– Em um único dia, as Redes Sociais já foram dominadas pelos inúmeros candidatos.

As eleições municipais prometem ser disputadas a tapa. Não pelo “desejo de mudar a cidade” (existente no propósito de poucos), mas pelo que muitos querem “de fato”: arranjar emprego!

Com um dia de campanha, o que eu recebi via Redes Sociais e nas áreas privadas delas de “santinhos eletrônicos”, é um absurdo!

Candidatos de todas as ideologias e de todos os sorrisos, boa parte sem propostas e de maquiagem facilmente observável (o cara é antipático, egoísta ou brucutu, mas na imagem, sorri que é uma beleza): são esses alguns exemplos, além de outros de municípios diversos (eu só tenho um domicílio eleitoral, poxa).

Uma coisa é certa: vai ser cansativa a propaganda eleitoral na Web… meu voto já está decidido, respeito as opiniões em contrário e boa sorte a todos. Tenho uma “meia dúzia de amigos” que estão no pleito; se eu pudesse dividir o título de eleitor, ótimo. Mas não é assim que funciona. E fica o lembrete: vote consciente, priorize quem trabalhou nesse período / ou demonstra que fará quando entrar e se fez presente na comunidade.

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– Não vote em candidato que não seja da sua região e se faça presente!

Chegou a hora de quem nunca veio ao bairro nos últimos 4 anos, aparecer na comunidade para pedir voto (ou inventar nas Redes Sociais que é “amigão de todos”).

Não vote em forasteiro. Escolha quem vive o dia-a-dia da sua região.

Dissertando em: https://www.youtube.com/watch?v=9E6cI7kyy1c

– Uma sociedade que impede a declaração do voto! E as Rede Antissociais?

Fico assustado com tamanha intolerância política em nosso país. Quem pensa em votar diferente do outro, para esse, se torna simplesmente inimigo? Parece que sim.

Mas como isso aconteceu?

Claro, será a velha explicação do já batido discurso de “nós” contra “eles”, num sentido bem vago de quem é quem.

O que vale observar é o hoje – ou seja, a democracia atual. A dualidade de pensamento vem do fanatismo de alguns grupos, o que é péssimo para todos.

Repararam que muitas empresas sabiamente fazem questão de não se pronunciarem quanto ao apoio ao candidato A ou pelo candidato B? Com a neutralidade, não causam irritação de seus consumidores mais exacerbados. Entretanto, isso não impede que seus funcionários se pronunciem (mas não em nome da organização) fora do ambiente de trabalho.

Celebridades, em especial, precisam tomar cuidado. Um artista de novela (como outrora Antonio Fagundes), um jogador de futebol (como Felipe Melo) ou até mesmo um religioso (como Silas Malafaia) sabem que representam multidões e tem seus admiradores / seguidores. Devem tomar cuidado para não misturarem o personagem / pessoa pública com a instituição – e nos casos citados: Globo, Palmeiras e Assembleia de Deus, respectivamente.

Eu não ouso mais declarar meu voto! Até porque está difícil encontrar o candidato ideal. Viram os extremos? De Bolsonaro a Boulos, de PSDB a PT, da Direita até a Esquerda, todo radical está muito chato e destruindo as Redes Sociais, que viraram campos de batalha – verdadeiros lugares antissociais, com fake news para todos os gostos.

Na minha casa e entre meus amigos, ninguém perdeu amizade ou brigou por Política. Não vale a pena e não temos “candidato de estimação”. Acho até mesmo patético essas pessoas se auto-destruindo por picaretas que já cansaram de roubar dinheiro público e ludibriar o eleitor. Entretanto, o fanatismo faz com que o lado errado seja sempre o outro, cegando o fanático eleitor.

Aliás, qual partido tem ideologia? Bolsonaro é do PSL (ele é realmente liberal?). PT tem nomes como Genoíno, José Dirceu e Gleise (alguém deles já trabalhou de verdade?). Alckmin, FHC, Serra e Aécio são do PSDB (social / socialista é nomenclatura de partido esquerdista!). E por aí vai…

Lamento que ainda tenhamos espaços para Jucás, Renans, Collors, Mourões e Lulas em nosso país. Mas não é por isso que devo desrespeitar quem vota neles.

