– A antipatia que tenho por filmes dublados: Batman x Superman e Capitão América são prova disso.

Assisti aos dois filmes de sucesso da DC e da Marvel que tanto sucesso fizeram, mas só dublados. Estou sozinho em casa nesses últimos dias e fiz essa “bobagem”.

Que negação.

O som das músicas é excessivamente alto, bem como o barulho dos estouros. Mas a voz dos atores é extremamente baixa. E dizem que o brasileiro prefere assistir filmes dublados… eu não! Quero som original e legendas.

Resumindo: legendados são bem melhores para mim, pois confesso que não consigo ouvir a fala dos personagens. Claro, respeito a opinião e o gosto de cada um, mas, indo ao cinema e podendo escolher, caio fora dos dublados. Em casa, muitas vezes não tenho a opção.

E como seria o som desses “Cine-drives” que voltam à moda?

Planeta Drive-in chega ao Recife com programação para toda a família

 

– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

Tem 6 anos essa postagem, mas poderia ser de hoje. Abaixo:

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

bomba.jpg

– Repost: A cronologia para assistir Vingadores Ultimato e as críticas da Folha de São Paulo.

Há 1 ano, a Folha de São Paulo detonava “Vingadores: Ultimato”. Depois de ter assistido ao filme, você concorda com as críticas? Abaixo, o repost:

A BBC divulgou a exata cronologia dos 20 filmes de heróis da Marvel para os fãs da “Casa de Ideias” assistirem, antes de irem ao cinema para o aguardado novo Vingadores, que encerra a “Saga do Infinito” (abaixo, uma ilustração precisa).

Os críticos do mundo inteiro estão elogiando a produção. O G1, por exemplo, trouxe uma relação de comentários (aqui em: https://g1.globo.com/google/amp/pop-arte/cinema/noticia/2019/04/23/vingadores-ultimato-primeiras-impressoes-dos-criticos-falam-em-final-epico-da-saga.ghtml). Porém, a única critica mundial veio da… Folha de São Paulo! Para ela, Vingadores Ultimato é o filme mais chato de 2019! 

Não acreditou? Pois olhe só o que o avaliador disse em sua avaliação: 

“[Embora tenha ótima trilha sonora], não é o suficiente para considerar o filme apenas ruim. Ele é péssimo mesmo.”

Extraído de : https://www1.folha.uol.com.br/amp/ilustrada/2019/04/vingadores-ultimato-e-o-filme-mais-chato-de-2019.shtml

VINGADORES ULTIMATO É O FILME MAIS CHATO DE 2019 (Cuidado: contém Spoillers!)

Lento e piegas, longa que vem acumulando superlativos não se compara aos três primeiros e desperdiça grandes atores

Por Ivan Finatti 

A segunda parte da história iniciada no ano passado, com “Vingadores: Guerra Infinita”, concorre a vários superlativos. Maior filme do ano. Mais salas no Brasil. Maior número de super-heróis já reunidos. Filme mais chato de 2019.

Isso mesmo. “Vingadores: Ultimato”, que estreia nesta quinta (25), é uma bomba mais poderosa que a manopla que Thanos usou para matar metade da população do universo na primeira parte da história. É piegas. É lento. É escuro. É barulhento.

É preciso dizer que o problema aqui não são os longas da Marvel. Os dois primeiros filmes dos Vingadores, de 2012 e 2015, tinham encanto. Mesmo “Guerra Infinita” (2018), apesar de sofrer um pouco com diversas histórias correndo em paralelo, apresentava um vilão extremamente carismático, angustiado e atormentado, em busca de um genocídio cósmico para satisfazer sua estranha ideologia.

Além disso, “Guerra Infinita” conseguiu impressionar no final, quando morreram Homem-Aranha, Doutor Estranho, Pantera Negra e uma série de outros personagens, deixando os espectadores reféns dessa continuação.

Nada dessa sutileza ou carga dramática está presente em “Ultimato”. Logo no começo de suas três horas de filme, já sabemos como vai se dar a revanche. Se você não quiser spoiler, pule o próximo parágrafo.

Estamos falando de viagem no tempo. Para ressuscitar meio mundo, é preciso que os heróis façam algo antes que os eventos mostrados em “Guerra Infinita” aconteçam.

O blá-blá-blá científico que resulta dessas discussões é risível, no mau sentido. Importante sublinhar isso porque o riso é tema caro na maioria dos filmes da Marvel.

Neste, descamba para o exagero. Após duas horas de um roteiro praticamente sem ação ou lutas, percebemos que estamos diante de uma comédia. Praticamente todos os diálogos querem arrancar gargalhadas do público. Muitos funcionam, outros não.

