– O Covid-19 se sentiu à vontade ontem…

Importante observar: independente da ideologia política de cada um, das motivações que levam as pessoas para participarem de uma manifestação, o descuido de todos foi algo a se condenar no último domingo!

Respeitando cada boa intenção dos grupos (não julgarei aqui), a pandemia está aí nas nossas portas, os cuidados devem ser seguidos e, logicamente, o grande inimigo no momento é o contágio assustador do Novo Coronavírus, que está vitimando inocentes todos os dias.

Imagine o sentimento das pessoas, em quarentena e desejosas de liberdade, vendo tais atos?

Sem fanatismo político e usando de serenidade: vamos nos prevenir! É isso que o Brasil pede agora. Quanto antes vencermos a enfermidade, antes voltaremos à normalidade.

Obs: perceba que estou falando de prevenção, não estou defendendo nenhum lado das ruas.

– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Há 1 ano foi produzido esse texto, mas extremamente atual…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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– Taiwan e a nova presidência

Na semana, a presidente de Taiwan Tsai Ing-wen se reelegeu e novamente afirmou que não existe nenhuma chance do território aceitar ser administrado pela China Comunista, nos moldes que faz com Hong Kong.

Aliás, duas observações:

1. A população de Formosa (ou Taiwan, como é chamada lá) não quer fazer parte da China Continental. Pra quê insistir, depois de tantos anos? Demonstração de poder?

2. Hong Kong vive reclamando da forte repressão democrática. Se espelhar nesse modelo é algo impensável para eles.

Entenda como surgiram “duas Chinas”,

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/taiwan-uma-nacao-ou-uma-provincia-chinesa.htm

TAIWAN: UMA NAÇÃO OU UMA PROVÍNCIA CHINESA?

A questão de Taiwan teve origem com a vitória da Revolução Chinesa em 1949, a derrubada do governo de Chiang Kai-shek e a instauração do governo socialista de Mao-Tsé Tung. Chiang Kai-shek, que governou a China desde 1927, refugiou-se com seu Estado Maior e cerca de 2 milhões de chineses na ilha de Taiwan ou Formosa, situada a 130 km do litoral da parte continental da China e separada desta pelo estreito do mesmo nome. Formou-se na ilha um governo autônomo com o apoio dos Estados Unidos.

A partir desse período, a China seguiu dividida em duas: República Popular da China (a parte continental) e a China Nacionalista ou Taiwan (parte insular). Elas representavam os dois lados da Guerra Fria. A China Popular aliou-se à URSS até 1960 e depois seguiu seu próprio caminho.

Desde então, as duas Chinas vivem numa situação de hostilidade, ocorrendo, inclusive, conflitos armados nos primeiros anos de sua divisão. A China Nacionalista, porém, assegurou sua existência através do estreitamento das relações com os Estados Unidos. Em 1954, os EUA e Taiwan assinaram um acordo de defesa mútua, após o intenso bombardeio do estreito de Formosa pela República Popular da China, nesse mesmo ano.

Desde a década de 1970, Taiwan tem se destacado no cenário econômico mundial pelo desempenho invejável. Formava, ao lado de outros três países do Pacífico – Coréia do Sul, Hong Kong e Cingapura – o bloco dos primeiros “tigres asiáticos”, assim chamados por terem dado um salto no desempenho econômico, com taxas de crescimento excepcionais, além de uma política agressiva de disputa no mercado externo. Os taiwaneses conquistaram padrões de vida bem próximos aos dos países desenvolvidos, contrastando com a dura realidade vivida pela população da China continental.

Do ponto de vista geopolítico, porém, Taiwan acumulava derrotas. Em 1971 foi substituída pela República Popular da China na ONU e, em 1979, os Estados Unidos transferiram a sua embaixada de Taipé (capital de Taiwan) para Pequim (capital da China Popular), devido ao restabelecimento de relações diplomáticas com o país socialista. Nesse mesmo ano, os Estados Unidos anularam o Tratado da Defesa que mantinham com a ilha e desativaram a sua base militar. Apesar disso, o governo de Taiwan continuou contando com o compromisso de apoio e proteção militar norte-americana.

Nação ou província chinesa?

Chinag Kai-Shek, líder do Partido Nacionalista (Kuomintang), governou Taiwan até 1975, com poderes ditatoriais. Mesmo após a sua morte, nesse mesmo ano, a ilha continuou a ser controlada pelo Kuomintang. Somente na década de 1990 o país passou por um processo de democratização, abrindo espaço para outras agremiações políticas. Em 2000, o Partido Democrático Progressista (PDP) conquistou o poder através de eleições livres, sob o comando de Chen Shui-bian. O PDP sempre manifestou posição favorável à independência em relação à China Popular, que lhe rendeu os votos da maioria da população taiwanesa e assegurou a reeleição de Chen, em 2004.

