– Dar importância à vida ou à morte?

Olhe só que reflexão bacana: ao que devemos dar mais atenção: à vida ou à morte?

Veja que reflexão bacana, abaixo:

– Pare. Pense. Respire.

Nunca seja afoito. Respire fundo. Pense. Pense duas vezes. Respire novamente. Saia de casa. Veja uma paisagem bonita. Distraía-se.

Quando estiver nervoso, mantenha a calma. Conte até 10. Isso evita cometer erros. 

Sei que é difícil. Às vezes, nem eu pratico isso. Mas vale a pena ao menos se esforçar para tentar.

– Em que lugar devemos priorizar nossa faxina interior?

Escrevo agora, dentro do lava-rápido de um posto (e a foto abaixo não me deixa mentir):

Se fosse para dar uma “lavagem completa” na gente mesmo, onde se esfregaria mais: na alma, na mente ou no coração?

Trocando em miúdos, ou seja: na fé, na razão ou na emoção?

– Reflexos para Reflexões.

Reflections of the tree, the sky, nature … under the farm’s small lake. Help the reflection of life! / Reflexos da árvore, do céu, da natureza… sob o pequeno lago da fazenda. Ajuda à reflexão da vida!

Minha foto preferida:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Acaba logo, 2020.

Que ano esquisito, difícil e complicado para se entender. Um ano perdido para a maioria, horroroso para muitos e, para almas privilegiadas (que foram poucas), bom.

É lógico que a pandemia tomou conta da sociedade, destruiu relacionamentos e ceifou vidas. Da única boa que se pode tirar, talvez seja o fato de muitas famílias poderem ficar mais tempo juntas.

Nas escolas, uma tragédia: no ensino público, o ano educacional foi perdido (não por culpa dos bravos professores, mas pelas dificuldades dos alunos e a fraca condição de conectividade do Estado). Nas privadas, é óbvio que o prejuízo foi menor, mas ainda grande na questão da sociabilidade.

É aqui que entra outro problema: o dos relacionamentos! A diminuição do contato social, físico, próximo e real (e por favor, não venha encher o saco falando que a culpa é do político B, D ou L, pois todos pecaram) fez com que o mundo virtual, com todos os problemas que nele já existem, fosse turbinado pelo desequilíbrio emocional, do fanatismo e da intolerância. Mais ou menos como que, se está por trás de uma tela, aí “vale tudo”.

Foi um ano cansativo, tenso, loooongo. E, particularmente, vivi muitas mudanças em minha vida. Boas no começo do ano, outras ruins ao longo dele e ainda algumas diferentes (não necessariamente boas ou ruins, simplesmente, diferentes). Sem contar que mudei de cidade (hoje completo 1 mês) e ainda estou desempacotando caixas.

O que todos concordam é que 2020 nos mostrou o quanto somos frágeis. A humanidade mais brigou do que se uniu pelo bem comum. A pandemia, maior inimigo a ser combatido, virou motivo de divisão ao invés de ser algo a ser catalisador de forças para extingui-la. Conhecemos pessoas e líderes doentios socialmente, e outros abnegados para ajudar o próximo desinteressadamente.

Complexo e contraditório, não?

Passamos a valorizar os médicos, e ao mesmo tempo, alguns duvidando da ciência. Isso foi irracional demais…

Nas angústias do ano, confiei ainda mais em Deus. Isso valeu a pena! Estive mais forte e firme com minha família, e isso também foi bom. Mas lamento os prejuízos financeiros e profissionais que sofri – que comparados com os de saúde, que não ocorreram, devem ser considerados diminutos. Afinal, estou bem de corpo, mente e alma. Nisso, a pandemia não me pegou.

Neste último dia do ano (escrevo agora no anoitecer), estou passando um derradeiro dia 31 inédito: longe dos meus familiares (que estão se preservando necessariamente de aglomerações), somente com minha mulher e as filhas. Ah, e a cachorrinha também! E curioso: nos últimos anos, quase nunca passei sem trabalhar, como hoje, nesta véspera da virada. É estranho, mas faz parte.

Toda oportunidade que temos deve ser usada para repensar a vida, os planos e suas metas. Mas muitos escolhem o Ano Novo para isso, como um marco. E já que este especificamente é mais sereno, comedido e, até certo ponto, mais tristonho, que sejamos mais otimistas em 2021!

Um pensamento cristão, que é bíblico, deve ser usado no ano que entra: “A Alegria do Senhor é a nossa força”. Assim, bola pra frente, com ânimo! E se falando em “bola”, que este 2020 tão “bola murcha” seja substituído por um 2021 “bola cheia”!

– A reflexão do 2o domingo do Advento.

Endireitemos nossos caminhos, preparemo-nos para a chegada, nos aproximemos das veredas que nos levam ao Menino que chegará!

Neste domingo (o 2o do advento), a Igreja Católica mostra o profeta precursor (São João Batista, primo de Jesus) nos convidando a receber o Cristo.

Fica a reflexão: neste tempo, estamos nos condicionando adequadamente para receber e festejar Nosso Salvador? Como está esse período  de espera em nossa vida?