Tem político que se faz presente na vida da comunidade, e durante seu mandato, está atuante (e isso é ótimo). E tem aqueles que só aparecem em época eleitoral, mostrando uma face empática (somente nessa época).
Conhece alguns?
Tem político que se faz presente na vida da comunidade, e durante seu mandato, está atuante (e isso é ótimo). E tem aqueles que só aparecem em época eleitoral, mostrando uma face empática (somente nessa época).
Conhece alguns?
Com a IA deixando conteúdos falsos cada vez mais convincentes, verificar fontes e informações ganha importância durante as Eleições 2026. #Linkezine …
Continua em: IA amplia alcance das fake news e vira novo desafio nas Eleições 2026

Golpes digitais podem explorar o medo e a urgência durante as eleições para roubar dados e dinheiro. Informação e atenção ajudam a reduzir os riscos.…
Phishing usa medo e urgência para enganar eleitores

Quem disse que o Pelé foi conivente durante a ditadura?
Olhe aí a camisa da Seleção (com o raminho de café) pedindo Eleições Democráticas (Diretas Já):
Os primeiros debates de 2026 abrem uma nova fase da disputa eleitoral, com confrontos estaduais e a corrida presidencial ganhando espaço público. 🗳️…
Continua em: A campanha sai do bastidor: debates abrem a temporada eleitoral de 2026

Deepfakes e conteúdos manipulados desafiam o processo eleitoral e reforçam a importância da verificação das informações antes do compartilhamento. #…
Continua em: Inteligência artificial desafia eleições e amplia debate sobre a proteção do voto na era digital

O uso de um vídeo gerado por inteligência artificial em convenção partidária amplia o debate sobre tecnologia, legislação eleitoral e comunicação …
Continua em/ Vídeo com inteligência artificial exibido em convenção do PL leva caso ao Ministério Público Eleitoral

O pré-candidato João Pedro Sastre busca espaço no debate público ao combinar pautas de inclusão com um posicionamento alinhado à direita. #Linkezine …
Continua em: Barrado em evento de Flávio Bolsonaro, pré-candidato ganha projeção nas redes

As convenções partidárias marcam o início oficial da disputa eleitoral e definem quem estará apto a concorrer nas eleições de outubro. #Linkezine 🗳️…
Continua em: Convenções Partidárias: os bastidores que definem quem estará nas urnas em outubro

Que legal!
Nosso Fabrício Porcari, que ocupa o cargo de “Jovem Vereador” em Jundiaí (e que trabalha muito bem) estará no Podcast “A Voz do Povo”.
Prestigie!
Informações no link oficial, em: https://www.instagram.com/reels/Dak6q8mPt9W/
Michelle Bolsonaro avalia deixar a disputa ao Senado e se afastar da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, segundo Valdemar Costa Neto. #…
Continua em: Michelle Bolsonaro cogita deixar disputa ao Senado e se afasta da campanha de Flávio Bolsonaro

Entre extremos, 27% dos eleitores buscam soluções práticas e podem definir o rumo da eleição. #Linkezine 🗳️ O post O eleitor que não se prende a …
Continua em: O eleitor que não se prende a extremos: 27% buscam soluções concretas

Confesso: eu me desencanto com os políticos do nosso país. Tanto Esquerda quanto Direita não conseguem um nome que possa atender as seguintes qualificações:
– Honesto,
– Competente,
– Que tenha Credibilidade, e
– Que seja Agregador.
Tem alguém? Opinião em: https://youtu.be/qHd919_qqc0?si=o_ueXx2-EZxAhKXx
Lamentável… Lula ousou dizer que nunca foi de Esquerda.
Acredito, igualmente como o Bolsonaro nunca foi de Direita (embora, se lembre, ele já chegou a votar com o PT enquanto deputado), como Alexandre de Moraes tem cabelo ou como o como Neymar não vai atrás de rabos-de-saia…
O Brasil não é para amadores mesmo…
A investigação do Banco Master ganha novos contornos com a ameaça de Joana Mourão contra a familia Vorcaro. #Linkezine ⚖️ O post Irmã de “Sicário” …
Continua em: Irmã de “Sicário” ameaça expor família Vorcaro em investigação do STF

Todos nós sabemos que a FIFA é historicamente uma entidade política. Mas, com essa politicagem que faz, há uma oportunidade de ouro para ela aproveitar essa característica e usar de meritocracia.
Acontece que Alireza Faghani, árbitro iraniano que se naturalizou australiano, se tornará no próximo Mundial o primeiro juiz de futebol a apitar 4 Mundiais. E, sejamos honestos, seu histórico de partidas importantes é considerável. Sempre atuou muito bem em todas as competições que foi convocado.
Cá entre nós, com o conflito envolvendo Trump e os aiatolás, escalar um árbitro do Irã em uma final de Copa nos EUA, seria significativo. Afinal, é simbólico para o “sistema” ter alguém que debandou daquela teocracia asiática (ele está com 48 anos, e resolveu deixar Teerã com a família e morar na Austrália). Mas o mais importante (apesar desse fato) é que Alireza Faghani está em seu último ano, é excelente árbitro e uma possível escala em uma final de Copa do Mundo seria justíssima.

Em meio ao desgaste de Flávio Bolsonaro, Zema e Caiado ensaiam aproximação estratégica para 2026. #Linkezine 🗳️ O post Zema e Caiado ensaiam aliança…
Continua em: Zema e Caiado ensaiam aliança em meio ao desgaste da pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro admitiu ter se encontrado com Daniel Vorcaro após a prisão do banqueiro. #Linkezine 🏛️ O post Flávio admite novo encontro com …
Continua em: Flávio admite novo encontro com Daniel Vorcaro e amplia contradições no caso

Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno e igualdade em eventual segundo turno. #Linkezine 🗳️ O post …
Continua em: Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na disputa presidencial

(Imagem extraída do link acima, crédito do site citado)
No levantamento, Lula registra 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 35%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os números colocam os dois candidatos em uma faixa estatisticamente equivalente.
O estudo também simulou um eventual segundo turno e encontrou equilíbrio absoluto: ambos aparecem com 45% das intenções de voto. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 1% disseram não saber em quem votar.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 139 municípios brasileiros. O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 13 de maio e possui nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feito sob o número BR-00290/2026.
A maior parte das entrevistas ocorreu antes da divulgação de conversas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Como os dados foram coletados anteriormente à repercussão do caso, eventuais impactos políticos ainda não aparecem refletidos nos resultados.
O cenário retratado pelo Datafolha sugere uma eleição marcada por forte polarização, com dois nomes já consolidados no imaginário político nacional. Ao mesmo tempo, a proximidade numérica demonstra que o eleitorado permanece dividido e atento aos acontecimentos que podem alterar o rumo da disputa.
Pesquisas de intenção de voto oferecem um retrato do momento em que são realizadas e não representam previsão definitiva do resultado eleitoral. Até a votação, fatores como debates, alianças partidárias, desempenho econômico e acontecimentos políticos tendem a influenciar a percepção do eleitor.
Por enquanto, o que o levantamento revela é um país novamente dividido entre projetos distintos de poder, em uma disputa em que cada ponto percentual pode redesenhar o horizonte político brasileiro.
O saudoso Papa Francisco deixou uma de suas maravilhosas reflexões, corroborando Pio XI:
“A Política é o grau mais alto da Caridade.”
Sem dúvida, é! A raiz originária da Política traz o significado de que a sua prática é estar entre as pessoas. Ou seja, “fazer política” é a “arte de se relacionar”.
O problema é que no Brasil a Política tomou outro sentido: o do Poder, da Ganância e da Corrupção. Mudamos o termo para Politicagem e misturamos tudo!
Já imaginaram se os políticos brasileiros fossem integralmente honestos em todas as esferas? Claro, devem existir os corretos, mas são tantos os escândalos de desvios de dinheiro que perdemos o senso e não cremos na lisura das negociações e projetos dos nossos deputados, por exemplo.
Sem dúvida, se a Política fosse vivida em nosso país como lembrada pelo Papa Francisco, teríamos um Brasil mais justo, mais santo, mais rico e mais solidário.
Imagem extraída de: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2019-11/suharyo-papa-convida-convivencia-catolicos-indonesios-frente.html
Flávio Bolsonaro teve vazada uma ligação a Vorcaro, pedindo dinheiro.
Lula é o que já sabemos: o homem de vários escândalos que voltou ao poder pela rejeição a Jair Bolsonaro.
Dois homens que não são confiáveis, e que são candidatos à presidência do Brasil.
Quero um candidato honesto, competente e que transmita credibilidade. Não vejo um…
O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.
Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.
Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.
Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.
Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).
O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.
Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?
Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.
Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.
Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.
Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu” – disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.
E assim “a banda anda…”.
IN ENGLIH, by Gemini AI:
Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”
Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.
I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.
Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).
Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.
Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?
To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”
In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.
Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).
And that is how the world turns…
O Deputado Federal Hélio Lopes, o “Hélio Negão”, do Partido Liberal, enviou um ofício à CBF pedindo a convocação de Neymar para compor o elenco da Seleção Brasileira que irá à Copa do Mundo 2026, alegando que ele não é “apenas um jogador”.
Ora, a Câmara dos Deputados é uma casa onde seus nobres parlamentares devem discutir o futuro da nação, elaborar leis em prol da população e fiscalizar o Executivo. Usar da sua “patente” para pedir jogador na Seleção, é uma finalidade indevida do cargo que ocupa. Há mais do que isso para se fazer em Brasília.
Eu lamento muito que, em ano eleitoral, se use do futebol para proveito político. E aqui, lembro que a demagogia no futebol existe desde sempre.
Lembremos de João Havelange, quando presidente da FIFA, com seu rodízio de continentes para agradar asiáticos e africanos, usou e abusou desse artifício (garantindo os votos dos países daquelas confederações e se elegendo). Aliás, a geopolítica da FIFA é diferente de tudo o que há: temos, representando a América, a Conmebol e a Concacaf. Ao invés de 5 continentes, para ela, o planeta tem 6.
Gianni Infantino, o atual presidente, em uma das festividades para a Copa 2026 deu um “Prêmio da Paz da FIFA”, inventado naqueles dias para presentear Donald Trump, o presidente dos EUA, por promover a pacificação do mundo (lembrando: Trump reivindicou um Nobel da Paz, mas quem a ele deu, foi a FIFA…). Aliás, a Rússia invadiu a Ucrânia e foi excluída das competições internacionais. Os EUA atacaram o Irã, e nada mudará (não estou isentando o governo iraniano de seus males causados, mas é uma observação de coerência / incoerência).
O próprio Infantinno, dias atrás, tentou fazer com que os representantes de Israel e Palestina dessem as mãos como gesto de conciliação, e isso causou um constrangimento… Ambos se negaram ao gesto e uma situação delicada ali se criou.
Voltando ao Brasil: é época de político vestir a camisa do seu time local e fazer demagogia. Aqui, o caso do deputado Hélio Negão tem uma particularidade: Neymar é confesso eleitor de Direita, e tem como candidato Bolsonaro. Se Neymar fosse de Esquerda, existiria tal ofício?
Para mostrar isenção do espectro ideológico desse texto: não nos esqueçamos que o “Estádio de Itaquera”, a atual “Arena Neo Química”, surgiu de uma conversa de Lula com a família Odebrecht. O CEO da construtora, Marcelo Odebrecht, em delação premiada contou que não queria a obra, pois não acreditava receber do Corinthians. E o patriarca e fundador da empresa, Emílio, justificou que era necessária a construção para atender o pedido de um “Amigo”.
Enfim: o pão-e-circo promovido pela Política através do Futebol sempre existiu, algumas vezes mais velada e em outras mais escancaradas, procurando atender os anseios dos interessados.
Diante disso, o leitor e o torcedor pensarão: “então, nem sempre os melhores são convocados para a Seleção Brasileira?” Óbvio que não! Em muitas vezes, a pressão de um empresário influente ou de um patrocinador podem implicar no nome a ser escolhido. Ou, exatamente ao contrário: por questões mercadológicas, um atleta patrocinado por um rival pode ser excluído.
Não sejamos ingênuos: a meritocracia é apenas um dos fatores levado em conta. Não nos esqueçamos: João Saldanha, comunista reconhecido, foi trocado por Jorge Mário Zagallo às vésperas da Copa de 70 por se recusar a convocar Dadá Maravilha (“O presidente escala o ministério, a seleção escalo eu” – disse Saldanha a Emílio Garratuz Médici.)”.
E assim “a banda anda…”.
IN ENGLIH, by Gemini AI:
Federal Deputy Hélio Lopes, known as “Hélio Negão” from the Liberal Party, sent an official letter to the CBF (Brazilian Football Confederation) requesting the call-up of Neymar for the 2026 World Cup squad, claiming he is “not just a player.”
Now, the Chamber of Deputies is a house where its noble members should debate the nation’s future, draft laws for the benefit of the population, and oversee the Executive branch. Using one’s “rank” to request a player for the National Team is an improper use of the office held. There is much more to be done in Brasília.
I deeply regret that, in an election year, football is used for political gain. And here, I remind you that demagoguery in football has always existed. Let us remember João Havelange, when he was FIFA president; he used and abused the strategy of rotating continents to please Asians and Africans (securing votes from those confederations to get elected). In fact, FIFA’s geopolitics is unlike anything else: representing the Americas, we have Conmebol and Concacaf. Instead of five continents, for FIFA, the planet has six.
Gianni Infantino, the current president, during one of the festivities for the 2026 World Cup, presented a “FIFA Peace Award,” invented in those days to gift Donald Trump, the US President, for promoting world peace (remembering: Trump claimed a Nobel Peace Prize, but it was FIFA that gave him one…). Furthermore, Russia invaded Ukraine and was excluded from international competitions. The US attacked Iran, and nothing will change (I am not exonerating the Iranian government for the harm it caused, but it is an observation of consistency/inconsistency).
Infantino himself, a few days ago, tried to make the representatives of Israel and Palestine shake hands as a gesture of conciliation, which caused embarrassment… Both refused the gesture, creating a delicate situation.
Back to Brazil: it is the season for politicians to wear their local team’s jersey and engage in demagoguery. Here, Deputy Hélio Negão’s case has a peculiarity: Neymar is an avowed right-wing voter and supports Bolsonaro. If Neymar were left-wing, would such an official letter even exist?
To show the ideological impartiality of this text: let us not forget that the “Itaquera Stadium,” now the “Neo Química Arena,” arose from a conversation between Lula and the Odebrecht family. The construction company’s CEO, Marcelo Odebrecht, stated in a plea bargain that he did not want the project because he did not believe he would be paid by Corinthians. The company’s patriarch and founder, Emílio, justified that the construction was necessary to fulfill the request of a “Friend.”
In short: the “bread and circuses” promoted by Politics through Football has always existed—sometimes veiled, other times blatant—seeking to satisfy the interests of those involved. Given this, the reader and the fan will think: “So, the best are not always called up for the Brazilian National Team?” Obviously not! Many times, the pressure of an influential agent or a sponsor can dictate the chosen name. Or, quite the opposite: for marketing reasons, an athlete sponsored by a rival brand might be excluded.
Let us not be naive: meritocracy is only one of the factors taken into account. Let us not forget: João Saldanha, a known communist, was replaced by Jorge Mário Zagallo on the eve of the 1970 World Cup for refusing to call up Dadá Maravilha (“The President picks his cabinet; I pick the team,” Saldanha told Emílio Garrastazu Médici).
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Oxford recebe lideranças brasileiras para discutir democracia, tecnologia e o futuro do país em ano eleitoral. #Linkezine 🌍 O post Oxford recebe …
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Essa semana promete… os dois principais candidatos à presidência do Brasil estarão visitando Donald Trump.
Falamos em: https://www.youtube.com/watch?si=TMJRui-cYNjqXVaO&v=u7XYWgdHHM0&feature=youtu.be
O Senado quebrou uma tradição centenária e rejeitou Jorge Messias ao STF, impondo forte desgaste político a Lula. #Linkezine ⚖️ O post Senado impõe …
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Nos bancos escolares, aprendi que o dia 21 era cívico, marcado pelo precursor José Joaquim (Tiradentes) e por Tancredo de Almeida Neves, o 1o presidente depois do fim do militarismo.
Não existia Internet, celular ou outro meio mais rápido de comunicação do que o rádio. Eu era aluno da 3a série da Escola da Caic, e, ao entrar na classe, veio a notícia: Tancredo morreu!
Mas me lembro também que no dia 21 se exaltava o empreendedor governante JK pela construção de Brasília, nova capital e cidade do futuro.
Entretanto, além de heróis nacionais da política, o dia 21 é marcado por outra vitória: a 1a de Ayrton Senna da Silva em circuitos de Fórmula 1.
Que falta faz bons exemplos no país…

Disse tudo:
“O Evangelho é claro e a Igreja tem a obrigação moral de ir contra a guerra (…) Bem aventurados os que constroem a paz, que a loucura da guerra tenha fim”, respondeu o Papa Leão XIV após dura crítica de Donald Trump.
Aliás, é assustador que Trump não aceite críticas de ninguém, até de um Papa, por motivos óbvios.
Na imagem:
Em 2013, no começo do seu pontificado, o Papa Francisco disse durante uma Missa:
“Um bom católico se envolve em política, já que a política é uma das formas mais elevadas de caridade, pois ela serve ao bem comum”.
Perfeito!
O político eleito é para servir o povo, e não para ser servido. Entretanto, é lamentável ver o quanto usam o nome de Deus em vão para pedir votos. Aí vira demagogia, picaretagem e desvio da fé alheia.

Charge extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Muitos dizem que o nosso país está dividido meio-a-meio em Bolsonaro e Lula, dando os exemplos das torcidas contra e a favor a Neymar e a Wagner Moura.
Discordo. Não é 50-50, mas partes do Brasil. Há muita gente que não quer nem um, nem o outro (e com bons argumentos).
Não tem problema você ser um ou outro (ou qualquer que seja). O problema é o fanatismo.
Em: https://youtu.be/sdKErdB1XrI?si=-M02zctpuDZyiRmX