– A impunidade da lei no trânsito: o caso do “Racha na 9 de Julho”!

Muita gente se assustou com o gravíssimo acidente provocado por dois motoristas irresponsáveis que praticavam racha em plena Avenida Nove de Julho, em Jundiaí. As imagens do acidente rodaram a Internet e o caso foi bastante discutido.

Pois bem: a lei é tão frouxa que os causadores da confusão já estão soltos!

Abaixo, extraído de RS NOTÍCIAS:

MOTORISTAS ENVOLVIDOS EM RACHA QUE DEIXOU SEIS PESSOAS FERIDAS SÃO LIBERTADOS

Por Rafael Santos

Os dois motoristas envolvidos em um racha que provocou um acidente e deixou seis feridos em Jundiaí (SP) foram liberados, de acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Segundo o TJ, os dois foram colocados em liberdade através de um alvará de soltura, com prazo de 48 horas, para pagamento de fiança arbitrada em R$ 5 mil para cada um. De acordo com a Polícia, os jovens estavam praticando racha na Avenida 9 de Julho. Um dos carros envolvido na corrida de rua bateu em um terceiro veículo no cruzamento da avenida com a Rua Ernestina Ribeiro. Seis pessoas que estavam nos dois carros atingidos foram socorridas e levadas ao Hospital São Vicente. Uma das vítimas chegou a ser arremessada para fora do veículo. Outra teve alta e duas estão estáveis. Outras duas foram transferidas para um hospital particular da cidade. Uma delas passou por exames e foi liberada. Já a outra passou por exames e foi transferida para outro hospital. Uma câmera de segurança registrou o acidente. O motorista do outro carro envolvido no racha deixou o local e só retornou cerca de uma hora depois. Ele foi convidado a fazer o teste do bafômetro, mas se negou. Por causa da recusa, ele foi multado.

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foto: Tribuna de Jundiaí

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– A greve do Grendacc traz algumas reflexões

Funcionários do Grendacc anunciaram greve por falta de pagamento de salários. O hospital é uma instituição filantrópica, sendo uma união de pessoas que lutam para que um local especializado no tratamento oncopediátrico exista. Se os voluntários e doadores financeiros pela nobre causa não são suficientes, não seria importantíssimo que o Poder Público assumisse a responsabilidade?

Vou parafrasear meu amigo Adilson Freddo. O jornalista publicou em seu Facebook um comentário que comungo em plenitude: 

“Cadê as ‘forças vivas’ da cidade e região? Ah! nenhum deputado nosso se elegeu. Mas, Frota, Janaína e outros forasteiros, estes foram bem sucedidos, graças também aos votos daqui.”.

E agora, a quem recorrer? Seria simples se uma verba emergencial do município socorresse o Grendacc (pois os funcionários são profissionais, precisam do salário e não estão lá por “amor à causa”, mas sim pelo trabalho honesto e sustento de suas famílias). Mas esse dinheiro é disponível?

E na esfera Estadual ou Federal? Temos deputados atuantes e situados em Jundiaí para que cobrem da União o envio de recursos ao hospital?

Me pesa ver tanto dinheiro mal gasto em gestão pública no Brasil em geral, tanta parceria estranha com entidades privadas duvidosas, e saber que uma instituição de saúde (competente, histórica e reconhecidamente séria) que cuida de crianças com câncer, precisa mendigar dinheiro. Ô país de contradições…

Extraído de: https://www.jj.com.br/jundiai/funcionarios-do-grendacc-em-greve-por-atraso-de-salario/

FUNCIONÁRIOS EM GREVE POR FALTA DE SALÁRIO

Por Thiago Avallone

Funcionários do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), de Jundiaí, entram em greve hoje (13), alegando atraso de salário e cesta básica. Eles reclamam que o atraso nos pagamentos é constante e que só voltarão a trabalhar quando a empresa realizar o pagamento ou pelo menos informar quando o farão.

De acordo com a instituição, ao contrário do que foi divulgado nas redes sociais pelos funcionários, o vale de julho (adiantamento salarial) dos funcionários foi depositado. Em atraso estão os salários referentes ao mês de julho e a cesta básica.

“Representantes do Grendacc estiveram no Ministério Público do Trabalho negociando o pagamento dos salários referentes ao mês de julho. Ficou acordado que até o fim desta semana a instituição irá realizar o depósito dos salários aos funcionários”, explicou a assessoria de imprensa do grupo.

Mesmo com a informação, os trabalhadores seguem descontentes e alegam que a empresa pagará apenas metade dos salários e ainda não existe previsão de quando irão pagar a outra metade e o vale alimentação.

Em audiência realizada no dia 9 de agosto, em Campinas, a diretora suplente Beatriz de Castro e a advogada Poliana Maravesi, do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde de Campinas (SINSAUDE), acordaram com a gerente adjunto do Grendacc, Katia Fanciosi e as advogadas da instituição Simone Vedelago e Elide Bertiê, de que os funcionários teriam o direito de receber 50% do salário do mês de julho, até o dia 16 de agosto.

De acordo com a ata da audiência, o Grendacc terá que pagar o saldo remanescente sempre que houver entrada de numerário.

O Grendacc afirma ainda que os familiares dos pacientes são informados pela instituição sobre a situação financeira do hospital e do laboratório. Todos os contatos com o público atendido são de competência e responsabilidade do Grendacc, que mantém esse diálogo aberto e transparente com os pacientes e seus familiares.

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– 5 cliques para uma boa 6a!

Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez. Vamos correr logo cedo para ter energia durante a jornada inteira?
Motivando no clique 1:

Correndo e Rezando:
“Ó São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, rogai por nós e por nossas famílias! Amém.”
Meditando no clique 2:

E no fim do cooper…
Suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das flores. E as nossas roseiras abaixo?
Relaxando no clique 3:

Depois da atividade física, o belo amanhecer em Jundiaí!
Mais uma alvorada bonita para todos nós ficarmos inspirados.
Curtindo o céu no clique 4:

Para a proveitar a postagem cheia de poses mobgráficas, compartilho o entardecer de ontem na vizinha cidade de Itupeva. Viva a generosa natureza de paisagens indescritíveis!
Admirando no clique 5:

Ótima sexta-feira para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Guri no Botânico

Já comentamos algumas vezes do sensacional Projeto Guri. E hoje, em Jundiaí, tivemos uma maravilhosa apresentação dos garotos e garotas no Jardim Botânico.

Veja só quanta gente faz parte dessa incrível iniciativa:

Minha filha Marina faz parte da Banda Guri, e faz bonito com seu clarinete. Acho que os sorrisos das vovós dizem tudo… Abaixo:

Enfim: uma palhinha de “Asa Branca”: https://youtu.be/x4DVKJGay9s

Por mais projetos como esses para nossas crianças!

– Projeto Guri de Jundiaí: que maravilha!

Escrevemos dias atrás que o Projeto Guri, uma iniciativa social de desenvolver a cidadania através da música, é um projeto que merece todos os aplausos.

Relembre em: https://wp.me/p4RTuC-nkn

Nesta quarta-feira, os alunos fizeram sua apresentação de fechamento de semestre na Pinacoteca Municipal Diógenes Duarte Paes, e farão outra no Jardim Botânico de Jundiaí (às 10h30).

Algumas canções com o pessoal do clarinete:

Caminho de Luz, em: https://youtu.be/bncUT9I206k

Choral 42, em: https://youtu.be/5-V4gNC2c1Q

Pomp and Circunstanc, em: https://youtu.be/1pPWkzwiToQ

Gravit Falls, em: https://youtu.be/A5IhPV-cXHI

Estão todos de parabéns! Vale a pena investir em Cultura! Olhe aí 

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– O que fazer contra as capivaras e a febre maculosa?

Em minha região há uma verdadeira praga de capivaras. Como se reproduzem, invadem chácaras, destroem plantações e, o pior, não podem ser abatidas por lei ambiental.

Tudo isso é um problema, além, claro, da febre maculosa (que me dá muito medo).

Para quem não sabe o que é isso, compartilho,

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2019/06/04/febre-maculosa-entenda-o-ciclo-de-transmissao-e-os-sintomas-da-doenca.ghtml

FEBRE MACULOSA: ENTENDA O CICLO DE TRANSMISSÃO E OS SINTOMAS DA DOENÇA

Transmissão ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença.

Já chegam a 21 as pessoas com suspeita de febre maculosa em Contagem (MG), uma doença que pode matar em até 60% dos casos. Neste domingo (2), a prefeitura da cidade confirmou duas mortes – outras duas estão em investigação. As quatro vítimas são da mesma família. Em Belo Horizonte, três pessoas estão internadas com suspeita da doença. 

Mas quais são as causas da doença? Como ela é transmitida? O G1 traz as principais informações: 

O QUE É A FEBRE MACULOSA?

É uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Rickettsia. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, duas espécies estão associadas à febre maculosa: 

Rickettsia rickettsii, mais registrada do norte do Paraná e nos estados da região Sudeste, como Minas Gerais;

Rickettsia sp. cepa Mata Atlântica, que é registrada em áreas silvestres e apresenta sintomas mais leves.

COMO ELA É TRANSMITIDA?

A transmissão em seres humanos ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença. Os carrapatos permanecem infectados durante toda a vida, em geral de 18 a 36 meses. Veja o ciclo:

COMO DIMINUIR OS RISCOS DE INFECÇÃO?

Quanto mais rápido uma pessoa retirar os carrapatos de seu corpo, menor será o risco de contrair a doença. Após a utilização, coloque todas as peças de roupa em água fervente para a retirada dos insetos. 

“Para transmitir a doença, o carrapato precisa ficar na nossa pele por quatro horas”, explica a infectologista Rosana Richtmann. 

OUTRAS DICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE: 

  1. Ao remover um carrapato da sua pele, use uma pinça para agarrá-lo e remova-o cuidadosamente.
  2. Trate o carrapato como se estivesse contaminado: mergulhe-o em álcool ou jogue no vaso sanitário.
  3. Limpe a área da mordida com antisséptico.
  4. Lave bem as mãos.

QUANTO TEMPO DEMORA PARA OS SINTOMAS SE MANIFESTAREM?

A doença pode demorar até duas semanas para se manifestar após o contato inicial com a bactéria. 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Os sintomas são parecidos com os de várias outras doenças, como a dengue. Febre alta, dor no corpo e dor no fundo dos olhos estão entre os principais, assim como dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, diarreia, insônia, manchas na pele. 

A doença causa uma inflamação nos vasos periféricos e pode gerar amputações, quadros neurológicos e matar em até 60% dos casos.

A progressão da doença varia. Nem todos os pacientes desenvolverão todos os sinais ou sintomas. Por isso, o mais importante é examinar o corpo após entrar em áreas silvestres.

COMO É O TRATAMENTO DA FEBRE MACULOSA?

Quanto mais cedo o paciente buscar uma unidade de saúde após a manifestação dos sintomas, maior será a chance de melhoria no quadro. O tratamento é feito com antibióticos específicos e, em alguns casos, a pessoa precisará ser internada. Todo o processo dura cerca de 10 dias.

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– Cheiro de que todo mundo quer ser candidato…

A entrevista do prefeito Luiz Fernando Machado ao Adilson Freddo, o áudio supostamente vazado, e o cenário político da cidade de Jundiaí, mostram claramente: o ex-deputado Miguel Haddad, que deve naturalmente ser candidato a prefeito nas próximas eleições municipais (afinal, é o nome jundiaiense mais forte do seu partido, o PSDB), não deve abrir mão do seu desejo. E o atual mandatário, Luiz Fernando (que é do seu partido), logicamente quer tentar a reeleição.

Mas será que o prefeito abriria mão da reeleição, como o falecido Ary Fossen fez em situação semelhante?

Provavelmente não.

Tá com uma cara que teremos Miguel pelo PSDB e Luiz por um outro partido… E quem seriam os outros candidatos nesse cenário? Ricardo Benassi? Márcia Pará? Gerson Sartori? Pedro Bigardi? Cesar Tayar? Algum outro?

Não sei. Mas seja quem for (um dos outros ou o mesmo que continue), que seja bom para a nossa Terra da Uva.

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– Desmistificando a parceria, entendendo o negócio e outras considerações (positivas e otimistas) para a estreia do Galo.

Não gosto de bobagens criadas e boatos disseminados. E fazê-los às vésperas do começo de um campeonato, é algo ruim.

Digo isso pois o contrato entre Paulista FC e a Kah Sports (através de uma de suas empresas, a Fut-Talentos) foi assinado. Feito isso, é necessário um voto de confiança ao parceiro. E é justamente quando começo a rascunhar esse texto, leio um cidadão escrevendo que seu garoto teria que pagar para jogar no Paulista. Será?

No mundo do futebol, cansamos de ouvir histórias de “treinadores-empresários” (alguns muito famosos) que cobram percentual de salários para escalar atletas como titular (ou até mesmo os agenciam na surdina). Isso é nojento. 

Existe também a modalidade de “compra de vaga”. Me recordo que certa vez fui apitar um jogo de aspirantes (nem existe mais o torneio) entre Palmeiras x Sãocarlense (não é o São Carlos, era o antigo time daquela cidade). A equipe passava por uma situação financeira delicada, e eis que o time ganhou a ajuda de um empresário coreano milionário que queria realizar o sonho do filho: ser jogador de futebol! Para tanto, “comprou” uma vaga no time. Bancou uniformes da Adidas, todas as despesas do campeonato e outras coisas importantes; em troca, o filho deveria ser titular. Respeitosamente, o jovem asiático (um meio-campista) era horroroso como boleiro! O time era razoável, mas o coreano afundava a equipe. Durou muito pouco esse negócio. 

Especificamente ao nosso Paulista, imagino que a coisa é completamente diferente. Em que pese existam / existiram algumas críticas iniciais no relacionamento com a imprensa (a adaptação às regras de entrevistas), o receio de um treinador até então desconhecido e com resultados ruins no Rio Branco, uma dúvida de quem eram as pessoas envolvidas e o trauma de um novo “português Paulo Fernandes e seu grupo monegasco”, agora existe um contrato assinado, um trabalho de pré-temporada realizado com o profissional (treino à noite para se adaptar ao horário do jogo não é muito comum; isso merece aplausos) e outras coisas positivas a se observar: em especial a separação do que é “escolinha de futebol” e “elenco de alto rendimento”. 

A Fut-Talentos tem Escola de Futebol, todos sabem. Existem dezenas de empreendimentos assim em nossa cidade, algumas escolinhas até com a bandeira franqueada de clubes grandes da capital. É um negócio comum, honesto, rentável. Como qualquer escola (de idiomas, profissionalizante, de dança, etc), cobra-se para estudar / aprender / aprimorar-se. Normal. E assim como os clubes constituídos tem suas franquias / escolinhas, há também as equipes “de fato”, os times que jogam pra valer, os atletas de alto rendimento, cujo lucro natural vem através de contratos assinados / agenciamento e direitos federativos.

Eu sempre falo como um mantra as palavras ética, honestidadetransparência. No momento, tudo tem parecido ser correto (até que se prove o contrário). Agora, a suposta denúncia de venda de vaga, feita no Facebook por um agente de jogador, é grave. Ou tem que provar, ou costumeiramente o acusado lhe mete um processo. Um time titular tem que jogar os melhores tecnicamente, não os que têm maior poder financeiro. Penso que seria um “tiro no pé” da própria empresa fazer isso, trazendo-lhe total descrédito e, logicamente, prejuízo (se tem um ótimo jogador que vale a pena ser colocado na vitrine que poderá render dinheiro alto, por que colocar um pereba pagante de mensalidade?).

A única coisa que poderia ser “perguntada”, a fim de tranquilizar a torcida, são as condições e cláusulas do contrato assinado. Claro, a Diretoria do Paulista poderá alegar que são dados sigilosos (a Kah Sports não tem obrigação de fazê-lo pois não tem torcedores, mas se alguém tiver que fazer, deveria ser o Paulista, que tem a torcida). Entendo a necessidade de preservação das cláusulas, é um direito da Diretoria apresentá-los ao Conselho e não publicamente, mas… há algo que impede de fazê-lo?

Seria uma “bola dentro” para o torcedor jundiaiense ter o conhecimento disso: o quanto cada um leva, percentual de atletas, divisão de receitas e gastos, etc. Se o presidente do Conselho, Dr Cláudio Levada (que tenho enorme respeito e sei da sua seriedade inconteste – o admiro desde os tempos dos bancos escolares – e faz anos), entende que não vale a pena ser divulgado, logicamente há de se respeitar pois não o faria à toa. Na verdade, penso que boa parte dos torcedores sofrem do medo do “Campus Pelé”, que sucumbiu o Paulista  e ainda traumatiza os jundiaienses. Aliás, por onde andam esses caras, que prometiam uma parceria na Suíça?

Enfim: toda a torcida para o sucesso de ambos (Paulista e Fut-Talentos)  pois a união deverá existir harmoniosamente. E boa sorte ao Galo daqui a pouco, na estreia contra o São José fora de casa.

Ops: não ganho nada em falar bem ou mal de A ou B, apenas faço a observação de maneira justa para poder cobrar quando necessário e aplaudir se justo for. Critico bastante, mas sempre com responsabilidade; quando creio ser pertinente, escrevo minhas considerações. E que assim seja.

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Imagem: reprodução do site Esporte Jundiaí

– Programa “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” é uma esperança para o Hospital São Vicente!

Quando a iniciativa é boa, deve ser elogiada e servir de modelo. Todos sabem por exemplo, das dificuldades de manutenção do Hospital de Caridade São Vicente, em Jundiaí. Se é difícil manter um bom atendimento, quiçá ter dinheiro para as reformas estruturais.

O fato é que empresas estabelecidas na cidade reformarão leitos do hospital. O “pool” de organizações se dividirá em ajudar parte-a-parte na melhora da instituição de saúde. Elas devem ser louvadas por tal ação de responsabilidade social!

Ufa, enfim uma boa notícia para o jundiaiense.

Extraído de: https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2019/03/29/acolha-um-quarto-conforte-vidas-vai-revitalizar-72-quartos-do-sao-vicente/

“ACOLHA UM QUARTO, CONFORTE VIDAS” REVITALIZARÁ 72 LEITOS DO SÃO VICENTE 

Lançado nesta sexta-feira (29), no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o projeto “Acolha um Quarto, Conforte Vidas” tem a proposta de transformar 72 quartos do Hospital São Vicente (HSV) em espaços mais acolhedores, modernos e humanizados para os pacientes. A iniciativa foi apresentada pelo prefeito Luiz Fernando Machado e pelo superintendente do HSV, Matheus Gomes, juntamente com o bispo diocesano da Diocese de Jundiaí, Dom Vicente Costa e Sociedade de São Vicente de Paulo, para uma plateia de empresários interessados em colaborar com a revitalização do único equipamento hospitalar de alta complexidade e referência em cardiologia, neurologia, ortopedia e oncologia da região de Jundiaí.

“Temos um hospital que conta com a melhor equipe técnica disponível. Quem atende aqui, atende nos hospitais particulares de São Paulo, como Sírio Libanês e Albert Einstein. É papel da prefeitura mobilizar a sociedade para uma parceria direcionada à melhoria do equipamento, que é centenário e referência para toda uma região em alta complexidade. É com grande satisfação que percebemos a mobilização da iniciativa privada interessada em contribuir para a construção de espaços mais acolhedores para quem precisa do hospital”, ressaltou o prefeito.

A intenção do projeto, articulado pelo HSV e Rede Jundiaí de Cooperação, em parceria com segmentos da sociedade, é modernizar os quartos e respectivos banheiros do HSV, estabelecendo uma padronização por meio da troca de portas, pisos, azulejos, revestimentos, pintura, cortinas, itens para banheiro, iluminação, mobiliário, ar-condicionado e kit leito (cama elétrica, régua multifuncional, poltrona de acompanhante, divisória e bandeja de refeição), além de pequenas intervenções. Os projetos arquitetônicos foram as primeiras doações recebidas pela iniciativa e elaborados por 10 arquitetas de Jundiaí do grupo ‘Um Tijolo por Dia’, que acompanhará os trabalhos. Paula Cereser, uma das arquitetas envolvidas, afirma que o trabalho é detalhado. “O hospital tem muitos modelos de quartos diferentes. Conseguimos adequar um projeto bonito, com custo acessível e digno para o atendimento de excelência”, argumentou.

A revitalização dos ambientes será colocada em prática a partir da adoção de quartos ou compra de cotas por pessoas físicas, grupos e empresas. As doações serão feitas diretamente numa conta do HSV vinculada ao projeto e haverá prestação de contas das mesmas. Todas as informações podem ser consultadas no Regulamento no site: http://www.hsvicente.org.br. A revitalização se dará de maneira gradual, respeitando as Normas Regulamentadoras do Ministério da Saúde. As entregas ocorrerão conforme o término das obras, com duração de 12 meses.

Diferentes setores do hospital receberão as intervenções. Serão eles: Clínica Feminina (13 quartos), Clínica Masculina (14 quartos), Clínica Cirúrgica 1 (15 quartos), Clínica Cirúrgica 2 (5 quartos), Clínica Ortopedia (9 quartos), Clínica Mista (9 quartos) e Pronto-Socorro Adulto (7 quartos). Cada modelo de quarto tem um custo estipulado para a reforma, variando de R$ 36,5 mil até R$ 409,5 mil, conforme a quantidade de leitos existentes em cada. Além da adoção dos quartos completos, é possível doar por meio de cotas de R$ 25 mil (cota Pulmão) e R$ 50 (cota Coração) para pessoas jurídicas e R$ 3 mil para pessoas físicas (cota Anjo)

Parceiros
O caráter social do projeto já tem a adesão de parceiros doadores, como a Roca Metais e Louças, representada por Maria Lúcia Besson, que doou todos os pisos e revestimentos para os 72 banheiros além dos metais e louças para 36 banheiros. “É um projeto para o bem de toda a população. Nesta hora não existe concorrência no mercado. Por isso, conversamos com a Deca e eles também doarão outros 36 banheiros (metais e louças)”, comentou. Além desta empresa, a Duratex também se comprometeu em doar painéis em MDF e a Astra doará acessórios para 72 banheiros

Logo após a apresentação ao empresariado, Guilherme Rodrigues da Cunha, diretor de Ação Social do Tauste Supermercados, anunciou a doação do custo para a reforma de três quartos completos. Ainda não instalada na cidade, mas com terreno adquirido e interesse na localização, a empresa Evasola também se comprometeu a doar o valor referente à reforma e adequação de um quarto.

Dados
No ano passado, a Prefeitura de Jundiaí aportou R$ 160 milhões ao HSV a partir dos convênios firmados. O custo total do complexo foi de R$ 200 milhões para o atendimento de 23 mil pessoas por mês, realização de 7 mil cirurgias/ano e manutenção do corpo técnico formado por 246 médicos e 1,7 mil funcionários. “O São Vicente é mais que o hospital de referência para atendimento em alta complexidade para toda a região de Saúde de Jundiaí. Guarda a história centenária de uma população sem deixar de lado a inovação, com índices cada vez mais expressivos na qualidade no atendimento – 85% de satisfação entre os usuários – e resolutividade – mais resolutivo de todo o Estado (95%). A melhoria na estrutura garantirá maior conforto para os atendidos”, comentou Matheus Gomes.

Assessoria de Imprensa
Fotos: Fotógrafos PMJ

– A novela Red Bull e os capítulos finais: Paulista fora mesmo?

Sempre fazendo de maneira honesta e transparente, sem boataria mas com informações concretas, uma das minhas últimas postagens sobre o assunto de parceria ou não da Red Bull com o Paulista (afinal, eu também estou de saco cheio disso).

Cronologicamente:

  • Quando o Paulista estava bem, na Série A1 do Paulistão e ainda disputando o Brasileirão nas divisões menores, o Red Bull estava na A3 Regional e queria jogar no Jayme Cintra – ainda não era desejo de parceria, mas também não houve acordo de locação.
  • Quando a matriz austríaca resolveu dar um UP nos negócios envolvendo futebol (são profissionais – ganhar títulos, além de ter o nome divulgado, faz parte da estratégia de merketing), pensou-se em associação, fusão, co-gestão ou parceria com clube(s). A priori, Oeste (um time quase que cigano mas com vaga na série B do Brasileirão) e Paulista (pelo Estádio, pela praça – logisticamente perfeita – e pela torcida).
  • Apesar dos assustadores 30 milhões de reais em dívidas aproximadamente que o Paulista FC tem (boa parte trabalhistas), o Red Bull fez toda a contabilidade do Galo para saber onde dava para diminuir, com quem pode renegociar, onde dava para acertar. Até ao Juizado da Vara do Trabalho em Campinas o Toro Loko foi! Aqui, isenção de erros da diretoria do Paulista pois uma juíza não aceitou a 1a proposta do Red Bull para, em assumindo o Paulista, assumir as dívidas.
  • Jogar no Jayme Cintra arrendado, assumindo o Oeste e mantendo o Paulista como um clube independente (mas parceiro) foi uma ideia – descartada.
  • Adiquirir um terreno para se contruir uma Arena Red Bull e fincar raízes na cidade de Jundiaí foi sim ventilado (e uma área à beira da Anhanguera, no Bairro dos Fernandes, estudado com cuidado), permitindo que o custo pudesse valer a pena para algo próprio.
  • Negociar o Bragantino – que foi o interessado em buscar o Red Bull, tornou-se uma possibilidade. Porém, falamos de uma empresa que negocia seriamente, com paciência e atropelos, e um presidente de clube folclórico, Marquinhos Cheddid, que anteriormente negou tudo em nome da cidade e da memória do pai Nabi; depois o mesmo anunicou negócio “praticamente fechado” por 45 milhões de reais e colocou uma data-limite (1o de abril), com a bobagem de possível “contrato com prazo indeterminado”. Ninguém assina contrato assim.
  • Nesse derradeiro capítulo, a Folha de São Paulo, em sua versão na Internet desta 3a feira, trouxe que Boa (MG) e Criciúma (SC) também eram clubes interessados/ de interesse.

Enfim: repito que “quando a noiva é rica, bonita e cheia de virtudes, todos querem casar”.

Agora, como ficará o Paulista? Ficará gerido pela Kah Sports, através da sua empresa Fut-Talentos (portanto, de poder impactante muito menor que o Red Bull teria) que passou pela Barbarense e pelo São Bernardo (mas que no começo da negociação tinha como cartão de visitas “ser o gestor que ajudou o Fortaleza a subir para a série A do Brasileirão”).

Repetirei como uma mantra que tenho feito: torcemos todos para o sucesso do nosso querido Paulista FC, mas por quanto o Galo está sendo entregue ao Fut-Talentos? Isso é importante: o Paulista está recebendo para deixar a empresa usar a camisa e o nome tradicional de 110 anos, ou aceitou tudo isso SEM CONTRATO ASSINADO e de graça, para não pedir licença da 4a divisão de 2019?

Respeitosamente, mas com objetividade: deixamos um grupo de empresários assumir o Galo somente para o time entrar em campo, sem receber nada (Qual o percentual de venda dos garotos? E quanto investiram no Paulista em si – e não só em atletas?) e com apenas o acerto “de boca”, sem anda assinado?

Tomara que dê certo, torcerei, mas isso não tira o meu direito em achar que a situação é bem pior do que pensamos. Afinal, tudo é muito obscuro… E tenho certeza que há conselheiros, pessoas de boa vontade e colaboradores do Paulista que estnao padecendo com essa situação como estou, querendo que tudo fosse diferente – mas que estão de mãos atadas!

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– O Comércio de Empreendedores Tradicionais fechando as portas em Jundiaí.

Vi com tristeza que o Credi-Nino e a Papelaria Santa Terezinha estão fechando as portas na Terra da Uva. Juntar-se-ão com Lojas Magalhães (lembram do Papai Noel que subia e descia inflando-se, ao lado do “falecido” Cine Ipiranga?), de Festão, do Credi-Tranquilo ou do Bolinha Brinquedos e Pererê. Lembrando ainda da Trel, da Pauliceia e de tantos outros tradicionalíssimos nomes jundiaienses.

Os motivos são vários: dificuldade em manter o negócio, desinteresse dos herdeiros por outros rumos e concorrência acirrada com as grandes redes. Afinal, vejam os “grandões nacionais” que esses comércios concorriam.

Vida que segue! Ficarão na memória da cidade e boa sorte aos ex-comerciantes.

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– Parabéns pelo PERFEITO pronunciamento, Heitor! O Paulista tem que ser ABERTO a todos.

Ouvi o jornalista Heitor Freddo, amigo e colega da Rádio Difusora, no seu espaço “Chutando o Balde” durante o programa esportivo Show de Bola, comandado pelo Adilson Freddo (que dispensa apresentações). Há tempos não escuto tamanha COERÊNCIA, CORREÇÃO e OBJETIVIDADE numa crítica – e que foi muitíssimo bem direcionada à relação estabelecida entre os novos gestores do Paulista com a imprensa.

Eu sempre defendi que, mesmo em espaços opinativos, se separe e esclareça o que é informação e boataria. Eu não sou jornalista, apenas um comentarista e entusiasta jundiaiense (que apesar de torcer assumidamente para o Paulista e para a Cidade de Jundiaí – independente de quem esteja gerenciando ambos), não pode esconder o fato ou descontentamentos.

Digo isso pois pesa-me saber que a normatização imposta pelos novos gestores, conforme abordado, traz e transmite uma antipatia muito grande a quem vive o dia-a-dia do Paulista. Temos em Jundiaí duas rádios sérias que falam sobre o Galo: a Cidade e a Difusora – e seus profissionais sabem como é difícil cobrir e trabalhar no futebol deficitário de hoje. Custa caro, e se o Paulista não tem patrocinador, imaginem as dificuldades das rádios em achar quem queira ser anunciante de time da 4a divisão.

Em especial, a Difusora (aqui não é propaganda, é fato concreto) transmite TODOS os jogos do Galo – e por eu fazer parte da equipe, sei como é suado. A dificuldade da linha, a companhia de telefone que sacaneia, a aventura de transmitir em celular ou de onde e como for. Mais ainda do que isso: há o Cobrinha, o mítico Luiz Antonio de Oliveira, que é símbolo do futebol amador e profissional da cidade, pela cobertura e vivência. Sou testemunha de que o Cobrinha está de manhã, à tarde, muitas vezes à noite e, se a família não o chamar para casa, dorme no Estádio Jayme Cintra! Aliás, se um dia o Paulista tiver um Centro de Formação de Atletas, terá como obrigação homenagear o espaço com o nome de “CFA Luiz Antonio de Oliveira”, pelos justos conselhos que dá aos jogadores que aqui chegam.

Também se faz importante lembrar que temos outras mídias na cidade, o Esporte Jundiaí do Thiago Batista de Olim (que  às duras penas trabalha honesta e corretamente), o pessoal da TV TEM que dá espaço ao Galo na medida do possível, e outros que vivem e convivem na rotina por lá.

Assim, as rádios, TVs e sites que DIVULGAM, PROMOVEM, FOMENTAM o torcedor de informações, são ou serão barrados por um excesso burocrático? 

Falamos do Paulista FC que se confunde com o nome da nossa cidade (é Paulista de Jundiaí, da torcida de Jundiaí, da imprensa de Jundiaí, da sociedade de Jundiaí). O time jundiaiense, se não tem diretores ou gestores à altura de suas tradições (financeira e competentemente falando), não pode deixar de apresentar a história de cumplicidade do Galo com a comunidade da nossa Terra da Uva.

Com as medidas de “fechar treino”, cercear o trabalho da imprensa, criar um burocratismo (que é o uso equivocado da burocracia, quando ela se dá em excesso), faz com que tenhamos a impressão de que os parceiros são donos do clube, e não gestores do departamento de futebol.

Não é por aí. Não somos o global Real Madrid, tampouco o endinheirado Palmeiras, nem sequer conseguimos ter um calendário decente. Mas “time particular” de alguém, não.

Administradores da Kah Sports, a quem torcemos pelo sucesso como já escrevemos anteriormente (todos dependem disso), façam a integração da empresa Fut Talentos à cidade de Jundiaí, não busquem o caminho contrário: o de que torcida, imprensa e demais agentes sejam àqueles que se adaptarão a vocês.

Aliás, que história é essa do treinador Edson Ferreira, o “Fio”, querer que se publique “Edson Fyu”? Deixe ganhar alguns jogos para ver se o nome estiloso pegará…

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– Paulista e a Temporada 2019: como será?

Você pode olhar com um ponto de vista pessimista ou com um ponto de vista otimista. E escrevo isso após assistir um debate intenso sobre o Red Bull se interessar ou não por Jundiaí.

Dias atrás, escrevi sobre as alternativas (não boatarias, mas informações concretas) sobre o futuro do Galo. E uma das hipóteses descartadas nesse momento, sem dúvida, é uma fusão com o Toro Loko. O que podemos ter (isso é real): o Red Bull ficando com a vaga do Oeste na Série B ao adquirí-lo (esqueça o Bragantino, que tentou atravessar a negociação), fazendo o Estádio Jayme Cintra como sua sede. Dessa forma, teríamos o Paulista Futebol Clube e o Red Bull Brasil, ambos jogando em Jundiaí, tendo o Galo como o histórico time tradicional e o Toro como a novidade, ficando 15 anos na cidade, tentando formar sua torcida e sua identidade, com o objetivo de se tornar mais um time grande no Estado de São Paulo e jogar a série A do Brasileirão (com possibilidade de renovação automática por 5 anos depois dos 15 iniciais).

Repito: Red Bull e Paulista, ambos de Jundiaí. O Galo receberia pelo arrendamento do estádio, mais uma verba para fortalecer o time, e sua vida continuaria. Isso para 2020 no Paulistão (difícil para 2019).

E a Kah Sports, como ficaria / fica?

Fica como parceiro do Profissional Sub 23 e gestora das diversas equipes da base. Um contrato para o futebol das categorias amadoras e outro para o Principal. Isso pela Fut Talentos, o seu braço que tem a expertise dos jogadores.

Precisamos entender que o futebol, hoje, é negócio. Todos os lados devem discutir seus interesses. Pelo que entendi, a nova diretoria de futebol é formada pelos novos gestores, e que estão montando o time para disputar a série B do Campeonato Paulista par ter sucesso, e não apenas cumprir tabela.

E o que seria “sucesso” no futebol-business?

Entendo que, se o time fizer boa campanha, os jogadores se valorizam e são negociados por um valor maior. É, portanto, um produto com mais qualidade porque rendeu mais, e que gera mais lucro. Será bom para todos se der certo. Melhor se o sucesso não for uma simples boa participação, mas o acesso à série A3.

Claro, me desagrada ver que o elenco antigo (ou o que sobrava) se desmanchou. Por motivos diversos, atletas saíram antes da parceria ser concretizada (não sei se posso dizer: assinada, não tenho essa informação, mas pelo andar da carruagem imagino que esteja. Ou não?). Mas se saíram e entrou dinheiro para o cofre do Paulista (aqui, não seria da Kah Sports, pois são negócios anteriores) menos mal. Ficará na balança o quanto valeu ou não liberá-los / vendê-los (a história do custo-benefício).

É o que se pode fazer atualmente, e vamos torcer para que os jogadores que cheguem sejam tanto bons ou melhores do que os que saíram.

A realidade é essa, em 4 observações pontuais:

  1. Red Bull se unindo ao Paulista como um time só, sem chances. Esqueçamos.
  2. Red Bull pagando para se estabelecer em Jundiaí e entrando dinheiro para o Paulista, ambos convivendo em harmonia, sim – em breve (2020 provavelmente).
  3. Categorias de base com investimento em diversas idades, por conta da Fut Talentos / Kah Sports, sim.
  4. Profissional / Sub 23 com novos atletas, para 2019 sim. Em 2020, dependendo do acesso ou não, do acerto do Red Bull e do relacionamento com a experiência, a aguardar.

Penso que dias melhores virão. Espero que venham mesmo, sou otimista. Vamos torcer, sem nos iludir. E que não exista uma antipatia dos novos gestores com os órgãos estabelecidos da imprensa que cobrem tão tradicionalmente o Paulista (vejo um release sobre novas normas de acesso da Imprensa, e me assusto com “treinos secretos / fechados / ou algo parecido”, além de um possível excesso de burocratização.

Parceria é dar as mãos: parceiro, clube, sociedade, torcida e colaboradores diversos.

Boa sorte Galo!

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– A novela “Red Bull e o(s) time(s) a comprar”: Capítulo da 2a feira!

O tempo se esgota para a definição: o Red Bull conseguirá disputar a série B do Brasileirão em 2019? E se sim, será pela compra de qual equipe: do Oeste com uma negociação conjunta com o Paulista (discutimos isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-mVx) ou através da aquisição do Bragantino, notícia que “estourou” nas últimas horas e que abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-mVT ?

Independente do que ocorra, eu torço para que exista futebol profissional em Jundiaí. Ou esperaremos um mecenas árabe, um mafioso russo ou um conglomerado chinês “cair do céu” e comprar o Galo? Ao menos, o Red Bull é uma empresa séria e um parceiro / sócio / incorporador que não traria vergonha ou receio ao Paulista Futebol Clube, com dinheiro limpo e vontade de crescer.

O capítulo mais atual de tudo isso: novas informações surgiram na 2ª feira, pelo jornalista Jorge Nicola, na ESPN e no Blog do Yahoo. Cita-se Ernesto Garcia, presidente do Oeste (hoje o Oeste está sendo gerido pelo Sr Mário Teixeira, como citado anteriormente; Garcia é o mesmo que ficou devendo na Cantina Jundiaiense ao antigo proprietário, o conhecido Sr Farias, quando o time de Itápolis era pobre e veio jogar aqui em Jundiaí – comeu e pagou com cheque sem fundos). Cita-se também Marcelo Veiga, treinador do Bragantino, que disse ter a garantia de Marcos Cheddid que o time de Bragança não será vendido.

Até começar a série B (e esse é o prazo limite para a definição; portanto; LOGO!), o rebuliço será grande. Insisto: torço que, aconteça o que acontecer, seja favorável ao Paulista. É hora de união!

Aqui a notícia no link em: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/5372412/red-bull-mira-compra-de-tres-clubes-paulistas-e-faz-proposta-de-r-35-milhoes-para-conseguir-jogar-serie-b

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