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– A época mais difícil do ano nas Redes Sociais: a das campanhas políticas!

A quantidade incrível de pré-candidatos a vereador que não tem conhece, nunca te viu mas se faz “amigo nas Redes Sociais”, beira a loucura. Mas eles surgem na sua timeline e você não consegue saber como você o aprovou em seu rol de amigos virtuais.

Já tenho definido meu candidato, mas me surpreendo com a quantidade de amigos reais, conhecidos e amigos da Internet engajados neste pleito de 2020. O que aconteceu para surgir tanta gente candidata?

Aliás, há gente de outra categoria: aquele que nunca esteve em seu bairro, mas posta coisas “bonitas e envolventes” sobre ele nas comunidades eletrônicas. E outro tipo mais velhaco ainda: não tem cargo nenhum, nunca se esforçou para nada, mas vai à obra de inauguração para tirar foto como se estivesse envolvido com o empreendimento.

E os puxa-sacos de plantão? Aqueles que passam o dia louvando ou criticando o prefeito, para ganhar a simpatia dos eleitores dele ou da sua oposição?

Nesta época do ano, sinceramente, não compensa perder tempo em Rede Social discutindo com “aspone”, cabo eleitoral, fanático apaixonado ou “Guardiões a la Crivella”.

Pessoa honesta não vive de campanha ou puxa-saquismo: se vereador à reeleição, trabalha e visita por 4 anos as suas bases; se candidato à 1a eleição, sempre está engajado na comunidade com o propósito de ajudar. O resto vira oportunista!

2020 é ano de eleição; quem vai ser candidatar para os cargos de vereador e  prefeito

– A tabela do TSE da divisão do Fundo Partidário 2020

Caramba! Mais de 2 bilhões de reais destinados aos partidos políticos, sendo que o PT (R$ 201 milhões) e PSL (R$ 199 milhões) são os que mais receberão!

As explicações do TSE estão em: http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2020/Junho/divulgada-nova-tabela-com-a-divisao-dos-recursos-do-fundo-eleitoral-para-2020

A tabela com todos os 33 partidos, abaixo:

FEFC - 2020

– Os Pré-Candidatos em Campanha!

Não dá para negar: a campanha política para os candidatos a vereador e prefeito está nas ruas. Ou alguém convence que as postagens nas redes sociais e visitas às comunidades de TODOS eles não é campanha? Pior é gente que nunca veio ao bairro e se lança como “pré-candidato por ele”.

Usar o nome de “Pré-Candidato” com tais ações é declarar que se está em “Pré-Campanha”. E não dá na mesma?

E vai fazer o quê… Se o TSE punir um, terá que punir todos. Aguentemos o blábláblá de sempre.

Em tempo: vote em quem você conhece, que trabalhou para o seu bairro e vive a realidade da sua comunidade. Há bons políticos sim para a reeleição.

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– Fraude ou não, há de se esclarecer para o bem de todos!

O presidente Jair Bolsonaro falou que, apesar de ter vencido as últimas eleições, houve fraude eleitoral.

Ele estava nos EUA. Recebeu alguma informação importante por lá para dizer isso? Tem provas?

Esclarecer é muito importante. Se realmente existiu fraude, seria, então, o maior escândalo da história da Justiça Eleitoral do Brasil. Se nada existiu, seria um dos nossos grandes “micos já pagos” por um chefe de nação.

Insisto: há de se esclarecer pois a acusação é grave, afinal, veio do Presidente da República.

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– Enéas no Roda Viva!

Uma pérola da televisão brasileira: o Dr Enéas Carneiro (ele mesmo, do bordão “meu nome é Enééééaaaas”) sendo revivido pela TV Cultura no YouTube, no “Roda Viva Retrô”.

Sensacional! De 1994 (ele era candidato a Presidente do Brasil), logo após a URV ser implementada e virando Real, falando de vários assuntos dos dias passados e que são atuais. Comparou os dois candidatos à época, FHC e Lula, e sugeriu um concurso de inteligência para escolher o mais preparado Presidente da República, ao invés de Eleições.

Impressiona, chega a ser folclórico em alguns momentos mas é importante para se entender aquele momento histórico do país.

Em: https://youtu.be/l3EU9bsFkAE

– Ano Eleitoral de novo… a Chatice dos Candidatos!

