– O certo e o errado na Internet

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos, sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

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– A água tônica é o grande remédio?

‪Cada pérola que se acha na Internet... e a moça não fica nem vermelha?‬

Quer dizer que a água tônica é boa contra o Covid-19? E a informacao secreta enfim foi revelada!

Só pode ter gravado essa barbaridade para aparecer… tal insanidade não é possível.

‪Em: https://twitter.com/WalfridoWarde/status/1250228747732647936/video/1‬

 

 

– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

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– Saudade do Orkut! Faça o teste e comprove: Lula, Bolsonaro, Coronavírus e outros temas espinhosos ganham corpo com os Algoritmos do Facebook

O antigo Orkut tinha uma timeline que permita personalizar assuntos que surgissem em primeiro lugar de interesse, além de, simplesmente ocorresse a aparição conforme cada amigo publicasse (sequencialmente, por ordem de postagem), à escolha do usuário.

Mais ou menos assim é também a timeline do Twitter. Você escolhe o que quer que apareça primeiro: os assuntos principais (que estão “bombando”) ou as postagens por ordem cronológica de todos os seus seguidos.

Já o Facebook… permite que vejamos preferencialmente as publicações de pessoas que escolhemos como principais ou, caso não desejemos, automaticamente nos empurra o que os seus algoritmos impõe a nós. Nada de ver as postagens por ordem e dia de cada um dos seus amigos virtuais. É por isso que de repente surge uma publicação de 3 dias atrás, mas não a publicação da última meia hora.

Por culpa disso, o Facebook acaba sugestionando preferências que sua inteligência artificial escolhe para nós. Quer maior prova disso? Os temas que envolvem política!

Se você tem interesse objetivamente em notícias do presidente Jair Bolsonaro ou do ex-presidente Lula, você verá com muita frequência essas publicações. Se você tem preferência em temas de louvação da Direita ou da Esquerda, sua timeline vai mostrar várias postagens desses assuntos. É por isso que para muitos, o mundo correto é o da Direita e para outros é o da Esquerda porque o Facebook lhe quer agradar com sua vontade!

Mas há um problema nisso: as pessoas que procuram ser ponderadas e que nas Redes Sociais escrevem os nomes de Bolsonaro, Lula, Dória (usando hashtags especialmente), emitindo opiniões independente de ideologia, receberão carga de visualizações de todos os lados! Assim, ao invés da sua postagem ser “isenta”, passará a ser vista como “comunista” por fanáticos de Bolsonaro e como “chapa-branca” por radicais de Lula.

A boa notícia é: as pessoas centradas e ponderadas visualizarão as diversas linhas e poderão entender que se fala sem paixão ou adoração a Político X ou Político Y, independente de ele gostar de Lula ou de Bolsonaro (os extremos ideológicos).

A má notícia: cada vez mais um fanático verá aparecer postagens com tendência de crítica ao seu político de estimação, seja qual for a linha – e sem respeitar a opinião alheia, querer sobrepor.

Você poderá ter 50 publicações num mesmo dia, sendo 49 mais importantes de diversos assuntos abordados, mas 1 (a que tem a maior importância nas Redes pelo Facebook, e no caso é a de assuntos da política) ganhará destaque muito maior!

Assim, antes de rotular alguém de Direita ou de Esquerda, veja a linha do tempo dele e as publicações que aparecem na sua própria timeline. Você descobrirá que está sendo iludido pelas preferências (muitas vezes inconscientes por sua parte mas eleitas pelo Facebook) de um computador com inteligência artificial que quer justamente a polêmica – afinal, esse computador quer que a Rede Social tenha audiência…

Insisto: saudade do Orkut…

Em tempo: não sou fanático por político algum, elogio Bolsonaro, Dória, Ciro, Marronzinho, Lula, Enéas e até Boulos se forem merecedores; se minha opinião for crítica a qualquer um deles, idem. Sou apartidário (embora, no Facebook sou rotulado de petista ou de bolsonarista, dependendo a quem os algoritmos distribuem a postagem).

O brasileiro que se orgulha de ser “burro” é o retrato da tragédia ...

– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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– O Jovem Hater que nada viveu, mas que “tudo sabe”. Ou é um fã (já que lê e comenta tudo sobre você)?

Reflita:

“Ninguém atira pedra em árvore seca, somente naquela que produz frutos para derrubá-los. Se estão te enchendo a paciência, é porque algo com sustância / conteúdo você tem! À toa, não é. E se for, a ignorância da pessoa ultrapassou o limite da idiotice.”

Disse isso certa vez a um amigo, a fim de acalmá-lo sobre uma situação desagradável com haters. Mas quem são eles?

Em grupo o cara é valentão. Se acha o dono da razão. Fala e escreve com ódio e, concomitantemente, se isola e destila veneno escondido no computador.

Quer mostrar-se abnegado, mas nega-se a ajudar de verdade. Grita e esperneia, e acha que isso ajuda o mundo a “se libertar” e ter voz.

Defende o que pensa ser correto, mas muitas vezes festeja entre as drogas lícitas e ilícitas. Abandona a família pois seu vício (que diz ser hobby) é mais forte. E acha isso legal!

Aliás, quer dar a impressão que sabe tudo e joga todos os seus defeitos nos outros, justamente numa inversão de valores e virtudes. Tenta dizer que é humilde, mas não passa de um arrogante.

Funciona como marionete e não percebe. Deixa a emoção tomar a razão, ainda que já seja desde sempre irracional. Não cresceu. Nem tem idade. Ou nem amadurecerá. Um eterno moleque.

Paciência. A Internet deu voz a todos, inclusive aos imbecis.

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– Espelhos e Azulejos prejudicam o sinal da Internet

Parece “mito popular”, mas não é: banheiros, quartos espelhados e cozinhas podem prejudicar a qualidade do Wi-Fi, e por um motivo bem simples: a interferência de vidros e espelhos.

Olhe só, em: https://www.techtudo.com.br/listas/2018/11/entenda-por-que-o-sinal-da-internet-wi-fi-e-mais-lento-no-banheiro.ghtml

ENTENDA POR QUE O SINAL DA INTERNET WI-FI É MAIS LENTO NO BANHEIRO

Você tem a sensação de que o sinal de Wi-Fi fica mais fraco no banheiro do que em outros cômodos? Saiba que esso não é um mito e existe uma explicação para isso. Como a Internet sem fio é, na verdade, um conjunto de ondas de rádio que viajam pelo ar, está sujeita a diversos tipos de interferência, e o banheiro possui diversos “inimigos” da rede wireless.

Espelhos, azulejos, objetos de metal e até a água são os “vilões” de quem quer usar a Internet no cômodo sem sofrer com falhas de transmissão ou mesmo queda de sinal. A seguir, confira quais itens do banheiro que atrapalham sua rede Wi-Fi e o que fazer para driblar esse problema.

Os grandes vilões do Wi-Fi no banheiro são os espelhos. Quanto maior seu tamanho, maior é a chance dele interferir no sinal da Internet. Isso porque, por trás do vidro, há uma camada de metal, responsável por refletir a luz.

Dependendo do tipo de material, essa camada pode absorver parte do sinal de rádio, justamente porque o metal é um bom condutor de eletricidade. Outro problema é que, teoricamente, a reflexão das ondas eletromagnéticas pelo espelho pode anular as ondas de Wi-Fi que viajam em sentido contrário, o que prejudicaria a transmissão.

Da mesma forma que os espelhos, alguns tipos de azulejo também podem refletir sinal Wi-Fi. Outro problema é que, para colocar o azulejo na parede, é preciso usar cimento, e o material forma uma barreira que dificulta a penetração de ondas de radiofrequência. Se não fosse pela porta, isso tornaria o banheiro uma caixa isolante do sinal de Internet.

No banheiro, há também outros objetos de metal que podem interferir na conexão com a Internet. Pia, chuveiro e maçaneta são alguns exemplos. Como os materiais usados nesses produtos são condutores de eletricidade, logo, eles podem absorver algumas ondas eletromagnéticas emitidas pela rede Wi-Fi.

Cada objeto, por si só, não afeta tanto o sinal. O problema é que, no banheiro, existem mais de um, e o conjunto pode acabar deixando a velocidade de conexão mais baixa.

Outro item encontrado em qualquer banheiro, a água também afeta a intensidade do sinal Wi-Fi. Como já explicamos, a rede Wi-Fi nada mais é do que um emissor de ondas eletromagnéticas, e a água corrente é condutora de eletricidade. Logo, o líquido tende a absorver essas ondas, prejudicando o sinal. Muito por isso, aquários precisam ficar longe do roteador de uma casa, por exemplo.

Para entender melhor essa característica da água, é só lembrar como funcionam os micro-ondas – que, inclusive, operam na frequência de 2,4 GHz, a mesma de muitas redes wireless. A água presente na comida absorve as ondas eletromagnéticas emitidas pelo eletrodoméstico, espalhando calor.

Como não dá para tirar o espelho do banheiro ou arrancar o azulejo, a melhor saída para ter um sinal de Internet satisfatório nesse ambiente é mexendo no roteador. Uma opção é trocar o aparelho de lugar, de preferência para um ponto alto e centralizado do imóvel, posicionando as antenas corretamente. Lembre-se também de deixá-lo longe de dispositivos que interfiram na rede, como telefones sem fio e micro-ondas.

Se essa não é uma alternativa conveniente, uma saída é investir em um roteador novo, de preferência que opere também na frequência 5 GHz. Apesar de operar em um espaço mais curto, o sinal estará menos sujeito à interferência de roteadores vizinhos.

Quem já conta com esse recurso também pode avaliar comprar um repetidor ou um powerline, que compartilha o sinal de internet via rede elétrica. Ambos têm vantagens e desvantagens que precisam ser levadas em conta de acordo com as características da sua casa ou escritório.Por fim, uma opção barata é fazer um amplificador de sinal Wi-Fi caseiro, com uma garrafa PET e papel alumínio. Apesar do improviso, já foi comprovado que essa técnica funciona.

Não é mito: o truque da garrafa PET funciona — Foto: Thiago Rocha/TechTudo

– A cultura de ofender (sem sentir vergonha) nas Redes Sociais por política: UM APELO!

Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.

Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.

MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

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– O sofrimento em opinar nas Redes Sociais… os 5 “tipos de discordantes da Web”.

Quando falamos em Dar Opiniões no Mundo Virtual sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você. 

Elenquei as 5 mais comuns que percebo:

A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);

B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);

C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;

D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);

E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).

No mundo ideal, a alternativa C, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).

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Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com

 

– Trainees via… Orkut?

Calma! É apenas um repost para mostrar como o mundo se recicla e muda seus hábitos num período muito curto de tempo. Há apenas 10 anos, ganhava destaque o papel das Redes Sociais para a contratação de pessoas. E, o detalhe que chamava a atenção: o uso do Orkut, que nem existe mais! Compartilho: 

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.    

 Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

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– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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– INTERNET: Liberdade de Expressão ou Falta de Educação?

Já repararam que existe uma “molecada” que confunde Liberdade de Expressão com Desrespeito?

Quem disse que na Internet, tudo pode? Aparece cada valentão nas Redes Sociais… Pra começar, alguns textos parecem ser “raivosos”! Vai discutir com o autor para ver o que acontece…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=8ghBg1hFl5g

– Razões para cair fora das redes sociais: o Facebookcídio

Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html

O FACEBOOKCIDIO

5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera

Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.

1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.

2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.

3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.

4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.

5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

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– Uma História de Terror Moderna: uma pessoa sem Redes Sociais!

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0