– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– Que cambada de Chatos! A INFERNET no dia-a-dia

Vou misturar dois assuntos que se interligam: Política e Religião, que pouca gente quer discutirmas se deve respeitar.

Viram como está se beirando o fanatismo religioso as Eleições? A turma do #EleNão, a dos #Bolsomitos, do #LulaLivre, do #MLB entre outros grupos de Direita e Esquerda querendo prevalecer a verdade deles sem respeitar a dos outros.

  1. Lula é deus e Haddad seu profeta para alguns (e toda a corrupção, petrolão e mensalão são “mentirinhas”.
  2. Bolsonaro e sua metralhadora são a salvação para todos os males da Nação (como se nunca estivesse ido a Brasília e fosse novo em pleitos).
  3. Alckmin é o santo, e seus pares discípulos intocáveis, como Aécio e Serra.
  4. Meirelles? Orbitou tanto tempo, é do MDB de Temer que não caiu e do Renan que sempre  se agarra no poder.
  5. Aliás, a dona Manuela, vice do Lula e agora do Haddad, tão correta que é, não se manifesta ou importa do Calheiros estar com eles (assim como Jucá e Temer estiveram um dia)? Demagogia barata…

O duro é você entrar na Internet e ver o Inferno que se tornou, com apoiadores de toda essa gente poluindo as Redes Sociais e transformando-as em Redes Anti-Sociais.

Sem dúvida, virou INFERNET, como diria nosso pároco, Padre Márcio. E é aqui que interajo Política com Religião. Leram o Evangelho desse domingo?

De São Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48):

Naquele tempo, 38João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”. 39Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor.

41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Pois é: assim como a Boa Nova diz entre outras coisas que, se nossas companhias nos levam às drogas, devemos nos afastar delas; ou como se nossas mãos servem para agredir ao invés de serem estendidas para ajuda, nós também devemos evitar / cortar coisas que nos perturbem ou levem à perdição. Discutir desrespeitosamente a Política e estimar pessoas corruptas é um desses casos, que nos cegam, que tiram da razão e afloram as discussões, transformando a Internet num verdadeiro “Infernet”!

Cuidado para que não nos esqueçamos de refletir a imagem abaixo:

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– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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– Adicionar pessoas íntimas no facebook ou chefes pode ser problemático…

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Sorrisos no Vocabulário Global da Web

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

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– Esquerda e Direita agem iguais no Brasil! Da santificação à demonização dos candidatos pelo radicalismo dos fanáticos.

Cansa tanta proliferação de Fake News, em especial as absurdas teorias conspiratórias criadas na Web sobre a facada de Bolsonaro.

Um matéria da Veja da semana passada mostrou: Esquerda e Direita agem igual, contratando divulgadores de notícias mentirosas pela Internet através da proliferação de “robozinhos postadores de falsas manchetes”. Fomentam matérias de apoio aos candidatos, e por aí a falsidade e a picaretagem vai.

Pior é ver gente inocente (e alguns com certa vivência) acreditando nas bobagens somente pelo fato de que “leu no Facebook ou no Twitter”.

É isso mesmo que no fundo ambos querem: ignorância do povo para dominá-los seja como for.

E sobre a facada de Bolsonaro e o radicalismo criado pelo fanatismo político, já escrevi aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/06/a-facada-em-bolsonaro-os-dois-lados-vao-aproveitar-da-situacao/

Confesso: dá nojo ver as postagens nas redes sociais nos últimos dias. Bolsonaro vai de mártire pacifista da democracia até o patamar de enviado do capeta para militarizar o país e ressuscitar a ditadura com seus métodos de tortura.

Da santificação à demonização, em apenas um clique. Impressionante o fanatismo.

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– O golpe dos Influenciadores via Stories

Por estar ligado ao meio do esporte, conheço muita gente que caiu nesse golpe dos “influenciadores da Adidas”. E olha que é gente instruída, que até duvidou da “promoção” mas mesmo assim arriscou tentar ganhar algum “kit de material esportivo”.

A grosso modo, o prejuízo de quem replicou a mensagem (fora o mico) seria qual? Somente se o influenciador passasse seus dados pessoais.

Se você não viu, veja:

Extraído de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/08/falsa-promocao-da-adidas-engana-usuarios-nas-redes-sociais.ghtml

INFLUENCIADOR DA ADIDAS: FALSA PROMOÇÃO CIRCULA NAS REDES SOCIAIS

Corrente no Instagram promete falsos kits de roupas e acessórios da Adidas em troca de seguidores; saiba se proteger.

Um novo golpe no Instagram Facebook usa a Adidas, fabricante de artigos esportivos, para atrair usuários com uma falsa promoção desde segunda-feira (20). O perfil fake “adidasinfluenciadores” distribui uma corrente enganosa via Stories para convencer usuários a seguirem uma página, na esperança de ganhar supostos vales-presente e kits de roupas e acessórios da Adidas mensalmente.

Questionada pelo TechTudo, a Adidas negou a existência da promoção no Instagram e confirmou a suspeita de fraude. “O perfil falso adidasinfluenciadores publicou ontem uma promoção na qual a adidas supostamente recruta influenciadores. Assim como o perfil, a promoção é falsa. A adidas está tomando as medidas necessárias para punir os responsáveis, e reforça que se comunica exclusivamente por seu canal oficial @adidasbrasil”, disse a empresa em nota.

O comunicado enganoso nas redes sociais pede que o usuário siga a página falsa e reposte o anúncio de recrutamento nos Stories. A promessa é de selecionar 100 pessoas para trabalharem como influenciadores digitais para a empresa, recebendo produtos para usarem de graça em troca de publicações na Internet. Além de retransmitir a mensagem, os criminosos solicitam que a vítima tenha, pelo menos, 200 seguidores.

Houve variações do golpe ao longo do dia, com os perfis secundários “adidasinfluenciadores2” e “adidasexpansor”. Neste último caso, a solicitação de supostos candidatos às vagas de influenciador passa de 100 para 300 pessoas.

Ainda não se sabe quantas vítimas teriam aderido à falsa campanha, mas o termo “adidas instagram” teve um pico de buscas no Google nas últimas horas e triplicou a média de dias anteriores. Algumas pessoas têm relatado casos semelhantes com outras patentes como, por exemplo, a loja de roupas Zara e a Nike, concorrente da Adidas no segmento de itens esportivos.

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– Internet às vezes cansa!

De saco cheio da Internet!

Muitos compromissos a resolver e as timelines lotadas de Fakenews! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Dando um tempo em ver o que se passa nas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais por algumas horas.

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– O Desdém inicial da Apple com o iPhone

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

– Parabéns, Dona Internet

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 27 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– A queda do Facebook nas bolsas.

Que coisa! O Facebook, após anunciar que estava crescendo menos e já perdia usuários em alguns lugares (motivados pelos escândalos de vazamento de dados), perdeu 120 bilhões de dólares em valor de mercado na bolsa de valores. Isso vale a perder o equivalente a uma Petrobrás e um Bradesco somados, tudo num único dia.

A fortuna pessoal do presidente e criador da Rede Social, Mark Zuckerberg, encolheu cerca de US$ 16 bi.

Será que teremos uma queda contínua da empresa, ou está sendo “somente” um momento (muito) ruim?

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– Publicações descuidadas nas redes sociais implicam em problemas profissionais e pessoais!

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook, Google Plus… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

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– O STF do nosso dia-a-dia: Supremo Tribunal do Facebook

Li em algum lugar e concordo: as Redes Sociais (em especial o Facebook) tornaram a vida de muitas pessoas baseadas em opiniões virtuais, fake news e outras bobagens.

De tão bom uso, a Internet se transforma, indevidamente, num Tribunal que condena, absolve ou divide pessoas.

Isso é bom?

Claro que não. A Web é como papel: aceita tudo, de verdades a mentiras.

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– Vale comprar seguidores?

Cresce cada vez mais a opção de “comprar” pacotes de seguidores no Twitter. Dias atrás, a Revista Veja, através de Tatiana Gianini (Ed 02/05, pg 113-114), trouxe uma matéria sobre “Fãs Zumbis, perfis falsos, criados apenas para avolumar as contas de Twitter ou Facebook de celebridades.

Por R$ 500,00, compra-se 5.000 seguidores. Barato? Talvez, para os interessados, pode ser um custo aceitável.

Alguns motivos para turbinar a rede social: Vaidade (se vangloriar por ser popular entre as pessoas) ou Negócios (demonstrar que é querido / seguido por muitos para publicidade, por exemplo).

Uma grande bobagem… Aqui, falamos sobre o comércio de gente que gosta de futilidadesGente que tem conteúdo não se importa com tal número.

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– Chega de Mensagens, Gifs, Memes e Vídeos que eu não pedi!

Amigos, envio esse texto a todos os meus contatos e peço a gentileza: não me incluam em grupos de WhatsApp ou Messenger; não mandem GIFS, vídeos e demais memes em lotes (não tenho tempo de ler, desculpe). Não mande “correntes religiosas” (eu apago, nem abro, não sou supersticioso e não acredito nessas tolices – minha fé é bem clara). Tudo isso atrapalha o uso dessas importantes ferramentas das redes sociais.

No Facebook, Google Plus, Instagram ou Twitter, só me marque se for para algo realmente de interesse mútuo. Também me desculpe pois não consigo responder a todos que escrevem nelas (por conta da correria do trabalho e de outras prioridades). É difícil responder mensagens quase que “automáticas” de cumprimentos (parece que se torna uma obrigação – há cobrança de gente que fica bravo por não responder “bom dia” – só que a pessoa posta diariamente “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”; e faz refletir: aí não dá, né!).

Não é antipatia, é medo desse vício de internautas que não percebem que o mundo real é que deve ser vivido. Se puder, respondo; se não puder, não é prioridade. E medo também de eu próprio ficar refém dessas coisas e perder o precioso tempo de vida em agradar “internautas-relógios”, por exemplo.

Precisou falar com urgência? Me ligue ou mande um SMS. Atendo mais rápido, se puder. Mas resposta em rede social por protocolo (especialmente pelos “comentadores inveterados” – os que escrevem em tudo só para dizer que leram e se fazem de “amigão / amigona”), é dose…

REDES SOCIAIS NÃO PODEM SER ALGO ESTRESSANTE. Não as estrague.

Nessa época de radicalismo e eventos (em especial Copa do Mundo e Eleições), não quero perder amizades reais por insistências e incômodos virtuais. Sendo assim, peço humildemente a compreensão. Não é algo pessoal, é desprendimento mesmo.

Essa é uma mensagem padrão, mandada em lote para a minha relação de amigos da Web, como uma daquelas que recebo, a fim da boa conduta no mundo virtual. Vai que um dia você precisa perguntar algo importante, e justamente por causa desse volume de inutilidades, eu apago e não leio?

Na rede / perfil próprio, a pessoa publica o que quiser. Na dos outros, não. Afinal, não existe WhatsApp com Spam…

Obrigado.

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