– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

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– Bebida Alcoólica deixa a Pessoa mais Inteligente?

Parece loucura e contradição, mas… beber deixa a pessoa mais inteligente, segundo duas pesquisas científicas!

Porém, antes de se embebedar, vale a pena ler!

Extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/

GÊNIO, A SUA MANEIRA?

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

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– Os melhores empregos de acordo com sua personalidade

Já imaginou encontrar um trabalho com sua cara, ou melhor, com o seu jeito?

Seria fantástico. Mas veja que bacana: uma reportagem sobre os diversos tipos de comportamento e algumas observações.

Compartilho, clique no link em: https://www.weforum.org/agenda/2016/10/the-best-jobs-for-your-personality-type?utm_content=buffer94c84&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– A Maldade do Clube do Carimbo

Você já ouviu falar do “Clube do Carimbo”?

É uma das maiores imbecilidades e maldades que se possa acontecer. Esse clube (como os adeptos da prática chamam) são homens soropositivos portadores do vírus da Aids, e que trocam dicas de como infectar outras pessoas com o HIV, a fim de deixá-las “carimbadas”, ou seja, marcadas vitaliciamente.

Pessoas assim deveriam estar na cadeia! Não tem espírito humano, são egoístas e querem compartilhar sua tragédia particular maculando vítimas inocentes.

Ainda bem que o serviço de inteligência da Polícia está desmascarando esse pessoal e começando a agir.

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– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele?

Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”.

Acha que é brincadeira?

A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para muitos uma doutrina!

Extraído de: http://www.significados.com.br/deboismo/

SIGNIFICADO DE DEBOÍSMO

Deboísmo é um neologismo que surgiu na internet como uma corrente filosófica, onde a principal regra é “viver de boa com a vida”.

Os criadores da “religião do Deboísmo”, Carlos Abelardo e Laryssa de Freitas, são um casal de Goiânia (capital do estado brasileiro de Goiás).

Ambos criaram uma página no Facebook e começaram a partilhar mensagens que incentivavam o respeito e a calma nas relações entre os usuários das redes sociais.

Os criadores afirmam que a ideia de fundar o deboísmo surgiu a partir das constantes observações que faziam de brigas e falta de entendimento entre as pessoas no Facebook.

O bicho-preguiça é considerado o mascote do deboísmo, devido ao sentido de calma e serenidade transmitida pelo mamífero.

No entanto, os criadores desta “doutrina” alertam que não se deve confundir os princípios do deboísmo com a preguiça ou o comodismo. O objetivo é enfrentar e debater os problemas ou desafios, mas com respeito, calma e, acima de tudo, paz.

Algumas características do comportamento de uma pessoa deboísta é o bom humor, a descontração, a paciência e o respeito às opiniões alheias.

A página de fãs da “religião do Deboísmo” no Facebook já alcançou milhares de seguidores. Até o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil decidiu “aderir” ao movimento de pacificação.

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– Maduros ou Imaturos? Sobre Thiago Silva e Neymar

Passou despercebido por ter sido publicada durante o feriado: a entrevista de Thiago Silva à Folha de São Paulo.

O zagueiro que foi capitão da Seleção Brasileira e que atua no PSG (perdeu a titularidade para o jogo contra o Real Madrid) disse muita coisa contestável.

Sobre Neymar e suas polêmicas, disse que:

“Temos que protegê-lo, principalmente com algumas situações que saíram na imprensa. Muitas delas não são verdadeiras. O Neymar é uma estrela (….), temos que deixá-lo tranquilo e feliz para os treinos e jogos (…)”.

Ora, o jogador já tem 26 anos e ainda é tratado como criança? Milionário, midiático e bom de bola, precisa assumir a maturidade e vivenciá-la de fato. Talvez até o pai de Neymar Jr, o seu Neymar, esteja precisando disso. As ridículas declarações que ele fez contra Casagrande, chamando-o de “abutre” e outras bobagens pelas redes sociais, mostram a auto-suficiência e arrogância em não aceitar críticas.

Sobre o choro contra o Chile na Copa de 2014, disse:

“De alguma forma tentaram fazer com que de repente eu largasse o futebol, por exemplo. As pessoas olharam muito para esse lado e não viram o lado humano. Mas é uma coisa normal no futebol, cada um tem a sua opinião”.

Mas o desastre da sua fala foi quando ele resolveu falar de Marin e Del Nero, mostrando-se totalmente alienado aos bastidores do esporte. Declarou que:

“Falar de política é muito delicado para a gente, principalmente se tratando de presidente da CBF, pois a gente não sabe exatamente o que aconteceu. A gente fica sabendo de boatos, disso ou daquilo, mas não sabe precisamente o que aconteceu. Mas o Del Nero está ativo, está sempre no vestiário, nos almoços que antecedem as partidas, dando total apoio para que possamos fazer exclusivamente o que a gente sabe dentro de campo. Claro, com o apoio do Edu [Gaspar] também, que é uma pessoa fantástica que está com a gente nesse projeto. E o Marin foi um cara com quem eu tive uma identificação muito grande, porque foi um que naquela Copa de 2014 esteve ao meu lado a todo momento. Mesmo depois dos 7 a 1, quando infelizmente eu não joguei. Mas as pessoas me colocam sempre como se eu tivesse jogado.”

O que você pensa sobre tudo isso? Nossos jogadores estão longe do profissionalismo ideal e precisando ter mais personalidade para questionar os cartolas?

Fico pensando o que o dr Sócrates comentaria sobre tal entrevista…

A entrevista inteira está em: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2018/02/tentaram-fazer-com-que-eu-largasse-o-futebol-diz-thiago-silva.shtml

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– Casados são mais felizes que solteiros, mostra estudo

Por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher, certo?

Pois é. Estudo mostra: pessoas casadas são mais felizes do que os solitários (em especial, os casais de meia idade).

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio, 21/01/15, pg 01

FELIZES PARA SEMPRE

Menos solitários, casados reportam maior satisfação com a vida; na estressante meia-idade, apoio do cônjuge faz especial diferença

Para quem busca a felicidade, um novo estudo de economia oferece um conselho à moda antiga: case-se.

Cientistas sociais já sabiam havia muito tempo que os casados tendem a ser mais felizes que os solteiros, mas não sabiam se isso ocorre porque o casamento propicia a felicidade ou porque as pessoas mais felizes têm tendência maior a se casar.

Publicado pelo Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas dos EUA, o novo estudo incluiu em seus cálculos os níveis de felicidade das pessoas antes do casamento para atestar o poder do matrimônio de trazer bem-estar, ainda que hoje menos pessoas estejam se casando.

Em uma escala de zero a dez, a pesquisa mostrou que as pessoas casadas reportaram um nível de felicidade maior em todas as faixas etárias.

Os pesquisadores já tinham entrevistado as mesmas pessoas anos antes –trata-se de um estudo de acompanhamento contínuo. Com isso, perceberam que era o casamento mesmo que aumentava a felicidade. Os resultados nada têm a ver com uma propensão anterior à felicidade.

Ao todo, os pesquisadores utilizaram dados de mais de 300 mil entrevistas, feitas em diversos países.

Uma razão disso pode ser o papel exercido pela amizade no casamento. A solidão é um conhecido fator que leva à infelicidade –mais até do que doenças crônicas. O novo estudo mostrou que as pessoas que enxergam seu cônjuge ou parceiro como seu melhor amigo obtêm o dobro de satisfação de vida com o casamento que as outras.

O efeito independe do status legal de casado: ele é igualmente forte no caso de pessoas que vivem juntas sem serem oficialmente casadas.

“Talvez o que seja realmente importante seja a amizade, que ela não seja esquecida no meio da correria e das tensões do cotidiano”, diz Helliwell.

O psiquiatra Luiz Cushnir, idealizador do grupo de psicoterapia sobre gêneros no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, lembra que mesmo quem passa por um divórcio muitas vezes volta a se casar. Ele afirma que, especificamente para os homens, o casamento tem impacto inclusive profissional.

“De alguma forma, o casamento os qualifica. Há estudos que mostram que homens casados ganham mais do que os solteiros.”

MEIA-IDADE

Os estudos mostram que os benefícios da amizade entre cônjuges são sentidos especialmente na meia-idade, quando as pessoas tendem a sentir menos satisfação com a vida, principalmente porque essa é uma fase em que as exigências profissionais e familiares impõem mais estresse.

“Os maiores benefícios são sentidos em ambientes com alto nível de estresse. As pessoas casadas lidam melhor com o estresse da meia-idade que as pessoas solteiras, porque elas compartilham os problemas e a amizade com o cônjuge”, disse Helliwell.

No entanto, a terapeuta de família e casal Flávia Stockler lembra que nem tudo são flores. “A vida em casal não é fácil, há uma porção de frustrações e é preciso renunciar muitas vezes. Nunca vai existir satisfação 100% plena.”

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– Quando boatos viram verdades na Internet… Hoax!

É muito comum encontrar trolls (os tumultuadores da Internet) “causando” nas redes sociais, criando polêmicas desmedidas ou incitando a criação de mentiras. Também os haters, que a tudo e a todos odeiam. Só que muitas vezes os internautas não percebem que estão sendo enganados. Dessa forma, surgem os HOAXES – os boatos que se espalham e viram “verdades” nas redes sociais.

Já viram manchetes de que “tal ator morreu” e ele não morreu? Ou que um político “disse algo” que no fundo nunca disse?

Pois é. O texto abaixo é esclarecedor,

Extraído de: http://www.infowester.com/hoax.php

HOAX: OS PERIGOS DOS BOATOS NA INTERNET

Introdução

A internet é um meio de comunicação fantástico: com ela, podemos fazer compras, conhecer pessoas, estudar, entre outros. Mas, sendo tão abrangente, o “mundo on-line” também pode oferecer perigos dos mais variados tipos. Um deles é o hoax, termo usado para designar boatos que se espalham na internet via e-mail ou redes sociais (Facebook, Twitter, Google+, etc) e que alcançam um número elevado de pessoas.

Neste texto, você entenderá melhor o que é hoax, conhecerá os principais riscos deste tipo de mensagem e verá características que ajudam a identificar estes tão problemáticos boatos.

O que é hoax?

Podemos entender o hoax como um tipo de SPAM – em poucas palavras, mensagens não solicitadas enviadas a várias pessoas. O conteúdo de um SPAM pode ter várias finalidades. No caso do hoax, como você já sabe, é o de propagar boatos pela internet de forma que a informação distorcida chegue ao maior número possível de indivíduos.

O boato é uma notícia de teor duvidoso, pois normalmente é baseado em informações incompletas e que possuem pouca ou nenhuma verdade. Uma vez que a sua comprovação é difícil e, não raramente, impossível, opiniões ou argumentos inconsistentes podem ser adicionados à notícia conforme esta se espalha em uma tentativa de validá-la, gerando mais especulação.

Ao contrário das típicas mensagens de SPAM que visam promover produtos, serviços ou golpes, o hoax não ocorre de maneira automatizada: sua propagação inicial até pode ser feita por este meio, mas a propagação só é efetiva quando uma pessoa espalha o boato para outras e estas, por sua vez, repetem o ato.

A ação de espalhar boatos remonta a um passado muito distante. De certa forma, este comportamento é uma das características da espécie humana. Na internet, no entanto, a situação se agrava, já que as ferramentas de comunicação são muito mais rápidas. Uma pessoa pode receber um hoax por e-mail e enviá-lo em poucos segundos para a sua lista de contatos ou divulgá-lo em uma rede social, permitindo que várias pessoas ao mesmo tempo vejam este conteúdo.

Como seres sociáveis que somos, nos sentimos impelidos a compartilhar a mensagem, não só para que as pessoas ao nosso redor sejam informadas de algo que, a princípio, é importante, mas também porque esta é uma maneira de lidarmos com a informação, de buscarmos apoio sobre nossas impressões e sentimentos sobre o assunto em questão.

Quais os assuntos abordados nos hoaxes?

Como as pessoas não compartilham informações que não lhes interessam, os hoaxes precisam de conteúdo fortemente apelativo, primeiro para chamar a atenção, depois para convencer o indivíduo.

Uma “fórmula” bastante utilizada para este fim é a exploração emocional por meio da comoção. Um exemplo persistente disso são mensagens que mostram imagens de crianças, adultos e animais acidentados ou que sofrem de doenças graves. Quem é que já não recebeu conteúdo deste tipo por e-mail ou rede social?

As fotos impressionam e, por causa disso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha para entender o que acontece. A tal explicação, no entanto, é bastante apelativa e pede, por exemplo, para que a pessoa compartilhe a notícia com o maior número de contatos possível, pois uma suposta empresa contará as mensagens enviadas e doará um valor em dinheiro correspondente ao número de leitores.

Em situações como esta, o truque é evidente: como é da natureza humana se comover, muita gente sente piedade ou mesmo culpa. Para não carregar estes sentimentos ou por entender que a única forma de ajudar é encaminhando a mensagem, o indivíduo o faz e, sem querer, acaba expandindo o alcance do boato. Quando o hoax pede compartilhamento com o maior número de pessoas possível, a mensagem pode ser chamada também de corrente.

Mas os hoaxes também podem explorar outras “fraquezas” humanas, como o desejo de possuir determinados bens de maneira fácil ou a curiosidade: não é difícil encontrar mensagens que afirmam que o usuário ganhará prêmios tentadores se divulgar a notícia para seus contatos ou que se clicar em determinado link verá fotos sensuais de uma atriz de destaque. Para convencer o leitor, este tipo de boato costuma envolver indevidamente nome de grandes empresas, de marcas,de personalidades famosas e assim por diante.

É possível encontrar também boatos que tentam causar mobilização pelo efeito da indignação. São mensagens que revelam possíveis teorias conspiratórias ou o envolvimento de personalidades famosas com ações suspeitas. Mensagens do tipo afirmam, por exemplo, que a cura para o câncer foi encontrada há tempos, que determinada celebridade tem pactos demoníacos, que a Amazônia é mostrada como uma área internacional em livros didáticos norte-americanos, enfim.

Características: como identificar um hoax?

Na maioria das vezes, não é difícil identificar um hoax. A principal característica você já sabe: conteúdo apelativo, muitas vezes acompanhado de imagens ou argumentos que tenham validar a mensagem. Mas há outras “pistas”, entre elas:

» Um hoax quase sempre contém um pedido do tipo “espalhe essa mensagem para a sua lista de contatos” ou “compartilhe para o máximo de pessoas possível”. Conteúdo assim, como já informado, corresponde às correntes;

» Algumas mensagens citam nomes de empresas, marcas, organizações não governamentais, pesquisadores renomados, escritores famosos, entre outros, tudo para dar um ar mais verdadeiro ao boato;

» Nenhuma empresa oferece recompensas ou doações extremamente generosas, de forma que mensagens assim são altamente suspeitas. Basta se atentar para o fato de que promoções costumam ter seus regulamentos divulgados em páginas oficiais;

» Nenhuma empresa ou entidade conta a quantidade de pessoas que recebeu uma determinada mensagem e depois faz doações correspondentes a essa quantia;

» Notícias importantes são divulgadas pela imprensa, não por correntes, afinal, a mídia precisa de audiência. Na dúvida, pesquise pelo assunto tratado em mecanismos de busca ou em serviços específicos de pesquisa em notícias, como o Google News;

» A mensagem pode afirmar que você terá azar, ficará solteiro(a) para o resto da vida ou que seus sonhos não se realizarão se determinada ação não for executada, por exemplo. Não há a menor dúvida de que este conteúdo é falso: o hoax tenta te convencer usando argumentos supersticiosos;

» Se a mensagem possuir frases em letra maiúsculas, fonte grande, cor vermelha, excesso de exclamações e afins, é porque ali há uma tentativa desesperada de chamar a sua atenção. Desconfie imediatamente;

» Outro argumento bastante utilizado é justamente o de avisar na própria mensagem que aquele conteúdo não é falso;

» O conteúdo pode conter erros gramaticais ou ortográficos em excesso, argumentos repetitivos e até contradições.

Quais as consequências dos hoaxes?

A princípio, um hoax pode não ter maiores consequências – “se for mentira, logo todo mundo esquece e tudo volta ao normal”. Mas não é bem assim. Dependendo das circunstâncias, um boato na internet pode causar vários problemas, razão pela qual este tipo de conteúdo deve ser combatido. Eis alguns tipos de transtornos que podem ser causados pelos hoaxes:

» O boato pode ofender, denegrir, causar constrangimento ou comprometer a reputação de alguém;

» Da mesma forma, o boato pode causar problemas a empresas e outras organizações que, além de reputação arranhada, poderão ter trabalho extra para desmentir ou amenizar a situação;

» Quem divulga o hoax, mesmo não sendo o autor da mensagem, pode ter sua imagem prejudicada por espalhar informação inconsistente, o que é especialmente ruim no ambiente corporativo;

» A mensagem pode transmitir orientações prejudiciais, como procedimentos incorretos em situações de emergência ou dicas de saúde sem comprovação científica;

» Um hoax também pode induzir o usuário a baixar um arquivo perigoso (malware) ou convencê-lo a informar dados que, na verdade, poderão ser utilizados para ações maliciosas, como uma falsa petição on-line que pede informações confidenciais;

» Mensagens do tipo podem sobrecarregar serviços de e-mail ou gerar incômodos em redes sociais por causa da frequência com a qual são divulgadas;

» Na condição de boato, o hoax pode causar comoção desnecessária, assim como gerar mobilização para situações irreais ou já superadas.

Como um hoax surge?

É possível identificar comportamentos e ações que acabam resultando no surgimento de um hoax, o que não quer dizer, necessariamente, que há como conhecer a origem de todo e qualquer boato que aparece na internet.

Um hoax pode surgir, por exemplo, quando uma pessoa tenta divulgar a sua crença. Na expectativa de se fazer acreditar, ela pode usar argumentos distorcidos ou fantasiosos ou mesmo se basear em afirmações que não foram inteiramente comprovadas.

Há também o hoax que surge por iniciativa de quem deseja explorar a “facilidade” que as pessoas tem de acreditar em tudo o que aparece na internet. Em situações deste tipo, o objetivo pode ser simplesmente o de fazer uma “brincadeira” ou estudar o comportamento humano nas redes sociais, por exemplo.

Mais grave é o hoax que surge como fruto de uma tentativa de prejudicar a imagem de uma pessoa ou de uma organização por motivo de vingança, retaliação, conflito de crenças ou posicionamento político.

Outras razões incluem aplicações de golpes, tentativas de causar desordem ou discussão e interpretação equivocada de fatos.

Finalizando: o que fazer para combater o hoax?

Neste ponto do texto, você já sabe que o hoax é bastante prejudicial, mas que só existe quando as pessoas acreditam nele. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com o problema é a boa e velha prevenção.

Neste sentido, ao perceber que um e-mail ou uma mensagem de rede social é um hoax, simplesmente ignore a notícia ou a elimine. Pode ser uma boa ideia alertar a pessoa que lhe enviou a mensagem, mas o faça de maneira gentil e discreta para evitar conflitos.

Para que você mesmo não acabe propagando um hoax sem querer, prefira compartilhar com seus amigos apenas links para notícias de sites reconhecidos, em vez de simplesmente publicar ou enviar o conteúdo na íntegra por e-mail.

Por fim, antes de apertar o botão de enviar ou compartilhar, se questione: será que aquela informação não irá causar transtornos a alguém? Por que tomar como verdade algo que eu vi apenas no e-mail ou no Facebook e não nos noticiários? Eu estou compartilhando este conteúdo por querer ajudar ou porque eu fiquei impressionado?

Lembre-se: o hoax é sempre apelativo. A mensagem usará argumentos ou imagens que tentam causar comoção, indignação ou qualquer sentimento capaz de te fazer agir por impulso. Assim, esqueça desculpas do tipo “na dúvida, é melhor compartilhar”.

No caso de empresas, é uma boa ideia colocar em prática iniciativas preventivas (como guias ou palestras) contra boatos e outros problemas de segurança on-line. No ambiente corporativo, um hoax pode causar desentendimentos entre funcionários ou mesmo chegar inadvertidamente a um cliente.

Como você deve ter percebido, a orientação é sempre o melhor remédio.

Veja outras orientações nestas dicas de segurança na internet.

Escrito por  – Publicado em 14_09_2012 – Atualizado em 14_09_2012

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– Eu troco o Carnaval por…

… Por um bom descanso e ficar junto à beleza das flores!

Para quem gosta da folia, aproveite as festas carnavalescas. No meu caso, trabalharei boa parte do período (aliás, já estou na labuta) e me contentarei com um repouso merecido à tarde, curtindo a família e cuidando do nosso florido jardim. Mas principalmente, estando com as pessoas que amo e fazendo o que gosto.

E você, vai pular ou descansar? Seja o que fizer, lembre-se da necessária moderação.

– Ainda existe trote em Faculdade? Os 10 mais violentos:

Em meados dos anos 90, cursei minha faculdade em Administração de Empresas. Uma época maravilhosa (tanto que me impulsionou a continuar estudando e depois lecionando). E quando fui “bixo”, o trote sofrido foi tenebroso!

No ano seguinte, ávido pela tradicional brincadeira, o trote aos calouros foi proibido. E eu, já na condição de veterano, entendi que era exagero da instituição.

Agora, bem maduro, tenho certeza absoluta: que bobagem são os trotes universitários! Arrancar a roupa do novo aluno, pintá-lo, fazê-lo pedir dinheiro no semáforo para pagar cerveja? Pra quê?

Sou a favor do “trote solidário”, optativo e não forçoso, com a finalidade de doação de sangue, recolhimento de alimentos, ajuda a entidades carentes.

Na segunda-feira, os bixos da nossa ESEF (a faculdade tradicional de Educação Física de Jundiaí), estavam nos principais semáforos, sempre acompanhados de veteranos. Nada violento, pois estavam felizes. Mas…

Mas…

E mas…

Ainda prefiro outras brincadeiras receptivas. Trote abusivo, além de bullyng, não está com nada.

Aliás, quer saber quais foram os trotes mais violentos registrados no Brasil?

Compartilho,

Extraído de: https://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/quais-foram-os-trotes-mais-crueis-do-brasil/

OS 10 TROTES MAIS CRUÉIS DO BRASIL

Por Mariana Nadai

O primeiro trote universitário no país, em 1831, acabou em morte na Faculdadede Direito de Olinda. Desde então, a maioria das instituições proibe a prática, mas o ritual continua e, em muitos casos, com bastante violência. Abaixo, em ordem:

10. Pegando Pesado
Faculdade: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Curso: Engenharia
Ano: 1993
A festa de recepção aos calouros em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, se transformou em momentos de horror para um dos estudantes recém-ingressos na instituição. O garoto foi humilhado na frente de todos pelos veteranosdo curso. Durante o evento, ele foi agredido pelos colegas e obrigado a amarrar um peso de 7 kg nos seus órgãos genitais.Logo após a violência, ele abandonou a faculdade.

9. Trote picado
Faculdade: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Curso: Agronomia
Ano: 2006
No interior de Minas Gerais, um calouro foi despido e coberto de tinta. Não contentes, os veteranos ainda o obrigaram a deitar sobre um formigueiro. O estudante recebeu mais de 250 picadas e foi internado. A UFU expulsou dois alunos e suspendeu outros 13. Um deles tentou recorrer da decisão, explicando que o trote foi realizado fora do campus, mas não obteve sucesso.

8. Obedece ou apanha
Faculdade: Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
Curso: Diversos
Ano: 2000
Após recusarem ter seus cabelos raspados durante a recepção, dois novatos foram agredidos por veteranos da instituição, em Araraquara. Eles receberem chutes na cabeça e foram hospitalizados com vários ferimentos. Um deles recebeu alguns pontos na boca e o outro sofreu amnésia temporária. Traumatizados, os alunos deixaram de frequentar a universidade pelo resto do ano.

7. Surpresa quente
Faculdade: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb)
Curso: Diversos
Ano: 2010
Sete estudantes da universidade em Barretos, interior de São Paulo, foram recebidos com jatos de creolina – um desinfetante industrial altamente corrosivo.Todos sofreram queimaduras de primeiro grau. O caso foi investigado pela polícia, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de São Paulo um mês depois.

6. Bebida em excesso
Faculdade Universidade Federal de Rio Grande (Furg)
Curso: Engenharia da Computação
Ano: 2010
O trote é proibido na instituição desde 2004, mas os estudantes costumam dar as festas de boas-vindas fora da universidade. E, em uma das comemorações, que aconteceu a 50 m do campus, os veteranos passaram dos limites e forçaram dois calouros a ingerir uma quantidade exagerada de bebida. Os garotos entraram em coma alcoólico e foram internados.

5. Tarefas desumanas
Faculdade: Centro Universitário Anhanguera Educacional
Curso: Medicina veterinária
Ano: 2009
Em Leme, interior deSão Paulo, um calouro foi chicoteado, forçado a beber pinga e a rolar em excremento de animais, além de ser amarrado a um poste e sofrer agressões. O garoto entrou em coma alcoólico e, abandonado na rua, foi internado como indigente. Ele deixou a universidade, que abriu uma sindicância para apurar o caso.

4. Durante o sono
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1998
Um rapaz teve fogo ateado em seu corpo durante o Mata-Toma, tradicional festa de recepção de calouros, em Sorocaba. Após passar pelas repúblicas para beber, o garoto parou para descansar em um sofá. Enquanto dormia, outros estudantes resolveram abusar dele, colocando fogo em suas roupas. Ele teve 25% do corpo queimado. O caso levou à expulsão de cinco alunos envolvidos.

3. Passou dos limites
Faculdade Universidadede Mogi das Cruzes
Curso: Jornalismo
Ano: 1980
Em Mogi das Cruzes, município da grande São Paulo, um trote acabou em tragédia. Um calouro estava no trem da estação Estudantes, que liga a cidade à capital paulista, quando foi abordadopor um veterano da universidade. Ao proibir que cortassem seu cabelo, o rapaz foi espancado até entrar em coma. Ele não resistiu aos ferimentos.O agressor foi condenadoa cinco anos de prisão.

2. Banho da morte
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica deSão Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1962
Durante a festa de recepção, um dos novatos foi pego pelos veteranos do curso para uma “brincadeira” de boas-vindas. Forçado a se despir completamente, o garoto foi obrigado a entrar em um barril cheio de água misturada com cal. O estudante teve boa parte do corpo queimada e acabou morrendo. Três anos depois do incidente, em 1965, a PUC proibiu o trote na instituição.

1. Forçando a barra
Faculdade: Universidade de SãoPaulo (USP)
Curso: Medicina
Ano: 1999
O caso mais emblemático de trote violento aconteceu há 13 anos na USP. Um dia após a festa de recepção, o calouro Edison Tsung Chi Hsueh foi encontrado morto no fundo da piscina da instituição. Após ser pintado, Edison seguiu, junto com outros calouros, para a atlética da USP, onde teria sido forçado a entrar na piscina sem saber nadar. Quatro estudantes foram acusados pela morte do rapaz. Eles foram denunciados pelo Ministério Público, mas o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça por falta de provas e os estudantes foram inocentados.

FONTES: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo; Sites: antitrote.org, guiadoscuriosos.com.br, conjur.com.br, guiadoestudante.abril.com.br

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– Proibido o uso de celular mesmo quando o carro estiver parado no acostamento

Na França, devido a situações que envolveram acidentes, os motoristas que estiverem com o carro parado, mas usando o telefone celular, levarão multa idêntica àqueles que estão dirigindo.

E se fosse aqui no Brasil? Cairia no gosto popular essa lei?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/nova-lei-francesa-proibe-motorista-de-usar-celular-mesmo-com-o-carro-parado/

NOVA LEI FRANCESA PROÍBE MOTORISTA DE USAR CELULAR MESMO COM O CARRO PARADO

O celular hoje faz parte integrante de nossas vidas, pois se transformou em uma ferramenta múltipla que nos permite fazer muitas coisas. Porém, esta integração muitas vezes é exagerada pois não queremos largar do mundo online nem em momentos que precisamos prestar atenção em outra coisa, como em um jantar, no cinema ou ao dirigir um carro. Este último é bem mais grave, pois pode custar vidas ou, na mais leve das consequências, atrapalhar o trânsito.

Em todos os países há leis que proíbem o uso do celular enquanto se dirige, mas a França resolveu ser ainda mais radical: mesmo se você parar o carro e desligar o motor, pode ser multado se usar o celular no volante.

A lei em si continua a mesma: “O uso de um telefone nas mãos de um motorista de um veículo em circulação é proibido”. O que mudou na lei foi o conceito de veículo em circulação. Se o motorista simplesmente parar em um acostamento ou na beira de uma rua, o carro continua sendo considerado em circulação, mesmo se o motor for desligado. Isto significa que nem mesmo aquele tempinho parado no semáforo servirá para mexer no celular.

Para evitar a multa e a perda de pontos na carteira, o motorista que quiser usar o celular terá que estacionar o carro em lugar específico de estacionamento (vale também zona azul) para o veículo não mais ser considerado em circulação. A exceção vale em casos de acidentes ou quando o carro tem alguma pane; neste caso, o motorista pode ligar para o socorro.

O assunto é cada vez mais relevante e digno de atenção por parte de todos. Usar o celular no volante é uma péssima ideia sempre, mesmo quando “é rapidinho, nem vai atrapalhar“. Um levantamento da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) mostra que o uso de celular na condução de veículos é responsável por pelo menos 150 mortes por dia nas ruas do país. Trata-se da terceira causa mais frequente, atrás apenas de excesso de velocidade e embriaguez.

No início do ano passado, uma família entrou com processo contra a Apple por causa de um homem que usava o iPhone enquanto dirigia. Coincidência ou não, após isso a empresa incorporou no iOS 11 uma função chamada Não Perturbe ao Dirigir, que dificulta o acesso ao celular quando o aparelho identifica que você está em um carro em movimento.

Fixar o celular no painel ou usar um sistema integrado ao som do carro ajuda bastante a diminuir o perigo, desde que você mantenha as duas mãos no volante e olho constantemente na estrada. Mas nada disso adianta se você continuar mexendo nele para ler mensagens ou acessar menus. Nestes casos, sempre pare o carro para fazer isso. Afinal, mexer no celular com o carro parado ainda não é proibido no Brasil.

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– O pênalti corretamente assinalado e a trolagem erroneamente disseminada.

Justiça seja feita: muitas vezes critiquei as razoáveis / ruins atuações do árbitro Adriano de Assis Miranda, mas ele foi bem no Morumbi na partida entre São Paulo x Bragantino. O Tricolor venceu o Massa Bruta com um gol de pênalti cobrado por Nenê.

Sobre o pênalti, corretamente assinalado no be-a-bá perfeito da arbitragem: próximo à jogada, no posicionamento correto em que o árbitro deve estar, Adriano percebeu que a perna do são-paulino foi atingida pelo chute do adversário de Bragança e a bola não foi adiantada para se crer em simulação. Aliás, o movimento dela é bem significativo, mostra que quem a conduzia foi interceptado e sua velocidade se mantém “à espera de querer ser chutada”. Enfim: todos os indícios para se marcar pênalti.

Se o jogo foi fraquinho dentro de campo, uma polêmica desnecessariamente criada ocorreu fora dele: a brincadeira do Canal a Cabo Esporte Interativo no qual há um veado para anunciar o começo do jogo no Morumbi. Isso provocou a ira dos torcedores nas Redes Sociais e virou um tremendo antimarketing para a emissora.

Em São Paulo, os mascotes dos clubes são confundidos por gozações de mascotes das torcidas impostos pelos adversários. O Santos tem a figura de uma baleia e o apelido é Peixe; mas os rivais ironizam como sardinha. O Corinthians é o Mosqueteiro, mas os adversários impuseram o termo gambá para a torcida. O Palmeiras, tradicional Periquito com a figura do papagaio Zé Carioca, tinha seus torcedores sarcasticamente chamados de Porco – e a torcida assumiu orgulhosamente o apelido e a bolinagem ficou sem sentido. O São Paulo, representado pelo santo homônimo com auréola e a batina com as faixas da camisa 1, tem como apelido jocoso recente atribuído de Bambi, em referência ao personagem infantil de Walt Disney que é um doce filhote de veado campeiro. Claro que o veado animal é para lembrar o termo pejorativo viado, que se refere aos homossexuais, querendo dizer que são-paulinos são “bichas”.

Evidentemente o torcedor do SPFC detesta essa brincadeira, que nos nossos tempos politicamente corretos se torna fruto de homofobia, caso algum homossexual queira se queixar fora do contexto inserido. Mas a grande pergunta é: será que se o São Paulo Futebol Clube tivesse acertado seus direitos de transmissão com o Esporte Interativo (como fizeram tantos outros clubes, deixando a Rede Globo de lado), a emissora colocaria esse “veadinho” nas Redes Sociais mesmo assim?
Trolagem de torcedores, se entende devido a realidade social (não quer dizer que concordo, mas entendo). Só que uma emissora de TV fazer isso gratuitamente é pisar na bola!

O SPFC divulgou uma nota repudiando. O EI pediu desculpas alegando erro de um funcionário. E você, o que pensa sobre tudo isso?

Leia as notas do time e da emissora, em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2018/02/08/esporte-interativo-usa-meme-de-veado-em-jogo-do-sp-e-clube-lamenta-postura/

Abaixo a imagem do Twitter do canal:

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– Equilíbrio Emocional de Robert Wong

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante:

“O administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.”

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

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