– Um dia atípico!

Bom dia!

Inimaginável uma 6a feira (sendo dia útil) com esse trânsito inexistente no pico da manhã.

Rua Cel Boaventura M Pereira, um gargalo para se chegar ao Centro de Jundiaí, COMPLETAMENTE VAZIA ÀS 08h!

O que faz um pós-feriado de quinta-feira…

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– E a Chuva não deu trégua!

Chuvosa, mas bela. É assim a manhã desta 3a feira.

Que seja inspirada mesmo que molhada…

(Clicada às 07h na Avenida Reynaldo Porcari – próximo da divisa dos municípios de Jundiaí e Itupeva),

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– Duas vidas jogadas fora pelo motoqueiro!

Há certos acidentes totalmente evitáveis. Um deles foi o ocorrido na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, no sentido Itu – Jundiaí.

Ontem, por volta das 06h30, eu estava próximo à Takata-Petri (região do Parque Eloy Chaves), e uma moto em altíssima velocidade (e era subida), ultrapassava os carros em zigue-zague. Na garupa, com o frio que fazia na manhã de sexta-feira, se percebia que era uma moça que estava de shorts ou saia.

Como explicar a velocidade incompatível, num trecho tão perigoso com uma direção irresponsável e nos tais trajes? Respeitosamente, parecia que as duas pessoas não estavam cientes do perigo, da temperatura e das próprias leis de trânsito.

Instantes depois, ainda ziguezagueando, a moto sumiu em velocidade maior na descida próximo à fábrica da Coca-Cola. De repente, tanto a pista expressa quanto a marginal da Dom Gabriel pararam. A moto se enfiou na traseira de um carro e piloto com a acompanhante arremessados pelo canteiro até via marginal. Morte instantânea.

É triste tal relato. A vida para uns é tão sagrada, e para outros jogada fora. Dos males, o menor foi que os corpos não foram arremessados em cima de um ônibus ou de outro veículo maior, causando mais mortos.

Uma pena. E ao ler o jornal de Jundiaí, descobriu-se que as vítimas portavam LSD!

Muito triste. Foram vítimas de si próprio. Compartilho:

(Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-46549-casal-de-jovens-morre-em-colisao-de-moto-na-rodovia-dom-gabriel)

CASAL DE JOVENS MORRE EM COLISÃO NA DOM GABRIEL

Um casal de jovens morreu na manhã desta sexta-feira (02) em acidente de moto na rodovia Dom Gabriel Gabriel Paulino Bueno Couto, que interliga Jundiaí a Itu. Erick James de Lima, de 27 anos, pilotava uma Yamaha XT 660, levando na garupa Amanda Larissa Silveiro Torres, 21. O veículo bateu na traseira de um VW Logus.

A policiais rodoviários, o motorista do carro, um técnico em eletricidade de 29 anos, contou que ouviu de testemunhas, após o acidente, que o condutor da motocicleta pilotava em alta velocidade, ziguezagueando na estrada para ultrapassar outros veículos. Ele disse ter sentido apenas o impacto da moto contra seu automóvel.

Erick e Amanda morreram no local. Conforme relataram os policiais rodoviários durante o registro do boletim de ocorrência, 29 micropontos de LSD, uma droga de grande poder alucinógeno, foram encontrados nos pertences da moça. O entorpecente estava guardado em papel alumínio.

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Também o Jornal Regional postou outros detalhes do acidente, incluindo a foto assustadora do resgate:

(extraído de: http://www.jr.jor.br/2017/06/02/amanda-e-erick-morreram-em-acidente-de-moto/)

Que Deus console os familiares e conscientize os jovens do mal das drogas – e a importante responsabilidade no trânsito.

– Parabéns a todos nós!

Dia 2 de Junho, dia da Itália, e também celebrado com Dia da Comunidade Italo-Jundiaiense.

Parabéns a nós, brasileiros de nascença mas também italianos de coração, “oriundi di Jundiaí“!

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– Dia do Desafio 2017 em Jundiaí

Gostaria de parabenizar os organizadores do “Dia do Desafio” em Jundiaí (competimos com Uberlândia-MG), em especial à àrea de Esportes e de Cultura do município, pela manhã gostosa que passamos nesta quarta-feira.

Minha filha participou com seus colegas do Projeto Guri, unindo música e atividade física (cultura e esporte são sinônimos de educação para a mente e para o corpo). Saíram da sede (vizinha do Teatro Polytheama) e foram caminhando até o Solar do Barão. Em frente à Catedral Nossa Senhora do Desterro (Matriz), se reuniram em outras atividades – tocando, cantando, pulando e se exercitando. 

Aqui, um vídeo de 30 segundos da festa no Centro da Cidade. Isso sim vale a pena: iniciativa eficaz de socialização, prática sadia e educacional, além de ser de baixo custo

Assista o vídeo em: https://m.youtube.com/watch?v=mJd0FyRzpXc


Algumas fotos abaixo:

Mais um derradeiro e bacana vídeo:

– O cancelamento do Leilão do Paulista FC

Após temer que seu estádio fosse arrematado judicialmente, o corpo jurídico do Paulista FC conseguiu o CANCELAMENTO do leilão para pagamento de dívidas (já houve uma tentativa de leiloar, sem compradores que se habilitaram).

As contas devedoras irão para a mesma Vara Judicial onde existe o Consórcio de Credores. A informação veio através do presidente do Conselho Deliberativo do Paulista Futebol Clube, o Desembargador Dr Cláudio Levada, que postou em seu Facebook:

“LEILÃO DO PAULISTA CANCELADO: No mesmo dia em que o Estádio Jayme de Ulhôa Cintra completa 60 anos de idade, construído no sistema de mutirão por cidadãos de Jundiaí, recebemos a notícia excelente de que foi cancelado o leilão do imóvel respectivo, passando todas as execuções a integrar o condomínio de credores na 2a. Vara da Justiça do Trabalho de Jundiaí. Isto permite que se administre melhor as dívidas diversas, bem como permite que o Paulista possa procurar, mais aliviado, as soluções para o seu futuro. Parabéns ao Corpo Jurídico do Paulista, às advogadas Edilene, Lívia e Célia, por seu denodo e combatividade, muito bem secundadas pelos advogados Célio e Berol e, pelo tempo de ajuda sem qualquer retribuição, ao advogado Fábio Leme. Se antes criticavam, e sem saber todo o esforço de vocês, agora gostaria de ouvir aplausos desses mesmos críticos – embora alguns não o façam por terem o interesse no “quanto pior, melhor”. Volto a dizer: não vamos morrer!

Com tal medida, o Paulista continua devedor, mas legalmente dentro da renegociação já realizada pelo Consórcio – e o importante: com fôlego para pagar as contas num prazo mais adequado.

Além das pessoas citadas pelo Dr Levada que merecem os aplausos, corroboro o que postou nessa mesma mensagem o comandante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora, Adilson Freddo, complementando os cumprimentos:

“Parabéns, também, ao Milton Demarchi, Pepe, e doutor Mauro Brescancini”.

Tal notícia é tão especial que coincidiu justamente quando se rcomemora o aniversário de 60 anos do Estádio Dr Jayme Cintra (17/05/1957 – Paulista FC 3×1 SE Palmeiras).

Agora, é reconstruir o clube e principalmente, sua dignidade.

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– Luciano Hang deveria ser mais direto ou não? Sobre a inauguração da Havan Jundiaí

No último sábado, a Havan inaugurou sua 98o loja, desta vez em Jundiaí. Após um período com obras paradas, houve um esforço para que tudo ocorresse o quanto mais rápido.

Em um discurso de abertura da nova unidade, o empreendedor Luciano Hang (o dono da Havan) disse contra os antigos administradores do município.

O antigo prefeito de Jundiaí é muito ruim, já era para estarmos aqui há muito tempo. Por isso durou só 4 anos. Eu venho movimentar a economia local e gerar 200 empregos diretos fora os indiretos”.

Diz-se à boca pequena que o problema era a não realização de contrapartidas para eventual impacto do trânsito. Se for verdade, responda:

A gestão anterior estava correta nas exigências (não cumpridas) ou a gestão atual é quem está certa na promoção do rápido emprego (com o afrouxamento de contrapartidas)?

Deixe seu comentário:

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– Um projeto de lei desnecessário aos postos de combustíveis de Jundiaí

Na semana passada, um Projeto de Lei foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Vereadores de Jundiaí. Foi do vereador Edicarlos Vieira, que diz: os postos de combustíveis têm que fixar os preços com duas casas decimais, não mais do que isso. Ou seja, se o preço do combustível é R$ 3,499, o comerciante deverá arredondar para R$ 3,49 ou R$ 3,50.

O que isso muda na vida do munícipe? É algo para marcar o currículo do legislador?

Respeito o vereador, sei do belo trabalho que faz no Vetor Oeste da cidade, mas é uma lei “nada a ver”. Palavra de quem vende combustível, como eu!

Será que o Prefeito Luiz Fernando Machado aprovará?

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– E quando chove…

Mesma história: choveu, a Avenida Reynaldo Porcari vira uma piscina. Sem bueiros e as autoridades não estão nem aí…

Lamentável!

– O Futuro do Galo: existiria repulsa se o Red Bull sugerisse união ao Paulista? Sobre a chegada da Carabao no Brasil.

Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.

Todos nós estamos chateados com a impensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.

Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…

Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade – é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.

Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?

Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:

  1. O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem (não é isso que sempre cobramos?)
  2. Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
  3. Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
  4. Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
  5. Eles tem inovação. Nós temos tradição.

Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com a Lousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.

Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).

Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.

Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada (a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!

E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M City dos sheiks sauditas. O Chelsea do russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?

Aliás, quando Dietrich Mateschitz (o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.

Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho? Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceriado Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.

E sabem o que mais?

A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.

Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).

INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.

Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!

Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…

EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO (sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?

***

Observações:

1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?

2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?

3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?

4- Curiosidade: veja uma propaganda pequena da Carabao, citada como parceira do Flamengo, em: https://www.youtube.com/watch?v=3i7Z_-epUWs

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– A Tristeza da torcida do Paulista e a questão do Tombamento do Estádio.

Tive muito cuidado com as palavras para escrever esse texto, magoado pelo fato do estrondoso anúncio do leilão do Estádio Jayme Cintra, propriedade particular do Paulista Futebol Clube, equipe profissional que há mais de um século representa Jundiaí no cenário futebolístico.

Fora a época das parcerias (Magnata, Lousano, Parmalat) o Galo da Serra do Japi sempre esteve com o pires na mão. Nos pós-parcerias o Tricolor da Terra da Uva se virou muito bem por algum tempo. Mas sem parceiro, com inúmeros processos trabalhistas e outras pendengas por tempo tão contínuo, nunca vi tal cenário.

Sem dinheiro, o Paulista vem padecendo. Depois da conquista da Copa do Brasil e do não acesso à série A para o Campeonato Brasileiro, o dinheiro foi sumindo (para onde, não sei) e caindo de divisão nacional ano a ano. No Estadual, resistiu o quanto pode, namorou a A2, casou com ela e a traiu com a A3. E traição custa caro, pois agora briga para fugir da 4a divisão regional.

Todos nós de Jundiaí aprendemos a amar o Paulista! E ao ver o anúncio na Folha de São Paulo do leilão do estádio para 27 de abril, a fim de saldar um montante de R$ 1,4 mi (parte de uma dívida cujo valor REAL do montante nunca se sabe ao certo), deu uma grande angústia.

Como resolver?

O time não tem receitas para se auto-sustentar (as rendas de jogos são negativas, os beneméritos da cidade fazem o possível para que não se feche o clube e empresas não querem investir pois o retorno é incerto). Só existem duas respostas para explicar essa dantesca crise: má gestão ou corrupção nas gestões que deixaram esse triste legado.

As dívidas trabalhistas, muitas delas, foram julgadas à revelia ou mal defendidas. E quando isso acontece, sabe-se que o valor explode!

Na possibilidade de perder o estádio, que está avaliado em R$ 35 milhões de reais (mas no leilão pode ser arrematado por R$ 17,5 a fim de se garantir recursos para pagar os credores), o COMPAC (Conselho do Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí) tombou o estádio nesta terça-feira à noite em solenidade no Museu Solar do Barão.

Sabe o que isso resolve?

NADA! E escrevo isso com pesar, pois as dívidas continuam as mesmas, só são postergadas mais ainda, como se vinha fazendo (o leilão se deve a 14 ações já julgadas). Quantas outras ações não virão?

A única coisa que acontecerá é que, ocorrendo o leilão, o arrematador fica com o terreno e não pode demolir o estádio. Ora bolas, se o novo dono for “Caxias”, o Paulista perdeu o seu patrimônio do mesmo jeito!

De que adianta o tombamento? Claro que dificulta para um empreendedor oferecer um lance com um imóvel deste porte que não pode ser derrubado. Mas numa área tão valiosa, com tanta gente cobiçando, é ingenuidade que não apareça algum projeto que contemple o estádio com outra utilidade ou um projeto de engenharia que faça alguma coisa.

Se no leilão aparecer comprador, mesmo com o estádio em pé, bye-bye Jayme Cintra, o imóvel não será mais do Paulista. E jogará onde? Na vizinha Campo Limpo Paulista? No campo do simpático Primavera? Como sobreviverá?

Três opções, com alto grau de dificuldade de algumas delas se concretizar:

1 – Um apaixonado investidor arrematar a praça esportiva e permitir que o Paulista continue jogando por lá;

2 – Vender o Estádio e o Terreno (“destombando-se”), e negociando dinheiro e uma nova arena para se jogar;

3 – Pedir a bondosa colaboração dos credores para que adiem seus recebimentos.

Qual a melhor solução?

As únicas que eu não gostaria: que o Paulista não deixe de pagar suas contas (se DEVE, não pode dar calote), não dê o golpe de fechar as portas e voltar como EC Paulista ou Esportivo Paulista de Jundiaí (sacaneando quem tem que receber), nem seja orgulhoso de se associar com potenciais novos parceiros (desde que sejam honestos).

Cá entre nós: há quanto tempo as grandes empresas não investem no time? Ninguém rasga dinheiro, e se não o fazem, é porque não é um bom negócio ou não tem recursos. Mais ainda: desde sempre se procura dirigente competente para tocar o time. Se encontra fácil?

Sou bem tranquilo em escrever o seguinte: Dr Cláudio Levada, Pepe Verdugo, Milton Demarchi, Dr Marco Antonio Dias e outros abnegados (fui cirúrgico nos nomes citados) que dão a cara para bater, só estão lá pela mesma paixão dos torcedores. Ou acham que esses senhores levam dinheiro? Acreditemos: não vale pela dor de cabeça, além de serem pessoas honradas. Pra um lado a grana foi, não se sabe quanto, quando nem para onde, isso é lógico. Mas por quem?

Amigos torcedores, quem desvia grana cai fora e se faz de morto. Quem gere mal não põe seu trabalho no curriculum. Depois dessa tormenta, é necessário que se faça uma rigorosa auditoria para achar os culpados (e infelizmente nem dinheiro para isso se tem!).

A questão é: até quando o Paulista Futebol Clube irá resistir? Não se tem administradores profissionais à porta para entrarem no clube e com suas experiências de gestores salvarem o Galo. Mas para que isso aconteça, é preciso que as forças vivas da cidade, diretoria e torcedores se unam. Não precisam se amar, precisam se TOLERAR nesse momento.  Somente assim nosso querido time poderá permanecer com os aparelhos ligados na UTI. Sair do hospital somente se um Roman Abramovich aparecer aqui ou outro mecenas qualquer.

Força Galo, “pois tu és Paulista, de Jundiaí!”.

Vou parafrasear meu amigo Matias Souza: “Todo mundo tem uma opinião, respeito, e essa é a minha”.

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– Se é para fiscalizar, por que avisar?

O IPEM é o órgão que fiscaliza as medidas das bombas dos postos de combustíveis. Há muita gente que tenta dar golpe, vendendo 1 litro com menos de 1000 ml, e fiscais HONESTOS são importantíssimos para coibir tal prática (se existir corrupção, esqueça esse texto).

Entretanto, leio no Jornal de Jundiaí de sábado a notícia de que haverá uma rigorosa fiscalização aqui na cidade. Mas não dá para dar 10 por tal inciativa, afinal, o órgão está avisando que vai fiscalizar!

Ora, se o picareta souber, regulariza antes de ser autuado. Ou não?

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– O que muda de “Secretaria” para “Unidade de Gestão”?

Eu sei que pode ser preciosismo (mas não é crítica nem elogio, pois 100 dias é pouco para julgar o trabalho de alguém), mas… na prática, o que muda renomear as instituições de “Secretaria” por “Unidade de Gestão”?

Muda colocar administradores eficientes, dar infraestrutura para que as pastas possam trabalhar e mostrar transparência nas atitudes e contas.

Tomara que seja assim. E não digo isso por um nome X de partido A ou B. Serve para todos os governantes.

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– E a confusão na ACE Jundiaí?

Interminável essa novela das eleições na Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, não?

Sou associado e conheço (não intimamente) o Regis Donatti Filho (candidato à reeleição) e Roberto Rezende (da oposição). Tenho por mim ambos como pessoas do bem. Uma pena que estejam ocorrendo desentendimentos entre eles (sem aqui fazer valor de juízo).

O Dirceu Cardoso (ou “Dirceuzinho” para os amigos), figuraça e pessoa boníssima, será o interventor escolhido pela Justiça até o fim do imbrólho.

Que tudo acabe bem, sem prejuízo para os comerciantes e/ou associados.

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– Como explicar o desejo assassino do filho de tentar matar a mãe por duas vezes?

Foi detido em Jundiaí um jovem de 17 anos que tentou matar pela segunda vez sua mãe. A primeira tentativa frustrada foi com uma enxada, a segunda com uma faca.

Tem como explicar os motivos que levam o filho a fazer isso com a sua própria progenitora?

Com a razão, nunca. O mundo está muito violento e imoral…

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