– A dependência causada pelo Facebook: um vício a ser tratado.

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

What's up with the new Facebook app logo? | Creative Bloq

– A língua neutra e o exagero do argumento defendido

Ganhou muita repercussão nos últimos dias a questão da “linguagem neutra”, procurando modificar o “português sexista”. Seria um exagero do Politicamente Correto?

É sabido que não cabe mais nenhuma forma de discriminação sexual ou questão de gênero no mundo. A opção sexual é de questão particular de cada indivíduo, respeitando-se cada pessoa.

Porém, existem alguns defensores da causa LGTBQ+ que insistem na necessidade de criar vocábulos inclusivos na Língua Portuguesa, como o “x” ao final das palavras. Por exemplo: ao invés de dizer que “todos os homens e mulheres têm direitos iguais”, usar-se-ia o “todxs têm direitos iguais”. Antes, quando escrevíamos alguma coisa para chamar a atenção de gêneros masculino e feminino, citávamos “todos (as)”.

Agora, surgiu um vídeo (no link abaixo) criando praticamente outra língua: “ele” ou “ela” viram “ile”, igualmente “daquele” ou “daquela” viram “daquile” e outras tantas variações para indicar “neutralidade de gênero”.

Cá entre nós: quem inventou isso, não ajudou em nada a causa gay, mas fez com esse exagero que chacotas fossem criadas desnecessariamente.

Para um homem ou mulher hetero ou homo serem dignamente tratados, não é necessário mudar a língua falada com tantas invencionices. É só ter respeito.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=vcVX1EXNSwc

– Você é o que você posta nas suas redes sociais?

Você realmente escreve as coisas de maneira sincera, representando sua personalidade ou seu estado de espírito em postagens no Facebook, Twitter ou Instagram?

Uma reflexão em: https://www.youtube.com/watch?v=LoldZX7BJk0

– A capa da Piauí com um Posto Ipiranga “acabado”

Imagine o custo da Rede de Postos Ipiranga para manter sempre o conceito “clean” da sua imagem. E ao ver a capa da Revista Piauí deste mês, falando da “Indústria do Petróleo Pós-Pandemia”, com uma unidade da empresa “arrasada”, penso: duvido que a Ipiranga autorizou o uso da sua marca!

Não dá para falar que está descaracterizado, pois a manifestação de imagem é clara. Aí fico na dúvida: a sensibilidade do editor não lhe mostrou que poderia fazer a mesma matéria (que deve ser boa, o tema é pertinente, embora não tenha comprado a revista para ler) com um apelo de capa não manifestado tão claramente?

ACRÉSCIMO: a Ipiranga se pronunciou oficialmente:

A Ipiranga esclarece que não foi consultada para a publicação da imagem de sua marca, que estampa a capa da edição de setembro dessa revista de circulação nacional. Utilizando a imagem de um Posto Ipiranga, de forma indevida e não autorizada, e sem uma chamada acompanhando a ilustração, a publicação remete aos leitores somente a representação de uma de nossas unidades de forma depreciativa.

Somos uma empresa brasileira, que possui uma história de 80 anos de compromisso com o País, apartidária e que acredita no Brasil. Lamentamos que nossa marca tenha sido usada com um significado distorcido dos princípios que defendemos, agredindo gratuitamente milhares de colaboradores e parceiros de negócios, que ostentam a marca com orgulho e, os milhões de brasileiros que escolhem a qualidade de nossos produtos e serviços, diariamente.

Ressaltamos ainda que temos profundo respeito pela revista e pela imprensa em geral, principalmente, pelo trabalho feito em defesa dos valores fundamentais de liberdade de expressão e transparência em nossa sociedade. Por isso, esperamos que tal uso inadequado seja devidamente corrigido e esclarecido pelos editores.

– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

Imagem relacionada

 

– Saudade de um joguinho de futebol na cabine…

A linha do tempo do Facebook nos maltrata! Ô boa lembrança de quando a normalidade nos permitia transmissões de futebol in loco…

Voltarão em breve, se Deus quiser!

Aqui: o Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810 cobrindo Paulista de Jundiaí x São Bento de Sorocaba.

– As Redes Sociais e a Relação com o Trabalho e a Vida Pessoal

Cada vez mais somos o que escrevemos. Ou não?

Talvez! E não serei enfático na resposta por alguns motivos:

1. Se você entrar no Instagram de muitas pessoas, a vida é um mar de rosas! Só vemos postagens de momentos maravilhosos

2. Se você entrar no Twitter de outras, é um verdadeiro tribunal de causas diversas, onde se vê radicalismos que você não encontraria se fosse para ser dito, ao invés de redigido.

3. Já no Facebook, encontra-se uma diversidade impressionante: de piadas simplórias a reflexões fakes, passando por verdades e mentiras da sociedade.

Fica a questão: se um recrutador e possível empregador for te conhecer melhor pelo acesso às Redes Sociais que você tem (e isso é real, não se pesquisa apenas por LinkedIn), encontrará qual versão sua: a verdadeira ou a “disponível em alguns instantes”?

Vale dar uma refletida…

O importante é: as redes sociais são virtuais; o que vale é viver a vida real! Porém, a Web pode trazer complicações e falsificações de ideários pessoais da “vida vivida” de fato.

– E quando você tem um “dia de Bia”?

Há certas situações nas quais você deve tomar cuidado para não fazer bobagem.

Respirar fundo, contar até 3 ou simplesmente se desconectar para não magoar profundamente alguém num momento em que você está tomado pela forte emoção (especialmemte se ela for negativa), é importante. A ausência de um diálogo, vez ou outra, é melhor do que uma discussão aflorada pelo nervosismo.

Digo isso por este meme, abaixo, da “Bia”. Veja e responda: já teve vontade de imitá-la?

Aqui:

– Cuidado com a interpretação da informação.

Se eu disser: “Meu coração está palpitando e estou ofegante”, e tentar descobrir o que isso significa na Internet, talvez encontre coisas como:

Posso estar emocionado com uma notícia (boa ou ruim),

– Estou aflito com algo,

– Indicaria que estou infartando,

– Significa que terminei uma atividade física, que tenho saúde e que corri bastante,

– Ou outras coisas que nem imaginamos.

Tudo isso significa: a Web nos ajuda a encontrar muitas coisas e explica outras tantas, mas ela não é precisa quanto aos sentimentos que possuímos. Há de se ter discernimento para que uma busca não nos traga resultados que, ao invés de nos esclarecer, confunda-nos quanto ao que nós sentimos.

Pessoa com duvida Fotografias de Banco de Imagens, Imagens Livres ...

– A Segurança Digital é o grande desafio dos novos tempos?

Invasão de WhatsApp bem simplória, Inteligência Artificial dos celulares ouvindo nossas conversas ou Smart Tvs espionando nossa casa: acredita nessas coisas?

Pois bem: elas são reais e assustadoras!

Compartilho essa entrevista bem interessante sobre “Segurança Digital”, com Marcelo Lau (um dos especialistas mais respeitados do assunto). O tema tão sério é tratado com bastante humor com Danilo Gentili. Vale a pena assistir:

Em: https://youtu.be/BSqOX0LlzfY

– O profissional de jornalismo padece nos dias atuais!

Cada vez mais vejo amigos jornalistas em dificuldades para se realocarem no mercado de trabalho. Os jovens, sem experiência, aceitam quase tudo para conseguirem uma oportunidade. Os experientes, com muita bagagem, imploram para que surjam vagas.

E a culpa é de quem? Somente do mercado?

Consideremos: há muita gente boa procurando emprego. A diminuição brutal das equipes jornalísticas em rádios e jornais impressos, com redações menores e extremamente enxutas, somando-se ainda ao advento da Internet (onde os blogs não necessariamente são montados por jornalistas), pode explicar tal realidade. Mas outro dado importante: o sem-número de cursos de jornalismo, formando muita gente numa desproporcional quantidade de profissionais frente às vagas existentes.

Trocando em miúdos: a Web mudou o panorama neste meio de trabalho, os costumes são outros e não tem trabalho para todo mundo. Uma triste verdade…

Jornalismo. Entenda mais sobre esta profissão! - Brasil Escola

– Tergiversou ou não?

Na semana que passou, li em pelo menos 3 lugares o verbo tergiversar (todos relativos a entrevistas de pré-candidatos). Parece que alguém usou e caiu no gosto de alguns. Mas o que é isso?

TERGIVERSAR é verbo intransitivo, e significa: dar as costas, usar de subterfúgios”.

Em outras palavras, quem tergiversa está desviando o foco, mudando de assunto, ou simplesmente, enrolando para não se comprometer!

Ouvi falar que a prática de tergiversação é comum entre vários políticos. Será? Pelo menos, nos que votei, não. Mas que a maioria “sim”, não há dúvida!

Tergiversar - You Dicionário - Dicionário da Língua Portuguesa ...