– O poder do perdão!

Não sei quem disse esse sábio pensamento, mas vale a pena vivê-lo:

  • O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso.
  • O primeiro a perdoar é o mais forte.
  • O primeiro a esquecer é o mais feliz!

Perfeito! Perdoar só da boca para fora e reavivar uma ferida vez ou outra não é perdão pleno e faz com que tenhamos perenes mágoas.

Você perdoa com que regularidade? Mais ainda, reflita: e é fácil?

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– Por quê esperar até o Ano Novo para Novos Hábitos?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer em 01 de janeiro?

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– Misturando Drogas: Ecstasy, Cocaína e Remédios. A Imprudência e a Idiotice de Jovens desloucados!

Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml

MÚSICA, SEXO E LOUCURAS

Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids

por Kalleo Coura

Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.

Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.

Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.

Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.

Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.

A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.

Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.

São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

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O perigo é ser disponível

O psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.”

As drogas sintéticas podem viciar?
Todas as drogas sintéticas podem viciar, mas nem todas têm o mesmo potencial nesse sentido. Embora as razões não estejam claras, a maior parte das pessoas não se vicia em alucinógenos como ecstasy e LSD, por exemplo.

O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê?
Os opiáceos usados como analgésicos são hoje a droga mais prescrita no país. Se você for ao médico e disser que sofre de uma dor crônica, ele será quase obrigado a lhe prescrever um. A disponibilidade fez crescer o uso dessa droga, que é extremamente perigosa, sobretudo se misturada com álcool ou ansiolíticos. Outro fator é que os jovens, o grupo que mais morre de overdose, têm a falsa percepção de que essas drogas são mais seguras porque são feitas por empresas. Isso é mentira. O (analgésico) Vicodin é muito mais tóxico que a heroína vendida nas ruas. Em dezesseis estados americanos, o número de mortes por overdose já supera o de acidentes de trânsito. É uma situação alarmante.

Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo?
Nossa secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que temos uma demanda insaciável por drogas. O que se sabe é que, nos países mais desenvolvidos, há um consumo maior de drogas. Aparentemente, ser viciado é um luxo. Quanto mais desenvolvido o país, mais problemas relacionados a vícios ele terá.

Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90?
Costumava-se pensar que a maconha fosse a porta de entrada para todas as outras drogas. Então, por muito tempo, buscou-se reprimir o uso da maconha para que o consumo de ecstasy e heroína fosse afetado. Não foi bem isso que aconteceu. Os adolescentes usam o que estiver disponível. Muitos garotos roubam drogas prescritas de suas avós para misturar com álcool. Isso nos leva a crer que não há algo como “droga de entrada”. Tudo depende da disponibilidade. Combinadas com álcool, essas drogas podem ser letais. Meu filho morreu assim.

Como isso ocorreu?
Há dezesseis meses, meu filho, de 30 anos, saiu para comemorar a formatura na universidade. Misturou álcool com ansiolíticos e remédios para dormir e teve uma overdose. Perder um filho é uma sensação devastadora. Fiquei terrivelmente perturbado. Trabalhei por 35 anos em pesquisas relacionadas a tratamento de dependentes e meu filho morreu dessa maneira. Pensava: o que é que estive fazendo nesses anos todos? Quando fui convidado para trabalhar no governo, pensei que pudesse ajudar outras famílias a evitar a tragédia que se abateu sobre a minha.

Ecstasy e anestésico para cavalos

Fernando Cavalcanti

“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.”
César, 28 anos, produtor de documentários

Vale tudo

“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.”
Antônio, 23 anos, economista

“O mais ‘louca’ possível”

“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem.
Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociável. Uso ecstasy faz sete anos e sempre o misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais ‘louca’ possível.”
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas

Alucinógeno.co

No Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão.

– Como a Depressão pode ser detectada pelo Instagram

Uma grande curiosidade: através das postagens realizadas no Instagram, é possível detectar os sintomas de depressão.

Abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/o-instagram-sabe-da-sua-depressao/?platform=hootsuite

O INSTAGRAM SABE DA SUA DEPRESSÃO

Programa que analisa imagens postadas na rede social é capaz de detectar a doença com 70% de precisão, índice superior ao dos clínicos gerais nos EUA

As fotos postadas na rede social de compartilhamento de imagens Instagram revelam mais do que supõem seus 500 milhões de usuários mundiais. Por meio de análise dessas imagens, um software criado por pesquisadores das Universidades Harvard e de Vermont, nos Estados Unidos, conseguiu detectar a depressão de quem as postou com 70% de precisão. Isso quer dizer que, no teste, de cada 10 usuários com depressão que postaram fotos no Instagram, sete foram identificados pelo programa. Trata-se de um índice de acerto superior ao dos clínicos gerais nos EUA, frequentemente os primeiros a serem procurados quando há suspeita da doença.

Para chegar ao diagnóstico, o software analisa e pesa uma série de características das fotos compartilhadas na rede social. Variações de tema, filtro, cor, brilho e saturação são levadas em conta, além do horário, frequência e localização das postagens. Descobriu-se, por exemplo, que imagens com cores que puxam para o cinza ou o azul, com menos curtidas e comentários, e postadas na madrugada estão mais associadas a perfis de depressivos. A ausência de pessoas nas fotos também é indicador da doença, além da escolha do filtro “Inkwell”, que transforma imagens coloridas em preto e branco.

Não é de hoje que softwares são programados para procurar sinais de depressão no conteúdo postado em redes sociais (leia quadro). Até agora, porém, as experiências se limitavam a fazer análises de conteúdo em formato de texto. Nos poucos casos em que fotos eram levadas em conta, os programas se limitavam a contar sorrisos, um indicador genérico demais para um diagnóstico tão complexo.

CONTATO HUMANO

Para os criadores da novidade, a ideia não é que o programa substitua profissionais de saúde, mas que ele os auxilie em seus trabalhos. “A meu ver, esses programas podem ajudar no sentido de indicar probabilidades ou hipóteses de diagnóstico”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP. “Mas nada substitui o contato humano.”

A DOR DA ALMA NAS REDES SOCIAIS

Softwares já detectam sinais da depressão em usuários do Facebook e do Twitter

Facebook

Programa criado pelo Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT) prevê crises em quem sofre de distúrbio maníaco-depressivo pelo horário e frequência das postagens. Já o EmotionDiary monitora geolocalização e likes em posts para detectar depressão.

Twitter

Programa da Microsoft analisa horário, linguagem e engajamento em tweets e acerta diagnóstico de depressão em 70% dos casos. Já software da Universidade de New South Wales detecta tendência suicida por estrutura de texto e palavras-chave.

O Instagram mudou! Veja o novo ícone e as mudanças na interface - TecMundo

– Treinadores e Jogadores aos olhos do Árbitro: quem é o “boa gente da bola”?

Repost de 7 anos:

O Futebol é um universo miscigenado, com atores das mais diversas condutas, transmitindo amor e ódio aos torcedores.

Tive o prazer de conviver com muitos deles. E, vez ou outra, me perguntam: “E Fulano, como é dentro de campo? E Beltrano, joga muito?”.

Pois bem: um árbitro de futebol repara mais no comportamento dos atletas do que na categoria. E sobre isso, vale meia-dúzia de observações:

1- Craque quase nunca reclama. Romário é o exemplo. Pouquíssimas vezes vi o Baixinho reclamar com o juiz. Sabe como era um bate-papo com ele antes de sortear o Toz (a moedinha da ‘Bola ou campo’)? Simplesmente cumprimentava, perguntava se fez boa viagem, falava sobre a temperatura, e se o jogo fosse em São Januário, aconselhava alguns “points pós-jogo”. Nunca vi o Romário simular ou pedir cartão para o adversário. Assim também se comportava Raí, Ronaldo Nazário, Bebeto…

2- “Botinudo” sempre será botinudo. Lembram-se do “Cocito”? Batia na própria sombra. E era marcado justamente pela violência. Se era falta simples, virava amarelo pelo seu histórico. Hoje, Felipe Mello leva essa fama. Mas atenção: é diferente do Domingos, o zagueiro que começou no Santos FC e rodou inúmeros clubes, que para muitos é sinônimo de pancada. Tive a chance de apitá-lo desde a base até o profissional, em diversas equipes: seus lances nunca são de falta violenta proposital, mas normalmente por imprudência. Dentro de campo, por mais incrível que possa parecer, é muitíssimo educado com a arbitragem, sendo que poderá ser expulso por violência involuntária, mas nunca por ofensas.

3- O mal comportado é figurinha carimbada na história do futebol brasileiro. Da década de 90, Djalminha e Edmundo são os mais recomendados para se discutir. Me recordo que certa feita, estava no Morumbi assistindo como aluno da Escola de Árbitros o jogo São Paulo x Vasco da Gama. O árbitro era Francisco Dacildo Mourão (hoje, fazendo sucesso como competente comentarista de arbitragem). Depois do jogo, perguntei a ele se o Edmundo (que já era Bad Boy naquele timaço vascaíno da década de 90) dava muito trabalho em campo. E ele respondeu serenamente: “Claro que não. Quando o Edmundo apronta, ele faz a besteira na frente de todo mundo. O duro é o Djalminha, que põe as mãos para trás, vem sorrindo como se pedisse desculpas para o árbitro mas na verdade vem xingando sua mãe”. Nunca me esqueci disso. No final da carreira do Edmundo, num domingo a tarde, eu estava como quarto-árbitro no Parque Antártica na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá; neste jogo, um jogador do time de Guará falou algo no ouvido do “Animal” que não pensou duas vezes: meteu o cotovelo sem se preocupar em estar sendo flagrado ou não. Mas o mais curioso é: fora de campo, no vestiário, o Edmundo se transformava! Educado e cortês…

4- Há também os chatos, aqueles que antes da bola rolar já enchem a paciência: Fábio Costa é um deles! Não quer assinar a súmula pois está concentrado no jogo, não quer trocar a camisa pois é supersticioso (mesmo ela sendo da mesma cor do time adversário), não quer tirar aliança para entrar em campo (e isso é obrigatório), além da grosseria. São os jogadores que encaram o árbitro como um inimigo: inclua-se na lista Marcelinho Carioca, Emerson Sheik, Kleber Gladiador… Aliás, são esses mesmos atletas que os adversários reclamam de lances desonestos e tentativas de agressão. E o pior é que todos esses citados deram várias provas disso.

5 – E os “Boas Praças”? O goleiro Marcos, Vampeta, Denilson… esses caras não desacatavam ninguém, eram queridos e/ou folclóricos. Vi os 3 em campo em jogos oficiais: tinham a bola como amiga, jogavam com gosto. Traziam alegria ao futebol.

6- Não pensem que árbitro fica reparando só em jogador dentro de campo. Ele também se preocupa (e muito) com os treinadores. E nessa área, ou melhor, na área técnica, trabalhei com os principais da atualidade: dos rabugentos aos educados.

Muricy é ranziza, mas a boleirada gosta dele; Scolari é chato ao extremo, se preocupa em tumultuar a vida dos árbitros e fazer seu time de vítima, jogando os atletas contra tudo e contra todos; Tite é educado, fala difícil, é intenso na beira do campo e tenta se impor, sem perder o respeito com o árbitro. Luxemburgo é ardiloso, reclama de tudo, cria situações e desvia o foco dos acontecimentos em cima dos árbitros. Mas o pior deles é Emerson Leão! Seu único sorriso é de ironia; é grosso e arrogante. Tenho certeza que, todo e qualquer árbitro quando o expulsava, o fazia com gosto! Na mesma linha vai o atual treinador do Criciúma: Argel Fucks! Apitei ele como treinador de times do Interior, e garanto que ele é tão violento no trato como nos pontapés que dava quando era jogador.

Gente educada (e competente) é: Nelsinho Baptista, Vagner Mancini, Caio Jr, Dorival Jr, Marcelo Oliveira, Levir Culpi…

Diante de tudo isso, vale ressaltar: o comportamento de um profissional de futebol é decisivo em muitos jogos. Imagine um hipotético jogo onde o Gamarra disputa uma bola com o Emerson Sheik na grande área. Se o zagueiro paraguaio (que foi famoso por raramente fazer faltas) fizer um pênalti duvidoso em Emerson (famoso por polemizar), na indecisão do árbitro, a decisão vai ser a marcação de simulação (mesmo que seja tiro penal).

O importante é: que todo profissional de futebol, independente se jogador ou treinador, não fique rotulado negativamente no começo da carreira, pois a fama criada é carregada por muito tempo.

Bola De Vinil Dente Branco Com Preto ( Kit Com 30 Bolas ). nas americanas

– O desprezo à vida por quem vive raivoso.

O mundo está “pirando” literalmente. As pessoas discutem à toa, brigam por qualquer situação esdrúxula e ficam pilhadas sem saber o motivo.

Uma morte para ser evitada ontem, mostrando o quão desprezível é a vida humana para alguns: no Rio de Janeiro, um cidadão matou o outro após jogar um… botijão de gás pela janela!

Como explicar?

Extraído do twitter oficial da PM do RJ:

“Policiais militares do 19ºBPM prenderam um homem que jogou um botijão de gás do apartamento de um prédio localizado na Rua Aíres Saldanha, em Copacabana, atingindo em cheio a cabeça de uma pessoa que passava pelo local, que morreu na hora. Os fatos estão sendo apurados.”

– Os Tipos de Comentaristas na Internet

Existe muita gente bacana comentando posts na Internet, não? Há os chatos, há os fanáticos e os malucos também.

Abaixo, uma classificação bem verdadeira:

(Extraído da Superinteressante, Ed Outubro/2014, pg 89).

COMO IDENTIFICAR OS BICHOS DIGITAIS

– Povo da Zoeira:

Posta conteúdos engraçados em discussões alheias, muitas vezes mudando o rumo da conversa para coisas anárquicas.

– Extremista Político:

De direita ou de esquerda, uns defendem o nazismo ou chamam de nazista quem discorda deles. Radicais.

– Sabichão:

Sommelier de qualquer coisa, tem opinião formada sobre tudo. Gosta de insultar a suposta ignorância ao seu redor.

– Ista:

Sonistas (fãs da Sony) e nintendistas (da Nintendo). Defendem suas marcas de games como torcidas organizadas. Ocorre também com Apple x Google x Windows.

– Conspirador:

Culpa tudo na conta do Governo. Ou duvida de tudo o que a grande mídia diz.

– Monossilábico:

Limita a participação como “legal” ou somente “lixo”.

– Troll de raiz:

Usa o anonimato para assediar outros usuários, sutil ou agressivamente.

– Fofo:

Traz sempre novas informações as discussões e responde pacientemente a todos.

– Confuso:

Xinga, mas é difícil dizer o quê e por quê. Dispara um repertório de clichês e preconceitos, mas não dá para entender o que defende.

E aí, que tipo de comentarista você é na Internet?

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– Sobre Felicidade e Fatores que a Fomentam!

Leio na Revista Saúde (reportagem de Théo Ruorecht intitulada: “Mas o que é Mesmo Felicidade?”), uma pesquisa de 1938 refeita recentemente. Na Inglaterra, em Bolton, a Universidade local pediu para que os moradores fizessem uma lista sobre os fatores mais importantes para a felicidade. Naquela oportunidade, foram:

1- Estabilidade Financeira

2- Conhecimento

3- Religião

4- Bom Humor

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Entretenimento

9- Boa Liderança

10- Participação Política

E não é que há 2 anos, pela mesma universidade na mesma cidade, houve significativa importância na mudança dos pilares que sustentam o conceito de “ser feliz”?

Foram classificados:

1- Bom Humor

2- Estabilidade Financeira

3- Entretenimento

4- Conhecimento

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Boa Liderança

9- Participação Política

10 – Religião

E no seu universo particular? Em qual ordem os 10 parâmetros são importantes para a SUA felicidade? Em ordem alfabética:

  • Beleza
  • Boa Liderança
  • Bom Humor
  • Conhecimento
  • Estabilidade Financeira
  • Entretenimento
  • Igualdade Social
  • Participação Política
  • Religião
  • Resolução de Problemas

Se quiser, vote no mais importante à você na enquete abaixo:

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– Expedição Acali: o “Reality Show” da vida real!

Se você gosta de “reality shows”, veja só que experiência inusitada: um “barco do amor” dos anos 70, que virou filme!

Muito interessante, compartilho extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/10/o-bizarro-experimento-socio-sexual-que-reuniu-pessoas-casadas-num-barco-nos-anos-1970-vai-virar-filme/

O BIZARRO EXPERIMENTO SÓCIO-SEXUAL QUE REUNIU PESSOAS CASADAS NUM BARCO NOS ANOS 70 E VIROU FILME

Muito antes de programas de reality show se popularizarem na televisão, o Big Brother já tinha um antecessor de peso: um experimento social realizado em um barco em alto mar. O objetivo da embarcação era responder o que fazia com que as pessoas odiassem umas às outras.

Para chegar a uma conclusão, o antropólogo mexicano Santiago Genovés reuniu 11 pessoas em um barco para velejar o Atlântico durante um período de 101 dias, em 1973. O experimento ficou conhecido como Expedição Acali e acaba de ganhar um documentário que registra sua história.

Na época, Santiago teria dito à Associated Press que não poderia fazer um experimento como esse em terra, “porque as pessoas iriam querer escapar”. O perfil dos participantes foi planejado justamente para gerar discórdia e incitar o sexo.

Foram escolhidas pessoas casadas que estivesses dispostas a deixar seus parceiros durante a experiência. O pesquisador deu preferência a participantes considerados por ele como “atrativos” e que tivessem entre 25 e 40 anos.

Outra característica importante era a formação de um grupo diverso étnica e culturalmente – havia inclusive um padre católico entre eles. Um ingrediente feminista foi usado para despertar a ira dos homens: a capitã do barco era uma mulher, a sueca Maria Björnstam, considerada a primeira mulher a ter uma licença marítima.

Embora tenha ganhado a atenção da mídia como uma “experiência sexual”, o barco foi muito mais do que isso. Santiago pretendia provocar brigas entre os participantes para entender quais são os elementos essenciais para a criação da paz. Porém, há indícios de que ele teria ido longe demais nessa empreitada…

Pensando em incitar a revolta do grupo, ele chegou a ler para todos respostas que lhe haviam sido dadas em segredo, inlcuindo coisas como “quem você gostaria de tirar do barco” ou “com quem gostaria de transar”. O pesquisador também criou um ambiente em que a privacidade fosse minimizada ao extremo: livros eram proibidos e até mesmo o ato de “ir ao banheiro” era público.

Em dado momento, os participantes chegaram a planejar em conjunto o assassinato de seu mentor – felizmente, a ideia foi deixada de lado antes de que o sangue fosse derramado.

Apesar de tudo, o diretor do documentário que narra a história da embarcação contou ao Independent que a maior parte do tempo foi vivida em paz pelos participantes. Marcus Lindeen conseguiu reunir todas as sete pessoas do grupo que ainda estavam vivas – uma tarefa exemplar, visto que a pesquisa usava pseudônimos para proteger suas identidades.
Em um cenário que recria o ambiente da embarcação, suas memórias se tornam vivas nas telas, criando um retrato fiel de como foram os dias a bordo da Expedição Acali.

Lançado em 2018, o filme ganhou o nome de The Raft e mescla memórias destas pessoas com os documentos deixados por Santiago, que faleceu durante a fase de pesquisa para o roteiro.
Espia o trailer abaixo (em inglês):

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Fotos: Reprodução/The Raft/

– Jovem ateia fogo em morador de rua. Como explicar?

Leio que um moço foi acusado de tacar fogo em um pobre andarilho na cidade de Louveira. Por tristeza, parei a leitura com os detalhes.

Não é o primeiro caso assim no Brasil. Com pesar, a frequência de casos assim é relativamente grande (lembram-se dos playboys que queimaram vivo um índio pataxó que dormia numa praça em Brasília)?

A troco de quê?

Por quê?

Para quê?

É insensível e inexplicável tal ato desumano, demoníaco e doentio. Atear fogo contra um coitado, que sofre sem lar vivendo nas ruas e que está no limbo por… prazer?

Deus seja misericordioso com tudo isso.

– Nudez ou Nudes?

Há 10 anos, uma indignação que se faz atual: quando surgiu a história de mandar “nudes”:

Nudez é relativo a “estar nu”, “estar pelado”. Certo?

Mas leio que alguns escrevem NUDES, e ouço que se pronuncia “núdes”. Que raio é isso?

Nada mais é do que um modismo criado por adolescentes em linguajar da Internet. Por exemplo, um menino pede “um nude” à garota, ou seja: uma foto nua.

Caracoles… que tempos, não? Deve ser muito triste um pai ou uma mãe ver sua filha mandando uma foto pelada pela Internet (ou “um nude”) e que pode viralizar nas redes sociais. Aliás, e a garota que topa isso, não? Falta orientação?

Que moda sem graça…

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– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

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