– A Escolaridade do Trabalhador Brasileiro!

Segundo números do IBGE, publicados pelo Linkedin:

Cerca de 35% dos trabalhadores brasileiros não têm ensino fundamental, segundo dados referentes ao primeiro trimestre divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Nordeste, a porcentagem de pessoas com mais de 14 anos de idade que ainda não tem o diploma é de quase 38%, enquanto a porcentagem ultrapassa 44% na região Norte. A taxa é mais baixa no Sudeste (29,2%), seguida por Centro-Oeste (33,5%) e Sul (34%).

Preocupante demais, não? Estudo e trabalham se casam perfeitamente, e o desequilíbrio (ou a falta) entre eles acarretas prejuízos demais à nação.

Outros dados no link em:

https://g1.globo.com/google/amp/educacao/noticia/2019/05/16/35percent-dos-brasileiros-com-mais-de-14-anos-nao-completaram-o-ensino-fundamental-aponta-ibge.ghtml

Resultado de imagem para trabalho no Brasil

Anúncios

– O Casamento da Siri com a Alexa

Haverá em Viena, a Capital da Áustria, um evento continental voltado ao público gay e seus simpatizantes: a EuroPride (a Parada LGBTQIA+). E duas gigantes mundiais, Apple e Amazon, a fim de incentivar o acontecimento (e ganhar novos consumidores com a estratégia de reconhecimento como “empresas amigas da casa”) promoveram uma ação de marketing impressionante: CASARAM as suas “inteligências artificiais”, a Siri e a Alexa!

Duvida?

Olhe aqui, extraído de: https://bhaz.com.br/2019/05/09/siri-iphone-casada-esposa-video/

A SIRI DO IPHONE AGORA É CASADA E A CERIMÔNIA FOI MUITO CHIQUE

A Siri, assistente pessoal de dispositivos da gigante Apple, agora é casada. Isso mesmo. Não estamos falando da mulher que emprestou a voz para a tecnologia, mas sim do sistema operacional em si. Ela foi oficializada esposa de outra assistente virtual, a Alexa, da Amazon. A ação foi promovida pela secretaria de turismo da Áustria em parceria com o estúdio Plan.net, a revista Vanguardist e a agência alemã Serviceplan. Vem ver o vídeo da cerimônia.

O objetivo da união das agora esposa e esposa é mostrar que todas as formas de amar são válidas. O casamento é o primeiro entre inteligências artificiais de todo o mundo. O evento ocorreu em 2 de abril, mas só foi divulgado oficialmente nos últimos dias.

Durante o matrimônio, Siri e Alexa foram pré-gerenciadas para ler um script personalizado. A iniciativa foi lançada para anteceder o Europride, a Parada LGBTQIA+ de Viena, a capital da Áustria. O vídeo que mostra o elance, cheio de convidados e com uma decoração de luxo, já foi visto mais de 2,2 milhões de vezes. Assista abaixo!

A ação, no entanto, trata-se de uma publicidade e não influenciou de forma prática a interação entre usuários da Siri e da Alexa. A assistente da Apple segue respondendo que está “casada com o trabalho” caso o status de relacionamento dela seja questionado.

Em: https://youtu.be/wG-l8YiQEs4

– A Loucura do Preço da Pipoca nos Cinemas

A pipoca do cinema está cara?

Caríssima, normalmente. Mas e o que falar de R$ 70,00 no Cinemark?

Será que acompanha um rodízio de carnes e bebidas?

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,preco-da-pipoca-em-salas-de-cinema-de-sao-paulo-ja-passa-dos-r-70,1505530

PREÇO DA PIPOCA EM SALAS DE CINEMA DE SÃO PAULO JÁ PASSA DOS R$ 70

Por Renato Oselame

O preço do pacote de pipocas nos cinemas de São Paulo já passa dos R$ 70. Com a quantia, seria possível comprar cerca de 10 quilos de milho para pipoca nos supermercados ou perto de cinco quilos de pipoca natural para microondas.

A reportagem verificou a cobrança de R$ R$ 72,47 em combo oferecido pelo Cinemark no shopping Cidade Jardim. A pesquisa foi realizada a partir de sugestão de um leitor do portal do Estado. Ele encontrou a cobrança de até R$ 63,84 em cinema da mesma rede em Londrina, no Paraná.

Utilizando a plataforma online do ingresso.com, a mesma usada pelo leitor, a reportagem constatou preços de combos de pipoca vendidos pela internet em São Paulo que variavam entre R$ 60 e R$ 70 em unidades do Cinemark.

A pipoca tem refil ilimitado para a exibição do filme e é servida em tamanho grande, acompanhada de um copo de refrigerante tamanho grande.

Considerando o maior preço registrado na pesquisa, os consumidores que optaram pelo combo no dia de referência poderiam ter comprado uma série de outros produtos equivalentes. O valor seria bastaria para comprar um ingresso para a sala ‘prime’ do cinema do shopping Cidade Jardim, com direito a R$ 13,47 de troco.

Após contato da reportagem, os preços cobrados no site ingresso.com sofreram redução para até R$ 30,48. Segundo o Cinemark, os preços anteriores não correspondiam aos praticados nas lojas da rede

A empresa esclareceu que, em relação à unidade do Paraná denunciada pelo leitor do portal, os preços nas lojas físicas da rede não ultrapassam os R$ 20,75 (para o combo mega da pipoca doce).

O site ingresso.com afirmou que não participa do processo de fixação dos preços e realiza apenas a intermediação entre o consumidor final e as empresas de entretenimento.

bomba.jpg

– A Huawei volta ao Brasil. Mas você confiará na marca tranquilamente depois dos escândalos?

Após tudo o que se ouviu falar sobre a espionagem do Governo Chinês usando a Huawei nos EUA, além da prisão da vice-presidente da companhia, a empresa (que é  a número 2 no mundo em fabricação de celulares, atrás da coreana Samsung e à frente da american Apple) volta ao Brasil para vender seus telefones.

Terá sucesso?

Diante das polêmicas sobre a marca (que é reconhecidamente de alta tecnologia), deixando-nos a justa dúvida da questão ética, você temeria ou não em comprar um modelo “P30” dela, que custa R$ 5.500,00 e que concorre com o iPhone e Galaxy?

Sobre a sua reentrada em nosso país, extraído de: https://bit.ly/2YzXgMD

HUAWEI RETORNA AO BRASIL COM DESCONTOS

A Huawei anunciou descontos de R$ 2 mil ou mais no primeiro dia da sua reestreia no mercado brasileiro, nesta sexta-feira (17). Os clientes que comprarem o P30 Pro poderão levar modelos antigos para avaliação, e caso o aparelho esteja participando da promoção, será dado um desconto de R$ 2 mil, mais o valor de tabela. Na prática, se o aparelho estiver avaliado em R$ 300, o desconto final será de R$ 2,3 mil. O P30 chega às lojas a R$ 5,5 mil

A promoção #HuaweiSuperTroca vale apenas nesta sexta-feira nas lojas parceiras da Vivo, Fast Shop, Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine Luiza nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A avaliação do preço dos modelos antigos ficará independente de cada loja, afirmou a empresa.

A Huawei retorna ao Brasil com os modelos P30 Lite (R$ 2,5 mil) e P30 Pro (R$ 5,5 mil), que fazem concorrência direta com os lançamentos da Samsung e Apple. A empresa chinesa tentou entrar no mercado em 2013, mas encontrou dificuldades com a alta do dólar e a falta de conhecimento do consumidor local. Desde então a companhia atua no País apenas na área de infraestrutura com a venda de equipamentos para telecomunicação.

A chinesa ultrapassou a Apple e se tornou a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas da Samsung. A empresa registrou 41% de crescimento na China, o maior mercado do setor, no ano passado, enquanto todas as rivais tiveram retração de vendas. A empresa também é alvo constante por suspeitas de espionar para o governo chinês. Apesar das críticas, a Huawei superou valor de US$ 100 bilhões no ano passado.

Resultado de imagem para HUAWEI LOGOMARCA

– Gasolina Formulada x Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, (ed 34 pg 40), trouxe uma importante matéria, intitulada Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

gasolina-formulada-550

– Tiger Mike: o chefe mais rabugento do mundo e suas dicas!

Um dos mais folclóricos empresários americanos de sucesso foi Edward M Davis, dono da Cia Petrolífera Tiger. E um curioso legado de “mau humor” na administração foi deixado por ele, a respeito de comportamento com seus funcionários.

Vale a pena ler esses 10 exemplos impraticáveis nos dias atuais:

Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/dez-mandamentos-do-chefe-mais-ranzinza-do-mundo/

DEZ MANDAMENTOS DO CHEFE MAIS RANZIZA DO MUNDO

Edward Mike Davis, empresário americano do ramo petrolífero, morreu no mês passado, aos 85 anos. Para além de seu histórico de mais de cinco décadas comandando a Tiger Oil Company, Davis deixou um legado – se é que cabe o termo – de “gestão” de pessoas – se é que, mais uma vez, o termo é apropriado – que deu a ele a fama de chefe mais rabugento do mundo.

“Tiger Mike”, como era conhecido – pela alusão ao nome da empresa, que significa tigre, mas também ao temperamento que seus comandados bem conheciam -, distribuía ordens como quem distribuía xingamentos. Seus memorandos se tornaram célebres pelo tom áspero, direto, imperativo.

Se ouvia um palavrão no escritório, lembrava a todos que, em sua empresa, só quem podia xingar era ele, ninguém mais. Se ficava sabendo da existência de rodas de fofoca, fazia circular mais um memorando para ameaçar os mexeriqueiros de demissão sumária. Pés sobre a mesa? Homens com cabelos compridos? Inocentes bolos de aniversário? Todos foram alvo da censura nada polida – e, por vezes, chula – de Tiger Mike.

Conheça a seguir dez mandamentos de Davis que explicitam sua verve. De tão azedos, os memorandos chegam a despertar riso:

“Por ordem de Edward Mike Davis, não haverá mais comemorações de aniversário, bolos de aniversário, frivolidade ou qualquer tipo de comemoração no escritório. Este é um espaço de trabalho. Se você tem que celebrar, faça isso depois do expediente, em seu horário de folga.”

2- Cigarros no trabalho
“Eu sugiro que vocês comprem um número suficiente de cigarros para guardar aqui porque, pelo amor de Deus, vocês não vão sair daqui no horário que me pertence.”

“Eu falo palavrões, mas como eu sou o dono dessa empresa, é um privilégio que tenho – e esse privilégio não é para qualquer empregado. Isso me diferencia de vocês, e eu quero que as coisas continuem assim. Não haverá um só palavrão, de qualquer empregado, homem ou mulher, nesse escritório. Jamais.”

4- Sobre mensagens manuscritas
“Escrever à mão demora muito mais do que datilografar. Você está desperdiçando seu tempo, mas, mais importante, está desperdiçando o meu. Se você não sabe datilografar, é melhor aprender”

5- Cabelos compridos
“Qualquer um que deixe seu cabelo crescer até um ponto que me impeça de enxergar suas orelhas significa que não as lava. Se não as lava, essa pessoa fede. Se fede, eu não quero esse filho da mãe perto de mim.”

7- Fofoca
“Conversa fiada e fofoca entre empregados neste escritório vão resultar em demissão sumária. Não fale sobre outras pessoas ou assuntos neste local. FAÇAM SEUS TRABALHOS E FIQUEM DE BOCA FECHADA!”

8- Sobre dirigir a palavra ao chefe
“Não fale comigo quando você me vir. Se eu quiser falar com você, eu o farei. Quero poupar minha garganta. Não quero estragá-la dizendo ‘oi’ a todos vocês, filhos da mãe.”

Se houvesse resistência a suas ordens, Edward “Tiger” Mike Davis lembrava a todos: “Vocês precisam de emprego. Eu não!” (Ed Maker/The Denver Post/Getty Images)

– Empresas adotam Teste de Integridade Moral para contratar funcionários

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

bomba.jpg

– Colaboração Criativa nas Empresas

Olha que interessante: como as empresas podem, em 5 passos fáceis, inovar! Ainda: 5 passos simples do empreendedorismo (com inovação, claro, pois é uma condição sine qua non).

São conselhos do especialista em empreendedorismo Michael O’Neil Bedward, extraído de: Época negócios, Ed 44, pg 30:

  • 5 PASSOS PARA AS EMPRESAS INOVAREM
  • 1.  tempo para o funcionário inovar. Crie ambientes propícios para novas ideias;
  • 2. Reduza os níveis hierárquicos na tomada de decisões. Isso confere agilidade;
  • 3. Aprove as inovações. Não restrinja a criatividade ao discurso formal;
  • 4. Estruture um departamento para gerir a inovação;
  • 5. Compre ideias criativas ou pequenas empresas com protótipos ou projetos inovadores.

5 PASSOS PARA OS EMPREENDEDORES SURGIREM

1. Atue por um tempo numa companhia criativa, para ganhar experiência e autoconfiança;

2. Monte um pequeno negócio (bedroom business) e comece a trabalhar em casa;

3. Construa uma rede de relacionamento no mundo real e na internet;

4. Faça um portfólio e convença um empresário que admira a ser seu mentor;

5. Encontre um sócio que entenda de finanças e marketing e que se apaixone por sua idéia.

bomba.jpg

– Quantas propostas são necessárias para se ter uma boa ideia?

Thomas Edison disse um dia:

“Não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram”.

É justamente essa a discussão: nunca creia na 1a ideia e exija aperfeiçoamentos daquela que for a suposta ideal.

Texto extraído de: Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 25

JAMAIS CONFIE NA PRIMEIRA SACADA

Siga a Regra de Thomas Edison: se quiser uma boa ideia, pense em dez outras.

Por Paulo Eduardo Nogueira

Thomas Edison, um dos ícones históricos da inovação, adotava um método que pode explicar, em boa parte, o sucesso de suas empreitadas: sempre que pedia à equipe de seu laboratório uma solução para desenvolver um produto ou componente, Edison exigia também que trouxessem dez propostas em vez de uma. Longe de ser apenas um capricho de um chefe rigoroso ou detalhista, esse método era uma forma de combater o fenômeno da chamada “preguiça cerebral”, responsável por adotar a primeira proposta surgida, que raramente é a melhor possível.

Neurocientistas do Baylor College of Medicine, em Houston, se basearam justamente no método de Edison para elaborar exercícios que evitam a preguiça cerebral, partindo do princípio de que a chave para inovar é sempre desenvolver a ideia inicial, para enriquecer ainda mais o ambiente em que ela surgiu.

Nosso cérebro, explicam os cientistas, geralmente adota o caminho da menor resistência – isto é, evita ficar elaborando em excesso, pois esta seria a forma mais rápida para avançar na tarefa. O resultado, porém, pode deixar a desejar. O neurocientista David Eagleman, um dos autores da pesquisa do Baylor College, realizou um interessante exercício: primeiro pediu à sua plateia que imaginasse a paisagem de uma praia e depois perguntou quantas pessoas haviam vislumbrado espuma de ondas

do mar ou cocos balançando em um coqueiro.

Ninguém levantou a mão. Isso porque, explicou Eagleman, seus cérebros geraram as imagens mais simples possíveis para atender rapidamente à sua solicitação, sem maior elaboração.

Pesquisa da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, coordenada pelo professor Adam Grant (autor de Originais, livro que trata de inovação), confirma a conclusão dos colegas do Baylor: os maiores inovadores não necessariamente elaboram as melhores ideias, mas persistem o suficiente para obter mais ideias. Em seu livro, Grant explora os métodos necessários para reconhecer uma boa ideia, saber defendê-la, construir uma rede de aliados para apoiá-la e escolher o momento certo para implementá-la. “As primeiras ideias tendem a ser mais convencionais ou óbvias”, diz Grant, para quem a inovação só começa quando empacamos na busca inicial de soluções e, então, somos obrigados a explorar novos territórios mentais. Como diria Edison em uma conhecida frase, “não fracassei, apenas cheguei a 10 mil propostas que não funcionaram” – até obter a boa ideia.

bomba.jpg

– Por quê voltar atrás na questão do amianto?

Quem conhece a história do cimento amianto, sabe o quão ele é nocivo e como foi polemizado no Brasil.

As famosas “telhas e caixas d’água de amianto“, conhecidas da população pelo preço mais baixo, têm em seus fabricantes um lobby muito grande para a liberação, juntamente com as mineradoras do produto.

Sabidamente, o amianto é um cancerígeno que já foi proibido quase no mundo inteiro. Tempos atrás, já houve tentativa para que se liberasse a exploração dele em nosso país, alegando que tínhamos um “produto diferente” do resto do planeta. Lêdo engano…

Pergunte para o familiar que perdeu seu parente motivado pelo câncer (esse ainda incurável) adquirido do manuseio de amianto, o que ele acha da proposta de alguns políticos para voltar à permissão da sua comercialização. São milhares de pessoas segundo os órgãos de saúde brasileiros.

Algo que não deveria se dar atenção, infelizmente, volta à baila.

Resultado de imagem para amianto

– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas!

imgres.jpg

– E a Kraft Heinz está perdendo força para as marcas próprias dos mercados?

Todo mundo sabe que Jorge Paulo Lemann, o dono da Brahma que comprou as demais cervejarias nacionais e virou Ambev, foi ao exterior e virou Inbev, comprou a icônica Budweiser e se transformou Ab Inbev, é considerado o “papa dos negócios” no mundo da Administração de Empresas. Seus diversos outros empreendimentos na área de alimentação, comércio e serviços se valorizam ainda mais quando põe a mão! Entretanto, há um grandiosíssimo “Calcanhar de Aquiles”: a Kraft Heinz.

Outrora a marca Nabisco, comprada pela Kraft Foods e somada à Heinz (a mesma das maioneses, mostardas e catchups tão deliciosos), quando adquiridas todas elas por Lemann e fundidas numa só, imaginava-se no crescimento ainda mais sólido dessas respeitadas empresas. Porém, apesar dos produtos de reconhecida qualidade e tradição, o problema tem sido mundo afora algo que floresce ainda mais no Brasil: a aceitação das marcas próprias das grandes redes varejistas – elas, que são o principal canal de distribuição da Kraft Heinz.

Cada vez mais os “genéricos marcas próprias”, entendendo-se como o produto do nome do supermercado, faz sucesso entre os consumidores pela boa qualidade e preço mais barato. E isso envolve todas as demais empresas: você deixa de comprar o tradicional “Pão Pullman” para comprar o “Pão de Forma Carrefour”, de semelhante qualidade e preço mais baixo. Ou troca a Gelatina Royal (lembram do jingle: “Abra a Booooca, é Royal”?) pela Gelatina Taeq (do Pão de Açucar). Ou opta pelo creme de chocolate com avelãs da Casino (a dona do Extra) por ser parecido mas bem mais barato do que o consagrado Nutella.

Pela gama de produtos dessas marcas de supermercados que concorrem com os da Kraft Heinz, o “baque” sofrido passa a ser grande. Especialmente se levando em conta que quem os fabrica e comercializa são os mesmos que distribuem os da agora ameaçada gigante.

Sabe qual o tamanho desse impacto?

Na divulgação do último trimestre de 2018, um prejuízo de mais de US$ 12 bi, segundo Hugo Vidotto, na última edição da Revista Veja)!

Uau.

Imagem relacionada

– Dicas do “Sucesso” em pessoa! Qual é a fórmula do bom êxito?

Li uma reportagem a respeito do SUCESSO. A matéria trouxe uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como “doutor Sucesso”, e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

  1. TALENTO GENIAL;
  2. ESFORÇO OBSTINADO;
  3. AMIGOS INFLUENTES; e
  4. SORTE.

O texto, extraído em duas partes, de: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

Resultado de imagem para sucesso

– O ditado dos índios Dakota serve à nossa vida pessoal e profissional!

Boas estratégias não funcionam se não forem bem executadas. A estratégia perfeita pode ser a de “desmontar o cavalo morto”.

Explico essa metáfora com o ótimo artigo (abaixo) que serve para administradores e pessoas que insistem em certos erros,

Extraído de: http://www.jj.com.br/colunistas-1711-murro-em-ponta-de-faca-

MURRO EM PONTA DE FACA

Por Álvaro Zomignani

Ninguém duvida da importância de se estabelecer excelentes estratégias visando à obtenção de um sucesso excepcional, mas há um fator, em geral esquecido e raramente questionado pela falta de sucesso: a execução. A boa execução do plano é a clara força por trás das conquistas.
Apesar dos pequenos empresários serem ótimos na adoção de novas ideias de marketing, não são tão bons para a sua execução. Uma excelente estratégia sem uma boa execução não alcança os resultados desejáveis. A execução ruim é um obstáculo significativo aos negócios, assim como em tudo na vida. Para obter a melhor chance de sucesso, você deve olhar o que está fazendo.
Talvez você esteja utilizando uma estratégia que funcionou, mas que não serve mais para fazê-lo alcançar a zona vermelha 20 metros finais que o jogador tem de correr para marcar o ponto, no futebol americano. É a parte mais difícil de chegar. Apesar da implantação da estratégia ser crucial, esta não é menos importante. Se você implantar um método fraco, mesmo com perfeição, é provável que também não atinja a meta almejada. O objetivo é desenvolver táticas pensadas e planejadas, baseadas em possibilidades reais para o seu negócio. E somente então, implantá-las.
O problema real ocorre quando as empresas tentam executar um plano focado na execução de estratégias ultrapassadas ou pobres. Como dizia um velho ditado, “você pode estar dando murros em ponta de faca”. Os resultados que você procura não mudaram, mas as estratégias que utiliza não são mais eficazes.
Existe um provérbio dos índios Dakota – uma ramificação dos Sioux – que passou de geração para geração: “ao descobrir que estamos cavalgando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”. É um bom conselho, mas ignorado, especialmente por aqueles cuja atitude é “sempre fizemos assim”.
Existe uma lista anônima de estratégias (ou planos de negócios) tipo “cavalo morto”, que muitas empresas adotam quando não conseguem obter mais os resultados desejados:

1. Comprar um chicote mais forte.
2. Trocar os cavaleiros.
3. Ameaçar o cavalo, com determinação.
4. Nomear um conselho para estudar o cavalo.
5. Organizar visitas a outras áreas a fim de ver como cavalgam os cavalos mortos.
6. Contratar terceiros para cavalgar o cavalo morto.
7. Aproveitar diversos cavalos mortos ao mesmo tempo para aumentar a velocidade.
8. Fazer um estudo gerenciado, para ver se cavaleiros mais esclarecidos aumentariam a produtividade.
9. Declarar que um cavalo morto possui menor sobrecarga e, por isso, tem um melhor desempenho.

Vale a pena pensar nessa metáfora, não acha?

ÁLVARO ZOMIGNANI é economista, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), consultor de empresas e diretor da AZ Solution Consultoria Empresarial

Resultado de imagem para murro em ponta de faca