– O Futuro em 2000, pensado em 1900

Uma série de retratos inusitados com mais de 110 anos!

Essa exposição (citação no link) mostra mais de 20 desenhos de como a sociedade do ano 1900 pensava que seria o ano 2000.

Veja as invenções imaginadas e, até certo ponto, as bizarrices criadas nas mentes das pessoas, em: http://is.gd/FUTUROem1900

Essa, abaixo, é a dos bombeiros voadores. No link acima, tem mais.

Anúncios

– Como Viveram os Fundadores do McDonald’s?

A cadeia internacional de fast food McDonald’s tem esse nome devido aos seus fundadores. Mas antes do sucesso se tornar global, venderam a rede de lanchonetes e não ficaram bilionários (milionários, sim)!

Um caso de empreendedorismo e oportunismo do comprador,

Extraído de Superinteressante, Ed Março 2012, pg 51.

OS VERDADEIROS MCDONALD’S

Os irmãos Dick e Mac McDonald criaram o conceito de fast food e abriram sua primeira lanchonete em 1941, na Califórina. A ideia fez um sucesso moderado até que, na década de 1950, outra pessoa teve uma ideia. Ray Kroc, que vendia máquinas de milkshake para os irmãos MdDonald, propôs que eles abrissem franquias pelos EUA. Em 1958, já eram 34 restaurantes, e mais 68 foram abertos só em 1959. Mas aí, em 1961, os irmãos resolveram vender sua parte no negócio para Kroc – que pagou o equivalente a US$ 19 milhões em valores de hoje. Um belo dinheiro, com certeza. Mas um péssimo negócio. A rede se transformou numa multinacional gigantesca, com mais de 33 mil lanchonetes espalhadas por 119 países e faturamento de US$ 24 bilhões por ano. E os irmãos McDonald viram outra pessoa ficar multibilionária explorando a ideia e o nome deles. Mac morreu em 1971, e Dick, em 1998.

– De Mito ao Mico da Indústria Automobilística

E o que falar do Nano, o carro popular da Tata Motors?

Ratan Tata foi comparado como o novo Henry Ford do século XXI. O empreendedor indiano apostou alto no Nano, um carrinho pequeno e que prometia ser uma sensação global.

Uma matéria antiga, mas relevante sobre o projeto tão badalado (extraído de Época Negócios, Ed Janeiro / 2011, pg 26)

O NANO MICOU

por Fernando Valeika de Barros

O bilionário indiano Ratan Tata deveria fechar o ano de 2010 rindo à toa. Seu conglomerado de 98 companhias em setores como construção, siderurgia, energia, comunicações e automóveis faturou US$ 67,4 bilhões. Mas Tata enfrenta uma dor de cabeça inesperada. Ela vem do produto que o tornou famoso no mundo: o Nano.

Quando foi lançado, em 2009, por módicos R$ 4,2 mil, o carro compacto gerou uma fila de 2,5 milhões de pessoas interessadas em adquirir as primeiras 100 mil unidades. Só que as coisas não saíram como Tata esperava. A produção do Nano numa nova linha de montagem em Sanand, no estado de Gujarat, atrasou, e o carro só chegou a cinco províncias indianas. Mas mesmo nelas o entusiasmo esfriou e o Nano encalhou. Em novembro passado, quando o mercado indiano registrou vendas de 203 mil automóveis, foram comercializadas apenas 509 unidades do Nano. A previsão da Tata apontava para 10 mil unidades mensais.

Mas o que deu errado? Quase tudo. O preço subiu 7,7%. Uma falha no projeto causou incêndio em seis automóveis. Para piorar, a Tata Motors recusou-se a admitir o problema e responsabilizou a instalação de aparelhos de som potentes pelos incêndios. Só em novembro a empresa anunciou a extensão da garantia dos carros zero-quilômetro para quatro anos (e não mais 18 meses). Enfrentou ainda problemas externos, como a falta de crédito ao consumidor mais pobre e o fato de o Nano, diferentemente das motos, muito usadas na Índia, não caber nas pequenas vielas e garagens das favelas de cidades grandes como Mumbai e Nova Délhi. Mais um contratempo: muitos dos consumidores que Ratan Tata cobiçava não querem um carro com motor de 624 cilindradas, que acelera a 105 km/h a duras penas. Para enfrentar o problema, a Tata Motors quer agora vender o Nano nas áreas rurais. “O Nano merece uma chance”, diz Prakash Telang, diretor de operações da Tata. “Nosso carro é seguro, tem qualidade e é confiável.”

 

bomba.jpg

– Empreendedores inovam onde parece improvável

Que tal um espeto de churrasco movido a pilha? É justamente essa idéia que fez empreendedor ter sucesso no mercado de restaurantes e demais gourmets.

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, Pg E3, 20/08

EMPRESA LUCRA COM ESPETO DE CHURRASCO MOVIDO A PILHA

O administrador Luciano Kaefer, 49, largou a administração da fazenda da família

para se dedicar à fundação da EspetoFlex, empresa que comercializa espetas giratórios movidos a pilha para churrascos. Dois anos depois, ele fatura R$ 380 mil por mês. “Eu usava espetas elétricos, mas os fíos expostos na churrasqueira me incomodavam. Além disso, uma vez a energia acabou, o aparelho parou de girar e a carne acabou queimando”, explica.

O empreendedor resolveu fabricar um espeto giratório que não precisasse de cabos. “No começo, era só para uso particular porque achei que o custo com pilhas seria alto, mas descobri que não era e me surpreendi.”

Hoje, a empresa fabrica em tomo de 3.000 peças por mês. Elas são vendidas pela internet e há uma loja física em Porto Alegre.

Segundo Kaefer, a companhia já exportou peças para Japão, Inglaterra, Estados Unidos, China, Austrália, Venezuela e Paraguai.

Já a Girofest, que fabrica espetas giratórios elétricos desde 2007, deve lançar nos próximos meses o modelo movido a pilha. O protótipo está em fase de testes.

Os produtos da empresa são vendidos pela internet, por telefone e em pontos de venda. Segundo Regina Bretzke, 46, sócia da companhia, o faturamento mensal atual é de cerca de R$ 70 mil, com produção de 1.000 peças por mês. “Estamos de olho no mercado de apartamentos que têm varandas com espaço gourmet'”, conta.

Espetoflex_baixa_inc.jpg

– Há 25 anos, nascia o Telefone Celular!

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 25 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

5909044950080525874.jpg

– Executivo Animal como Estratégia Inusitada na Organização

Uma empresa de consultoria que leva em conta aspectos psicológicos, emocionais e financeiros para estudar o comportamento do consumidor em países emergentes mostra uma grande vantagem competitiva. O diferencial? Existe até um cachorro com cargo executivo!

Extraído da Isto É Dinheiro (clique acima para citação)

INOVAÇÃO ANIMAL

Com ideias pouco usuais, a consultoria paulistana Mandalah conquista clientes do porte de GM e Natura

Por Carlos Eduardo Valim

O cão da foto ao lado tem uma patinha em alguns dos projetos mais importantes de grandes empresas como GM, Pepsico, HSBC, Natura e Nike. Ele também colocou suas “digitais” na fundação do site de compras coletivas Peixe Urbano. Mascote da consultoria paulistana Mandalah, o golden retriever Shivah passa o dia no escritório, participa de visita a clientes e rouba a cena nas palestras realizadas pela empresa. O simpático cachorro chama a atenção dos clientes e ajuda a quebrar o gelo nos encontros de negócios. Comprado com o cartão de crédito corporativo e cuidado por todos os funcionários, ele é o único a ter um cargo na Mandalah, o de CCO, sigla para “chief canine officer”.

A consultoria – cujo nome significa círculo mágico, em sânscrito – realiza estudos e pesquisas de percepção e de mudanças de padrões de comportamento e consumo das pessoas, para ajudar a área de inovação das empresas. Trata-se de um negócio que ganha fôlego a cada ano. No ano passado, a receita da Mandalah cresceu 157% em relação a 2009. “A princípio, nossa filosofia parece distante do que acontece nas grandes empresas”, diz  Lourenço Bustani, sócio da Mandalah, que não divulga o faturamento da consultoria.

Criada em 2006 pelo publicitário Igor Botelho e por Bustani, formado em administração e relações internacionais, a Mandalah nasceu quando eles frequentavam o mesmo templo budista situado em Cotia, na região metropolitana de São Paulo. Já no primeiro ano, a consultoria recebeu uma encomenda de peso: o reposicionamento da marca Chevrolet no Brasil, grife controlada pela General Motors. A partir de estudos feitos pela dupla, surgiu a campanha publicitária Reinventamos Caminhos e o Projeto Carona, um site em que as pessoas podiam compartilhar vagas nos seus carros quando fazem o mesmo trajeto. “A GM é muito estruturada, com muitos processos”, afirma Isela Constantini, diretora-geral de pós-vendas da montadora americana na América do Sul. “E a Mandalah usa a desestruturação para olhar para o futuro.”

No momento, a Mandalah realiza estudo sobre o consumidor dos países emergentes, que será entregue à matriz da GM, em Detroit, nos Estados Unidos. A aproximação com a maior montadora americana impulsionou a carreira global de Botelho e Bustani. Hoje, a Mandalah possui filiais em Nova York, Tóquio e na Cidade do México. A subsidiária mexicana foi a primeira delas e começou a funcionar em 2009. A expansão não deve parar por aí. Até o fim do ano, eles esperam fincar a bandeira da Mandalah em algum país da Europa. O crescimento também foi motivado pela forma singular como são atendidos os clientes. Cada projeto é analisado por uma equipe multidisciplinar composta por engenheiros, jornalistas, acadêmicos, psicólogos, cientistas políticos, publicitários e designers. Por conta disso, o resultado do trabalho acaba, quase sempre, sendo entregue em formato multimídia, reunindo livros, fotos, pôsteres, gráficos e, em alguns casos, até um documentário sobre o tema, para tornar as conclusões mais facilmente assimiláveis. A Mandalah elaborou também um estudo que relacionou aromas a perfis de públicos para a fabricante de cosméticos Natura.

As conclusões foram resumidas em um catálogo com as características percebidas pelas linhas de produtos da empresa e quais os odores mais condizentes com elas. Esse trabalho resultou na criação da marca Amó, destinada a casais. Outro projeto em andamento busca fragrâncias pelo mundo e levou os consultores ao Japão. O portfólio da Mandalah inclui ainda start-ups. Uma delas é o Peixe Urbano, site de compras coletivas, cujo lançamento foi preparado pela Mandalah, em meio a muitos latidos e gracinhas do CCO Shivah.

bomba.jpg

– Parabéns, Dona Internet

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 27 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

bomba.jpg

– Delírio, Marketing ou Crença Maluca do Empreendedor?

Elon Musk é um dos caras marcantes desse início de século. O homem que construiu um império através da Tesla (a inovadora fabricante de carros elétricos), do Pay Pal (o sistema eletrônico de pagamentos) e que está a frente dos projetos espaciais privados através da SpaceX, declarou piamente que:

A chance de não estarmos vivendo em uma simulação por computador é de uma em bilhões.

O tão badalado empreendedor diz que é muito provável que estejamos habitando um mundo virtual, próximo ao que retrato no filme Matrix, mas não perceptível à maioria até agora.

E aí: o que você pensa sobre isso? Crê nesse mundo paralelo?

bomba.jpg

– Colaboração Criativa nas Empresas

Olha que interessante: como as empresas podem, em 5 passos fáceis, inovar! Ainda: 5 passos simples do empreendedorismo (com inovação, claro, pois é uma condição sine qua non).

São conselhos do especialista em empreendedorismo Michael O’Neil Bedward, extraído de: Época negócios, Ed 44, pg 30:

  • 5 PASSOS PARA AS EMPRESAS INOVAREM
  • 1.  tempo para o funcionário inovar. Crie ambientes propícios para novas ideias;
  • 2. Reduza os níveis hierárquicos na tomada de decisões. Isso confere agilidade;
  • 3. Aprove as inovações. Não restrinja a criatividade ao discurso formal;
  • 4. Estruture um departamento para gerir a inovação;
  • 5. Compre ideias criativas ou pequenas empresas com protótipos ou projetos inovadores.

5 PASSOS PARA OS EMPREENDEDORES SURGIREM

1. Atue por um tempo numa companhia criativa, para ganhar experiência e autoconfiança;

2. Monte um pequeno negócio (bedroom business) e comece a trabalhar em casa;

3. Construa uma rede de relacionamento no mundo real e na internet;

4. Faça um portfólio e convença um empresário que admira a ser seu mentor;

5. Encontre um sócio que entenda de finanças e marketing e que se apaixone por sua idéia.

imgres.jpg

– É graças ao Nazismo que temos a Fanta?

Vejam que interessante: se a Coca-Cola está intrinsecamente ligada à indústria americana, a Fanta, pasmem, à alemã!

Muito curioso, extraído de: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/invencao-fanta-nazismo.phtml?utm_source=twitter&utm_medium=social_organico&utm_campaign=tvefamosos&utm_content=geral

A INVENÇÃO DA FANTA PELO NAZISMO.

As condições de guerra levaram a um novo refrigerante na Alemanha — completamente diferente da versão atual

Em 1930, a Coca-Cola era a bebida não alcoólica mais popular da Alemanha. Nos primeiros anos do regime nazista, foram construída scerca de 50 fábricas do refrigerante. O país vendia cerca de 5 milhões de caixas por ano.
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu em 1939, acabou a festa. Com a guerra no Atlântico, e o o xarope usado na produção da Coca-Cola, importado dos EUA, se tornou uma raridade. Com a entrada dos EUA na guerra em 1941, nada mais de Coca: os laços comerciais entre os dois países foram rompidos.
Incapazes de produzir a bebida, os alemães precisavam de algo que pudesse refrescar suas gargantas. Max Keith, chefe de operações de bebida da filial alemã, precisava encontrar uma solução . Keith utilizou os ingredientes existentes na Alemanha para criar uma alternativa. Misturou soro de leite e fibras de maçã — dois “restos dos restos” da indústria alimentícia, segundo ele mesmo lembrou — com açúcar e água carbonada. Só faltava o nome.
Foi uma escolha rápida. A reunião para decidirem como chamariam o produto começou por Keith falando a todos usarem de sua imaginação (fantasie em alemão). E ouviu, gritado, do vendedor Joe Knipp: “Fanta!”.

bomba.jpg

A bebida virou uma febre no país – chegando a ser utilizada inclusive em receitas de doces e bolos.

bomba.jpg

Keith apresentou a bebida para a filial da Coca-Cola na Holanda ocupada, que assim como a da Alemanha, estava impossibilitada de prosseguir com a produção. Diferentemente do refrigerante alemão baseado em maçã, a Fanta holandesa possuía o sabugueiro, uma fruto europeia, como a base do sabor.

Após o fim da guerra, a produção da Coca-Cola foi restabelecida na Alemanha e na Holanda. A Fanta foi aposentada, mas não esquecida. Por vontade do público, a bebida só voltaria às prateleiras em 1955, quando a Coca-Cola quis competir com o lançamento de vários refrigerantes sabor fruta da Pepsi. Só então, numa fábrica italiana, surgiu a Fanta sabor laranja, a que hoje é sinônimo de simplesmente Fanta.

bomba.jpg

Hoje, a Fanta é vendida em mais de 100 países com mais de 90 sabores

– Gestão ou Administração de Empresas?

Admiro muito o professor Stephen Kanitz. Tenho livros dele e o sigo no Twitter (e ele me segue, dá para acreditar? Me sinto orgulhoso!).

Recentemente, ele tratou em seu blog sobre as diferenças entre “Gestão das Empresas” e “Administração de Empresas”. Para a maioria, gerir e administrar são as mesmas coisas. Entretanto, Kanitz diferencia os modos de administrar no século 21 e gerir no século 16.

Para os Administradores de Empresas, um ótimo artigo! Abaixo:

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/03/gest%C3%A3o-ou-administra%C3%A7%C3%A3o-qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-.html?

GESTÃO OU ADMINISTRAÇÃO. QUAL A DIFERENÇA?

Por Stephen Kanitz

Administradores invariavelmente usam o termo Administração, e não Gestão. Afinal, ninguém estuda quatro anos ou mais, segue os princípios éticos e o juramento da profissão, para jogar fora o termo tão duramente conquistado.

Gestão normalmente é usado por aqueles que não são formados, e pior, que não acreditam que Administração acrescente muito valor à sociedade.

Gestão não vem de Gerar ou Gestação. Administrar não é levar a termo nove meses um projeto, como muitos acreditam.

Gestão vem de Gesto, Gesticulação. Eram aqueles que gesticulavam, que apontavam com o dedo indicador onde o carregamento de alimentos deveria ser deixado ou estocado. Coloque este fardo aqui.” “Coloque este outro ali.”

Lembre-se que administrar, controlar e cuidar dos estoques estratégicos de comida era uma das primeiras funções administrativas da humanidade.

Os “Gestores” indicavam onde os escravos deveriam colocar os fardos que estavam entregando. 

Gestores ainda usam termos como “indicadores” de produção, “apontar” uma solução, “apontamentos” de uma reunião, remanescentes da época em que administrar era basicamente apontar com o indicador a direção a seguir.

“Contratos de Gestão”, técnica que gestores adoram, são apontamentos escritos em contrato, onde “indicadores” de desempenho são previamente acordados pelo “dirigente”. Apontam com o indicador o que querem que seja cumprido. 

Isto não é Administração do Século XXI, isto é gestão do Século XVI que ainda usamos nas empresas estatais e empresas de gestão familiar. 500 anos de atraso administrativo.

Se você usa ainda o termo Gestão, cuidadoVocê está mostrando para todo mundo que acredita que administrar é dar ordens para subordinados onde colocar isto e onde colocar aquilo. Mas administração moderna é muito mais do que isto, nem preciso relembrar.

Portanto, preste atenção quem são aqueles que ainda usam o termo Gestão.  E reze.

bomba.jpg

– Dicas Criativas Incomuns: para Poetas, Administradores de Empresas e à Todos que Buscam Inspiração/Inovação

Olha que bacana: Rodrigo Rezende escreveu sobre “Mentes Brilhantes” em uma edição antiga na Revista Galileu. E na matéria, defendeu que muitas vezes é preciso fazer coisas diferentes, extravagantes ou incomuns para buscar inspiração e criatividade!

Para isso, ele dá algumas dicas práticas de grandes pesquisadores para pensar melhor. São 8 conselhos:

  1. TUDO AZUL: recorra aos ambientes ou mesmo a uma folha azul para resolver problemas. Pesquisadores da Universidade British Columbia (Canadá) revelaram que a cor azul favorece aos insights. Por remeter a ambientes amplos como céu e mar, ajudaria a expandir a mente.
  2. CORRA DO VERMELHO: ele funciona como o sinal de “Pare” no semáforo. No estudo da British Columbia, ajudou na memória e atenção, mas prejudicou a criatividade, já que lembra restrição.
  3. PENSE DORMINDO: quando mais sonolento estiver, melhores ideias terá. O cansaço melhorou em até 50% o desempenho em testes de criatividade feitos pela psicóloga cognitiva Mareike Wieth, da Albion College (EUA).
  4. SONHE ACORDADO: você vive no mundo da lua? Continue assim. Uma pesquisa de Jonathan Schooler, da Universidade da Califórnia (EUA), descobriu que gente desligada se sai melhor em diversos experimentos de criatividade.
  5. SEJA CRIANÇA: criar pode ser uma brincadeira. Literalmente. O psicólogo Michael Robinson, da Universidade da Dakota do Norte (EUA), pediu que pessoas imaginassem ter 7 anos de idade. Resultado: elas se deram muito melhor em testes criativos.
  6. SOLTE O RISO: Rir é o melhor remédio. Mark Beeman e John Kounios (responsáveis pela descoberta do ponto G da criatividade) mostraram um vídeo de Stand-Up Comedy do Robin Willians para algumas pessoas e, depois, as colocaram para resolver problemas. O desempenho foi 20% melhor do que o de quem havia assistido a vídeos chatos ou assustadores.
  7. SAIA DO CAMPO: Se você quer ter uma grande ideia, fuja das áreas rurais. Físicos do Instituto Santa Fé (EUA) descobriram que mudar de uma cidade pequena para uma grande aumenta em 15% a chance de criar uma nova patente.
  8. AH, VÁ TOMAR BANHO: quem diz isso é o psicólogo Joydeep Bhattacharya, da Universidade Goldsmith (Londres). Ele descobriu que o banho aumenta a quantidade de ondas cerebrais alfa, que faz crescer a chance de você ter um insight.

E aí, gostou das dicas? Funcionariam para você?

bomba.jpg

– Os nômades digitais estão em alta e ocupando o lugar da turma do home office.

Home Office? Trabalhar em casa? Ótimo, dizem muitos.

Mas e se você poder trabalhar onde quiser, e não necessariamente na sua residência?

Veja só que legal a nova tendência,

Extraído de: http://www.jj.com.br/jundiai/nomades-digitais-trocam-os-escritorios-por-mundo-livre/

NÔMADES DIGITAIS TROCAM OS ESCRITÓRIOS POR ‘MUNDO LIVRE’

Por Kátia Appolinário – ksantos@jj.com.br

Trabalhar é preciso, mas ser escravo do espaço corporativo é apenas uma opção. Isso porque as tecnologias digitais permitem ultrapassar os limites do escritório e fazer de qualquer lugar no mundo um ambiente de trabalho. É isso o que fazem os nômades digitais, colaboradores que a partir do trabalho remoto conciliam a arte de viajar com as responsabilidades profissionais.
O que diferencia o nômade digital de um funcionário que faz home office, por exemplo, é justamente a ausência de um endereço fixo e a liberdade de poder colocar o pé na estrada levando o “escritório” em dispositivos portáteis. E essa prática tem se tornado mais frequente do que se imagina.
De acordo com pesquisa feita em 2016 pela SAP Consultoria em RH, verificou-se que 68% das corporações já utilizavam tecnologias digitais para realização do trabalho remoto, sendo que dentre estas, 89% adotam o teletrabalho nômade ou itinerante.
Esse foi o caminho escolhido pelo especialista em marketing digital Victor Hugo Lopes, de 24 anos, que em dez meses conheceu 15 países e mais de 28 cidades da Europa, África e Oriente Médio. “Fui trabalhar na Polônia através da proposta de uma empresa de publicidade online. Como meu trabalho é basicamente por uma plataforma digital, após o término das minhas tarefas, eu ficava livre para viajar desde que eu ficasse com o meu computador logado”, explica o jovem, que por meio do nomadismo, já fez check-in no Marrocos, Letônia, Israel, Itália e Alemanha.
Para o jornalista e analista de mídias internacionais, Márcio Souza, de 37 anos, ainda que o termo “nômade digital” seja novidade, foram várias as vezes em que ele conciliou o exercício profissional com viagens através do benefício do trabalho remoto. “Eu já viajei muito enquanto trabalhava, já fui para o litoral de São Paulo, Cuiabá e para Minas Gerais, por exemplo. Não vejo nenhum ponto negativo”, afirma.
Além de reduzir os custos para a empresa e aumentar a produtividade, o trabalho remoto beneficia também os funcionários e a comunidade.
“O teletrabalho melhora a qualidade de vida; evita o deslocamento e acaba resultando em mais tempo livre para o lazer”, afirma Cléo Carneiro, Presidente da Sociedade Brasileira do Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt) e associado do Grupo de Consultoria em Teletrabalho (GCONTT).
Tradutor, web designer, assessor de imprensa e investidor de ações são algumas das profissões que podem ser exercidas através do trabalho remoto. “Quase todas as áreas da empresa podem adotar o teletrabalho, com exceção das áreas que demandam a presença das pessoas, como por exemplo, as funções de operação manual’’, afirma Cléo Carneiro.
Mas o ingresso à vida profissional nômade exige treino e planejamento. “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet e um ambiente propício para o trabalho. Ter um planejamento financeiro e um seguro de saúde internacional também são cuidados importantes a serem tomados”, instrui Victor, que mesmo tendo passado por momentos de dificuldade no exterior, não troca o trabalho remoto pelo comodismo rotineiro do escritório fixo. “Até das ‘roubadas’ você passa a gostar! Eu acabei desenvolvendo minhas próprias artimanhas”, complementa o jovem, valendo-se de que “a melhor parte da experiência é, literalmente, a experiência”.

bomba.jpg

Victor Hugo já conheceu 15 países: “Sempre me certifico se meu destino oferece uma boa conexão de internet”. Foto: Divulgação.

– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

imgres.jpg

– A Necessidade de Malucos nas Organizações e suas idéias inovadoras

Conhece Nolan Bushnell? Ele é o fundador da Atari e ex-chefe de Steve Jobs – que sempre o admirou por ser genial e, segundo Nolan, excêntrico! Tanto que escreveu um livro chamado: Encontre o próximo Steve Jobs”.

A idéia da publicação é incentivar que executivos contratem pessoas acima da média, e essas são, na maioria “diferentes e doidas”.

Textualmente, Nolan Bushnell escreve que:

“Os chefes, em 90% dos casos, jamais contrariam um cara como Jobs. Mas a sugestão é que se contratem loucos mesmo. Quando eu tive a idéia de criar a Atari, me disseram que era loucura alguém jogar games em uma tela de TV. Fui chamado de ridículo!”.

Claro que a loucura aqui é genialidade incompreendida. Mas cá entre nós: talvez seja um misto de excesso de inteligência somado ao comportamento difícil.

O que você pensa sobre isso?

Deixe seu comentário:

bomba.jpg