– O Banimento dos Celulares das Salas de Aula

Leio que a França quer banir telefones celulares nas escolas do país, a fim de não atrapalhar o aprendizado dos estudantes (com a distração comum proporcionada) e tampouco tirar a concentração dos professores durante as aulas.

Eu acho ótimo! O problema é: como fiscalizar? Infelizmente, por mais que se peça, é difícil fazer com que todos os alunos desliguem os aparelhos ou que tenham absoluta atenção nas aulas, sem dar uma olhadela sequer no WhatsApp!

E se fosse aqui no Brasil?

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– Quando postamos coisas na Internet, elas são, de verdade, úteis para algo?

Achei sensacional o que a editora da revista inglesa Hello!, Emily Nash, publicou sobre a “qualidade e os motivos” das coisas que são publicadas nas redes sociais. 

O comentário da publisher surgiu quando ela ficou inconformada com o “bate-boca virtual” entre as admiradoras das esposas dos príncipes Willian e Harry, respectivamente as princesas Kate Middleton e Meghan Markle, vítimas de fãs que as querem rivais a todo custo.

Disse Emily:

“Não é admissível pôr uma contra a outra, postar comentários abusivos, ameaçadores, racistas e sexistas, e atacar aqueles que discordam. Antes de digitar, pare para pensar: isso é útil?”

E tudo isso, trazido para a nossa realidade longe da realeza britânica, não é proveitoso? Pense: nossas postagens são úteis, agregadoras, valem a pena ou… são simplesmente uma grande perda de tempo?

Antes de digitar, reforçando o que Emily Nash escreveu, pense: isso é necessário? Ou inteligente?

Pense nessa situação!

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– A Chatice dos Idiotas nas Redes Sociais

O mundo virtual está virando terra de ninguém. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos (que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).

Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”. Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficam ávidos de que você retribua uma curtição. É mole?

E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta. Ué? Mas por que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores? Não tenho interesse nisso.

Twitter? Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender. Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.

O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!

Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…

Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.

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– O VAR está maltratando os grandes narradores de rádio!

Amo ouvir futebol pelo Rádio AM. Sou aquele que fica “zapeando” as emissoras da minha preferência durante um jogo. E escutando Brasil x Honduras por um Smartphone (meu rádio estava sofrendo interferências de um “linhão de torre de energia elétrica”), me deparei com algo engraçado:

No primeiro gol do Brasil (Gabriel Jesus), estando conectado na Bandeirantes, José Silvério gritou gol e no meio do grito foi “murchando”. Até que perguntou ao Cláudio Zaidan se realmente estava anulado o gol. Ali, o “Pai do Gol” não se atentou que todo gol marcado carece de consulta da sua legalidade ao VAR. Mas a demora gerou tal dúvida.

Mudei para a Jovem Pan. Lá, Nilson César conversava com Flávio Prado que a olho nu, sem precisar de qualquer equipamento eletrônico, era claro que o gol foi legal e não estava impedido (existiu tal dúvida pelo árbitro de vídeo). Após os minutos de demora, confirmando-se o gol, Nilson “re-narrou” o lance.

O que fazer? Criou-se um efeito colateral com o VAR: o grito de gol e também o grito de confirmação de gol!

Coitados dos grandes narradores… estão sofrendo com tal situação surgida.

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– A Globo acerta ou erra em afastar Mauro Naves?

Mauro Naves foi afastado da Globo por envolvimento no caso Neymar. A emissora não gostou. Mas teria razão?

Entendendo: o então advogado do caso “Neymar e o suposto estupro”, Dr José Edgar Cunha Bueno, relatou que conseguiu entrar em contato com o pai do atleta graças ao telefone fornecido pelo jornalista Mauro Naves, da TV Globo. Neymar “Pai” disse que o próprio Mauro perguntou se poderia fornecer o número, e após autorização, o fez.

O advogado solicitar ao repórter, ele fornecer após pedir autorização ao pai; e tudo sem nenhum desvio: qual o pecado de Mauro Naves?

É lógico que provavelmente, por esse favor, conseguiria mais entrevistas exclusivas, por exemplo. Mas ainda assim: cadê o erro? Isso tira a isenção do jornalista?

Troca de contatos são comuns em todo o meio. Entendo que a Globo, que é “espancada diariamente” no cenário político e nas redes sociais (às vezes com e às vezes sem razão) toma seus cuidados éticos. Mas aqui não há excesso de zelo?

