– Armas? Só se forem as abaixo:

Ninguém quer violência. Precisamos, para melhor o Brasil, de Educação!

Confira na imagem:

– De novo “causando”, Bolsonaro?

Pobre Brasil… Aguentar um presidente birrento, que apesar de alguns bons ministros, se perde por si próprio, ninguém merece.

O corrupto Lula não emplacou seu candidato por conta das mentiras que promoveu com o Mensalão e Petrolão, fomentando a urgente troca do poder. Surgiu Bolsonaro, que apesar da virtude anti-lulista, se mostrou incapaz de unir o país e se perdeu na pandemia, com incentivo à aglomeração, desconfiança do uso de máscaras e negacionismo inicial das vacinas.

Não é possível que não surja um nome de credibilidade entre o ladrão e o incompetente! Meu Deus…

O chilique contra a jornalista em Guaratinguetá, abaixo, ou em: https://twitter.com/choquei/status/1407025511801425924?s=21

– Diferenciando Política e Politicagem

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– Lázaro.

Sobre o bandido foragido Lázaro, de crimes absurdamente macabros, falamos dias atrás aqui: https://wp.me/p4RTuC-vxN.

O assunto agora é: como se dará a prisão, se é que ele será preso ou morto em confronto?

Antigamente, se esperava a hora do “Jornal Nacional” ou do “Fantástico” para aumentar a repercussão e noticiar o ocorrido de algo impactante. Não será assim dessa vez, mas certamente haverá uma espetacularização. E aí vem o medo: o “glamour” para um criminoso!

Não dá para esperar que, pelo que ele fez ou que faz, a coisa acabe bem… aliás, o trabalho que está dando para a Polícia é um típico roteiro de filme.

A pergunta é: por que matar sem piedade?

Lázaro Barbosa: representantes de terreiros denunciam truculência de  policiais durante buscas no Entorno do DF | Distrito Federal | G1

– Tempos malucos!

Estamos em tempos “diferentes”, “complicados” e “alterados”. Li em algum lugar, e não consegui achar o autor, mas é verdade:

“Estamos numa época em que esclarecidos e sensatos devem ficar quietos para não ofender os ignorantes e radicais”.

E não é verdade? Haja paciência para discutir educadamente com quem não quer entender e vem com “pedras na mão”!

40 frases sobre ignorância que te farão refletir sobre mentes fechadas

– Imitem as meninas do Brasil, rapazes!

Ontem falamos sobre a coragem das jogadoras da Seleção Brasileira de futebol feminino, que protestaram contra o assédio sexual – em clara resposta ao chefe delas na CBF, Rogério Caboclo.

As meninas divulgaram um manifesto (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-vpX) e entraram em campo com uma faixa (abaixo).

Será que neste domingo, na abertura da Copa América 2021 (que deverá ter bastante audiência) os jogadores da Seleção de futebol masculino, que tanto agitaram na semana mas se omitiram quanto a isso, se pronunciarão também?

Seria digno imitarem o gesto das suas colegas e fazerem o mesmo. Mais ainda: se fizerem tal ato por altruísmo / cidadania, não por demagogia / marketing!

– As falésias de Morro Branco.

Como tudo está feio e cinzento lá fora (a 6a feira ficou nublada), um momento de dar cores à tela: recordando as Falésias de Morro Branco (município de Beberibe), um lugar incrível no Interior do Ceará!

Repararam no contraste do azul do céu com as areias avermelhadas?

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#paisagem #landscapes #inspiração

– O ineditismo de uma pandemia em meio a globalização!

Tudo o que está escrito nesta postagem redigida há 1 ano, vale para hoje. Abaixo:

Nas festas de final de ano 2019, quem imaginou que 2020 seria um ano tão travado? Aliás, o “ano novo” não começou mesmo, e, pelo jeito, não começará de verdade do jeito que gostaríamos já que estamos em meados de junho.

Quantas pessoas você conhece que passaram por uma pandemia e se recordam como ela foi? As mais idosas vivas (centenárias) eram crianças quando ocorreu a última, a da Gripe Espanhola, que durou de 1918 a 1920 (portanto, há 100 anos).

Repare nesses números: crê-se que a Influenza tenha atingido meio bilhão de pessoas, com 50 milhões de mortos. Mas considere:

– O mundo estava saindo da Primeira Guerra Mundial, então as Economias pegaram o efeito da pandemia já cambaleadas;

– A Globalização era algo muito ínfimo. De tal forma, a doença “não viajava” como ela faz hoje, se concentrando nos centros mais populosos próximos de onde ela ganhava corpo.

– A desinformação era diferente da falta de informação. Explico: hoje, morre-se menos porquê temos mais informação de boa qualidade e as pessoas sabem corretamente como se precaver (caso pesquisem). Naquele tempo, não tínhamos “informação via satélite” e nem sonhávamos com a Internet e por esse motivo, a falta de cuidado e de alertas era maior. Boatos, como os de hoje, existiam também (na versão de Fake News daquele período de época). Porém, pela falta de recursos tecnológicos, era mais difícil desmentir. Hoje, temos informação de boa qualidade duelando contra as mentiras. Naquela época, a pouca informação lutava contra a desinformação (a informação errada, mas não proposital) e a boataria (nossas Fakes News de hoje).

– A Medicina, evidentemente, é muito mais avançada hoje do que há 100 anos – não só pelas drogas descobertas mas também pelo intercâmbio de médicos e troca de pesquisas em tempo real.

Diante de tudo isso, vemos uma questão político e social que nos traz medo e incertezas, com empresas quebrando e simultaneamente ocorrendo revoltas de lados ambíguos da população (contra ou não o isolamento).

O problema do capital de giro e prejuízos do Mercado nunca vai se equilibrar com o dano das mortes. Não existe “preço pela vida”, mas deveria se existir o bom senso de otimizar e se programar para a pausa das atividades. Diante desse impasse (ou melhor, dessa imprudência das autoridades), ninguém conseguiu resolver a contento.

Todos os setores hoje são atingidos. Talvez depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido a primeira catástrofe global que vivemos. Se ela não for, certamente é na questão de acompanhamento e debates on-line.

Por curiosidade: a APEA, que era a “Federação Paulista de Futebol de então”, anunciou a suspensão do Campeonato Paulista de 1918 devido à epidemia de Gripe Espanhola citada anteriormente (e que matou 35 mil brasileiros). Os jogos foram retomados no fim do ano, e o campeonato foi concluído no início de 1919, com o Paulistano-SP campeão. E importante: o presidente Rodrigues Alves foi uma das vítimas.

Se o Brasil parou por quase 1 ano há 102 anos, tendo 35 mil mortos totalizados e com as condições precárias de saneamento básico e saúde da 2ª década do século XX, compare com o número de vítimas atuais em nosso país.

É lógico que temos culpados por tudo isso: o descuidado em impedir a entrada do vírus no país (quando houve as notícias dos primeiros casos da Itália, a Argentina fechou imediatamente a entrada de italianos e voos procedentes de lá). Nosso Presidente da República pouco ajudou nos exemplos de prevenção e debochou por diversas vezes da pandemia (sem contar que não evitou aglomerações); em contrapartida, os Governadores não se esforçaram em tomar cuidado com a compra de respiradores ou na montagem de Hospitais de Campanha a preços honestos, permitindo (consciente ou não) a corrupção. Por último, ninguém preparou as empresas para dias de fechamento: fizeram as pessoas ficarem em casa antes do pico e as liberaram durante esse período mais crítico (deveria ser exatamente o contrário). Fizemos tudo errado (mesmo tendo outras nações que começaram antes com o Novo Coronavírus e que poderiam ter servido de modelo para nós).

Contra o Covid, precisamos sem dúvida de Ciência, de boa Gestão da Saúde Pública, de Cidadania, de Solidariedade e para não enlouquecermos.

Repare nos conselhos contra a Pandemia da Gripe Espanhola há 100 anos:

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Por último, acrescente algumas notícias dos jornais da época:

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– Sejamos justos e avaliemos os prós e contras uma Copa América no Brasil.

Quando um país realiza grandes eventos, ele espera as benesses de tal investimento: o retorno financeiro, por exemplo, é um deles. As obras de infraestrutura que posteriormente beneficiarão a população, outra possibilidade. O maior número de movimentações financeiras no setor do Turismo, idem. A Economia se efervescendo, mais um fator.

Avalie: teremos isso em nosso país, ao sediar a Copa América 2021 emergencialmente?

Nos jogos que sejam de grande magnitude, você planeja anos para se fazer o melhor. Na urgência, faz-se o que pode. E nesta competição sem torcida, sem planejamento adequado e com níveis baixíssimos de permissão e de desejo para o turismo, fica difícil achar que a viabilidade é boa.

Acrescente o fato: a Colômbia abandonou a organização pela instabilidade política. A Argentina o fez pela pandemia. Temos calmaria em nosso país, sem esses problemas dos nossos vizinhos?

Por mais que se fale que o evento é privado (Ricardo Teixeira, quando ocorreu o anúncio da Copa de 2014 no Brasil, declarou que “não teria dinheiro público na Copa”), é difícil crer que os Estados e Municípios não terão despesas.

Por fim: sobre a Pandemia em si. Eu sei que existem competições em andamento e protocolos sanitários (nem sempre cumpridos – observe-se isso), e que muita gente se apega a esse ponto: dá-se para jogar com segurança. Mas e as aglomerações nos entornos, os aeroportos, as logísticas e tanto outros problemas?

Minha particular opinião: é totalmente desnecessário organizar a Copa América agora, pois não traz lucro a ninguém. Imagine, ainda, se algum grande clube tiver que mandar seu jogo fora do seu estádio pois terá que ceder à Conmebol… Pensou a chiadeira do Flamengo, se hipoteticamente tiver que jogar fora do Maracanã para um Bolívia x Equador?

Minimizaria-se tudo isso se existisse pausa no Brasileirão, o que não acontecerá.

A toda essa inoportunidade, surgem os memes, como esse abaixo da logo e do mascote. Veja:

Bolsonaro topa, Brasil é escolhido para sediar Copa América e revolta web

– Cansei de Política – e de fanático por ela.

Quando vejo as manifestações pró e contra Governo, ou quando leio os motivos de defesa e de ataque, me assunto com a dualidade: para uns, é santo imaculado; para outros, é pecador endemoniado.

O pior é que vejo bolsonaristas e lulistas usando argumentos forçados. Ora, todos tiveram seus erros (Bolsonaro, na péssima condução da pandemia; Lula, na corrupção a níveis nunca vistos). E tiveram algumas virtudes, que não conseguem se sobressair aos seus defeitos.

Aí, quando o fanático mais exaltado lê, vai dizer que “Bolsonaro financiou pesquisas e comprou vacinas” (como se não tivesse tido um discurso negacionista por tempos), ou que “Lula deu emprego, renda e pujança econômica” (como se não fosse um “castelo de cartas” que desabou na primeira crise, somado ao Mensalão e Petrolão).

Dória, Ciro, Amoêdo, Marina… nenhum dos candidatos (ou pré-candidatos) me transmitem seriedade, competência e honestidade.

Cansa.

Eleições 2018: 5 razões pelas quais é tão difícil renovar a política  brasileira | Asmetro-SN

– O bem humorado Papa, na brincadeira da Cachaça com o Brasil.

Sou fã de Francisco!

E se o Papa disse… o jeito é tomar pinga mesmo… 😂

Extraído de: https://www.terra.com.br/amp/noticias/mundo/brasileiros-nao-tem-salvacao-e-muita-cachaca-brinca-papa,fb7dd06d96980b07564cf268c054f3c4otz9ze40.html

“BRASILEIRO NÃO TEM SALVAÇÃO, É MUITA CACHAÇA”, BRINCA O PAPA

Em um momento descontraído no final da audiência geral nesta quarta-feira (26), no Vaticano, o papa Francisco fez uma piada com um grupo de brasileiros.
Ao caminhar pelo pátio de San Damaso, o Pontífice foi abordado pelo padre João Paulo, de Campina Grande (PB), que pediu orações para a população do Brasil. “Santo Padre, reze por nós, brasileiros”, disse.
Francisco, por sua vez, respondeu sorrindo: “Vocês não têm salvação. É muita cachaça e pouca oração”, brincou.
Um vídeo da brincadeira foi publicado nas redes sociais de correspondentes de rádio e televisão do país latino-americano.
Na última segunda-feira (24), o argentino também protagonizou um momento inusitado ao beber chimarrão oferecido pelo jornalista gaúcho Jackson Erpen, durante visita na redação da Rádio Vaticano.

Em: https://fb.watch/5KnVcPDlyh/

– Eu também digo que renuncio. E você?

De 2018. Mas serve para hoje:

Está com saco cheio de muita coisa cansativa e chata? Amauri Segalla, colunista, relatou o que o aborrece e eu me identifiquei.

Veja se é assim com você também,

Extraído de: http://istoe.com.br/eu-renuncio/

EU RENUNCIO

Depois dos acontecimentos extraordinários dos últimos dias, resolvi renunciar a tudo que me aborrece na vida. Eu não quero mais:

1. Debater política com amigos.
2. Debater política com inimigos.
3. Defender o indefensável.
4. Deixar de defender o defensável.
5. Ler no Facebook que o chefe do partido A é santo e que o rival do partido B é o capeta encarnado.
6. Ler no Facebook que o líder do partido A é o capeta encarnado e que
o rival do partido B é santo.
7. Entrar no Facebook.
8. Adular o político A ou B, nem que seja por um motivo justo.
9. Falar sobre a próxima delação premiada.
10. Falar sobre a última delação premiada.
11. Usar expressões como “a República de Curitiba”.
12. Esperar o Jornal Nacional para ouvir o áudio revelador.
13. Esperar o Jornal Nacional por qualquer motivo.
14. Escutar as entrevistas sabujas do Datena com gente como Bolsonaro.
15. Rir da coluna política metida a engraçadinha que o Duvivier escreve na Folha.
16. Ficar com inveja da coluna política engraçadinha do Duvivier.
17. Deixar a TV ligada o dia inteiro na Globonews e ouvir mais o Merval Pereira do que qualquer outra pessoa na face da Terra.
18. Levar a sério os blogueiros A, B e C.
19. Ignorar os blogueiros A, B e C.
20. Levar a sério boatos do WhatsApp que só envenenam a gente.
21. Ficar puto com os comentários que alguns leitores deste texto deixarão na caixa de comentários do Facebook.
22. Dar voz aos “haters” de plantão.
23. Usar palavras pedantes como “hater”.
24. Destilar ódio, como você, seu vizinho e quase todos os outros fazem.
25. Pensar só na política e esquecer
o resto.
26. Ficar ansioso com o noticiário político.
27. Usar palavras como canalhas, mortadelas e coxinhas.
28. Escutar o debate infértil de cientistas políticos e especialistas na coisa pública – sim, tem gente que se define assim.
29. Procurar no dicionário jurídico
o exato sentido da palavra “prevaricação”.
30. Começar um texto com “as investigações mostram que…”
31. Escrever um texto com as palavras “denúncia” e “escândalo”
31. Dizer que fulano “me representa.”
32. Renunciar à política e ignorar que ela nos levou ao porão e que só ela pode tirar a gente dali.
33. Fazer listas como essa.

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– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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