– Permanecer onde não se é desejado?

Serve para o campo pessoal e profissional. Reflita a mensagem da imagem

– Acaba logo, 2020.

Que ano esquisito, difícil e complicado para se entender. Um ano perdido para a maioria, horroroso para muitos e, para almas privilegiadas (que foram poucas), bom.

É lógico que a pandemia tomou conta da sociedade, destruiu relacionamentos e ceifou vidas. Da única boa que se pode tirar, talvez seja o fato de muitas famílias poderem ficar mais tempo juntas.

Nas escolas, uma tragédia: no ensino público, o ano educacional foi perdido (não por culpa dos bravos professores, mas pelas dificuldades dos alunos e a fraca condição de conectividade do Estado). Nas privadas, é óbvio que o prejuízo foi menor, mas ainda grande na questão da sociabilidade.

É aqui que entra outro problema: o dos relacionamentos! A diminuição do contato social, físico, próximo e real (e por favor, não venha encher o saco falando que a culpa é do político B, D ou L, pois todos pecaram) fez com que o mundo virtual, com todos os problemas que nele já existem, fosse turbinado pelo desequilíbrio emocional, do fanatismo e da intolerância. Mais ou menos como que, se está por trás de uma tela, aí “vale tudo”.

Foi um ano cansativo, tenso, loooongo. E, particularmente, vivi muitas mudanças em minha vida. Boas no começo do ano, outras ruins ao longo dele e ainda algumas diferentes (não necessariamente boas ou ruins, simplesmente, diferentes). Sem contar que mudei de cidade (hoje completo 1 mês) e ainda estou desempacotando caixas.

O que todos concordam é que 2020 nos mostrou o quanto somos frágeis. A humanidade mais brigou do que se uniu pelo bem comum. A pandemia, maior inimigo a ser combatido, virou motivo de divisão ao invés de ser algo a ser catalisador de forças para extingui-la. Conhecemos pessoas e líderes doentios socialmente, e outros abnegados para ajudar o próximo desinteressadamente.

Complexo e contraditório, não?

Passamos a valorizar os médicos, e ao mesmo tempo, alguns duvidando da ciência. Isso foi irracional demais…

Nas angústias do ano, confiei ainda mais em Deus. Isso valeu a pena! Estive mais forte e firme com minha família, e isso também foi bom. Mas lamento os prejuízos financeiros e profissionais que sofri – que comparados com os de saúde, que não ocorreram, devem ser considerados diminutos. Afinal, estou bem de corpo, mente e alma. Nisso, a pandemia não me pegou.

Neste último dia do ano (escrevo agora no anoitecer), estou passando um derradeiro dia 31 inédito: longe dos meus familiares (que estão se preservando necessariamente de aglomerações), somente com minha mulher e as filhas. Ah, e a cachorrinha também! E curioso: nos últimos anos, quase nunca passei sem trabalhar, como hoje, nesta véspera da virada. É estranho, mas faz parte.

Toda oportunidade que temos deve ser usada para repensar a vida, os planos e suas metas. Mas muitos escolhem o Ano Novo para isso, como um marco. E já que este especificamente é mais sereno, comedido e, até certo ponto, mais tristonho, que sejamos mais otimistas em 2021!

Um pensamento cristão, que é bíblico, deve ser usado no ano que entra: “A Alegria do Senhor é a nossa força”. Assim, bola pra frente, com ânimo! E se falando em “bola”, que este 2020 tão “bola murcha” seja substituído por um 2021 “bola cheia”!

– A reflexão do 2o domingo do Advento.

Endireitemos nossos caminhos, preparemo-nos para a chegada, nos aproximemos das veredas que nos levam ao Menino que chegará!

Neste domingo (o 2o do advento), a Igreja Católica mostra o profeta precursor (São João Batista, primo de Jesus) nos convidando a receber o Cristo.

Fica a reflexão: neste tempo, estamos nos condicionando adequadamente para receber e festejar Nosso Salvador? Como está esse período  de espera em nossa vida?

– Caminhando!

Construir caminhos, erguer pontes, ligar os lugares… na vida da gente, há sempre uma saída!

Inspirados pelo clarão da natureza, nunca nos desesperemos. Sigamos a luz, o norte, a solução. Busquemos iluminação, inspiração e motivação.

E, simplesmente, vivamos.

(Clique do Parque Botânico Eloy Chaves, Jundiaí – SP)

– Qual caminho você escolhe diariamente?

No dia-a-dia, você tem opção de decidir seu futuro. O presente permite que a estrada vindoura para o “expresso do amanhã” seja feita de várias possibilidades:

caminhos retos, tortuosos, curvilíneos; margens bonitas, feias, claras ou escuras; trechos aprazíveis, espinhosos ou assustadores.

Não importa, o que vale (e aqui deixando a literatura poética para usar a objetividade) é: como e por onde andaremos?

Precisamos sempre escolher o caminho da ética, da honestidade e da cidadania, independente dos fatores que podem nos distanciar das coisas que gostamos em favor da razão e da verdade – pois essas trazem um futuro com mais segurança e correção, dispensando-nos de contratempos que possam afetar nossa alma e mente.

Como tem sido a escolha dos seus caminhos?

– DEUS e a Pandemia. O que Ele tem dito a você?

Ouvi, durante a Missa deste final de semana, na homília do Padre Márcio Felipe (Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí) o seguinte convite à reflexão: “Deus nos fala durante a pandemia. O que Ele está falando a nós?”.

Ótima perturbação ao nosso coração. Quantas vezes você não deve ter ouvido falar que “a Pandemia é coisa de Deus”, ou “Por quê Deus permitiu isso”, ou ainda: “Por quê Deus nos esqueceu”?

Nada disso. A pandemia é fruto dos homens, e a iluminação para que saibamos proceder neste momento tão difícil é de Deus. E, utilizando-se dela, Deus nos convida a sermos homens e mulheres melhores, solidários, caridosos, espiritualizados e comprometidos com o auxílio aos mais necessitados.

Deus não nos pune, Ele é amor.

E o que, no silêncio ou no interior do seu coração, Ele tem dito a você?

Caso não esteja escutando, pense: você tem deixado Ele falar contigo ou se tem feito de surdo ao chamado divino?

Vale a pena refletir!

Como ouvir a Voz de Deus? | Guerreiros de cristo, A última palavra,  Cartazes religiosos

– Lembre-se de TODOS os momentos!

Ouvi isso na homilia do saudoso Pe Celso, aqui da Paróquia São João Bosco, e registrei para nunca esquecer:

“Em todo momento ruim, lembre-se dos momentos bons. E em todos os bons momentos, lembre-se dos ruins”.

Perfeito. É assim que devemos agir: não nos esquecermos que os momentos ruins passam, e na bonança, lembrar de valorizá-los. Isso é buscar o equilíbrio, manter-se longe de euforias passageiras e estar comprometido com a realidade.

QUESTIONAMENTO – Quais lembranças são marcantes em sua vida? – Ensinando  Sempre

– Abandone o homem velho que existe dentro de você!

FÉ E VIDA – “Despeça-se de si!”

Sobre “abandonar o velho” e “buscar o novo”, à luz do Evangelho e de práticas positivas: preenchendo o buraco que deixamos com coisas boas!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=2E46cE3Q48w