– De novo “causando”, Bolsonaro?

Pobre Brasil… Aguentar um presidente birrento, que apesar de alguns bons ministros, se perde por si próprio, ninguém merece.

O corrupto Lula não emplacou seu candidato por conta das mentiras que promoveu com o Mensalão e Petrolão, fomentando a urgente troca do poder. Surgiu Bolsonaro, que apesar da virtude anti-lulista, se mostrou incapaz de unir o país e se perdeu na pandemia, com incentivo à aglomeração, desconfiança do uso de máscaras e negacionismo inicial das vacinas.

Não é possível que não surja um nome de credibilidade entre o ladrão e o incompetente! Meu Deus…

O chilique contra a jornalista em Guaratinguetá, abaixo, ou em: https://twitter.com/choquei/status/1407025511801425924?s=21

– Diferenciando Política e Politicagem

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– O Editorial do Estadão sobre o pecado de Bolsonaro e a pura (e triste) realidade…

Eu lamento demais que a Política esteja trazendo tantas intrigas na sociedade brasileira. Pesa-me ter vivido anos de tanta corrupção sob a gestão de Lula (que, incrivelmente, ainda encontra adoradores e outros que não viveram aquele momento, mas o defendem).

Entretanto, o seu contraponto, o presidente Jair Bolsonaro, encontra igualmente inúmeros adoradores que não conseguem ver (igualmente aos esquerdistas do lulopetismo) mácula alguma. Por exemplo, a questão das “teorias conspiratórias” que ele demonstra ter a todo instante. “Tudo é contra ele”, e ele parece fomentar esse sentimento, nunca admitindo os erros. Vide a insistência com a cloroquina, aglomerações e desincentivo ao uso de máscaras de proteção.

O editorial do Estadão é “didático” quanto ao que me desagrada. Vale a pena ler:

Extraído de: “O Estado de São Paulo”, 14/06/2021, página 2.

EDITORIAL DO ESTADÃO

Ante o risco de insatisfação popular, muito concreto, Bolsonaro recorreu a quase todo o seu repertório de falsidades para que o País mude de assunto

O oitavo Mandamento diz que não se deve dar falso testemunho. No “evangelho” do presidente Jair Bolsonaro, contudo, esse mandamento caducou.

Ao discursar numa igreja evangélica em Anápolis (GO), na quarta-feira passada, Bolsonaro fez um sermão repleto de mentiras, tão evidentes que nem era preciso ser onisciente para perceber.

Bolsonaro voltou a afirmar que houve “fraude” na eleição de 2018, que ele venceu. “Eu fui eleito no primeiro turno. Eu tenho provas materiais, mas o sistema, a fraude existiu sim, me jogou para o segundo turno”, disse Bolsonaro.

A primeira vez em que o presidente alegou ter sido vítima de fraude na eleição foi em março de 2020. Na ocasião, disse que tinha “provas” e que as mostraria “brevemente”. Bolsonaro nunca o fez, porque não existem. Mas isso não tem importância: no “evangelho” bolsonarista, a verdade não é aquilo que encontra correspondência na realidade, e sim aquilo que Bolsonaro enuncia como tal. É questão de fé.

No mesmo sermão, Bolsonaro tornou a acusar governadores e prefeitos de “utilizar politicamente o vírus” da covid-19. Sem qualquer respaldo nos fatos, o presidente disse que as medidas de isolamento social para conter a pandemia se prestam a derrubá-lo: “Vamos fechar tudo, lockdown, toque de recolher, que a gente pela economia tira esse cara daí”. Bolsonaro disse que o querem fora porque “fez com que as estatais não dessem mais prejuízo”, “está começando a arrumar a economia”, “acredita em Deus”, “respeita seus militares” e “acredita na família”.

Em seguida, disse que “gente que estava ao meu lado” fez contas, a partir de um “acórdão do Tribunal de Contas da União”, e chegou à “constatação da supernotificação de casos de covid” por parte de Estados interessados em ter “mais recursos” federais. Segundo Bolsonaro, “se nós retirarmos as possíveis fraudes” da contabilidade de mortos por covid-19, “o nosso Brasil” será “aquele com menor número de mortes por milhão de habitantes por causa da covid”. Ou seja, o presidente está dizendo, em outras palavras, que milhares de médicos em todo o Brasil integram uma máfia dedicada a fraudar atestados de óbito para favorecer os planos de governadores corruptos.

Uma vez eliminada a “fraude”, disse o presidente, ficará claro que o Brasil teve poucas mortes por covid-19 porque adotou o “tratamento precoce”, com cloroquina e ivermectina, cuja ineficácia contra o coronavírus já foi amplamente atestada. Bolsonaro disse que não se investe nesse “tratamento” porque “interessa viver em cima de mortes, para se ganhar mais recursos”.

Para o presidente, é irrelevante se o tal “tratamento precoce” não tem comprovação científica. “Eu pergunto: a vacina tem comprovação científica ou está em estado experimental ainda? Está experimental”, disse Bolsonaro, naquela que talvez seja a mais nociva das tantas mentiras que contou no seu sermão. Ao questionar a segurança da vacina, já atestada pelas autoridades sanitárias regulatórias, Bolsonaro sabota todos os esforços para incentivar os brasileiros a tomar o imunizante.

Mas a epifania bolsonarista em Anápolis, malgrado suas repetidas referências a “milagres” e “Deus”, teve objetivos bem mais mundanos. Conforme a já manjada tática bolsonarista, era preciso inventar variadas polêmicas, em grande quantidade, para tirar a atenção do mais importante: a forte alta da inflação, anunciada no mesmo dia do sermão de Bolsonaro.

Se por um lado a inflação aumentou a arrecadação do governo, pois os tributos são cobrados em cima de preços mais altos, por outro a alta dos preços corrói a renda dos brasileiros, especialmente a dos mais pobres, que já convivem com forte desemprego. Ante o risco de insatisfação popular, muito concreto, Bolsonaro recorreu a quase todo o seu repertório de falsidades para que o País mude de assunto.

Em sua prédica mendaz, foi honesto uma única vez, quando disse que, ao ser eleito, “não sabia o que fazer”. Hoje, contudo, sabe muito bem: mentir dia e noite para ser reeleito. Se vai conseguir ou não, depende da credulidade dos eleitores.

– Você não se assusta com multidões endeusando políticos?

Se um político é endeusado, os seus seguidores mais fanáticos não enxergam seus erros. Claro, me refiro aos radicais, respeitando sempre o leitor comum esclarecido.

Lula praticou barbaridades em seu Governo. E, para muitos, os gravíssimos Petrolão e Mensalão foram esquecidos. Bolsonaro fez muitas bobagens no combate à pandemia, especialmente nos péssimos exemplos do pouco caso com máscaras, incentivo à aglomerações e relutância inicial à vacina. Ainda assim, há os que justificam seus atos.

Quando vejo essas fotos de multidões louvando os dois (abaixo), me preocupo. Da mesma forma seria se fossem pró- Dória, Ciro, Amoedo e outros.

O fanatismo e a demagogia são fomentos para o populismo – e isso é péssimo para qualquer país sério.

– Precisamos de honesto e competente!

Alguém disse o seguinte:

“Não é porque você odeia a corrupção que tem de aceitar a incompetência. Não é porque você odeia o descaso que tem de aceitar a corrupção”.

Isso serve para nosso país. E acrescento: precisamos de competência, honestidade e credibilidade!

Entendeu?

O problema é: não se acha esse elemento…

pensando delaJusticia.com El rincón jurídico de José R. Chaves

– A difícil missão de escolher um candidato a presidente em 2018 e como será em 2022:

Uma recordação pertinente, de 2018:

  • Eu escolhendo um candidato a presidente:
    – esse é corrupto,
    – esse é incompetente,
    – esse é radical,
    – esse é pau-mandado,
    – esse não vai ganhar,
    – esse vai aumentar os impostos,
    – esse está preso,
    – esse está enrolado com escândalo do Metrô,
    – esse quer resolver na bala…
    VIXI!!!

Clique no vídeo abaixo para ver a reação durante a escolha… (ops: 2022 será diferente?).

em: https://www.facebook.com/rafael.porcari/videos/2182468958460421/?t=4

– Crivella como Embaixador na África?

Depois de ser preso por corrupção, Marcelo Crivella, ex-prefeito do Rio de Janeiro, recebe afagos desnecessários e injustificáveis do Governo: ele será nomeado Embaixador na África do Sul!

Um detalhe: Crivella não pode sair do Brasil devido às investigações que sofre…

Como pode?

Crivella: ex-prefeito pode ir da cadeia para a embaixada da África do Sul |  VEJA RIO

– O Manifesto da Seleção: convincente ou não?

Quem ficou acordado até tarde da noite / madrugada, deve ter se decepcionado: os jogadores da Seleção Brasileira divulgaram seu tão aguardado manifesto, que nada mais passou do que uma “nota de repúdio” pela organização da Copa América, após a mudança de sede da Colômbia / Argentina, justificando que “os rumos da competição tomados pela Conmebol” (fosse no Chile, que era a hipótese anterior, ou mesmo no Brasil), não estão a contento.

– Tanto “auê”, furor e suspense pra… isso?

Não foi convincente. Foi inconveniente! Ou, se bobear, indecente. Criou-se um clima de rebeldia e uma expectativa de que os atletas seriam mais politizados e contundentes. Nada disso. Tudo vago, simples, frustrante.

Ficou no ar que: a ideia era pressionar por férias ou pela queda de Rogério Caboclo, por trás de uma “cortina de fumaça” de que seria um boicote contra a competição.

Se era para chamar a atenção, conseguiram. E para perder (ainda mais) a simpatia e a credibilidade, idem.

Como diria o “Zé Boca de Bagre”, amigo do Prof Basile, “falaram, falaram e não disseram nada” (uma sábia estratégia de políticos).

– A triste mesquinhice dos políticos brasileiros em meio à pandemia.

A vaidade é uma praga que acaba com o nosso país. Se não fosse ela, que galopa junto à birra, talvez o cenário da pandemia fosse menos trágico no Brasil.

Digo isso pois a eterna discussão sobre a responsabilidades dos políticos em meio aos casos de Covid-19 continua em alta. E cansa! É muito lenta-lenga…

O presidente promoveu aglomerações e péssimos exemplos. Os governadores e prefeitos receberam altíssimas verbas financeiras e escândalos diversos surgiram de desvios. Como podem?

A pandemia deveria servir para unir o país num propósito de superação, não dividi-lo ainda mais.

Entenda o risco de uma nova pandemia | Guia do Estudante

– Eles riem enquanto outros brigam… Política e Futebol iludindo a muitos!

A semana foi complicada para o mundo do futebol. Surgiu uma baita discussão provocada pelo jornalista Carlos Cereto, onde ele defendia a separação entre jornalismo esportivo e político, como que “se evitasse falar de ambos concomitantemente”. Respeito a opinião dele, mas discordo: a política está intrínseca na sociedade, pois ela é necessária para todas as searas!

Aliás, já disse uma vez até mesmo o Papa Francisco sobre ela: “A Política é o mais alto grau da Caridade” (entenda esse contexto em: https://wp.me/p4RTuC-c0U).

Pois bem: se discute muito as manifestações de esportistas sobre Direita e Esquerda (ou Extrema D / Extrema E), como, por exemplo, as críticas que são lidas a Felipe Melo ou a Casagrandepois ambos têm posições abertamente assumidas. Eles podem assumir suas convicções, é da Democracia e não os censure por suas visões de mundo (isso não quer dizer “fazer apologia”, mas simplesmente respeitar e permitir a expressão de todos os prismas).

Assusta-me ver como as coisas vão sendo deturpadas quando a busca pelo poder e o fanatismo político tomam o lugar da sensatez e da razão. Vide a taxação de “comunista” atribuída ao treinador Tite, que NUNCA se manifestou ideologicamente, e que agora é atacado por uma foto de 2012 onde ele já se disse arrependido. 

Sobre essa posição de neutralidade do treinador da Seleção Brasileira, compartilho na postagem de ontem, postada em: https://wp.me/p4RTuC-vib (onde falamos da grande fake news que viralizou).

O mais interessante é: as pessoas se exacerbam, discutem, mas não se lembram que a CBF, em questões de política, não é nem de Esquerda e nem de Direita: ela é do lado do PODER!

Esquecemos tão rapidamente os afagos de Marco Polo Del Nero em Lula (juntamente com Marin, filho da Ditadura Militar)? A bancada da bola sempre migrou de lado, conforme o interesse. Rogério Caboclo faz o mesmo com Jair Bolsonaro (e faria a mesma coisa com Fernando Haddad, Marina Silva, Cabo Daciolo ou Guilherme Boulos). É do “jogo da CBF”.

Portanto, não se rotule quem não quer ser rotulado como Tite, respeite-se quem se manifesta ideologicamente, mas não se apaixone-se por quem quer usufruir das benesses do dinheiro e do poder.

Enquanto “internautas desavisados” e “tiozões do WhatsApp” replicam memes contra os “mercenários jogadores” ou “a hipocrisia do treinador”, como gostam de escrever, os senhores da imagem abaixo riem…

 

 

– Não seja injusto com Tite! Entendendo o imbrolho da CBF e as mentiras da Web.

Nos dias atuais, “confie desconfiando” de várias coisas. Muitas vezes precisamos tomar cuidado com o que se publica na Internet, pois as Fake News são numerosas e as postagens de muitos desavisados confundem as pessoas.

Neste tremendo rolo que a CBF está envolta, com o afastamento do presidente Rogério Caboclo (num enredo impressionante: vídeo dele ameaçando presidentes de clubes, depois áudio falando sobre a influência de Marco Polo Del Nero na entidade e posterior denúncia de assédio sexual e moral com uma narrativa nojenta) e a volta do Cel Nunes à presidência da casa, é necessário ter cuidados. Por exemplo: as bobagens que foram criadas em cima do técnico Tite. Mas qual a “verdade verdadeira”?

Primeiro, especulações / hipóteses:

  • O que é tão importante que ele falará dia 08, após combinação com os jogadores da Seleção? Quem disse que ele convocaria a força máxima da Seleção na Copa América sendo na Argentina e Colômbia, e com a mudança de sede para o Brasil, ele resolveu não disputar? Qual a fonte para afirmar que o problema é a negociação da premiação? Ou, por fim, que o questionamento é a necessidade da competição com o calendário apertado em meio às férias dos atletas?

Importante: os jogadores dos principais clubes europeus, que já são valorizados, ganham o quê servindo a Seleção e abrindo mão das férias, correndo o risco de voltarem machucados aos seus clubes, que são os seus reais empregadores? A CBF é uma entidade privada que lucra muito e usa deles para ganhar dinheiro.

Segundo, esclarecimentos:

  • Muitas pessoas estão taxando que Tite é “esquerdista” e que estaria forçando uma não realização da Copa América por “ser Lula e querer prejudicar o Governo Bolsonaro”. Quanta imaginação! Onde Tite se pronunciou politicamente? Ao contrário, ele não se manifesta há algum tempo sobre isso e preste atenção: Tite se encontrou em 2012 com Lula, após a conquista da Libertadores, numa comitiva com o então presidente corintiano Mário Gobbi. As fotos coletiva da comissão e a individual do treinador correram a Web e ressurgiram como se fosse “manifestação política atual”. Porém, ao Sportv (programa Grande Círculo), em 2018, Tite, arrependido daquele momento e chateado, disse ao ser questionado se ‘vencesse a Copa América de 2019 iria levar a taça ao presidente Bolsonaro ou não’, respondeu:

“Errei lá atrás [com Lula], não faria com o presidente [Bolsonaro] antes da Copa e nem agora, porque entendo que misturar esporte e política não é legal. Fiz errado lá atrás? Sim. Faria de novo? Não.

Lembrando: Tite também se recusou a encontrar Michel Temer em 2017, alegando “desconforto” no envolvimento de esporte e política.

Para não avalizar tudo, recordemos: uma mácula de Tite é ter criticado veementemente Marco Polo Del Nero na CBF e depois aceitar seu convite à Seleção…

Quanto ao mérito esportivo, aí é outra história… gostar das convocações dele, do esquema tático e demais nuances, passa a ser assunto diferente desse.

Acima, uma das fotos de 2012, do evento citado.

– Haverá boicote de jogadores euro-brasileiros na Copa América?

Nunca tivemos uma Seleção Brasileira (ou que seja apenas um grupo específico dentro dela) com politização ativa para discutir questões nacionais. E me causa estranheza ver esse grupo atual, segundo algumas informações da imprensa, ameaçar boicotar a Copa América.

Teria sido um movimento dos atletas europeus. Mas… será mesmo?

É uma revolta por questões políticas, sociais ou por outros motivos?

O que me desagrada é: a história de Tite se pronunciar depois dos jogos das Eliminatórias… isso me cheira “negociação”!

Por enquanto, tenhamos cautela em não acreditar em qualquer coisa.

Boicote da seleção à Copa América alimenta 'fora Tite' nas redes:  'lacrador' | Futebol | iG

– Que paixão é essa de muitos, repentina, chamada Política? E por quê radicalizou-se?

Cruz-credo! Brasileiro “quebrava o pau por Futebol”, e trocou isso por Política. Poderia ser um fator positivo se entendermos que o debate sobre a vida do país se tornou importante para as pessoas (sempre fomos uma nação não-politizada), mas acabou virando algo ruim: radicalizou-se!

O que leva o cara a passar o dia inteiro numa rede social postando sobre Política, adorando e amando políticos (independente da ideologia ou do nome) e tentando “converter” quem pensa diferente?

É só fanatismo ou é ignorância? 

Discutir sobre Política é uma coisa; forçar que o seu amigo pense como você e outra.

Respeite-se a opinião alheia!

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