Taiwan tem governo próprio, eleito democraticamente, instituições independentes, moeda nacional, forças armadas, participa ativamente do comércio internacional e é membro da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). Para efeitos práticos, é um Estado soberano, mas apesar disso não é reconhecido pela ONU e pelas principais organizações internacionais. Mantém relações diplomáticas com 26 países apenas.

A China Popular considera Taiwan uma província rebelde, uma parte inalienável do seu território. Nos últimos anos, tem se empenhado ostensivamente no projeto de reunificação, inclusive recorrendo ao uso da força, caso isso seja inevitável. Desde a década de 1990, tem realizado manobras militares no estreito de Taiwan, no sentido de reforçar a sua disposição de impedir qualquer tentativa de independência.

Em busca de uma solução pacífica, contudo, Pequim propõe o conceito de “um país, dois sistemas”: o socialista no continente e o capitalista em Taiwan. Em tese, isso permitiria a Taiwan adotar as suas políticas econômicas e manter as suas instituições, com relativa autonomia.

Do outro lado do estreito, o atual presidente taiwanês não ousa declarar publicamente a independência ou tomar qualquer decisão contra a reunificação com a parte continental. No entanto, tem manifestado que qualquer atitude a esse respeito dependerá de um processo livre e democrático, cuja deliberação cabe a 23 milhões de pessoas que vivem em Taiwan, em sua maioria simpática à causa separatista. A perspectiva de uma só China no futuro, declara Chen, deverá ser fruto de negociações em bases iguais.

Taiwan conta, ainda, com o apoio dos Estados Unidos que consideram a ilha estratégica para sua influência na região da Ásia-Pacífico. Além disso, é determinação do Congresso norte-americano defender a ilha de qualquer ameaça militar externa.

Em março de 2005, um novo agravante tem colocado em risco as delicadas relações entre as duas Chinas. A Assembléia Nacional Popular, parlamento da China Continental, aprovou uma lei anti-secessão. Essa lei autoriza o uso da força contra Taiwan, caso esta declare a sua independência formal.

A iniciativa reforça as hostilidades entre os dois governos e coloca os Estados Unidos em situação delicada. Não está nos planos dos americanos um conflito direto com a China, que, por outro lado, não deverão ficar impassíveis a China invada Taiwan e busque a reunificação por meios bélicos.

Desde 2004, o governo norte-americano vem fortalecendo a cooperação militar com Taiwan e tem feito pressões sobre a União Européia para que não suspendam o embargo à venda de armas à China continental, imposto desde o massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989, quando a população chinesa saiu às ruas para exigir liberdades democráticas. O governo de Washington procurou, também, envolver e comprometer o Japão na defesa de uma Taiwan independente: os japoneses têm interesses estratégicos no estreito, por onde circula boa parte das mercadorias negociadas por este país no mercado internacional.

A maioria dos analistas acredita que a Lei Anti-Secessão é mais um jogo de cena da China Popular. Essa lei não acrescenta nada além do que o governo chinês sempre declarou neste pouco mais de meio século de tensão entre as duas China. Existe ainda um outro componente que funciona como bloqueador de ações beligerantes: as intensas relações e interesses econômicos existentes entre todos os países que poderiam ser envolvidos pelo agravamento da questão taiwanesa.

Tsai Ing-wen foi reeleita como presidente de Taiwan neste sábado (11) — Foto: Tyrone Siu/Reuters

Tsai Ing-wen foi reeleita como presidente de Taiwan neste sábado (11) — Foto: Tyrone Siu/Reuters

– Os 15 países que ainda não tem registros do Novo Coronavírus em seus territórios:

As informações são da Revista Superinteressante: até 10/04 (e isso não mudou) tínhamos quinze nações que não observaram casos de Covid-19!

Parece incrível isso estar acontecendo nesses lugares, mas na maioria são ditaduras que sonegam informações ou micro-ilhas longínquas, que o próprio geo-isolamento explica tal fato.

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/sociedade/quais-paises-ainda-nao-tem-casos-de-coronavirus/

QUAIS PAÍSES AINDA NÃO TÊM CASOS DE CORONAVÍRUS?

Há três meses, era possível contar nos dedos os países infectados pelo coronavírus. Hoje, é difícil pensar em um único território que não tenha ao menos um caso reportado da doença. Mas eles existem. Qual será a receita para um país passar imune por uma pandemia?

Na verdade, não tem segredo. Os pouquíssimos locais que ainda não reportaram a Covid-19 se encaixam em um de três casos: ou são governados por regimes ditatoriais, ou possuem poucos recursos ou, ainda, são ilhas extremamente afastadas, com uma população minúscula.

Até o dia 10 de abril, o monitoramento da Universidade Johns Hopkins registrava casos de coronavírus em 185 países. Os países que ainda não registraram casos são Samoa, Lesoto, Coreia do Norte, Turcomenistão, Tajiquistão, Nauru, Tuvalu, Palau, Micronésia, Tonga, Vanuatu, Comores, Kiribati, Ilhas Marshall e Ilhas Salomão. Alguns outros territórios (que não são considerados países) como Antártida e Ilhas Christmas também ainda não tiveram registro de casos.

Ditaduras

Você já deve ter em mente o maior exemplo do primeiro caso: Coreia do Norte. O país governado pelo ditador Kim Jong-un está colado na China e afirma não ter reportado nenhum caso da doença. Isso não significa, contudo, que o vírus não tenha chegado por lá – ele provavelmente está circulando no país, mas os dados não estão sendo divulgados (ou mesmo contabilizados pelo governo).

Um caso ainda mais extremo é o do Turcomenistão, um dos regimes mais fechados do mundo. O ditador Gurbanguly Berdimuhamedow proibiu o uso das palavras “coronavírus” e “Covid-19” no país. Elas não podem aparecer em notícias e nem mesmo em uma conversa comum entre as pessoas – sob risco de prisão.

O país fica ao lado do Irã, que já contabiliza 66 mil casos e 4 mil mortes. É o mesmo caso da Coreia do Norte. Em um ranking de liberdade de imprensa feito pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, o Turcomenistão fica em último lugar. Até onde se sabe, a vida lá não mudou em nada: os bares estão abertos, as aglomerações continuam acontecendo e ninguém anda de máscara.

Outro exemplo é o Tajiquistão. Por lá, tem rolado até campeonato de futebol, mas com as arquibancadas vazias. O país é considerado uma república, mas o presidente Emomali Rakhmov não sai do posto desde 1994, o que levanta críticas sobre manipulação de eleições.

No Tajiquistão, as pessoas que chegam de outros países são testadas e colocadas em quarentena. A hipótese é que o vírus também já esteja no país, mas ainda não foi detectado pelas autoridades. É possível que o primeiro caso apareça em breve.

Falta de recursos

Não tem como notificar casos de coronavírus sem testes. Países que estão passando por guerras não possuem recursos para fazer uma campanha de testagem e ter uma dimensão real do problema no território. A Síria, que passa por uma guerra civil desde 2011, só reportou 15 casos de coronavírus até agora.

O Iêmen registrou o primeiro caso de coronavírus no país no dia 10 de abril. Ele está em guerra desde 2015, o que dificulta o monitoramento da doença. Lesoto é um país da África que ainda não registrou casos, o que pode estar relacionado à falta de kits de teste. Já Comores, que também ainda não registrou casos, é formado um conjunto de ilhas que ficam entre o continente africano e Madagascar.

Ilhas

Aqui estão os lugares em que o vírus talvez realmente ainda não tenha chegado. Algumas ilhas do Pacífico, como Kiribati, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Nauru, Tuvalu, Palau, Micronésia, Tonga, Vanuatu e Samoa não registram nenhum caso. Mesmo sem o vírus ter chegado por lá, os países já adotam medidas de prevenção e isolamento, como o fechamento de escolas.

No entanto, a principal medida adotada para conter a chegada do coronavírus foi a restrição de turistas. Elas são aquelas ilhas paradisíacas que te deixam com vontade de viajar quando aparecem no feed do Facebook. Muitas delas recebem visitantes todos os anos, mas tiveram que abrir mão do turismo para evitar a disseminação do vírus, o que poderia causar um colapso no sistema de saúde.

Sem muitas pessoas, a chances do vírus chegar lá é menor. A população de cada um desses países não passa de um milhão de habitantes. Além disso, as ilhas estão em uma região bem isolada do Oceano Pacífico. Kiribati, por exemplo, está em cima da linha internacional de data – a 6 mil quilômetros da Austrália e 10 mil quilômetros da América do Sul. E você achando que está muito isolado.

A Antártica é o único continente que ainda não possui casos. Ela não tem uma população fixa, e sim um rodízio de poucos pesquisadores que se instalam temporariamente no local para fazer estudos.

(MR.Cole_Photographer/Getty Images)

– A “Voz do Povo” saiu às ruas ontem?

O que é a “voz do povo”?

Ditadura, Nazismo, Comunismo, Capitalismo Selvagem… nada disso é voz ou pedido popular. Num país de 210 milhões de pessoas não tem voz uníssona. Portanto, há de se respeitar as parcelas de toda a terra e a “gente diferente”. O que não vale é impor a opinião de um sobre o outro, criar discursos de “nós contra eles”, “luz ou trevas” ou ainda “brasileiros contra não-patrióticos”.

Tudo bobagem. Somos um país heterogêneo, com diversidade e riqueza de culturas. Repito: temos que respeitar a todos.

Lamento muito que há de se escrever algo assim, bem como ainda dizer: ditadura militar em pleno 2020? Que sandice…

Lembremo-nos:

A democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela…

Winston Churchill

Lágrimas em excesso | VisionCor

– A Morte do médico que alertou sobre a existência do Coronavírus (e quase foi preso por isso)

Coisas de um mundo intolerante, anti-democrático e que disfarça a tragédia: Dr Li Wenliang, o médico que avisou sobre o perigo do coronavírus (e quase foi preso pelas autoridades da China “por perturbar a ordem nacional”) foi vítima de descrédito inicial. Após a OMS entender a gravidade, pode ser livre da perseguição chinesa e… se tratar! Afinal, ele contraiu de um paciente a enfermidade que mais tem assustado o mundo hoje.

Depois de quase 1 mês, Dr Li faleceu, aumentando o número de vítimas em Wuhan.

Extraído de: https://jovempan.com.br/noticias/mundo/medico-chines-alertou-sobre-coronavirus-morre-doenca.html

MORRE MÉDICO CHINÊS QUE FEZ PRIMEIROS ALERTAS SOBRE CORONAVÍRUS

O médico chinês Li Wenliang morreu nesta quinta-feira (6) na cidade de Wuhan, em decorrência do novo coronavírus. Ele ganhou notoriedade por ter sido um dos primeiros agentes de saúde a divulgar os riscos da infecção do novo vírus.

A divulgação de Li Wenliang sobre o perigo representado pelo coronavírus lhe custou uma reprimenda por parte do governo de Wuhan. Ele foi acusado de “espalhar rumores online” e de “perturbar seriamente a ordem social” e teve que prestar depoimento à polícia local.

Segundo a TV americana CNN, o médico estava internado em Wuhan desde 12 de janeiro. Ele contraiu coronavírus de um paciente que tratava. No Twitter, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lamentou a morte de Li. “Nós estamos profundamente tristes com a morte do Dr. Li Wenliang. Todos nós precisamos celebrar o trabalho que ele fez”, tuitou a OMS.

*Com informações do Estadão Conteúdo

– A homenagem do vereador carioca ao ditador comunista!

Há coisas que nem a sã consciência explica: o neto de Leonel Brizola, que é vereador no Rio de Janeiro, fez uma homenagem ao ditador da Coreia do Norte Kim Jong-Un como um “homem da paz mundial”.

Pode?

A Câmara dos Vereadores carioca não tem outras prioridades?

BRIZOLA NETO E A HOMENAGEM A KIM JONG-UN

Diretório municipal do partido e lideranças, como Marcelo Freixo e Luciana Genro, se posicionaram contra ‘moção de honra e louvor’ apresentada pelo vereador

Uma homenagem pública prestada pelo vereador Leonel Brizola Neto (PSOL-RJ) ao ditador norte-coreano Kim Jong-Un gerou diversas reações negativas dentro de seu partido, nesta quinta-feira 12. O neto do falecido líder esquerdista Leonel Brizola apresentou, no última dia 29 de novembro, uma moção “Moção de Louvor e Reconhecimento” a Kim na Câmara Municipal da Cidade, revelada pelo jornal O Globo.

O ato foi recriminado pelo diretório municipal do PSOL no Rio, que emitiu nota afirmando não endossar a homenagem. O partido declarou que Brizola Neto promoveu uma moção individual, que “não necessita de apoio, nem votação”.

“Esta ação [de Brizola Neto] não foi construída coletivamente pela bancada e não representa a posição do partido. O líder da Coreia do Norte é acusado de inúmeras violações de direitos, dentre elas, perseguições políticas, prisões arbitrárias e restrições às liberdades de expressão e de imprensa. O PSOL reafirma seu compromisso na defesa da democracia e dos direitos humanos”, expõe a nota do diretório carioca da sigla.

Grandes lideranças do partido seguiram a mesma linha de reprovação. “Respeito muito o vereador Leonel Brizola e o trabalho importante que ele realiza no Rio. Sua homenagem ao ditador norte-coreano foi uma manifestação individual, da qual eu discordo. Me oponho a todas as ditaduras porque a democracia é para mim um princípio inegociável”, escreveu o deputado federal Marcelo Freixo, pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro em 2020.

“Discordo frontalmente da homenagem feita por Brizola Neto ao ditador da Coreia do Norte. Não representa a maioria do PSOL. Só uma esquerda fora da realidade apoia esse regime. Ali não tem nada de comunismo nos termos pensados por Marx. Nossa luta é por socialismo e liberdade!”, expressou a deputada federal Luciano Genro, candidata à Presidência da República pelo partido nas eleições de 2014.

Os deputados federais Sâmia Bonfim e David Miranda foram outros nomes de destaque do partido se posicionarem, nas redes sociais, contrários à medida de Brizola Neto. “Não há socialismo possível com violação de direitos humanos e sem liberdade”, escreveu Sâmia no Twitter. Compartilhando a postagem, Miranda concordou: “não representa a opinião do partido”.

Brizola Neto também foi às redes sociais ao fim do dia para justificar sua ação. O político afirmou que sua moção foi motivada pelo “centenário da resistência coreana contra a invasão imperialista japonesa” e complementou que seu mandato se pauta pela “diplomacia brasileira”.

“Quero divulgar que há vinte dias fizemos uma exposição sobre o centenário da resistência coreana contra a invasão imperialista japonesa. Na ocasião apresentamos uma moção ao povo coreano por sua luta no processo de paz pela unificação das Coreias e principalmente pelo fim das armas nucleares. O nosso mandato sempre pautou pela diplomacia brasileira. No momento que a nossa diplomacia brasileira está sendo achincalhada no mundo, nós temos o compromisso de promover a paz mundial e a autodeterminação dos povos”, declarou o vereador.

Leonel Brizola Neto e Kim Jong-un Twitter/ Reprodução/ Korea Summit Press Pool/ Getty Images/VEJA

– Bolsonaro dizendo que a China é capitalista? Negando o comunismo e a ditadura para os negócios?

No dia em que Davi Alcolumbre se tornou o presidente do Brasil (já que o presidente e o vice estão ausentes), escuto uma pérola do mesmo Governo que um dia declarou que o Nazismo era de Esquerda: a China é capitalista, disse Bolsonaro.

Não, a China é uma ditadura onde o Partido Comunista interfere na Economia e na vida da Sociedade. Onde o Google precisou suprimir a expressão “Direitos Humanos” em seus resultados como buscador para entrar no país. Um lugar onde a Democracia não existe, mas que se fatura muito dinheiro pois existe mão de obra barata e 25% da população do mundo se localiza lá.

Vale tudo para ganhar dinheiro, até negar o que é inegável. Bolsonaro quer imitar Lula?

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Na foto, a cena do Protesto Pró-Democracia onde um tanque esmagou um manifestante, há 30 anos.

– As coisas proibidas pela Coreia do Norte!

O regime norte-coreano de Kim Jon-un é ditatorial ao extremo. Mas além de assustar o mundo com seu desejo doentio de explodir mísseis, é marcado pelas mais diversas proibições.

Olha só cada maluquice,

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/21/conheca-13-coisas-que-voce-faz-todo-dia-e-sao-ilegais-na-coreia-do-norte.htm?cmpid=tw-uolnot

CONHEÇA 13 COISAS QUE VOCÊ FAZ TODO DIA E SÃO ILEGAIS NA COREIA DO NORTE:

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo. Comandado desde 2011 por Kim Jong-un, o terceiro “líder supremo”, o país tem uma legislação rigorosa sobre atitudes consideradas simples e corriqueiras em países democráticos.

As atividades consideradas ilegais podem ser punidas com trabalhos forçados, prisão e pena de morte. Muitas das execuções são públicas. Os campos de detenção do país –muitas vezes com trabalhos forçados– são secretos, porém alguns desertores já relataram à ONU (Organização das Nações Unidas) os horrores do que ocorre por lá.

Veja abaixo 13 atividades simples que são consideradas ilegais no país liderado por Kim Jong-un:

1) DORMIR DURANTE UMA REUNIÃO: dormir enquanto o chefe fala? Nada disso. O ministro da Defesa da Coreia do Norte foi executado com um tiro de bateria antiaérea em frente a centenas de pessoas por ter mostrado deslealdade ao presidente. Segundo o serviço secreto sul-coreano, Hyon teria adormecido durante um evento com Kim Jong-un e não cumpriu ordens.

2) TER O MESMO NOME DO LÍDER DA NAÇÃO: chamar-se Dilma ou Temer aqui no Brasil é permitido, por lá ter o nome Kim não pode. A proibição foi emitida há mais de 3 anos –um ano antes de que o ditador assumisse o poder no lugar do pai, Kim Jong-il. O regime totalitário, caracterizado pelo extremo culto à personalidade dos líderes da dinastia Kim, exigiu que todos os cidadãos que se chamam “Kim Jong-un” mudem de nome “voluntariamente”, segundo o decreto, para destacar a personalidade única do “líder supremo”.

3) TER UMA BÍBLIA: em 2014, o americano Jeffrey Fowle, ficou preso por cinco meses na Coreia do Norte depois de deixar uma Bíblia no banheiro de um restaurante. Fowle, 56, foi preso por violar as regras de pregação religiosa do regime. Embora haja igrejas na Coreia do Norte, elas estão todas sob controle do Estado e o regime totalitário proíbe manifestações independentes de religiosidade.

4) TER UM PARENTE CRIMINOSO: segundo a lei norte-coreana, os familiares de alguém acusado por um crime são automaticamente considerados corresponsáveis. Como no conceito de Sippenhaft da Alemanha nazista, a argumentação é que em suas veias corre o sangue do criminoso.

5) ESCOLHER SUA PROFISSÃO: após concluir o estudo secundário e o serviço militar, com apenas 18 anos, Ahn Myeong Cheol, atualmente morando na Coreia do Sul, foi designado guarda de um campo de prisioneiros políticos, onde as regras eram extremamente rígidas.

6) USAR BIQUÍNI: as mulheres são proibidas de mostrar o umbigo no país de Kim Jong-un, mostrando o profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto a revolução.

7) ASSISTIR FILME OU OUVIR MÚSICA DE FORA DO PAÍS: na Coreia do Norte, assistir ou ouvir mídia estrangeira é considerado crime contra o Estado, passível de trabalhos forçados, prisão e até morte. A despeito disso, a popularidade dos filmes e programas de TV internacionais –contrabandeados para o país em pendrives e CDs e vendidos no mercado negro– não para de crescer. Existem níveis diferentes de punição. Se você for apanhado com um filme russo ou de Bollywood [Índia], é enviado para a prisão por três anos, mas, se o filme for sul-coreano ou americano, você é executado.

8) SORRIR, BEBER E FALAR ALTO EM DATAS ESPECÍFICAS: desde 1994, quando os norte-coreanos perderam seu primeiro líder, a cada 8 de julho está proibido sorrir, levantar a voz na rua, beber álcool ou dançar, embora ninguém cogite fazê-lo “porque todo o país está de luto”.

9) PORNOGRAFIA: pessoas são executadas publicamente por distribuir material pornográfico ou se prostituir. As execuções públicas são usadas como medida extrema do governo para suprimir as chamadas desordens públicas ou “formas aceleradas de capitalismo” no país.

10) DIRIGIR: só funcionários do governo têm permissão para ter um carro. É estimado que apenas uma a cada 100 pessoas no país tenha carro. As mulheres também são proibidas de dirigir, apesar de serem as guardas de trânsito.

11) LIGAR PARA FORA DO PAÍS: fazer uma ligação para alguém fora do Coreia do Norte pode levar à morte. Em 2007, um homem foi morto a tiros dentro de um estádio por fazer inúmeras chamadas internacionais.

12) DEIXAR O PAÍS: os norte-coreanos são proibidos de deixar o país sem permissão. Nem sequer passar um feriado na vizinha Coreia do Sul: certamente você será caçado.

13) ENTRAR NA INTERNET: Facebook? Mandar um inocente e-mail? Tuítar? Nada disso é possível no país de Kim Jong-un, que não tem internet livre, apenas um portal de propaganda estatal. Somente o governo, a elite, estrangeiros e jornalistas a trabalho têm acesso a conteúdo online, mas em uma rede com velocidade bem baixa.

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– A Criativa Guerra de Memes no Brasil

A Direita e a Esquerda radicais batem-boca no país. Ou melhor: “batem-dedos nos teclados”, pois o mundo virtual é onde as pessoas “perdem o medo de ofender” e não percebem a razão dos limites. Quem consegue ser sensato, apenas observa.

E uma das coisas que mais prolifera são os “Memes”. Inegavelmente são criativos (descartando-se os de Fake News).

Na figura desta postagem (abaixo), um exemplo de como todos os lados querem ter razão:

1- Os Anti-Bolsonaros publicam uma matéria do “Sensacionalista”, fazendo alusão de que a famosa babá da TV, a Supernany, precisa dar um jeito nos “filhos travessos” do presidente.

2- Já os Bolsonaristas ironizam o corte de verbas de cursos de humanas, mostrando um casal de idosos carregando um jovem comunista, em uma cena de vagabundagem explícita do rapaz, escarnindo o presidente com o nome de “Bozo”.

Claro, existirão sempre os críticos, os gozadores e os manifestantes criativos. Todos podem se expressar e defender seu lado, é a democracia. O que não pode acontecer são mentiras ou injúrias, pois aí perdeu-se a razão.

– Guaidó e Maduro, EUA e Rússia. E o povo?

Enquanto a população venezuelana sofre, Maduro não larga o Governo ditatorial e Guaidó não tem firmeza para assumir. Por trás deles, os apoios explícitos da Rússia e dos EUA – o que significa que todos pensarão várias vezes antes de algo mais sério.

O duro é que quem sofre é o cidadão comum. Falta tudo no país – de emprego a mantimentos. E o maior problema é: quando isso vai se resolver?

Talvez pior do que isso seja outra questão: COMO vai se resolver?

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– Nazismo de Esquerda? Não confunda o termo “socialismo” com o nome do partido…

Que bobagem falou o presidente Jair Bolsonaro (após já ter dito também o Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo) sobre o Nazismo ser de uma corrente de esquerda!

Entenda: o Nazismo foi o sistema autoritário de extrema direita de Adolf Hitler, que se intitulava “fuhrer” (o guia, mestre, chefe do povo), e que desejava instalar o “3o Reich” na Alemanha (o “Terceiro Império”). O Partido Nazista era chamado, na verdade, de “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães”. E por quê esse nome? Justamente pelo ultra-nacionalismo das ideias de Hittler, extremamente demagogo e oportunista, criando um discurso populista para o então sofrido povo alemão.

Depois da 1a Guerra Mundial, a Alemanha estava sofrendo pela derrota e pagando indenizações altíssimas assinadas no Tratado de Versalles (nunca me esqueci da minha Profa. Glória falando sobre isso). Aí veio a Depressão Econômica da Crise de 29 nos EUA (talvez o primeiro momento de efeitos da globalização nascente). Os alemães estavam sem dinheiro, com estima baixa, desempregados e sem líderes. Eis que surge um líder nacionalista que falava o que o povo queria escutar, como: “a Alemanha é para os alemães; o mundo nos despreza e humilha; os estrangeiros vêm aqui nos surrupiar“, e outras coisas mais demagogas.

A ideia de “Socialismo” que Hittler pregava era de uma sociedade acima de todos, um ambiente social controlado pelo Estado e exclusivamente para os alemães, superiores até mesmo dos demais povos (daí a história da superioridade da raça ariana, do racismo aceito socialmente). Nada relacionado ao comunismo da URSS ou outra ideologia de esquerda.

Diante desse ambiente ruim em que vivia, Hittler atacava os seus “inimigos capitalistas”, que tomaram as terras da Alemanha no Pós-Primeira Guerra. Com tanto discurso populista, concomitante defendendo ideias demagogas e colocando na cabeça das pessoas a necessidade de união do povo alemão, o regime teve sucesso entre eles.

Perceba, portanto, que NUNCA o Nazismo foi de esquerda, mas de uma direita ultra-nacionalista que usava do discurso “social” para unir a sociedade alemã (insisto: não confunda o termo socialista de Hittler com regime de governo socialista). Tanto é que empresas-símbolos da atual Alemanha Capitalista (herdeira da Alemanha Ocidental) surgiram nesse período, seja na área automobilística quanto na farmacêutica. E, para tristeza do povo, usando o discurso de que “a Alemanha era para os alemães” e de “Raça Perfeita”, prisioneiros estrangeiros em campos de concentração, detidos de guerra e deficientes físicos alemães eram usados como cobaias em laboratórios. Afinal, a pregação dizia que para se ter uma raça pura precisava-se de pessoas saudáveis (quem não tinha saúde dava gasto para o Governo e não interessava) e um antissemitismo incentivado (se estamos desempregados, por quê deixar os judeus pegarem nossos empregos?).

O perigo é que nos dias atuais, os movimentos neonazistas crescem na Europa pelo desemprego crescente e a chegada de imigrantes árabes. Algo a ser discutido…

Em tempo: o fascismo era igualmente totalitário, anticomunista, ultranacionalista, direitista e de controle social, diferenciando-se de que o nazismo se preocupa, além dessas coisas, com a purificação da raça.

Agora, lembremo-nos: ditadura não é sinônimo de direita. Na história tivemos cruéis ditaduras de esquerda, como a chinesa (e que até hoje impede a liberdade de expressão), soviética, norte-coreana

Dessa forma, presidente Bolsonaro, dá para entender que o senhor tendo visitado o Museu do Holocausto, ido ao Muro das Lamentações e bajulando Israel, logicamente estando do lado de um chefe de estado judeu-direitista quis agradá-lo falando de que a pátria-inimiga era alemã-esquerdista. Me lembrou um daqueles populares “discursos sem pensar” do ex-presidente Lula, que na maior cara-de-pau soltava pérolas populares a fim de que as pessoas gostassem de ouvir. A propósito, a maior delas foi uma piada: “talvez eu seja a alma viva mais honesta desse país”…

Pobre Brasil. Os líderes de Esquerda e de Direita nos envergonham!

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– Dia 31 é para Lamentar a existência de Marighella e Ustra, as estrelas-heróis dos radicais!

Quanta polêmica criada por uma ordem do presidente Bolsonaro aos militares (para que comemorem nos quartéis a data de 31 de Março, o começo de um golpe de estado contra João Goulart (Jango).

Quem é de extrema direita vai dizer que não existiu ditadura. Quem é de extrema esquerda vai dizer que os militares brasileiros matavam todos os inocentes. É o triste fanatismo que observamos em nosso país.

Claro que se você estudar de verdade, sem viés ideológico, verá que existia uma perigosa aproximação do Brasil com a União Soviética e os comunistas, numa provável revolução de esquerda. E verá que existiu a contra-revolução, a de direita, que a freou. O problema é que os militares assumiriam o poder transitoriamente, mas só largaram o Governo na década de 80.

Os dois lados geraram bandidos.

A esquerda, por exemplo, Mariguella, que escreveu em seu “Manual do Guerrilheiro Urbano” (uma literatura terrorista) que o “guerrilheiro deve atacar o sistema de impostos, mas não pode somente transtornar o sistema de coletas de impostos, mas o braço da violência revolucionária também deve se dirigir contra o Governo”.

O Coronel Brilhante Ustra foi sua versão de direita, tão violento quanto ele. Torturava sem dó nem piedade, fazia com que muitos fossem judiados e… se fossem inocentes equivocadamente detidos? Sem contar aqueles mortos por suas ordens simplesmente por serem vós contrária, mesmo que pacificamente.

Enfim: o Brasil não suporta mais esse discurso de ódio tanto da direita quanto da esquerda, que gera uma enxurrada de críticas a quem consegue se manter sensato.

Chega de aguentar gente com político de estimação, “bajulador de Bolsonaro” ou “paga-pau de Lula”. O país precisa de pessoas competentes, honestas e que demonstrem valores sociais.

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Ustra ou Marighella? (Ops: o esquerdista não era negro, como retratado no filme de Wagner Moura).

– Como defender Nicolás Maduro?

Quando eu era “molecão”, sempre ouvia falar da pujança da Venezuela. O PIB era alto, a democracia viva e o desenvolvimento crescente. Não só graças ao Petróleo, mas à Educação.

Tempos depois…

O país se autodestruiu! Primeiro, com Hugo Cháves, que acabou com a liberdade de expressão numa ditadura de esquerda. Depois com Nicolas Maduro, querendo levar adiante a loucura do “projeto bolivariano de poder”, sacrificando o povo e provocando a fuga maciça de venezuelanos do próprio país – sendo a maior parte dos refugiados, por conta da FOME!

Dentro em pouco, devemos ver a queda de Maduro, já que as nações desenvolvidas e democráticas não reconhecem as fraudulentas eleições e reconhecem o presidente interino determinado pela Justiça. Claro, o povo está nas ruas pedindo sua renúncia.

A pergunta é: como explicar que há quem ainda insista em defender a ditadura de Nicolas Maduro?

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