– Competência Humana versus Competência Tecnológica: o VAR no futebol brasileiro

Assim como não existe e não adianta a competência e/ou capacidade financeira sem a competência administrativa em qualquer organização, isso acontece na mesma proporção no futebol brasileiro com a questão do VAR e os árbitros.

É sabido que a CBF fez uma lambança com a figura do árbitro de vídeo e, cá entre nós, promoveu tudo para não implantá-lo. O que se dizer ao contrário será mentira. Vejamos:

  • Quando disse ter oferecido o projeto pioneiro à FIFA, não era o primeiro modelo oferecido e tampouco o mais oportuno.
  • Levou 3 anos para a primeira experiência off-line, enquanto que outros países já estavam fazendo uso da ferramenta.
  • Marcou diversas datas para a implantação (algumas delas com os campeonatos me vigor – o que não é permitido pelas Regras da FIFA e que todos sabiam, não ocorreria).
  • Após o “todo-poderoso” Eurico Miranda discutir com Marco Polo Del Nero sobre os erros de arbitragem contra o Vasco da Gama, prometeu o uso do VAR em uma semana! Pura conversa fiada…
  • Criou um chamado “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo“, alocando Sérgio Correa da Silva (o ex-chefe da Arbitragem). Sérgio supostamente tinha sido demitido da Comissão de Árbitros por pressão dos clubes e no fim ganhou um cargo “só pra ele”.
  • Resolveu implantar o VAR após uma capacitação questionada na aprazível Águas de Lindóia e tendo realizado dois testes apenas em jogos “pra valer” (ambos na final do Campeonato Pernambucano, com erros e mau uso do árbitro de video nas duas contendas).
  • Jogou nas costas dos clubes a decisão de usar ou não o VAR no Brasileirão de 2018, colocando custos altíssimos a serem arcados pelas próprias agremiações.
  • Escalou um octodeceto de arbitragem (sim, 18 pessoas) para cada uma das finais da Copa do Brasil 2018 (Corinthians x Cruzeiro), com VAR, Assistente de VAR, Apoio de VAR, Supervisor de VAR e outros dispensáveis. Todos viram a pavorosa atuação do árbitro Wagner Magalhães e do VAR Wilton Pereira Sampaio, onde em dois lances fáceis (que nem precisariam do uso do VAR) tomaram-se decisões equivocadas. Aliás, repararam quanto tempo o árbitro ficou na rodinha de jogadores conversando pelo rádio, e o diminuto tempo que ele levou para assistir o lance e mudar sua decisão? É claro que já estava decidido a mudar  a marcação quando foi ao monitor; e tão claro é a “obrigação” que ele tinha de fazer uso da tecnologia após tanto gasto bancando pela CBF para esse confronto. Dezoito caras e não vai se usar o VAR nenhuma vez? Então tá…

Não adianta colocar árbitros desmotivados, sem planejamento REAL de carreira e com a meritocracia deixada de lado para fazer uso do equipamento tecnológico. A culpa não é da eletrônica, é do humano que a opera.

O problema maior é: o gerenciamento do futebol brasileiro! Quem comanda de fato se esconde por trás de um Coronel que estava no Pará e se apoia num futuro presidente amigo; sem contar que quem manda na arbitragem nunca colocou um apito na boca…

Esse é o triste rumo da arbitragem de futebol em nosso país. Como disse em trocadilho o espirituoso Zé “Boca-de-Bagre”, o amigo do Professor Reinaldo Basile, “o árbitro de vídeo da CBF é uma VARgonha…”

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– A CBF quer tumultuar o Majestoso de sábado? Que insensibilidade…

Parece que a CBF procura confusão! Por incompetência da Comissão de Arbitragem, corre o risco de promover mais um final de semana recheado de discussões nas mesas redondas.

Explico: alguns árbitros não conseguem “ter química” com certos times. Outros, sempre se embananam em determinados estádios. Assim, algo que deveria ser evitado é escalar Rodolpho Toski Marques em jogos do Corinthians. Não existe má-intenção nenhuma dele, mas sempre é um “para-raio” na Arena de Itaquera. Assim como Paulo César de Oliveira involuntariamente também era no Parque Antártica (mas nitidamente com mais competência no seu ofício).

Aliás, qual o mérito dele, Toski, que é uma boa pessoa mas azarado no apito, para alcançar o escudo da FIFA? E depois de tanta lambança, é “presenteado” com o sorteio para Corinthians x São Paulo do próximo sábado?

Estou afastado alguns dias da Internet por motivos particulares. Mas fico indignado de, existindo tantos árbitros no quadro nacional, escolher (digo, sortear) justamente quem já provou que precisa “comer mais feijão” para apitar jogos importantes… Olha a lista recente de “caças”do juizão e os jogos que apitou:

1- Os 8 lances em Corinthians 1x 0 Fluminense –https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/09/22/os-8-lances-polemicos-de-corinthians-1×0-fluminense/

2- O pênalti inexistente Corinthians 1 x 0 Internacional –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/11/22/o-penalti-inexistente-em-corinthians-1×0-internacional/

3 – A falta de autoridade em Ponte Preta x São Paulo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/06/06/autoridade-e-a-falta-de-sobre-lances-da-arbitragem-de-domingo/

4- O pênalti equivocado em Corinthians x Botafogo –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/07/02/o-equivocado-penalti-em-arana-no-corinthians-x-botafogo/

5- Os 3 lances discutíveis em Corinthians 1×1 Cruzeiro –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/10/02/os-3-lances-discutiveis-em-cruzeiro-1×1-corinthians/

6- A imaturidade em Cruzeiro x Santos –
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/17/a-falta-de-experiencia-ou-de-competencia-na-arbitragem-brasileira-mostrada-em-cruzeiro-x-santos/

Perguntar não ofende: onde está a Meritocracia nas Escalas? Um Majestoso é sempre um jogo nervoso, pegado, importante. Ainda mais com os dois times tensos como estão nos últimos dias… Insisto: nada contra a idoneidade do árbitro, mas é escala a ser evitada.

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– Suspenderam os Árbitros. Mas e quem os Escalou?

Quer dizer que o Coronel Marinho, presidente da Comissão de Árbitros da CBF, suspendeu diversos trios de arbitragem por conta das má atuações na Série, escalando-os na Série B?

Discordo disso, pois o risco dos erros acontecerem aos clubes da Segunda Divisão, logicamente aumenta. Ou vai querer me convencer que na Série B é que eles se “reinventarão”?

Divulgar a “geladeira” para imprensa é fazer média a presidente de clube que reclama. Algumas questões ficam sendo pertinentes: como esses árbitros chegaram à elite? Por quê alguns deles são da FIFA? E o que acontece ao responsável por escalar eles?

Aliás, o chefe de árbitros os suspendeu. Só que é justamente ele quem faz as escala e os premia também com bons jogos!

Afinal: ninguém suspenderá o “suspensor” de árbitros, que é o responsável por eles?

Está se trocando o sofá…

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– Modric jogou mais do que Cristiano Ronaldo nessa temporada? Aliás… dá-lhe Marta!

Claro que Modric é ótimo jogador e a escolha do “The Best” elege o atleta que melhor desempenhou seu papel por temporada. Mas cá entre nós: se somarmos a TEMPORADA, o que Modric jogou supera o que Cristiano Ronaldo fez?

Eu ainda acho que não, em que pese duas coisas que contaram a favor do croata contra o português:

  1. A memória da Copa do Mundo (tendemos a dar mais importância aos fatos mais recentes, esquecendo-nos do período todo).
  2. A simpatia ao atleta que poderia quebrar a dualidade Messi / CR7.

Enfim, podemos festejar Marta, a jogadora de futebol brasileira que mais conquistou bolas de ouro / The Best e mostra sempre um profissionalismo incrível, eleita novamente a melhor do mundo. Um consolo a nós, suposto “país do futebol”.

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– A bizarra expulsão no Morumbi em São Paulo 1×1 Fluminense

Infelizmente, você torce a favor de uma boa atuação do árbitro e daí… PIMBA! Vem a cáca e você nem consegue justificar.

Repito o que tenho dito (e com pesar): não temos 10 árbitros em condições de ostentar o escudo da FIFA. O compatriota do Coronel Nunes, Dewson Freitas, sempre deixa a desejar (aliás, se é FIFA, tem que apitar qualquer jogo em qualquer campeonato do mundo: de Barcelona x Real Madrid até a Final da Copa do Mundo). E não fez diferente nesta tarde no Morumbi.

Avalie: Diego Souza acertou / teve a intenção de acertar uma cotovelada em seu adversário (não importa onde), ou deu apenas um “sai daí”, um “safanão” tentando ganhar espaço?

Em que pese a jogada já ter sido vencida (nem de posse da bola estava mais), Diego Souza não praticou a primeira situação citada (que seria conduta violenta, lance para Cartão Vermelho), mas sim praticou a segunda citação (que é atitude antidesportiva, lance para Cartão Amarelo).

Algo que deu para constatar: já perceberam que na preocupação em não parecer “caseiro”, sempre Dewson se mostra “durão demais” com o time mandante? Reparem nisso. E foi isso o que aconteceu no confronto entre os tricolores Paulista x Carioca. Mas verdade seja dita: nenhum cartola pode reclamar da arbitragem;  afinal, aceitaram não ter o VAR no Brasileirão.

 

– E aí, Tite?

Ao ver a convocação da nova Seleção Brasileira de Tite, no pós-Copa, e ler que foram convocados jogadores como Renato Augusto, Felipe, e tantos outros, penso… é essa a renovação?

David Neres está voando na Holanda. Mas… cadê?

Sem contar que Tite reclamava das convocações dos outros treinadores e que atrapalhavam o dia-a-dia, e agora desfalca os clubes do Brasileirão e da Copa do Brasil!

Tite, na verdade, sucumbiu à CBF. Essa é a verdade, infelizmente.

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– Muitos erros na Arbitragem Brasileira do final de semana! Três coisas para melhorar a qualidade:

Têm erros para todos os gostos na Rodada do Campeonato Brasileiro deste último final de semana. E serei sincero: está difícil ver todos!

Houve impedimento “de mesma linha” (Palmeiras x Chapecoense); teve mão na bola interpretada como bola na mão (Atlético Mineiro x Corinthians) e outras reclamações.

Mas pense: o que fazer?

Marco Polo Del Nero, presidente suspenso da CBF, colocou como presidente “de status” o Coronel Nunes do Pará (mesmo estado de Dawson Freitas, o árbitro FIFA paraense). 

Alguma ligação?

Os FIFAs são os 10 melhores do Brasil. Wagner Reway, do MT (da lambança de Vitória x Flamengo), está nessa lista também.

Promoção sem meritocracia adequada?

Algumas coisas são justificáveis: o Chefe dos Árbitros é um Coronel da PM (Marcos Marinho), inventado por Del Nero (ironicamente procurado pela Interpool, a Polícia Internacional). O que Marinho já apitou? Jogou em que time? Dirigiu o quê? Ele era comandante do Policiamento contra torcidas organizadas e foi “criado” após o escândalo Edilson Pereira de Carvalho.

Pense em outra situação: a CBF gasta uma fortuna com o projeto do VAR (questione o salário do Diretor do departamento de Árbitro de Vídeo), mas não tem vídeo-árbitro no Brasileirão! Como explicar? Ops: o Diretor do Departamento é Sérgio Correa da Silva, que outrora havia sido demitido da Comissão de Árbitros, mas na verdade foi remanejado para a nova função.

