– O poder de uma vírgula!

Uma vírgula faz muita diferença no dia-a-dia, não?

Comunicar-se bem é necessário. Vide na imagem como as coisas se modificam:

Vou ali comer, gente“. E sem a vírgula…

– Comunicar-se bem é necessário:

Muitas vezes nos deparamos com alguns erros tão evitáveis, referentes à Língua Portuguesa

Eis aqui as dicas (parecem bobas, mas são úteis):

– Rádio Nacional lança videocast e revisita 90 anos de histórias que ecoam no Brasil.

A Rádio Nacional estreia o videocast Rádio Memória para celebrar nove décadas de história e conexão com o Brasil. #Linkezine 📻 O post Rádio Nacional…

Continua em: Rádio Nacional lança videocast e revisita 90 anos de histórias que ecoam no Brasil

– Dicas simples para falar em inglês:

Boas dicas:

– O certo e o errado na Internet.

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas há um ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. E muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Hoje é Dia Mundial da Língua Portuguesa. Eu ainda sofro com o acordo ortográfico, que padronizou regras ortográficas nos países em que ela é a língua oficial. Por exemplo: com “ideia sem acento” ou “voo ao invés de vôo”. Mas enfim…

Olhe que interessante essa matéria sobre as mudanças e influências da língua, com uma visão portuguesa da coisa (e sem as regras que deveriam norteá-lo)!

Abaixo, extraído de: https://observador.pt/2021/05/05/dia-mundial-da-lingua-portuguesa-assinala-se-em-44-paises-com-mais-de-150-atividades/

DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA. QUAL A PRONÚNCIA MAIS CORRECTA?

O padrão europeu da Língua Portugesa é o dialecto de Lisboa, mas é a pronúncia do Norte que se mantém fiel à origem. O linguísta João Veloso esclarece que o sotaque do Norte é o mais conservador.

É no Norte do país que ainda se preservam as marcas da origem da Língua Portuguesa. João Veloso, linguista e professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto explica à Rádio Observador o que está em causa na evolução da língua e na formação de novos dialetos.

Enquanto a Norte se mantêm hábitos antigos, no Alentejo foi adotado “o gerúndio utilizado até ao século XIX” . De acordo com João Veloso, as maiores influencias na língua são o tempo, o espaço e o convívio com línguas diferentes. Por exemplo, o hábito mais recente adotado pela Língua Portuguesa foi a pronuncia carregada dos “r’s”. O linguista explica que o “novo dialeto” resultou da presença dos franceses em Portugal no SEC.XIX.

Com o tempo, a Língua Portuguesa deve sofrer mais alterações, o linguista João Veloso prevê que “a próxima influência na sonorização das palavras vai ser o Inglês, lecionado nas escolas.”

[Este dia] é celebrado o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que vai ser assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Em declarações à Rádio Observador, o embaixador de Portugal na UNESCO e ex-candidato à Presidência da República, Sampaio da Nóvoa, olha para a Língua Portuguesa como um “tesouro imenso que recebemos da história e que temos a obrigação de cuidar e projetar”. Sampaio da Nóvoa destaca ainda esta “língua que está no mundo inteiro”, o que é uma “característica única”.

Dia Mundial da Língua Portuguesa - Embassy Brasília

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Comunicação Assertiva: A chave para relacionamentos saudáveis!

Você já se encontrou em situações em que teve dificuldade em expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades de forma clara? 🤔 A comunicação …

Continua em: Comunicação Assertiva: A chave para relacionamentos saudáveis!

– Seo Tuta, da Jovem Pan, faria 95 anos…

Aí no Céu, Feliz Aniversário, seo Tuta!

Post do @Miltonneves homenageando-o:

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– A Visão sobre a Imprensa de Lenin e Thomas Jefferson.

Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.

Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, ed 2149, por Fabio Portela, com o título A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:

UM TEMA, DUAS VISÕES

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912

De fato, uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista, meus pêsames. 

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– Os diversos tipos de alfabeto:

Você conhecia todas essas formas de escrita da humanidade?

