– A neo-colonização portuguesa no futebol:

Em se confirmando Jorge Jesus como técnico do Atlético Mineiro, teremos os 3 principais clubes brasileiros na atualidade com treinadores lusos: Abel Ferreira no Palmeiras e Paulo Sousa no Flamengo.

A pergunta oportuna é: estão tão defasados os “professores brasileiros”, que os grandes clubes vão atrás dos seus profissionais em Portugal?

E convenhamos: nenhum dos 3 tem mercado na Europa em “grandão”: JJ é respeitado no Brasil e em Portugal, além do Oriente Médio; Paulo é coadjuvante por lá e Abel trabalhava no grego PAOK!

Qual o grande problema dos treinadores locais atualmente? 

Saiba finalmente o que os portugueses pensam dos brasileiros vivendo em  Portugal | Morar em Portugal

Imagem extraída de: https://moraremportugal.com/saiba-finalmente-o-que-os-portugueses-pensam-dos-brasileiros-vivendo-em-portugal/

– Eto’o é o novo presidente da Federação de Futebol de Camarões. E qual atleta poderia assumir a CBF?

O ex-atacante Samuel Eto’o é o novo presidente da Fecafoot (Federação Camaronesa de Futebol), vencendo o atual presidente Seidou Njoya por 43 votos a 31.

Atletas que viram cartolas não necessariamente se tornam “craques” na nova função. Tivemos, como exemplo recente, Michael Platini na UEFA, envolvido em corrupção.

A pergunta é: qual jogador brasileiro poderia ser presidente da CBF, caso fosse possível tal escolha?

Deixe seu comentário:

Foto: Divulgação / Internet, extraída de: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/samuel-etoo-e-eleito-presidente-da-federacao-camaronesa-de-futebol.ghtml

– O balanço final do Brasileirão e da Arbitragem.

O Campeonato Brasileiro de 2021 foi marcado por muitas nuances. Vide a classificação final: o Atlético Mineiro, depois de 50 anos, levou o título (com muito investimento financeiro e após Cuca ter deixado Hulk na reserva – aliás, o experiente treinador mostrou que muitas vezes um “banco faz bem”, pois depois desse episódio, o atacante “voou em campo”).

Incoerências ocorreram: o então Campeão do Brasileirão 2020, Rogério Ceni, foi demitido do Flamengo após 6 meses de trabalho e 3 títulos. Coisas do futebol brasileiro… Vágner Mancini, com ótimo trabalho no América-MG, abandonou o time para ir ao Grêmio e foi rebaixado. Uma decisão complicada de uma questionável gestão de carreira…

Falando de Rebaixamento, o “Imortal” gaúcho amargurou seu 3o rebaixamento na história. Mas nada de lamentos: um time que fica 37 das 38 rodadas entre os 4 piores em um torneio tão longo, há de merecer. Além, claro, de contratações questionáveis, como veteranos com salário alto ou a repatriação de Douglas Costa visivelmente fora de forma e sem motivação. Aliás, nem só pela posição na tabela alguns times decepcionaram, mas pela Gestão em si, como o caso do São Paulo: iludido pela conquista do Campeonato Paulista, quase foi junto para a série B.

Em 2021, vimos também um excesso de vagas para as competições internacionais. Repare que o rebaixado que mais pontuou tinha quase 38% de aproveitamento, e o classificado para a Sulamericana pior pontuado (que foi o Cuiabá) entrou com 41% apenas. Como um time que ganhou menos da metade dos pontos disputados leva de prêmio uma vaga num torneio estrangeiro? A propósito, nessa conta que separou o rebaixamento da classificação distaram 4 pontos dos 114 disputados.

Na Libertadores (fase de grupos e pré) temos 3 paulistas, 2 mineiros, 2 cariocas, 1 paranaense e 1 cearense. Destes clubes, 3 “empresas” ou “quase-empresas”: o Red Bull Bragantino, que já é, e o Athletico Paranaense e o América-MG, ambos em processo de transformação (lembrando que além de um clube do conglomerado Red Bull, a Libertadores 2022 terá o Montevideo Torque, pertencente ao conglomerado CityGroup).

Quanto a arbitragem, tivemos dois momentos: o do Leonardo Gaciba com excesso de uso do VAR e o do Alício Pena com visível uso menor. Porém, ambos com o árbitro de vídeo sendo protagonista nas decisões, onde os árbitros preferiram a voz da cabine do que suas convicções.

O processo de renovação, forçado no 1o turno, sucumbiu no 2o. Dois árbitros tiveram uma atenção maior e não aproveitaram: Dênis Serafim, de Alagoas (lembram de Chapecoense x Flamengo?) e Felipe Fernandes de Lima, de Minas Gerais (com um enorme potencial, mas com um comportamento excessivamente vaidoso). Nas últimas rodadas, os árbitros ficaram em regime de internato na Granja Comary a pedido do presidente da CBF, saindo de lá somente para as partidas.

Aliás, como o cara faz para abrir mão dos seus afazeres profissionais por 21 dias para cuidar de uma carreira não profissional? Esse “profissionalismo de mentira” da CBF tinha que acabar, e ela assumir os custos trabalhistas de um grupo de elite de árbitros e bancá-los para poder cobrar melhor. Mas de nada adiantará com os cartolas que há décadas estão por lá comandando a arbitragem por trás de outros departamentos.

Muitas decepções dos “árbitros de nome” nesse ano. Anderson Daronco “picou” a maior parte dos jogos que apitou, marcando faltinhas duvidosas e travando a dinâmica das partidas. Raphael Claus marcou bola na mão em lance de cotovelo e de costas! D-U-V-I-D-O que faça algo assim em Copa do Mundo. E Marcelo de Lima Henrique, veteraníssimo, acabou sendo o melhor apitador da temporada.

Que 2022 seja melhor para todos dentro e fora de campo!

Brasileirão Série A 2021: confira a tabela completa do campeonato

Foto: Reprodução Internet, extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2021/05/brasileirao-a-2021-campeonato-brasileiro-tabela-completa

Essa mesma matéria em vídeo, aqui: https://youtu.be/ggFRVpgPDvk

– Como escolher uma carreira profissional?

Um dos grandes desafios aos jovens é “escolher a profissão”. Muitas vezes os testes vocacionais não são suficientes, e para escolher a felicidade profissional, busca-se o auxílio de um coach.

Compartilho interessante matéria, extraído do Jornal de Jundiaí (Modulinho Empregos, página 1, ed 1024, 27 de agosto de 2017, por Simone de Oliveira).

COACH DE CARREIRA COMO OPÇÃO PARA QUEM DESEJA OTIMIZAR A PROCURA DO EMPREGO

Sabemos que a escolha da profissão é um dos momentos mais importantes na vida de um jovem, já que determina os caminhos que serão seguidos por longos anos.

Trata-se de uma decisão extremamente difícil para ser tomada aos 18 anos por alguém que, quase nunca, tem a maturidade necessária para identificar quais são os seus principais talentos e vocações. O resultado deste cenário: muitos optam pela área errada e, futuramente, ficam insatisfeitos no trabalho.

O que nem todos sabem, porém, é que os equívocos na hora de determinar os próximos passos da carreira não ocorrem apenas entre os jovens. Muitos adultos, com vasta experiência no mercado, também erram bastante ao tentar mudar de área ou mesmo ao tentar crescer na profissão. De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de RH), quase metade dos brasileiros está infeliz com o que faz da vida – e esses dados não estão apenas relacionados à profissão escolhida, mas também à falta de reconhecimento, ao excesso de tarefas e aos problemas de relacionamento.

No passado, as pessoas costumavam delegar as decisões de suas carreiras para as organizações, que traçavam quais seriam os próximos passos a seguir. Hoje, as companhias oferecem as oportunidades, mas a responsabilidade pelo próprio sucesso está cada vez mais nas mãos dos profissionais. No entanto, entender o seu perfil e identificar os melhores caminhos e estratégias é uma tarefa difícil, que necessita de um plano estruturado e muito bem planejado. Isso pode exigir a ajuda de um profissional especializado, seja para fazer uma transição de carreira, mudar de profissão, desenvolver as competências necessárias ou fazer planos para o futuro.

Neste cenário, o primeiro passo a ser tomado é investir no autoconhecimento. Por se tratar um processo muito complexo, muitas pessoas optam por contratar um profissional de coaching, que pode ajudá-las a refletir, a planejar ações de melhoria e a conhecer os próprios desejos e capacidades, o que é fundamental para identificar onde devem se inserir no mercado. Saber exatamente o que mais gera incômodo no trabalho atual e o motivo de isso ocorrer, certamente, trará mais clareza sobre os passos seguintes.

Antes de tomar decisões, é preciso se questionar: o que é mais importante para mim, ter um bom salário ou trabalhar em um ambiente agradável e sem pressão? Ter uma rotina fixa ou contar com maior liberdade de horário? A felicidade profissional tem muito a ver com o que sabemos de nós mesmos, quais são os nossos principais valores pessoais e como gostaríamos de estar inseridos no mundo.

Neste processo de autoconhecimento e descoberta, com cerca de dez encontros semanais e foco em um objetivo especifico, o profissional de coaching ajuda as pessoas a se entenderem melhor e a descobrirem aonde querem chegar. Ele não trará respostas, mas ajudará o profissional a encontrá-las dentro dele. É preciso, porém, estar disposto a se abrir de uma forma bastante profunda, ter uma atitude ativa e planejar objetivos, já que o processo só funciona quando há muito comprometimento e um plano de ação com metas específicas.

Qualquer pessoa pode procurar a ajuda de um coach, desde que tenha consciência de que a felicidade não depende de mais ninguém além dela mesma.

O que é plano de carreira? | Educa Mais Brasil

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/carreira/o-que-e-plano-de-carreira

– E por quê discutir Michael do Flamengo e a matada de letra?

Se o jogador tem habilidade e a usa como recurso num jogo de futebol, ótimo!

Michael, do Flamengo, “matou a bola de letra”, a dominou e partiu para o ataque. Excelente domínio, usou seu talento em prol do time. Não debochou do São Paulo, embora Reinaldo tenha achado que sim. Aliás, o jogador estava nervoso pelo momento e quis tirar satisfação (e errou).

Fico pensando: talentosos atletas como Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, devem ser odiados por algum seguindo a lógica de que habilidade é “humilhação”.

Lembrei-me de Edmundo, que certa vez num jogo (talvez Vasco x Botafogo), parou em frente a um marcador e rebolou, chamando-o pra dançar. Isso é deboche!

Michael dá resposta após suposta provocação ao São Paulo - Flamengo |  Coluna do Fla

Foto: reprodução/ Tv Globo, extraída de: https://colunadofla.com/2021/11/michael-da-resposta-apos-suposta-provocacao-ao-sao-paulo/

– A Historicidade das Desculpas dos Cartolas do Apito. Qual será a próxima?

Historicamente, os erros de arbitragem sempre existiram. E suas desculpas, idem.

Primeiro, tínhamos árbitros revezando como árbitros centrais e bandeirinhas ao mesmo tempo. E a queixa era: não se especializava ninguém, e o árbitro que bandeirava não ajudava seu colega do meio de campo por ciúmes.

Aí se separou: árbitro central “é do campo” e só faz “aquilo” (apita). Árbitro de linha (bandeirinha) se especializa como assistente. E…

A queixa passou a ser: a exigência física “ser muito grande”. Dividiu-se, então, o campo em duas metades e escalou-se dois árbitros. Ideia do Farah! Mas não deu certo…

Aí começou-se a falar de profissionalização! Nenhum sindicato pedia para que a CBF contratasse árbitros e os registrassem como funcionários, mas que eles se organizassem em cooperativas e recebessem através delas. Detalhe: os cartolas eram os mesmos, e isso durou pouco tempo, não melhorou a arbitragem e nem ajudou temporariamente os árbitros.

Vieram os AAA (os assistentes da linha de fundo). Dispensa-se comentários..

Tivemos então o Sorteio! Todo e qualquer cartola jogava a culpa no sorteio, dizendo que não poderia escalar os melhores e outras bobagens. Mentira, inúmeros artifícios foram criados para dribá-lo. Aí acabou o sorteio e veio a audiência pública. Qual a desculpa agora?

A desculpa foi: o VAR! Ou melhor, a adaptação ao VAR, que levaria tempo.

Os árbitros se adaptaram (ou tentaram) ao VAR, e tudo deu errado…

Aí criou-se o quadro específico de VAR, com gente especializada. Nada foi resolvido.

E agora?

A última desculpa (ou bode expiatório) foi o Gaciba. Demitindo-o, os problemas estariam resolvidos!

Mais uma mentira… o problema profundo é estrutural, de nomes que há anos estão na CBF e de muitas blindagem.

Como resolver?

Que tal instrutores estrangeiros? Ou melhor: europeus, pois Jorge Larrionda e Ubaldo Aquino (amados pela cartolagem local, não sei porquê), não dão certo.

Reinventemos a arbitragem. Urgente, para o bem do futebol.

Charge Duke

Charge: Duke, extraída de: https://marcondesbrito.com.br/ta-de-brincadeira-tecnologia-do-arbitro-de-video-e-dez-vezes-mais-cara-no-brasil/

– Chega de discursos de Vitimismo no futebol. Assumamos as culpas e responsabilidades!

Eu amo o futebol, mas não posso ser um alienado por ele. Futebol deve ser diversão sadia para o torcedor, que precisa entender ainda que para o dirigente honesto e responsável, o esporte é um negócio que tem a finalidade de render dinheiro e fomentar empregos na indústria do entretenimento.

Portanto, sem romantismo ou saudosismo de outros tempos, deve-se entender que o fanatismo deturpa este entendimento lúdico e racional. Torcedor se “descabelar” e sofrer, é algo desnecessário. Chorar por um time de futebol? Pare com isso, não devemos nos estressar – afinal, o clube de futebol é uma entidade privada que visa lucro, não mais uma associação de pessoas que pensa em algo para se divertir. E daí lembremo-nos que os Governos (Federal, Estadual ou Municipal) não devem dar benesses a essas entidades, pois o dinheiro público deve ser para ações educacionais, de saúde ou outras mais relevantes.

Parafraseio o italiano Arrigo Sacchi:

“O futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”.

Assim, cuidado com os espertalhões que querem transformar os torcedores em “frente de batalha”, através de discursos demagogos (até porque, esses mesmos grupos de pessoas, um dia podem se rebelar contra a cartolagem que os usa). Quer exemplos?

Há inúmeros declamadores de “teorias das conspirações”. Dos times grandes aos pequenos, você houve coisas como: “Minha equipe é sempre perseguida pela FPF”, ou, “A CBF sempre quer me prejudicar”, ou ainda: “Sempre a juizada vem meter a mão no nosso time”.

Repararam no “sempre”?

Ora, pense: diretores martelam esse discurso inflamando os torcedores que o replicam. E isso é subterfúgio para incompetência! Os cartolas não falam que contratam mal os seus jogadores, que gastam irresponsavelmente seu dinheiro, ou ainda que demitem treinadores que eles mesmo contratam errado e insistem num ciclo de contratação e demissão sem critério algum.

TODOS os clubes reclamam de arbitragem, de organizadores, de tudo. Mas NENHUM faz protesto por favorecimento quando eles ocorrem – e é lógico que ocorrem, pois se um time é prejudicado em campo, o adversário é quem se beneficia. Assim, quem perde chia, quem ganha se cala. E, por obviedade, tudo é discurso para mascarar a incompetência (os erros de árbitros e de organizadores acontecem, mas não na proporção reclamada, infinitamente mais fomentada para disfarçar).

Menos vitimismo, mais profissionalismo.

Imagem extraída de: https://www.portalzap.com/liga-das-estrelas-fut7-confira-os-resultados-dos-jogos-do-final-de-semana-e-os-proximos-confrontos/

– Sorte? Talvez seja trabalho…

Sempre levei comigo a seguinte verdade: sorte é o encontro da competência com a oportunidade!

Abaixo, nessa mensagem do print, há uma outra visão: se tenho sorte, aproveito dela para galgar mais conquistas através da labuta.

Vale refletir nela:

– Fortaleza e Red Bull Bragantino: da Série C em 2017 para a Libertadores.

O que dizer das ótimas campanhas de Fortaleza e Red Bull Bragantino? Há 4 anos, com gestões anteriores, estavam na 3a divisão nacional e hoje praticamente classificados para Taça Libertadores da América.

E vejam que interessante: Abel Ferreira e Renato Gaúcho (treinadores de Palmeiras e Flamengo) reclamam que o excesso de jogos prejudica seus times. Porém, Maurício Barbieri e Vojvoda (técnicos do Red Bull Bragantino e Fortaleza) também estão em duas competições (final da Sulamericana e semifinal da Copa do Brasil, respectivamente).

Verdão e Mengão reclamam de desfalques nos elencos (por convocações, contusões e outros fatores). Mas e o Massa Bruta e o Tricolor Cearense, ambos têm um plantel mais numeroso do que esses grandões?

Por fim: o Alvi-verde e o Rubro-negro tem orçamentos milionários, não há como negar. Nesse quesito, o Toro Loko deu asas ao clube do Interior Paulista e somente o Fortaleza tem recursos mais modestos. Porém, vale a máxima que sempre gosto de cunhar: Competência Financeira não significa necessariamente Competência Administrativa! Ou seja: há de saber “gastar bem” o seu dinheiro, além do propósito destinado a ele: ganhar títulos, fazer marketing, criar receitas futuras, galgar novos torcedores-consumidores…

Alguém, por último, pode questionar: Fortaleza e Red Bull Bragantino não tem a mesma pressão que Palmeiras e Flamengo. Ora, isso é relativo: o 1o tem a pressão local, de grande torcida no seu Estado; o 2o, a pressão de quem coloca a grana (além da torcida da sua cidade), afinal, é um clube empresa.

Uma curiosidade, na arte-abaixo do site RBB em seu Facebook: no Brasileirão 2021, o time de Bragança Paulista não perdeu de nenhum co-irmão estadual. Vide abaixo:

Acréscimo: uma experiência que vivi no último domingo, foi ir ao Estádio Nabi Abi Chedid assistir a um jogo como mero consumidor de futebol. Compartilho aqui sobre a ida para Red Bull Bragantino 1×0 São Paulo FC: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/25/uma-experiencia-na-arquibancada-na-volta-do-futebol-pos-pandemia/

– As palavras de Klopp sobre Firmino impressionam. Mas e na Seleção?

Há 1 ano, Jurgen Klopp, treiandor do Liverpoolressaltou que o brasileiro Roberto Firmino era fundamental para seu time por conta de suas funções táticas. Declarou:

“Um time de futebol é como uma orquestra, e ele toca 12 instrumentos”.

Neste domingo, após a vitória do seu time por 5×0 contra o Manchester City de Cristiano Ronaldo (com 3 gols de Salah), disse Klopp:

“Salah ganhou muita atenção e de forma correta, mas tenho a certeza de que quando Firmino parar de jogar, as pessoas que entendem de futebol irão escrever livros sobre a maneira como ele interpreta a posição de falso nove. Ele é um conector. O melhor atacante defensivo que já conheci em toda a minha vida. Um atleta muito importante para a gente. Ele é um caçador de bolas, muito inteligente taticamente, capaz de jogar nos espaços mais apertados e tomar boas decisões rapidamente. E além disso, ele marca gols.”

Que moral, não? A questão é: por que ele não consegue render / ser elogiado quando atua pela Seleção Brasileira? Seria o esquema de jogo?

– Jorge Jesus falou alguma bobagem ou uma verdade?

Repercute muito a frase do treinador português Jorge Jesus, sobre o que ele fez no futebol brasileiro (vide abaixo), em evento na Europa ontem.

É lógico que ele superdimensionou as coisas, mas cá entre nós: JJ não “sacudiu” os treinadores brasileiros?

Vide que quando ele começou a se destacar, houve muita ciumeira. E é inegável que ele trabalhou com algo que é uma realidade brasileira: a deficiência na preparação da parte tática do jogo.

Para mim, não tem muita mentira no que ele disse, apenas uma falta de humildade.

– Ter tempo para treinar não ajudou os clubes?

Os treinadores Abel Ferreira e Hernán Crespo tiveram bastante tempo para ajeitar suas equipes durante os últimos dias (coisa rara a ambos). Porém, tanto nas escalações quantos nas substituições, eles estão sendo contestados.

O português e o argentino são novatos na carreira (embora experientes no mundo da bola). Mas me lembro de Vanderlei Luxemburgo “no auge”: com 3 minutos de “parada técnica” inventada por Eduardo José Farah no Paulistão, ele mudava o jogo! Os citados aqui, respeitosamente, estão “complicando” ao invés de “melhorando” suas equipes nos períodos que têm.

Será que suas diretorias (Palmeiras e São Paulo) darão a eles segurança ao longo do Brasileirão, ou correm risco de demissão?

– A invasão dos treinadores estrangeiros no Brasil e os 2 únicos remanescentes.

O Brasileirão de 2020, lembremo-nos, terminou nesse mesmo ano, 2021. E os dois únicos técnicos que terminaram o torneio (há tão pouco tempo) e que continuam nos mesmos clubes são Abel Ferreira (Palmeiras e Maurício Barbieri (Red Bull Bragantino).

Aliás repararam quantos estrangeiros estão trabalhando no Brasileirão nesta temporada? E nenhum “não-brasileiro” foi demitido em 2021.

Temos 7 treinadores de fora do país atualmente: no Bahia, o argentino Diego Dabove. No Fortaleza, o argentino Vojvoda. No Sport, o paraguaio Gustavo Florentín (repare que somente o Ceará, dos nordestinos, não tem um gringo). No São Paulo, o argentino Crespo. No Palmeiras, o português Abel. No Internacional, o uruguaio Diego Aguirre. No Athletico, o português Antonio Oliveira. Lembrando que Jorge Jesus e Sampaoli, dos estrangeiros de edições passadas, também não caíram de Flamengo e Atlético mas sim pediram demissão. Jesualdo deve ter sido o último estrangeiro a ser demitido (no Santos FC).

Será somente a questão de “recursos financeiros, oportunidade e competência”, ou não temos mais tão bons nomes no Brasil?

Nada contra a chegada de estrangeiros – se foram melhores do que os nacionais. Em mesmas condições, lógico, defenderia treinadores brasileiros pela questão de renovação.

E você: o que acha da invasão gringa não Brasil?

 

– Árbitro e VAR em Chapecoense 1×1 América mostraram o retrato da tragédia…

Se fosse um Flamengo x Corinthians, um Gre-Nal ou algo dessa grandeza (de apelo Nacional), repercutiria muito mais; só que como tem apelo Regional, o jogo Chapecoense x América nesta segunda-feira passou “meio batido”, mas pode ter sido considerado o pior jogo do uso do VAR no Campeonato Brasileiro 2021.

Sobre as lambanças, compartilho aqui: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/9067894/brasileirao-chapecoense-empata-com-o-america-mg-e-segue-sem-vencer-em-noite-de-arbitragem-conturbada?platform=amp

O que eu quero chamar a atenção é: nesta última semana, os árbitros passaram por imersões, treinamentos intensivos e concentrações TREINANDO o uso do VAR em Águas de Lindoia-SP, no espaço onde a CBF aluga para o “desenvolvimento do uso do árbitro de vídeo” (aliás, as fotos da confraternização dos términos do evento são muito bacanas). Também faz 15 dias que inaugurou-se o Centro de Excelência da Arbitragem, na sede da CBF.

Se tanto dinheiro está sendo gasto; se treinamento existe – mas os resultados não aparecemconclue-se que:

  • A mão de obra é ruim (os árbitros);
  • O dinheiro está sendo mal gasto;
  • Quem treina os árbitros, não sabe ensinar.

Já é hora de repensarmos o uso do VAR ou não no Brasil (o que é permitido pela FIFA), com a seguinte justificativa: está valendo a pena ou não?

Do jeito que está, é mais barato e mais justo esportivamente falando não usá-lo.

Acréscimo: sobre treinamento e custo do VAR, nos itens 4 e 5 deste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/03/var-vale-a-pena-repensa-lo-em-7-topicos/

– Seneme não caiu. Mas quem “pediu sua cabeça”?

Na semana em que tivemos muitas queixas contra a arbitragem sul-americana, o jornal Olé noticiou que o chefe dos árbitros da Conmebol, o brasileiro Wilson Luís Seneme, houvera sido demitido.

Muita gente deu como certa a queda (que não ocorreu) e outros corrigiram a infirmação. Mas o que aconteceu?

Seneme não caiu, embora a pressão era (e é) grande. Afinal, veja o número de equipes brasileiras e de argentinas classificadas para a próxima fase da Libertadores da América. No futebol, federações e clubes nunca fazem “mea culpa” e procuram sempre um bode expiatório para justificar sua incompetência.

Mas considere:

1- Erros e acertos acontecem aos montes na arbitragem. E se destaque as queixas de Boca Juniors e Cerro Porteño contra Atlético Mineiro e Fluminense. Mas quantos outros equívocos (tão ou mais cabeludos) já ocorreram no torneio ao longo dos anos e não tiveram a mesma repercussão? Dependendo da “vítima”, o volume de reclamações aumenta mais.

2- Por ser brasileiro, Seneme conta com a antipatia dos países de língua espanhola (uma situação histórica no futebol do continente: Brasil vs Demais). E a costumeira pressão da AFA sobre a Conmebol sempre fez efeito. Não dá para deixar de lembrar das peripécias de Nicolas Leoz e Carlos Alarcon… o aceite de pedidos é fato público, onde vira-e-mexe a história nos mostra picaretagens.

3- O nível da arbitragem sul-americana é baixo atualmente. Os melhores estavam na Copa América, e por conta do calendário apertado, foram escalados nos jogos (que foram polêmicos), a “segunda linha” dos juízes do quadro internacional.

4- A grande questão para a manutenção de Seneme é: a CREDIBILIDADE! Ele, diferente dos demais gestores que ali passaram, tem a fama de honesto. E os clubes sabem de tudo isso (que Seneme faz o que pode, que não aceita pedidos e que não existe um bom nome à disposição). Portanto: por enquanto (pois a pressão realmente é enorme) Seneme não cai. Se cairá num futuro próximo, não creio. A médio e longo prazo, pelos antecedentes da Conmebol (veja o número de ex-presidentes envolvidos no FIFAgate), não duvido.

A verdade é: ter alguém que não diz “Amém” aos argentinos é irritante para a cartolagem hermana.

– Vasco da Gama e Botafogo: fase ruim ou queda de patamar?

Quando a fase é ruim, nada dá certo. Prova disso é o inferno que vivem Botafogo e Vasco da Gama na série B – ambos sem técnico e lutando para não ficarem mais um ano longe da elite.

Especula-se que Lisca, Dorival Júnior e Vanderlei Luxemburgo recusaram o Fogão. Já o Time da Colina deve se preparar para recusas como as recebidas pelo seu co-irmão.

Times historicamente grandes, que não conseguem um título de expressão há um bom tempo, precisam se reinventar dentro e fora de campo. Mas como fazer isso sem dinheiro e/ou competência administrativa?

A pergunta que se deve fazer é: os dois cariocas estão vivendo uma prolongada fase ruim ou já se pode admitir que estão em uma nova e definitiva realidade de queda de patamar, diferente de seus rivais Flamengo e Fluminense?

Em tempo: faça a mesma indagação ao Cruzeiro

Deixe seu comentário:

– E qual árbitro brasileiro irá para a Copa do Catar?

Depois da Copa América e da Eurocopa, tanto Conmebol e UEFA fazem suas avaliações sobre o trabalho dos árbitros.

Na América do Sul, notou-se a dificuldade de coibir a indisciplina dos atletas locais (que é uma questão cultural). Partidas razoavelmente apitadas, com “aceite” de milonga. Destaque positivo para Raphael Claus, que imagino: poderia ter sido escalado à final caso a Seleção Brasileira fosse eliminada em fases anteriores.

Na Europa, jogos com comportamento melhor dos jogadores e árbitros usando muito melhor o ferramental tecnológico à disposição: ou seja, o uso correto do VAR como auxílio – e não substituição de decisor – à arbitragem. Destaque para as ótimas atuações do alemão Félix Brych (do pênalti dificílimo – mas correto – de Inglaterra x Dinamarca) e Björn Kuipers, o holandês da decisão.

Pós competições continentais, o objetivo é único: escolher definitivamente os árbitros para a Copa do Mundo do Catar em 2022.

No Brasil, o goiano Wilton Sampaio e o paulista Raphael Claus estavam sendo trabalhados há algum tempo – ora se falando que o goiano Sampaio poderia ir como VAR (embora tenha sido criada uma lista de “árbitros especialistas em VAR” internacional), ora como árbitro principal. Até pelas atuações e escalas, parecia-me que Claus seria “bola cantada”, já que estava em melhor fase e sendo melhor preparado.

Entretanto…

A iniciativa da FIFA em criar um “evento inclusivo” mudou tudo: desejando mostrar a diversidade, a meritocracia e até mesmo a força feminina num país machista, escalou a paranaense Edina Alves Batista para o Mundial de Clubes no Catar. E deu certo! Ela, que já estava apitando muito bem no Campeonato Brasileiro, deu conta do recado e foi aclamada por torcedores, jogadores, árbitros e imprensa. Atuou corretamente e atingiu todos os índices físicos exigidos.

Para muitos, a “inclusão” foi uma jogada de marketing. Que seja! A meritocracia valeu mesmo assim. Só que voltando ao Brasil, Edina teve uma superexposição e desencadeou ciúmes e discriminação por sexismo. Muitos homens que deixavam de ser escalados usaram o argumento mesquinho de que “só porquê é mulher”… E a torcida para que ela errasse em campo, por muitos, aconteceu. Vide o episódio complicado envolvendo Internacional x Red Bull Bragantino (para não nos alongarmos, aqui neste link: https://wp.me/p55Mu0-2OK).

Apesar do árbitro Leandro (citado na matéria acima) ser punido e Edina voltado a apitar, ela foi escalada como primeira mulher a apitar na Libertadores da América Masculina, além de ter sido confirmada nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas suas escalas no Brasil, contraditoriamente, “minguaram”.

No Paulistão, Claus trabalhou nas finais da A1, e Edina na A2. No Brasileirão, escalas normais para Claus antes da ida à Copa América. Para Edina, nenhum clássico nacional, mas jogos “menos apelativos”. Sua última partida foi Cuiabá 2×2 Ceará, onde ela expulsou Pepê (jogador do time mandante) pelo 2o cartão amarelo ainda no 1o tempo CORRETAMENTE. 

A questão é:

  • Se Edina continua com o rendimento físico dentro do exigido, está bem tecnicamente (comprove assistindo os jogos dela) e disciplinarmente está cumprindo a regra sem fazer média, por que está em jogos “tão escondidos”?

Uma impressão particular que tenho: Raphael Claus irá para a Copa do Mundo, representando o Brasil. E Edina Alves irá também, como árbitra convidada pela FIFA – e o que aparecerá de dirigente de arbitragem dizendo que o mérito dela é fruto da “confiança da Comissão de Arbitragem” não tenha dúvida disso.

– Uma decepção chamada Jair Bolsonaro.

Em 2019, eu achava que o Brasil poderia ter um rumo positivo. Torci, mas me decepcionei – em especial com a truculência, má gestão da pandemia e o grande fator de oposição do Governo Bolsonaro: o cidadão Jair Messias!

Alguns bons ministros sustentam a atual gestão, que sofre com as bobagens desnecessárias ditas pelo presidente (como dizer que a vacina do Butantan não funciona, o descrédito no uso de máscaras, a omissão nas denúncias de seus pares ou ainda que “se não tivermos voto impresso, não tem eleição”).

Uma pena que seja assim. Quero uma presidente competente, honesto e que tenha credibilidade, e não vejo nenhum pré-candidato preenchendo essa lacuna.

Compartilho esse texto de 3 anos:

TODOS QUE GOVERNARAM REVOLUCIONARAM O BRASIL?

Um dia, FHC disse que revolucionou o Brasil com o Plano Real.

Outro dia, também Lula alardeou que revolucionou a nação com suas ações administrativas enfatizando em seu discurso dizendonunca antes nesse país”.

Outrora, foi a vez da presidente Dilma Roussef, em entrevista à TV Al Jazeera (dê um Google para achar essa pérola) bater na tecla de que promoveu uma revolução social democrática em sua administração.

Por último, Michel Temer diz que mudou os rumos do país ao assumir a Presidência, revolucionando os caminhos da crise em rumo do crescimento econômico e da geração de emprego.

Ok, todos fizeram algumas coisas, acertando e errando. Mas com esses 4 últimos “revolucionários”, o Brasil continua igual em péssimos índices sociais e de corrupção.

Gozado, onde está essa revolução de fato? Será que ela virá DE VERDADE com Bolsonaro, ou teremos mais do mesmo? Afinal, esperar até 2022 para que um novo comandante tente de novo, vai ser dose. Mas confesso ter receio na competência de Jair, respeitosamente falando.

Se tudo o que se propagandeia é verdade, seriamos o Canadá, a Noruega, o Japão…

Em vídeo, atualizado, em: https://youtu.be/DIELWUioWGI

– Valorize-se e tenha responsabilidade no que prega.

Na minha esteira, enquanto eu estava correndo e ouvindo meu rádio, escutei durante a canção “Utopia” do Padre Zezinho SCJ (mítico sacerdote da música católica), ele pausando a apresentação e falando sobre a responsabilidade e a competência de quem leva uma mensagem”.

Disse:

Não é porque você está na televisão, que você é melhor ou pior do que alguém. A única diferença dos outros que estão fora da grande mídia é que a sua ‘fala’ vai mais longe”!

Sensacional. Serve para todas as atividades profissionais que tem espaço na TV (independente de crenças ou descrença)… Precisamos de humildade. Carecemos de senso de didática. Necessitamos de vozes diversas para crescermos e aprendermos.

Diante de tudo isso, tenhamos a certeza: somos competentes com ou sem repercussão – e isso nos faz importantes para nós mesmos!

– Corinthians x São Paulo: o critério da escolha do árbitro.

Quando se vai escalar um árbitro para um jogo importante, você avalia algumas nuances. Por exemplo: a importância das equipes. Em qualquer clássico, haverá sempre a preocupação de colocar um juiz que tenha boa qualidade.

1- Especificamente para o Majestoso desta 4a feira: se Corinthians x São Paulo estivessem em condições mais tranquilas (não sendo pressionados pelo mau futebol apresentado e pela pontuação na tabela de classificação), você poderia confiar a partida a algum jovem talento, como algum aspirante à FIFA, a fim de testá-lo (afinal, escalar um árbitro com potencial somente em jogos medianos e nunca em um clássico é deixar de submetê-lo à prova de fogo). Sem torcida nas arquibancadas, melhor ainda para tal teste!

2- Porém, se estivessem brigando pela liderança do campeonato nas rodadas finais, você escalaria o “bola da vez”: aquele árbitro que está sendo escalado constantemente nos jogos da TV aberta e que está em ótimo momento, independente de ser da FIFA ou não. Você escolhe o que está em “boa fase”.

3 – Dito tudo isso, você chega à real situação do jogo de hoje: equipes com os bastidores fervendo e cobrança de resultados melhores, onde ninguém quer perder para não assumir o “estado de crise”. Quem deve apitar? Você não se socorre ao jovem árbitro para testá-lo (há risco de sucumbir aos atletas mais veteranos), nem ao “bola da vez” (que de tanto estar exposto, pode se preocupar com o protagonismo e isso nunca é bom), mas sim aos que “resolvem o problema”– pela experiência e pelo nome conquistado).

4 – Sendo em SP, a primeira opção seria Raphael Claus (que não pode apitar pois está na Copa América). A segunda seria Flávio Rodrigues de Souza, que nas últimas semanas teve um excesso de escalas da FPF envolvendo essas equipes e no seu último Majestoso vimos um empate modorrento (então é melhor evitá-lo). A 3ª e a 4ª seriam Luiz Flávio de Oliveira (mas que já está escalado no “Fla-Flu paulistano de domingo”) e Edna Alves Batista (que não tem tido a mesma confiança em jogos de importância na CBF). Sobram, portanto, os árbitros da categoria “Masters”, que são os ex-FIFAS experientes. Sem pensar muito: Leandro Pedro Vuaden (que foi o escalado).

5 – A escala é ótima (ele é a melhor opção disparado), pois:

A) Tem a confiança de quem o escalou, seu conterrâneo gaúcho “Leonardo Gaciba”.

B) Estará realizando seu jogo 242 no Brasileirão da 1a divisão em 20 anos de carreira, superando Dulcídio Wanderley Boschila (241 jogos) e entrando para os 10 árbitros mais escalados da história (Heber Roberto Lopes, Carlos Eugênio Simon e Arnaldo César Coelho são os Top 3 – Vuaden se aproxima das marcas de Wilson de Souza Mendonça, o 8º, e José de Assis Aragão, o 9º).

C) Ontem ele completou 46 anos, e está de bem com a vida. Isso pode parecer pouco, mas ajuda.

D) Nessas condições, fica a observação: o árbitro não tem que mostrar mais nada para ninguém, pode apitar sem amarras e tomar decisões sem fazer média ou se preocupar com reclamações. Prova disso: o relatório “descomprometido de pudores” com “os dizeres escritos claramente” feito contra Cuca, expulso pelo Atlético Mineiro).

Diante de tudo isso, fica a dica aos jogadores e atletas: joguem bola, evitem cartões ou reclamações.

– Precisamos de honesto e competente!

Alguém disse o seguinte:

“Não é porque você odeia a corrupção que tem de aceitar a incompetência. Não é porque você odeia o descaso que tem de aceitar a corrupção”.

Isso serve para nosso país. E acrescento: precisamos de competência, honestidade e credibilidade!

Entendeu?

O problema é: não se acha esse elemento…

pensando delaJusticia.com El rincón jurídico de José R. Chaves