– Introvertidos e Extrovertidos na Administração de Empresas

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães ostentação”.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– A grande jogada de marketing do Atlético Paranaense, que se chamará…

Quanta polêmica sobre a mudança visual do CAP, agora Clube Athlético Paranaense, para a sua nova identidade visual!

Diferenciou-se ainda mais do CAM – Clube Atlético Mineiro, deixará de ter uma marca parecida com a do Flamengo no peito e ninguém dirá que imita o uniforme do Milan.

Ótimo! Venderá mais camisas e teve uma sacada genial.

Aliás, quem disse que não pode mudar distintivo do time? Os escudos são sempre atualizados sim!

Veja: dos clubes brasileiros grandes e pequenos, passando aos internacionais, atualizar-se é necessário:

(pela ordem: Palmeiras, Corinthians, Real Madrid, Paulista, Milan, Juventus, Flamengo, Chelsea, Manchester City e o novo Athlético Paranaense)

– Jundiaí, cidade da Grande São Paulo? Não, Revista Veja…

A Veja SP da última semana retratou o quão tem surgido start-ups na cidade de São Paulo, e citou várias empresas que se tornaram “unicórnios” (termo que designa o negócio que ultrapassou valor de mercado em 1 bilhão de reais).

Dentre essas iniciativas, é citada a da criação do iFood, por Fabrício Bloisi, para a entrega rápida de comida. Na matéria, se diz que tudo começou em um prédio comercial com apenas 10 funcionários na cidade de Jundiaí, na Grande Sao Paulo!

Ôpa! Quer deixar um morador do município de Salto irritado, é perguntar-lhe se ele é de “Salto de Itu”. Também o pessoal de Aparecida-SP não gosta muito que se chame a cidade-santuário de “Aparecida do Norte”. Da mesma forma, é irritante um jundiaiense ouvir falar que a cidade pertence à “Região de Campinas” ou “Grande SP”. Jundiaí é a pujante cidade do Aglomerado Urbano, que lidera o bloco que compreende outros tantos municípios.

Que a Editora Abril está “mal das pernas” e em grave crise financeira, é sabido. Mas custa dar uma revisada melhor nos textos? Aliás, nessa mesma revista o super-herói Shazam foi citado como personagem da Marvel (não, é da DC Comics).

Cadê o redator-chefe?

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– O Empreendedor que compra tudo!

Patrice Etlin é um dos executivos que mais tem se destacado nos últimos anos, pois está comprando todos os bons negócios de vários setores no Brasil.

  • Se dá lucro, ele adquire para ganhar mais.
  • Se dá prejuízo, ele compra para salvar e lucrar.

Vejam só quantas empresas ele investiu recentemente (e quanto dinheiro entrou nas aquisições),

em: https://bit.ly/2RqiBVt

O DONO DO MERCADO

Ele já investiu R$ 19 bilhões para comprar empresas como Walmart, Viena, Frango Assado, Dudalina, Le Lis Blanc, o laboratório Fleury e as lojas Samsung. Tamanho arrojo garante a Patrice Etlin posição privilegiada no varejo brasileiro

O número 3.311 da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em um dos metros quadrados mais cobiçados da capital paulista, tem se tornado o principal centro de operações do varejo brasileiro nos últimos anos. O 9o andar abriga o escritório do fundo americano de private equity Advent International na América Latina, de onde o sócio Patrice Etlin define suas estratégias de compra de participações em empresas. Em 21 anos de operação, ele já investiu R$ 19 bilhões, sendo que a maior fatia dessa fortuna, cerca de 35% do total, foi para companhias do setor de varejo, como a recente aquisição de 80% do capital do Walmart no Brasil, por R$ 2 bilhões. “Estamos intensificando nossos investimentos no varejo porque temos grande afinidade com o ramo e, além disso, criamos uma sólida expertise setorial”, diz Etlin, que apesar do nome herdado de sua família francesa se considera 100% brasileiro.

Entre as empresas sob o guarda-chuva de Etlin, além do Walmart, estão o grupo IMC (controlador das bandeiras Frango Assado e Viena), a companhia de moda Restoque (dona das marcas Dudalina, Le Lis Blanc e John John), a rede gaúcha de materiais de construção Quero-Quero, com mais de 250 lojas, o grupo de autopeças Fortbras e mais de 100 unidades das lojas Samsung no Brasil. “A crise gerou oportunidades de aquisição e, especificamente no varejo de alimentos, que sofreu com o achatamento das margens e com a deflação, surgiram boas opções de compra”, garante o executivo. Depois de assumir uma posição de destaque no varejo, ele também orquestrou a aquisição de fatias na Estácio, a segunda maior empresa de ensino superior do Brasil, na corretora de valores Easynvest, na rede de medicina diagnóstica Fleury e no programa de fidelidade Life Miles.

Com um estilo de gestão peculiar, que se resume em partir para o ataque enquanto a maioria se esconde com medo da crise, Etlin constrói uma reputação de protagonista do varejo nacional. Aos 55 anos, quando não está em seu escritório, ele diz investir seu tempo à família, com sua esposa e três filhos, e à prática de seu esporte favorito: pesca submarina. “O segredo, na vida e nos negócios, é saber se isolar dos barulhos que estão à nossa volta”, afirma o corintiano Etlin, relembrando que a decisão de comprar o Walmart se deu em plena greve dos caminhoneiros, no fim de maio. “Sem interferência de tudo aquilo que desconcentra, podemos ter mais foco na empresa e atenção aos detalhes”.

A filosofia de Etlin, por razões óbvias, garantiu ao fundo Advent um período de bonança nos anos de crise e recessão da economia brasileira. Ao seguir na contramão da manada, Etlin adquiriu e recuperou “empresas machucadas”, especialmente porque se cercou de profissionais de alta reputação e experiência em seus respectivos setores. Um deles é Luiz Fazzio, homem de confiança de Etlin e que passou da cadeira de presidente da Tok&Stok para o comando do Walmart. “Com o time certo e no tempo certo, vamos seguir em frente com a estratégia de consolidação de nossos investimentos no varejo, certos de que é um dos setores com maior potencial de expansão nos próximos anos”.

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“O segredo, na vida e nos negócios, é saber se isolar dos barulhos que estão à nossa volta” – Patrice Etlin: período de bonança mesmo na recessão se deve à estratégia ousada de adquirir e recuperar “empresas machucadas”, como a rede Walmart

– E seria ético se Carille escalar atletas de Bertolucci, caso se confirme o empréstimo ao Coringão?

Dias atrás, li que o empresário de atletas Giuliano Bertolucci já passou da casa BILIONÁRIA em valores de negociação de jogadores brasileiros. Um superagente, como chamou a matéria da ESPN que trouxe tal dado através dos demonstrativos do Transfermarket.

(o link pode ser acessado aqui: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/3855392/giuliano-bertolucci-o-superagente-brasileiro-que-ja-movimentou-bilhoes-em-vendas-de-jogadores).

Pois bem: diz-se à boca pequena que o pagamento da milionária multa que o Corinthians fará para o xeique que é dono do time árabe no qual Fábio Carille trabalha hoje, a fim de repatriá-lo, acontecerá graças a um empréstimo do próprio Bertolucci.

Aí fica o dilema ético: em dúvida na hora de escalar um jogador, o treinador tenderá a escalar o atleta agenciado por quem foi seu garantidor financeiro (mesmo que não seja a melhor opção)?

No mundo ideal, isso deveria ser altamente condenável, e o próprio clube deveria achar isso uma situação constrangedora e comprometedora. Mas no mundo do futebol brasileiro…

O que você pensa sobre isso?

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– Os EUA contra a Huawei!

Dias atrás, o Wall Street Journal publicou que autoridades americanas estavam convencendo países aliados, como Alemanha, Itália e Japão a não usarem produtos eletrônicos (celulares e computadores, especialmente) da chinesa Huawei.

No Brasil, o Estado de São Paulo (em 24/11/2018, por Bruno Romani no Caderno Link, pg B19), trouxe a informação de que os motivos seriam a facilitação para que hackers chineses acessassem os dados para ajudar a China a espionar informações sigilosas. O caso seria semelhante ao ocorrido com outra chinesa, a ZTE, acusada pelo Senado dos EUA de usarem o acesso dos aparelhos para bisbilhotar a vida do povo americano.

Hoje, Huawei e ZTE não podem se usadas por oficiais americanos e estão proibidas de participar de qualquer tipo de licitação governamental. E, há pouco, Meng Wanzhou, diretora comercial-financeira da Huawei (e herdeira de Ren Zhengfei, seu pai e fundador da empresa) foi presa no Canadá a pedido dos EUA por estar colaborando com o Irã, segundo a CIA!

Será que outras empresas poderosas, como Apple e Samsung, ou apps do Google, Facebook e tantos outros, não fazem o mesmo, a favor de outros Governos?

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– A Ansiedade como malefício profissional!

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

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– A administração do tempo na vida pessoal e profissional

Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas.A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…

O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.

Ricardo Diniz, empreendedor, ex-presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do agora extinto Jornal Bom Dia, escreveu há 7 anos um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?

E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!

Compartilho o excepcional artigo (que se mantém bem atual) e deixando ele próprio como reflexão:

O QUE É URGENTE?

Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.

Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…

Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?

Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.

E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.

A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.

Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.

Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.

E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

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– E quem paga a festa de final de ano da empresa?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Demitir, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

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– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto ela cobra dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

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– Falou em Caneta, você falava em…

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– Quantos lanches são necessários para pagar o aluguel?

Leio em algum lugar que o valor do aluguel de uma lanchonete do McDonald’s no Aeroporto de Cumbica custa R$ 650.000,00 / mês.

Caramba! Não é muito não? Quanto não deve dar de lucro tal negócio para bancar essa conta…

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– Atenção Administradores: cuidado com a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

SÍNDROME DO ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

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– Decorações Natalinas Bonitas. Mas as vendas, em si…

Chegou a época do Comércio “bombar” com as vendas do Natal.

Confesso não ser amigo de datas marcantes. O Nascimento do Menino Jesus em nossos corações deve acontecer todos os dias, não se pensar nisso em um único dia, tampouco viver no desespero em dar presentes.

Estamos em um Brasil de crise financeira. E o que fazer?

A lógica é economizar, mas os shoppings montam suas praças com belas e hipnóticas decorações. Os corredores estão começando a lotar, mas as vendas, em si…

Outro “porém”: as pessoas que detestam as festas de final de ano, que de deprimem e se desesperam. Ô coisa complicada…

Enfim: que o Natal seja um dia de confraternização de pessoas queridas, não uma imposição comercial que endivide ainda mais as pessoas.

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