Mas precisamos persistir.
Levemos Educação e Cidadania.
#empreendedorismo