– A estranha expulsão de Messi e Medel. Por quê não usou o VAR? E a excelente atitude do craque no pós-jogo.

Não consigo entender como “agressão e revide” o lance entre Messi e Medel. O árbitro foi muito convicto naquele momento, estava com a visão aberta. Medel peita, intimida e xinga. Messi “se segura” para não revidar. Mas houve um “revide” por provocação? Onde está o lance capital do argentino? Teria Messi ofendido / ameaçado / falado algo grave que foi flagrado pelo juizão?

Talvez. Mas tirando essa hipótese, todas as demais contemplam a necessidade de usar o VAR (que não foi usado). 

imaginou se a Argentina tivesse perdido o jogo, quanta queixa a ser somada com as do meio de semana?

Eu entendo o sentimento do Messi com a revolta em não querer ir a premiação de 3o lugar e a declaração polêmica pós-jogo de que a “Conmebol é corrupta”. Ele é cobrado, criticado, e quando vê que ainda pode estar sendo sacaneado, surta!

O que Messi fez de errado dentro e fora de campo no mundo do futebol e o que a Conmebol tem feito? Compare os históricos! 

Os agentes de mudança contra a Conembol devem ser os próprios atores principais: os jogadores que têm peso!

O mesmo exemplo acontece na arbitragem de futebol no Brasil: árbitros “pequenos”, de pouco peso, reclamam e brigam contra as entidades. Mas só haverá mudança se os “grandões” agirem! Se Messi, Cristiano Ronaldo, Buffon e tantos outros pedirem uma nova FIFA, ela acontece. Mas se o Tuxa (atacante do Paulista de Jundiai) reclamar, ninguém vai dar bola!

Parabéns, Messi!

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– A Lava Jato tem que continuar?

Antes de responder a questão-título, leia essa lista:

Lula (PT) Paulo Prêto (PSDB), Sérgio Cabral (PMDB), Alberto Youssef (o doleiro dos políticos), Nestor Cerveró (diretor da Petrobrás), Gim Argelo (PTB), Eduardo Cunha (PMDB), Pedro Correa (PP), e tantos outros políticos corruptos presos, só estão na cadeia graças à Lava Jato.

Agora, o juiz Sérgio Moro é o centro das atenções por conversas gravadas onde ele não quis dar moleza aos acusados e mostrou o caminho das pedras para que não conseguissem escapar da prisão. Entrou-se na questão jurídico e/ou ética, mas felizmente sem falsificação de provas.

  • “Cancela” tudo, apesar das outras instâncias e juízes superiores já terem julgado?
  • Se “melar” a Lava Jato, soltaremos todos eles? Ou isso não importa também?

É claro que essa Força-Tarefa é a maior mostra de combate à corrupção do país, multipartidária e que já obteve bilhões de dinheiro desviado retornando ao Brasil. Não misturemos as coisas: se for descoberta alguma prova forjada, é grave. Mas até agora se vê a preocupação de um juiz não deixar um criminoso ficar impune. Todo direito de defesa nas outras instâncias foi viciado? Óbvio que não.

Quer dizer que “a Justiça bolou um esquema para prender bandidos” e isso é tão errado que as celas devem ser abertas?

Separemos as coisas: os erros que Sérgio Moro possa ter cometido devem ser avaliados e punidos se necessário, mas isso não faz com que Lula, Eduardo Cunha, Alberto Youssef e seus comparsas se tornem honestos e livres.

Por favor, tenha bom senso, Brasil!

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– Os profissionais de um departamento de futebol: 66 pessoas, mas não tem Professor de Regra?

Os clubes de futebol estão cada vez mais repletos de profissionais de diversas áreas em seus departamentos. Analista de Desempenho, Podólogo, Mordomo, Dentista e outras práticas se fazem presentes no dia-a-dia.

O Corinthians, por exemplo, conta com 66 profissionais em sua equipe de futebol (o Palmeiras 58; a média é de 35 entre os times do Brasileirão).

Graças à multidisciplinaridade, casos como o baixo rendimento do jovem Vitinho, do Palmeiras (com passagens pelo Barcelona B e São Caetano), pode ser resolvido: jogando muito mal, percebeu-se que seu problema era a magreza por conta de cáries, que, pasmem, o impediam de que ele comesse carnes. A nutricionista preparou proteínas em liquidificador até que o dentista o ajudasse a resolver o caso de saúde bucal. Tudo descoberto graças às novas formatações exigidas num departamento profissional de futebol.

Abaixo, uma interessante matéria contando sobre esses diversos profissionais (em alguns casos, até “pai-de-santo” integra a relação). Mas me chama a atenção algo de minha seara: não há professor / instrutor / treinador para ensinar as Regras do Futebol aos jogadores. E aí vale a máxima que sempre brinco: jogador de futebol é a única profissão em que quem executa a atividade pouco se interessa pelas regras do seu próprio ofício!

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/placar/muito-alem-dos-11-o-time-que-nao-entra-em-campo/

MUITO ALÉM DOS 11: O TIME QUE NÃO ENTRA EM CAMPO

A complexa estrutura dos clubes de futebol é composta por dezenas de profissionais – dos velhos roupeiros e massagistas aos modernos analistas de desempenho

Por Luiz Felipe Castro, Danilo Monteiro, Lucas Mello

Quando a bola balança as redes, os holofotes geralmente se voltam ao autor do gol e, eventualmente, são divididos com quem deu o passe ou com o treinador do time. Há no entanto, a cada ação dos atletas no gramado, a influência direta ou indireta do trabalho de dezenas de profissionais praticamente “invisíveis”. Atualmente, os departamentos de futebol dos clube da Série A têm, em média, 35 funcionários. Os campeões das últimas edições do Brasileirão são também aqueles com maior equipe de profissionais listados em seus sites oficias: Corinthians (66) e Palmeiras (58) – veja tabela abaixo.

Já há bastante tempo, funções mais emblemáticas como as de cozinheiro ou roupeiro habitam o imaginário do torcedor – a figura portentosa de Mário Américo, massagista da seleção em todas as Copas entre 1950 e 1974, por exemplo, marcou época. O time foi crescendo a cada década e o Brasil, inclusive, foi pioneiro em uma das posições de “especialista”, quando, no início da década de 70, Valdir Joaquim de Morais trocou as luvas pela posição de treinador de goleiros, tão valorizada até hoje. Em alguns casos, treinadores folclóricos ou supersticiosos ignoraram a tese do jornalista e treinador João Saldanha de que “se macumba ganhasse jogo, Campeonato Baiano terminaria empatado” e apelaram até para pais de santo, que, se não constavam na folha salarial do clube, eram constantemente convidados a prestar seus serviços.

O posto da moda é o do analista de desempenho, que, grosso modo, é quem passa dicas valiosas à comissão técnica e aos atletas depois de esmiuçar informações do próprio time e dos adversários por meio de vídeos e dados coletados, algo inimaginável nos tempos dourados do futebol nacional. “Antes das finais do Mundial de Clubes, não tínhamos ideia de como jogavam Milan e Benfica. Tinha ouvido falar de um jogador ou outro, como o Eusébio, mas o Santos não mandava ninguém para olhar adversário, a gente ia de peito aberto e confiando no nosso taco. Hoje é tudo mais organizado; e mais fácil também”, conta Pepe, o “canhão da Vila”, aos 84 anos. “No Santos, tínhamos praticamente só massagista e cozinheira, a dona Maria, muito estimada por todos”, completa.

São os analistas de desempenho ou de biomecânica, com o auxílio de máquinas de última geração, que corrigem pequenos detalhes, como, por exemplo, o fato de um jogador ter mais dificuldade para girar o corpo para um lado ou pequenos desequilíbrios musculares. “A ideia é unir três linhas de trabalho: prevenção, reabilitação e rendimento”, explicou o fisiologista Antônio Fedato, do Corinthians, em entrevista sobre as exigências físicas do futebol moderno. O Grêmio, que tem um analista de desempenho contratado desde 2005, diz ter sido o pioneiro do ramo no Brasil.

PODÓLOGO E ATÉ MORDOMO

Recentemente, o cargo de podólogo ganhou as manchetes graças ao Botafogo, que em suas redes sociais celebrou a convocação de Bruno Gallart para a seleção brasileira sub-17; e também ao bom humor de alvinegros e rivais. Espalhou-se pelas redes sociais uma paródia de uma das músicas de torcida botafoguense – os versos de “E ninguém cala esse nosso amor….” se transformaram em “E ninguém trata, como meu doutor, cuida de joanete, acaba com a frieira, é meu podólogo”. Brincadeiras à parte, a função tem importância evidente em um esporte jogado essencialmente com os pés e trata de diversos transtornos recorrentes no passado – conforme VEJA noticiou, na Copa de 1986, o meia Paulo Roberto Falcão sofreu com uma unha encravada; vinte anos depois, bolhas atormentaram Ronaldo na preparação para a Copa da Alemanha. Atualmente, cinco clubes da Séria A (Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Botafogo e Atlético-MG) contam com um podólogo.

Nas listas disponibilizadas pelos clubes, há cargos semelhantes com diferentes nomenclaturas. Botafogo e Grêmio, por exemplo, listam em seus sites a inusitada função de mordomo, que em outros clubes pode ser chamado de servente, zelador, almoxarife ou auxiliar de rouparia. “O mordomo era mais utilizado quando o time concentrava no Estádio Olímpico. Hoje o funcionário em questão auxilia os trabalhos no CT, a rouparia e outros serviços”, explica o clube gaúcho. Os roupeiros costumam ser os mais longevos. No Corinthians, por exemplo, o recordista é Gildásio Miranda, o popular Seu Miranda, que trabalha há 55 anos no clube e já vestiu craques como Rivellino, Garrincha, Sócrates e Ronaldo. O cargo mais novo é o de gerente de hotel.

A figura do dentista também é mais importante do que pode parecer. Problemas bucais, como infecções e cáries, podem acarretar uma série de outros contratempos, como alterações sanguíneas, diabetes e até lesões musculares. Caso marcante ocorreu no Palmeiras: o meia-atacante Vitinho, que foi emprestado ao Barcelona B e jogou o último Paulistão pelo São Caetano, assustou os médicos por sua magreza excessiva ao chegar ao elenco profissional; foi o dentista quem diagnosticou o problema: Vitinho não conseguia mastigar carnes, pois tinha muitas cáries. Num primeiro momento, a solução da nutricionista foi bater as carnes no liquidificador; depois, com dentes saudáveis, Vitinho passou a se alimentar melhor e ganhou 10 quilos rapidamente.

Outro cargo relativamente recente na história do futebol é a do assessor de imprensa, responsável por mediar o acesso dos jornalistas aos atletas. No passado, eram comuns que jogadores fossem entrevistados com facilidade até mesmo de dentro dos vestiários. Hoje, há um controle muito maior: além do assessor dos clubes, os atletas são blindados, em sua imensa maioria, por assessores pessoais. Também há diversos outros jornalistas trabalhando nos clubes, nas equipes de TV, site e redes sociais. Há ainda casos de profissionais “obrigatórios”, mas que muitas vezes são terceirizados, como motoristas de ônibus, ou contratados pontualmente, como advogados, que por isso não constam nas listas de funcionários dos clubes.

LUXEMBURGO, O VANGUARDISTA

O técnico Vanderlei Luxemburgo, de 66 anos, garante que foi ele o responsável por trazer uma série de profissionais para dentro dos centros de treinamentos. “Falavam muito da ‘patota do Luxemburgo’, mas não existia nada disso. Era uma comissão técnica multidisciplinar e de excelência, porque os clubes não tinham estrutura nem mão-de-obra especializada. Hoje todos os clubes têm comissão completa. Trouxe todas essas ‘novidades’ ao futebol.”, afirmou o treinador, atualmente sem clube, em entrevista a VEJA

Segundo Luxemburgo, que popularizou a figura do psicólogo no futebol e chegou a utilizar um ponto eletrônico para se comunicar com um atleta (ousadia prontamente proibida), as comissões cresceram até demais. “Hoje tem muita tecnologia, computador… Mas o vestiário é sagrado. Todos devem trabalhar no centro de treinamento, como em uma fábrica. Na hora do jogo, é com o atleta e a comissão técnica. Por exemplo, analista de desempenho não precisa estar dentro do vestiário. A análise dele é pré e pós-jogo. Fisiologista não precisa estar no vestiário – o lugar é para técnico, preparador, assistente, jogador e roupeiro.”

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Somados, clubes da Série A possuem mais de 80 cargos nos departamentos de futebol (Arte/VEJA)

– Flores em formato de coração!

Para não dizer que a manhã escura de hoje não nos permite cores neste dia, a paixão pela fotografia revelou um clique inusitado: após a leve garoa, uma flor em formato de coração bem gotejada resolveu desabrochar!

Muito bobo para alguns. Mas para quem gosta de momentos de inspiração e curte a busca pela pose perfeita, tá aqui um momento ímpar, abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Apesar do frio, um bom sábado vem aí!

Bom dia amigos. E que frio, hein?

Aqui na minha região, vizinha à Serra do Japi, quando cai a temperatura, ela “cai pra valer”! E como está tudo cinzento lá fora, não temos um belo amanhecer.

Então, fica a pose mobgráfica de ontem, do bonito anoitecer, a fim de inspirar nosso dia.

Excelente sábado de descanso e/ou trabalho a todos nós!

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