– IA transformando desenhos em pessoas.

E a tecnologia mostra coisas impressionantes! Uma delas: a transformação de personagens de desenhos animados em pessoas com feições reais!

Veja que curioso, extraído de: https://www.hardware.com.br/noticias/2022-02/inteligencia-artificial-mostra-como-seriam-personagens-classicos-de-desenho-na-vida-real.html

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MOSTRA COMO SERIAM PERSONAGENS CLÁSSICOS DE DESENHO NA VIDA REAL

Inteligência artificial mostra como seriam personagens clássicos de desenho na vida real

A Inteligência Artificial tem proporcionado uma série de feitos bem notórios, e alguns deles não são exatamente úteis, mas muito interessantes. Como exemplo, a tecnologia está sendo usada para trazer a vida alguns desenhos animados, tanto da Disney quanto de animações com características mais bizarras, como os Simpsons.

Se você sempre teve curiosidade de saber como alguns personagens de desenhos animados seriam na vida real, então certamente vai adorar o trabalho de um artista digital brasileiro que está fazendo bastante sucesso na rede com suas fotos realistas de alguns deles.

inteligência artificial

O brasileiro Hidreley Diao é um artista digital brasileiro que está conquistando milhares de cliques nas redes sociais por postar imagens de retratos de como seriam vários personagens de desenhos animados em suas versões reais.

Ele se diz apaixonado por qualquer coisa relacionada a arte digital e, depois de descobrir que software de inteligência artificial é capaz de criar uma imagem fotográfica realista de pessoas que não existem, começou seu projeto que fez tanto sucesso.

inteligência artificial

Segundo ele, tudo começou com um grupo de desafios de Photoshop no Facebook chamado de Desafios Photoshop Brasil. Ele era um dos administradores desse grupo e também participava de vários desafios, e foi a busca por esses desafios que fez com que ele conhecesse o site Bored Panda.

Atualmente ele tem um comércio de salgados mas faz posts colaborativos em inglês para o site. Com isso, acabou ganhando muito destaque e visibilidade e seu trabalho já foi comentado em grandes mídias como Newsweek, Daily Mail, The Sun e outros. Atualmente as imagens apareceram até mesmo no Buzzfeed dos EUA.

Desenhos animados trazidos para a vida real

O artista revelou que desde que descobriu a inteligência artificial, vem desafiando a si mesmo a fazer coisas que nunca se imaginou fazendo antes. Para isso ele conta com muito estudo e muita prática. Foi assim que ele pensou em começar a trazer alguns personagens da Disney para a realidade.

E com isso ele já tem muita familiaridade. Hidreley cresceu assistindo a muitos deles como Simpsons, desenhos da Hanna Barbera e, claro, animações da Disney, que sempre tiveram um grande impacto na sua vida.

“Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço. Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? Tentei trazê-los para o nosso mundo através da inteligência artificial.”

Os softwares que ele mais usa para criar essas fotos são o Photoshop no computador e mais 2 aplicativos mobile de edição de fotos como o FaceApp, Gradient e Remini. Cada foto que ele produz é fruto de uma criação usando imagens encontradas na internet de rostos que combinem com os personagens.

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Ele revela que procura em bancos de imagens e começa fazendo uma comparação entre os olhos. A parte mais difícil, de acordo com o artista brasileiros, é encontrar uma imagem que combine com a do personagem que ele está trabalhando no momento.

Para conferir mais do trabalho dele, pode segui-lo no Instagram clicando aqui.

Você também deve ver 😉 (Fonte: petapixel)

– Quarteto Fantástico de 2005.

Caramba… sozinho em casa, “meio que assisti” (pois fazia outras coisas paralelas) o Quarteto Fantástico de 2015. Que filme ruim!

O de 2005 e o segundo filme, com o Surfista Prateado, eram ótimos! Como a Marvel conseguiu fazer um reboot tão ruim?

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– “Strange World” mostra que as crianças querem o “simples”.

Politizar, sexualizar ou polemizar produções infantis não é o correto. Criança não quer pautas adultas, e ao colocar isso em “Strange World”, a Disney fracassou (e aqui não tem nada de homofobia ou algo que o valha, mas sim questões de mercado e educação).

Abaixo, extraído de: https://revistaoeste.com/mundo/animacao-da-disney-com-romance-adolescente-gay-fracassa-na-estreia/

ANIMAÇÃO DA DISNEY COM ROMANCE ADOLESCENTE GAY FRACASSA NA ESTREIA

Venda de ingressos de Strange World já é considerada como uma das piores em fins de semana de lançamento de animações do estúdio

A mais recente animação da Disney, Strange World (Mundo Estranho), cujo enredo incluiu um romance adolescente gay, estreou na quarta-feira 23, nos Estados Unidos, com um fracasso nas bilheterias. No primeiro dia de exibição, as vendas de ingressos chegaram a US$ 4,2 milhões, um valor muito aquém do esperado pelo estúdio. Em 2021, quando Encanto foi lançado no Feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, a arrecadação do primeiro dia foi de US$ 7,5 milhões. E Encanto tinha sido uma das piores estreias da Disney.

Nos dias seguintes do feriado, o fracasso de Strange World se confirmou. Exibido em quase 4,2 mil salas norte-americanas, o filme arrecadou US 18,6 milhões. A expectativa inicial da Disney era faturar entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões nos cinco primeiro dias de exibição

Segundo a imprensa norte-americana, a venda de ingressos inaugurais para Strange World já é considerada como um dos piores fins de semana de abertura da Disney nos tempos modernos. “É um resultado terrível para a aventura animada com orçamento de US$ 180 milhões”, escreveu Brent Lang, da Variety, observando que o último filme de animação da Disney no Dia de Ação de Graças, Encanto, foi considerado uma decepção, depois de arrecadar US$ 40,3 milhões no fim de semana prolongado.

A Disney afastou muitos fãs no início deste ano, quando apresentou um beijo lésbico em Lightyear, o último capítulo de sua franquia Toy Story, que arrecadou apenas US$ 51 milhões na primeira semana de estreia.

Strange World conta a história do adolescente gay Ethan, dublado por Jaboukie Young-White, que tem o apoio de seus amorosos pais birraciais, Searcher (Jake Gyllenhaal) e Meridian (Gabrielle Union). A família rejeita sua lendária herança como exploradores da fazenda, mas acaba voltando para os negócios da família para caçar o pai de Searcher, Jaeger (Dennis Quaid), que desapareceu quando ele era criança. Sua busca, auxiliada por seu cachorro deficiente, os leva a Avalonia, um mundo estranho com um ecossistema frágil. Ethan luta para superar sua timidez em torno de seu interesse amoroso, um garoto chamado Diazo.

O site Daily Wire ressaltou que, além de fracassar nas bilheterias, “Strange World não mantém a tradição de sucesso da animação da Disney”. Ele ganhou uma classificação CinemaScore de B, a classificação mais baixa de todos os tempos para um filme de animação da Disney. Todo filme de animação da Disney, desde A Bela e a Fera, recebeu algum tipo de nota A, de A+ a A-.

As ações da Disney caíram mais de 33% no ano passado, o que também pode ter sido influenciado pela crise global, mas especialmente pela forma com que a empresa tem incluído ideologia de gênero em seus filmes e em suas políticas internas de recursos humanos.

No domingo 19, a empresa anunciou a demissão do presidente-executivo Bob Chapek, contratado havia dois anos e que deu impulso à política woke na empresa. No lugar dele, o estúdio recontratou Bob Iger, que foi o CEO da empresa durante 15 anos, até 2020.

'Strange World' vendeu menos ingressos que outras 'decepções', como 'Encanto', em 2021 | Foto: Reprodução/YouTube

‘Strange World’ vendeu menos ingressos que outras ‘decepções’, como ‘Encanto’, em 2021 | Foto: Reprodução/YouTube

– Indiana Jones e o Chamado do Destino!

Ôpa! Tudo sobre o último filme de Indiana Jones com Harrison Ford, revelado há pouco, através do Omelete!

No link em: https://www.omelete.com.br/indiana-jones/trailer-de-novo-indiana-jones-e-cheio-de-referencias-a-trilogia-original-veja/#14

Serei o primeiro da fila do Cinema…

Imagem extraída do Link acima.

– Essa Disney… Desencantada?

Desencantada” estreia no Disney Plus. É o “Encantada 2“.

Quem tem filhas, sabe o quão as princesas e príncipes povoam as mentes delas… O primeiro filme assisti 2.398.654 vezes com a filha mais velha (e imagino que assistirei o mesmo tanto com a mais nova).

Bora assistir mais esse sucesso de Walt Disney?

As críticas em: https://www.arrobanerd.com.br/desencantada-critica-disney-plus/

Assistir a Desencantada | Filme completo | Disney+

– Adão Negro é muito bom!

Acabei de voltar do cinema e assisti Adão Negro. É ótimo filme!

Nada de cenas sombrias, de uma luta só (e interminável). São várias cenas de ação, mas curtas e variadas. Uma história lógica, com momentos de imprevisibilidade. Claro, com “forçação de barra” como a de qualquer filme de herói, mas muito legal.

Parece que a DC acertou a mão. Não tem nada a ver com filmes da Marvel, mas é um “diferente que me agrada”.

Aliás, a sacada da Sociedade da Justiça foi ótima!

Imagem: divulgação DC.

– Michael J. Fox e Christopher Lloyd, 37 anos depois!

A trilogia “De Volta para o Futuro” é um dos grandes marcos da minha infância! Talvez eu adore tanto viajar nos cinemas devido a esses filmes incríveis de Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

É sabido que Michael J. Fox (Marty McFly) está com Mal de Parkinson, e, agora, além do estado avançado da doença, está com Alzheimer!

Eles se reencontraram em um evento em NY nessa semana. Vejam como eles estão:

A foto foi extraída do link em: https://mag.sapo.pt/cinema/atualidade-cinema/artigos/regresso-ao-futuro-37-anos-depois-abraco-de-michael-j-fox-e-christopher-lloyd-emociona-fas, e nele você pode ler a matéria completa, além do vídeo de onde foi flagrado esse abraço.

