– Precisa ser em Inglês?

Não sou Policarpo Quaresma para nacionalismo extremo da Língua Portuguesa, mas concordo com essa observação abaixo:

– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Dispensa se alongar no assunto.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

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– A Revista Época deixará de circular!

Fui assinante da Revista Época (Editora Globo) por um bom tempo, durante seus 23 anos de existência. Depois da sua reformulação gráfica e editorial, caiu muito a qualidade. Recentemente, ficou “maçante”, difícil de se ler.

Eu gostava também da Época Negócios, que era ótima! Essa, jaz há algum tempo.

O motivo?

Irá para o mundo on-line, e terá uma parte especial impressa no Jornal “O Globo” de sábado.

São os novos tempos…

Revista Época deixa de circular e fará parte do jornal O Globo - Divulgação/Grupo Globo

– Dia Mundial da Língua Portuguesa

Hoje é Dia Mundial da Língua Portuguesa. Eu ainda sofro com o acordo ortográfico, que padronizou regras ortográficas nos países em que ela é a língua oficial.

Eu ainda sofro com “ideia sem acento” ou “voo ao invés de vôo”. Mas enfim…

Olhe que interessante essa matéria sobre as mudanças e influências da língua, com uma visão portuguesa da coisa (e sem as regras que deveriam norteá-lo)!

Abaixo, extraído de: https://observador.pt/2021/05/05/dia-mundial-da-lingua-portuguesa-assinala-se-em-44-paises-com-mais-de-150-atividades/

DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA. QUAL A PRONÚNCIA MAOS CORRECTA?

O padrão europeu da Língua Portugesa é o dialecto de Lisboa, mas é a pronúncia do Norte que se mantém fiel à origem. O linguísta João Veloso esclarece que o sotaque do Norte é o mais conservador.

É no Norte do país que ainda se preservam as marcas da origem da Língua Portuguesa. João Veloso , linguista e professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto explica à Rádio Observador o que está em causa na evolução da língua e na formação de novos dialetos.

Enquanto a Norte se mantêm hábitos antigos, no Alentejo foi adotado “o gerúndio utilizado até ao século XIX” . De acordo com João Veloso, as maiores influencias na língua são o tempo, o espaço e o convívio com línguas diferentes. Por exemplo, o hábito mais recente adotado pela Língua Portuguesa foi a pronuncia carregada dos “r’s”. O linguista explica que o “novo dialeto” resultou da presença dos franceses em Portugal no SEC.XIX.

Com o tempo, a Língua Portuguesa deve sofrer mais alterações, o linguista João Veloso prevê que “a próxima influência na sonorização das palavras vai ser o Inglês, lecionado nas escolas.”

Esta quarta feira é celebrado o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que vai ser assinalado em 44 países, com mais de 150 atividades, em formato misto, presencial e virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Proclamado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este é o segundo ano em que se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Em declarações à Rádio Observador, o embaixador de Portugal na UNESCO e ex-candidato à Presidência da República, Sampaio da Nóvoa, olha para a Língua Portuguesa como um “tesouro imenso que recebemos da história e que temos a obrigação de cuidar e projetar”. Sampaio da Nóvoa destaca ainda esta “língua que está no mundo inteiro”, o que é uma “característica única”.

Dia Mundial da Língua Portuguesa - Embassy Brasília

– Não seja tão chapa-branca, Paulo Figueiredo!

Estou ouvindo o Jornal da Manhã da Jovem Pan. Como comentaristas das reportagens, estão o sempre ponderado e sábio José Maria Trindade e jovem Paulo Figueiredo (neto do ex-presidente João Batista Figueiredo).

Paulo “cansa”! Todos os seus comentários são 100% a favor do Governo, onde quem é prol, está certo. Quem contesta um “A”, é errado, esquerdista, blábláblá.

Caramba, não existe meio termo?

Jovem Pan arrega e retira Paulo Figueiredo do 3 em 1 – Terça Livre TV

– Covid-19 no Brasil, exatamente hea 1 ano. O que se pensava?

Há 1 ano, morriam 474 pessoas de Covid por dia e o Brasil enlouquecia. E hoje, com mais de 3000 na média móvel?

Olhe só o panorama da época:

Já são 5017 mortos por Covid-19 no Brasil (474 hoje). Estamos no pico ou ainda não?

