– Quanto cabe de Combustível no Tanque do seu Carro?

Já aconteceu de você estar com o combustível do seu veículo acabando, e na sequência abastecer e perceber que a quantidade de litros no visor da bomba é maior do que a capacidade do tanque do seu veículo?

Se o posto for suspeito, pode ser golpe da galonagem (quando 1 litro tem menos de 1000 ml). Mas se o estabelecimento for idôneo, não se desespere: a capacidade informada no manual do veículo corresponde a cerca de 90% do volume máximo do tanque, e é atingida no momento do desarme da bomba.

Extraído de: Revista Combustível e Conveniência, ed Outubro 2012, pg 34-35, por Gabriela Serto

DIFERENÇA DE CAPACIDADE

O que fazer quando o consumidor reclama que a bomba marcou mais litros do que a capacidade do tanque indicada no manual do veículo? Saiba como orientar seu frentista e evitar suspeitas infundadas sobre seu estabelecimento.

O motorista para no posto e pede para o frentista encher o tanque. Finalizando o abastecimento, o cliente reclama que a bomba marca uma quantidade de litros superior à indicada como capacidade máxima no manual do veículo. Diferentemente do que se poderia imaginar, isso é possível de acontecer e, infelizmente, é uma prática que já está sendo observada pelos órgãos de defesa do consumidor, embora não tenha nada a ver com o fantasma da bomba baixa (quando a bomba marca uma quantidade de litros superior à de fato vendida).

Na verdade, essa situação tem sido registrada devido ao hábito de alguns frentistas, às vezes por má orientação, de forçar o abastecimento após ocorrido o desarme. Mas o que acontece de fato no tanque?

A capacidade do tanque de combustível informada pela montadora no manual do veículo corresponde a cerca de 90% da sua capacidade máxima. Esse volume, chamado de capacidade nominal é atingido no momento em que ocorre o “desarme” do bico da mangueira da bomba de combustíveis. Se o frentista for além nesse momento, haverá divergência entre o marcado na bomba e o informado no manual.

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– A Praia dos Carneiros (a mais gostosa do mundo), suja de óleo…

Que triste… a mais bela praia (ou melhor experiência) que eu fui na vida é a “Praia dos Carneiros”. E, infelizmente, foi atingida pela mancha de óleo que vazou no Litoral do Nordeste.

Aliás, que tragédia ambiental, não?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/10/praia-de-carneiros-joia-do-litoral-pernambucano-e-atingida-por-oleo.shtml

PRAIA DOS CARNEIROS, JOIA DO LITORAL PERNAMBUCANO, É ATINGIDA POR ÓLEO

A praia de Carneiros, um dos principais cartões postais do turismo pernambucano, no litoral sul do estado, amanheceu cheia de manchas de óleo nesta sexta-feira (18). O mesmo local, de acordo com órgãos ambientais, havia sido afetado de maneira bem mais branda no início de setembro.

A mancha desta manhã chegou com a maré cheia, por volta das 6h. Donos de pousadas, pescadores e servidores da prefeitura de Tamandaré realizam um mutirão para tentar remover o material da praia.

Um dos locais mais atingidos foi em frente ao Bora Bora, ponto bastante famoso da praia.

Na tarde desta quinta (17), após detectar a partir de um sobrevoo que havia uma grande mancha em deslocamento para a costa, o governo pernambucano conseguiu coletar mais de uma tonelada do material ainda no mar.

Desta vez, o plano emergencial preparado pelo governo para conter o avanço do petróleo não conseguiu evitar a poluição.

Na tarde desta quinta, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), que integra o bloco nordestino de oposição ao governo Bolsonaro, cobrou uma resposta definitiva. “É fundamental que o governo federal identifique a fonte desses vazamentos para que novas contaminações não voltem a acontecer”, disse.

A grande preocupação agora é de que a mancha chega à praia de Porto de Galinhas, também uma das mais procuradas por turistas.

O óleo já atingiu 178 praias em 72 municípios de todos os nove estados nordestinos.

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Foto: Coelho Júnior (divulgação)

– A Caixa Preta do BNDES

Todo mundo em sã consciência política e apartidariamente falando se questiona: o que foi feito, de verdade, com o dinheiro do BNDES? Os radicais de Direita exageraram? Os de Esquerda tem razão?

Pois bem: Cláudio Tognolli e Bernardino Coelho da Silva escreverem o livro “A Caixa Preta do BNDES”, e ao ouvir um pequeno resumo das picaretagens, penso: o quanto (em tempo e valores) os recursos do povo brasileiro foram “rasgados” e “rateados” entre pessoas corruptas?

Começando com FHC e passando por Lula, assista em: https://youtu.be/pbqx9yBAsVg

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– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem menos de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters

– Os Desempregados do Futebol!

Uma excepcional matéria (compartilhada pelo link que segue) sobre o número dos jogadores de futebol desempregados no Brasil (só lembrando: deveria-se acrescentar o de árbitros e jornalistas). E repare: é do ano passado, mas poderia ser perfeitamente de hoje!

Muito ruim tal situação…

Compartilho, extraído de: http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,desemprego-o-drama-de-quem-ficou-para-escanteio-no-futebol,70002032616

DESEMPREGO, O DRAMA DE QUEM FICOU PARA ESCANTEIO NO FUTEBOL

País tem 18 mil atletas profissionais, mas apenas 30% possuem local para trabalhar

Depois que saiu da Portuguesa e começou a ter dificuldades para encontrar outro clube, o meia Rai decidiu vender sua BMW. Prata, coisa linda, mas ele tinha de reduzir custos. Quando os calotes se tornaram mais frequentes – no Vilhena, de Rondônia, ele chegou a ser ameaçado de morte por cobrar cinco meses de atraso no salário -, o meia de 32 anos se tornou corretor de seguros. Hoje, espera uma proposta do futebol chinês, mas a bola virou plano B.

Para Bruno Henrique Silva Carvalho, o desemprego piorou o que era já difícil. No primeiro semestre, ele atuou pelo Suzano, time da quarta divisão do futebol paulista, mas não recebia salários. “Os dirigentes diziam que o time era uma vitrine e que não precisava de salário”, diz o atleta de 21 anos. Depois de seis meses sem receber, foi dispensado porque o time não terá mais competições para disputar em 2017.

Hoje, para ajudar a renda na família, ele vende doces caseiros, feitos pela própria mãe. Após os treinos, sai pelas ruas de Suzano, na grande São Paulo, oferecendo brigadeiros, beijinhos, pães de mel. O pai, Marcelo, é eletricista de manutenção e a mãe, Maria Elenir, é faturista no hospital da cidade. Bruno tem um irmã nova, de dez anos.

Rai e Bruno Henrique mostram alguns dos efeitos do desemprego entre os jogadores de futebol. De acordo com a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol, o Brasil possui hoje 18 mil atletas profissionais. A entidade avalia que os índices de desemprego variam ao longo por ano por causa da mudança no número de competições. Os clubes menores, aqueles que não disputam as Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro simplesmente fecham as portas no segundo semestre, pois não tem competições para disputar. Com isso, milhares de atletas ficam a Deus dará. “No mês de abril, temos cerca de 30% dos atletas trabalhando no Brasil todo. No final do ano, esse número cai para apenas 6%”, afirma o presidente Felipe Augusto Leite.

Esse é o drama vivido por Bruno Henrique no pequeno Suzano e também por Marco Antônio da Silva Oliveira, campeão da Série A3 do Campeonato Paulista com o Nacional.

Aos 29 anos, ele não renovou contrato e simplesmente não tem onde jogar até o final do ano. “Tenho meus 29 anos e ainda me sinto em condições de jogar. Mas, claro, sei da minha realidade hoje, que está um pouco distante, mais que não é impossível, só basta portunidade e sequência. O calendário brasileiro está ruim para nós, que não temos nome no cenário do futebol brasileiro”, diz o jogador.

Naturamente, a questão não se esgota na venda de carros de luxo e nos bicos para completar a renda. Existe um problema emocional quando um jogador fica desempregado. Outros jogadores ouvidos pelo Estado citam a cobrança familiar – as contas não param de chegar – “O maior desafio é manter a motivação, treinar sozinho e não desistir”, confessa o zagueiro Guilherme Bernardinelli, ex-Santos.

