– Há 4 anos, o Suicídio do grande Robbin Willians

Ele era um magnífico ator, mas foi vencido pela cocaína. Que pena… já faz 4 anos!

Recordando a postagem daqui mesmo do blog:

MORRE ROBBIN WILLIANS

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

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– O 1o Trailer Oficial de Aquaman!

Uau!!!

Acabou de ser divulgado pela DC e Warner Bros o primeiro trailer oficial de Aquaman!

Se o começo parece meio “borocochô”, o final é empolgante. Imagens incríveis do Oceano, aparição do Arraia Negra e outras cenas impressionantes.

Parece que dessa vez a DC fez um filme para enfrentamento “pau-a-pau” com o melhor que a Marvel já possa ter  feito. Embora, sejamos justos: Mulher Maravilha foi muito legal, bem melhor do que Homem de Aço.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WDkg3h8PCVU

– Como é o filme Vingadores 3 (Guerra Infinita)?

O “arrasa-quarteirão” Vingadores, Guerra Infinita Parte 1 (que na verdade se chama Guerra Infinita apenas) é um sucesso dito por toda a crítica especializada.

Para quem gosta de heróis como eu, fica a dica: o filme é realmente espetacular e surpreendente!

Thanos rouba a cena, e se você quiser saber o que acontece no filme, para não dizer que não avisei a existência de Spoilers, saiba: a história toda está aqui, nesse link: https://becoliterario.com/spoilers-vingadores-guerra-infinita/

Só avisando: para as quase 3 horas de filme, vale a Pipoca com Manteiga no Combo Gigante, ok?

Ah, o final também é surpreendente!

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– 80 anos do Superman!

Ontem, 18/04/18, o Superman completou 80 anos de vida!

Nesta data da comemoração da sua 1a aparição, Henry Cavill, o atual Homem de Aço no cinema, produziu essa mensagem bem legal no Instagram (no link abaixo):

Em: instagram.com/p/BhuwrgEld7p/

Eu também ganhei algo bacana: uma produção da minha filhota Marininha comigo de Super-Homem via Snapchat:

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Muito legal, afinal, os meus músculos “são parecidos” com os dele, assim como meu cabelo! E para quem curte heróis como eu, aqui vai um resuminho via Omelete (o site especializado desse assunto): 

– Enfim o Cinema chega à Arábia Saudita!

Demorou, mas liberou! Os príncipes sauditas deram a permissão real para que a população possa ter salas de cinema em seu país.

Mundo moderno, aí estamos! E a primeira produção exibida será “Pantera Negra”

Extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/arabia-saudita-abrira-seu-primeiro-cinema-em-tres-decadas-e-exibira-pantera-negra.ghtml

ARÁBIA SAUDITA ABRIRÁ SEU PRIMEIRO CINEMA EM TRÊS DÉCADAS

País ultraconservador não tem uma sala de cinema há mais de 35 anos; plano é inaugurar até 40 novos espaços.

A Arábia Saudita abrirá seu primeiro cinema em mais de 35 anos no dia 18 de abril na capital Riad, disseram autoridades na quarta-feira depois de fecharem um acordo com a AMC Entertainment Holdings para inaugurar até 40 salas de cinemas nos próximos cinco anos.

As salas não serão segregadas por gênero, como a maioria dos espaços públicos do reino profundamente conservador, e a primeira exibição será do filme de super-herói “Pantera Negra”, dos estúdios Marvel, disse à Reuters uma fonte a par da questão.

A Arábia Saudita teve alguns cinemas na década de 1970, mas seus poderosos clérigos conseguiram fechá-los, refletindo a influência islâmica crescente na região árabe à época.

Em 2017 o governo anunciou que acabaria com a proibição, parte das reformas econômicas e sociais ambiciosas do príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman. Atualmente ele está nos Estados Unidos buscando investimentos que ajudem a expandir a economia e reduzir sua dependência do petróleo.

Os sauditas são consumidores ávidos da mídia e da cultura ocidentais. Apesar da proibição de cinemas, filmes de Hollywood e séries de televisão recentes são amplamente assistidos e debatidos nos lares do país.

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– Confirmada a Vilã de “Mulher-Maravilha 2” e as fotos de Shazam!

