– E se fosse no Brasil? O Imposto para se usar WhatsApp, Facebook, Viber e Twitter.

Uganda, paupérrimo país da África Negra, determinou: para se evitar fofocas sociais e boatarias contra o Governo, taxará os usuários das principais Redes Sociais!

Assustou?

Veja só, extraído de:

https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/31/e-se-a-moda-pega-uganda-cria-imposto-diario-pra-usar-whatsapp-e-facebook.htm

E SE A MODA PEGA? UGANDA CRIA IMPOSTO DIÁRIO PRA USAR WHATSAPP E FACEBOOK

Imagine você ter que pagar o governo para poder usar o WhatsApp e Facebook. Parece uma coisa absurda, não? Mas se Zuckerberg ainda se recusa a criar uma opção do Facebook pago, outros países estão tornando isso realidade. É o caso de Uganda, que criou um imposto para diversas plataformas de mensagem.

O parlamento local aprovou uma polêmica lei que cobrará 200 shiling (US$ 0.05, cerca de R$ 0,20) diariamente para poder usar plataformas de mensagens como Facebook, WhatsApp, Viber e Twitter. O argumento da lei é que essas redes sociais impulsionam “fofocas” e boatos – aqui no Brasil não é muito diferente, né?

A legislação foi orquestrada pelo presidente local Yoweri Museveni, que iniciou os trâmites do projeto no último mês de março. Na época, ele escreveu para o ministro das Finanças que a renda coletada pelo imposto ajudaria a lidar com as “consequências das fofocas”. A lei deverá entrar em vigor no dia 1º de julho.

Na carta, ele deixou claro que não queria impor impostos nos dados da internet, já que ela é útil para “funções educacionais e de pesquisa”.

Nos últimos anos, as redes sociais viraram uma importante arma política em Uganda tanto para o atual governo quanto para a oposição. O acesso a plataformas do tipo foi derrubado durante a eleição presidencial de 2016 – segundo o atual presidente, isso foi feito para impedir que mentiras fossem espalhadas.

Outras nações da África também têm criado leis que ativistas dizem que afetam a liberdade de expressão. Na Tanzânia, blogueiros são obrigados a pagar uma taxa de licença e devem mostrar quem suporta eles financeiramente.

Já o Quênia criou uma nova legislação de cibercrime, mas jornalistas e blogueiros ganharam na Justiça uma ação que impede que o governo elimine supostas notícias falsas.

COMO O IMPOSTO SERÁ IMPLEMENTADO?

Especialistas e pelo menos um grande provedor de internet, no entanto, levantaram dúvidas sobre como o imposto diário poderia ser implementado, segundo a BBC britânica.

O governo está trabalhando para que todos os chips telefônicos estejam devidamente registrados. De acordo com a Reuters, dos 23,6 milhões de celulares do país, apenas 17 milhões usam a internet. Como o governo de Uganda vai conseguir identificar cidadãos acessando as redes sociais ainda é uma grande incógnita.

O imposto é polêmico por muitos acreditarem que é uma tentativa do governo reduzir a liberdade na internet. A lei ainda cria outras taxas, como 1% sobre transações financeiras realizadas pelo celular. Grupos civis sociais dizem que esse imposto vai afetar principalmente cidadãos mais pobres do país, já que eles raramente usam serviços bancários.

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– Eu não levo a Venezuela a sério. E você?

Dá para levar a Venezuela a sério?

Nicolas Maduro ganhou com 62% dos votos no último final de semana. Entretanto, faltaram à votação 58%.

Na miséria que eles vivem, com os protestos constantes, dá para acreditar que foram limpas as Eleições por lá?

Ah, as nossas urnas eletrônicas vem de Caracas…

– O Resquício do Militarismo do Brasil e a atriz Bete Mendes

Importante depoimento da atriz global sobre tortura:

Fui presa duas vezes. Na primeira, não fui torturada fisicamente. Na segunda, foi total. Fui torturada [em 1970] e denunciei [o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra]. Isso me marcou profundamente. Não desejo isso para ninguém – nem por meus inimigos. A tortura física é a pior perversidade da raça humana; a psicológica, idem.

Não dá para ter raiva (de quem me torturou). A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem. Estou muito feliz, sobrevivi e bem. E não quero mais falar desse assunto.

Complicado, hein? Tempos que (tomara) nunca voltem mais!

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– A Revoltante (mas não surpreendente) omissão de Geisel

A CIA, em seus documentos revelados após longo tempo (de acordo com a lei de sigilo de documentos norte-americana), mostrou que durante o regime militar brasileiro, o General Ernesto Geisel (que muitos “aliviavam” como um suposto presidente responsável pelo afrouxamento da ditadura) autorizou a execução de presos políticos e “subversivos perigosos ao sistema”.

Questionado sobre tal episódio, o candidato à presidência do PSL, Jair Bolsonaro, declarou que:

“Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu?”

Nossa! Que frase infeliz!!!

O que as famílias de inocentes mortos devem pensar sobre seus entes queridos e suas vidas ceifadas, chamando-os de “perigosos” (sim, eram “perigosos” por terem opinião contrária, pois qualquer regime de ditadura trata assim quem pensa diferente, seja de direita ou de esquerda)?

Quem lê, acha que se refere a um pai arrependido em dar uma palmada no filho desobediente. Aqui se refere à assassinatos, torturas, massacres!

É esse o homem que ajudará o Brasil? O candidato da conciliação e união do país?

Nada de radicalismo, nem de um lado e nem do outro.

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– A censura da Peppa Pig!

O inocente desenho da Peppa Pig, adorado por 10 de cada 10 crianças devido a sua infantilidade, foi banido na China!

O motivo? 

Segundo a Imprensa Oficial daquele país, Peppa Pig é um:

“Ícone cultural subversivo e sua imagem está sendo explorada por pessoas que se afastam dos valores da sociedade, não estudam e não tem emprego fixo, a antítese da juventude que o Partido [Comunista da China] quer cultivar”.

Caramba, a doce porquinha e seus amiguinhos provocam tanto temor assim no Governo chinês? 

Infelizmente, esperar o quê de uma trupe de ditadores antidemocráticos? Se não fosse a força econômica (o mundo tem medo de perder os sino-dólares), todos estariam cobrando a mudança do regime.

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– Díaz-Canel começou como os Castros em Cuba

O novo ditador cubano Miguel Díaz-Canel mostrou que o regime comunista não vai amolecer. Em seus primeiros dias no poder:

1- Prendeu 9 integrantes do grupo oposicionista ao Partido Comunista, o “Damas de Branco”;

2- Confirmou que “a censura da Internet é necessária”,sendo que apenas 1/3 da população tem acesso à Rede Mundial de Computadores;

3- Fechou sites “capitalistas, como o OnCuba.

Será que a esperança de abertura da ilha se dissipará? Miguel Díaz-Canel se tornará um “novo membro da família Castro” no Governo ou terá a coragem reformista de Gorbatchov (que implantou a Perestroika e a Glasnot)? Aliás, nunca me esqueci dos livros de história, onde o líder da União Soviética, com sua careca e mancha na cabeça inconfundíveis, era dito como alguém que seria preponderante a abertura econômica e política do império que ruía.

De fato, foi mesmo!

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– Pérolas da Internet: a entrevista de Lula à Playboy em 1979!

O tempo faz com que amadureçamos e nos arrependamos de algumas falas. Acontece com todos!

E perdida na web, um trecho de Lula falando sobre à admiração a homens que derrubam governos (inclua-se Fidel, Hitler…)!

Abaixo (público na Internet):

PLAYBOY (EDIÇÃO 1979 E LULA)

Playboy – Há alguma figura de renome que tenha inspirado você? Alguém de agora ou do passado?

Lula [pensa um pouco]- Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil (…). Um cara que me emociona muito é o Gandhi (…). Outro que eu admiro muito é o Che Guevara, que se dedicou inteiramente à sua causa. Essa dedicação é que me faz admirar um homem.

Playboy – A ação e a ideologia?

Lula – Não está em jogo a ideologia, o que ele pensava, mas a atitude, a dedicação. Se todo mundo desse um pouco de si como eles, as coisas não andariam como andam no mundo. (…)

Playboy – Alguém mais que você admira?

Lula [pausa, olhando as paredes] – O Mao Tse-Tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.

Playboy – Diga mais…

Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.

Playboy – Quer dizer que você admira o Adolfo?

Lula – [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.

Playboy – E entre os vivos?

Lula [pensando] – O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo.

Playboy – Mais.

Lula – Khomeini. Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério.

Playboy – As pessoas que você disse que admira derrubaram ou ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?

Lula [rápido] – Não, não é mera coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos.

Playboy – No novo Irã, já foram mortas centenas de pessoas. Isso não abala a sua admiração pelo Khomeini?

Lula – É um grande erro… (…) Ninguém pode ter a pretensão de governar sem oposição. E ninguém tem o direito de matar ninguém. Nós precisamos aprender a conviver com quem é contra a gente, com quem quer derrubar a gente. (…) É preciso fazer alguma coisa para ganhar mais adeptos, não se preocupar com a minoria descontente, mas se importar com a maioria dos contentes.

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– Chegou a Hora de Passar o Brasil a Limpo ou Não? Doa a quem doer (na Esquerda e na Direita).

Será que hoje estaremos dando um pontapé ainda maior na consolidação da Democracia e na esperança do fim da Impunidade?

Tomara que sim, mas não pode ficar somente no Lula e no PT, tem que ir para cima, sem vacilar, em Aécio e Temer, respectivamente do PSDB e PMDB.

O que entristece é ver jovens que não viveram a ditadura militar apoiando o tuíte do general Villa Boas, dando uma indireta “ameaçada” nas instituições democráticas.

Já fui jovem também (sou ainda de espírito) e sei bem do radicalismo que essa faixa etária nos proporciona…

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– Boneca da Venezuela parecida com…

Pois é: a Venezuela está em crise, a inflação explodiu mas Nicolas Maduro continua a “fazer média”. Para o Natal passado, assustou-se com o preço da boneca Barbie que custa – acreditem – quase 200 dólares em Caracas.

Diante disso, importou containers de bonecas e mandou colocar as cores da Venezuela nelas, repaginando-as e distribuindo com o preço tabelado de 2.50 dólares.

Demagogia total. Enquanto isso, falta papel higiênico nos mercados e a população foge para o Brasil e para a Colômbia. Durma-se com um barulho desses…

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– Camisinha a R$ 57,00 na Venezuela? Viva a República Bolivariana!

Quando o ditador pseudo-comunista Hugo Cháves se intitulou como “novo Libertador da América” e evocou o espírito de Simon Bolivar para refundar o país como “República Bolivariana da Venezuela”, todos achavam que a loucura não vingaria. Pois vingou e afundou o país.

Seu sucessor, Nicolas Maduro, mandou o Exército tomar os supermercados e ameaça estatizar as farmácias, pois produtos de 1a necessidade – de alimentos a medicamentos – estão em falta.

Um dos artigos que têm chamado a atenção é o de preservativos masculinos! Uma simples camisinha custa R$ 57,00.

Abaixo, extraído do UOL.com

ESCASSEZ DE PRODUTOS DA VENEZUELA

Além de encarar filas gigantescas para comprar produtos de primeira necessidade, como carne, açúcar e remédios, os venezuelanos estão enfrentando também a escassez de outro produto: um pacote com 36 camisinhas, difíceis de encontrar no país, chega a custar até 4.760 bolívares (R$ 2.035,38), segundo informações do site de notícias norte-americano Bloomberg Business. Quer dizer que cada camisinha custa cerca de R$ 57.

“Agora precisamos esperar na fila até para fazer sexo”, disse Jonatan Montilla, 31, diretor de arte de uma empresa de publicidade.

A queda no preço do petróleo internacional aprofundou a escassez de produtos na Venezuela, cujas exportações de petróleo respondem por cerca de 95% dos ganhos com moeda estrangeira.

Como o valor que o país recebe pelas exportações caiu quase 60% nos últimos sete meses, os importadores têm menos dólares para trazer produtos do exterior. Quase todos os bens de consumo do país são importados.

A Venezuela tem a terceira maior taxa per capita de infectados pelo vírus HIV na América do Sul, atrás do Paraguai e do Brasil, de acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas) de 2013.

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– Gleise Hofmann e suas greves

Virou ditadura da Dona Narizinho (como é conhecida a senadora Gleisi Hofmann – PT/PR)

Ela, que se sustenta em seu cargo no Senado devido ao foro privilegiado (se não fosse senadora e não tivesse tal regalia, já estaria sendo julgada como “pessoa comum “ – assim como Aécio e outros 31 senadores citados em crimes de corrupção e protegidos pela benesse de tal imoral lei), no ano passado sugeriu que as mulheres fizessem greve de sexo como protesto (lembram disso)?

Agora, disse que se o TFF-4 não absolver Lula, há do país fazer uma greve geral.

Peraí: tudo é da vontade dela, e se for contrário à senadora, resolve-se com greve? Sem contar as bobagens que andou falando, como resolver a pendenga de Lula na base da violência com seus “doces aliados” do MST ou da demagogia em dizer que a  Operação Lava-Jato matou Marisa Letícia de desgosto pela “injustiça”.

Vá dormir, dona Gleise. Cansou ouvir tais idiotices.

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– Só aceito discutir política com quem não é fanático! Para coxinhas, mortadelas e bolsonaristas:

Minha geração viu a ditadura cair e o povo sofrido comemorar. Viu Maluf versus Andreazza na Eleição Indireta e enfim Tancredo posteriormente dando ar de esperança!

Minha geração acreditou num cara jovem e ao mesmo tempo um grande ator: Collor, o falso caçador de marajás.

Minha geração viu o primeiro impeachment do Brasil, liderado por Luís Inácio, um sindicalista que dizia não aceitar a corrupção.

Minha geração viu Itamar Franco ressuscitar a produção do fusquinha e se envolver no que era chamado escândalo na época: o presidente do “topete” namorar uma mocinha que curtia o Carnaval sem calcinha (e hoje existe tanta coisa por aí, que isso seria irrelevante).

Minha geração viu o preço dos produtos ser um valor X na manhã, Y à tarde e Z no dia seguinte. Ela tinha sido outrora iludida como “fiscal do Sarney” no congelamento de preços, engoliu o sequestro da poupança por parte da Zélia Cardoso e teve que ter esperança na URV do FHC, que um dia sentou na cadeira da prefeitura paulistana, afirmou ser ateu e que tinha fumado maconha – tudo isso em entrevista na Playboy e perdendo a Eleição para o Jânio por conta disso.

Minha geração vibrou com o frango a R$ 1,00, comemorou a horrorosa Seleção de 94 quebrar o jejum de títulos na Copa do Mundo e se encantava com a mocinha Maitê Proença contracenar com Lima Duarte, o Sassá Mutema. Não dava para fazer même dessas coisas, pois o Orkut (que nasceu e morreu) não existia, o Teletrin, sucessor do BIP, só aceitava texto e o embrião do telemóvel iria nascer com a Telesp Celular nesse período. 

Minha geração por muito tempo só tinha a viva lembrança de um único Papa – que ousava em ser polonês (um não europeu ocidental), e que nunca pensou em ter um representante no Vaticano que veio do “fim do mundo”, como o argentino cardeal Bergoglio dissera.

Minha geração viu o tumultuador Lula surgir e depois virar “paz e amor” de maneira demagógica para vencer as Eleições. E SEMPRE desconfiou dele pelo passado complicado.

Assim, se você não nasceu “na década de 70 para trás”, não tem familiaridade e nem viveu essas lembranças, como você vai querer polarizar uma discussão sobre política? Como dizer que Messi jogou mais bola do que Maradona (pior – duvidar de Pelé!)? De que forma querer me catequizar a respeito do que é “democracia” e mundo moderno?

Respeito todas as pessoas mais jovens e que não são dessa época. Mas é difícil entender que esses moços e moças querem ser donos da verdade, defendem cegamente a honestidade de Lula & Cia e pior: se acham “acima do bem e do mal”! Não viveram nada, não tem experiência de vida e ainda são fantochezinhos na mão de políticos – dos “bolsamitos, dos coxinhas e dos mortadelas (aí você identificou alguns termos do seu dia-a-dia). 

Pobres de espírito… não sabem nada, inocentes! E são enganados com alegria, gostam de causar na Web e, apesar dos pesares, ainda vão querer dizer que no tempo da Dilma a “poupança Bamerindus continuava numa boa”!

São ainda pessoas a amadurecer, mas que não ouse discutir com elas (elas – essas pessoas, os radicais). Jovens estudados se encaixam no rol de pessoas que vale a pena debater, além daqueles que têm uma vida suada e já estão no tempo da aposentadoria (e se recusam a aceitar o discurso de Temer sobre a Reforma da Previdência, defendida por aqueles que não largam o isso dos vencimentos acumulados desde o tempo do INPS).

Como é duro falar de política nesse país com respeito ao voto alheio!

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– Que vergonha, comunidade vascaína!

Nossa, que coisa triste ocorreu dentro do Vasco da Gama, não?

Depois de tanto tempo levado por pessoas retrógradas, estando o pleito eleitoral prestes a acabar com a hegemonia de Eurico Miranda e permitir a ascensão do administrador Júlio Brant (aparentemente competente), eis que no referendo do conselho vascaíno o vice-candidato de Brant, Alexandre Campello, traiu sua chapa e foi para a de Eurico como candidato a presidente, numa estratégia pensada pelos situacionistas e repleta de falta de ética e moral! Eleito Campello, foi ovacionado, pasmem, pelos gritos de “Eurico, Eurico”.

Coitado do Vascão… vai virar cada vez mais vasquinho com essa tropa!

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– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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