Morreram, somente hoje, 474 pessoas vítimas do Novo Coronavírus. A coisa está ruim. O pico chegou?

Aliás, me admiro ao ver tanta gente inteligente “fazendo de conta” que não entende a subjetividade da data. Se as pessoas não se previnem, a chegada do pico e os números mudam. Se conseguem se resguardar e evitar contato, adia o pico e o número de vítimas diminui devido a concentração de pessoas em casa. Mas ficam na bobagem de ironizar que ninguém acerta o pico. Claro que não! É previsão, não é número exato pois depende do comportamento e engajamento das pessoas.

Pior do que isso: negar a gravidade da doença. Cerca de 759 pessoas morreram de dengue no Brasil no último ano (números oficias). Somente hoje, quase 500 em nosso país de Covid-19. E há quem sugira de que “não se deve divulgar tais dados”… deve sim, uma população consciente é necessária. Ou desejamos ser alienados e desprecavidos?

Covid-19: Paraná registra 2.246 novos casos e 86 novas mortes pela doença,  aponta boletim | Paraná | G1

– #tbt 1: Obrigado pela Leitura!

Puxa vida! Há 5 anos, numa 5 a feira, eu postava essa coluna que eu escrevia no Jornal Bom Dia (Que depois deixou de circular). As manchetes são atuais ou não? Abaixo:

Compartilho minha coluna no Jornal BOM DIA desta 5a feira. 

Agradeço aos amigos que prestigiam!

– Faça sempre o bom uso da palavra!

Falar é uma necessidade do ser humano. “Saber falar” é uma virtude de poucos!

A palavra das pessoas tem poder: pode construir ou destruir, trazer a paz ou a discórdia.

Muitas vezes, se entende que a língua é uma arma, e sendo assim, pode até matar. Não concordo, pois tal ditado generaliza o mau uso. Ela (a língua / a palavra / a comunicação) pode restaurar ânimos e motivar desenganados!

A imagem deste peixe com o anzol (retratada na postagem abaixo) tem um “fundinho de verdade” quando se faz a analogia com o cotidiano. Mas insisto: não pode ser generalista!

Comunicar-se e fazer bem o uso da expressão são coisas fundamentais. Há de se falar tudo com boa clareza e intuito reto.

– Fulano, Beltrano e Sicrano. Sabe quem são eles?

Olhe só que bacana: muita gente usa esses termos para se referir a “alguém qualquer”, mas não sabe de onde eles são.

Você conhece o Fulano mesmo? E o Beltrano? Ainda: e o Sicrano?

A explicação em: https://youtu.be/61Ehk9DQ8fM

– O certo e o errado na Internet

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos, sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

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– Informação, Desinformação ou Intoxicação?

Existem certas leituras que não valem a pena perder tempo. Neste mundo de Fake News e de confusão com “liberdade de expressão e libertinagem”, se vê de tudo – e que podem fazer mal às pessoas, prejudicando sua sanidade mental / comportamental.

  1. Há aqueles que querem falar algo nas entrelinhas e nada dizem.
  2. Outros que se passam por jornalistas sem nunca ter entendido “ética jornalística”.
  3. Também existem os que escrevem em sites como se fossem blogs (e vice-versa), não entendo o que é um e o que é outro.
  4. Por fim, há aqueles “informes de outrem“, interessados em algum benefício próprio e que, “a lá” o modismo de hoje e o nefasto dinheiro que pode lhe interessar (dependendo a qual “santo se reza”, pois se vende para tantos), age com boçalidade nas palavras escritas, faladas ou digitadas, desqualificando outras pessoas apenas para querer reforçar sua matéria paga ou favor trocado. Falam, mas dizem o que os “chefes” querem dizer.

Resumidamente: neste mundo tão odioso, é triste ver tal situação. Me refiro claramente nessas considerações acima aos sites ligados à Extrema Esquerda e Extrema Direita do país, que tanto criam factoides para atacar pessoas de bem, de pensamento contrário e até mesmo na neutralidade. E isso se vê diariamente no Facebook, no WhatsApp e em outras redes sociais. 

Isso precisa mudar urgentemente, pois em muitos momentos a pessoa mais humilde vai crer em uma fantasia criada ou em uma desculpa esfarrapada somente pelo fato de que “está na internet“, sem saber a credibilidade real, o passado e o presente de quem postou. 

É por isso que o Brasil rachou, discutindo se “é Bolsonaro ou Lula”, tirando o espaço das pessoas sensatas e de muitos intelectuais verdadeiros, exaltando apenas os Olavos e as Chauís.

Objetivamente: tal fato intoxica, contamina e deturpa não só a Política, mas a sociedade em geral – na cultura, no esporte, nos relacionamentos… Afinal, quem procede assim (como bajulador, interesseiro, puxa-saco ou militante inescrupuloso) só pode querer ganhar cargos, dinheiro ou benesses. Sem respeito, “faz o serviço” (publica coisas com vieses) para quem está pagando mais. Ou os “blogueiros” de Dilma, Bolsonaro, ou tantos outros não conseguiram uma “boquinha” quando estiveram juntos com aqueles aos quais “babavam ovo”?

Que sejamos agentes de modificação de tudo isso! Afinal, não se faz nova política com velhos nomes – de Direita ou de Esquerda.

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– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

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– A Visão sobre a Imprensa de Lenin e Thomas Jefferson

Incrível como volta e meia a censura oficial ameaça a liberdade de imprensa. A imprensa é essencial para a democracia! Não me venha com a história de que a irresponsabilidade de alguns jornalistas é ruim; em todas as atividades há os bons e maus, e um enganador não dura muito tempo.

Digo isso pois leio uma matéria de alguns dias atrás, da Revista Veja, ed 2149, por Fabio Portela, com o título A Obsessão Totalitária“. Nela se compara duas frases emblemáticas de dois grandes líderes. Apenas reproduzo, pois ela se auto-explica:

UM TEMA, DUAS VISÕES

No século XVIII, o futuro presidente americano Thomas Jefferson já enxergava a liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. No século XX, o bolchevique Lenin inaugurou a doutrina esquerdista que vê no jornalismo independente uma ameaça a ser combatida.

“Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, eu não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção” – Thomas Jefferson, em 1787

“Dar à burguesia a arma da liberdade de imprensa é facilitar e ajudar a causa do inimigo. Nós não desejamos um fim suicida, então não a daremos” – Vladimir Lenin, em 1912

De fato, uma verdadeira democracia tende a ganhar com a liberdade de imprensa, como defendida por Thomas Jefferson. Àqueles que têm algo a esconder e querem impedir o necessário trabalho da imprensa, e que se alinham perfeitamente ao pensamento lenista, meus pêsames. 

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– O Jovem Hater que nada viveu, mas que “tudo sabe”. Ou é um fã (já que lê e comenta tudo sobre você)?

Reflita:

“Ninguém atira pedra em árvore seca, somente naquela que produz frutos para derrubá-los. Se estão te enchendo a paciência, é porque algo com sustância / conteúdo você tem! À toa, não é. E se for, a ignorância da pessoa ultrapassou o limite da idiotice.”

Disse isso certa vez a um amigo, a fim de acalmá-lo sobre uma situação desagradável com haters. Mas quem são eles?

Em grupo o cara é valentão. Se acha o dono da razão. Fala e escreve com ódio e, concomitantemente, se isola e destila veneno escondido no computador.

Quer mostrar-se abnegado, mas nega-se a ajudar de verdade. Grita e esperneia, e acha que isso ajuda o mundo a “se libertar” e ter voz.

Defende o que pensa ser correto, mas muitas vezes festeja entre as drogas lícitas e ilícitas. Abandona a família pois seu vício (que diz ser hobby) é mais forte. E acha isso legal!

Aliás, quer dar a impressão que sabe tudo e joga todos os seus defeitos nos outros, justamente numa inversão de valores e virtudes. Tenta dizer que é humilde, mas não passa de um arrogante.

Funciona como marionete e não percebe. Deixa a emoção tomar a razão, ainda que já seja desde sempre irracional. Não cresceu. Nem tem idade. Ou nem amadurecerá. Um eterno moleque.

Paciência. A Internet deu voz a todos, inclusive aos imbecis.

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– A Globo é de Direita ou de Esquerda?

Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:

  • Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
  • Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim é chapa-branca, golpista e outras qualificações.

Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol: todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…

E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?

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