– No Sebrae:

Nessa tarde, estive na Praça da Matriz em Jundiaí, negociando a oferta de soluções para os empreendedores junto ao Sebrae.

Ser MEI é um desafio no Brasil.

– Ajudando os empreendedores a levantar capital.

Estivemos hoje pela Ademicon (representando o Grupo PGA) junto ao Escritório Regional do Sebrae em Jundiaí-SP, em reunião visando parceria para alavancar capital aos pequenos empreendedores.

Quando você junta empresas sérias, frutificam-se bons negócios!

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 7 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Persistência tem limite.

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

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Imagem extraída da Internet.

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ #Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

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🖊️ Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

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🖊️ Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
 

🖊️ Cidadania

– O conselho de Walt Disney!

E dá para menosprezar essa dica, vindo de quem veio?

Abaixo:

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– Moda online cresce entre brasileiros e impulsiona pequenos empreendedores digitais.

Moda online cresce no Brasil e impulsiona pequenos empreendedores digitais. Logística integrada fortalece vendas e amplia alcance. #Linkezine 📦 O …

Continua em: Moda online cresce entre brasileiros e impulsiona pequenos empreendedores digitais

– Reinserção Social:

Estive hoje na Penitenciária Mário Moura de Albuquerque, na Rodovia Edgar Máximo Zamboto (em nome da IBS – Américas / Sebrae / Funap), falando sobre reinserção à Sociedade e Trabalho Honesto através do Empreendedorismo.

Somente com a Educação é que teremos condições de mudar o nosso país!

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– Levando Educação:

Estivemos nessa manhã, em nome do Sebrae, na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos de lá sobre Empreendedorismo.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

🖊️ #Cidadania

– O Jeito Certo de Fracassar.

Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.

Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.

  • SER EMPREENDEDOR…

não é necessariamente ter sucesso, mas sim resiliente ao fracasso;

não é ser teimoso, mas persistente e sempre tentar;

não é buscar dinheiro, mas realizações.

A Revista Época Negócios, edição de Maio/2012, Caderno Inteligência, pg 137, trouxe um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

O JEITO CERTO DE FRACASSAR

Na célebre frase do humorista W. C. Fields (1880-1946), ele levou 20 anos até estourar do dia para a noite. O Angry Birds foi igual. O game só se tornou febre depois de 51 tentativas fracassadas, quando os três sócios da Rovio (a empresa fabricante), os finlandeses Niklas Hed, Jarno Väkeväinen e Kim Dikert, já estavam quase desistindo. Celebrar o fracasso é preciso. Porém, é necessário cautela na celebração, diz o economista Tim Harford, colunista do jornal Financial Times. Harford é autor de Adapt: why success always starts with failure (“Adaptar: por que o sucesso sempre começa com o fracasso”). No livro, ele demonstra que nunca o fracasso foi tão caro. E saber fracassar (sem ser engolido pelas circunstâncias adversas) é uma arte.

Ele começa com a má notícia. De um lado, as condições ao empreendedorismo são extremamente propícias, com a tecnologia barata e a facilidade de terceirização. Porém, de outro, as estatísticas dão um banho de água fria no empreendedor. Por exemplo, a criação de uma patente jamais foi tão cara quanto hoje em dia. Harford apoia-se no estudo do economista Benjamin F. Jones, da Kellogg School of Management. Entre 1975 e 2010, o custo de criação de uma patente aumentou consistentemente de ano para ano, assim como o tamanho das equipes de cientistas e pesquisadores envolvidos.

Na indústria do entretenimento, o mesmo fenômeno é registrado. Nos anos 80, o custo médio da criação de um videogame era de US$ 250 mil. Em 2009, o game Duke Nukem Forever foi engavetado pela 3D Realms depois de um desembolso de US$ 20 milhões, um custo considerado módico na indústria de games. Duke Nukem Forever nunca foi lançado. Segundo Harford, isto é sintomático do que ele chama de “ônus do conhecimento”. Quanto mais conhecemos, mais complexo (e dispendioso) se torna conhecer e criar. “É fácil falar de pequenas equipes de inovação, ou da criação de um ambiente propício para negócios revolucionários, mas quando para isso são necessários bilhões de dólares o conceito deixa de ser tão atraente”, diz Harford.

Três condições são indispensáveis para o inovador não soçobrar junto com a tentativa malograda. A primeira: “Tenha vários experimentos concomitantes”. Apostar em várias ideias simultâneas foi crucial à carreira de Karl Sims, um artista gráfico, pesquisador de computação gráfica no MIT e empreendedor de software. Ele usou os diversos projetos em que estava envolvido para polinizar criativamente uns aos outros, culminando na criação da GenArts, companhia sediada em Cambridge, Massachusetts, criadora de softwares de computação gráfica usados em O senhor dos anéis e Homem-aranha.

A segunda condição é a escala. “Nunca entre num projeto cujo fracasso pode acabar com você”, diz Harford. Fracasse, sim. Mas de preferência de modo econômico. Por fim, pode parecer óbvio: saber separar o erro do acerto. Mas, como diz o autor, “é árduo julgar o que está dando certo e o que está dando errado”.   

Criar ficou mais caro. O game Duke Nukem Forever custou US$ 20 milhões e nunca foi lançado (Foto: Divulgação)

Criar ficou mais caro. O game Duke Nukem Forever custou US$ 20 milhões e nunca foi lançado (Foto: Divulgação)

– Sebrae Cidadania.

Estive hoje na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando de Empreendedorismo e Finanças aos reeducandos de lá, pelo Projeto Sebrae Comunidades – Reescrevendo sua História.

Somente com a Educação é que mudaremos o país.

✏️ #Cidadania #ResponsabilidadeSocial

– Na Faculdade de Administração…

Estivemos nessa noite em Itu, pela Faditu, aplicando provas aos nossos alunos universitários.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

– Definindo Empreendedorismo:

O economista Joseph Schumpeter (AUS), o “Pai do Empreendedorismo”, disse no século passado:

O empreendedorismo desempenha um papel fundamental na economia, ao introduzir inovações disruptivas.

Atual aos nossos dias ou não?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber a autoria, informar para crédito na postagem. 

– Levando Cidadania à Sociedade.

Estive no CDP de Jundiaí, falando aos reeducandos de lá, a respeito de Empreendedorismo e Cidadania, pelo Sebrae.

A ideia é levar, através do trabalho honesto, a oportunidade de recomeçar.

Somente com a Educação teremos uma sociedade melhor…

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ Cidadania

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ Cidadania

– Sebrae Capacitação.

Realizei uma capacitação sobre Fluxo de Caixa no Sebrae Aqui de Francisco Morato, com uma turma muito bacana!

Conhecimento, desejo de aprender e disposição: como eu gosto de gente assim!

– Sebrae Cidadania, Parte 1:

Falamos nessa manhã um pouco sobre Administração Financeira em Francisco Morato, no Sebrae Aqui local, buscando ajudar as pessoas a se capacitarem.

A Educação é sempre um bom caminho!

– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Administração da Produção aos alunos do Curso de Adm.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ Cidadania

– Idade não é problema.

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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– Fim de expediente.

Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

🖊️ Cidadania

– 3º turno: Logística.

Turno da noite, 3 de 3: Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística.

É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!

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🖊️ Cidadania

– 2º turno: Empreendedorismo.

Turno da tarde, 2 de 3: Estive hoje no Centro de Convivência do Idoso de Itatiba, pelo Sebrae, falando sobre Empreendedorismo.

Ensinar é compartilhar conhecimento!

✏️ #Cidadania

– Sebrae “Reescrevendo a sua História”.

Pelo Projeto Sebrae Comunidades, estive em mais uma penitenciária, tentando levar a conscientização do Trabalho Honesto e sugerindo capacitações empreendedoras aos reeducandos de lá.

Somente a Educação mudará o país.

– Sebrae Cidadania.

Estive nessa manhã ministrando a aula Construa sua marca pessoal, pelo Sebrae, falando sobre a importância da reinvenção aos Reeducandos da Penitenciária P1 de Franco da Rocha.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos (faça sol, ou faça chuva).

✏️ #Cidadania

– Falando da melhor versão de cada um de nós!

Estive em Francisco Morato ministrando o Curso “Seja a Melhor Versão de Si Mesma”, a um grupo de mulheres empreendedoras, pelo Sebrae.

Como é bom ver gente esforçada e desejosa de fazer a diferença!

– 7 Mitos que jovens administradores acreditam!

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que tem a ver Ferrero Rocher e a Virgem Maria?

Extraído de: https://misericordia.com.br/o-que-tem-haver-ferrero-rocher-e-a-virgem-maria/

Dentro de uma folha dourada está o Ferrero Rocher, um doce de multi-camadas que parece algum tipo de mágica direto da fábrica de chocolate Willy Wonka: uma única avelã torrada, envolto em uma casca de bolacha cheia de chocolate de avelã, coberto com chocolate cravejado de avelãs picadas.

Esses chocolates mágicos, no entanto, foram inspirados, não pelo livro infantil de Roald Dahl, mas pela própria Virgem Maria.

Quando a chocolateria italiana Michele Ferrero introduziu os doces em 1982, diz a tradição que ele batizou de “Rocher” em homenagem à gruta de rocha escarpada, chamada de Rocher de Massabielle, o lugar onde a Santíssima Virgem apareceu a Santa Bernadete em Lourdes, França.

A superfície em forma de avelã dos chocolates tem mais do que uma semelhança passageira com a formação rochosa em Lourdes, um lugar que tinha um significado especial para Ferrero, que morreu no Dia de São Valentim em 2015, aos 89 anos de idade.

Católico devoto, Ferrero era conhecido por sua forte devoção a Nossa Senhora. Na celebração do 50º aniversário da fundação de sua empresa, ele disse: “O sucesso de Ferrero devemos a Nossa Senhora de Lourdes; sem ela, pouco podemos fazer.”

Como o terceiro maior produtor de chocolate do mundo, Ferrero tinha muito a agradecer. Os doces da Ferrero Rocher, juntamente com Nutella, Kinder e Tic Tacs, arrecadaram mais de 10 bilhões de dólares em 2016.

Ferrero fazia anualmente uma peregrinação à Lourdes, levando seu gerente geral. Ele também organizou uma visita ao Santuário para seus funcionários e colocou uma estátua da Virgem Maria em cada uma das 14 instalações de produção da empresa em todo o mundo.

Com certeza depois de saber disso, ao provar um Ferrero Rocher, entenderemos um pouco mais sobre o que é Maria; uma presença delicada e envolvente como o sabor deste doce.

Ferrero Rocher e Nossa Senhora de Lourdes

Imagem extraída do link acima.

– Turno 1 de 2: Sebrae Cidadania.

Turno 1 de 2: Estive hoje em Franco da Rocha, na “Sala da Liberdade” da Penitenciária P3, numa parceria Sebrae / IBS / Funap, falando aos reeducandos de lá sobre “Reescrever a sua história”.

O trabalho é difícil, mas necessário.

✏️ #Educação

– Mulheres Emprendedoras cansadas de agradar todo Mundo.

Mulheres emprendedoras cansadas de agradar todo mundo.

Texto em: Mulheres Emprendedoras cansadas de agradar todo Mundo.

– Fracassando para Aprender no Momento Certo.

Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.

Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.

A Revista Época Negócios, em uma edição antiga, Caderno Inteligência, pg 137, traz um artigo inteligente de como fracassar no momento certo. Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO

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Imagem extraída de: https://thriveglobal.com/stories/oops-2/

– Vale a pena trabalhar em prol da Sociedade!

Hoje estivemos em Jundiaí levando conhecimento aos detentos do CDP local, em nome do Projeto “Sebrae, reescrevendo a sua história”. A tentativa é de, através da Educação e do Trabalho Honesto, ajudá-los na reinserção à Sociedade.

Esforcemos-nos por um Brasil melhor!