– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no Exterior e o marketing falando mais alto.

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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– Os problemas, indiretamente, podem nos estimular?

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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– População Brasileira poderá Convocar a Seleção de Futebol em Votação?

A ideia surgiu há 9 anos e foi revelada pelo Estadão: e se ela se concretizasse? Entenda:

A informação está no Estadão (Caderno Esportes, pg 03, ed 08/10/12, por Paulo Favero e Paulo Galdieri): a Gillete, patrocinadora da Seleção Brasileira, estaria negociando a seguinte promoção: o consumidor entra no site da marca, e “escala” jogadores para o Brasil. Ao final de um determinado período, os atletas mais votados para cada posição seriam revelados e essa “Seleção Popular” seria convocada pela CBF, dirigida por Mano Menezes e jogaria contra um adversário a ser definido.

Andrés Sanches, diretor de seleções, disse na matéria que “não vê problemas nisso, a não ser a questão das datas”.

E aí, o que você acha da idéia? Penso que seria um risco muito grande e desnecessário, onde atletas mais carismáticos poderiam ser escalados no lugar dos mais competentes. Além disso, imagine se o “povão” convocar jogadores preteridos por Mano atualmente, que saia-justa…

– A Bic e seu Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– Inteligência competitiva como estratégia na concorrência.

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– A era da Imaginação!

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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– #tbt 2: McWhopper não vingou. Teremos a união do Burger King e o McDonald’s algum dia?

Lembram disso? Há 6 anos…

Causou alvoroço: recentemente, o Burger King sugeriu ao seu maior rival, o McDonald’s, a criação de um lanche: o BigMacWhopper, numa excepcional ação de marketing, a ser comercializado no dia 21 de setembro, considerado em alguns países o “dia da Paz”.

Não aceita a proposta, através da rede social Tumblr, o Burger King sugeriu outra ação: a criação do “The Peace Day Burger”, juntando outras redes de fast food (incluindo a brasileira Giraffas). Para essa iniciativa, o McDonald’s ainda não respondeu…

Dará certo?
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– A Barbie Biomédica do Brasil!

Responsável pelo sequenciamento genético do Novo Coronavírus, a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus foi homenageada (juntamente com outras profissionais relevantes e que ajudaram nessa pandemia) pela Mattel, fabricante de brinquedos. Era virou uma… boneca Barbie!

A simpática honraria está abaixo, na foto. Mas penso: as instituições que deveriam homenageá-la (as autoridades), será que o fizeram?

– Um atleta pode ser maior do que o seu clube?

Eu sempre disse que um jogador de futebol nunca seria maior do que a agremiação que ele jogasse. Mas, sem dúvida, eu estava errado.

O Paris Saint-Germain tinha 50 milhões de seguidores nas Redes Sociais. Lionel Messi, que é uma pessoa, tem sozinho 250 mi…

Portanto, reconheçamos: temos torcedores de times de futebol e torcedores de atletas. Alguns fora-de-série são realmente maiores que as equipes.

Assim, existem marcas: SPFC, Corinthians, Flamengo, Zico, Rivelino, Gabigol, Daniel Alves, Dudu, CBF… (para citar algumas nacionais). “Quem” é maior do que “quem”(ou qual marca é maior do que outra) é outra história!

Trio de diamantes: veja quanto o PSG gastará por temporada apenas com o  salário de Messi, Neymar e Mbappé - Jornal O Globo

– O Uso da Neurociência na Publicidade: Como Vender Mais!

Veja que bacana: Martin Lindstrom, especialista em neuromarketing, conta as artimanhas para fazer com que o consumidor sinta atração por determinados produtos. Imperdível!

Você cai nessas jogadas ou resiste?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270130-16642,00-O+MARKETING+ESTA+NU.html

O MARKETING ESTÁ NU

Por que será que grifes como a cobiçada Abercrombie usam imagens de modelos sarados e seminus para vender jeans e roupa de baixo para um público-alvo predominantemente formado por homens heterossexuais? Quem lançou o estilo foi a Calvin Klein, no início dos anos 90. Vinte anos depois, a fórmula está consagrada, mas a maioria dos homens jamais admitiu que essas imagens de teor sexual evidente têm influência em suas decisões de compra. Uma recente pesquisa de neuromarketing lançou mão de exames de ressonância magnética para descobrir como o cérebro masculino é afetado por essa visão.

Dezesseis voluntários, oito héteros e oito gays, assistiram à apresentação de cinco imagens de bonitões fotografados de sunga ou samba-canção. Todos eles tiveram duas áreas relevantes do cérebro afetadas: uma relacionada à excitação provocada visualmente e outra relacionada ao esforço para dissimular ou mentir. A diferença é que esta segunda área foi mais estimulada no caso dos heterossexuais.

A propósito de revelações que as empresas preferem guardar para elas, o metrossexualismo já avançou mais do que se imagina. Segundo um insider da indústria de produtos de consumo, 15% de todos os homens nos Estados Unidos depilam suas “partes privadas” – e a tendência é de crescimento. Não é à toa que já há redes de supermercado criando “áreas masculinas”, onde homens em busca de produtos de beleza podem circular à vontade. “De modo similar, a Procter & Gamble hoje procura garantir que os cosméticos para homens e para mulheres sejam expostos em corredores diferentes, de modo que o comprador masculino independente não se sinta desconfortável ou emasculado ao apanhar um creme facial ou um suavizador de olheiras enquanto a mulher a seu lado escolhe um batom”, escreve Martin Lindstrom, um consultor dinamarquês especializado em gestão de marcas, em seu novo livro, Brandwashed (“Truques que as companhias usam para manipular nossas mentes e nos persuadir a comprar”).

US$ 100 bilhões é o tamanho do mercado de data mining, um negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor, de modo a criar possibilidades de persuasão e manipulação

Tops infantis com enchimento –

Depois de explicar o uso da neurociência no mundo da publicidade em Buyology (“A lógica do consumo”, em português sem graça), e entrar na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo, Lindstrom ressurge com uma nova persona literária. Sai de cena o guru do branding. Entra o marqueteiro arrependido, disposto a apontar um dedo, por exemplo, para fabricantes de produtos que, literalmente, viciam. Doritos e Red Bull, claro. Mas até protetores labiais. “Quantas vezes por dia você aplica essa coisa grudenta? Cinco? Dez? Vinte e cinco?” pergunta Lindstrom. “A menos que viva no Ártico, não é possível que seus lábios estejam tão rachados que você precise reaplicar de hora em hora.” Há pelo menos dois culpados pelo vício. O mentol, “um ingrediente não essencial adicionado a muitas marcas de gloss, [que] embora não seja perigoso por si só, pode ser um formador de hábito”, e o fenol, “um ácido carbólico que pode na verdade ressecar nossos lábios ao interferir na habilidade natural das células da pele de produzir sua própria umidade”. Em outras palavras, “quanto mais protetor labial você usa, mais precisa usar”.

Até chegar à idade de se preocupar com lábios ressecados, o consumidor já foi alvo de muitas outras artimanhas. Possivelmente desde a infância – a palavra reconhecida por mais bebês no mundo todo hoje é McDonald’s. Certamente na pré-adolescência. Meninos e meninas estão alcançando a puberdade, em média, um ano mais cedo que nas décadas passadas. E daí? “Bom, puberdade significa produtos – lâminas e espuma de barbear, gel para acne, desodorante”, afirma Lindstrom. De 2007 para 2009, a porcentagem de garotas de 8 a 12 anos que usavam maquiagem no rosto e nos olhos quase dobrou. A Abercrombie – de novo ela – não resistiu à tentação e andou vendendo tops com enchimento para meninas de 8 anos. Pouco sutil? Não, se comparada a uma rede varejista britânica que criou um kit com uma “dançarina do poste” para mocinhas de 10 anos e ainda escreveu no rótulo: “liberte a gatinha sexy que há dentro de você”.

Quando se preparava para lançar a marca Axe, a Unilever mobilizou seus marqueteiros em diversos países para rastrear homens em modo de sedução. Descobriu, por exemplo, que homens pensam em sexo, em média, 32 vezes por dia. Pesquisadores da companhia acompanharam centenas de marmanjos em noitadas de pegação e, com base na observação, definiram seis perfis masculinos: o predador, o talento natural, o homem para casar, o amigão, o novato inseguro e o novato entusiasmado. Com os dois últimos na mira, os publicitários criaram uma campanha nada sutil, mas bastante precisa. Comerciais de TV em que nerds irrecuperáveis eram literalmente atacados pelas garotas mais quentes da balada transformaram Axe na marca masculina de desodorante número 1 dos Estados Unidos em 2006. “Entretanto, o tiro certeiro inicial logo começou a sair pela culatra”, lembra Lindstrom. Axe passou a ser vista como uma marca para moleques cheios de espinhas desesperados para se dar bem com as meninas.

Pastas de dente com atum –

Em Brandwashed, Lindstrom mergulha no “mundo de US$ 100 bilhões do data mining (…), um enorme e rapidamente crescente negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor e então categorizar, resumir e amaciar esses dados, de modo que possam ser usados para nos persuadir e, em algumas ocasiões, nos manipular para que compremos produtos”. Para ter uma ideia da relevância dessa atividade, saiba que o Walmart opera hoje um banco de dados muitas vezes maior que o do governo americano. É graças a ele que a cadeia supermercadista sabe que quem compra uma boneca Barbie tem 60% mais chances de comprar um em três tipos de barra de chocolate. Ou que pastas de dente e latas de atum são frequentemente compradas juntas.

É com esse tipo de dados que se projetam as lojas de maneira a estimular o consumo. Minerando dados de cartões de fidelidade, descobriu-se que consumidores que se movem em sentido anti-horário gastam, em média, dois dólares a mais a cada compra (porque a maioria de nós é destra e tem mais facilidade para apanhar os produtos se a mão direita é que está mais perto das gôndolas enquanto caminhamos). Por isso, a entrada das lojas mais espertas está sempre à direita de quem olha o supermercado de frente.

38% é o quanto crescem as vendas em lojas de
departamento que tocam música romântica

Você talvez já tenha ouvido falar de Muzak, o nome que se dá à popular música de elevador. Pois ela se transformou numa empresa que oferece a varejistas do mundo todo 74 programas musicais renováveis, divididos em dez categorias – o suficiente para criar trilhas sonoras para cerca de 100 milhões de pessoas por dia. Já reparou na preferência dos supermercados por baladas românticas de andamento arrastado? É que consumidores embalados por música lenta compram 17% mais em supermercados e 38% mais em lojas de departamento. Em praças de alimentação, ao contrário, o ritmo é animado. Mais batidas por minuto nos fazem mastigar mais depressa.

Compras virtuais são ainda mais coreografadas. “No ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que uma proporção significativa dos 50 mil sites mais visitados na web estavam engajados de alguma maneira em rastreamento comportamental – com alguns empregando até mesmo uma análise conhecida como ‘farejamento da história’, que remexe nossa navegação passada para descobrir que sites visitamos nos últimos meses ou mesmo anos”, escreve Lindstrom. Não só a nossa. “Não deveria ser surpresa, dado o tempo que a molecada de hoje gasta online, que os mineradores de dados estejam coletando informações sobre crianças a partir de 4 ou 5 anos de idade.” E eles estão dormindo no ponto. De acordo com a AVG, uma empresa de segurança na internet, 92% das crianças americanas já têm uma “pegada digital” antes de completar 2 anos. “É verdade”, afirma Lindstrom. “Vivemos em uma sociedade pós-privacidade.”

– Red Bull e o produto que “fracassaria”…

Dietrich Mateschitz, empresário com espírito empreendedor extremamente aguçado, um dia quis lançar uma bebida diferente. Nos anos 80, a consultoria americana NDP fez um estudo sobre seu produto e afirmou:

“Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse”.

Hoje, Mateschitz é um bilionário austríaco. O produto é o energético Red Bull. E o fracasso não se confirmou, tornando um sucesso de vendas que gira em 4,2 bilhões de latinhas ao ano.

Motociclista, Aviador, Adepto de esportes radicais. Reza a lenda que ele toma 10 latinhas de Red Bull por dia (eu duvido, é muita coisa). Ah: mesmo com quase 80 anos, não repete namoradas em eventos sociais (todas na casa dos 20 anos).

A consultoria errou bem, hein?

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– O dia em que a invenção de Steve Jobs foi desdenhada.

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)

– A sacada genial do Red Bull Carijó!

Que a competência dentro e fora de campo do Red Bull Bragantino estão fazendo a diferença, não resta dúvida. Falamos dias atrás das ações de marketing globais da equipe, bem como às voltadas à cidade de Bragança Paulista-SP, sua sede.

Eis que o pessoal do Marketing teve uma ideia bacana: criou um veículo personalizado para a localidade: o “Red Bull Carijó” (lembrando que “Carijó” foi o apelido da camisa que tanto traz saudade à população bragantina, daquele timaço dos anos 90).

Compartilho o vídeo, abaixo, extraído do site Red Bull Bragantino TV, em: https://www.youtube.com/watch?v=i1gjgeMfA88

O RED BULL CARIJÓ

O Red Bull Carijó chegou! Na última quarta-feira, o Toro Loko e o Massa Bruta sacaram suas carteiras de habilitação 😅 e foram até São Paulo, buscar o carro que em breve estará em todos os rolês por Bragança Paulista e interior do estado, sempre oferecendo atrações diferentes para os nossos fãs. 👀

 

– Tim Maia, Marketing localizado e Estratégia.

Quando você quer anunciar algo, quer que o mundo seja ouvido ou a real necessidade deve ser para pessoas em específico?

Olha que texto muito bacana sobre “marketing local”, abaixo, extraído de: https://leandrolourenco.blog/2021/06/26/tim-maia-marketing-professor/

VOCÊ APRENDERIA TUDO ERRADO SE TIM MAIA FOSSE SEU PROFESSOR DE MARKETING

“Ah, se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho muito pra contar
Dizer que aprendi”

Tim Maia

Essa música é conhecida e você já ouviu. Tim Maia, lembra? Hoje alguém cantarolou ela aqui no trabalho e fiquei pensando em várias coisas. Pode parecer loucura, mas lembrei de um fundamento importante do marketing que está sendo deixado de lado nessa maluquice onde todos querem ser influencers famosos.

Claro que o Tim Maia não cantou pensando nisso, mas já que fiz essa associação, peguei a música como gancho para falar de um assunto que julgo ser importante.

Por vezes achamos que o mundo inteiro deveria nos dar atenção, nos ouvir sobre os mais variados temas. E se levarmos isso para o campo dos negócios, achamos que todos deveriam acreditar nas nossas ideias e comprar nossos produtos ou pagar pelos serviços que prestamos.

Imagem do Tim Maia num desenho com a frase "eu vou chamar o síndico"
Estampa que fiz para minha marca de camisetas que nunca saiu do papel

Seth Godin, o carequinha do marketing, trata desse assunto em um dos seus livros. A base da argumentação dele é que deveríamos pensar exatamente de forma oposta. Ou seja, nem todos deveriam nos ouvir. Para Godin, essa história cantada pelo Tim está um pouco equivocada no mundo dos negócios. Você precisa ser ouvido pelas pessoas certas e na hora certa – eu sei que não é tão simples assim, mas vamos lá.

Não é difícil entender

Normalmente as pessoas que precisam te ouvir estão reunidas em pequenos grupos ou localidades. Se o seu comércio é local, por exemplo, quem precisa saber o que você vende são as pessoas do seu bairro, da sua cidade. Adianta o que você anunciar para o Brasil inteiro que você tem uma mercearia ou corta cabelo numa cidade com 100 mil habitantes e que só atende presencialmente?

Godin explora bem esse tema: seja o “melhor do mundo” para as pessoas que te acompanham, que gostam de você e que estão interessadas no que você vende – e aqui podemos falar até de ideias.

Nos perdemos em sonhos cada vez mais complexos e distantes. Passamos horas na internet assistindo os influencers e achamos que a solução para os nossos problemas é sermos iguais a eles. Ter uma audiência de milhares de pessoas, em 99% dos casos, serviria apenas para massagear o seu ego. Para o que você faz e como faz, neste momento, não possui qualquer serventia.

E nessa loucura, queimamos nossos cartuchos em estratégias erradas e ridículas. E quando as coisas não acontecem – o que é bem provável e previsível -, a sensação que fica é de fracasso. Nos sentimos uns merdas por ficar olhando os números do vizinho, do cara que não faz nada de relevante, mas que arrasta uma multidão de pessoas por fazer dancinhas idiotas na frente de uma câmera.

Um exemplo bobo

Certamente você imagina que fazer uma live no Instagram para 30 pessoas seja um fracasso completo. Claro, você já se acostumou com os números dos famosos. E se eu te disser que não é? São 30 pessoas que te acompanham, que estariam enchendo uma sala para ouvir suas ideias ou comprar qualquer coisa que você estivesse vendendo.

Seu jogo, hoje, não é colocar 50 mil pessoas numa live. Pensa comigo: se você entrasse numa sala com 30 pessoas para uma palestra ou se essas mesmas 30 pessoas entrassem na sua loja ao mesmo tempo você acharia uma multidão. Nem conseguiria atender ou falar com todo mundo com calma. Viu como essa audiência é relativa?

Esqueça esses papos de guru e concentre-se no seu objetivo. Não é pensar pequeno, longe disso. O crescimento necessita de consistência e bases sólidas. Sem isso, você periga desmoronar no primeiro vento. E exemplos assim não são difíceis de encontrar por aí. Aliás, a maioria entra com ideias mirabolantes e acaba desistindo na primeira dificuldade. O sucesso é relativo e o fracasso também.

Portanto, curta muito as músicas do Tim Maia. Coloque para ouvir quando estiver de bobeira, relaxando e tomando uma cerveja. Quer cantar junto? Cante! Vai te fazer bem, trazer alívio e satisfação, aquela coisa boa no peito. Só não ache que o mundo inteiro precisa parar para te ouvir e comprar toda e qualquer ideia que você tem na cabeça.

Muitas vezes, falar com a pessoa que está ao seu lado basta para obter os resultados que você tanto espera.


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– No futuro, o que será mais atrativo: Seleções ou Clubes?

Seleções ou Clubes: o que lhe atrai mais? Se a resposta foi “clubes”, quais serão: locais ou globais?

Cada vez mais percebemos o desinteresse na Seleção Brasileira e um aumento da audiência em jogos entre clubes europeus. Uma tendência indiscutível (vide os adolescentes com as camisas de equipes globalizadas, que deixam de usar – por vários motivos – as dos clubes nacionais, optando por Real Madrid, Barcelona, Juventus, PSG, entre outros).

A Copa do Mundo (que envolve seleções) é uma festa quadrienal, que mantém a expectativa em alta quando ocorre. Mas e a Uefa Champions League (que envolve clubes e é anual), não se tornou igualmente global?

George Weah, Hagi, Drogba, Nakata, Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo… esses craques não teriam condições de serem campeões do mundo por seus países, mas pelos seus clubes, sim. Aliás, é mais numerosa a participação / representatividade de países na UCL do que na World Cup (vide quantas nacionalidades diferentes temos em campo durante a competição).

A globalização é um dos fatores que explica tal fenômeno, que leva a situações impensáveis antigamente: na Eurocopa, por exemplo, a Espanha não tem nenhum jogador espanhol do gigante Real Madrid – que é um conglomerado de astros multi-raciais e internacionais. Clubes como ele se tornam empresas de entretenimento, gerindo melhor a relação com seus torcedores planeta afora do que as Seleções.

A técnica e a tática são cada vez mais relevantes nesse momento, onde o profissionalismo sucumbe à emoção. Clubes bem treinados, que todos os dias se preparam, jogam muito melhor do que Seleções Nacionais que se reunem eventualmente e mal podem treinar.

Sejamos sinceros e realistas: os clubes de futebol globais, cada vez mais, são mais espetaculares que os nossos clubes locais ou a Seleção Nacional (gostemos ou não).

Opinião: Os efeitos da globalização no futebol mundial | Torcedores | Notícias sobre Futebol, Games e outros esportes

– Os elétricos na moda: Bruce Wayne / Batman terá um Mercedes “diferente” em “The Flash”.

A Mercedes também entrou na briga dos carros elétricos?

Mais ou menos.

Para o filme “The Flash”, o milionário Bruce Wayne ostentará um veículo da marca “sem preço”, por ser um carro-conceito e elétrico.

Veja só, extraído de: https://www.uol.com.br/carros/noticias/redacao/2021/06/22/batman-usara-carro-conceito-eletrico-da-mercedes-em-novo-filme.htm

BATMAN TERÁ CARRO CONCEITO EM FLASH

O ator Michael Keaton, que voltará a fazer o Batman após 30 anos, deverá possuir um modelo dos mais exclusivos como seu carro particular. No filme The Flash, que deverá chegar às telonas no próximo ano, Bruce Wayne será o proprietário de um Vision Mercedes-Maybach 6 (…).

O Maybach 6 foi revelado como um carro-conceito em Pebble Beach em 2016, e é elétrico apesar do grande capô. Por ser conceito, o modelo não tem preço divulgado.

Ele tem quatro motores elétricos que fornecem 738 cv às quatro rodas. Desta maneira, ele é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 4s e ter uma autonomia de 320 km. O Maybach 6 ainda é conversível.

A presença do Maybach é muito provavelmente o resultado de um acordo de produto contínuo da DC com a Mercedes, que começou com no filme da Liga da Justiça de 2017.

O filme do Flash com Bruce Wayne está programado para estrear em 4 de novembro de 2022.

merc - Divulgação - Divulgação

– O poder das marcas: CR7 vs Coca-cola!

Quando uma grande marca confronta com outra, algo certamente pode ocorrer. Foi o que aconteceu na coletiva da Eurocopa, quando o jogador Cristiano Ronaldo (notoriamente um atleta de vida saudável), fez “cara de quem não gostou” ao ver duas garrafas de Coca-cola em sua mesa e lembrou que prefere água (ele não bebe refrigerantes).

Por tal gesto, vejam que loucura, as ações da Coca se desvalorizaram e a empresa perdeu num só dia 4 bilhões de dólares!

Em tempo: a água que estava sobre a mesa também era um produto da The Coca-Cola Company. Assim, não foi algo “contra a empresa”.

Extraído de: https://exame.com/casual/gesto-de-cristiano-ronaldo-faz-coca-cola-perder-us-4-bilhoes

GESTO DE CRISTIANO RONALDO FAZ COCA-COLA PERDER US$ 4 BILHÕES

Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente

Por André Martins

Cristiano Ronaldo parece não ser fã de refrigerantes e a demonstração pública disso custou bilhões para a Coca-Cola. Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente.

Ao sentar para iniciar a coletiva antes do jogo de abertura do Grupo F contra a Hungria, o jogador, de 36 anos, retirou as duas garrafas, pegou uma de água e disse: “Água. Coca-cola …”, fazendo referência que o que se deve fazer é beber água.

O gesto de Cristiano teve um impacto negativo para a marca, que é uma das patrocinadoras da competição. Segundo o jornal espanhol Marca, o valor das ações da empresa caíram 1,6% na bolsa de valores 30 minutos depois da fala do jogador português. O valor da Coca-Cola passou naquele momento de US$ 242 bilhões para US$ 238 bilhões, com perdas totais de US $ 4 bilhões.

A agência Reuters procurou a Coca-Cola, mas não teve resposta.

As entrevistas coletivas de grandes competições esportivas, como a Eurocopa ou a Copa do Mundo, são a oportunidade dos organizadores associarem as marcas de seus patrocinadores aos principais jogadores do torneio. Desta vez, não deu certo.

Cristiano Ronaldo é conhecido por defender a importância de uma alimentação saudável, longe de açúcares e gorduras. O jogador não faz propaganda de nenhuma marca de refrigerante.

Com informações da Reuters.

– Laka ou Galak?

Viram a nova embalagem do Laka?

Do tradicional branco, o chocolate da Lacta foi para uma cor idêntica ao seu rival Galak, da Nestlé. Perceberam?

Por quê se assemelhar a algum produto que não é o líder de mercado? Descaracteriza-se e dá a lembrança ao rival.

Coisas do mercado…

– Uma diferença boba, mas que aguça a curiosidade do consumidor: a Colgate do Mercado!

Repare nestas pastas de dente: o preço e o produto são os mesmos, embora o tamanho das embalagens não sejam. 

Quando você vê ítens assim, como estes, na prateleira e vai comprar um nessas circunstâncias, por qual você opta?

A diferença aqui é: ambos no Carrefour dividem espaço, mas perceba que um é mexicano e outro é brasileiro.

Fica a recomendação: por quê não esperar um lote acabar?

– O Verdadeiro Futebol Brasileiro dando um Alô…

Lembram dessa propaganda para a Copa da Alemanha?

Esses jogadores do video-clip promocional da Nike, abaixo, eram feras em campo!

Robinho no auge, Ronaldo Fenômeno Magro, Adriano sóbrio e R10 focado, jogavam muita bola…

Claro que gostavam (e gostam) da “marvada”, e talvez por culpa dela a Seleção não levou o caneco em 2006. Mas que era prazeroso assistir, não há dúvida.

Aqui, para matar saudade:

– E se não fosse Neymar?

É público que Neymar está em litígio com a Nike, patrocinadora do PSG e da Seleção Brasileira. O jogador pertence ao casting da Puma atualmente.

Sílvio Barsetti, no Portal Terra, trouxe algumas informações sobre a repercussão do “encobrimento” digital com emojis feito na camisa da Seleção, para esconder o Woosh da fornecedora de material esportivo. Vide em: https://www.terra.com.br/esportes/futebol/neymar-desafia-cbf-nike-e-selecao-brasileira-arrogancia,ad42156ba89415aeaf50d9b082b454a7mgvlfh81.html

A pergunta que fica é: faz parte das obrigações do convocado expor-se durante os treinos, jogos e outros eventos com o uniforme oficial. Se fosse um atleta menos badalado, a CBF o puniria?

Por outro lado: Neymar também fará o mesmo “disfarce” na camisa do seu clube, o PSG?

Aguardemos…

Sobre a camuflagem, aqui: https://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/noticias-neymar-selecao-brasileira-nike-simbolo-emoji-instagram.ghtml

Sobre o litígio e as acusações da Nike contra o atleta, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/05/28/neymar-seguiu-os-conselhos/

 

 

– Já abasteceu combustível no Posto Corinthians?

Fui dono de Posto de Combustíveis por muitos anos, e sei que ramo de atividade complicadíssimo é esse. 

Pois bem: há alguns dias foi inaugurado um posto licenciado pelo… Corinthians! 

Diferente e arriscado. Só as grandes redes estão sobrevivendo neste mercado tão marcado por máfias (a Lava-Jato que o diga…). Curioso para saber o desenrolar da operação.

Compartilho, extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/posto-do-corinthians/

POSTO CORINTHIANS FOI INAUGURADO

O Posto Corinthians foi inaugurado no sábado (1º) na Zona Leste da cidade. Com decoração em preto e branco, a estação de abastecimento fica a cerca de dois quilômetros da Neo Química Arena, o Itaquerão. O estabelecimento funciona 24 horas por dia.

Licenciado para o Grupo CPN, o espaço deve se tornar ponto de encontro de torcedores. Quando a pandemia arrefecer, jogos devem ser transmitidos em dois telões na área externa, onde há uma arquibancada de concreto.

O espaço tem ainda um memorial de brasões e bandeirões e uma loja de conveniência, que vende produtos licenciados  do time. Parte do faturamento do posto é revertido ao Corinthians, de acordo com o clube.

Posto do Corinthians. Avenida Líder, 2000, Itaquera.

Duas imagens que mostram o posto. À esquerda, com o mascote de time à frente. À direita, um ônibus preto.

– Marketing e Solidariedade: a parceria do Red Bull Bragantino e o Hospital da USF por doação de sangue!

Não há como deixar de parabenizar a ação solidária entre o Red Bull Bragantino e o HUSF: nestes tempos em que os bancos de sangue estão precisando muito de doações (eu sou doador voluntário e levanto a bandeira para doações regulares também de hemoderivados), o incentivo a tal causa se faz necessário.

Abaixo, há até mesmo uma promoção, extraído de: https://www.redbullbragantino.com.br/noticia/sangue-de-primeira-3ª-edicao

DOE SANGUE

Quem doar sangue em nosso Hemonúcleo nos meses de maio ou junho concorrerá a uma bola personalizada autografada pelos craques do Massa Bruta

O Red Bull Bragantino e o Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus (HUSF) estão novamente escalados para salvar vidas. Neste mês de maio, inicia-se a terceira edição da campanha Sangue de Primeira, com a missão de arrecadar doações de sangue ao Hemonúcleo Regional, referência para Bragança Paulista e outros 10 municípios.

