– O Consumismo como Doença

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11/2009

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

 

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– E acontece muito no Comércio…

Sabe aquela situação na qual o comerciante frequentemente “chora” quando o consumidor consome um produto e na hora de passar o cartão, não dá certo?

Alguma vezes pode ser saldo; outras, problema da maquininha do estabelecimento; ainda, a situação de algum imprevisto eletrônico ou de senha.

Mas essa “tirada humorística” do José Simão em seu Twitter é gozada. Sob o título “o Brasileiro é cordial”, ele mostra quando ocorre o fato de alguns comerciantes que não podem reter o produto comprado (no caso, um cliente de restaurante), costumam, digamos, “alertar” os cuidados.

Abaixo:

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– Uma Operação Necessária Contra Postos de Combustíveis.

Escuto que nesta quinta-feira a ANP, Inmetro e Polícia fazem um “pente fino” em Postos de Combustíveis em São Paulo.

Ótimo! Deve-se prender os picaretas que tanto atrapalham os honestos neste difícil meio.

Golpes estão sendo observados, como: 20 Litros que entram no tanque 18,8 L; bico seco (finge que coloca mas não põe), botão remoto de mudança de tanques (combustível bom trocado por “batizado”) e outras tantas barbaridades.

Não se esqueça: abasteça em seu posto de confiança. Desconfie de quem oferece algo muito barato ou que faz “milagre” neste competitivo e difícil mercado.

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– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

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– E quando o seu Cartão de Crédito ganha vida e se bloqueia sozinho?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu que tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– A cáca que fez a United Airlines perder 1 bilhão em 24h

Tratar bem o cliente é fundamental no cotidiano de qualquer empresa, e impedir qualquer repercussão negativa é importante nesses dias de intensa atividade dos consumidores nas redes sociais. Digo isso pois: viram o passageiro que foi retirado à força de um avião da United Airlines?

Ocorreu excesso de passageiros (overbooking) e o rapaz foi convidado a sair da aeronave. Se recusando, retiraram-o até sair sangue, literalmente! No dia seguinte, as ações da United desvalorizaram em 1 BILHÃO DE DÓLARES!

Abaixo, extraído de:

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/united-chega-a-perder-quase-us-1-bi-em-valor-de-mercado-apos-video-de-passageiro-arrastado.ghtml

UNITED CHEGA A PERDER QUASE US$ 1 BI EM VALOR DE MERCADO APÓS VÍDEO DE PASSAGEIRO ARRASTADO

As ações da United Continental Holdings, controladora da United Airlines, operam em queda nesta terça-feira (11) depois do episódio em que um passageiro da companhia aérea foi arrastado para fora de um voo nos Estados Unidos.

Pela manhã, as ações chegaram a cair 3%, levando a companhia a perder quase US$ 1 bilhão em valor de mercado desde o início da polêmica. À tarde, o ritmo da queda diminuiu e o papel fechou em queda de 1,13%.

Na véspera, quando o caso começou a ser divulgado, a empresa fechou o pregão avaliada em US$ 22,5 bilhões.

O vídeo mostrando o passageiro de um voo de Chicago para Louisville sendo removido à força do avião antes da decolagem disparou críticas ao redor do mundo contra a empresa. O clipe mostra três homens usando equipamentos e coletes de segurança falando com o passageiro sentado no avião. Depois de alguns segundos, um dos homens agarra o passageiro, que grita e é arrastado pelos braços para a frente do avião.

O passageiro que foi retirado à força de um avião por problema de overbooking foi identificado nesta terça-feira (11) pela imprensa americana como David Dao, de 69 anos. De acordo com o “Courier Journal”, o médico teve licença suspensa por fraude em receitas de substâncias controladas.

Segundo Tyler Bridges, um passageiro que estava no mesmo voo, o homem disse repetidamente que estava sendo discriminado porque era chinês.

Muitos usuários do Weibo, incluindo o comediante Joe Wong e o fundador da companhia de comércio eletrônico JD.com, Liu Qiangdong, defenderam boicote à United Airlines.

“Isso me lembra das experiências de pesadelo que tive as três vezes que viajei com a United Airlines”, disse Liu a seus mais de 3 milhões de seguidores. “O serviço da United é definitivamente o pior do mundo!”

Nos Estados Unidos, a revolta em mídias sociais continuava, com o incidente se mantendo pelo segundo dia seguinte entre os principais assuntos discutidos no Twitter.

O CEO da empresa, Oscar Munoz, disse que o passageiro retirado do voo apresentou comportamento “perturbador e beligerante” após ser solicitado a ceder seu lugar.

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– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuraos não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

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– Os Golpes nas Bombas de Combustíveis

No último domingo, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– Cuidado com o Bisfenol (BPA). Ele está entre nós…

Você já ouviu falar do Bisfenol (conhecido como BPA)?

Ele é usado principalmente em mamadeiras e copos infantis. Nos EUA, há uma campanha muito grande para se evitar o uso desse produto químico, sob suspeita de causar câncer. Lá, os produtos estão com a inscrição: FREE BPA, a fim de identificar que o produto está ‘limpo’.

Aqui no Brasil, ninguém falou ainda sobre o assunto. Mas em uma Universidade do Missouri, mais um motivo: o BPA contaminaria hormônios sexuais! Entenda bem a descoberta, abaixo:

Extraído de Úlitmo Segundo / IG, em http://is.gd/IuFsuG

BPA BISFENOL USADO EM MAMADEIRA É O RESPONSÁVEL POR FEMINILIZAÇÃO DE RATOS

O bisfenol A (BPA), substância controversa usada, entre outras coisas, no revestimento interno de garrafas de plástico e mamadeiras, está associado à feminilização de ratos, segundo estudo publicado esta segunda-feira (27).

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade do Missouri, mostram que os ratos machos , expostos enquanto fetos à BPA, se comportam mais como fêmeas, especialmente em suas capacidades para se orientar em seu entorno.

Esta observação leva os cientistas a concluir que no homem este componente químico poderia ter efeitos nefastos no desenvolvimento e nos traços cognitivos próprios de cada sexo, que são importantes para a reprodução.

“Os ratos da experiência expostos ao BPA – guardadas as proporções, em quantidades equivalentes absorvidas pelo homem – parecem normais, mas no entanto são claramente diferentes”, explicou Cheryl Rosenfeld, professora adjunta de ciências biomédicas da escola de medicina veterinária da Universidade do Missouri e principal autora do estudo.

“As ratas não querem acasalar com os machos expostos ao BPA e estes últimos têm dificuldades maiores em navegar espacialmente para encontrar parceiras sexuais”, destacou.

Segundo os autores, este estudo deve estabelecer as bases para futuras pesquisas sobre como o BPA pode afetar diferentemente os comportamentos de meninos com relação ao das meninas.

A pesquisa foi publicada nos Anais da Academia americana de Ciências com data de 7 de junho a 1º de julho.

Enquanto a Agência Americana de Alimentos e Medicamentos notou “inquietações” com relação aos efeitos do BPA e que o Canadá foi o primeiro país do mundo a classificar este produto como tóxico, a falta de acordo entre os cientistas quanto aos seus efeitos em animais e seres humanos persistem.

IMPORTANTE:

Foi com extrema preocupação que a Plastivida tomou conhecimento da matéria: – Cuidado com o Bisfenol (BPA). Ele está entre nós…”, publicada em 23 de março. A matéria contém uma série de incorreções sobre os plásticos e seus componentes, trazendo desinformação ao leitor e expondo, assim, a sociedade a informações infundadas e alarmistas.

A Plastivida esclarece que o Bisfenol-A (BPA) não é uma substância presente em todos plásticos, mas está presente apenas no Policarbonato. Assim, não tem qualquer relação com os diversos produtos fabricados com outros tipos de plásticos usados em utensílios para bebês, garrafas, embalagens de alimentos, utensílios de cozinha, pratos, talheres plásticos, copos, filmes plásticos, potes de freezer e microondas (“tupperwares” e similares), entre outros.

A matéria causa grande confusão na relação do BPA com produtos plásticos, que são atóxicos, inertes e seguros. Ela termina por levar desinformação quanto ao tema o que gera preocupação desnecessária à população, que se vê envolta de dúvidas que sequer deveriam existir. Do ponto de vista da indústria gera extremo desconforto, pois termina por denegrir a imagem de um produto tão fundamental na vida das pessoas como os plásticos, ou seja, é um desserviço ao consumidor.

Existem inúmeros estudos científicos que esclarecem que o BPA é uma substância segura. Nos Estados Unidos, as embalagens de plásticos que entram em contato com alimentos são rigidamente regulamentadas pela Food and Drug Administration (FDA). No Brasil, a mesma preocupação de se garantir produtos seguros aos consumidores se dá por meio de regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que aprova o uso de embalagens plásticas para diversas aplicações, conforme a Resolução RDC 105, de maio de 1999, que diz: “Regulamenta as embalagens e equipamentos, inclusive revestimentos e acessórios, destinados a entrar em contato com alimentos, matérias-primas para alimentos, águas minerais e de mesa, assim como as embalagens e equipamentos de uso doméstico, elaborados ou revestidos com material plástico”. Esse processo se repete em diversos países.

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– A Crise da Takata com os Airbags

Imagine o prejuízo que a japonesa Takata, do ramo automotivo, está tendo com os problemas que envolvem os airbags fabricados por ela. Ocorrerá o maior recall da história da indústria dos automóveis por conta disso. Uma empresa chinesa pode estar comprando suas ações.

Veja, extraído de: https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/03/02/takata-assume-culpa-no-caso-dos-airbags-fatais-maior-recall-da-historia.htm?cmpid=tw-uolnot

TAKATA ASSUME CULPA NO CASO DOS AIRBAGS FATAIS, MAIOR RECALL DA HISTÓRIA

Admissão de culpa tem como objetivo amenizar sanções judiciais

A fornecedora de autopeças Takata se declarou culpada, perante o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em ação criminal sobre a produção de milhares de airbags defeituosos da companhia, que causaram pelo menos 17 mortes e motivaram o maior recall de automóveis da história.

Só no Brasil, mais de 2,5 milhões de veículos estão afetados pelo problema, mas apenas 16% foram reparados desde 2013.

A admissão de culpa acontece cerca de um mês após a empresa fechar um acordo de US$ 1 bilhão em compensações, incluindo o repasse de US$ 850 milhões para as montadoras afetadas procederem com os reparos necessários, US$ 125 milhões para um fundo de amparo às vítimas e outros US$ 25 milhões em multas.

Os airbags defeituosos afetaram milhões de automóveis de diferentes marcas em vários países. As bolsas infláveis, que deveriam proteger os ocupantes em caso de colisão, apresentam uma falha no insuflador, que pode se romper e projetar fragmentos metálicos na cabine contra os ocupantes, o que pode causar lesões fatais.

Só nos EUA, a Takata enfrenta centenas de ações judiciais e muitos advogados que representam supostas vítimas estão contestando o acordo judicial — de acordo com o “Detroit News”, os defensores temem que as montadoras saiam livre de penalidades, mesmo havendo evidências de que elas sabiam do defeito e mesmo assim continuaram instalando o equipamento.

Segundo o “Automotive News”, há pelo menos uma ação correndo contra Honda, Toyota, Nissan, Ford e BMW por conta disso. Ela foi aberta em Miami, Flórida (EUA), onde há mais de 130 ações judiciais contra a Takata.

Enquanto isso, a japonesa enfrenta sérios problemas financeiros, com bilhões de dólares em perdas fiscais, e pode ser adquirida pela chinesa Key Safety Systems.

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– A Pegadinha do Site “Reclame Aqui” vale ser compartilhada!

Sabe aquelas empresas que você não pode ouvir nem falar? Tem banco, cia aérea, telefone fixo e outros conglomerados que acabamos ficando reféns para sermos atendidos.

Veja só esse vídeo: um executivo de uma gigante organização, líder em reclamações no “Reclame Aqui”, vai comer em um restaurante chique e é mal atendido. Na hora de ir embora… surpresa!

A reação é impagável. Sentiu na própria pele.

Assista em: https://youtu.be/XRcxh4RR7-s

– A queda de preços real do Diesel e parcial da Gasolina. Mas e o aumento da CPFL?

A Petrobrás anunciou a redução de preços dos combustíveis na última sexta-feira, dia 24. E desta vez, algo surpreendente: a Gasolina caiu 2,3% (o que poderia refletir de R$ 0,08 a R$ 0,10), mas não foi sentida na totalidade tal redução nas bombas. Entretanto, o Óleo Diesel teve queda de 3% (queda de R$ 0,09 aproximadamente), sendo que a redução chegou à totalidade ao consumidor.

A má notícia é: se os combustíveis estão em queda, a energia elétrica vai aumentar sensivelmente de preços…

Nunca o cidadão escapa ileso das tarifas públicas.

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– As 3 divisões do Paulistão e os circos dos mandos de jogo

Sabiam que os clubes do Campeonato Paulista das 3 divisões estão rodando o Estado por diversos motivos?

O Monte Azul está jogando em Bebedouro por conta de falta de saídas da arquibancada da sua arena;

O Atibaia joga em Indaiatuba por falta de apoio da Prefeitura local.

O Red Bull (que joga em Campinas mas sua base é em Jarinu) joga no Pacaembu contra o Santos para “fazer renda”.

O Mogi Mirim já mandou jogos em Limeira e no Nicolau Alayon.

O Audax Osasco jogou em Barueri também para conseguir melhor rendimento financeiro.

A Catanduvense está mandando os jogos em Rio Preto.

Enfim: o que você pensa em mandos de jogos em outras praças? É um campeonato estadual itinerante: e isso é bom ou ruim?

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– Os campeões per capita de…

… vários índices curiosos!

Vejam só: a Revista Superinteressante da edição de Dez/2016 trouxe uma matéria sobre os países recordistas de “alguma coisa” em relação ao contingente populacional. Ou seja, os “campeões per capita” de algo. O Brasil, por exemplo, no mundo, é campeão per capita de número de cesáreas (57% dos bebês brasileiros nascem de partos cesarianos).

Alguns outros campeões per capita:

Consumo de Chocolate: Suíça

Consumo de Cerveja: República Tcheca

Número de Castelos: Eslováquia

Número de Fumantes: Sérvia

Pessoas com Depressão: Chile

Produção de Lítio: Bolívia

Queda de Raios: Colômbia

Candidatas à Misses: Venezuela

Formação de Médicos: Cuba

Compradores de Carros: EUA

Prática de Abortos: Groelândia (incríveis 50%)

Bibliotecas: Estônia

Suicídios: Lituânia

Leis de Defesa às Mulheres: Islândia

Mortes no Trânsito: Líbia

Risco de Morte: Síria

Consumo de Carne: Austrália

Formação de Psicólogos: Argentina

Números de Homens Nascidos: Irã

Ateus: China (47% não acreditam em nada)

Alfabetizados: Coréia do Sul

Militares: Coréia do Norte

Idosos: Japão

Vítimas de Alcoolismo: Belarus

Consumo de Café: Finlândia

Consumo de Refrigerantes: México

Gatos como Bicho de Estimação: Rússia

Portadores do Vírus HIV: Suazilândia

Alguns dados não tão relevantes. Mas que dizem algo, ô se dizem.

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– Você confia nos fatores de Proteção Solar?

Uso muito protetor solar devido à necessária proteção da pele, combatendo o risco grande de câncer. Infelizmente, não há tal consciência como se deveria em nosso país sobre tal problema.

Mas sempre questionei a eficácia dos mesmos, em especial aos específicos de rostos (caríssimos) e que prometem vários milagres além da proteção. Uso FPS 60 ou 70, e fico abismado ao verificar: em 10 marcas testadas pela PROTESTE, apenas 3 realmente tinham o Fator de Proteção Solar (FPF) correspondente ao que vendiam. São eles: Nívea, Cenoura & Bronze e Natura. 

Abaixo os demais que não alcançaram o resultado esperado, extraído da própria empresa:

PROTESTE CONSTATA PROTETOR SOLAR FACIAL COM QUASE METADE DA PROTEÇÃO PROMETIDA

Testamos a eficiência e a qualidade dos protetores solares faciais pela primeira vez – embora já tivéssemos avaliado outros tipos. Enviamos ao laboratório dez marcas, com FPS igual ou superior a 50. Na análise, foram verificados o fator de proteção solar (proteção UVB), o índice de proteção UVA e a resistência à água. Checamos ainda a rotulagem e pedimos a 30 voluntárias para experimentarem os produtos. Elas opinaram sobre facilidade de espalhar no rosto, absorção e aroma, entre outros aspectos.

Confira todos os resultados na tabela abaixo:

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