Na imagem:

– Gambiarra comunicativa:

Será que isso existe mesmo?

Veja só:

– Vício de linguagem: o “Pode vim”!

Pode vim? Claro que não pode

Não maltratemos a língua portuguesa:

– Todos e Todas.

Não é “pegar no pé” de ninguém, mas… que raios de fala (muitas vezes demagógica) que inventaram por aí?

Não existe “Todos e Todas”! E aqui, nenhum cunho discriminatório ou político, mas respeitemos a língua portuguesa.

Abaixo:

– Escrever bem é fundamental!

Boas dicas para redigir melhor!

Abaixo, para que todos nós não nos esqueçamos:

– Aprenda 12 Frases com Think.

Usamos o verbo think o tempo todo. Vamos praticar algumas frases?

Comunicação: Aprenda 12 Frases com Think

– Escreva, registre e faça valer a pena!

É um recado para todos nós: que as coisas que expressamos tenham sentido, conteúdo e importância!

Claro, as registremos para servir de exemplo:

– “Você pode saber o que disse, mas nunca o que o outro escutou”.

Jacques Lacan, psicanalista francês, disse nos anos 70:

“Você pode saber o que disse, mas nunca o que o outro escutou”.

Hoje, cada vez mais, isso é uma realidade. Por mais que você tente usar de clareza, não se sabe se o ouvinte entendeu. E quando a mensagem é escrita e não falada, piorou!

Evidentemente que nós temos muitas pessoas que não sabem se expressar e a ideia que foi transmitida acaba deturpada. Mas aí reside um grande problema: o analfabetismo funcional em suas diversas formas.

Num país com educação de boa qualidade, talvez a realidade fosse outra, não?

A ortografia das locuções adverbiais costuma deixar muitos falantes cheios de dúvidas!

Imagem extraída de: https://www.portugues.com.br/gramatica/cinco-duvidas-lingua-portuguesa.html

– O pedido do Papa para evitar ofensas nas Redes Sociais:

O Papa Leão XIV pediu para que façamos um jejum de palavras ofensivas” nas Redes Sociais durante a Quaresma.

Ora, é óbvio que isso deveria ser uma constante. Mas a questão é: sabemos nos comportar nelas?

Eu não gosto de palavras chulas em nenhum ambiente. Aceito toda opinião contrária, sem problemas, desde que haja respeito (é até um post fixo em minhas redes sociais, aqui: https://wp.me/p4RTuC-yLw). Mas quando vemos que até o Papa está preocupado com o mau uso da Internet e a falta de diálogo, é sinal que a nossa Sociedade precisa repensar o comportamento… Vide abaixo:

 

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

– Evitando o uso de “kkk”

Não gosto da linguagem digitada com as “abreviaturas” da Internet, mas a sequência de “k” ou de “rs” é algo impossível de não se usar.

Porém, não usarei mais a expressão “kkk” por ver que, em buscas na Web, sempre cai a lembrança da nefasta Ku Klux Klan (kkk), a entidade que defendia a supremacia branca sobre os negros.

Não custa então escrever kkkk ou Kk para se evitar tal situação, não é? Ou simplesmente usar um Emoji engraçadinho.

Não é ser “excessivamente politicamente extremamente corretíssimo”, mas como já disse que gosto de escrever “você” ao invés de “vc” e não tornar a língua portuguesa um conjunto de códigos (universalizando o entendimento de quem me lê na Internet), posso me dar ao luxo de evitar tal conjunto de 3k!

rss.. hahahahaa kkkkkkkkkkkk hueheuheehueehueuhe rarara | by Rafa Spoladore Ψ | Medium

Imagem extraída de: https://rafaspol.medium.com/rss-hahahahaa-kkkkkkkkkkkk-hueheuheehueehueuhe-rarara-20b48f23aafd

– Comunique-se!

Relacionar-se com alguém (e com a sociedade) tem essas exigências (abaixo):

As pratiquemos!

– Familiarizando-se com os termos em inglês na área de Adm.

Sou contra o uso excessivo de termos em inglês, sendo que se eles existem e são usuais em português, deveriam ser utilizados.

Alguns exemplos:

Imagem recebida por WhatsApp, autoria desconhecida. Por favor, quem conhecer o autor, informar para divulgar o crédito.

– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você usa ou sabe o que é Storytelling?

Uma técnica de fixação e ensinamento muito usada por oradores tem sido recomendada por especialistas: é o “contar histórias / parábolas / contos em geral”!

Mais sobre storytelling,

Extraído de: https://economia.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/reinaldo-polito/2018/01/16/storytelling-contar-historias-vantagens-riscos.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

STORYTELLING AJUDA A COMUNICAÇÃO; VEJA COMO CONTAR HISTÓRIAS E EVITAR ERROS

Por Reinaldo Polito

Uma técnica utilizada há milhares de anos virou moda: storytelling, uma forma de transmitir uma mensagem de maneira eficiente por meio de histórias. Com certeza, quem mais soube comunicar o que desejava a partir de histórias foi Jesus Cristo. Passados mais de 2.000 anos, todos os dias, no mundo inteiro, pessoas recorrem às suas parábolas para comunicar a palavra de Deus.

Profissionais de todas as atividades estão aprendendo a contar histórias para criar, promover e até recuperar marcas. Para atingir esses objetivos, eles se valem de todos os meios de que possam lançar mão: desde apresentações com ou sem apoio de recursos visuais até de mídias sociais, vídeos, interpretações teatralizadas etc.

A ESCOLHA CERTA

A escolha dependerá dos meios que estiverem à disposição, mas, principalmente, que sejam os mais adequados às características e anseios dos ouvintes ou leitores. Quanto maior for a conjugação entre os meios utilizados, o público a ser atingido e o contexto da exposição, melhores serão os resultados alcançados.

Você poderá lançar mão de diversos tipos de histórias. Todos podem apresentar ótimos resultados. Tudo dependerá dos objetivos a serem conquistados e das circunstâncias que cercam a apresentação. O mais conhecido e mais utilizado é a “jornada do herói”.

A JORNADA DO HERÓI

Todas as vezes em que se fala em contar histórias, de maneira geral, esse é o tipo que surge em primeiro lugar. Tanto assim que algumas pessoas chegam a pensar que todas as histórias precisariam necessariamente passar pela sequência da “jornada do herói”. Para ilustrar vamos ver quais são suas etapas:

1) A pessoa leva uma vida normal até o momento em que é convocada para uma aventura.

2) A pessoa não deseja ir. Resiste à convocação.

3) Surge, então, alguém que a estimula e a anima a aceitar a missão.

4) A partir desse instante, é obrigada a enfrentar obstáculos, desafios e problemas.

5) Precisa, portanto, se preparar para uma mudança radical.

6) Vence os obstáculos, desafios e problemas.

7) Cumprida a missão, retorna à vida normal e serve de exemplo inspirador para outras pessoas.

Se você nunca teve contato com essa sequência, provavelmente estará surpreso com a quantidade de livros que leu e de filmes a que assistiu seguindo exatamente as etapas que acabamos de descrever. A associação com as histórias que conhece ajuda bastante no entendimento dessa técnica.

Todos os tipos de histórias seguem mais ou menos a mesma linha: as dificuldades que a pessoa enfrenta em determinadas circunstâncias para conquistar a torcida e a solidariedade dos ouvintes ou dos leitores. Em alguns casos o protagonista é um despreparado, mas vence essas dificuldades, revelando a luta para se superar, até servir de exemplo para outras pessoas.

Outro tipo de sequência mostra que a personagem tem adversários comuns com os ouvintes ou leitores. É a luta dela contra esses inimigos identificados.  Só que a pessoa é enganada, e, sem saber, age mal. Parece se distanciar daqueles que torciam por ela. No final, fica claro que não estava do outro lado da trincheira, mas que esteve sempre comprometida com a causa de quem desejava desde o início estar ao seu lado.

