– Os Filhos de Bolsonaro e de Lula têm a mesma mãe: a Corrupção?

A história de que Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro, movimentou mais de um milhão e que recebeu depósito de assessores do agora senador, lembra aquela “lenda” que muitos dizem ser real e ninguém prova: o político contrata funcionários por um salário alto, e em troca recebe uma parte dele de volta.

A outra história, agora envolvendo Lulinha e registrada pelo jornalista Marco Vitale, que mostra como em um passe de mágica ele virou zelador de zoológico em “Midas” dos negócios através de investimentos suspeitos na Gamecorp, sendo chamado pelo seu pai de “Ronaldinho dos Negócios”, é outra coisa que nos faz acreditar em “cara-de-pau” dos corruptos. 

Enfim: sai Governo, entra Governo, e o povo se f… desculpe o desabafo, mas não consigo entender a lógica daqueles que defendem Lula, Bolsonaro, Aécio e tantos outros, como se fossem o próprio filho e imaculados de qualquer crime, irredutíveis com o conceito de que cometem ilicitudes Pior: aceitam a corrupção como “fato normal” ou “fazer o quê”!

Enquanto as pessoas terem “políticos de estimação”, nosso país está perdido. 

Em tempo: a estratégia de Lula é negar até a morte; a de Bolsonaro é de enfrentamento dizendo que se errou vai pagar. São duas formas de querer passar uma aura inexistente…

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– Introvertidos e Extrovertidos na Administração de Empresas

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães ostentação”.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– O insensível deboche de “Jesus na Goiabeira” e a sensibilidade afeita com Battisti

Quando existe maldade ou má vontade, as pessoas deturpam uma realidade e a querem tornar verdade. Pior: quando o fanatismo político bate de frente com o religioso, ou vice-versa.

Digo isso pela COVARDIA na criação de memes ironizando a futura Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves. Entenda:

Circula na Internet uma pregação cristã (Damares é evangélica) onde ela diz que “viu Jesus na goiabeira“. Tal frase, que “bombou” na Internet, foi retirada de uma tragédia pessoal: entre os 6 e 10 anos de idade, a então garotinha Damares foi abusada sexualmente por um tio, e sendo criança, pobre e com medo, cansada de ser violentada, tentou o suicídio. Perto de se matar, na goiabeira em que consumiria sua vida, pensou em Deus e viu / sentiu / clamou por Jesus.

Ora, é um testemunho de fé sobre o que fez para tentar viver. A frase em que “vê Jesus na goiabeira” é uma forma poética e de resiliência de uma coitadinha! Um depoimento para mostrar que a fé em Jesus Cristo a fez mudar de ideia no local onde estava.

Eu tenho filha nessa idade. Se você é pai ou mãe, se coloque neste contexto substituindo Damares pela sua pequena e pense duas vezes antes da ironia.

Quem fez meme desse fato pensando ser um delírio, certamente se arrepende. Mas quem ainda assim, sabendo dessa triste violência sexual e a história por trás dela, faz brincadeira de mau gosto, é desumano.

Concomitantemente, leio que começaram as manifestações contra a extradição do italiano político Cesare Battisti, sob a alegação de que é perseguido político.

Battisti é considerado terrorista na Itália e foi condenado à prisão perpétua por assassinatos cometidos contra inocentes. Fugiu para o Brasil onde os últimos governos o aceitaram como refugiado.

A este, muitos sarristas da figuração de “Jesus na goiabeira”, por questão ideológica, tem compaixão?

Falar de Deus – sendo católico, evangélico ou de qualquer outra denominação, parece ser uma aberração. Já para “defender bandido”, aí sim os “direitos do indivíduo” são lembrados por essas pessoas!

Encerrando: Damares Alves, com 10 anos e muitos abusos sofridos, teve quantas pessoas manifestando por ela e a ajudando? Parece-me que só um cabeludo no pé de goiaba… Já o carcamano italiano…

– Contratar treinador de futebol de acordo com o DNA do time.

Me recordo que certa vez o Paulista de Jundiaí contratou o icônico técnico Milton Buzzeto, o “Rei da Retranca” e que por anos trabalhou no Juventus da capital. Apesar de ter feito um razoável trabalho na Terra da Uva, era dito que ele “não tinha a cara do Galo da Japi“.

Recentemente, o São Paulo teve dois treinadores estrangeiros que foram contestados: “Patón” Bauza e Diego Aguirre, criticados pela filosofia de jogo em campo “não condizer com a tradição do futebol jogado” na história do São Paulo.

Se sairmos do Brasil, imagine: iria “ornar” José Mourinho como treinador do Barcelona? Pela linha implantada desde Cruyff, não combinaria.

Dessa forma, voltamos ao Brasil e lembremo-nos da expressão cunhada por LAOR (Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente santista falecido recentemente), que disse: o “Santos FC sempre teve DNA ofensivo“, se referindo aos times goleadores dos anos 50 até o vocacionado ataque goleador de Neymar e Ganso. Na época, ele ainda usava a justificativa que assistir o Peixe deveria ser “um espetáculo como ir ao Circo de Soleil“.

Assim, é para se questionar: quem foi o “gênio” que sugeriu Abel Braga ou Dunga para o Peixe, que nada combinam com esse DNA? Da mesma forma que a cara do Corinthians sempre foi do “time raçudo”, a do Santos é a do time que “dá espetáculo”!

Sorte do torcedor santista que chegará Jorge Sampaolli, que comunga dessas ideias ofensivas. Mas tudo isso mostra que os clubes de futebol não conseguem ter presidentes que entendam qual é a identidade/ filosofia / estilo/ DNA ou qualquer outro nome que o valha para definir seu padrão de jogo. Uma pena!

Em tempo: passamos o Campeonato Brasileiro inteiro com DEZENAS de trocas de treinadores e um dos estrategistas que tinha a marca / filosofia mais forte da década de 1990/2000 continuou desenpregado: Luxemburgo! O que estaria acontecendo de verdade com ele? Desconfiança do mercado de técnicos ou o Luxa, respeitosamente, perdeu o foco?

– A Origem dos “Pés Rapados”

Quando o cara é pobre, jocosamente se chama ele de “pé-rapado”. Mas por quê?

Por um fato histórico da cultura de nosso país, onde o termo correto seria “pé raspado” e que por vício de linguagem virou “rapado”.

Ainda assim: independente de ser “raspado” ou “rapado”, como surgiu?

Muito curiosa a explicação que remonta ao tempo do Brasil Colônia, extraída de “O POVO” on line.

(Link em: https://www.opovo.com.br/noticias/curiosidades/2018/07/voce-sabe-como-surgiu-a-expressao-pe-rapado.amp.html)

COMO SURGIU A EXPRESSÃO PÉ-RAPADO

Sinônimo de pessoa de origem humilde, “pé rapado” é uma expressão utilizada há muito tempo pelos brasileiros. Mas você sabe como surgiu o termo?

Apesar de não ter uma data específica que possa identificar o início da expressão, na segunda metade do século XVII o poeta Gregório de Matos dedicou esses versos a uma mulher baiana que lhe havia pedido um cruzado para consertar os sapatos:

“Se tens o cruzado, Anica,
Manda tirar os sapatos,
E senão lembra-te o tempo
Que andaste de pé rapado”

Os mais pobres eram os que tinham os pés mais sujos de barro, afinal os que tinham mais condições se locomoviam à cavalo, de charrete ou de liteira, precisando andar bem menos. Aqueles que eram muito mais pobres raspavam a sola do próprio pé, afinal andavam descalços. Dai surge a expressão, primeiramente nas zonas rurais.

Durante a Guerra dos Mascates, em 1710, o termo era ulilizado para se referir de forma depreciativa às tropas da aristocracia ruralista, pois estas combatiam o exército português descalços, enquanto a cavalaría ostentava botas que combinavam com o uniforme. 

O pesquisador regionalista Luís da Câmara Cascudo escreveu em seu livro Locuções Tradicionais do Brasil que o termo é um sinônimo de “descalço, de pés nus, pé no chão”, uma metonímia para designar a população de origem mais humilde.

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– Os reais Zumbis do Haiti! Walking Dead de verdade…

Você sabe como se “faz” um Zumbi?

Ou melhor: você acredita na existência de Zumbis?

Ouvi o jornalista Cláudio Tognoli no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan falando sobre a assunto. E me impressionei! Ele contou sobre uma toxina encontrada em uma espécie de sapo somente existente no Haiti (bufo marinos), que se aplicada em uma pessoa ela fica em estado catatônico, com os olhos virados para trás, drogada por ser uma substância “narco-epilética”, transformando a pessoa em um escravo obediente – totalmente fora de si!

Assustou?

Eu também. E essa história pode ser conferida em: https://www.megacurioso.com.br/zumbis/39595-o-caso-do-haitiano-zumbi-que-voltou-para-casa-21-anos-depois-de-morto.htm

O CASO DO HAITIANO ZUMBI QUE VOLTOU PARA CASA 21 ANOS DEPOIS DE MORTO

Por Daiana Geremias

Zumbis existem de verdade? Nem tente bancar o cientificamente correto aqui e dizer que eles não existem, porque a história que vamos contar para você a seguir pode mudar suas convicções. Portanto, antes de qualquer coisa, abra a cabeça – não precisa ser literalmente.

O haitiano Clairvius Narcisse ficou muito doente em 1962, tendo vivido momentos de febre, dor intensa e relatado a sensação de mosquitos perfurando sua pele. Isso sem falar na extrema dificuldade que sentia para respirar. Ele então foi levado ao hospital, onde foi atendido por dois médicos, mas, pouco tempo depois, foi declarado morto. O velório foi breve e o enterro foi logo realizado.

Narcisse, no entanto, disse nunca ter morrido de verdade. O que aconteceu foi que ele acordou, meio perturbado, dentro de um caixão e enterrado. O haitiano acredita que foi envenenado e vítima de algum tipo de feitiço. Na noite seguinte, ele foi exumado por um shaman vudu e levado a um lugar desconhecido. Detalhe: ele recebeu uma mistura que o deixava em estado de zumbi.

Depois disso, Narcisse afirma ter se tornado um escravo, sendo forçado a trabalhar dia e noite em uma plantação de cana-de-açúcar – todos os dias, ele e os outros presos recebiam a mesma mistura que os transformavam em trabalhadores-zumbis. Seria esse o plano mais macabro de todos os tempos?

O fato é que os presos foram liberados em determinado momento e Narcisse afirma ter passado 18 anos vagando pelas ruas, procurando sua família, que a essa altura tinha absoluta certeza de sua morte. Em 1981, enquanto vagava por um vilarejo, Narcisse reconheceu sua irmã e ela também o reconheceu – pelo menos foi isso o que deu para entender pelos gritos assustados e altos que ela deu. Ele convenceu a irmã de que era ele quando usou um apelido que apenas a família conhecia.

Os vizinhos também reconheceram Narcisse e logo um médico psiquiatra foi chamado para ajudar a entender o acontecido. O haitiano respondia a todas as perguntas pessoais e da família sem o menor problema. Quando todos confirmaram mesmo que Narcisse era Narcisse, a imprensa internacional logo apareceu para cobrir a história mais do que bizarra.

Além do médico e da imprensa, um pesquisador de Harvard, Wade Davis, demonstrou muito interesse em estudar o caso. Davis, um especialista no uso de plantas por seres humanos, afirmou que o haitiano poderia mesmo ter sido obrigado a usar alguma substância que o deixasse sedado e subordinado.

O pesquisador explicou ainda que uma toxina conhecida como TTX pode deixar o corpo de uma pessoa em estado de morte – quando alguém ingere essa toxina, fica catatônico e com pouquíssimos sinais vitais. No Haiti, o TTX pode ser encontrado em uma espécie de sapo.

Davis acredita que a substância responsável por deixar Narcisse alucinado e trabalhando como escravo por tanto tempo é uma toxina conhecida como Datura stramonium.

E aí, o que você acha dessa história completamente maluca? O caso nunca foi completamente desvendado.

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Narcisse e seu próprio túmulo

– Feliz Aniversário, “Ó Terra Querida Jundiahy”!

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos município).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá a verdade.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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_ Que tenhamos uma boa jornada em 6 cliques na 6a feira!

Seis imagens de momentos motivantes para termos muita endorfina hoje. Que tal?

1- Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez. Levantando cedo para ter energia, vamos correr?

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2- Correndo e Meditando nas santas palavras do Anjo Gabriel à Virgem Maria – que elas nos sirvam de exemplo de servidão ao Pai!

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3- Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das flores e alongando para encerrar a atividade física de hoje.

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4- Desperta, Jundiaí!
Mais uma alvorada muito bonita para todos nós contemplarmos:

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5- Sol muito forte de natureza indescritível! Como não se inspirar?

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6- Um céu azul na imensidão do infinito, com algumas nuvens para quebrar a cor única e mostrar a maravilha da Criação.

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ÓTIMA SEXTA-FEIRA AOS AMIGOS!

Ops: tão bela como essa mini-rosa laranja desabrochou, não poderia deixá-la de fora hoje, né? Um 7o clique que vale a pena:

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– Por quê o Mundo Virtual tem que ser dual ou radical?

Na maioria das vezes (repare), as redes sociais são de opiniões opostas e muitas vezes intoleráveis: ou se é Fla ou se é Flu. Ou PT ou PSDB. Ou religioso ou ateu. E o perigo disso é o radicalismo!

A posição de “centro”, muitas vezes, é considerada “em cima do muro”. Muitos não entendem que o extremismo não é regra, mas exceção. As pessoas gostam de ler o que lhes convém e lhe agrada, e se pensar o contrário, o comentário crítico é imediato.

Democracia e liberdade de expressão são necessários, mas aí existe um desvio de personalidade que assusta no mundo virtual: os HATERS – pessoas que “odeiam” algo ou alguém e que divulgam esse ódio. Fazem apologia à repulsa e tripudiam daquilo ou daquele que não curtem. Isso não é comentário contrário respeitoso, mas sim má educação.

Pergunto: pra quê fazer mau uso das redes sociais? Ganha-se o quê?

Xô, fanatismo!

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– Disfarçada de Mundial, a Copa das Confederações de Clubes começou!

Team Wellington (Nova Zelândia), Al-Alin (Emirados Árabes Unidos), Espérance (Tunísia), Chivas (México), Kashima Antlers (Japão), River Plate (Argentina) e Real Madrid (Espanha): um desses será o vencedor do Mundial de Clubes da FIFA, que está acontecendo nos EAU, e tornará-se o legítimo Clube Campeão do Mundo em 2018. Mas indiscutivelmente não será o mais forte nem o melhor clube deste ano

Cá entre nós: o torneio é uma Copa das Confederações de Clubes, e em confronto único (mata-mata), tudo pode acontecer.

Claro, a ideia de uma verdadeira Copa seria utópica pois o calendário não permite; mas ao mesmo tempo, mais justa: um torneio mundial aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, com fase de grupos e depois eliminatória. Aí sim teríamos uma verdadeira WorldCup de times, com Barcelona, Juventus, Manchester City, PSG, Benfica, Boca Juniors, Palmeiras, entre outros “grandões do planeta-bola”. 

Seria muito bacana a UEFA Champions League classificar (por exemplo) 5 equipes, a Libertadores 3, a Concacaf 2, e continentes com clubes menos expressivos (os da Ásia, África e Oceania), entrando em uma pré-fase

São ideias. Mas enquanto elas não se efetivam, esses torneios, como a Toyota Cup, Mundial da FIFA, Taça-Rio, que representam/representaram TORNEIOS INTERCONTINENTAIS, acabam/acabaram sendo considerados os Campeões do Mundo (mesmo que os vencedores, eventualmente, não representem verdadeiramente o Melhor do Mundo naquele ano de disputa). Ou alguém crê que a Grécia era a melhor Seleção da Europa quando tivemos a Eurocopa em Portugal? Só no futebol que nem sempre o melhor é o campeão.

Aliás, Raja Casablanca e Kashima Antlers, times anfitriões e aclimatados com as cidades-sedes, que vieram de fases anteriores, chegaram às finais na Copa de Clubes. É o ônus dos demais adversários em aceitar tal molde de torneio. 

Para mim, reitero: se vencer o torneio, o Kashima Antlers (para quem estou torcendo, por ser o “time do Zico”), será sim Campeão Mundial de Clubes 2018, mesmo que não seja o melhor time de futebol do planeta (em decorrência do torneio ser tão restritivo aos campeões continentais e do país-sede).

Imagine Messi, Neymar ou CR7 sendo questionados e “trolados” pelo fato do simpático time japonês ser campeão mundial de 2018 e eles, tão famosos e paparicados, não ganhando nada (e nem disputando!).

Bobagem e paciência. Se respeite o vencedor.

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– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais Toscos

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– E o Paulista foi consultado pela FPF para escolher o Serginho da LJF em Jundiaí como diretor de sede?

Não tenho nada contra e tampouco a favor; nem o conheço pessoalmente, só “de vista”! Mas me causou uma estranheza profunda ler nos documentos da Federação Paulista de Futebol quanto à Copa SP, que a sede do Red Bull (que é o Estádio Jayme Cintra, Jundiaí-SP, onde o Paulista manda seus jogos e a chave em que estará na Copa São Paulo) terá como diretor… Sérgio Eduardo Aguiar, o presidente da Liga Jundiaiense de Futebol.

Insisto: não tenho nenhuma relação positiva ou negativa com ele, mas leio e escuto muito sobre o “Serginho da Liga” (como é chamado) e as confusões do Amador na Cidade de Jundiaí – que envolve imbroglio da gestão financeira (não me refiro a corrupção, mas administração ruim), bagunça na organização e relação péssima com as autoridades municipais. Sem contar, claro, com as eternas queixas dos times amadores nas Redes Sociais.

Logicamente, a FPF argumentará que escolheu ele pois é responsável pela LJF e facilitaria a logística. Mas ela está ciente das confusões do campeonato local? Não tinha outro nome?

Quem poderia questionar, num primeiro momento, é o Red Bull (pois é o time-sede), mas que deve desconhecer todo esse histórico. Nessa, o Paulista não tem culpa, mas fico muito curioso: será que a FPF pediu referência ao Galo na hora da escolha (já que a sede é em Jundiaí e o Paulista o time local – e dono do estádio)?

Se até dia 02 de janeiro estiver como diretor de sede o Serginho, que faça um trabalho bom e competente. Mas tenho certeza que poderia se ter evitado tal nome tão discutido nos centros esportivos da nossa cidade…

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