– Rumos da Carreira Profissional: Generalista ou Especialista?

Especialista ou generalista? O que fazer na Carreira? Como Fazer? Onde Fazer?

Tais dúvidas foram muito bem abordadas nesse ótimo texto de Adriano Silva, do “Blog do Executivo Ingênuo”, voltado aos estudantes de Administração de Empresas, jovens executivos e pós-graduandos.

Pela irreverência e ótima qualidade, dentro de um assunto corriqueiro à nossa formação profissional, compartilho com os amigos:

QUANTAS ALMAS VOCÊ TEM?

Tem gente que é especialista. Que define desde o comecinho da carreira o que deseja fazer da vida e decide, sobretudo, o que não quer fazer. Essas pessoas enveredam por um caminho profissional bem definido e não se afastam dele por nada. Costumam pensar o seu talento como uma coisa única e, portanto, recusam tudo que não for precisamente aquilo que escolheram fazer. Dizem para os outros e para si mesmas que só sabem fazer aquilo, que não sabem fazer outra coisa, e avançam por aquela carreira, vida afora, sem olhar para trás.

E tem gente que é generalista. Que gosta de fazer uma coisa mas não descarta fazer outras. Essas pessoas investem num caminho profissional mas mantêm sempre um olho nas alternativas, nas realidades paralelas. Costumam pensar seu talento como uma coisa multifacetada e, portanto, não raro, decidem ir lá ver que outra vida poderiam ter se tomassem outros rumos, se tentassem a mão em outras áreas. Alguns podem até ver profissionais desse naipe como inconstantes, como gente que antes de avançar demais em um determinado caminho, troca de caminho e começa tudo de novo. Mas eles preferem se ver como talentos irrequietos, profissionalmente curiosos, ávidos por conhecer mais e viver coisas novas. E, assim, tratam de viver várias vidas numa só.

Eu acho que, no fundo, tenho alma de especialista. Sinto uma certa inveja de quem se embreta num só fazer sem medo algum de abrir mão do descortínio, de não contar com tantas rotas de fuga e saídas de incêndio caso aquela carreira deixe de oferecer boas oportunidades e simplesmente vá para o vinagre. No entanto, minha carreira tem sido bastante generalista. Devo ter também, em algum lugar (não precisa dizer onde), um bichinho que me faz sempre romper o horizonte, quebrar as paredes e colocar as minhas eventuais competências sempre em vários cestos ao invés de jogá-las integralmente num cesto só. Ainda não sei se isso mais me ajuda (tenho de fato construído algumas obras relevantes ao longo da carreira) ou mais me prejudica (será que eu poderia ser muito melhor em alguma coisa específica se eu tivesse me entregado a ela de corpo e alma há duas décadas?)

Enquanto não sei responder a isso, vou vivendo. Escapando do tédio do especialista – às vezes com nostalgia de uma carreira com um escopo menor. E vivendo as turbulências dos vários recomeços do generalista – às vezes com vontade de ter um pouquinho mais de mesmice e calmaria em minha rotina.

E você?

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– A sacada genial da Renault com a Caverna do Dragão!

Que jogada genial da Renault!

A montadora, a fim de lançar uma nova linha do modelo Kwid, soltou alguns dias antes o que seria um trailer do filme “Caverna do Dragão”, um desenho que foi sucesso dos anos 90 exibido no Brasil (mas que não teve último episódio).

Com personagens humanos, tudo é muito bem feito. Cartazes, imagens e spoilers foram divulgados, até que… era uma peça publicitária. Até revelar tal fato, tudo já tinha viralizado na Internet, sem a desconfiança dos fãs.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kC9-bfsNne8&feature=youtu.be

– Crianças devem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress“.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERDADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil?

Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos. Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada. Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

ISTOÉ – O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos. Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos. 

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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– Porchat e a Bíblia

O humorista Fábio Porchat deu uma polêmica entrevista à Revista Trip deste mês. Reafirmou ser ateu, disse que não viu problema no beijo gay entre Jesus e Judas na paródia que fizeram para o Netflix, considerou que a “fé em Deus faz parte de uma grande invenção”, confessa que apesar de não acreditar que Jesus é filho de Deus, entende que Cristo “foi um cara maneiro para caramba”.

Destacou, ainda, que respeita todas as crenças apesar de não crer.

E se não respeitasse, hein? Será que diria algo mais impactante do que esse trecho abaixo, na mesma entrevista?

“Acho uma maluquice as pessoas acreditarem na Bíblia. Uma coisa é ler como uma série de histórias inspiradoras. Se as coisas mudaram de 30 anos para cá, imagina nos últimos dois milênios. Como é possível pegar um livro escrito há 2 mil anos, ler aquilo e seguir como código de conduta? É lógico que respeito a religiosidade das pessoas, cada um acredita no que fizer melhor para si. Só não acho que religião deva influenciar outros assuntos importantes”.

Aceitar a religiosidade dos outros, não é, primeiramente dizer que respeita simplesmente; é não desdenhar de fato. Precisava estender com tanta ênfase?

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– Uma bola que bateu na mão na defesa, mas que ajudou no ataque e virou gol. O que fazer?

Recebi essa questão sobre uma dúvida da regra do jogo, e a achei interessante por abordar um detalhe relativo às mudanças recentes. Aliás, a situação que o leitor enviou é muito bacana didaticamente para se discutir. Vamos lá:

Por Dene Costa:

A minha dúvida fica na questão de que, tendo a bola batido na mão do defensor, involuntariamente, na sua área penal nada deve ser marcado. Mas se no seguimento desta jogada, este defensor da um chutão que vira uma assistência pro seu atacante, que faz o gol. O gol teria saído de uma jogada de mão, mesmo que involuntária, mas que de acordo com a mudança, deve ser invalidado, correto? Então o que marcar neste caso?

A resposta é: O gol NÃO DEVE ser invalidado. Entendo que se isso aconteceu na defesa e pelo espírito da regra, não se deve anular o gol se ele acontecer.

Motivo: a primeira situação foi na defesa, e você não pode ter duas interpretações do mesmo lance. Assim, a mão involuntária faz com que o jogo siga. Chutando a bola para frente e virando um gol, a assistência foi do chute, que já é uma segunda situação. Você pode validar o gol sem problema algum, pois ele não ocorreu da assistência de uma mão que estava em situação de ataque, mas de um chute do zagueiro.

IMPORTANTE: quando existir dúvida, pense imediatamente para ajudar na decisão: originalmente, o lance era de uma mão em situação de ataque ou defesa? Se foi de DEFESA, não importa a sequência.

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– Sábado gelado!…

Bom dia. Mais uma oportunidade para se viver! Quem disse que o frio não chegou?
Para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora da Conceição. Nossa foto-meditação:

Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa foto-inspiração?

Enfim, hora da labuta! E no caminho, olha só nossa foto-contemplação:

Que seja um ótimo sábado para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A Centauro atravessou o Magazine Luiza na compra da Netshoes?

Dias atrás, falamos da praticamente fechada negociação de compra da Netshoes, por parte do Magazine Luiza.

Porém, uma surpresa: oferecendo 40% a mais, a Centauro entrou forte no negócio, que poderá ter os rumos mudados.

Será que vale a pena, se levando em conta a situação financeira da Netshoes?

Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/05/24/internas_economia,757037/centauro-entra-na-briga-por-netshoes.shtml

GANHA QUEM DÁ MAIS

por Jaqueline Mendes 

O empresário Sebastião Bomfim, fundador do Grupo SBF e controlador da rede varejista de materiais esportivos Centauro, costurou nas últimas semanas — discretamente, como manda a etiqueta mineira — a mais agressiva manobra dos 38 anos de existência da companhia.

Nesta quinta-feira (23/5), três semanas depois da assinatura de um acordo para a venda do site de artigos esportivos Netshoes para a rede Magazine Luiza, a Centauro oficializou uma oferta de compra do maior e-commerce do segmento na América Latina por um valor 40% superior. Em comunicado ao mercado, o grupo SBF informou que ofereceu US$ 2,80 por ação da Netshoes, que tem capital aberto em Nova York. Isso representa US$ 87 milhões, contra US$ 62 milhões do contrato com a empresa comandada por Frederico Trajano.

De acordo com o comunicado da SBF, a operação de compra de todas as ações do capital social da Netshoes foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração. E a decisão agitou o mercado. No meio da tarde desta quinta-feira (23/5), as ações da Netshoes em Nova chegaram a subir 43,8%.

A conclusão da compra do site de artigos esportivos pelo Magazine Luiza estava em modo “standby”, ou seja, aguardando o sinal verde dos acionistas da Netshoes e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Poucas horas antes da proposta da Centauro, o Cade havia endossado a união das operações.

Antes de formalizar a venda no Brasil, a Netshoes se desfez da operação no México e na Argentina. Os dois países foram citados, na época do IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês), como destino da aplicação dos recursos levantados na operação.

A Netshoes abriu seu capital na bolsa de Nova York em 2017, precificando suas ações em US$ 18. Na época, a empresa captou cerca de US$ 140 milhões com a operação.

Seja quem for o vencedor da disputa pela Netshoes, o valor do negócio é considerado baixo pelo porte e potencial da loja virtual. De acordo com a XP Investimentos, em cálculo feito antes do início das negociações, a compra poderia valer US$ 107 milhões. Essa conta considera o endividamento na casa dos US$ 37 milhões ao fim do terceiro trimestre de 2018 (o mais recente disponível), acrescentado do valor de mercado, próximo dos US$ 70 milhões. Com a contínua queda das ações, o preço pode ser mais baixo.

Potencial

A dívida, por outro lado, pode crescer, pois a Netshoes ainda não anunciou os resultados do quarto trimestre do ano passado. Segundo a empresa, isso deve acontecer em uma semana. “Quem levar a Netshoes levará um ativo barato. O mercado se desencantou com a empresa e, quando isso acontece, é difícil reverter”, diz Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail. “Mas o comprador vai levar um negócio com potencial de valorização e uma estrutura robusta. No dia seguinte à compra, ela já estará valendo mais”.

De acordo com Serrentino, a Netshoes tem uma boa reputação de marca e alcançou bom nível de serviço, incluindo os processos de pós-venda e entregas, além de um faturamento anual bilionário, porém, insuficiente para gerar lucro.

Em 2018, a empresa atingiu receita líquida de R$ 1,2 bilhão, queda de 1,7% em comparação ao mesmo período de 2017. “Quem levar poderá evoluir para um modelo de negócios por ecossistema, uma migração do varejo para se tornar plataforma de serviços e negócios”, afirma Serrentino.

Esse conceito prega que, em vez de deter os produtos que serão vendidos em um grande centro de distribuição, a empresa possa ser um marketplace que interliga vendedores e compradores. Procuradas, Centauro e Netshoes não comentaram as negociações.

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– A “Adoção na Passarela” repercute demais! Um ato com bom mote, mas de maneira infeliz?

Aqui, um assunto delicadíssimo para se discutir: houve em Cuiabá um evento chamado “Adoção na Passarela”, dentro do Shopping Pantanal, onde crianças à espera de adoção desfilavam para as pessoas.

Se por um lado você pode louvar o fato de iniciativas para que os menores abandonados / retirados da guarda tenham uma família que os ame, por outro você tem uma avalanche de críticas: a exposição dos vulneráveis, a frustração de quem não é “escolhido” e, talvez, a comparação de que são mercadorias humanas mostradas para clientes.

A coisa é complicada… compartilho abaixo e penso: o evento já era uma 2a edição! Como houve outra anterior e não se repercutiu?

Extraído de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Seguranca/noticia/2019/05/adocao-na-passarela-sociedade-brasileira-de-pediatria-pede-que-estimulo-adocao-respeite-leis-e-preserve-integridade-de-criancas-e-adolescentes.html

ADOÇÃO NA PASSARELA GERA REPERCUSSÃO

Após repercussão negativa do desfile que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), a SBP se posicionou com alertas e orientações aos órgãos de apoio à adoção e instituições responsáveis por crianças e adolescentes nessa situação

O evento “Adoção na Passarela”, que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), foi amplamente divulgado em veículos de comunicação na última quarta-feira (22) e recebeu diversas críticas nas redes sociais. Isso porque, a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil (Seccional Mato Grosso (OAB-MT)) decidiu realizar um desfile com crianças e adolescentes de 4 a 17 para dar visibilidade que elas estão adptas para adoção.

Nessa quinta-feira (23) a Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) divulgou uma nota de alerta à população sobre a necessidade de cautela no momento de se promoverem ações de estímulo à prática da adoção no País. Para a SBP, todas essas iniciativas devem respeitar a legislação vigente, em especial o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e o respeito à integridade física e emocional dos jovens. Em nota, a SBP fala sobre as críticas que a ação gerou ao “expor crianças e jovens a uma situação de vulnerabilidade social e suscetíveis ao sentimento de frustração e à perda da autoestima.” A presidente da SBP, Dra. Luciana Rodrigues Silva, disse que trata-se de uma situação delicada. “Não duvidamos da boa intenção dos promotores, mas essas iniciativas devem ser pautadas por uma série de cuidados para que crianças e adolescentes não sejam prejudicadas.”

Na nota, a SBP pede ainda que iniciativas do tipo não se repitam e solicita a todos os comprometidos com o objetivo nobre de estimular a adoção que tenham o cuidado de proteger a integridade psíquica e moral desses jovens, conforme determina o artigo 17 do ECA, ao desenvolverem ações com essa finalidade.

O cenário da adoção no Brasil

Atualmente, no Brasil, 9540 crianças e adolescentes, com idades de zero a 17 anos, estão aptas para serem acolhidas. O número é pequeno diante das 46.008 pessoas que manifestaram, oficialmente, interesse em adotar. Os dados estão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma ferramenta digital, lançada em 2008, que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o país. O quadro aparentemente favorável a desfechos felizes (há mais pessoas querendo adotar do que crianças e adolescentes aguardando adoção), no entanto esbarra na resistência entre os interessados em acolher crianças com mais idade, o que faz com que milhares de meninos e meninas ainda permanecem nas instituições à espera de uma família. “A adoção é responsável por muitas histórias de amor, superação e felicidade. Formar uma nova família exige preparação e disposição, além de seguir as normas legais vigentes”, destaca a Dra. Luciana Rodrigues Silva. Segundo ela, a adoção no Brasil é regida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que foi alterado, dentro do tema, pela Lei nº 13.509/2017, melhorando os prazos de cada etapa.

A Lei também mudou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), equiparando os prazos de licença, estabilidade e descansos especiais de pais biológicos e adotivos. Além disso, a lei reforçou a necessidade do acompanhamento das famílias pretendentes e das crianças disponíveis para adoção, pela Vara de Infância e Juventude (VIJ). “Esperamos que cada vez mais famílias aceitem esse desafio e essa missão”, finalizou a presidente da SBP.

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– Discutindo Edson Fio, o treinador sem marketing que vem sendo um fator diferente na escondida 4a divisão.

Eu gosto muito quando algo muito improvável se torna sucesso no futebol. Aliás, costumo brincar que, no tão popular esporte bretão, uma das poucas lógicas do futebol é que ele é ilógico.

Na história, vimos um jogador muito comum, que praticou a condenável tática do “gato”,  tornar-se o maior treinador estrategista do Brasil nos anos 90: Luxemburgo. Tivemos um “central botinudo”, que quando começou como treinador tinha um estilo de futebol totalmente “anti-brasileiro” de jogar feio e matar com faltas as jogadas adversárias, que foi campeão do mundo com o inimaginável 3-5-2: Scolari. Presenciamos a Grécia ser campeã da Europa e o Brasil apanhar de 7×1 em plena Copa do Mundo local. Coisas que somente o futebol permite.

Agora, guardadas todas as proporções de competência mas trazendo à tona todas as verossimilhanças do inusitado, temos a boa revelação do desconhecido atual treinador do Paulista FC: Edson Ferreira da Silva, conhecido no mundo da bola como “Edson Fio”.

Vamos lá:

1- Quantos treinadores negros você tem fazendo sucesso no futebol brasileiro (de tantos criolos maravilhosos que tão bem representaram a arte em campo)? Lula Pereira, Serginho Chulapa e Cristóvão Borges me são lembrados, mas… nenhum efetivamente se destacou com títulos. Não abordando o racismo propriamente dito, mas, estatisticamente, ser técnico negro “ganha menos campeonato no Brasil”. Fio é negro e o atual líder do Paulistão da Segundona (a 4a divisão).

2- Na onda de treinadores bem vestidos à beira do campo e com postura elegante (esqueça Sampaoli, ele é louco como Bielsa), temos “professores” que se portam como num casamento à beira do gramado com suas camisas bonitas de marca chique (nada contra isso). Mas Fio fica na área técnica de camiseta e bermuda esportiva, sem vergonha da barriga saliente, e é compreendido pelos seus comandados.

3- Enquanto os treinadores, na sua maioria, preocupam-se em primeiro não perder para depois ganhar (vide Carille, Felipão e tantos outros), sem se importar com a beleza do jogo, buscando o pragmatismo defendido por Carlos Alberto Parreira na década de 90, Fio é proativo, coloca o time no ataque sem ser Guardiola ou Fernando Diniz, sem ter a mesma qualidade técnica dos atletas que esses grandes treinadores tem (afinal, estamos falando da 4a divisão que é limitada a jogadores Sub 23). O “jogo jogado” do Galo da Japi é agradável para assistir, não retranqueiro nem faltoso (era o time mais Fair Play da competição até determinada rodada), e que vem obtendo sucesso: 5 Vitórias, 2 Empates e 0 Derrotas, com a melhor campanha entre os 41 clubes e o segundo melhor saldo de gols.

Impossível não fazer a observação: tentar jogar bonito, mesmo sem ter jogadores renomados, é possível independente da divisão. Ao menos, vale o ingresso pago. E o resultado pode ser esse como visto.

Voltando ao Fio: tudo isso que foi escrito serve para fazer uma justa consideração para o então desconhecido treinador. Quando veio do Rio Branco de Americana para o Paulista de Jundiaí através da Kah Sports / Fut Talentos (o grupo que terceirizou o futebol tanto profissional quanto amador do Galo), ambos estavam sob desconfiança! Aqui, sem o entendimento pejorativo, pois os resultados do Tigre com o Fio eram péssimos e o medo de “quem é a Kah Sports?” era natural, já que o clube jundiaiense estava arrebentado financeira e emocionalmente, após ruins campanhas e parcerias que foram golpes (lembram do grupo monegasco do português Paulo Fernandes?).

Hoje, não só a parceira tem trabalhado bem, como Fio pode mostrar seus conhecimentos. Erra em uma ou outra substituição (como todo treinador erra), mas é fiel a seu conceito de futebol com intensidade (veja como se porta o time sufocando o adversário nos minutos iniciais). Possui a flexibilidade de mudar o estilo de jogo conforme o desenrolar dos 90 minutos decorre e/ou a leitura da partida mostra.

Sabe o que trouxe um pouco de antipatia na chegada do Edson Fio (e que hoje se dissipou?) A história real de que queria ser chamado de Fyu, com uma certa pompa que nunca me pareceu dele. Pura bobagem. Passou.

Assim, lembremo-nos: aquele Edson Fio que chegou tão contestado pelo histórico de jogos (o site Esporte Jundiaí fez um ótimo trabalho de apuração sobre os resultados e a história dele, retratados com uma análise de quem conhecia o repertório de ideias na sua passagem no co-irmão do Interior, em: https://bit.ly/2whS5Vj, e que hoje, com bom material humano e mais experiência, conseguiu mudar as estatísticas), passou a ter a confiança do torcedor.

Enfim: conversei apenas, e bem informalmente, uma vez com Fio e na porta do estádio. Me pareceu autêntico, boleirão, simples. E isso é… ótimo! O anti-marketing (ou melhor: desprovido de marketing) que faz sucesso.

Apenas para reforçar tudo isso, vale pensar: qual treinador negro, que joga para frente, que não se preocupa em auto-promoção, que se veste tão simples / sem vaidade, lidera um certame qualquer?

IMPORTANTE: não pense, após tudo isso, que ele não seja um estudioso do futebol (simplicidade não é sinônimo de burrice). Ou as mudanças e a vontade do “jogo-moderno” não mostram que esteja atualizado com os conceitos tão discutidos nas mesas-redondas?

Neste momento, acho justo tal reconhecimento a ele.

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Foto: Esporte Jundiaí

– Viva Nossa Senhora Auxiliadora

Neste 24 de maio, é dia de alegria aos devotos marianos: celebra-se o título de Senhora Auxiliadora à Virgem Maria!

Extraído de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=232472

DIA DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.
A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.

No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.

O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.

Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.

O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.

A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Escreveu Dom Bosco: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria,
terníssima Mãe nossa e poderoso Auxílio dos Cristãos,
nós nos consagramos inteiramente
ao vosso doce amor e ao vosso santo serviço.
Consagramo-vos a mente com seus pensamentos,
o coração com seus afectos, o corpo com seus sentidos
e com todas as suas forças,
e prometemos querer sempre trabalhar
para a maior glória de Deus e a salvação das almas.
Vós, entretanto, ó Virgem incomparável,
que fostes sempre a Auxiliadora do povo cristão,
continuai, por piedade, a mostrar-vos tal,
especialmente nestes dias.
Humilhai os inimigos de nossa Santa Religião
e frustrai seus perversos intentos.
Iluminai e fortificai os Bispos e os Sacerdotes,
e conservai-os sempre unidos
e obedientes ao Papa, mestre infalível;
preservai da religião e do vício a incauta mocidade;
promovei as santas vocações
e aumentai o número dos ministros sagrados,
a fim de que, por meio deles,
se conserve o reino de Jesus Cristo entre nós
e se estenda até os últimos confins da terra.
Suplicamo-vos também, ó dulcíssima Mãe nossa,
lanceis continuamente vossos olhares piedosos
sobre a incauta mocidade rodeada de tantos perigos,
sobre os pobres pecadores e moribundos;
sede para todos, ó Maria, doce esperança,
Mãe de misericórdia e Porta do Céu.
Mas também por nós vos suplicamos, ó grande Mãe de Deus.
Ensinai-nos a copiar em nós vossas virtudes,
e de um modo especial vossa angélica modéstia,
a fim de que, por quanto for possível, com nossa presença,
com nossas palavras e com nosso exemplo,
representemos ao vivo no meio do mundo
a Jesus, vosso bendito Filho,
vos façamos conhecer e amar,
e possamos por este meio salvar muitas almas.
Fazei mais, ó Maria Auxiliadora,
que estejamos todos unidos
debaixo do vosso maternal manto.
Fazei que nas tentações
vos invoquemos logo com toda a confiança.
Fazei, enfim, que o pensamento
de que sois tão boa, tão amável e tão querida,
a lembrança do amor que tendes aos vossos devotos,
nos conforte de tal modo que, na vida e na morte,
saiamos vitoriosos contra os inimigos de nossa alma,
e possamos depois unir-nos convosco no Paraíso. Amém.

Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por nós.

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– Sua mente é aberta ou fechada?

Você tem sinergia com o ambiente e as pessoas que você se relaciona?

Como são seus princípios? E o conhecimento adquirido e/ou aceito?

Para evoluirmos, precisamos aceitar novas ideias, interagir, discutir e promover intercâmbio de novas experiências. As empresas, pessoas e sistemas diversos precisam disso para a sobrevivência. Num sistema fechado, tudo fica mais difícil.

Pois bem: compartilho esse artigo muito bom sobre as “3 dimensões para se ter uma mente aberta”. Vale a pena a leitura!

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/virtude-de-manter-mente-aberta-felippe-mesquita/

A VIRTUDE DE MANTER A MENTE ABERTA

por Felippe Mesquita

Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próximos inclusive, relutantes para realizarem mudanças, para se arriscarem a escutar, inclusive, opiniões diferentes da voz própria, por acreditarem que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção é errado.

A nossa sociedade hospeda uma grande quantidade de mentes quadradas, que colocaram um “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o conhecido como escudo. São mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções.

Temos certeza de que você também conhece pessoas com esse perfil de pensamento e de personalidade. O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia. É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.

Não obstante, é preciso ter obviamente uma clara percepção e postura para que não se deixe se influenciar, não se contagiando com o vírus da inflexibilidade, da rotina que se nega às mudanças por medo de desestabilizar-se. Uma mente aberta é uma arma poderosa que devemos saber desenvolver.

Estratégias para manter uma mente aberta

Há algo que vale a pena levar em consideração. É possível que você mesmo seja o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental, que tenha se distanciado desse molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.

Entretanto, de certa forma, todos nós temos uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Todos nós temos algum “pequeno” medo e dispomos de uma reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair. Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua? Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?

Para se aprofundar um pouco mais nesses aspectos, convido-te para que leve em consideração todas essas dimensões que nos ajudam a manter uma mente aberta.

1. Questione o que o rodeia

Não se trata de duvidar de tudo o que vemos ou fazemos. Trata-se de não dar as coisas sempre como certas, aceitando que “tudo é como deve ser”. É muito possível, por exemplo, que no seu trabalho existam muitos aspectos que devam ser melhorados e mais: pode ser que até você mesmo possa potencializar as suas habilidades para crescer profissionalmente.

É possível, inclusive, que essa pessoa que tanto admira nem sempre tem razão, e que muitas das coisas que você lê todos os dias tenham outros matizes a serem consideradas. Seja um pouco mais crítico em relação a tudo o que o rodeia.

2. Aceite o desconhecido, admita o inesperado

O medo é o maior arquiteto de barreiras que você poderá encontrar na sua vida. É ele quem nos impede de descobrir novas opções, novos caminhos que poderiam levar até uma satisfação pessoal mais elevada. Por que não aceitar tudo aquilo que chega sem avisar? Por que não dar uma oportunidade ao imprevisto?

Poucas coisas envelhecem tanto quanto o medo e a covardia. As portas que fechamos por medo do imprevisto são espelhos no qual amanhã deixaremos os nossos lamentos e arrependimentos.

3. Obtenha inspiração de tudo que o rodeia, até dos seus inimigos

Acredite ou não, as pessoas podem obter uma grande aprendizagem até daquilo que nos causa dano. Uma mente aberta é a que escuta todas as opiniões e a que não vira o rosto para fugir.

Pode ser que tenha na sua frente alguém acostumado a reclamar para os outros, a enganar e a submeter, porém, conhecendo também esses padrões de comportamento, aprendemos mais com eles para saber o que NÃO queremos ser, para compreender do que temos que nos distanciar e o que é o que queremos para nós mesmos.

Tente tirar sempre algo bom de toda situação que experimentar a cada dia. Uma mente aberta não joga a âncora só nas coisas negativas, na chuva de hoje, no erro cometido ou nesse “não” que tivemos como resposta.

A vida não para nos fracassos e nas perdas se nos permitirmos à honra de reconhecer os erros para aprender com eles. Estaremos colocando em prática as engrenagens para a mudança, para a melhora. É questão de ser um pouco mais flexível e de modificar as nossas perspectivas para o positivismo e para a superação.

A vida é uma inspiração contínua que exige olhos abertos. Veja o seu exterior e conforte o seu interior. É dessa forma que alcançará um verdadeiro conhecimento das coisas. Não tenha medo de errar e, simplesmente, atreva-se a viver com uma mente aberta.

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– Ao menos um nome já é certo para a corrida presidencial em 2022: João Dória Jr. Vingará na hora do “vamos ver”?

Goste dele ou não, é inegável que o governador João Dória Jr está trabalhando a todo vapor para ter uma vasta lista de realizações no Estado de São Paulo a fim de usá-la na campanha à Presidência na República em 2022. Você duvida que ele estará no páreo?

Quando foi eleito prefeito da capital paulista, pisou na bola ao pregar que não sairia da Prefeitura em hipótese alguma e saiu. Também aproveitou a onda populista de Jair Bolsonaro e criou os colantes de “BolsoDória”. Por fim, rachou seu partido na disputa de liderança interna.

Entretanto, enquanto se fala de contingenciamentos e cortes diversos no Governo Federal, o Governo Estadual tem apresentado um zoneamento de regiões desenvolvimentistas em São Paulo, criou pacotes de benefícios para investidores que gerem emprego e está lutando para que a fábrica da FORD que irá fechar tenha um comprador de fato e os trabalhadores continuem por lá.

É lógico que a política liberal de Dória contrasta com o liberalismo pregado pelo presidente Jair Bolsonaro na prática. Enquanto o primeiro conseguiu focar seu trabalho (tarefa menos árdua do que consertar um país), o segundo ainda se atrapalha com brigas entre os próprios pares com exposição desnecessária.

Tenho muitas dúvidas e ressalvas sobre João Dória Jr, mas, comparando com Bolsonaro, está largando na frente. Mas até 2022 tem tanta coisa ainda… quem serão os outros nomes até lá?

Agora, o “pastel de feira” da foto (abaixo) não combina nada com ele, hein? 

Resultado de imagem para Dória

 

– O perigo do Slime que contenha bórax

Que é uma febre a brincadeira de Slime (aquela gosma que as crianças gostam de mexer ou fazer em casa), não há dúvida. A dúvida é: realmente o produto é totalmente inofensivo?

Agora, parece já existir uma resposta: se existir uma substância chamada bórax (borato de sódio) na sua composição, vale a pena ter cuidado. Aqui, o primeiro registro de intoxicação em São Paulo (abaixo).

Extraído de: https://noticias.r7.com/saude/medicos-explicam-como-o-slime-pode-causar-intoxicacao-23052019

MÉDICOS EXPLICAM COMO O SLIME PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Contato com substância chamada bórax, utilizada na elaboração da massa de modelar, pode provocar vômitos e cólicas; alternativa são as massas atóxicas

Na noite desta quarta-feira (22), uma mulher publicou nas redes sociais que sua filha está internada há mais de uma semana devido à intoxicação por bórax, substância presente no slime, espécie de massa de modelar que é uma febre entre as crianças.

A garota, de 12 anos, chegou ao hospital com vômitos e sintomas de uma gastroenterite, mas, segundo o relato da mãe, os exames não apontaram infecção por vírus ou bactéria. A suspeita de intoxicação só foi levantada após os médicos avistarem o slime no quarto do hospital em que menina está internada.

De acordo com o pediatra Werther Carvalho, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, tanto o slime caseiro quanto o que é comprado pronto podem oferecer riscos, porém diminuído no segundo caso.

Carvalho afirma que o borato de sódio, ou bórax, substância química presente no slime e que é manipulada na fabricação do produto, pode causar intoxicação e o potencial de toxicidade do brinquedo pode ser aumentado conforme o uso de outros produtos químicos na mistura, como corantes, amaciantes e cremes de barbear.

“No Brasil, as pessoas não têm orientação de como utilizar o bórax. O produto oferece grande risco e deve ser manipulado com prevenção, como avental e luvas”, afirma Carvalho. “O problema está também porque a criança fica muito tempo exposta àquela substância, quando deveria ficar entre 15 e 20 minutos”.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o bórax tem seu uso regulamentado para fertilizantes e produtos destinados à higienização, sendo utilizado para tais finalidades e nas doses recomendadas. O órgão afirma que a substância não deve ser manipulada por crianças e que não seja utilizada em finalidades não autorizadas.

Segundo a Anvisa, o uso do bórax pode provocar náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarreia com coloração azul ou esverdeada, pele com cor azulada, queda de pressão sanguínea, diminuição de energia e choque.

O pediatra Nelson Ejzenbaum, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que as misturas químicas do slime, assim como o uso do bórax, por meio do odor forte, pode causar vômitos, náuseas e tontura. Carvalho afirma que a substância, em contato com a pele, pode provocar lesões na pele e conjuntivite.

A ingestão do slime ou do bórax, seja por desatenção ou por resquícios das substâncias nas mãos, pode provocar vômitos, diarreia e náuseas.

“A intoxicação por bórax é diferente de uma virose, pois a criança não apresentará febre ou tosse, que ocorreriam se ela estivesse infectada. A intoxicação provocará irritação nas mucosas e, hoje, com os dados ambientais do uso de slime ser frequente, os pediatras já estão orientados para a associação de intoxicação por bórax”, afirma Carvalho.

Ele explica que o tratamento da infecção é sintomático e que a criança deve se manter bem hidratada e com alimentação leve, evitando comidas ácidas, como abacaxi e limonadas, pois pode piorar a irritação das mucosas. “Acima de tudo, a criança deve ser afastada do bórax e não mexer mais com produtos que contenham a substância”, alerta o pediatra.

Ejzenbaum afirma que o ideal é que, se a criança for produzir o slime em casa ou for brincar, a atividade deve ser supervisionada por um adulto. Para Carvalho, a manipulação do produto deve ser realizada em local aberto ou arejado, usando avental e luvas. Ambos os especialistas concordam que a substituição do slime por outras alternativas, como massinhas atóxicas, são melhores opções de brinquedos para as crianças.

Produção de slime leva bórax, substância química que provoca intoxicação

– Uma 6a feira para suar a camisa!

👊🏻Bom dia! Cadê o frio prometido para hoje?
Se vier, sem problemas. Mas a carência agora é: correr!
S’imbora para o cooper matutino?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running #adidas

🙏🏻Correndo e Meditando:
Peca o homem que exige do seu semelhante mais do que ele mesmo daria de si ao Senhor, seu Deus”.
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #nofilter

🌅Desperte, Jundiaí.
E como nosso amanhecer está lusco-fusco na Terra da Uva, eis a lembrança da alvorada há 4 anos, enquanto passeávamos em Fortaleza.
Que diferença deste dia e de hoje…
🏖 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #praia #natureza #horizonte #fotografia

Ótima 6a feira para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby