– A queimada na Serra da Baleia

Mais um foco de incêndio na Serra do Japi (Jundiaí-SP), agora no trecho da “Serra da Baleia” (região do campus da Faculdade Anchieta).

Como é que essas queimadas acontecem? Mesmo com o tempo seco, com os alertas, é difícil crer que o fogo comece “sozinho”. Seriam vândalos? Mas a troco de quê?

As imagens impressionam e infelizmente só uma boa chuva para ajudar os bombeiros…

Queimada atinge Serra do Japi em Jundiaí (SP) — Foto: G1

– Não vote em candidato que não seja da sua região e se faça presente!

Chegou a hora de quem nunca veio ao bairro nos últimos 4 anos, aparecer na comunidade para pedir voto (ou inventar nas Redes Sociais que é “amigão de todos”).

Não vote em forasteiro. Escolha quem vive o dia-a-dia da sua região.

Dissertando em: https://www.youtube.com/watch?v=9E6cI7kyy1c

– O descaso para com o trânsito do Bairro Medeiros

Há 3 anos publiquei essa postagem. E nada mudou! Repost:

Nosso Bairro Medeiros, aqui em Jundiaí, parece estar deixado de lado pela Prefeitura Municipal. As entradas do nosso bairro pela Avenida Reynaldo Porcari (pelo lado da Rodovia Hermenegildo Tonoli), ou pelo lado que acessa a via Francisco Nobre, de quem vem da Rodovia Dom Gabriel, são caóticas!

Quem está no sentido Jundiaí – Itu e tenta adentrar o bairro se depara com uma curva perigosa, com uma fila de carros para entrar e com o ônibus parado em cima da faixa de rolamento pois não existe baia para passageiros subirem ou descerem.

Por pior que esteja a via, ainda conseguiram piorar mais ainda! A Rodovia das Colinas colocou uma defensa para evitar que os moradores acessassem a Rodovia Dom Gabriel, a fim de saírem do bairro sentido Jundiaí ou Itu, partindo de duas ruas. Com a dificuldade de acesso do bairro, ficou uma loucura tal trecho que compreende a Avenida Maria Pansarin Porcari com a Rua David Palombo.

O problema é que o ônibus circular, devido a essa modificação, precisa acessar um trecho de terra do que sobrou da antiga Marginal da Rod Marechal Rondon, dividindo o estreito espaço com carros e pedestres (sendo esse um importante acesso de crianças à Escola Rafael de Oliveira).

O imbroglio é que quando a Rodovia Marechal Rondon passou a se chamar nesse trecho “Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto”, existiam duas situações:

1- Tinha-se trânsito pela Rua 4, que acabava no trecho sem saída do “terrão do Spina”, e que hoje virou o Condomínio Verdana. A Rua 4 passou a se chamar Av Maria Ap P Porcari, e com a construção, parou no “Sítio Pedra Preta”, onde reside a Família Porcari, moradora lá desde 14 de agosto de 1926 (antes da Rua 4, que depois virou Avenida, ser aberta).

2- Existia também a Marginal da Marechal Rondon, que recebia o trânsito da Rua 4 (hoje Av Maria Aparecida) como um “desvio”. Como a rua era sem saída, abriu-se um acesso não oficial que servia os moradores. A larga Marginal passava paralela à Maria Aparecida e terminava no Posto São Paulo.

O grande erro foi que com a duplicação da Rodovia, eliminou-se parte da Marginal, sobrando 200 metros como uma saída da Avenida Reynaldo Porcari, e o largo trecho de terra à frente foi “comido” pelo acostamento, sobrando apenas um estreito pedaço paralelo ao Sítio Pedra Pretaque não é a Av Maria Aparecida Pansarin Porcari, pois esta é sem saída alimas sim parte da antiga Marginal. E essa mesma Marginal, para complicar ainda mais, após o trecho da Capela Nossa Senhora de Fátima tornou-se fechada pela mesma concessionária, com as defensas impedindo o trânsito.

Diante de toda essa pendenga, a Prefeitura nada fez! Fica um empurra-empurra entre Prefeitura / DER / Concessionária. De autoridades municipais, somente o vereador Albino esteve aqui debatendo com moradores e pedindo aos funcionários da Colinas para que não se fechasse o acesso. Mas, pelo que parece, a Concessionária quer isolar o bairro ainda mais, pois não se moveu em nada para mudar tal panorama.

Enfim: tanto a gestão Pedro Bigardi quanto o início da gestão Luiz Fernando Machado nada fizeram/ tem feito por aqui. Se usassem melhor seus prestígios políticos junto a seus pares, dariam uma solução razoável, que poderia ser: a construção (ou melhor, a reconstrução) da Marginal ou ainda o prolongamento da Avenida Maria Pansarin Porcari, sendo que para tal é necessária uma desapropriação parcial de terreno, e que ao contrário do que algumas pessoas publicaram em Redes Sociais (talvez pessimamente informados ou com alguma intenção escusa, política ou promocional), NUNCA foram procurados para qualquer tipo de negociação daquele trecho; lembrando, ainda, que a propriedade é particular e está ali constituída antes da abertura das ruas (ali há 91 anos). Portanto, isentos totalmente de qualquer responsabilidade (diferente do que alguns “confusos” publicaram).

OBS: não é só esse trecho que é problemático, a própria Avenida Reynaldo Porcari está saturada e difícil de ser transitada próximo aos prédios em construção, sendo que os carros estacionam dos dois lados e fazem uma confusão no horário de pico. E quando chove, sem bueiros…

Compartilho as fotos e vídeo da Taís Porcari publicadas em seu Facebook, onde se vê o perigo que o trecho se tornou (além da velocidade do ônibus). Abaixo:

BAIRRO MEDEIROS

Gostaria de entender como uma prefeitura que faz uma campanha pelo trânsito seguro tem a coragem de deixar a entrada do bairro Medeiros nesse estado! Não temos ponto de ônibus, a rua não é asfaltada e o acostamento se confunde com a via. Temos duas opções, ou comemos poeira para pegar um ônibus ou atravessamos a rodovia. A promessa de pavimentação tem mais de 12 anos! O senhor prefeito Luiz Fernando Machado , quando ainda era candidato a vereador, prometeu fazer algo pelo bairro e até agora NADA! Todo esse tempo se passou e vocês não fizeram nada! Gostaria muito de uma explicação descente! E no mínimo uma solução!!! Pagamos impostos, e altos! Prefeitura de Jundiaí Luiz Fernando Machado.

 COMPLEMENTO: o vereador Albino me informou que a Concessionária Colinas cumpriu a determinação da ARTESP (órgão que regula o setor), sob pena de multa. O próprio Albino solicitou ao deputado estadual Júnior Aprilante e ao deputado federal Miguel Haddad que intercedam pelo bairro. Todos aguardando uma resposta, apesar da demora da Concessionária.

– Jundiaí na fase Laranja do Plano SP! Que o jundiaiense se comporte agora.

Ufa, o jundiaiense conseguiu sair da fase vermelha da Pandemia, de acordo com os critérios estaduais.

A questão é: haverá tumulto, relaxamento e descuido? 

Não nos esqueçamos: usar máscaras, evitar aglomerações e se higienizar corretamente são fundamentais. As pessoas pensam que, ao mudar de fase, automaticamente o descuido é permitido, infelizmente…

Governo de SP anuncia flexibilização da quarentena em mais 3 ...

– Valeu o registro mobgráfico!

Sim, sou apaixonado pela arte da fotografia via celular (a mobgrafia)! Me dá prazer e é um lazer de custo barato.

Me inspiro com bons cliques, e faço questão de compartilhar o de há pouco, 07h00, neste sábado, na divisa entre os municípios e Jundiaí e Itupeva. Veja o “tamanhão” deste sol:

Imagem

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– “Fique esperta” com a Covid, Jundiaí!

Caramba! Aqui em Jundiaí, chegamos a 221 falecimentos pelo Novo Coronavírus, e a situação se agravou nos últimos dias. Mesmo com o Hospital de Campanha montado no 12º GAC do Exército, segundo o Jornal de Jundiaí:

“Na rede pública, a taxa de ocupação dos leitos de UTI voltados exclusivamente para pacientes com covid-19 é de 86%. Na rede privada, por sua vez, a ocupação geral dos leitos de UTI é de 74%.”

Na contramão, vejo o prefeito pedindo pata reabrir o Comércio. Será que é devido com tais números e a prudência não seria algo mais adequado?

Sei que é muito difícil conciliar e equilibrar o debate entre “Economia versus Vida”, devido a pilhagem política que o país vive. Mas os números assustam!

Vale sempre ressaltar: a prevenção é sempre fundamental em momentos como os que vivemos.

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– Jundiaí voltando à Fase Vermelha na Pandemia

Lamentável. Pessoas imprudentes, não se prevenindo; autoridades fazendo vista grossa, não agindo como deveria; e, por fim, a falta de empatia e descrença no perigo do Covid-19.

Jundiaí vai fechar tudo de novo. Aqueles que fizeram sua parte, desgostem-se de quem não fez.

Captura de Tela 2020-07-03 às 12.58.11

– O Centro de Jundiaí está morto?

Triste cenário da Terra da Uva, às 11h da manhã de hoje: muitos andarilhos e mendigos no Centro, com frio e em meio à pandemia.

É essa a Jundiaí com qualidade de vida que se apregoa?

E nós, enquanto cidadãos? O que fazemos para mudar o cenário?

E como cristãos?

E como eleitores?

Não devemos fazer vista grossa a tudo isso. Prefeito, Vereadores, População: é nossa a responsabilidade para tirar essa gente do submundo e dar dignidade a eles e a nós também. Qualquer um fica constrangido em ver a imundice da sujeira e mendicância aflorada das ruas centrais da cidade em que vivemos.

E se fosse uma foto noturna, o que veríamos nas ruas centrais?

Contardo Calligaris - Contardo Calligaris pelo direito à tristeza ...

– E a saudade de passear no parque com as crianças?

A 6a feira está de cores escuras, ora chovendo, ora abrindo o céu.

Em condições normais, a tarde de infinito horizonte azul num bonito dia sem quarentena permitia-nos passear nos belos parques de Jundiaí (como o Jardim Botânico Eloy Chaves, retratado nesta tarde). Não dá, e pelo andar do Coronavírus no Interior de São Paulo, vai demorar para ser possível.

É incompreensível que lugares fechados como shoppings estejam permitidos enquanto aos lugares abertos estejam proibidos. Enfim… que se esclareça que é por causa de uma questão comercial e não de contágio, a fim de não se iludir as pessoas, pensando que a situação amenizou.

Que possamos viver aqui a normalidade o quanto antes. Mas sejamos racionais: há de se ter paciência…

– O descontrole da Pandemia em Jundiaí

Somente ontem, 9 mortes por Covid-19 em Jundiaí e 250 novos casos. Nossa cidade, como muitas outras do Interior, relaxaram no comportamento e na prevenção e começam a pagar um preço muito caro.

É lógico que o equilíbrio entre isolamento social x economia e trabalho é uma utopia, nunca se chegará em consenso. Mas algumas coisas evitáveis, como aglomerações, festas e reuniões sem prevenção ajudariam demais para conter o contágio. Também é sabido que tanto tempo falando sobre o Novo Coronavírus e esperando a pandemia passar deixaram as pessoas cansadas e impacientes (afinal, há quanto tempo se vive esse martírio)?

A questão é: tenhamos paciência, sejamos prudentes, saiamos o mínimo possível e façamos a prevenção adequada. O momento é crítico e deve-se alarmar as pessoas desse perigo. Aqui, aproveito e toco num tema sensível: embora eu respeite quem faça isso, me desagrada postagens do tipo: “Viva, já curamos tantas pessoas” e coloca o número em grande destaquem disfarçando os óbitos e casos confirmados. Tal manipulação de palavras serve como esperança para quem está enfermo, mas acaba fazendo com que o menos esclarecido não dê importância à doença, parecendo que ela se cura com facilidade.

Não adianta dizer que é estratégia para não provocar pânico, pois o momento exige que as pessoas sejam alertadas, mostrando a realidade, e não minimizando pela forma de se expor os números.

Covid-19: Brasil registra 627 mortes em 24h; total é de 43.959

– Há muito tempo, as agências bancárias da Rangel eram diferentes…

Puxa, vi que a tradicional agência “0032” do Unibanco fechou na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle. Aliás, ali virou dois bancos: Itau e Personalitte.

Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!

Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o da li, sumiu!

E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!

Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Dez bancos que não existem mais | VEJA SÃO PAULO

– No Brasil, a Pandemia está sendo menosprezada. Ou não?

Mais de meio milhão de contaminados, quase 33.000 mortos e nas últimas 24 horas um recorde de 1349 falecimentos por Covid-19 em nosso país. E há quem insista em não chamar a atenção das mortes dessa pandemia, querendo destacar o número de recuperados. Tal estatística pode servir para dar esperança, mas não para fazer com que as pessoas deixem de crer no perigo deste Novo Coronavírus.

Sabe o que deixa indignado? A forma como se conduz a pandemia no Brasil!

Não está tudo errado? Justamente quando o isolamento deveria ser feito, fala-se em relaxamento – e com os hospitais lotados!

Incompreensíveis as políticas públicas de enfrentamento ao Coronavírus nas 3 esferas… não conseguimos aprender nada com os outros países que sofreram a pandemia antes, e que agora estão se recuperando?