– Vacine-se! Eis minha 2a dose…

Ufa, demorou, mas finalmente tomei a minha 2a dose da Vacina contra a Covid-19.

Lembre-se: precisamos nos vacinar, a fim de acabar logo com a pandemia.

1. Os Médicos e Pesquisadores Responsáveis (minha mulher trabalha com pesquisa referente à Covid), alertam: é necessário vacinar, para que as pessoas tenham maior imunidade e não sofram com os graves males causados (o risco de efeito colateral da vacina é infimamente menor do que o da doença).

2. A Ciência pede para que nos vacinemos para que o mundo volte ao normal o quanto antes.

3. O Papa Francisco implorou para que nos vacinemos, por ser um ato responsável e de solidariedade para conosco e para com o próximo.

Portanto, repare que os únicos que pedem para “não vacinar” são os anti-vacinas. Não dê ouvidos a essas pessoas.

Lembrando: precisamos manter os cuidados básicos (uso de máscaras, álcool gel, distanciamento social), pois vacina é prevenção com aumento de imunidade, não é remédio que cura.

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– O exemplo e a força de uma jovem contra a COVID.

Apareceu na minha timeline do Facebook o depoimento abaixo dessa jovem: ela é filha da saudosa e querida professora Silaine Toro!

Em 1999, eu estava no Mestrado de Gestão e Marketing, e nunca imaginava em ser professor universitário. Silaine era minha colega de sala e me incentivava a lecionar.

De tanto insistir, levou-me à Uninove, onde comecei com 22 anos de idade minha carreira acadêmica (confesso: não é fácil confiar a um novato uma sala de aula), me ajudando a descobrir tal grandiosa vocação.

Silaine foi vítima da COVID, à espera da vacina. A mensagem que compartilho nas duas imagens abaixo mostra que sua filha, apesar da saudade, continua firme na luta da vida e herdou a força e inteligência da sua mãe.

Leiam (pois serve de exemplo para nós)!

– Previna-se contra a Covid. Vacine, use máscaras e mantenha distância!

Não nos esqueçamos: a variante Delta da Covid-19 é altamente contagiosa e está fazendo estragos. A pandemia não acabou, embora as vacinas tenham minimizado as mortes.

Compartilho essa muito bem feita ilustração da Turma da Mônica para explicar os riscos de não se distanciar corretamente e a necessidade do uso de máscaras.

Abaixo:

– Morreu Tarcísio Meira.

Caramba, ontem faleceu Paulo José, consagrado ator. Hoje, Tarcísio Meira nos deixa.

Galã enquanto moço, sempre talentoso nos seus papéis e dono de um carisma marcante. Era casado com Glória Menezes, que permanece com a mesma enfermidade (COVID, essa traiçoeira praga). Juntar-se-á com tantos outros colegas vitimados pela doença. 

Que descanse em paz.

Na foto acima, na novela Roda de Fogo da TV Globo (1986).

– Avanços da Ciência Brasileira contra a COVID.

Há muita coisa boa que não se é divulgado a contento. Por exemplo: as pesquisas e trabalhos do nosso país contra a COVID. E uma das técnicas mais modernas em estudo é a da Espectrometria de Massas – onde o Brasil é bem avançado.

Convido os amigos para uma pertinente palestra sobre o tema, ofertado pela Universidade São Francisco, com a Dra Andréia de Melo Porcari (que é minha esposa) e a Dra Michelle Darrieux – ambas autoridades no assunto.

Nos orgulhemos da gente esforçada e capacitada que temos!

O link para assistir em: https://www.usf.edu.br/eventos/eventos-exibir/181449852/covid19+avancos+da+ciencia+e+participacao+da+pesquisa+brasileira.htm?pre=0#conteudoInternas ou direto no Canal da USF no YouTube.

– O ano começará em Agosto mesmo?

Costumeiramente, você já ouviu falar que o ano começa depois do Carnaval. Ou da Páscoa. Ou em qualquer outra data do 1o semestre. Mas nesses tempos pandêmicos…

Será que 2021 está finalmente começando hoje, dia 02 de agosto, início do 2o semestre letivo e afrouxamento das regras contra a COVID (devido a taxa de vacinação e queda de contágio / letalidade)?

Não sei. Mas uma hora tudo há de voltar, se Deus quiser. Com vacinação na população, uso intenso de máscaras e cuidados preventivos diversos, permitindo a atividade econômica de maneira segura para, aos poucos, a normalidade voltar.

Ufa, que volte logo!

8,552 imagens de Planta germinando, Planta germinando fotografias de stock  | Depositphotos

– Olimpíadas e COVID: cadê a turma que era contra a Copa América?

Sou esportista (mas muito mais futebolista). Não tem como não gostar dos Jogos Olímpicos e do espírito esportivo. Mas…

Assim como eu era contra a realização da Copa América (por achar que não era momento adequado devido à pandemia, pelos custos de realização e pela desnecessidade do evento – atrapalhando os campeonatos locais com desfalques e calendário apertado), por coerência digo: deveria-se esperar um pouco mais as Olimpíadas de Tóquio!

Viram quantos casos de COVID-19 estão acontecendo por lá, ligados diretamente aos jogos? Quase 3000 nessa 2a feira somente na Capital (vide em: https://g1.globo.com/google/amp/mundo/noticia/2021/07/27/sede-das-olimpiadas-toquio-atinge-maior-numero-de-casos-novos-de-covid-19-em-um-so-dia.ghtml), um número altíssimo para os japoneses, deixando todos em alerta.

Fica a pergunta: aqueles que eram contra a Copa América no Brasil por conta da pandemia, são contra as Olimpíadas no Japão pelo mesmo motivo, ou era meramente uma questão ideológica / política e lá na Terra do Sol nascente pode ter esporte coletivo com protocolo?

– 3 questões para se discutir na volta das torcidas aos estádios na Libertadores.

Flamengo x Defensa y Justicia jogarão em Brasília com ¼ da capacidade de público presente do Estádio Mané Garrincha (com a exigência de comprovante de vacinação e PCR negativo para COVID).

A Conmebol liberou torcedores nos estádios, desde que as autoridades locais permitam. Entretanto…

Analisemos:

1- Pensando desportivamente, é ideal que o time brasileiro jogue com torcida e o argentino, no jogo de volta, não?

2- Visto honestamente, o ocorrido na Copa América (falsificação de exames médicos), é crível que agora tudo ocorrerá com lisura?

3- Discutindo socialmente, se na Eurocopa tivemos repiques de contágio em massa nas partidas (considerando, ainda, o alto percentual vacinado por lá e outros comportamentos), como dizer que na América do Sul será diferente (levando em conta aglomerações nas arquibancadas e nas portas dos estádios)?

Sinceramente, eu esperaria mais tempo para permitir torcedores em estádios. É possível ser prudente além do que já se foi.

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

Ops: respeitosamente aos hermanos, mas toda vez que vejo o distintivo do DyJ, lembro-me do simpático XV de Novembro de Jaú! Que o Time do Interior Paulista volte às divisões mais expressivas.

– Nada de Ivermectina ou Cloroquina para hospitalizados, diz Ministério da Saúde.

Depois de tanta teimosia… eis que o Governo admite que o “Kit Covid” não tem eficácia aos pacientes internados pelo Novo Coronavírus. 

Será que aqueles que cegamente bradavam pelo uso, mesmo contra a orientação da maioria dos médicos, mudarão de opinião?

E quem brigou com o próximo por isso, pedirá desculpas?

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2021/07/14/ministerio-envia-para-cpi-parecer-contra-uso-de-remedios-do-kit-covid-em-pacientes-hospitalizados.ghtml

MINISTÉRIO DA SAÚDE ENVIA PARECER TÉCNICO CONTRA O USO DO “KIT COVID”

Em um documento enviado à CPI da Covid, o Ministério da Saúde informou que os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.

O documento é uma nota técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema de Saúde (Conitec), e foi enviado em resposta a um requerimento do senador Humberto Costa (PT-PE). No documento, Costa solicitou informações sobre o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas relativas ao tratamento da Covid-19.

Segundo a Conitec, os medicamentos do chamado kit covid foram testados e não mostraram benefícios clínicos.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.

Essas diretrizes, conforme indica a nota, foram aprovadas por unanimidade pelos membros da Conitec em maio e “devem ser seguidas nos serviços de saúde, públicos ou privados, que prestam atendimento a pacientes diagnosticados com Covid-19”.

Trajetória do documento

Em maio, um grupo técnico formado a convite do Ministério da Saúde elaborou um documento preliminar com orientações contra o uso da cloroquina, azitromicina, ivermectina e outros medicamentos sem eficácia no tratamento da Covid-19 em pacientes hospitalizados por causa da doença.

Esse material foi apresentado ao Conitec e está atualmente em consulta pública. Após ser concluída a tramitação, as diretrizes devem ser repassadas como orientação pública sobre o uso do medicamentos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem alertando desde o segundo semestre do ano passado que a cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina não tem eficácia comprovada contra a Covid-19 e podem provocar efeitos colaterais.

Green pills an pill bottle on white background.

– O precedente da Prefeitura do RJ para a Conmebol foi imprudente!

A permissão das autoridades do Rio de Janeiro para que a Conmebol colocasse 10% da capacidade de público do Maracanã, durante a final da Copa América, foi um tremendo erro. Criou-se uma jurisprudência perigosa!

Se os clubes cariocas pedirem para liberar torcida no Brasileirão, qual a justificativa que a Prefeitura deverá fazer para não ser contraditória?

Lamentavelmente, vimos (oficializado pela Conmebol em nota) uma quantidade grande de exames negativos para Covid-19 falsificados. Absurdo.

Como coibir? Difícil responder.

Estádio do Maracanã - Estádio Jornalista Mário Filho | ESTADIOS.NET

– Vacinar funciona! De 500 mortes diárias para 10, na Inglaterra.

Priscila Currie é uma socorrista brasileira que vive em meio à correria da Pandemia no Reino Unido. Trabalhando lá, ela mostrou como o Reino Unido conseguiu reduzir as mortes por Covid-19

Vale a pena ouvi-la. São apenas 78 segundos, em que ela é bem objetiva. Aqui: https://youtu.be/vOGXBHdKS4c.

– Covid, Copa América e Eurocopa.

Quando se falava da preocupação na realização da Copa América devido a pandemia de Covid, muitos ironizavam. O problema, além de sanitário, era financeiro e de calendário, mas ainda assim se fez vista grossa. Os contágios estão sendo registrados entre atletas e colaboradores envolvidos (segundo a própria Conmebol, na divulgação de seus relatórios).

Na Eurocopa, perdeu-se algum controle por permitir torcida nas arquibancadas e pelo fato de não existir um país-sede, promovendo movimentações em lugares que não vacinaram a contento e que ainda tem casos volumosos, como Hungria e Rússia, respectivamente.

Agora, descobriu-se que o aumento dos casos de Covid entre escoceses se deve exclusivamente ao contágio em massa na partida Escócia x Inglaterra!

Compartilho, em: https://jovempan.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/escocia-registra-quase-2-mil-casos-de-covid-19-relacionados-a-eurocopa.html

ESCÓCIA REGISTRA QUASE 2 MIL CASOS DE COVID RELACIONADOS À EUROCOPA

De acordo com o relatório divulgado pelo Sistema de Saúde Escocês, dois terços destes infectados disseram ter viajado até a cidade de Londres para para acompanhar a partida entre Inglaterra e Escócia

O Sistema de Saúde Escocês (PHS) informou na manhã desta quarta-feira, 30, que registrou 1.991 casos de Covid-19 relacionados aos torcedores que assistiram aos jogos da Eurocopa na fase de grupos. De acordo com o relatório divulgado pelo órgão, citado pela “Sky Sports”, dois terços destes infectados disseram ter viajado até a cidade de Londres para para acompanhar a partida entre Inglaterra e Escócia, em 18 de junho, em Wembley, válida pela segunda rodada. O confronto terminou empatado em 0 a 0, e o estádio contou com 25% da sua capacidade total, ou seja, até 22,5 mil torcedores.

Segundo o relatório, 397 dos torcedores conseguiram ingresso no estádio de Wembley, enquanto 55 casos estavam ligados a uma “fanzone” em Glasgow, enquanto 38 e 37, respectivamente, estavam ligados aos jogos Escócia x Croácia e Escócia x República Tcheca em Hampden Park. O documento também afirma que está trabalhando para garantir que “todas as ações de saúde pública sejam realizadas no estreito contato destes casos Euro 2020”.

– Viva a merecida conquista italiana. Valeu o esforço da população!

Depois de tanto sofrimento na Itália (especialmente ao povo de Bérgamo), após lockdown, vacinação em massa e prevenção… ufa, a população está liberada do uso de máscaras!

É quase uma normalidade, já que não se pode bobear com a COVID-19, mas essa vitória é muito significativa…

Que chegue logo a nossa vez aqui no Brasil. Para tanto, usemos as máscaras e nos vacinemos.

italia-coronavirus

– A falta de informação versus a desinformação da Covid 19.

Quanto ao combate do Novo Coronavírus, no começo da pandemia, o problema era a falta de informação sobre a doença e seus cuidados. Isso atrapalhou demais a luta com medicamentos realmente eficazes e procedimentos corretos / necessários.

Hoje, sabe-se muito mais do que no início dela. Alguns comportamentos foram alterados, lugares / coisas onde “se transmite ou não” foram estudados (tempo de vida dele fora do corpo humano em alguns objetos e formas de contágio), além do surgimento de vacinas e protocolos melhores de prevenção e tratamento.

O grande problema passou a ser: a desinformação, como a insistência em atos e pronunciamentos que confundem as pessoas! Falas de gente e entidades não confiáveis, propagação de fake news e outras bobagens.

Lembre-se: prefira dados de procedência honesta, descompromissada com política e/ou autêntica.

Informações sobre o Coronavírus – Centro de Saúde da Comunidade

– Não diga bobagem, presidente Bolsonaro. Faça a sua parte e não atrapalhe a prevenção.

Leio com muito pesar, segundo a CNN, que:

“O presidente Jair Bolsonaro afirmou ter discutido com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras para quem já foi vacinado contra a Covid-19 e também para quem já a contraiu o vírus.
Que asneira! Voltamos aos tempos da presidente Dilma Rousseff, que a cada semana tínhamos um besteira dita?
Quem está imune à Covid, por vacina ou por recente contaminação e cura, fica protegido de sofrer os males do Novo Coronavírus. Mas ele CONTINUA transmitindo o vírus, se for infectado.
DE NOVO: quem está vacinado e pegar Covid, não sentirá os efeitos, não vai morrer por conta dele, mas continua sendo transmissor. Por isso deve usar máscara.
É só inabilidade no entendimento ou é burrice?
Há coisas que revoltam, como essa ideia absurda. Eu detesto usar máscaras (me sufocam demais – sem contar que eu não entendo o que muitas pessoas falam por abafar o som), mas não sou burro e sei que temos que usar.
Uso de máscara para proteção contra a Covid-19 passa a ser obrigatório no município | Prefeitura Municipal da Estância Turística de Avaré SP

– O Fungo Negro da Índia é tão assustador quanto a Covid.

Pobre povo indiano… se não bastasse os numerosos casos de Covid-19, um raríssimo (e letal) fungo está assolando a população. E o problema: isso ocorre, aparentemente, por auto-medicação indevida!

Extraído de: https://valor.globo.com/mundo/noticia/2021/05/23/fungo-negro-raro-infecta-milhares-de-sobreviventes-da-covid-19-na-ndia.ghtml

“FUNGO NEGRO” RARO INFECTA MILHARES DE SOBREVIVENTES DA COVID19 NA ÍNDIA

Propagação da mucormicose está sendo turbinada por doses às vezes excessivas de esteroides como a dexametasona, usada no tratamento da covid-19, dizem médicos

No fim de abril um homem de 52 anos e diabético recuperava-se da covid-19 em sua casa na cidade de Hyderabad, no sul da Índia, quando seus níveis de açúcar no sangue dispararam para quatro vezes o normal. O lado esquerdo do rosto de Yaseen Ahmed — incluindo seu olho, nariz e gengiva — começou a inchar e houve uma supuração.

Ahmed foi diagnosticado com uma rara — mas frequentemente mortal — infecção por fungos que está afligindo milhares de pessoas em recuperação da covid-19 na Índia, onde os médicos estão ficando sem o medicamento antifúngico usado em seu tratamento.

A infecção, mucormicose, também conhecida como “fungo negro” porque deixa o tecido corporal escuro, está afetando principalmente pessoas com diabetes. Com 77 milhões de diabéticos numa população adulta de mais de 850 milhões, a Índia tem o segundo maior número de diabéticos do mundo, perdendo apenas para a China.

“Não sabíamos nada sobre a mucormicose”, diz o filho de Ahmed, Wasay Ahmed.

A prefeitura de Nova Déli informou na quinta-feira que instalou centros de tratamento da mucormicose em três hospitais públicos da capital. Muitos Estados informaram mais de 500 casos cada, segundo disseram as autoridades em 15 de maio. O secretário da Saúde de Maharashtra, na região oeste da Índia e onde fica o centro financeiro Mumbai, informou na quinta-feira que 1.500 pessoas foram infectadas no Estado. Alguns pacientes morreram. Outros perderam a visão.

Normalmente a doença é rara, infectando por exemplo de cinco a dez pessoas por ano no Reino Unido, um país com 67 milhões de habitantes, diz David Denning, professor de doenças infecciosas da Universidade de Manchester na Inglaterra, e especialista em infecções por fungos.

Muitas partes da Índia vêm reportando a falta de anfotericina, um medicamento antifúngico usado no tratamento da mucormicose. Embora esse medicamento seja fabricado na Índia, o aumento súbito dos casos causou um problema de fornecimento. Na sexta-feira, o governo disse que as companhias farmacêuticas estavam aumentando a produção para atender a demanda e as autoridades buscavam agilizar a importação de mais 350 mil frascos do medicamento ainda neste mês.

Em Kota, uma cidade do noroeste do Estado de Rajasthan, Toshika Saxena estava desesperada tentando encontrar o anfotericina para a sua mãe, Vimlesh Saxena, 50, que desenvolveu um inchaço no olho esquerdo uma semana atrás, após se recuperar da covid-19. Ela precisa de uma cirurgia para remover as células infectadas, mas os médicos não se dispõem a fazer isso se ela não conseguir o medicamento. Sem a cirurgia, o fungo continua se espalhando, podendo chegar ao cérebro.

Segundo médicos, a propagação da mucormicose está sendo turbinada por doses às vezes excessivas de esteroides como a dexametasona, usada no tratamento da covid-19. O diabetes sempre reduz a eficácia dos glóbulos brancos, que combatem infecções, permitindo a contaminação por um fungo comum no ar. “Parece haver uma falha do sistema imunológico no combate ao fungo”, diz Denning, da Universidade de Manchester.

O uso excessivo de esteroides pode transformar uma situação de pré-diabetes em diabetes. A dexametasona pode ser usada para tratar pacientes com dificuldade para respirar, segundo afirmam médicos, mas não mais do que 6 miligramas por dia devem ser administrados por sete a dez dias.

Na Índia, muitos que não têm acesso a médicos vêm se automedicando com a droga, na tentativa de evitar a necessidade de suporte com oxigênio, embora médicos afirmem que isso não traz benefícios para pessoas que não necessitam de oxigênio, podendo até ser prejudicial. Alguns médicos também estão aplicando dexametasona em quantidades bastante acima das recomendadas quando têm acesso limitado a oxigênio.

“Na Índia, estamos usando doses muito maiores que as recomendadas”, diz Rajesh Pande, diretor de cuidados intensivos do BLK Super Speciality Hospital de Nova Deli.

Em resposta ao aumento dos casos de mucormicose, as autoridades indianas emitiram recentemente diretrizes sobre o uso de esteroides em pacientes de covid-19 e pediram às pessoas que evitem o uso de esteroides quando tiveram sintomas amenos da covid-19 na primeira semana de contágio. Um ambiente úmido criado pelo uso de oxigênio também permite o desenvolvimento do fungo, afirmaram as autoridades.

Doentes graves de covid-19 que receberam imunossupressores, um medicamento usado para evitar que o organismo ataque a si mesmo, também são vistos como vulneráveis à mucormicose, segundo Atul Patel, consultor-chefe do departamento de doenças infecciosas do Gujarat’s Sterling Hospital de Ahmedabad.

No hospital do doutor Patel, cerca de 30 pacientes de mucormicose foram admitidos nas duas últimas semanas. O Estado de Gujarat está entre os que apresentam o maior número de casos da doença.

