– Política cansa!

Lula ou Bolsonaro? Cansa ver tanta gente brigando por causa de “político de estimação”…

Abordamos isso no vídeo do nosso Vlog, em: https://youtu.be/HBOagvyLAOU

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– Não precisa disso, presidente…

Se a política econômica de Jair Bolsonaro com a equipe de Paulo Guedes vai bem (nesta 6a feira, por exemplo, reduziu impostos de remédios para câncer e HIV), outras áreas vão mal. Uma delas: a má relação e a falta de jogo de cintura do presidente como autoridade em si.

Não vale me dizer que ele é “autêntico”. Ele precisa governar para o país, e isso se refere aos que votaram ou não nele. E no cargo que ocupa, precisa ter boa educação e comportamento adequado.

Foi lastimável, grotesca e constrangedora a fala dele sobre como diminuir a “poluição”:

“É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”.

Pra quê? Cadê o equilíbrio emocional? Por quê querer buscar a antipatia? Se fosse um qualquer, vá lá… mas o chefe da nação falar isso?

É claro que está sendo criticado por muitos. Mais do que Lula seria, por exemplo, quando falava idiotices sobre “grelo duro das mulheres” ou insinuava sobre Pelotas ser terra de gays. O problema é: parece que ele gosta dessa situação.

Controle-se, presidente.

– Tá chato esse papo de Lula e Bolsonaro, não? O que falar sobre fanatismo político…

Pessoas brigarem por PT, PSL, PSDB ou qualquer outro partido político é algo para se lamentar, não?

Como é que começou essa radicalidade burra e triste entre os brasileiros? Agora, querem ter “políticos de estimação” (Lula e Bolsonaro são as espécies mais desejadas) e desejam insistir que só existe Direita e Esquerda no país (e que obrigatoriamente a pessoa tem que se rotular).

Às favas, eu tô fora disso! Quero gente honesta, competente e que trabalhe pela nação, e que legisle sem fazer cara feia ou mi-mi-mi. Muito menos alicerçada em fanáticos e lunáticos que pregam Lula Livre nem Bolso-Mito. Desejo Aécio Neves na cadeia, Sérgio Moro esclarecendo as pendengas nas quais foi envolvido e Gleise Hofmann sem foro privilegiado.

Torcer para o Brasil é uma coisa. Exaltar político é outra, e isso é um perigo, pois cega os defeitos dele.

Mais bom senso, minha gente. E se respeite o próximo!

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– Bolsonaro e Lula: Deus e o Diabo dependendo do fanatismo ideológico que se tenha.

O extremismo político no Brasil cresceu e assusta. É a turma da Direita fanática contra a Esquerda radical! 

Ser Direita, Centro ou Esquerda (detesto essas colocações, estão ultrapassadas) é normal na Democracia. O problema é quando a falta de razão deturpa a realidade. Ou como explicar a existência de criadores de Fake News de ambos os lados?

A Globo era “Globolixo” pelos petistas e alvo de críticas. Agora os bolsonaristas a chamam de comunista. Como explicar? Quem está com a razão?

Para esses, ou está “tudo errado ou tudo certo”. Não é possível que o radicalismo cegue de tal forma que não se veja que existem erros e acertos hoje, idem ao que ocorreu em outras gestões. Elogie o certo e critique o errado. Simples!

Há muito melindre e vaidade em um petista elogiar o acordo União Europeia e Mercosul, assim como peesseelistas em aceitar que por um período o crescimento da classe média ocorreu – ficando nesses exemplos tão bobinhos pra ilistrar. 

Para as duas situações, um lado alegará os pecados de Bolsonaro, “apesar do acordo”, e falará da sua proximidade com milícias (que, de fato, ocorre); outros, citarão a inegável corrupção de Lula que poderia ter feito muito mais (que também é um fato indiscutível).

Enfim: enquanto o Brasil estiver dividido, “brigando por brigar”, não aceitando votar as reformas importantes “para não dar crédito aos adversários”, não iremos a lugar algum. 

É por isso que me impressiono com os americanos: democratas e republicanos se odeiam, mas depois das Eleições, todos torcem para que o eleito dê certo! Lembrando que esses dois partidos se destacam, mas que há inúmeros outros candidatos independentes que concorrem. 

Insisto: o Brasil precisa de competência, honestidade e bom senso. Está difícil contemplar algum político que preencha tais requisitos. 

A propósito: você não se pergunta como deve ser a paranoia na cabeça de quem passa o dia inteiro atacando adversário político com postagens na Internet como se fosse inimigo? Ele está tomado pelo fanatismo e não percebe! Perde seu tempo (pois somente os seus afins lhe darão crédito) e causa cizânias desnecessárias. 

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– O Ministro da Justiça no Senado.

Já passaram alguns dias das primeiras revelações do “The Interceptor Brasil”, e sem o calor e frescor do acontecido, já dá para entender melhor o ocorrido, não?

Hoje, pelo que se lê e se concatena, se vê a preocupação em si de não permitir que um crime (ou crimes) seja(m) impune(s). Para mim, tanto Dallagnol quanto Moro poderiam ter evitado o diálogo, mas nele não se vê nada demais ou coisa que possa anular um julgamento. Ao ler em ordem cronológica o ocorrido (por quê o Interceptor divulgou coisas soltas, sem a sequência pela ordem?) e o teor, não dá para transformar Lula em um “injusto condenado”. Afinal, os delitos foram cometidos e não existe nesse todo nenhuma falsa imputação (embora, insisto, as implicações mais me parecem no campo ético do que legal; no criminal não há do que se discutir).

Aliás, Sérgio Moro foi aos senadores explicar o caso do vazamento das conversas com a promotoria. Mas esse, na verdade, não é o foco da postagem. Aqui, fica o fato curioso e destaque para: Renan Calheiros, com 13 inquéritos no STF, Humberto Costa, o “Drácula” das planilhas da Odebrecht, e outros membros reconhecidamente suspeitos do Senado sabatinando o ex-juiz. 

Não é uma espécie de exemplo da “banana que quer comer o macaco”? A “mortadela fatiando a máquina”? Ou, bem claro: uma inversão de valores?

De 0 a 10, qual a credibilidade que você dá ao Senado?

Insisto: não tenho partido e não gosto de rotulações de ideologia de Direita ou Esquerda. Mas querer anular o julgamento do Lula pelas conversas (escrevo pela enésima vez: questionáveis eticamente, mas não criminalmente) parece mais coisa de fanatismo e de adorador lulista. E, ao mesmo tempo, achar tudo normal sem ao menos fazer um contraponto se deveria ter-se evitado o diálogo, também é radicalismo do outro extremo.

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– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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– De Jair para Jânio? A fala de Steve Kunda e a lucidez de Janaína.

Depois do texto divulgado por Bolsonaro de autoria de Paulo Portinho, a respeito da ingovernabilidade enfrentada pelo Presidente da República, das convocações de seus apoiadores para ir na rua, da divisão do PSL com Carla Zambelli, Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro se estranhando, do próprio Governo (olavistas versus militares), mesmo com a frágil oposição partidária que enfrenta (a lógica mostra que o grande adversário político de Jair Bolsonaro é ele e sua própria turma), se faz inevitável pensar (e não é loucura nem fake news, mas sim teoria): estaria se pensando num clima de caos para se ameaçar uma renúncia?

Sei lá. A única certeza que tenho que meu voto (infelizmente, em branco no 2o turno por falta de opção) me conforta de que eu não estava louco na escolha. Uma vez eleito, torço para o Presidente da República (seja quem fosse) desse certo. Mas a coisa está brava…

E o apelo por redes sociais parece ser grande. Steve Kunda, um pastor congolês radicado na França, gravou um vídeo replicado por Bolsonaro dizendo:

“Eu não moro aqui. Mas falo da parte de Deus. Vocês aceitando ou não, você seja de esquerda ou de direita, o senhor Jair Bolsonaro é o Ciro (imperador da Pérsia) do Brasil. Deus o escolheu para um novo tempo, para uma nova temporada no Brasil. Não passe o seu tempo criticando. Juntem as forças e sustentem esse homem. Orem por ele, encorajem ele, não façam oposição, venham fazer proposição”.

Depois da mensagem e dos pedidos de manifestações do “1o filho da República”, Dudu Bolsonaro, a deputada Janaína Paschoal lucidamente retrucou em texto:

“Pelo amor de Deus, parem as convocações! Essas pessoas precisam de um choque de realidade. Não tem sentido quem está com o poder convocar manifestações! Raciocinem! Eu só peço o básico! Reflitam! Àqueles que amam o Brasil, eu rogo: não se permitam usar! Não me calei diante dos crimes da esquerda, não me calarei diante da irresponsabilidade da direita”.

Taí. Concordo com a parlamentar. Já é hora de não ficar criando conflitos desnecessários e trabalhar de verdade, aceitando as críticas construtivas e deixar de alimentar inimigos.

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– Ecoterroristas querem matar o Presidente?

Pensei que nunca iria ver ou ler algo assim, como publicado no site da Veja (abaixo). O Brasil está enlouquecido (e cansando as pessoas sensatas e de bem, independentes de amarras ideológicas de direita ou esquerda)!

Extraído de: https://veja.abril.com.br/politica/policia-caca-grupo-terrorista-que-ameaca-bolsonaro-e-ministros/

POLÍCIA CAÇA GREUPO TERRORISTA QUE AMEAÇA BOLSONARO E MINISTROS

Documento sigiloso obtido por VEJA revela a preocupação das autoridades com as ameaças de ataque ao presidente da República

A divisão antiterrorismo da Polícia Federal está tentando descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que ameaça matar o presidente Jair Bolsonaro e dois ministros. Autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre”, o movimento se diz “ecoterrorista” e “anticristão” e tem feito “ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro”, segundo o documento obtido por VEJA.

As ameaças são postadas num site – e vieram à tona quando, em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse presidencial. Na época, a polícia desarmou uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 quilômetros do Palácio do Planalto.

Recentemente, a “Sociedade Secreta” incendiou dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.

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– De novo não, Presidente. Deixa a Petrobrás quieta…

Da 1a vez na qual Bolsonaro interferiu na política de preços da Petrobrás, a fim de segurar o aumento do Diesel, a empresa perdeu bilhões (e teve que aumentar aos poucos e na surdina).

Depois desse episódio, o presidente disse que não interferiria mais. Porém, com a crise do Irã e a disparada nos preços no mercado internacional, é lógico que o preço vai aumentar.

Se Bolsonaro repetir o que Dilma fazia demagogicamente (interferir nos preços para não perder popularidade), as ações da Petrobrás despencarão de novo. Aliás, depois da fala dele numa Live do Facebook ontem à tarde, elas já começaram a perder valor. Pergunte para qualquer gerente de banco se vale a pena investir em Fundos DI atrelados à petroleira.

Jair Bolsonaro deveria fazer o que prometeu em campanha: deixar a empresa ser uma cia independente na gestão de preços. Já não basta o Petrolão desde os tempos de Lula, agora, mais essa?

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,bolsonaro-fala-em-rever-politica-de-preco-da-petrobras,70002832277

BOLSONARO FALA EM REVER POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

BRASÍLIA E DALLAS (EUA) – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 16, que pode rever a política de preços da Petrobrás se não houver prejuízos para a estatal. A declaração foi feita em Dallas, no Texas, durante a transmissão semanal ao vivo do presidente no Facebook.

“O pessoal reclama do preço da gasolina a R$ 5. E eles me culpam, atiram para cima de mim o tempo todo. O preço do combustível é feito lá pela Petrobrás. Leva em conta o preço do barril de petróleo lá fora, bem como a variação do dólar. Lógico que se a gente puder rever isso aí sem prejuízo para a empresa, sem problema nenhum, às vezes, a política pode ter algum equívoco”, disse o presidente.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que acompanhou Bolsonaro na transmissão, afirmou que o preço dos combustíveis no País só poderá ser reduzido quando houver “maior produção, quando não formos dependentes do petróleo que hoje ainda continuamos exportando e importando”.

Em abril, Bolsonaro admitiu ter ligado para o presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, para que a estatal desistisse do aumento do preço do diesel nas refinarias. “Eu liguei para o presidente sim. Me surpreendi com o reajuste de 5,7%. Não vou ser intervencionista. Não vou praticar a política que fizemos no passado, mas quero os números da Petrobrás”, afirmou à época o presidente.

O reajuste foi cancelado e, depois do episódio, a empresa perdeu R$ 32 bilhões em valor de mercado.

A Petrobrás, em março, havia se comprometido a congelar o preço do óleo diesel por pelo menos 15 dias. Por causa da política de preços dos combustíveis, os caminhoneiros pararam o País, em maio do ano passado. Neste início de ano, com o petróleo em alta, o diesel voltou a ser uma ameaça.

2ª viagem de Bolsonaro aos EUA

– Mudando o conceito de “radical e ponderado” do Governo

A eleição do presidente Jair Bolsonaro, um ultra-direitista de linha conservadora assumido, se deu por conta, sabidamente, do ranço proporcionado por anos de administração petista, iniciados de maneira populista e aparentemente eficiente nas questões sociais, mas que se mostrou ineficaz na solução dos problemas brasileiros (eram doses de resolução de problemas paliativos, temporários, não duradouros e “com previsão de vencimento”, mascarados por demagogia e turbinados com uma corrupção absurda, resultando na prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva).

Entendendo-se às claras: quem votou em Bolsonaro, em grande parte, votou contra o PT e a corrupção. Haddad, que já havia perdido a eleição paulistana, carregou as críticas à sua gestão em SP juntamente com a antipatia petista. Manuela abriu mão de sua candidatura, e Marina Silva nem decolou. Ciro estagnou. Dessa forma, a esquerda radical e a esquerda moderada sucumbiram. Alckmin (que no papel é de um partido de centro-esquerda, mas na prática não), se afundou de vez (aliás, detesto as definições de centro e de direita em nosso país, como se fossemos ainda dos tempos dos jacobinos e girondinos da Revolução Francesa, onde surgem essas definições). Tivemos ainda a direita liberal do Partido Novo, onde Amoêdo tinha ao menos ideias claras mas perdeu votos daqueles que optaram pelo voto útil (tipo: ele não vai ganhar, apesar de que eu votaria nele; então voto em outro com mais chances de vitória”. E sobrou ainda Meirelles e Cabo Daciolo, cartas fora do baralho.

Terminado o processo eleitoral, independente de quem ganhou, devemos torcer para o sucesso da sua administração, pois isso gera resultado positivo para nós, brasileiros. Torcer contra é burrice, seja quem for o eleito. A democracia, em tese, funciona assim, e você terá os instrumentos e a liberdade de cobrança: de cobrar o que prometeu por parte de quem votou esperançoso no nome vencedor, e de cobrar para que se faça algo bom, por parte de quem não votou no ganhador.

Todo esse grande preâmbulo é para dizer o seguinte: muitos tinham medo de que os militares que estavam próximos de Jair Bolsonaro fossem radicais, e a censura e a ditadura ganhassem corpo (eu, que não votei no segundo turno nem em Jair Bolsonaro e nem em Fernando Haddad – votei em branco – era um desses temerosos).

E o que aconteceu?

Descobrimos que os generais militares do atual governo é que são os ponderados! Os radicais são os influenciados pelo pseudo-filósofo Olavo de Carvalho, um homem que foi astrólogo, muçulmano esotérico (não sabia que existia essa profissão de fé), que vive na Virgínia falando palavrões e ostentando seus cachimbos e cigarros nos vídeos que grava, mas que tem absurda influência sobre Bolsonaro e seus filhos. Aliás, no Ministério da Educação, o desastroso ex-ministro Ricardo Vélez e o polêmico atual ministro Abraham Weintraub, são olavistas assumidos e foram indicados por ele próprio.

Os racionais (e não radicais) são: o vice-presidente Hamilton Mourão (vide o caso da Venezuela, sempre pedindo diálogo e a não-guerra), o general Villas Boas, cadeirante atualmente mas que não perdeu o juízo, o comandante da força de paz no Haiti e hoje chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o general Augusto Heleno (esse, em particular, penso ser um herói nacional, pois comandou o processo de paz sem ferir ninguém, defendendo sempre a diplomacia), e o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (chamado por muitos de incorruptível, um cara sério, discreto e considerado intelectual – que sempre tem “jeitão de bravo” quando é fotografado).

Não é uma inversão de conceitos, mas uma constatação: os militares de hoje, que eu pensava serem radicais, são racionais e ponderados! E a turma dos aficcionados por Olavo de Carvalho, mostrando-se destrambelhados como ele, num cego fanatismo e radicalismo que assusta. E o pior: ambos são o Governo!

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– Precisamos de um ótimo administrador público!

Li, gostei, retrata o que penso e por isso compartilho: o texto sobre a capacidade e necessidade de ser um bom administrador público, sem folclorismos ou questões emocionais, escrito pelo advogado e professor Douglas Mondo em seu Facebook.

O manifesto escrito e retratado abaixo é perfeito! Sem partidarismo, ideologia ou fanatismo. Somente a cobrança da HONESTIDADE e da CAPACIDADE DE GESTÃO (independente do nome que comanda o país).

Aqui:

MITOS – NÃO TENHO PESSOAS COMO MITOS POLÍTICOS

Um ótimo administrador público é aquele que planeja e desenvolve políticas públicas em prol de seu país e de seu povo.

Atualmente, com déficit público nas alturas, corta custo desnecessário, enxuga máquina pública, privatiza bens possíveis sem interferência desastrosa, desenvolve políticas de incentivos às empresas, não interfere nas relações trabalhistas com intuito de prejudicar os trabalhadores, promove reformas essenciais para tirar o peso do Estado sobre a produção de bens e serviços.

Diminui os privilégios corporativistas, principalmente da classe Política.

Desenvolve a educação com salários justos, e a saúde com planejamento e atendimento satisfatório à dignidade humana.

Faz a reforma da previdência com equidade e justa para todas as pessoas e categorias profissionais.

É isso aí! Sem mitos!

Só posso aplaudir tais palavras, pois cada linha vai de encontro com o que eu acredito. Mas qualquer um que diga algo crítico contra B vira, pelos radicais, a favor de L. E se você também criticar L, é porque você é B. Como se fossem dois deuses infalíveis pelas suas tropas de adoradores.

Ops: não precisa escrever que B é Bolsonaro e L é Lula, não?

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– Malucos x Marginais. Coitado do nosso país…

Caramba… tive que concordar com Lula, quando, há pouco, deu entrevista na prisão para a Folha e para o El País dizendo que o Brasil está sendo governado por malucos.

Como discordar? Malucos e Incompetentes (salve-se Paulo Guedes e Sérgio Moro, luzes no fim do túnel e especialistas, não políticos mas técnicos). E imaginar que vivemos tanto tempo com o PT, sobre a horda dos Marginais e Demagogos.

Pobre Brasil. Difícil saber o que é pior: os Malucos do PSL ou os Marginais do PT no comando?

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– E agora, Jair?

Eu vou confessar meu voto: não tive coragem (e não tenho) em votar em qualquer candidato do PT (que virou sinônimo de corrupção nesse país). Isso não quer dizer que votei no PSDB e muito menos no PSL, um acolchoado de apoiadores de várias realidades conflitantes.

Fernando Haddad não tinha a minha confiança, tampouco Jair Messias Bolsonaro. Votei em Branco (relutei muito tempo em não escolher qualquer candidato, entendia que tinha que escolher o “menos pior” em respeito a democracia. Porém, entendo que não escolher ninguém é algo democrático e demonstra a insatisfação com os nomes).

Terminado o pleito eleitoral, temos que torcer para que o Brasil dê certo, seja qual fosse o vencedor. Cobrar o que está errado e aplaudir o que está certo. É a democracia inteligente e cidadã.

Entretanto, decepciono-me ao ver que os filhos de Bolsonaro causam polêmicas desnecessárias, o próprio presidente se equivocando na escolha de ministros (o colombiano da Educação que o diga, só estão se salvando Guedes e Moro), sem contar o maluco do cara que se tornou o guru do Governo: Olavo de Carvalho, herói dos radicais (cruz-credo).

Agora, Bolsonaro diz que “não nasceu para ser presidente, mas militar”.

Xi… que vacilo! O capitão está fraquejando? Jânio renunciou, Getúlio se matou… E Bolsonaro, o que fará?

Pobre Brasil…

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– E deu cana para Temer! Quem pode criticar a Lava Jato?

Não me canso de escrever: a Operação Lava-Jato foi uma das coisas mais corretas que pôde acontecer na história do nosso país, desde a Independência do mesmo.

Políticos corruptos que se faziam como demagogos populares, como Lula e Maluf, estão encarcerados. Um sem-número de pessoas ligadas ao antigo PMDB, PT, PP e outras siglas, idem. Poucos ainda do PSDB, mas aos que estão sob vigia, tenho certeza que na primeira oportunidade serão pegos também . Uma pena que os ex-senadores Aécio Neves (PSDB) e Gleise Hofmann (PT), para não serem também detidos, de maneira ridícula resolveram concorrer a deputados para garantir o maldito foro privilegiado.

Michel Temer, que não poderia (por que não conseguiria) se ele eleger a nada, foi preso nessa histórica quinta-feira (juntamente com Moreira Franco, Cel Lima e outros comparsas).

O juiz Marcelo Bretas, em seu mandado de prisão, escreveu que:

“MICHEL TEMER é o líder da organização criminosa a que me referi [apelidado de ‘Quadrilhão do MDB’], e o principal responsável pelos atos de corrupção aqui descritos”.

Dessa forma, temos, dos três últimos presidente eleitos, dois na cadeia e um que sofreu impeachment (Lula, Temer e Dilma, respectivamente).

Fica a dúvida: Michel Temer terá as mesmas regalia que o criminoso Luís Inácio Lula da Silva tem em Curitiba? Afinal, são dois ex-chefes do Executivo.

Por coerência, àqueles que desqualificam a Lava-Jato agora terão que gritar TEMER LIVRE e argumentar que ele é “preso político”. Ou aí não vale?

Não importa o partido ou a ideologia: político corrupto tem que ser preso! Vale para Lula, Temer, Aécio, Bolsonaro, FHC, ou quem venha a pisar na bola.

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– Cuidado com o que registra, Presidente! Linguajar respeitoso se faz necessário para o seu cargo.

Escreveu na Internet, ficou registrado!

Postagens indevidas de todas as correntes ideológicas, além de gente defendendo e acusando a Esquerda e a Direita. A falta de bom senso predomina entre muitos militantes radicais nas Redes Sociais.

Dos fanáticos, não se pode esperar nada mais do que isso. Mas de autoridades, o cuidado com o que se escreve deve ser grande.

Que tristeza um país onde Dilma “estocava vento e exaltava a mandioca”, Lula falava do “grelo duro das mulheres feministas” e agora Bolsonaro tuitando “homem com dedo no ânus” para criticar os blocos carnavalescos. Ainda pergunta publicamente algo particular de quem gosta do fetiche, o tal do Golden Shower (urinar quando faz sexo).

Ridículo demais! Não temos um estadista, um líder político de fato, que governe por todos, para todos e que seja exemplar para que se diga: esse respeita e é respeitado.

Pobre Brasil…