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– Você acredita em “Frases de Efeito dos Artistas” publicadas no Facebook?

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?

Mas será que eles realmente disseram o que você lê?

Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai!

Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

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– O mundo antissocial das redes sociais é, da forma que é, por conta do cérebro não conseguir entender a relação e não ser algo natural. Além, claro, dos algoritmos…

Leio na edição 1046 da Revista Época, uma entrevista muito bacana, com Janaína Brizante (ela é uma neurocientista da USP e da Duke University). A doutora, dias atrás, falou sobre como nosso cérebro está despreparado para lidar com as redes sociais!

A especialista critica o fato de pais permitirem crianças usarem o WhatsApp, alegando que estranhos podem entrar na vida do menor sem o conhecimento deles (pelo uso das funções que permitem apagar as conversas e pais não saberem do ocorrido). Fala ainda sobre como os adultos perdem tempo no mundo virtual fuçando a vida dos outros ou discutindo coisas com vários usuários, sem se preocupar com conversar fisicamente, que gasta muito menos tempo para as mesmas discussões.

O exemplo mais citado da dificuldade nas relações físicas e virtuais é que estamos nos dedicando ao contato virtual com tamanho “empenho”, que as pessoas já não conseguem enxergar o quanto sacrificam a falta de contato físico real. O usuário de Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp, que fica preso a esse mundo e seus amigos da Web, é a personificação do indivíduo anti-social real por conta das redes sociais virtuais!

Enfim: o natural é interagir, agarrar, tocar, abraçar, ver, sentir. Pela Web, não dá.

Mas há outro fator a abordar, que a Dra Janaína não foi questionada mas se observa no dia-a-dia: a questão dos algoritmos do Facebook, onde a Rede Social impõe o que mais visitamos, sem ordem cronológica sequencial e com todas as postagens de usuários à vista. Uma pessoal fanática de alguma crença, tende a ver preferencialmente aquilo que ela crê e repulsas ao que não crê. Em outras searas, idem, tornando a pessoa radical!

Não é mais fácil ajudar o mundo a ser mais tolerante acabando com esses algoritmos e permitindo todas as opiniões? De radicalismo virtual o mundo já está cheio e o cérebro sensato não suporta (e nem consegue), como lembrado acima.

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– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

– A invenção do ALÔ!

Puxa, não sei onde li ou escutei, só sei que: logo após o telefone ser inventado por Graham Bell,  criou-se uma regra de, ao atendê-lo, para a pessoa saber que você estava na linha, dizer: “você está aí” ou “tem alguém do outro lado”?

E sabe como surgiu o alô?

Com o pai da lâmpada elétrica, Thomas Edson! Ele se habitou a dizer Hello, e a moda pegou. O “Hello” virou “Alô” e até hoje é usado.

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– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Lembram do “rolo” do desfile da Gaviões da Fiel neste ano? Por quê sou obrigado a gostar? Mas, mesmo achando ruim, devo respeitar. Quem gostou aplauda, quem não gostou, vaie. Só não me obrigue a fazê-lo contra minha vontade.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

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– Barrigada da Veja; Acerto da Jovem Pan

Impressionante a confusão envolvendo a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves!

A Revista Veja, em seu site, publicou na manhã desta 6a feira que ela havia pedido demissão do cargo por problemas de saúde e ameaças contra a vida. Alegou ainda, que por motivação da Segurança Institucional, estava morando em lugar não revelado em Brasília e que estava cansada.

Só que… 

Poucos minutos depois, a Rádio Jovem Pan entrevistou ao vivo a ministra que negou tudo! Disse que apenas falou ao repórter que estava em vias de se aposentar quando aceitou o cargo e que o cargo era cansativo; confirmou que recebia ameaças de morte por mexer com assuntos de crime organizado, como o combate às drogas e pedofilia, mas que em momento algum sequer mencionou que deixaria o cargo, que fica até o último dia do mandato do presidente Jair Bolsonaro e que sai somente se for demitida.

E aí, José?

Será que ela pediu demissão mesmo, mas em pouquíssimo tempo foi demovida da ideia, ou foi uma tremenda “furada” da Veja, que na ânsia de dar um “furo”, vacilou?

Parabéns à Rádio Jovem Pan que oportunamente entrevistou a ministra, que surpreendeu os jornalistas que estavam ao vivo ao desmentir a informação da Revista.

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– O certo e o errado na Internet

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos, sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos, como Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

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– As explicações sobre a confusão dos impostos do ISS e Eleições do SAFESP, explicadas por quem trabalhou na casa.

É uma pena desperdiçar tanto tempo que poderia ser dirigido à rica discussão do crescimento da arbitragem brasileira, conhecimento de regras, debates sobre o melhor funcionamento do VAR, profissionalização real da categoria com registro em carteira, análises de jogos e outras coisas importantes, com tal temática abaixo. Mas, enfim, vamos lá…

Vejo no site “Apitonacional”, de Marcelo Marçal, um link para seu blog pessoal onde ele explica com riqueza de detalhes a questão dos quase R$ 400.000,00 cobrados de ISS pelo Fisco Municipal da Capital contra o Sindicato dos Árbitros. Abordei tal assunto em meu blog de maneira respeitosa e isenta (está em: https://wp.me/p4RTuC-n5A), levantando a necessidade de explicações mais concisas – já que a livre expressão democrática no pleito em curso e boas relações sociais assim o pedem.

Nenhum dos lados que disputam as Eleições aproveitou o espaço e se manifestou abertamente. Entretanto, no site citado acima, Marçal explicou as origens das contas e tudo o que envolveu o assunto. Talvez por ter trabalhado no SAFESP, possa ter tido o acesso aos dados tão polêmicos; não sei se foi isso que aconteceu, mas ele mostrou algumas coisas que poucos sabiam. E vejam só, dentre essas mostras, tem até “rolo de cadastro de contribuinte de bordel envolvido”! É difícil entender como se criou essa “bola de neve” que foi sendo aumentada na surdina, embora o relator Marçal tenha tido a boa vontade de, com tantos números, links e informações, criar um roteiro explicativo (às vezes confuso, pela natureza de ser tal conta) e ao mesmo tempo cheio de nuances (detalhes profundos do assunto).

Ao ler, fica lógico que as explicações não evitarão que o assunto se estenda ainda mais, colocando tal tema nas Eleições do Sindicato dos Árbitros (suspensas pela Justiça), além de fomentar a discussão jurídica do pagamento ou não dos impostos. O mais curioso: isso existia, segundo Marçal, há mais de 3 anos, sem ninguém expor aos associados. Ao menos para dizer: “estamos sendo cobrados ilegalmente”.

Enfim, todos são honestos até que se prove o contrário, e a categoria dos árbitros de futebol torce para que tudo isso, de fato, seja um mal entendido da Prefeitura; afinal, será um valor muito alto a ser pago caso tenha sido algum equívoco do SAFESP.

Gostaria de abordar um assunto relatado na explicação de Marcelo Marçal, logo na introdução da explicação dele, onde ele cita dois blogs desqualificando os autores sem citar nominalmente: diz que “um surtou após ficar recluso” (e hoje, ao acessar o blog do jornalista Paulo Cezar de Andrade Prado, o “Blog do Paulinho”, se entende que é evidente que ele se refere ao mesmo) e que “pegou carona em outro que tem rancor e só sabe jogar pedra em vidraça por incapacidade na carreira” (na mesma postagem do Paulinho, faz referência à minha pessoa, Rafael Porcari).

Ora, somos adultos, ninguém é tão ingênuo e trouxa de não ter essa compreensão do texto. Que feio, Marçal!… Não vai dar uma de bobão e escrever uma postagem sequencial dizendo que “não escrevi que foram vocês, mas se a carapuça serviu, não é culpa minha”, ok?

Entendo que por ter trabalhado há tanto tempo para o SAFESP e seu presidente, saído da entidade, voltado, brigado e por aí vai – mas feito seu dever profissional, possa ter alguma relação mais sentimental com a casa que foi onde manteve vínculo empregatício. Mas nunca desqualifique outras pessoas para tentar promover a si mesmo ou defender alguém. Respeitar os outros é importante!

Sobre o Paulinho: ele foi preso duas vezes (tenho lido e estudado sobre isso), por críticas verdadeiras a pessoas poderosas que ele incomodou, onde feriram o sagrado direito de liberdade de expressão jornalística. Não roubou, não matou, não cometeu crime hediondo, não teve falso testemunho. Mas quem sou eu para ser advogado dele? As pessoas com que ele convive no dia-a-dia são prova do caráter limpo e desejo de Justiça (com J maiúsculo de verdade) que o jornalista possui.

Quanto as críticas a mim: “rancor”? Que falta de amor e respeito social creditar isso a minha pessoa… mostra que você está se doendo por alguém, só pode ser isso, pois se eu te magoei por algo injusto que cometi contra você, Marçal, peço desculpas por ignorar tal fato. Mas se você se refere a críticas (as positivas são esquecidas, mas as negativas – que são feitas de maneira respeitosas, são lembradas), é outra história. Rancor de quem? De seus amigos? Ué, não bajulo, babo-ovo, pago-pau ou sou puxa-saco de ninguém só porque está no poder e poderia me agradar; tampouco escrevo algo com interesse de promover fulano ou beltrano, muito menos crio matérias pagas para a alavancagem de alguém (DE ANTEMÃO, para que não paire dúvidas: não estou dizendo que você faz isso tudo o que citei, estou dizendo O QUE EU NÃO FAÇO). Eu apenas escrevo minhas humildes opiniões, de maneira educada, embora, sejamos honestos: quem é criticado, nunca gosta. Mas algo me perturba: “incapacidade do quê?” De estar entre os poderosos do apito? De estar em alta no submundo da arbitragem? Então seu entendimento é equivocado… “Passarinho, de tanto dormir com morcego, um dia cairá no risco de dormir de ponta cabeça. E mesmo que não durma, dirão que dormiu pela amizade com o morcego”. De tal forma, graças ao bom e querido Deus, os amigos que possuo e as pessoas do meu relacionamento são reconhecidamente honestas e corretas. E amigos são poucos, conhecidos são muitos, em especial nesse atual estágio de mundo virtual tão libertino e amplo.

A propósito, faço de conta que tal infelicidade cometida (a de dar uma de espertalhão denegrindo a imagem gratuitamente de quem nada lhe fez – e fica o novo convite de explicar o que te magoa pessoalmente, publicamente, já que sua postagem foi pública) não ocorreu e te perdoo. Guardar ressentimento destrói o homem, e entendo suas atuais angústias. Imagino como devem estar sendo turbulentos os dias atuais, você que respira, vive e trabalha com os bastidores da arbitragem sindical (cobrindo não só o SAFESP, mas o Brasil, como dá o título do próprio site que possui: ApitoNacional), com tantos assuntos que norteiam o tema. NUMA BOA: fique em paz, seu ataque movido a alguma paixão é algo emocional e deve ser perdoado. E te convido à atenta leitura (não só sua, mas a de quem gosta de SENSATEZ) sobre publicações extremistas no mundo virtual atualmente – como isso acaba com o cenário político do nosso país, além de observações reflexivas). Talvez ajude a entender a necessidade de não ter amarras com o sentimentalismo de uma categoria ou pessoa, separando a afinidade do bom senso. O texto, que aborda o cuidado para a intoxicação de leitores com Fake News da Extrema Direita e Extrema Esquerda, escrito outrora por mim (e que não tem nada a ver com a questão da arbitragem, mas do cenário político), pode ser lido aqui: https://wp.me/p4RTuC-n6j.

Abaixo reproduzo as postagens citadas nessa longa postagem:


SAFESP E O ISS

Extraído do Blog do Marçal (08h22, 16/04/19), em: http://marcalneles.blogspot.com/2019/04/safesp-e-o-iss-muitose-tem-falado-sobre.html

Muito se tem falado sobre a demanda judicial envolvendo o Safesp – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – e a Prefeitura do Município de São Paulo por conta de tributos (ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) não pagos. E a maioria fala sem saber bulhufas do que estão falando.

Teve um Blog – que até um passado próximo tinha muita credibilidade e isenção, mas que seu autor surtou após longos dias reclusos -, que pegando carona em outro que, por rancor, só sabe jogar pedra em vidraça alheia para cobrir sua incapacidade quando na ativa, afirmou que os valores foram descontados das taxas dos árbitros e não repassados a prefeitura. Uma total desinformação para não dizer maldade pura para tumultuar o processo eleitoral sendo que a briga jurídica existe a pelo menos três anos e só agora, no período eleitoral, tornou se publico e principal assunto de alguns lideres de redes sociais.

Primeiramente esclareço que os valores do ISS dos árbitros de futebol nas competições da Federação Paulista de Futebol (FPF) são repassados à Prefeitura diretamente pela FPF e constam dos borderôs, sem passar pelo Safesp. Portanto os valores da demanda entre sindicato e poder publico não tem nada a ver com os árbitros como alguns desinformados propagam em canais de comunicação e nas redes sociais.

Prefeitura e do Safesp trocam processos na justiça

A demanda judicial realmente existe (acima) e os valores se aproximam dos 400 mil reais. De um lado a Prefeitura entende que o sindicato deve e o sindicato por sua vez se defende tentando provar que pelos requisitos constitucionais, como entidade sindical é imunes ao ISS conforme artigo 150 da constituição Federal de 1988 que diz:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

VI –  instituir impostos sobre:

c)  patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

Portanto o Safesp é beneficiado pela lei e o poder público não pode instituir impostos sobre a entidade dos árbitros.

Imunidade renovada

Na verdade existem seis processos: três do Safesp contra a PMSP e três da PMSP contra o Safesp. Todos eles relacionados ao mesmo tema e todos eles decorrentes da isenção prevista no artigo 150 da CF. O que a PMSP está cobrando do Safesp é ISS de 2012 e 2013 e por sua vez o Safesp tenta provar que é isento a esses tributos que a prefeitura esta cobrando por não reconhecer a declaração de isenção da entidade.

No município de São Paulo, para obter essa isenção é necessário que a entidade acesse o site do Sistema de Declaração de Imunidade (SDI) e preencha cadastro que deve ser renovado anualmente. Esta regulamentação municipal foi instituída à época para readequação do sistema de notas fiscais eletrônicas que obrigou às entidades privadas sem fins lucrativos a efetuarem um cadastro junto à prefeitura para gozarem do beneficio instituído pela Constituição Federal como descrito acima.

O problema acontece desde que, por um erro, a Sub Prefeitura da Lapa atribuiu dois CCM´s (Cadastro de Contribuinte Mobiliário) ao Safesp, sendo que o original (CCM: 8.675.701-6) esta em uso normalmente e o outro (3 .456.652-3), cancelado em abril de 2012, pertencia a uma casa noturna, que alguns diziam ser uma boate de garotas de programas.

Prefeitura nega imunidade ao Safesp por duplicidade de CCMs

Esse conflito de contribuintes mobiliário foi o motivo pelo qual a PMSP negou à época a imunidade ao CNPJ da entidade. Inclusive o erro foi reconhecido, foi corrigido o que prova que o sindicato goza da imunidade uma vez que a própria prefeitura concedeu a imunidade em todos os anos seguidos, inclusive 2019, o que torna uma cobrança indevida.

As informações aqui postadas são publicas e podem ser consultadas utilizando-se apenas o CNPJ do Safesp (CNPJ:51.736.908/0001-07) nos respectivos portais.

Espero ter dado minha contribuição para esclarecer esse assunto que esta sendo usado, indevidamente, na politica da entidade na tentativa manipular os associados na busca pelo voto.

Antes que alguém me acuse de defender um dos lados, informo que acompanho essa briga jurídica desde seu inicio e acho injusto ser usado apenas para tumultuar o processo. Também esclareço que não defendo e não apoio nenhuma das chapas, pois desde a época de árbitro, sou contrario que pessoas dependentes do sistema, como a maioria dos integrantes das duas chapas são, dirija a entidade.


JOGO SUJO NAS ELEIÇÕES DO SAFESP

Extraído do Blog do Paulinho (08h24, 16/04/19) em: https://blogdopaulinho.com.br/2019/04/16/jogo-sujo-nas-eleicoes-do-safesp/

Em meio à guerra de lama inserida nas eleições do SAFESP (Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado de São Paulo), novo capítulo, dos mais imundos, foi protagonizado ontem, pelos de sempre.

Vamos contextualizar.

Semana passada, o ex-árbitro Rafael Porcari, em seu blog, revelou dívida fiscal milionária do Sindicato, já em fase de execução pela Justiça; na sequência, o Blog do Paulinho confirmou a pendência.

Estimulado, talvez, pelos que protagonizaram o calote, o blog doutro ex-árbitro, Marcelo Marçal, publicou detalhada defesa do Sindicato, sem deixar claro que a Justiça, em casos semelhantes, tem refutado toda a argumentação apresentada.

Em recente mensagem enviada ao Blog do Paulinho, o “colunista” admitiu receber “ajuda de custo” não apenas do SAFESP, mas também doutros órgãos da arbitragem, para “cobertura” de eventos destes (sempre cercados de “elogios”), dizendo “não ver problema” em fazê-lo, apesar da evidente imoralidade (há quem garanta que o sustento ultrapassa os limites do custeio de despesas).

“Tenho sim ajuda de custo com passagens aéreas e estadias nos locais que visito, que, na minha visão é justíssimo por ser o único que faz isso no país, pois além de mim aponte alguém que fala da arbitragem, que divulga a arbitragem diariamente”

Voltando à defesa do SAFESP, Marçal sequer entendeu o que tentou explicar, até porque o texto não foi escrito por ele, mas por outro ex-árbitro, que tentou, sem sucesso, emplacar o mesmo material (idêntico) no Blog do Paulinho.

Por fim, para ampliar o “Jogo Sujo”, a mesma argumentação, citando a postagem do “ajuda de custo” como “fonte”, surgiu nas imundas páginas do site “Futebol Interior”, portal conhecido por achacar gente do futebol e também cobrar para publicar “matérias”, que já teve Sérgio Corrêa da Silva, chefão da arbitragem nacional, um dos “colaboradores” do ex-árbitro que se vende como jornalista, na condição de colunista.

Seguindo a tradição, alguém deve ter pagado… resta saber quem.


Resultado de imagem para o pensador

O PENSADOR – foto do Museu Rodin, propícia para essa reflexão.

– Informação, Desinformação ou Intoxicação?

Existem certas leituras que não valem a pena perder tempo. Neste mundo de Fake News e de confusão com “liberdade de expressão e libertinagem”, se vê de tudo – e que podem fazer mal às pessoas, prejudicando sua sanidade mental / comportamental.

  1. Há aqueles que querem falar algo nas entrelinhas e nada dizem.
  2. Outros que se passam por jornalistas sem nunca ter entendido “ética jornalística”.
  3. Também existem os que escrevem em sites como se fossem blogs (e vice-versa), não entendo o que é um e o que é outro.
  4. Por fim, há aqueles “informes de outrem“, interessados em algum benefício próprio e que, “a lá” o modismo de hoje e o nefasto dinheiro que pode lhe interessar (dependendo a qual “santo se reza”, pois se vende para tantos), age com boçalidade nas palavras escritas, faladas ou digitadas, desqualificando outras pessoas apenas para querer reforçar sua matéria paga ou favor trocado. Falam, mas dizem o que os “chefes” querem dizer.

Resumidamente: neste mundo tão odioso, é triste ver tal situação. Me refiro claramente nessas considerações acima aos sites ligados à Extrema Esquerda e Extrema Direita do país, que tanto criam factoides para atacar pessoas de bem, de pensamento contrário e até mesmo na neutralidade. E isso se vê diariamente no Facebook, no WhatsApp e em outras redes sociais. 

Isso precisa mudar urgentemente, pois em muitos momentos a pessoa mais humilde vai crer em uma fantasia criada ou em uma desculpa esfarrapada somente pelo fato de que “está na internet“, sem saber a credibilidade real, o passado e o presente de quem postou. 

É por isso que o Brasil rachou, discutindo se “é Bolsonaro ou Lula”, tirando o espaço das pessoas sensatas e de muitos intelectuais verdadeiros, exaltando apenas os Olavos e as Chauís.

Objetivamente: tal fato intoxica, contamina e deturpa não só a Política, mas a sociedade em geral – na cultura, no esporte, nos relacionamentos… Afinal, quem procede assim (como bajulador, interesseiro, puxa-saco ou militante inescrupuloso) só pode querer ganhar cargos, dinheiro ou benesses. Sem respeito, “faz o serviço” (publica coisas com vieses) para quem está pagando mais. Ou os “blogueiros” de Dilma, Bolsonaro, ou tantos outros não conseguiram uma “boquinha” quando estiveram juntos com aqueles aos quais “babavam ovo”?

Que sejamos agentes de modificação de tudo isso! Afinal, não se faz nova política com velhos nomes – de Direita ou de Esquerda.

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– E não é que existe mesmo Shadowban?

Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.

Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,

Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/

O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)

Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.

O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.

Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!

O que é o shadowban no Instagram?

O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.

Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.

Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.

Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.

Como saber se seu perfil realmente foi atingido?

Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:

1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;

2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;

3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.

Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!

Como evitar?

Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.

1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;

Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?

2. Hashtags “quebradas”

Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.

3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses

Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.

4. Atividades muito intensas

Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.

O que o Instagram fala sobre o shadowban?

Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.

Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.

Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?

A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:

1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram

Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.

2. Revise suas hashtags

Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.

3. Repense o uso de automação

Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.

4. Diminua a frequência das suas publicações

O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.

5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal

Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.

6. Engaje organicamente com o seu público

Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.

Conclusão

Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.

Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.

O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?

Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.

Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

 

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