– Parabéns por mais um ano, Red Bull Bragantino.

Sensacional!

Viram o vídeo promocional da Red Bull, em alusão ao aniversário do Bragantino?

Nele, mostra-se total integração com a comunidade de Bragança Paulista. “Caipira”, e ao mesmo tempo, “Moderno”.

Parabéns para quem bolou!

– Clubes popularizando seus ídolos do passado!

Que ideia legal: as novas gerações não conhecem a fundo os ídolos do futebol que jogaram em seus clubes no passado. Pensando nisso, o São Paulo resolveu criar bonecos gigantes (com a ideia de vender as miniaturas) de jogadores icônicos transformados em mascote, assim como o mascote oficial.

Por exemplo, ao lado do oficial “Santo Paulo” está o “Diamantino”, o boneco que faz alusão ao Leônidas da Silva, inventor do gol de bicicleta e primeiro grande craque brasileiro em Copa do Mundo. Na época, Ademar de Barros (governador do estado e dono da Lacta, naquele período histórico) resolveu homenagear o atacante que tinha o apelido de Diamante Negro, e lançou o chocolate que existe até hoje!

E se o seu time do coração fosse escolher um ídolo para homenagear da mesma forma, qual seria?

– Não faça isso, Galo…

Em meados dos anos 90, um dos temas mais interessantes do Marketing Esportivo era o case “Palmeiras-Parmalat”. Seguido dele, existia o “marketing do deboche”, promovido pelo Íbis, se divulgando como “pior time do mundo”, tendo como garoto propaganda Mauro Shampoo, que vestiu a camisa 10 e, “segundo a lenda”, marcou 1 único gol em 14 anos (naquele tempo, nem existia a Internet ainda).

Divulgar seu nome com conquistas é legal. Ironizando rivais, depende da ocasião. O que não vale é menosprezar indevidamente co-irmão, especialmente se não for momento oportuno.

Com pesar, vejo uma publicação inoportuna do querido Paulista de Jundiaí (que seria algo extremamente normal se fosse feita por torcedor, e não pela página oficial do clube), tirando sarro do… São Paulo!

O Galo da Japi foi Campeão da Copa do Brasil em 2005. De lá pra cá, foi caindo de divisão e hoje não disputa nenhum torneio nacional, além de ter sido rebaixado para a última do estadual. Se não bastasse isso, foi punido pela FPF pelas denúncias de manipulação (a qual recorreu). Apesar dos esforços da diretoria em tentar reerguer o clube, o “estagiário do marketing” não levou em conta nada desse momento ruim e fez a seguinte postagem:

Ora, sempre foi comum o Tricolor Paulista emprestar jovens atletas ao Tricolor Jundiaiense (e seria ótimo neste momento em que a 4a divisão é Sub23), assim como Palmeiras e Corinthians já fizeram. Portanto, não crie mal-estar com quem pode te ajudar, Paulista. E, vendo pelos comentários da página, observa-se que a troça virou um mico… 

Apague logo ela publicação, Galo. Reconhecer erros é ser humilde. Curta o título da Copa do Brasil sim, mas não viva dele somente, já que a fase é de se reerguer. O que foi feito chama-se “anti-marketing”, um tiro no pé para quem precisa se divulgar bem.

– Flamengo x Santos ofuscado por Robinho?

Que estrago fez o Santos FC em sua imagem pela insistência na contratação de Robinho. O atleta, que foi condenado pela Justiça da Itália por estupro, só teve seu contrato suspenso após o boicote anunciado pelos parceiros do Peixe. Nesta semana, o jogador foi condenado pela 2a instância e o Santos manteve o contrato suspenso (ou seja: não desistiu da sua contratação).

Nem com os áudios divulgados (onde Robinho orienta o amigo dele a vir para o Brasil pois aqui não ficariam presos), fez com que a diretoria desistisse da ideia. Conclusão: às vésperas de um jogaço como Flamengo x Santos, você abre os sites e as manchetes são: Robinho condenado!

Pra quê isso? Se livre desse “abacaxi”, Santos. Até o julgamento pela 3a instância, o contrato já venceu e o jogador estará ainda mais veterano… Anti-marketing total!

Justiça italiana confirma condenação de Robinho por crime sexual | Agência  Brasil

– A nova camisa do Corinthians: gostou ou não? Sobre as polêmicas surgidas.

Há 5 anos, fizemos um breve debate sobre o “Corinthians ser tricolor ou não”.

Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2015/09/02/o-corinthians-e-tricolor-ou-nao/.

Agora, o clube do Parque São Jorge lançou uma 3a camisa homenageando o Estado de São Paulo (com o mapa do estado em seu desenho, no formato das calçadas da Avenida Paulista), e causou muita polêmica: pela beleza, e por lembrar “São Paulo” (em alusão ao co-irmão homônimo do Morumbi).

Não vejo problema:

– Ter vermelho no uniforme é aceitável. Não tem no escudo?
– Homenagear o Estado onde vive idem, afinal, não tem no próprio nome “Corinthians Paulista”?

Tirando esses pontos, restará a estética. Afinal, aí é questão de gosto.

Veja a camisa e diga: bonita ou não?

– O Impressionante Império Polishop

O Empreendedor João Appolinário, dono da Rede Polishop, mostra como se tornar um bilionário com inovação, produtos inusitados e a dica promocional: persistência e convencimento na propaganda!

Extraído de IG empresas (clique aqui para a citação)

APPOLINÁRIO, DA POLISHOP, FATURA 1 BILHÃO COM PRODUTOS NÃO CONVENCIONAIS

Empresário se desfez de concessionária do pai para vender o “7 Day Diet”, em 1999. Agora, vai abrir megalojas, quatro vezes maiores que as atuais

Por Cláudia Facchini

João Appolinário, que fundou a Polishop há onze anos, diz que, se precisar comprar uma simples mesa para sua cozinha, terá de ir a uma loja da Casas Bahia, e que as pessoas às vezes lhe perguntam se possui todos os produtos que vende. “Seria impossível ter tudo em minha casa”, afirma.

O empresário faz sucesso com um conceito que foge do tradicional. Appolinário não revela quanto fatura, mas estima-se que o seu grupo já venda mais de R$ 1 bilhão, número não confirmado por ele.

Na Polishop, o consumidor encontra aquele tipo de produto que nunca soube que precisava – embora tenha vivido sem ele até hoje em muitos casos. E não são artigos vistos facilmente em qualquer lugar, como na Casas Bahia.

A Polishop não vende uma escada, mas uma escada dobrável, que pode ser configurada de 14 diferentes formas e que cabe no armário da lavanderia. Ela não vende uma poltrona, mas uma poltrona que faz massagem e pode custar R$ 6 mil.

“Os produtos precisam ser inovadores”, afirma Appolinário, que já chegou até mesmo à Argentina, onde a Polishop vende pela internet e pela TV. O grupo também exporta produtos para 40 países.

Mas nem todas as inovações dão certo, admite Appolinário. O empresário conta que possui em casa uma máquina de fazer pizza, mas que esse produto não está à venda na Polishop. “Achei que seria um grande sucesso. Eu mesmo adoro. Mas acabei desistindo de vender”. Ele não sabe bem por que a máquina não agradou, mas supõe que as mulheres não queiram correr o risco de ter de fazer pizza em casa e perder a esperada oportunidade que de ir ao restaurante.

Megalojas experimentais

A Polishop possui, além de seu site, 140 lojas em shopping centers, vende pela TV e por catálogo. Até o fim do ano, a rede chegará a 150 filiais e, se inventarem algum novo canal de venda, a Polishop estará lá. “Ser multicanal está no DNA da empresa”, diz Appolinário, que, começou, em 1999, aos 36 anos de idade, vendendo pela TV. A primeira loja física da Polishop foi aberta em 2003.

Na verdade, o empresário colocou o seu primeiro pé no varejo ao vender pela TV e por catálogo o “7 Day Diet” (dieta de sete dias), divulgada na época pelo piloto Emerson Fittipaldi.

O pai de Appolinário foi dono de uma concessionária Ford em São Caetano do Sul, onde Samuel Klein também fundou a Casas Bahia. Em 1998, após voltar da Flórida, nos Estados Unidos, e assumir a concessionária, Appolinário decidiu vender a empresa e partir para novos negócios, numa época em que o comércio eletrônico dava seus primeiros passos e a internet começava a revolucionar os hábitos de consumo no mundo.

Agora, a nova investida de Appolinário são megalojas experimentais, de aproximadamente 1 mil metros quadrados de área de vendas. Nessas lojas, os clientes poderão ver os produtos em funcionamento e manuseá-los, como uma máquina de lavar ou uma chapinha para cabelo, por exemplo. “Ali, não terá um aviso de que é proibido tocar nos produtos. Pelo contrário, vamos dizer: sente-se, experimente, mexa”, diz Appolinário, que irá abrir a primeira unidade nesse conceito no começo de 2012. O objetivo é chegar a 10 unidades nos próximos meses.

Atualmente, as lojas da rede possuem uma área bem menor, entre 200 e 250 metros quadrados. Se somadas todas as filiais, a Polishop possui hoje cerca de 25 mil metros quadrados de área de vendas. Para 2012, a previsão é agregar outros 12 mil ou 15 mil metros quadrados. “Deste total, 6 mil já estão contratados”, diz Appolinário.

Campeã de vendas

Para algumas marcas, como o “juicer”, processador de alimentos da Philips Walita, a Polishop já se transformou em um dos maiores revendedores.

Um dos seus produtos mais emblemáticos é o grill elétrico George Foreman, que foi lançado pela rede em 2005 e que, na época, foi visto com ceticismo pelos concorrentes. “Hoje, o grill é uma categoria importante, mas, antes, as pessoas acreditavam que, no Brasil, ninguém iria se interessar por um grill elétrico”, afirma Appolinário.

Entre os carros-chefes da Polishop também estão os aparelhos de ginástica, categoria em que a varejistas já se transformou em dos maiores revendedores do País. São aparelhos que prometem resultados incríveis, como o Energy Turbo Charger , que estimula “todos os músculos do seu corpo sem sair do lugar”.

As propagandas persuasivas são a alma do negócio da Polishop. Appolinário, enquanto fala ao iG,  caminha pelos estúdios onde os comerciais são gravados na nova sede da empresa, na zona Sul cidade de São Paulo. Tudo é produzido em casa, do cenário e roteiro à gravação.

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– O emprego mais difícil do Brasil: Diretor de Marketing do Carrefour Brasil!

Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.

Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?

Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

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– Pizza Surpresa!

Êba!!!

Comprei uma pizza 1/2 de calabresa com catupiry e 1/2 halley da EMPÓRIO PIZZARIA.

A recebi em ordem e, para a minha surpresa, ganhei uma de brigadeiro.

Questionado o motivo do mimo, a resposta: “É a sua primeira compra conosco, o brinde é para ficar freguês”!

Deu certo, repetirei o pedido na próxima oportunidade, pois além do bom sabor, a simpatia contou como marketing.

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– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no exterior e o marketing falando mais alto.

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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– Dificuldade impulsionando a Criatividade!

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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– A Bic e seu Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– População Brasileira poderá Convocar a Seleção de Futebol em Votação?

A ideia surgiu há 8 anos e foi revelada pelo Estadão: e se ela se concretizasse? Entenda:

A informação está no Estadão (Caderno Esportes, pg 03, ed 08/10/12, por Paulo Favero e Paulo Galdieri): a Gillete, patrocinadora da Seleção Brasileira, estaria negociando a seguinte promoção: o consumidor entra no site da marca, e “escala” jogadores para o Brasil. Ao final de um determinado período, os atletas mais votados para cada posição seriam revelados e essa “Seleção Popular” seria convocada pela CBF, dirigida por Mano Menezes e jogaria contra um adversário a ser definido.

Andrés Sanches, diretor de seleções, disse na matéria que “não vê problemas nisso, a não ser a questão das datas”.

E aí, o que você acha da idéia? Penso que seria um risco muito grande e desnecessário, onde atletas mais carismáticos poderiam ser escalados no lugar dos mais competentes. Além disso, imagine se o “povão” convocar jogadores preteridos por Mano atualmente, que saia-justa…

– Qual o ponto perfeito?

Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.

Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.

Qual é o seu?

– Everton, Coca-cola azul e James Rodriguez

Viram que legal a ação mercadológica da Coca-Cola na Colômbia?

Parceira do Everton, a Coca-Cola resolveu vender latinhas na cor do clube de futebol inglês (azul) na terra do novo craque do clube: James Rodriguez. O colombiano também é patrocinado pela empresa.

Não vale dizer que lembrou a Pepsi… não parece não, apesar da cor.