– Um manifesto da GM contra o comando feminino?

Li no Jornal de Jundiaí e só resta dizer: que vergonha!

Quer dizer que os Guardas Municipais fizeram um abaixo assinado pedindo que não sejam comandados por mulheres?

Confere?

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-53015-gm-faz-abaixo-assinado-para-frear-ascensão-de-mulheres-na-liderança

GM FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA FREAR ASCENSÃO DE MULHERES NA LIDERANÇA

“Se metade da corporação for mulher, a Guarda acaba”. Foi isso que um grupo de mulheres da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) escutou de um colega homem sobre a tentativa de estabelecer, em lei, medidas para que a igualdade de gênero seja alcançada na instituição.

Um abaixo-assinado foi protocolado na prefeitura pedindo veto ao trecho da lei municipal que assegura um percentual de vagas femininas nos cargos de inspetor e subinspetor. A medida vai contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais, definido sob a lei federal 13.022/14.

Atualmente, a GMJ conta com efetivo de 349 oficiais, dos quais apenas 38, ou 10,8%, são mulheres. Nenhuma delas ocupa um cargo de liderança na corporação.

Mesmo assim, o documento teria sido assinado por cerca de 200 membros, mais da metade do efetivo total, segundo as mulheres que conversaram com a reportagem do Jornal de Jundiaí no anonimato e disponibilizaram uma cópia da primeira página do abaixo-assinado.

PERCENTUAL MÍNIMO

A lei 13.022, sancionada em agosto de 2014, prevê a reserva de um percentual mínimo para o sexo feminino em cargos de todos os níveis da Guarda, definido em lei municipal. O texto diz, ainda, que os municípios teriam dois anos – contados a partir da sanção – para que possam se adequar à legislação. Isso significa que, desde agosto de 2016, a GMJ está irregular.

Em março de 2017, uma comissão de guardas foi criada para debater o estatuto e elaborar uma minuta de projeto de lei para a adequação do município à legislação federal. A princípio, segundo contam as GMs de Jundiaí, o texto da lei definia que 30% das vagas de ingresso e promoção na instituição fossem assegurados às mulheres.

Porém, no texto da minuta ao qual a reportagem teve acesso e que supostamente tramita na prefeitura hoje, consta que apenas 10% das vagas para a promoção aos cargos de inspetor e subinspetor ficam asseguradas ao efetivo feminino. O grupo diz que o trecho foi alterado depois que duas das três mulheres da comissão foram afastadas.

Agora, o abaixo-assinado da GMJ pede que o trecho em questão seja vetado, de forma que nenhuma vaga fique reservada para a liderança feminina. “Eles dizem que, se houver a cota, as mulheres vão ser promovidas pelo gênero e não pelo mérito”, disse uma delas.

“Esse argumento de que as cotas colocam pessoas menos preparadas nas vagas é comum, mas infundado”, diz Raquel Marques, presidente da ONG Artemis, que promove políticas públicas pelos direitos da mulher. “Diversos estudos provam que o desempenho dos cotistas não é menor que o dos demais”.

Ela afirma que as cotas obrigam a instituição a olhar para o problema. “Se hoje não existem mulheres suficientes em condições de ocupar a liderança, a cota obriga a guarda a capacitá-las melhor”.

Ela diz, ainda, que a maioria das organizações de ponta possui políticas afirmativas para garantir mais mulheres, negros e LGBTs em seus quadros de liderança. “Me parece que este abaixo-assinado em Jundiaí está na contramão de 2018”, revela Raquel.
LIDERANÇA

Isis Regina de Abreu, a única mulher em 68 anos de GMJ que conquistou um cargo de liderança, afirma que a cota para as mulheres é necessária, principalmente se o concurso interno para a promoção continuar sendo realizado pela própria instituição.

“Se ele fosse feito por uma empresa independente, a cota nem seria necessária. Se abrissem 10 vagas e 10 mulheres tivessem um desempenho melhor, todas as vagas seriam delas, sem necessidade de reservar uma parte”, analisa Isis.

Porém, ela diz que existem interesses machistas por trás do abaixo-assinado. “Os guardas pensam que vão ter que dar o lugar às mulheres mesmo tendo um bom desempenho, mas eu sei muito bem como as coisas funcionam lá dentro. Sem o percentual reservado, os homens vão fazer de tudo para ‘queimar etapas’ e impedir que uma mulher seja graduada”, emenda.

