– Um mau jornalista ou um militante convicto? Diego versus Danilo

Diego Bargas e Danilo Gentili promoveram uma “pegadinha entre si”. Explico:

O apresentador do SBT lançou recentemente seu filme: “Como se tornar o pior aluno da escola”, e atendeu a imprensa. Conhecido como artista “de direita” e literalmente na lista negra criada pelo PT, recebeu o jornalista de cinema Diego Bargas, da Folha de São Paulo (militante pró-PT).

O jornalista fez perguntas alheias ao filme, irônicas, perguntando sobre nomes ultra direitistas (que nem atores são), se os mesmos não tiveram convite para participar das filmagens. Fez perguntas sobre Pedofilia e outros temas, mas detalhes do filme, em si, curiosamente não!

No dia seguinte, na Folha, Diego publicou uma matéria com o título de que Gentili se recusara falar de pedofilia e outras coisas inverídicas não ditas.

E como se soube de tudo isso?

Porque precavido, Danilo Gentili GRAVOU a entrevista e postou na Internet, sendo impossível desmentir o que estava registrado confrontando com o publicado.

Conclusão: a Folha de São Paulo demitiu o crítico de Cinema.

Abaixo a matéria e o vídeo na íntegra,

Em: https://jornalivre.com/2017/10/14/jornalista-petista-desmascarado-por-danilo-gentili-foi-demitido-pela-folha/

bomba.jpg

Anúncios

– Festa da Salsicha: o filme não é para crianças!

Os personagens parecem infantis, mas não são. E fica aqui o alerta para os papais e mamães de que a comédia em desenho animado “Sausage Party”, ou se preferir, “Festa da Salsicha”, é um desenho erótico, feito para adultos.

Ele conta a história de “alimentos engraçadinhos” que estão em um supermercado. Há uma pãozinha que se parece com uma vagina, uma salsicha que simula um pênis, uma empadinha feminina bissexual (que encara “linguiça e bacalhau”, segundo ela própria, fazendo alusão vulgar aos nomes popularescos dos órgãos genitais masculino e feminino.

A película é produzida por Seth Rogers (de filmes chamados de “besteirol”, como Superbad e Ligeiramente Grávidos, onde drogas lícitas e ilícitas, além de sexo, são frequentes) e que conta com nomes famosos como James Franco (de “O Homem Aranha”).

Enfim, o filme é pornográfico, libertino e com pansexualismo explícito. Em um momento é personagem feminina com relação sexual com menino, outra hora é bonequinho menino com menino. Dessa forma, não caia na inocência de, ao ver um desenhinho engraçadinho no cartaz, entrar com seus filhos para assisti-lo!

Admito que há gente sabedora que é feito para adultos. Mas nesses tempos tão deturpados, não parece uma arapuca para crianças?

Assista o trailer em: https://youtu.be/9EjeVN1YKEw

bomba.jpg

– A Turma da Mônica em Filme de Carne e Osso!

E finalmente, para os amantes de Gibis (em especial ao público de Maurício de Sousa), está pronto o tão aguardado filme em que Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali serão crianças reais!

Abaixo, extraído de Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/09/1922897-veja-quem-sao-os-atores-que-vao-viver-a-turma-da-monica-em-filme.shtml)

VEJA QUEM SÃO OS ATORES QUE VÃO VIVER A TURMA DA MÔNICA EM FILME

Por Guilherme Genestreti

Em vez de cabelos que parecem ramos, Cebolinha ostenta uma franja comprida. Magrela, Magali está com cara de nervosa. Cascão é quem berra primeiro: “Caraca!”. É que elas topam com Mauricio de Sousa, bonachão: “Bem-vindos ao bairro do Limoeiro”.

Não se trata aqui de uma situação em que o cartunista aparece no próprio gibi. É bem o oposto, na verdade.

Os atores Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha),Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) acabam de saber, da boca do próprio Mauricio, na última quarta (27), que foram os escolhidos para viver a primeira versão em carne e osso dos personagens, no filme “Turma da Mônica -Laços”.

