– Dependentes da Informática para tudo?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

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– As bobagens da Internet são culpa de quem?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

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– A Melhor Idade para o Equilíbrio Emocional

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência (embora, com discernimento cada vez mais apurado) … e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras à parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas.

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

A importância do equilíbrio emocional em nosso dia a dia - Blog ...

– Reféns do relógio e do tempo.

Olhe só que crônica bacana e real: a respeito da necessidade de termos paciência em tempos que somos sufocados pela falta de tempo.

Não tem hora em que tudo parece que vai explodir?

DINAMITE

O relógio rápido se vai todo em minutos.
Ano virando mês… Por que o tempo está com pressa?
Rotinas maiores, porém períodos cada vez mais diminutos.
Prédios de estresse, cidade que por ninguém mais se interessa.

E quando alguém fala que devemos relaxar,
que vemos que isso nem cabe mais na agenda.
Uma dica que já vira motivo para se estressar.
A lei que define um dia de 24 horas precisa de urgente emenda.

Mas antes que a nossa falta de paciência exploda feito dinamite,
de fato temos que aprender a enxugar a vida e tirar o excesso.
Com mais organização, não haverá mais o que tanto te irrite,
porque sem paciência e calma não há nenhum progresso.

– Bandido Pobre e Bandido Rico, Criação e Educação.

O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?

Talvez, apenas a sua condição econômica.

Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:

Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?

Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.

Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.

Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?

Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.

Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.

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– Ganhar descontos no Pagamento de Multas?

Essa matéria é real, tem 3 anos, mas… não funciona para o Estado de São Paulo. É mole?

Compartilho: 

Olha que legal, embora pouquíssimo divulgado: um aplicativo oficial do Governo, que interliga os DETRANS de diversas localidades do Brasil, concede descontos a motoristas multados e que confessem a infração, desonerando assim a entidade de maior burocracia e custos.

Uma novidade que precisava ser mais ofertada pelas autoridades,

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/07/multa-transito-com-desconto/

LEVOU UMA MULTA DE TRÂNSITO? APLICATIVO REDUZ EM ATÉ 40% O VALOR A SER PAGO

Claro que o correto é sempre dirigirmos dentro dos limites legais de velocidade, mas eventualmente multas de trânsito acontecem. Você pode ter se distraído em algum momento e acelerado mais do que deveria, ou então foi flagrado usando o celular enquanto dirigia. Seja como for, multas são sempre desagradáveis, pois é um dinheiro que você poderia estar investindo em outra coisa e que vai embora por causa de um vacilo seu.

Para quem levou uma multa justa e precisa pagar por ela, é sempre bom saber que há uma maneira legal de conseguir até 40% de desconto no pagamento, através de um aplicativo oficial do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). E é justamente sobre ele que falaremos neste artigo.

O SNE (Sistema de Notificação Eletrônica) de infrações é uma ferramenta online disponibilizada para reduzir as despesas de envio pelos Correios de multas e atrasos. Através dele, o motorista é notificado pelo celular que recebeu uma multa e pode assim ganhar descontos se eliminar as fases burocráticas de todo o processo.

Através do aplicativo, você pode baixar e preencher o formulário para indicação do condutor, caso não tenha sido você que usou o carro no momento da multa. Também pode gerar boletos para o pagamento do valor devido. Se você pagar até o vencimento da notificação, ganha um desconto de 20% (coisa que acontece também quando você recebe a notificação pelo correio).

Mas o mais interessante é que há uma opção em que você reconhece que era quem estava dirigindo e assume que a multa foi justamente aplicada. Neste caso, o desconto aumenta para 40% caso você pague até a data de vencimento da notificação. Com esta opção, você está abrindo mão de futuros recursos de contestação, por isso, só faça isso se você realmente não tiver dúvidas de que cometeu a infração.

Porém, infelizmente não são todos os estados/municípios que oferecem a possibilidade de desconto de 40%. Neste link (CLIQUE AQUI) há a lista de todos os órgãos cadastrados. O Detran do Rio de janeiro, por exemplo, oferece o benefício em todo o estado. Já em São Paulo, apenas a prefeitura de São José dos Campos oferece isso, até o momento.

Mesmo em regiões que ainda não estão incorporadas no SNE, ainda assim é possível ser avisado de multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Departamento de Infraestrutura e Transportes (Dnit) em todo o Brasil.

Após baixar o aplicativo, basta preencher seu CPF, e-mail, número da CNH e o Renavan do carro, para passar a receber suas multas por ele. O app mesmo avisa se sua região é coberta ou não pelo SNE.

A partir do cadastro, você não receberá mais nenhuma multa pelo correio, apenas pelo aplicativo. Para mudar isso, basta cancelar a adesão ao SNE para voltar a receber a papelada por carta. Se você já recebeu pelo correio, ainda sim pode se inscrever para ter os 40% de desconto, desde que não tenha passado o prazo de vencimento da notificação.

– Fofoca sempre deverá ser algo condenável.

Que ótimo texto sobre a fofoca!

Nunca faça essa coisa desagradável. Compartilho, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/07/26/pare-de-espalhar-fofocas/

PARE DE ESPALHAR FOFOCAS

Imagem Movimento Fofoqueiro 2

Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Assim como ele fala de você pra mim,
Também mete o malho de mim pra você
.”

In: Fofoqueiro é a Imagem do Cão – de Bezerra da Silva

A bela e famosa modelo garante, em entrevista, que aquele rapaz com o qual anda saindo há alguns meses é o grande amor da sua vida e que tem a mais absoluta certeza de ter encontrado, finalmente, a sua tão almejada cara-metade. Fala em envelhecer junto com ele, mesmo considerando sua pouca idade.

A avó, sorrateiramente entrevistada na sala ao lado, no entanto, confirma que o atual companheiro realmente ocupa um lugar muito especial na vida da jovem, mas acaba entregando que a neta costuma apaixonar-se perdidamente por todos os namorados que, quando se vão, deixam, invariavelmente, ótimas lembranças.

A moça mostra-se visivelmente aborrecida ao tomar conhecimento da indiscrição da parente, mas a entrevista já foi gravada e não há como mudar o que ali foi ‘confessado’.

E, enquanto vejo a matéria, posso imaginar a ‘bronca’ que a tal senhora deve ter levado por desvelar uma faceta, paradoxalmente, tão natural e humana.

No decorrer de suas respostas, por diversas vezes, percebo a tentativa da modelo em explicar o que a pergunta do jornalista parece definir como ‘pecado’.

Sim, ela teve filhos muito jovens. Sim, seus relacionamentos nunca duraram para sempre e, também, nem sempre foram discretamente preservados. Sim, ela se martiriza muito por tudo isto e sente-se profundamente culpada pelos danos que acredita ter causado aos outros – e ao olhar impiedoso de seus detratores.

Essa moça, aparentemente, não se julga com direito de viver plenamente seus desejos e suas ambições.

E, como o julgamento parece algo aceitável numa sociedade onde ninguém dá atenção às necessidades alheias – uma vez que as pessoas vivem olhando para os outros, rotulando, julgando, execrando, humilhando – tenha certeza de uma coisa:

Quem não tem a atenção de ninguém pode acabar pensando que não existe.

E, por conta disso, todos tememos que o olhar do outro nos julgue a ponto de dizimar nossa existência tornando-a um enorme nada.

Afinal, todos necessitamos sermos olhados com atenção, carinho e cuidado.

Então, veja bem: quando olho o outro como autoridade, o outro reagirá temendo o meu julgamento. Ali não haverá envolvimento pessoal. E sem envolvimento, não há desenvolvimento humano.

Numa sociedade onde todos vigiam todos, onde uns tentam controlar os outros através da maledicência, da maldade e da fofoca, não haverá liberdade para ninguém ser aquilo que deseja a fim de realizar todo o seu potencial.

Então, se você tiver vários namorados, se viver em vários lugares, se tiver muitos amigos de diferentes tribos, se fizer coisas originais e espetaculares, você, decididamente, estará no olho do furacão daqueles que, por preguiça ou fraqueza, escolheram pensar que somos escolhidos pelo destino e que, desta forma, não teremos alternativas muito melhores do que aquelas que nos obrigaram trilhar.

Ou seja: se você escolheu casar-se aos 25 anos com alguém que, três anos depois, deixou de amar, dane-se você e todo o sofrimento do casal! Vai viver com esta escolha até o final de seus dias o que já não faz parte de você – para não atrapalhar a falta de ousadia, coragem e determinação da maioria muito pouco silenciosa, e cujos olhos parecem sempre prontos para investigar.

Porque o que existe por dentro dessas pessoas é muito ruim.

Para isso, vivem ameaçando (como sutilmente fez o repórter à modelo no caso inicial) difamar todos aqueles que, corajosamente, fogem à regra. Ou seja, os que fazem exatamente tudo o que os covardes temem fazer.

O fato é que a angústia reside justamente disto: da pressão interna (e natural) que temos para atingir coisas que ampliarão nossa existência versus a pressão externa e social para que nos paralisemos fazendo aquilo que todos fazem e acreditam construir – mesmo que essa falsa assertiva passe bem longe do seu verdadeiro anseio.

Quer fazer diferente?