Para cinéfilos e apaixonados por HQ, uma boa notícia: a diretora Patty Jenkins confirmou que para o 2o filme solo da Mulher Maravilha nas telonas, teremos como adversária Cheeta, ou melhor, Bárbara Minerva, a Mulher-Leopardo (que será vivida pela atriz Kristen Wiig)!

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E a notícia boa não veio desacompanhada: vazaram por paparazzis a foto do ator Zachary Levy vestido de… SHAZAM!

Voltei à minha infância. Êba! Olha aí o uniforme dele (e o filme promete ter uma participação especial do Superman).

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– Aproveitando o Cinema para Educar as crianças. Por que levar os filhos para assistirem “Black Phanter”?

Tenho ouvido muita gente falar – e visto muita divulgação também – a respeito de aproveitar os filmes de sucesso que estreiam no cinema para que escolas enviem grupos de alunos a fim de que os professores aproveitem as temáticas.

E não é que deve funcionar mesmo?

Um exemplo bem recente: fui com a minha filha de 8 anos assistir Pantera Negra, da Marvel (muito aguardado pelos fãs de super-heróis, pois o Rei T’Chala é o último dos protagonistas a ter um filme solo precedendo o tão esperado Vingadores 3 – Guerra Infinita). A película é recomendável para 14 anos, mas como pai responsável fui preparado para orientá-la da melhor forma possível (por conta das cenas de violência, não há nada de cunho sexual).

E não é que o filme traz excepcionais discussões? E minha pequena, que sempre gosta de debates sobre as coisas polêmicas, adorou.

Fiz um pequeno resumo com minha Marininha e deu certo. Abordamos sobre:

HISTÓRIA e GEOGRAFIA – o filme traz a história da África Negra, sua colonização, riquezas minerais e pobreza, beleza das paisagens e sofrimento dos mais excluídos  com a exploração das colônias por parte das metrópoles (usando o fictício e evoluído reino chamado Wakanda).

CULTURA e SOCIOLOGIA – as diferentes manifestações culturais de tribos africanas e “cinco grandes povos como formadores de um país”, foram perfeitos para mostrar a diversidade do próprio Brasil: da cultura gaúcha à nordestina, muita diferença em um mesmo país. Além disso, a questão do racismo bem abordada e trabalhada com sabedoria.

ECONOMIA e POLÍTICA – os métodos de liderança política, a governança compartilhada com representantes das tribos, ou melhor, do povo, confrontando o absolutismo, somando-se às questões de distribuição de renda (e de tecnologia) foram muito bem explorados.

FILOSOFIA – questões sociais como a abertura dos princípios de vida do povo de Wakanda frente… (ops, aí vai virar um grande spoiler do filme, é melhor parar por aqui).

Como pai, recomendo levar os filhos ao cinema para assistir esse “arrasa-quarteirão”.

Como professor, não perderia a oportunidade de uma tarefa extracurricular.

Como fã de quadrinhos, heróis e animação, nem preciso dizer, né?

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– Xhosa: você saberia falar essa estranhíssima língua?

Ela é falada por alguns poucos africanos, mas pode ser ouvida em Holywood e em milhões de salas de cinema. Mais incrível do que isso: ela existe de verdade!

A língua chamada “xhosa” é uma das mais estranhas par se entender, para aprender e para, acredite, pronunciar seus sons com estalos.

Mais popularizada pelo herói Pantera Negra, da Marvel, ela tem tudo para ser discutida sobre suas exóticas características ao aparecer nas telonas. Conheça alguns detalhes curiosos sobre ela,

Em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-o-idioma-africano-que-sera-falado-em-pantera-negra/

CONHEÇA O IDIOMA AFRICANO QUE SERÁ FALADO EM “PANTERA NEGRA”

O xhosa, língua de Nelson Mandela, tem 15 gêneros, palavras que mudam de significado conforme a entonação e consoantes-clique – feitas estalando a língua.

Por Bruno Vaiano

Pantera Negra, que estreia no Brasil em 15 de fevereiro, será o primeiro filme do Universo Marvel protagonizado por um negro. No longa, o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) luta para assumir o trono de Wakanda — um reino africano fictício — após a morte de seu pai, narrada em Capitão América: Guerra Civil.

Embora os diálogos, por motivos óbvios, aconteçam quase todos em inglês, volta e meia os fãs ouvirão uma frase em xhosa, a língua natal de Nelson Mandela e um dos onze idiomas oficiais da África do Sul. O público já teve uma palhinha disso em Guerra Civil, quando o ator sul-africano John Kani —  que faz T’Chaka, pai de T’Challa — convenceu a equipe a deixá-lo conversar com o filho em xhosa. “Eu perguntei aos diretores, ‘por que eu estou falando inglês com o meu filho? Não era para nós sermos da África?’”

O xhosa é a língua natal de 8,2 milhões de pessoas, e é falado como segunda língua por 11 milhões — a maior parte delas mora no sudeste do país de Mandela, mas você pode ver um mapa de distribuição geográfica mais detalhado aqui. Embora ele possa ser escrito com o alfabeto latino, suas semelhanças com o português param por aí.

A primeira característica bacana do xhosa é que ele é uma língua tonal. Isso significa que a entonação que o falante dá a uma palavra muda seu significado. Em português, não importa se você lê a palavra “carro” como uma exclamação (“carro!”) ou como uma pergunta (“carro?”). Ela continua se referindo a um veículo de quatro rodas. Em xhosa, essa pode ser a diferença entre pasta de dente e papel higiênico. Há outras línguas com mecanismos parecidos, como o chinês – em que tāng (湯) é “sopa”, mas táng (糖) é “açúcar”. O sinal gráfico, nesse caso, não indica a tônica da palavra, mas o tom da pronúncia.

Como a melodia da fala carrega tanto significado quanto as sílabas em si, é possível transformar recados em música. No século 19, missionários europeus notaram que muitos povos africanos falantes de línguas tonais (não necessariamente o xhosa) usam tambores para enviar mensagens por longas distâncias. A conversão de palavra em percussão é um truque bem mais sofisticado que o código Morse aplicado pelos telégrafos da época, e demorou anos para ser decifrada pelos colonizadores — a SUPER tem até uma matéria para explicar como funciona.

ELE, ELA, ELO, ELU, ELI, ELIS…

O português só tem dois gêneros: masculino e feminino, “ele” e “ela”. Isso nos leva a crer que gênero, para um linguista, tem alguma coisa a ver com sexualidade. Errado: gênero, na gramática, é usado no sentido de categoria, e o xhosa tem 15 categorias. Segundo este artigo científico, as categorias 1 e 2 costumam ser usadas com seres humanos. A 3 e a 4, com plantas. Ferramentas vão para 7 e 8, e coisas finas e compridas caem na 11. Pior: essas são só tendências estatísticas. Pode acontecer de uma ferramenta cair em uma categoria gramatical normalmente atribuída a plantas, e você precisa saber essas exceções de cor para não errar.

Fica ainda mais difícil quando você se dá conta de que vários elementos das frases precisam concordar com o gênero a que o substantivo pertence. É como se, além dos artigos “o” e “a” (como em “o telefone” e “a árvore”), também houvesse “u”, “i”, “g” etc. Em outras palavras, se você estiver aprendendo xhosa e se esquecer do gênero de uma palavra, você só tem 6% de chance de chutar a concordância e acertar. Nunca foi tão difícil passar de ano.

FICA MELHOR: CLIQUES

Como se tons e 15 gêneros já não fossem dificuldade suficiente, o xhosa tem mais uma carta na manga: consoantes clique. Sabe o som que você produz quando estala a língua nos dentes (como algumas crianças fazem para imitar cavalos?) Pois é, em xhosa isso pode ser uma consoante, com tanto significado quanto “b” ou “c”, e representada pela letra x. Neste vídeo, uma professora explica como treiná-lo.

O problema é que esse é o menor dos problemas: são, ao todo, 18 cliques (veja com seus próprios olhos), com diferenças sutis entre si – como o lugar dos dentes em que a língua encosta. Cada um é representado por uma grafia diferente, como ngq, ngx, gc e por aí vai.

