– A falta de compaixão ao próximo, a inconsequência e o egoísmo: o caso do falso estupro do motorista do Uber

Repercutiu muito nesse último final de semana a notícia de que um motorista de Uber houvera estuprado uma passageira no percurso entre o Maxi Shopping Jundiaí e sua residência.

A vítima prestou queixa, mostrou peças de roupas rasgadas, teve a solidariedade das amigas e divulgou-se a foto do motorista. A prisão do homem foi decretada, acompanhada de escracho público e violência contra a família do próprio trabalhador, acusado do horrendo crime.

E não é que a Polícia conseguiu descobrir que era tudo mentira?

O motorista – um honesto e inocente trabalhador – foi vítima de uma vigarista. A jovem (que é lésbica) terminou seu relacionamento com sua namorada. Para chamar a atenção da sua ex-parceira, inventou uma situação onde foi vítima de violência sexual por parte de um homem. E sua fantasia virou realidade no mundo que criou, prejudicando deveras um pai de família.

O que fazer? Como fica o prejuízo deixado à real vítima, o motorista? As moças que divulgaram os cartazes dele pedirão desculpas na mesma proporção? A “falsa estuprada” pensou nas consequências?

Extraído de: https://jr.jor.br/2020/01/21/jovem-mentiu-sobre-estupro-de-motorista-do-uber/

JOVEM MENTIU SOBRE ESTUPRO DE MOORISTA DO APLICATIVO

Uma jovem de 18 anos, que denunciou na Polícia de Jundiaí um motorista de aplicativo pela prática de estupro, mentiu sobre as acusações.

O caso foi esclarecido pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí.

A jovem foi indiciada pela delegada Renata Yumi Ono por falsa comunicação de crime, denunciação caluniosa, fraude processual e vai aguardar em liberdade a decisão da Justiça.

A equipe da investigadora Lilian trabalhou muito para desvendar esse caso, porque a suposta vítima tinha “produzido” elementos para enganar a todos, como as roupas rasgadas e peças íntimas sujas de sangue e chamou uma amiga como “testemunha” de que tinha sido violentada.

Desde sábado a Delegacia da Mulher buscava provas para saber o que realmente tinha ocorrido. Até ordem de prisão contra o motorista foi expedida e amigas da jovem espalharam foto do motorista como “procurado” por estupro nas redes sociais.

Ela contou que o acusado tinha ido em frente de sua casa com um Corsa ou Celta preto e a levou para matagal, onde estuprou e fez atos libidinosos, rasgando suas roupas.

O rapaz tentou obter imagens que provavam a sua inocência. Uma das câmeras de condomínio registrou a saída dele no horário em que a moça disse ter sido estuprada. Mas a segurança informou que entregaria à polícia só com ordem da Justiça.

Graças à equipe da DDM ele pode respirar aliviado e tentar voltar ao trabalho.

“A casa caiu”

Diante de vários conflitos nas informações da jovem e nas versões dos familiares do acusado, que garantiam a inocência do motorista do Uber, a jovem foi chamada para voltar na Delegacia para novo depoimento e caiu em conflitos.

No final acabou confessando que ‘inventou’ tudo e o motorista era inocente.

O único problema real que teve com ele foi a divergência em pagamento de uma corrida até o Maxi Shopping, de R$ 15,30.

A jovem disse que inventou o estupro para chamar a atenção da namorada, porque ela a deixou.

Agora a jovem terá de aguardar a decisão da Justiça sobre o seu futuro. A família do rapaz informou ao “Jornal da Região” que pretende processar a moça, também.

Ele teve de desaparecer, porque algumas pessoas o ameaçavam.

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– Kah sai; Hik fica (a priori); Fio sai.

Há pouco, falamos sobre a informação exclusiva de Adilson Freddo sobre a saída do parceiro do Paulista FC, a Kah Sports (se você não leu, clique aqui neste link onde há o comunicado oficial e motivos do parceiro do Galo: https://wp.me/p4RTuC-oAm).

Conversei com Hikmat Derbas (que trabalhou como gestor da Kah e agora é diretor do Paulista): ele se mostrou surpreso, disse que a priori, fica no Paulista, pois tinha se desligado da empresa e é contratado do clube.

Quanto ao treinador Edson Fio, não será mais técnico do Paulista, em informação do próprio Adilson (durante o programa Batendo Bola da Difusora) e confirmada pelo jornalista Thiago Baptista de Olim (JJ e Esporte Jundiaí). A não ser que alguém o convença ou o banque até o final da tarde, onde prometeu entrevista na Difusora entre as 18h e 19h.

Luiz Müller, que foi cotado para dirigir o Tricolor Jundiaiense no final do ano passado, voltará a ser bola da vez? Talvez sim, pois está disponível no mercado, conhece Jundiaí e jogará um amistoso no sábado, em Jayme Cintra, entre veteranos do Paulista vs veteranos do Bragantino.

Mas lembre-se: “talvez” não quer dizer “É”. Poooode ser.

Somente reforçando: a Fut Talentos, que estava fora do futebol profissional em 2020 (não houve interesse no projeto da A3), também não ficará para as categorias amadoras. Seu último trabalho foi Paulista 1×5 Athlético pela Copa SP.

Vida que segue. Agora, Jundiaí voltará a ser dirigida por jundiaienses. E que todos tenham boa sorte!

Ops: os motivos não-oficiais da saída, não sei, embora especule-se muita coisa que, por não ser confirmada, fica na boataria (vai que é coisa “plantada” para defender o interesse escuso de alguém…) O oficial da Kah está no comunicado, aguardando ainda a fala oficial do Paulista.

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2020/01/faltando-uma-semana-para-3-paulista.html

FALTANDO UMA SEMANA PARA A A-3, PAULISTA PERDE PARCERIA E TREINADOR.

Faltando uma semana (mais precisamente nove dias) para o início da Série A3 do Paulistão, o Paulista não tem mais parceria e nem comissão técnica. E possivelmente elenco. Atuante na gestão do futebol profissional do ano passado, as empresas Kah Sports e Fair Play anunciaram nesta quinta-feira (16) a sua saída do clube. Em conversa com radialista Adilson Freddo, da Rádio Difusora, Edson Fio anunciou sua saída como treinador do Paulista.

Alguns jogadores do atual elenco que chegaram ao clube para defender o Paulista nesta temporada não devem permanecer. O Galo começa sua participação na Série A3 do Estadual no dia 25 de janeiro, quando enfrenta o Nacional de São Paulo, a partir das 16 horas no estádio Jayme Cintra.

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– Parquímetro e flanelinha: tudo junto e misturado?

Está regulamentada a profissão de “flanelinha” em Jundiaí?

Dias atrás, fui estacionar na Rua Anchieta, achei uma vaga e… veja só que curiosa situação aconteceu comigo, abaixo!

Eu tinha as seguintes opções: pagar um estacionamento particular (e ali o preço é alto), estacionar na rua e pagar com o aplicativo sugerido no smartphone ou, com algumas moedas, usar o parquímetro.

Pois bem: havia um parquímetro na esquina, bem próximo de onde parei o carro. Ali estava um funcionário da empresa que faz a gestão do rotativo. Como eu não tinha moedas para a máquina, achei que ele poderia me ajudar trocando uma nota, mas não tinha também (embora ele tenha dito que sempre tem).

Usei então o aplicativo, fazendo o pagamento via cartão de crédito (na verdade, você faz um depósito para a Digipare e usa como pré-pago) e fiquei mais tranquilo para não ser multado. Eis que ao lado do equipamento, o funcionário-responsável estava batendo papo com um “guardador autônomo de carros”, que me disse: “vou tomar conta pro senhor, tio”!

Quer dizer que tenho que pagar para estacionar o carro na rua e fico com dois valores a menos: o do estacionamento rotativo e o do flanelinha?

E se você não der a “gorjeta obrigatória a ele”?

Se o meu veículo for roubado, aciono a empresa de estacionamento rotativo (afinal, eu paguei para estacionar, algo devo receber em troca) ou aciono o flanelinha (serviço independente de vigilância automobilística urbana)? Ou, ainda, reclamar ao bispo Dom Vicente Costa (já que no Centro está cheio de flanelinha e parquímetro, só resta reclamar ao bispo, como diz o ditado popular).

Que dureza. Aliás, cadê a fiscalização? Nessa hora, não passa ninguém da Setransp (ou o nome atual desse departamento). Mas será que adiantaria?

É desagradável você pagar o parquímetro e o flanelinha simultaneamente. Mais chato ainda ver que a relação entre fiscais da empresa e dos “vigias autômatos” é muito boa.

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– Ano Eleitoral de novo… a Chatice dos Candidatos!

O ano que chega será marcado pelas Eleições Municipais. Já repararam quanta gente que é pré-candidata a vereança e que, como ainda não pode fazer campanha oficialmente, coloca faixas e outdoors disfarçadamente com desejos de “Boas Festas”?

Infelizmente, vale tudo. É hora de sorrisos fingidos e tapinhas nas costas. De promessas vazias e mentiras deslavadas. De saber que não vai se cumprir e de engambelar o eleitor.

É essa a dura realidade. Sejamos sinceros: muitos se candidatarão para arranjar emprego, não para servir o povo. Devem ser poucos os que realmente entrarão no pleito sem o desejo de enriquecimento mas única e exclusivamente de fazer um mundo melhor.

Tenho inúmeros amigos e conhecidos que serão candidatos. Alguns eu sei que procuram benesses próprias; outros, sei que têm boa vontade.

Em quem votarei? Será por eliminação:

– Tem desejo real de ajudar o próximo?

– Reconhecidamente é honesto?

– É do bairro que vivo?

– Tem condições de ajudar de verdade?

Se tiver essas quatro características, poderá ter meu voto, independente do partido. Mas cá entre nós: aguentar o “papinho e a lenga-lenga” dos candidatos “profissionais” é um saco, hein?

Espero que os bons vereadores se reelejam e que os picaretas dêem lugar a novos e empenhados legisladores.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Há exatamente dois anos, eu publicava essa abordagem (retratada a seguir) no meu blog. A questão é: por quê tais coisas surgem e ficam no papel? Outro exemplo além do BRT de Jundiaí é o Centro Olímpico do Sarapiranga (Jardim Carolina, região do Bairro Medeiros), prometido pelo Ministro dos Esportes da época (PC do B – SP), Orlando Silva, que NUNCA saiu do papel!

Abaixo:

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– Feliz Aniversário, “Ó Terra Querida Jundiahy”!

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos município).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá a verdade.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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– Um negócio da China? Talvez sim, talvez não…

Agora que se definiu a permanência de Hikmat Derbas, que representava a Kah Sports e que será um dos diretores do Paulista FC a convite do presidente Rogério Levada (devido ao seu importante trabalho na campanha de 2019), que também se tem apalavrada a permanência do treinador Edson Fio (Luís Müller era o plano B caso não se acertasse com o técnico), e que se sabe que a Fut-Talentos permanecerá até a Copa SP e realizará o trabalho na base, resta perguntar: de onde poderão vir os recursos financeiros para o time profissional da A3?

É claro que a expertise da nova diretoria contará muito, seja na contratação de atletas ou na vinda de patrocinadores para alavancar as receitas. Mas uma das possibilidades ventiladas nos últimos dias era (ou ainda é) a do Grupo Figer assumir o departamento profissional, em regime de parceria.

Mas quem é ele?

O Grupo esteve no Londrina no começo do Brasileirão da Série B, mas devido a desavenças com os parceiros locais “tirou o pé” (e, como visto, a campanha do time paranaense degringolou).

A título de curiosidade, quem seria (ou será, pois ainda poderá ser uma possibilidade – levantada anteriormente por Rivelino Teixeira, Adilson Freddo e Thiago Batista Olim) a pessoa responsável dos Figer, o elo entre eles e o Paulista?

É uma jovem, extremamente respeitada no meio: Stephanie Figer, que pode ajudar a definir o futuro do Galo em 2020.