Devido à pandemia da COVID-19, o número de bolsas de sangue coletadas tem diminuído consideravelmente. Porém, os pacientes não podem esperar. E, nesta batalha tão importante e decisiva, nada como contar com o apoio dos craques do Massa Bruta: o clube entregou duas bolas personalizadas, autografadas pelo time principal, para serem sorteadas pelo HUSF entre os doadores de sangue nos meses de maio e junho.

“A pandemia, infelizmente, reflete negativamente em todos os setores da sociedade. E nosso Hemonúcleo Regional continua em estado crítico pela ausência de doadores de sangue. Felizmente, podemos, novamente, contar com o apoio do Red Bull Bragantino nesta causa a serviço da vida. Esperamos reverter o quadro negativo com a mobilização de todos”, disse o diretor geral do HUSF, Frei Roberto Santos.

Quem doar sangue no Hemonúcleo entre os dias 13/5 e 31/5 concorrerá à primeira bola autografada pelos craques. A segunda será sorteada entre os doadores de todo o mês de junho – em celebração ao movimento Junho Vermelho.

“O Junho Vermelho é uma renomada campanha de incentivo à doação de sangue. E muito nos honra ter o apoio do Red Bull Bragantino para popularizar e divulgar essa temática à sociedade. O Massa Bruta é motivo de orgulho para nossa Região e, certamente, seguiremos salvando vidas juntos”, destacou Leandro José Uliam, diretor administrativo do HUSF.

Para realizar a doação de sangue, é necessário realizar o agendamento junto ao Hemonúcleo Regional através do seguinte número: (11) 2490-1240. O Hemonúcleo funciona de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h30 às 13h, no seguinte endereço: Avenida São Francisco de Assis, nº 260, Cidade Universitária, Bragança Paulista-SP.

Dúvidas frequentes (FAQ) sobre a doação de sangue

O que é necessário para ser um doador de sangue?

Dentre os requisitos básicos, estão: ter entre 16 e 69 anos; pesar mais de 50kg; não ter recebido transfusão de sangue nos últimos 12 meses; não ter antecedentes de Doença de Chagas, Hepatite ou Sífilis; não estar grávida, amamentando ou ter feito parto ou aborto nos últimos 3 meses; não ser usuário de drogas e não ter comportamento de risco para AIDS.

Quais protocolos devo seguir no dia de minha doação de sangue?

Ter repousado por, no mínimo, 6h; não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 12h; ter feito uma alimentação leve (o doador não deve estar em jejum) e não estar com febre, gripe ou resfriado.

Quantas doações de sangue podem ser realizadas no intervalo de um ano?

Homens podem doar sangue a cada 60 dias (contabilizando, no máximo, quatro doações no período de um ano). Mulheres podem doar a cada 90 dias (contabilizando, no máximo, três doações no período de um ano).

Fui vacinado contra a COVID-19. Quando poderei doar sangue?

Se você recebeu a vacina Oxford/AstraZeneca ou Pfizer, deve aguardar 7 dias após a dose (primeira ou segunda). Caso tenha sido a vacina do Butantan/CoronaVac, deve aguardar 48h após a dose (primeira ou segunda).

Fui contaminado pela COVID-19 ou tive contato com caso suspeito/confirmado. Quanto tempo devo aguardar?

Caso você tenha testado positivo para COVID-19, deve aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para doar sangue. Mas, se teve contato com algum caso suspeito ou confirmado da doença, poderá doar sangue 15 dias após o respectivo contato.

Histórico da campanha

A campanha Sangue de Primeira surgiu em dezembro de 2019, ano do histórico retorno do Massa Bruta à elite do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, foi sorteada uma camisa branca autografada pelos atletas campeões da Série B aos doadores de sangue.

A ação inaugural arrecadou 87 bolsas de sangue (consolidando um potencial para salvar até 261 vidas, visto que o sangue pode ser utilizado de forma terapêutica em até três pacientes diferentes).

No ano passado, em virtude da pandemia, a segunda edição teve um período de doação estendido – sendo realizada entre 14/10 e 24/11. A campanha, que sorteou a camisa preta autografada, foi responsável por arrecadar 658 bolsas (potencial para salvar até 1.974 vidas).