FICA AINDA MELHOR: AGLUTINAÇÕES

15 classes gramaticais e 18 consoantes novas depois, o corajoso que decidir aprender xhosa ainda precisa lidar com o fato de que a língua, como o alemão, tem o hábito de transformar coisas que nós diríamos em três ou quatro palavras em uma só palavra, muito longa. “Eu te amo”, o exemplo mais bobo, vira ndiyakuthanda.

Essa enciclopédia de diferenças curiosas do xhosa pode ser entendida melhor se lembrarmos que línguas, como seres vivos, tem uma árvore genealógica que mapeia sua evolução ao longo de milhares de anos. Português e espanhol são ambas filhos do latim, que por sua vez, com o grego, deriva de uma língua extinta chamada proto indo-europeu. O proto indo-europeu deu origem a línguas muito diferentes entre si, como russo e hindi, mas ele não foi o único “proto-idioma”.

Há muitos outros grupos linguísticos, e cada um deles engloba um grande conjunto de línguas que derivou de uma língua mais antiga. O xhosa pertence ao grupo nigero-congolês, que abrange boa parte da África subsaariana, e tem algo como 1,5 mil línguas. Quase todas têm as mesmas características: um monte de gêneros, aglutinações, cliques e afins. Uma família complicada.

Ao incluir xhosa em Pantera Negra, portanto, a Marvel não está só fazendo o filme mais legal para um estudante de Letras desde A Chegada – mas também está apresentando ao mundo a língua natal de Nelson Mandela, algo de imensa importância histórica e social.

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– A Disney compra a Fox por 52 bilhões!

A Disney tem surpreendido. Após adquirir a poderosa Marvel e torná-la ainda mais rentável, a gigante do entretenimento comprou a Fox do magnata australiano Rupert Murdoch, levando assim a 21th Century Fox, o FX, a National Geografic e, na área de animação, os Simpsons!

O valor da aquisição totalizou US$ 52 bi da empresa mais uma dívida de US$ 13 bi. Para a News Corp (a antiga controladora do conglomerado) ficarão a Fox News e os canais Fox Sports.

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– Enfim a Arábia Saudita poderá ter Cinema!

Neste ano de 2017, duas revoluções na rigorosa vida dos sauditas: A Arábia permitiu que mulheres possam dirigir e, depois de 35 anos, liberou a abertura de salas de cinema!

Ainda bem que estamos no século XXI…

Extraído de: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/11/internacional/1512986577_424315.html

ARÁBIA SAUDITA AUTORIZA ABERTURA DE SALAS DE CINEMA

por Angeles Espinosa

Ministério da Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás imediatamente e espera que os primeiros multiplex abram em março de 2018

A Arábia Saudita autorizou nesta segunda-feira a abertura de salas de cinema no reino pela primeira vez em quase quatro décadas. O Ministério de Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás de forma imediata e calcula que os primeiros multiplex abram ao público em março do ano que vem. A medida, longamente esperada, é parte do programa de reformas lançado pelo príncipe herdeiro Mohamed bin Salman (conhecido pelas iniciais MBS) para modernizar o país. Prevê-se que o primeiro cinema de Riad seja inaugurado com a projeção de Born a King (“nascido rei”), primeira superprodução rodada no reino sunita, com direção do espanhol Agustí Villaronga.

“Isto marca um antes e um depois no desenvolvimento da economia cultural no reino”, declarou o ministro da Cultura e Informação, Awwad Alawwad. Em nota, ele antecipou também que a Comissão Geral de Meios Audiovisuais iniciou um processo para facilitar as autorizações necessárias. “Esperamos que os primeiros cinemas abram em março de 2018”, afirma o ministro, que preside essa comissão.

Estes serão os primeiros alvarás para a abertura de salas comerciais de cinema desde a sua proibição, no começo da década de 1980. Naquela época, a monarquia saudita, alarmada pela revolução islâmica do Irã e pela revolta de Meca, procurou se proteger reforçando seus laços com a cúpula religiosa wahabita, à qual concedeu enormes poderes em matéria educacional e de controle social. Esse pacto fez da Arábia Saudita um dos países com as normas mais anacrônicas do mundo.

