– Comida saudável: os Insetos Comestíveis!

Uma nova onda de alimentos nutritivos está surgindo: a dos insetos!

Desde a qualidade proteica dos mesmos até às questões ecológicas, o consumo de grilos, por exemplo, pode ser uma tendência em breve no Brasil.

Compartilho, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/insetos-comestiveis/

INSETOS COMESTÍVEIS

Por Suzel Tunes

Um novo ramo do setor agropecuário está se instalando em Piracicaba. Na cidade paulista que é considerada o vale do agronegócio brasileiro por concentrar cerca de 40% das startups do setor está sendo montada uma biofábrica para a criação de grilos. O projeto de um sistema semiautomatizado para a produção em larga escala de Gryllus assimilis foi criado pela startup Hakkuna. O objetivo da empresa é obter matéria-prima em escala industrial para a produção de barras proteicas à base de farinha de grilo, produzidas de forma artesanal pela Hakkuna desde 2015. “A criação de insetos no Brasil ainda é muito artesanal. Nosso projeto busca reduzir o trabalho humano e padronizar a produção”, conta o sócio-fundador da startup, o engenheiro de materiais Luiz Filipe Carvalho.

A bióloga e doutora em entomologia Patrícia Milano, do Departamento de Entomologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), também se prepara para disputar o mercado de insetos comestíveis. Em 2016 ela criou a Ecological Food, cujo negócio é a venda de insetos para fabricação de ração animal. Com suporte do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresa (Pipe), da FAPESP, e da incubadora EsalqTec, pertencente à Esalq-USP, Milano desenvolveu uma dieta específica para grilos e baratas.

“Os resultados foram excelentes. As melhorias no sistema de produção de insetos resultaram em organismos com maior valor nutricional, sem encarecer a produção”, afirma. Agora, Milano pretende dar continuidade ao projeto, aperfeiçoando a metodologia de criação de algumas espécies com vistas à alimentação humana. A Ecological Food fica em Limeira (SP), a cerca de 40 quilômetros de Piracicaba.

Luiz Filipe Carvalho e Patrícia Milano seguem uma tendência mundial. É crescente o interesse pelos insetos como alternativa alimentar. Segundo o holandês Arnold van Huis, um dos principais pesquisadores no campo da entomofagia (o uso de insetos como alimento por seres humanos), a base internacional de dados Web of Science revela um crescimento exponencial no número de artigos acadêmicos publicados sobre o tema, sobretudo a partir de 2015. Van Huis é professor da Universidade de Wageningen, localizada na cidade holandesa de mesmo nome, e editor da publicação científica Journal of Insects as Food and Feed.

Aumenta também o faturamento das empresas que apostam nos insetos como ingredientes para alimentação animal ou humana. A consultoria Meticulous Research avaliou em US$ 406,3 milhões o valor do mercado de insetos comestíveis em 2018 e prevê que ele deva triplicar até 2023. Um dos negócios mais bem-sucedidos é o da holandesa Protix, que recebeu aportes de investidores de US$ 50 milhões em 2017 para investir na criação de insetos destinados à produção de alimento humano e ração animal.

Insetos integram o cardápio humano há muito tempo. Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas se alimentem desses animais no mundo

No Brasil, a Hakkuna e a Ecological Food pretendem surfar nessa onda. O projeto da Hakkuna para produção em larga escala de Gryllus assimilis iniciou sua primeira fase em março e visa desenvolver controles automáticos das condições ambientais da criação dos insetos, como níveis de temperatura e umidade. O contêiner que a empresa está estabelecendo em Piracicaba também irá dispor de sensores para controle de um alimentador automático – inicialmente, com ração de aves, até que a empresa desenvolva uma alimentação específica.

A Hakkuna, explica Carvalho, nasceu de um interesse pessoal por alimentação esportiva. “Sempre pratiquei esporte e sentia a necessidade de ter no cardápio opções de proteínas mais naturais e saudáveis. Em meados de 2015 comecei a pesquisar o que era feito no exterior e encontrei uma startup norte-americana, a Exoprotein, fabricando barras de proteína com farinha de grilo. Achei a ideia interessante e fui pesquisar quem fazia isso no Brasil. Não encontrei ninguém”, conta. “Então, comprei um curso on-line de criação de insetos, 100 gramas de grilos vivos e passei a testar produtos e o mercado. Assim começou a Hakkuna.”

Desidratados e transformados em farinha, os grilos apresentam-se como alternativa a alimentos e suplementos, como o whey protein, a proteína de soro do leite, bastante consumida por praticantes de atividades físicas. Segundo Carvalho, que tem como sócio no negócio o engenheiro-agrônomo Marcelo Romano Teixeira, os insetos saem ganhando na comparação: além dos mesmos aminoácidos essenciais, a farinha feita a partir deles ainda contém fibras e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, inexistentes no whey protein. Além da farinha proteica e das barrinhas, o empresário pretende comercializar snacks. Assim como a Ecological Food, a Hakkuna conta com suporte do Pipe e da EsalqTec, além do apoio da aceleradora GrowBio.

Apesar da crescente tendência recente, insetos estão no cardápio dos seres humanos há muito tempo. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo menos 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo alimentam-se de insetos. Mais de 1.900 espécies – destacando-se besouros, lagartas, vespas, formigas, gafanhotos e grilos – fazem parte da dieta tradicional de habitantes da Ásia, África e de comunidades indígenas na América Latina. Alguns estudos apontam que o hábito vem desde tempos pré-históricos.

A novidade é que eles começaram a chegar a restaurantes e prateleiras dos supermercados de grandes centros urbanos na Europa, Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil. A francesa Jimini´s foi uma das pioneiras. Criada em 2012, ela produz barras de cereais, massas e granolas à base de farinha de insetos, além de petiscos feitos com insetos desidratados e temperados, como larvas de tenébrio – uma espécie de besouro – com alho e ervas finas. Esses alimentos eram vendidos inicialmente pelo site da empresa. No começo de 2018, após a União Europeia aprovar e regulamentar o consumo de insetos, a Jimini´s passou a vender seus produtos na rede de supermercados Carrefour na Espanha, a preços que variam de € 2 a € 7. Os insetos são criados em fazendas europeias. Já a norte-americana Chirps importa matéria-prima para farinha, snacks e biscoitos da Tailândia, onde se calcula que existam 20 mil “fazendas de grilo” – o país é um dos líderes globais na área.

Com elevados teores de proteína, ferro e cálcio, os insetos apresentam vantagens nutricionais aliadas a um menor impacto ao meio ambiente

Na Alemanha, a BugFoundation vende hambúrgueres que levam 45% de uma mistura proteica feita à base de soja e larvas do besouro Alphitobius diaperinus, conhecido no Brasil como cascudinho. De acordo com os fabricantes, o sabor lembra sementes de girassol ou amendoim. Os animais são criados na Holanda, um dos primeiros países ocidentais a permitir a comercialização e o consumo de produtos alimentícios contendo insetos.

O veterinário alemão Nils Grabowski, chefe do Departamento de Higiene e Tecnologia de Insetos Produtivos da Universidade de Medicina Veterinária de Hannover, no norte do país, atesta que o mercado de insetos comestíveis na Alemanha é pequeno, mas aparentemente está crescendo. “A Alemanha é um país sem tradição real de entomofagia. Comer inseto era considerado um hábito curioso praticado por alguns povos extraeuropeus sem acesso à comida ‘real’ ou que precisam desse tipo de alimento para matar a fome. É claro que isso está longe da realidade. As pessoas não comem insetos porque precisam, mas porque querem”, declarou Grabowski a Pesquisa FAPESP.

Uma pesquisa na Tailândia, segundo ele, mostrou que a maioria das pessoas busca esses animais por causa do paladar. “Os tailandeses adoram comer insetos fritos com cerveja gelada”, conta. E as iguarias podem ser caras. “No México, certas pupas de formigas do gênero Liometopum, também conhecidas como ‘caviar asteca’, custam mais de US$ 50 [R$ 250] a porção de 30 gramas”, diz o veterinário. “Já um percevejo aquático gigante muito popular entre os tailandeses, Lethocerus indicus, é vendido pelo equivalente a € 0,20 [R$ 1,10] a peça. A demanda é tão alta que a Tailândia o importa de nações vizinhas.”

Grabowski coordena o projeto IFNext, em parceria com pesquisadores na Tailândia e no Camboja, cuja finalidade é desenvolver kits para a criação de grilos das espécies Gryllus bimaculatus e Teleogryllus mitratus e bichos-da-seda (Bombyx mori), além de novos produtos com essas matérias-primas.

Em nível mundial, os insetos inteiros ainda representam a maior parcela do mercado, sobretudo devido à maior disponibilidade e ao menor custo em comparação aos processados. No entanto, estima-se que o mercado das farinhas, barras e shakes de proteína de insetos terá maior taxa de crescimento nos próximos anos – o que se atribui à tendência das novas gerações de valorizar um estilo de vida saudável baseado em cardápios balanceados.

Para a FAO, a importância dos insetos é ainda maior. Fundamentais para a existência humana por atuarem como decompositores na cadeia alimentar, reciclando matéria orgânica, e como polinizadores, garantindo a reprodução de plantas, eles começam a ser vistos como uma solução sustentável para a crescente demanda por alimentos no planeta.

O aumento populacional e a escassez de recursos naturais justificam essa percepção. Segundo o documento Edible insects – Future prospects for food and feed security (Insetos comestíveis – Perspectivas futuras para alimentos e segurança alimentar), elaborado pela FAO, o mundo terá em 2050 cerca de 9 bilhões de pessoas e para alimentá-las a produção de alimentos precisará dobrar. Estima-se que a demanda por produtos agropecuários atinja 465 milhões de toneladas em 2050, diante de 229 milhões de toneladas em 2000. O relatório aponta que “alimentar as populações futuras vai exigir o desenvolvimento de fontes alternativas de proteína, como carne cultivada em laboratório, algas, feijões, fungos e insetos”.

Como opção proteica, os insetos apresentam vantagens nutricionais associadas a um menor impacto ambiental. “Eles têm teores de ferro, cálcio e proteínas acima dos valores encontrados em aves, bovinos e suínos. Sua produção requer menos água, emite pouca quantidade de gases de efeito estufa e pode ser realizada em prédios, evitando o desmatamento de grandes áreas”, enumera a entomologista Patrícia Milano. A pesquisadora já incorporou insetos ao cardápio e, sempre que pode, os oferece para degustação, fritos ou banhados no chocolate, a amigos, parentes, alunos e ouvintes das palestras que têm proferido em universidades, congressos e eventos de divulgação científica.

O documento da FAO aponta, ainda, que os insetos têm alta taxa de conversão alimentar, ou seja, conseguem transformar a ração consumida em massa corporal com muito mais eficiência. Gafanhotos convertem 2 quilos (kg) de alimento em um 1 kg de massa corporal, enquanto bois fazem essa mesma conversão na proporção de 10 para um.

Outra vantagem dos insetos na comparação com mamíferos e aves é o baixo risco de transmissão de zoonoses, contrariando o senso comum que os associa a doenças. De maneira geral, eles são seguros, desde que criados em condições controladas e processados corretamente. Foi o que constatou o veterinário Nils Grabowski, que fez uma análise microbiológica desses animais. O pesquisador alemão analisou 38 amostras de insetos em diferentes formas de preparação e concluiu que os secos apresentam maior número de bactérias do que os cozidos ou fritos.

Especialistas dizem que o Brasil pode se tornar um dos grandes produtores globais de insetos, com foco no mercado externo

Todas as amostras foram negativas para patógenos como salmonelas, Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, segundo Grabowski, mas insetos secos e em pó continham alguns patógenos de origem alimentar, como bactérias e fungos. “O aquecimento e a secagem matam muitos tipos de microrganismos do inseto, mas alguns suportam esses tratamentos, especialmente bactérias de formação de esporos. Por isso a importância de um tratamento térmico eficiente para eliminar também os microrganismos que sobrevivem a ambientes quentes e secos”, aconselha o pesquisador.

Precaução extra deve ter quem for alérgico a frutos do mar. Os insetos, tal como os crustáceos – ambos integrantes do filo dos artrópodes –, têm um exoesqueleto à base de quitina, capaz de provocar reações em consumidores sensíveis. Mas quem pode comer, sem susto, camarão ou lagosta não deverá ter problemas ao ingerir gafanhotos ou lagartas – e até achar leve semelhança na textura.

SITE_Insetos-v2-0-1140

Alimentos convencionais e grilos desidratados (segundo pote a partir da esquerda): inseto é matéria-prima para nutrição humana

– Produtos da Ypê suspensos pela Anvisa.

Esse print é do Estadão. A melhor coisa a fazer é entrar no site da Anvisa e descobrir o que pode e o que não pode quando aos produtos Ypê.

Abaixo:

– O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves?

O que acontece com o Oxxo do Parque Eloy Chaves, em Jundiaí?

Não é a primeira vez que vou lá e está fechado. Chega a ser constrangedor para a empresa, pelo recado na porta explicando que “não tem funcionários”.

Paga-se mal, os colaboradores não são profissionais ou a culpa é do gerente?

Normal, não é.

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Kit Kat ou Nutella?

Rapaz… quem inventou esse Kit Kat?

Não sou chegado em Nutella, mas o #KitKat atiçou as lombrigas…

– Cardápios físicos ou virtuais?

Uma das coisas que mais me irrita quando vou a alguma lanchonete / restaurante é a ausência de um cardápio impresso.

Reconheço que o QR Code para o cardápio virtual é uma tendência e uma comodidade para os mais jovens. O problema é: ter o modelo virtual e não ter o impresso (que deveria ser uma alternativa).

Se eu quiser ter uma noite agradável comendo uma pizza com minha mulher, sem ser incomodado com o celular, não posso? Afinal, precisarei dele para acessar o cardápio eletrônico.

É mais o menos como leitura: eu adoro virar as páginas de papel, não rolar telas…

E você, se incomoda com a falta de cardápios físicos?

Imagem extraída de: https://www.elo7.com.br/cardapio-digital-online-pizzaria-delivery/dp/130BCB3

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos.

O Dia Mundial do Consumidor tem por objetivo marcar a questão dos direitos do consumidor, como algo a ser respeitado e protegido.

Continua em: Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos

– Energético sabor Tadalafila?

Cada uma… Energético sabor “Tadalafila”?

A estratégia da Baly é clara: gerar curiosidade!

Se o Red Bull te dá asas…

Na imagem:

bomba.jpg

– Você sofreu de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em Dezembro, muita gente se entristeceu / entristece- e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

 

– E o desrespeito da Claro…

Desde ontem, 15h00, sem internet fixa em casa.

E a @Claro fica dando horário: até às 20h, até às 23h, até às 9h… e agora, até às 14h!

Imagine se vivêssemos em um país com tragédias ambientais! Nunca mais voltaria o sinal da Claro…

bomba.jpg

– Olhe isso, dona Porto!

Todos esses números são da Porto Seguros, tentando vender consórcios.

Não adianta pedir para o atendente tirar seu nome do cadastro nem dizer que nada quer.

Será que realmente é da Porto, prestando um desserviço, ou são golpistas?

Lamentável.

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Que brigadeiro caríssimo!

Um brigadeiro por R$ 13,50 é sacanagem, né?

Pode ser gourmet, premium, com leite de elefoa… mas é caro!

Imagem

– O Consumismo como Doença.

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

Imagem extraída do link em: https://istoe.com.br/8877_CONSUMO+QUANDO+O+DESEJO+DE+COMPRAR+VIRA+DOENCA/

– Cuidado com frentista que “confunde a gasolina”.

Como tem frentista picareta! Há vários postos de combustíveis, onde se paga comissão pela Gasolina Aditivada. Na hora que o cliente pede a Comum… o funcionário “confunde” e abastece a mais cara.

R$ 0,60 a diferença por litro. E sempre o mesmo “papinho”, de que se atrapalhou.

– A febre Labubu não passa?

Que febre é essa das bonecas Labubu? Continuam caras, e a moda ainda não passou.

Para quem não sabe o que é (um terror aos bolsos dos pais), abaixo:

Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dnpqlrqpno

LABUBU: COMO VIRARAM FEBRE MUNDIAL?

Você pode achá-los fofos, feios ou simplesmente esquisitos — mas é bem provável que já tenha ouvido falar dos bonecos peludos que viraram uma sensação global: os Labubu.

Nascido como um monstro, a criatura de aparência élfica criada pela fabricante chinesa Pop Mart virou febre na internet. E conta com uma legião de fãs célebres: Rihanna, Dua Lipa, Kim Kardashian e Lisa, do grupo musical sul-coreano Blackpink.

Mas o fascínio não se limita às celebridades — de Xangai a Londres, as longas filas para comprar os bonecos viraram notícia, e em alguns casos até resultaram em brigas.

“Você sente uma enorme sensação de vitória quando consegue comprar um, no meio de tanta concorrência”, diz a fã declarada Fiona Zhang.

O fascínio mundial pelos Labubu quase triplicou os lucros da Pop Mart no último ano — e, segundo alguns analistas, deu novo fôlego ao soft power chinês, desgastado pela pandemia e pelo tensionamento das relações com o Ocidente.

Mas como tudo isso começou? O que exatamente é Labubu?

Essa ainda é uma pergunta sem resposta para muita gente — e mesmo quem sabe a origem do personagem nem sempre consegue explicar o fenômeno.

Labubu é, ao mesmo tempo, um personagem fictício e uma marca. A palavra em si não tem significado. É o nome de um dos personagens da série de brinquedos The Monsters, criada pelo artista nascido em Hong Kong, Kasing Lung.

Os rostos de vinil são acoplados a corpos de pelúcia, com um visual característico: orelhas pontudas, olhos grandes e um sorriso travesso exibindo exatamente nove dentes. A internet, dividida e curiosa, não consegue decidir se são fofos ou apenas bizarros.

O universo Labubu também inclui outros personagens que inspiraram seus próprios bonecos de sucesso — como a líder da tribo, Zimomo, seu namorado Tycoco e a amiga Mokoko.

Aos olhos de quem não conhece, alguns desses bonecos são difíceis de diferenciar.

Os especialistas sabem reconhecer, mas a fama dos Labubu acabou se espalhando — e outros membros da “família” também estão sumindo das prateleiras.

Quem vende Labubu?

Por alguns anos, grande parte das vendas da Pop Mart se concentrava nas chamadas blind boxes — caixas-surpresa, em que o comprador só descobre qual boneco adquiriu ao abrir o pacote. Foi nesse formato que a empresa firmou parceria com o artista Kasing Lung e obteve os direitos da marca Labubu.

Isso aconteceu em 2019, quase dez anos depois de o empresário Wang Ning fundar a Pop Mart, em Pequim, como uma loja de variedades, no estilo “tudo por 1 yuan”.

Quando as blind boxes começaram a fazer sucesso, a Pop Mart lançou sua primeira série em 2016, com os bonecos Molly — figuras infantis criadas pelo artista de Hong Kong Kenny Wong.

Mas foram as vendas dos Labubu que impulsionaram o crescimento da Pop Mart.

Em dezembro de 2020, a empresa passou a negociar ações na bolsa de valores de Hong Kong — e os papéis valorizaram mais de 500% no último ano.

Hoje, a Pop Mart é uma gigante do varejo. Opera mais de 2 mil máquinas automáticas, conhecidas como “roboshops”, ao redor do mundo.

Os bonecos Labubu já são vendidos em lojas físicas e virtuais de mais de 30 países — dos Estados Unidos e Reino Unido à Austrália e Singapura — embora, em alguns lugares, as vendas tenham sido suspensas temporariamente por causa da demanda altíssima.

Em 2024, as vendas fora da China continental representaram quase 40% do faturamento total da empresa.

Um sinal claro da popularidade: autoridades alfandegárias chinesas informaram, nesta semana, que apreenderam mais de 70 mil bonecos Labubu falsificados nos últimos dias.

Mas essa demanda não surgiu da noite para o dia. Foram necessários alguns anos para que os monstrinhos élficos conquistassem o mundo.

Como Labubu virou fenômeno global?

Antes de ganhar o mundo, Labubu era uma febre local na China.

Eles começaram a bombar justamente quando o país saía do isolamento provocado pela pandemia, no fim de 2022, segundo Ashley Dudarenok, fundadora da consultoria ChoZan, especializada no mercado chinês.

“No pós-pandemia, muita gente na China queria uma fuga emocional… e o Labubu era uma figura caótica, mas muito carismática”, diz ela. “Ele encarnava esse espírito do anti-perfeccionismo.”

A internet chinesa, que é gigantesca e muito competitiva, gera muitas tendências virais que não ultrapassam fronteiras. Mas essa conquistou o Sudeste Asiático rapidamente.

Fiona, que vive no Canadá, conta que ouviu falar dos Labubu por meio de amigos filipinos, em 2023. A partir daí, começou a colecioná-los — e embora ache os bonecos fofos, diz que o apelo está no fenômeno: “Quanto mais famoso fica, mais eu quero.”

“Meu marido não entende por que alguém de 30 e poucos anos como eu ficaria tão obcecada com isso — tipo me importar com qual cor vou conseguir.”

Além disso, é acessível, Fiona ressalta. Embora a demanda tenha inflacionado os preços no mercado de revenda, Fiona diz que o valor original — entre 25 e 70 dólares canadenses (cerca de R$ 100 a R$ 280) — era “razoável” para a maioria das pessoas que conhece.

“É o que normalmente se paga por um acessório de bolsa hoje em dia — então muita gente pode comprar”, afirma.

A explosão de popularidade veio em abril de 2024, quando Lisa, estrela tailandesa do K-pop e integrante do Blackpink, começou a postar fotos com bonecos Labubu no Instagram. Depois disso, outros famosos ajudaram a transformar o boneco em um fenômeno global.

Em fevereiro, Rihanna foi fotografada com um Labubu pendurado na bolsa Louis Vuitton. Em abril, Kim Kardashian mostrou sua coleção de dez bonecos Labubu aos seus seguidores no Instagram. E, em maio, o ex-capitão da seleção inglesa, David Beckham, também postou uma foto com um Labubu, presente da filha.

Hoje, os bonecos parecem estar em toda parte — não só nas redes sociais, mas nas bolsas de colegas, amigos ou mesmo estranhos na rua.

O que explica a obsessão por Labubu?

Simplificando: ninguém sabe ao certo. Como muitas tendências virais, o apelo dos Labubu é difícil de explicar — resultado de timing, estética e do fator imprevisível da internet.

Pequim está satisfeita com o fenômeno. A agência estatal Xinhua afirmou que Labubu “demonstra o apelo da criatividade, da qualidade e da cultura chinesa em uma linguagem que o mundo entende”, ao mesmo tempo em que permite mostrar “uma China descolada”.

A Xinhua apresenta outros exemplos que mostram como a cultura chinesa está ganhando projeção internacional: o game Black Myth: Wukong e o filme de animação Nezha.

Cinco bonecos Labubu, em caixas plásticas, enfileirados

Imagem: Getty Images, extraída do link acima.

– Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

Comumente depositamos no consumo a esperança de preencher um vazio interior. Uma falta, no passado, de amor, afeto e dinheiro. E isso nos faz …

Continua em: Carências afetivas ou financeiras não se preenchem comprando coisas. Controlando o consumismo.

– Vai correr? Olhe as possibilidades:

Que legal esse guia de tênis (modelo e marca) para quilometragens específicas a correr!

Como eu gosto de corrida de rua, fico passando vontade em ver tanta opções…

Abaixo:

– Por que se deixa de consumir um produto?

Ao ver esse quadro (abaixo), de percentagens de fatores que fazem um cliente deixar de consumir um produto, penso: as empresas estão atentas à importância do bom atendimento ao cliente e de uma ótima reputação de suas marcas?

Veja só:

Screenshot

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos.

O Dia Mundial do Consumidor tem por objetivo marcar a questão dos direitos do consumidor, como algo a ser respeitado e protegido.

Continua em: Dia do Consumidor: 10 curiosidades sobre seus direitos

– Você sofre de “Dezembrite”? Sobre a Síndrome do Fim-de-ano:

Li no Linkedin da Faculdade Exame: em dezembro, muita gente se entristeceu / entristece – e isso é normal.

A essa Síndrome de “Final de Ano” (e que alguns de nós pode ter sentido), se dá o nome de Dezembrite!

Abaixo:

DEZEMBRITE

É provável que você tenha visto esse termo curioso circulando pela internet nos últimos dias. O neologismo se refere, na verdade, a um conjunto de emoções e sintomas de ansiedade e depressão. Uma “síndrome de fim de ano”, que, infelizmente, não é rara.

Prova disso é o estudo do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) que mostra que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta em média 75%. Também cresce a ansiedade (70%) e os problemas para dormir (38%)

Além de confraternização, de troca de presentes e de festividade, o fim de ano também pode simbolizar angústia, ansiedade e tristeza. Isso porque o fim de um ciclo gera uma espécie de inquietação em muitas pessoas.

É quando elas pensam sobre o cumprimento das suas resoluções e metas, suas conquistas, suas derrotas e suas perdas. E, com essa introspecção e reflexão, pode ser que venha junto uma carga emocional pesada. Afinal, há quem olhe para trás e sinta apenas frustração diante do ciclo que se encerra.

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– A desculpa do “Descontão” na farmácia.

Fui comprar Nimesulida para a minha garganta, e a atendente me disse: “Aproveita que está em promoção! De R$ 26,94 para R$3,92!”

Quem dá um desconto “honesto” de quase 86%? Essa estratégia de elevar absurdamente o preço (R$ 27,00) e dizer que com o desconto generoso sai por apenas R$ 4,00, chega a ser ofensiva…

O preço do remédio verdadeiro, é esse mesmo. O desconto é artificial… Fiz questão de registar:

– Compre bons produtos do Patinho Velas!

Ajude o Patinho Velas!

Compre produtos de qualidade a preço justo.

Visite o site, em: https://www.instagram.com/patinho.velas?igsh=a3ZodnU2aHB5aG5x

– Preço e Valor.

São coisas distintas e, cá entre nós, facilmente percebidas: o preço cobrado e o valor percebido!

A dica do grande Warren Buffett:

Screenshot

– Panetone de Pistache, ou de Ouro?

Não estamos com alguns preços “fora da realidade”?

Olhe só esse Panetone com Pistache (tudo tem pistache hoje, está na moda): custa R$ 150,00!

Tá muito caro qualquer produto natalino

– O Consumismo como Doença.

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

Imagem extraída do link em: https://istoe.com.br/8877_CONSUMO+QUANDO+O+DESEJO+DE+COMPRAR+VIRA+DOENCA/

– Fanta Exotic.

Vejo no mercado uma “Fanta Exotic”, ao custo de R$ 12,00.

Eu sei que é um produto importado, mas quem em sã consciência (a não se apaixonados pela marca) gastariam tal valor para a bebida?

Loucura

– Qual o ponto perfeito?

Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.

Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.

Qual é o seu?

– O desabafo de Reinaldo Carneiro Bastos em Jundiaí, para a Difusora.

O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, esteve no Estádio Jayme Cintra e acompanhou a final da 5ª divisão estadual entre Paulista x Colorado. Ele ficou furioso com o tratamento dado aos torcedores na entrada do estádio, e garantiu que vai punir os responsáveis.

Oportunamente, no meio do seu momento de indignação, aceitou dar uma entrevista a nós (Difusora AM 810) e prometeu: nunca mais o consumidor de futebol será tratado daquele jeito em Jundiaí.

Assista o desabafo dele aqui: https://youtu.be/iV8tJqHR23E?si=zL-7GUUEZC3L3ola

E se ele tivesse ido ao jogo de ida, em Caieiras, onde o narrador Rafael Mainini teve que, em pé e no sol, narrar a partida? O que faria? Relembrando aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/09/12/narrador-de-1a-categoria-mostrando-seu-talento-e-profissionalismo-na-5a-divisao-2/

 

– O que devo fazer, Mizuno? (parte 2)

Dias atrás, me decepcionei com o insensível atendimento da Mizuno, devido ao problema com meu tênis (veja a publicação abaixo do ocorrido, onde um burocrático atendimento me ofereceu como solução, comprar um tênis novo com o benefício de 15% de desconto).

Agora, outro tênis (um Prophecy 6, no mesmo esquema de rodízio de uso já citado anteriormente), abriu completamente. Vai adiantar reclamar novamente?

Alô, Adidas, Nike ou Asics, que tal se tornarem a minha nova marca favorita de tênis?

(Da outra vez:)

O QUE DEVO FAZER, MIZUNO? 

Eu sou um entusiasta da Mizuno. Tenho vários tênis da marca, além de outros produtos. E, para as minhas corridas diárias (desde o meu tempo de árbitro de futebol até hoje), faço revezamento de calçados.

Veja só quantos produtos da linha Wave eu tenho (Creation, Prophecy, Ultima):

Entretanto, um deles (Prophecy 7), que está novinho e com pouco uso (como eu alterno os tênis, ele estava impecável), abriu a sola:

Eu tentei colar, mas não deu certo. E o custo dele é altíssimo para ter usado poucas vezes

  • Caros amigos da Mizuno, me patrocinem com um tênis novo, ou me ajudem na troca desse exemplar? Fico no aguardo! At.te, Rafael – rafaelporcari@gmail.com

Ops: eu costumo divulgar bastante a marca. veja só, nos links em:

1- https://professorrafaelporcari.com/2024/07/23/bom-dia-3a-feira-1-de-4-131/

2- https://professorrafaelporcari.com/2024/06/26/bom-dia-4a-feira-1-de-4-125/

3- https://professorrafaelporcari.com/2024/01/05/bom-dia-6a-feira-1-de-4-100/

– Uma história ruim com o Pizza Hut…

Dias atrás, fui ao Pizza Hut do Maxi Shopping Jundiaí. Estando na hora do almoço (momento de movimento), me surpreendi pelo Buffet e o Salão estarem fechados.

Motivo: falta de funcionários!

Como pode uma rede tão importante dar uma bobeada dessa? E isso aconteceu outras vezes!

Havia uma moça muito gentil no caixa: era a gerente… sem graça, explicou que não tinha o que fazer. 

Pode?

O cliente quer gastar, mas não tem colaborador para vender.

– 3 Tips For Better Understanding What Your Clients Want.

If you’re someone who works with different clients all of the time, it’s important that you know how to communicate with each client you have so that…

Continua em: 3 Tips For Better Understanding What Your Clients Want