– 83 anos do Superman!

Hoje, 18/04/21, o Superman completou 83 anos de vida!

Nesta mesma data da comemoração da sua 1a aparição, há 3 anos, Henry Cavill, o atual Homem de Aço no cinema, produziu essa mensagem bem legal no Instagram (no link abaixo):

Em: instagram.com/p/BhuwrgEld7p/

Eu também ganhei algo bacana: uma produção da minha filhota Marininha comigo de Super-Homem via Snapchat:

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Muito legal, afinal, os meus músculos “são parecidos” com os dele, assim como meu cabelo! E para quem curte heróis como eu, aqui vai um resuminho via Omelete (o site especializado desse assunto) quando ocorreu a festa dos 80 anos: 

– Liga da Justiça de Zack Snyder!

Caramba! Acabo de assistir o filme da DC que foi “refeito”, ou melhor, “relançado”. Ou ainda: trazido às origens pelo diretor Zack Snyder.

VALE A PENA!

Muda muita coisa, das cenas principais, passando pelo visual à própria importância dos atores. Há várias coisas do filme original que foram suprimidas nesse, e outras acrescentadas. Ciborgue e Flash têm muito mais participação (muito mesmo), sem contar a importância do Dr Silas Stone.

O começo é meio cansativo, mas o restante compensa. Assistam! Várias situações mal-explicadas ou difíceis de se entender, tornam-se compreensíveis.

Snyder Cut': nova versão de 'Liga da Justiça' estreia após esforço de fãs  para salvar a saga - Jornal O Globo

– As séries da Marvel para a TV: que qualidade!

Se você gosta de heróis, assim como eu, deve estar se deliciando com “Wandavision”.

Que maluquice! A série da Marvel (exibida pela Disney+) usa de sitcoms, teorias confusas e outras tantas coisas para deixar a gente com vontade de assistir cada vez mais (e amarrar as histórias com seus filmes, pois sem eles, fica difícil entender).

Depois que ela acabar, começará “Falcão e o Soldado Invernal”, abordando o “pós-Capitão América”. Viram o trailer?

De tirar o fôlego! Em: https://www.youtube.com/watch?v=QJh49Yunotg

– Xhosa: você saberia falar essa estranhíssima língua?

Ela é falada por alguns poucos africanos, mas já pode ser ouvida em Holywood e em milhões de salas de cinema. Mais incrível do que isso: ela existe de verdade!

A língua chamada “xhosa” é uma das mais estranhas par se entender, para aprender e para, acredite, pronunciar seus sons com estalos.

Mais popularizada pelo herói Pantera Negra, da Marvel, ela tem tudo para ser discutida sobre suas exóticas características ao aparecer nas telonas. Conheça alguns detalhes curiosos sobre ela,

Em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-o-idioma-africano-que-sera-falado-em-pantera-negra/

CONHEÇA O IDIOMA AFRICANO QUE SERÁ FALADO EM “PANTERA NEGRA”

O xhosa, língua de Nelson Mandela, tem 15 gêneros, palavras que mudam de significado conforme a entonação e consoantes-clique – feitas estalando a língua.

Por Bruno Vaiano

Pantera Negra, que estreia no Brasil em 15 de fevereiro, será o primeiro filme do Universo Marvel protagonizado por um negro. No longa, o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) luta para assumir o trono de Wakanda — um reino africano fictício — após a morte de seu pai, narrada em Capitão América: Guerra Civil.

Embora os diálogos, por motivos óbvios, aconteçam quase todos em inglês, volta e meia os fãs ouvirão uma frase em xhosa, a língua natal de Nelson Mandela e um dos onze idiomas oficiais da África do Sul. O público já teve uma palhinha disso em Guerra Civil, quando o ator sul-africano John Kani —  que faz T’Chaka, pai de T’Challa — convenceu a equipe a deixá-lo conversar com o filho em xhosa. “Eu perguntei aos diretores, ‘por que eu estou falando inglês com o meu filho? Não era para nós sermos da África?’”

