– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Nacional

Neste sábado, no Estádio Jayme Cintra, uma arbitragem que começou muito boa e que no segundo tempo foi apenas regular, decaindo bastante do que foi na etapa inicial. Vamos à análise?

O jogo começou e… logo de cara, falta aos 10 segundos. Seria uma partida pegada? Foi, mas não violenta. Muitas infrações ocorridas, mas num jogo (parece contraditório) rápido.

Willer Fulgêncio corre bem, no primeiro tempo não teve dificuldades quando exigido e acertou quase tudo. Somente faltou aplicar, nessa etapa, o cartão amarelo a Lauder (NAC), por uma falta mais dura ao goleiro do Paulista. Foi correto nas faltas marcadas e não entrou em faltas supostamente “cavadas”/ forçadas.

Um lance inusitado e acertado: Lucas Moura (PFC) chutou a bola e ela bateu na mão de um zagueiro do Nacional. Foi sem qualquer intenção, e acertadamente Willer mandou seguir. Na sequência, o outro zagueiro coloca a mão na bola intencionalmente e pênalti bem marcado. O Paulista faz o gol na cobrança e, durante a comemoração dos atletas junto a torcida, o Nacional percebe que pode recomeçar o jogo e quase marca um gol com praticamente metade do time jundiaiense sem perceber que a partida estava valendo. Willer novamente estava atento e acertou em deixar o ataque rolar.

Entretanto, aos 30m do segundo tempo, o bandeira Gilberto Romachelli marcou impedimento de Rafael Compri (PFC), correto na nossa visão. O árbitro não viu e na sequência a bola saiu pelo toque do adversário, e o árbitro Willer marcou escanteio. O bandeira continuou ali sinalizando e o árbitro bateu no peito dizendo que ele estava assumindo a marcação. Para mim, equívoco do árbitro e acerto do assistente (que foi bem na partida).

Aos 41m, Thiago Pereira (NAC) cometeu uma falta mais forte e merecia amarelo. Errou em nem infração marcar. Na sequência, Murilo (PFC) foi reclamar e tomou o Cartão.

O bandeira 2 Edson Rodrigues foi bem, estando atento aos impedimentos e à saída de bola quase para fora usando as mãos do goleiro Matheus (PFC).

Sobre o Quarto Árbitro Gustavo Holanda de Souza: não reparou que o goleiro do Paulista estava igualmente vestido como a arbitragem? Deveria ter avisado o camisa 1 do Galo para subir ao campo de outra cor. Falhou nesse detalhe, que merece atenção (goleiro e arbitragem ambos com todas as peças de roupas amarelas). Mas no segundo tempo, um jogador estava caído na lateral do campo e ele quis ajudar a removê-lo tentando carregá-lo do campo para fora. E se a contusão fosse nas costas? Como pode o 4o árbitro desejar colocar a mão no jogador caído? EVITE, o árbitro não é médico nem maqueiro.

Placar: 1×1

Faltas: 19×22

Cartões Amarelos: 4×2

Cartões Vermelhos: 0x0

Público: 1200 pagantes, Renda: R$17.070,00

Ops: prepararam o cerimonial da A3 com placa da Copa São Paulo? Que isso… Na “Hora H”, tiraram.

 

– Jorge Jesus valeria o que supostamente pede ao Flamengo?

Alguns sites deram a informação que para renovar o contrato de trabalho por mais um ano junto ao Mengão, o treinador português Jorge Jesus (badaladíssimo no momento, e com razão) pediu 32 milhões de reais pela temporada.

Na rápida conta, uma dízima periódica de R$ 2.666.666,66 por mês.

Como as partes não confirmaram nem negaram (afinal, nem o clube nem o técnico falariam abertamente de salários), ficará na suposição. E nesta hipótese, a discussão: é demais ou não?

Pense: mais de 2,5 milhões de reais em 30 dias para dirigir um time de futebol. Não é muito para qualquer clube brasileiro, por mais cheio que esteja seu caixa?

Não se pode perder a noção do valor das coisas. Pedir por estar valorizado, lógico que Jorge Jesus fará. Mas o Flamengo não precisa se curvar a isso.

Enfim: aguardemos!

(Números sugeridos em Yahoo Sports e ESPN.com / Jorge Nicola)

– E Quem é o “Comprador” da Lusa?

Um interessante repost de 6 anos: Lembram do “Caso Héverton”, decisivo para a derrocada da Portuguesa de Desportos? Abaixo:

Uma reviravolta no caso da Portuguesa. Não é que o Ministério Público crê que alguém de dentro do clube tenha se vendido para prejudicar a sua própria instituição?

Coisa de máfia… e quem seria o traidor?

Imagine como as pessoas honestas de lá estão, e como deve ser grande o desejo de pegar o “Judas Luso”. Mas isso não pode desviar o verdadeiro foco: a forma como tudo foi feito, o julgamento do STJD desprezar o Estatuto do Torcedor e as Leis da Fifa, e, principalmente, quem foi o MANDANTE!

Claro, pois se alguém se vendeu, é claro que existe um comprador. E quem foi esse sujeito e a mando de quem (de um outro clube, de um magnata, de um interessado) fez tudo isso? E quem foi o grande beneficiado?

Fica a dúvida no ar.

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– 16 anos que Leônidas nos deixou…

O dia 24 de janeiro é marcante para o futebol brasileiro (embora esquecido): em 2004, aos 90 anos de idade, o grande Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, falecia em Cotia.

Talvez o primeiro craque marcante do Brasil, ele foi o inventor do “Gol de Bicicleta”. Leônidas foi artilheiro da Copa de 38 e escolhido o melhor jogador daquele Mundial.

Uma triste situação: Leônidas, depois de se aposentar, trabalhou como comentarista esportivo, e em 1974 interrompeu a carreira para cuidar da saúde, pois diagnosticou-se com Mal de Alzheimer. Pasmem: sofreu 30 anos com a doença!

Tomara que as autoridades do futebol se lembrem de tal data hoje e o homenageiem nos jogos desta noite.

– Análise da Arbitragem para o Grenal da Copa SP 2020

Estou feliz com a escala do árbitro João Vitor Gobi para a final da Copa São Paulo de Futebol Jr, edição 2020, entre Grêmio x Internacional.

Assim como questionei os critérios para a escala da 1a rodada do Paulistão A1 (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-2rD), acho justo elogiar quando há acertos.

Gobi foi o melhor árbitro que analisei na Temporada 2019. Tem tudo para crescer, se bem orientado e mantendo os pés no chão.

Os dois últimos jogos onde pude analisar suas atuações, abaixo:

Amparo 2×0 Paulista, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/06/16/amparo-2×0-paulista-otima-arbitragem-de-gobi-vale-a-pena-dar-oportunidade-ao-rapaz/

Paulista 3×1 Manthiqueira, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/04/13/analise-da-arbitragem-de-paulista-3×1-manthiqueira/

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Nacional

Se irá bem, não sei. Mas que é honestíssimo, aí já deu provas: o árbitro escalado para apitar Paulista x Nacional na estreia da série A3 é Willer Fulgêncio dos Santos, que no final do ano denunciou uma oferta financeira de R$ 3.000,00 para manipular resultados no Campeonato Paulista Sub 20.

Sobre todo esse caso, convido a leitura do link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/11/20/mais-casos-de-manipulacao-de-resultados-no-futebol-paulista-por-parte-de-apostadores/

Esportivamente falando, Willer foi um dos árbitros que mais trabalhou na 2a divisão – Sub 23 do ano passado e na própria A3. Tem 35 anos de idade, 11 de carreira e reside em Aparecida.

Em jogos do Paulista, apitou a vitória do Galo em São José dos Campos contra o Joseense e foi muito bem. É um árbitro que procura ser disciplinador, não fica conversando muito com os atletas e se preocupa em cumprir a regra sem fazer média. Gostei da escala.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Nacional pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte.

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– O Velho-Novo Luxemburgo: um testemunho

Vinícius Bergantin tem 39 anos de idade, é natural da Salto e muito querido nessa região do estado de São Paulo. Ex-jogador, fez sucesso no Hanover da Alemanha (onde passou a maior parte da carreira) e no Ituano (onde começou e onde está trabalhando como treinador). Boa gente, estudado e se preparando para o novo desafio que é comandar um time de futebol fora das 4 linhas.

Entretanto, na noite de quarta-feira, conheceu o “novo-velho” Vanderlei Luxemburgo. E explico:

Luxemburgo, nos áureos tempos da Parmalat, foi inquestionável como estrategista. No seu auge, mereceu a Seleção Brasileira, mas o extra-campo o atrapalhou. Recentemente, ficou um bom tempo fora do mercado de trabalho (sua passagem na China foi pífia, pois quando saiu do clube que dirigia ele disparou na tabela e saiu da zona do rebaixamento) e se perdia em entrevistas desconexas da realidade.Todos querem um Luxemburgo focado, como o de antigamente (comprovadamente, um campeão). Entretanto, o dos últimos anos, um fiasco.

Após a volta ao Vasco, retornou à velha forma. E esse “novo-velho Luxemburgo”, agora no Palmeiras, mostrou no segundo tempo contra o Ituano todo o seu repertório. Uma aula do veterano Luxa para o iniciante Vinícius.

Durante os anos 90/2000, trabalhei uma quantidade absurda em jogos como 4o árbitro, e ali, próximo aos treinadores, você conhece quem é a turma do “sobe, sobe, sobe / desce, desce, desce”, e aqueles que manjam do negócio. Tive oportunidade de atuar com Felipão, Tite, Muricy, Leão entre outros, e, sem menosprezar os citados, Vanderlei (de trato dificílimo com a arbitragem, embora nos jogos que trabalhei com ele, a relação foi suportável, além das conhecidas crenças pessoais – mas aí é outro papo, deve-se respeitar), é o melhor dos que eu testemunhei, estando ali à beira do campo.

Voltamos a ter o Luxa dos anos gloriosos? Talvez. Aguardemos.

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– A camisa do Tricolor da Terra da Uva!

Ontem o Paulista FC lançou suas novas (e bonitas camisas) para a temporada 2020.

A mais legal que eu já vi do Galo da Japi foi essa aqui da foto – mas com calção e meias brancas! 

E a do seu time de coração, qual o modelo mais bacana? Já pensou nele?

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– RELEMBRANDO: Análise da Arbitragem de Paulista 5×1 Batatais

Há 3 anos, o Paulista se classificou pata a Copa SP 2017. Reproduzo a publicação sobre a arbitragem da época, e só agora me lembro: Brendon Matheus, o gato, foi suspenso para a final! Abaixo (compartilhando o vídeo dos últimos 20 segundos com a festa da torcida):

Boa arbitragem no Jayme Cintra. O jovem árbitro Lucas Canetto Bellote começou ligado, atento, correndo bastante, entrando na grande área e se posicionando bem. Chamando a atenção dos jogadores à toda hora, e em especial, logo a 1m, uma bronca válida para evitar discussão de atletas.

Tecnicamente, marcou as faltas existentes e deixou de marcas as faltas forçadas/ reclamadas de maneira forçosa. Acertou na marcação do pênalti cometido por Enzo (PAU) e que resultou no gol do Batatais. Um único erro técnico relevante ocorreu aos 2m, quando houve uma falta a favor do time de Jundiaí e o árbitro não observou a clara vantagem e matou o contra-ataque. Um acerto técnico importante foi a correta não marcação do pênalti simulado por Criciúma (PAU).

Disciplinarmente, acertou todos os cartões amarelos, exceto ao não aplicar a Wislen (BAT), que havia cometido um carrinho temerário em Vitor Hugo (PAU) aos 3m (recebeu amarelo nesta ocasião) e aos 40 minutos repetiu uma falta para amarelo no mesmo Vitor Hugo. Deveria receber o 2o amarelo e o Vermelho (em faltas: PAU 15×12 BAT; em cartões amarelos: PAU 3×4 BAT).

A corrigir – o mau posicionamento em cobrança de faltas, como, por exemplo, estar de costas ao batedor e sem ver a barreira (vide aos 7minutos no replay). Repetiu isso aos 12m, em falta a favor do Batatais. Sempre vidrado na área, mas esquecendo da periferia (em locais que não se deve confiar nos bandeiras pela distância do campo de visão). E aos 42m cometeu o mesmo erro pela 3a vez.

No geral, não teve influência no resultado e tem um enorme potencial, mas precisa ser corrigido de erros e vícios. Aqui a missão é do orientador.

Ótimo trabalho e colaboração dos bandeiras para com o árbitro, acertando nos impedimentos e saída de bola praticamente na totalidade da partida.

DETALHE 1 – Um lance para chamar a atenção: Yuri (BAT), camisa 25, ao ver seu adversário 19 Carlinhos (PAU), caído e ofegante, arrancou a sua camisa e o abanou. O árbitro foi muito feliz ao não dar cartão amarelo a ele. Fair Play de todos.

DETALHE 2 – Para a final (contra o Corinthians ou Juventus), o Paulista terá o desfalque do goleiro Enzo (grande revelação do time) e do titularíssimo zagueiro Brendon Matheus Lima (um dos pilares da zaga, ao lado de Maurílio).

DETALHE 3 – Umberto Louzer, treinador do Paulista, era zagueiro do time campeão de 1997, quando a Copa São Paulo foi decidida em 26 de janeiro contra o Corinthians no Canindé (não no dia 25) e o técnico era o já saudoso Giba. Vinte anos depois, com 8 jogos e 8 vitórias, o Galo (que sofreu apenas 2 gols) volta à final.

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– A Primeira Escala de Árbitros do Paulistão A1-2020: ousar é necessário, mas forçar…

Levei um susto ao ver as escalas de árbitros para a 1a divisão do Campeonato Paulista de 2020.

  • Que os trabalhos das antigas comissões de árbitros tiveram muita fragilidade, é sabido.
  • Que a última leva de revelações de bons e seguros nomes da arbitragem aconteceu no final dos anos 90, com os árbitros da “nova safra dos anos 2000” (faz tempo, hein?) com o prof Gustavo Caetano Rogério, Antonio Cláudio Ventura e Roberto Perassi, idem.
  • Que desde o escândalo da Máfia do Apito, tudo se perdeu e houve um trabalho muito ruim por parte do Cel Marcos Marinho e Arthur Alves Jr, é cansativo se repetir.
  • Que Reinaldo Carneiro Bastos está trocando o Comando dos Árbitros religiosamente todo ano, não é mais novidade.
  • Que Ana Paula de Oliveira, a nova chefe dos juízes paulistas, terá que renovar os nomes e oxigenar todo o quadro, não se tenha dúvida. Mas saber fazer isso é importante.

Sou adepto de que os jovens tenham oportunidades, da urgente renovação mas de maneira planejadanão no sufocoe de que se tenha paciência com os novos talentos. Mas quem são esses talentos?

Acompanhando detalhadamente nas categorias menores da FPF e nas divisões de acesso, vi bons árbitros apitando e querendo seu espaço. Na 4a divisão, citei dois nomes que apitaram regulamente e com competência em 2019 (merecedores de boas chances na A3 e na A2 em 2020). Escrevi sobre os mesmos em meu blog nas diversas análises de arbitragens que faço.

Mas…

Para os jogos de Corinthians, Santos e Palmeiras, os árbitros da FIFA foram escalados (como os grandes têm visibilidade e se errar contra um deles, a reclamação é geral, faltou ousar e nada mudou). Para o outro grande, o São Paulo, a árbitra da FIFA Edina Alves, de 40 anos de idade, que nunca apitou a Série A1, terá sua chance (nada contra ser mulher, novidade, ou ter uma idade quase de veterana para a carreira de árbitro, comumente até os 45 – mas sim pelo SALTO à A1 sem um histórico mais condizente de atuações).

Vemos também o resgate de alguns nomes, como Thiago Duarte Peixoto, que ficou marcado por uma série de polêmicas em jogos e infelicidades pessoais nos últimos anos, assim como a maturação de árbitros que estavam se destacando e tem boa idade: Lucas Canetto Belotte e Leandro Carvalho da Silva (acertos nessas escalas).

Porém, vejo ainda jovens como Flávio Roberto Mineiro, que com 24 anos apitará a A1 (Ponte Preta x Santo André) sem não ter trabalhado ainda na A2, e que sofreu quando teve chances na A3 e na Bzinha / 4a divisão Sub 23. (Abaixo, algumas partidas que assisti dele e não gostei). Nada contra Flávio também, mas queimar etapas não é ruim? E os que atuaram muito bem na mesma divisão e que não tiveram chances iguais?

É essa a mesma queixa: a falta de meritocracia e de equidade dois árbitros. TODOS devem ter oportunidade semelhantes.

Ousar é importante, mas não gosto de degraus saltados….

Os jogos citados anteriormente em:

Paulista x Portuguesa Santista: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/15/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-x-sao-jose-quem-apita/

Paulista x São José: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/18/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×0-sao-jose/

Paulista x Asissense: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/10/05/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×0-assisense/

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– O novo teto salarial dos atletas de futebol na China e a permissão do aumento do limite de estrangeiros nos clubes.

E entrou em vigor uma nova regulamentação no Campeonato Chinês, determinada pelo Governo Local.

Desde 1o de janeiro, as equipes podem aumentar o número de jogadores estrangeiros: será de 6 no elenco (ao invés de 3), sendo que 4 poderão ser titulares e 2 reservas em cada partida (ao contrário do México, que quer diminuir os estrangeiros para fomentar talentos locais, visando mais opções para a Seleção Mexicana).

Os salários serão regulados também: por ordem governamental, o máximo por temporada a um estrangeiro será (já convertido para reais) de R$ 13,5 milhões anuais, contra R$ 5,8 milhões de um chinês, que poderá ter a bonificação de 20% caso seja convocado para a Seleção da China.

Por fim, haverá um limite no orçamento anual dos times: será de 1,1 bilhão de yuans (US$ 160 milhões), sendo que o gasto com a folha de pagamento poderá atingir até 60% desse orçamento.

Novos tempos no futebol da China com essa mudança? Mas resta um “Calcanhar de Aquiles”: as constantes notícias de manipulação de resultados. O que será feito com a arbitragem chinesa?

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– Um exemplo de Fair Play no Futsal da Espanha!

Isso sim é esporte: em Zaragoza, pronto para marcar um gol, o atleta toca a bola para fora ao ver seu adversário receber uma falta dura.

Merecidas palmas para ele.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=YWXuwF59hyo

FAIR PLAY (extraído do The Guardian):

A moment of sportsmanship from a futsal match in Spain when Caregena’s Solano chooses to put the ball out of play – despite having an open goal.  After Zaragoza’s Javi Alonso goes down injured, the ball is squared to Solano to tap in, but instead he puts ball out of play. The game finished 5-5.

– 6 anos comentando arbitragem no Time Forte do Esporte!

Uma alegria festejar hoje minha 6a temporada com a equipe do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo, na Rádio Difusora AM 810, comentando arbitragem. Estreei no Paulista 0x0 Audax, no Paulistão da A1.

Nas fotos, abaixo, ao lado da imagem do comandante Adilson Freddo (a quem agradeço pela maravilhosa oportunidade), alguns amigos com quem eu pude trabalhar. Narradores: Marcelo Tadeu, Rafael Mainini, Vagner Alves e Edson Roberto. Comentaristas: Robinson Berró Machado e Heitor Mário Freddo. Reportagens: Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Técnica: André Luís Lucas, Antonio Carlos Caparroz e Alexandre Bardi. Mas duas fotos eu não consegui: do “Zé do Papé”, o querido Pereirão, e do Soneca. E tem até o Thiago Olim numa delas, pois faz parte do grupo JJ e sempre nos ajuda bastante.

Que possamos estar com o Galo na A1 novamente dentro em breve (pois fomos até o fundo do poço juntos, sem soltar a corda nem abrir a mão)! Porque se depender dessa equipe, que é de Primeira, o futebol da Terra da Uva vai longe.

– Viva a tecnologia no Futebol: o “fio de cabelo” determinante para o não-gol!

Amigos, assistiram pela Premier League a partida entre Watford vs Tottenham?

Quando o jogo estava no 91º minuto (repare no tempo), o Tottenham chuta para o gol e… entrou ou não a bola, salva praticamente depois de passar os postes?

Veja a imagem, que detalhe, pelo smartwatch. E sem parar o jogo!

Abaixo:

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Como ser contra a tecnologia no futebol nos dias atuais?