– Seu Cérebro está mais ou menos como o da figura abaixo?

Vi e gostei, pois me identifiquei com a imagem: meu cérebro precisando de conserto. Ou de descanso?

Qual seria o problema REAL?

1) Ele próprio, o cérebro?

2) As ferramentas que uso para “consertá-lo”?

3) O mecânico que está consertando ele?

De maneira bem clara: se estamos com problemas em nossa mente, é culpa dela, das coisas que fazemos para melhorar ela ou única exclusivamente somos nós mesmos o problema?

Difícil responder, hein?

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

bomba.jpg

– E quando você só ouve o “Não Posso”?

Qual a sua disponibilidade ao longo da vida para…

  • Passar um tempo com a família;
  • Lutar por um sonho;
  • Rezar e estar em paz com Deus, consigo e com o próximo;
  • Fazer um favor a alguém;
  • Ou pra qualquer outra coisa?

Essa imagem diz tudo e precisamos refletir: por que muitas vezes eu digo “não posso”? Por preguiça, medo, acomodação?

Veja:

– Os Golpes de Cartório

O que tem de vigarista por aí, é algo assustador! O golpe da moda é o do CARTÓRIO: alguém te liga de um determinado “cartório” (que não é cartório), diz que seus títulos serão protestados em poucas horas, pede o pagamento imediato para não executá-lo, passa telefones de falsas empresas com golpistas esperando a sua ligação, e acabam tentando garfar uns trocados.

Aliás, trocados?

Nada disso. Trocão! Por 3 vezes recebi tal ligação (cartório de São Paulo, Bragança e Campinas – todos falsos) e nos 3 eu estava “devendo” 7 parcelas de R$ 399,00 a uma empresa de cobrança, todas de nome diferente.

Tome cuidado, pois, mesmo atento, eles são bons de lábia.

Importante: cartório não liga para devedor dizendo que vai protestar…

– Por quê alguém inventou o míssil?

Há certas respostas que são complicadas. E muitas vezes as crianças as procuram e encabulam seus pais na hora da explicação; mas não por constrangimento dos adultos pela pergunta em si, mas sim pela inocência dos pequenos.

Brincando de “papai herói” e “filhinha heroína” com minha filhota, ela perguntou:

Pai, por quê alguém inventou o míssil, se faz mal para as pessoas?

Nem sei de onde ela tirou a dúvida, mas a resposta foi: “Porque nem todas as pessoas têm bom coração, e alguns vilões não conseguem entender o amor e querem destruir os outros“.

E ao ouvir seu comentário, aí fiquei sem o que falar:

Mas como alguém pode fazer mal a outra pessoa por maldade, eu não entendo!“.

Caramba… eu também não. Só sei que queria que ela – e todos os adultos – tivessem sempre um coração puro e infantil. Assim teríamos um mundo de paz!

url.jpg

– Soluções Corretas para Problemas Errados?

Você segue o brilhante consultor em Administração Stephen Kanitz pelo Twitter?

Veja um de seus aconselhamentos:

“O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados”.

Fantástico, não?

imgres.jpg

– Queimadas covardes ou acidentes na mata?

Coisas que enervam qualquer um e que trazem prejuízo à sociedade: as queimadas (especialmente nesse tempo seco e poluído). 

Imagine quem tem criança pequena em casa e vê o fogareiro ao lado, com cinzas e fumaça por todos os lados?

Pois bem: quero crer que tenha sido acidental, mas em dois pontos próximos da minha casa (na área ao fundo do Sítio Milani e no matagal restante do empreendimento imobiliário que está sendo construído com o adjetivo de “living house”, coincidentemente de propriedade do mesmo investidor) uma enorme queimada aconteceu em cada terreno. E covardemente foi à tardinha, para que a fumaça entrasse nas casas e judiasse dos moradores por toda a noite (isso, de 2a feira para 3a).

No dia seguinte, para ajudar, uma grande árvore que sobrevivia às tentativas de derrubada (uma icônica seringueira), acabou pegando fogo também. Mais uma vez, quero crer que tenha sido acidental. 

Olha o transtorno que isso dá: tem-se que acionar os bombeiros, pára-se o trânsito e custa dinheiro à sociedade. Claro, além disso tem o prejuízo ambiental.

As fotos (abaixo) mostram o incômodo. Mas o terreno ficou limpo…

Quer mais?

Durante a madrugada, da 3a para a 4a, a árvore voltou a pegar fogo e os bombeiros chegaram às duas e meia (sim, 2h30) para apagar o restante e com MOTOSERRAS para cortá-la definitivamente.

É muito prazeroso acordar nesse horário… obrigado, “tocadores de fogo”. O trânsito ficou interditado e só liberado depois das 06h da manhã da quarta-feira.

Quem pagará o transtorno e desconforto dos vizinhos, a fumaça nas nossas casas, o barulho da madrugada e o custo dos bombeiros?

4 fotos:

1- Os bombeiros apagando tudo:

2- O terreno bem limpo (puxa, parece “colocado à mão”):

3- O trabalho dos bombeiros na madrugada:

bomba.jpg

4- O que sobrou da árvore (só o toco)…

Alguém descobrirá se o fogo foi acidental ou criminoso? Ou ficaremos só chupando o dedo…

– Desrespeito aos Deficientes

Fiquei estarrecido com uma constatação de algo que não imaginava: a maioria da população não respeita as vagas reservadas para deficientes físicos e idosos nos shoppings centers!

Pode parecer uma bobagem a minha admiração a este assunto, mas é que não dá para entrar na cabeça de que pessoas saudáveis ousam estacionar seus carros nas vagas exclusivas a quem tem mobilidade reduzida. É o be-a-bá da educação! Algo inadmissível pensar que até nisso as pessoas querem tirar vantagem!

Pior: a lei não penaliza os mal-educados, pois não há multa para quem estaciona desrespeitosamente nessas vagas, e nem os shoppings e supermercados podem fazer algo para coibir tal ato. A pintura de vagas reservadas fica lá, simplesmente, aguardando o respeito ao próximo.

– As Crianças e o Fracasso

Na semana passada, uma interessante matéria nas Páginas Amarelas da Revista Veja: “O FRACASSO FAZ BEM ÀS CRIANÇAS”, trazida em uma entrevista da jornalista Stephanie Saches Feder com a ex-reitora de Stanford, Profa Dra Julie Lythcott-Haims.

O debate é: crianças precisam vivenciar a experiência do fracasso para aprenderem com os erros! Disse a doutora:

O que todos os pais que protegem os filhos têm em comum é o medo do fracasso. Eles temem que um fracasso arruíne a vida de seus filhos. E eles estão errados. O fracasso é talvez o melhor professor da vida (…) Os ‘adultos-crianças’ têm pouca confiança em si mesmos e não conseguem refletir com independência sobre as questões cotidianas. ‘Sou incapaz de fazer isso sozinho’, pensam. Afinal, durante toda a vida alguém sempre fez tudo por eles (…) Os pais têm que aceitar que o objetivo é criar aquela pequena pessoa para que ela seja capaz de se cuidar.

Como é difícil para o papai e a mamãe deixar seus filhos baterem asas e voarem sozinhos, não? Enquanto filho, imagino a dificuldade de meu pai. E, claro, a minha dificuldade futuramente…

E aí: concorda ou não concorda com o depoimento da professora?

bomba.jpg

– Criminoso Machismo na Índia

Muito me assustou uma matéria antiga publicada pela Revista Superinteressante (Junho/2009). Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas. Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

– Bipolaridade ou Mudança de Tempo? Um dia com mais de 24 horas…

As instabilidades emocionais são cada vez mais comuns nos dias modernos. O cansaço, o excesso de tarefas e as preocupações cotidianas afetam o comportamento.

Digo isso tranqüilamente pois costumo ser vítima de tais situações. Pois veja: com esse aumento absurdo (quase que constante) dos combustíveis, meu comércio necessita de mim de maneira onipresente. E como fica a família?

Dilemas da sociedade moderna: ter mais tempo para o lazer, para a casa, para a família e para o trabalho. Sou madrugador e workaholic assumido. Estaria sofrendo com a falta de resiliência ao reclamar? Ou nada disso?

Nesses dias mais cinzentos e gelados, a resposta do corpo às vezes muda. Ora mais sereno, ora mais bucólico – quando não irritado! Cansado de conversas sobre Economia, Política e outros assuntos desgastantes, mas disposto a temas afins do meu gosto: amigos, parentes e demais pessoas / situações.

Seria tão ótimo termos disposição e tempo para fazermos tudo o que precisamos, não? Vinte e quatro horas têm sido pouco para cumprir meus afazeres, infelizmente. Nessas horas, o que tem mais sacrificado, acaba sendo o descanso.

Os mais antigos diriam: fique tranquilo, é a mudança de tempo.

Será?

bomba.jpg

– Eneagrama e os 9 Perfis de Personalidade!

Muito bacana: compartilho uma matéria sobre os 9 tipos de personalidade estudados através de um eneagrama (sobre como as pessoas enxergam o mundo).

Ótimo para a vida pessoal e profissional.

Abaixo, extraído do Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, 31/07/2016, Pg 4, por lalves@jj.com.br

ENEAGRAMA: DESCUBRA-SE EM UM DOS 9 PERFIS DE PERSONALIDADE

Cada pessoa enxerga e reage de forma diferente às situações do dia a dia. Segundo o Eneagrama, um sistema milenar de autoconhecimento, essas diferenças de pontos de vista se dão através de nove personalidades padrão. “É como se cada pessoa recebesse óculos para ver o mundo. O formato da lente destaca ou isola certos aspectos e gera atitudes diversas, mesmo diante da mesma circunstância”, explica Denise dos Ouros, professora de Eneagrama e coach.

Para Denise, a maior parte dos desentendimentos e conflitos é causada pelo fato de não conhecermos e respeitarmos o ponto de vista alheio. “Por exemplo, uma simples goteira pode dar origem a diversas reações. Como exemplo, cito o compositor Chopin, o qual teve um relacionamento amoroso com a escritora George Sand. Conta a lenda que durante um período de chuvas, gotejava no bangalô onde estavam hospedados, na Espanha. Ao ouvir o barulho da água pingando, Chopin sentou-se ao piano, reproduziu o som e compôs ‘A Gota D´água’. Ao passo que George procurou pela caixa de ferramentas, arrastou uma mesa, subiu sobre ela e começou a consertar o local por onde a água entrava”, compara.

Denise comenta os perfis de Chopin e George segundo o Eneagrama. “Arriscaria dizer que Chopin era um tipo 4 e a George Sand era um tipo 8. Eu poderia dissertar sobre a inteligência que vem do coração, a qual capta a melodia natural de uma goteira e transforma-a em melodia instrumental. Ou explicar mais sobre a inteligência que vem do corpo, entra em movimento e parte para a imediata solução do problema”, detalha a coach.

A explicação a partir da observação de um fato demonstra como o Eneagrama pode ser aplicado no dia a dia. “A ferramenta ajuda a superar barreiras, reforçar pontos fortes e concretizar anseios mais profundos. Propicia o exercício da empatia, melhorando substancialmente relacionamentos pessoais e familiares. No campo profissional, sua aplicabilidade está ligada ao desenvolvimento de lideranças e de equipes com alta performance, prevenção e redução de conflitos e  na melhoria na comunicação”, exemplifica a professora.

Segundo Denise, a conscientização da pessoa quanto ao seu tipo no Eneagrama não pode ser imposta, mas reconhecida e aceita para que o desenvolvimento pessoal aconteça. “Descobrindo a motivação pela qual agimos podemos sair do piloto automático, encontrando outras maneiras de resolver dilemas, criar oportunidades e melhorar nossos relacionamentos”, explica.

QUEM É QUEM NO ENEAGRAMA?

Tipo 1 | Perfeccionista

Enxerga o mundo por lentes meio quadradas, procura corrigir a si e aos outros através de normas, métodos, relógios e disciplinas. O seu crítico interior muitas vezes não permite que ele relaxe ou se divirta.

Tipo 2 | Doador

Ao vestir esses óculos, o doador parece ter sempre uma maçã nas mãos, pronta para oferecer ao outro, costuma estar mais preparado para ajudar do que para lidar com as próprias necessidades.

Tipo 3 | Realizador

Fazendo, realizando, competindo e conquistando, o realizador vive em busca de uma estrelinha. Quando olha muito para o céu, acaba esquecendo seus próprios sentimentos.

Tipo 4 | Romântico

Sob emoções muito profundas, em tons quase dramáticos, o romântico através dos seus óculos, olha o mundo e observa o que está faltando. Essa falta o remete para o passado ou para o futuro.

Tipo 5 | Observador

Com esses óculos o mundo que é observado parece não ter nada a oferecer. Daí o observador volta para sua caverna e armazena o que tem para si.

Tipo 6 | Cético

O cético enxerga o mundo como um lugar ameaçador, por isso busca constantemente proteção e segurança. Tem uma percepção desconfiada dos fatos que o leva a atacar em alguns casos e o paralisa em outros.

Tipo 7 | Sonhador

O sonhador vê a sua frente um mundo de múltiplas possibilidades e gosta de experimentar um pouco de cada coisa, vivendo mais na superfície. Ele geralmente não gosta de olhar para a dor e o sofrimento.

Tipo 8 | Protetor

O protetor ao colocar seus óculos se acha grande e poderoso, pronto para quebrar regras e lutar contra injustiças. Esse exagero protege suas fraquezas e vulnerabilidades.

Tipo 9 | Mediador

O mediador se desconecta de si mesmo e enxerga um mundo de paz e amor, sem conflitos (como aquele sonhado nos anos 60), esquecendo-se de suas vontades próprias.

HISTÓRIA DO ENEAGRAMA

O estudo sobre as origens do Eneagrama aponta que seu símbolo pode ter pelo menos 2.500 anos e que mestres, líderes espirituais e filósofos como Pitágoras e Platão já utilizavam sua forma geométrica para representar vários sistemas dentro das escolas de sabedoria.

A palavra Eneagrama tem origem grega: Ennea (nove) e Gramma (pontos), sendo traduzida como “figura de nove pontas”. Esses sistemas e ensinamentos ligados à figura do Eneagrama percorreram um longo e misterioso caminho nas areias do tempo até chegarem ao século XX.

Outro marco da presença do Eneagrama nas antigas tradições aparece no séc. IV d.C., quando os padres do deserto colocaram na estrela de nove pontas as virtudes e as paixões humanas.

No início do século XX, o Eneagrama foi trazido para o Ocidente (França e EUA) pelo filósofo greco-armênio George I. Gurdjieff, que havia viajado aos pontos mais remotos do mundo antigo em busca da ciência que possibilitava a transformação da psique humana.

Quem desenvolveu a tipologia psicológica do Eneagrama, descobrindo a relação entre o símbolo e os tipos de personalidade foi o também filósofo boliviano Oscar Ichazo, por volta de 1950.

Na década de 70 o Dr. Claudio Naranjo, chileno, psiquiatra do Instituto Esalen, em Big Sur, California (EUA) participou de treinamentos com Ichazo, na Escola chilena de Arica, aprendeu o método e ampliou seu uso e aplicabilidade na psicologia moderna.

Hoje o Eneagrama conta com validação científica e acadêmica, incluindo diversas teses de mestrado e doutorado nos EUA e na Europa. No mundo dos negócios, o Eneagrama está sendo aplicado por alguns cursos de MBA de instituições como Stanford e Loyola nos EUA, FGV e USP no Brasil.

Sobre a Oito Ouros – Denise dos Ouros Vicentin,  coach especializada em eneagrama, atua na área de desenvolvimento humano e coaching pessoal, profissional e empresarial. A partir do sistema do eneagrama, a profissional auxilia as pessoas na descoberta de suas motivações. Denise possui experiência de mais de 30 anos em ambientes corporativos e há 5 anos fundou a Oito Ouros. É certificada pelo Enneagram Professional Training Program e possui formação em Psicologia Transpessoal, Biopsicologia, Trabalho Sistêmico, Constelação Organizacional e Abordagem Integral.

bomba.jpg

– Onde errou o Faustão?

Qual o pecado de Fausto Silva?

Quando eu era criança, existiam dois tipos de submoradias: favelas e cortiços! Ambos tristes e de gente paupérrima, que necessitava e necessita de atenção da sociedade.

Os tempos do politicamente correto mudaram o nome para “comunidade“. E aí vejo nas redes sociais um grande barulho de um suposto deslize do apresentador Fausto Silva (o Faustão) na Rede Globo.

Dando uma fuçada, leio que ele disse sobre favelas e comunidades:

Aí começa a hipocrisia: ‘vamos chamar de comunidade’. Comunidade e favela é tudo a mesma ‘mercadoria’, tem é que mudar a realidade. Aí muda o nome, estou falando porque fui repórter. Cansei de entrar em favela e sei como é a real .Comunidade e favela é tudo a mesma porcaria, tem que mudar essas pessoas de lugar. A grande maioria é de gente honesta. Se você vai numa agência de banco na favela, 99% é de gente correta. 1% é que não presta, como em todo o mundo”.

Onde está a “bola fora”? Nenhuma! Ele se refere ao termo “porcaria” não para as pessoas, mas para as degradantes e indignas condições de vida do povo que ali reside! E ele destaca a necessidade de cuidar dessas pessoas e as defende.

Sabe qual é o real problema hoje? A falta de Educação! As pessoas não conseguem nem interpretar textos e deturpam o que se fala!

bomba.jpg

– Precisamos de Desintoxicação Digital?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital!

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

bomba.jpg

– Bombas Atômicas Mundo Afora!

Leio na Galileu (reportagem de André Bernardo, pg 17, ed Out/2012) que 9 países tem a bomba atômica, e que juntas totalizam 19 mil armasUm décimo delas dizimaria a população do planeta.

A mais letal delas é a B83, dos EUA, e que equivale a 692 bombas de Hiroshima!

Assustou? Eu também.

O homem é tão inteligente para fazer armas, estratégias de guerra… e a o mesmo tempo tão incompetente para vacinas contra o câncer, contra a AIDS…

Triste.

imgres.jpg