– Uma doce Foto-Legenda…

ELA, a Bebê:

“Quando você finge que dá uma pipoca para seu pai comer e na verdade não tinha nada! E ele nem desconfiou…”

EU, o Bobão:

É o “meu gosto mais gostoso de todos”, pois o sabor da “pipoca que não veio” é de “felicidade com brincadeira”. Que “gosto de nada” mais delicioso…

Uma selfie perfeita para meu coração de pai!…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– A Frustração dos Profissionais com 30 anos de idade!

Está desiludido com sua carreira profissional?

Se você está na casa dos 30 anos, sua resposta provavelmente poderá ser SIM!

Veja que estudo interessante, divulgado pelo Estadão: mais da metade das pessoas dessa idade estão FRUSTRADAS com seu emprego.

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/blogs/radar-do-emprego/2016/07/16/frustracao-profissional-ronda-os-trintoes/

FRUSTRAÇÃO PROFISSIONAL RONDA OS TRINTÕES

Grabreile Garcia, fundadora da ONG Think Twice Brasil
Grabreile Garcia, fundadora da ONG Think Twice Brasil
Pesquisa indica que 52% dos jovens brasileiros com 30 anos estão frustrados com a carreira, trabalham para sobreviver e não fazem o que gostam. O estudo ‘Projeto 30’, feito pela Giacometti Comunicação, ouviu 1.200 pessoas dessa faixa etária. 
“A baixa ‘criticidade’ de pensamento na fase escolar, somada a escolhas vocacionais equivocadas, resultam em trintões insatisfeitos com a vida profissional”, diz o coordenador do estudo, Dennis Giacometti.
Pelo levantamento, apenas 16% dos jovens das classes A e B e 15% da classe C estão realizados com o trabalho, enquanto 9% dos entrevistados de alta renda e 10% da classe C aceitariam ganhar menos para ter mais qualidade de vida. 26% dos entrevistados das classes A e B gostariam de ter uma profissão que proporcionasse mais realização. Esse sentimento é compartilhado por 28% dos pertencentes à classe C.
Giacometti diz que esses jovens podem estar conectados a tudo, menos a eles mesmos. “A ausência de autoconhecimento faz com que se deixem levar por influência de terceiros. Por não serem autores das próprias vidas, as escolhas, na maioria das vezes, são enganos.”
Dennis Giacometti, coordenador da pesquisa Projeto 30
Dennis Giacometti, coordenador da pesquisa Projeto 30
CEO da consultoria de recolocação profissional Produtive, Rafael Souto diz que as pessoas planejam pouco a carreira. “Elas vão indo muito pelo que aparece e olham mais a questão financeira – e a pesquisa mostra que 86% buscam isso –, mas essa não é uma estratégia sustentável de carreira. Tanto que 52% estão frustrados. Esse dado reflete o que verifico no dia a dia.”

Souto afirma que essa é uma dinâmica perversa. “As pessoas se preocupam com a estabilidade financeira e deixam de analisar o quanto aquele projeto vai impactar no nível de felicidade, satisfação e realização.”

Segundo ele, não adianta fazer gestão de carreira priorizando o dinheiro. O dinheiro é um componente importante, mas precisa vir acompanhado de identificação com a empresa, com o trabalho e com a área de atuação para que o trinômio empresa, atividade e dinheiro funcione. Se estiver desequilibrado, haverá insatisfação.”

Rafael Souto, CEO da Produtive
Rafael Souto, CEO da Produtive
O caso de Gabriele Costa Garcia ilustra o que foi constatado pelo estudo da Giacometti. Depois de trabalhar dez anos em um grande escritório de advocacia de São Paulo, a advogada trocou a carreira por um trabalho voltado à transformação social.

A jovem de 30 anos afirma que hoje está mais feliz e completa. “Tinha salário bacana, estabilidade e possibilidade de ascensão, mas estava infeliz. Acho importante realizar um trabalho que tenha significado para nós e para o mundo.”

Ela conta que no escritório participava do conselho de responsabilidade social e cuidava de casos gratuitos oferecidos às organizações sem fins lucrativos. Percebi que queria migrar para esse campo”, diz.

Quando isso ocorreu, Gabriele fazia pós-graduação em direito societário na FGV. “Fiz meu TCC avaliando como a responsabilidade social das empresas eleva a marca e faz com que ela seja mais reconhecida”, conta.

Em abril de 2014, ela e o marido, Felipe Brescansini, que abandonou o posto de diretor de marketing em uma empresa, fundaram a Think Twice Brasil, instituição sem fins lucrativos que usa a empatia para discutir equidade de gênero, igualdade social, responsabilidade das empresas e consumo consciente.

Antes de desenvolverem os programas que hoje são aplicados em empresas, escolas e universidades, eles viajaram durante 400 dias por 40 países que têm os menores Índices de Desenvolvimento Humano. “Tínhamos de compreender e viver na prática os principais problemas sociais que queremos solucionar.

Gabriele Garcia e Felipe Brescansini, fundadores da ONG Think Twice Brasil, com crianças no Zimbábue
Gabriele Garcia e Felipe Brescansini, fundadores da ONG Think Twice Brasil, com crianças no Zimbábue

Fizemos pesquisa extensa sobre desigualdade social e de gênero. Nossos relatos, fotos e vídeos estão disponíveis em nosso site wwwthinktwicebrasil.org.” No momento, Gabriele está negociando a aplicação de um dos programas na Fundação Casa.Outro jovem de 30 anos que fez de tudo para fugir da frustração profissional é Igor Morais. “Quando prestei vestibular, passei em engenharia da computação e em engenharia de produção, em universidades públicas do Pará”, conta.

Ele começou a cursar as duas. No meio do ano largou uma e no final do ano, a outra. Em seguida, começou a fazer publicidade. No terceiro ano, conseguiu transferência para a USP.

Igor Morais, deixou engenharia e publicidade para ser ator
Igor Morais, deixou engenharia e publicidade para ser ator
“Mas as grades eram muito diferentes. Só aproveitei quatro disciplinas e comecei novamente o curso.” Depois de um intercâmbio em Madrid, Igor deixou publicidade quando faltava pouco para concluir e foi cursar atuação na SP Escola de Teatro. “Tinha mergulhado em um limbo tentando me encontrar, até me identificar com a carreira de ator. Hoje, pertenço ao grupo teatral Àtropical e encenamos nossa segunda peça, também tenho atuado em comerciais e estou realizado.”
Autoconhecimento é saída para evitar erro
Uma das dicas da consultora em desenvolvimento de pessoas e carreira, Maria do Carmo Marini, para fugir da frustração profissional é investir no autoconhecimento. “Saber mais sobre você e suas características intrínsecas abre possibilidades impensadas. Outra coisa, trabalhe em uma empresa cuja cultura e valores estejam de acordo com o que acredita e valoriza.”

Ela diz que trabalhar em projetos desafiadores, que tragam novos aprendizados proporciona satisfação. “Participe de grupos de estudos, pesquisas e compartilhamento de experiências, especialmente com colegas e líderes. Além disso, procure ter um mentor experiente e bem relacionado para ajudá-lo a fazer escolhas inteligentes.”

Por outro lado, ela diz que as empresas podem adotar medidas para manter a equipe feliz. “Pague bem, crie oportunidades para que eles passem por processo de autoconhecimento, orientação de carreira, coaching e mentoria. Dê feedbacks construtivos e seja um líder ético, amigável e aberto a ouvir sugestões”, recomenda.

Fundo do poço. Graduado em gestão pública, Marcos Silveira trabalhou seis anos em uma consultoria. Com o tempo, notou que o trabalho realizado nos gabinetes estava distante da população e do que ocorria em escolas e postos de saúde.

“Tive uma grande crise pessoal e de identidade. Recolhi os cacos para montar minha própria empresa, a Datapedia que está em operação há um ano.”

O jovem de 30 anos explica que sua empresa organiza todos os dados de fontes públicas oficiais. “Unificamos e organizamos as informações de forma didática, para que possam ser usadas para pautar planos de governo e de empresas.”

A Datapedia presta consultoria a um instituto e já ajudou empreendedores a montarem plano de negócio a partir da análise de dados. “Fechamos contrato com um candidato à prefeitura de Timon, quarta maior cidade do Maranhão. Fornecemos relatório técnico contendo dados da cidade como a situação de renda da população, número de mães adolescentes etc.”

Marcos Silveira criou a Datapedia
Marcos Silveira criou a Datapedia
Silveira afirma que hoje está recuperado e afirma ter sido muito bom desconstruir uma imagem de perfeição ou de felicidade plena que costuma ser vendida aos mais jovens.

“A vida não é feita só de sucesso. Pelo contrário, é a partir de altos e baixos que nos construímos como seres humanos. Identificar nossas principais indignações nos ajuda a construir um propósito. Hoje, entendo que o erro é natural e é preciso dar a cara a bater.”

Quando a frustração começou a rondar a vida do urbanista Marcelo Rebelo, ele viu que era hora de deixar a estabilidade do emprego público e encarar o desafio de implementar um plano que tentara oferecer à prefeitura de São Paulo.

“O trabalho não me motivava o suficiente pra eu desejar ficar o resto da vida. Saí para criar a empresa Praças. Hoje, trabalho no setor 2,5 que está entre o privado e o terceiro setor (ONG), no qual estão enquadrados os negócios sociais.”