Não dá mais. Três coisas são necessárias para melhorar a arbitragem em nosso país:

  1. Gente do ramo (ex-árbitros e/ou estudiosos do assunto);
  2. Gente competente (não adianta estar lá apenas por histórico);
  3. Gente merecedora (chega de cargos promovidos por política, deve existir o mérito).

Sem tudo isso, é bobagem ficar toda a rodada falando sobre erros da arbitragem. A gente fica escrevendo demais, cansando muito e a rotina se repete!

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– O mais glorioso perdedor da história do esporte. Quem é ele?

Algumas pesquisas são interessantes e nos ajudam a trazer boas reflexões, como essa que publico abaixo como “repostaqem”.

Nós não costumamos valorizar as equipes ou atletas que não vencem. Uma frase famosa atribuída a Nelson Piquet fez sucesso, e dizia: “O segundo colocado é o primeiro perdedor”. Pois bem: há algum tempo o “The Guardian” fez uma pesquisa sobre os perdedores mais merecedores de vitória.

Veja o resultado, extraído de: http://esportes.terra.com.br/interna/0,,OI3255552-EI1958,00-Jornal+elege+Selecao+de+como+melhor+perdedora.html

JORNAL ELEGE SELEÇÃO DE 82 COMO MELHOR PERDEDORA DA HISTÓRIA

Em seu blog de esportes, o jornal britânico The Guardian elege os seis maiores derrotados da história. A idéia foi prestar um “tributo para aqueles que voltaram para a casa de mãos vazias, mas deixaram suas marcas na memória”.

A Seleção que disputou a Copa de 1982 aparece na primeira colocação do ranking. A publicação relembra lances protagonizados pela equipe e cita jogadores como Sócrates, Zico e Falcão. Segundo o Guardian, se o time de Telê Santana não tivesse caído diante da Itália e fosse campeão, seria lembrado como “superior ao Brasil de 1970”.

Para o jornal britânico, o segundo melhor perdedor da história do esporte é o jogador de sinuca Jimmy White, derrotado em cinco das seis finais que chegou no Campeonato Mundial. Entre 1990 e 1994, ele foi vice-campeão de forma consecutiva. Em 1992, chegou a liderar por 14 a 8, mas acabou perdendo por 18 a 14 diante do carrasco Stephen Hendry.

Em seguida, o Guardian fala do Kent County Cricket Club. O clube perdeu três finais de Copa nos anos 1980, mas o jornal inglês seleciona o período compreendido entre 1992 e 1997 como o mais dramático da equipe. Nesse período, nem mesmo um time recheado de atletas da seleção foi suficiente para evitar sucessivas decepções nas decisões.

Na seqüência, está o time de rúgbi da Nova Zelândia. A equipe venceu o Mundial pela última vez em 1987. Nas últimas edições, entrou sempre como favorita, mas não conseguiu repetir o título. Em 1991, ficou em terceiro. Quatro anos depois, foi vice. Em 1999, ficou no quarto lugar e em 2003, no terceiro.

Depois de colocar a Seleção Brasileira de 1982 no topo do ranking, o Guardian volta a fazer referência ao futebol ao escolher o quinto colocado da lista. A publicação cita o Liverpool comandado pelo técnico Roy Evans na segunda metade da década de 1990 e diz que o treinador deveria ser mais respeitado, apesar da falta de títulos.

No último lugar do ranking dos melhores perdedores do esporte elaborado pelo jornal inglês está a seleção de críquete da África do Sul. Na Copa do Mundo de 1999, disputada na Inglaterra, a equipe era apontada como uma das maiores candidatas ao título, mas foi eliminada precocemente do torneio.

 

– Parabéns ao Grêmio Tricampeão da Libertadores. Mas o curioso…

Incontestável a conquista do GFPA. É o melhor time da América, se poupou em jogos do Brasileirão e foi muito criticado. Deu certo! Venceu as duas finalíssimas e mostrou-se um time guerreiro, tipicamente gaúcho.

Mas pense em algumas coisas que só são possíveis no futebol:

  1. Renato Gaúcho estava “sumido” da mídia, curtia a praia, brincava sobre os “treinadores estudados” – e isso depois de um trabalho pífio onde foi demitido do Bahia. Hoje, ninguém pode falar nada contra a sua capacidade.
  2. O elenco é formado por jogadores considerados “fracos e dispensáveis” por outros times: Leonardo Moura, Fernandinho, Maicon, Cortês, Cícero, JaelE ontem conquistaram a Taça mais desejada da América do Sul!
  3. Flamengo, Atlético Mineiro e Palmeiras gastaram fortunas em salários e contratações. Já o Grêmio, não.
  4. Boas promessas surgiram: Arthur e Luan, além da consolidação do não tão badalado goleiro Marcelo Grohe, que fez defesas fantásticas na competição.
  5. Se a lógica ocorrer, daqui alguns dias veremos Grêmio x Real Madrid no Mundial de Clubes da FIFA. E a mudança do calendário foi bacana, onde a Libertadores não acaba no meio do ano, mas próximo à disputa da Copa do Mundo de Clubes. Dessa forma, o entusiasmo e a manutenção do elenco continuam.

Enfim: parabéns ao Tricolor Gaúcho!

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– Uma premiação à incompetência na arbitragem

É cansativo fazer tantas críticas à Comissão de Arbitragem da CBF, mas ela se supera rodada a rodada.

Qual o critério do sorteio de árbitros?

Se me disser que na derradeira rodada só estarão os árbitros da FIFA por conta de muitos jogos serem decisivos (e por isso não dá para escolher a dedo cada juiz pois, afinal, é sorteio e não se pode correr o risco de escalar qualquer um), é mentira.

Se me disser que os 10 árbitros que apitarão são os que foram mais regulares no ano, mentira também.

Se me disser ainda que são os melhores, mentira idem!

Depois do absurdo erro de Anderson Daronco e seu assistente adicional de linha de fundo Eleno Todeschini no jogo entre Coritiba 1×2 São Paulo (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-1Q9), eis que AMBOS foram premiados com a escalação, juntos, para Atlético Goianiense x Fluminense (em tese, um jogo fácil para se apitar, que poderia ser colocado um árbitro jovem para ganhar experiência).

Respeitosamente, mas o sexteto gaúcho de arbitragem que estará trabalhando no Estádio Olímpico de Goiânia vai ganhar uma boa taxa “na molezinha”… (em referência a ser um jogo não-difícil para se trabalhar).

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– A foto de Natureza premiada mundialmente é de brasileiro!

Como sou um apaixonado por fotografia, me interesso pelo assunto. Li (e aplaudo) o fotógrafo Márcio Cabral, que conseguiu (após 3 anos tentando) clicar um tamanduá-bandeira comendo insetos em um cupinzeiro luminescente!

É para ganhar prêmio mesmo ou não?

Veja aqui, extraído de: https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/fotografo-do-df-ganha-premio-em-concurso-internacional-com-imagem-de-tamandua-atacando-cupinzeiro.ghtml

FOTÓGRAFO DO DF GANHA PRÊMIO EM CONCURSO INTERNACIONAL COM IMAGEM DE TAMANDUÁ ATACANDO CUPINZEIRO

Registro venceu na categoria ‘Animais em seus ambientes’ do ‘Wildlife Photographer of the Year’. Organizado pelo Museu de História Natural de Londres, concurso é considerado um dos principais de fotografia de natureza.

O fotógrafo brasiliense Marcio Cabral foi um dos vencedores da edição deste ano do “Wildlife Photographer of the Year” – um dos principais concursos internacionais de fotografia de natureza – com a foto de um tamanduá-bandeira devorando cupins bioluminescentes durante a noite no Parque Nacional das Emas (GO). O anúncio ocorreu na noite desta terça-feira (18), no Museu de História Natural de Londres, organizador da competição.

O registro foi batizado de “The Night Raider”. A categoria em que ele venceu foi “Animais em seus ambientes”. Antes, a mesma imagem ganhou outros quatro prêmios.

De acordo com a descrição da imagem divulgada pelo site do concurso, Cabral passou três anos visitando o parque à espera das condições adequadas para fazer a foto. Depois de dias de chuva, um tamanduá atacou o cupinzeiro por tempo suficiente para que o fotógrafo fizesse uma única imagem de longa exposição.

“Eu já venho fotografando aquele local já tem tempo”, disse ao G1. “Sempre gostei de natureza. Antes de ser fotogrago eu já visitava bosques, cachoeiras, gruta se praias. Eu apenas senti necessidade de registrar esses locais profissionalmente para que minhas viagens começassem a ficar mais rentávies.”

Cabral, que é formado em geografia, começou a fotografar profissionalmente há 20 anos. O trabalho dele já foi publicado em várias revistas de turismo e livros. Ele também realiza workshops e organiza expedições fotográficas no Brasil e em países vizinhos.

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– CR7, Messi, Neymar… o torcedor agradece!

Ufa, os deuses do futebol ajudaram e a categoria se fez valer. Teremos os 3 melhores do mundo no Mundial de Seleções da Rússia.

É claro que a Copa é um congraçamento de equipes dos continentes, mas é difícil imaginar que o torneio tivesse Egito, Japão, Irã, Panamá e… Messi com os demais argentinos fora!

Aliás, faça um exercício: compare o ranking da FIFA com a posição das classificadas. É evidente que não são os 22 melhores que estão classificados, embora, sejamos justos, o ranking hoje tem mais função: permite definir os cabeças de chave (e por quê não, formar “grupos da morte”).

Que venha logo 2018!

Ops: e pensar que Lionel Messi chegou a declarar que estava abandonando a Seleção Argentina… Ainda bem que voltou atrás.

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– Ação Moral e Ação Questionável de Prefeitos

Antes de mais nada, sou apartidário mas não apolítico: uma bola dentro e outra bola fora (ambos de prefeitos do PSDB):

  • Em São Paulo, João Dória Jr está trabalhando muito! Desafogando a máquina estatal e dando bons exemplos, recentemente, promoveu a parceria entre McDonald’s e sorvetes Kibon para capacitar e empregar moradores de rua.
  • Em Jundiaí, Luiz Fernando Machado também está trabalhando bastante, visitando bairros e modificando muita coisa. Entretanto, achei deselegante a contratação dos ex-vereadores não reeleitos para cargos de confiança, ganhando mais do que os próprios vereadores! Aliás, estão lá pela real competência? De tantos, profissionais, esses escolhidos têm meritocracia?

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– A FIFA quis criar a polêmica dos Títulos Mundiais de Clubes por interesse próprio.

Uma discussão provocativa ou até mesmo desnecessária, causada intencionalmente pela FIFA: a pedido do jornalista Jamil Chade do jornal “O Estado de São Paulo”, a entidade se manifestou sobre quem são os campeões mundiais de futebol nos torneios entre clubes.

Para ela, são reconhecidamente campeões, de maneira oficial, os vencedores dos torneios organizados em 2000 e de 2005 em diante (até hoje). Os da Copa Rio e os do Torneio Intercontinental Europa – América do Sul, segundo ela, são reconhecidamente vencedores de torneios de dimensão mundial.

Ora, e muda o quê?

NADA, embora ela queira instigar o valor dos torneios, sem desvalorizá-los diretamente. E existe uma lógica na “estratégia” da FIFA, pois ela cita em seu pronunciamento, e o faz de maneira escrita e nominal, que a Copa Rio de 1951 e 1952, além do Intercontinental disputado entre os campeões europeus e sulamericanos (via UEFA pela Champions League e CONMEBOL pela Libertadores da América) são iniciativas de “torneios de dimensões mundiais” nas quais não pode dar sua chancela. E isso é evidente, já que não foi ela quem os organizou!

Mais do que isso: ela acaba ratificando que o Palmeiras (vencedor da Copa Rio 51) é o 1o campeão de dimensão mundial de um torneio entre clubes (no qual ela se recusa a chamar de campeão mundial unicamente por não ter sido de sua promoção), aceita o Fluminense tão campeão mundial quanto o Palmeiras (afinal, ela fala do torneio vencido pelos cariocas em 52) e assume que os jogos intercontinentais da década de 60 até o último do ano 2000, organizados pela Toyota (não cita explicitamente a montadora japonesa já que coreanos da Hyundai, parceiros atuais da FIFA, não ficariam à vontade) são da mesma importância. Por fim, destaca, disfarçadamente, que só pode reconhecer os que ela criou.

Trocando em miúdos: a FIFA admite a existência de torneios mundiais em outros tempos antes do dela, mas se recusa a reconhecê-los, pois, afinal, ela só valida o que ela mesmo criou.

Vaidade e necessidade de valorizar seu torneio. Simples. Afinal, como sugeriria australianos, japoneses, africanos e outros times do mundo para dar caráter global, se não fosse por essa competição? Tanto que ela não consegue dizer aberta e claramente que o Santos de Pelé, o São Paulo de Telê, o Flamengo de Zico ou qualquer time argentino que venceu o Intercontinental não são campeões mundiais de futebol via outros organizadores. Ou alguém um dia conseguiu registrar tal afirmação, ou melhor, negação?

E sabe de quem é a culpa de tudo isso? Dos INGLESES, os “pais” do futebol! Eles relutaram em aceitar a FIFA como instituição “dona do esporte” (na época, repleta de franceses, seus arquirrivais), se filiando em 1906 mas saindo em 1928, se recusando a participar das Copas do Mundo até 1950 (ficaram mais de 20 anos fora da FIFA). Quase montaram uma instituição concorrente, o que não se concretizou. Lembre-se, a FIFA é uma empresa privada, não uma ONG solidária de ciência e cultura esportiva.

Objetivamente: quer dizer que o futebol, em geral, inexistia antes da FIFA? É claro que não, mas pelo seu peso e importância, ela forçosamente quer criar tal situação. Portanto, esqueça tal balela de botequim e reconheça: existem os Campeões Mundiais de Clubes dos torneios oficiais da FIFA e outros Campeões Mundiais de Clubes dos torneios não promovidos por ela (pois ela não tinha interesse comercial de fazê-lo até aquele momento). E nem diga que o fato de não ter todos os continentes nas edições não-FIFA não é algo mundial, pois também na Copa do Mundo de Seleções nem sempre tivemos também todos os 5 continentes (que para ela são 6)!

Abaixo, o “print” do comunicado oficial da FIFA gentilmente publicado por Jamil Chade em seu twitter:

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– Gostaram dos novos árbitros da FIFA?

As especulações se confirmaram: dos 10 árbitros FIFA masculinos brasileiros, 3 foram trocados: Rodolpho Toski (PR), Wagner Magalhães (RJ) e Wagner Reway (MT) entraram para o quadro.

Saíram Heber Roberto Lopes (SC), Péricles Bassols (RJ) e Leandro Vuaden (RS).

Por meritocracia ou agrado aos desafetos políticos?

Dispensa comentários. Toski se envolveu naquele polêmico Corinthians x Fluminense. Reway é muito irregular e não apitou ainda “o jogo” da sua vida. Magalhães passou discretamente, mas há de apitar uma partida expressiva ainda.

Se você acha que o escudo FIFA é causa de negociação entre federações, veja o quadro feminino! Virou moeda de troca…

O que você achou das mudanças?

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