– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

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– Em um único dia, as Redes Sociais já foram dominadas pelos inúmeros candidatos.

As eleições municipais prometem ser disputadas a tapa. Não pelo “desejo de mudar a cidade” (existente no propósito de poucos), mas pelo que muitos querem “de fato”: arranjar emprego!

Com um dia de campanha, o que eu recebi via Redes Sociais e nas áreas privadas delas de “santinhos eletrônicos”, é um absurdo!

Candidatos de todas as ideologias e de todos os sorrisos, boa parte sem propostas e de maquiagem facilmente observável (o cara é antipático, egoísta ou brucutu, mas na imagem, sorri que é uma beleza): são esses alguns exemplos, além de outros de municípios diversos (eu só tenho um domicílio eleitoral, poxa).

Uma coisa é certa: vai ser cansativa a propaganda eleitoral na Web… meu voto já está decidido, respeito as opiniões em contrário e boa sorte a todos. Tenho uma “meia dúzia de amigos” que estão no pleito; se eu pudesse dividir o título de eleitor, ótimo. Mas não é assim que funciona. E fica o lembrete: vote consciente, priorize quem trabalhou nesse período / ou demonstra que fará quando entrar e se fez presente na comunidade.

Material Eleitoral para Santinhos M4342 | Gráfica expanSSiva

– Magno Dourado, o Jogador que vale Ouro e denunciou quem queria Resultado Manipulado:

Mais um jogo que poderia entrar na lista dos suspeitos de manipulação de resultados, mas com desfecho diferente: Desportivo Brasil de Porto Feliz vs Paulista de Jundiaí, pela A3 do Paulistão. Felizmente, um corajoso atleta resolveu resistir!

Nestes últimos dias, temos falado sobre fraudes em partidas de futebol. Falamos sobre como observar alguns indícios e aproveitamos para abordar Barretos 0x4 Linense na Terceirona de São Paulo, um dos jogos em investigação (vide em: https://wp.me/p4RTuC-rwK). Soube-se nesta última 5a feira que também um jogo envolvendo o Olímpia na mesma divisão estava sendo considerado suspeito (leia o último parágrafo no link de: https://wp.me/p55Mu0-2Ej). Por fim, falamos sobre como se frauda um jogo pela ótica do árbitro (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-1VJ).

E coincidentemente, na semana que relembramos 15 anos do caso “Máfia do Apito” (se você tiver esquecido sobre o episódio, reveja em: https://wp.me/p4RTuC-d0u), uma tentativa de manipulação foi denunciada por um jogador que revelou o assédio: Magno Dourado, atleta do Paulista FC.

Pela Rádio Difusora, o comandante do Time Forte do Esporte Adilson Freddo deu em primeira mão: um jogador do Galo da Japi estava na delegacia registrando um BO com provas contra um apostador, e era o Magno. Imediatamente, Thiago Batista de Olim, do site Esporte Jundiaí, replicou o fato e a notícia se espalhou (justo no dia em que o time jundiaiense entrava em campo em Porto Feliz, a fim de buscar uma vitória para a permanência da A3 contra o Desportivo Brasil). Adilson conseguiu entrevistar o jogador e Thiago registrou a fala deles em: https://is.gd/pkdis9.

Basicamente, um interessado procurou contato com o atleta pelas Redes Sociais até conseguir o telefone. Ofertou R$ 5.000,00, tentou saber se era possível “chegar na diretoria” (é o que deu a entender no relato) e convidou Magno a aliciar outros 6 companheiros, pois, segundo o apostador, com 7 no esquema “o time não anda” (alusão de que é mais fácil conseguir o combinado, uma derrota). 

Porém, algo que o vigarista não contava: de boa índole, Magno Dourado se impressionou e pediu para a esposa gravar a conversa pois não queria participar de esquemas corruptos. Levou o diálogo à diretoria, deu print nas telas das Redes Sociais e foi levado à delegacia.

Por motivos médicos, eu não estava na transmissão da partida desta 6a feira, mas tive a oportunidade de conversar com ele pelo telefone, à tarde, somente para poder lhe dizer: PARABÉNS! O quão o futebol brasileiro precisa de pessoas honestas e resilientes às tentações. Magno Dourado foi sacado do jogo, se assustou, mas fez a coisa certa: não sucumbiu à desonestidade, e por isso deve ser considerado como modelo necessário ao esporte: íntegro e não omisso.

Já imaginaram quantas coisas saberíamos se existissem outros Magnos Dourados por aí? Há de se ter coragem para denunciar e frieza para não cair em tentação.

Ouvi algumas pessoas dizendo: “Mas correr o risco de manchar a carreira ‘só’ por R$ 5.000,00?”. Ora, a maioria absoluta dos jogadores de futebol ganha menos do que isso. Infelizmente, muitos caem no conceito errado de acreditar que “boleiro ganha bem” pela exceção dos salários de “400.000,00 reais pra cima” de parte da elite da bola.

Pense: jogador da A3 é operário do futebol, meio que “cigano”: três meses num time, seis meses no outro, e vai rodando. Ganha em média 3 salários mínimos (é o piso de um atleta profissional) e dificilmente recebe em dia (quando recebe!). Um agrado nesse valor é uma ajuda, para o padrão da divisão, considerável. Portanto, o bandido vai atrás deste tipo de atleta: em posição difícil na tabela, com clube devendo salários e de ambiente de grande vulnerabilidade financeira.

Engana-se, porém, quem pensa que os sites de apostas são responsáveis por essa situação. Pelo contrário! Eles ajudam as autoridades a identificarem jogos suspeitos onde se deseja “quebrar a banca”. Portanto, os vilões da história são os apostadores desonestos.

Por fim: reitero os aplausos a Magno Dourado, sinônimo agora de jogador honesto (quem sabe a lei que pune os crimes contra a fraude de resultados não possa levar o nome de “Lei Magno Dourado”?) e à diretoria do Paulista FC que não bobeou na decisão de ir à Polícia prontamente. Certamente, o mundo da bola reconhecerá o jovem jogador e coisas boas acontecerão a ele.

Ah! Quase esqueci: o Paulista venceu por 3×2, gol nos acréscimos de Tiziu, e sobrevive na divisão. E, no caso dos salários do clube, como a pandemia parou o torneio faltando 4 rodadas, a nova diretoria que assumiu a gestão montou um novo time, acertou um “combo pelos 4 jogos”, pagando antecipadamente metade do valor, combinando com o pagamento do restante ao término do campeonato.

IMPORTANTE: imagino que, com a Polícia sabendo o nome do apostador e dos envolvidos, a prisão deste tipo de gente está em questão de horas. É natural (infelizmente) que elementos ruins queiram assustar Magno Dourado e as pessoas próximas. Mas o atleta não deve temer pois, como tudo está gravado, a intimidação é ainda mais uma prova da picaretagem dos bandidos. Segurança física é óbvia à ele neste momento, além, lógico, que se ocorrer algum tipo de ameaça, estará mais do que evidente ser uma confissão de culpa do assediador.

Foto: Esporte Jundiaí

A entrevista mais recente do atleta ao Globo Esporte pode ser acessada aqui: https://globoesporte.globo.com/sp/tem-esporte/futebol/paulista-serie-a3/noticia/noticias-manipulacao-resultados-serie-a3-paulista-jundiai.ghtml

– Os bilionários brasileiros.

Você sabe quem são as pessoas mais ricas do Brasil? Veja a lista abaixo, divulgada pela Forbes nesta semana.

Destaque para a primeira mulher listada (Luiza Trajano, do Magazine Luiza). Surpresa para Ilson Mateus, ex-garimpeiro que ficou rico em Balsas com uma mercearia, e hoje é dono do Conglomerado Grupo Mateus, muito forte no Norte / Nordeste do Brasil, desconhecido no Sudeste.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/09/18/forbes-lista-os-10-maiores-bilionarios-brasileiros-em-2020.htm

OS BILIONÁRIOS BRASILEIROS DA FORBES

A nova edição brasileira da revista Forbes traz a lista dos 200 bilionários do país em 2020. A publicação mostra quem são as 238 pessoas mais ricas do Brasil. E tem mudança no topo da lista.

Número um do ranking desde 2013, quando desbancou Eike Batista, o empresário Jorge Paulo Lemann aparece agora em segundo lugar, atrás do banqueiro Joseph Safra. Quem completa o pódio é Eduardo Saverin, brasileiro que é um dos cofundadores do Facebook.

Luiza Trajano, dona do Magalu, aparece como a mulher mais rica do Brasil, ocupando a 8ª posição do top 10. Ela subiu 16 posições na lista, depois que seu patrimônio cresceu 181% no último ano.

Segundo a revista, a soma total das fortunas dos 238 bilionários brasileiros é de R$ 1,6 trilhão. Nomes do varejo, do setor financeiro e de investimentos dominam as primeiras dez posições.

1 – Joseph Safra: R$ 119,08 bilhões
2 – Jorge Paulo Lemann: R$ 91 bilhões
3 – Eduardo Saverin: R$ 68,12 bilhões
4 – Marcel Herrmann Telles: R$ 54,08 bilhões
5 – Carlos Alberto Sicupira e família: R$ 42,64 bilhões
6 – Alexandre Behring: R$ 34,32 bilhões
7 – André Esteves: R$ 24,96 bilhões
8 – Luiza Trajano: R$ 24 bilhões
9 – Ilson Mateus: R$ 20 bilhões
10 – Luciano Hang (Havan): R$ 18,72 bilhões

Safra é banqueiro mais rico do mundo

Além de ser a pessoa mais rica do Brasil, com patrimônio estimado em R$ 119,08 bilhões, Safra é também o banqueiro mais rico do mundo, de acordo com a revista.

Libanês naturalizado brasileiro, Joseph Safra herdou, em 1955, o banco fundado pelo pai. Hoje é dono do banco Safra (Brasil), do J. Safra Sarasin (Suíça) e do Safra National Bank (EUA). Segundo a Forbes, além de investimentos bilionários, ele também é dono, ao lado de José Cutrale, da Chiquita Brands, maior produtora de bananas do mundo.

Fortuna de bilionários acabaria com a pobreza sete vezes, revela estudo

– A quem interessa o Analfabetismo Funcional de muitos brasileiros?

O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.

Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.

Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?

Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior

– Magazine Luiza e as vagas para trainees negros: nada de racismo reverso, amigos!

Queridos leitores, me sinto a vontade para escrever este post de tema tão polêmico por ser um defensor costumeiro da meritocracia em todos os setores. E o assunto em questão (a abertura de vagas exclusivas para pessoas de cor negra para trainees na Magalu) é o que “bombou” nos últimos dias.

Leio gente boa escrevendo sobre racismo reverso (e me surpreendo com isso, não tem nada a ver com esse caso). Outros, de privilégios desmedidos à uma minoria (também discordo). Por fim, uso da ação de contratação como marketing (e qual seria o problema?).

A empresa é privada e deseja contratar funcionários de uma maioria populacional (afinal, o Brasil, país mestiço, tem segundo o IBGE uma quantidade levemente maior de negros do que de brancos). O negro torna-se minoria na questão educacional e em outros índices sociais. Contratar essa parcela fora do mercado de trabalho é inclusão social (e se for usado como publicidade, não tem problema nenhum, pois é uma ação positiva).

Talvez, se não existisse uma grande quantidade de desempregados no país, muitas pessoas não dariam nem bola para o fato. Parece-me queixas de concorrência de candidatos.

O único questionamento pode ser: em condições normais de trabalho, o Magazine Luiza não contrataria negros com exclusividade?

Por fim: contratar negros foi uma ação louvável. É esperado que em outras situações, contrate-se também outros desempregados com dificuldade em entrar no mercado de trabalho, como, por exemplo, pessoas em condições de vulnerabilidades / miséria / moradores de ruas para cargos que possibilitem sua inclusão.

Trainee Magalu 2021 na empresa Magazine Luiza | 99jobs.com

– Eu pensei que o post do Paulo Coelho era Fake. Pior que não era…

Caramba, que pisada na bola do escritor Paulo Coelho! Eu li que ele havia publicado no Twitter uma mensagem pedindo para que se “boicotasse produtos brasileiros no Exterior”, evitando assim um “controle do país pelo Taleban Cristão”. Como não achei nada disso em sua rede social, imaginei que era alguém fazendo alguma sacanagem com ele. E não era. Ele escreveu e depois apagou…

O Taleban se notabilizou como o grupo islâmico extremista liderado pelo terrorista Osama Bin Laden. Existe algo assim no Brasil, numa “versão cristã”? Lógico que não.

Será que o escritor imagina que se as nações estrangeiras boicotarem o Brasil, as pessoas que aqui vivem “se darão melhor”?

Ele, que vive no Exterior e ganha muito dinheiro, estava ciente do que escreveu?

Por fim: era algo contra o Governo Bolsonaro, contra o país, contra fanáticos evangélicos apoiadores da Situação ou contra quem ou quê específico?

Totalmente inoportuno e sem sentido. E antes que se acredite que a minha opinião neste texto é de apoio ao atual mandatário do país, não sou bolsonarista, lulista, dória e nem evangélico. Apenas de alguém que leu essa postagem de maneira ponderada e se assustou com a falta de lucidez.

– Brasil acolhendo Elefantes não implicará em Problemas Ambientais?

Foi há 4 anos. E confesso não saber o que aconteceu… deu certo?

Cerca de 50 elefantes comporão um Santuário de Paquidermes na Chapada dos Guimarães.

Cá entre nós: um animal tão diferente em solo brasileiro se adaptará a um recinto tão diverso do seu Habitat Natural?

Inusitado.

Extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,chapada-dos-guimaraes-abrigara-1-santuario-de-elefantes-do-brasil,10000076733

CHAPADA DOS GUIMARÃES ABRIGARÁ 1º SANTUÁRIO DE ELEFANTES DO BRASIL

Duas elefantas da espécie asiática serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no Brasil que será instalada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. Maia e Guida, que sofreram maus-tratos de seus antigos donos, mudarão para o novo endereço em outubro.

A fazenda, de 1,1 mil hectares, foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes. O espaço vai receber animais resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente da vida em cativeiro.
As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem há seis anos em Paraguaçu, no sul de Minas Gerais. Maia, que tem cerca de 44 anos, e Guida, de 42 anos, terão cuidado de veterinários no primeiro santuário para a espécie da América Latina.

De acordo com a presidente da instituição e uma das idealizadoras do projeto, Junia Machado, o espaço terá estrutura para receber até 50 elefantes vindos de todos os países da América do Sul. Inicialmente, a estrutura abrigará até seis elefantes. Nesta primeira fase, o custo mensal é estimado em até R$ 20 mil e será pago por doações e organizações não governamentais internacionais.

“Há 5 mil elefantes vivendo em locais de risco, como zoológicos e circos. Por melhor que seja um zoológico, em geral, ele isola o animal e causa um sofrimento agudo. Os elefantes são animais extremamente inteligentes, que vivem em grandes clãs, têm sociedades organizadas. Em alguns lugares em situações críticas, é possível perceber, a olho nu, o abalo emocional, por meio de movimentos repetitivos da cabeça e do corpo, e comportamento diferente dos elefantes que vivem na natureza. O santuário é um local criado e estruturado para dar proteção a esses animais”, explica Junia Machado.

A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar. De acordo com o órgão, o projeto já obteve as autorizações e as licenças prévia e de instalação. Nas próximas semanas devem ser liberadas a autorização de uso e manejo e a licença de operação.

A coordenadora de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Danny Moraes, disse que haverá controle sanitário na origem do animal e também na chegada a Mato Grosso. No Santuário, o elefante passará por uma fase de quarentena, acompanhada por veterinários e especialistas. “Ele fica cerca de 40 dias em um piquete individual, se não apresentar nenhum sintoma, vai para um espaço maior”, afirmou.

Danny Moraes ressalta que, para a liberação do licenciamento, a secretaria também avalia aspectos sanitários dos animais, como a possibilidade de transmissão de doenças. “Há uma avaliação nesse aspecto para garantir a segurança da região. O estado de Mato Grosso é uma zona livre de febre aftosa, mas a doença atinge outro tipo de animais, como bovinos, ovinos e caprinos. O elefante não é hospedeiro de febre aftosa, então não é uma fonte de preocupação. Tuberculose é uma possibilidade de transmissão, tanto para os animais quanto para o ser humano, mas o espaço não compreende os fatores de risco e já tem os controles sanitários de origem”, disse. “Tudo é avaliado para não termos riscos”.

Visitas. O Santuário não será aberto para visitação pública, mas será mais do que um espaço de reabilitação dos elefantes. Segundo Junia Machado, a instituição terá, futuramente, um centro de visitantes, com dados sobre aspectos biológicos, físicos e comportamentais dos elefantes. Além de fornecer informações para pesquisas e estudos, ocorrerão palestras e acesso à imagens das câmeras, que transmitirão ao vivo, das áreas internas do santuário. Essas imagens estarão também disponíveis na internet.

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– Uma sociedade que impede a declaração do voto! E as Rede Antissociais?

Fico assustado com tamanha intolerância política em nosso país. Quem pensa em votar diferente do outro, para esse, se torna simplesmente inimigo? Parece que sim.

Mas como isso aconteceu?

Claro, será a velha explicação do já batido discurso de “nós” contra “eles”, num sentido bem vago de quem é quem.

O que vale observar é o hoje – ou seja, a democracia atual. A dualidade de pensamento vem do fanatismo de alguns grupos, o que é péssimo para todos.

Repararam que muitas empresas sabiamente fazem questão de não se pronunciarem quanto ao apoio ao candidato A ou pelo candidato B? Com a neutralidade, não causam irritação de seus consumidores mais exacerbados. Entretanto, isso não impede que seus funcionários se pronunciem (mas não em nome da organização) fora do ambiente de trabalho.

Celebridades, em especial, precisam tomar cuidado. Um artista de novela (como outrora Antonio Fagundes), um jogador de futebol (como Felipe Melo) ou até mesmo um religioso (como Silas Malafaia) sabem que representam multidões e tem seus admiradores / seguidores. Devem tomar cuidado para não misturarem o personagem / pessoa pública com a instituição – e nos casos citados: Globo, Palmeiras e Assembleia de Deus, respectivamente.

Eu não ouso mais declarar meu voto! Até porque está difícil encontrar o candidato ideal. Viram os extremos? De Bolsonaro a Boulos, de PSDB a PT, da Direita até a Esquerda, todo radical está muito chato e destruindo as Redes Sociais, que viraram campos de batalha – verdadeiros lugares antissociais, com fake news para todos os gostos.

Na minha casa e entre meus amigos, ninguém perdeu amizade ou brigou por Política. Não vale a pena e não temos “candidato de estimação”. Acho até mesmo patético essas pessoas se auto-destruindo por picaretas que já cansaram de roubar dinheiro público e ludibriar o eleitor. Entretanto, o fanatismo faz com que o lado errado seja sempre o outro, cegando o fanático eleitor.

Aliás, qual partido tem ideologia? Bolsonaro é do PSL (ele é realmente liberal?). PT tem nomes como Genoíno, José Dirceu e Gleise (alguém deles já trabalhou de verdade?). Alckmin, FHC, Serra e Aécio são do PSDB (social / socialista é nomenclatura de partido esquerdista!). E por aí vai…

Lamento que ainda tenhamos espaços para Jucás, Renans, Collors, Mourões e Lulas em nosso país. Mas não é por isso que devo desrespeitar quem vota neles.

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– A diferença do preço de medicamentos nos EUA e no Brasil

Abaixo publico duas fotos: a de uma caixa com 30 comprimidos de Vitamina C comprada no Brasil e um pote com 100 cápsulas comprado nos EUA. Ambos têm a mesma quantidade por dose: 500 mg. 

A diferença está no preço: a embalagem brasileira com 30 custa  R$ 27,00 aproximadamente. A americana com 100 custa US$ 2.00

Incrível, não? Aqui, R$ 0,90 / comprimido. Lá, US$ 0.02 por cápsula

– O ano de 2020 foi perdido na Educação do Brasil?

O desafio do ensino fundamental nas escolas públicas brasileiras atualmente é: como aprovar ou reprovar algum aluno, se muitos não conseguiram acompanhar as atividades por questão da não-aula presencial?

Como será 2021? Repõe-se todo o conteúdo? Mas quantos alunos teremos por classes?

Em alguns lugares, o ensino particular tem sido adaptado às novas realidades. E para as crianças menores, mais difícil ainda. Veja,

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2020/09/escola-no-interior-de-sp-troca-ate-sapatos-para-volta-as-aulas.shtml

ESCOLA DO INTERIOR DE SP TROCA ATÉ SAPATOS PARA VOLTA ÀS AULAS

Bruna Brandino Morbeck, dona da escola infantil Alameda, em Araçatuba, interior de São Paulo, respira mais aliviada com a retomada das atividades escolares em parte dos colégios paulistas a partir desta terça-feira (8).

Depois de permanecer por quase seis meses com as portas fechadas por causa da pandemia e perder 90 alunos, o berçário e escola de ensino infantil passaram por diversas adaptações para receber os alunos.

Antes de entrar todos medem a temperatura, passam por um túnel de desinfecção e pelo tapete sanitizante. Ao chegarem nas salas de aula, os sapatos são trocados por outro que é usado apenas naquele ambiente. Dentro da escola só a presença de alunos e funcionários é autorizada.

Para poder receber os 80 alunos que permaneceram matriculados, foram criadas ainda escalas de revezamento e cada turma ficará apenas meio período —não mais integral como antes da pandemia. Às segundas, quartas e sextas-feiras os bebês de quatro meses a dois anos poderão ir ao berçário, já às terças e quintas-feiras é a vez das crianças de 2 a 5 anos frequentarem o espaço.

“As crianças acima de dois anos estão usando máscaras e as professoras reforçam a importância do uso para a segurança delas. Hoje fomos surpreendidos porque todos usaram e se mostraram conscientes dessa necessidade”, afirma Bruna.

A cada troca de turma, as salas e áreas comuns são limpas, as crianças não têm contato com alunos de outras turmas e para isso os lanches são feitos dentro da própria sala.

Por serem crianças, salas de aulas temáticas foram criadas e cada uma é orientada a escolher um tapete para se sentar durante as atividades. Os tapetes foram colocados à distância de 1,5 metro um do outro.

“Hoje nós tivemos 20 alunos pela manhã e dez à tarde. Oitenta e nove porcento dos pais já manifestaram o interesse de trazer seus filhos de volta à escola. Normalmente são pais que trabalham e não tem com que deixar as crianças, então estamos fazendo de tudo para preservar a saúde deles”, explica a diretora.

A reabertura das escolas para atividades de reforço e acolhimento a partir de hoje foi autorizada pelo governador João Doria, para cidades que estão há mais de 28 dias na fase amarela no plano São Paulo. No entanto, elas só podem funcionar com até 35% dos alunos.

Segundo a Prefeitura de Araçatuba, 50 escolas particulares da cidade já demonstraram interesse em retomar as atividades nos próximos dias, porém o município ainda não contabilizou o número de estabelecimentos de ensino que retornaram às atividades nesta terça.

Assim como Araçatuba, a cidade de Bauru, também no interior de São Paulo, que está na fase amarela desde o dia 10 de agosto e atende às medidas imposta pelo governo estadual estaria apta a ter a retomada das aulas. Mas a prefeitura e o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp) descartaram o retorno temendo uma explosão de casos de Covid-19 na cidade.

Segundo a prefeitura após testagem em massa de professores e servidores da Secretaria Municipal de Educação 11% deles testaram positivo para a doença, a maioria com o vírus ativo.

As regiões de São José do Rio Preto e Presidente Prudente entraram na fase amarela determinada pelo governo estadual na última sexta-feira apenas e por isso ainda não há previsão de retomar as aulas.

Na rede privada, há escolas que decidiram não retomar as aulas de reforço nesta terça-feira no interior paulista. É o caso do SEB, que só iniciará as atividades de acolhimento, readaptação e revisão de aprendizagem em sua escola de Araçatuba a partir do dia 21, com retorno das aulas presenciais previsto para 19 de outubro.

Segundo o diretor-geral do SEB, Márvio Lima, a decisão de postergar o reinício das atividades tem elo com a parada prevista entre os dias 12 e 17 de outubro (Semana do Saco Cheio). Para não ficar um intervalo muito grande entre a acolhida e o reinício efetivo, a instituição decidiu postergar o retorno da unidade, que atende do ensino infantil ao pré-vestibular.

“Mas daremos a opção [de retorno] para a família. O ensino remoto permanece até terem segurança para retomar integralmente o ensino presencial como era antes da pandemia. A decisão é da família”, disse Lima.

De acordo com ele, o grupo educacional segue o plano São Paulo –que determina a abertura ou não de atividades conforme a evolução da pandemia– e não faz juízo de valor se as aulas devem voltar ou não.

“Quando autorizados estaremos prontos a voltar e aí o pai vai ter a opção de mandar o filho para a escola ou não. Não vamos indicar qual o caminho a ser seguido para nenhuma família. Pode estender [o ensino remoto] até o fim do ano ou até o início do ano que vem. Pode inclusive começar o ano letivo [de 2021] da mesma maneira”, afirmou.

Segundo ele, por causa do plano do governo paulista não há previsão para a retomada dos atendimentos na unidade de Ribeirão Preto, que na última sexta-feira (4) regrediu da fase amarela para a laranja —a segunda mais restritiva— no plano.

“Nós, como escola, não podemos desprezar a ciência muito menos a estatística. Vamos seguir o que está sendo recomendado pelas autoridades. A gente trabalhava em Ribeirão com previsão igual Araçatuba, mas agora temos de aguardar.”

Na rede municipal de ensino de Ribeirão, a prefeitura tinha decidido no final de agosto, ainda antes da regressão à fase laranja, não ter atividades presenciais até 30 de setembro. Além da região de Ribeirão Preto, a região de Franca está na fase laranja do plano São Paulo.

Em Rio Preto, onde o SEB tem ensino médio e pré-vestibular, as aulas presenciais estão previstas para serem retomadas, também de forma gradual, em 19 de outubro. A instituição contratou uma consultoria para certificar seus protocolos de segurança.

Entre as normas a serem seguidas estão o uso de tapetes de sanitização na entrada e a troca dos sapatos ao entrar em sala de aula, necessidade de máscaras reservas e limpeza de mochilas, mãos e uniformes na chegada dos alunos.

DIVULGAÇÃO: ESCOLA ALAMEDA

– As mulheres são as grandes empreendedoras de nosso país!

Você sabia que o Brasil é o país com maior número de Empreendedoras do mundo?
Compartilho matéria da Isto É, Ed 2305, por Jamil Chade.

BRASIL, O PAÍS DAS EMPREENDEDORAS

Elas compõem mais da metade da população nacional. São maioria nas faculdades, ocupam 42% das vagas de emprego do País e sustentam, sozinhas, 35% dos lares. Mas a brasileira quer mais, muito mais. E para isso tem enveredado por um caminho que, durante muito tempo, foi dominado pelos homens – o do empreendedorismo. Hoje, segundo dados da consultoria internacional Grant Thornton, a mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. Depois de ouvir 11 mil empresas em 39 economias, o centro de pesquisas constatou que, no Brasil, a taxa de empreendedoras é de 12% contra uma média mundial de 4%. “A brasileira quer e pode mais”, diz Madeleine Blankenstein, sócia-diretora do International Business Center da Grant Thornton Brasil. “Com a economia aquecida, ela pode escolher como quer ganhar seu dinheiro.” E muitas escolhem abrir o próprio negócio, depois de refletir de maneira cuidadosa e calculada. “A mulher que abre uma empresa no susto, para ter uma fonte de renda, qualquer que seja ela, não é mais tão comum”, explica Bruno Caetano, diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em São Paulo.

Fernanda Mion, 27 anos, é exemplo disso. Logo que entrou na faculdade, ela buscou uma forma de complementar sua renda. Descobriu que comprando bijuterias na 25 de Março, rua de comércio popular em São Paulo, e revendendo para as colegas na universidade, conseguiria algum dinheiro. Mas logo percebeu que as amigas revendiam suas bijuterias e farejou uma oportunidade de negócio. “Se pudesse produzir desenhos meus, comprar direto da fundição e distribuir para minhas amigas revenderem, teria um negócio”, diz. Com R$ 2 mil emprestados do pai, começou a Fernanda Mion Acessórios. Hoje ela tem três lojas físicas, uma virtual, 50 revendedoras e 12 funcionários – dois dos quais são seu pai e sua mãe, que trabalham, orgulhosos, com a filha. “Depois de me formar em rádio e tevê, fui fazer um curso de vendas para o varejo e o atacado”, diz ela, que investiu em formação. O Rio de Janeiro é o próximo mercado que Fernanda quer explorar.

“A mulher empreendedora tem muitas qualidades”, diz Odair Soares, economista e professor de administração na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Ele lembra, por exemplo, que as mulheres, por serem ao mesmo tempo mães, profissionais, esposas e donas de casa, têm capacidade única para administrar vários problemas simultaneamente – uma qualidade que se desdobra em muitas outras, como mostrou o estudo Global Entrepeneurship Monitor 2010, fruto de parceria entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (leia quadro). “Não é à toa que vemos uma ascensão constante, desde 2002, da presença feminina entre os brasileiros que abrem empresas no País”, afirma Caetano, do Sebrae. Nos últimos nove anos, a participação subiu sete pontos percentuais, de 42% para 49%.

Mas, antes dessa ascensão vigorosa, já havia muitas empreendedoras fazendo sucesso. É o caso da dentista e proprietária da rede Sorridents, Carla Renata Sarni. Em 1995, meses depois de se formar, ela já tinha aberto o próprio negócio, de olho no atendimento de pacientes em larga escala. O que começou com uma sala de 21 metros quadrados na Vila Císper, zona leste de São Paulo, virou um império com 161 franquias pelo País, uma sede com 83 funcionários e mais de 30 mil pacientes atendidos por mês. “Sempre fui vendedora, sei fazer isso muito bem e só consegui explorar essa habilidade plenamente depois de abrir meu negócio”, diz Carla.

O setor de prestação de serviços, no qual o contato humano e o traquejo social são mais valorizados, ainda é a área com a maior presença de mulheres empreendendo. A sensibilidade feminina também trabalha a favor quando as metas são claras. “Nós temos objetivos muito bem definidos desde o começo da empresa”, explica Neusa Barata, que fundou a NBSete, uma agência de promoção publicitária, em 2006, pouco depois de perder o emprego e sofrer um grave derrame cerebral, do qual se recuperou completamente. Desde então, ela já mudou de endereço duas vezes para acomodar mais funcionários – no início eram dois, hoje são 35. “Coloco meta em tudo e sempre consigo atingi-las”, diz Neusa. Segundo o Sebrae, empresas como a NBSete têm tudo para conti­nuar dando certo. Embora o serviço ainda não tenha dados para comprovar essa tese, os consultores do instituto já observam que empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens. 

– Independência do Brasil: o Amante Dom Pedro!

Hoje é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Mas algo curioso sobre nosso libertador: Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou “Fogo foguinho”, chamando a amante de “Titília”.

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos. Leiam o que Dom Pedro escrevia:

Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– A época mais difícil do ano nas Redes Sociais: a das campanhas políticas!

A quantidade incrível de pré-candidatos a vereador que não tem conhece, nunca te viu mas se faz “amigo nas Redes Sociais”, beira a loucura. Mas eles surgem na sua timeline e você não consegue saber como você o aprovou em seu rol de amigos virtuais.

Já tenho definido meu candidato, mas me surpreendo com a quantidade de amigos reais, conhecidos e amigos da Internet engajados neste pleito de 2020. O que aconteceu para surgir tanta gente candidata?

Aliás, há gente de outra categoria: aquele que nunca esteve em seu bairro, mas posta coisas “bonitas e envolventes” sobre ele nas comunidades eletrônicas. E outro tipo mais velhaco ainda: não tem cargo nenhum, nunca se esforçou para nada, mas vai à obra de inauguração para tirar foto como se estivesse envolvido com o empreendimento.

E os puxa-sacos de plantão? Aqueles que passam o dia louvando ou criticando o prefeito, para ganhar a simpatia dos eleitores dele ou da sua oposição?

Nesta época do ano, sinceramente, não compensa perder tempo em Rede Social discutindo com “aspone”, cabo eleitoral, fanático apaixonado ou “Guardiões a la Crivella”.

Pessoa honesta não vive de campanha ou puxa-saquismo: se vereador à reeleição, trabalha e visita por 4 anos as suas bases; se candidato à 1a eleição, sempre está engajado na comunidade com o propósito de ajudar. O resto vira oportunista!

2020 é ano de eleição; quem vai ser candidatar para os cargos de vereador e  prefeito

– Os puxa-sacos de políticos, descaradamente remunerados!

É impressionante a picaretagem rolando solta em nosso mundo real e virtual. O sujeito ganha para “puxar o saco do Governo” e impede o próximo de criticar.

Isso explicaria, por exemplo, um sem-número de pessoas que escrevem nas Redes Sociais “coisas maravilhosas” sobre prefeito, vereador ou políticos em geral, supostamente apenas por serem “engajadas”? Talvez sim. Ou melhor: publicam por serem remuneradas.

Desconfie. Quando o cidadão fica postando que “determinado político é demais“, pode ser esse exemplo carioca, no tuíte abaixo: