– O Conhecimento Raso é algo bom? A discussão entre ser Generalista nos dias atuais.

As pessoas que “sabem das coisas”, sabem mesmo? Ou o conhecimento delas é baixo, raso, insuficiente?

Leia esse artigo espetacular sobre o “conhecimento raso no mundo corporativo. Muito interessante!

Extraído de: https://medium.com/@jrsantiagojr/o-maior-mal-do-mundo-corporativo-o-conhecimento-raso-1f556224f4be

O MAIOR MAL DO MUNDO CORPORATIVO: O CONHECIMENTO RASO

Por José Renato Sátiro Santiago 

Vivemos a chamada “Era do Conhecimento” aquela sobre a qual Peter Drucker, ainda nos idos de 1960, afirmou que o diferencial competitivo iria estar presente nas pessoas que trabalhassem com as informações, as desenvolvessem, e de acordo com o contexto presente, as transformassem em conhecimentos a serem aplicados em suas atividades profissionais. O raciocínio que suporta este entendimento é claro. Apenas o conhecimento aplicado pode gerar aquilo que é essencial para qualquer organização e/ou profissional, a competência.

A grande evolução tecnológica tem impactado de forma consistente este cenário. Hoje em dia as mudanças ocorrem em grande velocidade, bem como seus impactos. Aquilo que ontem era de um jeito, hoje é desse e amanhã será de outro. Isto tem provocado a falta de previsibilidade dos eventos. Diante tudo isso, planejar tem sido algo ainda mais difícil e, ao mesmo tempo, longe de ser descartado. Cada vez é mais complexo afirmar que existe apenas uma resposta correta, mas sim diversas possíveis respostas para as situações, o que tem provocado também o surgimento de múltiplas interpretações para um mesmo fato. Diante disso, o conhecimento passou a ter um prazo de validade cada vez menor, um grande paradoxo para a “Era do Conhecimento”.

A necessidade de possuir conhecimentos específicos cada vez mais complexos vai na contramão de uma frequente constatação de muitos pseudo especialistas presentes no mercado corporativo, que diz respeito a “precisarmos ser generalistas”. Tempos atrás, o genial Ariano Suassuna afirmou que “… a massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto… Nunca vi um gênio com gosto médio.” Fazendo uma breve analogia, o ‘primo’ do gosto médio na arte é o conhecimento generalista no mundo corporativo. O conhecimento generalista, muitas vezes, é raso. Ele tem muito pouca valia no processo de geração de novos requisitos de riqueza, a inovação, que acontece, necessariamente, a partir do conhecimento profundo. Ainda que seja cabível considerar que a visão de alguém novo, ou de fora do processo, possa ser um importante gatilho, a inovação só acontece a partir da disposição daqueles que possuem muito conhecimento. Em tempos de redução da validade deste, saber quem sabe é a grande sacada para nos manter competitivos.

Há ainda aqueles que tendem a afirmar outros mantras que chegam a ser ainda mais constrangedores. Talvez por isso, ou certamente, por conta disso, vivemos uma epidemia de tantas práticas de autoajuda, disfarçadas, na maioria das vezes, com o título de coaching. Pessoas pobremente construídas de conhecimentos explicítos, em sua maioria formadas em barulhentos e caros cursos de finais de semana, e com parcos conhecimentos tácitos, frutos de inexpressivas ou quase nulas experiências pessoais e/ou profissionais, se acotovelam em buscar algo a ser conquistado, verdadeiramente, apenas por aqueles que construíram de forma efetiva seus pilares de aprendizado. Muitas das empresas e profissionais que constroem suas carreiras explorando este filão, levantam a bandeira em prol do conhecimento raso, o mal maior de nossa sociedade. Cabe prevenção. Esta injeção tem como princípio ativo o conhecimento. Com as bençãos de Drucker e Suassuna e sem qualquer contraindicação.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Jornal publica que Banco Master fez empréstimo a Pedro Mesquita, que comprou a SAF do Paulista FC.

Nesta última semana, o Jornal Metrópolis publicou que Daniel Vorcaro, do Banco Master, havia feito empréstimos à SAF que arrendou a Portuguesa de Desportos e que prometia reformar o Canindé. Eram mais de 400 milhões para investir, mas que depois dos escândalos, nada saiu. A matéria cita que a ideia não só com a Lusa, mas também com outras praças, era a de exploração de estádios como Arena de Shows.

Você pode conferir essa notícia aqui: https://www.metropoles.com/colunas/demetrio-vecchioli/master-financiou-planos-de-reformar-caninde-e-comprar-fonte-nova

Agora, o mesmo jornal traz a matéria de que o Banco Master, de Daniel Vorcaro, através de uma farmacêutica que controlava, emprestou dinheiro que está sendo investigado pela CVM a 4 conselheiros. Entre eles, Pedro Mesquita, da EXA Capital (proprietária atual da SAF do Paulista de Jundiaí). A publicação diz que procurou tanto Pedro quanto a empresa, que não se pronunciaram.

Vide aqui: https://www.metropoles.com/colunas/demetrio-vecchioli/master-emprestou-r-336-milhoes-para-4-conselheiros-e-socios-da-biomm

Importante frisar: suspeito não quer dizer culpado ou criminoso. Todos são honestos, até que se prove o contrário.

Em tempo: esse espaço não está acusando ninguém, apenas reproduzindo a matéria de um respeitado jornal.

Master emprestou R$ 336 milhões para 4 conselheiros e sócios da Biomm

Operação é semelhante à investigada pela CVM por coordenação para fazer disparar preços das ações da Ambipar

por Demétrio Vecchioli

O envolvimento de Daniel Vorcaro com a farmacêutica Biomm ia muito além da participação acionária de 25,86% no capital social da empresa. Na mesma época em que o banqueiro se tornou acionista, o Banco Master, controlado por ele, registrou ter emprestado R$ 336 milhões para outros acionistas e conselheiros da empresa, justamente em período de forte valorização das ações da companhia.

A operação é semelhante à investigada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) referente à Ambipar. A área técnica da CVM aponta que Vorcaro, o investidor Nelson Tanure e o CEO da Ambipar, Tercio Borlenghi Junior, teriam agido em conluio para inflar as ações da companhia entre junho e agosto de 2024 a partir da aquisição coordenada de ações.

No caso da Biomm, no período em que Daniel Vorcaro emprestou R$ 336 milhões para dois fundadores da empresa, um conselheiro e um investidor, as ações se valorizaram mais de 300%, também em 2024, mas entre fevereiro e maio.

A coluna já noticiou dois empréstimos, que somam R$ 45 milhões, para que o ex-ministro do Turismo Walfrido dos Mares Guia, fundador da empresa, adquirisse um lote de ações na oferta de aumento da capital no início de 2024. Mas outros R$ 10,2 milhões foram cedidos para a Samos Participações, holding da família Mares Guia, e R$ 10,3 milhões para André Emrich, filho de outro fundador da Biomm, Guilherme Emrich. A informação consta em planilha compartilhada pelo liquidante do Master em um processo judicial.

Indicado pelo Banco Master para ocupar uma cadeira no Conselho de Administração da Biomm, Pedro Mesquita, ex-chefe do banco de investimento da XP e fundador da Exa Capital, também tomou R$ 10,3 milhões emprestados do Master em 21 de abril de 2024, nove dias antes de ser eleito para o posto na Biomm, Em janeiro, ele já havia tomado um financiamento de R$ 5,1 milhões.

Chama atenção que o valor cedido a Pedro em abril é idêntico, até nos centavos, aos empréstimos concedidos a Walfrido e a André Emrich. Já o crédito anterior cedido a Mesquita é exatamente a metade disso. Isso fazia com que, dos sete conselheiros eleitos para o conselho de administração da Biomm em 30 de abril de 2024, fossem, na pessoa física, credores do banco do principal acionista da companhia, Daniel Vorcaro.

A maior transação, porém, envolvia o investidor Lucas Kallas, que participava da sociedade através da Cedro Participações, com 8% do capital. Em 16 de abril de 2024 – quinze dias antes da assembleia de acionistas que elegeu um indicado de Vorcaro – o Master emprestou R$ 254 milhões para a LPK Participações, de Kallas.

Mares Guia, ex-ministro do primeiro governo Lula, disse à coluna que nos casos dele e de Emrich, o empréstimo foi para financiar a integralização feita por eles no aumento de capital da empresa. Mas o valor total envolvido nas transações é superior ao total do aumento de capital da Biomm em fevereiro de 2024: R$ 217 milhões.

Foi nesta operação que Vorcaro se tornou acionista da empresa, a partir de operação realizada pelo fundo Cartago. Depois, em 2025, como forma de ressarcir o BRB pelas carteiras de crédito falsas repassadas, Vorcaro entregou essas ações ao Banco de Brasília.

Já este ano, quando o fato de as ações estarem em posse do BRB se tornou público, a gestora Alaska fez uma oferta e as adquiriu. Também comprou as ações da Cedro Capital, de Kallas.

As sete Cédulas de Crédito Bancário (CCB) envolvendo acionistas e/ou conselheiros da Biomm foram cedidas naquele mesmo mês de abril de 2024 ao Banco Voiter, então parte do conglomerado do Master. Depois renomeada Banco Plena, e controlada pelo ex-sócio do Master Augusto Lima, ela também acabou liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central.

As operações entre o Master e acionistas da Biomm coincidiram com um aumento expressivo no valor das ações da farmacêutica na B3. Emitidas a R$ 5,75 no aumento de capital, que durou entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, elas bateram em R$ 17,80 em 3 de maio.

Operação semelhante também envolveu a Oncoclínicas. Em maio daquele ano de 2024, o Master emprestou R$ 517 milhões para Bruno Ferrari, fundador e então CEO da companhia, participar do aumento de capital liderado pelo próprio Vorcaro, que comprou cerca de R$ 1 bilhão em ações, conforme divulgado à época. O movimento até fez o preço dos papéis subir cerca de 25% em poucos dias, mas logo veio a derrocada. Hoje, as ações valem menos de um real.

A coluna procurou Pedro Monteiro e a Exa Capital, mas não teve resposta. Também não recebeu resposta das tentativas de contato com Lucas Kallas e sua Cedro Participações. A assessoria de Tanure disse que “a aquisição de ações da Ambipar pelo empresário ocorreu depois dos fatos que foram objeto de análise pela área técnica da CVM, de modo que não pode ser responsabilizado por circunstâncias pretéritas e relacionadas exclusivamente ao controlador da empresa” e que ele não figurou como parte no processo instaurado na CVM para avaliar eventual necessidade de realização de OPA pelo controlador da Ambipar.

– Deixar as preocupações de lado: você consegue?

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair;

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre;

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada;

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito.

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo de experiência quer ter;

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa;

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho;

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso.

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual;

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir;

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir;

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– REPOST – Projeto Sebrae nas Penitenciárias.

Hoje foi dia de falar sobre “Ideias de Negócios e Empreendedorismo” pelo Projeto Sebrae na Comunidade, na Penitenciária III de Franco da Rocha.

É um trabalho difícil, pela situação em si e pelos contratempos. Mas o esforço para que uma semente positiva tenha sido plantada, não tem preço.

Somente com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 #Educação

– A culpa é de quem?

Quantas vezes nós nos deparamos com situações que nos desagradam no ambiente de trabalho, e acabamos sucumbindo às crises que nascem desses problemas.

Mas deveríamos?

Claro que não! É óbvio que somos agentes de mudança no mundo corporativo (e social) também. Usarmos de percalços para desculpas não destrói só a empresa, mas a nós mesmos!

Essa imagem é bem clara:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para postagem do crédito.

– Tipos de Boa Ajuda Corporativa.

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos


ENGLISH:

THREE TYPES OF HELP

You need a coach, an entrepreneur… and a ‘contrarian’

By Paulo Eduardo Nogueira

An aphorism by Peter Drucker, one of the patron saints of modern management, says: “Culture starts with the right people, and culture eats strategy for breakfast.”

But who are the right people? Innovation consultants G. Michael Maddock and Raphael Louis Vitón suggest three types that can help a lot in transforming ideas into innovative products or services.

The first is the challenging coach, who encourages employees to go beyond self-imposed limits and take risks that they would normally avoid.

The second is the entrepreneur, who sees business opportunities where others see difficulties, and loves challenges.

The third is someone who is your opposite. Experience shows that highly successful companies have combined executives with different mindsets to generate a creative clash of ideas: if you are yang, look for your yin.

– Sobre a SAF do Paulista FC: ela assumiu o Galo neste dia 01/07. Mas…

Mas… nenhuma pessoa de fora do círculo restrito da negociação entre EXA Capital e Paulista FC sabe ainda qual o propósito, como funcionará, quem tocará e outras nuances. Uma pena estar avesso às opiniões, críticas e sugestões da sociedade e de pessoas que poderiam contribuir.

Nesse vídeo, algumas pertinentes colocações, sem julgamento se ela será boa ou ruim; afinal, ninguém sabe como ela se dará.

No link em: https://youtu.be/AW_DKc9Hv5U?is=RF2RwPoQHrFwFBBS

 

– Liderança Organizacional, sobre ótica cristã.

Para quem é da área de RH e gosta do tema “Liderança”, veja que interessante: a Imposição ou a Conquista da Liderança, de um ponto de vista cristão. Artigo alternativo aos gestores de recursos humanos, escrito por um missionário católico e administrador de empresas, mas que serve para qualquer líder, independente da crença.

Extraído de:  http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11243

AUTORIDADE: CONQUISTA OU IMPOSIÇÃO

por Sandro Arquejada

Algumas pessoas exercem sobre outras certa influência, seja por admiração, por fascínio ou por projetar nos corações um algo a mais para suas vidas. Sentimentos assim nascem a partir do testemunho que a maioria vê nesses homens e mulheres que se destacam. O ser humano tem a necessidade de ser guiado e busca, como referência nos semelhantes, algo que sacie a sua sede de ser melhor.

Essas pessoas, geralmente, são carismáticas, inteligentes e têm um espírito de liderança. Esse talento acontece naturalmente, desde crianças; em brincadeiras, empresas, escolas, instituições, trabalhos voluntários e também em ambiente religioso.

Jesus era um líder nato. Todo o Seu ser atraia multidões. “Quando Ele terminou estas palavras, as multidões ficaram admiradas com o Seu ensinamento. De fato, Ele as ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas” (Mt 7, 28-29). Nosso Senhor conquistava as pessoas. Ele não impunha uma doutrina como faziam os escribas e os fariseus. Seu ensinamento vinha do testemunho de amor que Ele não só discursava, mas que demonstrava em toda sua vida.

O amor incondicional era o Seu principal atrativo; e continua sendo ainda hoje. Ao estar à frente de pessoas, antes de tudo, Ele observava o que cada um tinha de melhor, sem deixar de corrigir o que era preciso. As pessoas se deixavam conduzir porque encontravam alguém que acreditava nelas.

O líder oferece de si e ensina o que sabe, sem medo de ser superado, porque quer que as obras dos seus discípulos sejam até maiores que as suas. A autoridade vem da conquista de corações! Líder é aquele que abraça uma causa junto com os seus, não se abstendo das responsabilidades e trabalhos que isso pode causar. Não coloca sobre seus subordinados, discípulos ou aqueles que lhe são confiados, o peso da sua vaidade e idéias próprias.

O filho obedece verdadeiramente o pai, quando ele [filho] se sente amado, pois, acredita que o pai lhe quer bem, ainda que custe sacrifício. Assim também acontece na relação de professores e alunos, patrões e empregados. O amor impulsiona atitudes dignas de confiança recíproca.

Na verdade, quem ocupa uma posição de autoridade é servo de quem ele comanda. Assim ensinou o Mestre Jesus: “Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve.” (Mt 20,26). Ou ainda: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10,45).

Ao contrário desse ensinamento, os escribas e fariseus praticavam uma autoridade que os colocavam em lugar privilegiado para serem chamados de mestres e vistos por todos. “Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo” (Mt 23,4).

Hoje, existe muita informação sobre liderança, palestras para empresas, cursos universitários, tudo para formar novas cabeças que comandarão pessoas e almas, tanto no campo da política como no da ciência, da informação, da religião, entre outros.

Mas o verdadeiro líder não precisa ocupar um cargo ou posto, mesmo sendo o último de uma hierarquia, ele age como Jesus, acreditando no potencial das pessoas e tirando de dentro delas o melhor que cada um pode ser. Ou seja, o que forma o outro são os sentidos mais nobres dentro de nós: a misericórdia, o acreditar nas pessoas e, principalmente, o amor, o amor do coração de Jesus. Que esse amor esteja firme dentro dos nossos corações!

Autoridade conquista ou imposição

Foto ilustrativa: Jirsak by Getty Images

– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– A Heisense defende o seu VAR e se pronuncia sobre o Gol do Brasil.

Já falamos sobre o gol mal anulado de Vinicius Jr no jogo Escócia 0x3 Brasil. Você pode conferir em: https://professorrafaelporcari.com/2026/06/24/gol-mal-anulado-do-brasil/

Eis que a Hisense (a fornecedora da tecnologia do árbitro de vídeo), através da Hisense Brasil, publicou uma nota bem humorada, concordando que o gol deveria ser validado e que não tem culpa se o VAR fez mal uso do equipamento

Na imagem:

– A Heisense defende o seu VAR e se pronuncia sobre o Gol do Brasil.

Já falamos sobre o gol mal anulado de Vinicius Jr no jogo Escócia 0x3 Brasil. Você pode conferir em: https://professorrafaelporcari.com/2026/06/24/gol-mal-anulado-do-brasil/

Eis que a Hisense (a fornecedora da tecnologia do árbitro de vídeo), através da Hisense Brasil, publicou uma nota bem humorada, concordando que o gol deveria ser validado e que não tem culpa se o VAR fez mal uso do equipamento

Na imagem:

– O direito de se desconectar do trabalho aumentará a produtividade?

Na Bélgica, o Governo permitiu que os funcionários públicos tenham “o direito de não serem incomodados fora do expediente de trabalho por mídias eletrônicas”. Em troca, espera-se o aumento de produtividade.

Veja que interessante e avalie: a iniciativa privada entrará nessa onda?

Extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2022/02/os-belgas-que-ganharam-direito-de-se-desconectar-do-trabalho.html

OS BELGAS QUE GANHARAM O DIREITO DE SE DESCONECTAR DO TRABALHO

A partir de fevereiro, funcionários públicos da Bélgica não poderão ser contatados fora do horário de expediente

Embora tenha um dia sonhado em ser chef de cozinha, Delphine acabou se tornando funcionária pública. Mas ela ainda faz questão de dedicar tempo para cozinhar. “É uma das minhas paixões”.

A belga de 36 anos está preparando um jantar para seus amigos Catherine e Roch. O prato é Hachis Parmentier, uma receita à base de carne moída e purê de batata. Enquanto frita cebolas, Delphine me conta que celebrou o fato de vários funcionários públicos da Bélgica estarem ganhando o “direito de se desconectar”.

“Especialmente para os jovens, não é claro quando eles devem ou não estar disponíveis”, disse.

“Porque quando você começa num emprego novo, você quer ser perfeito e você pensa: ‘Se eu não responder àquele email às 22h, talvez meu chefe não goste’. Então, agora, acho que haverá uma mudança cultural”, diz.

Desde o dia 1° de fevereiro, 65 mil funcionários públicos passaram a não poder ser contatados fora do horário de expediente. Há algumas exceções- por acordo ou se for algo tão urgente que não possa esperar. E isso não significa que não haverá funcionários de plantão.

Estresse e burnout

Um segundo princípio estabelecido pelas novas regras é que funcionários não poderão ser prejudicados por não atender o telefone ou responder a e-mails fora do horário de expediente.

A ministra da Administração Pública, Petra De Sutter, acredita que as mudanças vão aumentar a eficiência. Ela diz que a linha entre trabalho e vida pessoal tem se tornado cada vez mais cinzenta com a pandemia, com tantas pessoas trabalhando de casa.

Sem o direito de desconectar, ela diz, “o resultado seria estresse e burnout, e isso é uma doença real nos dias de hoje”. Essa mudança de regra é relativamente fácil de implementar porque só se aplica a funcionários públicos federais.

Um projeto para estender a prática para o setor privado poderá receber maior resistência. “O direito de desconectar não deve ser aplicado ao setor privado”diz Eric Laureys, da Voka, rede belga de empresas. Ele diz que essa mudança poderia “desfazer” o progresso visto durante a pandemia em flexibilizar rotinas de trabalho.

“Seria um grande sinal de desconfiança na abilidade dos empregadores de organizar o trabalho.”

Len Shackleton, pesquisador da Think Tank Instituto de Assuntos Econômicos e professor de economia na Universidade de Buckingham, concorda que o “direito de se desconectar” prejudicaria a flexibilidade.

“Restrições em contatar trabalhadores fora do horário de expediante seriam só uma dose a mais de regulação.” Petra De Sutter insiste que a medida não será um obstáculo à flexibilidade de trabalho, quando isso for do desejo do empregado.

“Por outro lado, temos que proteger direitos básicos dos trabalhadores”, diz ela.

Já Delphine ri quando perguntada se o “direito de se desconectar” não pode alimentar a ideia de que funcionários públicos trabalham pouco ou que estão sempre de olho no horário do fim do expediente.

Ela diz que isso é um clichê antigo e garante que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos. “Acho que fazemos mais com menos pessoas, normalmente. Não acho que trabalhamos pouco.”

Outros países já aprovaram mudanças semelhantes, como a França. Na Bélgica, o próximo estágio do debate é verificar se um grupo maior de trabalhadores deveria, também, ganhar o direito de se desconectar.

A ministra da Administração Pública da Bélgica, Petra De Sutter, diz que a mudança vai aumentar a eficiência (Foto: AFP via BBC News)

– As receitas financeiras da FIFA:

Como a FIFA arrecada suas receitas?

Não nos esqueçamos: a entidade é uma empresa extremamente lucrativa. Veja abaixo:

Screenshot

– Entenda o que é Inteligência Emocional:

Preparando aulas, e com um dos meus assuntos preferidos: Inteligência Emocional!

Você sabe o que é isso?

Leia atentamente essa definição da imagem:

– As receitas financeiras da FIFA:

Como a FIFA arrecada suas receitas?

Não nos esqueçamos: a entidade é uma empresa extremamente lucrativa. Veja abaixo:

Screenshot

– A crise do Pizza Hut.

Lojas sem funcionários, buffets que funcionam de vez em quando e mau atendimento: os motivos que fazem o Pizza Hut estar em crise?

Abaixo, extraído de: https://www.infomoney.com.br/business/em-dificuldades-rede-pizza-hut-e-vendida-por-r-137-bilhoes/

EM DIFICULDADES, PIZZA HUT ESTA A VENDA POR R$ 13,7 Bi

A Yum! Brands Inc. está vendendo sua divisão em dificuldades da Pizza Hut por US$ 2,7 bilhões, permitindo que a operadora de restaurantes concentre seus esforços nas redes KFC e Taco Bell, que têm apresentado desempenho melhor.

A gestora de private equity LongRange Capital vai adquirir a Pizza Hut, excluindo a operação na China, por US$ 1,5 bilhão [R$ 7,65 bilhões, na conversão atual], informou a Yum em comunicado nesta terça-feira. A Yum China Holdings Inc. comprará o restante do negócio por US$ 1,2 bilhão [R$ 6,12 bilhões, na conversão atual]. A expectativa é que as transações sejam concluídas no terceiro trimestre.

As ações da Yum chegaram a subir 3,6% na manhã de terça-feira em Nova York. Até o fechamento de segunda-feira, o papel acumulava alta de 2,2% no ano, abaixo do avanço de 10% do S&P 500.

Os investidores já esperavam que a Yum se desfizesse da Pizza Hut, marca que controla desde que a empresa de restaurantes foi desmembrada da PepsiCo Inc., em 1997. A venda deve ajudar a Yum a tornar seu foco mais preciso, afirmou Michael Halen, da Bloomberg Intelligence.

“Isso permite que eles redirecionem seus recursos, suas pessoas, sua energia e seu capital para uma rede com crescimento muito forte e outra com crescimento bastante sólido”, disse ele.

A Bloomberg informou em maio que a LongRange havia iniciado negociações exclusivas com a Yum para comprar a Pizza Hut. No ano passado, a empresa disse que estava conduzindo uma revisão estratégica após anos tentando reanimar as vendas estagnadas da rede conhecida por suas pizzas de massa grossa e amanteigada.

A Domino’s superou a Pizza Hut em áreas como inovação de cardápio, marketing, tecnologia de pedidos e infraestrutura de entrega, disse Neil Saunders, diretor-gerente da GlobalData. Segundo ele, a Pizza Hut também é uma opção menos popular entre consumidores que preferem comer no salão, já que esse público busca cardápios mais amplos e ambientes mais contemporâneos.

A operação da Pizza Hut nos Estados Unidos tem ficado atrás de seus pares nos últimos anos, de acordo com dados da empresa de pesquisa do setor de restaurantes Technomic Inc. A categoria ganhou impulso quando os americanos passaram a pedir comida em casa durante a pandemia, mas as vendas perderam força desde então. As redes lançaram uma série de promoções para aumentar o tráfego. A Pizza Hut tem tido dificuldade para competir.

“Este é um ambiente tão promocional quanto qualquer outro que eu já vi”, disse Halen. Na Pizza Hut, “a qualidade do produto não era boa, e os imóveis aqui nos EUA eram um problema. Você tem essas lojas grandes, e ninguém está indo até elas para sentar e comer.”

A participação da Pizza Hut na receita da Yum caiu todos os anos desde 2019, recuando para cerca de 12% em 2025, ante mais de 18% seis anos antes, segundo dados compilados pela Bloomberg. Nesse período, a receita da Pizza Hut ficou em torno de US$ 1 bilhão, enquanto a receita da Yum cresceu cerca de 47%, para US$ 8,2 bilhões no ano passado.

Com o negócio, a Yum ficará com o KFC, sua maior marca, com US$ 3,5 bilhões em vendas anuais, o Taco Bell (US$ 3 bilhões) e o Habit Burger & Grill (US$ 570 milhões).

“A Pizza Hut pesou sobre os resultados que, de outra forma, seriam sólidos para o grupo”, escreveu Saunders em relatório. “Em essência, os bons números de KFC e Taco Bell foram ofuscados pelas contínuas quedas nas vendas e recuos nos lucros da Pizza Hut.”

Para a Yum China, adquirir a Pizza Hut na China dará à empresa o controle do que ela descreve como a maior marca de casual dining do país, com receita de segmento de US$ 2,3 bilhões no ano passado. A companhia planeja expandir o número de unidades para mais de 6.000 até 2028, ante cerca de 4.400 no fim de março.

A LongRange, sediada em Stamford, Connecticut, também é dona de empresas como a 24 Hour Fitness.

© 2026 Bloomberg L.P.

Fachada de loja da Pizza Hut (Foto: Bloomberg)

Imagem: Bloomberg

– Conheça a Papelaria Criativa “Laços em Papel”. Siga-a!

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Vale a pena conhecer:

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– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

– As 7 coisas para não contar ao seu chefe:

A que ponto sua intimidade com o seu superior lhe permite certas “coisas pessoais a serem reveladas”?

Compartilho uma interessante matéria sobre situações a serem evitadas na relação entre subordinado e chefes.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/05/29/briga-em-casa-falta-de-dinheiro-7-coisas-que-nao-deve-contar-ao-seu-chefe.htm?cmpid=tw-uolnot

BRIGA EM CASA, FALTA DE DINHEIRO: 7 COISAS QUE NÃO DEVE CONTAR AO SEU CHEFE

Brigou com alguém da família, quer sair da empresa ou está com as contas atrasadas? Pode parecer comum conversar sobre isso com os amigos, mas é melhor não compartilhar essas informações com seu chefe.

UOL conversou com a diretora de Marketing e RH do ManpowerGroup, Márcia Almström, e a professora da pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) Izabela Miotto para listar sete temas que seu patrão não precisa saber sobre você. Confira:

1) Problemas de relacionamento

Ter uma briga ou uma discussão com marido, mulher, namorado, filhos ou pais é comum, mas seu chefe não precisa saber o que aconteceu. “Se está com dificuldades com a família, quanto mais se preservar no ambiente corporativo, melhor é para você. Pode não ser adequado contar para o chefe. Recomendo mais cautela e discrição”, diz a especialista do ManpowerGroup.

2) Se ficou até tarde na balada

Ao ir a uma festa ou comemoração, não chegue no trabalho contando o que fez. “Existe uma etiqueta corporativa que deve ser respeitada. Ela varia de empresa para a empresa, mas falar que chegou às 4h da manhã e tomou todas não é adequado”, diz Miotto.

3) Situação financeira ruim

Se está com alguma conta atrasada e passando por problemas financeiros é melhor deixar seu chefe fora disso. “O RH da empresa é a área em que o funcionário pode verificar a possibilidade de um empréstimo. Há empresas que têm a política de emprestar dinheiro em alguns casos. Compartilhar por compartilhar com o chefe, eu não recomendo. Isso desgasta a imagem do funcionário”, diz Almström.

4) Planos de sair da empresa

Se você está pensando em sair da empresa, não vale a pena contar para o chefe sem antes ter uma decisão concreta. “Fica a impressão de que estou aqui recebendo meu salário e pensando em outro lugar. É uma decisão sua e que compete a você, não ao seu chefe. Ele tem expectativas em relação ao funcionário e sua contribuição para a companhia”, diz Almström.

5) Fofocas sobre o chefe e colegas

A recomendação é não levar fofocas para o chefe sobre ele ou sobre colegas. A pessoa pode achar que está fazendo algo positivo em contar críticas feitas nos corredores, mas na verdade não há benefício para ninguém, afirma Almström.

6) Queixas do dia a dia

Nem sempre o funcionário concorda com o que acontece na empresa. Mas ficar reclamando de tudo não ajuda na imagem profissional. “Essa postura de reclamar o tempo inteiro e de dizer que nada está bom faz com que as pessoas não se aproximem. Não é bom fazer isso com o chefe nem com ninguém”, diz Almström.

Ela afirma que o profissional precisa mostrar capacidade de lidar com as situações do dia a dia. “É preciso apresentar soluções em vez de ressaltar os problemas.”

7) Reclamações constantes dos colegas

Nem sempre é fácil lidar com os colegas de trabalho. Mas levar queixa sem relevância ao patrão pode ser prejudicial ao profissional. “As dificuldades dentro das organizações são reais. É preciso buscar maturidade para lidar com os problemas. O chefe não espera que de cinco em cinco minutos chegue uma queixa. Não é que não possa falar, mas tem de saber o momento correto para isso”, diz Almström.

Relacionamento com chefe pode ser construído

Para Miotto, o chefe e o funcionário podem ter uma relação, mas há limites. “Uma relação de confiança cria um ambiente de trabalho seguro. Mas há um limite. Eu posso chegar para o chefe e dizer que não estou bem, que tenho um problema pessoal, e ele abrir espaço para eu falar”, diz.

Porém, é necessário fazer uma análise da empresa para entender esses limites. “É preciso observar o ambiente antes de sair contando tudo para ele. Um relacionamento com o chefe se constrói no dia a dia. Aí o funcionário vai ter clareza de até aonde ele pode ir”.

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Imagem: Getty Images

– Qual clube de futebol a Leila Pereira poderia comprar?

Ironia ou desejo real?

Qual clube dona Leila compraria?

Na imagem:

– Pode-se mentir para bons negócios?

Dias atrás, ouvi em uma rádio que não me recordo (talvez a CBN) uma entrevista onde um negociador se gabava do “poder de persuasão”. Na ocasião, ele havia dito como através da estratégia de publicidade e marketing conseguia bons negócios fechados, além da utilização de benefícios conquistados para sua empresa. Em determinado momento, ele falou sobre a supervalorização que deu do seu produto (como se isso fosse bom, caso fosse verdade – e confesso estranhar tal franqueza).

Onde quero chegar?

Numa simples questão comportamental: a mentira.

Eu não gosto de mentira, e isso serve para o campo profissional e pessoal. Qualquer atividade que seja, a transparência deve prevalecer, pois isso mostra ética / honestidade. Sempre brinco (em tom de verdade) que uma mentirinha e uma mentirona são iguais” (não deixam de ser mentira).

Assim, fica uma brevíssima reflexão: vale mentir no mundo dos negócios, na administração de empresas ou nas relações sociais (independente se alguém se beneficiará ou será poupado por algo que possa lhe machucar)?

Eu prefiro, em qualquer situação, A VERDADE.

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Imagem extraída de: https://vocesa.abril.com.br/carreira/mentiu-para-o-seu-chefe-e-ele-descobriu-veja-como-sair-dessa/ (Homem com nariz de pinóquio, mentiroso, mentira, mentir SIphotography/Thinkstock)

– O absurdo das multas acertadas entre técnicos e clubes: E o Luís Castro?

Ouço em uma Rádio Gaúcha que, caso o Grêmio queira demitir Luís Castro, terá que desembolsar R$ 34 milhões!

Não é uma loucura? Sabedores que somos da atual situação do Brasileirão (recorde de demissões), porque os clubes insistem em aceitar uma pedida como essa?

As multas são salvaguardas dos dois lados. Mas os valores, obviamente, estão exagerados…

Há 1 ano, mas atual:

REPOST: Treinador no Brasil não vive de salário, mas de multa!

Aqui no Brasil, ser um treinador de futebol significa “estar com o cargo interinamente”. Onde mais em nosso planeta se demitiria na Rodada 1 de um torneio? Ou na 2 ou 3?

Mal começou o Brasileirão, e em 5 rodadas já caíram Mano, Quintero, Caixinha e Ramon Díaz. Todos eles receberão multas milionárias

E aí questiono: se é sabido que haverá demissão precoce, com exceções a Abel e Vojvoda atualmente, por que na negociação colocar multas absurdas? Se não se aceita um valor menor, contrate outro. Ou… tem clube que turbina a multa e “a là rachadinha”, divide os valores com alguém?

Será questão de dias para Carille, Zubeldía, Renato Paiva e mais alguns terem o mesmo desfecho. É óbvio que quando o treinador está pressionado, ele cai. Veja Ramon Díaz, que mal comemorou o título paulista e caiu.

Taí o fator “ilusão”. Ganhar o Estadual não garante ninguém. Eles existem para que, os clubes que não têm chances no Campeonato Nacional, possam festejar alguma coisa. Ou não é verdade que muito time “dito grande”, só festeja o campeonato da sua federação?

É impensável (e desinteligente) trazer um treinador com contrato longo em nosso país. Ele vai cair antes do vencimento do acordo. É só fazer um levantamento: quais treinadores do último Campeonato Brasileiro cumpriram integralmente seus contratos de trabalho? E falo pelos dois lados: do patrão que manda embora e do colaborador que pede a conta.

Ouso dizer (sem pesquisa alguma, por falta de tempo): boa parte dos técnicos do último Brasileirão, e talvez deste, ganharão mais dinheiro com as multas rescisórias do que com os salários trabalhados…

Aguardemos Santos e Corinthians (que até o final dessa redação, não tinham acertado com novos treinadores): qual será a multa dos seus contratados?

– O absurdo das multas acertadas entre técnicos e clubes: E o Luís Castro?

Ouço em uma Rádio Gaúcha que, caso o Grêmio queira demitir Luís Castro, terá que desembolsar R$ 34 milhões!

Não é uma loucura? Sabedores que somos da atual situação do Brasileirão (recorde de demissões), porque os clubes insistem em aceitar uma pedida como essa?

As multas são salvaguardas dos dois lados. Mas os valores, obviamente, estão exagerados…

Há 1 ano, mas atual:

REPOST: Treinador no Brasil não vive de salário, mas de multa!

Aqui no Brasil, ser um treinador de futebol significa “estar com o cargo interinamente”. Onde mais em nosso planeta se demitiria na Rodada 1 de um torneio? Ou na 2 ou 3?

Mal começou o Brasileirão, e em 5 rodadas já caíram Mano, Quintero, Caixinha e Ramon Díaz. Todos eles receberão multas milionárias

E aí questiono: se é sabido que haverá demissão precoce, com exceções a Abel e Vojvoda atualmente, por que na negociação colocar multas absurdas? Se não se aceita um valor menor, contrate outro. Ou… tem clube que turbina a multa e “a là rachadinha”, divide os valores com alguém?

Será questão de dias para Carille, Zubeldía, Renato Paiva e mais alguns terem o mesmo desfecho. É óbvio que quando o treinador está pressionado, ele cai. Veja Ramon Díaz, que mal comemorou o título paulista e caiu.

Taí o fator “ilusão”. Ganhar o Estadual não garante ninguém. Eles existem para que, os clubes que não têm chances no Campeonato Nacional, possam festejar alguma coisa. Ou não é verdade que muito time “dito grande”, só festeja o campeonato da sua federação?

É impensável (e desinteligente) trazer um treinador com contrato longo em nosso país. Ele vai cair antes do vencimento do acordo. É só fazer um levantamento: quais treinadores do último Campeonato Brasileiro cumpriram integralmente seus contratos de trabalho? E falo pelos dois lados: do patrão que manda embora e do colaborador que pede a conta.

Ouso dizer (sem pesquisa alguma, por falta de tempo): boa parte dos técnicos do último Brasileirão, e talvez deste, ganharão mais dinheiro com as multas rescisórias do que com os salários trabalhados…

Aguardemos Santos e Corinthians (que até o final dessa redação, não tinham acertado com novos treinadores): qual será a multa dos seus contratados?

– A história da Casio, de Tadao Kashio.

Uma história de Inovação e Inspiração, abaixo:

Extraído do LinkedIn de Carlos Alberto Tavares Ferreira, em: https://www.linkedin.com/posts/carlos-alberto-tavares-ferreira-%F0%9F%8C%B1%F0%9F%92%A7-18b24621_n%C3%A3o-queria-criar-um-luxo-queria-criar-um-activity-7324010608306057217-zPcW/

“Não queria criar um luxo. Queria criar um companheiro de jornada.” (Tadao Kashio)

Enquanto o mercado se encantava com relógios que mais pareciam joias de vitrine, Tadao pensava diferente:

Um relógio que resistisse ao tempo. Que acompanhasse o estudante, o operário, o cientista.

Que não quebrasse com uma queda, que não custasse uma fortuna, mas que oferecesse algo ainda mais raro: confiança.

Assim nasceu o espírito Casio: Funcional. Resiliente. Acessível.

Um relógio que te dava as horas, mas também te ensinava o valor do tempo.

Presente em provas, entrevistas, primeiras viagens, turnos noturnos.

Não era ostentação. Era propósito. Por isso, Casio se tornou eterno.

Porque quando algo é útil, honesto e bem feito, ele não se exibe… ele permanece.

Hoje, cada Casio no pulso diz algo simples e poderoso: “Estou pronto para o que vier.” Porque um bom relógio não marca só as horas.

Ele move quem tem planos.

Casio não nasceu para se gabar.

Nasceu para nunca te deixar na mão.

O tempo é precioso. E merece um relógio que o respeite.

– O que faz um conteúdo B2B atrair clientes.

Criar conteúdo sem entender o que ele precisa provocar é como mandar currículo com o nome errado da empresa. Pode até impressionar de longe, mas não …

Continua em: O que faz um conteúdo B2B atrair clientes

– OpenAI prepara IPO e aquece corrida da inteligência artificial.

A OpenAI se prepara para abrir capital e intensifica a corrida global da inteligência artificial. #Linkezine 🤖 O post OpenAI prepara IPO e aquece …

Continua em: OpenAI prepara IPO e aquece corrida da inteligência artificial

– Que feio, Botafogo e Corinthians. Sobre calotes:

O Corinthians (que é um clube de massa), está com Transfer Ben determinado pela FIFA, por não ter pago ainda Martínez (que nem está mais no time).

O Botafogo idem (e que é uma SAF), por 3 motivos.

A pergunta é: os dirigentes não têm vergonha dessa situação?

– Que feio, Botafogo e Corinthians. Sobre calotes:

O Corinthians (que é um clube de massa), está com Transfer Ben determinado pela FIFA, por não ter pago ainda Martínez (que nem está mais no time).

O Botafogo idem (e que é uma SAF), por 3 motivos.

A pergunta é: os dirigentes não têm vergonha dessa situação?

– O futebol não está salvando as Casas Bahia…

Sabemos que as Casas Bahia passaram por recuperação extra judicial de bilhões de reais.

Sabemos que os herdeiros de Samuel Klein, quando retomaram o controle da empresa depois do grupo Casino ter desistido da operação, passaram por sérios problemas.

Vimos as grandes ações de marketing da empresa no Campeonato Paulista (lembram dos árbitros tirando o Toz com “frigideira ou assadeira”?).

Mesmo assim, na imagem, a prova de que “o buraco é mais embaixo”…

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 7 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Persistência tem limite.

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

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Imagem extraída da Internet.

– As SAFs são um bom negócio?

Compartilho minha coluna do Jornal de Jundiaí de hoje, sobre SAF!

Visite o Portal JJ ou compre a edição impressa nas bancas.

Prestigie:

🗞️  @jornaldejundiaí

– Slogans que perduraram / perduram:

Um bom marketing eterniza alguns slogans. Olhe só esses daqui, na imagem abaixo:

– A dívida do Corinthians!

Como crer que essa absurda dívida de 2,7 bi será paga?

Quais esforços estão sendo feitos para minimkizá-la?

Quem poderá socorrer o Corinthians?

Abaixo:

Screenshot

– A falsa segurança que uma SAF pode transmitir.

Pense, pesquise, reflita e verifique: qual SAF, até hoje, cumpriu o seu contrato assinado até o fim?

Nenhuma!

O Cruzeiro, adquirido por Ronaldo Nazário por 10 anos, foi repassado ao Pedrinho “BH”, endinheirado mineiro do ramo supermercadista. Lá, ele colocou muito dinheiro no empreendimento e não teve lucro até agora. Sabidamente, é uma SAF deficitária, que não paga a sua conta, e só existe hoje pois Pedro é um mecenas, torcedor apaixonado que tem na Raposa um entretenimento pessoal.

O Atlético Mineiro arranjou investidores, e, devendo mais de 1 bilhão, teve que aceitar que a SAF fosse dona da Arena em que ele joga. Em tese, o clube não tem estádio.

O Vasco da Gama viu a 777 falir e “micou” com a sua SAF. O enteado de Leila Pereira, da Crefisa, estuda assumir a equipe cruz-maltina (mesmo que a legislação possa entender que exista conflito de interesses).

O Botafogo-RJ viu sua dívida saltar de 600 milhões de reais para R$ 2,5 bi, segundo tem sido divulgado. John Textor, que causou muita confusão com relatórios dizendo que havia esquemas de arbitragem, foi destituído do seu cargo.

O Botafogo-PB também criou uma SAF e ela não conseguiu nada. Contratou e demitiu vários treinadores e só houve fracasso.

O Botafogo-RP é uma incógnita. O time do Interior Paulista tem altos e baixos, e vai se levando sem muita novidade.

A Ferroviária de Araraquara, o Ituano, e tantas outras pequenas SAFs existem, mas não estão no cenário nacional de elite.

Algumas exceções:

O Bahia, que é do Grupo City, investiu muito dinheiro na equipe. Aparentemente, a conta não fecha, mas é um sólido investimento de longo prazo, onde não se deixou de pagar ninguém.

O Red Bull Bragantino não é SAF, é um clube adquirido que ganha dinheiro na compra e venda de talentos, mostrando-se competitivo em competições de visibilidade, além de usar o time para ações de marketing para vender os seus produtos. E lucra muito com isso.

Como ninguém ainda viu as SAFs terem um contrato completo cumprido, questiono: qual clube saiu-se melhor de um processo de SAF? Afinal, alguém cria uma SAF e a vende por tempo ilimitado. Depois o clube pode vender para outro período de anos.

A pergunta maior é: com excelentes gestões, Flamengo e Palmeiras conquistam títulos e muito dinheiro sem ser SAF. Quer dizer que a questão não é ser SAF, mas ser competente? Corroboro o que César Grafietti, um dos maiores (senão “o maior”) especialista em finanças e gestão do futebol, disse: que muitos clubes vem na SAF uma ilusão.

E isso é verdade!

muito torcedor iludido, que vê uma SAF como “salvadora do mundo”. E acaba idealizando que um milionário qualquer irá ao seu time e jorrará dinheiro sem compromisso algum.

Alguém rasga dinheiro? Ninguém. E o torcedor, apaixonado pelo seu clube, cheio de esperança, curte o desejo de uma SAF sem ao menos saber o que reza um contrato.

Aqui em Jundiaí, há muita polêmica sobre a SAF do Paulista FC, prometida em 6 meses mas que há dois anos, o interessado EXA Capital (de Pedro Mesquita) ainda não a finalizou. E tais negociações são estranhas: ninguém sabe nada, duas ou três pessoas falam em nome do clube e não contam nada, não há diálogo nem esclarecimentos. E ninguém responde a pergunta que já fiz algumas vezes: como será o ROI (Retorno sobre o investimento) de quem quer adquirir um time sem calendário nacional, que está na 3ª divisão regional, que dispensou boa parte de seus jogadores e que deve mais de R$ 90 milhões? Se a proposta para adquirir o Galo Jundiaiense é de R$ 100 milhões, qual é a mágica?

Aí vem o temor de todo torcedor do Tricolor da Terra da Uva: que Pedro Mesquita esteja levando o Estádio Jayme Cintra no negócio (não em cessão por comodato, mas em definitivo). E como falamos que nenhuma SAF cumpriu sem contrato até o fim no Brasil, penso: daqui a alguns anos, se o investidor for embora, o Paulista FC terá perdido seu estádio e o time desmontado.

Algo que sempre cobro: quais garantias essas SAFs estão dando aos clubes?

Talvez quem torça para um time, sem ser racional, não leve em conta que não há milagre financeiro e deixa de perguntar o básico: como o investidor recuperará seu investimento?

Vendendo ingresso de jogo e jogador apenas, obviamente, não é.