– A Gestão Compartilha está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para empresas que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desemprenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

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– As novidades para a sequência da 2a divisão paulista e os planos para 2021: teremos uma equipe Toro Rosso no futebol?

“Quem não se comunica, se trumbica”, dizia o Velho Guerreiro Chacrinha! É por isso que toda a comunicação deve ser clara e objetiva nos dias atuais (ainda mais com tantas formas de relacionamento virtual).

Dito isso, vamos a informações e especulações importantes para as equipes que estão jogando a 2a divisão e às demais que participaram das outras diversas séries profissionais do futebol do estado de São Paulo.

No conselho arbitral do Campeonato Paulista 2a Divisão Sub 23, na última segunda-feira, falou-se que “na nova fase as Regras do Futebol passariam a ser as atuais”.

Ué, e desde quando não são?

Penso que a fala foi a fim de reforçar que as Regras mudaram, já que não se pode mudar a Regra dentro de uma competição vigente. O que ocorre é que tivemos árbitros jovens apitando e que desconheciam algumas modificações, aplicando interpretações antigas, além de outros já atualizados. Tivemos cartão amarelo para treinador, bola ao chão com a posse de bola a quem tinha o domínio no momento da paralisação, entre outras coisas que aconteceram e testemunhamos. Portanto, deve ter faltado comunicação ideal na 1a fase, caso tivesse ocorrido algo diferente.

Também se ventilou a criação da divisão A4, entre a A3 e a Segunda Divisão de Profissionais da FPF. Eis algo que confunde a todos: temos atualmente a A1, A2, A3 e 2a Divisão Profissional Sub 23 (que na prática são as divisões que correspondem da primeira até a quarta divisão). Por quê tal esdrúxula nomenclatura? Antigamente, se dizia que era uma forma de não desanimar quem estava embaixo (em 1998, era “mais chique e menos humilhante” dizer que se jogava o módulo B3 do que a 6a divisão). Pura bobagem, estamos no século XXI, isso não cola mais. Na verdade (outro erro de comunicação), essas séries foram criadas na década de 90 para justificar o fato do São Paulo ter jogado a A2 como “módulo 2 da 1a divisão” e não dizer que estava na Segundona (onde ganhou a 1a divisão no mesmo ano). Até hoje os documentos da FPF constam, por exemplo, série A3 da 1a Divisão para a, na prática, 3a divisão.

Relembre essa divisão de novas séries, quando o SPFC jogou a A2 e o Paulista de Jundiaí acabou parando na A3 em: https://professorrafaelporcari.com/2015/01/26/relembrando-quando-um-grande-que-caiu-para-a-2a-divisao-estadual-ou-nao/

Sou a favor de 16 equipes por divisão (sendo que na A1 teríamos um número menor). Não existe torneio como o que tivemos no Interior nesse ano, com 41 equipes tão desniveladas na 2a divisão Sub 23. Vejam os números: o melhor time do torneio foi o Paulista FC, com 29 pontos (9V, 2E, 1D) e 21 gols de saldo. O Elosport de Capão Bonito, na mesma divisão, teve 0 (ZERO pontos). O Atlético de Mogi teve saldo de gols -37. O Jabaquara de Santos deu WO em casa! Há de se separar os clubes para o bem de todos.

Por fim, e o que pode ser importante para muita gente: a vaga do Red Bull na A1, após a aquisição do Bragantino. Lembram da 3a vaga de acesso, na possível compra do CNPJ do “Toro Logo”, já que se juntou com o Bragantino? 

Relembre esse episódio, às vésperas da formalização da junção Red Bull Bragantino, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/04/10/09-216-837-0001-47-esse-numero-vale-uma-vaga-na-primeira-divisao-do-paulistao-2020/.

Pois bem: a FPF anunciou aos clubes do arbitral Sub 23 de que seriam duas vagas de acesso mesmo. Mas estão enganados! Se, de fato, uma equipe que estiver numa divisão acima comprar o CNPJ disponível, essa nova vaga é automaticamente aberta para quem está abaixo.

Especula-se (agora não é informação, mas reprodução de notícia discutida mas não confirmada) de que a Votuporanguense (que terminou a série A2 em 13a colocada) poderia estar fazendo uma parceria com o Red Bull e assumindo a vaga. Assim como o Red Bull tem na Fórmula 1 a sua equipe principal e outra secundária para desenvolvimento, a Toro Rosso, a equipe do Interior Paulista poderia ter o mesmo destino. Não creio nisso, pois seria em tese “um mesmo dono de duas equipes”. Outra história que surge é que Daniel Alves, lateral da Seleção Brasileira, juntamente com investidores da região de São José do Rio Preto, poderiam fazer uma oferta pela vaga e comprar esse CNPJ, levando o time de Votuporanga para a Primeira Divisão e assumindo a gestão da equipe.

Percebem como a informação, se não for comunicada de maneira correta, causa interpretações diversas e fomenta o surgimento de boatos?

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– O mal da Procrastinação e o Mundo Escuro de muitos irmãos…

Assisti a entrevista do Padre Reginaldo Manzotti a respeito do lançamento do seu novo livro. E foi muito bacana pois ele falou das forças ocultaspreguiça, vaidade, erros diversosque nos levam à procrastinação

Vale a pena conferir! Em especial, sugiro: aos 11’10″até aos 11’20”, sobre o que é importante para os filhos; e aos 19’20”, quando se fala da resistência de Santa Mônica frente aos desvios de conduta de Santo Agostinho.

Neste mundo materialista, tal noção de espiritualidade é fundamental para a nossa vida!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=ETAx1CG_DAg&t=1453s

– Bolsonaro e Lula: Deus e o Diabo dependendo do fanatismo ideológico que se tenha.

O extremismo político no Brasil cresceu e assusta. É a turma da Direita fanática contra a Esquerda radical! 

Ser Direita, Centro ou Esquerda (detesto essas colocações, estão ultrapassadas) é normal na Democracia. O problema é quando a falta de razão deturpa a realidade. Ou como explicar a existência de criadores de Fake News de ambos os lados?

A Globo era “Globolixo” pelos petistas e alvo de críticas. Agora os bolsonaristas a chamam de comunista. Como explicar? Quem está com a razão?

Para esses, ou está “tudo errado ou tudo certo”. Não é possível que o radicalismo cegue de tal forma que não se veja que existem erros e acertos hoje, idem ao que ocorreu em outras gestões. Elogie o certo e critique o errado. Simples!

Há muito melindre e vaidade em um petista elogiar o acordo União Europeia e Mercosul, assim como peesseelistas em aceitar que por um período o crescimento da classe média ocorreu – ficando nesses exemplos tão bobinhos pra ilistrar. 

Para as duas situações, um lado alegará os pecados de Bolsonaro, “apesar do acordo”, e falará da sua proximidade com milícias (que, de fato, ocorre); outros, citarão a inegável corrupção de Lula que poderia ter feito muito mais (que também é um fato indiscutível).

Enfim: enquanto o Brasil estiver dividido, “brigando por brigar”, não aceitando votar as reformas importantes “para não dar crédito aos adversários”, não iremos a lugar algum. 

É por isso que me impressiono com os americanos: democratas e republicanos se odeiam, mas depois das Eleições, todos torcem para que o eleito dê certo! Lembrando que esses dois partidos se destacam, mas que há inúmeros outros candidatos independentes que concorrem. 

Insisto: o Brasil precisa de competência, honestidade e bom senso. Está difícil contemplar algum político que preencha tais requisitos. 

A propósito: você não se pergunta como deve ser a paranoia na cabeça de quem passa o dia inteiro atacando adversário político com postagens na Internet como se fosse inimigo? Ele está tomado pelo fanatismo e não percebe! Perde seu tempo (pois somente os seus afins lhe darão crédito) e causa cizânias desnecessárias. 

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– Camarão Pink Floyd!

Você gosta de camarão?

Eu adoro! E feito de qualquer jeito. Saudável e gostoso, pode ser pescado no mar ou criado em cativeiro.

A mais nova descoberta (na costa do Panamá) é de um camarão de garras “rosa-choque”, que solta vibrações com um volume muito alto, capaz de matar outros peixes, batizado de Pink Floyd.

