– O futebol não está salvando as Casas Bahia…

Sabemos que as Casas Bahia passaram por recuperação extra judicial de bilhões de reais.

Sabemos que os herdeiros de Samuel Klein, quando retomaram o controle da empresa depois do grupo Casino ter desistido da operação, passaram por sérios problemas.

Vimos as grandes ações de marketing da empresa no Campeonato Paulista (lembram dos árbitros tirando o Toz com “frigideira ou assadeira”?).

Mesmo assim, na imagem, a prova de que “o buraco é mais embaixo”…

– Motorola transforma futebol em cultura pop em campanha com J Balvin.

Motorola aposta na força cultural do futebol em campanha global estrelada por J Balvin. #Linkezine ⚽ O post Motorola transforma futebol em cultura …

Continua em: Motorola transforma futebol em cultura pop em campanha com J Balvin

– Slogans que perduraram / perduram:

Um bom marketing eterniza alguns slogans. Olhe só esses daqui, na imagem abaixo:

– Não parece, mas é marketing:

O Marketing sempre deve trazer benefícios para dois lados, caso contrário, será apenas promoção para alguém. 

Gostei e compartilho essas dicas de atitudes que, por serem positivas, se tornam marketing:

– Lu do Magalu muda visual novamente e confirma força como fenômeno de vendas.

Mudança de visual da Lu do Magalu impulsiona vendas e engajamento digital. #Linkezine 💄 O post Lu do Magalu muda visual novamente e confirma força …

Continua em: Lu do Magalu muda visual novamente e confirma força como fenômeno de vendas

– UTS Rio 2026 estreia no Brasil com patrocínio da XP e estrelas do tênis.

UTS Rio 2026 estreia no Brasil com estrelas do tênis e formato inovador. #Linkezine 🎾 O post UTS Rio 2026 estreia no Brasil com patrocínio da XP e …

Continua em: UTS Rio 2026 estreia no Brasil com patrocínio da XP e estrelas do tênis

– Como o marketing é visto pelas pessoas?

Eu gostei dessa comparação: quem contrata e quem opera, pensam diferente sobre o marketing.

Veja na imagem, abaixo:

– Os melhores “cartazes” da sua empresa:

Não se pode discutir com essa verdade:

– E a Uber patrocinará o Uberlândia!

Que sacada da Uber!

Patrocinará o time de futebol de Uberlândia…

– Memória na tela: Carlos Moreno retorna e reacende a publicidade raiz.

Carlos Moreno volta à TV em campanha que une nostalgia e desempenho real. A estratégia reforça confiança e valor no consumo. #Linkezine 📺 O post …

Continua em: Memória na tela: Carlos Moreno retorna e reacende a publicidade raiz

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Coelho Marqueteiro.

Boa observação da galinha na ilustração:

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?

– E se ninguém soubesse nada do seu clube?

O marketing esportivo bem sucedido precisa de divulgação da agremiação, seja de que esporte for. Sem ela, nada acontece.

Times grandes querem espaço nos programas esportivos. Os torcedores anseiam ouvir (as coisas boas e ruins) do seu clube de coração.

A impressão que eu tenho é de que, se alguma equipe não quer que se fale dela, talvez não queira que o torcedor veja o que seus cartolas fazem.

Se um dia isso acontecesse, daria para chamar quem teve a ideia de “desinteligente”, afinal, tentar censurar a imprensa é “deixar a bola pingando” para se mostrar (ou não mostrar) como se age com a transparência e democracia na gestão.

censura-olhos-ouvido-boca

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito no post.

– 5 Ways to Build a Consistent Feed and Brand on Instagram

Instagram is one of the most popular social media sites that influencers, content creators and businesses use to reach their target market. However, …

Continua em: 5 Ways to Build a Consistent Feed and Brand on Instagram

– Dia do Publicitário.

Como não aplaudir? A sacada foi genial

A imagem diz tudo, e feliz Dia aos Publicitários!

Agências e perfis celebram o Dia do Publicitário - propmark

– O genial empreendedor da batata frita (Batatas Pringles)!

A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!

Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?

O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?

Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela

por Cecília Selbach

Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.

O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?

Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.

Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.

Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.

Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.

O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.

Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.

Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.

Kit Batatas Pringles importadas Estados Unidos - 11 Sabores

Imagem extraída da Web

– A Regra do Jogo permite “Frigideira” ou “Geladeira”?

A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:

“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”

Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.

No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!

Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?

Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).

– A Regra do Jogo permite “Frigideira” ou “Geladeira”?

A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:

“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”

Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.

No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!

Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?

Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).

– Rubens Barrichello ainda com a Arisco:

Quem lembra do Rubinho Barrichelo chegando à Fórmula 1, com o Patrocínio da Arisco?

Que propaganda saudosista:

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– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– E a propaganda da Havaianas?

Eu achei muito “forçada” a propaganda, e igualmente “forçada” a reação contra ela.

Para quem não viu a propaganda de final de ano das sandálias Havaianas, saiba:

  • Aparece Fernando Torres, em um fundo vermelho com chinelos, dizendo que não se deve entrar o ano novo com o pé direito, mas com os dois pés.
  • Militantes de Direita acusaram a empresa de militar pela Esquerda, com uma atriz de Esquerda e com lembrança subliminar do vermelho-PT.
  • Começou-se uma campanha para que se compre sandálias verde-amarelas da concorrente Ipanema.
  • As ações da Alpargatas caíram

Para quem não viu, em: https://istoedinheiro.com.br/acoes-da-alpargatas-caem-na-bolsa-em-meio-a-polemica-apos-comercial-da-havaianas

Direita critica comercial de Havaianas com Fernanda Torres e pede boicote

– Turno 2 de 2: Marketing.

Turno 2 de 2: Estivemos nessa tarde na Penitenciária P2 de Franco da Rocha, falando sobre Marketing e Gestão pelo Projeto Sebrae Educação, de reinserção social.

Somente com o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.

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– Planejamento Estratégico de Marketing, na USF.

Hoje tive o prazer de ministrar uma aula de Planejamento Estratégico de Marketing na Universidade São Francisco. Que legal!

Ótimas dependências, gente bacana e clima acadêmico que abunda. Valeu a pena.

Somente com a Educação faremos uma sociedade melhor.

E obrigado pela acolhida.

#Educação

– Dia de Trabalho.

Domingo de Dezembro?

Ainda é dia de trabalho…

Vamos falar nessa semana de Posicionamento Estratégico de Marketing. E esse livro é bom demais…

Viva Kotler!

– Red Bull Memphis Depay.

E a Red Bull, esperta como só no marketing, aproveita a boa fase de Memphis Depay e lança no Brasil o energético estampando o jogador do Corinthians.

Informações de: https://www.mktesportivo.com/2025/12/red-bull-lanca-edicao-limitada-com-memphis-no-mercado-brasileiro/

– Produtos que se confundem com a marca.

E quando o produto se confunde com a marca?

Abaixo, algumas empresas que conseguiram transformar suas ofertas em sinônimo do próprio invento (faltou “lâmina de barbear”, pois várias vezes já falei: “acho que comprarei Gillette daquela marca mais barata”…).

Extraído do LinkedIn de Ricardo Amorim.

– Faça o que você gosta!

Quando você faz o que gosta, tudo sai mais fácil!

Amo lecionar, e aqui vai um exemplo: em 20 minutos, rascunhei um plano de aula para Marketing de Varejo.

Acho que deu certo…

– O Comércio apela. Cyber Monday?

Ok, há gente que vive em função de promoções. Mas depois da Black Friday, e alguns estendendo para Black Week, teremos na 2a feira a “Cyber Monday“, versão exclusiva de ofertas para a compra pela Internet!

Quero ver pagar a conta depois… Consumidores compulsivos que se segurem!

Resultado de imagem para cyber monday

– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no exterior e o marketing falando mais alto.

Há 4 anos, mas atual…

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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(Foto: autoria desconhecida. Quem souber sobre o autor, informar para crédito).

– Falando de Marketing!

Estive hoje em Francisco Morato, falando em nome do Sebrae sobre Marketing a um grupo de empreendedores bem motivados e desejosos de conhecimento.

É muito bom ver as pessoas buscando capacitação.

– 10 ensinamentos de Kotler:

Eu não discuto com Philip Kotler. E você?

Aqui, boas dicas de marketing, abaixo: