– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

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– A Aventura da CVS para vender remédio no Brasil não deu certo!

O mercado farmacêutico brasileiro movimenta cerva de 20 bilhões de dólares, e é dominado pela Raia/Drogasil e a Pacheco/Drogaria São Paulo.

Eis que há pouco tempo, a gigante americana CVS (que sozinha movimenta US$ 200 bi, ou seja, 10 vezes o nosso mercado) adquiriu a rede Onofre para buscar a liderança. E o resultado… pífio!

Depois dessa péssima investida, a Onofre está a venda para tentar se reerguer. Alguém quer comprá-la?

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,gigante-cvs-tenta-vender-a-onofre-e-articula-saida-do-mercado-brasileiro,70002730004

GIGANTE CVS TENTA VENDER A ONOFRE E ARTICULA SAÍDA DO MERCADO BRASILEIRO

Grupo americano, que desembolsou mais de R$ 700 milhões pela rede, viu a operação virar uma grande fonte de problemas: além de resultados aquém do esperado e da forte concorrência, aquisição foi alvo de briga discutida em tribunal arbitral

Seis anos após entrar no Brasil com a compra da rede Onofre, a gigante americana CVS avalia deixar o País, apurou o Estado. A maior rede de varejo farmacêutico dos Estados Unidos, que fatura quase US$ 200 bilhões por ano, iniciou conversas com bancos de investimentos para tentar vender a Onofre depois de falhar na estratégia de dar escala ao negócio para enfrentar gigantes como a Raia Drogasil e a DPSP (união das drogarias Pacheco e São Paulo).

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que a CVS estaria disposta a vender a rede por um valor inferior ao que pagou para entrar no Brasil. Bancos começaram a oferecer a rede para as principais companhias do País e para fundos de investimentos. A gigante americana entrou no País em 2013, ao pagar pouco mais de R$ 700 milhões para a família Arede, que fundou em 1934 a Pharmacia Onofre, rebatizada Drogaria Onofre em 1957.

Enquanto a CVS tem 10 mil lojas e faturou US$ 194,8 bilhões nos Estados Unidos, por aqui sua presença é tímida. De 2013 para cá, a companhia não conseguiu avançar a posição de mercado da Onofre – a cadeia, na verdade, perdeu espaço. A rede, em 2012, ocupava a 8.ª posição do setor, segundo a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Passou para o 17.º lugar em 2016 e desapareceu da lista dos 20 maiores a partir de 2017. A Onofre tem hoje 51 lojas, contra 44 de seis anos atrás – apenas três fora de São Paulo. A líder Raia Drogasil tem cerca de 1,8 mil unidades.

Além de não conseguir a escala esperada, o grupo americano trava uma disputa com a família fundadora da Onofre – a briga foi levada à arbitragem em 2016. Após fechar o negócio, a CVS questionou os antigos donos por ter se deparado com passivos trabalhistas e fiscais não listados à época das negociações. Com faturamento de cerca de R$ 700 milhões, conforme dados de 2017, a Onofre anunciou no ano passado que iria priorizar investimentos para expansão das vendas pela internet.

Há três anos, diante da dificuldade em fazer a Onofre crescer de forma orgânica, o grupo tentou fazer uma grande aquisição para virar o jogo: fez uma proposta pela DPSP, mas as negociações não avançaram. A família Arede também tentou retomar o controle do grupo, sem sucesso, segundo fontes.

Especialistas ouvidos pela reportagem afirmaram que, com seu atual porte, os negócios da CVS no Brasil não fazem sentido para os americanos. “O mercado ficou muito surpreso com a entrada do grupo CVS no Brasil. O mercado de varejo farmacêutico no Brasil movimenta cerca de US$ 20 bilhões, enquanto a CVS fatura quase US$ 200 bilhões sozinha”, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.

Consolidação. O processo de consolidação do varejo farmacêutico no Brasil começou pouco antes da chegada da CVS no Brasil. Em 2011, foram anunciadas duas importantes transações que criaram as duas líderes do setor: Raia Drogasil e Drogaria Pacheco-São Paulo (DPSP).

A cearense Pague Menos atraiu o fundo General Atlantic ao negócio – o aporte ajudou a promover a expansão da rede para a região Sudeste, consolidando a companhia como terceira força do setor. O grupo Ultra comprou a paraense Extrafarma, que havia sido cortejada pela BR Pharma, em outubro de 2013. Agora, a companhia está ampliando a presença da marca pelo País, abrindo lojas dentro da rede de postos Ipiranga.

O segmento, no entanto, não viveu só de êxitos. A BR Pharma, que pertencia ao banco BTG Pactual, tentou criar uma gigante ao adquirir companhias regionais. No entanto, o grupo teve dificuldades em várias operações e falhou na tentativa de integrar os diferentes negócios que adquiriu. Vendida pelo BTG por preço simbólico após bilionário prejuízo, a BR Pharma hoje está em recuperação judicial e é administrada pelo empresário Paulo Remy.

Procuradas pela reportagem, a CVS e a Onofre disseram que não comentam rumores de mercado.

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– As marcas mais valiosas do mundo em 2018

Circula pela Web um vídeo animado muito bacana sobre a evolução das marcas mais valiosas do mundo nos últimos anos.

Mas para quem quiser resumidamente, eis aqui as atuais 10 mais poderosas do planeta e o seu crescimento comparativo ao ano anterior, segundo a consultoria Interbrand:

Apple: US$ 214,5 bilhões (+16%)
Google: US$ 155,5 bilhões (+10%)
Amazon: US$ 100,8 bilhões (+56%)
Microsoft: US$ 92,7 bilhões (+16%)
Coca-Cola: US$ 66,3 bilhões (-5%)
Samsung: US$ 59,9 bilhões (+6%)
Toyota: US$ 53,4 bilhões (+6%)
Mercedes-Benz: US$ 48,6 bilhões (+2%)
Facebook: US$ 45,2 bilhões (-6%)
McDonald’s: US$ 43,4 bilhões (+5%)

São, sem dúvida, empresas globais de valor reconhecidamente respeitoso!

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– A parceria entre DAZN e REDETV

Falamos dias atrás sobre os novos costumes a serem observados por conta da cada vez maior e mais importante participação das plataformas multimídias no esporte.

Um desses casos é a chegada em nosso país da DAZN, um gigante estrangeiro comprando direitos de transmissão esportiva mundo afora e que adquiriu com total exclusividade a Copa Sulamericana.

Para divulgar sua marca e criar o hábito de se comprar uma partida de futebol para assistir em tablet, celular, computador ou Smartv, a empresa usou algumas sábias estratégias: transmitou os eventos que tinha (a própria Sulamericana além do Campeonato Italiano) gratuitamente através de suas páginas no Facebook e YouTube.

Há pouco, outra novidade: resolveu compartilhar os jogos do Corinthians com a RedeTV, que transmitirá sozinha na TV aberta as partidas do Timão na competição.

Se o time for bem, veremos na emissora o mesmo efeito dos casos “Galvão Bueno e OM na Libertadores de 92” ou do próprio Corinthians no “Mundial da FIFA em 2000 via Bandeirantes”? Na época, o campeonato de futebol na TV aberta sem ser transmitido pela Rede Globo era coisa rara e as duas brechas levaram as concorrentes à liderança pontual durante a transmissão.

Em tempo: olha aí uma brecha para os Comentaristas de Arbitragem se realocarem no Mercado de Trabalho com tal oportunidade, hein?

– E o Google Plus chega ao fim.

Estava muito na cara que o Google Plus não duraria muito, pois assim como o Google tem produtos e serviços de sucesso, tem também os que fracassam.

Depois do Orkut não ter dado certo (era uma rede social que conquistou apenas brasileiros e indianos), o Google o encerrou. Tentou criar, sem sucesso, o Google Wave e não deu certo. Por fim, investiu com muita força no Google Plus (G+) para rivalizar com o Facebook e foi um furo n’água.

Agora, a empresa global anuncia que não aceitará mais novos perfis a partir de fevereiro, retirando os conteúdos e perfis remanescentes em 02 de abril de 2019.

Eu usava o G+, mas depois do anúncio, já encerrei minha página lá. Pra quê investir nele se já esteja condenado oficialmente? Uma pena. Mas fica a questão: o Google desistiu de rivalizar com o Facebook numa rede social mundial, ou reinventará algo?

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– A infeliz propaganda da Jendayi sobre Brumadinho

Viram que bobagem fez uma empresa de cosméticos em “solidariedade” a Brumadinho?

A Jendayi resolveu criar uma ação de marketing contratando modelos sensuais para “dar apoio” às vítimas da barragem que se rompeu, através de fotos inadequadas ao momento. Extremamente insensível!

Abaixo, as fotos: lhe parece algo solidário ou comercial? Imagine como os parentes e amigos das vítimas (e os próprios sobreviventes) reagiram…

– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir?

Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas?

Servem para o trabalho e para a vida…

Compartilho, abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/11-coisas-que-você-nunca-mudará-e-deve-parar-de-ficar-robson

11 COISAS QUE VOCÊ NUNCA MUDARÁ E DEVE PARAR DE FICAR TENTANDO

por Robson Cristian Tomaz Pereira

Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente” – Marian Wright Edelman, ativista americana.

Será que basta se importar o suficiente para mudar o mundo? Será mesmo? Alguns podem concordar e dizer que trabalhando de forma focada por 70, 80, 90 horas por semana tudo é possível. Outros, já podem dizer que é uma questão de trabalhar de forma mais inteligente e não trabalhar mais duro.

Independente da forma de trabalhar, existem coisas que simplesmente não conseguimos mudar. Ter perseverança e tenacidade é fundamental para atingir grandes objetivos, mas apenas aqueles que são alcançáveis.

Não adianta ficar batendo a cabeça na parede que certas coisas não vão acontecer. Infelizmente, há muitas coisas na vida que as pessoas insistem em tentar mudar e só se desgastam.

  1. Uma hora você terá que prestar contas a alguém

Não adianta pegar atalhos, quebras regras ou cometer desvios éticos para atingir os seus objetivos. Uma hora você terá que prestar contas para alguém, seja para a justiça, familiares, amigos, Deus ou até mesmo para a sua consciência. É bem provável que alguém dependa de você e ficará sem chão quando algo assim acontecer.

  1. Você não viverá para sempre

Meu querido, minha querida, se você ainda não percebeu, não somos imortais. As férias que você não aproveitou podem ter sido as suas últimas, todo o tempo que você passou após o horário na empresa, enquanto a sua família aguardava você para o jantar, não voltará. Esse é o tipo de coisa que você só aprenderá quando não tiver mais como voltar atrás!

  1. Não tem como você agradar todo mundo

Como vejo gente se frustrada com isso! Sério, pare com isso de uma vez por todas! Isso só drena as suas energias e te deixa miserável. É como aquele frase clássica: “se nem Jesus agradou todo mundo, quem é você para…”.

  1. Você nunca será o melhor em tudo

Eu sou muito competitivo, sério! Aprendi logo na infância com a minha mãe que o “segundo colocado é o primeiro perdedor”. Percebi na prática e depois em um teste da Gallup, que se eu colocar uma competição no meio de um objetivo que eu quero conquistar, funcionarei umas 10 vezes melhor!

Só que tem um porém nisso: não sou besta de entrar em uma competição de corrida contra o Usain Bolt ou de natação contra o Michael Phelps! Eu sei que não serei melhor que eles! Que não sou o melhor em tudo!

Ok, é até fácil com esses exemplos extremos, mas com pequenas comparações que quase todo mundo faz diariamente? Acredito que é nisso que está a grande burrada das pessoas. O que faz tanta gente ser invejosa. Você não terá ao mesmo tempo o melhor carro, melhor casa, melhor empresa, melhor emprego, melhor papagaio, melhor melhor…

  1. Guardar rancor não te deixará melhor

Não digo para você esquecer quem te fez mal e dar a cara a tapa novamente, acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O que eu digo é que ficar com rancor não irá te ajudar em nada! Sério! O rancor é você fazendo mal para você!

  1. Você não controla o que os outros pensam

Não adianta ser o melhor marketeiro, psicólogo ou neurocientista do planeta, você não controlará o que as pessoas pensam de modo geral. Por mais que você implore, esperneie, grite, exija, use milhões de gatilhos mentais ou até eletrochoque. Pare de tentar fazer isso!

  1. Você não conseguirá voltar no tempo

A vida não tem “CTRL+Z”! Pare de reclamar do seu passado e comece a viver no presente. Não dá para voltar!

Sério, mesmo o De Volta para o Futuro sendo o meu filme favorito de todos os tempos, não dá para voltar! Nem com um carro bacana, nem com uma cabine telefônica e muito menos com uma cadeira cheio de guarda-chuvas.

  1. Não, você não pode mudar totalmente o mundo

É lindo e inspiracional achar que uma única pessoa pode mudar totalmente o mundo, mas algumas coisas são maiores do que todos nós! Você pode fazer uma grande diferença no seu redor, isso é ótimo! Mas, cuida com as suas expectativas em relação ao impacto de suas ações para não se frustrar!

  1. Você não pode mudar de onde você veio

“Ah, eu vim do lugar X e por isso….”, “Eu nasci no lugar Y e por isso”… desculpinhas!

Dane-se o lugar de onde você veio! Tem exemplos de gente que passou fome, viveu na rua, fugiu de guerra… e é muito bem sucedido agora!

O que importa é onde você quer chegar e se vai pagar o preço para chegar lá!

  1. Privacidade é uma ilusão

Os seus emails, telefonemas, fotos, vídeos ou qualquer outra atividade online ou offline está “quase sempre” em observação. Seja por empresas que usam essas informações para te mostrar anúncios mais relevantes ou agências de segurança que ficam de olho se você não vai cometer nenhum atentado. É melhor não deixar nenhum esqueleto no armário.

  1. Nem sempre você conseguirá recuperar o que perdeu

Muitas coisas podem ser recuperadas. Na verdade, praticamente tudo que o limite do seu Master Card permite comprar, mas as coisas mais importantes, bem aquelas que o Master Card não compra, essas são praticamente irrecuperável=is. Aí não adianta chorar pelo leite derramado…

Conclusão

Pare de tentar mudar o que não dá para mudar! Foque no que é tangível e lembre-se do item 2: você não viverá para sempre! Bem direto ao ponto assim mesmo!

P.S: Peguei esses tópicos no texto de um empreendedor americano e os reescrevi do meu jeito.

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– Somente ameaças da GM ou algo realmente mais sério está por acontecer?

A General Motors do Brasil, conforme revelado nesse último final de semana, emitiu um comunicado aos seus funcionários falando das dificuldades da empresa no país, dizendo que para investir novamente, só o fará mediante um “doloroso plano para voltar a dar lucro” e que ele exige “muito sacrifício”.

O que, especificamente, ela quis dizer? Que demitirá funcionários? Que os colaboradores deverão ter mais criativa? Seria um pedido de esforço para maior produtividade? Ou uma “simples ameaça” para preparar o empregado para algo já decidido?

Claro que não é assédio moral, mas para quem está de fora do dia-a-dia da empresa, causa uma péssima impressão sobre a rela situação da empresa.

Compartilho abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/01/19/em-comunicado-gm-alerta-funcionarios-no-brasil-sobre-prejuizos-e-plano-de-restruturacao-rigoroso.ghtml

GM ALERTA FUNCIONÁRIOS DO BRASIL SOBRE MOMENTO CRÍTICO

Comunicado do presidente da montadora a funcionários cita fortes perdas nos últimos 3 anos, informa a Reuters. Montadora diz que não vai comentar.

A General Motors, dona da Chevrolet, alertou seus funcionários no Brasil de que novos investimentos locais dependem de um doloroso plano para voltar a lucrar no país, de acordo com um memorando visto pela agência Reuters neste sábado (19).

Em uma mensagem divulgada nas fábricas, o principal executivo da GM para o Brasil e a Argentina, Carlos Zarlenga, disse que após incorrer em fortes perdas nos últimos três anos, a operação atingiu “um momento crítico que exige sacrifícios de todos”.

O memorando referiu-se a comentários feitos pela presidente-executiva, Mary Barra, durante uma apresentação a investidores na semana passada sobre desafios na América do Sul. “Não vamos continuar empregando capital para perder dinheiro”, disse ela, em trecho citado por Zarlenga.

Procurada pelo G1, a montadora disse que não irá comentar o caso.

Segundo a Reuters, o tom sombrio foi um choque para alguns dos funcionários no Brasil, depois de a GM ultrapassar a Volkswagen e a Fiat, ainda em 2017, tornando-se a líder na vendas de carros, e pelo momento em que a economia se recupera lentamente de uma forte recessão.

O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido no país em 2018, pelo quarto ano seguido.

Ainda de acordo com a agência, o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Renato Almeida, chamou o comunicado da GM de “absurdo”.

Além do Vale do Paraíba, a montadora tem fábricas em São Caetano do Sul, no ABC paulista, em Gravataí (RS) e faz motores em Joinville (SC).

“A empresa está passando por um bom momento no Brasil, disse. “Não existe justificativo para eles sugerirem que vão fechar as operações”.

Em abril de 2018, Zarlenga disse à Reuters que as reduções de custo durante a recessão, incluindo um corte de 35% nos postos de trabalho brasileiros tinha levado a um pequeno lucro na América do Sul em 2017.

No último dia 11, a GM anunciou uma inédita família global de veículos que deverá representar 75% do total de vendas da empresa na América do Sul, até 2023.

No fim do ano passado, Mary Barra anunciou que a GM deverá fechar fábricas e demitir trabalhadores na América do Norte. E encerrar outras duas unidades de produção fora da região, mas cuja localização não foi divulgada.

Esse é o plano de reestruturação mais duro desde que a montadora pediu proteção contra falência, em 2009.

 

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– O genial empreendedor da batata frita!

A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!

Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?

O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?

Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela

por Cecília Selbach

Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.

O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?

Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.

Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.

Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.

Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.

O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.

Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.

Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.

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– As Estatais e o dinheiro gasto em Patrocínios

Os dados podem ser acessados na Internet por qualquer pessoa devido a Lei de Acesso à Informação. E eles mostram que entre 2012 e 2016, 7 estatais gastaram R$ 1,86 bi com patrocínios esportivos.

Será que elas tiveram algum retorno do investimento?

Veja só quanto investiram (e reflita se valeu a pena):

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL: R$ 730.000.000,00

CORREIOS: R$ 465.207.307,00

BANCO DO BRASIL: R$ 463.432.000,00

PETROBRÁS: R$ 77.895.476,00

BNDES: R$ 65.100.000,00

ELETROBRÁS: R$ 47.151.256,00

INFRAERO: R$ 11.250.000,00

É nosso dinheiro aplicado em marketing esportivo. Será que precisava de tanto?

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– O Fim do “X,999”

O impacto psicológico de certos preços muitas vezes funciona na cabeça do consumidor. Mas como ilusão…

Um tênis que custa R$ 300,00, se anunciado por R$ 299,99, pode parecer mais barato. E se pagar em dinheiro, não verá o R$ 0,01 de troco.

São estratégias comerciais. Uma outra, com respaldo governamental, é a 3a casa do Real nos preços dos combustíveis. O litro do combustível não costuma ser anunciado por R$ 4,00, mas sim por R$ 3,999. Porém, aqui vai algo importante: permite-se o aumento das casas decimais monetárias por fins econômicos! O custo do combustível às vezes tem 5 ou 6 dígitos à direita do zero para o revendedor, impactando a economia, já que como o produto é vendido em grande quantidade, o acumulado das vendas faz relevante diferença. Uma carreta de gasolina pode variar em até R$ 100,00 a mais, por culpa desse milésimo.

Agora, uma novidade: o Governo, através de debates com a ANP (Agência Nacional de Petróleo) estuda proibir a subdivisão dos centavos, arredondando os valores.

Fatalmente, alguém vai perder e alguém vai ganhar dinheiro com isso…

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– A Editora Abril, enfim, encontrou comprador!

Leio nos sites de negócios que o empresário Fábio Carvalho acertou a compra da Abril, que edita Veja, Exame, e tantos outros títulos importantes (se desfez de vários recentemente).

O montante da aquisição não foi divulgado, mas ele assumirá a dívida de R$ 1,6 bi (sim, um bilhão e seiscentos milhões de reais) que existia com fornecedores, bancos e funcionários.

Tudo se agravou após o pedido de recuperação judicial, onde a Editora Abril ofereceu pagar apenas 8% do que deve e parcelando “a perder de vista.

Carvalho é advogado, dono da Casa & Video e das Lojas Leader. Ele é especialista em adquirir empresas em processo pré-falimentar e recuperá-las!

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– A Inserção de Veteranos no Mercado de Trabalho: um dilema!

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.

Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?

Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/

VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE

Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?

Por Valeria Gladsztein

Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.

Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?

Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.

As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.

Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.

Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.

Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.

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*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

– Black Friday para Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– Brasil x Uruguai com poucos ingressos à venda!

Em meu tempo de infância, dia de amistoso da Seleção Brasileira era de parar as atividades! Grande expectativa e audiência “lá em cima” na TV aberta.

Pois bem: na 6ª feira, para o jogo no Emirates Stadium (como gostam de Londres, não?), somente os setores das cadeiras inferiores terão seus ingressos à venda para Brazil vs Uruguay!

Motivo: a baixa procura pela partida!

Quer dizer que um amistoso tão emblemático, que repete a final do Mundial de 50, com 7 títulos de Copa do Mundo em campo, não atrai justamente os ingleses, apaixonados pelo futebol e que lotam os estádios locais?

Que coisa…

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Foto do Emirates Stadium, a “casa da Seleção Brasileira”.