– A única vez que Pelé jogou no Estádio Jayme Cintra.

Meu pai sempre me disse que quando jogaram Paulista x Santos (com Pelé pela primeira e última vez mostrando seu futebol em Jundiaí), o “Negão” não estava jogando nada. E quando um coro começou bulinar a má atuação do Rei do Futebol… Pelé se enfezou e “comeu a bola”. Vitória do Peixe sobre o Galo.

Sempre ouvi relatos, mas nunca vi registros. Eis que surge uma foto agora, trazida pelo Maurício Ferreira, que estava lá no estádio na oportunidade com amigos.

Abaixo, foto e texto do fato histórico extraídos do Facebook do professor Maurício Ferreira, do Sebo Jundiaí:

“Em 1969 no Estádio Jayme Cintra, eu estava nesse jogo, choveu muito nesse dia e o Santos ganhou de 2 a 1, eu tinha apenas 6 anos e meu pai me levava em todos os jogos (menos contra a Ponte Preta) — com Celso Rocha e Cláudio Ioppi”.

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– Cadê o bueiro?

‪Pode, Arnaldo?‬

‪Olha o que dá não ter bueiro. Aliás, visualize a rua adiante e veja onde a enxurrada tomou conta: consegue ver a lombada?

‪Claro que não. Mas são DUAS lombadas encobertas. ‬

‪É avenida de asfalto, mas parece não ser…‬ Virou rotina: quando tem chuva, não saia para a rua (imagine os pedestres na calçada, o que eles padecem…).

Ops: É na Avenida Reynaldo Porcari, em frente ao Batalhão da Polícia Militar, em Jundiaí-SP.

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– Paulistão da 4a divisão vai ter bula ou não?

Concordo com o amigo e jornalista Thiago Batista de Olim: a Fórmula da 4a divisão estadual é horrorosa, precisando de bula para entender e com uma bagunça sem fim!

O arbitral acontecido nesse dia 29 na sede da FPF definiu que: Times ainda “a definir”; grupos de 5, 6 e 7 equipes; jogos eliminatórios sem cobranças de pênaltis; fases em que só um time do grupo de quatro são eliminados… Aff!

Para o torcedor de Jundiaí, o suspiro de que o Paulista FC não pedirá licença e disputará o torneio (bancando pelo respeitado empresário Milton Demarchi, da empresa jundiaiense Frutas DeMarchi – que o citemos pois é quem está ajudando o Galo a não fechar as portas e tem merecido os aplausos, e também pela pessoa idônea que é na nossa sociedade). Mais fôlego para esperar uma possível negociação com o Red Bull.

Abaixo, extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/01/paulistao-da-4-divisao-pode-tera-ate-37.html?fbclid=IwAR3_LsYZWwEZ66-q-iewUpRxgjReogusixAZjXV40SdDShdnXQncyA3Kk2o

PAULISTÃO DA 4A DIVISÃO PODE TER ATÉ 42 TIMES E 1A FASE MAIS ENXUTA

A 4ª divisão do Paulistão não terá a mesma quantidade de clubes em relação a temporada passada. A competição que teve 40 clubes em 2018, nesta temporada pode ter 35, mas pode chegar a 42, já que alguns clubes estão com pendências ainda a serem resolvidas junto a Federação. A competição novamente priorizará o lado técnico na fase eliminatória, premiando o time de melhor campanha com a “vitória” no confronto, em vez da definição da vaga ser na disputa de pênaltis.

Por conta da indefinição de 7 clubes – entre eles Amparo (participou da 4ª divisão em 2019), Osvaldo Cruz (participou ano passado) Guarulhos-GRU (participou ano passado), Fernandópolis (esteve ano passado), Talentos Dez, Catanduvense (que não pode participar do arbitral) e Catanduva Clube (também não pode participar do arbitral) a Federação Paulista ainda não soltou a lista de times participantes da competição. A maioria destes clubes estão com seus estádios sem laudos atualizados até a data desta terça-feira e a chance de não participarem é grande. O Paulista participou do conselho arbitral, sendo representado pelo gerente de futebol, Antônio Carlos Nogueira de Sá Junior, o Juninho.

A competição novamente será exclusiva para atletas até 23 anos. O torneio começa no dia 7 de abril. Segundo a Federação Paulista, a lista oficial de participantes deverá sair na quinta-feira, enquanto os grupos da 1ª fase, tabela e regulamento deverão ser divulgados no mês de fevereiro. Ficou definido que a competição não irá pausar, mesmo com a Copa América sendo disputada no Brasil.

Pelo Estatuto do Torcedor, a Federação terá que soltar a tabela e regulamento até o dia 6 de fevereiro (artigo 9º no Estatuto: É direito do torcedor que o regulamento, as tabelas da competição e o nome do Ouvidor da Competição sejam divulgados até 60 dias antes de seu início).

Formato

As duas primeiras fases do torneio serão regionalizadas. A 1ª fase terá 6 grupos com 5, 6 ou até 7 times em cada chave. Os quatro melhores de cada grupo avançam a 2ª fase que ainda será regionalizada. Na 2ª fase os 24 times seriam novamente divididos em 4 grupos de 6 times. Na 3ª fase, os 16 classificados seriam divididos em 4 grupos de 4 times, e a divisão seria no sistema de sorteio. A partir da 4ª fase, quando seria as quartas de final a competição será em fase eliminatória (com jogos de ida e volta).

Nada de pênaltis

Na fase eliminatória da competição, não haverá em hipótese nenhuma a disputa de pênaltis. Em caso de empate no placar agregado do confronto (soma dos resultados dos dois jogos), a vaga será do time de melhor campanha ao longo da competição.

A decisão foi da maioria dos clubes presentes – 23 votaram a favor da melhor campanha levar a vaga na fase eliminatória em caso de empate no agregado, enquanto 14 gostariam da disputa de pênaltis.

Clubes que participaram do arbitral

América de Rio Preto; Andradina; Barcelona; Flamengo de Guarulhos; Francana; Inter de Bebedouro; Itararé; Guarulhos-GRU; Santacruzense; Bandeirante; Brasilis; Assisense; Joseense; Taquaritinga; Elosport; XV de Jau; Fernandópolis; Manthiqueira; Mauá; Mauanese; Marília; Independente; Jabaquara; Jaguariúna; José Bonifácio; Paulista; Rio Branco; São José; Itapirense; Matonense; Tupã; União Barbarense; União Mogi; União Suzano; Vocem de Assis.

Clubes com pendência e podem ficar fora do campeonato

Amparo; Talentos Dez; Osvaldo Cruz; São-carlense; Fernandópolis; Catanduva; Catanduvense.

Entenda o formato

1ª fase – 6 grupos de 5, 6 ou 7 times – Turno e returno na chave

– Classificam-se os 4 melhores de cada grupo

2ª fase – 6 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo + os 4 melhores terceiros

3ª fase – 4 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo

4ª fase – Quartas de final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

5ª fase – Semifinal – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

6ª fase – Final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares e ficar com o título para o time de melhor campanha ao longo da competição

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– Red Bull e Paulista. Vai surgir um único time?

Já se pode discutir, não é mais segredo: o Red Bull Brasil tem interesse em fazer parceria com o Paulista Futebol Clube que vai ALÉM de arrendar o Jayme Cintra.

O “Toro Loko” ganharia identidade local, torcida e estádio.

O “Galo da Japi” não “morreria afundado em dívidas” na última divisão, voltaria à A1 e permaneceria na mente dos torcedores como em outras associações da história (Paulista-Magnata, Lousano Paulista e Etti Jundiaí).

Fusão? Compra da agremiação? Ou o quê?

Quanto as propostas feitas ou discutidas, aí é outro papo: tudo ainda no campo da especulação. O certo é: o Paulista PRECISA de dinheiro urgente e de pensar sobre a 4a divisão de profissionais (se disputará ou não, como vai fazer?).

Red Bull Jundiaí vem aí? 🐓 🐂

A propósito, esse mesmo assunto especulado há 2 anos: https://professorrafaelporcari.com/2017/04/11/o-futuro-do-galo-existiria-repulsa-se-o-red-bull-sugerisse-uniao-ao-paulista-sobre-a-chegada-da-carabao-no-brasil/

– O Campeão Mundial de Cubo Mágico é do Brasil (e de Jundiaí/SP)

Quando eu era mais novinho, sofria para tentar resolver o “Cubo Mágico”, aquele quadrado colorido que deve ficar uniforme nos lados.

Eu não sabia: existe Campeonato Mundial disso! Mais ainda: várias modalidades e torneios mundo afora. E o campeão é brasileiro: o jundiaiense de 13 anos, Vicenzo!

Extraído de: Jornal de Jundiaí, ed 22/12/2018, Caderno Cidades, pg 04

JUNDIAIENSE É RECORDISTA MUNDIAL DE CUBO MÁGICO

por Lígia Andrade

Com mais de 130 medalhas, ele faz vaquinha para competir na Austrália

Vicenzo Guerino Cecchini, jundiaiense e competidor de cubo mágico, já possui mais títulos que idade. Aos 13 anos, conquistou mais de 130 medalhas, 14 recordes brasileiros, 3 sulamericanos e 2 mundiais. O talento com o manuseio do cubo mágico, considerado por muitos como impossível de ser solucionado, já foi demonstrado por Vicenzo, oficialmente, 2210 vezes. No ano que vem, o jovem pretende montá-lo mais uma vez na Austrália, durante sua mais nova meta: o Campeonato Mundial de Cubo Mágico.

A trajetória de títulos do jovem talento começou quando Vicenzo viu uma amiga, ainda aos nove anos de idade, mexendo em um cubo mágico. Interessado pela brincadeira, comprou um para ele e, a partir de então, não o largou mais. Débora Guerino, mãe de Vicenzo, conta que o cubo acompanhava seu filho a todos os lugares que iam, até mesmo no consultório do dentista, e, após alguns vídeos no youtube e algoritmos aprendidos, Vicenzo começou a participar de competições.

A primeira que participou foi a Oficina Open, em Campinas, na qual Vicenzo não subiu ao pódio. O recordista mundial conta, no entanto, que essa foi uma das competições mais importantes de sua vida, pois foi a partir dela que se motivou a treinar mais e mais as soluções do cubo mágico. Neste ano, Vicenzo conseguiu bater os recordes mundiais de Square-1, na modalidade single (melhor tempo) e medium (melhor média de tempo), em São Bernardo do Campo. O tempo do single foi de apenas cinco segundos, e a média, 6.33 segundos.

Para o ano que vem, pretende competir no Campeonato Mundial, que acontecerá na Austrália. O atual dono do título é na modalidade Square-1 é Jayden McNeill, de 23 anos. Com 10 anos a menos, Vicenzo não se intimida. “O que eu quero na verdade é ganhar uma medalha. O título seria legal, mas eu quero conseguir a medalha”. Para isso, busca patrocinadores e pessoas que contribuam em seu objetivo de ir à Austrália, por meio de uma vaquinha online.

Vicenzo participa de diversas categorias nos campeonatos: 2×2 até o 7×7, 3×3 com uma mão, com os pés, com os olhos vendados, em menos movimentos, 4×4 e 5×5 com olhos vendados, Pyraminx, Megaminx, Skewb, Square-1. Para cada uma, algoritmos diferentes. “No vendado, cada peça tem uma letra e eu vou formando uma palavra com elas. Eu formo uma historinha e, quando abaixo a venda, eu me lembro dela. Vou fazendo isso com todas as letras”, explica seu método para montar o cubo mágico sem enxergá-lo.

De Jundiaí, já viajou para estados como Fortaleza, Minas Gerais e Brasília, conquistando títulos, medalhas e experiência. Focado no Mundial, Vicenzo passa horas estudando seus movimentos e se preparando para, quem sabe, ser o melhor do mundo em 2019.

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– Mantenha a calma, São Pedro!

Será que só eu tive a impressão de que foi a noite mais “raivosa” deste ano?

Impossível não levantar para desligar todos os equipamentos elétricos / eletrônicos com tanto raio que caiu há pouco!

Jundiaí parecia “de dia”, com tanto clarão no céu, em plena meia-noite. E o que resta é isso: insônia…

Estamos já vivendo as consequências do aquecimento global ou tudo isso foi normal e eu que me impressionei demais com os “rebentos” da noite / madrugada?

– Feliz Aniversário, “Ó Terra Querida Jundiahy”!

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos município).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá a verdade.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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– E o Paulista foi consultado pela FPF para escolher o Serginho da LJF em Jundiaí como diretor de sede?

Não tenho nada contra e tampouco a favor; nem o conheço pessoalmente, só “de vista”! Mas me causou uma estranheza profunda ler nos documentos da Federação Paulista de Futebol quanto à Copa SP, que a sede do Red Bull (que é o Estádio Jayme Cintra, Jundiaí-SP, onde o Paulista manda seus jogos e a chave em que estará na Copa São Paulo) terá como diretor… Sérgio Eduardo Aguiar, o presidente da Liga Jundiaiense de Futebol.

Insisto: não tenho nenhuma relação positiva ou negativa com ele, mas leio e escuto muito sobre o “Serginho da Liga” (como é chamado) e as confusões do Amador na Cidade de Jundiaí – que envolve imbroglio da gestão financeira (não me refiro a corrupção, mas administração ruim), bagunça na organização e relação péssima com as autoridades municipais. Sem contar, claro, com as eternas queixas dos times amadores nas Redes Sociais.

Logicamente, a FPF argumentará que escolheu ele pois é responsável pela LJF e facilitaria a logística. Mas ela está ciente das confusões do campeonato local? Não tinha outro nome?

Quem poderia questionar, num primeiro momento, é o Red Bull (pois é o time-sede), mas que deve desconhecer todo esse histórico. Nessa, o Paulista não tem culpa, mas fico muito curioso: será que a FPF pediu referência ao Galo na hora da escolha (já que a sede é em Jundiaí e o Paulista o time local – e dono do estádio)?

Se até dia 02 de janeiro estiver como diretor de sede o Serginho, que faça um trabalho bom e competente. Mas tenho certeza que poderia se ter evitado tal nome tão discutido nos centros esportivos da nossa cidade…

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– O urbano e o nativo

Gigantescos concretos em meio ao mato!

Cenas da cidade de Jundiaí:
A vista do “CBM Tower”, da 9 de Julho (que deu muito prejuízo aos seus compradores), retratada pelos fundos do imóvel!
Parece-me que ficará bonito quando pronto.

🏙
#FotografiaÉnossoHobby
#prédios #engenharia #paisagem #fotografia #landscapes #céu #nuvens #AmoJundiaí

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– Parabéns, River Plate (freguês do Galo da Japi).

E o River Plate venceu em Madri o Boca Juniors pela Copa Libertadores da América 2018. Coincidentemente, a mesma competição que o chamado “Galinhas” disputou estando na chave do Paulista FC, o Galo Tricolor da Serra do Japi, há 12 anos.

Parabéns River! Mas saiba: você sempre nos enche de orgulho pela derrota em 05 de abril de 2006, quando o Paulista (que era forte na época) orgulhava Jundiaí ao bater os hermanos por 2×1 no Estádio Jayme Cintra.

Bons tempos…

Aliás: ganhou a Libertadores 2018 com jogador irregular, estádio interditado, treinador suspenso que dirigiu o time e outras arbitrariedades. Entretanto, esquecendo as regras que fez vista grossa, realmente fez por merecer dentro de campo.

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– A Coxinha de Queijo (Patrimônio Imaterial de Jundiaí) e o seu “criador”!

Veja que bacana: o Jornal Tribuna de Jundiaí localizou o Sr Delbim, da Casa de Massas Padroeira, o inventor da Coxinha de Queijo, considerada hoje Patrimônio Imaterial de Jundiaí!

Abaixo, extraído de: https://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/5737-a-1-coxinha-de-queijo-foi-em-uma-lanchonete-no-centro-de-jundiai-que-tudo-comecou?fbclid=IwAR3bgvE6LUhbKaXiCKx7IE7ZrG2npZiqG4RXSylZHAlQRBVmcpYe_jmhhw4

A PRIMEIRA COXINHA DE QUEIJO

Há 36 anos nascia a primeira coxinha de queijo de Jundiaí. Invenção do comerciante José Carlos Delbim, dono da Casa de Massas Padroeira em 1982, ele jamais imaginava que a iguaria se tornaria um símbolo da cidade.

“Eu estava fazendo coxinha de frango, aí olhei para o queijo e pensei: ‘E se eu colocar de recheio?’, aí eu coloquei o queijo com o formato da coxinha e comecei a vender. O pessoal começou a pedir, gostar e espalhou nas outras lanchonetes da cidade”, contou o simpático comerciante de 72 anos ao Tribuna de Jundiaí.

Ele conta que tudo aconteceu sem ser premeditado. “Foi um acaso”, garantiu. Acaso este que criou uma receita que, hoje, é considerada até mesmo Patrimônio Imaterial de Jundiaí. Quem diria que um momento de invenção do seu José se tornaria um símbolo tão importante para a cidade, presente em todas as lanchonetes locais?

Aqui em Jundiaí não tem jeito: a gente sabe que a coxinha com palitinho é com queijo e a sem nada é a de frango. E, certamente, muito jundiaiense já foi alvo de olhares de estranheza fora da cidade, pedindo coxinha de queijo sem saber que isso é coisa só da Terra Querida’.

E a coxinha de queijo por aqui tem variadas receitas. Tem quem faça a massa com batata, como é o caso da coxinha da Casa de Massas Padroeira, tem quem use farinha de trigo e até mandioca. No recheio, podem ser utilizados queijos diferenciados. Nessas horas, é a critividade que conta.

A do seu José é feita, por exemplo, com batata. “Uso batata boa e um queijo apropriado. Mas o queijo que eu uso é segredo”, garantiu o comerciante.

O sucesso é grande: por dia, são vendidas cerca de 400 coxinhas de queijo. “Vende mais que a de frango, é o nosso carro-chefe”, pontuou, lembrando que o seu público é variado. “Todo mundo, sem distinção de classe social. Tem muita gente de São Paulo e Campinas também que encomenda a coxinha”.

E ele conta que já teve gente de tudo que é lugar do mundo experimentando a iguaria pora aqui. “O pessoal vem e traz eles aqui para experimentar. Eu passo a receita, para que possam levar a coxinha de queijo lá para fora”, disse. De Jundiaí para o mundo, já pensou?

Aqui não tem jeito: toda lanchonete vai ter a opção da coxinha com o palitinho em cima, recheada de queijo

– Jundiaí, cidade da Grande São Paulo? Não, Revista Veja…

A Veja SP da última semana retratou o quão tem surgido start-ups na cidade de São Paulo, e citou várias empresas que se tornaram “unicórnios” (termo que designa o negócio que ultrapassou valor de mercado em 1 bilhão de reais).

Dentre essas iniciativas, é citada a da criação do iFood, por Fabrício Bloisi, para a entrega rápida de comida. Na matéria, se diz que tudo começou em um prédio comercial com apenas 10 funcionários na cidade de Jundiaí, na Grande Sao Paulo!

Ôpa! Quer deixar um morador do município de Salto irritado, é perguntar-lhe se ele é de “Salto de Itu”. Também o pessoal de Aparecida-SP não gosta muito que se chame a cidade-santuário de “Aparecida do Norte”. Da mesma forma, é irritante um jundiaiense ouvir falar que a cidade pertence à “Região de Campinas” ou “Grande SP”. Jundiaí é a pujante cidade do Aglomerado Urbano, que lidera o bloco que compreende outros tantos municípios.

Que a Editora Abril está “mal das pernas” e em grave crise financeira, é sabido. Mas custa dar uma revisada melhor nos textos? Aliás, nessa mesma revista o super-herói Shazam foi citado como personagem da Marvel (não, é da DC Comics).

Cadê o redator-chefe?

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– E ninguém liga para o alongamento da nossa via?

Quando chove, a nossa Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros – Jundiaí/SP) fica intransitável. Como ter asfalto desnivelado a tal ponto e sem bueiro?

Olhe só que “piscinão” forma toda vez… uma verdadeira lagoa! Mas, infelizmente, nada se faz. É aquela velha história: obra que não aparece, não vale a pena – como, por exemplo, BUEIROS!

Veja só a foto como fica a via DEPOIS da chuva. Durante ela, deve-se andar de barco! Abaixo:

– A Resposta da KAH Sports sobre o caso da Parceria proposta ao Paulista FC.

Nesta 4a feira, fiz uma postagem levantando alguns questionamentos sobre o que eu entendia ter sido um ACERTO o não-fechamento da parceria entre Paulista FC e o grupo KAH Sports, até então pouco conhecido em nossa cidade.

O link está acessível em: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/12/kah-sports-e-paulista-de-jundiai-e-entao/

Para uma feliz surpresa, fui contactado pelo Hikmat Derbas, o proprietário da Kah Sports. Por mostrar transparência, abaixo a manifestação dele:

“Rafael boa noite. Vamos lá vc está totalmente equivocado em sua análise nem superficial e colocando a KAH SPORTS como uma empresa qualquer.

Em primeiro lugar a KAH SPORTS é licenciada a CBF sim pra qualquer tipo de intermediação no futebol.

Em segundo temos atletas nos maiores clubes do Brasil sempre com idoneidade. Procure se informa com clubes como São Paulo, Cruzeiro, Altetico Mg, Goiás, Fortaleza e outras mais.

Em terceiro somos filhos de libaneses e a empresa está no nome de um dos sócios.

Em quarto lugar pra vc ter a licença da CBF para intermediação vc precisa ter IDONEIDADE FINANCEIRA. Está vc só consegue com o seu banco. É uma carta enviada pelo Banco assinada pelo gerente geral da agência e com firma RECONHECIDA EM CARTÓRIO.

Em quinto lugar queríamos muito o Paulista pois tem camisa, tem torcida e com a experiência que temos conseguiríamos despertar esse gigante que hoje está adormecido.

Em sexto lugar qualquer dúvida estou aqui para te esclarecer. Mas por favor não faça análises precipitadas. Procure saber ao certo o modelo de gestão e quem somos.

Em sétimo lugar é que ninguém gosta de ser feito de bobo. Fomos 4 vezes como relatado na matéria, estava tudo caminhando quando soubemos via imprensa que não haveria mais parceria. O mínimo que o pessoal do clube deveria fazer seria nos avisar por telefone ou e-mail. Agora saber pela imprensa e de forma mentirosa me desculpa mas não rola.

Em oitavo e último lugar se fossemos tudo isso que vc mencionou não seríamos parceiro de tantos clubes no Brasil. E o trabalho que seria feito no Paulista, estamos fazendo com o Fortaleza que está PRESTES a voltar a SÉRIE A.

Em nono lugar segue o print onde mostra que a empresa é licenciada a CBF para intermediações no futebol

Espero ter sido claro. Se não pode me contactar que terei o imenso prazer em esclarecer todas suas dúvidas. (O print abaixo):”

Minha resposta e questionamentos:

“Olá Hikmat, bom dia. Fico feliz pela sua manifestação e esclarecimento.

Na questão do meu post, sempre ressaltei que não questiono a idoneidade, mas a forma do projeto apresentado, conforme a matéria do Esporte Jundiaí. O quanto mais claro tudo for, melhor para ambas partes (pois imagine o quão traumático tem sido a questão das parcerias que o Paulista fez recentemente e as ofertas escusas feitas por pessoas diversas).

Com tal clareza que me escreve, fico feliz ao saber de sua preocupação em mostrar o quanto correta é a sua empresa. E, logicamente, farei a consideração em uma nova postagem com esses pontos que o senhor tão bem expôs.

Mas duas perguntas inevitáveis, que peço a gentileza de esclarecer a fim de que não paire qualquer tipo de mal entendido (imagine a repercussão que o assunto teve na imprensa de Jundiaí no último final de semana).

1- se existia o interesse da proposta feita a tanto tempo, qual o motivo da Kah não ter cobrado respostas por esse período todo?

2- o principal: qual seria o modelo de parceria proposto (como se daria em si), para que o Paulista desprezasse da forma que fez?

Repito: muito feliz por sua manifestação, afinal, demonstrou ser uma empresa existente, séria e sólida, diferente do que se dava por aqui.

Agradeço ao senhor e, aqui nesse espaço, peço: poderia esclarecer aos nossos ouvintes da Rádio Difusora, numa entrevista ao comandante do Time Forte do Esporte Adilson Freddo, o que a Kah propôs e todo o descontentamento pelo desfecho? O nosso programa é líder de audiência na tarde de Jundiaí e nossa equipe a única presente a todos os jogos dentro e fora do Jayme Cintra. E, é claro, gostaríamos muito de mostrar que “o senhor existe”. Entenda, as últimas duas ofertas ao Paulista eram de inexistentes pessoas, por incrível que possa parecer.”

E sua derradeira manifestação:

“Então não sei como era tratada a parceria pela imprensa de Jundiai. Com relação a não ter manifestação da nossa parte é pq só falamos de contratos e outros assuntos quando estiver com tudo assinado. Seria uma irresponsabilidade dar declarações e depois não ocorrer o que foi falado via imprensa. Não seria nada inteligente da nossa parte. Nesse aspecto somos bem discretos para que possamos blindar o clube e a empresa de qualquer problema extra que poderia vir aparecer antes de começar um trabalho sério. Qualquer dúvida estamos à disposição.”

O espaço está aberto para qualquer pessoa do Paulista FC se manifestar.

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