Como o nome sugere, o longa tem por base a HQ “Laços”, romance gráfico dos irmãos Cafaggi que recauchutou o universo de Mauricio. Na trama, os garotos precisam achar Floquinho, o cão de Cebolinha, que sumiu.
Quem assume a direção é Daniel Rezende, de “Bingo”.

“Sempre me perguntei por que os personagens da Turma da Mônica nunca tiveram uma versão em filme”, diz o diretor. “Quando li o ‘Laços’,é que tive o estalo de como eles poderiam ser de verdade.”

Coincidência. Mauricio também queria levar esse gibi específico para o cinema. Quando Rezende soube, foi bater à porta do cartunista.

Sete mil crianças foram testadas até sobrarem os quatro -todos com 9 anos, salvo Kevin, 11. Gabriel é o único carioca do grupo; os outros vêm de São Paulo. Rezende dá pistas sobre o potencial que viu em alguns deles. “Gabriel é espoleta. Já Giulia é doce, mas quando ela fica brava…”

O filme deverá chegar aos cinemas em junho de 2018. As filmagens começam entre dezembro e janeiro. Antes, Rezende ainda dará uma passada em Los Angeles para fazer a campanha de “Bingo” no Oscar. O filme é o candidato brasileiro ao prêmio.

Ao contrário de “Turma da Mônica”, “Bingo” é um filme adulto: tem sexo, palavrão, droga… Mas seu retrato sobre a TV nos anos 1980 também apela à memória afetiva de Rezende. “Devo ter algum problema mal resolvido na infância”, brinca o diretor.

Mauricio conta que ainda não viu “Bingo”. “Mas quero muito.” Do trabalho de Rezende, conhece as obras como montador: “Gostei muito do ‘Cidade de Deus'”, diz o criador da Turma da Mônica.

Afirma que vai dar liberdade criativa total ao diretor. E que já nutre planos de outros filmes. “A ideia é bem antiga.”

bomba.jpg
Os atores Gabriel Moreira (Cascão), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Giulia Barreto (Mônica) e Laura Rauseo (Magali), por Adriano Vizoni, Folhapress

– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

Há dois anos, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema pela Sony, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

bomba.jpg

– Boas Histórias são atemporais: O Mágico de Oz

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme já faz quase 80 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

images.jpg

– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

bomba.jpg

– E se “A chegada” fosse real?

Não assisti ainda o filme “A chegada” (com a atriz Amy Adams, a Louis Laine do novo Superman). Mas a história é curiosa: uma linguista tenta decifrar a língua dos extraterrestres que entram em contato com a Terra.

Além do desafio fascinante, fica a real constatação científica: o vocabulário ajuda a ter noções diferentes de como se enxerga o mundo!

Abaixo, extraído de Revista Época, ed 28/11/2016, pg 88-89.

GRAMÁTICA DAS ESTRELAS

por Nina Finco e Ruan de Souza Gabriel

Em 1940, Benjamin Lee Whorf, um engenheiro químico interessado em antropologia, publicou o artigo “Ciência e linguística” na revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. No texto, Whorf aplicava as ideias do linguista alemão Edward Sapir sobre a influência da linguagem no modo de pensar dos indivíduos – ele defendia a tese de que os indígenas americanos tinham uma visão de mundo diferente dos falantes de inglês porque suas línguas originais não diferenciam a conjugação dos tempos verbais. Devido a essa peculiaridade, os nativos tinham dificuldade de compreender o conceito de temporalidade, mas conseguiriam intuir a teoria da relatividade de Albert Einstein, segundo a qual o tempo passa de forma diferente de acordo com o ponto de vista do observador.

Essa teoria sobre como a língua materna molda a forma como vemos o mundo recebeu o nome de Hipótese Sapir-Whorf, ou relativismo linguístico. Nas últimas décadas, cientistas tentaram provar essa teoria por meio de várias experiências. Nenhum deles foi tão bem-sucedido quanto o cineasta canadense Denis Villeneuve no filme A chegada, que estreou na quinta-feira (24). Valendo-se dos recursos da ficção científica, Villeneuve coloca em prática os conceitos de Sapir-Whorf. Mas, em vez de línguas humanas, a trama se debruça sobre línguas alienígenas.

Baseado no conto “História da sua vida”, do americano Ted Chiang, A chegada acompanha a linguista Louise Banks (Amy Adams), recrutada pelo governo americano para aprender a língua dos alienígenas que visitam a Terra. Os sons que esses seres emitem não se assemelham em nada ao que ela já ouviu. É preciso partir do zero. Para aprender o novo idioma, ela escreve palavras em inglês numa lousa e faz mímicas sobre seu significado repetidas vezes, até que o alienígena lhe apresente a palavra correspondente em sua língua. Essa é a técnica que linguistas usam para decifrar idiomas desconhecidos de tribos isoladas da sociedade. Baseia-se no conceito de “gramática universal”, segundo o qual todos os idiomas humanos compartilham alguns princípios básicos, como a organização em verbos e substantivos. Ao desvendar o idioma alienígena e sua forma de escrita, Louise experimenta uma nova e inusitada forma de enxergar o mundo a seu redor – exatamente como a Hipótese Sapir-Whorf diz que a linguagem influencia nossa percepção do mundo, nossa memória e nosso comportamento.

Pesquisas já atestaram que um vocabulário mais amplo, por exemplo, permite distinguir mais cores. Um estudo publicado em 1954 mostra que os falantes de zunhi (língua de tribos indígenas do sul dos Estados Unidos) tinham dificuldade de distinguir a cor laranja da amarela, pois contavam com apenas uma palavra para as duas tonalidades. Outro estudo, de 2007, mostrou que os russos, que têm vocábulos diferentes para azul-claro (goluboy) e azul-escuro (siniy), eram melhores que os anglófonos para perceber as gradações do azul.

A língua materna também está ligada à construção das memórias. Durante seu exílio americano, o escritor russo Vladimir Nabokov escreveu uma autobiografia em inglês, Conclusive evidence (Evidência conclusiva). Quando se ofereceu para traduzi-la para o russo, atendendo a um pedido de uma pequena editora nova-iorquina, Nabokov teve uma experiência proustiana: o contato com a língua de sua infância trouxe de volta lembranças que permaneceram encobertas quando escreveu a obra em inglês. O número de páginas aumentou. Anos depois, ele fez uma nova tradução, do russo para o inglês, intitulada Fala, memória. “Nabokov passou toda a sua infância na Rússia e talvez ele se sentisse mais confortável para escrever sobre aquela experiência em sua língua materna”, afirma a linguista Jessica Coon, consultora do filme. “As pessoas podem associar determinada língua a um determinado tempo ou cenário.”

O economista comportamental Keith Chen vai além e argumenta que a língua pode até mesmo influenciar a capacidade de poupar dinheiro. Suas pesquisas concluíram que falantes de línguas que não diferenciam a conjugação de verbos no presente e no futuro, como o japonês e o chinês, são mais econômicos. Entre eles, o hábito da poupança é 30% maior do que entre anglófonos. As gramáticas de línguas como o inglês (e o português) constroem uma ideia de futuro distante do presente, o que desestimularia a poupança em favor dos gastos imediatos.

Em A chegada, a análise da linguista Louise conclui que o idioma dos alienígenas não se apoia em definições claras de presente, passado e futuro. Por isso, a escrita extraterrestre não é linear como as línguas humanas, escritas da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita. Todas as palavras se juntam em símbolos circulares nos quais os verbos não têm conjugação. Tampouco há correspondência entre a língua falada e a língua escrita. Os alienígenas falam por meio de sons que a garganta humana é incapaz de imitar, mas os círculos que eles escrevem não são a representação gráfica desse discurso. É nesse aspecto que A chegada se torna um filme mais ficcional que científico. Segundo a linguista Jessica, há sempre uma correspondência entre o escrito e o falado nas línguas humanas. Mas esse é o tipo de licença poética (ou, no caso, científica) que cabe bem nos filmes de ETs.

bomba.jpg

– AT&T compra Aol Time Warner por US$ 85 bilhões

A gigante da telefonia AT&T comprou a holding dona da AOL, Revista Time, CNN, Warner Bros, Esporte Interativo e outras consagradas empresas do ramo do entretenimento.

Já imaginaram o tamanho desse novo conglomerado e em que setores ele estará atuando?

Extraído de Forbes.com, abaixo:

QUAL O SIGNIFICADO DA COMPRA DA TIME WARNER PELA AT&T PARA A INDÚSTRIA DA MÍDIA?

Por Antonie Gara

O acordo da aquisição da Time Warner, proprietária da HBO, Warner Bros, CNN, pela gigante das telecomunicações AT&T por US$ 85,4 bilhões foi anunciado na noite deste sábado (22) e o mega-negócio já está criando movimentação na indústria da mídia. A negociação pode reforçar a justificativa para uma eventual ligação entre a Disney e a Netflix.

A aquisição da Time Warner irá transformar instantaneamente a AT&T de uma empresa que fornece serviço de telefonia, TV a cabo, banda larga fixa e móvel em uma das maiores produtoras de conteúdo nos Estados Unidos. Enquanto aquisições deste porte são arriscadas para os acionistas, dado o financiamento da dívida e o capital necessário para fechar o negócio, o CEO da AT&T, Randall Stephenson, vê a manobra como uma forma de adaptar-se à mudança rápida dos hábitos do consumidor.

bomba.jpg

– Força, Ben Stiller

Que pena. Ben Stiller, o carismático ator de comédias marcantes de Hollywood, luta com o câncer de próstata. Felizmente o descobriu em exames preventivos, pois a enfermidade apareceu com menos de 50 anos.

Fica a dica: PREVENÇÃO é a palavra-chave!

Extraído de: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/94121/ben-stiller-revela-que-tem-cncer-de-prstata

BEN STILLER REVELA QUE TEM CÂNCER DE PRÓSTATA

Durante uma entrevista no programa ‘Howard Stern Show’, Ben Stiller surpreendeu seus fãs. O ator revelou, na madrugada desta terça-feira (4), que encara um câncer de próstata diagnosticado há dois anos.

“[O câncer] Apareceu do nada para mim. Eu não fazia ideia”, desabafou no programa.

De acordo com ele, a doença foi detectada depois que ele se submeteu ao teste Antígeno Prostático Específico. Stiller ainda afirma que não há histórico da doença em sua família.

“Se eu não tivesse feito esse teste, meu médico começou a aplicá-lo em mim aos 46, eu ainda não saberia. Eu queria falar sobre isso por causa do teste. Eu sinto que ele salvou a minha vida”, ressaltou.

O ator de 50 anos é famoso por vários papéis em comédias de sucesso, como Entrando Numa Fria, Uma Noite No Museu e Zoolander.

bomba.jpg

– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho… estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

No ano passado, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual. Nesta semana, divulgou-se a Mulher-Maravilha poderá revelar que já manteve comportamento lésbico.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original dos personagens! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

bomba.jpg

– Angelina Jolie e Brad Pitt param a Internet. E o “kiko”?

Sabe aquela piadinha de “o kiko” (o “qui que eu tenho a ver com isso”)?

Serve para a história da separação dos mega astros de Hollywood Angelina Jolie e Brad Pitt, que tomou conta do noticiário. O problema é deles, lógico. É notícia para tablóides e coisas do gênero. Mas me chamou a atenção: uma das causas de separação é por conta do excesso de consumo de maconha do marido com os filhos em casa…

Caracoles! Como qualquer vício é ruim para a convivência, não? Um milionário homem de sucesso como ele precisa usar drogas?

  bomba.jpg

– A antipatia que tenho por filmes dublados: Batman x Superman e Capitão América são prova disso.

Assisti aos dois filmes de sucesso da DC e da Marvel que tanto sucesso fizeram, mas só dublados.

Que negação.

O som das músicas é excessivamente alto, bem como o barulho dos estouros. Mas a voz dos atores é extremamente baixa. E dizem que o brasileiro prefere ir ao cinema para assistir filmes dublados…

Ora, legendados são bem melhores para mim, pois confesso que não consigo ouvir a fala dos personagens. Claro, respeito a opinião e o gosto de cada um, mas sessão dublada, da próxima, “tô fora”.

bomba.jpg