O xhosa é a língua natal de 8,2 milhões de pessoas, e é falado como segunda língua por 11 milhões — a maior parte delas mora no sudeste do país de Mandela, mas você pode ver um mapa de distribuição geográfica mais detalhado aqui. Embora ele possa ser escrito com o alfabeto latino, suas semelhanças com o português param por aí.

A primeira característica bacana do xhosa é que ele é uma língua tonal. Isso significa que a entonação que o falante dá a uma palavra muda seu significado. Em português, não importa se você lê a palavra “carro” como uma exclamação (“carro!”) ou como uma pergunta (“carro?”). Ela continua se referindo a um veículo de quatro rodas. Em xhosa, essa pode ser a diferença entre pasta de dente e papel higiênico. Há outras línguas com mecanismos parecidos, como o chinês – em que tāng (湯) é “sopa”, mas táng (糖) é “açúcar”. O sinal gráfico, nesse caso, não indica a tônica da palavra, mas o tom da pronúncia.

Como a melodia da fala carrega tanto significado quanto as sílabas em si, é possível transformar recados em música. No século 19, missionários europeus notaram que muitos povos africanos falantes de línguas tonais (não necessariamente o xhosa) usam tambores para enviar mensagens por longas distâncias. A conversão de palavra em percussão é um truque bem mais sofisticado que o código Morse aplicado pelos telégrafos da época, e demorou anos para ser decifrada pelos colonizadores — a SUPER tem até uma matéria para explicar como funciona.

ELE, ELA, ELO, ELU, ELI, ELIS…

O português só tem dois gêneros: masculino e feminino, “ele” e “ela”. Isso nos leva a crer que gênero, para um linguista, tem alguma coisa a ver com sexualidade. Errado: gênero, na gramática, é usado no sentido de categoria, e o xhosa tem 15 categorias. Segundo este artigo científico, as categorias 1 e 2 costumam ser usadas com seres humanos. A 3 e a 4, com plantas. Ferramentas vão para 7 e 8, e coisas finas e compridas caem na 11. Pior: essas são só tendências estatísticas. Pode acontecer de uma ferramenta cair em uma categoria gramatical normalmente atribuída a plantas, e você precisa saber essas exceções de cor para não errar.

Fica ainda mais difícil quando você se dá conta de que vários elementos das frases precisam concordar com o gênero a que o substantivo pertence. É como se, além dos artigos “o” e “a” (como em “o telefone” e “a árvore”), também houvesse “u”, “i”, “g” etc. Em outras palavras, se você estiver aprendendo xhosa e se esquecer do gênero de uma palavra, você só tem 6% de chance de chutar a concordância e acertar. Nunca foi tão difícil passar de ano.

FICA MELHOR: CLIQUES

Como se tons e 15 gêneros já não fossem dificuldade suficiente, o xhosa tem mais uma carta na manga: consoantes clique. Sabe o som que você produz quando estala a língua nos dentes (como algumas crianças fazem para imitar cavalos?) Pois é, em xhosa isso pode ser uma consoante, com tanto significado quanto “b” ou “c”, e representada pela letra x. Neste vídeo, uma professora explica como treiná-lo.

O problema é que esse é o menor dos problemas: são, ao todo, 18 cliques (veja com seus próprios olhos), com diferenças sutis entre si – como o lugar dos dentes em que a língua encosta. Cada um é representado por uma grafia diferente, como ngq, ngx, gc e por aí vai.

FICA AINDA MELHOR: AGLUTINAÇÕES

15 classes gramaticais e 18 consoantes novas depois, o corajoso que decidir aprender xhosa ainda precisa lidar com o fato de que a língua, como o alemão, tem o hábito de transformar coisas que nós diríamos em três ou quatro palavras em uma só palavra, muito longa. “Eu te amo”, o exemplo mais bobo, vira ndiyakuthanda.

Essa enciclopédia de diferenças curiosas do xhosa pode ser entendida melhor se lembrarmos que línguas, como seres vivos, tem uma árvore genealógica que mapeia sua evolução ao longo de milhares de anos. Português e espanhol são ambas filhos do latim, que por sua vez, com o grego, deriva de uma língua extinta chamada proto indo-europeu. O proto indo-europeu deu origem a línguas muito diferentes entre si, como russo e hindi, mas ele não foi o único “proto-idioma”.

Há muitos outros grupos linguísticos, e cada um deles engloba um grande conjunto de línguas que derivou de uma língua mais antiga. O xhosa pertence ao grupo nigero-congolês, que abrange boa parte da África subsaariana, e tem algo como 1,5 mil línguas. Quase todas têm as mesmas características: um monte de gêneros, aglutinações, cliques e afins. Uma família complicada.

Ao incluir xhosa em Pantera Negra, portanto, a Marvel não está só fazendo o filme mais legal para um estudante de Letras desde A Chegada – mas também está apresentando ao mundo a língua natal de Nelson Mandela, algo de imensa importância histórica e social.

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– As meninas e a Mulher Maravilha!

Que fascínio é esse das meninas pela Wonder Woman?

No fundo, todas as crianças querem ser super-heróis ou super-heroínas. E a Mulher Maravilha traz isso às garotas: força, empoderamento, liberdade… e sem perder a feminidade, o romance e a ternura.

Por mais heroínas como a Marina e a Maria Estela (separadas 4 anos pelos 2 filmes da DC).

 

– Cinema em meio a Pandemia: como funciona?

Vantagens de morar perto do Cinema (e cine de rua, uma raridade nos dias atuais): dá para ir a pé!

Desvantagens: vai a família inteira e saio no prejuízo…

Para assistir Mulher Maravilha1984, tive que comprar um balde de pipoca de Star Wars !

Pode?

Ops: a sala para 60 lugares com… 8 pessoas (e todos os protocolos sanitários cumpridos). Eu tinha medo de me sentir exposto, mas pude ter certeza de segurança ao ver tudo limpo e esterilizado, com poltronas separadas e pouca gente.

Ops2: A Andréía só baixou a máscara para a foto, longe das demais pessoas. Afinal, ela é prudente (precisa explicar direitinho, vai que…).

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– O que esperar de Mulher Maravilha 2 (MM1984)?

Uau! Para quem gosta de filme de heróis, saiba: a DC caprichou neste novo e aguardado filme de 3h30 da Mulher Maravilha.

Se não quiser saber a história, NÃO LEIA ESTE POST (contém spoilers). Mas se quiser, continue abaixo.

Extraído de: https://vingadoresbrasil.com/2020/12/16/critica-mulher-maravilha-1984/

CRÍTICA DE MULHER MARAVILHA 1984

Por Ygor Santos, de Paula Ramos

A convite da Warner Bros. e Espaço Z tivemos a oportunidade de assistir ao novo filme “Mulher Maravilha 1894”.

Demorou, demorou muito. Foram meses de adiamento desde a data original de Mulher-Maravilha 1984, em junho deste ano. A produção entrou na enorme lista de adiamentos devido a pandemia do Coronavírus, mas felizmente, não teve o mesmo destino de outro filme de heroína que chegará apenas em 2021. MM84 chega em dezembro e certamente fez toda a espera valer a pena. O enorme sucesso do primeiro capítulo da franquia protagonizada por Gal Gadot abriu portas para todo um investimento no segundo capítulo e é visível o quanto o filme evoluiu.

Mesmo com todos os trailers, cenas e imagens divulgados previamente, os 210 minutos de filme não tem a experiência estragada ou antecipada. Ao longo das cenas, até esquecemos o fato de já termos visto muitas e mergulhamos de cabeça na aventura de Diana. E não pense que todo esse tempo é muito, pois os minutos correm diante dos olhos e antes que possamos perceber, já estão subindo os créditos e ficamos incrédulos, esperando por uma possível continuação. MM84 é, acima de tudo, um filme do gênero dos super-heróis e isso implica em alguns clichês obrigatórios. O diferencial aqui está nas referências, antes escondidas e agora implícitas para os fãs dos quadrinhos da heroína.

Reprodução / Warner

A história traz a volta de Steve Trevor, personagem de Chris Pine que morreu ao final do primeiro filme. Patty Jenkins cumpriu o que prometeu quando veio ao Brasil na CCXP 2019 e o retorno do personagem realmente fez sentido. Não pense que estamos diante de algo espírita ou religioso, mas sim algo que os fãs dos quadrinhos conhecem bem. Um antigo artefato produzido pelos deuses volta a rodar pela população após um assalto a uma joalheria dentro de um shopping (aquele dos trailers). Estamos falando da Pedra dos Desejos, um objeto capaz de conceder o desejo mais profundo de cada pessoa. Como fãs de Once Upon a Time que somos, sabemos que toda magia vem com um preço e o preço da Pedra dos Desejos é alto: ela lhe tira aquilo que você tem de mais precioso.

Após o assalto, o artefato cai nas mãos de Barbara Minerva (Kristen Wiig), gemologa do Museu Smithsonian, o mesmo lugar que Diana está trabalhando em 1984, tentando seguir sua vida de heroína secreta, enquanto ainda lida com o luto de perder o namorado. Barbara é atrapalhada e desajeitada, ignorada por toda sua equipe de trabalho, com exceção de Diana. As duas formam uma parceria inusitada, que florece ainda mais quando a gemologa é escolhida para identificar a Pedra. Diana sabe que algo estranho está ali dentro, mas certamente não imaginava a proporção do problema.

O grande vilão do filme, por incrível que pareça, não é a Mulher-Leopardo de Wiig, mas sim o  Maxwell Lord de Pedro Pascal. Ele é um empresário fracassado do ramo de petróleo, que almeja o sucesso e fortuna acima de qualquer coisa. Ele quer dar orgulho ao pequeno Allistair, que só quer um pouco da atenção do pai. Lord precisa encontrar uma forma de botar seus negócios de volta a ativa ou será obrigado a admitir falência.

Reprodução / Warner

Em suas pesquisas, Lord descobre a Pedra dos Desejos e sua localização no Smithsonian, bem como tudo o que ela é capaz de fazer. Ele usa o charme a lábia para conquistar Barbara, que está desesperada por atenção e assim toma posse da Pedra. Quando desejos começam a ser feitos, as consequencias começam a aparecer e atingem uma escala em proporção mundial. Diana está perdida com a volta de Steve, principalmente após perceber qual o bem mais precioso que lhe foi tirado.

MM84 é simplesmente incrível. Ao longo de duas horas e meia, o filme consegue criar um início, meio e fim para sua história, ainda deixando possíveis pontas abertas para uma continuação. Maxwell e Barbara são personagens fundamentais para a nova história e são o ponto chave para que o filme não se torne repetitivo. Ele é o vilão perfeito para o filme, original e criativo, ao mesmo tempo que louco e ganancioso. Pascal está em uma de suas melhores atuações, senão a melhor. O arco de cenas de seu personagem encaixa na história de Diana e foge do clichê dos vilões com super-poderes.

Enquanto Pascal surpreendeu e entregou o vilão do filme, a Mulher-Leopardo de Kristen Wiig foi um verdadeiro desastre e deixou muito a desejar. Ela é o que podemos considerar como o ponto negativo de Mulher-Maravilha 1984. Barbara Minerva é uma das maiores vilãs dos quadrinhos da Mulher-Maravilha e foi introduzida na história sem o menor propósito. Ela protagoniza uma luta mal desenvolvida e quando finalmente tem a chance de mostrar a que veio, a caracterização da versão felina da personagem é ainda pior. Wiig e Gadot esbanjam química em tela, mas foi só vestirem seus uniformes para tudo ir por água abaixo.

Ainda não chegou o momento em que Kristen irá brilhar como a vilã de Mulher-Maravilha, Quem sabe em um possível terceiro filme tudo se resolva.

  • Reprodução / Warner
  • Reprodução / Warner

O filme segue o mesmo molde do primeiro, trazendo cenas de Gal Gadot, que está deslumbrante como sempre. Ao vestir a armadura dourada de Águia, tradicional da personagem nos quadrinhos, transforma a personagem em uma verdadeira deusa. Ela é o que o cinema e o mundo precisava no quesito heroína, se mostrando a melhor Mulher-Maravilha que vemos desde Lynda Carter. A atriz aparece voando, usando o laço ou simplesmente sorrindo…e em todas as cenas consegue arrancar um sorriso do público.

Patty Jenkins repetiu a fórmula de sucesso do primeiro filme e atingiu um andar mais alto em seu segundo filme. MM84 é simplesmente incrível e a trilha sonora de Hans Zimmer apenas coroa uma produção de altíssima qualidade.

– Como seria o filme solo do Batman com Ben Affleck?

Robert Pattinson estreará em breve o filme “The Batman”. A história tão aguardada contará com vários vilões, e será desconexa do últimos filmes da DC, como Liga da Justiça.

O curioso é: o Exterminador Slade Wilson, que aparece com Lex Luthor ao final de Batman vs Superman, contou que o filme seria outro caso Ben Affleck continuasse no papel.

Para quem gosta de heróis como eu, aqui: https://www.omelete.com.br/dc-comics/batman-joe-manganiello-compara-filme-cancelado-ben-affleck-vidas-em-jogo/

JOE MANGANIELLO DESCREVE PROJETO CANCELADO DO BATMAN

O ator Joe Manganiello revelou maiores detalhes sobre o filme do Batman que seria dirigido e protagonizado por Ben Affleck. Em entrevista ao Yahoo!, o intérprete do vilão Exterminador afirmou que a produção que seguiria o Liga da Justiça de Zack Snyder teria similaridades com Vidas em Jogo, de David Fincher (Clube da Luta):

“Era uma história muito sombria em que o Exterminador era como um tubarão ou um vilão de filme de terror que estava desmantelando a vida de Bruce Wayne de dentro para fora. Era uma coisa sistemática: ele matava todos próximos a Bruce e destruiria sua vida e o faria sofrer porque sentia que ele era responsável por algo que aconteceu a ele”.

Vidas em Jogo conta a história do banqueiro Nicholas Van Orton (Michael Douglas), que por convite de seu irmão, passa a participar de um jogo perigoso que coloca sua vida em risco. De acordo com Manganiello, assim como o longa de 1997, esse filme do Batman era “muito legal, muito sombrio e muito pesado. Estava muito animado para isso”.

Vale lembrar que Ben Affleck viveu o Batman nos filmes Batman vs Superman, Esquadrão Suicida e Liga da Justiça e seria diretor e protagonista de um filme solo do herói até deixar o papel oficialmente em fevereiro de 2019. O ator foi substituído por Robert Pattinson em The Batman, a próxima aventura solo do Cavaleiro das Trevas, que chega aos cinemas em 2022.

– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais “Toscos”

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– 78 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca.

Curiosidades:

  • o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.
  • quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!
  • por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando do aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– WandaVision e seu primeiro trailer!

Oficialmente, a Disney divulgou o clipe de “Feiticeira Escarlate e Visão” (WandaVision), a série que será um gancho, segundo especulações, para o filme “Dr Estranho 2”.

Muito bem feito, com caracterizações dos heróis em seus modelos antigos nos quadrinhos, supondo que a trama se passe hipoteticamente dentro da cabeça da protagonista, que houvera enlouquecido.

Se tudo isso for confirmado… uau!

Assista em: https://youtu.be/-YNwtAMOjjI

– A Wakanda da vida real será construída no Senegal

Wakanda, a “cidade futurista de Pantera Negra” é ambicionada pelo rapper Akon, que está otimista para um projeto de construção da mesma.

Veja que interessante, extraído de: https://jovempan.com.br/entretenimento/famosos/akon-city-6-bilhoes-dolares.html

‘AKON CITY’: RAPPER VISITA LOCAL EM QUE ‘WAKANDA’ DE US$ 6 BILHÕES SERÁ CONSTRUÍDA

Akon diz que já angariou 1/3 do montante necessário para a construção de sua cidade no Senegal

Akon segue firme e forte em seu plano para construir a “Wakanda da vida real”, uma cidade tecnológica no Senegal nos moldes da retratada no filme “Pantera Negra” e que foi anunciada por ele em 2018. Na segunda-feira (31), o rapper esteve no país com autoridades locais para visitar o local da construção da “Akon City”, na cidade de Mbodienne, há cerca de 100 km da capital Dacar. Segundo ele, US$ 6 bilhões serão necessários para tirar o projeto do papel e, desse montante, o artista afirma que já arrecadou 1/3 com investidores. Akon disse à imprensa que espera receber afro-americanos e demais pessoas vítimas de injustiças raciais na cidade. “Se você vem da América, Europa ou outro lugar em diáspora e quer visitar a África, queremos que o Senegal seja a sua primeira parada”, disse.

Akon nasceu nos Estados Unidos, mas é filho de senegaleses e passou parte de sua infância no país. A iniciativa do rapper foi abraçada com entusiasmo pelas autoridades locais, que celebraram o investimento bilionário do rapper em um momento de incerteza econômica global. A construção da “Akon City” será iniciada em 2021 e, segundo Akon, a primeira fase do projeto deverá levar três anos para ficar pronta. Apesar de citar Wakanda como referência, o artista também disse que inspiração para o design futurista de seu projeto veio de tradicionais escultas africanas.

Rapper, que anunciou projeto em 2018, diz que cidade do filme ‘Pantera Negra’ é inspiração

– Morreu o Pantera Negra. Descanse em paz, Chadwick Boseman (Rei T’Challa).

Chadwick Boseman, o Rei T’Challa do filme “Pantera Negra”, morreu ontem à noite em Los Angeles. Ele sofria há 4 anos de câncer no cólon, mas poucos sabiam. Algumas filmagens de seus trabalhos foram feitas inclusive neste período (tal fato explicaria uma presença menor do seu personagem em histórias da Marvel mais recentes).

O certo é: com todos os recursos econômicos e médicos, Boseman não aguentou a enfermidade. Fica o alerta para que todos nós sempre façamos exames de prevenção a fim de que não sejamos pegos de surpresa.

Descanse em paz, Black Panther!

– A antipatia que tenho por filmes dublados: Batman x Superman e Capitão América são prova disso.

Assisti aos dois filmes de sucesso da DC e da Marvel que tanto sucesso fizeram, mas só dublados. Estou sozinho em casa nesses últimos dias e fiz essa “bobagem”.

Que negação.

O som das músicas é excessivamente alto, bem como o barulho dos estouros. Mas a voz dos atores é extremamente baixa. E dizem que o brasileiro prefere assistir filmes dublados… eu não! Quero som original e legendas.

Resumindo: legendados são bem melhores para mim, pois confesso que não consigo ouvir a fala dos personagens. Claro, respeito a opinião e o gosto de cada um, mas, indo ao cinema e podendo escolher, caio fora dos dublados. Em casa, muitas vezes não tenho a opção.

E como seria o som desses “Cine-drives” que voltam à moda?

Planeta Drive-in chega ao Recife com programação para toda a família