– Limites não são defeitos. Quais são os seus?

Todos nós temos limites humanos, sejam eles relativos à condição física, emocional, financeira…, entre outras.

Não é nenhum demérito aceitar essas limitações! Ao contrário, é virtude racional, já que cientes deles, não cometemos bobagens.

Precisamos nos cuidar para que o descanso / sono nos recupere para o trabalho vindouro; necessitamos conter gastos para que nossas contas não sejam sacrificadas; carecemos companhia para que o emocional não seja afetado.

Qual é o seu limite, nos diversos aspectos da vida?

– Tenha opinião própria.

Não é porque alguém faz determinada coisa, que você precisa fazer igual.

Tenha personalidade!

Uma boa mensagem, na arte abaixo:

– Como definir o que é Educação?

Curto e grosso, na imagem que segue abaixo, o conceito de EDUCAÇÃO, presenteado pela ótica do saudoso Içami Tiba:

Imagem extraída da Web.

– Quem são as pessoas que você admira?

Cuidado com as pessoas que você deposita admiração!

Leia:

– Mudando seus comportamentos.

Gostei dessa imagem sobre novos e melhores costumes.

Avalie se não são realmente necessários:

– Não desperdice seu talento. Como anda a sua melhor versão de si mesmo?

Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”

Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!

UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES

Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.

A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.

Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.

Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?

Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.

Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.

O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?

Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.

Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.

Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.

O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.

Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.

Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?

A real sobre confiança

Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.

Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.

Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.

Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?

Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.

E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.

Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.

Seja um tolo

Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.

Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.

Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.

Haters

A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.

A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.

Onde está a sua rebeldia natural?

Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.

Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:

Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.

Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.

Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.

Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.

Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.

Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.

Não quero mais ser um bunda-mole.

Boa semana.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Courage Quote By Mokokoma Mokhonoana: “Like alcohol, desperation…”

I’m looking forward to hear your thoughts about it!

Continua em: Courage Quote By Mokokoma Mokhonoana: “Like alcohol, desperation…”

– Autoconfiança: como anda a sua?

Compartilho interessante matéria sobre a autoconfiança: como alguns esportistas a afloraram e usaram os benefícios em suas conquistas – a inteligência motivacional / emocional!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247219_DE+ONDE+VEM+TANTA+AUTOCONFIANCA+

DE ONDE VEM TANTA AUTOCONFIANÇA?

Como a inteligência emocional – além de golpes certeiros – ajuda o campeão Anderson Silva a nocautear adversaries

Por Rodrigo Cardoso

Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado de autoconhecimento e pleno domínio do campo no qual atua. 

Isso ficou claro quando, antes de ele liquidar o oponente, baixou a guarda, encostou o corpo na grade e pediu que Bonnar o golpeasse. Entre uma esquiva e outra, Anderson levou socos no rosto, mas seguiu com a mesma tática. Com o Psicopata Americano a um braço de distância, encontrou brecha, ainda, para, no meio da luta, dizer “calma, calma” ao seu treinador, que, desesperado, gritava para ele não agir daquela maneira. O campeão, porém, não estava se exibindo ou caçoando do oponente. O que se viu ali foi uma demonstração de sabedoria. “Se fosse uma atitude egoica, Anderson iria se dar mal. Mas ele sabia o que estava fazendo. E a autoconfiança surgiu – como sempre ocorre – em um contexto que o sujeito domina”, afirma a professora de neurologia Denise Menezes, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma especialista em neurologia e medicina mente-corpo.

Essa habilidade mental não foi construída com socos em saco de areia ou levantamento de peso. A autoconfiança é uma condição que as pessoas desenvolvem ao longo da sua história. A avaliação das experiências vividas e de metas factíveis traçadas em um plano são o ponto de partida. “Na medida em que uma pessoa passa a ter vitórias na vida, mesmo que modestas, ela se sente reforçada a buscar algo maior”, explica a psicóloga do esporte Katia Rubio, da Universidade de São Paulo (USP). “Foi nesse processo que Anderson se tornou cada vez mais confiante a ponto de sua postura ser tida, inclusive, como uma pré-vitória sobre adversários suscetíveis a uma imagem predeterminada.” 

A vida de Anderson não foi fácil. Aos 4 anos, deixou São Paulo e foi morar com os tios, em Curitiba, porque seus pais não tinham condições de criá-lo. Lá, treinava boxe tailandês sem deixar de cumprir suas obrigações como atendente de uma rede de fast-food, onde trabalhou por sete anos. Do seu tio, um ex-policial, não se esquece do jeito como ele o encarava. É um exemplo clássico de alguém que aprendeu com a vida. Esse processo, segundo a professora Henriette Tognetti Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e Personalidade da USP, potencializa a possibilidade de a autoconfiança surgir. Hoje, Anderson diz perceber no olhar do adversário quando esse titubeia. “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe para onde está indo’”, conta Ramon Lemos, treinador de Anderson. Apesar de ser uma condição psíquica, a autoconfiança pode produzir respostas fisiológicas que deixam o indivíduo ainda mais seguro e hábil, de acordo com o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Anderson tem sua própria avaliação, que pode servir de bússola para os outros. “Acredito que a autoconfiança vem de você acreditar em si mesmo acima de tudo”, disse o lutador à ISTOÉ. “E de muito treino.”

– O Perdão:

O perdão é necessário, sempre.

Perdoe quando te ofenderem.

Perdoe quando te maltratarem.

Perdoe quando forem injustos.

Perdoe, Perdoe, Perdoe.

Mesmo se não pedirem desculpas.

(E isso não é fácil).

– Sempre existirá a necessidade do diálogo entre as pessoas.

Quantas vezes falta o diálogo na vida das pessoas… muitas famílias se desestruturam por esse motivo: falta conversa (e, em muitos casos, falta fé também).

Nessa arte, uma reflexão do saudoso Padre Léo (que, se Deus quiser, em breve será canonizado pela Igreja Católica):

 

– A pressão provoca reações diferentes.

Eu sempre tomo cuidado com as atitudes perante as diversas pessoas: conhecê-las e saber até onde pode-se cobrar algo é fundamental.

Nas empresas, eis uma verdade, na imagem abaixo:

– Precisamos fazer algo diferente?

Caso esteja cansado do seu cotidiano, vale a pena avaliar suas condutas. Um pensamento:

“Se eu não mudar o que faço hoje, todos os amanhãs serão iguais”.
(autor desconhecido).

É isso! Reinvetemo-nos sem medo.

Inovação: o que você precisa saber sobre ações de incentivo

Imagem extraída de: https://certi.org.br/blog/inovacao/

– Precisamos fazer algo diferente?

Caso esteja cansado do seu cotidiano, vale a pena avaliar suas condutas. Um pensamento:

“Se eu não mudar o que faço hoje, todos os amanhãs serão iguais”.
(autor desconhecido).

É isso! Reinvetemo-nos sem medo.

Inovação: o que você precisa saber sobre ações de incentivo

Imagem extraída de: https://certi.org.br/blog/inovacao/

– O preconceito contra as doenças da mente.

Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?

Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.

Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?

Paciência…

Depressão

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Você costuma mentir?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

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– E quem era o privilegiado

Recebi essa foto (abaixo) numa matéria sobre o linguajar do futebol e o que seria bullying ou não entre os amigos. 

Abaixo, é lógico que não existe bullying, mas sim a imagem de dois grandes e espirituosos jogadores de todos os tempos, brincando sobre a cor e a deficiência um do outro.

Fico me perguntando: quem seria o repórter, ao fundo, tão privilegiado que estava ao lado dos monstruosos maiores atletas de futebol da nossa história?

Aliás, reparem em duas coisas: no tamanho do equipamento do jornalista e no fato de que não existia adereço, cabelo pintado, tatuagem ou qualquer vaidade entre os craques não-metrossexuais da época.

Outros tempos…

ATUALIZANDO: segundo o amigo Diogo Ferrreira, a profissional de imprensa do lado é a senhora Jandira Miranda Duarte (conhecida como Chains).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Por que esperar até o Ano Novo para Novos Hábitos?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer em 01 de janeiro?

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Imagem extraída de: https://patricinhaesperta.com.br/sem-categoria/saia-da-zona-de-conforto

– As opções e riscos das decisões.

Das coisas que você opta na vida, elas têm tido um custo aceitável ou você tem sacrificado uma quantidade razoável de bem estar (e que não recuperará)?

Pense nas trocas e nas benesses – pois isso é necessário diariamente.

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– REPOST: Chefes e Mães na sua Rede Social? Uma pesquisa mostra que…

As redes sociais como Facebook e Twitter acabam deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas. Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/625367098239481064/

– Cuidado com a auto-cobrança.

Alguém disse:

“Você tem que ser o melhor para si mesmo, porque o melhor para os outros jamais será suficiente”.

Talvez, em muitas ocasiões, nos cobramos demais em agradar os outros. Mas até para nós mesmos passamos do ponto!

Quantas vezes você deu o seu melhor e achou que não foi suficiente? Já pensou nisso?

Dicas para evitar o excesso de auto-cobrança:

Extraído do Facebook da Psicóloga Susana Loyola, em: https://www.facebook.com/psicologasusanaloyola/photos/a.703880246617399/1134907456848007/?type=3

– O WhatsApp te traumatiza?

E o pior é que essa mensagem se tornou uma verdade nos dias atuais… Leia abaixo e se pergunte: há momentos que você fica bronqueado com o WhatsApp?

Veja só: 

– A preocupação dos pais com as doenças emocionais dos filhos: o que fazer?

Recebi esse vídeo como “material divulgado pelo Mackenzie aos pais de alunos”. Não procede a origem, não é do Mackenzie. Mas o conteúdo é excelente!

O que os pais devem fazer para a Saúde Mental dos filhos?

Aqui: https://youtu.be/gjZIGyTCbek?si=0zdwjcg1E7s5_17l

– Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida.

Alerta de gatilho: este artigo contém informações relacionadas a suicídio e suicidologia e pode conter gatilhos inadequados para quem está …

Continua em: Setembro Amarelo: por uma relação com o trabalho que valorize a vida

– Feliz Onomástico de Miguel, Rafael e Gabriel.

Hoje é meu onomástico! E que dia é o seu?

Explico: o onomástico celebra o santo do qual uma pessoa recebeu o nome, confiando-se à sua proteção.

Lembrando: em 29/09 celebra-se, entre outros arcanjos, São Rafael.

Portanto, nessa data, no qual recorda-se também São Miguel e São Gabriel, é Onomástico de todas as pessoas chamadas Rafael, Miguel e Gabriel.

– Confiança versus Arrogância.

Não faça com que a sua confiança seja confundida com a arrogância.

Quer a dica? Aqui:

– Quando as Redes Sociais cansam!

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?

Pra quê?

Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!

Novamente: pra quê?

Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.

Uma derradeira vez: pra quê?

Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?

E você: por quê está? Precisa mesmo delas?

Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!

Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Resultado de imagem para Redes Antissociais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Como buscar a felicidade?

Roberto Shinyashiki, em entrevista (perdoem-me por não achar a correta citação, mas vale a mensagem) foi questionado:

“Qual o jeito certo para se fazer as coisas em busca da felicidade?”

Respondeu ele:

“Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.”

E aí: concorda com ele ou não?

Análise da redação para a proposta sobre felicidade | Guia do Estudante

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Mente Fechada e Mente Aberta.

O que dizer desta perfeita imagem? Precisamos sempre estarmos abertos ao aprendizado, críticas e elogios. Veja e conclua: somos, em muitos momentos, “parcialmente abertos ou fechados”?

Abaixo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.

– Extravasar é importante.

Como você extravasa seus problemas?

Alguns correm e mandam pelo suor suas pendengas.

Outros gritam, choram, emocionam-se.

Há ainda aqueles que se deixam levar pelas bebidas e pelas drogas.

Eu, por exemplo, escrevo.

E você, como extravasa?

 

Imagem extraída da Web

Continuar lendo →

– As diferenças sociais e a responsabilidade em ajudar:

Uma imagem com 4 situações, que instiga: como ajudar sem ser injusto com os demais?

De quem é a responsabilidade?

Vide:

– Você está aberto a mudanças?

Mudar o comportamento (para melhor) é fundamental!

Algumas simples dicas para isso:

– REPOST: A falta de interação no Home-Office nos deixa menos criativos.

Um problema dos tempos pandêmicos: a falta de contato real com as pessoas, a menor interação social no trabalho, na escola ou na comunidade, traz a menor criatividade.

Uma abordagem, extraída de: https://exame.com/bussola/o-trabalho-remoto-nos-deixa-menos-criativos-o-motivo-falta-de-interacao/

O TRABALHO REMOTO NOS DEIXA MENOS CRIATIVO

Usando as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas.

Por Flavia Rezende*

Tenho ouvido de muitos colaboradores com quem trabalho a reclamação sobre a dificuldade de criar. O desafio é colocado vez ou outra em conversas e feedbacks, com a constatação de que o bloqueio criativo se deve ao home office. Outros fatores normalmente mencionados são o excesso de tarefas, a comunicação excessiva por aplicativos de mensagens e videoconferências longas e maçantes, que não permitem que o profissional dedique tempo para cultivar novas ideias.

Essa percepção não está totalmente errada. As conexões pessoais são fundamentais para estimular a inventividade. A polinização cruzada é uma metáfora usada por alguns profissionais para tratar do assunto. No processo que ocorre na natureza, o pólen é levado de uma flor para a outra, gerando frutos e sementes.

O mesmo acontece no trabalho, por meio da troca de ideias. Nesse ambiente de aprendizado contínuo, muitas vezes, a criatividade surge espontaneamente, em reuniões, almoços e cafezinhos. Usando ainda as flores como exemplo, algumas pessoas “murcham” ao trabalharem sozinhas, o que também impacta na capacidade de criar e na satisfação com a profissão.

Mesmo depois de quase um ano e meio em casa, derrubar algumas barreiras impostas pelo isolamento segue sendo um desafio. Uma forma de superar a distância é manter a rotina de comunicação que existia no ambiente presencial. Propor conversas individuais com seus pares para alinhamentos corriqueiros ou repassar as tarefas do dia logo pela manhã e ao final do expediente com seu gestor.

Usar o telefone para manter a proximidade com sua equipe também pode ser uma solução para evitar a solidão – e quem sabe uma forma das gerações Y e Z perderem o medo de atender ligações. Essas conversas servem tanto para expandir ideias e compartilhar desafios, quanto para solucionar problemas. Mensagens de texto e e-mails soam mais formais e podem atrasar a resolução da questão. Uma ligação de cinco minutos será mais eficiente.

Para os gestores, vale considerar a realização de reuniões semanais com toda a equipe para descompressão e conversas mais “soltas”. Alguns times apostam ainda no happy hour virtual após o horário de trabalho. Nesse caso, é importante permitir que a participação seja opcional.

Cultivar esses hábitos é fundamental para manter relacionamentos, mas também para ter visibilidade do que está acontecendo e permitir que os outros saibam sobre o andamento dos seus projetos. Uma comunicação eficiente auxilia não só no despertar da criatividade, mas também na percepção que os demais têm sobre o seu trabalho, um fator sempre importante no ambiente corporativo.

*Flavia Rezende é Sócia-Diretora da Loures Comunicação

Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.

Imagem extraída de: https://contabilidadegemeos.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-trabalho-remoto/

IN ENGLISH –

A problem of the pandemic times: the lack of real contact with people, less social interaction at work, at school, or in the community, leads to less creativity.

An approach, extracted from: https://exame.com/bussola/o-trabalho-remoto-nos-deixa-menos-criativos-o-motivo-falta-de-interacao/

REMOTE WORK MAKES US LESS CREATIVE

Using flowers as an example, some people “wither” when they work alone.

By Flavia Rezende*

I have heard many collaborators I work with complain about the difficulty of being creative. The challenge is brought up every now and then in conversations and feedback, with the observation that creative block is due to working from home. Other factors normally mentioned are an excess of tasks, excessive communication through messaging apps, and long and boring video conferences that do not allow the professional to dedicate time to cultivating new ideas.

This perception is not entirely wrong. Personal connections are fundamental to stimulating inventiveness. Cross-pollination is a metaphor used by some professionals to discuss the topic. In the process that occurs in nature, pollen is carried from one flower to another, generating fruits and seeds.

The same thing happens at work, through the exchange of ideas. In this environment of continuous learning, creativity often arises spontaneously in meetings, lunches, and coffee breaks. Still using flowers as an example, some people “wither” when they work alone, which also impacts their ability to create and their satisfaction with their profession.

Even after almost a year and a half at home, breaking down some barriers imposed by isolation remains a challenge. One way to overcome the distance is to maintain the communication routine that existed in the in-person environment. Propose individual conversations with your peers for routine alignments or review the day’s tasks with your manager in the morning and at the end of the day.

Using the phone to maintain proximity with your team can also be a solution to avoid loneliness—and perhaps a way for generations Y and Z to lose their fear of answering calls. These conversations serve both to expand ideas and share challenges, and to solve problems. Text messages and emails sound more formal and can delay the resolution of the issue. A five-minute call will be more efficient.

For managers, it’s worth considering holding weekly meetings with the entire team for decompression and more “casual” conversations. Some teams also rely on a virtual happy hour after work hours. In this case, it is important to allow participation to be optional.

Cultivating these habits is fundamental not only to maintaining relationships, but also to having visibility of what is happening and allowing others to know about the progress of your projects. Efficient communication helps not only in awakening creativity, but also in the perception that others have of your work, a factor that is always important in the corporate environment.

*Flavia Rezende is Partner-Director at Loures Comunicação

This is content from Bússola (Compass), a partnership between FSB Comunicação and Exame. The text does not necessarily reflect the opinion of Exame.

– Uma incômoda verdade: somos reféns da Internet.

Cada vez mais, dependemos da Web para as coisas diárias: tanto nas profissionais, quanto nas facilidades dos serviços diários.

O problema passa a ser: e quando não conseguimos mais sair do mundo virtual, nos prendendo à Internet e esquecendo da vida real?

Vale para nossa reflexão: o quanto estamos presos nos celulares e computadores, clamando liberdade?

Aliás: saímos fácil das redes sociais e desligamos com tranquilidade os equipamentos eletrônicos, ou… esperamos sempre um “pouquinho a mais”?

Acesso à Internet Wi-Fi Ícones do computador Rede de computadores, wifi em casa, rede de computadores, ângulo png | PNGEgg

Imagem extraída da Web

IN ENGLISH –

More and more, we depend on the Web for daily things: both for professional tasks and the convenience of daily services.

The problem becomes: what about when we can no longer leave the virtual world, getting stuck on the internet and forgetting about real life?

It’s worth reflecting on: how much are we trapped in our phones and computers, all while claiming freedom?

In fact: do we leave social media easily and calmly turn off our electronic devices, or… do we always wait for a “little bit more”?

– Depressão não é frescura.

Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:

(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO

Por Gustavo Amorim

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.

Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.

Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.

A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.

Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.

Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.

A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.

Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.

O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.

Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.

Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.

Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.

Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

Depressão não é frescura! | GPET Física

Imagem extraída de: https://www3.unicentro.br/petfisica/2018/04/02/depressao-nao-e-frescura/

– Good at Studies but Bad at Work: Why Some Are Struggling at Work After Graduating.

For years, people have thought that doing well in school means you will have a great career. Students who get high grades are often seen as smart and…

Continua em: Good at Studies but Bad at Work: Why Some Are Struggling at Work After Graduating