Segundo ele, sua empresa promove revitalizações coletivas de praças por meio do site http://www.pracas.com.br. “Usamos a plataforma para entender a demanda da população e desenvolver um processo de cocriação do projeto de revitalização. É muito mais prático e abrangente do que promover audiência pública.”

Rebelo, por meio da Praças, é responsável por articular a aprovação do projeto junto à prefeitura e ir atrás de financiadores para realizar a melhoria.”

Mesmo ganhando menos, o jovem de 30 anos está feliz. “Estou tocando um projeto que faz sentido e no qual eu acredito. É gratificante ver minha ideia sendo implantada. Já recuperei o investimento inicial e a empresa já se sustenta. Temos mais de 80 praças que estão demandando nossa atuação”, conta.

– O Gol do Vasco anulado, o Pênalti não marcado para o Corinthians e o VAR na inter-temporada. Está valendo a pena?

Tivemos VAR no Paulistão e no Cariocão. Temos VAR na Copa do Brasil e agora no Brasileirão. Tivemos 30 dias “re-treinando árbitros que já foram treinados” e outros em treino pela CBF em Águas de Lindóia num resort. E… vemos a incrível falta-fantasma marcada contra o Vasco que anulou o gol cruz-maltino de Yago Pikachu. Não viram a falta real como pênalti para o Corinthians contra o CSA também.

Fica a pergunta: está valendo a pena o VAR (em custos e na dinâmica perdida das partidas)?

Sempre defendi o sistema de árbitro de vídeo e tem funcionado bem na Europa. Na América do Sul está ruim e no Brasil péssimo. Mas estou repensando tudo isso ao ver erros grosseiros, “simpósios para se tomar uma decisão” e “quebra do ritmo de jogo”.

Sabe aquele goleiro maroto, que quando o seu time está segurando o empate e o time adversário está num bom momento ele “quebra o ritmo” e segura a pressão simulando contusão, com médico em campo e o jogo acaba “esfriando” a partida? Assim tem sido o VAR em diversos jogos!

Estou repensando o VAR. Ao menos, o “VAR à brasileira”… Aliás, entrou o Gaciba na CBF, mas o Cel Marinho foi remanejado para o Departamento de Desenvolvimento Arbitragem e o Sérgio Correa da Silva está no Departamento de Desenvolvimento do VAR. Parece que tudo está dando errado…

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– A covarde agressão ao Padre Marcelo Rossi durante a Missa na Canção Nova

É de estarrecer que isso aconteça: uma mulher, aparentemente com problemas mentais, empurrou o Padre Marcelo Rossi durante a Missa de encerramento de um evento chamado “Acampamento de Oração”, na Comunidade Católica Canção Nova.

E se fosse alguém com uma faca ou um revólver, premeditadamente?

Eu sei que acusarão falha de segurança (e de fato ela ocorreu). Mas vale refletir: será que antigamente havia tantos deficientes agindo assim?

Lógico que não. Daqui a pouco jogaram a culpa nos deficientes pela violência explícita. O problema é a sociedade, cada vez menos tolerante e mais violenta.

A prova disso?

Ué, uma pessoa fazendo o bem e falando de amor sendo agredida durante a Missa, é mais do que um exemplo claro…

– Digo, mas não preciso ficar te obrigando a entender!

Nesses tempos cansativos de haters e terroristas das Redes Sociais, muita gente distorce sua palavra e se acha no direito de “encher o saco” por pensar diferente, com comentários odiosos e ataques gratuitos.

Vi essa frase no Twitter do jornalista Antero Grecco e ela retrata essa situação com perfeição. Eu gostei:

Sou responsável pelo que escrevo ou falo, não por aquilo que você entende“.

É isso aí! Muitos interpretam “o que querem”, não o que é a verdade.

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– A Reflexão sobre uma sociedade corrupta, por Ayn Rand

Ela nasceu na Rússia e fugiu do Comunismo. Viveu nos EUA e se tornou filósofa: essa foi a história da judia Ayn Rand, que disse essa sábia verdade:

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.

Para quem escreveu isso em 1920, parece conhecer bem os dias atuais…
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– Por quê temos medo? Imite São Camilo de Lellis

Para quem tem fé, vale acreditar no possível e impossível, fruto da Graça de Deus.

Digo isso pois hoje a Igreja Católica celebra São Camilo de Lellis, piedoso homem de grande espiritualidade e serviço, protetor dos enfermos. Nada lhe faltou devido a Divina Providência.

O Evangelho segundo São Mateus, na citação abaixo, é prova desse amor providencial. Disse Jesus:

24 ‘O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor (…) 28 Não tenhas medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno. 29 Não se vendem dois pardais por duas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão contados! 31 Não tenhais medo, vós valeis mais do que pardais’“.

Encorajador, não? Quantas vezes nos apavoramos e faltamos da plena e verdadeira fé? Usemos o exemplo de São Camilo, que tudo confiou a Deus para a prática da ação evangelizadora e socorro aos doentes.

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– Os problemas de quem tem Síndrome do Pânico

Todo mundo já ouviu falar em “Transtorno do Pânico”, uma crise emocional que traz enormes problemas na vida das pessoas.

Tenho lido alguma coisa sobre o assunto e me assusto cada vez mais: os portadores dessa enfermidade, segundo o Dr Dráuzio Varella numa das publicações,

“tem crises inesperadas de medo e desespero. A pessoa tem impressão de que vai morrer ou ter um ataque cardíaco, o coração dispara, sente falta de ar e sudorese abundante. As crises podem acontecer a cada momento espontaneamente e o paciente nunca sabe quando; se daqui cinco minutos, cinco dias ou cinco meses.”

Aliás, em outra publicação na Web extraída também do site do Dr Dráuzio, um psiquiatra chamado Dr Márcio Bernik acrescenta sobre o Pânico que

“bastam 30 segundos para o paciente, que estava bem, ser tomado inexplicavelmente por sintomas como tremores, espasmos, taquicardia, falta de ar, mal estar na barriga, dores no peito, sufocamento e tonturas. Normalmente, isso é acompanhado da sensação de que algo trágico irá acontecer, como enlouquecimento ou morte súbita (…). E essas pessoas podem sofrer ainda mais quando os sintomas acontecem dentro do metrô, de aviões, de congestionamentos de trânsitos e de outros lugares e situações com assuntos que as perturbam. Isso gera uma segunda doença, a AGORAFOBIA, um quadro fóbico provocado pelo pânico que se caracteriza por fugir de momentos nas quais as crises de pânico se tornam um perigo iminente. Geralmente, os assuntos que pesam aos pacientes fazem com que a agorafobia seja mais perigosa do que o próprio pânico, sendo ‘o medo do medo’ (…) Nos casos mais graves, o paciente não consegue sair de casa sozinho e ele coloca limitações próprias, como fugir de conversas, desviar de caminhos ou evitar históricos negativos. Pegar um avião ou uma estrada congestionada num feriado é hipótese fora de cogitação”.

Numa outra publicação, é chamada a atenção à gravidade dos casos com usuários de drogas, pois as pessoas pré-dispostas, ao fumar maconha ou cheirar cocaína, podem desencadear as crises que nunca tiveram.

– E qual a cura?

Tratamento com psiquiatra, através de medicações, sendo que as mesmas trazem efeitos desagradáveis por algum tempo, com a média de 1 mês por pessoa, dependendo do organismo.

Chegamos ao estágio em que muitas pessoas da sociedade tem esse mal, vitimadas pelas crises econômicas constantes em nosso país, pela insegurança, instabilidade e outras dificuldades da vida.

Portanto, se você possui um amigo com esses sintomas, aconselhe-o: não permitir que o desespero tome conta dele, tenha paciência com ele e o oriente o auxílio de um bom médico.

Um resumo bem simples mas didático sobre isso pode ser acessado também aqui: https://www.psicologosberrini.com.br/psicologo-panico-medo-e-fobia/sindrome-do-panico/

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– Revolução Francesa nos faz perguntar: A Guilhotina serviria em Muitos Políticos de hoje?

Hoje é dia da Revolução Francesa. Muitos dos comandantes da época, quando perdiam o poder, eram costumeiramente guilhotinados.

Uma das maiores causas para se condenar à morte por guilhotina era a “culpa por cobrança de impostos abusivos”. Tal pena não se reservava apenas aos legisladores, mas a seus simpatizantes.

Já pensou tal medida no Brasil? A quantidade de políticos-sem-cabeça seria absurda…

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– Domingão em 4 cliques!

Bom dia, pra quem é do dia!
Verticalizando o esqueleto para manter corpo, alma e mente na mais perfeita harmonia e saúde.
V’ambora correr?
Motivando no clique 1:

Correndo e Rezando:
“Ó Nossa Senhora, Mãe do Filho Amado de Deus e nossa mãezinha também, ouça nossas preces! Socorrei-nos, ó Maria, em nossas necessidades. Amém.”
Meditando no clique 2:

Fim de cooper –
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
Contemplando no clique 3:

Desperte, Jundiaí. Que nosso domingo possa valer a pena!
Admirando no clique 4:

Ótima jornada para todos nós!

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