O jeito que as coisas funcionam, segundo a ex-subinspetora da Guarda, é contornar o processo de todas as formas para que sejam graduados apenas quem as lideranças querem. “No concurso que eu prestei, um guarda administrativo fez a prova a lápis, já que era a própria administração da GMJ que iria corrigir”, lembra.

Outra forma de impedir a graduação das mulheres, segundo Isis, é encontrar um motivo qualquer para que elas respondam a um processo na corregedoria interna da GM, ficando assim impedidas de serem promovidas. “Basta você espirrar mais alto que já te mandam para lá”, afirma.

Ela diz que um grupo de guardas tentou impedir sua graduação. “Primeiro pediram recurso, depois foram ao jurídico reclamar que não poderia ter uma subinspetora sem CNH, como eu, mas o edital não exigia”, conta. O processo levou oito meses até que ela pudesse, finalmente, assumir o cargo e, mesmo na liderança, enfrentou grandes dificuldades.

Algumas formas de afrontar sua autoridade eram sutis. “Eu dava ordens e o guarda se recusava a obedecer. Mesmo eu colocando isso no relatório, ele não sofria nenhum tipo de consequência”, diz. Mas Isis também recebeu ameaças mais diretas.

“Uma vez, um dos comandantes apoiou as duas mãos na minha mesa e disse que faria de tudo para me tirar da guarda. Depois de um tempo, me colocaram para ficar na sede da GM olhando para a parede. Foi então que decidi me aposentar. Nunca me deixaram exercer a liderança de fato”, desabafa.

GUARDA HUMANIZADA

Segundo Isis, a Guarda Municipal precisa de mais mulheres em todos os cargos para tornar a GM mais humana. “Querendo ou não, a mulher tem mais sensibilidade e sabe a hora de ser turrona ou flexível”, diz.

Ela acredita que mais mulheres na liderança da GMJ poderiam melhorar o jeito como a instituição lida com os problemas internos da corporação. “Muitos guardas sofrem com depressão, bipolaridade, alcoolismo ou vício em drogas – e ainda trabalham armados. É impressionante como todos entram saudáveis e ficam doentes. As sequelas não vêm das situações que vivemos na rua, mas do jeito que superiores tratam subordinados”.

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Foto: Jornal Regional

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– Parquímetro e flanelinha: tudo junto e misturado?

Está regulamentada a profissão de “flanelinha” em Jundiaí?

Dias atrás, fui estacionar na Rua Anchieta, achei uma vaga e… veja só que curiosa situação aconteceu comigo, abaixo!

Eu tinha as seguintes opções: pagar um estacionamento particular (e ali o preço é alto), estacionar na rua e pagar com o aplicativo sugerido no smartphone ou, com algumas moedas, usar o parquímetro.

Pois bem: havia um parquímetro na esquina, bem próximo de onde parei o carro. Ali estava um funcionário da empresa que faz a gestão do rotativo. Como eu não tinha moedas para a máquina, achei que ele poderia me ajudar trocando uma nota, mas não tinha também (embora ele tenha dito que sempre tem).

Usei então o aplicativo, fazendo o pagamento via cartão de crédito (na verdade, você faz um depósito para a Digipare e usa como pré-pago) e fiquei mais tranquilo para não ser multado. Eis que ao lado do equipamento, o funcionário-responsável estava batendo papo com um “guardador autônomo de carros”, que me disse: “vou tomar conta pro senhor, tio”!

Quer dizer que tenho que pagar para estacionar o carro na rua e fico com dois valores a menos: o do estacionamento rotativo e o do flanelinha?

E se você não der a “gorjeta obrigatória a ele”?

Se o meu veículo for roubado, aciono a empresa de estacionamento rotativo (afinal, eu paguei para estacionar, algo devo receber em troca) ou aciono o flanelinha (serviço independente de vigilância automobilística urbana)? Ou, ainda, reclamar ao bispo Dom Vicente Costa (já que no Centro está cheio de flanelinha e parquímetro, só resta reclamar ao bispo, como diz o ditado popular).

Que dureza. Aliás, cadê a fiscalização? Nessa hora, não passa ninguém da Setransp (ou o nome atual desse departamento). Mas será que adiantaria?

É desagradável você pagar o parquímetro e o flanelinha simultaneamente. Mais chato ainda ver que a relação entre fiscais da empresa e dos “vigias autômatos” é muito boa.

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– Valeu o sentido da foto ou não?

Caprichando no clique!
Pediram uma postagem de foto com celular (mobgrafia) para o seguinte tema: “NEW YEAR, NEW START”.
Saiu essa, abaixo, para o concurso do Aplicativo de Fotos comercializáveis FOAP:

📷 #Mobgrafia é nosso #hobby!

Resoluções de Ano Novo? 🤔

Year, new start – imaginar que todos os dias serão metaforicamente bonitos nas decisões da vida, da mesma forma e proporção de como esse clique do amanhecer na Divisa de Jundiaí com Itupeva é belo!

Será possível?

👊🏻 #amanhecer #natureza #paisagem #fotografia #FoapJan18 #morning #newyear #resolutions @rafaelporcari #Jundiaí #Itupeva

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– Para quê complicar o pagamento do IPTU, dona Prefeitura?

Tenha certeza: assim que o IPTU de Jundiaí chegar na casa dos munícipes, a chiadeira vai ser grande. Explico:

Ao invés dos práticos carnês, chegará uma via com a parcela única para pagamento (com desconto). Se você optar por pagar parcelado, terá que pegar pela Internet.

Você acha que terá ou não inadimplência de pessoas que têm dificuldades em usar o computador?

É claro que para muitos (como eu), a Internet ajuda bastante. Mas se há aqueles que não conseguem nem sacar sozinhos a aposentadoria no caixa eletrônico, quanto mais baixar arquivos na Web!

Sem dúvida, é uma economia burra da Prefeitura de Jundiaí. Todo esse transtorno (que certamente terá) para não imprimir carnês (e dessa forma transferindo o custo de impressão para nós).

Será que é essa redução de custos que irá resolverá os problemas das finanças públicas? Claro que não.

Enfim: quem cuida da imagem do prefeito Luiz Fernando Machado está deixando ele se queimar desnecessariamente. Ao invés do IPTU ser destacado pela opção de outras datas de pagamentos com desconto (sim, terá essa novidade), a reclamação da não impressão dos carnês dominará as gritas gerais.

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– Desrespeito do Yes Ideal Living! Sacanagem…

Que noite comprida… estou desde às 03h30 em pé, trabalhei o dia inteiro, cheguei cansado às 20h em casa e sou obrigado a aguentar folgados que se acham acima do bem e do mal, desrespeitando as leis e fazendo o que querem durante a noite/madrugada. Não importa o respeito ao próximo, importa o cronograma das obras e o faturamento das vendas.

GUARDEM BEM ESSE NOME: “YES IDEAL LIVING JUNDIAÍ”, o empreendimento imobiliário no Bairro Medeiros (na Avenida Reynaldo Porcari, 2788) que está trabalhando às 23h45 de hoje (do dia 28 para 29/12), fazendo barulho à vontade sem se importar com os vizinhos.

QUEM CONSTRÓI PRÉDIOS A ESSE HORÁRIO DA NOITE é porque tem algo suspeito. Ou não?

Fazer armação de ferragem nesse horário? Concretar de madrugada? Baldear tábuas? Tão de sacanagem!!!

EMPRESA CORRETA NÃO TRABALHA ASSIM, nem nesse horário, ignorando a Lei do Silêncio.

As primeiras trincas na minha casa já surgem. Alguém veio verificar o impacto da construção desses prédios antes da liberação? NÃO, é claro! Para ajudar, trabalham sem respeito algum com os vizinhos a esta hora da noite / madrugada. Tenha Santa Paciência!!! Sem contar com a minha filhota caçula com gripe e febre, acordando a cada barulho da construção dos prédios e chorando. Como uma nenê vai entender que o “poderio econômico” dos construtores faz isso? Cadê o engenheiro responsável para uma manifestação? E o incorporador, fica quieto?

Daqui a pouco tenho que “levantar” de novo (e nem fui dormir, pois não é possível). Como fazer? É uma sacanagem muito grande eu ter que pedir para fazerem silêncio (como já fui) e o barulho continuar. A Polícia Militar (que é próxima) nada faz, pois há outras prioridades. A quem recorrer?

Uma das culpadas é a Prefeitura Municipal, que permitiu a liberação dos prédios em área de chácaras de recreio, sem infraestrutura alguma. Aliás, aqui desmataram, fizeram o diabo, mudaram o zoneamento justo nos terrenos da obra e ninguém nem liga. Será que os empreendedores são tão próximos das autoridades? E não me refiro a esta ou aquela administração municipal, estou generalizando mesmo! Muito chata tal situação.

Acesse o link do estudo de impacto da vizinhança desta construção, e veja que nas páginas 41 a 50 eles minimizam os vizinhos (eu nunca fui procurado) Nas páginas 97 e 98, itens 8.4.5 e 8.4.6, fala-se de que não existirá vibração ou barulho significativo (durante o dia); as trincas que estão surgindo na minha casa devem ser fruto da minha imaginação…. Na página 103, item 8.9, parece que tudo é feito para alegrar os vizinhos. RIDÍCULO, quem lê pensa que fomos consultados, nossas casas avaliadas e que estamos alegres. NADA DISSO ACONTECEU!

O relatório do impacto da obra está disponível em: https://www.jundiai.sp.gov.br/planejamento-e-meio-ambiente/wp-content/uploads/sites/15/2014/09/EIV_RIV_Proc_20700-2_13.pdf

1-Aliás, era “bola cantada” que teríamos problemas desde o início. Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2015/10/13/para-construir-no-medeiros-vale-tudo/

2-Complementando a falta de infraestrutura (se não bastasse o descaso, veja o que acontece quando chove aqui): https://professorrafaelporcari.com/2017/03/07/alagamentos-que-deveriam-ser-evitados/

3-Por fim, veja como a contrapartidas não acontecem para se construir em nosso bairro (e talvez na cidade toda): https://professorrafaelporcari.com/2015/02/28/bairro-medeiros-crescer-sem-planejamento-e-perigoso/

E o descaso dessa noite/madrugada está gravado: Assista (observação – enfim silêncio aos 21 minutos (00h21) dessa sexta-feira). Abaixo:

– Dias de Intolerância na Região de Jundiaí: 3 mortes banais!

No começo da semana, um homem foi morto em Jarinu por supostamente roubar um cacho de uva na plantação alheia. Ignorância absurda, apesar do aproveitador estar errado, logicamente.

Ontem, em Várzea Paulista, um menino de 9 (NOVE) anos matou outro de 12 (DOZE) por ter sido chamado de caolho. O assassino foi bolinado, é nítido, mas já tinha histórico de ter atentado contra um idoso a marteladas.

Hoje, um jovem foi morto no Eloy Chaves, ao chegar do trabalho. Motivo? A moto, desejo dos bandidos.

Quem mata por um mísero cacho de uvas, quem nem cresceu e já mata por qualquer chateação, ou ainda quem tira a vida do outro por culpa de uma moto, representam o quê para o futuro?

Triste demais. É reflexo de má formação dos pais, falta de Educação e relacionamentos extremistas sociais.

Informações sobre o crime no Eloy Chaves no link do Jornal da Região,

em: http://www.jr.jor.br/2017/12/20/homem-e-vitima-de-latrocinio-no-eloy-chaves2/

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– Feliz Aniversário, “Ó Terra Querida Jundiahy”!

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos município).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá a verdade.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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– É imoral reajustar em 25% o IPTU de Jundiaí

Todos nós ouvimos falar que o Brasil está quebrado financeiramente, fruto de recessão, corrupção e má gestão. Isso vale para muitos estados (o Rio de Janeiro que o diga) e vários municípios.

Jundiaí, nossa rica cidade, assim como o resto do país, ‘rachou” politicamente. A péssima divisão entre esquerda-direita, comunistas-liberais ou “turma do PSDB-PT” (mesmo quando não sejam esses dois partidos no poder) faz com que a política se torne um verdadeiro Fla-Flu.

Digo isso pois TUDO é motivo para se criticar gestões anteriores (e não tiro a razão de quem critica, temos péssimos gestores do dinheiro público em todos os lugares e em todo o tempo da história) e, como solução prática, aumento de tarifas públicas e impostos.

Vide na esfera nacional: corte de investimentos em Educação e Saúde, medidas onerosas à maioria da população e nenhuma movimentação para o fim das regalias que envolvem os nobres deputados e senadores.

Se trouxermos tudo isso para nossa cidade de Jundiaí, o lamento se faz igual: se o cofre do município está quebrado (mesmo sabidamente sendo uma cidade rica e de inúmeras empresas aqui instaladas), não é justo que a população pague por um reajuste de 25% no Imposto Territorial Predial Urbano (IPTU).

Ora, há de se ter mais criatividade para resolver os problemas das finanças municipais: corte de cargos comissionados, redução de gastos desnecessários, enxugamento nas verbas de publicidade, etc, etc e etecetera. O que não dá é para o munícipe pagar a conta (como sempre se faz).

Hoje os vereadores votarão o aumento ou não de IPTU. Duvido que passe. Mas se passar, será vergonhoso. Repito: a população não pode pagar por má gestão anterior ou ter equivalência percentual nos reajustes dos deveres a saldar, se não há nas obrigações a receber.

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– Identificados os alunos-vândalos das Escolas Estaduais de Jundiaí?

Muito me entristeceu ver aqui no Vetor Oeste o vandalismo causado por “ditos alunos” na Escola Albertina Fortarel, tradicional unidade de ensino do Parque Eloy Chaves. Livros jogados e rasgados, farra, desrespeito total. Também na Paulo Mendes, na Vila Progresso, uma situação parecida.

Ainda bem que estão chegando as férias escolares, caso contrário isso poderia se tornar “moda” (como acontece com muitas idiotices da nossa sociedade).

Será que os alunos praticantes de tal ato foram identificados e punidos? 

Tenho pena dos professores e diretores dessas instituições, já que tais estudantes estão no carrinho errado – o do anarquismo, da bobagem e da ideologia do caos (ou falta de bom senso). Entendo que se a qualidade de ensino decaiu (e não sei se isso aconteceu nessas duas escolas, que reconhecidamente têm bons docentes), a forma de crítica e/ou protesto deve ser outra. Aliás, isso não me parece movimento de contestação, mas puramente bagunça. Uma pena!

Aliás, está “bombando” nas redes sociais uma manifestação em vídeo do vereador EdiCarlos, onde ele talvez tenha se expressado mal e cuja opinião ficou dúbia (abaixo).

Ops: eu estudei também em escola pública: a EEPG Irmã Úrsula Gherello (Caic) e na EEPG Rafael de Oliveira (Medeiros). Não me recordo NUNCA de qualquer ato no sense…

Compartilho, extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/12/03/escola-e-chata-nao-vou-julgar-os-alunos-qualidade-de-ensino-esta-cada-dia-pior-diz-vereador-de-jundiai/

“A ESCOLA É CHATA . Não vou julgar os alunos; a qualidade de ensino está cada dia pior”, diz vereador de Jundiaí

por Hanaí Costa

O vereador de Jundiaí EdiCarlos (PSD) postou um vídeo nas redes sociais neste domingo pela manhã clamando pela ‘qualidade de ensino nas escolas estaduais’. Mais: disse que não vai ‘julgar’ os alunos que queimaram material escolar e rasgaram apostilas nas escolas Albertina Fortarel, no Eloy Chaves, e na EE Paulo Mendes Silva, na Vila Progresso esta semana. Ontem, o Portal Tudo publicou o vandalismo nas duas escolas. Em uma delas, a direção da unidade cancelou a festa de confraternização por conta da postura de uma parte dos alunos. Muitas pessoas se manifestaram contra a postura dos alunos, inclusive, pessoas ligadas à Educação.

A escola é chata. Converso com inúmeros alunos que me dizem isso. Estudei em escola publica e sei o que estou falando. Claro que não estou incentivando vandalismo, mas a reflexão tem que ser mais profunda”, disse, em vídeo, o vereador.

Alexandra Gasparini Spiandorelo é professora. Ela também se mostrou indignada nas redes. “Esse é o valor que a sociedade da para escola. É o valor que os pais dão aos professores. É a situação da educação das crianças….. tudo pode.”, lamentou.

Já Claudia Alencar disse: “Essa ação mostra quem são nossos alunos e a falta de educação dos mesmos. Falta educação, falta compromisso, vontade, respeito pelos colegas, pelos adultos, pelo ecossistema, pela cidade, pelo planeta”.

O Portal Tudo entrou em contato com a secretaria de Estado da Educação e aguarda posicionamento.

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Na escola do Eloy Chaves alunos ficaram sem confraternização

– 8 casos de suicídio em Jundiaí somente nesse mês.

No mês passado ocorreu a Campanha “Setembro Amarelo”, visando a Prevenção do Suicídio. Um assunto sério e delicado neste mundo que sofre com cobranças, depressão e de uma enxurrada de informações positivas e negativas on-line.

Digo isso pois ouço na Rádio Cidade 730 AM, durante o seu jornal do período da manhã, que em Jundiaí ocorreram, só em Outubro, 8 casos de suicídio – a maioria de pessoas com depressão e dificuldades financeiras.

Para muitos, depressão é uma bobagem. Mas que tem, sabe o quanto é uma doença gravíssima!

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– Honraria do Diploma Capitão Nivaldo Bonassi

Neste dia 26 ocorrerá no Teatro Polytheama a entrega de títulos honoríficos e homenagens por parte da Câmara Municipal de Jundiaí.

Com alegria, convido a todos para esse momento de felicidade que festejarei nesta noite, recebendo orgulhosamente, por indicação do vereador Antonio Carlos Albino, o Diploma Capitão Nivaldo Bonassi de Incentivo ao Esporte.

Abaixo:

– Registros antigos que trazem saudade!

Fuçando uma caixa de documentos antigos (que fora da minha saudosa Vó Nória e com carinho cuidada pela minha também querida mãe), eis que revi documentos da minha “Bisa Barroca” – minha Bisavó por lado materno.

E olha cada coisa curiosa: encontramos 3 nomes diferentes para a “Dona Elzira”:

Argilia Isabel de Souza (na carteira de trabalho dela – a lembrança que tenho da minha Bisavó é exatamente desse rosto):
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Alzira Estinaslau da Silva (numa segunda via de casamento dela):
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Alzira Josepha de Souza (na CTPS da minha avó Nória, filha dela (a vó não se chamava Honória, mas Onolpha).
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E já que ficaremos sem saber “qual documento” valeria como correto (pois em nenhum tem o sobrenome de casada – “OLIVEIRA”, e também porque falei da minha vó Nória, olha aí a linda foto do casamento dela com meu vô Manelão (Pedro Pansarin), na Capela Nossa senhora Aparecida (a Igreja da Ermida):
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Como minha mãe era zelosa, olha a foto que ela guardava do meu pai! Sim, Milton Porcari (e hoje vovô Lili), teve cabelo um dia! kkk
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Ê tempo bom que deve ter sido o do auge da Ermida, não?

– Que saudade de um joguinho no Jayme Cintra… E o almoço?

Toda semana, na minha linha do tempo do Facebook, aparece uma lembrança de alguma das inúmeras partidas das quais transmitimos na Rádio Difusora, envolvendo o Paulista Futebol Clube

A saudade maior não é só a de estar na cabine comentando; é de, literalmente, TER JOGO!

No ano em que o Galo da Japi caiu para a 4a divisão estadual e as categorias de base não vingaram nos campeonatos regulares da FPF, o Estádio Jayme Cintra ficou às moscas de abril para cá (se falando de futebol profissional). Afinal, o time não tem calendário.

E o que fazer, se não aguardar e torcer por mudanças e a chegada de 2018? Parabéns aos torcedores que prestigiaram o Sub 20 dirigido pelo treinador Sérgio Caetano neste período.

Ops, perguntar não ofende: sobre o almoço feito para ajudar no pagamento das faturas atrasadas da CPFL, já houve a prestação de contas? Como o evento é beneficente, faz-se necessária tal transparência.

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– Os Macacos com Febre Amarela mudam a Festa das Crianças Jundiaienses de local

Muito preocupante: após 135 mortes de macacos e 10 outros apreendidos por conta de um surto de febre amarela, a Festa das Crianças de Jundiaí, tradicionalmente realizada no Parque do Corrupira, foi transferida para o Parque da Uva (devido a apreensão dos macaquinhos naquela região).

Uma boa informação: lá no Parque da Uva haverá vacinação contra a Febre Amarela. Quem diria que em pleno século XXI teríamos uma situação assim… E como prevenir, se não com a vacina?

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