– Cerveja de Graça enquanto o VAR não se decide?

Vai ter torcedor que se embriagará fácil, fácil… A Ambev vai fazer uma ação promocional com a demora dos juízes quando se utilizam dos equipamentos eletrônicos e do árbitro de vídeo, distribuindo cerveja em bares durante a partida entre Flamengo x Grêmio.

Extraído de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/tem-var-tem-open-bar-acao-vai-distribuir-cerveja-graca-bares.html

SE TEM VAR, TEM OPEN BAR!

Em caso de VAR, durante o tempo em que a decisão demore para ser tomada, a Brahma vai distribuir latas de cerveja, em dois bares, um no Rio e outro em Porto Alegre

O VAR vem dando o que falar! Tanto que os torcedores de Grêmio e Flamengo podem tirar uma vantagem em cima do assunto que podem tomar o protagonismo em certos momentos da semifinal da Libertadores, disputada pelas equipes brasileiras nesta quarta-feira, no Maracanã.

Em caso de VAR, as torcidas tem motivos para torcer para que a interferência demore a ser resolvida. O motivo é simples: Em caso de VAR, durante o tempo em que a decisão demore para ser tomada, a Cervejaria Brahma vai distribuir, em dois bares, um no Rio e outro em Porto Alegre, latas de cerveja de graça, além de água mineral para ajudar na hidratação.

No Rio, o Open VAR de Brahma será no Bigorrilho, no Leblon. Em Porto Alegre, a ação acontece no Kiosque Bar, na Cidade Baixa.

– É por causa da paixão dos torcedores por seus clubes que o futebol se tornou um patrimônio nacional. E, como cerveja que sempre esteve ao lado do torcedor, queremos fazer desse momento durante um dos jogos mais importantes do ano algo especial e inesquecível – disse Gustavo Tavares, gerente de marketing esportivo da Cervejaria Ambev.

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– Quando um erro decide…

Há certos lances no futebol indiscutíveis. Um erro do árbitro no final da partida, por exemplo, decide um resultado.

Ao assistir esse lance entre Ceará x Bahia, fico pensando: o que acontece? Ninguém ajudou o árbitro? Desatenção total?

É por isso que os torcedores acabam pensando bobagem sobre a índole dos juízes de futebol…

Abaixo, do tuíte do jornalista Anderson Cheni, entenda:

Segundo gol (o da vitória) do @CearaSC por 2 x1 contra o @ECBahia com esse escanteio que não ocorreu comprova a fragilidade ou ruindade mesmo da arbitragem brasileira.

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– A correta expulsão de Brenner em São Paulo 1×0 Avaí

Dewson Freitas não é um árbitro TOP (embora esteja até dezembro no quadro da FIFA). Ao ouvir as críticas sobre o Cartão Vermelho que ele aplicou no Morumbi no último domingo, imaginei que era mais um “em ritmo de lambança”.

Assisti o lance e preciso ser justo: ACERTOU o árbitro! Brenner vai com a sola da chuteira na perna de Daniel Alves, e isso não é jogo perigoso nem ação temerária, mas força excessiva na disputa de bola. Totalmente evitável e, de acordo com a Regra, DEVE ser punido com a expulsão.

Muitas vezes os torcedores acreditam que para levar o Vermelho precisa existir violência extrema. Nada disso! Não precisa tirar o adversário de campo para receber o Vermelho.

Me recordo de um clássico Corinthians x Palmeiras apitado pelo Wilson Luís Seneme em que o Roberto Carlos, lateral esquerdo, foi expulso por um lance semelhante (e houve, na época, a mesma discussão).

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– Carille tem ou não razão na reclamação do gol da Raposa em Corinthians 1×2 Cruzeiro?

Totalmente equivocada a reclamação de Fábio Carille, treinador do Corinthians, no polêmico gol do Cruzeiro, usando o argumento de que “o bandeira marcou impedimento”. Explico:

1. O árbitro é quem confirma ou não a paralisação do jogo por impedimento. O bandeira auxilia-o, indicando a irregularidade, sugerindo a marcação. Enquanto não há o apito do juiz, a partida está valendo.

