– A Internet que ajuda e que atrapalha!

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos (as fake news), sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais, ou ainda, simplesmente INÚTEIS / FÚTEIS / DESNECESSÁRIOS. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos passageiros, como o Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Eu vou ser bem sincero: estou cansado das Redes Sociais – em especial dos “chatos profissionais”, dos haters, dos “internautas relógios” e dos trolladores. Cansam! A vontade real é abandonar essas ferramentas.

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– As Pilhagens Sensacionalistas e o Derby que não acaba.

Eu já vi página de jornal colada na parede em vestiário de clube de futebol. Nas manchetes: qualquer coisa que mexa com o brio dos jogadores (claro, questionando suas qualidades).

É lógico que no futebol profissional isso não deveria acontecer para motivar o elenco, mas acontece (assim como são “motivações” pagar salário atrasado, aumentar “bicho” e outras coisas que são discutíveis no mundo do esporte de alto rendimento).

Agora, se vê a produção de “fake news” aos montes. De torcedor para torcedor, o problema é minimizado. Mas o ex-jogador Neto mostrando no Programa dele um pôster do Palmeiras Campeão Paulista de 2018, como se o próprio Palmeiras tivesse produzido antes do jogo menosprezando o Corinthians, é duro de engolir.

Não há um diretor na emissora dele para alertá-lo?

Tão vivido, caiu nessa coisa de fake?

Ou foi para produzir puro sensacionalismo?

Aliás, o jogo da 1ª partida da final parece que não acabou. Ainda se discute Claysson e Felipe Melo, além de outras nuances. Mas sobre a BOLA ROLANDO, pouca coisa! Até sobre treino aberto dos dois times está se discutindo (devido a possível proibição da PM).

Quando a qualidade do futebol jogado é baixa, dá espaço a tantas outras coisas secundárias como essas.

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– O Facebook e o escândalo da venda de dados

Você confia que os dados que você fornece na Internet são seguros?

Acha que as Redes Sociais ganham dinheiro apenas com a sua presença nela?

Leia essa matéria e entenda o imbróglio que fez Mark Zuckerberg perder quase 60 bilhões em poucas horas (abaixo),

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/03/a-atual-polemica-sobre-o-facebook-e-a-privacidade-dos-usuarios/

A ATUAL POLÊMICA SOBRE O FACEBOOK E A PRIVACIDADE DOS USUÁRIOS

por Ale Salvatori

Nos últimos dias, a rede social de Mark Zuckerberg está enfrentando uma enorme polêmica nos Estados Unidos, se espalhando pelo mundo inteiro. Isso porque uma empresa de marketing político conseguiu utilizar os dados de dezenas de milhões de usuários coletados pelo Facebook, o que colocou em questão o próprio modelo de negócios da rede social.

Tudo isso gira em torno do termo privacidade, uma bandeira que a Apple vem levantando há alguns anos e que agora começa a mostrar sua real importância.

O escândalo

Tudo começou com uma investigação independente feita pelos jornais The New York Times e The Observer, que descobriram que uma empresa de dados analíticos (que presta serviços para organizações políticas e empresas, tendo como cliente a equipe de Donald Trump nas eleições passadas) obteve acesso fácil aos dados de mais de 50 milhões de usuários da rede.

O grande problema é que esta obtenção de dados não foi fruto de hackers ou vazamentos ilícitos: foi o próprio Facebook que forneceu tudo, pois é assim que funciona sua política de privacidade com seus parceiros.

A tal empresa, a Cambridge Analytica, foi criada em 2013 e atua como um serviço de análise de dados para fins comerciais ou políticos. A sede fica em Londres, mas a empresa tem escritórios nos Estados Unidos, Malásia e Brasil.

Através de um simples jogo do Facebook (um quiz), um acadêmico conseguiu coletar informações dos usuários como identidade, localização e gostos, revendendo estes dados posteriormente para a Cambridge Analytics. Os usuários deram permissão para o jogo coletar as informações, sem imaginar que ela seria usada para outros fins.

E o pior: não foram coletados apenas os dados dos usuários, mas também os dos amigos dos usuários, sem eles nem saberem disso.

Com o escândalo vindo a tona, as ações do Facebook despencaram e a empresa já perdeu mais de US$50 bilhões em valor de mercado. Atualmente uma campanha nas redes sociais com a hashtag #DeleteFacebook está ganhando cada vez mais adeptos, pregando que as pessoas apaguem sua conta na rede social.

Mas qual é o real problema?

Vamos ser francos: nada disso que está sendo exposto é realmente uma novidade. Não é de hoje que muitos de nós sabe que serviços como Facebook e Google absorvem o máximo de informações que podem de seus usuários, para venderem para outras empresas ou usá-las para gerar publicidade.

“Quando o serviço é gratuito, o produto é você.”

O Facebook até tem uma política que proíbe seus parceiros de repassar as informações coletadas para terceiros, mas o fato é que é impossível controlar isso. E mesmo que o responsável pelo quiz tenha sido expulso do Facebook após a descoberta que ele vendeu os dados para a Cambridge, a plataforma permitiu que estes dados fossem coletados, e isso não tem mais volta. O modelo do Facebook deixa exposto os dados de milhões de usuários.

E se você é daqueles que diz “eu não me importo em coletarem meus dados, eu não tenho nada para esconder“, entenda que a questão é muito maior do que você imagina.

Nenhuma empresa ou movimento político quer saber o que você comeu de manhã ou se seu cachorro é de fato tão fofo quanto você diz ser. Porém, o algoritmo do Facebook (e também de outras redes sociais) é capaz de traçar suas preferências e gostos sem você precisar informar explicitamente isso. Basta apenas uma dezena de curtidas que você dê em alguns posts para traçar com grande precisão as suas características pessoais.

E por que isso é tão importante?

Bem, essas informações nas mãos de especialistas podem, inclusive, determinar o resultado de uma eleição.

Quem já assistiu a série House of Cards (do Netflix) viu que um dos artifícios de Frank Underwood foi utilizar um serviço de espionagem capaz de saber o que grupos de eleitores pensavam e comentavam em diferentes regiões do país, o que permitiu a ele enquadrar o seu discurso exatamente na preferência destes eleitores, que por afinidade (artificial) acabaram votando nele.

E quem conhece o Frank sabe que ele não estava nem aí para o bem estar dos eleitores, só queria o voto deles.

Saber exatamente o que você pensa possibilita lhe direcionar informações que você digira melhor, manipulando-as para te enquadrar no que eles querem que você se enquadre. Você então acaba formando opiniões baseadas em fatos distorcidos, sem nem se dar conta que está pensando exatamente da forma como eles querem.

E no Brasil o terreno para isso é ainda mais fértil. A atual polarização está fazendo com que pessoas não queiram ouvir opiniões contrárias às delas, o que faz com quem siga uma linha de direita apague ou bloqueie amigos que possuam posições de esquerda, e vice-versa. E dentro desses nichos ideológicos, qualquer informação distorcida a favor da própria ideologia vira uma verdade absoluta compartilhada ad nauseam sem conferir a veracidade.

Não tenham dúvida que este tipo de artifício será amplamente usado nas eleições presidenciais deste ano no Brasil. A própria Cambridge Analytics tem filial no nosso país e certamente já está sendo contratada por partidos, para usar todas as informações coletadas em redes sociais e manipular grupos específicos. Seja de esquerda ou de direita.

A Apple e a privacidade

A bandeira da Apple que prega que a privacidade do usuário deve ser preservada e respeitada ficou evidente na sua briga pública contra o FBI, há dois anos. Porém, esta preocupação já vem de bem antes.

Quando a Apple introduziu um sistema de assinaturas de revistas no iOS, muitas editoras foram contra e protestaram pelo fato da maçã se recusar a repassar os dados pessoais dos assinantes. Achavam um absurdo não terem mais o e-mail e endereço dos usuários para enviarem SPAM ou revenderem para empresas de marketing (como acontece com editoras brasileiras).

A Apple não precisa repassar (ou vender) os dados de seus usuários porque seu modelo de negócios não depende disso. Seus caros dispositivos na verdade garantem que seus serviços sejam independentes e não precisem se sustentar através da venda de informações ou de publicidade.

Google, Facebook, Spotify e alguns outros serviços oferecem seus serviços de graça, porém em troca eles absorvem o máximo de informações possíveis dos usuários, pois sabem que isso vale ouro.

“Não existe almoço grátis”.

O usuário da Apple tem a tranquilidade de colocar suas fotos no iCloud sem se preocupar que elas estejam sendo analisadas para coletar informações suas que permitam que um anúncio adequado a você apareça quando você abrir uma página de internet. Ele sabe que suas playlists no Apple Music não estão sendo analisadas, nem seus e-mails (do @icloud.com) estão sendo lidos para direcionamento de publicidade.

Desde o iOS 10 a Apple está investindo no que chama de Privacidade Diferencial, que é uma forma de não associar os dados às pessoas individuais (leia mais: O que é a Privacidade Diferencial adotada pela Apple no iOS 10). Os próprios aplicativos possuem limites bem rígidos quanto ao que os desenvolvedores podem obter de informações sobre o usuário e todas elas devem ser especificamente autorizadas pelo usuário.

Mas isso só é possível porque os lucros da Apple são obtidos nos dispositivos, que a fazem ser uma das empresas mais ricas do mundo. Em consequência, ela não precisa se sustentar vendendo as informações dos usuários.

Aí eu te pergunto: como o Google consegue oferecer um sistema operacional (Android) de graça para os fabricantes de smartphones? Como ele ganha dinheiro oferecendo um endereço e-mail de graça para você, ou permitindo que você armazene infinitamente suas fotos, sem pagar um tostão? Como ele consegue fazer tudo isso e ainda ser uma das maiores empresas tecnológicas do mundo?

Eu sei que você também sabe a resposta.

Dê importância à sua privacidade

Com certeza haverá quem continue sem dar importância aos seus dados pessoais, achando que “sou muito pequeno para eles se preocuparem comigo“. Mas o fato é que a manipulação da sociedade é algo que influencia sim diretamente na sua vida, sem você nem se dar conta.

Há quem afirme que “hoje em dia não tem como fugir, se você está online sua vida está exposta“. É verdade que a maioria dos serviços realmente usa e abusa de seus dados, para benefício próprio. Porém, se ficarmos calados e apenas aceitarmos isso, nada nunca irá mudar.

Claro que não é algo fácil. Ser o único de seus amigos a não usar o Facebook ou o WhatsApp provavelmente fará com que as pessoas lhe vejam como o chato paranóico esquisito que quer se isolar do mundo. Você tem até o direito de desconfiar também da Apple, achando que nem ela é a santa que prega ser, e isso é válido, pois desconfiar significa que você pensa. E isso é bom.

Sinceramente eu não sei qual é a saída, mas alguma coisa tem que ser feita. Apagar a sua conta do Facebook pode ser um bom começo.

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– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– A Criminalização das Fake News poderá levar a 3 anos de prisão?

Leio que há um projeto de lei que deseja criminalizar a divulgação de falsas notícias, as “fake news”.

Mas e o coitado que assustado dissemina com boa fé uma mensagem na certeza de estar colaborando com alguém e inocentemente acredita na mentira? Será criminoso também? Como separar o mal intencionado daquele que é vítima do engôdo também?

Deve-se atacar os mandantes da criação, não os replicadores. Muito cuidado com a lei e bastante calma nessa hora, a fim de não se cometer injustiças.

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– Quais as 3 Grandes Problemas da Comunicação?

Sabe quais são os 3 grandes problemas que não só os comunicadores enfrentam, mas também as pessoas comuns?

Segundo o grande J. B. Oliveira:

Os 3 grandes problemas para a comunicação são: COMEÇO, MEIO E FIM“.

Não sou eu que discordarei…

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– Saudade da antiga Bandeirantes…

Lembro-me do Luciano do Valle e o jargão: Bandeirantes, o Canal do Esporte”!

Canal do Vôlei, do Boxe, da Fórmula Indy. Povoou as tardes de domingo dos meus anos 80 com o “Show do Esporte”, a melhor alternativa para quem não queria ficar no Programa Sílvio Santos.

Depois que a Bandeirantes mudou o seu logo das cores da bandeira paulista para demagógica verde-amarela, e se renomeou como Band… parece que até mesmo os ares mudaram!

Hoje está impossível assistir. Não só pelos freios nos investimentos em esporte, mas pelo seu castingNeto no comentário em jogos de futebol? Esqueça! Cheguei a apitar jogos dele no final de carreira, aqui em Jundiaí no Paulista FC (em jogos-treinos) e no profissional do Araçatuba. Um dos maiores batedores de falta que vi (mesmo estando fora de forma). Em 1990, deveria ter ido até à Copa da Itália, e não foi por teimosia do Lazzaroni.

Mas quando o Neto comenta futebol… não dá. Tenho que mudar de canal. Parece “TV Corinthians”! Pitacos que parecem direcionados, brigando com a imagem sem lucidez. Ou melhor: fora da realidade. Nada contra o Neto no campo pessoal (pois dizem que intimamente é um sujeito do bem), mas no campo profissional… Aff!

Como é que a Band não se preocupa com a qualidade de suas transmissões?
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Rebloguei do meu próprio blog, escrito há exatamente 1 ano, mas bem atualizado.

– Projeto de Lei que transforma em crime a inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp sem consentimento.

Seria “Assédio Digital“?

A senadora amazonense do PCdoB, sra Vanessa Grazziotin, deve realmente ter muitas preocupações e responsabilidades a respeito do nosso país. Tanto que está trabalhando em um projeto de lei que torna crime a inclusão de qualquer pessoa em grupos de WhatsApp sem avisá-la.

Não tem nada mais importante para fazer?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/projeto-de-lei-do-senado-brasileiro-quer-proibir-adicionar-pessoas-em-grupos-do-whatsapp-sem-consentimento-previo/

PROJETO DE LEI DO SENADO BRASILEIRO QUER PROIBIR A INCLUSÃO DE PESSOAS EM GRUPOS DO WHATSAPP SEM CONSENTIMENTO PRÉVIO

Vivemos em um país quase perfeito, em que não temos problemas sérios nem preocupações sociais graves. Talvez por isso, alguns digníssimos senadores da República estão gastando seu tempo criando leis que querem regulamentar como as pessoas são adicionadas em grupos de redes sociais.

O Projeto de Lei 347/2016 quer proibir que pessoas sejam adicionadas por outros em grupos do WhatsApp, Facebook, Telegram e demais redes sociais sem que elas tenham dado permissão expressa para isso.

Ser adicionado em grupos sem saber é algo comum no WhatsApp, Messenger e Telegram. Mas para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), isso teria que virar caso de polícia. Ela propôs uma emenda ao Marco Civil da Internet para impedir este tipo de coisa.

Altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), para dispor sobre a necessidade de prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais, bem como em seus respectivos grupos, páginas, comunidades e similares.

O PLS (Projeto de Lei do Senado) foi aprovado já na primeira semana de trabalhos do legislativo deste ano, devendo ainda passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) antes de ser avaliado pelo plenário do Senado, pela Câmara dos Deputados e sancionado pelo Presidente.

O digníssimo senador Romero Jucá (PMDB-RR) também contribuiu com a emenda, determinando que se uma pessoa for incluída em um grupo sem sua permissão, será o aplicativo que pagará por “dano moral ao titular dos dados“.

É chato ser adicionado em um grupo do WhatsApp por pessoas que muitas vezes você nem conhece? Claro, demais. Mas com um país com tantos problemas, será que este tipo de discussão banal e sem importância deveria estar na pauta de nosso legislativo?

Se você não lembra em quem votou para deputado e senador na última eleição, a culpa é um pouco sua também…

– Quando boatos viram verdades na Internet… Hoax!

É muito comum encontrar trolls (os tumultuadores da Internet) “causando” nas redes sociais, criando polêmicas desmedidas ou incitando a criação de mentiras. Também os haters, que a tudo e a todos odeiam. Só que muitas vezes os internautas não percebem que estão sendo enganados. Dessa forma, surgem os HOAXES – os boatos que se espalham e viram “verdades” nas redes sociais.