A ausência de cinemas era só a ponta do iceberg de um sistema social que até agora proibia qualquer tipo de diversão em público. Entretanto, a conjunção de baixos preços do petróleo e a mudança geracional representada pela ascensão de MBS, o verdadeiro detentor do poder por trás do trono do seu pai, o rei Salman, motivaram uma reviravolta no reino. Necessitado de um novo modelo produtivo, o príncipe compreendeu que a mudança seria impossível sem reformas sociais radicais. Junto com a decisão de autorizar as mulheres a dirigirem carros, a medida anunciada nesta segunda-feira representa um dos pilares desse projeto.

“A abertura de cinemas servirá como catalisador para o crescimento econômico e a diversificação; ao desenvolver o setor cultural em geral, criaremos novos empregos e oportunidades de formação, além de enriquecer as opções de entretenimento no reino”, afirmou Alawwad.

Desde o lançamento do programa de reformas Visão 2030, os sauditas sabiam que a abertura de cinemas não era questão de se, mas de quando. Durante a recente visita desta correspondente a Riad, os interlocutores observavam que os projetos de vários shopping-centers atualmente já previam espaço para os cinemas multiplex. Também davam como certo que a honra de inaugurar esta nova fase caberia a Born a King, que na época estava terminando de ser rodado complexo palaciano de Atheriyah, na periferia da capital saudita.

Com um orçamento de 20 milhões de dólares (65,8 milhões de reais), a produção hispano-britânica Born a King narra a missão diplomática que Abdulaziz ibn Saud, o primeiro monarca saudita, encomendou ao seu filho caçula Faisal em 1919. Com apenas 13 anos, o príncipe foi enviado a Londres para convencer os ingleses a apoiarem o reino que Saud tentava fundar na Arábia. Realizar esse filme foi uma aventura sem precedentes, num país que não só carece de tradição cinematográfica como também é, ainda hoje, muito fechado ao turismo.

“Tivemos que inventar tudo, porque não havia infraestrutura”, dizia Villaronga numa pausa das filmagens. E referia-se literalmente a tudo, começando pela própria produtora que lhes prestou serviços de apoio, a Nebras Film, criada por um construtor que viu uma oportunidade de negócio num setor até então praticamente inexistente na Arábia Saudita.

Até hoje, apenas dois longas-metragens foram filmados no reino com atores sauditas: O Sonho de Wadjda, de 2012, e Barakah Yoqabil Barakah, de 2016. Num país onde 70% da população tem menos de 30 anos, só quem tem mais de 50 se lembra das salas que existiam em Riad e Jidá até a década dos setenta do século passado. Essa carência obriga os cinéfilos sauditas a peregrinarem a Dubai ou ao Bahrein, como faziam os espanhóis na época franquista indo a Biarritz ou Perpignan para ver filmes proibidos pela censura.

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– Liga da Justiça versus Vingadores

Eu sou daqueles cinéfilos assumidos e que leva a filhota, a afilhada e arrasta a esposa para assistir bons filmes juntos. Todos nós curtimos a combinação “cinema e pipoca”.

Na minha infância, lia gibis e assistia os desenhos animados de heróis. É por isso que tenho algumas restrições às mudanças de características dos personagens históricos.

Dos heróis da Marvel, assistimos praticamente todos os filmes. Cada vez mais o bom humor está presente nas produções. Já os da DC, começaram ruins mas estão melhorando.

A refilmagem de Superman foi fraquinha, apesar da história da invasão de Zod ser interessante. O Batman x Superman já foi mais interessante. A inserção do Esquadrão Suicida ainda continha muitas imagens sombrias no filme, embora fosse mais “coloridinho”. Entretanto, particularmente, gostei bastante do ‘Liga da Justiça”! Me surpreendi ao saírem do óbvio e colocarem como vilão o Lobo da Estepe, pois realmente foi algo inesperado e bem feito. E o destaque positivo foi o bom humor com Flash e outras sacadas “tipicamente da Marvel”, só que pela DC.

Provavelmente, a sequência da Liga da Justiça, pelas cenas pós-crédito, será o surgimento da Legião do Mal. Mas será que haverá surpresas nos nomes dos vilões ou teremos Lex Luthor, Coringa, Charada, Homem-Brinquedo, Super Bizarro e outros conhecidos? Acho, como fã, cedo para incorporar tanta gente no filme.

E qual dos grupos de heróis é melhor hoje?

