– Política cansa!

Lula ou Bolsonaro? Cansa ver tanta gente brigando por causa de “político de estimação”…

Abordamos isso no vídeo do nosso Vlog, em: https://youtu.be/HBOagvyLAOU

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– Não precisa disso, presidente…

Se a política econômica de Jair Bolsonaro com a equipe de Paulo Guedes vai bem (nesta 6a feira, por exemplo, reduziu impostos de remédios para câncer e HIV), outras áreas vão mal. Uma delas: a má relação e a falta de jogo de cintura do presidente como autoridade em si.

Não vale me dizer que ele é “autêntico”. Ele precisa governar para o país, e isso se refere aos que votaram ou não nele. E no cargo que ocupa, precisa ter boa educação e comportamento adequado.

Foi lastimável, grotesca e constrangedora a fala dele sobre como diminuir a “poluição”:

“É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”.

Pra quê? Cadê o equilíbrio emocional? Por quê querer buscar a antipatia? Se fosse um qualquer, vá lá… mas o chefe da nação falar isso?

É claro que está sendo criticado por muitos. Mais do que Lula seria, por exemplo, quando falava idiotices sobre “grelo duro das mulheres” ou insinuava sobre Pelotas ser terra de gays. O problema é: parece que ele gosta dessa situação.

Controle-se, presidente.

– Os dentes do Deputado Marco Feliciano são de Ouro?

Não é qualquer um que gasta mais de R$ 150.000,00 com o dentista, não? E sendo com dinheiro público, é algo preocupante.

Pois é… isso aconteceu com o Brasil, e envolve o polêmico Deputado Marco Feliciano, que tratou os dentes e nós (com o dinheiro dos nossos impostos) é que pagamos.

Extraído de: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/dentes-de-feliciano-custam-r-157-mil-para-a-camara,0c50d6c374c6418d97b3fd9916250388hnl24o2c.html

DENTES DE FELICIANO CUSTAM R$ 157 MIL PARA A CÂMARA

A Câmara dos Deputados reembolsou o deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) em R$ 157 mil referentes a um tratamento odontológico. O parlamentar argumentou que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e implantes na boca.

Ao Estado de São Paulo, Feliciano confirmou o valor do tratamento dentário e disse que sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo. “Não desejo para ninguém”, afirmou. “Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta.”

O pedido de reembolso do parlamentar foi apresentado em abril à área de perícia da Câmara, mas foi rejeitado pela equipe técnica. Na avaliação do setor, havia uma incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela Casa, além de problemas na descrição de parte dos procedimentos. Com um laudo de seu dentista, Feliciano recorreu da decisão. A Mesa Diretora, formada por sete parlamentares, acabou aprovando o gasto.

Todo deputado tem um plano médico ligado à Caixa Econômica Federal. Tanto despesas com serviços médicos quanto odontológicos podem ser reembolsadas. Desde 2013, a Câmara passou a autorizar quase que automaticamente despesas de até R$ 50 mil. Valores acima disso têm de passar por aprovação da Mesa Diretora, que pode aprovar qualquer quantia. No ano passado, a Câmara desembolsou R$ 8 milhões em reembolso médico aos parlamentares.

À reportagem, o deputado afirmou que, além do tratamento odontológico, já passou por uma cirurgia oftalmológica e, recentemente, uma de hérnia. “Este é o meu terceiro mandato e nunca antes precisei da ajuda do Parlamento para poder fazer uma cirurgia. Era jovem ainda quando comecei a trabalhar. Mas envelheci e, com a velhice, vêm as doenças”, disse ele.

‘Não há crime’, diz deputado

O deputado reconheceu que o valor do seu tratamento ficou “caro”, mas disse que encontrou orçamentos mais onerosos para os cofres públicos. “É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento”, afirmou. “Não há crime.”

Feliciano passou pelo tratamento odontológico numa clínica em Luziânia (GO), a 47 quilômetros de Brasília. “Esse é o procedimento mais avançado que a gente poderia gastar em odontologia. A gente quase que troca toda a boca da pessoa, sabe?”, disse o cirurgião-dentista Max Barbosa. Responsável pelo tratamento, ele afirmou em sua conta no Facebook que, como “dentist designer” e “mestre em implantes”, é “reconhecido por criar trabalhos únicos”.

“Dentro do padrão e do equipamento que a gente usa, com os profissionais que eu tive que trazer e o tempo reduzido para resolver o problema, acho que não (foi caro)”, disse. “Eu considero bem razoável (o preço), apesar de saber que nem todo brasileiro faria.”

O Estado consultou dois especialistas nesse tipo de procedimento, e eles afirmaram que o valor reembolsado pela Câmara é alto, uma vez que esse tipo de patologia não necessita de intervenção cirúrgica. Ambos, contudo, disseram que as tabela vigentes de convênios e afins não servem como parâmetro neste caso e que cada dentista tem a liberdade de cobrar o preço que achar justo.

Em nota, a Câmara afirmou que o reembolso da despesa odontológica foi autorizado pela Mesa Diretora, de acordo com o Ato da Mesa 89/2013, que estabelece as normas para esse tipo de pagamento. E que o “parecer do departamento médico foi seguido em sua totalidade”.

O Estado questionou a Casa sobre a justificativa e os pareceres que embasaram a decisão, mas a assessoria da Câmara informou que, para outras informações, era necessário fazer uma solicitação por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Desde junho, a reportagem pediu, via Lei de Acesso, detalhes do tratamento, mas todas as solicitações foram negadas.

O deputado federal e pastor evangélico, Marco Feliciano

– Dia de Oração aos Políticos? Fala sério… precisamos de EXORCISMO contra alguns deles…

Anote aí: toda 3a segunda-feira de cada mês, deveremos rezar pelos nossos políticos, já que a data foi oficializada pelo Governador João Dória Jr como “Dia Estadual da Oração pelas Autoridades da Nação”.

Não entendeu? 

Eu também não. Que data “sem-pé-nem-cabeça”. Por quê precisamos de uma data específica para rezar para político? Aliás, cada um faça sua oração conforme sua crença e a quem quiser.

Boa parte dos políticos precisa de vergonha na cara, honestidade e comprometimento com a população. Existe político bom, claro, mas são poucos. Só que alguns devem ter o diabo no corpo, tamanha a sanha de corrupção!

– E se fosse aqui no Brasil?

Viram que loucura está o Peru?

Os 4 últimos presidentes “estão atolados até o pescoço” com envolvimento de corrupção junto à Odebrecht (que estrago a construtora brasileira provocou não só em nosso país, não?). Agora, o atual, Martín Vizcarra, quer diminuir seu próprio mandato em 1 ano, bem como o dos congressistas, “a fim de recomeçar o país”. Por lá, os deputados são extremamente malvistos.

Mas como fazer isso? Difícil responder… democraticamente, parece utopia.

Já imaginaram Lula ou Bolsonaro (ou qualquer outro “presidenciável”) pedindo menor tempo de mandato?

Em tempo: Vizcarra prometeu não se candidatar na próxima eleição.

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– Tá chato esse papo de Lula e Bolsonaro, não? O que falar sobre fanatismo político…

Pessoas brigarem por PT, PSL, PSDB ou qualquer outro partido político é algo para se lamentar, não?

Como é que começou essa radicalidade burra e triste entre os brasileiros? Agora, querem ter “políticos de estimação” (Lula e Bolsonaro são as espécies mais desejadas) e desejam insistir que só existe Direita e Esquerda no país (e que obrigatoriamente a pessoa tem que se rotular).

Às favas, eu tô fora disso! Quero gente honesta, competente e que trabalhe pela nação, e que legisle sem fazer cara feia ou mi-mi-mi. Muito menos alicerçada em fanáticos e lunáticos que pregam Lula Livre nem Bolso-Mito. Desejo Aécio Neves na cadeia, Sérgio Moro esclarecendo as pendengas nas quais foi envolvido e Gleise Hofmann sem foro privilegiado.

Torcer para o Brasil é uma coisa. Exaltar político é outra, e isso é um perigo, pois cega os defeitos dele.

Mais bom senso, minha gente. E se respeite o próximo!

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– A Operação Spoofing: sobre os hackers do Telegram de Sérgio Moro.

Os criminosos que invadiram celulares de autoridades brasileiras e que venderam os dados para o The Intercept foram presos. Não são russos, grupo hacker altamente especializado e nem de guerrilha ideológica, mas uma quadrilha de estelionatários formada por brasileiros do Interior Paulista. Três deles já tinham praticados crimes do famoso “171”.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/24/o-que-se-sabe-sobre-a-operacao-spoofing-e-os-suspeitos-de-interceptar-mensagens-de-autoridades.ghtml

O QUE SE SABE SOBRE A OPERAÇÃO SPOOFING E OS SUSPEITOS DE INTERCEPTAR MENSAGENS DE AUTORIDADES

(Esta reportagem está sendo atualizada) – A Polícia Federal prendeu quatro pessoas nesta terça-feira (23) como parte de inquérito que investiga supostos hackers invasores do celular do ministro Sérgio Moro.

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) quatro suspeitos de envolvimento na invasão dos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro e de outras autoridades. As prisões são de supostos hackers ou de pessoas suspeitas de atuar em conjunto com eles. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

Veja o que se sabe sobre a Operação Spoofing e as prisões dos suspeitos.

O que é a Operação Spoofing?

A operação investiga a invasão e a interceptação de mensagens privadas do ministro Sérgio Moro e de outras autoridades no aplicativo Telegram. O objetivo da ação, informou a PF, é “desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos”.

De acordo com a PF, os mandados foram executados nas cidades de São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto. A autorização para as buscas e prisões foi dada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, de Brasília.

Quais autoridades foram vítimas da invasão?

  • Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública
  • Abel Gomes, desembargador do TRF da 2ª Região
  • Flávio Lucas, juiz da 18ª Vara Federal do Rio de Janeiro
  • Rafael Fernandes, delegado da Polícia Federal em São Paulo
  • Flávio Vieitez Reis, delegado da Polícia Federal em São Paulo

Segundo definição da Polícia Federal, spoofing é “falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é”.

Quantos suspeitos foram presos?

Quatro pessoas foram presas: três homens e uma mulher. São eles:

  • Gustavo Henrique Elias Santos: era DJ e já foi preso por receptação e falsificação de documentos; foi detido pela PF em São Paulo
  • Suelen Priscila de Oliveira: mulher de Gustavo, não tinha passagem pela polícia; foi presa junto com o marido em São Paulo
  • Walter Delgatti Neto: conhecido como Vermelho, já foi preso por falsidade ideológica e por tráfico de drogas; foi preso em Ribeirão Preto pela PF
  • Danilo Cristiano Marques: foi preso em Araraquara e já teve condenação por roubo

As prisões são temporárias e têm prazo de cinco dias.

Como os hackers atuavam, segundo a investigação da PF?

As investigações apontaram que os supostos hackers tiveram acesso ao código enviado pelos servidores do aplicativo Telegram ao celular de Moro para abrir a versão do aplicativo no navegador.

O Telegram permite aos usuários pedirem o código de acesso para a versão web do aplicativo via ligação telefônica, segundo as investigações. Posteriormente, é enviada uma chamada de voz com o código para a ativação do serviço no navegador. Esta mensagem fica gravada na caixa postal das vítimas.

Assim, os invasores fizeram ligações para o número alvo, “a fim de que a linha fique ocupada e a ligação contendo o código de ativação do serviço Telegram Web seja direcionada para a caixa postal da vítima”, afirmou Vallisney em sua decisão. As autoridades que tiveram mensagens expostas disseram que receberam ligações do próprio número.

Houve quebra de sigilo bancários dos suspeitos?

Sim. As investigações apontaram movimentações “suspeitas” nas contas de dois dos quatro investigados na operação: Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira.