O público, aliás, é outro personagem de “Ultimato”. Quando Capitão América dá uns tabefes em Thanos, já na terceira e mais movimentada hora, a plateia aplaude e urra. Depois dessa, a cada pequena vitória de nossos heróis será saudada com gemidos de felicidade e bateção de palmas.

Tem gente que acha isso parte da experiência do cinema, uma vivência coletiva. Para outros, é um incômodo.

No caso da exibição para a imprensa nesta terça (23), lotada, foi constrangedor ver e ouvir colegas jornalistas e críticos se darem assim, como se fossem fãs. Talvez porque blogueiros e influenciadores digitais estejam tomando conta da situação —e das sessões de imprensa. Sentado atrás de mim tinha um cara com a manopla de Thanos (de plástico), pelo amor de Deus!

Parece que os diretores Anthony e Joe Russo, além dos roteiristas produtores, consideraram que os Vingadores já eram aposta ganha e pouco se esforçaram neste último título da franquia. Chris Evans (Capitão América) e Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) já vinham reclamando há tempos que estavam cheios dos personagens.

Além deles, o que aparece de grande ator em “Ultimato” não está escrito. Scarlett Johansson, Brie Larson, Evangeline Lilly, Bradley Copper (voz do guaxinim), Mark Ruffalo, Jeremy Renner e Gwyneth Paltrow são alguns dos heróis. É um desperdício.

As participações especiais impressionam ainda mais: Robert Redford, Michelle Pfeiffer, Michael Douglas, Tilda Swinton, Natalie Portman, William Hurt, talentos de primeiríssima grandeza. O problema é que a maioria só aparece mesmo, não interpreta nada nessa história de trovões, clarões e explosões sem fim.

Para não dizer que tudo em “Ultimato” é de má qualidade, salvam-se as canções da trilha sonora: “Dear Mr. Fantasy”, do Traffic, abre o filme com categoria. Depois temos The Kinks com “Supersonic Rocket Ship” e Rolling Stones com “Doom and Gloom”. “Hey Lawdy Mama”, do Steppenwolf, fecha o quarteto de boas canções.

Não é o suficiente para considerar o filme apenas ruim. Ele é péssimo mesmo.

IMG_4290

– E a Marvel divulgou o novo trailer de Viúva Negra

Viúva Negra, o filme tão esperado (e cobrado pelos fãs do MCU) da Vingadora de Scarlett Johansson, teve seu trailer divulgado com o Guardião Vermelho e o Treinador aparecendo.

Mais um sucesso de bilheteria, ou com o problema das aglomerações a serem evitadas pelo Coronavírus, a data de estreia poderá mudar? 

Assista em: https://youtu.be/NyxD-2SEUc0

– A ação do Tempo na vida real dos atores de “De Volta Para o Futuro”

De Volta para o Futuro?

Para quem assistiu os filmes da trilogia no cinema, chega a ser assustador o que a idade faz…

Vejam só Christopher Lloyd e Michael J. Fox (Doc Brown e Mc Fly), como estão hoje, na postagem do próprio Lloyd no Instagram:

ESYnVfTWoAM4Tle

 

– Batman aprendeu a dirigir no… Rio de Janeiro?

O Batman já esteve no Rio?

Fez um bandido rezar em português, após dirigir o Batmóvel em Copacabana e invadir o Teatro Municipal?

Se acha que tudo isso não faz sentido, esqueça! Batman aprendeu dirigir seu carro nas avenidas cariocas!

Olhe aqui a comprovação, em: https://www.omelete.com.br/dc-comics/batman-dirige-no-rio-de-janeiro-batmovel

Resultado de imagem para Batman batmovel

– Os Simpsons esbanjando criatividade no episódio satírico de Vingadores!

Não dá para deixar de aplaudir o bem que a junção da Fox com a Disney (e por tabela com a Marvel) fez ao seriado “The Simpsons”. Toda a liberdade para usar os personagens do grupo foi dada ao mundo de Springfield, e quem agradece é o telespectador.

Se você NÃO QUER saber o que acontecerá na sátira que abusa de Avangers, não leia abaixo.

Extraído de: https://www.omelete.com.br/amp/simpsons/os-simpsons-vingadores-satira

SIMPSONS BRINCA COM FOBIA DE SPOILERS DE VINGADORES

Com participações dos irmãos Russo e do Kevin Feige, episódio especial sobre MCU ensina a Bart que com grandes poderes vem grandes privilégios – quer dizer, responsabilidades

Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. A clássica lição do tio Ben ganhou uma nova cara em “Bart the Bad Guy”, episódio do último domingo (1º) de Os Simpsons. Satirizando a influência do MCU na vida dos fãs, a animação trouxe participações mais do que especiais para zoar o heroísmo e a vilania da vida cotidiana por meio dos temidos spoilers.

Depois de 11 meses da estreia de Vindicantes: Guerra de Cristal, a versão da produção de Matt Groening para Vingadores: Guerra Infinita, Bart consegue colocar suas mãos na tão aguardada sequência. Assim como Ultimato, o lançamento revela de uma vez por todas se a vitória Chinnos – um Thanos com muitos, mas muitos queixos, e dublado por ninguém menos que Kevin Feige – é realmente irreversível. Afinal, o longa anterior termina com todos os heróis virando… gelo. Logo, quaisquer notícias sobre a trama são muito valiosas.

É interessante notar que a famosa equipe de heróis aqui é formada por tipos que misturam os personagens da Marvel Comics com outras tantas referências. Ao mesmo tempo que há Homem Magnésio, um claro aceno ao Homem de Ferro de Robert Downey Jr., há também um homem-tubarão que mais parece o Tubarão Rei da DC Comics do que efetivamente um Hulk, e um Pantera Negra com quê de Dr. Facilier, de A Princesa e o Sapo.

Sendo uma das únicas pessoas no mundo que sabe com tanta antecedência como a história acabará, Bart de repente nota que, mais do que simples informações, ele tem nas mãos um verdadeiro poder. Mas, contrariando suas expectativas, sua influência sobre as pessoas não vem da vontade delas de ouvir os spoilers, mas sim de se proteger deles. A simples ameaça de estragar um ou outro detalhe da narrativa é suficiente para que todos façam o que ele bem entende. O dono da loja de quadrinhos entrega as suas action figures. A moça da cantina dá ao menino todo o almoço do dia. Até mesmo o diretor Skinner cede sua peruca com medo de saber o destino do seu personagem preferido. A ambição de Bart sobe tanto a cabeça que ele se transforma em um vilão.

Porém, é óbvio que a Disney, sendo um conglomerado tão poderoso, eventualmente descobriria sobre o garoto que sabia demais. Em um esquema mirabolante, os irmãos Russo – sim, os diretores de Guerra Infinita e Ultimato – criam uma experiência para convencer Bart de que dar spoilers pode ser prejudicial. Mas a dupla não apela para o bom senso do menino – por motivos óbvios, convenhamos. Na realidade, eles o convencem que os eventos dos filmes do universo cinematográfico acontecem em uma dimensão paralela e que os atos de Bart causaram a morte de Airshot, seu herói favorito.

Nessa experiência, Chinnos chega a tentar cortejar o garoto, prometendo os super-poderes que ele quiser caso conte os spoilers. No entanto, Bart é forte e salva os Vindicantes. Quer dizer, até a estreia oficial do filme. Quando os primeiros espectadores assistem ao filme, todos se esquecem do medo e compartilham eles mesmos os spoilers. Qualquer semelhança com a realidade…

A história por si só é muito divertida, principalmente considerando que ela é, no fundo, pouco absurda. Entretanto, são os pequenos detalhes do episódio que efetivamente conquistam o espectador. Para se certificar de que nem Bart, nem sua família descumpriram sua promessa com a Disney, os irmãos Russo plantam uma bomba debaixo da cama do casal de protagonistas. Após a notícia de que tudo correu bem, o explosivo é desarmado, com o comando aparecendo na fonte icônica do estúdio.

Mais uma vez, a acidez de Os Simpsons foi muito bem-vinda – ainda mais quando a série nos coloca para rir de nós mesmos.

– Frozen 2: nossa primeira vez, todos juntos!

Foi a primeira vez da Estelinha em um cinema, aguentando bem os “90 minutos de jogo” e devorando 100% do saquinho de pipoca!

Pudera, Frozen 2 é tão legal quanto o 1, embora, as músicas são bem cansativas (mas são do jeito que as crianças gostam e ficam hipnotizadas)!

O debute de muitas outras vezes retratado abaixo:

– Os dois Papas da Netflix!

Um alento para quem não quer se entristecer com o desrespeitoso filme do grupo Porta dos Fundos, sobre um Jesus Gay e baladeiro que não quer cumprir sua missão no pesudo-humorístico tão polêmico: a estréia de Dois Papas, uma superprodução da própria Netflix que procura mostrar a grandeza do papa Francisco e do papa emérito Bento XVI!

