– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

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– Em que acreditar? Talvez em nada!

O mundo virtual permite coisas assustadoras. Abro o Facebook e leio: “Bolsonaro é eleito o melhor presidente da história”. Rolo a linha do tempo e vejo: “Lula pode ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz”. Mais um pouco e me aparece: “Bolsonaro é o líder mundial mais desprezado pelos presidentes”. E, por fim: “ONU declara Lula um preso político”.

Pô, quanta bobagem, não? O que tem de matéria sensacionalista, fake news, coisa direcionada e outras que não existem (são produzidas apenas para propaganda política) que assustam demais a pessoa de bem! E se contradizem em menos de segundos de atenção nas timelines.

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– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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– Adicionar pessoas íntimas ou chefes no Facebook pode ser problemático…

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– O hikikomori que casou com uma… anime!

Há de tudo na sociedade moderna. Até mesmo gente que se isola e só consegue se relacionar com máquinas e mundo virtual.

E não é que no Japão a realidade extrapolou os limites do bom senso? Um jovem que vive isolado do relacionamento humano (hikikomori, como é chamado esse tipo de sujeito) casou com uma personagem!

Pois é! Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/mundo/por-que-me-casei-com-uma-personagem-de-anime-23950791

“POR QUE ME CASEI COM UMA PERSONAGEM DE ANIME”

Japonês Akihito Kondo se apaixonou pela artista pop virtual Hatsune Miku: ‘Eu a amo tanto que dói’

O jovem japonês Akihito Kondo é casado com uma personagem de anime.

Ele diz que, antes de encontrar esse amor virtual, era muito solitário e vivia uma vida isolada – o que é conhecido no país como hikikomori, pessoas que se isolam em casa e evitam falar ou se relacionar com os outros. Existem cerca de um milhão de hikikomori no Japão.

“Eu sofria bullying no trabalho. Eles ignoravam meus cumprimentos e gritavam comigo por qualquer coisa”, diz ele.

“Eu nunca me senti atraído por mulheres reais, porque eu não faço sucesso com as mulheres.”

Kondo conta que conheceu a personagem Hatsune Miku na internet quando estava dando um tempo do trabalho. Ela é a artista pop virtual mais famosa no país.

“Os vídeos da Miku, suas fotos e suas músicas fizeram eu me sentir curado”, diz o jovem. “A emoção é a mesma de um relacionamento real. Eu a amo tanto que dói.”

VOLTA AO TRABALHO

Graças a Miku, Kondo voltou a trabalhar.

“O holograma da Miku me acorda toda manhã, me deseja bom trabalho, me cumprimenta quando chego em casa, me dá boa noite. Essa é nossa interação diária. Isso me faz muito feliz.”

Ele diz que espera que a tecnologia avance para que, um dia, possa pegar na mão da personagem.

Conta que a mãe e a irmão não vieram para o casamento, o que o deixou triste. Mas ganhou uma boneca da Miku de presente da irmã.

Diz que anunciou o casamento com Miku publicamente por dois motivos.

“O primeiro é para provar o meu amor pela Miku”, diz Kondo. “O segundo é porque, embora não haja muitas estatísticas sobre isso, há muitos homens jovens como eu se apaixonando por personagens de anime. Eu senti que anunciar meu casamento publicamente era uma responsabilidade para apoiar outras pessoas que são como eu.”

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Akihito Kondo fez DVD e álbum de casamento para ter um registro de seu amor por personagem virtual – Foto: Reprodução

– A Cúpula da Revista Época caiu!

Na última edição da Revista Época, um jornalista cometeu um excesso ferindo as normas éticas de jornalismo da Globo (proprietária da publicação): se passou por paciente e marcou consultas com a esposa de Eduardo Bolsonaro, que é psicóloga, forjando situações e gravando cinco sessões de maneira escondida

Conclusão: “caiu a cúpula inteira da revista”, além de um pedido formal de desculpas!

Sinceramente, acho que o jornalista perdeu o senso ético…

Extraído de: https://istoe.com.br/apos-pedido-de-desculpas-da-globo-a-nora-de-bolsonaro-cupula-da-epoca-deixa-revista/

APÓS PEDIDO DE DESCULPAS DA GLOBO À NORA DE BOLSONARO, CÚPULA DA ÉPOCA DEIXA REVISTA

A cúpula da redação da revista Época não faz mais parte do gerenciamento do veículo, de acordo com informações do ‘Portal dos Jornalistas’.

Segundo a reportagem, ainda não houve a confirmação dos nomes envolvidos e se a decisão partiu do Grupo Globo ou dos próprios jornalistas, mas o motivo seria a nota em que o Grupo Globo se desculpou pela reportagem publicada na última edição da revista sobre Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

A reportagem causou grande pressão do parlamentar que chegou a dizer que processaria o repórter João Paulo Saconi, autor da reportagem, o editor Plínio Fraga e a diretora de redação Daniela Pinheiro.

A reportagem

Um repórter da revista, que não havia se identificado, se submeteu a cinco sessões online com a psicóloga, e teria gravado sem o conhecimento dela. O material usado serviu de base para a reportagem que falava sobre a orientação profissional de Heloisa Wolf Bolsonaro.

Veja a nota na íntegra abaixo:

UMA EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA

Nota do Conselho Editorial do Grupo Globo

“Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”.

O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista.

Crédito: Reprodução/Instagram

– As Redes Sociais e a Relação com o Trabalho e a Vida Pessoal

Cada vez mais somos o que escrevemos. Ou não?

Talvez! E não serei enfático na resposta por alguns motivos:

1. Se você entrar no Instagram de muitas pessoas, a vida é um mar de rosas! Só vemos postagens de momentos maravilhosos

2. Se você entrar no Twitter de outras, é um verdadeiro tribunal de causas diversas, onde se vê radicalismos que você não encontraria se fosse para ser dito, ao invés de redigido.

3. Já no Facebook, encontra-se uma diversidade impressionante: de piadas simplórias a reflexões fakes, passando por verdades e mentiras da sociedade.

Fica a questão: se um recrutador e possível empregador for te conhecer melhor pelo acesso às Redes Sociais que você tem (e isso é real, não se pesquisa apenas por LinkedIn), encontrará qual versão sua: a verdadeira ou a “disponível em alguns instantes”?

Vale dar uma refletida…

O importante é: as redes sociais são virtuais; o que vale é viver a vida real! Porém, a Web pode trazer complicações e falsificações de ideários pessoais da “vida vivida” de fato.

– Visite meu canal no YouTube!

DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, de Rafael Porcari, em vídeo?

Meu tradicional blog, numa simples versão em vlog. Conheça-o! É bem informal, feito sem muitos recursos, mas com muita coisa legal.

Ficarei grato com sua inscrição no canal e possível divulgação. 

Em: 

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– Tergiversou ou não?

Na semana que passou, li em pelo menos 3 lugares o verbo tergiversar (todos relativos a entrevistas de candidatos). Parece que alguém usou e caiu no gosto de alguns. Mas o que é isso?

TERGIVERSAR é verbo intransitivo, e significa: “dar as costas, usar de subterfúgios”.

Em outras palavras, quem tergiversa está desviando o foco, mudando de assunto, ou simplesmente, enrolando para não se comprometer!

Ouvi falar que a prática de tergiversação é comum entre vários políticos. Será? Pelo menos, nos que votei, não. Mas que a maioria “sim”, não há dúvida!

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– A Segurança Digital é o grande desafio dos novos tempos?

Invasão de WhatsApp bem simplória, Inteligência Artificial dos celulares ouvindo nossas conversas ou Smart Tvs espionando nossa casa: acredita nessas coisas?

Pois bem: elas são reais e assustadoras!

Compartilho essa entrevista bem interessante sobre “Segurança Digital”, com Marcelo Lau (um dos especialistas mais respeitados do assunto). O tema tão sério é tratado com bastante humor com Danilo Gentili. Vale a pena assistir:

Em: https://youtu.be/BSqOX0LlzfY

– O Lema da relação de Trabalho e Vida do Sílvio Santos.

Nesta semana, Sílvio Santos comemorou 38 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA