– Ir ou não para Santos? As vantagens e desvantagens… Beleza e Descanso versus Trânsito, Maconha e Sujeira

Estive descansando em Santos/SP dias atrás. Apesar do clima aprazível, algumas coisas me incomodaram muito.

Claro, o trânsito absurdo em direção ao Litoral incomoda, mesmo em horários e dias alternativos. Mas as duas coisas principais: sujeira e drogas!

Os dejetos nas ruas da cidade são demais! Contrasta com a beleza dos jardins. São pouquíssimas lixeiras públicas e os moradores deixam o lixo nas calçadas esperando o lixeiro – no chão mesmo, atrapalhando os pedestres.

Sem contar com a imundice da praia, pelo excesso de turistas mal educados (com dor no coração que digo isso, pois depois de Jundiaí, minha segunda casa é lá).

As drogas, então… é constrangedor dividir o espaço com os usuários que lá circulam. Se você vai a noite, pela orla os maconheiros estão aos montes. E se você vai correr na areia esperando o sol nascer, ali ainda estão! O fedor é muito forte, chega a impedir o ar puro e a brisa do mar.

Triste. Adoro Santos. Mas a sujeira e a maconha são os pontos negativos de lá!

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– A falta de compaixão ao próximo, a inconsequência e o egoísmo: o caso do falso estupro do motorista do Uber

Repercutiu muito nesse último final de semana a notícia de que um motorista de Uber houvera estuprado uma passageira no percurso entre o Maxi Shopping Jundiaí e sua residência.

A vítima prestou queixa, mostrou peças de roupas rasgadas, teve a solidariedade das amigas e divulgou-se a foto do motorista. A prisão do homem foi decretada, acompanhada de escracho público e violência contra a família do próprio trabalhador, acusado do horrendo crime.

E não é que a Polícia conseguiu descobrir que era tudo mentira?

O motorista – um honesto e inocente trabalhador – foi vítima de uma vigarista. A jovem (que é lésbica) terminou seu relacionamento com sua namorada. Para chamar a atenção da sua ex-parceira, inventou uma situação onde foi vítima de violência sexual por parte de um homem. E sua fantasia virou realidade no mundo que criou, prejudicando deveras um pai de família.

O que fazer? Como fica o prejuízo deixado à real vítima, o motorista? As moças que divulgaram os cartazes dele pedirão desculpas na mesma proporção? A “falsa estuprada” pensou nas consequências?

Extraído de: https://jr.jor.br/2020/01/21/jovem-mentiu-sobre-estupro-de-motorista-do-uber/

JOVEM MENTIU SOBRE ESTUPRO DE MOORISTA DO APLICATIVO

Uma jovem de 18 anos, que denunciou na Polícia de Jundiaí um motorista de aplicativo pela prática de estupro, mentiu sobre as acusações.

O caso foi esclarecido pela equipe da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí.

A jovem foi indiciada pela delegada Renata Yumi Ono por falsa comunicação de crime, denunciação caluniosa, fraude processual e vai aguardar em liberdade a decisão da Justiça.

A equipe da investigadora Lilian trabalhou muito para desvendar esse caso, porque a suposta vítima tinha “produzido” elementos para enganar a todos, como as roupas rasgadas e peças íntimas sujas de sangue e chamou uma amiga como “testemunha” de que tinha sido violentada.

Desde sábado a Delegacia da Mulher buscava provas para saber o que realmente tinha ocorrido. Até ordem de prisão contra o motorista foi expedida e amigas da jovem espalharam foto do motorista como “procurado” por estupro nas redes sociais.

Ela contou que o acusado tinha ido em frente de sua casa com um Corsa ou Celta preto e a levou para matagal, onde estuprou e fez atos libidinosos, rasgando suas roupas.

O rapaz tentou obter imagens que provavam a sua inocência. Uma das câmeras de condomínio registrou a saída dele no horário em que a moça disse ter sido estuprada. Mas a segurança informou que entregaria à polícia só com ordem da Justiça.

Graças à equipe da DDM ele pode respirar aliviado e tentar voltar ao trabalho.

“A casa caiu”

Diante de vários conflitos nas informações da jovem e nas versões dos familiares do acusado, que garantiam a inocência do motorista do Uber, a jovem foi chamada para voltar na Delegacia para novo depoimento e caiu em conflitos.

No final acabou confessando que ‘inventou’ tudo e o motorista era inocente.

O único problema real que teve com ele foi a divergência em pagamento de uma corrida até o Maxi Shopping, de R$ 15,30.

A jovem disse que inventou o estupro para chamar a atenção da namorada, porque ela a deixou.

Agora a jovem terá de aguardar a decisão da Justiça sobre o seu futuro. A família do rapaz informou ao “Jornal da Região” que pretende processar a moça, também.

Ele teve de desaparecer, porque algumas pessoas o ameaçavam.

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– Amigo fiel

Você tem cachorro? É muito bom ter um, não?

Mas reflita:

  • O que será que se passa na cabeça de um animalzinho de estimação?
  • Quais seriam suas preocupações?
  • Por quê ele faz determinadas coisas / seus propósitos / comportamentos diversos?

Não importa. Certamente, esse olhar desconfiado (como o da foto) sempre será a favor do seu dono! De todos os animais, certamente o cão é o verdadeiro amigo fiel!

 

– Por quê os Casais Brigam?

Uma interessante pesquisa mostra que os casais brigam quase 1 vez por dia durante o ano todo.

Acho o número exagerado, mas as razões levantadas, tanto por homens quanto por mulheres, são, digamos, conhecidas por todos!

Olhe, abaixo, o ranking dos motivos de brigas (masculino e feminino).

Extraído de: http://g1.globo.com/mundo/noticia/201/01/casais-brigam-312-vezes-por-ano-diz-pesquisa-britanica.html

CASAIS BRIGAM 312 VEZES POR ANO, DIZ PESQUISA

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha com 3 mil pessoas indicou que os casais brigam em média 312 vezes dias por ano – principalmente às quintas-feiras por volta das 20 horas, por dez minutos. O levantamento, encomendado por um varejista online de artigos e peças para banheiros, sugeriu que a esmagadora maioria das brigas se origina de motivos banais, como deixar pelos na pia, entupir o ralo do chuveiro com cabelo e “surfar” entre canais de TV.

“Todos os casais brigam, mas ver o quanto eles discutem por causa de coisas simples, como as tarefas domésticas, nos faz abrir os olhos”, disse o porta-voz sobre a pesquisa, Nick Elson.”Parece muito tempo perdido em bate-bocas, independente de quão irritante sejam os hábitos.”

As razões dadas por homens e mulheres refletem algumas já conhecidas e proclamadas diferenças no comportamento dos sexos. Enquanto elas reclamam que os parceiros não trocam o papel higiênico quando terminam de usar o aparelho sanitário – nem abaixam a tampa -, eles ficam nervosos quando as parceiras demoram para ficar prontas e reclamam sobre as tarefas domésticas.

Deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa após o chá ou café também são razões citadas por ambos os sexos para as brigas. Oito de cada dez entre os três mil adultos britânicos pesquisados disseram ser obrigados a limpar, constantemente, a sujeira do outro.

E se as mulheres ficam mais frustradas com os hábitos dos parceiros, a pesquisa indicou que são eles que mais vêem nas razões banais motivos para uma separação. Um quinto dos homens entrevistados disseram considerar essa opção em consequência das dificuldades de convivência.

A seguir, os hábitos que mais irritam as mulheres:

1. Deixar pelos na pia
2. Deixar a privada suja
3. “Surfar” entre canais de TV
4. Não trocar o rolo de papel higiênico
5. Não abaixar a tampa da privada
6. Deixar as luzes acesas
7. Xícaras sujas pela casa
8. Toalhas molhadas no chão ou na cama
9. Acumular pertences
10. Não dar descarga

E os hábitos que mais irritam os homens:

1. Demorar para ficar pronta
2. Reclamar que ele não faz nada
3. Deixar as luzes acesas
4. Entupir o ralo do chuveiro com cabelo
5. Acumular pertences
6. Encher a lata de lixo além da capacidade
7. Deixar lenços de papel pela casa
8. Xícaras sujas pela casa
9. ‘Surfar’ entre canais de TV
10. Assistir a novelas.

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– O que um patrão deseja do seu empregado?

Essa deu na Veja de 18/01/2017 (O QUE QUEREM OS EMPREGADORES?, pg 18): Empresários e executivos de grandes empresas foram questionados a fim de um levantamento sobre “desejos e comportamentos favoráveis de empregados candidatos à vagas de emprego”. Assim, os chefes dizem que:

– 57% vasculham perfis dos candidatos nas redes sociais;

– 93% tiram pontos de quem se veste de forma desleixada;

– 37% resistem a empregar um profissional com tatuagens visíveis;

– 66% consideram mais difícil achar força de vontade que boa formação;

– 83% evitam contratar quem já foi internado por abuso de álcool ou drogas.

E aí: há muita lógica / exatidão nessas características desejadas?

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– Reflita se você não se fanatizou por algo!

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.

É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!

Fica a dica! Abaixo outra:

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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– Borboletas ou Jardins?

Mário Quintana foi um dos grande poetas do nosso país. E uma de suas belas citações é:

“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Belo e profundo. Interprete como você quiser.

Trabalhar paciente e corretamente para o sucesso/ felicidade pode ser um desses entendimentos.

Ou não?

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– A Covardia da Distribuição de Remédios Falsos

É para chorar de tanta tristeza. O texto mostra com clareza a maldade humana: sobre a distribuição de remédios falsos aos pobres da África!

Extraído de:

https://www.istoedinheiro.com.br/medicamentos-falsos-um-negocio-rentavel-e-mortal-na-africa/

MEDICAMENTOS FALSOS, UM NEGÓCIO RENTÁVEL E MORTAL NA ÁFRICA

A África se tornou um centro neurálgico para os traficantes de medicamentos, de vacinas a antirretrovirais, um negócio muito lucrativo mas que provoca centenas de milhares de vítimas.

O volume de negócios gerado por produtos médicos falsos é estimado em ao menos 10% ou 15% do mercado farmacêutico mundial. 

Um valor que poderia chegar a 200 bilhões de dólares, segundo dados do Fórum Econômico Mundial (WEF), um número que quase triplicou nos últimos cinco anos.

“Para vender medicamentos falsos é preciso ter clientela. E no continente africano há muito mais doentes pobres que no resto do mundo”, explica à AFP o professor francês Marc Gentilini, especialista em doenças infecciosas e tropicais e ex-presidente da Cruz Vermelha francesa.

Segundo ele, as vacinas que há alguns anos foram distribuídas no Níger para frear uma epidemia de meningite — uma doença que a cada ano mata milhares de pessoas neste país pobre da região do Sahel — eram falsas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que um de cada dez medicamentos no mundo é falso, um número que pode alcançar sete em cada dez em alguns países, em particular africanos.

O tráfico está às vezes nas mãos de autoridades corruptas da saúde pública, que compram produtos falsos a bons preços na China e Índia, os principais fabricantes, e depois os revendem.

Ao menos 100.000 pessoas morrem a cada ano na África por utilizar medicamentos falsos, segundo a OMS.

Só em 2013, 122.000 crianças de menos de cinco anos morreram nos países da África subsaariana por tomarem medicamentos falsos contra a malária, segundo o American Journal of Tropical Medecine and Hygiene.

“É um crime duplo, de saúde e social, porque matam doentes e doentes pobres”, afirma Gentilini.

– Mais rentáveis que a droga –

Em agosto de 2017, a Interpol anunciou o confisco de 420 toneladas de produtos médicos de contrabando em uma macro-operação em sete países (Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Nigéria e Togo). 

“O negócio da falsificação de medicamentos é o primeiro na lista dos tráficos ilícitos”, explica Geoffroy Bessaud, diretor da coordenação antifalsificação do grupo farmacêutico francês Sanofi. 

Segundo o WEF, este negócio gera mais lucros que o tráfico de maconha.

“Um investimento de mil dólares pode gerar até 500.000 dólares, enquanto o mesmo investimento no tráfico de heroína ou de moedas falsas gera 20.000 dólares”, acrescenta.

– “Temos de tudo!”-

Em maio de 2017, as autoridades da Costa de Marfim incineraram 40 toneladas de medicamentos falsos confiscados em um bairro de Abidjan, onde está instalado o maior mercado de medicamentos ao ar livre do oeste da África, que representa 30% das vendas de medicamentos no país.

Ao entrar no “Roxy”, o apelido deste mercado clandestino, a primeira coisa que se ouve são as vendedoras assegurando que têm “de tudo”.

“Muitas pessoas vêm com suas receitas médicas para comprar aqui, e também os proprietários de clínicas privadas”, explica Fatim, uma vendedora, sentada em frente a uma enorme bacia cheia de produtos farmacêuticos.

Embora se negue a dizer de onde procedem, assegura que as vendedoras têm um “sindicato” e que se reúnem para “regular” o mercado. 

“Os policiais nos incomodam, mas eles mesmos vêm comprar medicamentos”, explica Mariam, outra vendedora.

Na Costa do Marfim, a primeira economia da África francófona, o setor farmacêutico legal sofre a cada ano perdas de entre 40 e 50 bilhões de francos CFA (entre 60 e 76 milhões de euros), segundo dados do Colégio de farmacêuticos do país.

Diferentemente do tráfico de estupefacientes, a falsificação de medicamentos só é considerada um delito contra a propriedade intelectual, de modo que atrai muitos traficantes.

Enquanto grandes grupos, como o Sanofi, lutam contra o fenômeno – 27 laboratórios clandestinos foram desmantelados em 2016 -, os países pobres não têm meios suficientes para isso.

Os governos africanos têm outras muitas preocupações e “não podem pôr agentes alfandegários e policiais para lançar um contra-ataque eficaz”, ressalta Gentilini, chefe de serviço no hospital Pitié Salpêtrière de Paris.

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Caminhão de medicamentos ilegais é descarregado em Abidjan, em 10 de março de 2017 – AFP/Arquivos

– A Lei que proíbe descartáveis em São Paulo é a ideal? Onde entrou a preocupação com a Educação?

Foi sancionada a Lei da Proibição dos Descartáveis na Capital Paulista, onde além dos canudos plásticos, também copos, talheres e pratinhos estarão proibidos, dentre outras coisas

Concordo com as causas ambientais, defendo o meio-ambiente, mas… será que não seria a melhor opção a Educação somada com a Coleta Seletiva?

Temo muito quando leio “proibição” e “lançamento de produtos alternativos”. O medo é que alguém possa estar faturando em cima, ao invés da real preocupação ecológica.

Mas o que vale discutir é: será que a medida ideal é essa? Imagine o custo em buffets, restaurantes e outros estabelecimentos com água e detergente (e que deverá ser repassado, irremediavelmente). Aliás, não estaríamos discutindo a troca de um tipo de poluição (plásticos) por desperdício de água e poluentes químicos, ao invés de investir na Conscientização e Educação Ambiental?

Os valores financeiros gastos serão infinitamente menores se forem investidos em formação desde já e nos alertas para a necessidade dos descartes corretos de produtos de materiais recicláveis. Afinal, as crianças são as herdeiras do planeta e, como sabemos, os recursos naturais escassos. Nada disso seria necessário se todos fizessem sua parte…

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– Marrentos Precoces do Futebol

Escrito em 2013, republicado hoje por ser oportuno! Abaixo:

SÓ TEM ROMÁRIO?

Fico boquiaberto com a marra de alguns dos garotos da Copa SP. Muitos atletas de time grande “acham que jogam muito”, fazem “caras e bocas” para a TV, e, pior: dão trabalho para a arbitragem.

Não estou generalizando, mas é uma constatação verdadeira: o que tem de Sub19 querendo colocar o dedo na fuça dos árbitros, é impressionante! E o pior é que alguns juízes aceitam tal comportamento.

Corroboro o que meu sábio pai comentou sobre tal fato:

– se hoje essa molecada se comporta desse jeito, imagine daqui a 3 anos, com dinheiro e fama?

Penso que, além de profissionais do futebol como treinadores e preparadores físicos, esses garotos precisam também de psicólogos, orientadores vocacionais e educadores. Afinal, essa idade é um passo delicado na vida deles.

Em tempo: Romário, o craque brasileiro que fazia da pequena área sua diversão, era muito marrento. Mas um marrento para o adversário, pois nunca vi ato de indisciplina do Baixinho contra árbitro algum (aliás, tenho vários testemunhos de árbitros que apitaram o Vasco e se impressionaram como Romário só queria jogar bola, mesmo famoso como já era).

– As Gordoréxicas

Um interessante tema foi tratado dias atrás: o distúrbio de imagem onde as pessoas se recusam a aceitar que estão gordas: a gordorexia. Ela é exatamente o contrário da aneroxia! Aliás, a matéria fala sobre outros distúrbios: a Tenorexia (exposição ao sol), Alcoolrexia (bebida) e Vigorexia (exercícios físicos).

Compartilho abaixo. Clique acima do título para citação (matéria da IstoÉ).

AS GORDORÉXICAS

Neste novo distúrbio de imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso

por Cláudia Jordão

A empresária britânica Sara Bird, 45 anos, é um caso a ser estudado, literalmente. É da natureza feminina, independentemente de suas medidas, se olhar no espelho e se achar acima do peso – dois ou três quilos que sejam. Com ela, a história foi outra. Sempre que via seu reflexo, achava que estava com um corpo ótimo. Só que, há cinco anos, quase por acaso, ela descobriu que pesava 123 quilos. A revelação se deu durante uma consulta médica, quando foi convidada a subir na balança – aparelho que não encarava havia anos. “Eu sabia que não era magra”, disse ela à IstoÉ. “Mas nem de longe imaginava estar 30 quilos acima do meu peso.” Ao chegar em casa, arrasada com o diagnóstico, Sara tirou toda a roupa e se obrigou a enfrentar o espelho. “Fiquei paralisada, extremamente chocada”, conta. “Ao mesmo tempo que as anoréxicas parecem um pirulito, com aquela cabeçona e aquele corpinho, eu parecia um pirulito às avessas, com aquele corpão e aquela cabecinha.”

Como Sara pôde estar tão equivocada? Depois de muito se perguntar, pesquisar e consultar especialistas, ela chegou à conclusão de que sofria de uma espécie de anorexia invertida. Da mesma forma que um anoréxico se olha no espelho e se vê gordo, mesmo estando excessivamente magro, ela se enxergava magra, mesmo sendo extremamente gorda. A esse distúrbio de imagem ela deu o nome de fatorexia, ou gordorexia, numa tradução livre. “Quando eu me olhava no espelho, eu via um rosto atraente, com uma pele impecável e cabelos perfeitos. Estava sempre de unhas feitas e usava sapatos charmosos e roupas elegantes”, diz ela. Sara, no entanto, raramente buscava o seu reflexo em espelhos de corpo inteiro – bem diferente do que fazem os anoréxicos típicos – e costumava usar roupas de elástico na cintura. “Eu vinha de 20 anos de dietas, convivia com o efeito ioiô e tinha uma ideia equivocada do meu peso porque, inconscientemente, fugia desse assunto.” Sua experiência resultou no livro “Fatorexia – What do You See When You Look at Mirror?” (Gordorexia – O Que Você Vê Quando Olha no Espelho?). Lançada no mês passado no Reino Unido – sem previsão de chegada ao Brasil –, a obra esgotou das prateleiras em três semanas e uma segunda edição já está chegando às livrarias.

O objetivo de Sara ao publicar o livro era chamar a atenção da comunidade médica e de pessoas com experiências semelhantes à dela para que seu distúrbio de imagem fosse estudado e catalogado clinicamente. E ela está conseguindo. Até o momento, a gordorexia ainda não encontra respaldo científico, pois nunca se pesquisou a fundo tal questão. No entanto, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ, ela é plausível. “todas as questões que envolvem imagem corporal ainda são muito novas para a medicina”, explica o psiquiatra Táki Cordas, coordenador do Ambulatório de transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “É, provavelmente, mais um distúrbio de imagem que surge no mundo contemporâneo”, diz Gisele Prado, psicóloga do Centro de Cirurgia da obesidade do Hospital Israelita Albert Einstein. Além da anorexia nervosa, a única reconhecida como doença pela organização Mundial de Saúde (oMS), há outros transtornos, fenômenos mais recentes que começam a receber atenção da medicina (leia quadro). todos eles têm o componente do distúrbio de imagem em comum e podem ser amenizados com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental. Mas só a anorexia pode levar à morte.

Durante os cinco anos em que se debruçou sobre o assunto, Sara afirma ter conversado com centenas de pessoas que viveram experiências semelhantes. “Em sua grande maioria, eram mulheres que evitavam o espelho e descobriram estar obesas depois de um longo tempo de ilusão”, conta. A americana Shelley Bowman não conhece a autora, mas se encaixa perfeitamente no perfil. Em maio de 2008, no mesmo dia em que decidiu eliminar seus muitos quilos a mais, ela lançou o blog My Journey to Fit (Minha Jornada ao Emagrecimento). Nove meses depois, muito antes de Sara lançar o seu livro, Shelley postou na sua página uma reflexão com o título “fatorexia” (ou gordorexia). Coincidentemente, a americana teve o mesmo insight que a britânica ao descrever sua experiência com o espelho. Ao se deparar com uma fotografia sua, junto de sua bicicleta nova, tirada à época pelo marido, a ficha de Shelley caiu. “Eu sabia que estava acima do peso, tanto que havia iniciado um combinado de dietas e exercícios, mas não tinha noção de que era tão grande! Acho que os espelhos estão enfeitiçados… ou eu sofro de gordorexia”, escreveu na época no blog. Shelley levou um ano e seis meses para perder 45 quilos. Hoje, pesa 69 quilos, mas ainda não confia no seu reflexo. “Tenho medo de não estar vendo o que de fato sou”, diz.

Sara acredita que o reconhecimento da gordorexia como distúrbio de imagem – ou até mesmo como doença – ajudaria outros obesos a encarar a sua situação e a se tratar. “Sem saber que estava tão gorda, eu não tinha amarras à mesa, comia demais, e sem culpa”, diz. Atualmente, ela pesa 112,5 quilos. Desde a constatação de sua obesidade, não perdeu o peso que precisa, mas agora tem consciência de suas medidas e as vigia. “Há dois anos peso a mesma coisa e isso é uma grande vitória para mim”, diz. Como se vê, conhecer o problema é o primeiro passo para solucioná-lo.

– A regra é diferente, mas não importa!

Não é nenhum estudo de caso das Leis do Jogo, mas apenas compartilho para observação e aplausos ilimitados:

– Na Turquia, em um campo adaptado e regras diferentes, tivemos uma partida entre AMPUTADOS!

Assista o vídeo e tente não se impressionar. É impossível não admirar esses atletas e a sua superação. Abaixo:

 

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 4 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

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