O que falta para a Ciência descobrir, não? E quantos outros seres vivos que ainda não conhecemos…

Extraído de: http://superabril.com.br/ciencia/nova-especie-de-camarao-e-batizada-com-nome-de-pink-floyd/

NOVA ESPÉCIE DE CAMARÃO É BATIZADA COM NOME DE PINK FLOYD

Crustáceo progressivo usa sua garra rosada para criar vibrações supersônicas e matar presas no fundo do mar

Por Guilherme Eler

Foi mais forte do que os próprios cientistas. Fãs de rock nas horas vagas, o grupo viu na descoberta de uma nova espécie de camarão a chance perfeita para homenagear uma de suas bandas preferidas. E a referência deixaria o Pink Floyd orgulhoso: assim como a histórica banda inglesa, o pequeno crustáceo faz também um barulho, digamos, conceitual. Com cerca de 5 centímetros, ele é capaz de paralisar e matar suas presas à distância, munido de sua arma supersônica – uma estilosa garra na cor rosa.

A escolha do nome da criança, Synalpheus pinkfloydi, une o útil ao agradável: com “pink”, tem-se uma referência perfeita à garra rosada do bicho. “Floyd”, que já vem no pacote, teve de ganhar o “i” ao final, em uma tentativa de ajustar a alcunha ao formalismo da taxonomia, que pede que novas espécies tenham nomes em latim. A variedade integra a família dos camarões-pistola, também conhecidos como camarões-de-estalo.

Sammy De Grave, pesquisador do Museu de História Nacional de Oxford, disse ser fã da banda inglesa desde a adolescência. “Ouço desde que o ‘The Wall‘ foi lançado em 1979, quando eu tinha 14 anos”, declarou à BBC. À NPR, o pesquisador revelou seu conhecimento aprofundado da banda. Segundo De Grave, a referência ao nome “é feita na linha ‘By the way, which one of you is Pink?’ da canção ‘Have A Cigar‘”, que integra o álbum Wish you were here.

Para completar a lista de coincidências, a espécie descoberta também tem sua veia sonora – utilizada para a sobrevivência. E a habilidade de produzir “música” (tecnicamente, ondas supersônicas) vem de sua garra rosada: o ato de abrir e fechá-la rapidamente causa um estouro na casa dos 210 decibéis, volume que, de tão alto, é capaz de matar até peixes pequenos que estiverem passeando desavisados pela região.

O ruído deixa no chinelo, por exemplo, o som causado pelo disparo de uma arma de fogo, uma turbina de avião ou mesmo shows de rock, que podem alcançar meros 120 dB“Shine on, S. pinkfloydi” – diria, provavelmente, Roger Waters.

A espécie é nativa da costa do Pacífico do Panamá. Sua descoberta foi descrita no periódico científico Zootaxa, e tem, inclusive, participação brasileira. Dentre os autores, estão uma equipe da Universidade Federal de Goiás, além de cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e de Seattle, nos EUA.

E o melhor: não é o primeiro crustáceo identificado pelos pesquisadores que leva um nome de astros do rock. Vocalista da banda Rolling Stones, o azarado Mick Jagger tem também no currículo uma variedade de camarão que faz referência ao seu nome. Explicar o porquê da Elephantis jaggerai ter ganhado esse nome, no entanto, parece ser uma tarefa ainda mais difícil. Quem sabe a espécie arrisque um ou outro passinho estranho de dança no fundo do mar.

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– Uma nova e bela 3a feira!

Bom dia Amigos! Sem muito enrolar, 4 cliques para desejar uma boa jornada:

Para o corpo estar sadio, vale o cooper da manhã / madrugada. Motivando na foto 1:

Para a alma estar bem, vale conversar com Deus enquanto se pratica as tarefas diárias. Hoje com Nossa Senhora do Monte Carmelo! Meditando na foto 2:

Para a mente ficar relaxada, depois da atividade física, alongar no jardim. E nossas rosas vermelhas? Uau… Contemplando na foto 3:

Para, enfim, fazer com essa terça-feira seja perfeita, alguns minutos buscando admirar o sol que nasce na divisa dos municípios de Jundiaí e Itupeva. Inspirando na foto 4:

Ótimo dia de trabalho e/ou lazer para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby