– ATUALIZANDO: A Crise dos Combustíveis

Amigos, recebi nesse começo de noite da Cia Ipiranga de Petróleo a mensagem que até amanhã (6ª feira, 25 de maio), as bases estarão bloqueadas até as 10h, sem possibilidade de “furo” ou qualquer outra forma de carregamento dos tanqueiros das distribuidoras, devido à greve dos caminhoneiros.

Dessa forma, infelizmente, o desabastecimento continuará nos postos de combustíveis.

A questão é: como se resolverá a situação? O Governo reduzirá os impostos? Congelar-se-á os preços? Usarão de força?

Não se sabe. Aqui em nosso estabelecimento, o Auto Posto Harmonia, vendemos todo o estoque de Etanol e Gasolina até a última gota no preço normal da bomba (nada de oportunismo nesse momento crítico). Temos algum estoque de S10 (muito pouco, devido ao alto consumo de hoje) e uma quantia razoável de Diesel Comum (o S500).

Particularmente, entendo a queixa dos caminhoneiros. Como comerciante, vejo o quão sofrido os motoristas estão trabalhando com essa política flutuante de preços da Petrobrás, adotada de maneira questionável, onde os reajustes são diários. Lembrando que a maior parte dos preços dos combustíveis é formada por IMPOSTOS (que sabidamente não acabam resultando em retorno à população, como se deveria).

Apoio o protesto, desde que seja de maneira pacífica e não prejudique os serviços essenciais (o que é lógico e necessário à democracia). O cidadão de bem não pode ser privado de alimentos, serviços médicos, educação e segurança.

Compartilho, do “Tribuna de Jundiaí”, o cenário desta tarde-noite em nossa cidade,

Extraído de: http://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/3030-postos-ja-estao-sem-combustiveis-em-jundiai

POSTOS JÁ ESTÃO SEM COMBUSTÍVEIS EM JUNDIAÍ

Nesta quarta-feira (23) a noite, o Tribuna de Jundiaí havia noticiado o risco de faltar combustível em Jundiaí caso a greve continuasse. Ontem, alguns postos já apresentam falta nos estoques. Como a greve continuou, não teve jeito: nesta quinta-feira (24), a falta passou a ser geral.

A reportagem averiguou, ao circular pelos bairros centrais de Jundiaí e principais avenidas, que muitos dos estabelecimentos situados nestes locais já estão fechados e sem funcionar. Os que restam, contam com filas enormes de motoristas que, mesmo em meio à demora para abastecer, não hesitam em tentar garantir o tanque cheio para os próximos dias.

Rafael Porcari, dono de um posto de gasolina no Medeiros, informou à reportagem que está sem receber combustível desde segunda-feira. “Nós recebemos por volta de 10 mil litros por dia, de todos os produtos. Tenho, então, 40 mil litros perdidos na distribuidora sem receber nesta semana”, disse.

Ele conta que, por conta do risco de acabar os combustíveis, o estabelecimento teve um grande pico de movimento na manhã de hoje. E, ao contrário do que acontece normalmente, os motoristas não queriam colocar apenas certa quantidade de combustível – eles queriam encher o tanque inteiro. 

“Houve um grande pico hoje de manhã e acabou a gasolina e o etanol. Agora a tarde estamos tendo outro pico, que é o de caminhões, ônibus e outros veículos que utilizam diesel. Muitos deles, que estão na estrada, procuram por meio de aplicativos postos de gasolina que possam ter diesel. Mesmo aqui sendo um estabelecimento de bairro, fora da estrada, eles entram para abastecer e continuar viagem. Mas também está acabando”, disse.

PREÇOS ABUSIVOS 

Nas redes sociais, internautas denunciam preços abusivos em alguns estabelecimentos da cidade. Uma imagem, divulgada no Facebook, mostra um posto de gasolina na Vila Rami cobrando o valor de 5,66 o litro, quando o preço na cidade, após o último aumento, varia entre 4,09 até 4,39.

Em nota, o Procon-SP emitiu uma nota orientando o consumidor sobre os preços exorbitantes. De acordo com o órgão, a prática é abusiva e prevista no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, em seção que trata da elevação de preços de produtos e serviços sem justa causa.

A orientação é de que os consumidores façam denúncias documentadas sobre a prática, com o máximo de informações possíveis sobre o posto, com nome, bandeira que trabalha, endereço, data da compra e preços. Fotos podem ser utilizadas, bem como a nota fiscal.

GREVE  

A greve já está em seu quarto dia, porém os impactos passaram a ser mais sentidos nesta quarta-feira (23). Em nota divulgada nesta quinta-feira (24), a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou que a greve será suspensa se o governo retirar a PIS/Cofins e a Cide incidentes sobre os combustíveis e a medida entrar oficialmente em vigor.

Ontem, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou que a estatal fará uma redução de 10% no preço do óleo diesel – e que manterá este preço durante as próximas duas semanas, como forma de dar um tempo para o governo negociar com os caminhoneiros. A proposta não foi aceita pela categoria.

Antes da paralisação, o Governo foi alertado. A CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos) afirma que, no dia 16 de maio, apresentou um ofício ao governo federal pedindo o congelamento do preço do óleo diesel e a abertura de negociações, mas foi ignorada.

Já no dia 18 (última sexta-feira), a organização lançou um comunicado em que mencionava a possibilidade de paralisação a partir de segunda-feira, o que de fato ocorreu. Não há data para o fim do movimento, que, ontem a noite, mencionava 253 pontos de protestos, atingindo 23 Estados brasileiros e o Distrito Federal.

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– Perguntar não ofende, dona Polícia Federal

Na semana passada, a PF esteve em Jundiaí atrás de corruptos do colarinho branco, enrolados no caso da corrupção da merenda do Estado de São Paulo. Visitou-se 3 locais (Dois no Jardim Samambaia e um no Jardim Ana Maria).

Até agora ninguém sabe os nomes? Por quê não se vazou? Quem está camuflado?

Estranho…

Resultado de imagem para polícia federal

– O dia muito gostoso em cliques!

Como é bom ter família!

Um ótimo dia de paz e descanso acabou em belas imagens. Curtimos o “Dia das Mães” no aconchego de um paraíso jundiaiense.

Até mais! Deixo 6 cliques da Serra do Japi abaixo:

Acima, a paz que curtimos em lindas fotos.

– Fotografar é o nosso hobby!

Assim nasceu a manhã em um dia qualquer da semana em Jundiaí… Que com essa imagem, tenhamos um inspirado domingo!
🌅 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #FotografeiEmJundiaí #AmoJundiaí #Jundiaí – em Ginásio Bolão (C.E.C.E. Dr. Nicolino de Lucca)

– Uma vergonha para Jundiaí: a Cracolândia da Terra da Uva

Triste realidade retratada pelo Jornal de Jundiaí: como é o dia-a-dia da Cracolândia de Jundiaí (sim, infelizmente nosso município possui uma área assim).

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/usuarios-tomam-conta-de-morro-na-cracolandia-jundiaiense/

USUÁRIOS TOMAM CONTA DE MORRO DA CRACOLÂNDIA JUNDIAIENSE

Estacas de madeira fincadas no chão. Pedaços de telha na lateral para proteger dos ventos e a lona grossa para cobrir da chuva. No chão, pedaços de entulho se misturam à terra e alguns tufos de grama do solo íngreme de um morro particular. É nesse cenário e local, entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo, que pessoas usuárias de crack montam os seus barracos e mantém o vício no dia a dia. Homens e mulheres que deixaram o terreno onde foi construída uma avenida de passagem no São Camilo.

No bairro, o Jornal de Jundiaí ouviu três comerciantes e dois moradores do entorno da chamada “cracolândia jundiaiense”, e todos foram unânimes ao afirmar que notam a presença dos usuários no dia a dia, mas que já estão acostumados com o problema social.

“Eles sempre estão ali, já há anos. Fazem algumas bagunças de vez em quando, mas não mexem com a gente”, diz uma comerciante. Um morador do bairro diz que nunca teve problemas com os usuários, mas conhece pessoas que já foram assaltadas. “A gente está acostumado, né.”
Outro comerciante revela que alguns sempre vão à sua loja. “Tem dia que preciso pedir para eles respeitarem mais, mas fora isso pouco acontece. Não sinto insegurança por isso”, diz.

Procurada, a Prefeitura de Jundiaí emitiu nota reiterando alguns pontos em relação aos usuários de droga entre o São Camilo e a Vila Aparecida. De acordo com a prefeitura, as pessoas usuárias de drogas são alvo de ações regulares de cuidados com a saúde, todas realizadas pela equipe do Consultório na Rua, projeto da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS).

Nas ações, segundo a nota, são realizadas avaliações das condições de saúde destes usuários, além de encaminhamentos para exames e procedimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

A Prefeitura também encaminha as pessoas para os Centros de Atendimento Psicossocial (Caps), onde há atendimento composto por enfermeiros, psicólogos, médicos e agentes redutores de danos. O trabalho é feito em conjunto com a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social (UGADS).

Ainda de acordo com administração municipal, há também o oferecimento do trabalho realizado pelo Centro Pop (que fica na rua Marechal Deodoro da Fonseca) e pela Casa de Passagem (que fica na rua Prudente de Moraes, 1830). Ambas atuam na reinserção da pessoa na sociedade, além de trabalhar o resgate de vínculos familiares.

SEGURANÇA

Segundo a Prefeitura de Jundiaí, a Guarda Municipal de Jundiaí realiza patrulhamento diário no local e em outras regiões, inclusive nos finais de semana. De acordo com números da GMJ, oito pessoas procuradas pela Justiça ou com apreensão de entorpecentes foram encontradas no local – cinco em janeiro, três em fevereiro e nenhuma em março.

A administração municipal destaca também que a área atualmente ocupada pelos usuários de droga entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo é particular.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– A triste realidade do nosso Paulista FC e um futuro não desejado!

Lamentável! Após chegar na última divisão regional, o Paulista abre mão de disputar os torneios Sub 11, 13, 15 e 17, disputando apenas o Sub 20 (e sabe lá em quais condições) por obrigação da Federação Paulista de Futebol.

O que se esperar do Galo da Terra da Uva? Aqui o problema é grave: descrédito da torcida, dificuldade da diretoria em gerir o time sem dinheiro, fuga de patrocinadores e da colaboração das empresas de Jundiaí e, agora, a falta de investimentos na base.

Triste. Que não passe a vergonha e a tristeza de ir morrendo aos poucos…

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– Como reajustar um imposto em mais de 40% sem dar justificativa?

Recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará / a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento.

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta em mais de quarenta por cento SEM JUSTIFICAR NADA?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

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– Os clubes adversários do Paulista FC na Segundona Sub 23 e a expectativa do torneio.

A 4a divisão regional do Estado de São Paulo se chamará Campeonato Paulista Sub 23 da 2a divisão de Profissionais; isso já é sabido. Mas tem muito clube inscrito e grande desnivelamento entre eles, seja no “peso da camisa”, na preparação, no financeiro e na tradição.

Veja só cada clube novato: Talento 10 de Marília, o Desportivo Prudente (não é a Prudentina nem o Prudentino, nem o Corinthians Prudente ou o Presidente Prudente FC, tampouco o Grêmio Esportivo Prudente), o novo Catanduva Futebol Clube (que fará clássico municipal contra o Catanduvense), a nova São-Carlense (não é o antigo São-Carlense nem o atual São Carlos), o Mauá Treinamentos e Futebol Eireli (um clube empresa para jogar contra a conhecida Mauaense). Aliás, quantos clássicos municipais, como União de Mogi x Atlético Mogi, São José x Joseense, Flamengo x AD Guarulhos, Assisense x Vocem de Assis, além de outros de rivalidade entre vizinhos: Elosport de Capão Bonito x Itararé!

Dos mais antigos dessa divisão, vejo o Andradina (já apitei Andradina x Ilha Solteira na última rodada da última divisão, estando os clubes em último e penúltimo, com uma historinha engraçada que ficará para outra postagem), o Tupã, a Santacruzense, o Fernandópolis (conhecido como Fefecê), o Taquaritinga e o Barcelona (clube paulistano do bairro da Capela do Socorro). Vira-e-mexe, sobem para a A3 ou ao menos a namoram, e depois voltam para a Segundona (que é a 4a). A esses, juntam-se o organizado Brasilis de Águas de Lindoia (time do Oscar, ex-zagueiro do São Paulo, dono do resort onde os árbitros da CBF se prepararam recentemente), o simpático Guarujá, o ordeiro Itapirense e o bem arrumado Jaguariúna.

Não nos esqueçamos também dos clubes tradicionais que, por motivos diversos, estão na última divisão: XV de Jaú, América de São José do Rio Preto, Inter de Bebedouro, Francana, Bandeirante de Birigui, Comercial de Ribeirão Preto, Jabaquara, Primavera de Indaiatuba, Independente de Limeira e… disparadamente, o “grandão” dessa divisão, o Paulista Futebol Clube.

Não seria adequado a volta da 5a (ou até mesmo da 6a divisão, antiga B3), para agrupar esses times tão jovens e outros tão mais humildes?

Aproveite e analise que é mais sem sentido:

1 um time centenário, com título nacional (Copa do Brasil 2005) e vice-campeão estadual (Paulistão 2004), tendo jogado a Libertadores da América e vencido o poderoso River Plate (2016), hoje jogar contra adversários novatos e modestos (por sua incompetência, lógico), ou

2- o absurdo número de 40 clubes brigando por apenas 2 vagas para o acesso?

Essas coisas são inconcebíveis: o Galo estar tão em baixa (como decaiu tanto em pouco tempo, fruto de má gestões) e a FPF reservar apenas para o Campeão e o Vice-Campeão o acesso para a 3a divisão, em um campeonato que pode ser de míseras 14 datas e ao mesmo tempo perdurar até o final do ano (veja a fórmula de disputa, uma coisa ímpar). É algo descabido, desmotivante e broxante, numa linguagem chula e que exprime a revolta.

Que a FPF faça mais divisões regionalizadas para que se fomente a competitividade! Na última rodada da 1a fase – pode anotar – teremos clubes que darão WO, alguns eliminados aos montes e, o temor maior, aquelas agremiações suscetíveis às máfias das apostas, acertando perder suas partidas por placares combinados. Ou isso nunca aconteceu? Ou melhor: não se divulgou o acontecido a todos…

Mesmo diante de todas essas peculiaridades, não há qualquer justificativa (mesmo com as dificuldades financeiras) para não se atestar: pelo peso da camisa, pelo estádio, pelo número e pela paixão dos seus torcedores, pelos títulos e pela sua história, o Paulista é o MAIOR TIME da competição. E por isso, tem a obrigação (para não se apequenar de vez) de subir para a A3.

Claro, o futebol é, talvez, o único esporte em que o melhor nem sempre ganha. Só que será frustrante chegar no final do ano e não ver o Galo erguer a Taça de Campeão.

Eu confio no trabalho sério do treinador Sérgio Caetano, reconheço as dificuldades financeiras e hercúleas do gerente de futebol Juninho, além do apoio da Torcida que não o abandona (aqui me refiro às “testemunhas de sempre”, que estão na boa e na ruim, entre anônimos e as organizadas). E é justamente por isso que o Tricolor da Terra da uva subirá: pela superação!

Aliás: de novo se especula sobre Nenê encerrar a carreira, um dia, no Paulista FC (“dê um Google” sobre esse assunto e verá o quanto ele próprio já atestou isso). Após assinar contrato com o SPFC por dois anos, será que concretizará essa vontade (manifestada diversas vezes), estando com o Galo na A2 (se tudo ocorrer bem, calculando o tempo de vínculo do atleta e confiando no acesso do Paulista FC até essa data prevista)?

Aliás, uma ideia: Nenê é muito querido pelo presidente do Paris Saint-Germain, o sheik Nasser Al-Khelaïfi, o catariano que levou a Copa de 2022 para o seu país, maior partícipe do bilionário fundo QSI (Qatar Sports investment) e “dono do Catar”. Nenê, quando jogou na França, foi artilheiro e ídolo no time parisiense e só saiu de lá por força do marketing e da chegada de Ibrahimovic. Quem sabe o nosso querido atleta jundiaiense não poderia convencer o endinheirado investidor a fazer uma parceria com o Tricolor da Terra da Uva?

Não custa pedir ou tentar…

Aliás, para um time da 4a divisão, há muita história de craques como Nenê (ou até mais famosos) que por aqui passaram… Vide essa montagem, abaixo, de ex-atletas do Paulista, e peço a ajuda: alguém sabe quem a montou? 

Ops: Precisamos achar uma vaguinha para o Alemão (ex-Napole e São Paulo, que foi muito bem em Jundiaí) e outra para o centroavante Gerson (ex-Internacional e Atlético Mineiro, que creio ter sido o primeiro atleta do Paulista a figurar na Seleção Brasileira). No banco, divido o espaço com os saudosos e queridos treinadores Giba e Capitão Nivaldo Bonassi (se bem que não devemos esquecer o Luiz Carlos Ferreira, por tudo o que aqui fez).

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– Flanelinha em São Paulo levará multa de R$ 1.000,00. E em Jundiaí?

O combate aos flanelinhas começou na Capital. Os que intimam os motoristas quando estacionam seus carros podem até ser multados em um mil reais. Ótimo.

Enquanto isso, recordo-me do acontecido comigo em Jundiaí: flanelinha, agente de trânsito e funcionário do parquímetro em…

Leia você mesmo: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/13/parquimetro-e-flanelinha-tudo-junto-e-misturado/

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– Um manifesto da GM contra o comando feminino?

Li no Jornal de Jundiaí e só resta dizer: que vergonha!

Quer dizer que os Guardas Municipais fizeram um abaixo assinado pedindo que não sejam comandados por mulheres?

Confere?

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-53015-gm-faz-abaixo-assinado-para-frear-ascensão-de-mulheres-na-liderança

GM FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA FREAR ASCENSÃO DE MULHERES NA LIDERANÇA

“Se metade da corporação for mulher, a Guarda acaba”. Foi isso que um grupo de mulheres da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) escutou de um colega homem sobre a tentativa de estabelecer, em lei, medidas para que a igualdade de gênero seja alcançada na instituição.

Um abaixo-assinado foi protocolado na prefeitura pedindo veto ao trecho da lei municipal que assegura um percentual de vagas femininas nos cargos de inspetor e subinspetor. A medida vai contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais, definido sob a lei federal 13.022/14.

Atualmente, a GMJ conta com efetivo de 349 oficiais, dos quais apenas 38, ou 10,8%, são mulheres. Nenhuma delas ocupa um cargo de liderança na corporação.

Mesmo assim, o documento teria sido assinado por cerca de 200 membros, mais da metade do efetivo total, segundo as mulheres que conversaram com a reportagem do Jornal de Jundiaí no anonimato e disponibilizaram uma cópia da primeira página do abaixo-assinado.

PERCENTUAL MÍNIMO

A lei 13.022, sancionada em agosto de 2014, prevê a reserva de um percentual mínimo para o sexo feminino em cargos de todos os níveis da Guarda, definido em lei municipal. O texto diz, ainda, que os municípios teriam dois anos – contados a partir da sanção – para que possam se adequar à legislação. Isso significa que, desde agosto de 2016, a GMJ está irregular.

Em março de 2017, uma comissão de guardas foi criada para debater o estatuto e elaborar uma minuta de projeto de lei para a adequação do município à legislação federal. A princípio, segundo contam as GMs de Jundiaí, o texto da lei definia que 30% das vagas de ingresso e promoção na instituição fossem assegurados às mulheres.

Porém, no texto da minuta ao qual a reportagem teve acesso e que supostamente tramita na prefeitura hoje, consta que apenas 10% das vagas para a promoção aos cargos de inspetor e subinspetor ficam asseguradas ao efetivo feminino. O grupo diz que o trecho foi alterado depois que duas das três mulheres da comissão foram afastadas.

Agora, o abaixo-assinado da GMJ pede que o trecho em questão seja vetado, de forma que nenhuma vaga fique reservada para a liderança feminina. “Eles dizem que, se houver a cota, as mulheres vão ser promovidas pelo gênero e não pelo mérito”, disse uma delas.

“Esse argumento de que as cotas colocam pessoas menos preparadas nas vagas é comum, mas infundado”, diz Raquel Marques, presidente da ONG Artemis, que promove políticas públicas pelos direitos da mulher. “Diversos estudos provam que o desempenho dos cotistas não é menor que o dos demais”.

Ela afirma que as cotas obrigam a instituição a olhar para o problema. “Se hoje não existem mulheres suficientes em condições de ocupar a liderança, a cota obriga a guarda a capacitá-las melhor”.

Ela diz, ainda, que a maioria das organizações de ponta possui políticas afirmativas para garantir mais mulheres, negros e LGBTs em seus quadros de liderança. “Me parece que este abaixo-assinado em Jundiaí está na contramão de 2018”, revela Raquel.
LIDERANÇA

Isis Regina de Abreu, a única mulher em 68 anos de GMJ que conquistou um cargo de liderança, afirma que a cota para as mulheres é necessária, principalmente se o concurso interno para a promoção continuar sendo realizado pela própria instituição.

“Se ele fosse feito por uma empresa independente, a cota nem seria necessária. Se abrissem 10 vagas e 10 mulheres tivessem um desempenho melhor, todas as vagas seriam delas, sem necessidade de reservar uma parte”, analisa Isis.

Porém, ela diz que existem interesses machistas por trás do abaixo-assinado. “Os guardas pensam que vão ter que dar o lugar às mulheres mesmo tendo um bom desempenho, mas eu sei muito bem como as coisas funcionam lá dentro. Sem o percentual reservado, os homens vão fazer de tudo para ‘queimar etapas’ e impedir que uma mulher seja graduada”, emenda.

O jeito que as coisas funcionam, segundo a ex-subinspetora da Guarda, é contornar o processo de todas as formas para que sejam graduados apenas quem as lideranças querem. “No concurso que eu prestei, um guarda administrativo fez a prova a lápis, já que era a própria administração da GMJ que iria corrigir”, lembra.

Outra forma de impedir a graduação das mulheres, segundo Isis, é encontrar um motivo qualquer para que elas respondam a um processo na corregedoria interna da GM, ficando assim impedidas de serem promovidas. “Basta você espirrar mais alto que já te mandam para lá”, afirma.

Ela diz que um grupo de guardas tentou impedir sua graduação. “Primeiro pediram recurso, depois foram ao jurídico reclamar que não poderia ter uma subinspetora sem CNH, como eu, mas o edital não exigia”, conta. O processo levou oito meses até que ela pudesse, finalmente, assumir o cargo e, mesmo na liderança, enfrentou grandes dificuldades.

Algumas formas de afrontar sua autoridade eram sutis. “Eu dava ordens e o guarda se recusava a obedecer. Mesmo eu colocando isso no relatório, ele não sofria nenhum tipo de consequência”, diz. Mas Isis também recebeu ameaças mais diretas.

“Uma vez, um dos comandantes apoiou as duas mãos na minha mesa e disse que faria de tudo para me tirar da guarda. Depois de um tempo, me colocaram para ficar na sede da GM olhando para a parede. Foi então que decidi me aposentar. Nunca me deixaram exercer a liderança de fato”, desabafa.

GUARDA HUMANIZADA

Segundo Isis, a Guarda Municipal precisa de mais mulheres em todos os cargos para tornar a GM mais humana. “Querendo ou não, a mulher tem mais sensibilidade e sabe a hora de ser turrona ou flexível”, diz.

Ela acredita que mais mulheres na liderança da GMJ poderiam melhorar o jeito como a instituição lida com os problemas internos da corporação. “Muitos guardas sofrem com depressão, bipolaridade, alcoolismo ou vício em drogas – e ainda trabalham armados. É impressionante como todos entram saudáveis e ficam doentes. As sequelas não vêm das situações que vivemos na rua, mas do jeito que superiores tratam subordinados”.

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Foto: Jornal Regional

– Parquímetro e flanelinha: tudo junto e misturado?

Está regulamentada a profissão de “flanelinha” em Jundiaí?

Dias atrás, fui estacionar na Rua Anchieta, achei uma vaga e… veja só que curiosa situação aconteceu comigo, abaixo!

Eu tinha as seguintes opções: pagar um estacionamento particular (e ali o preço é alto), estacionar na rua e pagar com o aplicativo sugerido no smartphone ou, com algumas moedas, usar o parquímetro.

Pois bem: havia um parquímetro na esquina, bem próximo de onde parei o carro. Ali estava um funcionário da empresa que faz a gestão do rotativo. Como eu não tinha moedas para a máquina, achei que ele poderia me ajudar trocando uma nota, mas não tinha também (embora ele tenha dito que sempre tem).

Usei então o aplicativo, fazendo o pagamento via cartão de crédito (na verdade, você faz um depósito para a Digipare e usa como pré-pago) e fiquei mais tranquilo para não ser multado. Eis que ao lado do equipamento, o funcionário-responsável estava batendo papo com um “guardador autônomo de carros”, que me disse: “vou tomar conta pro senhor, tio”!

Quer dizer que tenho que pagar para estacionar o carro na rua e fico com dois valores a menos: o do estacionamento rotativo e o do flanelinha?

E se você não der a “gorjeta obrigatória a ele”?

Se o meu veículo for roubado, aciono a empresa de estacionamento rotativo (afinal, eu paguei para estacionar, algo devo receber em troca) ou aciono o flanelinha (serviço independente de vigilância automobilística urbana)? Ou, ainda, reclamar ao bispo Dom Vicente Costa (já que no Centro está cheio de flanelinha e parquímetro, só resta reclamar ao bispo, como diz o ditado popular).

Que dureza. Aliás, cadê a fiscalização? Nessa hora, não passa ninguém da Setransp (ou o nome atual desse departamento). Mas será que adiantaria?

É desagradável você pagar o parquímetro e o flanelinha simultaneamente. Mais chato ainda ver que a relação entre fiscais da empresa e dos “vigias autômatos” é muito boa.

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– Valeu o sentido da foto ou não?

Caprichando no clique!
Pediram uma postagem de foto com celular (mobgrafia) para o seguinte tema: “NEW YEAR, NEW START”.
Saiu essa, abaixo, para o concurso do Aplicativo de Fotos comercializáveis FOAP:

📷 #Mobgrafia é nosso #hobby!

Resoluções de Ano Novo? 🤔

Year, new start – imaginar que todos os dias serão metaforicamente bonitos nas decisões da vida, da mesma forma e proporção de como esse clique do amanhecer na Divisa de Jundiaí com Itupeva é belo!

Será possível?

👊🏻 #amanhecer #natureza #paisagem #fotografia #FoapJan18 #morning #newyear #resolutions @rafaelporcari #Jundiaí #Itupeva

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– Para quê complicar o pagamento do IPTU, dona Prefeitura?

Tenha certeza: assim que o IPTU de Jundiaí chegar na casa dos munícipes, a chiadeira vai ser grande. Explico:

Ao invés dos práticos carnês, chegará uma via com a parcela única para pagamento (com desconto). Se você optar por pagar parcelado, terá que pegar pela Internet.

Você acha que terá ou não inadimplência de pessoas que têm dificuldades em usar o computador?

É claro que para muitos (como eu), a Internet ajuda bastante. Mas se há aqueles que não conseguem nem sacar sozinhos a aposentadoria no caixa eletrônico, quanto mais baixar arquivos na Web!

Sem dúvida, é uma economia burra da Prefeitura de Jundiaí. Todo esse transtorno (que certamente terá) para não imprimir carnês (e dessa forma transferindo o custo de impressão para nós).

Será que é essa redução de custos que irá resolverá os problemas das finanças públicas? Claro que não.

Enfim: quem cuida da imagem do prefeito Luiz Fernando Machado está deixando ele se queimar desnecessariamente. Ao invés do IPTU ser destacado pela opção de outras datas de pagamentos com desconto (sim, terá essa novidade), a reclamação da não impressão dos carnês dominará as gritas gerais.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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