– Rodada de Negócios bem produtiva.

Estive hoje na Câmara dos Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL), realizando networking pela Ademicon com panificadores e proprietários de lanchonetes do município, em parceria com o Sebrae local.

Gente empreendedora, disposta a fazer a diferença. Muito bom!

😊 #Empreendedorismo

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

Resultado de imagem para Negócio social

– Término de labuta!

Fim de expediente… Hoje, foi das 04h até agora… (e meia-noite vamos deitar).

Não foi fácil, mas trabalhar é muito bom!

Aliás, foram ótimas aulas aqui na Faditu nesse último turno.

– O que é Empreendedorismo?

Olhe aí a boa definição de empreendedorismo (por um empreendedor nato):

Na imagem:

– Trabalhando com o tio!

Meu grande ajudante em consultoria financeira: Miguel, meu sobrinho.

Ele trabalhou comigo hoje por um salário razoável: comissão de um chocolate!

Nosso pequeno empreendedor…

– Compre na Loja Bottons Rápidos!

Minha filha Maria Estela faz broches personalizados lindos! E tem um blog falando sobre eles.

Atualmente, ela está fazendo uma promoção para o Dia dos Pais!

Veja na imagem abaixo:

Visite em: https://bottonsrapidos.wordpress.com/

Pedidos em mariaestelaporcari@yahoo.com

 

– Paciência, Persistência e Paixão aos Empreendedores.

Os 3P’s do Empreendedorismo em um resumo bem claro, abaixo:

– A realidade de quem trabalha por conta própria…

Essa imagem representa bem o que acontece com os empreendedores…

Sono? Nem sempre.

Abaixo:

– REPOST – Projeto Sebrae nas Penitenciárias.

Hoje foi dia de falar sobre “Ideias de Negócios e Empreendedorismo” pelo Projeto Sebrae na Comunidade, na Penitenciária III de Franco da Rocha.

É um trabalho difícil, pela situação em si e pelos contratempos. Mas o esforço para que uma semente positiva tenha sido plantada, não tem preço.

Somente com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 #Educação

– A História da Nestlé:

Veja só a belíssima história do fundador da Nestlé, que salvou vidas com sua invenção (o leite em pó), mas não viu a empresa que fundou triunfar.

Extraído do Facebook em: https://web.facebook.com/groups/283397975397196/permalink/2033325867071056/?mibextid=wwXIfr&rdid=x8qnQV9RWtMgensy

NESTLÉ

Henri Nestlé: o alquimista que salvou milhões de bebês… mas morreu sem imaginar o império que havia criado
Ano de 1814, Frankfurt, Alemanha. Em plena era napoleônica, entre a pólvora das batalhas e a pobreza das ruas, nasce Heinrich Nestle, o 11º de 14 irmãos de uma família de sopradores de vidro. Poucas coisas indicavam que aquele menino magrinho, curioso e silencioso mudaria o rumo da infância no mundo.
Desde jovem, odiava limites. Aprendeu química, farmácia e várias línguas. Viajou pela Europa como se estivesse em busca de algo… até que, em 1839, se estabeleceu na Suíça, na cidade de Vevey. Francófilo, mudou seu nome para francês: Henri Nestlé, que significa “ninho”. Um símbolo de proteção que marcaria toda a sua trajetória.
⚗️ A origem de uma obsessão: parar a morte infantil
Em 1850, 1 em cada 4 bebês europeus morria antes de completar um ano. As mães morriam no parto, não podiam amamentar ou viviam em condições sem higiene.
Os substitutos ao leite materno eram rudimentares: papas de pão molhado, água com cereais ou infusões fervidas. O resultado? Infecções, diarreia, desnutrição. Morte.
Henri decidiu buscar uma solução. Após anos de testes e fracassos, finalmente, em 1867, desenvolveu a Farine Lactée: uma mistura de leite de vaca evaporado, farinha cozida e açúcar. Um alimento pronto, fácil de digerir e relativamente seguro.
O produto salvou a vida de um bebê prematuro à beira da morte — um caso documentado que consolidou sua reputação. A mistura foi o primeiro leite infantil industrializado. Em um mundo sem refrigeração ou padrões de higiene, foi uma verdadeira revolução. Um milagre científico.
💼 Por que vendeu seu império?
Apesar do sucesso, Henri não era um empresário. Era um alquimista de jaleco, não de terno. Em 1875, aos 61 anos, vendeu sua empresa por 1 milhão de francos suíços (equivalente a cerca de 7 milhões de euros atuais) a Jules Monnerat e outros investidores.
Mas impôs uma condição: que seu sobrenome ficasse para sempre na marca.
O logotipo do ninho com passarinhos foi desenhado por ele mesmo, inspirado no seu sobrenome e no seu desejo de proteção. Henri nunca teve filhos biológicos, mas adotou uma menina, Emma, que criou com muito carinho ao lado de sua esposa, Clémentine.
🪦 Um retiro modesto, uma morte silenciosa
Henri passou seus últimos anos em Montreux, na Suíça. Recusava convites para reuniões empresariais. Não dava entrevistas. Nunca patenteou sua fórmula — acreditava que o conhecimento devia ser compartilhado, se pudesse ajudar a humanidade.

Morreu em 1890, aos 75 anos, sem saber que seu nome se tornaria um dos mais falados do planeta. Emma, embora criada com amor, não herdou a empresa nem grandes fortunas. A companhia já havia sido vendida a um consórcio. Clémentine sobreviveu a Henri, levando uma vida reservada, sem aparições públicas.

 

– Tipos de Boa Ajuda Corporativa.

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos


ENGLISH:

THREE TYPES OF HELP

You need a coach, an entrepreneur… and a ‘contrarian’

By Paulo Eduardo Nogueira

An aphorism by Peter Drucker, one of the patron saints of modern management, says: “Culture starts with the right people, and culture eats strategy for breakfast.”

But who are the right people? Innovation consultants G. Michael Maddock and Raphael Louis Vitón suggest three types that can help a lot in transforming ideas into innovative products or services.

The first is the challenging coach, who encourages employees to go beyond self-imposed limits and take risks that they would normally avoid.

The second is the entrepreneur, who sees business opportunities where others see difficulties, and loves challenges.

The third is someone who is your opposite. Experience shows that highly successful companies have combined executives with different mindsets to generate a creative clash of ideas: if you are yang, look for your yin.

– Will Smith é confirmado como atração principal da Expert XP 2026 e falará sobre carreira, empreendedorismo e inovação.

Will Smith será uma das principais atrações da Expert XP 2026, levando ao público reflexões sobre sucesso, liderança e inovação. #Linkezine 🚀 O post…

Continua em: Will Smith é confirmado como atração principal da Expert XP 2026 e falará sobre carreira, empreendedorismo e inovação

– A dica de Tim Cook sobre Foco:

Vai discordar do CEO da Apple?

Abaixo, para aprendermos:

– Conheça a Papelaria Criativa “Laços em Papel”. Siga-a!

Conheça a “Laços em Papel”, uma Papelaria Criativa que tem identidade, qualidade, carinho e… laços afetivos que não se rompem e são infinitos!

Siga no Instagram, no endereço: https://www.instagram.com/lacosempapel_papelaria?igsh=cnNpbzh5cXV0cXB5

♾️ 🐈‍⬛ ✏️ 🧡 #LaçosEmPapel #PapelariaFofa #PapelariaCriativa #PapelariaPersonalizada

https://www.instagram.com/lacosempapel_papelaria?igsh=cnNpbzh5cXV0cXB5

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Vale a pena conhecer:

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– Insista na honestidade:

Levar Educação aos presídios é muito difícil. E eu, representando o Sebrae, trabalho com os detentos falando sobre Empreendendorismo e Cidadania, tentando “plantar uma boa semente”, a fim de reinseri-los na Sociedade.

A ideia é: que sejam honestos e mudem de vida!

Olhe o resultado (vale a leitura):

 

– Os Revolucionários da Indústria Automobilística Italiana.

Conhecemos as marcas automotivas italianas e respeitamos sua alta beleza. Mas você conhece a história delas?

Sobre os seus pioneiros, aqui: https://www.linkedin.com/posts/aguinaldodacruz_legadoitaliano-design-propaejsito-activity-7326847297433034753–_ig/

9 ITALIANOS QUE CRIARAM E REVOLUCIONARAM A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA:

por Agnaldo Cruz

Reconhece todos os rostos da imagem? Cada um deles deixou sua marca no mundo, com velocidade, design e paixão. Role o post e descubra por que seus nomes se tornaram lendas.”

A indústria automobilística não é feita apenas de motores e metal. É feita de visão, ousadia e beleza, e poucos países representam isso tão bem quanto a Itália.

Esses nove nomes não apenas construíram carros: criaram sonhos sobre rodas, marcaram a história com estilo inconfundível e elevaram o padrão da engenharia com alma italiana.

1. Enzo Ferrari (FERRARI)
Ex-piloto e fundador da Scuderia Ferrari, que posteriormente evoluiu para a Ferrari em 1947. Consolidou a marca como referência em performance, engenharia de precisão e presença na Fórmula 1.

2. Ferruccio Lamborghini (LAMBORGHINI)
Empresário do setor agrícola que migrou para os superesportivos após divergência com Enzo Ferrari. Criou modelos revolucionários como o Miura e o Countach, redefinindo design e potência.

3. Gianni Agnelli (FIAT)
Presidente mais emblemático da FIAT. Sob sua gestão, a empresa tornou-se o maior grupo automotivo da Itália, incorporando marcas como Ferrari, Alfa Romeo, Lancia e Abarth.

4. Ettore Bugatti (BUGATTI)
Engenheiro ítalo-francês fundador da Bugatti. Seus veículos combinavam inovação mecânica e refinamento estético. Sua filosofia vive hoje em hiperdesportivos como o Veyron e o Chiron.

5. Battista “Pinin” Farina (PININFARINA)
Referência global em design automotivo. A Pininfarina colaborou com diversas montadoras italianas, imprimindo elegância e aerodinâmica em modelos da Ferrari, Maserati e outras.

6. Nicola Romeo (ALFA ROMEO)
Engenheiro responsável pela aquisição da A.L.F.A. em 1915, transformando-a na Alfa Romeo. A marca rapidamente se destacou em competições, sendo berço de nomes como Enzo Ferrari.

7. Horacio Pagani (PAGANI AUTOMOBILI)
Argentino de origem italiana, ex-Lamborghini, fundou a Pagani Automobili. Pioneiro no uso de materiais compostos como a fibra de carbono, lançou supercarros com foco em engenharia e exclusividade.

8. Vincenzo Lancia (LANCIA)
Fundador da Lancia e responsável por diversas inovações técnicas, como a carroçaria monobloco. Seu legado inclui destaque em competições e avanços na estrutura veicular.

9. Carlo Abarth (ABARTH)
Fundador da Abarth, especializada em performance para veículos compactos. Desenvolveu kits de preparação e modelos esportivos. Hoje, a marca atua como divisão de alto desempenho da FIAT.

Na Itália, carro não é apenas transporte. É expressão, identidade e arte. Esses nomes provaram que engenharia e emoção podem, e devem, andar juntas.

Créditos da lista: Paulo Magno

– Os Revolucionários da Indústria Automobilística Japonesa.

Conhecemos as marcas automotivas japonesas e respeitamos sua alta qualidade. Mas você conhece a história delas?

Sobre os seus pioneiros, aqui: https://www.linkedin.com/posts/everton-zanuni_9-japoneseses-que-criaram-e-revolucionaram-activity-7325776783981649920-

9 JAPONESESES QUE CRIARAM E REVOLUCIONARAM A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA:

por Everton Zanuni

1. Soichiro Honda (Honda) Fundou a Honda em 1948. Começou com motos e depois carros. Focado em inovação técnica e competição (F1, MotoGP).

2. Kiichiro Toyoda (Toyota) Filho do inventor do tear automático. fundou a Toyota Motor em 1937, apostando forte na produção em massa e qualidade japonesa.

3. Yoshisuke Aikawa (Nissan) Fundador da Nissan em 1933. Vinha do grupo Zaibatsu Nihon Sangyo. Fusionou engenharia com visão empresarial moderna.

4. Jujiro Matsuda (Mazda) fundou Toyo Cork Kogyo (Mazda) em 1920. Motor rotativo inovador. Liderou a marca no pós-guerra.

5. Chikuhei Nakajima (Subaru) fundou Nakajima Aircraft em 1917, base das Indústrias Fuji Heavy. De avião passou para carros: Nasce Subaru.

6. Michio Suzuki (Suzuki) Fundou a Suzuki Loom Works em 1909. De teares passou para motos e depois carros compactos. Marca versátil e global.

7. Reunião em Iwasaki (Mitsubishi). Fundou Mitsubishi como navegador em 1870. Expandiu para banca, mineração e transporte. Base do grupo Mitsubishi atual.

8. Torakusu Yamaha (Yamaha) Relógio e engenheiro. Fundou a Yamaha em 1887 para órgãos e instrumentos. Seu legado impulsionou o ramo de motores em 1955.

9. Kawasaki Shozo (Kawasaki) Fundou Kawasaki em 1878 em construção naval. Depois maquinaria pesada, comboios, aviões e motos. Chave na industrialização do Japão.

– Ajudando os pequenos empreendedores:

Rafael Pitta e Rafael Porcari, capitaneados por Ricardo Gonçalves, em ação de suporte e alavancagem de capital assessorando pela Ademicon as pessoas que tem MEI (evento Sebrae – SP).

Queremos ajudar!

– A história da Casio, de Tadao Kashio.

Uma história de Inovação e Inspiração, abaixo:

Extraído do LinkedIn de Carlos Alberto Tavares Ferreira, em: https://www.linkedin.com/posts/carlos-alberto-tavares-ferreira-%F0%9F%8C%B1%F0%9F%92%A7-18b24621_n%C3%A3o-queria-criar-um-luxo-queria-criar-um-activity-7324010608306057217-zPcW/

“Não queria criar um luxo. Queria criar um companheiro de jornada.” (Tadao Kashio)

Enquanto o mercado se encantava com relógios que mais pareciam joias de vitrine, Tadao pensava diferente:

Um relógio que resistisse ao tempo. Que acompanhasse o estudante, o operário, o cientista.

Que não quebrasse com uma queda, que não custasse uma fortuna, mas que oferecesse algo ainda mais raro: confiança.

Assim nasceu o espírito Casio: Funcional. Resiliente. Acessível.

Um relógio que te dava as horas, mas também te ensinava o valor do tempo.

Presente em provas, entrevistas, primeiras viagens, turnos noturnos.

Não era ostentação. Era propósito. Por isso, Casio se tornou eterno.

Porque quando algo é útil, honesto e bem feito, ele não se exibe… ele permanece.

Hoje, cada Casio no pulso diz algo simples e poderoso: “Estou pronto para o que vier.” Porque um bom relógio não marca só as horas.

Ele move quem tem planos.

Casio não nasceu para se gabar.

Nasceu para nunca te deixar na mão.

O tempo é precioso. E merece um relógio que o respeite.

– Fim de expediente.

Estivemos hoje na FADITU, falando de diversos assuntos importantes aos nossos alunos.

É muito bom ver a busca por Educação e Cidadania.

– Na CDL de Jundiaí, com a Ademicon

Estive nessa manhã na Câmara dos Dirigentes Lojistas de Jundiaí, levando aos comerciantes locais, através da Ademicon, soluções financeiras e investimentos.

Praticar networking como nessa rodada de negócios, é muito bom!

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– Semana do MEI.

Estivemos hoje, através da Ademicon, levando soluções financeiras, investimentos, consórcios e alavancagem de capital aos MEI na sede central do Sebrae (Praça Ramos de Azevedo – SP/SP).

Ajudar as pessoas (físicas ou jurídicas) a alcançarem o sucesso dos seus projetos, é muito gratificante.

– Alavancagem de Capital para MEI.

Pela Ademicon, estivemos hoje levando soluções de alavancagem de capital, crédito, investimentos e consórcios para os MEIs do Sebrae.

Mas não é só para pessoa jurídica! Você, pessoa física, pode também nos procurar.
Realize seu projeto com planejamento.

– Semana do MEI pelo Sebrae, com a Ademicon:

Estarei com a minha equipe no Escritório Regional do Sebrae Jundiaí (na Vigário JJ Rodrigues), levando oportunidades excepcionais da Ademicon na “Semana do MEI”!

Participe e nos visite. Será a partir de 25/05 até 29/05.

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ Cidadania

– No Sebrae:

Nessa tarde, estive na Praça da Matriz em Jundiaí, negociando a oferta de soluções para os empreendedores junto ao Sebrae.

Ser MEI é um desafio no Brasil.

– Ajudando os empreendedores a levantar capital.

Estivemos hoje pela Ademicon (representando o Grupo PGA) junto ao Escritório Regional do Sebrae em Jundiaí-SP, em reunião visando parceria para alavancar capital aos pequenos empreendedores.

Quando você junta empresas sérias, frutificam-se bons negócios!

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 7 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Persistência tem limite.

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

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Imagem extraída da Internet.

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ #Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

Imagem

🖊️ Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

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🖊️ Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
 

🖊️ Cidadania

– O conselho de Walt Disney!

E dá para menosprezar essa dica, vindo de quem veio?

Abaixo:

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– Moda online cresce entre brasileiros e impulsiona pequenos empreendedores digitais.

Moda online cresce no Brasil e impulsiona pequenos empreendedores digitais. Logística integrada fortalece vendas e amplia alcance. #Linkezine 📦 O …

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