Já viram manchetes de que “tal ator morreu” e ele não morreu? Ou que um político “disse algo” que no fundo nunca disse?

Pois é. O texto abaixo é esclarecedor,

Extraído de: http://www.infowester.com/hoax.php

HOAX: OS PERIGOS DOS BOATOS NA INTERNET

Introdução

A internet é um meio de comunicação fantástico: com ela, podemos fazer compras, conhecer pessoas, estudar, entre outros. Mas, sendo tão abrangente, o “mundo on-line” também pode oferecer perigos dos mais variados tipos. Um deles é o hoax, termo usado para designar boatos que se espalham na internet via e-mail ou redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc) e que alcançam um número elevado de pessoas.

Neste texto, você entenderá melhor o que é hoax, conhecerá os principais riscos deste tipo de mensagem e verá características que ajudam a identificar estes tão problemáticos boatos.

O que é hoax?

Podemos entender o hoax como um tipo de SPAM – em poucas palavras, mensagens não solicitadas enviadas a várias pessoas. O conteúdo de um SPAM pode ter várias finalidades. No caso do hoax, como você já sabe, é o de propagar boatos pela internet de forma que a informação distorcida chegue ao maior número possível de indivíduos.

O boato é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade. Uma vez que a sua comprovação é difícil e, não raramente, impossível, opiniões ou argumentos inconsistentes podem ser adicionados à notícia conforme esta se espalha em uma tentativa de validá-la, gerando mais especulação.

Ao contrário das típicas mensagens de SPAM que visam promover produtos, serviços ou golpes, o hoax não ocorre de maneira automatizada: sua propagação inicial até pode ser feita por este meio, mas a propagação só é efetiva quando uma pessoa espalha o boato para outras e estas, por sua vez, repetem o ato.

A ação de espalhar boatos remonta a um passado muito distante. De certa forma, este comportamento é uma das características da espécie humana. Na internet, no entanto, a situação se agrava, já que as ferramentas de comunicação são muito mais rápidas. Uma pessoa pode receber um hoax por e-mail e enviá-lo em poucos segundos para a sua lista de contatos ou divulgá-lo em uma rede social, permitindo que várias pessoas ao mesmo tempo vejam este conteúdo.

Como seres sociáveis que somos, nos sentimos impelidos a compartilhar a mensagem, não só para que as pessoas ao nosso redor sejam informadas de algo que, a princípio, é importante, mas também porque esta é uma maneira de lidarmos com a informação, de buscarmos apoio sobre nossas impressões e sentimentos sobre o assunto em questão.

Quais os assuntos abordados nos hoaxes?

Como as pessoas não compartilham informações que não lhes interessam, os hoaxes precisam de conteúdo fortemente apelativo, primeiro para chamar a atenção, depois para convencer o indivíduo.

Uma “fórmula” bastante utilizada para este fim é a exploração emocional por meio da comoção. Um exemplo persistente disso são mensagens que mostram imagens de crianças, adultos e animais acidentados ou que sofrem de doenças graves. Quem é que já não recebeu conteúdo deste tipo por e-mail ou rede social?

As fotos impressionam e, por causa disso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha para entender o que acontece. A tal explicação, no entanto, é bastante apelativa e pede, por exemplo, para que a pessoa compartilhe a notícia com o maior número de contatos possível, pois uma suposta empresa contará as mensagens enviadas e doará um valor em dinheiro correspondente ao número de leitores.

Em situações como esta, o truque é evidente: como é da natureza humana se comover, muita gente sente piedade ou mesmo culpa. Para não carregar estes sentimentos ou por entender que a única forma de ajudar é encaminhando a mensagem, o indivíduo o faz e, sem querer, acaba expandindo o alcance do boato. Quando o hoax pede compartilhamento com o maior número de pessoas possível, a mensagem pode ser chamada também de corrente.

Mas os hoaxes também podem explorar outras “fraquezas” humanas, como o desejo de possuir determinados bens de maneira fácil ou a curiosidade: não é difícil encontrar mensagens que afirmam que o usuário ganhará prêmios tentadores se divulgar a notícia para seus contatos ou que se clicar em determinado link verá fotos sensuais de uma atriz de destaque. Para convencer o leitor, este tipo de boato costuma envolver indevidamente nome de grandes empresas, de marcas,de personalidades famosas e assim por diante.

É possível encontrar também boatos que tentam causar mobilização pelo efeito da indignação. São mensagens que revelam possíveis teorias conspiratórias ou o envolvimento de personalidades famosas com ações suspeitas. Mensagens do tipo afirmam, por exemplo, que a cura para o câncer foi encontrada há tempos, que determinada celebridade tem pactos demoníacos, que a Amazônia é mostrada como uma área internacional em livros didáticos norte-americanos, enfim.

Características: como identificar um hoax?

Na maioria das vezes, não é difícil identificar um hoax. A principal característica você já sabe: conteúdo apelativo, muitas vezes acompanhado de imagens ou argumentos que tenham validar a mensagem. Mas há outras “pistas”, entre elas:

» Um hoax quase sempre contém um pedido do tipo “espalhe essa mensagem para a sua lista de contatos” ou “compartilhe para o máximo de pessoas possível”. Conteúdo assim, como já informado, corresponde às correntes;

» Algumas mensagens citam nomes de empresas, marcas, organizações não governamentais, pesquisadores renomados, escritores famosos, entre outros, tudo para dar um ar mais verdadeiro ao boato;

» Nenhuma empresa oferece recompensas ou doações extremamente generosas, de forma que mensagens assim são altamente suspeitas. Basta se atentar para o fato de que promoções costumam ter seus regulamentos divulgados em páginas oficiais;

» Nenhuma empresa ou entidade conta a quantidade de pessoas que recebeu uma determinada mensagem e depois faz doações correspondentes a essa quantia;

» Notícias importantes são divulgadas pela imprensa, não por correntes, afinal, a mídia precisa de audiência. Na dúvida, pesquise pelo assunto tratado em mecanismos de busca ou em serviços específicos de pesquisa em notícias, como o Google News;

» A mensagem pode afirmar que você terá azar, ficará solteiro(a) para o resto da vida ou que seus sonhos não se realizarão se determinada ação não for executada, por exemplo. Não há a menor dúvida de que este conteúdo é falso: o hoax tenta te convencer usando argumentos supersticiosos;

» Se a mensagem possuir frases em letra maiúsculas, fonte grande, cor vermelha, excesso de exclamações e afins, é porque ali há uma tentativa desesperada de chamar a sua atenção. Desconfie imediatamente;

» Outro argumento bastante utilizado é justamente o de avisar na própria mensagem que aquele conteúdo não é falso;

» O conteúdo pode conter erros gramaticais ou ortográficos em excesso, argumentos repetitivos e até contradições.

Quais as consequências dos hoaxes?

A princípio, um hoax pode não ter maiores consequências – “se for mentira, logo todo mundo esquece e tudo volta ao normal”. Mas não é bem assim. Dependendo das circunstâncias, um boato na internet pode causar vários problemas, razão pela qual este tipo de conteúdo deve ser combatido. Eis alguns tipos de transtornos que podem ser causados pelos hoaxes:

» O boato pode ofender, denegrir, causar constrangimento ou comprometer a reputação de alguém;

» Da mesma forma, o boato pode causar problemas a empresas e outras organizações que, além de reputação arranhada, poderão ter trabalho extra para desmentir ou amenizar a situação;

» Quem divulga o hoax, mesmo não sendo o autor da mensagem, pode ter sua imagem prejudicada por espalhar informação inconsistente, o que é especialmente ruim no ambiente corporativo;

» A mensagem pode transmitir orientações prejudiciais, como procedimentos incorretos em situações de emergência ou dicas de saúde sem comprovação científica;

» Um hoax também pode induzir o usuário a baixar um arquivo perigoso (malware) ou convencê-lo a informar dados que, na verdade, poderão ser utilizados para ações maliciosas, como uma falsa petição on-line que pede informações confidenciais;

» Mensagens do tipo podem sobrecarregar serviços de e-mail ou gerar incômodos em redes sociais por causa da frequência com a qual são divulgadas;

» Na condição de boato, o hoax pode causar comoção desnecessária, assim como gerar mobilização para situações irreais ou já superadas.

Como um hoax surge?

É possível identificar comportamentos e ações que acabam resultando no surgimento de um hoax, o que não quer dizer, necessariamente, que há como conhecer a origem de todo e qualquer boato que aparece na internet.

Um hoax pode surgir, por exemplo, quando uma pessoa tenta divulgar a sua crença. Na expectativa de se fazer acreditar, ela pode usar argumentos distorcidos ou fantasiosos ou mesmo se basear em afirmações que não foram inteiramente comprovadas.

Há também o hoax que surge por iniciativa de quem deseja explorar a “facilidade” que as pessoas tem de acreditar em tudo o que aparece na internet. Em situações deste tipo, o objetivo pode ser simplesmente o de fazer uma “brincadeira” ou estudar o comportamento humano nas redes sociais, por exemplo.

Mais grave é o hoax que surge como fruto de uma tentativa de prejudicar a imagem de uma pessoa ou de uma organização por motivo de vingança, retaliação, conflito de crenças ou posicionamento político.

Outras razões incluem aplicações de golpes, tentativas de causar desordem ou discussão e interpretação equivocada de fatos.

Finalizando: o que fazer para combater o hoax?

Neste ponto do texto, você já sabe que o hoax é bastante prejudicial, mas que só existe quando as pessoas acreditam nele. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com o problema é a boa e velha prevenção.

Neste sentido, ao perceber que um e-mail ou uma mensagem de rede social é um hoax, simplesmente ignore a notícia ou a elimine. Pode ser uma boa ideia alertar a pessoa que lhe enviou a mensagem, mas o faça de maneira gentil e discreta para evitar conflitos.

Para que você mesmo não acabe propagando um hoax sem querer, prefira compartilhar com seus amigos apenas links para notícias de sites reconhecidos, em vez de simplesmente publicar ou enviar o conteúdo na íntegra por e-mail.

Por fim, antes de apertar o botão de enviar ou compartilhar, se questione: será que aquela informação não irá causar transtornos a alguém? Por que tomar como verdade algo que eu vi apenas no e-mail ou no Facebook e não nos noticiários? Eu estou compartilhando este conteúdo por querer ajudar ou porque eu fiquei impressionado?

Lembre-se: o hoax é sempre apelativo. A mensagem usará argumentos ou imagens que tentam causar comoção, indignação ou qualquer sentimento capaz de te fazer agir por impulso. Assim, esqueça desculpas do tipo “na dúvida, é melhor compartilhar”.

No caso de empresas, é uma boa ideia colocar em prática iniciativas preventivas (como guias ou palestras) contra boatos e outros problemas de segurança on-line. No ambiente corporativo, um hoax pode causar desentendimentos entre funcionários ou mesmo chegar inadvertidamente a um cliente.

Como você deve ter percebido, a orientação é sempre o melhor remédio.

Veja outras orientações nestas dicas de segurança na internet.

Escrito por  – Publicado em 14_09_2012 – Atualizado em 14_09_2012

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– Ser resiliente na fé, ter concentração e descartar o celular!

O Papa Francisco é muito ativo nas Redes Sociais (ou melhor, a sua equipe, que atualiza seus perfis em várias línguas).

E no twitter, disse dias atrás sobre o medo e a desesperança da vida:

Aprenda com a maravilha, cultive o estupor. Viva, ame, creia. E, com a Graça de Deus, jamais desespere”.

Ótimo. Animador! O problema é que nos dispersamos com as coisas mundanas e o próprio cansaço do dia-a-dia nos torna inaptos aos momentos de fé, nos quais perdemos a concentração, que nos leva a esse medo e a essa desesperança citados acima. Aí leio que Francisco disse em entrevista à Emissora Católica TV2000:

“Às vezes, quando eu oro, também durmo pelo cansaço”.

Gostei de ouvir isso. Não somos “deuses”, imortais ou máquinas. Somos humanos, filhos do mesmo Pai, salvos pelo mesmo Filho e animados pelo mesmo Espírito Santo. Estarmos cansados, então, é natural a todas as pessoas. Nada de se punir!

O problema maior é: quando nos distraímos de propósito. Quer coisa mais inapropriada do que levar celular à Missa e ficar em Redes Sociais, navegando na Internet ou fazendo outras coisas? E Francisco falou sobre isso em Novembro:

Missa não é espetáculo para ficar tirando foto de celular”, é momento de encontro com Cristo.

Muito bom! Quanto menor a distração em casa, na Igreja ou em qualquer lugar, melhor a qualidade e a força da oração.

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– Ser fumante é sofrer até o último dia de vida, segundo o respeitado jornalista

José Paulo de Andrade, veterano e admirado profissional do Grupo Bandeirantes de Rádio e TV, tem saído várias vezes do ar por problemas de saúde. Vez ou outra é internado devido aos malefícios do cigarro – na qual ele já testemunhou em seus programas por diversas vezes o arrependimento quando fumou pela 1a vez.

Ontem, quarta-feira, “Zé Paulo” se manifestou pelo Twitter agradecendo as mensagens de apoio e acrescentou ao seu “obrigado” que:

Reitero minha pregação antitabagista: o fim do fumante é sofrer até o último dia. Dramático? Não, realista.

Pois é. Como vamos contestar o depoimento de um ex-fumante, que gosta de trabalhar mas não pode devido às complicações causadas pelo fumo?

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– O App do Google que bloqueia “Bom dias” do WhatsApp. O fim dos amigos-relógios?

Você tem muitos “amigos-relógios”? Na linguagem da Internet: aquele que faz questão de enviar protocolarmente uma mensagem de bom dia, boa tarde ou boa noite – todos os dias – pelo WhatsApp.

O duro é que o cara nem sabe que você existe, mas manda a mensagem em lote para diversos e repetidos grupos. E você recebe uma enxurrada de mensagens chatinhas.

Há o contrário também: aqueles que te mandam o “bom dia” e, como um ritual, esperam outra figurinha de volta com a resposta. Não importa se você está ocupado, não gosta, ou se é uma corrente. São os típicos sujeitos que se ofendem por não ter um retorno (como se isso fosse obrigação ou importante, já que é meramente uma rede social).

Contra tudo isso… viva o Google!

Extraído de: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/24/gracas-a-deus-app-do-google-deleta-mensagens-de-bom-dia-no-whatsapp.htm

GRAÇAS A DEUS! APP DO GOOGLE DELETA MENSAGENS DE BOM DIA NO WHATSAPP

Você já deve ter recebido uma mensagem (ou vinte, ou cem) no WhatsApp – especialmente, mas não unicamente, no seu grupo de família – com uma mensagem edificante ou imagem fofinha, com duas palavras principais: “Bom Dia!”

Para quem não aguenta mais isto, seja porque não tem mais espaço no celular ou simplesmente porque é chato demais, o Google criou uma solução: o aplicativo Files Go, que detecta e deleta automaticamente este tipo de mensagem, caso o usuário não tenha interesse em vê-las.

Mas o mais incrível desta história toda, contada pelo Wall Street Journal, é que o mecanismo foi criado por causa da popularização dos smartphones na Índia. Como os brasileiros, os indianos adoram mandar diariamente mensagens de “bom dia” pelo WhatsApp.

A questão é que o país tem 1,3 bilhão de habitantes e, de acordo com a Western Digital, todo dia um em cada três celulares lota por causa desse tipo de mensagem.

O Google usou a inteligência artificial no aplicativo, que serve para limpar arquivos de celulares Android, e ensinou-o a entender imagens de “bom dia”.

Sendo assim, obrigado à Índia por potencializar uma irritação tão típica do brasileiro moderno. Mas por enquanto, ainda não sabemos quando o recurso vai aparecer para os usuários brasileiros do Files Go.

Você pode baixar o Files Go pelo Google Play. Por enquanto, não há versão para iOS.

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– O Papa Francisco e as Fake News!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o Pontífice:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente.

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– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

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