– Os limites da dor e do jornalismo no caso de Suzano!

Pavoroso o que aconteceu em Suzano, na escola onde inocentes foram mortos por dois jovens transloucados.

Não cabe comentar especulações da motivação neste momento (mas sim em breve); a vida das pobres vítimas não voltará e tampouco diminuirá a dor dos parentes.

Mas o que me deixou confuso, foi: até onde os limites do jornalismo deveriam ir?

É inimaginável o sofrimento de quem perdeu seu ente por uma morte tão sem sentido. E eis que um repórter da Bandeirantes (não vale citar o nome) encontrou a mãe de um dos assassinos. Foi lá e tentou fazer o seu trabalho jornalístico. Mas…

A mulher é mãe, e mãe de bandido nunca admite que seu filho é criminoso. E nesse caso, a mulher acabava de saber que seu filho morreu e era responsável brutalmente pela morte dos outros. Assustada, ela tentou evitar a conversa mas o repórter insistia em lhe perseguir e forçar a entrevista.

Repito: ela é mãe! Imagine o remorso que ela pode estar sentindo dos erros do próprio filho. NUNCA ela dormirá em paz: pelo filho e pelos outros filhos e mães.

Se tiver estômago, assista no link abaixo esses dois minutos constrangedores. Posso estar equivocado, mas aqui há um “falta de se mancar” quando força alguém que está sofrendo a falar a contragosto, insensivelmente.

Em: t.co/RnpYJP80ne

B208DE28-3FF1-4951-9A1E-ED9D84668B0A

Anúncios

– A nova e triste denúncia de abuso sexual contra o ex-FIFA Óscar Ruiz

No começo da carreira (me recordo dele jovem, apitando no Pacaembu Corinthians 8×2 Guarani), o jovem árbitro Óscar Ruiz mostrava ser diferente com o apito na boca. Passou o tempo e se acomodou com a fama. Ao término da sua carreira, virou árbitro comum.

Boatos de que assediava sexualmente outros árbitros colombianos começaram a surgir e, infelizmente, ganharam ainda mais volume nessa semana.

Abaixo,

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/03/13/ex-arbitro-oscar-ruiz-e-acusado-de-abuso-sexual-por-colegas-de-profissao.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=esporte

EX-ÁRBITRO ÓSCAR RUIZ É ACUSADO DE ABUSO SEXUAL POR COLEGAS DE PROFISSÃO

Consagrado como um dos árbitros mais importantes do futebol sul-americano nas últimas décadas e atualmente aposentado da profissão, o colombiano Óscar Ruiz recebeu graves acusações hoje (13) de dois antigos colegas. Hárold Perilla, Carlos Chávez e Julián Mejía, também juízes de futebol, registraram denúncia por chantagem e abuso sexual.

“Faço a denúncia contra o senhor Ruiz por abuso sexual desde 2007 até eu me aposentar. Ele dizia que teria que ter relações sexuais com ele se quisesse chegar longe na arbitragem. (…) em uma pré-temporada, ele tentou me tocar nos testículos e nas nádegas. Era inteligente, não deixava áudios e nem provas”, afirmou Hárold Perilla.

“Tive coragem de denunciar, inclusive quando já era árbitro internacional. Convido as pessoas que foram abusadas para que se animem e denunciem as irregularidades também”, acrescentou Perilla, ex-árbitro Fifa e primeiro do trio a vir a público para citar os supostos abusos de Ruiz.

Segundo Perilla, Óscar Ruiz possuía poder de influência nas escalas dos membros para o Conselho de Arbitragem do futebol colombiano. Quem compartilhava as histórias dos supostos abusos com outros profissionais ou ameaçasse denunciar, era vetado.

Além de Óscar Ruiz, o trio também denunciou Ímer Machado, ex-árbitro Fifa e membro do conselho de arbitragem que teria a influência do renomado juiz colombiano, que esteve presente nas Copas do Mundo de 2002, 2006 e 2010 e trabalhou em quatro finais de Copa Libertadores.

“Conheço Ímer Machado desde 2006, ascendendo ao profissionalismo em 2009 como companheiro de profissão. Ele me colocou apelidos, me cercava e tocava os testículos. Tiveram que me deter várias vezes. Foi terrível. Muitas vezes tocava minha bunda, tratava de desprestigiar meu trabalho”, desabafou Perilla.

“Não denunciei antes, hoje sim. Ruiz também. Temos testemunhas do que aconteceu comigo, reforçou.

Esta é a segunda acusação de abuso sexual sobre Óscar Ruiz. Também árbitro, Germán Mauricio Sánchez afirmou que o renomado ex-juiz colombiano cometeu assédio em 2010. A denúncia veio apenas em 2012. “Não denunciei antes porque queria voltar a apitar internacionalmente”, afirmou Sánchez ao El Tiempo.

Resultado de imagem para Oscar Ruiz árbitro

– Definindo a Geração Z

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

Resultado de imagem para Geração Z

– A “Falta por Genitais” de Felipe Melo em Palmeiras 3×0 Melgar. Genitália no adversário também é infração…

Já vi justificativa de todo o tipo para dizer que uma falta não foi cometida, mas essa…

Aos 29 minutos do 1o tempo, Felipe Melo vem correndo para disputar uma bola e dá uma “Tesoura” (ou se preferir, um carrinho por trás com as pernas abertas) em seu adversário Árias. Atingindo ou não o atleta, segundo a Regra do Jogo, não há como não ser Cartão Vermelho. Mário Diaz de Vivar, o árbitro paraguaio, amoleceu e deu apenas o Cartão Amarelo.

Mas ao ler a entrevista de Felipe Melo na Gazeta Esportiva pela Web (citação abaixo), assustei com a desculpa dele! Alegou que derrubou com “suas genitais” o jogador do Melgar, e assim não deveria ser expulso.

Extraído de: https://www.gazetaesportiva.com/times/palmeiras/melo-se-defende-por-falta-violenta-e-diz-ter-derrubado-rival-com-genital/amp/

Eu tinha roubado uma bola alguns minutos atrás em um carrinho de lado. Fui tentar de novo o carrinho de lado, mas ele, muito esperto, entrou. O árbitro viu que não dei uma tesoura, tanto que não pego com a sola do pé. Minhas genitais encostam nele e derrubam”

Com tal ímpeto, fazer falta mesmo que com a genitália daquele jeito, também é pra Vermelho… e a narrativa do lance (de que era “de lado”) não foi bem a contada por Melo.

 

– A Indústria dos Concursos Públicos

Já repararam como ”pipocam concursos públicos” em todos os cantos?

Alguns divulgados à exaustão; outros, aparentemente “escondidinhos” dos concurseiros.

Tem também aquelas empresas públicas que realizam a contratação de especialistas em executar concursos para preencher ora três vagas, depois mais duas vagas, e por aí vai. Não se poderia reduzir sensivelmente os custos ao realizar um concurso apenas?

Aliás, o mote aqui é: existe uma indústria de concursos públicos? E se sim, é de gente totalmente lícita, onde as vagas não são reservadas para apadrinhados e todos têm as chances iguais?

Recentemente li sobre a bagunça da realização de um concurso público em Jundiaí, para a vaga de auditor fiscal da prefeitura. Muita gente reclamando do número incrível de candidatos, do local das provas e das questões mal formuladas.

Tenho muito medo de tais editais… além disso, será que existem muitos concursos que arrecadam valores incríveis com as taxas e depois caducam?

Xi…

bomba.jpg

– São Bento 1×2 Ponte Preta e o Malandro Moderno “do Bem”.

Não assisti o lance citado no jogo entre São Bento x Ponte Preta, mas achei ESPETACULAR o texto escrito pelo respeitado escritor e ex-prefeito de Itu Lázaro Piunti, relacionando a malandragem decisiva do jogador Talles nessa partida (ludibriando a arbitragem) com a malandragem da atual sociedade brasileira (ludibriando ao próximo)!

Vale o compartilhamento, extraído do Facebook do próprio Piunti. Abaixo:

MALANDRAGEM DO BEM?!…

O lance ocorre no meio do campo. O atleta da Ponte Preta prepara-se para lançar a bola em profundidade percebendo um companheiro correndo à direita do gramado. O defensor do São Bento pressente a jogada e tenta deslocar-se para o mesmo ponto, quando é contido faltosamente por Talles, atacante pontepretano. O árbitro não viu a irregularidade e o auxiliar (antigamente a denominação era “bandeirinha”) ignorou a falta. Na sequência aconteceu o gol da equipe campineira. Eram decorridos 38 minutos do 1º tempo.