Por ter se antecipado à tendência, logicamente a Marvel está na frente. Mas acho que a DC igualará a concorrente. Lembre-se que o Homem de Ferro, Pantera Negra, Thor e Homem Formiga, por exemplo, não eram mais populares do que Batman, Super Homem, Mulher Maravilha e seus demais “superamigos” – e ainda assim o sucesso foi estrondoso (tanto nos filmes “solo” quanto naqueles que estão reunidos).

Por fim: aqui em casa nos preparamos e tchan-tchan-tchan… não esperamos o dia raiar, fomos na sessão da 00h01 do dia 15 (no mundo, a estreia seria no dia 17, mas aqui, devido ao feriado, foi antecipada) e assistimos a Liga da Justiça. As crianças e a patroa adoraram! Uma loucura bem bacana (principalmente porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte…).

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– A Marvel de antigamente e os Desenhos mais Toscos

Olha que curioso: o UOL Cinema trouxe uma matéria muito bacana dos desenhos mais “antigos e supostamente fracassados” da Marvel!

Quem gosta de desenhos dos anos 60 e 70, vai se deliciar!

Clique em: https://cinema.uol.com.br/listas/flintstones-e-a-coisa-os-desenhos-toscos-da-marvel-nos-anos-60-e-70.htm

Aqui uma pérola (as demais no link acima): CLUBE MARVEL, que hoje conhecemos como Vingadores, em: https://www.youtube.com/watch?v=3peTODrEpws

– 75 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– Um mau jornalista ou um militante convicto? Diego versus Danilo

Diego Bargas e Danilo Gentili promoveram uma “pegadinha entre si”. Explico:

O apresentador do SBT lançou recentemente seu filme: “Como se tornar o pior aluno da escola”, e atendeu a imprensa. Conhecido como artista “de direita” e literalmente na lista negra criada pelo PT, recebeu o jornalista de cinema Diego Bargas, da Folha de São Paulo (militante pró-PT).

O jornalista fez perguntas alheias ao filme, irônicas, perguntando sobre nomes ultra direitistas (que nem atores são), se os mesmos não tiveram convite para participar das filmagens. Fez perguntas sobre Pedofilia e outros temas, mas detalhes do filme, em si, curiosamente não!

No dia seguinte, na Folha, Diego publicou uma matéria com o título de que Gentili se recusara falar de pedofilia e outras coisas inverídicas não ditas.

E como se soube de tudo isso?

Porque precavido, Danilo Gentili GRAVOU a entrevista e postou na Internet, sendo impossível desmentir o que estava registrado confrontando com o publicado.

Conclusão: a Folha de São Paulo demitiu o crítico de Cinema.

Abaixo a matéria e o vídeo na íntegra,

Em: https://jornalivre.com/2017/10/14/jornalista-petista-desmascarado-por-danilo-gentili-foi-demitido-pela-folha/

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– Festa da Salsicha: o filme não é para crianças!

Os personagens parecem infantis, mas não são. E fica aqui o alerta para os papais e mamães de que a comédia em desenho animado “Sausage Party”, ou se preferir, “Festa da Salsicha”, é um desenho erótico, feito para adultos.

Ele conta a história de “alimentos engraçadinhos” que estão em um supermercado. Há uma pãozinha que se parece com uma vagina, uma salsicha que simula um pênis, uma empadinha feminina bissexual (que encara “linguiça e bacalhau”, segundo ela própria, fazendo alusão vulgar aos nomes popularescos dos órgãos genitais masculino e feminino.

A película é produzida por Seth Rogers (de filmes chamados de “besteirol”, como Superbad e Ligeiramente Grávidos, onde drogas lícitas e ilícitas, além de sexo, são frequentes) e que conta com nomes famosos como James Franco (de “O Homem Aranha”).

Enfim, o filme é pornográfico, libertino e com pansexualismo explícito. Em um momento é personagem feminina com relação sexual com menino, outra hora é bonequinho menino com menino. Dessa forma, não caia na inocência de, ao ver um desenhinho engraçadinho no cartaz, entrar com seus filhos para assisti-lo!

Admito que há gente sabedora que é feito para adultos. Mas nesses tempos tão deturpados, não parece uma arapuca para crianças?

Assista o trailer em: https://youtu.be/9EjeVN1YKEw

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