– Desmistificando a parceria, entendendo o negócio e outras considerações (positivas e otimistas) para a estreia do Galo.

Não gosto de bobagens criadas e boatos disseminados. E fazê-los às vésperas do começo de um campeonato, é algo ruim.

Digo isso pois o contrato entre Paulista FC e a Kah Sports (através de uma de suas empresas, a Fut-Talentos) foi assinado. Feito isso, é necessário um voto de confiança ao parceiro. E é justamente quando começo a rascunhar esse texto, leio um cidadão escrevendo que seu garoto teria que pagar para jogar no Paulista. Será?

No mundo do futebol, cansamos de ouvir histórias de “treinadores-empresários” (alguns muito famosos) que cobram percentual de salários para escalar atletas como titular (ou até mesmo os agenciam na surdina). Isso é nojento. 

Existe também a modalidade de “compra de vaga”. Me recordo que certa vez fui apitar um jogo de aspirantes (nem existe mais o torneio) entre Palmeiras x Sãocarlense (não é o São Carlos, era o antigo time daquela cidade). A equipe passava por uma situação financeira delicada, e eis que o time ganhou a ajuda de um empresário coreano milionário que queria realizar o sonho do filho: ser jogador de futebol! Para tanto, “comprou” uma vaga no time. Bancou uniformes da Adidas, todas as despesas do campeonato e outras coisas importantes; em troca, o filho deveria ser titular. Respeitosamente, o jovem asiático (um meio-campista) era horroroso como boleiro! O time era razoável, mas o coreano afundava a equipe. Durou muito pouco esse negócio. 

Especificamente ao nosso Paulista, imagino que a coisa é completamente diferente. Em que pese existam / existiram algumas críticas iniciais no relacionamento com a imprensa (a adaptação às regras de entrevistas), o receio de um treinador até então desconhecido e com resultados ruins no Rio Branco, uma dúvida de quem eram as pessoas envolvidas e o trauma de um novo “português Paulo Fernandes e seu grupo monegasco”, agora existe um contrato assinado, um trabalho de pré-temporada realizado com o profissional (treino à noite para se adaptar ao horário do jogo não é muito comum; isso merece aplausos) e outras coisas positivas a se observar: em especial a separação do que é “escolinha de futebol” e “elenco de alto rendimento”. 

A Fut-Talentos tem Escola de Futebol, todos sabem. Existem dezenas de empreendimentos assim em nossa cidade, algumas escolinhas até com a bandeira franqueada de clubes grandes da capital. É um negócio comum, honesto, rentável. Como qualquer escola (de idiomas, profissionalizante, de dança, etc), cobra-se para estudar / aprender / aprimorar-se. Normal. E assim como os clubes constituídos tem suas franquias / escolinhas, há também as equipes “de fato”, os times que jogam pra valer, os atletas de alto rendimento, cujo lucro natural vem através de contratos assinados / agenciamento e direitos federativos.

Eu sempre falo como um mantra as palavras ética, honestidadetransparência. No momento, tudo tem parecido ser correto (até que se prove o contrário). Agora, a suposta denúncia de venda de vaga, feita no Facebook por um agente de jogador, é grave. Ou tem que provar, ou costumeiramente o acusado lhe mete um processo. Um time titular tem que jogar os melhores tecnicamente, não os que têm maior poder financeiro. Penso que seria um “tiro no pé” da própria empresa fazer isso, trazendo-lhe total descrédito e, logicamente, prejuízo (se tem um ótimo jogador que vale a pena ser colocado na vitrine que poderá render dinheiro alto, por que colocar um pereba pagante de mensalidade?).

A única coisa que poderia ser “perguntada”, a fim de tranquilizar a torcida, são as condições e cláusulas do contrato assinado. Claro, a Diretoria do Paulista poderá alegar que são dados sigilosos (a Kah Sports não tem obrigação de fazê-lo pois não tem torcedores, mas se alguém tiver que fazer, deveria ser o Paulista, que tem a torcida). Entendo a necessidade de preservação das cláusulas, é um direito da Diretoria apresentá-los ao Conselho e não publicamente, mas… há algo que impede de fazê-lo?

Seria uma “bola dentro” para o torcedor jundiaiense ter o conhecimento disso: o quanto cada um leva, percentual de atletas, divisão de receitas e gastos, etc. Se o presidente do Conselho, Dr Cláudio Levada (que tenho enorme respeito e sei da sua seriedade inconteste – o admiro desde os tempos dos bancos escolares – e faz anos), entende que não vale a pena ser divulgado, logicamente há de se respeitar pois não o faria à toa. Na verdade, penso que boa parte dos torcedores sofrem do medo do “Campus Pelé”, que sucumbiu o Paulista  e ainda traumatiza os jundiaienses. Aliás, por onde andam esses caras, que prometiam uma parceria na Suíça?

Enfim: toda a torcida para o sucesso de ambos (Paulista e Fut-Talentos)  pois a união deverá existir harmoniosamente. E boa sorte ao Galo daqui a pouco, na estreia contra o São José fora de casa.

Ops: não ganho nada em falar bem ou mal de A ou B, apenas faço a observação de maneira justa para poder cobrar quando necessário e aplaudir se justo for. Critico bastante, mas sempre com responsabilidade; quando creio ser pertinente, escrevo minhas considerações. E que assim seja.

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Imagem: reprodução do site Esporte Jundiaí

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– Programa “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” é uma esperança para o Hospital São Vicente!

Quando a iniciativa é boa, deve ser elogiada e servir de modelo. Todos sabem por exemplo, das dificuldades de manutenção do Hospital de Caridade São Vicente, em Jundiaí. Se é difícil manter um bom atendimento, quiçá ter dinheiro para as reformas estruturais.

O fato é que empresas estabelecidas na cidade reformarão leitos do hospital. O “pool” de organizações se dividirá em ajudar parte-a-parte na melhora da instituição de saúde. Elas devem ser louvadas por tal ação de responsabilidade social!

Ufa, enfim uma boa notícia para o jundiaiense.

Extraído de: https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2019/03/29/acolha-um-quarto-conforte-vidas-vai-revitalizar-72-quartos-do-sao-vicente/

“ACOLHA UM QUARTO, CONFORTE VIDAS” REVITALIZARÁ 72 LEITOS DO SÃO VICENTE 

Lançado nesta sexta-feira (29), no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o projeto “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” tem a proposta de transformar 72 quartos do Hospital São Vicente (HSV) em espaços mais acolhedores, modernos e humanizados para os pacientes. A iniciativa foi apresentada pelo prefeito Luiz Fernando Machado e pelo superintendente do HSV, Matheus Gomes, juntamente com o bispo diocesano da Diocese de Jundiaí, Dom Vicente Costa e Sociedade de São Vicente de Paulo, para uma plateia de empresários interessados em colaborar com a revitalização do único equipamento hospitalar de alta complexidade e referência em cardiologia, neurologia, ortopedia e oncologia da região de Jundiaí.

“Temos um hospital que conta com a melhor equipe técnica disponível. Quem atende aqui, atende nos hospitais particulares de São Paulo, como Sírio Libanês e Albert Einstein. É papel da prefeitura mobilizar a sociedade para uma parceria direcionada à melhoria do equipamento, que é centenário e referência para toda uma região em alta complexidade. É com grande satisfação que percebemos a mobilização da iniciativa privada interessada em contribuir para a construção de espaços mais acolhedores para quem precisa do hospital”, ressaltou o prefeito.

A intenção do projeto, articulado pelo HSV e Rede Jundiaí de Cooperação, em parceria com segmentos da sociedade, é modernizar os quartos e respectivos banheiros do HSV, estabelecendo uma padronização por meio da troca de portas, pisos, azulejos, revestimentos, pintura, cortinas, itens para banheiro, iluminação, mobiliário, ar-condicionado e kit leito (cama elétrica, régua multifuncional, poltrona de acompanhante, divisória e bandeja de refeição), além de pequenas intervenções. Os projetos arquitetônicos foram as primeiras doações recebidas pela iniciativa e elaborados por 10 arquitetas de Jundiaí do grupo ‘Um Tijolo por Dia’, que acompanhará os trabalhos. Paula Cereser, uma das arquitetas envolvidas, afirma que o trabalho é detalhado. “O hospital tem muitos modelos de quartos diferentes. Conseguimos adequar um projeto bonito, com custo acessível e digno para o atendimento de excelência”, argumentou.

A revitalização dos ambientes será colocada em prática a partir da adoção de quartos ou compra de cotas por pessoas físicas, grupos e empresas. As doações serão feitas diretamente numa conta do HSV vinculada ao projeto e haverá prestação de contas das mesmas. Todas as informações podem ser consultadas no Regulamento no site: http://www.hsvicente.org.br. A revitalização se dará de maneira gradual, respeitando as Normas Regulamentadoras do Ministério da Saúde. As entregas ocorrerão conforme o término das obras, com duração de 12 meses.

Diferentes setores do hospital receberão as intervenções. Serão eles: Clínica Feminina (13 quartos), Clínica Masculina (14 quartos), Clínica Cirúrgica 1 (15 quartos), Clínica Cirúrgica 2 (5 quartos), Clínica Ortopedia (9 quartos), Clínica Mista (9 quartos) e Pronto-Socorro Adulto (7 quartos). Cada modelo de quarto tem um custo estipulado para a reforma, variando de R$ 36,5 mil até R$ 409,5 mil, conforme a quantidade de leitos existentes em cada. Além da adoção dos quartos completos, é possível doar por meio de cotas de R$ 25 mil (cota Pulmão) e R$ 50 (cota Coração) para pessoas jurídicas e R$ 3 mil para pessoas físicas (cota Anjo)

Parceiros
O caráter social do projeto já tem a adesão de parceiros doadores, como a Roca Metais e Louças, representada por Maria Lúcia Besson, que doou todos os pisos e revestimentos para os 72 banheiros além dos metais e louças para 36 banheiros. “É um projeto para o bem de toda a população. Nesta hora não existe concorrência no mercado. Por isso, conversamos com a Deca e eles também doarão outros 36 banheiros (metais e louças)”, comentou. Além desta empresa, a Duratex também se comprometeu em doar painéis em MDF e a Astra doará acessórios para 72 banheiros

Logo após a apresentação ao empresariado, Guilherme Rodrigues da Cunha, diretor de Ação Social do Tauste Supermercados, anunciou a doação do custo para a reforma de três quartos completos. Ainda não instalada na cidade, mas com terreno adquirido e interesse na localização, a empresa Evasola também se comprometeu a doar o valor referente à reforma e adequação de um quarto.

Dados
No ano passado, a Prefeitura de Jundiaí aportou R$ 160 milhões ao HSV a partir dos convênios firmados. O custo total do complexo foi de R$ 200 milhões para o atendimento de 23 mil pessoas por mês, realização de 7 mil cirurgias/ano e manutenção do corpo técnico formado por 246 médicos e 1,7 mil funcionários. “O São Vicente é mais que o hospital de referência para atendimento em alta complexidade para toda a região de Saúde de Jundiaí. Guarda a história centenária de uma população sem deixar de lado a inovação, com índices cada vez mais expressivos na qualidade no atendimento – 85% de satisfação entre os usuários – e resolutividade – mais resolutivo de todo o Estado (95%). A melhoria na estrutura garantirá maior conforto para os atendidos”, comentou Matheus Gomes.

Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ

– A novela Red Bull e os capítulos finais: Paulista fora mesmo?

Sempre fazendo de maneira honesta e transparente, sem boataria mas com informações concretas, uma das minhas últimas postagens sobre o assunto de parceria ou não da Red Bull com o Paulista (afinal, eu também estou de saco cheio disso).

Cronologicamente:

  • Quando o Paulista estava bem, na Série A1 do Paulistão e ainda disputando o Brasileirão nas divisões menores, o Red Bull estava na A3 Regional e queria jogar no Jayme Cintra – ainda não era desejo de parceria, mas também não houve acordo de locação.
  • Quando a matriz austríaca resolveu dar um UP nos negócios envolvendo futebol (são profissionais – ganhar títulos, além de ter o nome divulgado, faz parte da estratégia de merketing), pensou-se em associação, fusão, co-gestão ou parceria com clube(s). A priori, Oeste (um time quase que cigano mas com vaga na série B do Brasileirão) e Paulista (pelo Estádio, pela praça – logisticamente perfeita – e pela torcida).
  • Apesar dos assustadores 30 milhões de reais em dívidas aproximadamente que o Paulista FC tem (boa parte trabalhistas), o Red Bull fez toda a contabilidade do Galo para saber onde dava para diminuir, com quem pode renegociar, onde dava para acertar. Até ao Juizado da Vara do Trabalho em Campinas o Toro Loko foi! Aqui, isenção de erros da diretoria do Paulista pois uma juíza não aceitou a 1a proposta do Red Bull para, em assumindo o Paulista, assumir as dívidas.
  • Jogar no Jayme Cintra arrendado, assumindo o Oeste e mantendo o Paulista como um clube independente (mas parceiro) foi uma ideia – descartada.
  • Adiquirir um terreno para se contruir uma Arena Red Bull e fincar raízes na cidade de Jundiaí foi sim ventilado (e uma área à beira da Anhanguera, no Bairro dos Fernandes, estudado com cuidado), permitindo que o custo pudesse valer a pena para algo próprio.
  • Negociar o Bragantino – que foi o interessado em buscar o Red Bull, tornou-se uma possibilidade. Porém, falamos de uma empresa que negocia seriamente, com paciência e atropelos, e um presidente de clube folclórico, Marquinhos Cheddid, que anteriormente negou tudo em nome da cidade e da memória do pai Nabi; depois o mesmo anunicou negócio “praticamente fechado” por 45 milhões de reais e colocou uma data-limite (1o de abril), com a bobagem de possível “contrato com prazo indeterminado”. Ninguém assina contrato assim.
  • Nesse derradeiro capítulo, a Folha de São Paulo, em sua versão na Internet desta 3a feira, trouxe que Boa (MG) e Criciúma (SC) também eram clubes interessados/ de interesse.

Enfim: repito que “quando a noiva é rica, bonita e cheia de virtudes, todos querem casar”.

Agora, como ficará o Paulista? Ficará gerido pela Kah Sports, através da sua empresa Fut-Talentos (portanto, de poder impactante muito menor que o Red Bull teria) que passou pela Barbarense e pelo São Bernardo (mas que no começo da negociação tinha como cartão de visitas “ser o gestor que ajudou o Fortaleza a subir para a série A do Brasileirão”).

Repetirei como uma mantra que tenho feito: torcemos todos para o sucesso do nosso querido Paulista FC, mas por quanto o Galo está sendo entregue ao Fut-Talentos? Isso é importante: o Paulista está recebendo para deixar a empresa usar a camisa e o nome tradicional de 110 anos, ou aceitou tudo isso SEM CONTRATO ASSINADO e de graça, para não pedir licença da 4a divisão de 2019?

Respeitosamente, mas com objetividade: deixamos um grupo de empresários assumir o Galo somente para o time entrar em campo, sem receber nada (Qual o percentual de venda dos garotos? E quanto investiram no Paulista em si – e não só em atletas?) e com apenas o acerto “de boca”, sem anda assinado?

Tomara que dê certo, torcerei, mas isso não tira o meu direito em achar que a situação é bem pior do que pensamos. Afinal, tudo é muito obscuro… E tenho certeza que há conselheiros, pessoas de boa vontade e colaboradores do Paulista que estnao padecendo com essa situação como estou, querendo que tudo fosse diferente – mas que estão de mãos atadas!

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– O Comércio de Empreendedores Tradicionais fechando as portas em Jundiaí.

Vi com tristeza que o Credi-Nino e a Papelaria Santa Terezinha estão fechando as portas na Terra da Uva. Juntar-se-ão com Lojas Magalhães (lembram do Papai Noel que subia e descia inflando-se, ao lado do “falecido” Cine Ipiranga?), de Festão, do Credi-Tranquilo ou do Bolinha Brinquedos e Pererê. Lembrando ainda da Trel, da Pauliceia e de tantos outros tradicionalíssimos nomes jundiaienses.

Os motivos são vários: dificuldade em manter o negócio, desinteresse dos herdeiros por outros rumos e concorrência acirrada com as grandes redes. Afinal, vejam os “grandões nacionais” que esses comércios concorriam.

Vida que segue! Ficarão na memória da cidade e boa sorte aos ex-comerciantes.

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– Parabéns pelo PERFEITO pronunciamento, Heitor! O Paulista tem que ser ABERTO a todos.

Ouvi o jornalista Heitor Freddo, amigo e colega da Rádio Difusora, no seu espaço “Chutando o Balde” durante o programa esportivo Show de Bola, comandado pelo Adilson Freddo (que dispensa apresentações). Há tempos não escuto tamanha COERÊNCIA, CORREÇÃO e OBJETIVIDADE numa crítica – e que foi muitíssimo bem direcionada à relação estabelecida entre os novos gestores do Paulista com a imprensa.

Eu sempre defendi que, mesmo em espaços opinativos, se separe e esclareça o que é informação e boataria. Eu não sou jornalista, apenas um comentarista e entusiasta jundiaiense (que apesar de torcer assumidamente para o Paulista e para a Cidade de Jundiaí – independente de quem esteja gerenciando ambos), não pode esconder o fato ou descontentamentos.

Digo isso pois pesa-me saber que a normatização imposta pelos novos gestores, conforme abordado, traz e transmite uma antipatia muito grande a quem vive o dia-a-dia do Paulista. Temos em Jundiaí duas rádios sérias que falam sobre o Galo: a Cidade e a Difusora – e seus profissionais sabem como é difícil cobrir e trabalhar no futebol deficitário de hoje. Custa caro, e se o Paulista não tem patrocinador, imaginem as dificuldades das rádios em achar quem queira ser anunciante de time da 4a divisão.

Em especial, a Difusora (aqui não é propaganda, é fato concreto) transmite TODOS os jogos do Galo – e por eu fazer parte da equipe, sei como é suado. A dificuldade da linha, a companhia de telefone que sacaneia, a aventura de transmitir em celular ou de onde e como for. Mais ainda do que isso: há o Cobrinha, o mítico Luiz Antonio de Oliveira, que é símbolo do futebol amador e profissional da cidade, pela cobertura e vivência. Sou testemunha de que o Cobrinha está de manhã, à tarde, muitas vezes à noite e, se a família não o chamar para casa, dorme no Estádio Jayme Cintra! Aliás, se um dia o Paulista tiver um Centro de Formação de Atletas, terá como obrigação homenagear o espaço com o nome de “CFA Luiz Antonio de Oliveira”, pelos justos conselhos que dá aos jogadores que aqui chegam.

Também se faz importante lembrar que temos outras mídias na cidade, o Esporte Jundiaí do Thiago Batista de Olim (que  às duras penas trabalha honesta e corretamente), o pessoal da TV TEM que dá espaço ao Galo na medida do possível, e outros que vivem e convivem na rotina por lá.

Assim, as rádios, TVs e sites que DIVULGAM, PROMOVEM, FOMENTAM o torcedor de informações, são ou serão barrados por um excesso burocrático? 

Falamos do Paulista FC que se confunde com o nome da nossa cidade (é Paulista de Jundiaí, da torcida de Jundiaí, da imprensa de Jundiaí, da sociedade de Jundiaí). O time jundiaiense, se não tem diretores ou gestores à altura de suas tradições (financeira e competentemente falando), não pode deixar de apresentar a história de cumplicidade do Galo com a comunidade da nossa Terra da Uva.

Com as medidas de “fechar treino”, cercear o trabalho da imprensa, criar um burocratismo (que é o uso equivocado da burocracia, quando ela se dá em excesso), faz com que tenhamos a impressão de que os parceiros são donos do clube, e não gestores do departamento de futebol.

Não é por aí. Não somos o global Real Madrid, tampouco o endinheirado Palmeiras, nem sequer conseguimos ter um calendário decente. Mas “time particular” de alguém, não.

Administradores da Kah Sports, a quem torcemos pelo sucesso como já escrevemos anteriormente (todos dependem disso), façam a integração da empresa Fut Talentos à cidade de Jundiaí, não busquem o caminho contrário: o de que torcida, imprensa e demais agentes sejam àqueles que se adaptarão a vocês.

Aliás, que história é essa do treinador Edson Ferreira, o “Fio”, querer que se publique “Edson Fyu”? Deixe ganhar alguns jogos para ver se o nome estiloso pegará…

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– Paulista e a Temporada 2019: como será?

Você pode olhar com um ponto de vista pessimista ou com um ponto de vista otimista. E escrevo isso após assistir um debate intenso sobre o Red Bull se interessar ou não por Jundiaí.

Dias atrás, escrevi sobre as alternativas (não boatarias, mas informações concretas) sobre o futuro do Galo. E uma das hipóteses descartadas nesse momento, sem dúvida, é uma fusão com o Toro Loko. O que podemos ter (isso é real): o Red Bull ficando com a vaga do Oeste na Série B ao adquirí-lo (esqueça o Bragantino, que tentou atravessar a negociação), fazendo o Estádio Jayme Cintra como sua sede. Dessa forma, teríamos o Paulista Futebol Clube e o Red Bull Brasil, ambos jogando em Jundiaí, tendo o Galo como o histórico time tradicional e o Toro como a novidade, ficando 15 anos na cidade, tentando formar sua torcida e sua identidade, com o objetivo de se tornar mais um time grande no Estado de São Paulo e jogar a série A do Brasileirão (com possibilidade de renovação automática por 5 anos depois dos 15 iniciais).

Repito: Red Bull e Paulista, ambos de Jundiaí. O Galo receberia pelo arrendamento do estádio, mais uma verba para fortalecer o time, e sua vida continuaria. Isso para 2020 no Paulistão (difícil para 2019).

E a Kah Sports, como ficaria / fica?

Fica como parceiro do Profissional Sub 23 e gestora das diversas equipes da base. Um contrato para o futebol das categorias amadoras e outro para o Principal. Isso pela Fut Talentos, o seu braço que tem a expertise dos jogadores.

Precisamos entender que o futebol, hoje, é negócio. Todos os lados devem discutir seus interesses. Pelo que entendi, a nova diretoria de futebol é formada pelos novos gestores, e que estão montando o time para disputar a série B do Campeonato Paulista par ter sucesso, e não apenas cumprir tabela.

E o que seria “sucesso” no futebol-business?

Entendo que, se o time fizer boa campanha, os jogadores se valorizam e são negociados por um valor maior. É, portanto, um produto com mais qualidade porque rendeu mais, e que gera mais lucro. Será bom para todos se der certo. Melhor se o sucesso não for uma simples boa participação, mas o acesso à série A3.

Claro, me desagrada ver que o elenco antigo (ou o que sobrava) se desmanchou. Por motivos diversos, atletas saíram antes da parceria ser concretizada (não sei se posso dizer: assinada, não tenho essa informação, mas pelo andar da carruagem imagino que esteja. Ou não?). Mas se saíram e entrou dinheiro para o cofre do Paulista (aqui, não seria da Kah Sports, pois são negócios anteriores) menos mal. Ficará na balança o quanto valeu ou não liberá-los / vendê-los (a história do custo-benefício).

É o que se pode fazer atualmente, e vamos torcer para que os jogadores que cheguem sejam tanto bons ou melhores do que os que saíram.

A realidade é essa, em 4 observações pontuais:

  1. Red Bull se unindo ao Paulista como um time só, sem chances. Esqueçamos.
  2. Red Bull pagando para se estabelecer em Jundiaí e entrando dinheiro para o Paulista, ambos convivendo em harmonia, sim – em breve (2020 provavelmente).
  3. Categorias de base com investimento em diversas idades, por conta da Fut Talentos / Kah Sports, sim.
  4. Profissional / Sub 23 com novos atletas, para 2019 sim. Em 2020, dependendo do acesso ou não, do acerto do Red Bull e do relacionamento com a experiência, a aguardar.

Penso que dias melhores virão. Espero que venham mesmo, sou otimista. Vamos torcer, sem nos iludir. E que não exista uma antipatia dos novos gestores com os órgãos estabelecidos da imprensa que cobrem tão tradicionalmente o Paulista (vejo um release sobre novas normas de acesso da Imprensa, e me assusto com “treinos secretos / fechados / ou algo parecido”, além de um possível excesso de burocratização.

Parceria é dar as mãos: parceiro, clube, sociedade, torcida e colaboradores diversos.

Boa sorte Galo!

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– A novela “Red Bull e o(s) time(s) a comprar”: Capítulo da 2a feira!

O tempo se esgota para a definição: o Red Bull conseguirá disputar a série B do Brasileirão em 2019? E se sim, será pela compra de qual equipe: do Oeste com uma negociação conjunta com o Paulista (discutimos isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-mVx) ou através da aquisição do Bragantino, notícia que “estourou” nas últimas horas e que abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-mVT ?

Independente do que ocorra, eu torço para que exista futebol profissional em Jundiaí. Ou esperaremos um mecenas árabe, um mafioso russo ou um conglomerado chinês “cair do céu” e comprar o Galo? Ao menos, o Red Bull é uma empresa séria e um parceiro / sócio / incorporador que não traria vergonha ou receio ao Paulista Futebol Clube, com dinheiro limpo e vontade de crescer.

O capítulo mais atual de tudo isso: novas informações surgiram na 2ª feira, pelo jornalista Jorge Nicola, na ESPN e no Blog do Yahoo. Cita-se Ernesto Garcia, presidente do Oeste (hoje o Oeste está sendo gerido pelo Sr Mário Teixeira, como citado anteriormente; Garcia é o mesmo que ficou devendo na Cantina Jundiaiense ao antigo proprietário, o conhecido Sr Farias, quando o time de Itápolis era pobre e veio jogar aqui em Jundiaí – comeu e pagou com cheque sem fundos). Cita-se também Marcelo Veiga, treinador do Bragantino, que disse ter a garantia de Marcos Cheddid que o time de Bragança não será vendido.

Até começar a série B (e esse é o prazo limite para a definição; portanto; LOGO!), o rebuliço será grande. Insisto: torço que, aconteça o que acontecer, seja favorável ao Paulista. É hora de união!

Aqui a notícia no link em: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/5372412/red-bull-mira-compra-de-tres-clubes-paulistas-e-faz-proposta-de-r-35-milhoes-para-conseguir-jogar-serie-b

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– O fato novo que atrapalhará a vida do Paulista FC!

Fazendo boa campanha na Primeira Divisão do Paulistão e desejando participar da série B do Brasileirão (com propósito de subir para a Série A em prazo curto), o Red Bull Brasil sente a pressão da sua Matriz austríaca para que seu projeto “vingue de verdade” em nosso país.

Explicamos nos últimos dias os planos do Toro Loko para negociar conjuntamente o Oeste (pela vaga da série B) e o Paulista (pela tradição, pelo estádio e pela torcida).

Aqui a postagem, em: https://wp.me/p4RTuC-mVx .

Através do Globoesporte.com na 6a feira, soube-se que o acerto com o Oeste estava quase que sacramentado. Mas… Acontece que surgiu um fato relevante: o Bragantino, do polêmico presidente Marcos Cheddid, apareceu como um novo elemento na negociação. O seu mandatário OFERECEU o time para o Red Bull (as informações que recebi – e de gente que confio – é que não foi o comprador que procurou o Bragantino, mas o time que se ofertou).

A ideia é: estando perto de começar a Série B e desejando fechar negócio com o Oeste pela vaga (e adquirindo o Oeste, tenderia a dar certo o negócio com o Paulista), caso fechasse com o Bragantino (que tem estádio, sede fixa e a vaga na série B), não faria sentido adquirir 2 times e ficaria com 1 só que atendesse as expectativas.

Fica a dúvida: como o Red Bull reage / reagiria com um negócio em Bragança? Dentro do seu planejamento estratégico (que é de longo prazo para algumas ações estratégicas, mas ao mesmo tempo tem que ser rápido se desejar mesmo a Série B nesse ano), o que mudará?

Agora, uma opinião pessoal: será que Bragança Paulista atende a expectativa de torcida e receptividade da empresa? Estaria logisticamente melhor do que Jundiaí? E nas questões de marketing, como ficará?

Não é algo simples e o tempo é curto. Mas lembremo-nos: quando a noiva é bonita, todos querem casar! Enquanto alguns namoram e mostram a intenção de virar um casamento, outros se oferecem com vários outros atributos. Se você fizer uma busca pela Web, verá que muitos clubes querem o Red Bull como parceiro. Achei (abaixo) até uniforme do “Red Bull Portuguesa de Desportos“!

Aguardemos! E fica evidente: se fechar com o Bragantino (eu acho que há outros fatores que impedirão isso, mas aí é apenas análise hipotética), o Oeste ficará chupando o dedo e o Galo também. Tomara que isso não aconteça.

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– Paulista de Jundiaí, Red Bull Brasil e Oeste de Itápolis em 2020: afinal, como será? Entenda o propósito do negócio.

Chega de especulação. Aqui algumas informações (não é fofoca, boataria ou impressão pessoal), e que nada prejudicam o andamento da vida do nosso glorioso e sofrido Paulista.

Considere que existem 3 times com o seguinte panorama:

1. O Paulista Futebol Clube, de Jundiaí, que tem um estádio tradicional, funcional e bem localizado (em especial pela logística de jogos organizados pela FPF e CBF); com real torcida existente, títulos conquistados e história centenária.

2. O Oeste Futebol Clube, originário da pequena e simpática cidade de Itápolis, arrendado pelo “seo Mário Ponte Preta” (Sr Mário Teixeira, um dos acionistas mais importantes do Banco Bradesco, apaixonado por futebol e dono do Audax) e que trouxe o time interiorano para Barueri (a fim de diminuir a distância de viagens e transformar o time em mais um clube-empresa do seu grupo).

3. O Red Bull Brasil, que investe pesado nos esportes em geral (Fórmula 1, corridas de avião e futebol, por exemplo), e que é de propriedade do fabricante global de energéticos Red Bull (da Áustria), inscrito em Vinhedo, treinando no moderníssimo Centro de Formação de Atletas em Jarinú (o conhecido Sítio Santa Filomena, onde os clubes grandes faziam pré-temporada e que o Toro Loko conseguiu transformá-lo em seu centro de treinamento) e que joga no Moisés Lucarelli em Campinas, pois não tem um estádio para dizer que é “só dele”.

O panorama de tudo isso remete a duas situações:

A PRIMEIRA, provável e ideal, é o surgimento do Red Bull Paulista (o nome não é especulativo, é o proposto, atendendo anseios esportivos, comerciais e de marketing). Ou seja: o Red Bull Brasil compraria o Oeste de Itápolis e faria uma fusão / parceria / negociação com o Paulista. Assim, teríamos um time profissional forte na cidade de Jundiaí, nascendo com a tradição do Galo, tendo um estádio não itinerante, com o Centro de Treinamento de qualidade indiscutível, com o dinheiro dos austríacos e a vaga do Oeste de Itápolis / Barueri. Dessa forma, o Red Bull Paulista nasceria na série A1 do Paulistão e na série B do Brasileirão, jogando no Jayme Cintra e treinando em Jarinú, somando os títulos já conquistados e possuindo um time forte com estrutura tão boa quanto dos grandes.

A SEGUNDA, mais simples, é o Red Bull comprando o Oeste de Itápolis, fazendo o clube abandonar Barueri e alugando o Jayme Cintra para ser sua sede ao invés do Moisés Lucarelli. Teríamos, dessa forma, uma segunda equipe em Jundiaí, o Red Bull Brasil (sem mudança do nome), na série A do Paulistão e na série B do Brasileirão. O Paulista Futebol Clube teria o dinheiro do aluguel do estádio e uma ajuda financeira (aqui ainda em discussão os valores) para manter seu futebol profissional em atividade. Nada em imaginar que seria uma “nova Parmalat” na vida do Galo.

São essas duas situações a se concretizarem ou não. Mas onde entra o grupo Kah Sports com a sua empresa Fut Talentos?

A Kah será uma empresa que ajudará o Paulista a se manter em atividade até o ano que vem. De maneira objetiva: sem dinheiro e com nada fechado com o Red Bull, para não ter que se licenciar do futebol profissional, o Paulista colocou na negociação das equipes de base a condição de que a Kah (que originalmente queria administrar o Sub 15 e Sub 17, que é sua expertise), assumisse também o Sub 23.

É por isso a demora da assinatura do contrato, mas que ao final das contas se acordou para esse negócio: a Kah assume a base e o profissional em 2019 para o Paulista se manter ativo (até pelo motivo de que, caso alguma coisa dê errado com o Red Bull – agora com mais tempo para a negociaçãoo Paulista não passasse pelo vexame de abandonar o torneio da 4a divisão em 2019 e ser multado e punido pela FPF).

Não nos iludamos para esse ano, já que o Galo será montado para sobreviver, e se o acesso vier, é lucro. Mas sonhemos para 2020, pois a possibilidade de calmaria será real.

Depois de tudo isso, passemos da informação para as considerações pessoais:

  • Qual o medo de se divulgar que existe uma negociação em curso? Não é nenhum segredo admitir que existem tratativas, e fazer com que isso seja falado sem receio (preservando logicamente as questões sigilosas e estratégicas de uma negociação) é um ponto positivo para a cidade apoiar / abraçar o projeto.
  • Depois de erros e acertos (a balança e a medida deles é outra questão), a diretoria (ou as pessoas que estão respondendo em nome do Paulista hoje) está, nesta difícil conduta transacional (e transitória também) CORRETA. O Paulista faliu, quebrou, sobrevive na UTI graças a paixão dos torcedores e alguns abnegados da cidade que conseguiram evitar que os aparelhos desliguem. Sejamos objetivos, realistas e claros: é essa a situação.
  • Parabéns ao Hikmat Derbas, da Kah Sports, por aceitar as ideias sugeridas do Paulista; ao Thiago Scuro, o CEO do Red Bull, pelo interesse que tem e não desistir de negociar; e pelo Dr Cláudio Levada e seus pares do Paulista FC, pelo extremo cuidado e delicadeza que conduz tudo isso (o que não deve ser fácil).

Enfim: teremos Toro Tricolor ou Galo Loko? Sem polemizarmos o mascote (não é nem momento para isso). Tomara que tudo dê certo.

Atualização de 10/03/19, às 16h43:

IMPORTANTE – 

Amigos, na iminência do Red Bull negociar com Oeste e Paulista, surge a informação (de gente confiável) que Marcos Cheddid ATRAVESSA / TENTA ATRAVESSAR o negócio oferecendo condições interessantes para o Red Bull COMPRAR em definitivo o Bragantino. 

Por ora, os cartolas se conversam. 

Ao invés de negociar com dois times – um “cigano” e outro “endividado”, negociaria com um só que é sólido.

NÃO foi algo que partiu do Red Bull, mas sim do Marcos Cheddid, segundo a informação. 

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– IMPORTANTE: fazemos favor de Graça à rica FPF?

Eu defendo a generosidade, o “fazer favor sem nada esperar”, a solidariedade. É uma conduta de vida, pois àqueles menos favorecidos precisam da ajuda dos que mais têm. Não é discussão ideológica de capitalismo x consumismo, mas simplesmente cidadania (e para quem tem fé cristã: fraternidade).

Digo isso pois NÃO ENTENDO os inúmeros favores que a Prefeitura Municipal de Jundiaí (e respeito demais o prefeito Luiz Fernando Machado, enquanto pessoa e chefe do Executivo da nossa cidade) tem feito à FPF, CBF e SAFESP. A troco de nada?

Muitas vezes eu leio questionamentos de torcedores do Paulista FC pedindo intervenção do Município para ajudar o clube. Esses apelos aconteceram desde a decadência financeira do clube, e foram feitos desde os tempos de Miguel Haddad, passando pelo Pedro Bigardi e continuam sendo feitos à atual gestão. Sempre fui muito claro e insisto: sou totalmente contra a entidade pública ajudar com recursos de impostos (que eu pago tão suado) às entidades privadas, e especificamente ao Galo que tanto amamos. Eu prefiro ver que as verbas sejam ao Hospital São Vicente, às Escolas Municipais e coisas mais necessárias para a população como um todo. Reforço: digo isso apartidariamente (não voto em legendas, mas em pessoas).

Toda essa longa introdução é que me revolto ao ver os árbitros da CBF fazendo por dias os Testes Físicos na Pista de Atletismo do Bolão. Ora, é uma praça municipal onde o complexo esportivo deve ser prioritariamente a nós, jundiaienses. A CBF é rica, endinheirada, privada, manchada por escândalos de corrupção, e nós cedemos o Bolão DE GRAÇA!!!

O mesmo se aplica à milionária FPF, que esfola os clubes com suas taxas, exige “de tudo” para disputar os campeonatos e liberar os estádios, e que usa nossas dependências públicas sem nada pagar. Ao máximo, a troco de bolas de futebol.

Agora, o Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo, o SAFESP, na pessoa do Arthur Alves Jr, o presidente polêmico (denunciado por assédio sexual segundo a Folha em São Paulo, em: https://wp.me/p55Mu0-Ig e também por fraude nas Eleições, em: https://wp.me/p55Mu0-M8) anuncia que a 47a reunião da diretoria da entidade ocorrerá no Complexo Esportivo Nicolino de Lucca, o “ginásio do Bolão”. Tudo “na faixa”.

Quando o jogador Heltton Matheus, o gato da Copinha, foi descoberto como irregular, o atleta foi suspenso e o Paulista desclassificado da competição (às vésperas de jogar a final contra o Corinthians). O documento do jogador havia sido enviado pela FERJ, APROVADO pela FPF e o nosso “Galo pagou o pato pelo gato”. Essa rica FPF que usa de graça o Bolão levou em conta que o Paulista não era o responsável? NÃO! Sem bom-senso, eliminou o Tricolor!!!

Durante os campeonatos que o Paulista vem disputando, o Estádio Jayme Cintra se torna laboratório de árbitros jovens que fazem o que querem (errando a favor e contra por estarem sendo ainda trabalhados e em formação). Isso é respeito?

Dessa forma, eu (como contribuinte) ou você, leitor, que paga seus impostos, saiba: estamos ajudando a FPF (que não precisa dessa economia) a troco de nada (ou quase nada), como se dá o enunciado desta postagem.

Na pindura que o Paulista está, por quê a Prefeitura não exigir como contrapartida (e isso não é ilegal) que a FPF ajude financeiramente o clube de Jundiaí como sempre fez aos grandes da Capital – e que é algo corriqueiro?

Taí a dica: libere uma verba para pagamento a longo prazo, dona Federação (como faz a muitos clubes) para o Paulista jogar a série B sem tanta dificuldade, em troca do uso das instalações. Estará de acordo com a lei, não é imoral e seria adequado.

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– A única vez que Pelé jogou no Estádio Jayme Cintra.

Meu pai sempre me disse que quando jogaram Paulista x Santos (com Pelé pela primeira e última vez mostrando seu futebol em Jundiaí), o “Negão” não estava jogando nada. E quando um coro começou bulinar a má atuação do Rei do Futebol… Pelé se enfezou e “comeu a bola”. Vitória do Peixe sobre o Galo.

Sempre ouvi relatos, mas nunca vi registros. Eis que surge uma foto agora, trazida pelo Maurício Ferreira, que estava lá no estádio na oportunidade com amigos.

Abaixo, foto e texto do fato histórico extraídos do Facebook do professor Maurício Ferreira, do Sebo Jundiaí:

“Em 1969 no Estádio Jayme Cintra, eu estava nesse jogo, choveu muito nesse dia e o Santos ganhou de 2 a 1, eu tinha apenas 6 anos e meu pai me levava em todos os jogos (menos contra a Ponte Preta) — com Celso Rocha e Cláudio Ioppi”.

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– Cadê o bueiro?

‪Pode, Arnaldo?‬

‪Olha o que dá não ter bueiro. Aliás, visualize a rua adiante e veja onde a enxurrada tomou conta: consegue ver a lombada?

‪Claro que não. Mas são DUAS lombadas encobertas. ‬

‪É avenida de asfalto, mas parece não ser…‬ Virou rotina: quando tem chuva, não saia para a rua (imagine os pedestres na calçada, o que eles padecem…).

Ops: É na Avenida Reynaldo Porcari, em frente ao Batalhão da Polícia Militar, em Jundiaí-SP.

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– Paulistão da 4a divisão vai ter bula ou não?

Concordo com o amigo e jornalista Thiago Batista de Olim: a Fórmula da 4a divisão estadual é horrorosa, precisando de bula para entender e com uma bagunça sem fim!

O arbitral acontecido nesse dia 29 na sede da FPF definiu que: Times ainda “a definir”; grupos de 5, 6 e 7 equipes; jogos eliminatórios sem cobranças de pênaltis; fases em que só um time do grupo de quatro são eliminados… Aff!

Para o torcedor de Jundiaí, o suspiro de que o Paulista FC não pedirá licença e disputará o torneio (bancando pelo respeitado empresário Milton Demarchi, da empresa jundiaiense Frutas DeMarchi – que o citemos pois é quem está ajudando o Galo a não fechar as portas e tem merecido os aplausos, e também pela pessoa idônea que é na nossa sociedade). Mais fôlego para esperar uma possível negociação com o Red Bull.

Abaixo, extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/01/paulistao-da-4-divisao-pode-tera-ate-37.html?fbclid=IwAR3_LsYZWwEZ66-q-iewUpRxgjReogusixAZjXV40SdDShdnXQncyA3Kk2o

PAULISTÃO DA 4A DIVISÃO PODE TER ATÉ 42 TIMES E 1A FASE MAIS ENXUTA

A 4ª divisão do Paulistão não terá a mesma quantidade de clubes em relação a temporada passada. A competição que teve 40 clubes em 2018, nesta temporada pode ter 35, mas pode chegar a 42, já que alguns clubes estão com pendências ainda a serem resolvidas junto a Federação. A competição novamente priorizará o lado técnico na fase eliminatória, premiando o time de melhor campanha com a “vitória” no confronto, em vez da definição da vaga ser na disputa de pênaltis.

Por conta da indefinição de 7 clubes – entre eles Amparo (participou da 4ª divisão em 2019), Osvaldo Cruz (participou ano passado) Guarulhos-GRU (participou ano passado), Fernandópolis (esteve ano passado), Talentos Dez, Catanduvense (que não pode participar do arbitral) e Catanduva Clube (também não pode participar do arbitral) a Federação Paulista ainda não soltou a lista de times participantes da competição. A maioria destes clubes estão com seus estádios sem laudos atualizados até a data desta terça-feira e a chance de não participarem é grande. O Paulista participou do conselho arbitral, sendo representado pelo gerente de futebol, Antônio Carlos Nogueira de Sá Junior, o Juninho.

A competição novamente será exclusiva para atletas até 23 anos. O torneio começa no dia 7 de abril. Segundo a Federação Paulista, a lista oficial de participantes deverá sair na quinta-feira, enquanto os grupos da 1ª fase, tabela e regulamento deverão ser divulgados no mês de fevereiro. Ficou definido que a competição não irá pausar, mesmo com a Copa América sendo disputada no Brasil.

Pelo Estatuto do Torcedor, a Federação terá que soltar a tabela e regulamento até o dia 6 de fevereiro (artigo 9º no Estatuto: É direito do torcedor que o regulamento, as tabelas da competição e o nome do Ouvidor da Competição sejam divulgados até 60 dias antes de seu início).

Formato

As duas primeiras fases do torneio serão regionalizadas. A 1ª fase terá 6 grupos com 5, 6 ou até 7 times em cada chave. Os quatro melhores de cada grupo avançam a 2ª fase que ainda será regionalizada. Na 2ª fase os 24 times seriam novamente divididos em 4 grupos de 6 times. Na 3ª fase, os 16 classificados seriam divididos em 4 grupos de 4 times, e a divisão seria no sistema de sorteio. A partir da 4ª fase, quando seria as quartas de final a competição será em fase eliminatória (com jogos de ida e volta).

Nada de pênaltis

Na fase eliminatória da competição, não haverá em hipótese nenhuma a disputa de pênaltis. Em caso de empate no placar agregado do confronto (soma dos resultados dos dois jogos), a vaga será do time de melhor campanha ao longo da competição.

A decisão foi da maioria dos clubes presentes – 23 votaram a favor da melhor campanha levar a vaga na fase eliminatória em caso de empate no agregado, enquanto 14 gostariam da disputa de pênaltis.

Clubes que participaram do arbitral

América de Rio Preto; Andradina; Barcelona; Flamengo de Guarulhos; Francana; Inter de Bebedouro; Itararé; Guarulhos-GRU; Santacruzense; Bandeirante; Brasilis; Assisense; Joseense; Taquaritinga; Elosport; XV de Jau; Fernandópolis; Manthiqueira; Mauá; Mauanese; Marília; Independente; Jabaquara; Jaguariúna; José Bonifácio; Paulista; Rio Branco; São José; Itapirense; Matonense; Tupã; União Barbarense; União Mogi; União Suzano; Vocem de Assis.

Clubes com pendência e podem ficar fora do campeonato

Amparo; Talentos Dez; Osvaldo Cruz; São-carlense; Fernandópolis; Catanduva; Catanduvense.

Entenda o formato

1ª fase – 6 grupos de 5, 6 ou 7 times – Turno e returno na chave

– Classificam-se os 4 melhores de cada grupo

2ª fase – 6 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo + os 4 melhores terceiros

3ª fase – 4 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo

4ª fase – Quartas de final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

5ª fase – Semifinal – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

6ª fase – Final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares e ficar com o título para o time de melhor campanha ao longo da competição

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– Red Bull e Paulista. Vai surgir um único time?

Já se pode discutir, não é mais segredo: o Red Bull Brasil tem interesse em fazer parceria com o Paulista Futebol Clube que vai ALÉM de arrendar o Jayme Cintra.

O “Toro Loko” ganharia identidade local, torcida e estádio.

O “Galo da Japi” não “morreria afundado em dívidas” na última divisão, voltaria à A1 e permaneceria na mente dos torcedores como em outras associações da história (Paulista-Magnata, Lousano Paulista e Etti Jundiaí).

Fusão? Compra da agremiação? Ou o quê?

Quanto as propostas feitas ou discutidas, aí é outro papo: tudo ainda no campo da especulação. O certo é: o Paulista PRECISA de dinheiro urgente e de pensar sobre a 4a divisão de profissionais (se disputará ou não, como vai fazer?).

Red Bull Jundiaí vem aí? 🐓 🐂

A propósito, esse mesmo assunto especulado há 2 anos: https://professorrafaelporcari.com/2017/04/11/o-futuro-do-galo-existiria-repulsa-se-o-red-bull-sugerisse-uniao-ao-paulista-sobre-a-chegada-da-carabao-no-brasil/

– O Campeão Mundial de Cubo Mágico é do Brasil (e de Jundiaí/SP)

Quando eu era mais novinho, sofria para tentar resolver o “Cubo Mágico”, aquele quadrado colorido que deve ficar uniforme nos lados.

Eu não sabia: existe Campeonato Mundial disso! Mais ainda: várias modalidades e torneios mundo afora. E o campeão é brasileiro: o jundiaiense de 13 anos, Vicenzo!

Extraído de: Jornal de Jundiaí, ed 22/12/2018, Caderno Cidades, pg 04

JUNDIAIENSE É RECORDISTA MUNDIAL DE CUBO MÁGICO

por Lígia Andrade

Com mais de 130 medalhas, ele faz vaquinha para competir na Austrália

Vicenzo Guerino Cecchini, jundiaiense e competidor de cubo mágico, já possui mais títulos que idade. Aos 13 anos, conquistou mais de 130 medalhas, 14 recordes brasileiros, 3 sulamericanos e 2 mundiais. O talento com o manuseio do cubo mágico, considerado por muitos como impossível de ser solucionado, já foi demonstrado por Vicenzo, oficialmente, 2210 vezes. No ano que vem, o jovem pretende montá-lo mais uma vez na Austrália, durante sua mais nova meta: o Campeonato Mundial de Cubo Mágico.

A trajetória de títulos do jovem talento começou quando Vicenzo viu uma amiga, ainda aos nove anos de idade, mexendo em um cubo mágico. Interessado pela brincadeira, comprou um para ele e, a partir de então, não o largou mais. Débora Guerino, mãe de Vicenzo, conta que o cubo acompanhava seu filho a todos os lugares que iam, até mesmo no consultório do dentista, e, após alguns vídeos no youtube e algoritmos aprendidos, Vicenzo começou a participar de competições.

A primeira que participou foi a Oficina Open, em Campinas, na qual Vicenzo não subiu ao pódio. O recordista mundial conta, no entanto, que essa foi uma das competições mais importantes de sua vida, pois foi a partir dela que se motivou a treinar mais e mais as soluções do cubo mágico. Neste ano, Vicenzo conseguiu bater os recordes mundiais de Square-1, na modalidade single (melhor tempo) e medium (melhor média de tempo), em São Bernardo do Campo. O tempo do single foi de apenas cinco segundos, e a média, 6.33 segundos.

Para o ano que vem, pretende competir no Campeonato Mundial, que acontecerá na Austrália. O atual dono do título é na modalidade Square-1 é Jayden McNeill, de 23 anos. Com 10 anos a menos, Vicenzo não se intimida. “O que eu quero na verdade é ganhar uma medalha. O título seria legal, mas eu quero conseguir a medalha”. Para isso, busca patrocinadores e pessoas que contribuam em seu objetivo de ir à Austrália, por meio de uma vaquinha online.

Vicenzo participa de diversas categorias nos campeonatos: 2×2 até o 7×7, 3×3 com uma mão, com os pés, com os olhos vendados, em menos movimentos, 4×4 e 5×5 com olhos vendados, Pyraminx, Megaminx, Skewb, Square-1. Para cada uma, algoritmos diferentes. “No vendado, cada peça tem uma letra e eu vou formando uma palavra com elas. Eu formo uma historinha e, quando abaixo a venda, eu me lembro dela. Vou fazendo isso com todas as letras”, explica seu método para montar o cubo mágico sem enxergá-lo.

De Jundiaí, já viajou para estados como Fortaleza, Minas Gerais e Brasília, conquistando títulos, medalhas e experiência. Focado no Mundial, Vicenzo passa horas estudando seus movimentos e se preparando para, quem sabe, ser o melhor do mundo em 2019.

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