No intervalo o repórter entrevista o autor do gol, justamente o goleador Talles. E menciona seu “encontrão” faltoso em prejuízo do adversário. O jogador cinicamente admite o erro, faz deboche quanto à omissão do juiz dizendo que ele podia marcar ou não marcar a falta. Ri e fala que a malandragem é do jogo. Talles finaliza: “Uma malandragem do bem”.

Com a derrota em casa por 2 x 1 na noite deste domingo (10/03/19), a equipe de Sorocaba está virtualmente rebaixada para a segunda divisão do Campeonato Paulista. Adicione-se ao resultado a esperteza do Talles, estereótipo do malandro moderno.

Faz muito tempo que o futebol deixou de ser mero esporte. É uma profissão rendosa, emprega muita gente, envolvendo interesses e negócios milionários. A paixão clubística ocupa degrau menor na escala de sentimentos. A malandragem cantada em prosa e verso no Brasil dos anos 30 evoluiu negativamente no País. Desmerece o samba “Lenço no Pescoço”, do imortal Silvio Caldas, obra escrita por Wilson Batista.

O malandro brasileiro não usa mais chapéu-palheta. Tampouco se parece com o Vadinho, do romance “Dona Flor e seus dois Maridos”, de Jorge Amado. A malandragem moderna arromba os cofres públicos, mina as finanças, corrói o orçamento da Saúde, entorpece a Educação, condena os idosos a um epílogo existencial miserável. A malandragem contemporânea nada tem a ver com os personagens de Walt Disney, sejam eles o Gastão, primo do Pato Donald, ou o Zé Carioca. E não guarda semelhança com o divertido Pica-Pau dos desenhos animados.

A “Malandragem do Bem” definida por Talles é a desgraça consolidada no País da impunidade, onde viceja a corrupção, cevada não só nos gabinetes oficiais. Ela é a bola da vez, ágil e veloz. Gols ilícitos furando as redes do cotidiano. O jogo espúrio das relações promíscuas entre pessoas físicas e jurídicas, corporações e indivíduos. Há exceções, porém, tão poucas. A regra geral as obscurece.

Lázaro Piunti

ljpiuntiescritor@uol.com.br

10wtfs6

– Quaresma e Reflexões: como você tem vivido esse tempo forte da Igreja?

Estamos no Período Quaresmal, quando relembramos a Paixão de Cristo e refletimos sobre a vida.

Nesta época, devemos nos atentar a 3 santas práticas: o Jejum, a Caridade e a Oração.

ORAÇÃO nos ajuda a estarmos em diálogo com Deus; a CARIDADE nos aproxima dos nossos irmãos necessitados; já o JEJUM é em busca do nosso auto-controle.

Quanto ao Jejum, vale lembrar: não é deixar de comer carne e ir comer bacalhau. A idéia central é de abdicar de algo que gostamos e reverter em favor dos pobres. Se eu como muito, deixo de comer e com o dinheiro compro comida aos famintos; se eu perco muito tempo assistindo televisão, deixo de assistir e aproveito aquele tempo para praticar ações sociais. Enfim, é trocar algo que nos dá prazer em favor de ações fraternas.

Jejum, portanto, não é relacionado exclusivamente ao alimento, mas sim a atitude!

Particularmente, penso na Quaresma como um período de CORAGEM! Sim, coragem para mudar minha conduta, para abrir mão de algumas vaidades, para tomar decisões particulares, para aceitar desafios e principalmente: para ser uma pessoa melhorPara isso, intensifico essas 3 práticas citadas. Mas sempre me puxando a orelha para lembrar que, sem coragem e propósito de não vacilar, não conseguirei, já que nossa natureza é fraca e pecadora.

A propósito: se você é católico, não tenha vergonha em dizer: “estou vivendo o Tempo Quaresma buscando a conversando diária de maneira mais intensa!”

imgres.jpg

– O clique “de agora” para um bom dia!

Exatamente 06h10, 4a feira (13/03/19) em Jundiaí, com o céu róseo e anil.

Que esse clique do amanhecer tão belo nos inspire para uma ótima jornada! Abaixo:

#FotografiaÉnossoHobby

Ops: vale a postagem do entardecer de 3a feira também: é o “nublado e carrancudo” de ontem versus o de hoje (ambos belos).

Qual o clique mais bonito?