Conheça a competente negociadora e agente de atletas, neta daquele que foi um dos maiores empresários de jogadores do Brasil durante os anos 90 (se não o maior) Juan Figer, que especulava-se (ou ainda especula-se) até mesmo trazer para Jundiaí recursos do Shangai SIPG (o time de Hulk, Oscar e Elkeson) através do Grupo Figer.

(Acima: destaco que está no CONDICIONAL, pois um negócio, para ser bom, deve agradar a todos)

Em: https://www.espn.com.br/espnw/artigo/_/id/5591720/mulheres-no-futebol-a-agente-stephanie-figer-revela-como-enfrenta-os-olhares-de-desconfian%C3%A7a-em-um-dos-meios-mais-masculinos-do-esporte

MULHERES NO FUTEBOL

Por Tathiana Diniz

O futebol sempre esteve presente na vida de Stephanie Figer, mas de uma forma diferente. Enquanto outras meninas comemoravam gols do time de coração, ela vibrava quando o pai e o avô negociavam a venda de um craque para um clube europeu.

Neta de Juan Figer e filha de Marcel Figer, dois dos agentes de futebol mais influentes da América do Sul, Stephanie nunca torceu por um time, mas pelos bons negócios fora de campo. Com 21 anos, deixou de ser a menina que admirava o trabalho do pai e do avô para se juntar a eles.

Hoje, aos 29, é Diretora Executiva de Operações do Grupo Figer, uma das principais empresas de agenciamento de jogadores do país.

Em entrevista ao espnW, ela contou como é gerenciar a carreira (e um pouco da vida) de grandes ídolos do futebol e falou sobre a singularidade de ser mulher em um universo historicamente masculino.

O futebol como trabalho

Desde menina, Stephanie convivia com atletas e diretores. Por ver o futebol inserido na rotina da casa, ela não mensurava a grandiosidade do que a família fazia.

“Na adolescência eu ouvia meus amigos falando ‘você é parente do Juan Figer? Nossa, ele levou um jogador do meu time’. Então eu comecei a perceber que o que eles faziam era uma coisa reconhecida e relevante”, conta.

Quando relata a sua trajetória, Stephanie demonstra que os ídolos que teve (e ainda tem) no esporte são mesmo o pai e o avô. “Nunca fui incentivada a torcer para um clube. Eu enxergava o futebol como um trabalho, o negócio da vida da minha família”.

Valsa com Kaká

Um episódio da adolescência da executiva ilustra bem esse distanciamento. Quando fez 12 anos e passou pelo bar-mitzvá (cerimônia judaica que marca a transição de meninos e meninas para a vida adulta), Stephanie ganhou do pai uma festa e um presente especial: ele levou Kaká – ídolo de 10 entre 10 adolescentes da época – para dançar com a filha.

Ao relembrar a história, ela não dá nenhum sinal de deslumbramento. Aliás, deixa transparecer até um certo constrangimento. “Admiro muito o Kaká, mas hoje eu penso ‘nossa, acho que eu não teria dançado. Muito fanzinha, é engraçado’”, diz, aos risos.

Paixão por negociar

Quem pensa que o trabalho de um agente se resume a negociar contratos para os jogadores está enganado. A lista de tarefas do dia a dia de Stephanie é longa. Ela não só faz a intermediação entre atletas e clubes como dá suporte ao jogador e à família dele, antes e depois da assinatura do contrato.

O trabalho inclui atender a pedidos dos clubes por novos talentos, analisar valores dos contratos, acompanhar a evolução dos atletas, buscar patrocínios e até ajudar a resolver problemas da vida pessoal do atleta.

“Muitas vezes, representamos jogadores que nunca saíram do Brasil. Quando ele é negociado para um clube de outro país, ou mesmo de outro estado, isso gera insegurança e ansiedade na família”, conta Stephanie.

“Uma das minhas tarefas é conversar e explicar como vai funcionar a mudança, o suporte que a gente vai dar e que o clube vai dar e como a gente projeta a evolução do jogador de acordo com aquela oportunidade”, completa a executiva.

Stephanie ama negociar. Lidar com a disputa entre clubes por um jogador e com a expectativa do atleta pelo desfecho da disputa é o que faz os olhos dela brilharem. No entanto, ela admite que, às vezes, atua mais como “babá” do que como negociadora.

“Eu ajudo o irmão que precisa tirar visto para ir morar com o jogador, converso com a mãe quando precisamos reestruturar uma oportunidade que deu errado, acompanho em viagens, cuido de muitos detalhes”.

‘Quero gerir a carreira de grandes atletas femininas’

Stephanie representa atletas como Junior Urso (Corinthians), Marlos (Shakhtar) e Gabriel Brazão (Parma Calcio), mas nunca trabalhou com atletas mulheres. Ela explica por que.

“Estamos em um momento de observação e captação. Financeiramente, ainda não compensa, mas hoje encaro como uma obrigação. Com certeza vou dedicar meu tempo para gerir a carreira de grandes atletas femininas”, garante.

Ela pretende ainda usar a experiência adquirida com os jogadores para ajudar as atletas do feminino a evitar problemas relacionados à regulamentação da profissão. A executiva avalia que o futebol feminino vai crescer depois da Copa do Mundo da França e vê com bons olhos a lei que obriga os clubes brasileiros a manterem times femininos.

“Não tenho dúvida de que daqui a poucos anos vamos ter muitas jogadoras para trabalhar”, prevê.

“Dúvida e sarcasmo não me afetam”

Uma das poucas mulheres a ocupar a função de agente no Brasil, Stephanie usa o jogo de cintura que desenvolveu negociando contratos para driblar o machismo ainda presente no meio.

“Já enfrentei muitos olhares de dúvida e sarcasmo, como se quisessem me testar. Aquela cara de ‘é sério que vou ter que falar com você sobre isso?’. Mas meu avô me ensinou muito a negociar e é isso que eu faço. Ignoro, começo a conversar e mostro que entendo do que eu faço”, diz.

Stephanie conta que já perdeu jogadores porque as famílias preferiam ver um homem comandando a negociação. Por outro lado, fechou negócios por conquistar a confiança das mães dos atletas.

“Prefiro reconhecer o melhor de ser mulher nesse momento do que ficar dando volume excessivo para coisas pequenas. A gente tem o nosso espaço e vão ter que falar com a gente”.

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Lugano, Stephanie e Thiago Ribeiro

– Paulista de Jundiaí e Colón de Santa Fé!

A cidade de Santa Fé, na Argentina, tem algumas semelhanças com nossa Jundiaí: ambas tem aproximadamente 400.000 habitantes. Também elas têm uma região metropolitana (ou aglomerado urbano) que as rodeiam com diversas cidades que dependem bastante delas.

Os dois municípios tem uma 2a semelhança: o principal rio que as cortam têm o mesmo nome: Rio Santa Fé e Rio Jundiaí.

A população local foi formada por imigrantes italianos, sendo a 3a coisa em comum: buscaram terras para plantar uva!

Por fim, uma 4a e mais importante característica: ambas gostam de futebol e possuem um time tradicional na cidade, centenário, com uma torcida apaixonada. Aqui o Paulista, lá o Colón, que conseguiu disputar uma única vez a Libertadores da América, sendo eliminado na 1a fase (igualmente o Galo). Caiu e subiu de divisão, passou por dificuldades financeiras e se reergueu com o apoio da comunidade local. Neste ano, disputou a final da Copa Sul-americana contra o Del Valle.

Abaixo, sobre a invasão da torcida argentina em Assunção, onde foi a final. Mas a questão para reflexão é: como fazer para que uma cidade (Jundiaí) igualmente a Santa Fé, consiga apoio maciço das forças econômicas da região para apoiar o seu time (o Paulista) como foi feito com o Colón? De certo, não foi só por paixão…

Em tempo: os times grandes sempre sofrem para vencer em Santa Fé, e o estádio do Colón é conhecido como “Cemitério de Elefantes” por presenciar derrotas do Boca Jrs e River Plate.

Extraído de : https://www.linkedin.com/posts/pluriconsultoria_a-maior-invasão-de-uma-torcida-nas-américas-activity-6599686394547974144-7Rz6

A MAIOR INVASÃO DE UMA TORCIDA NAS AMÉRICAS

Por Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria Esportiva, no LinkedIn

Neste sábado o INDEPENDIENTE DEL VALLE venceu o COLÓN por 3 a 1 em final de jogo único em Asunción, e foi campeão da SULAMERICANA.

Mas o fato INCRÍVEL foi o deslocamento de mais de 30 Mil torcedores do CÓLON, de Santa Fé, na Argentina, cidade de apenas 400 mil habitantes e a quase 1.000 Kms de distância do local do jogo.

Foi a maior movimentação de torcedores de um clube entre países diferentes nas Américas, superando os 25 mil torcedores do RACING que invadiram Montevideo em 1967 para a final contra o NACIONAL.

Dá uma olhada:

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– Que sofrimento com o 4G da vivo no Centro de Jundiaí?

Se você é jundiaiense e possui uma linha de telefone celular da VIVO, sabe que existe uma zona de sombra no Centro da cidade, mais ou menos equivalente a um quadrilátero que vai do Teatro Polytheama até o Coreto da Catedral, atingindo as ruas paralelas, onde o serviço de Internet não funciona.

O sinal do aparelho fica no 4G, mas não há quem consiga fazer alguma conexão. Nos estabelecimentos vizinhos, fica a mesma queixa: por lá, a VIVO não funciona na Web.

O que acontece? Numa região tão importante, é lamentável que isso aconteça.

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– Importante: o Paulista pode ter subido para a A3 hoje!

Amigos, vejam só: o Água Santa (3o colocado da A2) acabou de ser convocado para o arbitral da serie A1, na vaga do Red Bull que se associou ao Bragantino.

Assim, automaticamente os 3os colocados das outras divisões conseguiram o acesso para a divisão seguinte. O Paulista FC, dessa forma, já está na A3 em 2020.

O documento abaixo:

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– Qual a Graça em Pichar?

Foram presos os pichadores que vandalizaram o Monumento das Caravelas, o Solar do Barão e a Catedral Nossa Senhora do Desterro (além de outros imóveis particulares) no Centro de Jundiaí.

Fica a pergunta: por quê sujar a propriedade dos outros, estragar o bem público e poluir visualmente a cidade?

Qual é a graça? A troco de quê? Rabiscos sem sentidos e puramente de vândalos desocupados.

As autoridades deveriam obrigar que lixassem e pintassem as paredes para compensar o trabalho (bancando os custos, claro), a fim de reparar os prejuízos causados aos outros.

Imagem reproduzida no Jornal Tribuna de Jundiaí

– As visões do final da 2a Divisão Sub 23

Tendo uma visão OTIMISTA das semifinais do Campeonato Paulista da 4a divisão, o Paulista FC (classificado neste sábado), dependendo dos resultados deste domingo na conclusão da rodada, não precisará nem marcar gols para conquistar o acesso, já que lutará, em tese, por 4 empates (desde que não tome gols).

Com uma visão SENSACIONALISTA, o Galo já subiu ontem, tendo em vista que o Batatais está suspenso das competições profissionais (compreende o período da A3) e o Red Bull não vendeu seu CNPJ depois da associação com o Bragantino (nem poderá montar uma equipe B na mesma divisão). Assim, além das duas vagas de acesso, duas outras estão abertas (respeitando-se o regulamento das competições que as prevê).

Numa visão PRUDENTE, só se poderá confirmar algo no dia 19 de Outubro, próximo das 18h, horário que terminará o jogo de volta das semifinais, por respeito aos participantes e garantindo-se uma das vagas pelo regulamento específico da competição Sub23 da Segundona.

Pensando-se com visão PESSIMISTA, tudo será sofrido e inimaginável, já que o futebol é um dos únicos esportes em que nem sempre o favorito vence, e jogando em campos acanhados o jogo de ida sem o goleiro titular, podendo perder o zagueiro e o atacante titulares para o jogo da volta, levando-se um empate no primeiro jogo e tomando um gol no segundo jogo, todas as 30 rodadas de nada valerão!

Por fim, na visão REALISTA (que defendo particularmente), deve-se esquecer as possibilidades de enfrentamento de adversários, manter a mesma pegada e brigar pelo título da competição (que é possível), coroando o bom trabalho ao longo do torneio e confirmando as previsões dos especialistas do campeonato, que é o Paulista Futebol Clube levando a Taça.

Claro que, destes 5 cenários, todos, se pudessem escolher, desejariam o título. Mas, sinceramente, subir será o mais importante e o título da 4a divisão a cereja do bolo.

E você: qual a sua visão?

Imagem relacionada

– O ser Humano está se tornando um Animal Selvagem? Os estupros em Jundiaí!

Neste mundo violento demais, onde as pessoas parecem viver por instinto, como bichos, calamidades acontecem diariamente. Digo isso pois na cidade de Jundiaí, nesta última semana, ocorreram 3 estupros contra vulneráveis.

Qualquer um desses casos é condenável, mas o que mais me assustou foi o de uma avó que violentou sexualmente uma menina de 4 anos!

O que dizer?

Triste. Pavoroso. E culpar a quem? Ao mundo extremamente erotizado?

Sem palavras…

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– 6 cliques para animar o sábado!

Bom dia!
Clima fresco para um bom cooper. Sem delongas, vamos exercitar o esqueleto?
Clique motivacional 1:

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Correndo e Meditando:
“Ó Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”
Clique meditacional 2:

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Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E esse belo lírio?
Clique contemplativo 3:

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Desperte, Jundiaí.
Que o sábado possa valer a pena!
Clique inspirador 4:

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OPS, em tempo: vale a pena acrescentar 2 cliques para embelezar nossa postagem e inspirar o dia:

Passeando no Parque Botânico, encontramos a família Ganso. Imagine eu estando com minha filhota caçulinha vendo esses dois filhotinhos…
Clique “fofurice” 5:

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Por fim, já que citei minha pequena, vale o sorriso dela para que eu não me esqueça que as coisas simples da vida são as mais gostosas!
Clique carinhoso 6:

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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOHobby

– A impunidade da lei no trânsito: o caso do “Racha na 9 de Julho”!

Muita gente se assustou com o gravíssimo acidente provocado por dois motoristas irresponsáveis que praticavam racha em plena Avenida Nove de Julho, em Jundiaí. As imagens do acidente rodaram a Internet e o caso foi bastante discutido.

Pois bem: a lei é tão frouxa que os causadores da confusão já estão soltos!

Abaixo, extraído de RS NOTÍCIAS:

MOTORISTAS ENVOLVIDOS EM RACHA QUE DEIXOU SEIS PESSOAS FERIDAS SÃO LIBERTADOS

Por Rafael Santos

Os dois motoristas envolvidos em um racha que provocou um acidente e deixou seis feridos em Jundiaí (SP) foram liberados, de acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Segundo o TJ, os dois foram colocados em liberdade através de um alvará de soltura, com prazo de 48 horas, para pagamento de fiança arbitrada em R$ 5 mil para cada um. De acordo com a Polícia, os jovens estavam praticando racha na Avenida 9 de Julho. Um dos carros envolvido na corrida de rua bateu em um terceiro veículo no cruzamento da avenida com a Rua Ernestina Ribeiro. Seis pessoas que estavam nos dois carros atingidos foram socorridas e levadas ao Hospital São Vicente. Uma das vítimas chegou a ser arremessada para fora do veículo. Outra teve alta e duas estão estáveis. Outras duas foram transferidas para um hospital particular da cidade. Uma delas passou por exames e foi liberada. Já a outra passou por exames e foi transferida para outro hospital. Uma câmera de segurança registrou o acidente. O motorista do outro carro envolvido no racha deixou o local e só retornou cerca de uma hora depois. Ele foi convidado a fazer o teste do bafômetro, mas se negou. Por causa da recusa, ele foi multado.

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foto: Tribuna de Jundiaí