Depois de uma temporada na terceira divisão espanhola, o jogador de 25 anos deu de cara com a falta de oportunidades no retorno ao Brasil. Enquanto aguarda a abertura da próxima janela de transferências, ele contratou um personal trainer para manter a forma, mas já pensa em um plano B. Diariamente, dá expediente na área administrativa da empresa do pai, uma fábrica de injeção plástica.

“Pensei até em procurar um médico. A gente vive o sonho, de ser famoso, ganha tapinha nas costas e almoço grátis por onde passa e, de uma hora para outra, tudo acaba. É preciso muito equilíbrio emocional”, diz Rai. “Eu tinha vergonha de chegar a pé nos jogos, sem carro, e, por isso, nem ia jogar”, confessa o jogador que esteve no Taubaté.

Em vários casos, os jogadores esbarram na falta de qualificação profissional para buscar uma recolocação no mercado. “Muitos amigos me negaram um emprego porque diziam que eu não sabia fazer nada”, lamenta Rai.

Rai e Bruno estão em momentos diferentes na luta contra o desemprego. Hoje, Rai tem sua própria empresa de seguros, a DR Group, e grande parte dos seus clientes é formada por… jogadores de futebol, seus colegas de profissão. Teve chance de comprar carro, mas preferiu andar de metrô, ônibus e Uber. Ainda precisa economizar, pois a empresa ainda precisa decolar.

Horas depois da entrevista ao Estado, Bruno Henrique manda uma mensagem via whataspp. No dia 15, ele avisa que vai atuar pela final da Liga de Mauá, o clássico entre São João e Gralha Azul. Ele atua na várzea para completar a renda e ganha cem reais por jogo. No dia seguinte, ele mandou outra mensagem. “Quando você perguntou das minhas qualidades, tenho bom preparo físico, bom desarme, sei sair para jogo, com qualidade, e chega bastante na área do adversário”.

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– O prédio que desabou em Fortaleza!

Caramba! Como existem coisas tristes e inesperadas neste mundo…

Já pensou estar em sua casa e ela desabar? O que dizer deste pavoroso acidente que aconteceu há pouco, em Fortaleza/CE, onde um edifício de 7 andares desmoronou?

Que Deus possa confortar os familiares das vítimas. E, depois, que a Justiça possa descobrir quem são os responsáveis pelas mortes dos inocentes.

Informações aqui, no site do G1: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2019/10/15/predio-residencial-desaba-em-fortaleza.ghtml

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– Pra quê, Eduardo Bolsonaro?

O possível novo embaixador do Brasil em Washington, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), pisou na bola.

O filho do presidente Jair Bolsonaro resolveu estampar uma camiseta ironizando a sigla LGBT, trocando as iniciais de Lésbica, Gay, Bissexual e Trans por Liberdade, Armas, Bolsonaro e Trump (em inglês, as mesmas siglas).

Seria normal se fosse de um cidadão comum qualquer, sem respeito às diversas causas sociais. Mas sendo quem é, deveria ter o bom senso de evitar essa ironia gratuita.

A pergunta é: pra quê? Ao invés de tumultuar, silencie-se… Parece que “riscar fósforo em palheiro” é prática corriqueira à essas pessoas…

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– Mais de 150 praias contaminadas por petróleo e o mundo não comenta a contento?

Quando tivemos o episódio das queimadas na Amazônia, a questão da vida selvagem e da floresta foi amplamente discutida, buscando os responsáveis pela devastação. Agora, com as manchas de óleo vazado de algum lugar não sabido (crê-se que seja petróleo venezuelano), não está se dando a ampla repercussão à vida marinha, aos caiçaras e ao Turismo do Nordeste.

Por quê seriam menos importantes, sendo que a extensão da trajédia ambiental é enorme?

Abaixo, extraído de: https://t.co/XKxQ3CxK01?amp=1

MANCHAS DE ÓLEO CHEGAM A SALVADOR

De acordo com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), 19 praias do Estado da Bahia já estão contaminadas pela substância identificada como petróleo cru.

O óleo que se espalha pelo litoral nordestino chegou na madrugada desta sexta-feira (11) às praias em Salvador. De acordo com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), foram observados resquícios da substância, apontada como petróleo cru, nas praias de Piatã, uma das mais frequentadas por banhistas, na capital baiana, e de Vilas do Atlântico, no município vizinho de Lauro de Freitas.

A Empresa de Limpeza Pública da cidade, a Limpurb, também observou manchas na Praia do Flamengo e Jardim dos Namorados, essa última localizada no bairro da Pituba.

A Limpurb informa que disponibilizou uma equipe de 75 agentes para realizar a limpeza dessas áreas. Eles estão trabalhando em regime de plantão de 24 horas para realizar o monitoramento de toda a orla da capital.

Segundo o Inema, em todo o Estado, já são 19 as praias contaminadas pelo óleo.

Um vazamento de petróleo cru se espalha pelos nove Estados do Nordeste. O poluente foi identificado em uma faixa de mais de 2 mil quilômetros da costa brasileira. O governo federal afirma que análises já apontaram ser petróleo cru, de origem desconhecida e de tipo não produzido no Brasil.

Considerado o maior episódio de vazamento de óleo no Brasil em termos de extensão, o desastre ambiental que atingiu pelo menos 139 pontos nos nove Estados do Nordeste pode causar impacto na saúde humana, ainda que em escala pequena, quando comparada aos danos ao ecossistema local.

*Com informações do Estadão Conteúdo

EFE/MARCOS RODRIGUES

– A Administração foi deixada de lado na Constituição de 1988

Li e achei interessante: sobre como a “Administração” não foi valorizada na Constituição de 1988 (me lembro perfeitamente das emissoras de TV transmitindo sua promulgação com o Dr Ulisses Guimarães), extraído do tuíte de Daniel José (economista do Insper e mestre em Relações internacionais por Yale):

“31 anos da nossa Constituição de 1988. No texto aparece:

– 76 vezes a palavra ‘direito’.

– 4 quatro vezes a palavra ‘dever’.

– 2 vezes a palavra ‘produtividade’.

– 1 vez ‘eficiência’.

Em resumo, nos preocupamos em dar DIREITOS, sem DEVER algum e sem saber como vamos fazer isso.”

Ou seja: ela, a Constituição, que parecia um avanço na época (já que vínhamos de uma ditadura), mostrou-se ao longo dos tempos apenas um documento necessário para aquele momento, necessitando valorizar ações progressistas para o futuro, calcadas em registro. Por outro lado, será que “o como fazer” e/ou praticar o “exercício da Administração” deveria estar contido nesta Carta de Leis?

Vale a pena refletir tudo isso, em especial pensando nas próximas gerações e, talvez, numa nova Constituição.

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– Kroton se transformará em Cogna

Uma mudança para administrar melhor: a Kroton se reinventará e se transformará numa nova holding de 4 empresas.

Somente em 2018, o grupo faturou R$ 5,5 bi!

Extraído de: https://exame.abril.com.br/negocios/kroton-passa-a-se-chamar-cogna-e-divide-grupo-em-quatro-marcas/

KROTON PASSA A SE CHAMAR COGNA E DIVIDE GRUPO EM QUATRO EMPRESAS

Líder em educação privada no Brasil, Kroton foi dividida em quatro novas empresas e ampliará oferta de serviços B2B para escolas e universidades

A Kroton, maior grupo de educação privada do Brasil, vai mudar de nome e de formato da operação. A empresa anunciou em evento nesta segunda-feira 7 que vai dividir a empresa em quatro braços e, para administrá-los, criou a holding Cogna Educação — que vem de “cognição”.

Até então, o grupo inteiro era batizado de Kroton e a empresa era dividida em dois braços, o de educação superior e o de educação básica. Agora, as quatro divisões serão cada qual uma nova empresa.

As empresas serão a Kroton, que segue com o mesmo nome e foco em cursos de ensino superior; a Saber, que inclui cursos de línguas e as escolas de ensino básico das quais a Kroton é dona; a Vasta Educação, que vai oferecer serviços de gestão para as escolas e material didático, incluindo eventual participação em licitações públicas; e a Platos, criada para oferecer serviços de gestão para o ensino superior. O grupo terá ainda um braço de investimento em startups, a Cogna Venture.

O atual presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, será o presidente da holding Cogna. Roberto Valério, que era presidente de ensino superior, passará a ser o presidente da marca Kroton.

A mudança, que começa a valer de fato a partir do dia 1º de janeiro de 2020, faz a Kroton ampliar seu espectro de serviços para empresas, o chamado B2B (business to business, ou negócio para negócio). A empresa, que ficou famosa com faculdades privadas como a Anhanguera e se beneficiou de políticas públicas de acesso ao ensino superior, como o financiamento estudantil governamental do programa Fies, até então tinha serviços majoritariamente voltados aos estudantes.

Com a mudança, a Kroton, agora Cogna Educação, ganhará também uma nova sede, na avenida Paulista. Seu código na bolsa também passará a ser COGN3, em vez do anterior, KROT3, a partir do dia 11 de outubro.

A Kroton faturou 5,5 bilhões de reais em 2018 e teve lucro de 1,9 bilhão de reais no ano. No segundo trimestre deste ano, último com números divulgados, a queda de mais de 40% em seu lucro decepcionou os investidores e fez as ações caírem na casa dos 7% após os resultados.

Para além das novas marcas, a empresa vive um momento de reestruturação, com diminuição dos recursos do Fies, queda nos lucros oriundos do ensino superior e redução de mais de 4% no número de alunos.

Segundo informou o presidente Rodrigo Galindo, a mudança na operação vinha sendo desenhada desde 2017. Boa parte dos serviços oferecidos pelas novas empresas já eram ofertados pela Kroton enquanto grupo unificado — como o Kroton Learning System, modelo acadêmico para faculdades. Mas a divisão em empresas pode tornar as marcas mais atrativas a investimentos e intensifica o movimento de diversificação do portfólio.

Sala de aula da Kroton: código da empresa na bolsa mudará para COGN3 (Germano Lüders/EXAME)

– A recusa dos técnicos “medalhões” ao Fluminense e Botafogo. E mais: o que é “ser time grande”?

Li que Felipão foi consultado para assumir o Fluminense, após a demissão de Oswaldo de Oliveira, e nem abriu conversações (Marcão foi efetivado). Agora, Cuca faz o mesmo com o Botafogo, após a saída de Eduardo Barroca.

A questão é: precisamos redefinir a grandeza dos ditos “12 grandes clubes do Brasil”?

A história de muitos clubes é fantástica, ninguém apaga seus feitos. Mas a realidade atual permite-nos tal discussão?

O Nottingham Forest foi bicampeão da UEFA Champions League, e onde está agora? O Nuremberg era, até pouco tempo, o maior campeão da Alemanha. E hoje?

Nos ciclos do futebol, nem todos se mantém em alta e novas forças surgem, enquanto outras somem. Vide o Athlético Paranaense, como deu uma guinada interessante com a conquista de títulos. Mas repare também que os ditos grandes que apregoamos historicamente em nosso país são, em sua maioria, viventes de campeonatos estaduais. POUCOS são perenes no Nacional!

Digo isso pois veremos com mais frequência técnicos “TOP” e a recusa em dirigir certos clubes com medo dos problemas financeiros e da bagunça administrativa. E cairemos na discussão: o que é ser “time grande”? Ter numerosa torcida, história de vitórias ou ter títulos conquistados recentes?

Para mim: o grande lota estádios, sempre é uma atração, ganha com frequência e não vive apenas das conquistas passadas. Ele assusta a CBF, tem força nos bastidores e assusta o árbitro molenga. É desejado pelos jogadores e dá audiência para a mídia. Ou não?

A verdade é: os treinadores estão pensando bem em seus projetos de carreira quando escolhem um grande clube; ou melhor, “um clube”.

Temo que os respeitados (mas em crise) Fluminense e Botafogo passem a ter em suas fileiras treinadores medianos, por conta do orçamento e da gestão conturbada. Ou isso não acontecerá?

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Um triste Debate Presidencial na Band

Há 5 anos…

Parecia que víamos esse processo de “divisão do Brasil” surgir. E, lamentavelmente, por duas pessoas que nada de bom fizeram pelo país.

Relembrando, abaixo:

DEBATE 2014

Para quem não assistiu, aqui vai o link do Debate da Band, realizado ontem.

Incrível: nas redes sociais, os Petistas dizem que a Dilma calou o “Playboy”. Nelas mesmas, os Tucanos falam que Aécio destruiu os “Petralhas“.

Não assisti ao ‘confronto’, mas saliento e lamento que está parecendo torcida organizada de futebol, pugilato, briga de rua…. Infelizmente, o fanatismo extrapola uma religiosidade perigosa e a Democracia sai perdendo. Chega a ser irritante o radicalismo!

Gostaria muito que as discussões fossem de propostas, não de baixaria. Mas confesso ainda: os podres de cada um assustam!

Aqui vai o link: http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/10/15/confira-a-integra-do-debate-band-entre-aecio-e-dilma.htm

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– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

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– O Prejuízo que os Produtos Piratas dão ao Brasil!

Não tenho os números de 2018, o último ano fiscal. Mas em 2016, o Brasil perdeu R$ 130 bilhões com a Pirataria; em 2017, R$ 146 bi!

Você consome produtos piratas? O quanto eles deixam de pagar em impostos, ou quanto prejudicam os donos das propriedades industriais?

Pior: você os compra sabendo que está sendo enganado?

Veja só que interessante, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/03/empresas-e-governo-perdem-r-146-bilhoes-para-pirataria.shtml

EMPRESAS E GOVERNO PERDEM R$ 146 BILHÕES PARA A PIRATARIA

79% dizem que governo não age para barrar crime, diz pesquisa

O Brasil perdeu R$ 146,3 bilhões para pirataria em 2017. O valor é estimado pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), associação de 30 entidades que combatem a ilegalidade. Em 2016, o rombo foi de R$ 130 bilhões.

De acordo com Edson Vismona, presidente do FNCP e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), o valor é a estimativa de perdas das empresas e do governo com sonegação de impostos dos produtos piratas.

Em 2017, foram R$ 100,2 bilhões que as empresas deixaram de ganhar. O setor mais prejudicado foi o de vestuário (R$ 35,6 bi), seguido por cigarros (R$ 12,3 bi), óculos (R$ 7,7 bi) e TV por assinatura (R$ 4,8 bi). O montante representa o mercado perdido para os produtos piratas. Esses produtos ilegais deixam de pagar uma alíquota média de imposto de 46%.

Este sábado (3) é o Dia Nacional de Combate ao Contrabando, e o Etco divulga a pesquisa Datafolha feita para avaliar a percepção da população sobre o contrabando.

Realizada entre os dias 5 e 8 de fevereiro, com 2.081 entrevistados em 129 municípios, a pesquisa mostra que 79% da população considera que o governo brasileiro é conivente com o crime organizado e com o contrabando de cigarros.

Procurada, a Polícia Rodoviária Federal informou que realiza ações rotineiras, principalmente na fronteira, para coibir o contrabando de cigarros, além de eventuais.

Apesar da indústria do vestuário ter o maior prejuízo, 77% dos entrevistados entendem que os cigarros são os mais contrabandeados.

– O medo de políticos se associarem a pares impopulares

Leio que o Governador João Doria Jr negou que apoiou explicitamente o presidente Jair Bolsonaro nas últimas Eleições, refutando veementemente a criação da campanha “BolsoDória” no Segundo Turno.

Ora, a quem ele quer enganar? Isso foi claro e notório. Parece-me a mesma negação ocorrida pelo PT com o PMDB (José Sarney foi conselheiro de Lula em muitos momentos) ou de alas do PSOL e PC do B na composição do Governo Petista, quando se fala de corrupção.

Se a moça é bonita, todos querem namorar com ela. Vide Bolsonaro e Luís Inácio no auge da popularidade deles, quantos bajuladores apareceram! Quando percebem alguma coisa que desagrada o senso comum, “nunca paqueraram a noiva…

A verdade é: sempre existem dois (ou mais) discursos engatilhados: o de apoio ou o de crítica, sempre que existir interesse.