– O péssimo discurso do agora ex-Secretário da Cultura Roberto Alvim.

Que coisa feia, não? O Secretário da Cultura, Roberto Alvim, foi anunciar o Prêmio Nacional das Artes e repetiu, ao pé da letra (trocando apenas Alemanha por Brasil) um discurso do ideólogo nazista Joseph Goebbels, um dos homens responsáveis pela propaganda ultranacionalista de Hittler.

Felizmente, foi demitido assim que se percebeu a cáca. Imagine o mal estar se ocorresse sua permanência, principalmente com o povo judeu, vítima do Holocausto, e que é parceiro do Governo brasileiro.

Fico me perguntando: quem sugere esses nomes ao Presidente Bolsonaro?

Uma pisada de bola digna daquela péssima entrevista de Lula à Playboy, onde declarou admirar Hitler, Che Guevara, Gandhi e o aiatolá Khomeini.

Recorde-a em: https://professorrafaelporcari.com/2018/04/18/perolas-da-internet-a-entrevista-de-lula-a-playboy-em-1979/

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– Fanatismo Político: como entender tamanha cegueira?

Há 1 ano…

Uma das coisas mais incompreensíveis é: como cidadãos de bem se deixam contaminar pelo extremismo político!

Não sou Esquerdista (PT, PSOL, PCdoB), nem Direitista (PSL, PSDB, DEM), tampouco em cima do muro (PSD, PMDB, PP). Sou apartidário, mas não apolítico.

Nesta semana em que Palocci delatou que Lula recebia propina (dinheiro vivo) em caixas de uísque e que o motorista Queiroz ainda não “sarou” para explicar suas movimentações, vemos fanáticos se atacando e contra-atacando como se fosse discussão de bar, perrengue de time de futebol ou briga de rua.

Enquanto os dois lados continuam militando, pessoas resolvem acreditar que os valores incríveis de Flávio Bolsonaro foram fruto de venda de um apartamento em dinheiro vivo (com depósitos fracionados em caixa eletrônico!!!) e outras pedindo que se entregue o Prêmio Nobel da Paz a Luiz Inácio Lula da Silva!

O que está acontecendo às pessoas sensatas? Todo mundo enlouqueceu?

Pior do que tudo isso é gente jogando a culpa na imprensa, na oposição, mas teorias conspiratórias (já vi esse filme antes)… ou ainda caindo no vexame de argumentar que os valores dos escândalos atuais são pequenos em relação ao esquema que perdurou por anos.

Ora, não existe honesto ou meio honesto. Existe honesto e desonesto! Separar Flávio Bolsonaro de Jair é a mesma coisa que separar Lulinha de Luiz Inácio. Ou será que viramos uma nação de ingênuos?

À cadeia todos os que corrompem neste país, sejam eles quem forem. Ou se moraliza de verdade o Brasil, ou saíamos às ruas bater panelas. O que não precisamos nesse momento é de um “Lula de Direita” (nem o original, de Esquerda).

É tão difícil o eleitor que é traído e fica desolado assumir que está decepcionado? Por que a insistência em negar e tapar o sol com a peneira?

Acima, a brincadeira que viralizou dos #10yearschallenge, versão militantes brasileiros.

– Os 2 Extremos que não conseguem justificar Flávio Bolsonaro e o Instituto Lula.

O bolsonarista e o petista menos radicais sabem que há algo errado e entendem: a “rachadinha do Queiroz” e as “palestras do ex-presidente Lula” cheiram mal. Estão lúcidos que são calcanhares de Aquiles e que a evidência de corrupção existe.

Porém, os mais fanáticos insistem em não crer em falhas dos seus líderes adorados, tampouco nas picaretagens possíveis de quem os rodeiam. Criam a massa que obedece e crê piamente no que falam, nem ponderam as colocações.

Lula, que no começo da sua gestão parecia que pensaria diferente, usou o povo como massa de manobra e a bandidagem correu solta. Falso, alegava que “nada sabia” e ganhou destaque pelos discursos demagogos e complacência com bancos e empreiteiras. Trabalhou para os grandes, com propaganda para os pequenos.

Bolsonaro, que neste começo mostra fraqueza em criar pensamentos conexos e democráticos (principalmente pelos seus filhos), tem uma equipe econômica boa. Mas seu grande opositor é: ele mesmo.

Os dois ex-presidentes têm algo em comum: os cegos que, repito, rifam as amizades e a sensatez em nome da louvação aos políticos de estimação.

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– Resolve logo, Bolsonaro!

Quem não deve, não teme! Sendo assim, por quê o Senador Flávio Bolsonaro não resolve logo as pendengas que lhe imputam crimes com laranjas: o caso da suspeita franquia de chocolate, o PM que pagou por gentileza o boleto de mais de R$ 16.000,00 ou ainda o famoso rolo do Queiróz?

Tudo isso só prejudica indiretamente (ou, para alguns, diretamente) o governo do seu pai, Jair.

Se está tudo em ordem, por quê criar obstáculos para investigação? Pelo procedimento do senador, dá a entender que tem coisa errada.

Com tristeza, Lula e Bolsonaro protegem os filhos envolvidos em corrupção e pactuam com a coisa. Lamentável…

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– Você não está preocupado com os rumos do Brasil?

Eu me assusto quando vejo Esquerda capitaneada por Lula & Convertidos querendo fazer bagunça e Direita liderada por Bolsonaro& Aliados falando de AI-5.

Um perigo para a Democracia esses dois extremos! Esquecem-se de pensar no coletivo, no Brasil como um todo, e apenas nos seus interesses partidários. Virou queda de braço, “discussão de 5a série”, birra e fanatismo.

Quem perde é a nação. Repito o que venho insistindo: mais ponderação, pois a sensatez se faz necessária (e de maneira urgente).

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– Concordo com o Lula!

Na reeleição de Gleisi Hoffmann como presidente do PT (a mesma que apoia incondicionalmente Nicolas Maduro, infelizmente), Lula disse que:

“Somos exatamente o oposto de Bolsonaro”.

Perfeito. Como Bolsonaro é classificado pelo lulismo com o termo de Extrema Direita, é correto entender o lulismo como Extrema Esquerda, sem abrir mão do fanatismo que é comum aos extremistas de ambos.

Pobre Brasil… o radicalismo atrapalha o bom senso!

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– Bolsonaro e China: o que mudou?

Há dois anos, o presidente Jair Bolsonaro proferia um discurso radical, estratégico e correto contra a China. Entretanto, eleito, visitou o país e fez afagos aos sino-dólares (que talvez tenham sido corretos também).

O que mudou?

Relembre, extraído de: https://wp.me/p4RTuC-ljC

A CHINA E AS RIQUEZAS DO BRASIL, POR BOLSONARO

Antes de mais nada, não sou de direita, nem de esquerda e nem partidário. Mas também não sou apolítico, sou um simples cidadão que gosta de reflexões. Portanto, fanáticos e militantes, não venham tecer críticas aqui.

Na “blogosfera”, leio uma reportagem do mês passado que me passou batida: “a entrevistas do pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro nos EUA”, com um discurso bem repetido do que foi sua aparição em Belo Horizonte, em Setembro.

Eu acho o militar extremamente radical. Mas não posso deixar de concordar com as seguintes palavras (extraídas da Folha):

“A China está tomando conta do subsolo do Brasil, (…) nós seremos “inquilinos dos chineses em nosso próprio território. Não podemos entregar nosso subsolo a outros países como vem sendo feito. É justo entregar Catalão (GO) e Araxá (MG), ricos em nióbio, às estatais chinesas? (…) Vamos explorar nossas riquezas, quem sabe até abrindo uma saída pro mar para Minas Gerais. Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso. (…) A Renca [Reserva Nacional de Cobre e seus Associados] deve ser explorada, mas não como Temer propôs, abrindo para empresas estrangeiras. Eu topo fazer negócio com partilha com alguns países do mundo: Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Israel. Só que os chineses ‘estão jogando War’ e temos que nos preocupar com isso”.

Nessa, estou com Jair Bolsonaro (mesmo com muita coisa contra ele, por entender que Jair seja um “Lulinha ‘Paz e Amor’ de extrema direita”). É questão de visão estratégica e de cuidar das nossas riquezas. Aliás, por que pouco se tem feito sobre isso?

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– Bolsonaro, príncipe árabe, Lula, ditador sírio, AI5… Pobre Brasil!

Tudo deve ser sempre ponderado: se muitos criticam o presidente Bolsonaro em se reunir com o príncipe árabe Mohammad bin Salman (acusado de mandar matar um jornalista) e outro tanto de pessoas defendem que foi uma reunião de negócios, deve-se fazer a mesma correlação das vezes em que Lula se reuniu com o sanguinário ditador líbio Kadafi e o atual mandatário sírio Bashar al-Assad.

A diferença do populismo dos dois governos (ambos detonam a Globo, chega a ser hilário) é que os filhos do petista faziam negócios / negociatas sem aparecer; os do pesselista escancaram no microfone, como a idiotice que fez Eduardo Bolsonaro ao defender um AI – 5!

Tenha a santa paciência… coitada da nossa democracia!

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– Curto e grosso sobre Bolsonaro na ONU

Para quem é apaixonado por Jair Bolsonaro, após sua fala na abertura dos trabalhos da reunião anual das Nações Unidas, dirá que foi a de um estadista espetacular que defendeu a soberania nacional.

Para quem o detesta, dirá que foi uma vergonha, um desequilibrado que quis peitar o mundo e não reconheceu os problemas existentes.

Aprendi esse dito a seguir com o jornalista Wanderley Nogueira: “quando se exagera no argumento, a causa enfraquece”.

Mais temperança de ambos os lados, por favor! Nosso país agradece.

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– Não precisa disso, presidente…

Se a política econômica de Jair Bolsonaro com a equipe de Paulo Guedes vai bem (nesta 6a feira, por exemplo, reduziu impostos de remédios para câncer e HIV), outras áreas vão mal. Uma delas: a má relação e a falta de jogo de cintura do presidente como autoridade em si.

Não vale me dizer que ele é “autêntico”. Ele precisa governar para o país, e isso se refere aos que votaram ou não nele. E no cargo que ocupa, precisa ter boa educação e comportamento adequado.

Foi lastimável, grotesca e constrangedora a fala dele sobre como diminuir a “poluição”:

“É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”.

Pra quê? Cadê o equilíbrio emocional? Por quê querer buscar a antipatia? Se fosse um qualquer, vá lá… mas o chefe da nação falar isso?

É claro que está sendo criticado por muitos. Mais do que Lula seria, por exemplo, quando falava idiotices sobre “grelo duro das mulheres” ou insinuava sobre Pelotas ser terra de gays. O problema é: parece que ele gosta dessa situação.

Controle-se, presidente.

– Tá chato esse papo de Lula e Bolsonaro, não? O que falar sobre fanatismo político…

Pessoas brigarem por PT, PSL, PSDB ou qualquer outro partido político é algo para se lamentar, não?

Como é que começou essa radicalidade burra e triste entre os brasileiros? Agora, querem ter “políticos de estimação” (Lula e Bolsonaro são as espécies mais desejadas) e desejam insistir que só existe Direita e Esquerda no país (e que obrigatoriamente a pessoa tem que se rotular).

Às favas, eu tô fora disso! Quero gente honesta, competente e que trabalhe pela nação, e que legisle sem fazer cara feia ou mi-mi-mi. Muito menos alicerçada em fanáticos e lunáticos que pregam Lula Livre nem Bolso-Mito. Desejo Aécio Neves na cadeia, Sérgio Moro esclarecendo as pendengas nas quais foi envolvido e Gleise Hofmann sem foro privilegiado.

Torcer para o Brasil é uma coisa. Exaltar político é outra, e isso é um perigo, pois cega os defeitos dele.

Mais bom senso, minha gente. E se respeite o próximo!

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– Bolsonaro e Lula: Deus e o Diabo dependendo do fanatismo ideológico que se tenha.

O extremismo político no Brasil cresceu e assusta. É a turma da Direita fanática contra a Esquerda radical! 

Ser Direita, Centro ou Esquerda (detesto essas colocações, estão ultrapassadas) é normal na Democracia. O problema é quando a falta de razão deturpa a realidade. Ou como explicar a existência de criadores de Fake News de ambos os lados?

A Globo era “Globolixo” pelos petistas e alvo de críticas. Agora os bolsonaristas a chamam de comunista. Como explicar? Quem está com a razão?

Para esses, ou está “tudo errado ou tudo certo”. Não é possível que o radicalismo cegue de tal forma que não se veja que existem erros e acertos hoje, idem ao que ocorreu em outras gestões. Elogie o certo e critique o errado. Simples!

Há muito melindre e vaidade em um petista elogiar o acordo União Europeia e Mercosul, assim como peesseelistas em aceitar que por um período o crescimento da classe média ocorreu – ficando nesses exemplos tão bobinhos pra ilistrar. 

Para as duas situações, um lado alegará os pecados de Bolsonaro, “apesar do acordo”, e falará da sua proximidade com milícias (que, de fato, ocorre); outros, citarão a inegável corrupção de Lula que poderia ter feito muito mais (que também é um fato indiscutível).

Enfim: enquanto o Brasil estiver dividido, “brigando por brigar”, não aceitando votar as reformas importantes “para não dar crédito aos adversários”, não iremos a lugar algum. 

É por isso que me impressiono com os americanos: democratas e republicanos se odeiam, mas depois das Eleições, todos torcem para que o eleito dê certo! Lembrando que esses dois partidos se destacam, mas que há inúmeros outros candidatos independentes que concorrem. 

Insisto: o Brasil precisa de competência, honestidade e bom senso. Está difícil contemplar algum político que preencha tais requisitos. 

A propósito: você não se pergunta como deve ser a paranoia na cabeça de quem passa o dia inteiro atacando adversário político com postagens na Internet como se fosse inimigo? Ele está tomado pelo fanatismo e não percebe! Perde seu tempo (pois somente os seus afins lhe darão crédito) e causa cizânias desnecessárias. 

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– O Ministro da Justiça no Senado.

Já passaram alguns dias das primeiras revelações do “The Interceptor Brasil”, e sem o calor e frescor do acontecido, já dá para entender melhor o ocorrido, não?

Hoje, pelo que se lê e se concatena, se vê a preocupação em si de não permitir que um crime (ou crimes) seja(m) impune(s). Para mim, tanto Dallagnol quanto Moro poderiam ter evitado o diálogo, mas nele não se vê nada demais ou coisa que possa anular um julgamento. Ao ler em ordem cronológica o ocorrido (por quê o Interceptor divulgou coisas soltas, sem a sequência pela ordem?) e o teor, não dá para transformar Lula em um “injusto condenado”. Afinal, os delitos foram cometidos e não existe nesse todo nenhuma falsa imputação (embora, insisto, as implicações mais me parecem no campo ético do que legal; no criminal não há do que se discutir).

Aliás, Sérgio Moro foi aos senadores explicar o caso do vazamento das conversas com a promotoria. Mas esse, na verdade, não é o foco da postagem. Aqui, fica o fato curioso e destaque para: Renan Calheiros, com 13 inquéritos no STF, Humberto Costa, o “Drácula” das planilhas da Odebrecht, e outros membros reconhecidamente suspeitos do Senado sabatinando o ex-juiz. 

Não é uma espécie de exemplo da “banana que quer comer o macaco”? A “mortadela fatiando a máquina”? Ou, bem claro: uma inversão de valores?

De 0 a 10, qual a credibilidade que você dá ao Senado?

Insisto: não tenho partido e não gosto de rotulações de ideologia de Direita ou Esquerda. Mas querer anular o julgamento do Lula pelas conversas (escrevo pela enésima vez: questionáveis eticamente, mas não criminalmente) parece mais coisa de fanatismo e de adorador lulista. E, ao mesmo tempo, achar tudo normal sem ao menos fazer um contraponto se deveria ter-se evitado o diálogo, também é radicalismo do outro extremo.

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– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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