2. Existe o vício do jogador de futebol em parar de jogar quando vê o bandeira levantar seu instrumento. Os árbitros assistentes NUNCA paralisam o jogo, eles não têm esse poder. Fica a dica: sempre o boleiro continue a disputa de bola até ouvir o silvo do apito.

3. A bola lançada ao atacante do Cruzeiro veio de um atleta da defesa do adversário, ou seja, não foi tocada por um companheiro, mas do elemento de outro time (neste caso, de Fágner). Nessa situação, não existe impedimento.

Confesso que fiquei na dúvida: Carille não sabia disso ou quis criar um fato?

Enfim: gol legal do time mineiro.

– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 Flamengo: o jogo em que o Galo disse adeus ao inferno da 4a divisão!

Antes de qualquer coisa: Parabéns Paulista FC pela conquista do acesso à A3! Parabéns Kah Sports e Fut-Talentos pelo trabalho feito!

Vamos falar da arbitragem: tivemos nessa tarde uma excelente atuação de Lucas Canetto Belotte. Creio eu, da nova safra, o melhor juiz em formação do quadro da FPF.

O fruto desse bom trabalho ocorreu pois o árbitro apitou de maneira séria, não menosprezou o jogo (lembrando que aqui houve um árbitro de A1 que apitou de “freio de mão puxado” num domingo cedo…) e conseguiu transmitir segurança aos atletas.

Lucas demonstrou muito bom posicionamento dentro de campo, em momento algum se acomodou e procurou ter autoridade na medida certa. Tecnicamente, não errou em nada. Disciplinarmente, os cartões foram bem aplicados, incluindo a expulsão de Pedro Demarchi (PFC) – exceto a não aplicação de uma advertência a Piauí (PFC), numa entrada temerária.

Nos lances mais difíceis, estava em cima do lance, por exemplo, aos 6 minutos, quando Yan (PFC) perdeu a bola, caiu na área e pediu pênalti. Mandou ele levantar, de maneira atenta e firme. Também aos 10m, quando Bruno (AAF) está no ataque e a bola bate em sua mão, corretamente se atentou à Regra e não marcou infração pois não foi em lance de possibilidade de gol. A regra mudou, mas não quer dizer que “bateu, parou”.

Muito boa a participação do bandeira 1 Daniel Luís Marques, bastante acionado no 1º tempo (especialmente nos impedimentos que foram numerosos) e que se mostrou ativo e ajudou bastante o árbitro, inclusive discernindo situações de faltas existentes ou não.

Marco Antonio de Andrade Motta Jr, o bandeira 2, ajudou bastante o árbitro, inclusive nas marcações de faltas. Bem atento.

Eleandro Pedro da Silva, o 4o árbitro, esteve ajudando bastante o trio e merece o reconhecimento.

Faltas – 15×17
Cartões Amarelos – 2×4
Cartões Vermelhos – 1×0
Público – R$ 71.480,00
Renda – 4.623

Na foto 1, o time que garantiu o acesso.

Na foto 2, torcedores cadeirantes e crianças (os torcedores do futuro) no campo de jogo.

No link, a excelente narração do gol do Paulista na voz de Rafael Mainini, em: https://youtu.be/utaB2molOMY

E o apito final, em: https://youtu.be/y4TrWvc_kGE

– Quem tem Razão: Ronaldo ou Luxemburgo sobre Neymar?

Uma postagem deste blog há 8 anos e que chama a atenção: como se encarava as “pancadas” que Neymar levava!

Vejam só, abaixo:

QUEM TEM RAZÃO: RONALDO OU LUXEMBURGO SOBRE NEYMAR?

Após a partida contra o Santos no último domingo, Wanderley Luxemburgo esquivou-se de algumas perguntas sobre a arbitragem, mas foi enfático numa das respostas:

O problema é que a arbitragem está protegendo demais o Neymar; caiu é falta”.

Na última segunda-feira, Ronaldo Nazário comentou sobre o craque santista:

O problema é que os árbitros precisam proteger mais o Neymar; eu apanhei muito que nem ele”.

E aí quem tem razão? Luxemburgo ou Ronaldo? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista FC x AA Flamengo (Semifinal)

Lucas Canetto Belotte, jovem árbitro da FPF e que já apitou um clássico “pesado” neste ano (Corinthians x São Paulo pelo Paulistão da Série A1), está escalado para o importante jogo do Galo contra o Flamengo de Guarulhos.

Gostei dessa escala. Lucas trabalhou na semifinal da Copa São Paulo do ano de 2017 no Jayme Cintra (Paulista 5×1 Batatais) e foi muito bem! Desde então tem evoluído, vez ou outra oscilando devido a sua juventude – mas sempre fazendo bons trabalhos.

O árbitro costuma se posicionar muito bem em campo, é bom disciplinarmente e sabe mostrar autoridade. Dos jovens árbitros lançados no último Campeonato Paulista da 1a divisão, é quem mais me agradou.

Seus jogos que analisei em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/02/15/a-escala-de-um-arbitro-novato-para-corinthians-x-sao-paulo-boa-ou-ruim-opcao/

Desejo uma grande arbitragem e ótimo jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Flamengo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Repórter da Galera: Guilherme Barros e Editoria do Jornal de Jundiaí com Thiago Batista de Olim. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– O erro grosseiro em Goiás 2×2 Corinthians e a necessidade de mudar o VAR brasileiro!

Wagner do Nascimento Magalhães, o árbitro carioca do quadro da FIFA que apitou Goiás 2×2 Corinthians, não interpretou como pênalti o lance tão polêmico no Serra Dourada nesta 4a feira. Mas Carlos Eduardo Nunes Braga (árbitro de vídeo da partida) o convidou para verificar o lance e a decisão foi modificada. E, com isso, errou!

Fico constrangido ao ver momentos como esse: o árbitro de vídeo está modificando situações corretas e transformando-as em grandes equívocos. Pior: está influenciando decisões interpretativas!

Em 2019, alterou-se a questão de uma bola que bata na mão em situação de gol estando de posse do ataque e que resulte no tento. Ou seja: propositalmente ou não, uma bola que toque na mão / braço do time que ataca e se transforme em gol, tornou-se um lance irregular. Nos demais lances de bola na mão, nada mudou, continuando a valer as situações de intencionalidade e movimento antinatural (imprudência não existe nesse caso).

Se você tem dúvida sobre quando marcar infração de mão na bola, explico detalhadamente em: https://wp.me/p55Mu0-2j9

Fico imaginando: se tivéssemos esse mesmo comportamento do VAR em uma hipotética fase mata-mata no Brasileirão, deturparíamos ainda mais o campeonato. E aqui reside a preocupação: de quem é a culpa do péssimo “VAR à Brasileira”? Dos cartolas do apito? Dos árbitros? Da CBF? De todos eles?

Com pesar, ficará a sugestão: que tal trazer árbitros ingleses para algumas rodadas?

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– E o torcedor não se preocupa com as leis: homofobia em Marília 2×0 Fernandópolis

Falamos recentemente dos atos racistas e neonazistas praticados na Bulgária nas Eliminatórias da Eurocopa, onde o Protocolo FIFA (que está em vigor desde 15 de julho de 2019 e que visa parar o jogo e até encerrar a partida caso uma torcida pratique homofobia, racismo, sexismo, manifestação política, religiosa ou qualquer forma de preconceito) foi acionado por duas vezes ontem: uma por racismo contra os atletas negros ingleses e outra por palavras de ordem em defesa do neonazismo. A 3a paralisação ocasionaria o encerramento da partida e a automática derrota da equipe cuja torcida praticou tais atos.

Para saber sobre esse jogo (Bulgária 0x6 Inglaterra) clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/10/15/o-protocolo-fifa-foi-acionado-duas-vezes-em-bulgaria-0x6-inglaterra-mas-a-resposta/

Agora, lendo as súmulas das semifinais da 2a divisão Sub 23, a fim de saber se tudo ocorreu bem nos jogos decisivos, vejo que em Marília houve o relato de que a torcida gritava “Bicha” para o goleiro do Fernandópolis na cobrança de tiro de meta (não sendo claro que se foi em um momento ou se foram em vários). O árbitro Humberto José Junior não informou nada se houve a paralisação da partida na fase 1 dos procedimentos do Protocolo FIFA e o consequente pedido ao capitão da equipe para que encerrassem essas manifestações (isso deveria ter sido feito, mas aparentemente não foi).

Lembro que esse mesmo Protocolo só surgiu por conta da insistência da torcida mexicana em grita “Puto” nestas mesmas situações quando o goleiro da equipe rival cobrava o tiro de meta no campeonato local. Como isso se expandiu pela América Latina, a preocupação foi mais ampla a outras formas de preconceito.

Creio, portanto, que o Estádio Bento de Abreu, em Marília (que poderá ser sede de Marília x Paulista daqui há 10 dias no possível jogo de ida que decidirá o título da 4a divisão) poderá ser alvo de discussões. Não creio em interdição / perda de mando por dois motivos: o tempo hábil da citação e julgamento (não daria para o TJD julgar antes da primeira partida da final) e pelo relato simplista do árbitro, que aparentemente descumpriu o Protocolo FIFA. Acredito, sim, em punição financeira (o que é mais provável) e que ocorrerá depois de um hipotético primeiro jogo decisivo.

Fica o alerta: os tempos mudaram, as regras são outras e a sociedade está mais atenta e diversa (gostemos ou não).

OPS – Fico curioso: se o Protocolo FIFA tivesse sido aplicado, certamente o MAC seria julgado antes de uma decisão. Qual seria a pena? Em Vasco x São Paulo, neste ano, onde ocorreu o primeiro caso em solo brasileiro, ficou apenas na multa, sem perda de mando, como sugere a FIFA.

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– As interferências do VAR estão surtindo o efeito desejado?

Carlos Eugênio Simon, na Fox Sports, fez um levantamento da participação do VAR no Campeonato Brasileiro. Não consegui o gráfico direto do site da emissora, mas do link abaixo, com os demais números.

(Em: https://br.onefootball.com/veja-a-lista-com-o-time-mais-beneficiado-e-o-mais-prejudicado-pelo-var/).

Digo isso pois ao ver toda a polêmica dessa última rodada, em especial nos jogos entre Athetico x Flamengo e no Vasco x Fortaleza, me questiono: o que era para ajudar a legitimar o placar e diminuir a polêmica, em nosso país, está surtindo o efeito desejado?

Difícil achar que tudo está bem… no link acima sugerido, outros números interessantes.

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– O Protocolo FIFA foi acionado duas vezes em Bulgária 0x6 Inglaterra. Mas a resposta…

Em Sofia, capital da Bulgária, uma noite para envergonhar a humanidade. Durante o jogo válido pelas Eliminatórias da Eurocopa, torcedores búlgaros entoaram cantos racistas e nazistas aos jogadores negros ingleses, fazendo com que o Protocolo FIFA contra a discriminação (que engloba qualquer tipo de situação, incluindo homofobia, sexismo ou religião) fosse adotado por duas vezes.

Ao anúncio que no terceiro passo do Protocolo a partida seria encerrada, houve uma grande vaia na arquibancada ao invés de conscientização. Uma tristeza à espécie humana, dita “racional”…

Dentro de campo, a resposta foi boa: Bulgária 0x6 Inglaterra. Uma vitória não de uma equipe, mas a derrota dos preconceituosos.

Sobre o Protocolo FIFA citado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

A capa do jornal britânico foi perfeita. Abaixo:

– O árbitro protegeria o craque?

Para refletir: e se Neymar, hoje, fizesse um desses debochados dribles de Garrincha? Assista abaixo:

De certo, o adversário tentaria lhe dar um pontapé e uma rodinha de jogadores da turma do “doeu em mim” reclamaria…

E os árbitros, o que fariam?

Já acabou a sina de Neymar “cai-cai” e o rótulo de “terror dos juízes”?

O garoto melhorou bastante dentro de campo (principalmente depois da pendenga da transferência), simula menos e apanha mais. Sejamos justos. 

Mas e no tempo do Mané, que não existiam os Cartões Vermelho e Amarelo e onde todos eram “Joões”?

Outra época do futebol…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Flamengo x Paulista

Para o jogo de ida da semifinal entre Flamengo de Guarulhos x Paulista de Jundiaí, um árbitro de boa qualidade técnica e rigor: Leandro Carvalho da Silva.

Não teria nenhum problema o juizão, em tese. Ele é bom! A questão é: foi o mesmo árbitro de Amparo x Paulista, onde relatou a invasão de campo do torcedor e a cusparada no bandeirinha!

Poderia se evitar tal indicação. Mas, pelo jeito, essa escala foi escolhida a dedo, a fim de conter ânimos mais acirrados no acanhado estado em Guarulhos, para que, se existir alguém mais exaltado, pense duas vezes em fazer alguma bobagem.

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem a todos.

Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
Árbitro Assistente 1: Mauro André de Freitas
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Daniel Carfora Sottile
Avaliador de Campo: Roberto Perassi

Outros jogos de Leandro envolvendo o Paulista, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/09/12/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-amparo-x-paulista/

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– O VAR que tudo vê e o que nada vê!

No Allianz Parque, Felipe Mello cometeu um “pênalti de TV”em Igor Rabello. Fora do lance ou com o árbitro em movimento, pode ser difícil perceber e marcar. Mas já que se tem o recurso do VAR, é uma infração “marcável” e deveria ser sancionado o tiro penal ao Galo Mineiro.

Onde estava o árbitro Rafael Traci (que passou a ser FIFA) que nada viu? A cobrança maior: ao árbitro de vídeo carioca Rodrigo Nunes de Sá?

Em Alagoas, um lance ridículo, sem dificuldades, onde o experiente Ricardo Bueno cavou um pênalti ao ser tocado. Anderson Daronco (que há tempos só está apitando com o nome) marcou. Mas e o VAR Wagner Reway? Não o ajudou?

São situações como essas que denigrem a imagem do VAR no Brasil, infelizmente.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×0 Assisense

Neste sábado, uma arbitragem de razoável a boa, com 3 momentos diferentes no 1º tempo: o primeiro terço com uma firme atuação, o segundo terço deixando o jogo correr com faltas não marcadas e o último terço marcando todo e qualquer contato físico mais forte.

Entendo que mudou o critério numa falsa avaliação de que seria um jogo fácil para apitar, e não foi isso que aconteceu. O jogo foi extremamente faltoso!

Vamos lá: Flávio Roberto Mineiro Ribeiro começou muito bem, correndo bastante, atento aos lances de contato, firme na questão disciplinar. Entretanto, a partir dos 15 minutos, deixou o jogo correr mais e aí quase perdeu o comando. Por exemplo: não aplicou um claríssimo cartão amarelo a Giovani (ASS) por falta mais forte, mas o mostrou na sequência para seu companheiro Cesinha (ASS) por reclamação. Deveria ser justamente o contrário. Também deixou de aplicar cartão amarelo a Pedro Demarchi (PAU) por uma falta onde deixou o braço propositalmente para atingir o rosto de Rafinha (PAU).

Aos 30 minutos, mudou completamente o critério, marcando muitos contatos físicos e aplicando corretamente os cartões amarelos. Percebeu a necessidade de mudar e isso foi importante para o calor da partida.

No 2º tempo, retomou uma boa arbitragem, estando bem ligado nos lances mais difíceis (embora, ressalto, deixou de marcar algumas faltas duvidosas – e isso é um estilo, de deixar a partida mais solta – onde o árbitro precisa ter muito respeito e respaldo para essa situação). E importante: no final do jogo, à beira do apito final, foi muito bem nas expulsões na confusão que começou com Rafinha (ASS) e terminou com Matheus Lopes (PAU). Teve pulso, estava no clima do jogo e mostrou maturidade.

Se Flávio Mineiro apitar com o mesmo critério UNIFORME que teve no 2º tempo, terá um grande futuro na arbitragem. Durante os 90 minutos, não pode ter altos e baixos.

Gols – 2×0

Faltas – 17×32

Cartões Amarelos – 1×7

Cartões Vermelhos – 1×2

Público: 1578 pagantes
Renda: R$ 22.540,00

Ops: na súmula, um absurdo erro do número de faltas na partida. Abaixo:

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