Elias movimentou R$ 424 mil reais entre 18 de abril e 29 de junho de 2018, sendo que consta em seu cadastro bancário que a sua renda mensal é de R$ 2.866,00. Já Oliveira movimentou aproximadamente R$ 203,6 mil entre 7 de março e 29 de maio de 2019, sendo a sua renda mensal de R$ 2.192,00.

Diante da incompatibilidade entre as movimentações e a renda dos dois, o juiz afirma na decisão que “faz-se necessário realizar o rastreamento dos recursos recebidos ou movimentados pelos investigados e de averiguar eventuais patrocinadores das invasões ilegais dos dispositivos informáticos (smartphones)”.

PF prende quatro suspeitos de roubar dados do celular de Moro

– Não se acha um político honesto sequer no cenário nacional?

Olha, está difícil achar gente honesta no jogo político brasileiro. Se não bastassem os escândalos de Lula e seus pares ou as palhaçadas judiciárias promovendo Queiroz e Flávio Bolsonário, até mesmo quem se acreditava ser renovação (e um nome a apostar) decepciona.

Falo da jovem e corajosa deputada federal Tabata Amaral, do PDT, que empregou seu namorado por 50 dias e pagou mais de R$ 23.000,00 do Fundo Partidário por “assessoria”.

Se é legal ou não, passa a ser algo a discutir. Mas que indiscutivelmente isso é imoral, ô se é.

Uma pena. O trabalho dela tanto na ONG que milita quanto no Congresso estava sendo louvável.

Extraído de: https://exame.abril.com.br/brasil/tabata-amaral-pagou-r-23-mil-ao-namorado-por-50-dias-de-trabalho/

TABATA AMARAL PAGA NAMORADO COM FUNDO PARTIDÁRIO

São Paulo – Em sua campanha em 2018, a agora deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) empregou o colombiano Daniel Alejandro Martínez por 50 dias e pagou 23.050 de reais pela prestação de serviços de análise estratégica. Até aí, tudo bem. A questão, no entanto, é que Martínez é o namorado de Tabata desde 2016. As informações do pagamento estão na prestação de contas da deputada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Questionada por EXAME sobre quais serviços foram prestados por Martínez, Tabata Amaral não quis conceder entrevista. E, apesar de ser uma das principais expoentes da nova política, a resposta de sua assessoria de imprensa não foi muito diferente das enviadas pelas equipes de caciques partidários.

“A campanha de Tabata Amaral cumpriu as leis eleitorais na contratação de seus serviços e pessoas. Todas as informações são públicas e estão no portal do TSE. A deputada não vai comentar o assunto”, afirmou, por e-mail, a equipe de comunicação da deputada. EXAME procurou Martínez pelas redes sociais, mas não obteve retorno.

Empregar o namorado durante a campanha não pode ser considerado ilegal, uma vez que, à época, a hoje parlamentar não havia assumido o cargo público.

“Não existe, na teoria, impedimento. Mas como o financiamento é público, com parte do financiamento de campanha vindo de fundo partidário, ela estaria empregando o namorado com dinheiro público”, afirma Bruno Perman, advogado especializado em direito eleitoral da Perman Advogados.

Durante a eleição, Tabata recebeu cerca de 1,3 milhão de reais. O maior doador foi a direção nacional do PDT, que repassou 100 mil reais para a agora deputada. E, segundo a prestação de contas da campanha ao TSE, Martínez recebeu o quarto maior pagamento da campanha dado a pessoas físicas.

Apesar de questionável, a contratação não fere a Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal, que trata dos casos de nepotismo. Segundo a ementa de um julgamento sobre o tema realizado em maio de 2018, a primeira turma do STF “tem afastado a aplicação da Súmula Vinculante a cargos públicos de natureza política, ressalvados os casos de inequívoca falta de razoabilidade, por manifesta ausência de qualificação técnica ou inidoneidade moral.”

Formado em ciências e filosofia com bolsa integral pela Universidade Harvard, Martínez conquistou diversos prêmios durante a sua graduação. É bolsista do programa “Michael C. Rockefeller Fellowship”, um dos mais disputados da universidade americana e, atualmente, está estudando questões ecológicas e econômicas da Amazônia.

Perseguição partidária

Nos últimos dias, a deputada foi afastada do PDT por até 60 dias por seu voto a favor da reforma da Previdência, contrariando o “fechamento de questão” do partido. Devido à sua posição contrária, sofreu diversos ataques da direção e simpatizantes do partido, especialmente do ex-candidato à presidência Ciro Gomes. Em entrevistas, o ex-governador e ex-ministro afirmou que Tabata fazia “dupla militância” e que “ela deveria ter a dignidade de sair do partido”.

EXAME apurou que o clima para a deputada dentro do PDT está longe de ser positivo. A coluna Radar, da revista Veja, afirmou que o presidente do partido, Carlos Lupi, “quer ver a deputada sangrar”. A expulsão, no entanto, está fora de cogitação para o partido não perder o direito de exigir o mandato dela na Justiça Eleitoral.

De fato, Tabata está sendo mais pressionada do que os outros deputados que contrariaram a posição do partido. Da bancada de 27 congressistas, além dela, sete votaram a favor da reforma. As críticas, no entanto, estão sendo direcionadas mais para Tabata.

O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) foi um desses congressistas. Ele, no entanto, afirmou que não tem sofrido pressão do partido, apesar de também ter sido afastado. O congressista defende o voto, diz que a sua base eleitoral aprovou a sua posição e não pretende mudar a escolha no segundo turno da votação da reforma da Previdência, que deve ocorrer em agosto.

“Acho que o PDT tem a sua razão, mas acredito que o próprio partido e a bancada obtiveram sucesso nas mudanças. Quem está pagando um preço alto é a Tabata por tudo o que ela representa da renovação política”, diz Gonzaga.

Procurado por EXAME, o presidente do PDT afirmou, por mensagem, que não existe uma perseguição contra a deputada Tabata Amaral.

“Todos estão sendo tratados igualmente e nunca citamos ninguém individualmente. Quem o faz é a mídia em geral. Este assunto está na comissão de ética e temos que aguardar o seu parecer”, afirmou Lupi.

Tabata Amaral

– Com US$ 13 bilhões de dólares recuperados, como desqualificar a Lava Jato?

Ontem, a Operação Lava Jato conseguiu recuperar mais um valor de corrupção política, totalizando mais de 13 bilhões de dólares devolvidos para os cofres públicos!

Por mais que se possa estar discutindo os excessos que possam ter ocorrido com Moro e Dellagnol (mas sem prejuízo de provas forçadas), desqualificar o trabalho da Lava Jato é uma grande sandice.

Diante disso, pensemos: quanto dinheiro foi roubado nesse período em que as quadrilhas agiram? Quem está com a grana toda? Quem eram os “cabeças”?

Se partirmos do simplório princípio de que tudo está errado, então soltemos Eduardo Cunha, Lula e outros bandidos, devolvendo aos corruptos os mais de R$ 60 bilhões recuperados...

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– Tentando entender como a conta fecha!

Leia essa nota publicada em uma importante revista de circulação nacional, na semana passada:

MORADA DE LUXO

O goiano Alexandre Baldy, ex-ministro das Cidades de Michel Temer e atual secretário de Transportes Metropolitanos de João Doria, acaba de se instalar em um apartamento de luxo em São Paulo. Ele terá como vizinhos José Batista Sobrinho, da JBS, e Teodoro Nguema Obiang Mangue, filho do ditador da Guiné Equatorial. Valor do aluguel: 150.000,00 por mês. O salário como secretário é de 20.743,72 reais, na ponta do lápis, mas dinheiro não é exatamente um problema. Baldy é casado com Luana Gonçalves, da família fundadora da Neo Química. O secretário tem a missão de ampliar a Linha 17 do metrô, a cargo da chinesa BYD — empresa da qual Eduardo Paes é presidente. O sogro de Baldy, Marcelo Henrique, foi o maior doador individual de Pedro Paulo, candidato de Paes à prefeitura do Rio em 2016: 200.000 reais. Baldy nega as informações. Paes diz que a licitação ainda não tem vencedor e que só esteve com Baldy em duas oportunidades.

