– Quem consegue ter 16 Salários em um ano?

Ouvi, li e me assustei ao comprovar: o BNDES tem cerca de 5000 funcionários concursados e muitos outros como cargo de confiança. Eles tem até 16o salário como remuneração, e alguns, infelizmente, não aparecem para trabalhar.

E depois querem discutir como faz para cobrir o déficit do Governo? Não está na cara que esse, e muitos outros órgãos, são cabidões de emprego?

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– Quando nos cansamos das reuniões virtuais de trabalho…

Um tema bem pertinente: em tempos de plataformas virtuais para as reuniões de trabalho, alguns estresses são muito grandes. 

E como evitá-los?

Vale a pena a leitura, extraída de: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2021/06/como-gestores-devem-lidar-com-fadiga-do-zoom.html

COMO GESTORES DEVEM LIDAR COM A FADIGA DO ZOOM

Reuniões virtuais agilizam o trabalho, mas também podem ser estressantes. Veja como sobreviver a elas

A pandemia consagrou o trabalho remoto e fez com que reuniões, aulas e palestras migrassem das salas de conferência para as videochamadas. Foi preciso aprender a trabalhar de forma colaborativa, discutir projetos em grupo e enfrentar horas de exposição em plataformas digitais como Zoom, Meet e Teams. Isso cansa e provoca efeitos colaterais, como dores de cabeça ou nos olhos, sensação de esgotamento após as reuniões online e, em alguns casos, depressão e crises de ansiedade. O assunto exige atenção de coordenadores de equipes em geral e de responsáveis por gestão de pessoas e saúde na organização.

As mulheres são as que mais sofrem com essa superexposição, segundo um estudo qualitativo com mais de 10 mil pessoas, realizado por especialistas das universidades Stanford, nos Estados Unidos, e de Gotemburgo, na Suécia, que classificou a “fadiga do Zoom” nas dimensões física, social, emocional, visual e motivacional. Uma entre sete mulheres consultadas relatou se sentir “muito” ou “extremamente” cansada após as videochamadas, enquanto a proporção de homens que se declararam afetados foi de um para 20. Olhar para o próprio rosto leva as mulheres a refletirem mais sobre sua aparência e associá-la a emoções e pensamentos negativos, mostra o estudo.

Para o fundador do Laboratório Virtual de Interação Humana da Universidade Stanford (VHIL), Jeremy Bailenson, a experiência perceptiva de ter constantemente os olhos das pessoas em seu campo de visão traz um estado prolongado de hiperexcitação e ansiedade. O especialista observa que a permanência no campo de visão da câmera por muito tempo inibe os gestos espontâneos do corpo, o que compromete tanto a postura física quanto o desempenho intelectual.

Empresas dispostas a evitar esses problemas devem difundir as recomendações de Bailenson. São iniciativas simples, como intercalar essas reuniões virtuais com telefonemas e mensagens por e-mail e estimular a execução de tarefas em documentos compartilhados. É importante incluir pausas regulares entre as videochamadas e dar descanso aos olhos. Para avaliar o seu nível de “fadiga Zoom”, faça o teste desenvolvido pelos pesquisadores de Stanford.

O que fazer quando…

… o contato visual é excessivo 
Nas videochamadas, todos olham para todos o tempo todo, e os ouvintes se tornam oradores, mesmo que calados. A sensação é de que todos estão encarando seu rosto, o que o cérebro interpreta como uma situação de conflito.
Solução: Reduza a imagem dos interlocutores e da tela.

… você se cansa de ver a própria imagem
As plataformas de videochamada são como um espelho. Enxergar o próprio reflexo eleva o nível de autocrítica, o que é um problema.
Solução: Oculte a própria imagem e evite o modo galeria. Deixe na tela apenas a imagem de quem estiver com a palavra e desligue a câmera periodicamente.

… está há tempo demais na mesma posição
Na videoconferência, a pessoa fica no mesmo lugar para manter a cabeça emoldurada no centro do vídeo, o que é cansativo.
Solução: Use câmera externa para ter maior flexibilidade. E faça intervalos para alongar o corpo e descansar os olhos.

…tiver de gesticular para alguém à sua volta
Como os movimentos não são naturais nas videochamadas, gestos como um olhar de soslaio para o filho ou para evitar que o gato suba no teclado podem ser mal interpretados.
Solução: Desligue a câmera e mantenha só o áudio quando precisar fazer algum aceno que possa causar confusão.

– Trabalhar Contrariado ou ser um Desempregado Feliz?

Àqueles que estão com dificuldades na relação profissional, um importante estudo conclui: vale mais ser desempregado do que estar em emprego ruim.

Respeitando a pesquisa científica, mas… E quem paga as contas depois?

Abaixo, extraído de Superinteressante, Ed 258, pg 22, por Fernando Badô e Bruno Garattoni

FICAR DESEMPREGADO É MELHOR DO QUE SOFRER NO TRABALHO

Sabe aquele seu vizinho que não trabalha, mas vive sorrindo? A explicação pode estar em um estudo realizado por cientistas australianos, que acompanharam 7155 homens e mulheres entre 20 e 55 anos de idade e concluíram: ficar desempregado, seja por vontade própria, seja por demissão, pode aumentar o nível de felicidade das pessoas.

Ao longo de sete anos, os pesquisadores aplicaram questionários para medir o grau de felicidade dos voluntários, cujos empregos também foram analisados em quatro aspectos: nível de desafio, grau de autonomia, salário e perspectivas de carreira. O objetivo era determinar quais empregos eram bons ou ruins.

As pessoas que estavam trabalhando, em bons empregos, eram sempre as mais felizes – marcando em média 75,1 pontos na escala criada pelos cientistas. Em seguida vinham os desempregados e os trabalhadores com empregos ruins, ambos com 68,5 pontos. Empate. Então desemprego é a mesma coisa que emprego ruim, certo?

Errado: o desemprego é melhor. Ao longo do estudo, quem trocou o desemprego por um emprego ruim viu sua felicidade cair ainda mais, perdendo seis pontos a cada ano. Já quem continuou sem fazer nada perdeu apenas um ponto.

Ou seja: ficar sem emprego é ruim, mas sofrer no trabalho é ainda pior. “O emprego ruim faz a pessoa perder saúde mental”, diz Peter Butterworth, psiquiatra da Universidade Nacional da Austrália e coordenador da pesquisa.

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– A Corrente Migratória de Cientistas.

Veja que interessante (é de 2019, mas importante): a Índia é o país que mais exporta cientistas. Já a Suíça é quem mais atrai.

Abaixo, extraído de: epocanegocios.globo.com/insipidez-cientifica.html

INSIPIDEZ CIENTÍFICA

O Brasil não atrai e nem exporta cérebros

O Bureau Nacional de Pesquisa Econômica, órgão do Governo Americano, divulgou no mês passado um mapa sobre a mobilidade de cientistas de 16 países. 

As nações que mais atraem cérebros estrangeiros: Suíça 57%, Canadá 47%, Austrália 45%, EUA 30%.

Isso é bom, pois esse tipo de corrente migratória reforça o time de gênios em atividade nesses locais. A Índia, por sua vez, é o maior exportador de cérebros do planeta. Quatro em cada dez cientistas indianos atuam no exterior. Mas isso não é tão ruim. Tal movimento reflete a capacidade do país em formar técnicos de altíssimo desempenho. O que incomoda mesmo é a situação do Brasil. São Poucos os crânios que entram ou deixam o país. essa insipidez é indesejável para uma nação onde a pesquisa científica é um amplo campo a ser explorado.

– Landim (do Flamengo) e Reinaldo Carneiro (da FPF), comandando a CBF?

Ô país enrolado… A Justiça anulou as Eleições da CBF que promoveram o hoje suspenso Rogério Caboclo à presidência. No lugar dele, entraram como interventores o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos.

Agora vai! Mudar para ficar no mesmo lugar…

Em tempo: não pode, pela Lei Pelé, um presidente de clube ser o presidente da CBF (mesmo que interino).

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/07/26/justica-anula-eleicao-de-caboclo-na-cbf-e-landim-vira-um-dos-interventores.htm

JUSTIÇA ANULA ELEIÇÃO DE CABOCLO NA CBF.

A Justiça do Rio de Janeiro anulou hoje (26) a eleição presidencial da CBF que colocou Rogério Caboclo no poder. O entendimento é que houve irregularidade na mudança do estatuto da entidade, que alterou o peso dos votos para o pleito, aumentando o poder das federações. Os clubes não participaram da assembleia que sacramentou a mudança.

Com a sentença, foram nomeados interventores para tocar a entidade: o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos. O UOL Esporte apurou que a CBF já se movimenta para fazer o recurso, que é cabível por se tratar de uma decisão em primeira instância.

A Justiça ainda determinou que os interventores convoquem o colégio eleitoral anterior da CBF — composto pelas 27 federações estaduais e clubes da Série A — para votarem sobre a alteração do estatuto feita em 2015. Além do peso nos votos, a discussão tem ainda a cláusula de barreira para registro de candidatura à presidência da CBF e a inclusão dos clubes da Série B como votantes.

Pelo estatuto, são necessárias assinaturas de oito federações e cinco clubes para que uma candidatura à presidência seja oficializada. Na alteração estatutária, o voto das federações passou a ter peso três. Clubes da Série A ficaram com peso dois e os da Série B, um.

O prazo dado pela Justiça aos interventores para convocação da assembleia para analisar o estatuto é de 30 dias, a contar do “aceite” dado por eles. A decisão foi proferida hoje (26) pelo juiz Mario Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo o magistrado, depois da realização da assembleia para definir as regras eleitorais da CBF, uma nova eleição para a entidade deve ser convocada em até 30 dias.

Rogério Caboclo, no discurso após ser eleito presidente da CBF, em 2018 - Lucas Figueiredo/CBF

Rogério Caboclo, no discurso após ser eleito presidente da CBF, em 2018 Imagem: Lucas Figueiredo/CBF

– Worcation na moda?

Worcation é a junção de Work e Vacation (trabalho e férias, em português), e tal prática está cada vez mais frequente mundo afora.

É que em alguns países onde não existe legislação de férias remuneradas, tal situação – trabalhar em período supostamente de descanso – tem sido uma alternativa. Ou melhor: uma necessidade!

Cá entre nós: alguns profissionais já vivem isso no Brasil! O pequeno comerciante não consegue abandonar a rotina. Celulares de última geração, notebooks e outros apetrechos acompanham a mala de mini-férias (2 dias de descanso, em muitos casos).

É a tendência dos dias atuais… e aqui, com pesar, me incluo!

E você: consegue se afastar totalmente do serviço durante as horas / dias de repouso?

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– A Gestão do Conhecimento!

Compartilho um belo texto sobre o grande desafio de se medir a contribuição do conhecimento das pessoas dentro das organizações. Aproveite e reflita: como medir a sua contribuição dentro da empresa?

Extraído do blog do jornalista especializado em Mundo Corporativo, José Renato Santiago Jr (http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: MEDIR A SUA CONTRIBUIÇÃO

Um dos grandes desafios das práticas relacionadas com a gestão do conhecimento diz respeito a medição de sua efetiva contribuição junto aos resultados de uma empresa.

Assim como os vários modelos de gestão que, digamos, “caem no gosto” dos profissionais de uma organização, a gestão do conhecimento muitas vezes é contestada por não conseguir apresentar resultados práticos, que possam ser medidos e claramente notados.

Ao pesquisarmos junto aos profissionais de diferentes níveis hierárquicos e que fazem parte de organizações atuantes em distintos segmentos do mercado, é quase que unânime a aprovação quanto a importância das práticas que norteiam a gestão do conhecimento (GC).

Da mesma forma, a efetiva mensuração da contribuição desta, é “o que pega”.

Ora bolas, assim como as práticas de GC estão fortemente fundamentadas aos valores intangíveis e tácitos, não é demais da conta “cobrar” que seus benefícios devam ser facilmente mensuráveis?

Pois bem, não, a GC deve realmente envolver práticas que permitam visualizar o bem que pode proporcionar a uma organização…

…e mais que isso… deve ser possível que seja feita uma adequada análise sob diferentes dimensões… quer sejam  econômicos financeiras, estratégicas, operacionais, de recursos humanos… apenas para citar algumas delas…

É possível, e para plagiar alguém: Yes, We can…

Através de metodologias adequadas, da definição de premissas estratégicas, de um cuidado redobrado com questões pertinentes ao uso de tecnologias adequadas e da correta gestão dos colaboradores, é claramente factível medir o sucesso das iniciativas de gestão do conhecimento em qualquer organização.

Certamente, há cuidados a serem tomados…

Um dos primeiros está, certamente, relacionado com a definição dos objetivos que estas práticas deverão atender… “… é o começar pelo começo…”

A definição de indicadores também possui grande importância, e para isto é importante considerar 2 diferentes tipos, o primeiro quanto a própria eficiência das iniciativas de GC e o segundo relacionado a efetiva contribuição destas junto aos resultados organizacionais.

Por fim, há a relevância da definição das diferentes dimensões a serem consideradas… pois bem, falaremos mais sobre isso nas próximas semanas…

Conhecimento não ocupa espaço! - Jornal da Economia

– Você está deslocado na sua empresa?

Você se sente “encaixado” no seu ambiente de trabalho, ou parece estar deslocado?

Essa imagem do gomo de mexerica encaixado em lugar indevido (abaixo) mostra isso…

Um bom texto a respeito do assunto, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/mauricio-machado-31806621_ambiente-de-trabalho-nem-sempre-onde-n%C3%B3s-activity-6824136442105647104-BEFI

AMBIENTE DE TRABALHO

Por Mauricio Machado

Nem sempre onde nós nos encaixamos é um local bom, pode ser um local de conhecimento, de oportunidades, de futuro. Mas enfim!!! Uma empresa ruim não é aquela que só não consegue gerar bons resultados. O mercado está cheio de péssimas empresas que ainda assim conseguem manter suas contas em dia. …

Além de acrescentar pouca coisa à sua carreira, uma empresa ruim pode atrapalhar a sua recolocação profissional assim que você a deixar. Ambientes de trabalho tóxicos são criadouros de disfunções e confusão. Isso porque esses ambientes negativos costumam ser acompanhados por falta de confiança, comunicação ineficaz e constantes lutas pelo poder. … Tudo isso é motivo suficiente para deixar o clima de trabalho ruim por si só.

Como detectar se um ambiente de trabalho e ruim e ou invejável?

#1. A liderança circular é incentivada. …
#2. Você trabalharia quase de graça. …
#3. Boa remuneração. …
#4. Não há microgerenciamento. …
#5. A comunicação é forte. …
#6. É um ambiente livre. …
#7. Seus valores se correspondem.

Pense sempre onde você está, onde deve chegar e onde pode chegar !!!

– O que é ter sucesso profissional para os jovens brasileiros?

Dias atrás, divulgou-se uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, Sebrae e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, que buscava entender o que os jovens da Geração Z (entre 18 e 24 anos) entendiam por “Sucesso Profissional”. E a resposta foi que, para eles, ser bem sucedido no trabalho é:

1o – Trabalhar com o que gosta (42%);
2o – Equilibrar trabalho e vida pessoal (39%);
3o – Ser reconhecido pelo que faz (32%); e
4o – Ganhar bem (31%).

Na mesma enquete, chegou-se a conclusão que “felicidade na vida adulta” é uma combinação de segurança, estabilidade emocional e realização profissional.

E para você: sucesso profissional e felicidade na vida adulta significam o quê?

(Dados extraído de Valor Econômico, por Júlia Lewgoy, em: https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/07/22/salario-alto-nao-significa-sucesso-profissional-para-geracao-z-mostra-pesquisa.ghtml)

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– Recomece.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

10 dicas para aumentar a produtividade na empresa