PARE COM A FOFOCA AGORA

E, para tanto, existem alguns passos que eu posso propor. Bora tentar?

ASSUMA INTENCIONALMENTE A DECISÃO DE NÃO FUXICAR

Ainda que a vontade seja grande, e você adore espalhar boatos como quem não sabe o que faz, você vai superar tudo a partir do momento em que decidir não fazê-lo. Simples assim. E lembre-se: a parte mais perigosa da fofoca é que ela, invariavelmente, destrói as reputações de inocentes.

NÂO DÊ OUVIDOS A QUEM CRIA INTRIGAS

A fofoca traça sempre um caminho exponencial. Cresce a cada divulgação. Assim, se alguém começar a contar alguma fofoca, explique que não deseja falar sobre alguém que não está ali para se defender. Desta forma você não apenas quebrará a corrente da difamação, como ganhará a confiança das pessoas como alguém que não espalha boatos. Olha que bônus legal!

NÃO JULGUE NINGUÉM COM BASE EM FUTRICAS

Caso você ouça algo ruim sobre alguém que não conhece, existem duas opções: deixar que a fofoca contamine seu olhar dali em diante ou permitir que sua experiência pessoal determine o que você pensa. 

A chance de você ter percepções muito mais positivas do que aquilo que ouviu são enormes, pode apostar muitas fichas nisto, pois a primeira vez que você tiver um contato que contradiga totalmente a fofoca que ouviu, vai entender o quanto o cuidado e a sensibilidade em relação aos outros nos tornam melhores e mais humanos.

PENSE ANTES DE FALAR

É um velho e sábio conselho que sempre dá certo. E, antes de repetir algo que ouviu, se pergunte: a quem ajudo espalhando essa coisa? Alguém sairá machucado nesta história?

Portanto, considere muito não se aproximar de gente que sente um indisfarçado prazer em menosprezar os demais. Esta criatura é, com certeza, tão frustrada quanto tóxica. E a próxima vítima será você.

TOME DISTÂNCIA DOS FOFOQUEIROS CONTUMAZES

Há um velho ditado que diz que paus e pedras podem ferir meu corpo, mas palavras não me atingirão. Isso está bem longe de ser verdade. Ser alvo de uma fofoca é extremamente penoso. Se você não almeja que isso seja feito contra você, não o faça com ninguém, combinado? 

Acompanhe os novos textos através do: http://www.facebook.com/aheloisalima

E, se desejar, envie seus comentários para psicologaheloisalima@gmail.com

– Homem vítima de preconceito nos tempos de modernos?

COMPORTAMENTO – Na sociedade moderna, homem e mulher combinam as obrigações profissionais e domésticas sem problemas. Mas…

E quando o machismo vitimiza o próprio homem?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=VGCBS1e1lHI

– Dia do Amigo e Dia Internacional da Amizade

Hoje, 20/07, é uma data simpática. Desde os anos 90, na Argentina, comemorava-se neste dia o “Dia do Amigo”. Por muitos gostarem do evento, acabou-se expandido por todo mundo como “Dia Internacional da Amizade”.

Mas o que é “Amigo”? Amigo não pode ser simplesmente colega. É algo a mais! Amigo virtual vale? Talvez não. Amigo é… amigo!

Reflita: quantos amigos “de verdade” você tem?

E aproveitando: Feliz dia do amigo.

– Como evitar o constrangimento da pornografia na frente da sua casa.

É sabido que em muitas ruas de São Paulo (e do Brasil em geral) existem mulheres e travestis semi-nus fazendo “ponto” e se prostituindo à plena luz do dia. Vide a região do Jockey Club paulistano e outras conhecidas avenidas.

Imaginou sair de casa com as crianças e na frente do seu portão ter lá uma pessoa quase pelada, com as partes íntimas à mostra? E não é exagero tal relato, muito se vê disso por aí (e à noite, nem se diga).

Pois bem: em Higienópolis, os moradores (há 3 anos) começaram a colocar faixas de alertas e a ameaçar os motoristas de divulgação das placas dos carros que parassem e contratassem o serviço de prostituição, a fim de desincentivar tal prática na frente de suas casas (já que o poder público estava omisso). Deu certo, “entre aspas”, pois o “ponto” saiu das residências e foi para outros lugares.

Como resolver tal pendenga, não? Somente com Educação e Emprego, buscando inserir no trabalho digno e formal as pessoas que se prostituem (imagino que nenhum indivíduo cresce com o desejo de se prostituir para ganhar dinheiro, mas sim ter uma profissão melhor).

– 3 questões para se discutir na volta das torcidas aos estádios na Libertadores.