Se pensarmos bem, as sequências são simples e fáceis de serem apreendidas. A partir do instante em que deixamos apenas de acompanhar as histórias e começamos a observar como foram arquitetadas, passamos a criar um repertório que poderá ser usado nas mais distintas oportunidades.

INGREDIENTES FUNDAMENTAIS DE UMA BOA HISTÓRIA

1) Tem começo, meio e fim. Nada diferente do que aprendemos desde a época dos primeiros anos escolares: uma história precisa ter início, desenvolvimento e conclusão. Parece (e é) tão elementar, mas muitos se esquecem de seguir essa regra.

2) Mostra os momentos em que tudo transcorre normalmente, mas algum fato rompe esse equilíbrio. Surgem os conflitos, os obstáculos, os problemas.

3) Conquista a torcida das pessoas para que os problemas sejam superados. Elas devem se identificar de tal forma com os desafios da personagem que sentem os problemas como se estivessem no seu lugar.

4) Revela como esses desafios são vencidos com lutas, sacrifícios e determinação. Para que a torcida das pessoas seja ainda mais intensa, em certos momentos poderá surgir a dúvida se terá ou não forças para que os grandes obstáculos sejam ultrapassados.

5) Deixa no final uma reflexão para que as pessoas retirem da história algum ensinamento. A vantagem de deixar essa conclusão por conta dos ouvintes ou leitores é que aceitem a mensagem sem terem a impressão de que ela lhes foi imposta.

Estando os ouvintes envolvidos com a história, torna-se mais simples fazer com que façam a associação com a mensagem que você deseja transmitir. Além de ampliar as chances de que aceitem sua proposta, a história tem a virtude de impregnar a mente das pessoas de tal forma que, em alguns casos, nunca mais se esquecem do que acompanharam.

ERROS NA UTILIZAÇÃO DO STORYTELLING

1) História contada só para ser contada: De nada adiantará contar uma história, mesmo que seja excelente, se ficar claro que ela foi narrada apenas como artifício, como se fosse um nariz de cera, usado para se encaixar em qualquer circunstância. Quando isso ocorre, quase sempre, o resultado da apresentação é negativo.

2) História fora de contexto: Esse equívoco guarda certa semelhança com o anterior. Só que nesse caso, a história pode ter um objetivo definido e ser escolhida para atender a essa finalidade, mas fica tão fora de contexto que mais atrapalha que ajuda o entendimento das pessoas. Quem ouve ou lê a história até gosta e se envolve com a narrativa, mas não consegue enxergar sua utilidade no contexto da mensagem.

3) História conhecida e surrada pelo uso excessivo: Principalmente no início, quando as pessoas começam a praticar o storytelling, elas se valem de histórias que ouvem aqui e ali, em particular aquelas contadas reiteradamente nas palestras. Por ser a história sem ineditismo, ao invés de motivar os ouvintes ou leitores, provoca desinteresse. Por isso, cuidado com o uso de histórias, filmes e ilustrações que já não apresentam nenhuma novidade.

4) História longa: Por mais interessante que seja uma história, se for longa, poderá cansar e até aborrecer as pessoas. Nesse caso, além de afastar os ouvintes ou leitores da narrativa em si, os desvia também do objetivo da mensagem. Por isso, desenvolva o hábito de resumir suas histórias. Basta lembrar que um bom anúncio comercial consegue contar histórias atraentes em apenas 30 segundos.

Se o que pretende contar consumir cinco minutos, procure reduzir para dois a três minutos. Se, pelo contexto da apresentação, a história tiver de ser mais longa, por exemplo, acima de dez minutos, pode ter certeza de que, com bom planejamento e ensaios, conseguirá contá-la até na metade do tempo.

5) História que não envolva os ouvintes: A história precisa ir ao encontro da realidade das pessoas. Se os ouvintes ou leitores não se sentirem tocados emocionalmente por ela, ficarão alheios ao que está sendo apresentado. Pergunte sempre: que tipo de adaptação preciso fazer para que essa história vá ao encontro da realidade e do interesse dessas pessoas? Se encontrar a resposta, terá também a solução.

6) História enganosa: Embora a história ficcional possa ser um recuso tão eficiente quanto às narrativas reais, é preciso tomar cuidado para que o ouvinte ou leitor não se sinta enganado. Além de a história inventada precisar ter verossimilhança, isto é, parecer verdadeira, é preciso deixar claro às pessoas que se trata de um exemplo.

Algumas empresas usaram essa “licença poética” ao contar suas histórias e se deram mal. Precisaram explicar aos órgãos que fiscalizam as propagandas porque contaram aquela história falsa. Algumas tiveram de retirar os anúncios de circulação.

VALE A PENA USAR O STORYTELLING

Aí está um dos recursos mais eficientes para você transmitir suas mensagens: contar histórias. A storytelling é uma competência que pode e deve ser conquistada, desenvolvida e aprimorada. Com o tempo, você terá um estoque muito bom de histórias para usar de forma adequada nas mais diferentes situações.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Conselhos para escrever bem!

Muito bom: Steven Pinker, autor do best seller “A loja do estilo- o guia da pessoa pensante para escrever no século XXI” dá 6 boas dicas para escrever:

1) seja coloquial e visual (imagine que o leitor é tão capaz quanto você, mas não sabe tudo o que você sabe);

2) não confie apenas em si para avaliar a clareza (parece contraditório com a dica anterior, mas pense que nem todos são como você);

3) não esconda o principal (não tente ser inteligente demais, procure ser claro no assunto a ser tratado);

4) não é preciso seguir as regras de correção, mas é bom tentar (licenças criativas são boas, mas avalie quando se deve quebrá-las);

5) leia, leia, leia (simples: leia muito!);

6) revise sempre (releia quantas vezes for necessário para que o leitor tenha tranquilidade de entender).

Imagem extraída de: https://super.abril.com.br/comportamento/como-escrever-bem/, crédito:  erhui1979/iStock

– O Papa e os Blogs.

“Por Deus, tenham um  blog!”

Essa “intimação” foi feita pelo Papa Emérito Bento XVI há exatamente 13 anos, em encontro com padres no Dia Mundial das Comunicações, a fim de falar em prol da Evangelização!

De fato, novas formas de comunicação são necessárias. Certamente os apóstolos e o próprio Cristo, se tivessem as tecnologias de hoje, fariam uso desse ferramental. A propósito, São Paulo, salvo engano, não foi escolhido o padroeiro da internet, devido suas cartas evangelísticas e viagens a muitos povos?

Extraído de Ig

POR DEUS, TENHAM UM BLOG!

VATICANO – Por de Deus, tenham um blog!, disse o papa Bento XVI aos padres católicos neste sábado, afirmando que eles devem aprender a usar novas formas de comunicação para disseminar as mensagens do evangelho.

Em sua mensagem para a Igreja Católica no Dia Mundial da Comunicação, o papa, de 82 anos e conhecido por não amar computadores ou a internet, reconheceu que os padres devem aproveitar ao máximo o “rico menu de opções” oferecido pelas novas tecnologias.” Os padres são assim desafiados a proclamar o evangelho empregando as últimas gerações de recursos audiovisuais – imagens, vídeos, atributos animados, blogs, sites – que, juntamente com os meios tradicionais, podem abrir novas visões para o diálogo, evangelização e catequização”, disse ele.

Os padres, disse ele, precisam responder aos desafios das “mudanças culturais de hoje” se quiserem chegar aos mais jovens.

Mas Bento XVI alertou os padres de que não tentem se tornar estrelas da nova mídia. “Os padres no mundo das comunicações digitais devem ser mais chamativos pelos seus corações religiosos do que por seus talentos comunicativos”, disse ele.

No ano passado, um novo site do Vaticano, http://www.pope2you.net, foi lançado, oferecendo um novo aplicativo chamado “O Papa se encontra com você no Facebook” e outro permitindo acesso aos discursos e mensagens do papa nos iPhones ou iPods dos fiéis.

Bento XVI também escreve a maior parte de seus discursos à mão, em alemão, e seus ajudantes mais jovens ficam encarregados de colocá-los em conteúdo digital.

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Imagem extraída de: https://wallsheaven.de/fototapeten/surgeon-doctor-african-american-man-shouting-with-mouth-wide-open-C250284979

– Rádio Capital muda o dial do tempo e estreia uma fase feita de voz, presença e futuro.

A Rádio Capital inicia 2026 com nova grade, grandes vozes e presença multiplataforma reforçada. #Linkezine 📻 O post Rádio Capital muda o dial do …

Continua em: Rádio Capital muda o dial do tempo e estreia uma fase feita de voz, presença e futuro

– REPOST: Destaques da minha coluna no Bom Dia Jundiaí

De algum tempo…

Compartilho com meus amigos e leitores a minha coluna impressa nos jornais da Rede Bom Dia /Diário de São Paulo.

Hoje, dois assuntos em destaque: “Os campeonatos jabuticabas“, sobre os estaduais; além de “10 dicas para jogadores não se ‘darem mal’ com os árbitros no Paulistão. Confira esta coluna e outros assuntos também no Blog do jornal, 

link em: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

– “Retirem os celulares durante as refeições e conversem uns com os outros”, diz o Papa!

Repost de 4 anos, mas atual:

E quando as famílias se reúnem para comer e os celulares dominam a mesa?

E quando os celulares são prioridades nas rodas de conversa?

E quando as orações se dispersam por conta dos telefones?

E quando até o Papa precisa pedir moderação?

Sobre o uso dos celulares ao invés da conversa diária, no sermão do Papa Francisco,

em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/29/recolham-os-celulares-durante-as-refeicoes-e-conversem-uns-com-os-outros-pede-o-papa.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP. Extraído de G1 (citação cima).

– Our Linguistic Downfall

Everyone has heard that America is the great melting pot, That being said, why is it that Americans are the most linguistically bereft people on the …

Continua em: Our Linguistic Downfall

– Cuidados para não se enganar com as Fake News!

Leio esse guia rápido” para não cair no conto das malditas Fake News (extraído da Revista Veja). Não pense que só são durante as épocas de Eleições que elas ocorrem…

Compartilho:

  1. Cheque a credibilidade da fonte;
  2. Fique atento à data de publicação;
  3. Observe atentamente o link do site (se está tentando parecer com alguma página importante para ludibriar o visitante);
  4. Preste atenção à aparência e ao conteúdo em geral da página;
  5. Verifique se a reportagem tem referências em seu texto;
  6. Pesquise sobre o autor;
  7. Não acredite em tudo o que os amigos e familiares compartilham, podem ser outras fake News sem saberem.

Eu fico com pena de tanta gente iludida pelas mentiras contadas nas Redes Sociais. Há aqueles que acreditam piamente em tudo, sofrem e até se desesperam com as falsas notícias!

Justiça Eleitoral anuncia combate às fake news | Dino | Valor Econômico

Foto: DINO, extraída de: https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2022/06/20/justica-eleitoral-anuncia-combate-as-fake-news.ghtml

– Prestigie! Adilson Freddo, Milton Leite e Rafael Porcari na TV Mais Brasil.

Estaremos na próxima 2ª feira no Programa Mais Esporte, apresentado por Anelso Paixão e Edney Andreotte (pela TV Mais Brasil), juntamente com Adilson Freddo e Milton Leite!

Prestigiem:

– O poder de uma vírgula:

Comunicar-se bem, inegavelmente, é importante. Fazer uso correto da pontuação, nem se diga!

Aqui, a prova de que uma vírgula é fundamental para mudar o sentido de uma conversa. Abaixo:

Imagem: autor desconhecido, extraída da Internet.

– Evite a Cacofonia!

E quando as palavras se juntam com outras e formam sons “estranhos”?

É simples e evitável. Abaixo:

 

– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja de dias atrás foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

Rembrandt? – Estudantes parecem preferir a tecnologia à clássica pintura Gijsbert van der Wal/Reprodução, extraída de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/