– Feliz Aniversário, “Ó Terra Querida Jundiahy”!

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos município).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá a verdade.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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– E o Paulista foi consultado pela FPF para escolher o Serginho da LJF em Jundiaí como diretor de sede?

Não tenho nada contra e tampouco a favor; nem o conheço pessoalmente, só “de vista”! Mas me causou uma estranheza profunda ler nos documentos da Federação Paulista de Futebol quanto à Copa SP, que a sede do Red Bull (que é o Estádio Jayme Cintra, Jundiaí-SP, onde o Paulista manda seus jogos e a chave em que estará na Copa São Paulo) terá como diretor… Sérgio Eduardo Aguiar, o presidente da Liga Jundiaiense de Futebol.

Insisto: não tenho nenhuma relação positiva ou negativa com ele, mas leio e escuto muito sobre o “Serginho da Liga” (como é chamado) e as confusões do Amador na Cidade de Jundiaí – que envolve imbroglio da gestão financeira (não me refiro a corrupção, mas administração ruim), bagunça na organização e relação péssima com as autoridades municipais. Sem contar, claro, com as eternas queixas dos times amadores nas Redes Sociais.

Logicamente, a FPF argumentará que escolheu ele pois é responsável pela LJF e facilitaria a logística. Mas ela está ciente das confusões do campeonato local? Não tinha outro nome?

Quem poderia questionar, num primeiro momento, é o Red Bull (pois é o time-sede), mas que deve desconhecer todo esse histórico. Nessa, o Paulista não tem culpa, mas fico muito curioso: será que a FPF pediu referência ao Galo na hora da escolha (já que a sede é em Jundiaí e o Paulista o time local – e dono do estádio)?

Se até dia 02 de janeiro estiver como diretor de sede o Serginho, que faça um trabalho bom e competente. Mas tenho certeza que poderia se ter evitado tal nome tão discutido nos centros esportivos da nossa cidade…

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– O urbano e o nativo

Gigantescos concretos em meio ao mato!

Cenas da cidade de Jundiaí:
A vista do “CBM Tower”, da 9 de Julho (que deu muito prejuízo aos seus compradores), retratada pelos fundos do imóvel!
Parece-me que ficará bonito quando pronto.

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#FotografiaÉnossoHobby
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– Parabéns, River Plate (freguês do Galo da Japi).

E o River Plate venceu em Madri o Boca Juniors pela Copa Libertadores da América 2018. Coincidentemente, a mesma competição que o chamado “Galinhas” disputou estando na chave do Paulista FC, o Galo Tricolor da Serra do Japi, há 12 anos.

Parabéns River! Mas saiba: você sempre nos enche de orgulho pela derrota em 05 de abril de 2006, quando o Paulista (que era forte na época) orgulhava Jundiaí ao bater os hermanos por 2×1 no Estádio Jayme Cintra.

Bons tempos…

Aliás: ganhou a Libertadores 2018 com jogador irregular, estádio interditado, treinador suspenso que dirigiu o time e outras arbitrariedades. Entretanto, esquecendo as regras que fez vista grossa, realmente fez por merecer dentro de campo.

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– A Coxinha de Queijo (Patrimônio Imaterial de Jundiaí) e o seu “criador”!

Veja que bacana: o Jornal Tribuna de Jundiaí localizou o Sr Delbim, da Casa de Massas Padroeira, o inventor da Coxinha de Queijo, considerada hoje Patrimônio Imaterial de Jundiaí!

Abaixo, extraído de: https://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/5737-a-1-coxinha-de-queijo-foi-em-uma-lanchonete-no-centro-de-jundiai-que-tudo-comecou?fbclid=IwAR3bgvE6LUhbKaXiCKx7IE7ZrG2npZiqG4RXSylZHAlQRBVmcpYe_jmhhw4

A PRIMEIRA COXINHA DE QUEIJO

Há 36 anos nascia a primeira coxinha de queijo de Jundiaí. Invenção do comerciante José Carlos Delbim, dono da Casa de Massas Padroeira em 1982, ele jamais imaginava que a iguaria se tornaria um símbolo da cidade.

“Eu estava fazendo coxinha de frango, aí olhei para o queijo e pensei: ‘E se eu colocar de recheio?’, aí eu coloquei o queijo com o formato da coxinha e comecei a vender. O pessoal começou a pedir, gostar e espalhou nas outras lanchonetes da cidade”, contou o simpático comerciante de 72 anos ao Tribuna de Jundiaí.

Ele conta que tudo aconteceu sem ser premeditado. “Foi um acaso”, garantiu. Acaso este que criou uma receita que, hoje, é considerada até mesmo Patrimônio Imaterial de Jundiaí. Quem diria que um momento de invenção do seu José se tornaria um símbolo tão importante para a cidade, presente em todas as lanchonetes locais?

Aqui em Jundiaí não tem jeito: a gente sabe que a coxinha com palitinho é com queijo e a sem nada é a de frango. E, certamente, muito jundiaiense já foi alvo de olhares de estranheza fora da cidade, pedindo coxinha de queijo sem saber que isso é coisa só da Terra Querida’.

E a coxinha de queijo por aqui tem variadas receitas. Tem quem faça a massa com batata, como é o caso da coxinha da Casa de Massas Padroeira, tem quem use farinha de trigo e até mandioca. No recheio, podem ser utilizados queijos diferenciados. Nessas horas, é a critividade que conta.

A do seu José é feita, por exemplo, com batata. “Uso batata boa e um queijo apropriado. Mas o queijo que eu uso é segredo”, garantiu o comerciante.

O sucesso é grande: por dia, são vendidas cerca de 400 coxinhas de queijo. “Vende mais que a de frango, é o nosso carro-chefe”, pontuou, lembrando que o seu público é variado. “Todo mundo, sem distinção de classe social. Tem muita gente de São Paulo e Campinas também que encomenda a coxinha”.

E ele conta que já teve gente de tudo que é lugar do mundo experimentando a iguaria pora aqui. “O pessoal vem e traz eles aqui para experimentar. Eu passo a receita, para que possam levar a coxinha de queijo lá para fora”, disse. De Jundiaí para o mundo, já pensou?

Aqui não tem jeito: toda lanchonete vai ter a opção da coxinha com o palitinho em cima, recheada de queijo

– Jundiaí, cidade da Grande São Paulo? Não, Revista Veja…

A Veja SP da última semana retratou o quão tem surgido start-ups na cidade de São Paulo, e citou várias empresas que se tornaram “unicórnios” (termo que designa o negócio que ultrapassou valor de mercado em 1 bilhão de reais).

Dentre essas iniciativas, é citada a da criação do iFood, por Fabrício Bloisi, para a entrega rápida de comida. Na matéria, se diz que tudo começou em um prédio comercial com apenas 10 funcionários na cidade de Jundiaí, na Grande Sao Paulo!

Ôpa! Quer deixar um morador do município de Salto irritado, é perguntar-lhe se ele é de “Salto de Itu”. Também o pessoal de Aparecida-SP não gosta muito que se chame a cidade-santuário de “Aparecida do Norte”. Da mesma forma, é irritante um jundiaiense ouvir falar que a cidade pertence à “Região de Campinas” ou “Grande SP”. Jundiaí é a pujante cidade do Aglomerado Urbano, que lidera o bloco que compreende outros tantos municípios.

Que a Editora Abril está “mal das pernas” e em grave crise financeira, é sabido. Mas custa dar uma revisada melhor nos textos? Aliás, nessa mesma revista o super-herói Shazam foi citado como personagem da Marvel (não, é da DC Comics).

Cadê o redator-chefe?

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– E ninguém liga para o alongamento da nossa via?

Quando chove, a nossa Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros – Jundiaí/SP) fica intransitável. Como ter asfalto desnivelado a tal ponto e sem bueiro?

Olhe só que “piscinão” forma toda vez… uma verdadeira lagoa! Mas, infelizmente, nada se faz. É aquela velha história: obra que não aparece, não vale a pena – como, por exemplo, BUEIROS!

Veja só a foto como fica a via DEPOIS da chuva. Durante ela, deve-se andar de barco! Abaixo:

– A Resposta da KAH Sports sobre o caso da Parceria proposta ao Paulista FC.

Nesta 4a feira, fiz uma postagem levantando alguns questionamentos sobre o que eu entendia ter sido um ACERTO o não-fechamento da parceria entre Paulista FC e o grupo KAH Sports, até então pouco conhecido em nossa cidade.

O link está acessível em: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/12/kah-sports-e-paulista-de-jundiai-e-entao/

Para uma feliz surpresa, fui contactado pelo Hikmat Derbas, o proprietário da Kah Sports. Por mostrar transparência, abaixo a manifestação dele:

“Rafael boa noite. Vamos lá vc está totalmente equivocado em sua análise nem superficial e colocando a KAH SPORTS como uma empresa qualquer.

Em primeiro lugar a KAH SPORTS é licenciada a CBF sim pra qualquer tipo de intermediação no futebol.

Em segundo temos atletas nos maiores clubes do Brasil sempre com idoneidade. Procure se informa com clubes como São Paulo, Cruzeiro, Altetico Mg, Goiás, Fortaleza e outras mais.

Em terceiro somos filhos de libaneses e a empresa está no nome de um dos sócios.

Em quarto lugar pra vc ter a licença da CBF para intermediação vc precisa ter IDONEIDADE FINANCEIRA. Está vc só consegue com o seu banco. É uma carta enviada pelo Banco assinada pelo gerente geral da agência e com firma RECONHECIDA EM CARTÓRIO.

Em quinto lugar queríamos muito o Paulista pois tem camisa, tem torcida e com a experiência que temos conseguiríamos despertar esse gigante que hoje está adormecido.

Em sexto lugar qualquer dúvida estou aqui para te esclarecer. Mas por favor não faça análises precipitadas. Procure saber ao certo o modelo de gestão e quem somos.

Em sétimo lugar é que ninguém gosta de ser feito de bobo. Fomos 4 vezes como relatado na matéria, estava tudo caminhando quando soubemos via imprensa que não haveria mais parceria. O mínimo que o pessoal do clube deveria fazer seria nos avisar por telefone ou e-mail. Agora saber pela imprensa e de forma mentirosa me desculpa mas não rola.

Em oitavo e último lugar se fossemos tudo isso que vc mencionou não seríamos parceiro de tantos clubes no Brasil. E o trabalho que seria feito no Paulista, estamos fazendo com o Fortaleza que está PRESTES a voltar a SÉRIE A.

Em nono lugar segue o print onde mostra que a empresa é licenciada a CBF para intermediações no futebol

Espero ter sido claro. Se não pode me contactar que terei o imenso prazer em esclarecer todas suas dúvidas. (O print abaixo):”

Minha resposta e questionamentos:

“Olá Hikmat, bom dia. Fico feliz pela sua manifestação e esclarecimento.

Na questão do meu post, sempre ressaltei que não questiono a idoneidade, mas a forma do projeto apresentado, conforme a matéria do Esporte Jundiaí. O quanto mais claro tudo for, melhor para ambas partes (pois imagine o quão traumático tem sido a questão das parcerias que o Paulista fez recentemente e as ofertas escusas feitas por pessoas diversas).

Com tal clareza que me escreve, fico feliz ao saber de sua preocupação em mostrar o quanto correta é a sua empresa. E, logicamente, farei a consideração em uma nova postagem com esses pontos que o senhor tão bem expôs.

Mas duas perguntas inevitáveis, que peço a gentileza de esclarecer a fim de que não paire qualquer tipo de mal entendido (imagine a repercussão que o assunto teve na imprensa de Jundiaí no último final de semana).

1- se existia o interesse da proposta feita a tanto tempo, qual o motivo da Kah não ter cobrado respostas por esse período todo?

2- o principal: qual seria o modelo de parceria proposto (como se daria em si), para que o Paulista desprezasse da forma que fez?

Repito: muito feliz por sua manifestação, afinal, demonstrou ser uma empresa existente, séria e sólida, diferente do que se dava por aqui.

Agradeço ao senhor e, aqui nesse espaço, peço: poderia esclarecer aos nossos ouvintes da Rádio Difusora, numa entrevista ao comandante do Time Forte do Esporte Adilson Freddo, o que a Kah propôs e todo o descontentamento pelo desfecho? O nosso programa é líder de audiência na tarde de Jundiaí e nossa equipe a única presente a todos os jogos dentro e fora do Jayme Cintra. E, é claro, gostaríamos muito de mostrar que “o senhor existe”. Entenda, as últimas duas ofertas ao Paulista eram de inexistentes pessoas, por incrível que possa parecer.”

E sua derradeira manifestação:

“Então não sei como era tratada a parceria pela imprensa de Jundiai. Com relação a não ter manifestação da nossa parte é pq só falamos de contratos e outros assuntos quando estiver com tudo assinado. Seria uma irresponsabilidade dar declarações e depois não ocorrer o que foi falado via imprensa. Não seria nada inteligente da nossa parte. Nesse aspecto somos bem discretos para que possamos blindar o clube e a empresa de qualquer problema extra que poderia vir aparecer antes de começar um trabalho sério. Qualquer dúvida estamos à disposição.”

O espaço está aberto para qualquer pessoa do Paulista FC se manifestar.

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– Dia de Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da Diocese de Jundiaí

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese.

Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

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– A Jundiaiense que tirou nota máxima na prova da Islândia

Vejam só que bacana: Beatriz Ladeira, nossa conterrânea jundiaiense de 15 anos, tirou a nota máxima entre todos os estudantes da Islândia na prova equivalente ao ENEN de lá. A garota se mudou para a “Terra de Gelo” através de um programa missionário católico para evangelização em Reykjavík (a capital do país, que curiosamente é a capital mais setentrional do mundo).

Que orgulho aos pais – e à nossa cidade também.

Abaixo, extraído do site da TV Tec, em: https://tvtecjundiai.com.br/news/2018/07/30/jundiaiense-tira-nota-maxima-no-enem-da-islandia/

JUNDIAIENSE TIRA NOTA MÁXIMA NO “ENEM” DA ISLÂNDIA

A jundiaiense Beatriz Ladeira, de apenas 15 anos, foi destaque na imprensa da Islândia após tirar a nota máxima em uma prova nacional para estudantes, considerada o “Enem” do país. A ilha, que fica no norte do Oceano Atlântico, foi colonizada pela Dinamarca e conta com uma população de 350 mil habitantes, cerca de 60 mil a menos que Jundiaí.

Beatriz, os pais e quatro irmãos, de 2 a 13 anos, se mudaram em pleno verão de 2016 para Reykjavík, capital do país, após serem aprovados em um programa de evangelização da Igreja Católica. A “Samrændu próf” (“Prova Uniforme”, em português) surgiu na vida da jovem no fim de 2017. Segundo Beatriz, o teste é parecido com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em nível de importância.

Com facilidade em matemática por conta da ajuda do pai, que é engenheiro, a maior dificuldade foi no idioma. A língua nórdica do ramo germânico setentrional sofreu uma “reforma” e passou a ser chamada de Islandês Moderno em 1500. “Muitas vezes eu me desesperava, não entendia nada. Havia poemas e textos de séculos atrás, regras gramaticais que era praticamente impossível de entender”, conta.

“Eu vejo que a Beatriz tem o dom da perseverança. Fiquei extremamente orgulhosa do resultado e do esforço. Ficamos todos muito agradecidos a Deus e à professora dela. Tudo foi uma linda história”, comenta a mãe da menina, Aline Soares Ladeira.

(Fonte: G1)
(Imagem: Beatriz Ladeira/Arquivo Pessoal)

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– Não deveria ser mais esclarecedor a questão do filho do vereador preso?

Com todo respeito, mas se um “ladrão de galinhas” é preso com drogas, sua foto sai estampada no noticiário e seu nome divulgado aos quatro cantos.

Ontem, prendeu-se um filho de vereador de Jundiaí traficando entorpecentes. Nem nome do criminoso e nem do político são divulgados.

Qual a diferença entre os dois bandidos? O fato de um ser “otoridade” e outro um pobretão, faz que se poupe o mais importante?

Complicado isso tudo…

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– Boas Dicas para cuidados com as nossas crianças nessa falta de chuvas e umidade ruim!

Nos últimos dias, está muito difícil respirar. A qualidade do ar despencou devido às queimadas, falta de chuva e poluição em geral.

Apesar dos adultos se queixarem, nossas crianças sofrem muito mais! E aqui eu compartilho um ótimo vídeo da TV Tem com dicas para cuidarmos dos pequenos enquanto não chove. Em especial, a orientação da pediatra Dra Mônica a fim de poupar nossos rebentos de doenças respiratórias.

Link em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/tem-noticias-2edicao/videos/t/edicoes/v/crescem-os-casos-de-problemas-respiratorios-no-hospital-universitario-de-jundiai/6851125/

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– YES? Mas não é bem assim…

Vejo duas propagandas no Instagram e fico coçando a cabeça: será que moro no mesmo Bairro Medeiros que essa publicidade?

Abaixo, dois prints do Instagram:

No primeiro, me assusto ao ver como é “tão perto do Centro”! Eu levo 25 minutos de carro pelas rodovias para chegar ao Centro de Jundiaí, devido ao congestionado trânsito de 15 km. É o caminho mais curto.

No segundo, vejo que haverá um shopping em frente ao Yes. Em frente ou dentro do Condomínio? Afinal, em frente a construção está a minha casa. Ao lado, meu cunhado. Do outro, a dona Teresa e família…

Sinto que nesse trecho aprazível de chácaras residenciais, o sossego vai acabar. Aliás, como se permite construir um condomínio vertical em meio a tantas moradias térreas rurais?