– O que houve com a CNN Brasil?

A CNN se reinventará no Brasil?

Foram 125 profissionais demitidos, incluindo pessoas reconhecidas como excepcionais jornalistas (por exemplo: Boris Casoy).

A concorrência e a forma de fazer jornalismo da emissora parecem estar atrapalhando os planos dos investidores…

Mais detalhes em: https://www.terra.com.br/amp/diversao/gente/cnn-brasil-faz-demissao-em-massa-saiba-quem-caiu-fora-da-emissora,4d379d04ea90fa963892dfcce5dbdde6r8bpvrx1.html

Imagem extraída da Web.

– O País do Jeitinho vale a pena?

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “Lei de Gérson” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.

Gostei desse pensamento que compartilho:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Burocracia: a mais brasileira das instituições.

André Rebouças foi um homem à frente de seu tempo. Ele era negro (estamos falando de eventos do século 19, onde ainda existia escravidão), engenheiro, professor, abolicionista e monarquista.

Para quem é paulistano, conhece a importante avenida que o homenageia (Av Rebouças), mas não sabe o quão cheio de virtudes é o personagem.

Veja só que história incrível na qual ele foi vítima de burocracia (mas manteve seus princípios e coerência), contada pelo Dr José Renato Nalini.

Extraído de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/08/07/burocracia-a-mais-brasileira-das-instituicoes/

BUROCRACIA: A MAIS BRASILEIRA DAS INSTITUIÇÕES

Empenham-se as raras consciências lúcidas de que o Brasil dispõe, no sentido de eliminar praxes procedimentais ritualísticas, calcadas numa visão labiríntica de administração pública e que martirizam os empreendedores.

A teia robusta de exigências formais é um obstáculo intransponível para quem quer produzir. Atormenta a todos. Representa desvaliosa perda de tempo e alimenta o generalizado desânimo em relação ao governo.

O fenômeno é atemporal. Persiste no século 21, a despeito da imersão do mundo civilizado nas tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Encontra fecundo terreno na algaravia de um ordenamento excessivo, produzido em abundância que torna o direito uma ferramenta da Inquisição, em lugar de facilitar a vida cidadã.

Herança lusa? Mas como é que Portugal, principalmente após seu ingresso na União Europeia, acertou o passo com a contemporaneidade? O que justifica a permanência de praxes anacrônicas, de império do princípio da presunção de desonestidade, em sentido frontalmente inverso à proclamação constitucional de prevalência da não culpabilidade?

Não conforta saber que brasileiros ilustres, no decorrer da História, também foram vítimas da mais inclemente e ignorante burocracia.

O exemplo de André Rebouças é emblemático. Baiano culto, engenheiro que estudou na Europa e se tornou autoridade universalmente respeitada, construiu as Docas do Rio, planejou obras grandiosas para todo o território continental de sua terra, saiu escorraçado do País na noite de 17.11.1889, acompanhando o Imperador Pedro II, banido pelo golpe republicano.

A essa altura, já estava com seu tempo de magistério na Escola Politécnica inteiramente cumprido. Só que os proventos de sua jubilação não chegavam ao exílio. Vivia desse mísero recurso e recebeu informação do Tesouro Brasileiro que não podia mais pagar, enquanto não fosse declarada a data da licença do Governo para residir na Europa.

Surreal! Kafkiano! Foi expulso do Brasil e tinha de comprovar “licença para morar no exílio”?. Mas teve de se submeter às exigências burocráticas. Provar que foi jubilado por decreto de 23.1.1892, quando ausente da Pátria. O decreto reconhecia, implicitamente, que poderia continuar a residir no estrangeiro. Assim o entendeu o Tesouro Nacional de 1892 a 1895. Como questionar a jubilação, assim chamada a aposentadoria à época, direito por serviços prestados durante 35 anos, desde 15.3.1854 até 15.11.1889? Até o dia da malfadada “Proclamação da República”, esteve na Escola Politécnica a lecionar e a examinar seus alunos.

Ao esboçar sua defesa e requerer o reconhecimento de seus direitos, afirmava aos amigos: “Repito que vivo aqui fazendo prodígios de abstenção, de clausura, que não me seriam permitidos no Brasil. No estado revolucionário, em que vivem permanentemente, não é possível nem abstenção, nem neutralidade”.

Não o consolou o telegrama que recebeu de Afonso Taunay, em 19.12.1895, a comunicar que o Engenheiro Paulo de Frontin o mandava consultar se a Congregação Politécnica poderia propor sua reintegração na Cadeira em que jubilado.

Ele recusou, embora contristado. Era amigo de Frontin e de Taunay. Mas, ponderou: “A jubilação é um direito meu: a reintegração seria um favor do Governo. Aceitando, eu ficaria moralmente morto. Sabe quanto é forte em mim o sentimento da gratidão; ficaria escravizado ao Governo a quem devesse tamanho favor”.

Era um homem de escrúpulos, reconhecia e explicitava: “Ter escrúpulos; ter muitos escrúpulos. É exatamente o que ora me acontece. Tenho escrúpulos; tenho muitos escrúpulos que me impedem de voltar ao Brasil. Tenho escrúpulos de faltar à coerência; tenho escrúpulos de aviltar a dignidade pessoal; tenho escrúpulos de quebrar a integridade do meu caráter. É terrível o tribunal da nossa consciência. Não há sofisma possível. A linha reta; a linha reta absoluta. Nada de curvas e vacilações. Eu creio que esta lição prática de caráter vale mais do que todas as lições da Ciência, que eu pudesse dar na Escola Politécnica”.

A quantos e a quais líderes contemporâneos ocorreria esta reflexão escrupulosa? O que responderiam a um convite do Governo? Têm pronta a resposta de que os tempos são outros e que não foram vítimas da burocracia. Ainda bem!

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020

Imagem extraída de: http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/3377-andr%C3%A9-rebou%C3%A7as,-engenheiro-e-educador, na matéria de Fernanda Fernandes.

– Um país raivoso.

O que dizer de um país onde seus cidadãos ofendem um ícone musical (como Gilberto Gil) ou torcem para um atleta quebrar a perna (como Neymar)?

É o fanatismo político que proporciona isso?

Meu Deus… é “de chorar” viver numa sociedade assim

Fenômeno raro faz mulher chorar sangue quando menstrua (Foto: Getty Images)

Imagem: Getty Images

– E os novos estados brasileiros?

Leio que o projeto do plebiscito que visava a consulta para a divisão do Pará em dois estados (Pará e Tapajós) foi “travado” na CCJ. Aliás, antes era a repartição em outro estado além desses dois: Carajás.

A propósito, você sabe quais seriam os novos estados do Brasil, se as diversas ideias vingassem?

Extraído de: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

DIVIDINDO O BRASIL. CONHEÇA AS PROPOSTAS DE CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS

Você sabia que estão em discussão no Congresso Nacional propostas que envolvem a compartimentação territorial e a criação de novas unidades federativas em diferentes regiões do território brasileiro? Oficialmente, houve pedidos para a criação de 18 novos estados e três novos territórios nacionais, o que elevaria o número total de unidades federais para 48, caso todas fossem aprovadas. Essas solicitações estão em diferentes estágios de tramitação. Mas é difícil que sejam aprovadas. Esse tema é abordado no livro Novos estados e a divisão territorial do Brasil: uma visão geográfica, de autoria do geógrafo José Donizete Cazzolato.

região Norte acumula o maior número de proposições de novas unidades federativas: o território do Alto do Rio Negro e os estados do Rio Negro, do Solimões e do Juruá, resultado da divisão do Amazonas, e os estados do Carajás, do Tapajós e o território do Marajó, derivados do Pará. Também haveria o território federal do Oiapoque, fruto de uma possível partilha do Amapá. No Nordeste, o Maranhão seria desmembrado com o surgimento do Maranhão do Sul, além da criação do estado do Gurgueia, originado a partir da divisão do Piauí, e do Rio São Francisco, a partir da Bahia. 

No Centro-Oeste, há propostas para a formação do território do Pantanal (entre o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul) e dos estados do Mato Grosso do Norte e do Araguaia, bem como a criação do estado do Planalto Central, na região noroeste de Goiás. Já no Sudeste, Minais Gerais seria divida em Minas do Norte e Triângulo Mineiro, São Paulo do Leste se separaria de São Paulo, e a cidade do Rio de Janeiro se emanciparia, tornando-se o estado da Guanabara, algo que já ocorreu entre 1960 e 1975, quando o Rio de Janeiro deixou de ser a capital do país. Na região Sul, encontramos a proposição do estado do Iguaçu, a partir da conjunção das regiões oeste de Paraná e Santa Catarina, e do estado do Pampa, no extremo sul do Rio Grande do Sul, fazendo fronteira com o Uruguai.

A divisão territorial interna do Brasil é uma discussão que sempre esteve em pauta nos debates sobre a geografia política brasileira, e a estrutura das divisões atuais do Brasil é decorrente da Constituição de 1988, ano em que foi criado o estado do Tocantins. As motivações para as propostas de criação de novos estados variam de demandas por uma maior presença de poder público em regiões afastadas das capitais, até a acomodação de forças políticas regionais e a tentativa de melhorar o desempenho econômico de determinados lugares.

De acordo com a Constituição Brasileira, para que um novo estado ou território federal seja criado, é preciso “aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito e do Congresso Nacional”. Em dezembro de 2011, a população do Pará, segundo maior estado brasileiro em território, votou um plebiscito referente ao desmembramento do estado e à criação do estado de Tapajós, cuja capital seria Santarém, e do estado de Carajás, com capital em Marabá. Aproximadamente 66% dos votantes decidiram pelo não e rejeitaram a proposta.

Além disso, segundo o estudo Custos de Funcionamento das Unidades Federativas Brasileiras e suas Implicações sobre a criação de novos estados, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a maioria das propostas apresentadas sobre a criação de novos territórios é inviável, pois há situações em que os gastos que seriam originados pelo desmembramento ultrapassariam o valor do Produto Interno Bruto (PIB) de certos estados. Esses gastos incluem, por exemplo, a criação de toda a estrutura administrativa com governadores e secretários estaduais, por exemplo. Outra mudança política seria o aumento do número de senadores, já que cada unidade federativa possui três representantes no Senado Federal.

Fonte: http://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/37/23416

O jogo de poderes regionais pleiteia mudança do mapa político brasileiro. Imagem extraída de: Revista Ciclo Ambiental, em: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

– Dia da Bandeira.

Hoje é Dia da Bandeira. Mas poucos se lembram da data devido ao excesso de feriados. Dia 02, 15, 20… No meu tempo de escola (faz mais ou menos algum tempo… rsrs) as festividades eram grandes no dia 19. Outrora foi dia cívico de guarda!

O certo é que o Hino da Bandeira é um dos mais belos que temos:

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança/
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
/ A grandeza da 
Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
/ Este céu de puríssimo azul/ A verdura sem par destas matas/
E o esplendor do Cruzeiro do Sul/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado/
Compreendemos o nosso dever/ E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!/ Recebe o afeto que se encerra em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira/
Nos momentos de festa ou de dor/
Paira sempre sagrada bandeira/
Pavilhão da justiça e do amor!/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Bandeira do Brasil: história, cores, significado das estrelas

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/bandeiradobrasil.htm

– Malandro é Malandro e Mané é Mané!

Com a letra de Bezerra da Silva, fico pensando: onde vamos parar?

Os Ministros do STF terão que suportar a pressão popular, e ao mesmo tempo, não colaboram também

O “Perdeu, Mané”, do Ministro Barroso, viralizou. Veja só: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/11/16/ministro-stf-barroso-nova-york-repercute.htm

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– Que mico, Allan dos Santos!

Que o jornalista Allan dos Santos, aquele do “Terça Livre” e que se envolveu em confusão com a Justiça Brasileira, tem lá suas maluquices, é sabido. Mas veja que “mico” que ele pagou: PARTIU PRA CIMA de um brasileiro nos EUA, importunando o cara, achando que era o dono da Natura (tudo isso por questões políticas)! E não era…

Papelão!

Veja só o que ele fez: https://youtu.be/LsFKrSUDp0k

– E a Proclamação da República? Como foi?

Dando uma fuçada na Internet, achei o interessante blog do prof Bruno Viveiros, que conta detalhes do Golpe de Estado que levou o Brasil a trocar o Império Monárquico pela República Democrática.

Vale a pena dar uma visitada, em: http://proclamacaorepublicaportal.wordpress.com

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Na metade do século XIX, a urbanização e as transformações econômicas que ocorreram provocaram mudanças na sociedade brasileira e com isso novas aspirações e interesses foram gerados. A nova elite cafeeira do Oeste Paulista exigia a abolição da escravatura e maior participação política, já que São Paulo era o estado que sustentava a maior parte da economia do país. As camadas médias urbanas também aderiram a essas reivindicações, pois desejavam chegar ao poder. Incapaz de atender às novas aspirações sociais e de se modernizar politicamente, o governo imperial entrou em crise e transformou-se em República em 1889.

Os republicanos insistiram para que Marechal Deodoro da Fonseca chefiasse o movimento revolucionário pela transformação do Brasil de monarquia em república. Depois de boatos sobre a pretensão de prisão de Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant, os revolucionários resolveram antecipar o golpe de estado e, na madrugada do dia 15 de novembro, os revolucionários deram início ao movimento. Os revolucionários ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro, depois o Ministério da Guerra e no Paço Imperial. Floriano Peixoto recusou-se a obedecer às ordens de Visconde de Ouro Preto (primeiro-ministro), que o havia mandado atacar as tropas inimigas assim como fez na Guerra do Paraguai, dizendo assim: “Sim, mas lá (no Paraguai) tínhamos em frente inimigos e aqui somos todos brasileiros!”, e em seguida aderiu ao movimento dando voz de prisão a Visconde de Ouro Preto.

Na tarde de 15 de Novembro de 1889, solenemente na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi proclamada a República, sendo redigida nesta  noite a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, que saiu em todos os jornais no dia seguinte, informando ao povo da mudança do regime.

Dom Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio de Janeiro quando foi informado do golpe de estado e procurou anunciar um novo nome em substituição ao de Visconde de Ouro Preto. Porém, com o boato de que Dom Pedro escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro da Fonseca, este aderiu definitivamente a causa republicana. Com isso, Dom Pedro II decidiu não oferecer resistência e, no dia seguinte, recebeu uma comunicação, dando ciência da proclamação da república e ordenando sua partida para a Europa. A família imperial brasileira retornou novamente ao Brasil somente na década de 20.

Assim sendo, a Proclamação da República Brasileira aconteceu em 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, onde foi instaurado o regime republicano, derrubando a monarquia de Dom Pedro II. Foi liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca que deu um golpe de estado. No mesmo dia, foi instituído um “governo provisório” republicano, onde Marechal Deodoro da Fonseca era o presidente e Floriano Peixoto o vice-presidente.

Que legal o belo Hino da República. Minha parte preferida: 

“Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!z”.

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=v64YLLd-ueA

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– Todo exagero, para cima ou para baixo, deturpa a realidade.

Apesar de alguns insistirem que o Fernando Haddad será o Ministro da Economia por ter “Doutorado em Economia na USP, ele não é Doutor nem Pós-Doc (como a jornalista do vídeo diz), mas tem Mestrado (veja seu Lattes na Capes).

Assista esse pequeno vídeo de menos de 1 minuto, e repare: os excessos “contra e a favor” sempre deturpam – e podem virar até Fake News.

Em: https://youtu.be/2RIFIHHFeH8

Ops: acho que deveria ser obrigatório o candidato à Presidência definir toda a sua equipe ANTES das Eleições, a fim de que o eleitor possa escolher de maneira mais transparente as propostas.

– Cada Xarope nesse Brasil…

Alguns querem parar o país entendendo que o relatório das Forças Armadas alegou fraude nas Eleições. Confesso que ao ler, não interpretei isso…

Outros, querem colocar busto para Alexandre de Moraes em praças. É mole?

