– Você faria a troca de impostos proposta pelo Governo?

IMPOSTOS – De maneira bem clara: o Ministro da Economia Paulo Guedes quer reduzir encargos na Folha Salarial por uma taxação em transações eletrônicas de 0,2%.

Uma boa ideia ou uma “fria”?

Em: https://youtu.be/vAJUaR4ohAw

– Brasil, país de Primeiro Mundo?

Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs e que criou o termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) para se referir aos gigantes emergentes da economia, disse em 2014 que nós, brasileiros, chegamos ao desenvolvimento pleno:

“O Brasil não é mais um país emergente. Será uma das 5 maiores economias em 2050.”

Respeito-o e não acredito nessa felicidade próxima. Com nossos indicadores sociais (e em que pese a pandemia), estamos longe de sermos primeiro mundo…

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– Que lambança do Pé-de-Anjo!

Marcelinho Carioca foi visitar o presidente Jair Bolsonaro com a nova camisa do Corinthians. Lá, o palmeirense Presidente da República vestiu a camisa do arquirrival (para desgosto de palmeirenses e corintianos, pois os primeiros não gostam de atitudes como essa, e os segundos não apoiam a linha ideológica dele).

Mas o que precisamos discutir na verdade é: Marcelinho Carioca no Palácio do Planalto para debater com Bolsonaro sobre a MP do Futebol? 

Respeitosamente, mas… fala sério!

Importante: o Sport Club Corinthians Paulista não teve nada a ver com isso.

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– E se o Brasil fosse parlamentarista?

Puxa, que medo!

Assisti Gilmar Mendes e Michel Temer debatendo sobre o ideal sistema de Governo para o Brasil, e para eles, seria o Parlamentarismo!

Só pelo fato deles pensarem isso, já me assusta. Afinal, não são “referências ideológicas para mim”, mas respeito a opinião desses senhores. Porém, com o atual Congresso Nacional, imaginaram um deputado de lá como Primeiro Ministro da Nação?

Apesar de produzir “Lulas e Bolsonaros”, o presidencialismo ainda é o “sistema menos ruim”. Aliás, lembrem-nos que eles também foram deputados deste mesmo Congresso…

Como funciona o sistema político em diferentes países | by Debora ...

– Os candidatos ao cargo de Ministro da Educação:

Repost de 1o de julho: dos 8 candidatos à chefia do MEC, apenas Feder já foi destacado. Avalie:

Como é difícil escolher um nome que não seja polêmico para a pasta da Educação no Governo Bolsonaro, não?

diversos professores sendo ventilados para o cargo, e me assusto quando vejo matérias mostrando outras características dos candidatos que não sejam suas realizações, dispensando o curriculum dos mesmos e destacando outras coisas. Por exemplo: o jornal Globo lembrou que Anderson Ribeiro Correia, do respeitadíssimo ITA, é sugestão da bancada evangélica. Outrora o Estadão lembrou que o presidente da Capes (cotado na saída de Weintraub) Benedito Guimarães Aguiar Neto, que trabalhou no Mackenzie, era presbiteriano e defensor do Design Inteligente. O UOL aponta, hoje, que Gilberto Gonçalves Garcia (outro grande acadêmico) é frei franciscano e foi reitor da Universidade São Francisco. Já a Revista Veja aponta o educador Carlos Nadalim (que tem uma vasta obra) como alguém que levou um padre para consagrar o MEC à Nossa Senhora de Fátima.

Não está faltando discussão sobre o projeto educacional do país, ao invés da preocupação com a religião do novo Ministro da Educação? Há nomes competentes, outros não. A crença (ou descrença, caso seja ateu) é uma particularidade da pessoa que deve ser respeitada.

Abaixo, os candidatos citados pelo “Gazeta do Povo” com suas realizações (enfim, sem se preocupar com a fé dos mesmos).

Extraído de: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/bolsonaro-analisa-curriculos-para-escolher-novo-ministro-da-educacao-veja-os-cotados/

BOLSONARO ANALISA CURRÍCULOS PARA ESCOLHER O NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

1- Anderson Ribeiro Correia

Correia é reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e já foi presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele também ocupou os cargos de superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e de presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo.

É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ele também fez doutorado em Engenharia de Transportes na University of Calgary, no Canadá.

2 – Gilberto Gonçalves Garcia

Garcia atualmente é reitor da Universidade São Francisco (USF) e professor adjunto do Programa Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Ele é doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ (2007). Na mesma instituição, fez mestrado e graduação. De acordo com o currículo Lattes, também foi reitor da FAE Centro Universitário (1998-2007), da Universidade São Francisco (2002-2009) e da Universidade Católica de Brasília (2014-2018).

Ele também exerceu as funções de presidente da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias ABRUC (2007-2009), presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras CRUB (2008-2009), e conselheiro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (2010 a 2018). Ocupou a presidência da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2012 a 2014, e foi presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2014 a 2016.

3 – Ilona Becskeházy

Consultora em educação, Ilona Becskeházy atualmente é secretária de Educação Básica do MEC. Ela é mestre e doutora em política educacional, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), respectivamente, e já trabalhou na Fundação Lemann.

No início do governo de Jair Bolsonaro, ela chegou a ser cotada para o cargo de chefia da pasta. No ano passado, participou do grupo de especialistas da 1ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), do MEC, por sua experiência e estudos sobre o modelo de ensino de Sobral (CE).

4 – Sergio Sant’ana

Sergio Henrique Cabral Sant’ana é advogado e foi assessor especial do ex-titular da pasta, Abraham Weintraub, no MEC. Ele teria sido indicado por Eduardo Bolsonaro, filho do presidente.

5 – Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues

Rodrigues é ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele presidiu o instituto entre 22 de janeiro e 26 de março de 2019.

É doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista (MBA) em Formação de Executivos pela Universidade dos Correios, e bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Segundo informações de seu currículo, ele também atuou como executivo, consultor organizacional, palestrante e professor em cursos de MBA, mestrado e doutorado. Além disso, escreveu 11 livros sobre gestão e análise organizacional, qualidade e produtividade.

6 – Stravos Xanthopoylos

Xanthopoylos é ex-diretor da área de cursos on-line da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atualmente trabalha como consultor na área de educação a distância. Formado em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo e doutor em Administração de Empresas pela FGV-Eaesp, Xanthopoylos participou da equipe de transição do presidente Jair Bolsonaro, no fim de 2018.

Antes da escolha de Abraham Weintraub, ele chegou a ser cotado para o cargo. Na época, mencionou-se que poderia existir conflito de interesses entre a sua atuação no mercado de educação particular e a adoção de políticas públicas, o que ele negou.

Xanthopoylos também já se posicionou contra cotas, a favor do homeschooling e contra o ensino de “ideologia” nas escolas.

7 – Carlos Nadalim

O secretário de Alfabetização do MEC, Carlos Nadalim, é seguidor do filósofo Olavo de Carvalho, entusiasta do ensino domiciliar – hoomeschooling -, e esteve à frente da formulação da nova Política Nacional de Alfabetização (PNA). O secretário já recebeu, da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o prêmio Darcy Ribeiro.

Ele é formado em Direito e é mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Também tem especializações em História e Teorias da Arte e em Filosofia Moderna e Contemporânea. Já lecionou no ensino básico e no superior e foi coordenador-pedagógico em Londrina.

O projeto mais ambicioso de Nadalim no MEC é o “Programa de Alfabetização Escolar”, cujo objetivo é dar aos professores a formação necessária e adequada para que ensinem as crianças a ler e a escrever por meio de ações mais eficazes – o Brasil tem hoje 11,3 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever. A adesão dos municípios é voluntária. O programa, criado no ano passado e anunciado no fim de janeiro, é calcado em evidências científicas e recebeu a contribuição de pesquisadores em neurociência em outubro do ano passado, com a 1.ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), organizada pelo MEC.

8 – Renato Feder

Feder é secretário de Estado da Educação do Paraná. Tem carreira no setor privado e define-se como empreendedor e liberal. É administrador de empresas e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

Ele tem experiência como docente na Educação de Jovens e Adultos, e passou pela direção de uma escola em São Paulo. Também assessorou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Ele e Alexandre Ostrowiecki são sócios da empresa de tecnologia Multilaser, que atingiu faturamento acima de R$ 2 bilhões em 2017. Confira o perfil completo de Feder.

Bloco de notas com lápis vermelho sobre um fundo de mesa de ...

– Quem será o novo Ministro da Educação? Aliás, vale analisar as realizações.

Como é difícil escolher um nome que não seja polêmico para a pasta da Educação no Governo Bolsonaro, não?

diversos professores sendo ventilados para o cargo, e me assusto quando vejo matérias mostrando outras características dos candidatos que não sejam suas realizações, dispensando o curriculum dos mesmos e destacando outras coisas. Por exemplo: o jornal Globo lembrou que Anderson Ribeiro Correia, do respeitadíssimo ITA, é sugestão da bancada evangélica. Outrora o Estadão lembrou que o presidente da Capes (cotado na saída de Weintraub) Benedito Guimarães Aguiar Neto, que trabalhou no Mackenzie, era presbiteriano e defensor do Design Inteligente. O UOL aponta, hoje, que Gilberto Gonçalves Garcia (outro grande acadêmico) é frei franciscano e foi reitor da Universidade São Francisco. Já a Revista Veja aponta o educador Carlos Nadalim (que tem uma vasta obra) como alguém que levou um padre para consagrar o MEC à Nossa Senhora de Fátima.

Não está faltando discussão sobre o projeto educacional do país, ao invés da preocupação com a religião do novo Ministro da Educação? Há nomes competentes, outros não. A crença (ou descrença, caso seja ateu) é uma particularidade da pessoa que deve ser respeitada.

Abaixo, os candidatos citados pelo “Gazeta do Povo” com suas realizações (enfim, sem se preocupar com a fé dos mesmos).

Extraído de: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/bolsonaro-analisa-curriculos-para-escolher-novo-ministro-da-educacao-veja-os-cotados/

BOLSONARO ANALISA CURRÍCULOS PARA ESCOLHER O NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

1- Anderson Ribeiro Correia

Correia é reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e já foi presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele também ocupou os cargos de superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e de presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo.

É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ele também fez doutorado em Engenharia de Transportes na University of Calgary, no Canadá.

2 – Gilberto Gonçalves Garcia

Garcia atualmente é reitor da Universidade São Francisco (USF) e professor adjunto do Programa Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Ele é doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ (2007). Na mesma instituição, fez mestrado e graduação. De acordo com o currículo Lattes, também foi reitor da FAE Centro Universitário (1998-2007), da Universidade São Francisco (2002-2009) e da Universidade Católica de Brasília (2014-2018).

Ele também exerceu as funções de presidente da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias ABRUC (2007-2009), presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras CRUB (2008-2009), e conselheiro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (2010 a 2018). Ocupou a presidência da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2012 a 2014, e foi presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 2014 a 2016.

3 – Ilona Becskeházy

Consultora em educação, Ilona Becskeházy atualmente é secretária de Educação Básica do MEC. Ela é mestre e doutora em política educacional, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), respectivamente, e já trabalhou na Fundação Lemann.

No início do governo de Jair Bolsonaro, ela chegou a ser cotada para o cargo de chefia da pasta. No ano passado, participou do grupo de especialistas da 1ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), do MEC, por sua experiência e estudos sobre o modelo de ensino de Sobral (CE).

4 – Sergio Sant’ana

Sergio Henrique Cabral Sant’ana é advogado e foi assessor especial do ex-titular da pasta, Abraham Weintraub, no MEC. Ele teria sido indicado por Eduardo Bolsonaro, filho do presidente.

5 – Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues

Rodrigues é ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele presidiu o instituto entre 22 de janeiro e 26 de março de 2019.

É doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista (MBA) em Formação de Executivos pela Universidade dos Correios, e bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Segundo informações de seu currículo, ele também atuou como executivo, consultor organizacional, palestrante e professor em cursos de MBA, mestrado e doutorado. Além disso, escreveu 11 livros sobre gestão e análise organizacional, qualidade e produtividade.

6 – Stravos Xanthopoylos

Xanthopoylos é ex-diretor da área de cursos on-line da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atualmente trabalha como consultor na área de educação a distância. Formado em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo e doutor em Administração de Empresas pela FGV-Eaesp, Xanthopoylos participou da equipe de transição do presidente Jair Bolsonaro, no fim de 2018.

Antes da escolha de Abraham Weintraub, ele chegou a ser cotado para o cargo. Na época, mencionou-se que poderia existir conflito de interesses entre a sua atuação no mercado de educação particular e a adoção de políticas públicas, o que ele negou.

Xanthopoylos também já se posicionou contra cotas, a favor do homeschooling e contra o ensino de “ideologia” nas escolas.

7 – Carlos Nadalim

O secretário de Alfabetização do MEC, Carlos Nadalim, é seguidor do filósofo Olavo de Carvalho, entusiasta do ensino domiciliar – hoomeschooling -, e esteve à frente da formulação da nova Política Nacional de Alfabetização (PNA). O secretário já recebeu, da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o prêmio Darcy Ribeiro.

Ele é formado em Direito e é mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Também tem especializações em História e Teorias da Arte e em Filosofia Moderna e Contemporânea. Já lecionou no ensino básico e no superior e foi coordenador-pedagógico em Londrina.

O projeto mais ambicioso de Nadalim no MEC é o “Programa de Alfabetização Escolar”, cujo objetivo é dar aos professores a formação necessária e adequada para que ensinem as crianças a ler e a escrever por meio de ações mais eficazes – o Brasil tem hoje 11,3 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever. A adesão dos municípios é voluntária. O programa, criado no ano passado e anunciado no fim de janeiro, é calcado em evidências científicas e recebeu a contribuição de pesquisadores em neurociência em outubro do ano passado, com a 1.ª Conferência Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências (Conabe), organizada pelo MEC.

8 – Renato Feder

Feder é secretário de Estado da Educação do Paraná. Tem carreira no setor privado e define-se como empreendedor e liberal. É administrador de empresas e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

Ele tem experiência como docente na Educação de Jovens e Adultos, e passou pela direção de uma escola em São Paulo. Também assessorou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Ele e Alexandre Ostrowiecki são sócios da empresa de tecnologia Multilaser, que atingiu faturamento acima de R$ 2 bilhões em 2017. Confira o perfil completo de Feder.

PÁTRIA AMADA BRASIL É O NOVO SLOGAN DO GOVERNO FEDERAL

– O que é isso, Ministro?

Depois das acusações contra o Ministro da Educação, Carlos Decotelli, de que não fez Pós-Doc na Alemanha, em Wüppertal (confirmada pela Universidade local); também que reprovou no Doutorado na Argentina, em Rosário (idem) e de que o Mestrado teve sua dissertação com capítulos plagiados, resta saber: a cola será liberada no Ensino brasileiro?

Claro, faz sentido tal questionamento irônico com essas informações de falsidade do seu Curriculum Lattes. Que vergonha… Parece piada, caso não fosse verdade.

Urgentemente, há de se esclarecer.

Universidade alemã nega que Carlos Decotelli tenha obtido pós ...

– Quem é Carlos Decotelli, o novo Ministro da Educação.

Uma sacada inesperada! Enquanto se esperava o anúncio de Renato Feder, Secretário da Educação do Paraná, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou como Ministro da Educação Carlos Decotelli – mais um da ala militar.

Não me importa se é ou não militar, mas sim a competência. Me chama a atenção que, em época de protestos onde a Oposição liga o nome do presidente ao Fascismo e até mesmo ao Racismo (neste, um pecado que não sei de onde foi imputado a ele), a escolha de um ministro negro serve para apaziguar os críticos.

Lembro-me da escolha de Joaquim Barbosa: hoje, é público que o então Presidente Lula queria um Ministro do STF negro a fim do politicamente correto. Teria sido esse um critério de Bolsonaro também?

Boa sorte ao novo ministro. Assim como não importa ser militar, também não importa a raça, o gênero ou a ideologia – mas sim a capacidade!

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/06/25/quem-e-carlos-decotelli-3-ministro-da-educacao-de-bolsonaro-em-menos-de-um-ano-e-meio.htm

CARLOS DECOTELLI

Oficial de reserva da Marinha e de perfil mais moderado, ele assume MEC depois da polêmica gestão de Weintraub.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (25) seu novo ministro da Educação: Carlos Decotelli, oficial de reserva da Marinha, será o terceiro ocupante do comando do MEC no atual governo, depois da demissão de Abraham Weintraub e de Ricardo Vélez.

A nomeação de Decotelli é vista como mais um aumento de protagonismo militar no governo Bolsonaro – neste caso, particularmente, da Marinha.

De perfil mais moderado que seu antecessor, Decotelli é um acadêmico e também o primeiro ministro negro de Bolsonaro.

Durante alguns meses no ano passado, entre fevereiro e agosto, ele comandou o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia ligada ao MEC que costuma ser alvo de disputas em qualquer governo, por gerir um orçamento bilionário (de R$ 55 bilhões em 2019) e ser responsável por financiar alguns dos principais programas da educação básica pública nos municípios, como transporte e infraestrutura escolar.

Um dos programas priorizados na época pelo fundo, o Educação Conectada, ganhou as manchetes meses depois, quando a Controladoria-Geral da União encontrou inconsistências em um edital de R$ 3 bilhões de um pregão para a compra de equipamentos de tecnologia educacional.

Em agosto, Decotelli havia sido demitido do FNDE e alocado para a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), também no MEC.

Segundo seu perfil escrito no site do FNDE, Decotelli é financista, professor e coautor de livros de administração bancária e financeira. Tem doutorado em administração financeira pela Universidade Nacional de Rosário (Argentina) e pós-doutorado na Bergische Universitat Wuppertal, na Alemanha, também de acordo com o órgão.

A Agência Brasil destaca que ele participa do governo Bolsonaro desde a transição e atuou como professor nas Forças Armadas. Também tem passagem como docente por universidades como a Fundação Dom Cabral e a FGV.

Bolsonaro nomeia Carlos Alberto Decotelli novo ministro da ...

– Abraham Weintraub caiu. Mas a desculpa…

Depois das várias polêmicas criadas por Abraham Weintraub na pasta do Ministério da Educação, da confusão criada na reunião ministerial com a declaração ofensiva aos Ministros do STF, de sair numa aglomeração sem máscara e dar declarações antidemocráticas… ele pediu demissão.

Claro, ele estava sem clima algum até com os membros do próprio Governo. A “saída honrosa” seria uma desculpa qualquer que não fosse pelos motivos citados. Então, hoje, ele declarou que sai do Ministério pois aceitou um convite para ser “Diretor no Banco Mundial”

Então tá. Acreditemos…

– Copacabana agoniza no Le Monde. Pobre turismo brasileiro…

Pois é… as péssimas notícias sobre a condução do combate ao Novo Coronavírus por parte das autoridades do nosso país certamente repercutem demais lá fora e, não tenhamos dúvida, impactarão na Indústria do Turismo (que tão maltratada tem sido pela violência urbana que assusta os visitantes).

Vejam a capa da revista semanal do importante jornal francês Le Monde, por exemplo:

– Tá cansando tanto Xarope no Brasil!

Desanima ver o que os políticos estão fazendo com a crise do Novo Coronavírus, não? Eu joguei a toalha. É muita incompetência de várias ideologias...

Que o presidente Bolsonaro é culpado pela má vontade de muitas pessoas em se prevenirem do Covid-10, não tenhamos dúvidas (vide os incentivos às aglomerações que ele pratica e as declarações estapafúrdias). Aí vem Governadores descuidados com as licitações e compras de equipamentos, dando margem à corrupção. Por fim, uma pseudo-oposição que muitas vezes se faz oportunista em época de Eleição e acaba tumultuando nas ruas.

Tá cansado, né? Quem não for de Extrema Esquerda ou de Extrema Direita é atacado – e muitas vezes, por fanáticos que não se mancam que viraram radicais.

Sabe o que assusta? Lula criou uma geração de seguidores cegos, que não aceitavam críticas. Bolsonaro faz a mesma coisa.

Eu pensei que era mentira que ele sugeriu invadir hospitais para ver se havia UTIs lotadas (meu Deus, com o papelão que estamos passando na Pandemia e com o número de mortos…). E não é que sugeriu?

Tamanha irresponsabilidade encontra eco com irresponsáveis. Pois bem: invadiram um hospital no RJ.

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/06/12/grupo-invade-hospital-no-rio-gritando-mentira-mentira.htm

GRUPO CHUTA PORTAS E INVADE HOSPITAL NO RIO GRITANDO: “MENTIRA, MENTIRA”

Por Reinaldo Azevedo

Um grupo formado por pelo menos seis pessoas entrou no Hospital municipal Ronaldo Gazolla, unidade de referência no tratamento da Covid-19 no Rio, e provocou confusão em alas restritas a médicos e pacientes na tarde desta sexta-feira. De acordo com relatos de profissionais, uma mulher, pertencente ao grupo, muito alterada, teria chutado portas, derrubado computadores e até tentado invadir leitos de pacientes internados.

Fontes disseram ao GLOBO que as pessoas seriam parentes de uma pessoa que morreu por coronavírus na unidade nesta manhã. Revoltados, eles gritavam, pelo quinto andar da unidade, que tinham direito de verificar os leitos, para ver se estavam mesmo ocupados, e por vezes, ainda segundo relatos de quem presenciou tudo, também gritavam: “Mentira! mentira!”. (…).

Estimulado por Bolsonaro, grupo invade hospital, chuta portas de ...

– Que paixão é essa de muitos, repentina, chamada Política? E por quê radicalizou-se?

Cruz-credo! Brasileiro “quebrava o pau por Futebol”, e trocou isso por Política. Poderia ser um fator positivo se entendermos que o debate sobre a vida do país se tornou importante para as pessoas (sempre fomos uma nação não-politizada), mas acabou virando algo ruim: radicalizou-se!

O que leva o cara a passar o dia inteiro numa rede social postando sobre Política, adorando e amando políticos (independente da ideologia ou do nome) e tentando “converter” quem pensa diferente?

É só fanatismo ou é ignorância? 

Discutir sobre Política é uma coisa; forçar que o seu amigo pense como você e outra.

Respeite-se a opinião alheia!

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– Olavo de Carvalho rompe com Bolsonaro?

Parece que o casamento entre Bolsonaro e seu guru, Olavo de Carvalho, acabou.

Olavo, que indicou vários ministros (foi inclusive convidado para ser Ministro da Educação – o que particularmente acho que seria um desastre pelas ideias que tem) se queixou que tem sido vítima de Fake News e nunca foi defendido por Jair Bolsonaro (que nesta semana recebeu youtubers).

Nesta madrugada, desabafou, criticando e soltando seus costumeiros palavrões:

“O gabinete do ódio foi inventado contra mim e não contra Bolsonaro. O que este Bolsonaro fez pra me defender? Chega lá e me dá uma condecoraçãozinha. Enfia a condecoração no seu cu. Se você não é capaz de me defender contra essa gente toda, eu não quero a tua amizade. Porque eu fui seu amigo, mas você nunca foi meu amigo. Você foi tão meu amigo quanto a Peppa. Você só tira proveito. E devolve o quê? É que nem o Weintraub. Dá uma condecoração. Tá brincando com isso, porra. Só essas multas que os caras tão cobrando de mim, é pra me arruinar totalmente. Como é que eu vou sobreviver nos EUA sem um tostão furado, não dá pra fazer isso. Se eu não posso ser remunerado pelo meu trabalho, vou viver do quê? Tão chegando nisso e agora ainda tão juntando a Peppa, o Felippe ?Feto?. É óbvio, se você estuda um pouco a linguagem desse pessoal, que sai no Diário do Cu do Mundo, que sai no Brasil 171 ou 247, a linguagem é a mesma, os temas são os mesmos, é claro que isso está articulado há décadas. Há décadas existe esse gabinete do ódio contra o Olavo, porra! E vem esse presidente dizer que é meu amigo? Não é meu amigo não. Ele simplesmente se aproveitou. E vai me dar uma condecoração? Enfia a condecoração no cu. Não quero mais saber. E outra coisa, você não está agindo contra os bandidos. Você vê o crime, eles cometem o crime, você os presencia em flagrante e não faz nada contra eles. Isso chama-se prevaricação. Quer levar um processo de prevaricação da minha parte? E o pessoal não consegue derrubar o seu governo? Eu derrubo. Continue inativo, continue covarde, eu derrubo esta merda deste teu governo aconselhado por generais covardes ou vendidos. Eu não sei se são covardes ou vendidos. Eu não sei o que é pior (…) Então o que que tem que fazer, você quer me ajudar? Podia ter processado esses filhos das putas há dez anos. Esperou que eles me processassem, agora decidiram agir, sempre tardiamente. Tá fazendo o serviço tarde e porcamente. Mas querem fazer alguma coisa, então é o seguinte, vocês têm que se juntarem entre si (Sic), vocês têm que começar a pesquisar os crimes que foram cometidos contra mim. Eu não tenho condição pessoal de fazer isso. Eu não tenho nem visão suficiente pra ficar catando essas coisas na internet. Quantos assessores você acha que eu tenho? Não tenho nenhum na verdade. Tenho lá uma pessoa amiga que às vezes vem aqui e me ajuda um pouco. É isso. Não tenho sequer uma secretária. Agora o presidente não tem assessores pra fazer isso? Quantos crimes contra o Olavo você investigou, seu Bolsonaro? Nenhum, você nem se interessou. Esse seu Havan vem aqui dizer: ?ah, vou ajudar?. Vai ajudar o caralho, você vai comprar aviãozinho e se vestir de Zé Carioca, você é um palhaço. Isso que você é, eles têm toda razão. É por causa de empresário como você que o Brasil tá nessa merda. Gente que não tem cultura e não gosta de quem tem. Bando de invejosos filhos da puta”.

“Gente fina” é outro papo, hein? Tá bem de conselheiro o presidente…

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=aUCHIjRkFNw

– Angela Merkel e a necessidade de imprensa crítica neste tempo difícil.

Enquanto temos carência de líderes locais para guiar o povo em meio ao caos pandêmico (pandemia na saúde e pandemônio na sociedade), um dos expoentes positivos mundial tem sido a alemã Angela Merkel.

Há duas semanas, ela exaltou a imprensa por mostrar as chagas cometidas pelos governos, sendo os jornalistas críticos necessários para a democracia.

Bem diferente do que muitas autoridades pensam, não?

Extraído de: https://www.dw.com/pt-br/merkel-destaca-import%C3%A2ncia-da-imprensa-cr%C3%ADtica-em-tempos-de-pandemia/a-53465910

MERKEL DESTACA IMPORTÂNCIA DA IMPRENSA CRÍTICA EM TEMPOS DE PANDEMIA

Chanceler federal alemã diz que, em uma democracia, jornalistas devem poder confrontar governos com criticismo. Sociedade precisa de informação confiável e ser capaz de distinguir a verdade da mentira, afirma.

A chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, destacou neste sábado (16/05) a importância da liberdade de imprensa – e de uma imprensa crítica – para o funcionamento da democracia, especialmente nos tempos atuais, quando o mundo enfrenta uma pandemia.
“Os jornalistas devem poder ter um olhar crítico sobre um governo e todos os atores políticos”, disse a chefe de governo em seu podcast em vídeo semanal, que neste sábado marca os 75 anos da publicação do primeiro jornal após o fim da Segunda Guerra Mundial e do nazismo.
Segundo Merkel, uma democracia “precisa de fatos e informação”, “precisa ser capaz de distinguir a verdade da mentira”. Também exige uma “esfera pública em que se possa argumentar e expressar diferentes opiniões, a fim de desenvolver soluções conjuntas para problemas”.
“Isso requer tolerância com a opinião dos outros. Mas também requer a habilidade de olhar com criticismo para as próprias opiniões”, continuou a chanceler federal.
Ela afirmou que ser capaz de observar a realidade a partir de diferentes perspectivas, e de formar opiniões a partir delas, é crucial em tempos de crise de coronavírus. “Especialmente neste contexto, informação bem apurada é de grande importância para todos nós.”
Merkel ainda condenou os ataques a jornalistas durante protestos contra o isolamento na Alemanha. Segundo ela, o estado da liberdade de imprensa serve como “um indicador do estado de nossa democracia como um todo”. “Por isso é ainda mais lamentável quando, mesmo aqui, em nossa sociedade democrática, repórteres e jornalistas são atacados”, afirmou. “O trabalho dos jornalistas deve ser respeitado, valorizado e apoiado.”
Os ataques a equipes de reportagem de televisão em Berlim trouxeram preocupações sobre a liberdade de imprensa na Alemanha. Grupos de extrema direita, teóricos da conspiração e antivacina têm direcionado sua fúria ao que chamam de Lügenpresse (“imprensa da mentira” – um termo usado desde os anos 1800, mas empregado com maior destaque pelos nazistas), acusando os jornalistas de não cobrirem todo o espectro de opiniões ao informar sobre a pandemia.
Em seu podcast, a chanceler federal rejeitou essa crítica sobre a parcialidade da imprensa, afirmando “não ver dessa forma, pelo contrário”. “Aprendemos todos os dias, especialmente sobre ciência, e ela nos fornece novos conhecimentos. É absolutamente importante que entendamos isso e que muitas pessoas aprendam sobre isso. As ofertas da mídia, tanto pública como privada, garantem isso.”
Ao lembrar os 75 anos do surgimento da mídia livre após o fim da Segunda Guerra, Merkel observou que apenas a Alemanha Ocidental se beneficiava da liberdade de imprensa.
“Não havia liberdade de imprensa na RDA [República Democrática Alemã]”, afirmou, acrescentando: “Sabemos ainda hoje que, quando regimes autoritários chegam ao poder, antes de tudo a liberdade de imprensa é suprimida, e o jornalismo livre não é mais possível.”
EK/kna/dpa/afp

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Merkel pede tolerância com opiniões diferentes, mas também um olhar crítico para as próprias opiniões

– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Há 1 ano foi produzido esse texto, mas extremamente atual…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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