Viram a maluquice? Confesso que qualquer pessoa, por pior que seja em Matemática, vê que alguém está rasgando dinheiro ou, teoricamente, pagando para trabalhar.

Como explicar?

Sinceramente? Não acredito que um aluguel de apartamento residencial, por mais caro que possa custar, tenha seu preço de aluguel estipulado nesse valor inacreditável. Em todo caso, a informação está na edição 2642 de 03/07/2019 da Revista Veja.

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– Mundo ensandecido, parte 4: Para ser justo, depende da Religião?

A religião deve determinar se o cara pode ser juiz do Supremo Tribunal Federal?

Bolsonaro quer dizer “o quê” quando fala sobre indicar ao STF um Ministro “extremamente evangélico”? Não tem que ser assim; nem extremamente católico, nem radicalmente ateu, muito menos fanaticamente agnóstico, tampouco judeu ou muçulmano.

Não importa a religião ou não: tem que ser simplesmente um Ministro justo e sensato, na medida certa!

Tempos difíceis de coerência social… é tão difícil ser razoável em questões da sociedade?

– Mundo ensandecido, parte 2: Xico Graziano e Paulo Henrique Amorim

Quem somos nós para julgar o próximo, não?

Eu admirava o jornalista Paulo Henrique Amorim até o momento que ele surtou. Passou a ofender jornalistas (lembram do processo de racismo que ele sofreu?) e exagerar nas suas posições políticas (em momentos radicais). Dessa forma: permaneceu o meu respeito pelo profissional do jornalismo (que era muito competente), embora eu repudiasse suas opiniões. O mundo democrático deve ter esse respeito / educação.

Detesto fanatismo de Direita ou de Esquerda, pois deturpa as coisas. Aí eu vejo esse tuíte do Xico Graziano, conhecido político, falando sobre “santificar ou demonizar” quem morre. Na publicação, desrespeita a figura do recém-falecido. Mas a troco de quê?

Ora, se o cara se foi, respeite a dor de quem o tinha por estima. Mas louvar a morte de alguém por divergência política não é racional, nem razoável, nem humano.

Fique-se no silêncio pela boa educação. O fato de você não gostar da pessoa e permanecer quieto, não necessariamente te faz um admirador dela. Pra que ofensa gratuita?

Vocês já imaginaram o inferno que acontecerá com os extremistas que se tornaram radicais lulistas e bolsonaristas, se algum deles falecer hoje?

Fujamos das redes sociais nesse dia…

Abaixo, o infeliz tuíte citado de Graziano. Como podemos dizer que quem morreu é um canalha e ironiza para onde ele vai? E nós, para onde iremos?

– Pra quê politicagem com o futebol?

Não gosto de cartola tirando o protagonismo dos jogadores em entregas de troféus. É o momento de quem suou, correu, levou bordoada e quer extravasar.

O campo de jogo “é sim” um local sagrado, embora muita gente discorde dessa máxima por ter uma visão de mundo bem diferente.

Particularmente, acho muito demagogo quando político entra em campo, especialmente quando há um título. Quero ver estar no rebaixamento abraçando jogador, quando é eliminado por 7×1 ou depois de um vexame qualquer.

Aff, quanto pão-e-circo. A história se repete, sendo populismo de esquerda ou de direita.

(Sim, me refiro ao presidente Bolsonaro erguendo a Taça da Copa América em meio aos jogadores).

As fotos abaixo mostram o exemplo de que todo mundo quer tirar uma casquinha com o eleitor…

 

– A Mordomia da Residência do Presidente da Câmara dos Deputados

Sai e entra deputado, a regalia não muda!

Leia esse desrespeito ao dinheiro dos nossos impostos: o custo mensal elevado da moradia do Deputado Rodrigo Maia (o atual presidente da Câmara dos Deputados) e quanto “ainda mais alto” era com Eduardo Cunha.

Extraído de: http://istoe.com.br/bem-bom-de-cunha/

O BEM BOM DE CUNHA

Sabe quanto você pagava por mês para Eduardo Cunha morar na residência oficial da Câmara dos Deputados, na península dos ministros, em Brasília? Uma média de R$ 120 mil. Nessa conta não tem aluguel nem condomínio, pois o imóvel é da União. Destacam-se aqui algumas contas pagas por nós em valores mensais, feitos pela média dos 18 meses em que morou na mansão. Água, R$ 790. Luz, R$ 7.300. Telefone, R$ 2.400. TV e internet, R$ 610. Jardinagem, R$ 8.800. Folha de pagamento dos funcionários da casa, R$ 71.500. Suprimentos de fundos: R$ 28.500, que é dinheirinho para pequenas despesas do lar. Nada saía do salário de R$ 33 mil do então deputado. Hoje, com o mandato parlamentar cassado, ele está preso preventivamente no Paraná. Um detento custa por volta de R$ 3 mil mensais.

Novos…
Eduardo Cunha mantinha cozinheiro e garçom à sua disposição 24 horas por dia. A decoração tinha o toque da esposa, Cláudia Cruz. As mesas de jantar, de centro e de canto eram enfeitadas com buquês naturais. E mais de 30 porta-retratos com fotos da família ocupavam os aparadores da sala de estar, com saída envidraçada para a piscina.

… tempos
Em dez meses, o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, custou em média R$ 63 mil por mês para habitar a residência oficial. Embora nos gastos com água, luz, internet e jardinagem tenha despendido valores um pouco mais altos, a diferença em relação a Cunha está na folha de funcionários. Com Maia custa R$ 21.420, ou 70% menos que o antecessor.

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Residência oficial da Câmara custava R$ 120 mil por mês com Eduardo Cunha (Crédito: Sergio Lima/Folhapress)

– Até tu, Popov? Os ídolos de barros!

Lembram do incrível nadador Alexander Popov, o último grande campeão antes do extraterrestre Michael Phelps?

Ou do mega campeão do salto com vara, Sergey Bubka, o ucraniano que sempre vencia?

Pois bem: há pouco, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, começou a revelar os ídolos esportivos que receberam propina para votarem na cidade do Rio de Janeiro para ser a cidade-sede dos Jogos Olímpicos em 2016! No depoimento, recordou as artimanhas e gastanças para a campanha vitoriosa do Brasil. Na época, lembre-se a tríade entusiasta das autoridades que era formada pelas 3 esferas: por ele, Cabral, que era o governador; Eduardo Paes, o prefeito; Lula, o presidente.

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/07/04/lava-jato-cabral-admite-compra-de-votos-para-realizacao-da-olimpiada-no-rj.htm

e: https://olharolimpico.blogosfera.uol.com.br/2019/07/04/quem-sao-os-campeoes-olimpicos-a-quem-cabral-diz-ter-pago-propina/?

Aqui, repito: amo esportes e principalmente futebol, mas nunca quis Copa do Mundo ou Olimpíadas no Brasil. Olha só quanto dinheiro foi desviado (era óbvio que isso aconteceria) e qual o legado ficou…

CABRAL ADMITE COMPRA DE VOTOS PARA A RIO 2016

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) afirmou hoje em depoimento ao juiz federal Marcelo Bretas –responsável pelas ações em primeira instância da Lava Jato no Rio– que intermediou a compra de votos junto a membros do COI (Comitê Olímpico Internacional) para que o Rio de Janeiro pudesse sediar os Jogos Olímpicos de 2016. De acordo com o ex-governador, entre os votos comprados está o do nadador Alexander Popov, quatro vezes medalhista olímpico.

De acordo com Cabral, nove dos 95 membros votantes foram comprados ao todo por US$ 2 milhões. O depósito teria sido feito no exterior, no ano de 2008, pelo empresário Arthur Soares –conhecido como Rei Arthur, devido ao fato de ser o maior fornecedor de mão de obra do estado– ao presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack, que distribuiria o dinheiro aos membros comprados. Cabral e Soares –o empresário está foragido– são réus no processo oriundo da Operação Unfair Play, desdobramento da Lava Jato no Rio (continua nos links acima)

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