– Natura comprará por € 1 bi a The Body Shop da L’Oréal

A Natura dá um importante passo em busca de se tornar a maior empresa de cosméticos do mundo (já é a maior do Brasil). Na 2a feira, deveria concretizar a compra da gigante britânica The Body Shop, que tem lojas espalhadas no mundo inteiro! Hoje, a empresa pertence à francesa L’Oréal.

Sabe o que é mais curioso? A Natura se tornou essa potência através do porta-a-porta e catálogos, ao contrário da sua aquisição, que tem espaços físicos em pontos estratégicos.

Abaixo, extraído de Valor Econômico, 20/06/2017

NATURA PREVÊ ASSINAR A COMPRA DA BODY SHOP EM 26 DE JUNHO

Empresa brasileira ofereceu € 1 bilhão à L’Oréal pela aquisição da rede britânica.

O conselho de trabalhadores da L’Oréal concluiu de maneira favorável o processo de consulta sobre a aquisição da varejista britânica The Body Shop pela Natura.

Assim, a fabricante de cosméticos brasileira e a multinacional francesa pretendem assinar um acordo de compra e venda das ações de emissão da The Body Shop em 26 de junho de 2017, em Londres.

A informação consta em fato relevante arquivado nesta terça-feira (20) pela Natura na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fechamento da operação de compra da Body Shop aguarda as aprovações regulatórias de órgãos de controle da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos.

A proposta apresentada pela Natura de € 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) foi anunciada na semana passada. Com o negócio, a maior empresa brasileira de cosméticos mira a internacionalização de seus negócios.

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– Os clubes estão ficando menores que os atletas?

Vi e achei que rende uma boa discussão: alguns clubes de futebol estão perdendo torcedores para admiradores de atletas?

Tudo pelos negócios através do marketing: assim como os clubes têm escudo, jogadores de ponta tem logomarcas!

Veja e reflita: será que os atletas não estão (ou um dia estarão) suplantando os times de futebol (por mais paradoxo que isso possa parecer) através de seus fãs?

Olha alguns exemplos de logos reconhecidas:

– Em qual Era da Administração de Empresas Viveremos?

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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– Feliz Dia Comercial dos Namorados

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr, atual prefeito de São Paulo), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– E essa onda de lanchonetes de Açaí?

De onde surgiram tantas lojas de Açaí? Já repararam que a cada avenida movimentada existe um Açaí-isso, Açaí-aquilo?

Serão esses comércios como os das paletas mexicanas, que pipocaram por toda a parte e muitos naufragaram ou tiveram que se reinventar?

Com tanto quiosque e casas (aqui em Jundiaí são muitas), nem todos sobreviverão…

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– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a crise financeira, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.

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– A cáca que fez a United Airlines perder 1 bilhão em 24h

Tratar bem o cliente é fundamental no cotidiano de qualquer empresa, e impedir qualquer repercussão negativa é importante nesses dias de intensa atividade dos consumidores nas redes sociais. Digo isso pois: viram o passageiro que foi retirado à força de um avião da United Airlines?

Ocorreu excesso de passageiros (overbooking) e o rapaz foi convidado a sair da aeronave. Se recusando, retiraram-o até sair sangue, literalmente! No dia seguinte, as ações da United desvalorizaram em 1 BILHÃO DE DÓLARES!

Abaixo, extraído de:

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/united-chega-a-perder-quase-us-1-bi-em-valor-de-mercado-apos-video-de-passageiro-arrastado.ghtml

UNITED CHEGA A PERDER QUASE US$ 1 BI EM VALOR DE MERCADO APÓS VÍDEO DE PASSAGEIRO ARRASTADO

As ações da United Continental Holdings, controladora da United Airlines, operam em queda nesta terça-feira (11) depois do episódio em que um passageiro da companhia aérea foi arrastado para fora de um voo nos Estados Unidos.

Pela manhã, as ações chegaram a cair 3%, levando a companhia a perder quase US$ 1 bilhão em valor de mercado desde o início da polêmica. À tarde, o ritmo da queda diminuiu e o papel fechou em queda de 1,13%.

Na véspera, quando o caso começou a ser divulgado, a empresa fechou o pregão avaliada em US$ 22,5 bilhões.

O vídeo mostrando o passageiro de um voo de Chicago para Louisville sendo removido à força do avião antes da decolagem disparou críticas ao redor do mundo contra a empresa. O clipe mostra três homens usando equipamentos e coletes de segurança falando com o passageiro sentado no avião. Depois de alguns segundos, um dos homens agarra o passageiro, que grita e é arrastado pelos braços para a frente do avião.

O passageiro que foi retirado à força de um avião por problema de overbooking foi identificado nesta terça-feira (11) pela imprensa americana como David Dao, de 69 anos. De acordo com o “Courier Journal”, o médico teve licença suspensa por fraude em receitas de substâncias controladas.

Segundo Tyler Bridges, um passageiro que estava no mesmo voo, o homem disse repetidamente que estava sendo discriminado porque era chinês.

Muitos usuários do Weibo, incluindo o comediante Joe Wong e o fundador da companhia de comércio eletrônico JD.com, Liu Qiangdong, defenderam boicote à United Airlines.

“Isso me lembra das experiências de pesadelo que tive as três vezes que viajei com a United Airlines”, disse Liu a seus mais de 3 milhões de seguidores. “O serviço da United é definitivamente o pior do mundo!”

Nos Estados Unidos, a revolta em mídias sociais continuava, com o incidente se mantendo pelo segundo dia seguinte entre os principais assuntos discutidos no Twitter.

O CEO da empresa, Oscar Munoz, disse que o passageiro retirado do voo apresentou comportamento “perturbador e beligerante” após ser solicitado a ceder seu lugar.

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– O Futuro do Galo: existiria repulsa se o Red Bull sugerisse união ao Paulista? Sobre a chegada da Carabao no Brasil.

Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.

Todos nós estamos chateados com a impensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.

Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…

Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade – é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.

Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?

Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:

  1. O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem (não é isso que sempre cobramos?)
  2. Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
  3. Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
  4. Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
  5. Eles tem inovação. Nós temos tradição.

Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com a Lousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.

Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).

Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.

Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada (a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!

E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M City dos sheiks sauditas. O Chelsea do russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?

Aliás, quando Dietrich Mateschitz (o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.

Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho? Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceriado Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.

E sabem o que mais?

A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.

Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).

INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.

Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!

Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…

EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO (sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?

***

Observações:

1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?

2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?

3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?

4- Curiosidade: veja uma propaganda pequena da Carabao, citada como parceira do Flamengo, em: https://www.youtube.com/watch?v=3i7Z_-epUWs

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– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuraos não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

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– Consumistas Esperançosos

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

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– Operação Carne Fraca: um país enganado pelos poderosos frigoríficos!

Uma história horripilante: o grupo JBS (dono da Friboi, Seara e Swift) e a BRFoods (Sadia, Perdigão, Qually, entre tantas marcas) foram acusados pela Polícia Federal através da Operação “Carne Fraca” de pagar propinas para evitar fiscalização na produção de carne e embutidos.

Constatou-se carne vencida modificada com produtos químicos cancerígenos, papelão reprocessado com produtos para dar volume ao alimento, restos de comida em embutidos.

E tudo isso descobriu-se que na merenda do estado do Paraná, a salsicha de Peru era feita de soja…

Antes, a preocupação era de adubos e fertilizantes perigosos nos hortifrútis. Depois, o hormônio nos frangos. E agora a questão da carne?

O que comer?

Resposta simples: o que se planta e cria em casa. Ou peixe (por enquanto, acho que ainda dá).

Abaixo, as marcas que são propriedades das duas empresas. A seguir, o texto explicativo das ações da polícia:

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/03/18/carne-vencida-e-mascarada-com-produtos-cancerigenos-o-que-se-sabe-sobre-o-escandalo-que-atinge-as-maiores-empresas-de-carne-do-brasil.htm

O QUE SE SABE SOBRE O ESCÂNDALO QUE ATINGE AS MAIORES EMPRESAS DE CARNE DO BRASIL

Mudar a data de vencimento de carnes estragadas, maquiar seu aspecto ou usar químicos para mascarar seu mau cheiro – até mesmo em produtos usados na merenda escolar.

Estas são algumas das táticas ilegais que, segundo as autoridades do Brasil, cerca de 30 empresas de carne do país usavam para vender alimentos em mau estado de conservação, incluindo fornecedoras de grandes frigoríficos.

Operação Carne Fraca, realizada nesta sexta-feira (17), revelou que as empresas JBS e BRF – que são as maiores do Brasil e estão entre as maiores exportadoras mundiais – também adulteravam a carne que vendiam no mercado interno e externo.

A operação foi a maior já realizada na história da Polícia Federal, segundo as autoridades. A investigação, que mobilizou 1.100 policiais em sete Estados, revelou uma extensa rede de subornos e propinas nos quais estariam implicados dezenas de inspetores do governo encarregados de garantir que os produtos cumpriam com as normas sanitárias.

As empresas negam que práticas de alteração tenham sido realizadas em seus produtos e dizem que estão colaborando com as investigações.

MERENDA ESCOLAR

A descoberta de que, no Paraná, alunos da rede pública estadual consumiram salsicha de peru sem carne – preenchida com proteína de soja, fécula de mandioca e carne de frango – deu início à investigação de dois anos.

“Inúmeras crianças de escolas públicas estaduais do Paraná estão se alimentando de merendas compostas por produtos vencidos, estragados e muitas vezes até cancerígenos para atender o interesse econômico desta poderosa organização criminosa”, disse o delegado da Polícia Federal Mauricio Moscardi Grillo.

As práticas fraudulentas incluíam alterar os rótulos e as datas de vencimento dos produtos, injetar água na carne para aumentar seu peso e tratar as carnes com ácido ascórbico (vitamina C). A PF encontrou produtos com estas alterações em supermercados.

A liberação da carne vencida e adulterada era feita por fiscais do Ministério da Agricultura, que recebiam propina dos frigoríficos para afrouxar a fiscalização.

Segundo a PF, há provas de que as empresas falsificaram documentos para exportar a carne para a Europa, a China e o Oriente Médio.

A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de frango, e o quarto em carne suína. As exportações em 2016 representaram 7,2% do comércio global do setor, segundo a agência EFE.

LIGAÇÕES COM A POLÍTICA

Na sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu 38 mandados de prisão, 34 deles para funcionários públicos, principalmente agentes sanitários. Também foram detidos quatro executivos de empresas, incluindo o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos, o diretor da BRF André Luiz Baldissera e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou.

Ao todo, foram 309 mandados judiciais, incluindo condução coercitiva e busca e apreensão.

Mauricio Moscardi afirmou também que “a investigação deixa bem claro que uma parte dos valores (das propinas) era revertida para partidos políticos”. O dinheiro, segundo ele, beneficou membros do PMDB e do PP, cujos nomes não foram citados.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, emitiu um comunicado no qual informou ter ordenado a suspensão de 33 funcionários do governo acusados de estar envolvidos no escândalo.

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– Rio Claro Futebol Clube será o primeiro clube brasileiro a defender torcida gay em suas arquibancadas!

O homossexualismo ainda é um tabu na sociedade. No mundo do futebol, mais ainda. Nas arquibancadas, nem se fale!

Contra o preconceito, o time do Rio Claro resolveu convidar a comunidade LGBT da sua cidade para acompanhar o Azulão em seu estádio, fazendo grande divulgação pelas redes sociais. Em suas postagens, os dizeres:

O Rio Claro FC luta pelo fim de uma vez da homofobia nos estádios de futebol. Encorajamos a todos que se identificam com a causa a comparecerem aos jogos no Estádio Dr. Augusto Schmidt Filho. Aqui você não vai ouvir “bixa” (sic) quando o goleiro cobrar tiro de meta em tom de ‘ofensa’, aqui, somos todos iguais, todos irmãos“.

E aí, você acha que tal medida ajudará a diminuir a discriminação contra os gays ou será apenas uma jogada de marketing sem grande sucesso?

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A propósito, o Rio Claro é pioneiro no Brasil, mas o precursor de tais campanhas no futebol profissional foi o Rayo Vallecano da Espanha. Escrevemos em Julho de 2015 neste blog:

AS CAMISAS POLITCAMENTE CORRETAS DO TIME ESPANHOL

O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.

As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.

O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga (querendo apenas repercussão), ou comercial (simplesmente para vender mais camisas)?

Aprovaria se o seu time fizesse algo assim?

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– As Estatais e o dinheiro gasto em Patrocínios

Os dados podem ser acessados na Internet por qualquer pessoa devido a Lei de Acesso à Informação. E eles mostram que entre 2012 e 2016, 7 estatais gastaram R$ 1,86 bi com patrocínios esportivos.

Será que elas tiveram algum retorno do investimento?

Veja só quanto investiram (e reflita se valeu a pena):

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL: R$ 730.000.000,00

CORREIOS: R$ 465.207.307,00

BANCO DO BRASIL: R$ 463.432.000,00

PETROBRÁS: R$ 77.895.476,00

BNDES: R$ 65.100.000,00

ELETROBRÁS: R$ 47.151.256,00

INFRAERO: R$ 11.250.000,00

É nosso dinheiro aplicado em marketing esportivo. Será que precisava de tanto?

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– As novas embalagens da Coca-Cola e o novo sabor da Zero

A partir de fevereiro, novidades na praça: a Coca-Cola virá com nova roupagem e o sabor da Coke Zero mudará (bem como o nome).

Abaixo, em: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/12/27/coca-cola-muda-sabor-da-versao-zero-para-ficar-mais-proximo-da-original.htm?cmpid=tw-uolnot

COCA MUDA O SABOR DA ZERO PARA FICAR MAIS PRÓXIMA DA ORIGINAL

A Coca-Cola anunciou que mudou a fórmula de sua versão Zero, que não tem açúcar, para que o sabor “fique mais próximo ao de Coca-Cola original”.

Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil, diz que a mudança foi feita sem adicionar ou alterar qualquer ingrediente. O nome oficial também passa a ser Zero Açúcar, em vez de apenas Zero.

Além da mudança no sabor, as três versões de Coca-Cola serão vendidas em novas embalagens, que devem chegar a todo o país até fevereiro. As novas embalagens têm um disco vermelho ao centro, acompanhado da cor de cada versão (vermelho para a original, preto para Zero Açúcar e verde para Stevia).

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– Existe preconceito ao clube empresa?

Aqui no Brasil, quando se fala em “dono de clube de futebol”, imediatamente vem a ideia preconceituosa de que existe apenas o interesse financeiro. São poucos os que pensam em uma administração esportiva profissional visando o também o lucro (como os clubes esportivos que não são empresas também almejam).

O Audax de Mário Teixeira era Pão de Açúcar do Abílio Diniz, e da 5a divisão foi ao vice-campeoanto paulista da 1a divisão em pouco tempo. Idem a trajetória de sucesso do Red Bull Brasil.

Aliás, os esforços em um trabalho sério e calcado num agressivo marketing são marcas do “Toro Loko” em nosso país. O fabricante de enérgico mundialmente famoso atua na Fórmula 1, em provas aéreas e outros esportes, penando ainda pela falta de numerosos torcedores, embora, sejamos justos, tem sido simpático à Campinas, onde manda seus jogos.

Já na Alemanha, em Leipzig, cidade da antiga Alemanha Oriental, o Red Bull chegou à 1a divisão da Bundesliga e sofre total rejeição. O time-sensação do Campeonato Alemão é vaiado quando joga como visitante pelo fato de… ter dono! A Federação Alemã também proibiu o nome Red Bull e ele tem que jogar como RB Leipzig (RasenBallsport Leipzig).

Já na Inglaterra, os donos dos clubes são americanos, chineses, tailandeses, russos, malaios… e funciona muito bem. Ou vamos negar o sucesso da Premier League?

Qual é o problema, cá entre nós, de um clube ter dono? Vejam o que os clubes associativos viveram com Mustafás, Aidares e Dualibs da vida…

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