Flamengo x Defensa y Justicia jogarão em Brasília com ¼ da capacidade de público presente do Estádio Mané Garrincha (com a exigência de comprovante de vacinação e PCR negativo para COVID).

A Conmebol liberou torcedores nos estádios, desde que as autoridades locais permitam. Entretanto…

Analisemos:

1- Pensando desportivamente, é ideal que o time brasileiro jogue com torcida e o argentino, no jogo de volta, não?

2- Visto honestamente, o ocorrido na Copa América (falsificação de exames médicos), é crível que agora tudo ocorrerá com lisura?

3- Discutindo socialmente, se na Eurocopa tivemos repiques de contágio em massa nas partidas (considerando, ainda, o alto percentual vacinado por lá e outros comportamentos), como dizer que na América do Sul será diferente (levando em conta aglomerações nas arquibancadas e nas portas dos estádios)?

Sinceramente, eu esperaria mais tempo para permitir torcedores em estádios. É possível ser prudente além do que já se foi.

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

Ops: respeitosamente aos hermanos, mas toda vez que vejo o distintivo do DyJ, lembro-me do simpático XV de Novembro de Jaú! Que o Time do Interior Paulista volte às divisões mais expressivas.

– Publicações descuidadas nas redes sociais

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook, Google Plus… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

Veja as principais atualizações das redes sociais em 2019 - Blog ...

– Pérolas Catalogadas por Ross e Petras

Repost de 2015:

Um sucesso por aí é a obra: “Antologia das Maiores Besteiras já Ditas”, dos irmãos Ross e Petras. Eles catalogaram frases interessantes de personalidades, mostrando curiosas infelicidades ditas. Por exemplo:

Perdemos porque não ganhamos” – Ronaldo Nazário, jogador, após ser questionado por uma derrota (categoria “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”)

Vou fazer desse país uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.” – João Batista Figueiredo, último presidente militar brasileiro, falando da abertura democrática que ele pretendia (categoria: “Mais Idiotas Repetições Ideológicas”)

Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”. – João Alves, deputado acusado de corrupção, justificando seu enriquecimento (categoria: “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”)

Vida de rico em geral é muito chata”. – Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente, contando sobre o dia-a-dia (categoria: “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas”)

Extraído de: http://is.gd/BFPw9Q

ANTOLOGIAS DAS MAIORES BESTEIRAS JÁ DITAS

Por Mauricio Stycer, Crítico do UOL

Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e João Baptista Figueiredo, o ex-deputado João Alves e o ex-jogador Ronaldo estão entre as personalidades mundiais que ganharam lugar numa obra de grande relevância: o “Livro das Maiores Besteiras Já Ditas” (“Book of All-Time Stupidest Top 10 Lists”).

Os autores são os irmãos Ross e Kathryn Petras, que se definem como “especialistas em besteiras”. Desde 1993 dedicam-se ao duro ofício de reunir e dar publicidade às abobrinhas e aos absurdos ditos por celebridades, políticos, esportistas e jornalistas.

A primeira coletânea foi “The 776 Stupidest Things Ever Said” (“As 776 Maiores Besteiras Já Ditas”). O sucesso do livro levou a um segundo, depois a um terceiro… O calendário diário (com 365 besteiras) que publicam há 18 anos já vendeu mais de 4 milhões de exemplares. Não falta material.

Este ano, reuniram o supra-sumo das besteiras num volume especial. Agruparam as frases estúpidas em listas de “10 mais”. FHC, por exemplo, conquistou um lugar na lista das “Coisas Mais Inacreditavelmente Irritantes Ditas por Pessoas Ricas” com uma reflexão feita em 1998, quando era presidente: “Vida de rico em geral é muito chata”.

Figueiredo figura na lista das “Mais Idiotas Repetições Ideológicas” com um dos muitos absurdos que falou em sua presidência, entre 1979 e 85: “Vou fazer desse pais uma democracia, e se alguém for contra eu prendo e arrebento.”

Já João Alves tem lugar de honra na lista das “Menos Convincentes Desculpas e Explicações Que Não Colam”. Questionado numa CPI, em 1993, sobre o seu incrível enriquecimento, ele explicou: “Fácil. Ganhei tudo na loteria. Ganhei 123 vezes nos últimos dois anos”.

O ex-craque Ronaldo é citado numa lista muito boa – “Não Dá Para Discutir com estas Declarações”. Foi a sua singela explicação para uma derrota: “Perdemos porque não ganhamos”.

Este novo livro dos irmãos Petras reúne mais de duas mil pérolas, a grande maioria dita por americanos. É verdade que muitos outros brasileiros mereciam figurar na antologia, mas os quatro citados não fazem feio e representam bem o país. O livro pode ser adquirido na Amazon (por US$ 8,76).

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