– Zé Carioca: O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

Zé Carioca: Conheça a história por trás do personagem brasileiro da Disney

Imagem extraída de: https://recreio.uol.com.br/noticias/entretenimento/ze-carioca-a-origem-por-tras-do-personagem-brasileiro-da-disney.phtml, divulgação Disney.

– O filme do Padre Pio e a conversão de Shia LaBeouf.

Um dia disse Padre Pio, antes de morrer:

“Depois da minha morte farei mais. Minha verdadeira missão começará depois da minha morte !”

Pois bem: a história de São Pio de Pietrelcina, estigmata e grande santo católico, virará filme de Hollywood. E o ator que o interpretará será Shia LaBeouf, que despontou tão bem na carreira e depois teve que se internar para reabilitação.

Tentando vida nova, aceitou o papel de “Padre Pio”, começou a se impressionar com a história dele, resolveu  estudar o Catolicismo e… se converteu!

Viva São Pio de Pietrecilna, resgatando vidas!

Shia LaBeouf diz que agora é católico depois de filmar 'Padre Pio'

Imagem extraída de: https://happymag.tv/pt/shia-labeouf-converts-to-catholicism/, por Emma Mclntyre / Getty Images for HFA.

A entrevista dele, em: https://youtu.be/hjxKG4mR3U4

– E a 3ª temporada de Ted Lasso?

Começa logo, Ted Lasso!

Nós, fãs, precisamos de você...

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– Disney+ vs Netflix: o Mickey vai vencendo…

E o streaming Disney Plus superou a Netflix em assinantes.

(Vide aqui: https://olhardigital.com.br/2022/08/11/pro/disney-supera-netflix-na-batalha-por-assinantes/).

A verdade é: desde que os concorrentes surgiram, tirando filmes do seu catálogo, a Netflix (que é o mais caro dos streamings) tem sofrido. Vide ainda a personalização de conteúdos (no mundo árabe, temáticas contrárias aos costumes são retiradas dos desenhos e/ou filmes), que ajuda a inflar o número de consumidores satisfeitos.

A questão é: a Netflix irá se reinventar?

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Imagem extraída de: https://www.investireoggi.it/risparmio/netflix-e-disney-aumentano-ce-una-notizia-buona-e-una-cattiva/

– Diferenças do Zorro com o Cavaleiro Solitário.

Quando eu era criança, me lembro que o Zorro era chamado de Cavaleiro Solitário. E só agora descobri que não eram o mesmo herói!

Um usa espada; outro revólver. Um tem o cavalo Silver, outro o Tornado. Um tem amigo índio, o outro não.

Zorro é Don Diego de La Vega, o Cavaleiro Solitário é John Reid.

E sabe de onde veio a confusão? Por erro de tradução aqui no Brasil e para se aproveitar do sucesso do herói mais antigo – e já conhecido.

Detalhes abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/07/1310207- cavaleiro-solitario-era-chamado-de-zorro-no-brasil.shtml

CAVALEIRO SOLITÁRIO ERA CHAMADO DE ZORRO NO BRASIL

O Cavaleiro Solitário (Lone Ranger, em inglês), de George W. Trendle, ficou conhecido entre os brasileiros, durante algumas décadas, como Zorro.

A confusão entre os heróis aconteceu devido aos problemas de tradução da palavra “ranger” para o português. A popularidade que Don Diego, criado por Johnston McCulley em 1919, desfrutava no Brasil também ajudou nessa escolha.

Famoso em novelas de rádio, no cinema e em séries de TV, John Reid, identidade secreta do Cavaleiro Solitário, tem poucas semelhanças com o aristocrata californiano de capa e espada do século 19.

Na produção da década de 1940, “As Aventuras do Zorro – O Cavaleiro Solitário” pode se ver o mascarado ao lado do cavalo e do índio em uma versão mais comportada do que a nova adaptação com John Depp.

Zorro usa espada, algumas vezes um chicote, e é solitário. Reid prefere o revólver e sempre está acompanhado de seu fiel escudeiro Tonto –que, curiosamente, não teve o nome alterado mesmo com a conotação negativa da palavra. Sua montaria, Silver, tem pelo branco. O cavalo de Zorro é representado com pelagem escura, normalmente negra.

Também criado por Trendle, o Besouro Verde (Green Hornet) guarda mais similaridades com o Cavaleiro Solitário. Além da máscara e do chapéu, ambos têm um parceiro não europeu –o asiático Kato é o escudeiro do Bezouro– e são da mesma família: Britt Reid é a identidade secreta do herói.

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Imagem: autor desconhecido / Internet

– Revivendo os anos 80: Karatê Kid e sua trilha sonora!

Minha flha mais velha é uma “Otaku” – uma adolescente apaixonada por animes e mangás japoneses. E brincando com ela sobre séries e filmes da cultura japonesa, achamos a trilha de Karatê Kid.

Quem viveu os anos 80 e não sabe o que é isso… 

De arrepiar o clip com Daniel Sam e Senhor Miagui, em: https://www.youtube.com/watch?v=3bFTlAj706A