– Guardiola sobre a volta do futebol e o respeito aos profissionais de saúde.

Pep Guardiola, o vitorioso treinador de futebol (que é espanhol e trabalha na Inglaterra), está vivendo a Pandemia bem antes que nós no Brasil. E, mesmo apaixonado por seu ofício, foi questionado sobre a volta das atividades esportivas profissionais em meio à crise do Covid-19. Disse ele:

“Acho que todos os torcedores ao redor do mundo estão impacientes e querem o regresso do futebol. Nós também queremos, mas atualmente a prioridade está em outro lugar. Portanto, fiquem seguros, tenham cuidado, porque quando for possível nós regressamos (…) Se o Governo exige a utilização da máscara, ficar em casa e preservar a distância social, então todos o devem fazer, porque muita, muita gente trabalha na saúde e está arriscando a sua vida para salvar a nossa. É incrível o que eles têm feito e devemos seguir as regras. Não podemos falhar”.

Por quê pessoas inteligentes e sensatas como ele  tem o mesmo discurso sobre a volta do Futebol? E, incoerentemente, no RJ, se quer voltar antes do que nesses lugares cuja pandemia começou meses atrás?

Incompreensível.

Mãe de Pep Guardiola morre vítima do coronavírus, aos 82 anos ...

Lembrando: a mãe de Guardiola faleceu vítima do Novo Coronavírus aos 82 anos.

– A Impaciência ou o Fanatismo dos Torcedores na mudança da Grandeza das equipes.

Brigar por futebol vale a pena?

Vez ou outra nós vemos aficcionados torcedores invadirem treinos de seus times do coração para protestarem. É fanatismo, incoerentemente com os estádios vazios.

Será que a pressão que desce das arquibancadas ao campo é aceitável ou exagero?

Sou contra toda a forma de violência. Torcedor deve incentivar o seu time durante o jogo, e após ele, vaiar. Mas nada de transformar em ações práticas de agressão.

O treino é local de trabalho. Não gosto de momentos de briga nesse local. Mas pensemos: será que não está mudando a “feição” dos clubes brasileiros?

No começo do século XX, Bangu, América, São Cristóvão, Canto do Rio e Bonsucesso eram forças no futebol carioca. Aqui em São Paulo, tínhamos o Ypiranga, o Germânia, o Jabaquara…

Alguns encerraram as atividades, outros apequenaram-se. Hoje, temos novos clubes em destaque nos regionais: Audax e Red Bull, entre outros.

Será que daqui 30 anos, teremos os mesmos clubes que hoje ou ontem foram protagonistas? Quem era o Água Santa há 10 anos? E o São Caetano, há 20?

Aceitar novas realidades é importante. Noroeste, Marília, Paulista, Internacional e São José não são mais importantes coadjuvantes na 1a divisão de seus estados. Guarani e Portuguesa deixaram de serem importantes times da 1a nacional. Qual o futuro deles?

Aliás, qual o destino dos estaduais?

Sempre aprendi que quando estamos em um momento histórico, não percebemos que estamos fazendo história. E o fato a ser historiado no futuro é: o futebol brasileiro está em transição, seja no peso das camisas, na administração dos clubes e nas táticas dentro de campo. Se o final dessa mudança será positivo ou não, só o tempo dirá! E isso traz a reflexão: são lúcidos os protestos violentos de torcedores ou são em vão, pois eles de nada adiantarão?

bomba.jpg

– A insensibilidade de Rodolfo Landim, presidente do Flamengo

À Fox Sports na 2a feira, disse o presidente flamenguista Landim:

“Se a minha atividade é segura e está sendo feita seguindo protocolos, a minha pergunta é: por que não? O que estaria de errado na volta do futebol? Simplesmente por que você está tendo uma curva ascendente? A curva é ascendente numa pandemia porque ela está ocorrendo em outras atividades que não estão seguindo esse protocolo que a gente está seguindo. Não vejo isso como um problema.”

Caramba. Puro egoísmo de quem demonstra pensar no seu interesse e não na coletividade. Todos nós precisamos voltar ao trabalho (e à vida normal, assim que possível). Mas justificar com tal arrogância, desprezando seu entorno, é condenável – em especial pelo momento em que todos nós temos que nos dar as mãos.

Flamengo perde mais um patrocinador - Gilmar Ferreira - Extra Online

– Os diplomas de Marco Polo!

Se você está afastado de uma empresa, pode assinar por ela? 

E se foi banido da gestão dela?

Veja que loucura: alunos formados pelo Curso de Treinadores da CBF em 2019 têm seus diplomas assinados por Marco Polo Del Nero (que nem poderia estar exercendo a presidência durante o período citado, segundo o Blog do Paulinho).

Teria validade perante a FIFA tal certificado, já que foi ela quem o baniu?

Extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2020/05/25/diplomas-dos-cursos-de-treinadores-da-cbf-sao-assinados-por-marco-polo-del-nero/

DIPLOMAS DOS CURSOS DE TREINADORES DA CBF SÃO ASSINADOS POR MARCO POLO DEL NERO

Em abril de 2019, a CBF elegeu Rogério Caboclo como presidente, para alegria do ‘sistema’ que infelicita a Casa Bandida há algumas décadas.

Sabia-se, desde então, que o ex-mandatário, Marco Polo Del Nero, seguiria, ocultamente, no poder.

Talvez nem tão escondido assim.

A CBF realiza, periodicamente, cursos para treinadores de futebol obrigatórios para autorização do exercício da profissão.

O Blog do Paulinho teve acesso a um dos diplomas, emitido pela ‘CBF Academy’, concedendo ‘Licença C’ a um aluno (com identidade preservada) que concluiu os trâmites após 140 horas de aulas, realizadas entre 30 de agosto e 07 de setembro de 2019.

A assinatura no documento, porém, é a de Marco Polo Del Nero, indicado na condição de ‘presidente’, cinco meses após afastado do cargo.

Em tese, não apenas esse diploma, mas os demais, não possuem valor legal.

Com quase R$ 1 bilhão de faturamento no exercício anterior, a CBF sequer poderá alegar contenção de despesas.

Mais uma lambança a ser resolvida pela incapacidade administrativa da cartolagem nacional.

diploma-cbf-1

– A surpreendente pesquisa do Ibope sobre torcedores que têm dois times e futebol!

Pra mim, quem tem um time grande de futebol simpatiza normalmente com um pequeno. O América-RJ (chamado carinhosamente de Ameriquinha) e o Juventus da Moóca (o Moleque Travesso) são provas disso. Aliás, quem vai no tradicional estádio paulistano comprova isso: torcedores de todos os times grandes assistindo sem brigas e irmanados.

Mas um corintiano ter simpatia pelo Santos e tê-lo como segundo time do coração, na minha modesta opinião (e pelos jogos históricos entre ambos) é impensável! Afinal, são dois grandes clubes de futebol. Assim como um flamenguista simpatizar com o Botafogo, por exemplo, ser inconcebível.

Ou não? 

Veja o que diz a pesquisa Ibope sobre “quem tem segundo time”, abaixo:

Em: https://globoesporte.globo.com/blogs/blog-do-pvc/post/2020/05/25/pesquisa-indica-que-legiao-de-torcedores-do-flamengo-tem-botafogo-como-segundo-time.ghtml

PESQUISA INDICA QUE LEGIÃO DE TORCEDORES DO FLAMENGO TEM BOTAFOGO COMO SEGUNDO TIME

A mesma pequisa Ibope Repucom que mostrou haver 41 milhões de brasileiros com dois times diz que maioria dos que simpatizam pelo Botafogo são rubro-negros

A pesquisa Ibope Repucom, que mostrou haver 41 milhões de brasileiros torcedores de mais de um time, apresenta um dado impressionante e outro surpreendente sobre o perfil dos botafoguenses. Impressionante: entre os 12 clubes mais tradicionais do país, o Botafogo é o que mais tem torcedores mistos. São 55% leais ao clube e 45% dizem que o têm como segundo clube. Surpreendente: desta fatia de “simpatizantes”, 40% são torcedores de fato do… Flamengo!

Nesta faixa de 45% de simpatizantes, o Botafogo também tem 24% de vascaínos, 9% de corintianos, 7% de atleticanos e 5% de tricolores. É um alerta de que está acontecendo com o Botafogo um fenômeno semelhante ao que houve com o América nos anos 1970 e 1980. O torcedor gosta do América, mas não o suficiente para torcer por ele. Se jogar contra o Flamengo, o cara é Flamengo.

A diferença é que o Botafogo ainda tem tempo e torcida para reverter esta situação. O América passou não soube se movimentar para atrair e rejuvenescer sua torcida. Foi minguando. “Não se deve desprezar esse torcedor que tem simpatia por seu clube”, diz José Colagrossi, do Ibope Repucom. Quer dizer que esse simpatizante pode comprar camisas, ingressos, produtos do clube e até passar a tê-lo como o time preferido, dependendo do que acontecer no futuro.

“Torcedores de um time que simpatizam por outros times da mesma cidade é mais comum do que se imagina. Tamanho de torcida, seja em forma de torcedor ou simpatizante, é consequência direta de quatro fatores: influência familiar, influência social, resultado em campo e presença de ídolos”, explica José Colagrossi.

A pesquisa indica o nível alto de engajamento da torcida do Botafogo, exatamente o que aumenta a chance de crescimento do número de torcedores natos a partir do retorno das vitórias. “O engajamento do botafoguense é muito maior do que seus números, mas é preciso urgentemente renovar essa torcida através de resultados tanto no campo, quanto fora dele”, diz Colagrossi.

Está claro, no entanto, que os títulos precisam voltar. Como alvinegro, o diretor do Ibope Repucom tem esperança e crença de que o nascimento do Botafogo S/A pode ser o início desta transformação.

Botafogo x Flamengo: saiba onde assistir ao jogo AO VIVO na TV

– São Paulo 1×0 Liverpool com Hector Vergara

Hector Vergara: o bandeira da Federação Canadense foi o protagonista da decisão do Mundial Interclubes FIFA 2005, cuja vitória do São Paulo sobre o Liverpool deu o Tricampeonato ao Tricolor Paulista – e que será reprisado neste domingo à tarde pela Rede Globo.

Normalmente lembramos de erros de arbitragem, mas nesse caso, deve-se aplaudir o árbitro assistente pelos 3 gols anulados (2 deles bem difíceis) no tempo que não existia VAR. Seus acertos foram perfeitos.

Contra a competência, nunca haverá argumentos.

hector-vergara

Hector Vergara, who is being inducted into the Canadian Soccer Hall of Fame, holds the record for the most World Cup games as a referee or assistant referee with 14. (Shaun Botterill/Getty Images)

– Relembrando Paulo Roberto Falcão

À antiga Revista Alpha (Janeiro/2012, por Adriano Silva), Falcão, o Rei de Roma e um dos mais clássicos jogadores da Seleção Brasileira de todos os tempos, disse:

Craque não tem dia de pereba, alguma coisa sai

Concorda ou discorda dele? Antes, reflita: qual o conceito de craque? Pergunta lógica, pois, nos dias atuais, o cara jogou um pouquinho de bola e já é chamado de craque.

Paulo Roberto Falcão: 'O Rei de Roma' :: :: ogol.com.br

– Preconceito no Futebol

Nos últimos dias, tivemos a campanha do Dia Mundial contra a Transfobia; também a Celebração da Libertação dos Escravos e o adiantamento do Dia da Consciência Negra (por conta da pandemia).

Há 6 anos, publicávamos esse momento de discussão sobre as diversas formas de preconceito (incluindo as das causas citadas acima e outras a se discutir) e que me parece ser um assunto bem atual…

Compartilho, abaixo, de 24/05/2014:

PRECONCEITOS

Passado o impacto da campanha contra o racismo capitaneada pela hastag #somostodosmacacos, fica uma nova discussão no futebol: gritar “Macaco” no estádio é crime, e ”Bicha” não é?

A luta deve ser contra o preconceito sob todas as formas ou apenas em relação as raças?

Esperar-se-á alguém jogar uma calcinha rosa contra um atleta homossexual (embora os jogadores gays não se assumam no futebol brasileiro temendo a carreira), fazendo um paralelo à banana contra Daniel Alves, para que se aborde o tema?

Homossexuais existem no apito também. Árbitros e bandeiras enrustidos estão aí, trabalhando nos campeonatos e se passando por heterossexuais. Conheci alguns e nunca se tocou na questão sexual durante os trabalhos de jogo. Mas desde “esposa arranjada” para manter as aparências até “causos de namoricos” se ouviu falar. E não só entre árbitros, mas também envolvendo dirigentes! Alguns na ativa e outros aposentados.

A condição sexual é problema pessoal de cada um. Entretanto, me preocupa quando heteros ou homos a usam para proveito próprio e/ou instrumento para promoção de alguém.

E aí vem a outra questão: o assédio sexual, seja praticado para cima das mulheres ou de homens, também não é um problema?

Outro: se não bastasse a questão racista, sexual ou de gênero, a física também deve ser discutida: rarearam-se os árbitros “baixinhos”? Cada vez mais se quer árbitro alto, parrudo e de boa aparência. Fico pensando: será que a Família Oliveira (Paulo César e Luiz Flávio) teriam chegado onde chegaram se começassem a carreira nos dias atuais? Negros e baixos, a dificuldade seria maior hoje.

Involuímos socialmente ou os critérios de meritocracia são tolhidos pela política?

A_INTO%7E1.GIF.gif

– Não será futebol! O RJ endoideceu?

Eu defendo que o futebol, apesar da pressão das autoridades, volte no tempo seguro. Sem atropelos, quebras de protocolo ou apressado por determinação e interferência política.

Mas será assim? Se na Alemanha, onde todos os cuidados foram tomados, há ainda alguns “escorregões”, imagine com a indisciplina e o descaso do brasileiro!

Amo futebol, mas amo mais a vida e ao próximo.

Como ficam os clubes profissionais e os empregos?

Ora, quem pode pagar salário de mais de 1 milhão por mês, que vende atleta por mais de R$ 50 mi ou ainda que vive se encostando na agremiação, deve ter uma carta na manga. Ou era (e é) simplesmente uma bagunça a gestão dos clubes?

Pior é no Rio de Janeiro: querer forçar a volta e ainda permitir 50% de lotação nos estádios é desprezar a pandemia e ignorar os mortos. As autoridades estão loucas?

99120465_2698632947127815_5439003569833377792_n

– Dinamarca x Irã mostrou a cordialidade que deveria sempre existir no futebol!

RECORDANDO: É de 2003, mas merece aplausos em todo tempo: o time europeu perdia por 1×0 até o último lance, quando teve um pênalti assinalado a seu favor (marcado por uma situação inusitada, relatada abaixo). E não é que preferiram perder com elegância do que empatar com os iranianos de uma forma injusta?

Veja só o que aconteceu no link de: https://almanaqueesportivo.wordpress.com/2012/10/30/futebol-pelo-mundo-historias-de-verdadeiro-fair-play-em-gols-e-penaltis/

DINAMARCA X IRÃ – TORNEIO AMISTOSO CARLSBERG CUP 2003

O capitão dinamarquês Morten Wieghorst agiu de maneira admirável em um torneio amistoso de 2003. Quase no final do primeiro tempo de um jogo contra o Irã, válido pela competição amistosa Carlsberg Cup em Copenhague, o defensor iraniano Alireza Nikbakht Vahdi pegou a bola com a mão na grande área após ouvir o apito final do juiz. Porém o apito havia vindo da arquibancada, confundindo o atleta, que acabou tendo uma penalidade contra si marcada pelo árbitro Albert Chiu Sin Chuen, que não tinha outra escolha.

Após consultar o técnico Morten Olsen, Wieghorst propositadamente bateu o pênalti para fora por considerar injusta esta vantagem. Deste lance, não tenho imagens mas pesquisei que a partida encerrou-se em 1×0 para os iranianos. Sobre isto, um dirigente iraniano disse: “Os dinamarqueses não ganharam o jogo. Mas ganharam a nossa admiração”.

Em: https://youtu.be/mKPBIS3_BSo

– Força, Vadão! Meu testemunho sobre sua generosidade:

Oswaldo Alvarez, o Vadão, sempre será lembrado por muitos pois montou o sensacional Carrossel Caipira em Mogi Mirim, com Leto, Válber e Rivaldo. Por outros, o responsável por firmar o então jovem Kaká no time profissional do São Paulo FC. Mas para mim, pela generosidade que presenciei in loco dele numa oportunidade.

Nos anos 2000, fui trabalhar como 4o árbitro em um jogo do Campeonato Paulista envolvendo Ponte Preta x São Paulo. Vadão era o técnico da Macaca, Muricy do Tricolor. Era um sábado de Carnaval, e o Supervisor de Futebol da Ponte era o Marcão Ribeiro, que foi diretor de árbitros da Liga Campineira de Futebol e ex-árbitro. Quando eu fui buscar no vestiário a escalação do time da casa, o Vadão (eu já havia trabalhado alguns jogos com ele) foi comigo junto ao Marcão buscar as fichas e definir o time titular. Enquanto eu preenchia o documento, não tive como não ouvir discretamente o pedido do treinador ao supervisor:

“Marco, vê com a Diretoria se não consegue arrumar um pouco de dinheiro para o pessoal [os salários estavam atrasados em 2 meses]. Nosso elenco é humilde, a moçada tem conta pra pagar, tem muito casado com filho na escola. Arranja pelo menos um tanto  para passar o mês, não precisa se preocupar com o da gente [Comissão Técnica].

O que dizer?

Vadão está internado na UTI do Hospital Albert Einstein, com um tumor no intestino (atingiu o aparelho digestivo e o fígado). Rezemos por ele.

Não me vejo trabalhando no futebol feminino, diz Vadão após ...

– A conta não vai fechar mesmo…

Os clubes de futebol arrecadam um valor X por ano. Na temporada, gastam 3, 4, 5 vezes X. A conta não fechará nunca! E a maioria faz isso, “empurrando com a barriga”, esperando refinanciamento e outras coisas. Até quando?

Claro que, devido a pandemia, a coisa piorou para todos. Mas quando é que as autoridades públicas investigarão de verdade as instituições esportivas e começarão a puni-las?

Eu canso de ficar sem dinheiro pagando imposto, me desdobrando para manter minhas contas em ordem, e, ao mesmo tempo, ver tanto benefício às instituições esportivas. Especialmente a anistia e a vista grossa feitas por quem deveria cobrar o cumprimento das obrigações.

Dívida de cinco postulantes ao acesso na Série B equivale a 66% do ...

 

– Balotelli: Outra Pérola

Há exatos 8 anos, Mário Balotelli ainda estava no Manchester City e se autoproclamou “gênio”.

Depois de tanto tempo (e tantos clubes), fica a pergunta: o ítalo-ganês é realmente um fora-de-sério? Ou o “Super Mário” não é tão genial?

Relembrando:

BALOTELLI: OUTRA PÉROLA

O atacante ganês, naturalizado italiano Balotelli, do Manchester City, não consegue ficar uma semana sem criar uma polêmica ou protagonizar uma maluquice.

Nessa semana, deixou a modéstia de lado. Declarou que:

“Acho que sou gênio, não um rebelde”.

Isso é café pequeno perto das coisas que costuma fazer. Ele é o folclórico que rende boas histórias!

As origens de Balotelli: o abandono na infância, a mãe judia e a ...

– Os atrasos no Futebol e a grandeza dos clubes pós-pandemia

Marinho, jogador do Santos, declarou que está há 4 meses sem receber seu salário. Corinthians com dívidas astronômicas. São Paulo com déficit de mais de 150 milhões. O rico Flamengo pediu empréstimos…

A culpa é da paralisação do Covid-19? Claro que não. É de bem antes.

Será que equipes como Fortaleza, Bahia, Athlético Paranaense e Red Bull Bragantino, que estão pagando em dia, mostrando gestão responsável e ações de marketing bem interessantes, não serão os grandes emergentes pós-pandemia e que se tornarão bem maiores do que já são?

Em contrapartida, “grandões” de hoje correm o risco de se tornarem bem menores (e a lista de exemplos pode ser muito grande…).

Aguardemos  os próximos meses.

23507E3E-F24E-4D81-83C6-7186D4019D6B

– A quebradeira financeira dos clubes de futebol não encontrou resistência?

A pressão para a volta dos campeonatos de futebol tem sido grande. As contas das equipes estão “arrebentadas” pelas circunstâncias que estão sofrendo. Porém, faça-se a observação: o Novo Coronavírus apenas escancarou essa situação, pois sem dinheiro (ou melhor: com as contas mal geridas) estavam faz muito tempo.

Com os altíssimos valores gastos mensalmente, crê-se que havia dinheiro em caixa para pagar tanto valor. Mas, claramente, descobriu-se que a fragilidade dos clubes era enorme (talvez não seja nenhuma novidade). 

O problema é: querem retomar sem a disposição dos gastos necessários, sem as precauções devidas e o quanto antes. Alto lá! É um risco tal lobby, como feito ontem por cartolas de Flamengo e Vasco (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pQM).

Mais uma vez, parece que a proteção à humanidade perde espaço para a necessidade de cumprir tabelas esportivas – tudo isso administrado por dirigentes de clubes altamente questionados historicamente(e que estão desesperados).

Em tempo: a volta na Europa, tão cuidadosa que ocorre em alguns campeonatos, só é possível pois eles estão há muito mais tempo do que o Brasil vivendo esse horror. O decréscimo dos casos de Covid-19 leva tempo. Portanto, paciência por aqui!

Coronavírus: torcedor desenha máscaras de clubes espanhóis e ...