Enlouquecemos? Ou só são os extremistas (independente de lado)?

Veja só: https://olivre.com.br/deputado-do-pt-quer-construir-bustos-de-alexandre-de-moraes-em-pracas-publicas?amp=1

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

– Você crê que acertará na Mega Sena?

Chances de acertar na Mega Sena: 1 em cada 50.000.000 (isso é indiscutível, é matemática / probabilidade).

Chances de cair um raio na sua cabeça: 1 em cada 6.250, segundo dizem na Internet (que não é confiável, mas ainda assim é interessante).

Aliás: de cada aposta que você faz, 3,14% vai para o Fundo Penitenciário, 10% para Taxa de Administração da CEF, 13,8% para o Imposto de Renda, entre outras divisões. O Prêmio é de 32,2%.

Jogar pra quê?

Sorteio do concurso 2.536 da Mega-Sena foi realizado em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/ g1

Foto extraída de: https://g1.globo.com/loterias/noticia/2022/11/05/mega-sena-concurso-2536-resultado.ghtml, crédito da foto: Marcelo Brandt/ g1

– O Fim do Dinheiro em Cédulas.

Em 1661, a Suécia inovou e lançou o dinheiro em papel-moeda. Foi a 1ª vez na história em que cédulas foram usadas em público. Em 2023, será a nação pioneira a abolir dinheiro impresso.

No Brasil, as Fintechs (empresas financeiras com base tecnológica, como o Nubank) estão cada vez mais agressivas no mercado, sugerindo o uso do dinheiro virtual. Mais ainda: depois do duopólio de Redecard e Visanet, surgiram mais de 100 empresas oferecendo maquininhas. Mas como os cartões de crédito já estão se tornando ultrapassados, a tendência é que os meios de pagamento ocorram via celular (é a chamada desmaterialização dos cartões). Na China, usa-se o “WhatsApp deles”, o WeChat Pay para pagar qualquer coisa (os garçons usam códigos de barras em suas roupas para receberem gorjetas por ele).

E você: usa dinheiro costumeira ou eventualmente? E cheques?

(Informações da Superinteressante, ed Agosto 2019, texto de A. J. Oliveira e edição de Alexandre Versignassi.)

Segunda Família do Real

Imagem extraída de: https://www.bcb.gov.br/novasnotas/nota-100-reais.html

– O Gigantismo do nosso país!

Essa imagem mostra o quão difícil é administrar um país como o Brasil. Sendo de tamanho continental tão diverso culturalmente, várias nações caberiam dentro dos nossos estados.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– 60% dos estudantes universitários optam pelo EAD, segundo o MEC.

Pós-Pandemia, o número de estudantes de ensino superior que optam pelo EAD continua aumentando!

Compartilho, abaixo, de: https://www.istoedinheiro.com.br/seis-de-cada-dez-universitarios-entram-em-cursos-a-distancia-presencial-cai-28/

SEIS DE CADA DEZ UNIVERSITÁRIOS DO BRASIL ENTRAM EM CURSOS A DISTÂNCIA

Por Leon Ferrari, do Estadão Conteúdo.

Conforme dados do MEC, na última década, número de ingressantes em graduação a distância avançou 474%; especialistas veem risco de perda da qualidade na formação.

Seis de cada dez ingressantes do ensino superior em 2021 entraram em cursos a distância (EAD). Já o número de calouros em graduações presenciais caiu 28%, em comparação a 2019, último ano antes da pandemia. A mudança evidencia um novo perfil da formação em ensino superior no Brasil.

De um lado, o EAD permite expansão mais rápida e barata, além de ser mais viável para alunos que trabalham. Por outro, especialistas apontam riscos de perda de qualidade na formação inicial dos profissionais, sobretudo em áreas estratégicas, como a docência. O Ministério da Educação (MEC) diz que vai aumentar a fiscalização.

Os dados fazem parte do Censo da Educação Superior, divulgado nesta sexta-feira, 4, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC. A redução de ingresso em cursos presenciais e o crescimento do EAD é tendência que ocorre desde 2014 e foi acentuada com a crise da covid-19. Na pandemia, o ingresso na modalidade a distância cresceu 55,6%. Em uma década, a alta é de 474%.

Para se ter uma ideia, o cenário de 2011 era bastante diferente. Naquele ano, oito de cada dez estudantes que ingressavam no ensino superior eram da modalidade presencial. Apenas 431,6 mil calouros se matriculavam em uma graduação à distância há dez anos. Em 2021, esse mesmo número saltou para 2,48 milhões.

Segundo Vandir Chalegra Cassiano, chefe de gabinete da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do ministério, o total de ingressantes do EAD “alavancou” na pandemia e frisa que, agora, em 2022, “também temos um crescimento absurdo”. Ele pondera que essa já seja uma realidade “sedimentada”. “Um caminho sem volta”, fala.

Cassiano conta que a secretaria acompanha o cenário com cuidado e está preocupada com a qualidade de ensino. “Temos instituições que anunciam cursos de EAD a um valor de R$ 59,90, uma mensalidade muito baixa”, destaca. “A secretaria está com um projeto de supervisão desses polos e desses cursos para medir essa qualidade e dar tratamento adequado para que a sociedade não venha a ser prejudicada”, afirma.

MEC suspende análise de cursos EAD de Direito e Enfermagem

Em setembro, o MEC decidiu suspender os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de graduações100% a distância em Direito, Odontologia, Psicologia e Enfermagem. A medida após reação contrária desses setores, que viam risco de perda de qualidade na oferta de cursos totalmente remotos.

Foi criado um grupo de trabalho, que terá um prazo de 180 dias para apresentar propostas e sugestões para a regulamentação dos cursos. Depois de anos parados, os processos de avaliação das propostas de faculdades para os cursos EAD em campos como o Direito, por exemplo, avançaram.

Quais as principais diferenças entre o Ensino Presencial e o Ensino à  distância (EAD)? - Expandr

Imagem extraída de: https://blog.expandr.com.br/quais-as-principais-diferencas-entre-o-ensino-presencial-e-o-ensino-a-distancia-ead/

– Sem extremismos!

Meses atrás, surgiu um vídeo de pessoas chutando algo, representando “a cabeça de Bolsonaro” como uma bola.

Ridículo.

Agora, Nelson Piquet aparece sugerindo Lula morto. Igualmente ridículo.

É esse país odioso que queremos ensinar para os nossos filhos?

Lamentável…

– Já deu, né?

Estradas ainda paradas em muitos lugares. Que coisa… 

Já cansou, né? Não temos 3º turno, o país está rachado mas as coisas devem continuar. E tal estratégia (a de fechar estradas) é anti-democrática e vai contra o que se é reclamado: a liberdade!

Esse país pirou a muito tempo

Em tempo: não apoio nem L e nem B, somente quero Ordem, Progresso, Honestidade e Competência.

– Bloquearam o Estado de São Paulo.

Quem mora em Bragança Paulista, está literalmente ilhado na cidade hoje com os bloqueios dos caminhoneiros.

A estrada para Itatiba está bloqueada. Idem para Socorro. Complicações na Fernão Dias e Dom Pedro parada.

Ou você entra por estradas rurais e roda por terra dezenas de quilômetros (tentando chegar a algum destino), ou desmarca seu compromisso / trabalho. 

Ir à Jundiaí, Campinas ou São Paulo a partir daqui, só via área…

Rodovia Castello Branco bloqueada na altura de Osasco, na manhã desta terça-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

Rodovia Castello Branco bloqueada na altura de Osasco, na manhã desta terça-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

– Um silêncio perturbador.

Acabou o processo eleitoral. E não é estranho que o atual presidente tenha “sumido do mapa”, nada falando ou nem sequer sendo visto?

Ao menos, reconheça o resultado e peça aos caminhoneiros para desbloquearem as estradas. Não teremos 3º turno!

Apoiadores de Jair Bolsonaro em protesto na rodovia BR-251

Foto: Diego Vara / Reuters, extraído de BBC Brasil