– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

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– Pra quê politicagem com o futebol?

Não gosto de cartola tirando o protagonismo dos jogadores em entregas de troféus. É o momento de quem suou, correu, levou bordoada e quer extravasar.

O campo de jogo “é sim” um local sagrado, embora muita gente discorde dessa máxima por ter uma visão de mundo bem diferente.

Particularmente, acho muito demagogo quando político entra em campo, especialmente quando há um título. Quero ver estar no rebaixamento abraçando jogador, quando é eliminado por 7×1 ou depois de um vexame qualquer.

Aff, quanto pão-e-circo. A história se repete, sendo populismo de esquerda ou de direita.

(Sim, me refiro ao presidente Bolsonaro erguendo a Taça da Copa América em meio aos jogadores).

As fotos abaixo mostram o exemplo de que todo mundo quer tirar uma casquinha com o eleitor…

 

– A Venda de Trabalhos Acadêmicos

Não é novidade que infelizmente muitos alunos compram trabalhos universitários. Mas o que estarrece é o tamanho desta criminosa indústria dos TCCs, Dissertações e Teses.

Nesta matéria (de redação antiga mas conteúdo atual), se tem a ideia do tamanho deste problema…

Compartilho, extraído do site “Educar para Crescer” – http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/comportamento/comercio-trabalhos-universitarios-475098.shtml

ALUNOS NOTA R$ 10,00.

Oito anos depois, a jornalista ainda sorri aliviada ao lembrar da tarde em que deixou seu trabalho de conclusão de curso na secretaria da faculdade. “Não via a hora de entregar a monografia. Primeiro, foram 5 meses de sofrimento tentando fazer aquele troço. Depois, um mês com medo de que o cara que eu paguei para escrever não me entregasse”, diz ela. “Nem me lembro da nota. Só queria me formar.”

De lá pra cá, as coisas mudaram. Em 2001, a jornalista do parágrafo acima (que, por motivos óbvios, pediu anonimato) entregou sua graduação nas mãos de um sujeito que havia posto um disfarçado anúncio de “digitação de monografia” – “e ele nem sabia as regras da ABNT”, recorda ela. Hoje, o aluno sem escrúpulos e com dinheiro no bolso tem a seu dispor dezenas de portais profissionais, com ofertas escancaradas (“Delivery. Sua tese ou trabalho pronto em 96 horas”) e variadas formas de pagamento. Além de universalizar o acesso ao serviço, a internet também globalizou a produção: tem americanos encomendando artigos que serão escritos por indianos.

Desde a virada do século, quando começaram a surgir denúncias contra esse tipo de site, o Ministério da Educação costuma reforçar que a responsabilidade é das faculdades, que deveriam criar ferramentas para detectar esse tipo de fraude. Enquanto isso, no maior site do setor, uma animação faz surgir uma apresentadora se gabando: “Desde 2000, já atendemos mais de 36 mil alunos, com sucesso em 97% dos casos”.

Afinal, pagar para que alguém escreva seu trabalho da faculdade é antiético, mas não é crime. Mas, se o cliente sempre tem razão, o aluno não. Se um professor atento identifica um falso autor, a punição pode ir de uma nota 0 até uma expulsão. Infelizmente, poucos parecem capazes ou dispostos a tanto. Na verdade, ser pego depende principamente do aluno: há quem não se dê ao trabalho de ler o que comprou, e roda na banca examinadora. Aliás, aliar falta de escrúpulos com preguiça não parece ser muito raro.

PAGANDO E PASSANDO

Na monografia que foi enviada, a parte de gestão da qualidade é muito complexa, de um nível muito elevado. Então, gostaria de pedir que fosse feita uma revisão. Não será preciso fazer novamente: só torná-la mais simples e de fácil entendimento. No máximo, 5 páginas. Aguardo retorno.” Com alguns cortes e várias correções, esse é um e-mail que uma estudante de administração enviou a um site de monografias prontas. Como se vê, capricharam demais na encomenda, obrigando a cliente a requisitar uma piorada no “seu” trabalho de conclusão de curso, deixando-o assim mais de acordo com sua suposta capacidade.

Esse tipo de pedido é comum. Afinal de contas, é de imaginar que alguém que compra um texto que deveria ter escrito não tem muito jogo de cintura para fingir ter feito um trabalho muito bom, ou simplesmente não está disposto a estudar para entender o que seu ghost-writer quis dizer. “Na verdade, a maioria dos clientes é simplesmente idiota”, diz o escritor americano Nick Mamatas (sim, o nome é real), que durante anos viveu de escrever trabalhos acadêmicos para outros. “Eles não deveriam estar na faculdade. Eles precisam comprar trabalhos prontos porque eles basicamente não entendem o que é uma monografia, muito menos o que os professores pedem que seja feito nela”, diz Nick, que ficou conhecido ao publicar na rede um artigo detalhando suas atividades. Segundo ele, existem outros dois perfis secundários de clientes: bons alunos que, vítimas das circunstâncias, não conseguiram fazer algum trabalho específico, e estrangeiros que não dominam o idioma do país em que estão e precisam de uma mão na tradução.

Para uma advogada que há dois anos faz trabalhos por encomenda no interior de São Paulo, o problema é maior porque o mercado acaba obrigando profissionais sem interesse ou talento para a pesquisa acadêmica a buscar um título de pós-graduado, mestre, doutorações. “São pessoas que não querem aprender nada, mas precisam daquele diploma. Para eles, encomendar um trabalho é driblar um incômodo, os fins justificam os meios.”

OMBRO AMIGO

“A confiança é peça fundamental das relações. Oferecemos toda a segurança para nossos clientes. Assim sendo, estamos habilitados para o cumprimento e a correspondência de toda confiança depositada em nossas mãos.” Parece anúncio de banco, mas é de um portal de trabalhos prontos. Espertamente, eles se vendem como amigos (“ajudamos você a fazer seu sonho acontecer”) e colocam os clientes como vítimas, que “encontram-se em um período atribulado de sua vida”.

Além de um ombro amigo e do sigilo, outra característica fundamental oferecida pelos sites é o “certificado Google-free”: caso alguém encasquete com o texto recebido, não vai encontrar na rede nada semelhante – é um trabalho original. Pagando um extra, também se consegue um “seguro-DDD”: aquela empresa se compromete a não vender aquele trabalho para universidades da mesma região. Ah, claro: todos dizem contar com um time de especialistas.

Uma vez aceitas as condições, chega a hora de fazer o orçamento. A média para um trabalho de graduação antigo é R$ 4 por página, e um novo, customizado, fica em R$ 7. Pós, doutorado e mestrado são gradualmente mais caros. Aí é só passar no caixa: todos operam com depósitos em conta dos maiores bancos, cartão de crédito e até boleto bancário.

AUTO-ENGANO

Diante dessa máfia globalizada e escancarada, argumentos éticos parecem não estar fazendo efeito. Professores mais espertos já estão vacinados contra mecanismos de busca, mas é difícil identificar encomendas feitas sob medida. Melhorar os exames orais é um caminho, mas isso só pegaria os desleixados que não leram direito o que pagaram.

Nessa situação, o aluno que busca a sensação de dever cumprido com o dever comprado fica se achando o malandrão. Mas pode se dar mal: uma graduação sem méritos pode até colocar alguém em um emprego bom, mas não segura a pessoa lá, principalmente se envolver o dia-a-dia da profissão. Uma lição grátis: pagar para resolver problemas no presente pode comprometer o futuro.

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– 5 anos do 7×1. E o que mudou?

Hoje faz exatamente 5 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trauma com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas serem os mesmos, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, praticamente continua solitariamente tendo o mesmo fator de protagonismo…

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias, seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade. Mas ficará para 2022 essa situação, pois Tite, com sua generalidade, superou tudo isso em 2018, levando o time para a Rússia. Conseguirá fazer o mesmo para o Catar?

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– A Mordomia da Residência do Presidente da Câmara dos Deputados

Sai e entra deputado, a regalia não muda!

Leia esse desrespeito ao dinheiro dos nossos impostos: o custo mensal elevado da moradia do Deputado Rodrigo Maia (o atual presidente da Câmara dos Deputados) e quanto “ainda mais alto” era com Eduardo Cunha.

Extraído de: http://istoe.com.br/bem-bom-de-cunha/

O BEM BOM DE CUNHA

Sabe quanto você pagava por mês para Eduardo Cunha morar na residência oficial da Câmara dos Deputados, na península dos ministros, em Brasília? Uma média de R$ 120 mil. Nessa conta não tem aluguel nem condomínio, pois o imóvel é da União. Destacam-se aqui algumas contas pagas por nós em valores mensais, feitos pela média dos 18 meses em que morou na mansão. Água, R$ 790. Luz, R$ 7.300. Telefone, R$ 2.400. TV e internet, R$ 610. Jardinagem, R$ 8.800. Folha de pagamento dos funcionários da casa, R$ 71.500. Suprimentos de fundos: R$ 28.500, que é dinheirinho para pequenas despesas do lar. Nada saía do salário de R$ 33 mil do então deputado. Hoje, com o mandato parlamentar cassado, ele está preso preventivamente no Paraná. Um detento custa por volta de R$ 3 mil mensais.

Novos…
Eduardo Cunha mantinha cozinheiro e garçom à sua disposição 24 horas por dia. A decoração tinha o toque da esposa, Cláudia Cruz. As mesas de jantar, de centro e de canto eram enfeitadas com buquês naturais. E mais de 30 porta-retratos com fotos da família ocupavam os aparadores da sala de estar, com saída envidraçada para a piscina.

… tempos
Em dez meses, o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, custou em média R$ 63 mil por mês para habitar a residência oficial. Embora nos gastos com água, luz, internet e jardinagem tenha despendido valores um pouco mais altos, a diferença em relação a Cunha está na folha de funcionários. Com Maia custa R$ 21.420, ou 70% menos que o antecessor.

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Residência oficial da Câmara custava R$ 120 mil por mês com Eduardo Cunha (Crédito: Sergio Lima/Folhapress)