– Uma história canina versus a história humana no ambiente de trabalho: um caso de família.

Gosto de cachorros. São fiéis, carinhosos e companheiros. Não distinguem ricos e pobres. Bichos incríveis.

Gosto de gente. Me relacionar com pessoas é necessário para uma sociedade mais humanitária. Mas ao contrário dos cachorros (em especial os “toys”) que só fazem diferença das pessoas que as tratam bem das que lhe tratam mal, alguns humanos distinguem raça, condição social, origem étnica, religião, sexo e, pasmem, até quem zela pela família!

Presenciei e me entristeci ao ver um caso de preconceito de “fraternidade laboral”. Ora, sou Mestre em Administração e sei bem o quanto algumas empresas discriminam parentes no ambiente de trabalho. Mas em decorrência da conduta de patrões e empregados, essa relação pode ir do negativismo ao positivismo extremo! O que mais me pesa é: a rejeição sem argumentos de algo que dá certo, a busca de problemas inexistentes, a tentativa de ilação a dificuldades futuras e o medo inaceitável da boa relação. Pior ainda: de gente que está de fora!

Administradores são gestores de pessoas; políticos; relativistas; e, acima de tudo, humanos com uma pitada de autoridade por conta da função.

Cá entre nós: diante dessas situações, respire – acalme-se – segure-se e… perdoe-os! O desprezo e a demonstração de irrelevância às críticas se faz necessário.

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– Lidando com gente difícil no cotidiano!

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

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– Disney assume a, pasmem, endividada Fox Sports

Eu gosto demais das transmissões esportivas da Fox Sports, e sempre imaginei que o custo de uma jornada fosse bem alto (afinal, eles estão na maioria das vezes in loco). Com Libertadores e outras competições, pensei que o retorno desses grandes investimentos era certeiro. Agora, me surpreendo que um dos motivos (segundo o UOL) do CADE aprovar a fusão ESPN (que é da Disney) e Fox Sports foi a dívida da emissora.

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/06/01/disney-assume-fox-sports-com-deficit-milionario-de-r-120-milhoes-veja.htm

DISNEY ASSUME FOX SPORTS COM DEFICIT MILIONÁRIO DE R$ 120 MILHÕES

Aprovada no início deste mês de maio, a fusão entre ESPN e Fox Sports teve um grande e determinante fator para acontecer: o tamanho do déficit financeiro acumulado pela gestão do canal esportivo nos últimos anos. A partir de 2016, com a renovação por altos valores e compra de muitos direitos de transmissão, a emissora começou a fechar no vermelho. Entre 2016 e 2019, o prejuízo acumulado foi de R$ 120 milhões.

O UOL Esporte obteve acesso aos números do balanço financeiro dos últimos anos. Fundado em 2012, o Fox Sports teve bom desempenho financeiro até 2015. A partir de 2016, o canal começou a fechar no vermelho. O próprio Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) reconheceu isso ao aprovar a Disney a assumir o Fox Sports.

O maior déficit foi em 2018, quando, ao transmitir a Copa do Mundo de 2018, não conseguiu fechar todos os pacotes de patrocínio da cobertura na Rússia. Isto fez, inclusive, a Fox demitir seu vice-presidente comercial Arnaldo Rosa em meio ao Mundial por não atingir as metas previstas.

Em 2019, os custos só aumentaram. Comprando o melhor pacote de direitos de transmissão da Libertadores da América na TV por assinatura, a ponto de assegurar a final da competição continental com exclusividade, além da chegada da Copa do Nordeste e da Liga Europa, o Fox Sports gastou R$ 314 milhões com pagamentos para as competições.

Já os gastos com operações, como pagamento de profissionais, gastos com viagens e coberturas, investimento em tecnologia e modernização, entre outros, somaram R$ 88 milhões. Ou seja, em 2019, o Fox Sports acumulou um custo de cerca de R$ 401 milhões, valor bem alto para um canal de televisão por assinatura.

Com uma base de assinantes na casa dos 10 milhões, recebendo um valor de R$ 2,50 por cada assinatura das operadoras no ano passado (50% de tudo o que era repassado por assinante aos canais Fox), o Fox Sports conseguiu colocar em caixa R$ 300 milhões no ano passado com essa arrecadação. O grande problema foi a baixa vendagem publicitária: apenas R$ 50 milhões em 2019.

Ou seja, a arrecadação de orçamento no Fox Sports ficou na casa dos R$ 350 milhões, o que fez somente a emissora ter um prejuízo de R$ 51 milhões, o maior entre 2016 e 2019. Nos outros três anos, o déficit somado foi na casa de R$ 69 milhões. Com isso, a Disney pegou o Fox Sports deficitário em R$ 120 milhões.

A reportagem apurou que, ao tomarem nota do déficit alto do Fox Sports e da impossibilidade de lucro no médio prazo, empresas que estudaram a compra, como a Simba Content e a Mediapro, acabaram desistindo. A própria Disney se impressionou com o tamanho do rombo financeiro do Fox Sports, assim que seus executivos ficaram a par da situação.

A interpretação é que houve má gerência do Fox Sports nos últimos anos. Mesmo com o valor acentuado, a Disney já imaginava que o déficit era grande e se preparou para assumir o valor. Os planos do conglomerado previstos para o Esporte no Brasil da Disney não mudaram. Pelo contrário.

A empresa negocia renovações de vínculo de competições consideradas vitais, como o Campeonato Espanhol de Futebol e um novo vínculo de um pacote de 90 jogos por temporada da NFL, a liga de futebol americano.

Procurada oficialmente para falar sobre a dívida do Fox Sports pelo UOL Esporte, a Disney preferiu não comentar o assunto.

Veja detalhadamente o déficit financeiro do Fox Sports

Custos com direitos de transmissão 2019: R$ 314 milhões/ano

Base de assinantes: 10 milhões

Receita com assinantes em 2019: R$ 300 milhões/ano

Receitas com publicidade: R$ 50 milhões em 2019

Gastos com operação (gastos de pessoal, modernização etc): R$ 87 milhões/ano

Porcentagem de audiência do Fox Sports nos canais Fox em 2019: 26%

Valor recebido por assinante: R$ 2,50

Valor proporcional ao que recebia com todos canais Fox: 50%

Custo anual: R$ 401 milhões

Receita anual: R$ 350 milhões

Déficit em 2019 de R$ 51 milhões

Prejuízo entre 2016 e 2018: R$ 69 milhões

Média prejuízo/ano entre 2016 e 2019: R$ 30 milhões

Dívida acumulada: R$ 120 milhões

Divulgação

– McDonalds não será mais exemplo taylorista?

Quando falamos em aula sobre o modelo Mc Donald’s de “produção em massa” ser baseado no Fordismo, que é inspirado nos princípios da rotina de Frederick Taylor (execução de tarefas simples e repetitivas), brincamos com o exemplo real de que a meta é preparar um Big Mac em 38 segundos e o atendente roboticamente perguntar: acompanha batata-fritas, senhor?“, ou ainda: “casquinha de baunilha como sobremesa”?

Pois bem, isso tende a mudar!  Li na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios uma entrevista com Paulo Camargo, o presidente da Arcos Dourados (que opera a marca em nosso país). O executivo disse que a transformação das lanchonetes será ampla nos próximos meses. Disse ele, em outras palavras:

1- Terão funcionários “espontâneos”, com linguagem mais descolada e treinados para falarem como o cliente lhe parecer: menos / mais brincalhão, vocabulário mais jovial / culto, aplicando a chamada cooltura. Que desafio, hein?

2- Mudança nos cardápios: a busca em lanches mais sofisticados (para concorrer com hamburgueria artesanais) e de preços mais acessíveis (para concorrer com os informais). Na reportagem, se busca mostrar que o legítimo Big Mac é melhor do que os “Big Ling” ou “Big Xing”, ou seja, as cópias! 

3- Inovação nos restaurantes: painéis multimídias para se fazer pedidos e mesas multimídias, visando o futuro.

Como eu não sou muito chegado em fast food, não passo com frequência nessas experiências. Mas que são metas ousadas, não há dúvidas.

Conseguirão?

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– Rumos da Carreira Profissional: Generalista ou Especialista?

Especialista ou generalista? O que fazer na Carreira? Como Fazer? Onde Fazer?

Tais dúvidas foram muito bem abordadas nesse ótimo texto de Adriano Silva, do “Blog do Executivo Ingênuo”, voltado aos estudantes de Administração de Empresas, jovens executivos e pós-graduandos.

Pela irreverência e ótima qualidade, dentro de um assunto corriqueiro à nossa formação profissional, compartilho com os amigos:

QUANTAS ALMAS VOCÊ TEM?

Tem gente que é especialista. Que define desde o comecinho da carreira o que deseja fazer da vida e decide, sobretudo, o que não quer fazer. Essas pessoas enveredam por um caminho profissional bem definido e não se afastam dele por nada. Costumam pensar o seu talento como uma coisa única e, portanto, recusam tudo que não for precisamente aquilo que escolheram fazer. Dizem para os outros e para si mesmas que só sabem fazer aquilo, que não sabem fazer outra coisa, e avançam por aquela carreira, vida afora, sem olhar para trás.

E tem gente que é generalista. Que gosta de fazer uma coisa mas não descarta fazer outras. Essas pessoas investem num caminho profissional mas mantêm sempre um olho nas alternativas, nas realidades paralelas. Costumam pensar seu talento como uma coisa multifacetada e, portanto, não raro, decidem ir lá ver que outra vida poderiam ter se tomassem outros rumos, se tentassem a mão em outras áreas. Alguns podem até ver profissionais desse naipe como inconstantes, como gente que antes de avançar demais em um determinado caminho, troca de caminho e começa tudo de novo. Mas eles preferem se ver como talentos irrequietos, profissionalmente curiosos, ávidos por conhecer mais e viver coisas novas. E, assim, tratam de viver várias vidas numa só.

Eu acho que, no fundo, tenho alma de especialista. Sinto uma certa inveja de quem se embreta num só fazer sem medo algum de abrir mão do descortínio, de não contar com tantas rotas de fuga e saídas de incêndio caso aquela carreira deixe de oferecer boas oportunidades e simplesmente vá para o vinagre. No entanto, minha carreira tem sido bastante generalista. Devo ter também, em algum lugar (não precisa dizer onde), um bichinho que me faz sempre romper o horizonte, quebrar as paredes e colocar as minhas eventuais competências sempre em vários cestos ao invés de jogá-las integralmente num cesto só. Ainda não sei se isso mais me ajuda (tenho de fato construído algumas obras relevantes ao longo da carreira) ou mais me prejudica (será que eu poderia ser muito melhor em alguma coisa específica se eu tivesse me entregado a ela de corpo e alma há duas décadas?)

Enquanto não sei responder a isso, vou vivendo. Escapando do tédio do especialista – às vezes com nostalgia de uma carreira com um escopo menor. E vivendo as turbulências dos vários recomeços do generalista – às vezes com vontade de ter um pouquinho mais de mesmice e calmaria em minha rotina.

E você?

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– Os Postos de Autosserviço vingarão no Brasil?

Vez ou outra, ouvimos notícias de se permitir o auto-atendimento dos clientes em postos de combustíveis. O Carrefour, quando começou a montar seus estabelecimentos, tentou essa proposta e a legislação barrou.

É um assunto muito complicado: se pelo lado do comerciante, o custo de um frentista é altíssimo (em impostos, obrigações de saúde e outras exigências), por outro: será que o próprio cliente se atender, com as dificuldades existentes (quando travar a bomba, como abrir o tanque, o cuidado em não respirar benzeno, assim como o pagamento dos produtos) dará certo?

Abaixo, o projeto que já faz 1 ano e que está para ser discutido:

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/06/06/projeto-camara-posto-gasolina-motorista-abastecer-autosservico.htm

PROJETO QUER PERMITIR QUE MOTORISTA ABASTEÇA O PRÓPRIO CARRO

O Projeto de Lei 2302/19 permite o funcionamento de bombas de autosserviço –operadas pelo próprio consumidor– nos postos de abastecimento de combustíveis.

Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto revoga a Lei 9.956/00, que hoje proíbe essas bombas.

Autor da proposta, o deputado Vinicius Poit (Novo-SP) diz que permissão de postos com autosserviço é uma das sugestões constantes em estudo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 2018 para aumentar a concorrência no setor de combustíveis e reduzir os preços dos combustíveis.

O parlamentar ressalta que o modelo existe nos Estados Unidos desde a década de 1950 e permite a venda por um preço mais barato, já que reduz o custo trabalhista do empresário.

Tramitação

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Deputado mostra como funciona bem em Nova York self-service em ...

– Quantos dias deve-se trabalhar?

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

Não se deve trabalhar mais de 3 dias por semana com mais de 40 anos, diz estudo

– Indicadores do Esgotamento Profissional (Síndrome de Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

 O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

“Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

“Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

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– Tipos de boa ajuda corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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– Os Elementos mais Presentes nas Reuniões

Nas empresas, sempre há aquelas “figurinhas carimbadas” que se tornam marcantes. Compartilho uma matéria bacana sobre os tipos mais comuns, suas características e como lidar com eles.

Extraído de Revista Superinteressante, ed Dezembro/2012, pg 86-89, por Bruno Garattoni

SALA DE GUERRA

Os tipos mais comuns nas reuniões – e como você pode lidar com eles

1) O REVOLTADO: Está insatisfeito com a empresa e quer angariar companheiros de luta. Faz pose de irritado e reclama de praticamente tudo.

COMO LIDAR: Ignore o sujeito. Não tome as dores dele. Se você der corda, ele irá tumultuar a reunião, e acabará reclamando até você.

2) O PUXA-SACO: Não tem idéias próprias e fica quieto até que o chefe abre a boca. Aí, começa a concordar com todos os argumentos dele.

COMO LIDAR: Elogie a ideia do seu chefe e estimule o puxa-saco a desenvolvê-la. Ele não vai conseguir e se enforcará com a própria corda.

3) O PUXADOR DE TAPETE: Em vez de propor coisas novas , parece mais interessado em detonar todas as sugestões que você está dando.

COMO LIDAR: Responda com dados e argumentos objetivos. Se isso não for possível, mude de assunto.

4) O TÍMIDO: Costuma ter boas sugestões, mas não abre a boca. Quando vira centro das atenções, fica vermelho e balbucia argumentos que ninguém entende.

COMO LIDAR: Ajude-o a desenvolver a própria idéia. Se for você o tímido, lembre-se que é apenas uma reunião.

5) O HUMORISTA: Fica interrompendo a reunião com piadinhas que já contou trocentas vezes e não tem a menor graça.

COMO LIDAR: Continue o que estava dizendo. Se você pedir para o sujeito calar a boca, ficará com fama de mal-humorado.

6) O TAGARELA: Fala sobre o que sabe e o que não sabe, tem opinião sobre tudo. Monopoliza as discussões e se acha o dono da verdade.

COMO LIDAR: Evite bater de frente com ele: isso só fará o sujeito falar ainda mais. Dirija-se aos demais participantes para o rumo da conversa.

7) O WORKAHOLIC: Trabalha muito e conhece tudo da empresa, mas tem pouca paciência com a opinião dos outros. Pode ser grosseiro.

COMO LIDAR: Tenha paciência, principalmente se ele estiver certo. Se ele for indelicado com você, rebata com bom humor.

A importância de uma sala de reuniões atraente - DESK Coworking ...

– A quebradeira financeira dos clubes de futebol não encontrou resistência?

A pressão para a volta dos campeonatos de futebol tem sido grande. As contas das equipes estão “arrebentadas” pelas circunstâncias que estão sofrendo. Porém, faça-se a observação: o Novo Coronavírus apenas escancarou essa situação, pois sem dinheiro (ou melhor: com as contas mal geridas) estavam faz muito tempo.

Com os altíssimos valores gastos mensalmente, crê-se que havia dinheiro em caixa para pagar tanto valor. Mas, claramente, descobriu-se que a fragilidade dos clubes era enorme (talvez não seja nenhuma novidade). 

O problema é: querem retomar sem a disposição dos gastos necessários, sem as precauções devidas e o quanto antes. Alto lá! É um risco tal lobby, como feito ontem por cartolas de Flamengo e Vasco (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pQM).

Mais uma vez, parece que a proteção à humanidade perde espaço para a necessidade de cumprir tabelas esportivas – tudo isso administrado por dirigentes de clubes altamente questionados historicamente(e que estão desesperados).

Em tempo: a volta na Europa, tão cuidadosa que ocorre em alguns campeonatos, só é possível pois eles estão há muito mais tempo do que o Brasil vivendo esse horror. O decréscimo dos casos de Covid-19 leva tempo. Portanto, paciência por aqui!

Coronavírus: torcedor desenha máscaras de clubes espanhóis e ...

– A disputa entre o Iphone da Gradiente e o iPhone da Apple

Puxa, confesso que pensei que a situação já havia sido resolvida, mas eis que volta à tona: o registro comercial do iPhone no Brasil é disputado pela Gradiente, que antes do lançamento do consagrado aparelho da Apple, havia reservado o nome de um aparelho com grafia igual em nosso país (mas diferenciando por maiúsculas e minúsculas) como Iphone.

Reforçando: aparentemente a Gradiente (por ter feito bem antes o registro), simplesmente está “na dela”, sendo tudo uma coincidência.

Entenda, em: https://odia.ig.com.br/brasil/2020/05/5918402-disputa-pela-marca-iphone-entre-apple-e-gradiente-chega-ao-stf.html

DISPUTA PELA MARCA IPHONE ENTRE APPLE E GRADIENTE CHEGA AO STF

Depois de oito anos em disputa judicial, Apple e Gradiente ainda lutam pela utilização da marca iPhone aqui no Brasil

A disputa entre Apple e Gradiente pela marca iPhone acaba de chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), informa Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo. A briga já se arrasta por mais de oito anos, desde que a Gradiente lançou um celular com o nome em 2012.

Na verdade, a história começou ainda em 2000, muito antes do iPhone da Apple existir. Na ocasião, a Gradiente pediu o registro da marca IPhone (com ‘i’ maiúsculo), o que foi conseguido pela empresa em 2008. Vale lembrar que, em 2007, o iPhone da Apple era lançado nos Estados Unidos.

Em 2012, quando o iPhone já era um sucesso mundial, a Gradiente lançou seu próprio celular chamado IPhone, já que possuía o registro. Foi então que a Apple abriu um processo contra a empresa brasileira.
A última sentença do processo, dada em 2018 pelo Superior Tribunal de Justiça, tinha sido favorável à Apple. Agora, a disputa continua com a chegada do caso ao STF.

iPhone da Apple não é o único disponível no Brasil

– A Arte da Bajulação nas Empresas

Olha que texto bacana, publicado na Época Negócios (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

A ARTE DA BAJULAÇÃO

As ações disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

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– Meu inventário comportamental pela metodologia DISC

Realizei uma entrevista para a criação do meu inventário comportamental, através da empresa DomIneSCo – Soluções em Gestão de Pessoas. E achei espetacular!

Tal trabalho visa analisar o comportamento pessoal e profissionalse bom ou ruim – através da metodologia DISC (Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade), em relacionamentos na estabilidade e na instabilidade de situações diversas. Você explora suas potencialidades e fraquezas voltadas para a proatividade, autonomia, extroversão, animação, segurança, perseverança, acolhimento, vigilância e tantas outras. 

Por não ter nada comprometedor, publico sem ressalvas (abaixo). É algo muito bacana para as empresas que querem avaliar o comportamento de seus colaboradores sem medo de errar na busca de talentos!

A propósito, essa metodologia para a formação do inventário comportamental DISC foi criada pelo psicólogo Dr Willian Moulton Marston, inventor do polígrafo / detector de mentiras e da personagem do universo das HQs… Mulher Maravilha!

Taí o motivo da heroína ter o laço da verdade! Ou não, amigos nerds?

O meu perfil aqui: DISCRafael

octogonoDomIneSCo

– Humanizando as Demissões nas Empresas

O termo “demissão humanizada” surgiu em meio à necessidade de que as empresas sejam sensíveis ao “baque emocional” que o demitido recebe.

Entretanto, as atitudes e relações de quem demite quanto ao ex-funcionário precisam ser cordiais e não traumáticas, embora muitas vezes não funcionem assim.

Compartilho esse ótimo exemplo de Demissão Humanizada da Airbnb, que mostra a essência desse termo na prática.

Extraído do LinkedIn de: Eduardo Bruno: (https://www.linkedin.com/posts/eduardobrunonetworking_boratreinaressepovo-networkingpower-activity-6664877028312969216-BwxS)

DEMISSÃO HUMANIZADA

Demissão humanizada NÃO É:

– Mandar o funcionário fazer CURSOS GRATUITOS na internet (nossa.. kkk);

– Falar que é importante ATUALIZAR o currículo (putz, sério..)

– Falar que qualquer PROBLEMA pode contactar a empresa (Contactar quem? Pra quê? Apoio moral?)

– Colocar uma psicóloga com um monte de gente ONLINE ao mesmo tempo para ela dizer “precisamos ser FORTES nesse momento”.. (kkkk.. Só rindo..)

Empresas: aprendam quê quem tá sendo DEMITIDO precisa de AÇÕES, não só de palavras.. O Airbnb informou que vai demitir 1900 pessoas no mundo.. E seu CEO fez uma carta aberta onde, entre outras coisas, DEU aos demitidos:

– 3 meses e meio de remuneração, mais 1 semana por ano no Airbnb (isso mesmo: SALÁRIO);

– Plano de saúde até o fim de 2020 (Pq não é legal tirar o plano no meio de uma PANDEMIA..)

– 4 meses de apoio à saúde mental (DE VERDADE, não “faça contato se tiver algum problema”)

– 4 meses de serviço INDIVIDUALIZADO de RECOLOCAÇÃO, apoiado pelo time de RH durante o ano todo.

– TODOS ficarão com o LAPTOP com o qual trabalhavam (Uau.. Sem comentários..)

E nem todo mundo tem o TAMANHO de um AirBnb para fazer isso.. Mas sempre dá pra fazer ALGO…

Ah dá..

#BoraTreinarEssePovo
#NetworkingPower

Outplacement: saiba como aplicar esse processo de demissão ...