– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

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– O Uso da Neurociência na Publicidade: Como Vender Mais!

Veja que bacana: Martin Lindstrom, especialista em neuromarketing, conta as artimanhas para fazer com que o consumidor sinta atração por determinados produtos. Imperdível!

Você cai nessas jogadas ou resiste?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270130-16642,00-O+MARKETING+ESTA+NU.html

O MARKETING ESTÁ NU

Por que será que grifes como a cobiçada Abercrombie usam imagens de modelos sarados e seminus para vender jeans e roupa de baixo para um público-alvo predominantemente formado por homens heterossexuais? Quem lançou o estilo foi a Calvin Klein, no início dos anos 90. Vinte anos depois, a fórmula está consagrada, mas a maioria dos homens jamais admitiu que essas imagens de teor sexual evidente têm influência em suas decisões de compra. Uma recente pesquisa de neuromarketing lançou mão de exames de ressonância magnética para descobrir como o cérebro masculino é afetado por essa visão.

Dezesseis voluntários, oito héteros e oito gays, assistiram à apresentação de cinco imagens de bonitões fotografados de sunga ou samba-canção. Todos eles tiveram duas áreas relevantes do cérebro afetadas: uma relacionada à excitação provocada visualmente e outra relacionada ao esforço para dissimular ou mentir. A diferença é que esta segunda área foi mais estimulada no caso dos heterossexuais.

A propósito de revelações que as empresas preferem guardar para elas, o metrossexualismo já avançou mais do que se imagina. Segundo um insider da indústria de produtos de consumo, 15% de todos os homens nos Estados Unidos depilam suas “partes privadas” – e a tendência é de crescimento. Não é à toa que já há redes de supermercado criando “áreas masculinas”, onde homens em busca de produtos de beleza podem circular à vontade. “De modo similar, a Procter & Gamble hoje procura garantir que os cosméticos para homens e para mulheres sejam expostos em corredores diferentes, de modo que o comprador masculino independente não se sinta desconfortável ou emasculado ao apanhar um creme facial ou um suavizador de olheiras enquanto a mulher a seu lado escolhe um batom”, escreve Martin Lindstrom, um consultor dinamarquês especializado em gestão de marcas, em seu novo livro, Brandwashed (“Truques que as companhias usam para manipular nossas mentes e nos persuadir a comprar”).

US$ 100 bilhões é o tamanho do mercado de data mining, um negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor, de modo a criar possibilidades de persuasão e manipulação

Tops infantis com enchimento –

Depois de explicar o uso da neurociência no mundo da publicidade em Buyology (“A lógica do consumo”, em português sem graça), e entrar na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo, Lindstrom ressurge com uma nova persona literária. Sai de cena o guru do branding. Entra o marqueteiro arrependido, disposto a apontar um dedo, por exemplo, para fabricantes de produtos que, literalmente, viciam. Doritos e Red Bull, claro. Mas até protetores labiais. “Quantas vezes por dia você aplica essa coisa grudenta? Cinco? Dez? Vinte e cinco?” pergunta Lindstrom. “A menos que viva no Ártico, não é possível que seus lábios estejam tão rachados que você precise reaplicar de hora em hora.” Há pelo menos dois culpados pelo vício. O mentol, “um ingrediente não essencial adicionado a muitas marcas de gloss, [que] embora não seja perigoso por si só, pode ser um formador de hábito”, e o fenol, “um ácido carbólico que pode na verdade ressecar nossos lábios ao interferir na habilidade natural das células da pele de produzir sua própria umidade”. Em outras palavras, “quanto mais protetor labial você usa, mais precisa usar”.

Até chegar à idade de se preocupar com lábios ressecados, o consumidor já foi alvo de muitas outras artimanhas. Possivelmente desde a infância – a palavra reconhecida por mais bebês no mundo todo hoje é McDonald’s. Certamente na pré-adolescência. Meninos e meninas estão alcançando a puberdade, em média, um ano mais cedo que nas décadas passadas. E daí? “Bom, puberdade significa produtos – lâminas e espuma de barbear, gel para acne, desodorante”, afirma Lindstrom. De 2007 para 2009, a porcentagem de garotas de 8 a 12 anos que usavam maquiagem no rosto e nos olhos quase dobrou. A Abercrombie – de novo ela – não resistiu à tentação e andou vendendo tops com enchimento para meninas de 8 anos. Pouco sutil? Não, se comparada a uma rede varejista britânica que criou um kit com uma “dançarina do poste” para mocinhas de 10 anos e ainda escreveu no rótulo: “liberte a gatinha sexy que há dentro de você”.

Quando se preparava para lançar a marca Axe, a Unilever mobilizou seus marqueteiros em diversos países para rastrear homens em modo de sedução. Descobriu, por exemplo, que homens pensam em sexo, em média, 32 vezes por dia. Pesquisadores da companhia acompanharam centenas de marmanjos em noitadas de pegação e, com base na observação, definiram seis perfis masculinos: o predador, o talento natural, o homem para casar, o amigão, o novato inseguro e o novato entusiasmado. Com os dois últimos na mira, os publicitários criaram uma campanha nada sutil, mas bastante precisa. Comerciais de TV em que nerds irrecuperáveis eram literalmente atacados pelas garotas mais quentes da balada transformaram Axe na marca masculina de desodorante número 1 dos Estados Unidos em 2006. “Entretanto, o tiro certeiro inicial logo começou a sair pela culatra”, lembra Lindstrom. Axe passou a ser vista como uma marca para moleques cheios de espinhas desesperados para se dar bem com as meninas.

Pastas de dente com atum –

Em Brandwashed, Lindstrom mergulha no “mundo de US$ 100 bilhões do data mining (…), um enorme e rapidamente crescente negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor e então categorizar, resumir e amaciar esses dados, de modo que possam ser usados para nos persuadir e, em algumas ocasiões, nos manipular para que compremos produtos”. Para ter uma ideia da relevância dessa atividade, saiba que o Walmart opera hoje um banco de dados muitas vezes maior que o do governo americano. É graças a ele que a cadeia supermercadista sabe que quem compra uma boneca Barbie tem 60% mais chances de comprar um em três tipos de barra de chocolate. Ou que pastas de dente e latas de atum são frequentemente compradas juntas.

É com esse tipo de dados que se projetam as lojas de maneira a estimular o consumo. Minerando dados de cartões de fidelidade, descobriu-se que consumidores que se movem em sentido anti-horário gastam, em média, dois dólares a mais a cada compra (porque a maioria de nós é destra e tem mais facilidade para apanhar os produtos se a mão direita é que está mais perto das gôndolas enquanto caminhamos). Por isso, a entrada das lojas mais espertas está sempre à direita de quem olha o supermercado de frente.

38% é o quanto crescem as vendas em lojas de
departamento que tocam música romântica

Você talvez já tenha ouvido falar de Muzak, o nome que se dá à popular música de elevador. Pois ela se transformou numa empresa que oferece a varejistas do mundo todo 74 programas musicais renováveis, divididos em dez categorias – o suficiente para criar trilhas sonoras para cerca de 100 milhões de pessoas por dia. Já reparou na preferência dos supermercados por baladas românticas de andamento arrastado? É que consumidores embalados por música lenta compram 17% mais em supermercados e 38% mais em lojas de departamento. Em praças de alimentação, ao contrário, o ritmo é animado. Mais batidas por minuto nos fazem mastigar mais depressa.

Compras virtuais são ainda mais coreografadas. “No ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que uma proporção significativa dos 50 mil sites mais visitados na web estavam engajados de alguma maneira em rastreamento comportamental – com alguns empregando até mesmo uma análise conhecida como ‘farejamento da história’, que remexe nossa navegação passada para descobrir que sites visitamos nos últimos meses ou mesmo anos”, escreve Lindstrom. Não só a nossa. “Não deveria ser surpresa, dado o tempo que a molecada de hoje gasta online, que os mineradores de dados estejam coletando informações sobre crianças a partir de 4 ou 5 anos de idade.” E eles estão dormindo no ponto. De acordo com a AVG, uma empresa de segurança na internet, 92% das crianças americanas já têm uma “pegada digital” antes de completar 2 anos. “É verdade”, afirma Lindstrom. “Vivemos em uma sociedade pós-privacidade.”

– O Risco Refrigerante X Câncer no Pâncreas

Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!

Será que aqueles que gostam da bebida, ao ler tal matéria, mudarão o hábito?

Extraído da Revista Época (site, em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI120768-15257,00.html)

REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.

De acordo Marcos Pereira, que liderou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.

Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer, embora já tenha sido provado que a tese é contraditória. O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. Para Susan Mayne, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é preciso ter cautela com os resultados. “Embora esse estudo aponte esse risco, a conclusão foi baseada em um número relativamente pequeno de casos. Não fica claro se isso é uma associação causal ou não”, diz. “O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. Outras pesquisas relacionaram o câncer de pâncreas à carne vermelha torrada.

O estudo também é questionado por Ang Peng Tiam, diretor médico do Parkway Cancer Center, em Cingapura. “Se, de fato, o açúcar é a causa de câncer de pâncreas, então esse risco deveria ser observado em muitas outras dietas, como, por exemplo, nas pessoas que comem uma grande quantidade de arroz ou doces”, diz. “Eu bebo mais que duas latas de refrigerante por semana e não vou mudar o meu hábito apenas por causa desse relatório”, afirmou Tiam.

O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.

De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.

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– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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– Por que chamamos algumas pessoas de “Doutor” sem terem Doutorado?

Repararam que às vezes tratamos pessoas importantes respeitosamente de “doutor”, sem que tenham feito um curso de Doutorado?

De onde vem esse costume?

A resposta achei num recorte da Revista Superinteressante de Abril.

Abaixo:

“Doutor” vem do latim doctor, que significa “mestre, o que ensina”. Até meados do século 11, designava quem dominava uma área do conhecimento, como professores e teólogosCom a fundação das primeiras universidades na Europa, no fim do século 11, passou a distinguir quem tinha um título acadêmico e estava habilitado a ensinar. Chamar médico e advogado de “dotô” é coisa do Brasil Colonial, quando filhos de ricos iam estudar fora do país. Em 1827, um decreto de D. Pedro 1°, criando cursos de Ciências Jurídicas e Sociais no Brasil, dizia que os formados na área deveriam ser tratados como “doutores”. Já em Portugal, qualquer um com curso superior pode ser chamado de doutor.

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– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Os Golpes de Cartório

O que tem de vigarista por aí, é algo assustador! O golpe da moda é o do CARTÓRIO: alguém te liga de um determinado “cartório” (que não é cartório), diz que seus títulos serão protestados em poucas horas, pede o pagamento imediato para não executá-lo, passa telefones de falsas empresas com golpistas esperando a sua ligação, e acabam tentando garfar uns trocados.

Aliás, trocados?

Nada disso. Trocão! Por 3 vezes recebi tal ligação (cartório de São Paulo, Bragança e Campinas – todos falsos) e nos 3 eu estava “devendo” 7 parcelas de R$ 399,00 a uma empresa de cobrança, todas de nome diferente.

Tome cuidado, pois, mesmo atento, eles são bons de lábia.

Importante: cartório não liga para devedor dizendo que vai protestar…

– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– E quando você só ouve o “Não Posso”?

Qual a sua disponibilidade ao longo da vida para…

  • Passar um tempo com a família;
  • Lutar por um sonho;
  • Rezar e estar em paz com Deus, consigo e com o próximo;
  • Fazer um favor a alguém;
  • Ou pra qualquer outra coisa?

Essa imagem diz tudo e precisamos refletir: por que muitas vezes eu digo “não posso”? Por preguiça, medo, acomodação?

Veja:

– Barrigas de Aluguel via Internet

Não sei se estou preparado para esses novos tempos e métodos de concepção: o de Barrigas de Aluguel.

Confesso que ao ler esse artigo, assustei-me um pouco com a forma comum que tal assunto é tratado. Ou seja, alugar o útero não é novidade!

Veja em: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139363-1.htm

GRAVIDEZ.COM, O COMÉRCIO DE ÚTERO NA INTERNET

Crise financeira e problemas de infertilidade levam dezenas de mulheres a comércio ilegal de gestação

por Alan Rodrigues e Carina Rabelo

A geladeira da casa da paulista Maria Inês de Carvalho, 29 anos, há tempos não conta com alguma variedade de produtos. Fora uma travessa de feijão do dia anterior, um arroz e uma carne moída, apenas se veem garrafas d’água. Na dispensa a situação não é diferente. Ali, as latas vazias comprovam a míngua. Há dois anos, desde que perdeu o marido, Inês e a pequena filha de 6 anos vivem em sobressaltos. Cansada da penúria alimentar e com os cobradores batendo à porta, ela buscou uma solução pouco ortodoxa para resolver sua crise financeira: alugar o próprio útero para pagar as dívidas, que já chegam a R$ 30 mil.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”, diz. Proibida de trabalhar pelo falecido marido desde o início do casamento, ela nunca teve uma atividade profissional. “Não sei fazer nada”, lamenta.

Ela é apenas mais uma no amplo rol das mulheres que buscam a salvação financeira pelo útero. Numa única empresa de anúncios pela internet, outras 800 candidatas a mãe de aluguel colocaram suas barrigas para locação. Inês quer R$ 80 mil para gerar um filho para outra mulher.

Ao contrário dela, a empresária mineira Marlene Santos, 40 anos, não tem problemas financeiros, mas de infertilidade. Em comum entre elas há apenas a angústia. Rica e casada há dez anos, Marlene alterna seus dias entre a solidão e a tristeza em um apartamento luxuoso em Belo Horizonte. Marlene está na estatística de 1% das mulheres brasileiras que nasceram sem o útero. “Gerar um filho é uma graça que eu não pude ter”, lamenta. Para driblar a infertilidade, ela jogou às favas os escrúpulos e, na escolha polêmica, a sua história se cruza com a de Inês. Ela contratou uma barriga de aluguel pelo Orkut – rede social na internet que apresenta dezenas de comunidades sobre o tema. Pelo arrendamento durante os nove meses de gestação, a empresária paga R$ 50 mil, assume todas as despesas médicas, o supermercado mensal e os demais cuidados necessários à grávida.

A paulistana Camila, 21 anos, tem seu nome em uma espécie de book – das mães de aluguel – numa clínica de reprodução assistida, na capital paulista. Ela já alugou seu útero uma vez, há dois anos, e não se arrependeu.

“Peguei o dinheiro e dei de entrada no meu apartamento”, diz. Camila é o tipo de ótima “locatária” nesse mercado. “Entreguei o menino depois do parto, conforme o combinado.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”
Inês de Carvalho, dona-de-casa

Tinha recebido metade do valor assim que se confirmou a gravidez e o resto logo depois do parto”, diz. Loira, bonita e sem vícios, ela resolveu enfrentar tudo novamente.

“Estou desempregada e sem perspectivas”, argumenta. Na primeira vez, Camila encontrou apenas uma página na internet. “Hoje são mais de 18, com 14 mulheres em cada uma”, diz ela, preocupada com a concorrência.

Nem sempre são os contextos dramáticos que mobilizam as mães de aluguel. Ao contrário de tantas mulheres que encaram a gravidez como um estorvo e se apavoram diante dos riscos do parto, as que se dispõem ao serviço gostam de ficar grávidas. E, claro, se encantam com a possibilidade de receber boa remuneração. As transgressões delas se multiplicam no mercado virtual, onde esse comércio clandestino é operado. Basta colocar a palavra-chave ‘barriga de aluguel’ no campo de busca da internet, e os anúncios vêm à tona. Em cada site de classificados, comunidades virtuais e fóruns, surgem de 200 a 800 recados de mulheres disponíveis ao serviço. No texto, elas atraem os compradores com garantias de saúde perfeita, juventude plena e atributos físicos desejáveis. Para tranquilizar o casal, declaram-se “bem resolvidas” quanto à escolha.

O esquema é simples. A mulher coloca o ventre em locação e recebe propostas. O negócio é fechado sem contratos – apenas com o comprometimento das partes. Exames preliminares são feitos para comprovar a saúde da futura gestante, que deverá seguir à risca as recomendações dos pais da criança. A partir do acordo, o óvulo da mãe genética, já fecundado com o espermatozoide do pai, é implantado no ventre da mãe de aluguel. Durante nove meses, nada de bebidas e cigarros ou situações de risco para o bebê. Após o parto, a mãe genética pega o recém-nascido e o leva para casa. “Não quero amamentar para não ter apego”, diz Inês.

Patrícia Amorim, 29 anos, colocou o anúncio na internet em dezembro de 2008 e já recebeu quatro propostas. Ela, que já é mãe de duas crianças, colocou seu ventre em locação por R$ 30 mil, de comum acordo com o marido. “A condição é que seja através de inseminação”, diz a mulher, que recusou há uma semana uma proposta de fecundação através de relação sexual. “Não corro o risco de me apegar à criança”, garante. “Filho dá trabalho. Por que vou querer assumir a responsabilidade por um que não é meu?”, questiona a despachante, que faz malabarismos a cada mês com a limitada renda familiar de R$ 1.090. “Temos o direito de dar uma condição de vida digna para as nossas crianças”, diz ela.

No Brasil, a resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) – o único dispositivo normativo a versar sobre o tema “útero de substituição” – admite a prática somente de forma solidária, gratuita, entre parentes de até segundo grau e mediante prova de que o casal interessado é incapaz de gerar filhos. Mesmo com autorização – e elas são pouquíssimas no País -, a nova família passa anos com ações na Justiça para legalizar o nome de seus filhos. “É necessária a presença do Estado nesse debate para evitar abusos”, entende Margareth Arilha, da ONG Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). O limbo da falta de amparo legal impulsiona as mães de aluguel a migrar da simples clandestinidade à criminalidade. Para burlar a fiscalização dos centros de reprodução humana e do hospital no momento do parto, é comum que muitas delas utilizem documentos falsos para obter o atendimento e o registro da criança com o nome da mãe biológica.

Emperrado na burocracia, o governo anda a passos lentos na tentativa de regulamentar a prática disseminada. Especialistas se dividem. Os católicos são contrários. Médicos defendem que o “útero de substituição” deve seguir as regras do CFM, principalmente no que diz respeito ao grau de parentesco entre as partes. “É importante que elas sejam próximas”, diz o médico Pablo Chacel, corregedor do CFM. “Há muitas questões envolvidas na relação entre a gestante e o bebê. Não conhecemos os impactos sobre uma criança que foi concebida por uma estranha”, afirma Maria do Carmo Borges, vice-presidente da Rede Latino- Americana de Reprodução Humana.

Na área do direito, o entendimento favorece a ampliação das possibilidades da cessão do útero, desde que não se trate de um acordo comercial.

“Deve ocorrer por um ato de solidariedade, com as despesas de saúde e alimentação pagas pela mãe genética”, defende a professora Maria Auxiliadora Minahim, especialista em direito penal e bioética.

Atualmente, raros são os casais inférteis que não pensaram na possibilidade de alugar uma barriga, mesmo que de relance. Entre os interessados estão homens e mulheres que não podem ter filhos – estima-se que eles sejam 18% do total de casais do País, e mulheres que perderam o ventre após a retirada de um mioma – o câncer de colo do útero atinge cerca de 500 mil por ano no mundo. Impossibilitadas de gerar um filho, muitas recorrem às barrigas de aluguel. Outros interessados no serviço são os casais homossexuais em união estável e as mulheres acima dos 40 anos – de 25% a 35% delas se tornam inférteis a partir dessa idade. Essas pessoas encontram na barriga de aluguel a viabilidade para a realização do sonho, mais acessível com a popularização das técnicas de fertilização in-vitro e inseminação artificial. A atriz Sarah Jessica Parker, 44 anos, é um dos exemplos.

O ícone da nova feminilidade no seriado “Sex and the City”, recorreu a uma barriga de aluguel por não conseguir mais engravidar.

O tema se tornou popular no País na década de 90, após a novela “Barriga de Aluguel”, que tratava do conflito entre a mãe genética, interpretada por Cássia Kiss, e a mãe de aluguel, papel de Cláudia Abreu. Recentemente, o assunto voltou à tona na novela “Caminho das Índias” e no seriado “A Grande Família”. Entre os grandes tabus do tema está a possibilidade do apego entre a mãe e o filho biológico e o desconforto entre a criança e a família genética. No entanto, pesquisas revelam que estes dramas são mais comuns nos folhetins do que na vida real. Mães de aluguel não enfrentam problemas emocionais durante ou depois da gravidez. Nem mesmo dilemas ao entregar o filho aos pais que a contrataram. É o que revela a pesquisa da City University, na Inglaterra, onde a prática é legalizada. De acordo com o levantamento, nenhuma das 34 mães de aluguel entrevistadas teve dúvidas ao entregar o bebê. Elas também afirmam manter uma boa relação com os pais contratantes.

Um estudo do Centro de Pesquisa Familiar, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgado em julho de 2008 na Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, revela que famílias constituídas a partir de óvulos doados, inseminação artificial e barriga de aluguel têm o mesmo nível de satisfação e equilíbrio psicológico das constituídas de forma natural. Segundo Polly Casey, autora do estudo, as mulheres que criam filhos a partir de óvulos doados ou barriga de aluguel têm um excelente nível de envolvimento com a criança. “Os dados não surpreendem se levarmos em consideração as dificuldades que estas mulheres enfrentaram para atingir a maternidade”, revela a pesquisadora.

No próximo mês, deverá ser analisada pelo governo na França a proposta de legalização da barriga de aluguel, durante a revisão da lei de bioética. Entre os que apoiam – 61% da população – estão grupos de políticos, médicos, psicanalistas e juristas, que reuniram mais de 300 assinaturas em todo o país para legalizar a prática. Entre os opositores (31%) estão os católicos. A agência nacional de biomedicina – que se propõe a intermediar os contratos entre mães de aluguel e os casais – deverá apresentar o relatório ao presidente Nicolas Sarkozy. Na França, cerca de 100 casais optam pelas barrigas de aluguel a cada ano. Levantamento recente feito pelo Centro de Fertilidade de Berlim, na Alemanha, revela que 63% dos casais inférteis e 44% da população são favoráveis à legalização da barriga de aluguel. Na Índia e em dois Estados americanos, o aluguel do útero é permitido.

“Existe uma tendência mundial de liberalização. O Brasil não pode se omitir ao debate”, diz Margareth Arilha. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, irá ao Congresso Nacional, a convite da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), para debater o tema.

Embora o assunto assuste os mais conservadores e até mesmo aqueles que se esforçam para compreender a escolha pela barriga de aluguel, a prática revela o surgimento de novas famílias. “Se serão melhores ou piores, só o tempo dirá”, diz Maria do Carmo Borges.

– Resiliência em frase curta

Resiliência é resistir às tribulações sem mudar suas características. É passar por desafios, sofrimentos, tormentas e mudanças e resistir a sua essência. É viver fortemente!

Talvez essa curta frase, na imagem abaixo, seja um sábio conselho para alcançar a resiliência:

– Reinventando-se depois dos 50 anos

Leio uma matéria bacana que aborda a transformação dos ideais depois de uma certa idade. É sobre como as pessoas mudam de vida depois dos 50 anos. Ou ao menos, querem mudar!

Aqui, um elenco de exemplos sobre quem conseguiu reinventar-se depois dessa idade. Mas vale pensar: precisamos esperar esse aniversário simbólico ou precisa ser em qualquer época tal mudança de propósitos?

O acesso em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/reinvencao-apos-os-cinquenta-anos/

Celso Loducca, 60, consegue dedicar mais tempo ao seu cachorro Pipoca e à Casa do Saber, seu projeto social (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– É ignorância dizer que usar Maconha não faz mal.

Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.

Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).

Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!

É mole?

POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK

É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:

Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.

Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!

Se o senhor e sua equipe  tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e  demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!

Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e  executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.

Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?

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– Parabéns, Internet! Está ficando velhinha…

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 28 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– As torcedoras do Irã e o direito de frequentarem praças esportivas.

A Copa do Mundo da Rússia, ocorrida há um ano, trouxe novidades comportamentais ao Irã: o entusiasmo pela competição afrouxou as leis locais e trouxe a permissão para que mulheres possam assistir aos jogos de futebol nos estádios. Hoje, em quase todas as modalidades existem torcedores masculinos e femininos nas arquibancadas.

Era comum, pasmem, as iranianas (consideradas as mulheres mais bonitas e corajosas do Oriente Médio) vestirem-se de homem para ir a alguma praça esportiva na modalidade “masculino”, já que a teocracia local condenava a mistura de sexos na torcida. Não seria “adequado” que os trajes esportivos mais agarrados ao corpo fossem vistos por elas; e se praticantes, nem elas que estivessem à mostra para que homens vissem (tal motivo acarretava, por exemplo, que em jogos de voleibol feminino somente mulheres pudessem estar no ginásio torcendo).

Enfim: quantas vezes houve tamanha e desnecessária separação entre as pessoas única e exclusivamente pelo gênero? Mesmo respeitando a cultura e a religião irradiada de Teerã para todo o resto do país, é inadmissível para o mundo moderno hoje que exista tal situação (que ainda ocorre em algumas nações mais radicais).