– Ronaldinho Gaúcho, o showman!

Assistiram o jogo das equipes masters entre Barcelona x Real Madrid, em Beirute, nesta semana?

Veja só o que Ronaldinho Gaúcho fez. Muito bom! Três assistências incríveis resultando em gols.

Abaixo: (https://www.youtube.com/watch?v=4V3q25HHfPk&feature=youtu.be)

– Há 7 anos, o que ficou e o que vejo da carreira de árbitro?

Encerrei exatamente há 7 anos minha carreira de árbitro de futebol. Foram mais de 700 partidas trabalhadas, em diversas divisões e funções.

Eu gostaria de estar em atividade?

Claro, creio que não só eu, mas muitos aposentados do apito, que ainda apitam suas partidas em seu íntimo nos seus sonhos. Vestem o uniforme e se transformam dentro dos gramados que imaginam.

Mas, definitivamente, acabou. Termina para sempre quando perde a motivação, e o desejo de voltar sucumbe à realidade. A saudade de estar em campo é enorme. A disposição em obedecer aos dirigentes burocráticos (e muitos, soberbos e irônicos) é nula.

Quanto tempo não há renovação dos cartolas? Maior do que o da renovação dos árbitros…

A distância entre o prazer da arbitragem é abissal em relação às humilhações que se têm que fazer e viver nas comissões de árbitros. Reuniões enfadonhas, falta de meritocracia, sacerdócio que se doa em vão. Contraste absurdo da paixão de apitar uma partida de futebol em meio a um segmento cada vez mais restrito a “donos de cargos”, onde a vida sindical se mistura ao ofício de dirigentes patronais. Questionar a quem e contra quem?

Enfim, vida que segue e família que se curte (coisa que não se consegue enquanto árbitro, que não é mais o conhecedor das regras do futebol, mas o atleta que deve somente correr, correr e correr dentro de campo, acatando orientações de “bola na mão que viram mão na bola”).

Hoje, mato a saudade do meio em que vivi falando de futebol e arbitragem na TV, no rádio, no jornal e na internet. E assim sou feliz!

Uma singela constatação: se a carreira de árbitro fosse mais justa, mais competentes os nomes seriam, menos árbitros de potencial teriam que encerrar suas trajetórias e trocaríamos a exigência física pela técnica. Aliás, como exigir algo, se os dirigentes não querem o profissionalismo verdadeiro, transformando a causa em discursos demagogos?

Férias, INSS, 13o e plano de saúde ao árbitro… Tudo ilusão e são causas que não estão na pauta dos Sindicatos! Afinal, quem quer brigar com a CBF e suas Federações aliadas?

O INAMPS (ou a Unimed, a Amil e tantos outros planos de saúde) estão aí para os árbitros lesionados…
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– E ninguém quis comprar o Jayme Cintra…

Mesmo custando 35 milhões de reais e ofertado pela metade do preço, apesar do sistema ter travado pelo número de acessos, não houve ofertas do leilão do TRT para a compra do Estádio Jayme Cintra.

A questão é: será remarcado outro dia para leilão, com preço menor de oferta, para a venda do estádio. E caindo o valor (poderá ocorrer por até 3 vezes no total) será que não aparecerá compradores?

Enquanto isso, o Paulista ficará fechado até Abril de 2018 esperando calendário… Lamentável!

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– Uma batalha em Montevidéu: Peñarol 2×3 Palmeiras

Rápidas considerações sobre o jogo do Palmeiras no Uruguai:

  1. Um primeiro tempo horrível do Verdão pela má opção tática do treinador Eduardo Baptista. Os uruguaios dominaram os brasileiros.
  2. Um segundo tempo primoroso do Palmeiras por culpa do próprio treinador, que mudou bastante a forma de jogar e acertou.
  3. Uma guerra de nervos e pancadaria, aflorada pelo irresponsável Felipe Mello que quando chegou ao time foi infeliz ao dizer que estava disposto até a dar “tapa em uruguaio”.
  4. Uma corajosa sequência de socos do mesmo caçado Felipe Mello, que não pipocou e encarou os briguentos.
  5. Um nervoso treinador na coletiva, mandando recados a Juca Kfouri e desabafando o que estava engasgado.
  6. Quem a Conmebol punirá? Quem bateu? Quem apanhou? Quem apanhou e também bateu? Difícil…

Cá entre nós: há times que crescem durante brigas; vide o River Plate depois do episódio do Boca Juniors, em que quase eliminado virou campeão da Libertadores daquele ano.

A foto abaixo, que apareceu na Internet e nem sei de quem é, é emblemática: o goleiro Prass apanhando de 3 atletas adversários:

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– O VAR estará no Mundial da Rússia

Uma boa notícia para quem gosta de tecnologia a favor da legitimação dos placares no futebol: o árbitro de vídeo estará na principal competição do planeta, a Copa do Mundo.

Em 2018, na Rússia, o Video Arbitro Referee (VAR) será implantado. Ótima ideia, desde que bem treinada e passada aos árbitros mais gabaritados (sem a geopolítica discutível de escolha dos juízes da FIFA).

Gianni Infantino, o presidente da entidade que está participando de um congresso da Conmebol no Chile, declarou que:

Não é possível que em pleno ano de 2017, todo mundo que está no estádio ou em casa consiga saber do erro do árbitro durante a partida e o único a não saber disso é o próprio árbitro. Não pode ser mais assim, isso não é justo“.

E pensar que aqui ouvimos o blábláblá do árbitro de vídeo que a CBF divulgou que ocorreria em Maio de 2016, depois em Agosto, Setembro, Novembro, série B… como sempre, uma grande mentira! Aliás, criaram até um cargo específico para um ex-presidente de Comissão de Arbitragem, lembram?

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– O goleiro Bruno retorna às grades…

O goleiro Bruno, acusado de ser o mandante da morte da mãe do seu filho, após ter uma contestada saída da prisão e assinar com o BOA Esporte Clube de Varginha, teve que voltar à cadeia.

O pessoal do humorístico “Sensacionalista” redigiu essa grande tirada, fazendo analogia entre as autoridades policiais e o mundo do futebol:

Juiz diz que goleiro Bruno se adiantou na saída e manda voltar penalidade“.

Putz, os caras foram rápidos! É bem isso mesmo.

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– E o Jayme Cintra irá realmente a leilão!

A partir das 11h desta quinta-feira (27/04), o Paulista FC verá o Estádio Jayme Cintra ser leiloado para pagar dívidas trabalhistas.

Às vésperas de completar 108 anos de vida, na 4a divisão estadual e sem calendário para jogar até abril de 2018, o clube deve algumas dezenas de milhões em impostos, contas diversas e saldos a pagar a funcionários. O leilão irá como garantia a uma cobrança de aproximadamente R$ 1,4 milhões devidos a 19 pessoas. Mas sabidamente deve muito mais, sendo que essa conta está no “consórcio de credores” feito na Justiça.

O problema hoje é: por quê não se tem acesso a toda a relação nominal de credores e seus valores? Por quê o torcedor não sabe para quem e quanto se deve a Fulano ou Beltrano?

Triste. Em uma área valorizada, o valor do terreno e do prédio está avaliado em R$ 35 milhões (achei subestimado esse valor), mas você pode arrematar (em qualquer caso de leilão judicial) por metade do preço em lance inicial

Quer saber? Com dor no coração escrevo: se for para ter o nome limpo na praça, paciência! Se pague as dívidas e responsabilize os culpados dessa vergonha.

Infelizmente, o clube precisará ser refundado com gente nova. Pode ser inevitável.

Em tempo: o Estádio foi tombado pelo patrimônio público de Jundiaí nos últimos dias. Isso não impede do leilão acontecer e de um comprador entrar na Justiça contra esse tombamento…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem da 1a Partida Final entre Ponte Preta x Corinthians

Raphael Claus apitará o 1o jogo da final do Paulistão 2017. Ambas equipes foram favorecidas involuntariamente por erros de arbitragem do bom árbitro da FIFA neste campeonato: o Corinthians venceu o São Bento em Sorocaba com um pênalti inexistente em Jô na 1a rodada, e a Ponte Preta não teve um penal marcado contra ela no lance de Fernando Bob em Jean no Allianz Parque no sábado passado.

Isso quer dizer alguma coisa? Em tese, nada, a não ser que são erros de interpretação – no 1o jogo citado mais rigoroso e no 2o menos atento.

Claus surgiu como um fenômeno em jogos grandes quando foi perfeito em uma semifinal entre São Paulo x Santos no Morumbi, e daí por diante teve uma boa sequência em clássicos. Uma queixa de muitas pessoas a ele é que em partidas de menor visibilidade e/ou importância, dava uma “relaxada”.

Desde que entrou no quadro da FIFA, vem se aprimorando e apitando jogos de grande dificuldade. Alguns têm a impressão de arrogância dele (que é falsa, o conheço bem). É um estilo de mostrar autoridade, que não chega a ser debochado mas às vezes transforma em um ar de superioridade exagerado (talvez como tinha Guilherme Ceretta de Lima ou Rodrigo Martins Cintra, árbitros jovens e que encerram a carreira).

Desejo boa sorte ao amigo e grande arbitragem ao quarteto. Torço para que os erros pontuais (quem é torcedor luso vai cobrar a inclusão do lance de Guarani x Portuguesa, e com razão) tenham sido apenas de desatenção e que para o bem do espetáculo não sejam representativos de má fase.

Pensam que árbitros não vivem de ciclos como os jogadores também? Vide Sandro Meira Ricci e seu inferno astral desde o último Mundial…

Em tempo: e esta história do Clayson, da Ponte Preta, estar sendo negociado com o Corinthians? Tudo bem que é muito bom jogador, mas que não o façam um novo Rui Rei. E quando “dei um Google” para puxar a foto do Rui Rei no fatídico jogo de 1977, eis que aparece o Dulcídio entre esses craques na foto ilustrativa.

Quem seria o Dulcídio da arbitragem hoje? Não vejo ninguém como o saudoso Alemão, que foi “vendido” sem saber. A propósito: isso acontece hoje ainda?

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– O desvio de Pratto no gol de Jô em Corinthians 1×0 São Paulo

Muita reclamação por parte dos sãopaulinos a respeito do gol confirmado de Jô, estando em posição de impedimento. Procede a chiadeira ou não?

Paulo César de Oliveira, na TV Globo, disse que foi legal pelo desvio da nova orientação. Discordo (embora o lance seja bem discutível).

Para mim, erro do bandeira Alex Ang Ribeiro (se é que ele viu o desvio), corroborado pelo árbitro Flávio Rodrigues de Souza (que não tem culpa pela posição). Explico: a bola é cruzada por Jadson, Lucas Pratto pula para o cabeceio e ela cai nos pés de Jô, que estava a frente, em posição de impedimento, no nascedouro da jogada.

Impedimento ativoDesvio de bola não tira impedimento (há raríssimas exceções da regra). O toque do adversário da forma como foi não é um novo lance, nem uma nova jogada criada. A bola foi lançada para o ataque por um corinthiano, visando os jogadores companheiros de frente. Se um sãopaulino a toca ou não, é irrelevante nesse caso.

Alguns entendem que o fato do de Pratto ter ido disputar a bola e a tocado, possibilitou uma nova jogada – e sendo assim, seria um toque de bola da defesa para o adversário, situação na qual não existe o impedimento (como uma bola recuada erroneamente ao adversário, por exemplo). Respeito quem pensa assim, mas discordo. Não foi um domínio de bola tocado para trás, foi um desvio acidental que de nada modificou a condição de impedimento (já que o jogador do Corinthians lança a bola para o ataque do seu time, não para a zaga do São Paulo).

Há também quem possa ainda interpretar como a nova orientação do começo desta década: uma bola que é desviada pela zaga e que caia nos pés de um jogador em impedimento mas que não estava na jogada e que nem tinha a pretensão de recebê-la, não é mais impedimento (por exemplo, um chute para o gol, a bola bate num defensor e sobra para um atacante sozinho, em posição de impedimento, próximo ao mastro de escanteio) Não foi o caso também.

Por fim, existe uma recente orientação de que se um jogador faça movimento de disputar a bola e a toca, esse desvio tiraria o impedimento. Ora, isso acontece quando ocorrer uma “rosca”, um desvio por ação voluntária que caia para outro jogador. Involuntariamente se tocado, não tira o impedimento, pois isso mudaria totalmente a regra 11 do futebol. Passaríamos a dizer que agora deve-se chutar a bola no adversário que o impedimento sumiu. E Pratto não obteve sucesso na disputa, apesar do toque. Assim, Jô continuou em impedimento, foi irrelevante o resvalão.

E você, o que achou? Deixe seu comentário:

Assista o lance em: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/jogo/23-04-2017/corinthians-sao-paulo/#video-id=5821112

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– O Robozinho vai avaliar os árbitros da CBF?

Taí uma daquelas coisas que a CBF adora inventar: criar factoides para divulgar à imprensa (como o árbitro de vídeo proposto em maio de 2016, depois em agosto, outubro, novembro… e até agora nada). Ou o mecanismo de leitura facial israelense para o combate da violência de torcedores briguentos na FPF, que só ficou no anúncio.

Pois bem: leio no Diário Lance! que o Coronel Marinho anunciou uma novidade (Edição 23/04/17, pg 03, por Fábio Suzuki e Igor Siqueira). Será o “Radar”, um software para análise de desempenho dos árbitros.

O detalhe é: a função dos observadores e analistas de arbitragem será minimizada pelo sistema eletrônico, que, segundo o próprio Coronel Marinho:

“A nota [do árbitro] não será dada por ninguém. O SISTEMA VAI DAR. Fizemos uma calibragem, uma mensuração. Fizemos estudos e vamos colocar no sistema (…). O sistema vai gerar pontuações individuais e por equipe. Cada árbitro terá sua nota e outra da equipe [do quarteto todo]. Eu não posso alterar nada.”

E quando o lance polêmico for interpretativo: pênalti ou simulação? Bola na mão ou mão na bola? Vantagem aplicada ou perdida?

Farei de conta que acreditarei da mesma forma quando iludidamente eu e outros árbitros acreditaram no Ranking dos Árbitros da FPF, onde existiam notas e os árbitros também receberiam pontuação, formando um campeonato de acesso e rebaixamento. Me recordo quantas notas contestadas, a criação da posição 35B (quem viveu essa época sabe o que é essa posição), o descenso de árbitros de altíssima categoria inexplicavelmente (por exemplo: a injusta queda de muitíssimas posições do excelente Marcelo Rogério), a ascensão de árbitros prata para ouro ANTES das provas finais teóricas (e um “metidão” deu até entrevista ao jornal confirmando sua subida…).

Por tudo isso, fico imaginando um robozinho dando nota, e quando o cartola do clube chegar a Del Nero pedindo a cabeça de um árbitro, ouvir o mesmo blábláblá de que não existe veto a ninguém, garantir a escala ao juiz e na hora H… pimba! Ficar de fora, indo para a geladeira veladamente.

Putz, recordei-me: acho que o mesmo Marco Polo Del Nero era o presidente da FPF quando garantiu-se a escala de Rodrigo Bragheto na final do Paulistão por parte do mesmo Coronel Marinho e depois o suspenderam. Curioso que são os mesmos nomes na CBF.

Em tempo: monitorar desempenho de jogador com tais softwares é louvável. Mas analisar lances interpretativos de árbitros, aí é conversa mole.

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– Palmeiras 1×0 Ponte Preta. Pênalti ou não em Jean? Mudaria algo?

Um lance polêmico no jogo entre o Porco e a Macaca no Allianz Parque: Fernando Bob tenta interceptar Jean que entra na área; com sua perna-esquerda, o marcador pontepretano toca com o bico da chuteira levemente na bola. Isso faria com que não fosse pênalti, e sim jogada limpa?

Errado. Ele toca a bola e ao mesmo tempo faz o calço no pé esquerdo do palmeirense. Portanto: pegou bola e adversário na mesma jogada, e isso é pênalti, não marcado por Raphael Claus. A pergunta é: mudaria algo?

Assista o lance em: http://globoesporte.globo.com/tempo-real/videos/v/fernando-bob-da-ponte-preta-da-carrinho-em-jean-do-palmeiras-que-pede-penalti/5820426/

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– Obrigado pelo convite ao Fut-Encontro!

Estivemos ontem participando do Fut-Encontro, no Shopping Plaza Sul. Um bacana bate-papo sobre a “Magia do Drible no Futebol“, juntamente com Zé Maria (lateral ex-Corinthians) e Frank Fortes (Rádio Bandeirantes). 

Obrigado ao Márcio e ao Tadeu pelo convite!

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– Estaremos no Fut-Encontro. Participe!

Fut-Enconto debate “A Magia do Drible”

Debate gratuito é aberto ao público e ocorre nessa sexta-feira, no Shopping Plaza Sul

Caneta, elástico, carretilha, “da vaca”, de corpo e até sem tocar na bola. “A magia do drible” é tema de mais uma edição do projeto Fut-Encontro no Shopping Plaza Sul.

O bate-papo começa às 19h dessa sexta-feira, na praça de alimentação, piso 2, da unidade, e reúne um trio de convidados: Zé Maria, ex-lateral direito, ídolo do Corinthians e da Seleção Brasileira; Frank Fortes, repórter da Rádio Bandeirantes; e Rafael Porcari, comentarista esportivo e ex-árbitro de futebol.

Pouco antes, por volta das 17h, o ídolo corintiano Zé Maria participa de uma tarde de autógrafos na loja Poderoso Timão, no piso térreo.

No dia 28 de abril, no mesmo local, também às 19h, o Fut-Encontro falará sobre o “Dia do Goleiro”.

Serviço

Fut-Encontro

Data: sexta-feira, 21 de abril

Horário: 19 horas

Local: Praça de Alimentação – Piso 2

GRATUITO

Tarde de Autógrafos com Zé Maria

Data: sexta-feira, 21 de abril

Horário: 17 horas

Local: loja Poderoso Timão – Piso Térreo

GRATUITO

Endereço: Praça Leonor Kauppa, 100, Saúde, São Paulo (SP)

Contato: (11) 4003-7220

www.shoppingplazasul.com.br

www.facebook.com/futencontro

debate magia do drible

– Sincero ou Midiático?

Não há como não questionar se existe ou não razão: um amigo santista esbravejou dizendo que

“Neymar saiu chorando do jogo que o Barcelona foi eliminado pela Juventus. Chorou por causa do amor ao time ou por que vai perder dinheiro ou prestígio? Ou chorou só de mentira para aparecer nas manchetes? E por que não chorou quando o Santos apanhou do Barcelona e foi humilhado?”

Parece que os santistas não conseguem esquecer Neymar (pelo bem ou pelo mal).

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– Pitacos Futebolísticos da Semana

Algumas pendências que por absoluta falta de tempo não escrevi, sobre alguns jogos destes dias:

– Não assisti Ponte Preta 3×0 Palmeiras, mas ouvi uma tremenda polêmica de que Potker sofrera um pênalti de Fernando Prass. Vai desde “absurdo pênalti não marcado” à “encenação canastrã”. Como não vi, não comentarei.

São Paulo 0x2 Corinthians: que coisa a discussão sobre a honestidade de Rodrigo Caio! Uma pena que muitos o condenem, ele se tornou exemplo. Futebol é ESPORTE, e assim como na sociedade, todos temos que ser competitivos e HONESTOS. Lamento a idiota frase de Maicon, seu companheiro de time, e a suposta bronca que Rogério Ceni deu nele no vestiário. O curioso foi: Jô estaria suspenso do próximo jogo e acabou sendo ajudado. O mesmo Jô que cavou o pênalti contra o São Bento… Em tempo: No campeonato italiano, situações como essa valem CARTÃO BRANCO!

Real Madrid 4×2 Bayern: que cáca do árbitro e dos bandeiras, não? Dispensa comentários…

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