Sobre o nefasto filme de humor citado, as observações feitas aqui: https://wp.me/p4RTuC-orf

Sobre a excelente produção religiosa a estrear, abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2019/11/01/dois-papas-supera-religiao-com-atuacoes-magistrais-de-jonathan-pryce-e-anthony-hopkins-g1-ja-viu.ghtml

‘DOIS PAPAS’ VAI ALÉM DA RELIGIÃO DE JONATHAN PRYCE E ANTHONY HOPKINS; G1 JÁ VIU

Novo filme do brasileiro Fernando Meirelles não foca no debate sobre Igreja ao colocar veteranos em um encontro fictício dos papas Francisco e Bento XVI.

Por Cesar Soto

É difícil errar ao juntar dois dos maiores atores vivos e colocá-los em um grande e longo debate ao interpretar personagens dos mais notáveis. “Dois Papas”, novo filme do diretor Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), é prova disso.

Com duas atuações magistrais de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce (“A esposa”) nos papéis dos papas Bento XVI e Francisco, a produção vai além do tema religioso ou da discussão sobre a Igreja e se transforma em um dos melhores do ano.

Ao cineasta, que consegue um dos melhores filmes de sua carreira, resta o mérito de reconhecer a força de seus protagonistas e se manter quase invisível durante os encontros dos dois, sem exageros ou afetações desnecessárias.

“Dois Papas” estreia na Netflix no dia 20 de dezembro. Exibições em cinemas brasileiros antes disso ainda não foram confirmadas pela empresa.

Mais do que papas, friends

O roteiro de Anthony McCarten (indicado ao Oscar por “A teoria de tudo”) constrói um encontro fictício entre o então cardeal argentino Jorge Bergoglio e o alemão Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, durante uma das maiores crises recentes da Igreja.

Enquanto a dupla, representantes maiores de duas ideologias opostas dentro da instituição, debate seus pontos de vista conflitantes, o filme aproveita para mostrar o passado do futuro papa.

Com o tempo, a discussão sobre a diferença entre mudanças de ideais e fazer concessões deixa apenas a boca dos personagens e se mostra presente em toda a narrativa, entrelaçada entre as cenas do encontro e os flashbacks da vida do argentino.

Lentamente, é possível (e tocante) testemunhar as mudanças que um provoca no outro, e o desfecho do embate pareceria forçado sem a força e a delicadeza das atuações.

Mais do que isso, a mensagem de encontrar semelhanças nas diferenças ao entender de verdade o outro lado soaria piegas e enfadonha.

Um Oscar para Jonathan

Com o alemão, Hopkins ganha o papel mais complexo e interessante, mesmo que Bergoglio apresente a maior jornada durante o filme.

Dominar e mostrar a complexidade de Ratzinger, personagem pouco carismático e sedento pelo poder, sem transformá-lo em um vilão fácil, é algo que poucos conseguiriam.

O que não significa que Pryce tenha participação menor. Além da óbvia semelhança física com Francisco, destacada por todo mundo desde sua atuação em “Game of thrones”, o ator desaparece no personagem.

Às vezes é possível esquecer que não é mesmo o argentino na tela, tamanho o nível de domínio sobre trejeitos e fala (mesmo sendo fácil perceber que suas falas em espanhol tenham sido dubladas por outra pessoa).

É quase inadmissível que o galês nunca tenha sido indicado ao Oscar. “Dois Papas” é a oportunidade da Academia corrigir esse erro histórico.

O argentino Juan Minujín (em seu primeiro trabalho de destaque em Hollywood) mantém o alto nível imposto por Pryce ao representar a juventude de Bergoglio, e a complexidade de sua relação – e passividade – com a sanguinária ditadura argentina.

dois-papas-anthony-hopkins-jonathan-pryce-2

– O 1o Trailer de “Aves de Rapina”

Depois do sucesso dos heróis da Marvel, a concorrente DC (junto com a Warner Bross) parece estar investindo nos vilões.

Após lançar Coringa, outra surpresa no cinema: para Fevereiro / 2020 está confirmado o filme das “Aves de Rapina”!

O trailer 1, divulgado hoje, em: https://www.youtube.com/watch?v=M2LMRXkAZSY

– Boas Histórias são atemporais: 80 anos de “O Mágico de Oz”.

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme faz 80 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

images.jpg

– Há 5 anos, o Suicídio do grande Robbin Willians

Ele era um magnífico ator, mas foi vencido pela cocaína. Que pena… já faz 5 anos!

Recordando a postagem daqui mesmo do blog:

MORRE ROBBIN WILLIANS

Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.

Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.

Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).

No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:

“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.

Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.

robin_williams_picgetty_image_2_471929641-e1259683525384.jpg

– A Marvel e as novidades na San Diego Comic-Con

Quando o estrategista é bom, os lucros permanecem. E isso se faz uma grande verdade para a Marvel e seus gestores.

Desde quando a Disney comprou a chamada “Casa de Ideias”, turbinou com gente de ótima competência a empresa. E depois dos arrasa-quarteirões dos filmes da chamada MCU fase 3 – como Vingadores Ultimato (que passou a ser desde sábado a maior bilheteria da história do cinema), se viu que é difícil manter a alta performance a todo tempo. Dessa forma, manter a sinergia entre as suas produções é uma forma de “segurar o admirador”. 

Trocando em miúdos: para se entender o universo dos super-heróis, terá que se assistir os filmes e… as séries!

Sim, na feira americana em que ocorreu o grande encontro de séries e cinema San Diego Comic-con, a Marvel divulgou seus novos produtos: seriados e filmes que se amarrarão, todos interligando-se em algum momento.

Vamos lá: na fase 4 do MCU, teremos como séries:

  • Loki (falando sobre o que aconteceu depois que ele roubou o Tesseract no momento em que Homem de Ferro, Capitão América e Homem Formiga voltaram ao passado).
  • WandaVision (onde a Feiticeira Escarlate viverá aventuras e delas terá uma repercussão que aparecerem no novo filme do Dr Estranho).
  • Hawkeye (oportuna série em que o Gavião Arqueiro deverá preparar o surgimento da Gaviã Arqueira).
  • What If? (histórias animadas que mostrarão quais seriam os rumos dos personagens se eles tomassem outras decisões).
  • Falcão e Soldado Invernal (o título já diz tudo e os atores, não só dessa série, mas também das outras, serão os mesmos.

Nesta mesma fase, teremos os filmes:

  • Viúva Negra (onde a história contará com a irmã da protagonista e na qual quem assistiu os filmes dos Vingadores poderá, enfim, saber “o que aconteceu em Budapeste”, tão lembrado algumas vezes).
  • Blade (o filme do Caçador de Vampiros).
  • Dr Estranho 2 (onde se falará em Multiversos e acontecimentos do seriado WandaVision).
  • Eternos (a nova saga de heróis cósmicos, que talvez seja a “joia da coroa nesta fase”).
  • Shang-Chi (o herói chinês, mestre das artes marciais e filho de Fu Manchu, o vilão pseudo-filantropo).
  • Thor 4 – Love and Thunder (onde Jane Foster se tornará a Thor feminina).

E aí virá a pergunta: e os outros filmes solos tão badalados? O próprio presidente da Marvel, Kevin Feige, anunciou que na fase 5 do MCU teremos:

  • Pantera Negra 2.
  • Capitã Marvel 2.
  • Guardiões da Galáxia 3 (e Gamora está viva, na versão de 2014, em 2023, onde se passa a sequência dos filmes).
  • Quarteto Fantástico.
  • X-Men (ele deu a entender que são “os mutantes que ele não falaria ontem” por falta de tempo).
  • Outras novidades não divulgadas pela distância da época.

Pense: se você gosta de heróis, estará se auto-obrigando a assinar o streaming Disney+, o concorrente da Netflix, onde passarão os seriados citados com exclusividade. Inteligentes, não?

E para quem gosta do Superman e do Batman como eu, e espera o filme do Flash e uma Liga da Justiça com mais heróis, falará o que diante da DC parecer tão tímida em relação à concorrente?

Resultado de imagem para Marvel casa de ideias

– Mundo ensandecido, parte 1: Doar sangue por meio ingresso do Cinema?

Parece piada de mau gosto, mas o Senado aprovou a discussão: a cada 3 doações de sangue no ano, você poderá pagar uma meia entrada no cinema!

É sério?

Doar sangue é ato de cidadania, deve ser ensinada tal prática nas escolas, pois é civilidade! “Comprar” a doação com esse “incentivo” (aliás, quem pagará esse subsídio, o dinheiro dos nossos impostos?) é ridículo. A propósito, hoje há tantos programas de pontos, rewards, milhas, etc, que qualquer um consegue pagar meia no cinema”!

O mundo está de pernas para o alto. A que ponto chegamos. Daqui a pouco, ofereceremos chicletes a quem usar a palavra “por favor” por 15 vezes na semana e pipoca para quem disser “obrigado” por 30 dias consecutivos.

Quando fazer o bem for algo natural e não uma atitude que precisa de incentivo, talvez as coisas estejam em seu lugar.