O ano que chega será marcado pelas Eleições Municipais. Já repararam quanta gente que é pré-candidata a vereança e que, como ainda não pode fazer campanha oficialmente, coloca faixas e outdoors disfarçadamente com desejos de “Boas Festas”?

Infelizmente, vale tudo. É hora de sorrisos fingidos e tapinhas nas costas. De promessas vazias e mentiras deslavadas. De saber que não vai se cumprir e de engambelar o eleitor.

É essa a dura realidade. Sejamos sinceros: muitos se candidatarão para arranjar emprego, não para servir o povo. Devem ser poucos os que realmente entrarão no pleito sem o desejo de enriquecimento mas única e exclusivamente de fazer um mundo melhor.

Tenho inúmeros amigos e conhecidos que serão candidatos. Alguns eu sei que procuram benesses próprias; outros, sei que têm boa vontade.

Em quem votarei? Será por eliminação:

– Tem desejo real de ajudar o próximo?

– Reconhecidamente é honesto?

– É do bairro que vivo?

– Tem condições de ajudar de verdade?

Se tiver essas quatro características, poderá ter meu voto, independente do partido. Mas cá entre nós: aguentar o “papinho e a lenga-lenga” dos candidatos “profissionais” é um saco, hein?

Espero que os bons vereadores se reelejam e que os picaretas dêem lugar a novos e empenhados legisladores.

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– Votar no Lula ou no Bolsonaro?

Há dois anos, fiz essa postagem a partir do comentário sarcástico de José Simão, na Folha de São Paulo. E me impressiono como é atual.

Abaixo:

TÁ DIFÍCIL ESCOLHER!

Segundo a 1a pesquisa do IBOPE, se a Eleição para presidente da República fosse hoje, estariam no segundo turno Luís Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.

Ai!

Lula X Bolsonaro?

É preciso corroborar o que o José Simão disse na Folha de São Paulo: “o voto no X vale mais do que os dois…” Um corrupto de esquerda que age como o Antonio Conselheiro e seus fanáticos do século XXI. O outro, um ultradireitista que faz apologia ao torturador Coronel Ustra.

Tá difícil escolher candidato para o não que vem. Pobre Brasil…

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– Um triste Debate Presidencial na Band

Há 5 anos…

Parecia que víamos esse processo de “divisão do Brasil” surgir. E, lamentavelmente, por duas pessoas que nada de bom fizeram pelo país.

Relembrando, abaixo:

DEBATE 2014

Para quem não assistiu, aqui vai o link do Debate da Band, realizado ontem.

Incrível: nas redes sociais, os Petistas dizem que a Dilma calou o “Playboy”. Nelas mesmas, os Tucanos falam que Aécio destruiu os “Petralhas“.

Não assisti ao ‘confronto’, mas saliento e lamento que está parecendo torcida organizada de futebol, pugilato, briga de rua…. Infelizmente, o fanatismo extrapola uma religiosidade perigosa e a Democracia sai perdendo. Chega a ser irritante o radicalismo!

Gostaria muito que as discussões fossem de propostas, não de baixaria. Mas confesso ainda: os podres de cada um assustam!

Aqui vai o link: http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/10/15/confira-a-integra-do-debate-band-entre-aecio-e-dilma.htm

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– Ao menos um nome já é certo para a corrida presidencial em 2022: João Dória Jr. Vingará na hora do “vamos ver”?

Goste dele ou não, é inegável que o governador João Dória Jr está trabalhando a todo vapor para ter uma vasta lista de realizações no Estado de São Paulo a fim de usá-la na campanha à Presidência na República em 2022. Você duvida que ele estará no páreo?

Quando foi eleito prefeito da capital paulista, pisou na bola ao pregar que não sairia da Prefeitura em hipótese alguma e saiu. Também aproveitou a onda populista de Jair Bolsonaro e criou os colantes de “BolsoDória”. Por fim, rachou seu partido na disputa de liderança interna.

Entretanto, enquanto se fala de contingenciamentos e cortes diversos no Governo Federal, o Governo Estadual tem apresentado um zoneamento de regiões desenvolvimentistas em São Paulo, criou pacotes de benefícios para investidores que gerem emprego e está lutando para que a fábrica da FORD que irá fechar tenha um comprador de fato e os trabalhadores continuem por lá.

É lógico que a política liberal de Dória contrasta com o liberalismo pregado pelo presidente Jair Bolsonaro na prática. Enquanto o primeiro conseguiu focar seu trabalho (tarefa menos árdua do que consertar um país), o segundo ainda se atrapalha com brigas entre os próprios pares com exposição desnecessária.

Tenho muitas dúvidas e ressalvas sobre João Dória Jr, mas, comparando com Bolsonaro, está largando na frente. Mas até 2022 tem tanta coisa ainda… quem serão os outros nomes até lá?

Agora, o “pastel de feira” da foto (abaixo) não combina nada com ele, hein? 

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– Os candidatos para a última eleição eram bons?

Você provavelmente já ouviu algum amigo falando mais ou menos o seguinte:

“Eu não tinha quem escolher nas Eleições para presidente. Votar no Haddad era devolver o PT ao poder e voltar a esculhambação, daí votei no Bolsonaro que era o menos pior”.

Pô, fora o Branco e Nulo, existiam como opções:

Ciro Gomes; Geraldo Alckmin; Marina Silva; Henrique Meirelles; João Amoêdo; Eymael; Cabo Daciolo; João Goulart; Vera Lucia; Guilherme Boulos.

Tinha candidato de direita e de esquerda; tinha liberal, conservador e anarquista. Tinha até doido!

Mas algo que agora se percebe, depois de algum tempo: temos “várias Direitas” e “várias Esquerdas” no Brasil – a do Bolsonaro (rachada pelos olavistas, militares e outros parceiros) a do Doria e a do Amoedo; e do outro lado a do Lula, a do Ciro + Marina e a do Boulos.

Aliás, é muito complicada a rotulação de D e E hoje. O certo é que existem “rachas” dentro e fora do Governo, para complicar mais ainda a situação da nação.

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– Mudando o conceito de “radical e ponderado” do Governo

A eleição do presidente Jair Bolsonaro, um ultra-direitista de linha conservadora assumido, se deu por conta, sabidamente, do ranço proporcionado por anos de administração petista, iniciados de maneira populista e aparentemente eficiente nas questões sociais, mas que se mostrou ineficaz na solução dos problemas brasileiros (eram doses de resolução de problemas paliativos, temporários, não duradouros e “com previsão de vencimento”, mascarados por demagogia e turbinados com uma corrupção absurda, resultando na prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva).

Entendendo-se às claras: quem votou em Bolsonaro, em grande parte, votou contra o PT e a corrupção. Haddad, que já havia perdido a eleição paulistana, carregou as críticas à sua gestão em SP juntamente com a antipatia petista. Manuela abriu mão de sua candidatura, e Marina Silva nem decolou. Ciro estagnou. Dessa forma, a esquerda radical e a esquerda moderada sucumbiram. Alckmin (que no papel é de um partido de centro-esquerda, mas na prática não), se afundou de vez (aliás, detesto as definições de centro e de direita em nosso país, como se fossemos ainda dos tempos dos jacobinos e girondinos da Revolução Francesa, onde surgem essas definições). Tivemos ainda a direita liberal do Partido Novo, onde Amoêdo tinha ao menos ideias claras mas perdeu votos daqueles que optaram pelo voto útil (tipo: ele não vai ganhar, apesar de que eu votaria nele; então voto em outro com mais chances de vitória”. E sobrou ainda Meirelles e Cabo Daciolo, cartas fora do baralho.

Terminado o processo eleitoral, independente de quem ganhou, devemos torcer para o sucesso da sua administração, pois isso gera resultado positivo para nós, brasileiros. Torcer contra é burrice, seja quem for o eleito. A democracia, em tese, funciona assim, e você terá os instrumentos e a liberdade de cobrança: de cobrar o que prometeu por parte de quem votou esperançoso no nome vencedor, e de cobrar para que se faça algo bom, por parte de quem não votou no ganhador.

Todo esse grande preâmbulo é para dizer o seguinte: muitos tinham medo de que os militares que estavam próximos de Jair Bolsonaro fossem radicais, e a censura e a ditadura ganhassem corpo (eu, que não votei no segundo turno nem em Jair Bolsonaro e nem em Fernando Haddad – votei em branco – era um desses temerosos).

E o que aconteceu?

Descobrimos que os generais militares do atual governo é que são os ponderados! Os radicais são os influenciados pelo pseudo-filósofo Olavo de Carvalho, um homem que foi astrólogo, muçulmano esotérico (não sabia que existia essa profissão de fé), que vive na Virgínia falando palavrões e ostentando seus cachimbos e cigarros nos vídeos que grava, mas que tem absurda influência sobre Bolsonaro e seus filhos. Aliás, no Ministério da Educação, o desastroso ex-ministro Ricardo Vélez e o polêmico atual ministro Abraham Weintraub, são olavistas assumidos e foram indicados por ele próprio.

Os racionais (e não radicais) são: o vice-presidente Hamilton Mourão (vide o caso da Venezuela, sempre pedindo diálogo e a não-guerra), o general Villas Boas, cadeirante atualmente mas que não perdeu o juízo, o comandante da força de paz no Haiti e hoje chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o general Augusto Heleno (esse, em particular, penso ser um herói nacional, pois comandou o processo de paz sem ferir ninguém, defendendo sempre a diplomacia), e o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (chamado por muitos de incorruptível, um cara sério, discreto e considerado intelectual – que sempre tem “jeitão de bravo” quando é fotografado).

Não é uma inversão de conceitos, mas uma constatação: os militares de hoje, que eu pensava serem radicais, são racionais e ponderados! E a turma dos aficcionados por Olavo de Carvalho, mostrando-se destrambelhados como ele, num cego fanatismo e radicalismo que assusta. E o pior: ambos são o Governo!

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– Sumiram?

Procurando por aí as informações sobre o Resultado das Eleições do Sindicato dos Árbitros Paulistas (SAFESP) e… nada!

Sumiram?

Que “nada mesmo”; elas não ocorreram.

Basicamente (entre outras coisas que estão na Justiça), não foi aceita a chapa da oposição  pois o candidato Aurélio Sant’Anna Martins não reside na capital paulista, e sendo de Jacareí, não poderia se dedicar a causa (além da questão de ser árbitro atuante). Mesmo o Estatuto de 2004 dizendo que tudo isso era bobagem, o comitê eleitoral do Sindicato fez valer o de 2003 (que colocava essas condições). A chapa, se assinou ele, bobeou. Insisto: deveria fazer pressão para valer na oportunidade o correto, de 2004, a fim de evitar isso.

Mas como justificar que o outro candidato, o situacionista e atual presidente, Arthur Alves Junior, está na Paraíba (um pouco longe da capital paulista, creio eu) e trabalha como Presidente da Comissão de Árbitros da Federação Paraibana de Futebol? Não é pelo sindicato de lá, mas pelo “patrão”.

Ou anula as duas chapas ou aceita-se as duas. Afinal, não são situações similares de dedicação exclusiva exigidas e compatibilidades?

O que será que a FPF está pensando sobre tudo isso, não?

Hum…

Resumindo: as Eleições estão suspensas até que se decida pela Justiça.

Ops: apenas a Coluna do seu Euclydes Zamperetti Fiori, no Blog do Paulinho, tem tratado do assunto (e com muita imparcialidade e correção, faça-se o registro). Soube até que está sendo atacado por covardes diante da sua isenção e honestidade. Mas me questiono: os meios isentos de jornalismo esportivo, voltados à arbitragem, não existem ou abdicaram da cobertura? Olha só que nicho a ser explorado e que não é: o  de escrever sobre a arbitragem de futebol, já que existe essa lacuna

Em tempo: não sou jornalista esportivo, tenho um blog opinativo dada à minha formação e sou dedicado a outras atividades profissionais.

Meu texto anterior sobre esse assunto pode ser acessado aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/03/05/carta-aberta-de-um-nao-eleitor-nao-militante-nao-sindicalizado-e-nao-entusiasta-do-safesp-nem-de-coafesp-ou-orgao-apocrifo/

Acrescento também essa interessante matéria do Blog Olhar Olímpico, do UOL, sobre esse mesmo assunto: https://olharolimpico.blogosfera.uol.com.br/2019/03/25/justica-suspende-eleicao-do-sindicato-dos-arbitros-apos-acusacao-de-fraude/

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