– Evitando o uso de “kkk”

Não gosto da linguagem digitada com as “abreviaturas” da Internet, mas a sequência de “k” ou de “rs” é algo impossível de não se usar.

Porém, não usarei mais a expressão “kkk” por ver que, em buscas na Web, sempre cai a lembrança da nefasta Ku Klux Klan (kkk), a entidade que defendia a supremacia branca sobre os negros.

Não custa então escrever kkkk ou Kk para se evitar tal situação, não é? Ou simplesmente usar um Emoji engraçadinho.

Não é ser “excessivamente politicamente extremamente corretíssimo”, mas como já disse que gosto de escrever “você” ao invés de “vc” e não tornar a língua portuguesa um conjunto de códigos (universalizando o entendimento de quem me lê na Internet), posso me dar ao luxo de evitar tal conjunto de 3k!

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– Dispersão Espiritual e Ruído Litúrgico: como e onde encontrar a paz para rezar?

Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!

Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?

Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…

Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).

Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?

Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou no último domingo (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):

O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”

Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…

Missão difícil?

Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…

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– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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– E o Google Plus chega ao fim.

Estava muito na cara que o Google Plus não duraria muito, pois assim como o Google tem produtos e serviços de sucesso, tem também os que fracassam.

Depois do Orkut não ter dado certo (era uma rede social que conquistou apenas brasileiros e indianos), o Google o encerrou. Tentou criar, sem sucesso, o Google Wave e não deu certo. Por fim, investiu com muita força no Google Plus (G+) para rivalizar com o Facebook e foi um furo n’água.

Agora, a empresa global anuncia que não aceitará mais novos perfis a partir de fevereiro, retirando os conteúdos e perfis remanescentes em 02 de abril de 2019.

Eu usava o G+, mas depois do anúncio, já encerrei minha página lá. Pra quê investir nele se já esteja condenado oficialmente? Uma pena. Mas fica a questão: o Google desistiu de rivalizar com o Facebook numa rede social mundial, ou reinventará algo?

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– Uma História de Terror Moderna: uma pessoa sem Redes Sociais!

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Cuidados para não se enganar com as Fake News!

Leio esse “guia rápido” para não cair no conto das malditas Fake News (extraído da Revista Veja). Não pense que só são durante as épocas de Eleições que elas ocorrem…

Compartilho:

  1. Cheque a credibilidade da fonte;
  2. Fique atento à data de publicação;
  3. Observe atentamente o link do site (se está tentando parecer com alguma página importante para ludibriar o visitante);
  4. Preste atenção à aparência e ao conteúdo em geral da página;
  5. Verifique se a reportagem tem referências em seu texto;
  6. Pesquise sobre o autor;
  7. Não acredite em tudo o que os amigos e familiares compartilham, podem ser outras fake News sem saberem.

Eu fico com pena de tanta gente iludida pelas mentiras contadas nas Redes Sociais. Há aqueles que acreditam piamente em tudo, sofrem e até se desesperam com as falsas notícias!

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– Feliz Aniversário, iPhone!

Há 12 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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– Os cansativos usuários do Messenger e do WhatsApp: CHEGA DE GUIRLANDA E DE CORRENTE!

Não sou muito afeito aos grupos de Messenger e WhatsApp. Confesso: eles tiram o tempo e nos atrapalham na hora de consultar o que é sério e o que é bobagem. Vem tudo junto e misturado!

Essas boas ferramentas vêm acompanhadas de muitas idiotices. Por exemplo: correntes de “envie para X pessoas se não blábláblá”. Ora, isso é coisa de supersticioso!

A coisa mais chata atual é o tal de “enviei a 1a guirlanda”. Todo dia recebo uma meia dúzia! Que irritante, a pessoa manda mala-direta, não é algo personalizado e acha que está sendo bacana. É simplesmente mandar por achar que “é legal”.

Por favor, se você é meu amigo nessas duas redes (lembrando que no Twitter, G+ e Instagram felizmente isso não acontece), NÃO ENVIE essas coisas. Não curto correntes religiosas (isso é para quem tem fé fraca), não gosto de “30 bom-dias” da mesma pessoa em cada postagem (parece que há uma necessidade de se fazer aparecer), tampouco aprecio que entupam meu celular de fakenews (quanta gente compartilhando factoides inventados pela direita e pela esquerda – e muitos acreditam inocentemente).

Por isso, desculpem-me a franqueza: cansa receber guirlanda, corrente e mentiras. Isso atrapalha o dia-a-dia, Ok?

Não quero ser antipático, mas para o bom ritmo de atividade virtual, isso é necessário.

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– Viciados por Redes Sociais?

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

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– Como anda a sua Reputação Digital?

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

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– Voltando!

Ufa. Definitivamente, após uma ausência de 45 dias com apenas algumas poucas  postagens em regime de exceção, estou voltando para a Web.

Desintoxiquei-me dos fanáticos, espaireci por uns dias e revigorei-me na disposição. Mais equilibrado física, espiritual e emocionalmente, retomando o caminho do lápis. Ops, digo, das teclas.

Na próxima postagem conto mais! O importante é voltar.

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– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– Que cambada de Chatos! A INFERNET no dia-a-dia

Vou misturar dois assuntos que se interligam: Política e Religião, que pouca gente quer discutirmas se deve respeitar.

Viram como está se beirando o fanatismo religioso as Eleições? A turma do #EleNão, a dos #Bolsomitos, do #LulaLivre, do #MLB entre outros grupos de Direita e Esquerda querendo prevalecer a verdade deles sem respeitar a dos outros.

  1. Lula é deus e Haddad seu profeta para alguns (e toda a corrupção, petrolão e mensalão são “mentirinhas”.
  2. Bolsonaro e sua metralhadora são a salvação para todos os males da Nação (como se nunca estivesse ido a Brasília e fosse novo em pleitos).
  3. Alckmin é o santo, e seus pares discípulos intocáveis, como Aécio e Serra.
  4. Meirelles? Orbitou tanto tempo, é do MDB de Temer que não caiu e do Renan que sempre  se agarra no poder.
  5. Aliás, a dona Manuela, vice do Lula e agora do Haddad, tão correta que é, não se manifesta ou importa do Calheiros estar com eles (assim como Jucá e Temer estiveram um dia)? Demagogia barata…

O duro é você entrar na Internet e ver o Inferno que se tornou, com apoiadores de toda essa gente poluindo as Redes Sociais e transformando-as em Redes Anti-Sociais.

Sem dúvida, virou INFERNET, como diria nosso pároco, Padre Márcio. E é aqui que interajo Política com Religião. Leram o Evangelho desse domingo?

De São Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48):

Naquele tempo, 38João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”. 39Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor.

41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Pois é: assim como a Boa Nova diz entre outras coisas que, se nossas companhias nos levam às drogas, devemos nos afastar delas; ou como se nossas mãos servem para agredir ao invés de serem estendidas para ajuda, nós também devemos evitar / cortar coisas que nos perturbem ou levem à perdição. Discutir desrespeitosamente a Política e estimar pessoas corruptas é um desses casos, que nos cegam, que tiram da razão e afloram as discussões, transformando a Internet num verdadeiro “Infernet”!

Cuidado para que não nos esqueçamos de refletir a imagem abaixo:

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– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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