A mucormicose não se espalha de uma pessoa para outra. Geralmente a contaminação se dá pela inalação de esporos que crescem no solo, plantas e em frutas e vegetais em decomposição. As máscaras podem evitar a infecção. O fundo negro geralmente infecta primeiro o nariz e as cavidades ósseas, escurecendo o forro nasal e eventualmente corroendo tecidos. Ele pode causar dores de cabeça e dificuldade de respirar. Também poder afetar os pulmões e o cérebro.

“Estamos informando as pessoas sobre esses sintomas porque eles podem ser tratados em estágios iniciais, mas se não forem tratados, é algo muito perigoso”, diz Naresh Trehan, cirurgião cardíaco da rede de hospitais Medanta.

Em casos graves, a mucormicose pode ser mortal ou debilitante, podendo levar a paralisia ou a necessidade de amputação de membros. O diagnóstico precoce, que exige uma biópsia, e o tratamento com uso de medicamentos como a anfotericina, combinado com cirurgia para a remoção de células infectadas, podem salvar 50% dos pacientes, diz Denning. Mas no caso dos pacientes não tratados, a taxa de fatalidade pode ficar entre 80% e 90%, acrescentou.

Os cuidados exigidos no tratamento da mucormicose estão comprometendo ainda mais o já excessivamente pressionado sistema de saúde da Índia, e os orçamentos familiares. Uma internação de uma semana em um hospital, depois que famílias já arcaram com os custos de tratamento contra a covid-19, pode ser cara demais para os pacientes, seja no setor privado, seja no público, afirma Ambrish Mithal, chefe do departamento de endocrinologia e diabetes do Max HealthCare Hospital de Nova Déli.

O que a ciência sabe até o momento sobre o fungo mucormicose originado na Índia

– A vida pós lockdown. Como é?

Para nós que desejamos logo que a normalidade venha, pois não aguentamos mais a Covid, um exemplo de como o primeiro passo (a liberação de alguns negócios de lazer) pode ser um pouco diferente:

Extraído de: https://dricaribas.com/fim-do-lockdown-na-austria-2/

A VIDA PÓS LOCKDOWN

por Adriana Ribasmayer

Hoje é domingo, 23 de maio. É o primeiro fim de semana sem as restrições do Coronavírus, aqui na Áustria.

Eu e minha família decidimos aproveitar e passar um fim de semana, fora de Viena. Isso depois de 14 meses, sem poder viajar.

Fomos para um hotel-fazenda, no estado da Alta-Austria. O lugar é muito bonito e claro, depois de meses na cidade, um pouco de contato com a natureza, sempre faz bem.

Mas, ao contrário de antes da Pandemia, de que se poderia reservar um hotel e ir, aliás o que era normal, não é mais possível.

Testes de entrada e máscaras FPP2

Depois da reserva, deve-se agendar um teste de covid19. Há algumas possibilidades de marcação. Pode-se feito nas farmácias ou se inscrever nas ruas teste (strassentest). Normalmente, esses testes são os Anti Angen test, os do cotonete. Esses duram 24 horas.

Para quem vive na cidade de Viena, pode-se ser feito os testes PCR. Em comparação com os testes de cotonete, esses são feitos no laboratório. A vantagem é que esses duram até 72 horas.

Para a inscrição desses testes, demanda um pouco paciência. Primeiro deve-se registrar em um plataforma online e através do email receber uma senha. Aí, pode-se baixar um código de barra e com esse buscar o teste na rede de drogarias Bipa. São quatro testes por pessoa, por semana.

Uma vez com o teste em mãos, você deve fazer o registro, através do código de barras, do teste. Não somente! Você deve filmar, você mesmo fazendo o teste. Esse é o teste do gargarejo, em outras palavras, você faz um video do seu gargarejo.

Feito tudo e seguindo as instruções, você entrega tudo, no Bipa. Logo na entrada, há um baú de entrega. Você deixa aí, o teste com sua saliva. Dentro de 24 horas, chega o resultado por email.

É com o resultado negativo do teste de Covid19, você pode acessar restaurantes ou hotéis, por exemplo. Aliás, a primeira coisa que se pede. E claro, tem que se estar com a máscara FPP2.

Um mínimo de normalidade, pelo menos.

Apesar de todos os procedimentos, que podem ser bem chatinho, é melhor que nada.

A única pena é que o tempo não colabora. Chove muito e parece que será, todo o fim de semana. O que fazer?

Fim do Lockdown na Austria O post A vida pós lockdown apareceu primeiro em O Blog do DricaRibas: Vida na Europa.

A vida pós lockdown

– E a cepa indiana está chegando ao Brasil…

Eu tenho medo dessa cepa indiana do Novo Coronavírus. Ela chegou ao Maranhão e inevitavelmente se espalhará pelo Brasil.

Por mais que se previna e se peça cuidados (com a atenção das autoridades e cumprimento ou não das pessoas), o que precisamos indubitavelmente neste momento é de VACINAS!

Tenhamos paciência, nos protejamos e vacinemos assim que possível.

– Giovani Cherini e a bobagem sobre a morte de Bruno Covas!

Eu sofro com o uso de máscaras: incomodam, não consigo entender o que os outros falam e me sufocam. MAS SÃO NECESSÁRIAS no combate à pandemia. Todos devemos usá-las.

Me surpreende a fala contra elas do deputado gaúcho Cherini, tamanha a idiotice proferida. Leia o absurdo:

“O vice-líder do governo na Câmara, deputado Giovani Cherini (PL-RS) criticou o uso de máscaras no combate à proliferação da Covid-19 e atribuiu a morte do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) ao uso do equipamento facial durante fala na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta segunda-feira (17).
‘Falaram tanto do nosso querido e saudoso Bruno Covas. A máscara que ele usou durante toda a campanha pode ter prejudicado o câncer que ele teve’, afirmou, sem apresentar nenhuma evidência da correlação. Ainda em sua fala, disse que a ‘máscara tem causado ansiedade nos brasileiros’”*.

Pode?

Não é de grande irresponsabilidade correlacionar coisas distintas, parecendo que uma implica na outra?

Pra quê criar uma confusão na cabeça do povo, a partir de mentiras e bobagens que nunca uma autoridade poderia dizer…

*Extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-05-17/-deputado-relaciona-uso-de-mascara-com-morte-bruno-covas.html

Deputado federal Giovani Cherini (PL) relacionou morte de Bruno Covas com uso de máscara

– E acabaram as 2as doses da Coronavac, por enquanto…

Que pepino! Mais de 70 cidades suspenderam a 2a dose da vacinação contra a Covid por falta de vacinas Coronavac. O Butantan (que é o fabricante no Brasil) não consegue produzir novos lotes (pois precisa de insumos, que vêm da China e estão escassos devido à demanda), e não há muito o que fazer.

A questão é: deveria-se dar menos “1as doses” e guardar as “2as doses” para os já vacinados (e assim não perder a primeira vacinação de quem tomou, pois existe o risco) ou não?

Claro, com planejamento, planos A e B, tudo seria melhor. Mas quem pode responder isso é a comunidade científica. Mas algo importante: “brigar com os chineses”, que são os produtores dos insumos, é dar “tiro no pé”.

Butantan entrega mais 1 milhão de doses de vacina contra covid-19 | Poder360

– Se a Pfizer doar vacinas para os Jogos Olímpicos, será ético?

O marketing é algo impressionante, fazendo com que as corporações, em alguns casos, se preocupem com o interesse econômico acima do ético.

Digo isso pois critiquei a Sinovac pela doação de vacinas anunciada à Conmebol. Confira aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/04/14/a-possivel-doacao-de-vacinas-da-sinovac-para-a-conmebol/.

Agora, a Pfizer quer doar suas vacinas para a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio. É algo válido?

Penso: se o COI “desejasse comprar para vacinar”, seria uma situação diferente. Mas o caminho da iniciativa do laboratório, nada mais é, do que divulgar sua marca e sua imagem. E a questão é bem clara: quantas nações não conseguem comprar vacinas por falta de dinheiro? E quantas não encontram vacinas disponíveis, por que são prioritárias a nações mais desenvolvidas?

Se sobram vacinas para a doação, prioritariamente o façam para necessitados da África Negra, por exemplo. Da forma como relatada, parece oportunismo.

Olympic Games Tokyo 2020: The Official Video Game será lançado em 24 de  Julho no Japão - PSX Brasil

– Brasil na triste liderança por número de mortos / milhão de contaminados por Covid.

Que dado horrível… no mundo, a cada 1 milhão de contaminados pelo Novo Coronavírus, 1.950 morrem em nosso país (onde há a maior taxa de letalidade).

O melhor jeito de evitar isso é: PREVENÇÃO! Nada há além do que se ter cuidados.

Os 6 mais letais por milhão são:

1. Brasil: 1.950 mortos
2. Estados Unidos: 1.750 mortos
3. México: 1.691 mortos
4. Rússia: 754 mortos
5. Indonésia: 169 mortos
6. Índia: 167 mortos
Brasil já lidera em mortes por milhão causadas pela covid-19 nas Américas

– O Turismo da Vacina.

Seria inevitável: pessoas afortunadas em busca de doses da vacina em tempo mais rápido do que na espera de recebê-la no Brasil.

Abaixo, extraído de: https://veja.abril.com.br/saude/turismo-da-vacina-o-que-se-sabe-sobre-a-pratica-que-tem-crescido/

A EXPLOSÃO DO TURISMO DA VACINA

por Mariana Rosário

Dados do Estado da Flórida apontam para milhares de forasteiros visitando a região para receber as agulhadas; brasileiros estão entre os visitantes.

O avanço irregular da vacinação contra a Covid-19 ao redor do mundo começou a movimentar um tipo de turismo dedicado à receber agulhadas de imunizantes contra o novo coronavírus. Alguns países como Estados Unidos, Rússia e Cuba posicionaram-se sobre os casos. Entre os identificados como afeitos a fazer as malas em busca da imunização, surgem relatos de brasileiros que saíram do país com destino aos Estados Unidos, onde há ampla oferta de imunizantes.

No estado da Flórida não é solicitado comprovante de residência em áreas de aplicação, o que tem causado uma volumosa presença de estrangeiros. De acordo com levantamento da secretaria de saúde local, são por volta de 210.0000 pessoas que não residem no estado que receberam a imunização até ontem. Para se ter uma ideia, a vacinação total ultrapassa as 8,9 milhões de doses. A definição mais recente sobre a vacinação de não residentes ocorreu em 30 de abril, quando membros da divisão de controle de emergências local afirmaram que as aplicações devem declarar, apenas verbalmente, se são residentes, ou em razão de trabalho.

Outro aceno nesse sentido veio pelo governador do estado do Alasca, Mike Dunleavy, ao anunciar — há duas semanas — em sua página do Twitter que qualquer viajante que chegasse à região, pelo aeroporto, a partir de junho receberia doses de imunizantes. De acordo com o jornal The New York Times, trata-se de uma potente ação de marketing para aquecer o turismo no entorno. Por enquanto, há uma série de restrições para que brasileiros entrem no país, as exceções cabem aos estudantes com visto, alguns profissionais, residentes permanentes, além de filhos e cônjuges de estadunidenses. Para chegar ao país, evidentemente, é preciso realizar quarentena por 14 dias.

Em fevereiro, Cuba anunciou que vacinaria os turistas com sua vacina Soberana 2. A peça publicitária trazia o slogan: “praias, Caribe, mojito e vacina. Tudo em um só lugar”. O imunizante está em fase 3 de testes, com previsão de resultados em maio, de acordo com a rede Al Jazeera.

Outro país que ensaiou um movimento parecido foi a Rússia, com sua vacina Sputnik V. Na página oficial do imunizante no Twitter, foi escrito, em abril, que um programa de turismo e vacinação seria lançado em julho. O Fundo de Investimento Direto da Rússia não deu mais esclarecimentos sobre o caso.

Em menor distância, a vacinação de pessoas que moram em regiões de fronteira no Brasil também mobiliza os Ministérios da Saúde locais. Conforme VEJA publicou, o governo do Rio Grande do Sul tem negociado com o Uruguai, por meio de videoconferências, a vacinação conjunta nos territórios fronteiriços.

DENVER, CO - FEBRUARY 20: UCHealth pharmacist Marissa Kim prepares a dose of the Pfizer-BioNTech COVID-19 vaccine during a mass vaccination event in the parking lot of Coors Field on February 20, 2021 in Denver, Colorado. UCHealth plans to administer 10,000 second doses to seniors over 70 during the drive-up event this weekend. (Photo by Michael Ciaglo/Getty Images)