– A Bandeira da Felicidade dentro das Organizações

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– Perfect.

Azul + Verde = Natureza Perfeita.

Taí a combinação bacana da terça-feira, a fim de inspirar o dia.

Ops: será que as árvores tocarão o céu?

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– 10 mulheres na Arbitragem de Corinthians x Palmeiras na Arena NeoQuímica.

A CBF escalou Edna Alves Batista, da FIFA, para apitar o Derby FEMININO no final de semana.

Ao todo, com 5a árbitra, VAR, AVAR e demais integrantes, teremos 10 mulheres formando a equipe de arbitragem. E a pergunta óbvia: poderiam ser escaladas no Derby MASCULINO de sábado? Afinal, competentes elas são.

A propósito: esse jogo entre mulheres será no domingo às 21h. Não poderia ser rodada dupla, já que o jogo entre os homens é no sábado, no mesmo local?

A escala abaixo: 

– Refletindo o céu.

Lago do Taboão, em Bragança Paulista, 09h30. Tá bonito o dia ou não?

Veja as nuvens refletidas no espelho d’água…

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– Dia da Árvore foi esquecido?

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada ainda…

Está tudo virando concreto?

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– No filter.

Durante minha caminhada matutina, tive o prazer de contemplar essa alvorada (sem filtros):

Acordar cedo vale a pena…

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– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 06h00 – Desperte, Bragança Paulista, com sua costumeira beleza.

Que a terça-feira possa valer a pena!

(E há de valer, veja o sol nascendo lá no horizonte).

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– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de caminhada (hoje bem mais leve, eu não estava muito bem no cooper…) Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Há pouco, com essa delicada roseira.

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Divina Pastora, rogai por nós que recorremos a vós – especialmente, pelos que estão desorientados com a vida. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, confesso, com bastante preguiça… Mesmo assim, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina? Ao menos, que seja uma caminhada.

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarulhos x Paulista, Rodada 9 do Paulistão 2a divisão Sub23.

Para AD Guarulhos vs Paulista FC, uma surpresa: o 4o árbitro do jogo passado (contra o Barcelona Esportivo), Gabriel Petrini Rodrigues Cruz, será o juizão em Guarulhos pela 9a rodada do Paulistão Sub 23 (quarta-feira).

Será apenas seu segundo jogo profissional na carreira. Jovem, 26 anos, terá a oportunidade de mostrar suas qualidades nesta próxima rodada, já que tem atuado nas categorias amadoras.

Marco Andrade de Motta Junior, experientíssimo em jogos da A1, e Alexandre Basílio Vasconcelos (ambos com 42 anos) serão os assistentes. Gustavo Henrique da Silva será o 4o árbitro.

Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Guarulhos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 15h, mas desde as 14h30 o Tome Forte do Esporte já estará no ar.

– Caprichei nesse dia!

Entardecer que nos traz motivação! Como não se inspirar com a beleza da natureza?

Fiz questão de me esforçar neste clique (tem 1 ano esse registro). Abaixo:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 10 atitudes determinantes para o sucesso pessoal e profissional:

Gostei dessa mensagem e compartilho: dicas de valores que deveriam ser tratados diariamente com seriedade.

Abaixo (e destaco – gostei do 10º ítem: “Para todo ‘Game Over’ existe um ‘play again’. O nome disso é VIDA”.)

– A era da contraditória esquizofrenia social.

Recebi esse texto, cujo autor (Almir Favarin) por ignorância eu não conheço, mas que é sensacional ao explicar com perfeição esses tempos de intolerância a certas coisas e, contraditoriamente, tolerância irrestrita a outras.

Compartilho:

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

Por Almir Favarin, Teólogo e Psicanalista

Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem  que os homens se tornem “frágeis” e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou  seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.

Ser à favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão.

Se isso não for o Fim dos Tempos, deve ser o ensaio…

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– O Lagarto Preguiçoso.

O fotógrafo Yan Hidayat, da Indonésia, é “o cara”.

Olhe só, abaixo, que foto ele conseguiu do Lagarto em momento de relaxamento…

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/09/20/lagarto-preguicoso.htm

LAGARTO EM REPOUSO

Cruza as pernas, repousa a cabeça em um dos braços e fecha os olhos em um lindo dia de sol. Poderíamos estar descrevendo algum turista que viajou durante o fim de semana para o litoral, mas a atividade foi realizada por um lagarto.

A cena inusitada foi registrada pelo fotógrafo Yan Hidayat, de 43 anos, na Indonésia, e publicada no Instagram. O preguiçoso réptil repousa e parece cochilar na grama do jardim de Hidayat.

O animal foi resgatado pelo fotógrafo há dois anos, quando ele o viu em uma floresta próxima lutando para sobreviver. Agora, o lagarto tem uma vida de luxo: pelo menos duas horas por dia ele relaxa sob o sol quente.

Ao The Sun, Hidayat contou que o bicho vive dentro de casa e que ficou surpreso com a pose. “Fiquei feliz em ter conseguido capturar a imagem. Ele está muito fofo”, disse.

Em janeiro deste ano, ele já tinha chamado a atenção ao fotografar um sapo com caracóis na cabeça, deixando-o com uma imagem bastante parecida com a Princesa Leia, de Star Wars.

Yan é especialista em clicar o reino animal e tem diversas outras imagens curiosas em seu Instagram.

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– Jovens Desprovidos de Vaidade

Como é bom ver pessoas desprovidas de interesses particulares obscuros e que se comprometem a ajudar o próximo simplesmente pela solidariedade!

Compartilho esse ótimo exemplo, sobre como jovens abdicam do lazer para trabalho voluntário em favelas da Grande SP.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1608200917.htm

UNIVERSITÁRIOS CONSTROEM CASAS EM FAVELAS

Jovens de classe média de São Paulo atuam em comunidade em Suzano para construir casas mais dignas para famílias carentes . 120 voluntários se reuniram para construir dez casas de madeira, com 18 metros quadrados cada uma, durante um final de semana

De Márcio Pereira:

Sábado ensolarado na Grande São Paulo. Enquanto muitos jovens de classe média ainda curtiam as férias prorrogadas por conta da propagação do vírus da gripe suína no Estado, uma estudante de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) segue com seu carro, um Polo preto, para uma favela em Suzano.

Marina Santos, 20, mora na Granja Julieta (bairro nobre na zona sul de SP), é filha de um auditor e de uma professora. Sua única irmã está cursando arquitetura na Faap.

Ela é uma das personagens que fazem parte da história da ONG chilena Um Teto para Meu País no Brasil. Entidade instalada em São Paulo há três anos e que construiu 195 “casas de emergência” em quatro cidades paulistas: Guarulhos, Itapeva, São Paulo e Suzano.

As casas são de madeira, pré-fabricadas, têm 18 metros quadrados e podem ser erguidas em dois dias de trabalho, com a ajuda de oito a dez voluntários.

Cada unidade sai por R$ 3.500 e a família que recebe a “casa de emergência” paga 10% desse valor, o restante é custeado por meio de doações de empresas e das prefeituras. “Em Suzano, conseguimos um valor melhor. Cada família pagou R$ 150 pela casa”, conta Larissa Dantas, 24, diretora social da ONG. (Continua em: Universitários constroem casas em favela)

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– Ipê Rosa.

Tem como não registrar um ipê rosa tão florido como esse?

Obrigado, amiga Natureza.

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– Vacine-se! Eis minha 2a dose…

Ufa, demorou, mas finalmente tomei a minha 2a dose da Vacina contra a Covid-19.

Lembre-se: precisamos nos vacinar, a fim de acabar logo com a pandemia.

1. Os Médicos e Pesquisadores Responsáveis (minha mulher trabalha com pesquisa referente à Covid), alertam: é necessário vacinar, para que as pessoas tenham maior imunidade e não sofram com os graves males causados (o risco de efeito colateral da vacina é infimamente menor do que o da doença).

2. A Ciência pede para que nos vacinemos para que o mundo volte ao normal o quanto antes.

3. O Papa Francisco implorou para que nos vacinemos, por ser um ato responsável e de solidariedade para conosco e para com o próximo.

Portanto, repare que os únicos que pedem para “não vacinar” são os anti-vacinas. Não dê ouvidos a essas pessoas.

Lembrando: precisamos manter os cuidados básicos (uso de máscaras, álcool gel, distanciamento social), pois vacina é prevenção com aumento de imunidade, não é remédio que cura.

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