– O Imbróglio da sucessão no comando da Marabraz

Quer coisa pior do que briga em família para comandar os negócios? E mais ainda quando o dinheiro que entra é muito bom?

Parece roteiro de filme policial, mas é a história das confusões envolvendo a popular loja de móveis Marabraz!

Abaixo, extraído de: https://veja.abril.com.br/brasil/a-cigarra-e-as-formigas-a-confusao-familiar-das-lojas-marabraz/

A CIGARRA E AS FORMIGAS: A CONFUSÃO FAMILIAR DAS LOJAS MARABRAZ

Batalha pelo patrimônio põe um irmão e seus filhos contra o resto do clã. Eles pedem uma fatia do negócio depois de terem saído, como na fábula famosa

Por Fernanda Thedim

“Lojas Marabraz: preço menor ninguém faz.” O refrão martelado há décadas em comerciais da maior rede de lojas de móveis do Brasil, no trinado inconfundível da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, é pura alegria. Já as relações entre os donos do negócio, a família Fares, estão longe disso. Uma batalha judicial pelo patrimônio opõe um irmão, Fábio, afastado da empresa, contra os três que a comandam — Jamel, Nasser e Adiel. Agora, uma nova geração — Abdul e Ali, filhos do primogênito, Fábio — resolveu também entrar na briga. Do enredo, que inclui fraudes, boletins de ocorrência, documentação suspeita, traição amorosa, divórcio, aids e até tiros, extrai-­se a comparação com uma conhecida fábula atribuída ao grego Esopo, o pai de todas as fábulas: aquela em que, chegado o inverno, a leviana cigarra bate à porta da sensata formiga achando-se no direito de ter uma parte das reservas acumuladas durante o verão.

O patrimônio em jogo é considerável: a rede varejista, com sede em São Paulo, possui 132 lojas e, segundo estimativas de mercado, fatura 1 bilhão de reais e lucra 60 milhões por ano. No capítulo mais recente do imbróglio familiar, Abdul e Ali brigam na Justiça desde o fim de abril por 10% do valor da marca Marabraz — uma fortuna na casa dos 50 milhões de reais. Em processos que correm na 17ª Vara Cível de São Paulo, eles alegam que os tios Jamel, Nasser e Adiel recorreram a “falsificação de assinaturas e manipulação de documento” tanto para afastá-los de sua parte no negócio quanto para dilapidar sua herança, nesse caso usando uma procuração vencida da avó, Hajar Fares — por sinal, os netos reclamam de não poder ter acesso a ela.

Abdul (que, como em toda família muçulmana, tem primos homônimos) já passou por três situações em que atiraram nele. Nos boletins de ocorrência, elas aparecem como tentativas de assalto; ele as interpreta como atentados. Para a Marabraz, “essa é mais uma história fantasiosa” da dupla. A verdade é que Abdul e Ali estão fora de tudo o que se refere à companhia desde que o pai abdicou de sua parte. Sobre a procuração da avó, o documento apresentado por eles foi submetido a perícia encomendada pela Marabraz e tem indícios de falsificação. E, de acordo com a parte da família que continua na empresa, é dona Hajar que não quer ver os netos, que a decepcionaram, de acordo com o grupo.

A história da saída de Fábio dos negócios é um capítulo à parte na fábula. No processo que move contra os irmãos desde 2017, que corre em segredo de Justiça, o primogênito do clã assume que a situação chegou aonde chegou depois que ele cometeu uma série de fraudes. A primeira foi ter simulado sua saída da empresa, em concordância com os irmãos, para não ser obrigado a dividir o patrimônio ao se divorciar, em 1995, de Suhaila Ali Abbas, com quem era casado em regime de comunhão de bens. Suhaila pediu a separação ao descobrir que Fábio é portador de HIV. Segundo o filho Abdul, o pai adquiriu o vírus durante relação extraconjugal com uma ex-funcionária da empresa e escondeu sua condição por dez anos. O processo do divórcio arrastou-se até 2000 — depois de ser despejada da mansão em que vivia com os filhos na Serra da Cantareira, Zona Norte de São Paulo, Suhaila saiu do divórcio com 3 milhões de reais e dois imóveis.

Pois bem — passado tudo isso, o casal reatou, dessa vez com pacto pré-­nupcial e separação de bens. “Por causa da doença do Fábio, combinamos que não haveria mais relação sexual. Era uma convivência pautada pelo companheirismo. Mas não deu certo de novo”, revela Suhaila — e lá foram eles para um segundo processo de divórcio. Nesse momento, registros na Junta Comercial paulista mostram que Fábio saiu, pela segunda vez, da sociedade do Grupo Marabraz. E foi aí que o caldo entornou. Fábio alega que foi, essa também, uma simulação acordada com os irmãos para proteger o patrimônio familiar. A Marabraz refuta e mostra recibos de que pagou, real a real, pelos 25% dele na empresa, em parcelas ao longo de dez anos que totalizam 44 750 000 reais. “Ele dizia que estava cansado e queria sair. Estipulou um valor e recebeu exatamente o previsto”, diz.

A Marabraz é categórica: “Com a saída do Fábio do quadro societário, em 2005, ele deixou automaticamente de ser dono da marca. Essa é a história verdadeira”. Cigarramente, nem ele nem os filhos se conformam de não usufruir a receita que o Grupo Marabraz, formigamente, acumulou de 2005 para cá. A primeira liminar referente ao processo movido pelos netos Fares é favorável a eles. Segundo a juíza Luciana Laquimia, há “claríssimos contornos de que a atuação empresarial do grupo, por décadas, sempre esteve assertivamente vocacionada ao esvaziamento e à dilapidação patrimoniais”. A Marabraz entrou com recurso, que ainda não foi julgado. Para a empresa, mais do que reconhecimento de direitos, Fábio e filhos querem mesmo é alcançar algum acordo financeiro — que ela não está disposta a fechar. Por enquanto, o desfecho é igual ao da fábula. Cantou? Agora dance.

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– Se dá para complicar, por quê simplificar?

Para explicar o irônico título dessa postagem: a mudança de mão na bola / bola na mão, de 4 anos pra cá, foi turbinada por diversas novas orientações “em pílulas”. Você se atenta, aprende, muda de novo, e tem que reaprender.

Imagine o jogador e o torcedor comum…

Cá entre nós: o ideal era o que sempre foi por mais de 150 anos (não é força de expressão, é de 26 de outubro de 1863 mesmo) e sempre deu certo, que se resumia em: teve intenção de colocar a mão/ braços na bola e a tocou, é falta.

Simples. Evitaria esse monte de lambança que está se vendo nos jogos de futebol.

Por quê mudar a Regra (em tamanho volume de observações e numa periodicidade tão pequena) se funcionava adequadamente?

Ô dona IAFB, FIFA e demais membros, vamos com calma!

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Foto: trivela.com.br

– Vamos saborear uma pizza?

A data é invenção tipicamente brasileira: Caio de Carvalho, na época Secretário de Turismo de SP, queria promover uma das paixões gastronômicas de São Paulo – a PIZZA – e criou em 10 de julho de 1985 um concurso para saber qual a melhor pizza de mozarela e marghuerita da Capital. Não deu outra, a data ficou marcada como Dia da Pizza, tamanho o sucesso.

Cá entre nós: a gostosura é indispensável na maior parte das famílias. E já viram quantas pizzarias e disk-pizzas existem por aí?

É bem verdade que existem muitas massas emborrachadas tentando se passar por pizza (afinal, nem todas são feitas com bons ingredientes), mas as boas, infelizmente, custam caro – afinal, os bons produtos são para poucos restaurantes.

A minha favorita é margherita! Mas se tiver atum, calabresa, palmito, à moda… tudo bem! Desde que tenha bastante azeite de oliva extra-virgem (indispensável).

A propósito, minha filhota comilona Marina, também escreveu sobre o dia da pizza e resolveu dar dicas.

Acessem: https://blogdamarinaporcari.wordpress.com/2017/07/10/dia-nacional-da-pizza/

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– Bom dia, nova 4a!

Olá Amigos! Para alguns, a semana curta só começa hoje, quarta-feira, por conta do feriado paulista que foi emendado na segunda e na terça. Para muitos, começou normalmente desde a segundona.

Não importa. O que vale é a disposição em viver intensamente, e para isso, s’imbora para o cooper matutino.

Sem preguiça, em poses mobgráficas, motivando no clique 1:

Durante a corrida, conversando com Deus! E pedindo: “Ó Jesus vivo e ressuscitado – o Filho Amado que está à direita do Pai e na plenitude do Espírito Santo – nos socorra quando estivermos angustiados, e desde já te louvamos e adoramos pela sua misericórdia infinita. Amém”.

Com essa prece, meditando no clique 2:

Pós-treino, mesmo estando gelado, alongando no jardim com nossas azaleias. Aqui, um toque psicodélico mais quente para a flor ficar “calorosa”.

Contemplando no clique 3:

Chega de atividade física! Como a paisagem não está convidativa para o clique caipira do amanhecer, vai um clique caiçara, da Praia Do Futuro II, em Fortaleza-CE, datada de 2 anos atrás (sem filtros).

Admirando no clique 4:

Ótima quarta-feira a todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby