– Os pré-candidatos à Presidência, há 2 anos…

Há exatos dois anos, quem eram os 21 possíveis candidatos ao cargo de Presidente do Brasil! Bem curioso, abaixo:

Por ser época de Carnaval, não repercutiu tanto. Mas o Jornal O Globo trouxe uma matéria mostrando os presidenciáveis para 2018, e, acredite, foram elencados 21 nomes!

Destes, quem você simpatiza?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/no-desfile-de-pre-candidatos-mais-de-20-nomes-querem-disputar-planalto-22392703

NO DESFILE DE PRÉ-CANDIDATOS, MAIS DE 20 NOMES QUEREM DISPUTAR O PLANALTO

Desde 1989 não há tantos nomes colocados para a disputa pela Presidência

Por Juliana Castro

A oito meses das eleições presidenciais, mais de duas dezenas de pré-candidatos já colocaram o bloco na rua sonhando com o Palácio do Planalto. O desfile de nomes é variado, retrato de um cenário de indefinição semelhante à disputa de 1989, quando 22 candidatos participaram da corrida eleitoral. O pleito de outubro pode ter nas urnas representantes dos mais variados estilos: além dos políticos tradicionais, estão se mobilizando apresentadores de TV, banqueiros, um líder sem-teto, um cabo bombeiro e até um cirurgião plástico exótico.

O bloco dos novatos, formado por aqueles que nunca concorreram ao Executivo, tem como mais inusitado representante o médico Dr. Robert Rey, mais conhecido como Dr. Hollywood devido às cirurgias plásticas que já fez em diversas celebridades. Ele anunciou a intenção de ser candidato caso consiga refundar o Prona, partido que lançou o folclórico Enéas Carneiro à Presidência nos anos 1990. Na semana passada, Rey gravou vídeo na página oficial da legenda pregando um Brasil “mais conservador”.

Sua página no Facebook mistura dicas para dar fim às olheiras e à calvície com ideias, sem qualquer detalhamento programático, para “trazer o sistema americano para escolas brasileiras”. Rey também já defendeu, em entrevista, que o hino nacional toque todo dia de manhã em cadeia nacional de rádio e TV.

Convites à espera de resposta

Propostas excêntricas também estão nos discursos de outros novatos. Repleto de menções a Deus, o discurso do deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato pelo Avante, sai frequentemente em defesa da intervenção militar como uma solução para o país. No ano passado, o bombeiro chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional, onde “só tem corruptos”.
Já a ex-apresentadora de televisão Valéria Monteiro (PMN) tem pregado medidas como licença maternidade de três anos e isenção de Imposto de Renda para quem ganha menos de R$ 3.700. O impacto fiscal das ideias, contudo, não foi calculado pela pré-candidata.

— Esses candidatos não têm visibilidade eleitoral, mas acabam aparecendo com suas atividades um tanto folclóricas. As eleições de 1989 e a de 2018 têm uma relação no que se refere à possibilidade de muitas candidaturas, mas a conjuntura política é muito diferente. No final dos anos 1980, a esperança era muito grande. Agora, há o pessimismo generalizado, as pessoas estão desencantadas com o sistema político — diz o cientista político Paulo Baía, da UFRJ.

Ao contrário de Rey, Daciolo e Valéria, apoiados por partidos nanicos, há ainda os novatos com maior relevância, que permanecem com o futuro indefinido. Caso do apresentador Luciano Huck e do ex-presidente Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, cortejados pelo PPS e PSB, respectivamente. Embora Huck tenha conversas periódicas com economistas liberais, seu discurso de forte apelo social tem potencial de crescimento em segmentos lulistas, apontam institutos de pesquisa. Já Barbosa mantém-se em silêncio sobre o que seriam seus projetos presidenciais, mas sua plataforma, apontam os socialistas, estaria focada na sua trajetória pública de combate à corrupção.

Guilherme Boulos, que estuda a filiação ao PSOL, fecha a lista de novatos em dúvida. Embora não admita, a candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) está diretamente relacionada ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Boulos dividiria votos da esquerda com a deputada estadual no Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB).

— Não tem um candidato competitivo no cenário eleitoral, e isso estimula o lançamento de várias pré-candidaturas. Quando existe este nome, os partidos menores tendem a ser atraídos pela coalizão. Tem que ter tempo de TV para haver um bom desempenho — explica Fernando Antonio Azevedo, cientista político da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).

O bloco dos indefinidos também contempla nomes da base do governo, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC). Os três sonham em ser o nome que unificaria o centro político para acabar com a polarização entre Lula e o deputado Jair Bolsonaro, em negociações para migrar para o PSL. No mesmo espectro político, também apresentam-se João Amoêdo (Novo), com carreira ligada ao mercado financeiro, e o senador Álvaro Dias (Podemos).

Estão no páreo ainda os veteranos que já concorreram à Presidência em outras ocasiões: a ex-senadora Marina Silva (Rede), que disputou pelo PV em 2010 e pelo PSB em 2014; o governador Geraldo Alckmin, candidato em 2006 pelo PSDB; o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), que concorreu em 1998 e 2002; e o senador Cristovam Buarque, que disputou em 2006.

A campanha também terá velhos conhecidos do eleitorado como Eymael (PSDC), dono do jingle chiclete “Ey-Ey-Eymael, um democrata cristão”, e Levy Fidelix, autor do controverso projeto do “aerotrem”. Sem contar o ex-presidente Fernando Collor (PTC), que, em discurso na semana passada, disse estar “diante da retomada de uma missão”. Slogan esse que, aliás, já aparece na foto de capa de sua página no Facebook.

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– Não ataque o Papa por receber Lula. Ataque o próprio Cristo (leia o texto antes de criticar).

De Maduro a Trump, podendo ser Bolsonaro ou Lula: o Papa, como chefe de Estado que é (chefia o Vaticano), recebe pedidos de visita. Como sucessor de São Pedro que é (liderando a Igreja), vai a todos os lugares com todas as gentes.

Cristo se reunia com pecadores – das prostitutas aos marginalizados (incluindo uma das espécies mais criticadas da sua época: os cobradores de impostos, que eram vilões aproveitadores que extorquiam os pobres, como Mateus, que virou São Mateus Evangelista).

Assim, como condenar as pessoas – de maior ou menor popularidade, de melhor ou pior conceito, beirando a santificação ou a demonização que o Papa Francisco, legítimo sucessor da representação de São Pedro (a pedra da Igreja instituída por Jesus), recebe ou visita? O próprio Emanuel é chamado de Grande Médico, Deus Conosco, que veio socorrer os doentes em primeiro lugar e depois aos sadios.

Escreveu o respeitadíssimo Padre Zezinho a respeito da visita de Lula ao Pontífice:

“O que leva os agressores a ofender o Papa Francisco não é a fé . É a política. São católicos radicais, liberais e ultraconservadores contra a esquerda e o comunismo, que não tendo lido os documentos sociais da Igreja pensam mais politicamente e do que catolicamente!”.

Para ser ainda mais perfeito, Dom Odilo Scherer, bispo de São Paulo:

“Por esses dias estão sendo publicadas muitas asneiras sobre o Papa. Quem é Católico, use apenas o bom senso e ñ se deixe levar por reflexões inflamadas. As mentiras e calúnias têm vida curta. Entre um franco atirador oportunista e o Papa, fique com o Papa e a Igreja.”

Perfeito. Lembremo-nos que São João Paulo II, que sofreu um terrível e covarde atentado contra a própria vida, perdoou Mehmet Ali Ağca, um terrorista turco que o baleou. Assim, a fala na imagem abaixo retrata e explica perfeitamente o ocorrido:

 

– De quem é a culpa das dívidas milionárias dos clubes de futebol e entidades esportivas?

O Governo parece nunca se esforçar para cobrar as dívidas das entidades esportivas. Pudera, Lula andava de braço dado com Andrés Sanches; Bolsonaro, palmeirense, sempre flerta com o Flamengo.

Com os políticos de braços dados com os cartolas do futebol, impossível a coisa ser boa…

Extraído de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/02/20/clubes-devem-r-53-bi-a-uniao.ghtml

CLUBES DEVEM 5,3 BILHÕES DE REAIS

Corinthians tem o maior débito, de R$ 737,7 milhões, que não considera estádio

As dívidas de clubes esportivos com a União somam quase R$ 5,3 bilhões, de acordo com informações da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) enviadas ao Valor via Lei de Acesso à Informação (LAI). Os dados incluem débitos que estão em situação irregular (em processo de efetiva cobrança) e regular (garantidos, parcelados ou suspensos por decisão judicial). Dos dez maiores devedores, nove são grandes times de futebol, que podem se beneficiar de projeto de lei que prevê uma nova renegociação.

Somente o Corinthians tem um débito de R$ 737,7 milhões – valor que não considera o financiamento para construção de seu estádio na zona leste de São Paulo. Na sequência, vêm Atlético Mineiro (R$ 356,5 milhões), Vasco da Gama (R$ 256,5 milhões), Botafogo (R$ 251,6 milhões) e Flamengo (R$ 224,2 milhões). A sexta posição fica com a Confederação Brasileira de Vela e Motor, com R$ 219,8 milhões. Depois, aparecem Fluminense (R$ 173,8 milhões), Guarani (R$ 141,5 milhões), Internacional (R$ 130,1 milhões) e Palmeiras (R$ 88,3 milhões).

Mais de 3,5 mil clubes esportivos e sociais têm dívidas relativas ao não pagamento de impostos, contribuição previdenciária e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), segundo o levantamento, referente a novembro. Mas os valores devidos são discrepantes: os dez primeiros colocados no ranking concentram, juntos, quase metade do total da dívida (49%). Na outra ponta, 40 clubes poderiam quitar o que devem com menos de R$ 500.

Maior devedor, o Corinthians não reconhece grande parte dos valores apontados pela União.

Apenas uma das cobranças, do ano passado, soma R$ 597 milhões, mas o time argumenta ser isento de tributos federais e se apoia em entendimento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) que extinguiu cobranças similares de outros clubes. O valor foi inscrito na dívida ativa após o clube perder o prazo para recorrer, mas, recentemente, uma liminar da Justiça permitiu a interposição de recurso e, com isso, suspendeu a cobrança, mudando a situação para “regular”.

O advogado do clube paulista, Juliano Di Pietro, diz que o Carf já reconheceu que os clubes não devem pagar Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Cofins, PIS e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). “Todos os clubes de futebol sofreram nos últimos anos investida da Receita Federal para suspender isenção que as associações sem fins lucrativos fazem jus pela legislação”, afirmou.

Questionada sobre o não reconhecimento das cobranças por alguns clubes, a PGFN respondeu, em nota, que é necessário avaliar caso a caso e que os “débitos cuja constituição esteja fundada em matéria sobre a qual exista súmula do Carf favorável ao contribuinte são baixados administrativamente, sem necessidade de intervenção judicial”.

Nos últimos anos, os clubes foram beneficiados por programas de renegociação com a União, como o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut), de 2015, e o Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), de 2017. Ainda assim, voltaram a contrair dívidas. O cumprimento das obrigações também perdeu força após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar contrapartidas de regularidade exigidas pelo Profut.

Agora, um projeto de lei em tramitação no Congresso propõe transformar os clubes de futebol de entidades sem fins lucrativos em empresas e, como atrativo para essa transição, permite um novo parcelamento das dívidas em até 60 meses, com desconto nos juros, multas e encargos. Só quem mudar sua natureza jurídica poderá requerer o benefício e serão permitidos apenas débitos esportivos, para evitar que a empresa que compre o time transfira suas próprias dívidas para aproveitar o refinanciamento.

O relator da proposta na Câmara, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), contudo, não vê o novo parcelamento como o grande atrativo do projeto. Isso porque maior parte das dívidas foi refinanciada no Profut, que permitiu quitá-las com desconto em até 20 anos. “Não vão trocar uma dívida dividida em 20 anos por uma de 5 anos”, disse.

O saldo que poderia ser parcelado, ainda não divulgado pelo governo, seria menos significativo do que há cinco anos. Na opinião de Pedro Paulo, o principal benefício da transformação em clube, além da melhoria na gestão, será que um investidor com capital poderá quitar rapidamente as dívidas usando o parcelamento e regularizar a situação do clube para fazer investimentos no futebol.

Não está claro, no entanto, se haverá grande interesse dos times na adesão. Em nota, o Internacional, por exemplo, disse não ver “qualquer necessidade do clube se transformar em empresa para aproveitar vantagens tributárias”, já que todas as dívidas se encontram negociadas em programas como o Profut e o Pert. Observa, no entanto, que está atento ao projeto de lei como “um caminho que possa gerar receitas alternativas”.

Pelo levantamento, cerca de metade da dívida dos clubes está irregular e a outra metade, regular. Do total, R$ 3 bilhões são relativos a débitos não previdenciários, R$ 2 bilhões a dívidas previdenciárias e R$ 258 milhões a contribuições ao FGTS. Os parcelamentos totalizam R$ 936 milhões.

Procurados pela reportagem, Atlético Mineiro, Vasco da Gama, Botafogo, Flamengo, Confederação Brasileira de Vela e Motor, Fluminense, Guarani e Palmeiras não responderam até o fechamento.

Após a publicação da reportagem, o Atlético Mineiro entrou em contato com o Valor para dizer que considera que a dívida com o governo é cerca de R$ 100 milhões menor do que a divulgada porque todo o dinheiro da venda do atacante Bernard acabou bloqueado e destinado para abater os pagamentos do Profut.

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– Contra o Fanatismo: Ponderação!

Impressiona como falar sobre Política de uma maneira isenta acaba sendo prejudicial para o cara sensato. “Isentão” virou palavrão e adjetivo negativo! TEM que ser Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda, a fim de agradar quem não respeita pensamento discordante.

O gozado são as pessoas brigando entre si! Vivem, respiram, verborrageiam Política. Ou melhor: seus ídolos políticos. E os blindam de qualquer erro – são imaculados!

Compartilho, pois foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões ou complementos.

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– “Dar o Furo”, “Mulher de Grelo Duro”… cada vez mais Bolsonaro e Lula se diferenciam e se igualam!

Que desrespeito vemos de pessoas que deveriam ser acima da média e exemplares em conduta, postura, honestidade e civilidade. Um Presidente da República deveria ser MODELO de inspiração aos nossos jovens. E desde há muito tempo não temos alguém assim.

Lula, um corrupto de alma demagoga disse um dia que as mulheres do seu partido tinham “grelo duro”. Agora, Bolsonaro, um mal-educado igualmente fanfarrão em desrespeito, fala jocosamente que a repórter queria (em sentido sexual e chulo) “dar o furo”.

Do populismo de Esquerda ao de Direita, se diferenciam pela ideologia mas se igualam na falta de ética e de amabilidade. Lamentável.

Cadê um líder inspirador em nosso Brasil?

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– Yacows: Hans River do Rio Nascimento é a personagem folclórica da selva política brasileira! Sempre se deve ver os dois lados…

Você acredita naquele profissional da mídia digital, Hans River, que na CPI da Fake News, interrogado sobre o fato de ter trabalhado para uma empresa que criava fatos e impulsionava postagens falsas supostamente para a campanha de Bolsonaro (Yacows), e que disse ter trabalhado também ao PT?

Calma. Nessas horas, não acredite em ninguém. Duvide, questione, pense, analise, mas nunca veja um lado só.

Primeiro, a fala oficial pró-Governo, aqui: https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/hans-river-diz-que-pt-era-forte-cliente-de-empresa-investigada-por-crimes-digitais-nas-eleicoes-de-2018

Segundo, a contrária, contra o Governo, aqui: https://revistaforum.com.br/brasil/hans-river-que-acusou-jornalista-de-ter-se-insinuado-sexualmente-ja-foi-acusado-pela-ex-companheira-de-ameaca-de-morte/

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– Marcos disse a Verdade: protesta-se com veemência no Esporte, mas na Política.

Respost de 07/02/2011, mas bem atual…

Por falta de tempo, não deu tempo para repercutir. Mas e a frase do goleiro Marcos, da S.E.Palmeiras, após a partida contra o Corinthians a respeito da violência dos torcedores do rival contra o próprio time, em virtude da eliminação da Taça Libertadores:

“Ao invés de protestar contra o jogador, por que não vai protestar contra político corrupto?” 

É isso mesmo! Corroboro lembrando o seguinte: os manifestantes da Torcida Organizada que representa seu time quebram tudo por causa de uma simples partida de futebol. Que bando de alienados! Não se vê a mesma revolta contra os abusivos casos de desvios de verba e mau uso do dinheiro público na política brasileira. Aliás, essa turma deve dar mais importância em querer se aparecer como truculentos e intimidadores do que se preocupar com valores da cidadania.

Lamentável a ação dos vândalos e louvável a frase do goleiro palmeirense.

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– Mas de onde vem tais ideias esdrúxulas? Lula e os 20 mil, Bolsonaro e o HIV

certas situações evitáveis, a fim de que não exista contrangimento. Falar bobagem é um perigo…

Dois casos: 

  1. Lula: segundo a Revista Superinteressante “Terminado o mandato, todo ex-Presidente da República tem direito ao auxílio de quatro servidores para sua segurança, assim como dois veículos oficiais com dois motoristas, somando salários de R$ 28.738,36 mensais. Tanto Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992, quanto Dilma, recentemente, mantiveram esses e outros benefícios garantidos”. Lula recebe ainda R$ 6 mil como anistiado político por mês. Agora, ganhará R$ 20 mil de salário mensal do PT para “ajuda de custo”. Quer dizer que o dinheiro do fundo partidário (pago por nós) serve para bancar ex-presidiário? Pior é Lula dizer, como o fez semana passada na sede da CUT, que “se virar (ele) de ponta-cabeça não cairá nem moeda”, para dizer que está sem dinheiro algum…
  2. Bolsonaro: ontem, disse em entrevista, segundo a Revista Isto É: “O Alexandre Garcia [ex-jornalista e apresentador da Globo] comentou que a esposa dele, que é obstetra, atendeu uma mulher que teve primeiro filho aos 12 anos, o segundo aos 15 e no terceiro já estava com HIV. Uma pessoa com HIV, além de ter um problema sério para ela, é uma despesa para todos aqui no Brasil”. A frase final isolada é um problema, a ideia geral compreensível (colocada no contexto maior e frio). Mas e as crianças que herdaram HIV? As mulheres enganadas pelos seus maridos que contribuíram isso? Os doentes de câncer e de outros males, também não geram custos? Tudo poderia ser dito de outra forma, sem reclamar de custos, pois pode se entender insensibilidade.

Ninguém orienta a essas pessoas públicas importantes para pensar bem nos atos e palavras? Podem ser escandalosas para quem lê (só não será para insensatos, independente da ideologia).

O duro é que ninguém fala de custos e mordomias dos políticos e ex-presidentes, como omitidos nos dois casos.

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– Enéas no Roda Viva!

Uma pérola da televisão brasileira: o Dr Enéas Carneiro (ele mesmo, do bordão “meu nome é Enééééaaaas”) sendo revivido pela TV Cultura no YouTube, no “Roda Viva Retrô”.

Sensacional! De 1994 (ele era candidato a Presidente do Brasil), logo após a URV ser implementada e virando Real, falando de vários assuntos dos dias passados e que são atuais. Comparou os dois candidatos à época, FHC e Lula, e sugeriu um concurso de inteligência para escolher o mais preparado Presidente da República, ao invés de Eleições.

Impressiona, chega a ser folclórico em alguns momentos mas é importante para se entender aquele momento histórico do país.

Em: https://youtu.be/l3EU9bsFkAE

– O Movimento Feminista há de defender Regina Duarte de José de Abreu. Ou não?

Não sou de Direita, de Esquerda ou de Centro. Não gosto dessas terminologias e de outras, como a de “Isentão”. O termo, e esse eu gosto, é sim o de “à procura de sensatez”.

Por isso, ao ler a nojenta carta de José de Abreu, de radicalismo / fanatismo/ extremismo ímpar contra a atriz Regina Duarte (por ter aceito ser Secretária de Cultura), pergunto: onde está o repúdio das atrizes, a maioria colegas de trabalho dela?

Aproveito: onde está Manuela D’Ávila, Sâmia Bonfim, Jandira Feghali e outras feministas da Política (que não estão erradas em defender as mulheres, elas têm o meu respeito) mas que simplesmente se calaram?

A propósito: que raio de democracia é essa, que se não pensar como José de Abreu, a pessoa está errada? Os órgãos / entidades que defendem as mulheres por muito menos, dependendo da pessoa, estariam protestando. Ou não?

Enfim: não sou Bolsonarista, Lulista, entusiasta do Dória ou do MBL, nem Anarquista, Liberal ou Comunista. Sou só um cara que se impressionou negativamente com um homem tolo que foi extremamente grosseiro com uma mulher.

Para quem não leu (e tem estômago), compartilho a “Carta de José de Abreu”:

“Desafio Regina Duarte a debater política, cultura, ponto eletrônico, Rouanet e o que mais quiser, no foro que escolher, no momento em que quiser. Está lançado o desafio que sei, de antemão, que ela jamais aceitará. De quebra pode levar (Carlos) Vereza, Maitê (Proença) e quem mais escolher. Topa, apoiadora de fascista? Ministra, nem isso, secretária! De um presidente sem legitimidade, um escroto, que quer que você discrimine a diversidade? Que discrimine LGBTs [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais]? Eu sou artista, assumo meu vícios e me libertei deles. Mas você, assumindo um cargo público, vai ter que prestar conta deles. E eu vou cobrar isto de você. Lembra de quantos gays lhe tiraram rugas? Coloriram seus cabelos brancos? Criaram figurinos para esconder suas banhas? Você está cagando na cabeça deles! Eles me ligam, desesperados, com sua postura! Tenha vergonha nessa cara! Vou até o fim. Assuma seu cargo de apoiadora de fascista se tiver coragem. E aguente as consequências. Outra coisa, eu não estou só! Arrisco minha carreira para impedir que uma colega minha se atire num poço sem fundo!”.

Elegante, não?

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– Salário e Auxílios de um Deputado Federal no Brasil

Sabe quanto um “representante do povo” recebe ao todo mensalmente junto aos seus vencimentos para legislar em causa própria, ops, digo, ao país?

Você pode pesquisar em qualquer site de transparência pública que encontrará, pois são valores oficiais e devem ser divulgados.

Para os novos parlamentares brasileiros, a composição da sua renda é:

  1. Salário: R$ 33.700,00;
  2. Auxílio-Mudança: R$ 33.700,00 (um salário-extra a ser recebido no início de cada mandato);
  3. Auxílio-Moradia: R$ 4.200,00 (ou o uso de um apartamento funcional);
  4. Cota Parlamentar: de R$ 30.700,00 até R$ 45.600,00 (varia dependendo da cidade / estado de origem do deputado);
  5. Verba Mensal de Gabinete: R$ 106.800,00 (para custear 25 secretários / mês).

Somou tudo isso? É muito dinheiro, não?

Não esqueça que eles têm duas férias anuais, recessos de feriados diversos, e não só o salário extra costuma parar no 13º…

Como podemos aceitar tudo isso passivamente? E aqui nos referimos a todos, tanto de Direita, Centro ou Esquerda, pois jamais vemos a luta deles pelo fim das suas próprias mordomias.

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– Diz pensar nos pobres, mas se enriquece? A hipocrisia da filha do Presidente de Angola

Uma ditadura africana, cheia de Petróleo, mas cuja população é pobre: essa é Angola, que agora descobre que Isabel dos Santos, a “primeira-filha” do ex-presidente José Eduardo dos Santos (que pregava a igualdade da população e o bem comum) é bilionária por conta da corrupção velada do governo do seu pai.

Achei pertinente tal reflexão do jornalista José Paulo de Andrade, da Rádio Bandeirantes:

“A revelação da fortuna amealhada por Isabel dos Santos, filha do ex-presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, mostra como o discurso comuno-socialista se revela na prática, roubalheira. O partido do pai, o MPLA, que recebeu apoio cubano-soviético, é marxista.”

Extraído de: https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,mulher-mais-rica-da-africa-e-acusada-de-fraude-e-lavagem-de-dinheiro,70003169516

MULHER MAIS RICA DA ÁFRICA É ACUSADA DE FRAUDE E LAVAGEM DE DINHEIRO

A bilionária angolana Isabel dos Santos, filha do ex-presidente José Eduardo dos Santos, foi acusada de fraude, desvio de fundos e lavagem de dinheiro, anunciou o procurador-geral angolano. Procurada por várias semanas pela justiça angolana, Isabel dos Santos também foi acusada de tráfico de influência, abuso de bens sociais e falsificação de documentos quando era presidente do grupo público de petróleo angolano Sonangol, informou o Procurador Geral Helder Pitta Gros na noite de quarta-feira, 22.

A investigação das atividades de Isabel dos Santos do preíodo em que ela dirigiu a Sonagol, entre junho de 2016 e novembro de 2017, começou depois que seu sucessor, Carlos Saturnino, denunciou “transferências irregulares de dinheiro”. Considerada a mulher mais rica da África, Isabel poderia ter usado o apoio de seu pai para obter fundos estatais do país mais rico em petróleo da África do Sul e investi-lo no exterior com a ajuda de empresas ocidentais.

Isabel deixou Angola depois que seu pai, que governou o país por quase 40 anos, renunciou à presidência em 2017 e foi substituído por João Lourenco. A acusação ocorre três dias após a publicação do “Luanda Leaks” pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, sediado em Nova York (ICIJ, na sigla em inglês). Os documentos emitidos pelo ICIJ mostrariam como Isabel dos Santos desviou centenas de milhões de dólares em dinheiro público para contas pessoais em paraísos fiscais.

Na segunda-feira, 20 após a divulgação dos documentos “Luanda Leaks”, o procurador-geral Helder Pitra Gros declarou que estava determinado a “usar todos os meios” para levar Isabel a Angola novamente, que vive entre Londres e Dubai. “Vamos ativar todos os mecanismos internacionais para trazer Isabel dos Santos de volta ao país”, disse Pitra Gros, entrevistado pela rádio nacional.

O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), com sede em Nova York, também está por trás do vazamento em 2016 de documentos confidenciais sobre paraísos fiscais conhecidos como “Documentos do Panamá”. /AFP

FILE PHOTO: Isabel Dos Santos, daughter of Angola’s former President and Africa's richest woman, sits for a portrait during a Reuters interview in London, Britain

– A responsabilidade em não constranger uma pessoa alheia ao fato: sobre Maiara e Maraísa frente a Alexandra França

Repercutiu bastante a coluna de Alexandre França, na Folha de São Paulo, onde de um assunto importante e interessante ele se enrolou todo e foi infeliz.

O escritor resolveu falar sobre a não-manifestação de boa parte da classe artística sobre o ex-Secretário da Cultura, Roberto Alvim, no discurso de plágio nazista realizado (o presidente Bolsonaro o demitiu por tal fato). Entretanto, citou nomes da oposição ao Governo que criticaram a fala e detonou os demais artistas, separando-os por elite e popular, alegando que quem não o criticou, é neofascista e adepto de um conjunto de tantos outros rótulos.

Ora, quer dizer que obrigatoriamente alguém tem que escrever na Rede Social, a fim de contentar Alexandre França? Manifesta-se quem quiser, embora seja unânime a percepção do horror que foi o Nazismo e que são as ideias Neonazistas.

Para completar a infelicidade, publicou-se uma charge das cantoras populares Maiara e Maraísa, com um bracelete de suástica, escolhida a esmo por França, a fim de ilustrar suas ideias.

Que culpa essas moças têm? São obrigadas a publicar opiniões políticas no Instagram ou Twitter ao invés de se preocuparem com a vida, somente para demagogia? E quem disse que a não-expressão é concordar com Alvim e o nazismo?

Poderiam várias outras pessoas a serem escolhidas, já que o critério de associação (indevido) de Alexandre França foi muito errado. Por azar da dupla de cantoras, foram elas.

Aliás, me admiro a irresponsabilidade da Folha de São Paulo em publicar tal imagem, levando aos leitores a falsa interpretação de que temos duas cantoras neonazistas. Ridículo! Embora, posteriormente, a Folha pediu desculpas.

Já imaginou você ser escrachado publicamente de apoiador por algo que você nem se manifestou (por falta de tempo, por quê não quis ou por qualquer outro motivo)?

Por fim: na teimosia de não aceitar o erro, Alexandre França, novamente de maneira gratuita, chamou as moças de “cantoras da cachaça”. Pra quê?

Esse radicalismo e cegueira por viés ideológico acabam com o Brasil. E fica a reflexão: apesar dos erros do Presidente Bolsonaro (que repercutem e encobrem os acertos também existentes – há de ser ponderado), quem disse que o Governo é Facista ou Nazista? Onde estamos vendo tais ações? Onde as raças estão sendo purificadas ou a liberdade de expressão proibida? Aliás: não está se usando de maneira equivocada esses dois termos?

Repito: o fanatismo pela Esquerda ou Direita deturpam a sensibilidade e a razão.

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– Glenn Greenwald: Jornalismo ou Bandidismo?

A história do jornalista Glen Greenwald, sem dúvida, é polêmica. Ao divulgar mensagens hackeadas de autoridades, imaginou-se que ele praticava jornalismo investigativo ao publicar documentos que poderiam incriminar os julgadores da Lava-Jato (embora, depois de tanta análise, não se percebe nenhum desvio do julgamento ou prova plantada – foi mais sensacionalismo do fato do que descobrir se Lula e outros réus foram injustamente condenados). Do que sobrou, nada mais foi o fato de tumultuar a Operação da Polícia Federal, trazer à tona o relacionamento entre juristas, mas deixando no ar, a posterior, que era algo intencionalmente feito para soltar bandidos.

Enfim: difícil ter uma conclusão fechada sobre tudo isso.

Entretanto, Glenn foi indiciado pelo MPF, pois segundo a nota oficial “auxiliou, orientou e incentivou” os hackers, a partir do momento em que dava dicas de invasão e sugeria nomes e modos.

E aí?

Jornalismo é importante e necessário. Deve ser livre! Divulgar o que muitos não querem ouvir ou aceitar. Mas orientar bandido, aí é outro departamento…

Glenn Greenwald participou de audiência pública no Congresso, em 2019, sobre a atuação de juízes e procuradores brasileiros na Operação Lava Jato — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

– E o que deu a conversa desagradável de Gregório Divivier com o hacker de Araraquara?

Independente de eu não gostar do tipo de humor de Gregório Divivier, ou até mesmo questionar suas ideologias políticas, muitas vezes debochadas ou anárquicas, devo respeitá-lo como cidadão.

Mas me questiono: no final do último ano, a Polícia Federal descobriu conversas dele com um dos hackers parceiros do The Intercept, sendo que eram bem complicadas em seu teor, pois ele sugeria invasões a jornalistas e outros profissionais.

E por quantas anda esse fato?

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